terça-feira, 25 de agosto de 2009

Vídeo: Satanismo da Elite Americana

Vídeo impressionante do funeral de uma ex-primeira dama americana.

É possível ver homens vestidos como maçons, usando o avental característico da maçonaria, mas o que mais chama a atenção é o sinal da mão chifrada feito pelos participantes, esse sinal que também é feito pelos roqueiros é um sinal de adoração satânica.




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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Dólar deve ser substituído por Nova divisa internacional

Cropped picture of Joseph Stiglitz, U.S. econo...Image via Wikipedia

Joseph Stiglitz, antigo responsável pelo Banco Mundial e Prêmio Nobel de Economia, propôs esta sexta-feira que se crie uma divisa internacional para substituir o dólar como moeda de reserva mundial, devido à sua instabilidade.
O economista norte-americano afirmou ser necessário criar «um novo sistema de reserva global» para assegurar a estabilidade financeira durante uma conferência em Bangcoc, uma ideia partilhada pelos líderes da Rússia e da China.
Stiglitz lembrou que foi o capitalismo neoliberal promovido pelos EUA e a desregulamentação dos mercados que provocaram a crise financeira que o mundo atravessa e advertiu para o fato de a injeção de liquidez nos mercados norte-americanos e europeus poder gerar uma bolha especulativa, dadas as poucas oportunidades de investimento.

Nota: Esta é uma notícia publicada no diário iol, em 21/08/09, um jornal português. Note que já publicamos um vídeo onde o presidente russo Dmitri Medvedev apresentou aos jornalistas na última reunião do G-8 na Itália o protótipo de uma futura moeda mundial para substituir o dólar.

Há também especulações da substituição do dólar pelo Amero, uma moeda que seria usada pelos Estados Unidos, Canadá e México, há inclusive vídeos no youtube sobre o assunto.

O ponto é o seguinte, apesar de alguns pensarem que tudo isso é apenas delírio de gente que vê conspiração em cada esquina, não parece estranho que todas essas especulações sobre o fim do dólar tenham surgido com tanta freqüência em tão pouco tempo?

A quem interessa a extinção do dólar como moeda corrente mundial, senão aos globalistas que estão implantando uma Nova Ordem Mundial sem fronteiras?

Em um artigo postado sobre a crise financeira eu já falava da importância dela para agilizar a implantação de um Governo Mundial, o enfraquecimento dos ESTADOS UNIDOS é vital para a implantação da economia socialista proposta pela ONU e todas as organizações que lutam para implantar a NOVA ORDEM MUNDIAL, a prova está no discurso de Stiglitz, um globalista convicto, que culpa o liberalismo americano pela crise mundial. Na reunião realizada na Inglaterra em abril deste ano todos os participantes reclamavam mais participação do Estado na regulamentação dos mercados financeiros.

Os mesmos personagens que hoje condenam o liberalismo econômico americano como causa da crise foram os mesmos que obrigaram os países em desenvolvimento a adotarem o consenso de Washington nas décadas de 80 e 90 como requisito para receberem a ajuda do FMI, o mesmo FMI que depois de um período de ostracismo devido ao reconhecimento do fracasso de suas políticas ao redor do mundo, agora volta fortalecido por esta nova crise mundial.

Não é demais lembrar, que o consenso de Washington pregava que a privatização era o caminho para o desenvolvimento econômico. O resultado é que os países em desenvolvimento foram obrigados a vender seus bens e ativos financeiros para as grandes empresas e bancos internacionais, tudo que tinha valor foi privatizado, muitas vezes por valores bem abaixo dos de mercado.

Para que as altas taxas de lucro sejam mantidas, agora os mesmos personagens querem a intervenção do governo para que as leis do mercado não possam atingi-los e assim não tenham prejuízos em seus investimentos.

Dessa maneira ocorre a privatização dos lucros e a socialização das perdas, não mais a nível nacional, mas global, afinal de contas a globalização está ai para isso.




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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O fim do anonimato ou a privacidade acabou.

Cover of "Minority Report (Widescreen Two...Cover via Amazon

Como os 10 dígitos acabarão com a privacidade como a conhecemos.

Tanto habitantes da internet como moradores urbanos precisam admitir que a era do anonimato está chegando ao fim.

A população do mundo é de cerca de 7 bilhões de pessoas. Assim é preciso de apenas 10 dígitos para rotular cada ser humano do planeta como sendo único.

Esta simples observação aritmética oferece poderosos insights sobre os limites da privacidade. É algo que poderíamos chamar regra dos 10 dígitos: apenas 10 dígitos de informação pessoal distintiva são suficientes para identificá-lo inequivocamente. Eles são o suficiente para tirar fora o seu anonimato na internet ou chamar o seu nome enquanto você caminha pela rua. A regra dos 10 dígitos significa os nossos aparelhos eletrônicos crescem, e os bancos de dados incham, temos de aceitar que, na maioria das esferas da vida, vamos em breve estar vestindo nossos nomes na nossa testa.

Um estudo dos dados do censo de 1990 nos Estados Unidos revelaram que 87 por cento das pessoas eram singularmente identificáveis com apenas três peças de informação: os cinco dígitos do código postal, sexo e data de nascimento. Os surfistas da internet fornecem muito mas informações do que isso. Os web sites podem identificar nossas localizações geográficas, modelo de computador, e tipo de navegador, e eles podem nos rastrear silenciosamente utilizando cookies. Sites bancários confirmam nossas identidades verificando que nossos log-ins acontecem em horas do dia determinadas.

Arquivos de bancos de dados carregam surpreendente quantidade de informação , mesmo quando especificamente anônimos por causa da privacidade. Investigadores da Universidade do Texas em Austin estudaram um conjunto de perfis de classificação de filmes de cerca de 500.000 subscritores anônimos do Netflix.

Conhecendo um pouco sobre um assinante - digamos, de seis a oito preferências de filmes, o tipo de coisa que você pode postar em uma rede social - os pesquisadores descobriram que eles podiam selecionar o seu perfil anônimo do Netflix, se você tivesse um no conjunto. O estudo do Netflix mostra que o desanonimato dos 10 dígitos pode se esconder em lugares surpreendentes.

Nossos pertences físicos também podem nos trair por silenciosamente gritar dígitos traidores da identidade. Pequenos chips sem fio - muitas vezes chamados Identificação por Radio Frequencia (RFID) - residem em chaves de carro, cartões de crédito, passaportes, cartões de entrada de edifícios e passes de trânsito. Eles emitem números de série únicos.

Uma vez ligados aos nossos nomes - quando fazemos compras com cartão de crédito, por exemplo - esses microchips permitem sermos monitorados sem nosso conhecimento. Um livro popular inflama nossa imaginação com um título sensacional, "Spychips: Como as grandes corporações e o governo planejam rastrear cada movimento nosso com o RFID".

Mas microchips sem fio também destacam a futilidade da proteção do anonimato. Para começar, preocupações sobre o monitoramento com o RFID se perdem na floresta de árvores. Afinal, os telefones móveis são onipresentes e podem ser monitorados em distâncias muito mais longas do que os chips autônomos. Muitas pessoas têm receptores GPS nos seus telefones celulares e estão assinando serviços de localização, voluntariamente (se seletivamente) divulgando seus movimentos. Não muito sentido em esconder os números de série dos chips quando seu celular delata você.

Muitos cientistas (incluindo eu) desenvolveram técnicas antirrastreamento para celulares e microchips. Invés de números de série fixos, dispositivos sem fio podem usar pseudônimos variáveis, como placas rotativas de carros de espiões nos filmes. O problema é que as placas podem mudar, mas o carro parece sempre o mesmo. Neste sentido, os chips são como os carros.

Cientistas da ETH em Zurique mostraram recentemente como identificar microchips exclusivamente através de ondas de rádio - e, consequentemente, ver através do disfarce de pseudônimos. Os experimentos deles mostraram que, graças a variações de fabricação, microchips, laptops, cartões Wi-Fi e outros dispositivos não podem evitar a emissão de "impressões digitais" físicas - essencialmente números de série dados por Deus. Mais dígitos que irradiamos inconscientemente.

No final, nós provavelmente não teremos necessidade de fazer nada para ver todas as nossas identidades reveladas em lugares públicos. Já existem milhares de câmeras de vigilância em espaços públicos nos Estados Unidos (e no Brasil também).

O software de reconhecimento facial ainda está bruto hoje, mas vai melhorar. Câmeras acabarão por reconhecer rostos, assim como as pessoas o fazem. Ao contrário de pessoas, elas terão o apoio de bancos de dados contendo milhares de rostos - ou os headshots que tantos de nós já postamos na internet.

Felizmente, apesar da proliferação das fontes de 10 dígitos que são fatais para o anonimato na internet e na calçada, ainda podemos impedir o mundo do filme Minority Report. Há muitas facetas defensáveis da privacidade além da identidade. Mesmo se nossos nomes forem exibidos diante de todos, ainda temos a oportunidade de salvaguardar a saúde e os dados financeiros, as preferências de entretenimento, o histórico de compras e as interações sociais.

Nesta batalha roubo de identidade é um desafio fundamental para tecnólogos e políticos. A única forma de prevenir o acesso não autorizado aos dados pessoais é assegurar que, mesmo quando os criminosos aprenderem os componentes da sua identidade digital, eles não podem roubar. Forte autenticação será necessária para preencher a lacuna da desagregação das identidades.

Talvez o mundo seja mais favorável quando propagandas no interior das lojas lhe cumprimentarem pessoalmente, criminosos usarem crachás dizendo "alô, meu é", e as pessoas que você encontra em festas já tiverem sua biografia em mãos. Facebook, twitter e os onipresentes blogs já pressagiam uma sociedade de exibicionismo e voyeurismo. Mas as tecnologias que nos levam a um mundo de onisciência também nos trazer um passo para trás.

Durante anos as pessoas aspiravam escapar das pequenas cidades para as grandes cidades, para um recomeço com uma identidade sem história. A internet ofereceu semelhante horizonte de liberdade. Mas a sociedade da cidade pequena nos trará de volta nas suas garras, por bem ou por mal.


Ari Juels - cientista chefe e diretor da RSA Laboratories, e autor do thriller de criptografia "Tetraktys".


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sábado, 15 de agosto de 2009

Operação pandemia (Legendado)

Protocolo dos Sábios de Sião - Capítulo X

O reconhecimento de nossa autocracia pode ocorrer antes da supressão da constituição, se os povos fatigados pelas desordens e pela frivolidade de seus governantes exclamarem: "Expulsai-os e dai-nos um REI UNIVERSAL para que possa reunir e destruir as causas de nossas discórdias: as fronteiras das nações e religiões (isso já está em prática com a globalização, ecorreligião e o ataque ao verdadeiro cristianismo), os cálculos dos Estados: um Rei (governante mundial) que nos dê a Paz e o Repouso (segurança) que não podemos obter com nossos governantes e representantes!"

Vós mesmos sabeis muito bem que, para tornar possíveis tais desejos, é preciso perturbar constantemente, em Todos os países, as relações entre o povo e o governo, a fim de cansar todos pela desunião, pela inimizade, pelo ódio, mesmo pelo martírio, pela fome, pela Inoculação de Doenças, pela miséria, a fim de que os cristãos (todos que não sejam do grupo deles) não vejam outra salvação senão recorrer a nossa plena e definitiva sabedoria.




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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Invasão de Privacidade

Britânicos são espionados 1,5 mil vezes ao dia, diz relatório sobre vigilância

Foram 500 mil pedidos de acesso a registros de e-mail e SMS em 2008.
Políticos alertam para excessos cometidos em nome da segurança no país.


Da Reuters


É cada vez mais comum no Reino Unido pedidos de acesso a registros de e-mails de internautas.

A polícia, órgãos legislativos e serviços de inteligência apresentaram mais de 500 mil pedidos de acesso a registros privados de e-mail e telefone no Reino Unido, em 2008, de acordo com um relatório anual sobre vigilância.

Os números, compilados pelo comissário de Interceptação de Comunicações, Paul Kennedy, apontam que cerca de 1,5 mil pedidos de vigilância são apresentados a cada dia no Reino Unido. Isso equivale a espionar um de cada 78 britânicos. Os números incluem 1,5 mil pedidos aprovados submetidos por órgãos legislativos locais.

Cada pedido permite que órgãos públicos ganhem acesso a dados, entre os quais registros telefônicos e de tráfego de e-mail e mensagens de texto, mas não ao conteúdo das comunicações ou mensagens.

"Isso não permite ver o conteúdo da mensagem ou comunicação. As informações se referem a quem, quando e onde, com o elemento tempo assumindo papel essencial na vigilância dirigida", disse um porta-voz do governo.


Ainda que o total tenha caído ligeiramente ante o ano anterior, está mais de 40% acima do número de pedidos registrados dois anos antes.


Big Brother

O porta-voz do partido Liberal Democrata para assuntos domésticos, Chris Huhne, declarou que os números "são quase inacreditáveis", e alertou que o Reino Unido pode ter "caminhado como sonâmbulo em direção a um Estado policial".

"Muitas dessas operações executadas pela polícia e serviços de segurança são necessárias, mas o número intimida", afirmou. "Que o Estado esteja espionando meio milhão de pessoas ao ano não pode ser uma resposta justificada aos problemas que enfrentamos no país", afirmou Huhne.

"O governo parece se esquecer de que '1984', de George Orwell, tinha por objetivo servir de alerta e não modelo", acrescentou.

Os Liberais Democratas acreditam que apenas um magistrado deveria ter o direito de aprovar pedidos de vigilância, sob a Lei de Regulamentação dos Poderes de Investigação.

A lei entrou em vigor em 2000, para adequar o regime do país às mudanças tecnológicas, e alterada em 2003 para facilitar o combate a crimes sérios, entre os quais o terrorismo.

Nota: A tecnologia permite que as comunicações ocorram com mais rapidez e facilidade, agilizando a difusão de idéias, tanto boas quanto más.

Sabendo dessa facilidade de comunicação muitos grupos a usam para fins criminosos, e não raras vezes estão muito a frente dos meios legais.

É sabido também que os aparelhos policiais sempre tentaram controlar de alguma forma os meios de comunicação da sociedade. Sejam jornais, rádios, televisão e outros. Sempre que um regime autoritário tenta se implantar são os meios de comunicação as primeiras vítimas.

O que está acontecendo nos dias atuais é uma invasão cada vez mais descarada das forças de segurança na privacidade das pessoas. É o velho ditado de atirar primeiro para perguntar depois. Você primeiro torna-se suspeito e é então investigado, tem suas comunicações devassadas, você não tem o direito de se defender antes de ser investigado, o cidadão já é encarado como criminoso.

São muitas as desculpas para invadir a privacidade de alguém, pode ser o terrorismo, a pedofilia ou qualquer outra, qualquer um corre esse risco.

Que certa vigilância é necessária para a proteção da sociedade não há dúvida, mas já está virando paranóia, as câmeras estão se espalhando como praga, o motivo é que elas ajudam a coibir a violência, a Inglaterra é o país que tem o maior número de câmeras per capita, no entanto, a criminalidade continua em alta, o mesmo ocorre no Brasil.

Mas qual é o ponto? Se as câmeras de vigilância nas ruas e as quebras de sigilo não intimidam os criminosos qual é o objetivo então?

Na verdade toda a população mundial está sendo condicionada a ser constantemente vigiada nas ruas e ficar constantemente temerosa pelos possíveis grampos nos telefones, e-mails e redes sociais.

O que está acontecendo na Inglaterra não é exceção, mas está rapidamente se tornado a regra no mundo todo.

É o verdadeiro Big Brother nosso de todo dia.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Bispos católicos romanos advertem que a lei de igualdade da UE é um "instrumento de opressão."

European ParliamentImage via Wikipedia


Bispos católicos romanos advertem que a lei de igualdade da União Europeia é um "instrumento de opressão".

Por Simon Caldwell

Os bispos da Inglaterra, País de Gales e Escócia, denunciaram a diretiva de Igualdade de Tratamento planejada pela Comissão Europeia como "totalmente inaceitável", porque, disseram eles, forçaria os cristãos a agirem contra suas consciências.

A diretiva visa harmonizar e fazer cumprir uma proibição em todo os 27 membros do bloco em matéria de discriminação em razão de orientação sexual, idade, credo religioso e deficiência fora do âmbito da lei do trabalho.

Mas os bispos dizem que a diretiva terá simplesmente o resultado de reduzir drasticamente os direitos de liberdade religiosa e a liberdade de expressão.

Dizem que será impotente para impedir bruxas de alugar propriedades da igreja, por exemplo, ou de insistir que em eventos da igreja as pessoas se comportem de forma coerente com o ensinamento cristão.

Monsenhor André Summersgill, secretário Geral da conferência dos bispos da Inglaterra e País de Gales, disse que a "igreja reconhece que os grupos que não concordam com o seu ensino devem ser livres para se organizarem e para propagar as suas opiniões como quiserem".

"O que a igreja está buscando a partir desta diretiva é pura e simplesmente o direito de manter o seu próprio ensino e atividades com integridade, de acordo com a sua própria ética", disse ele em uma apresentação por escrito a uma consulta pública.

Ele disse que os organizadores de uma conferência católica, por exemplo, seriam legalmente obrigados a ter disponíveis quartos duplos para homossexuais e casais não casados, bem como para heterossexuais casados.

Ele disse: "Neste ponto a União Europeia estaria ditando as organizações religiosas o que a sua fé exige ou não exige - uma posição totalmente inaceitável."

A definição de assédio da diretiva também significaria que qualquer pessoa que decidisse que foi "ofendida" por uma expressão do cristianismo poderia entrar com um processo contra as igrejas.

Vários grupos de pressão são suscetíveis de utilizar as disposições da diretiva para limitar a expressão de pontos de vista com o qual discordam, pelo simples fato de declarar-se ofendido.

"Grupos homossexuais lutando pelo casamento com pessoas do mesmo sexo podem se declarar ofendidos com a apresentação do ensinamento moral da Igreja Católica sobre o matrimônio", disse ele, e "um ateu pode ser ofendido por imagens religiosas em uma galeria de arte, ou um muçulmano pode ser ofendido por qualquer imagem que represente a forma humana."

A diretiva não consegue explicar como poderiam ser conciliados direitos conflitantes, levando a temores de que a UE vá subordinar os direitos de alguns grupos, especialmente cristãos, aos direitos dos outros.

"Se a diretiva não é capaz de fornecer um meio de equilibrar os direitos concorrentes existe um risco de que a aplicação prática da diretiva pode, efetivamente, transformar - se em um instrumento de opressão", disse Monsenhor Summersgill.

As diretivas da UE são grandes leis que introduzem um padrão mínimo que todos os Estados-membros devem satisfazer.

Uma diretiva só pode se tornar lei se todos os Estados-membros concordarem, numa reunião do conselho da UE.

O Parlamento europeu votou a favor da proposta da diretiva em abril, mas os deputados apresentaram alterações ao texto que reduziriam a proteção para as igrejas e escolas de fé.

Eles também recomendaram apagar uma garantia de que a diretiva não se aplicava as leis nacionais sobre o estado civil ou aborto.

O Conselho da UE terá agora de considerar se aprova, rejeita ou altera a diretiva.

A Suécia, país que detém a presidência da UE, indicou que pretende introduzir a diretiva em novembro.

fonte: telegraph.co.uk

Nota: A União Europeia já há bastante tempo vem rejeitando suas raízes cristãs. Foram essas mesmas raízes que fizeram da Europa um grande continente.

Por causa de uma busca insana por igualdade e tolerância, a Europa está se tornando desigual e intolerante com o cristianismo e bastante tolerante com o islamismo e com o homossexualismo. O Cristianismo que prega o amor ao próximo não mata homossexuais, apesar de discordar dessa conduta sexual, porém o islamismo que eles querem defender executa os homossexuais onde a lei da Sharia é aplicada.

Parece que essa política a favor de todos e contra o cristianismo trará muitos conflitos para este que já foi o continente mais importante do mundo e de onde vieram grandes descobertas científicas, filosóficas e sociais.





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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

MICROCHIP NO CEREBRO O FUTURO ESTA PROXIMO

As pesquisas para implante de microchips no cérebro humano já não são mais coisa de ficção científica.

As pesquisas nessa área já estão bem adiantadas. Atualmente a medicina pode trazer alívio ou mesmo curar com intervenções cerebrais para a implantação de um chip, o futuro parece ser promissor nessa área de estudo e pesquisa.

Como tudo tem um lado não tão bom, assim também há motivos de preocupação também com essa tecnologia.

O desenvolvimento de pesquisas para a leitura do pensamento por meio de computadores está em rápido avanço, até jogos já usam essa tecnologia.

Agora o que acontecerá se os chips a serem implantados além de curar doenças também puderem ler os pensamentos e enviar para uma central de monitoramento?

Impossível? Pelo que estamos vendo esse dia não está tão longe assim.




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“Dia da Terra”, 1970: as 13 mais ridículas previsões

Por Jon Gabriel No último sábado, 22 de abril, foi celebrado o “Dia da Terra” – um evento anual lançado pela primeira vez em 1970. As...