quinta-feira, 29 de abril de 2010

Cientistas não sabem onde está o calor do aquecimento global

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Cientistas não sabem onde está o calor do aquecimento global

Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/04/2010

Os dados dos satélites artificiais indicam que a Terra está recebendo mais calor do Sol do que refletindo para o espaço. Mas os instrumentos não conseguem encontrar onde esse calor está se acumulando.

Onde está o calor do aquecimento global?

As ferramentas de observação atualmente disponíveis não conseguem explicar aproximadamente metade do calor que se acredita estar se acumulando na Terra nos últimos anos.

Enquanto os instrumentos dos satélites artificiais indicam que os gases de efeito de estufa continuam a aprisionar cada vez mais energia solar, ou calor, desde 2003 os cientistas têm sido incapazes de determinar para onde está indo a maior parte desse calor.

Isso leva a uma de duas possibilidades: ou as observações dos satélites estão erradas ou grandes quantidades de calor estão indo para regiões que ainda não são adequadamente monitoradas e medidas, como as partes mais profundas dos oceanos.

Para agravar o problema, as temperaturas da superfície da Terra apresentaram uma forte estabilização nos últimos anos. Contudo, o derretimento das geleiras e do gelo do Ártico, juntamente com a elevação dos níveis do mar, indicam que o calor continua tendo efeitos profundos no planeta.

Calor perdido

Cientistas do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica (NCAR), nos Estados Unidos, advertem que os sensores de satélites, as boias oceânicas e os outros instrumentos são inadequados para rastrear esse calor "perdido", que pode estar se acumulando nas profundezas dos oceanos ou em qualquer outro lugar do sistema climático.

"O calor vai voltar a nos assombrar mais cedo ou mais tarde", diz Kevin Trenberth, um dos autores do artigo que foi publicado na revista Science.

"O alívio que nós tivemos na elevação das temperaturas nos últimos anos não vai continuar. É fundamental rastrear o acúmulo de energia em nosso sistema climático para que possamos entender o que está acontecendo e prever o clima futuro," afirma ele.

Fluxo de energia

Trenberth e seu colega John Fasullo sugerem que o início rápido do El Niño no ano passado - o evento periódico marcado pela elevação da temperatura superficial do Oceano Pacífico tropical - pode ser uma maneira em que a energia "perdida" tem reaparecido.

Outra fonte de informação, mas agindo no sentido oposto, são os invernos inesperadamente frios ao longo dos Estados Unidos, Europa e Ásia, que tem marcado os últimos anos e que as previsões indicam deverão perdurar nos próximos.

Eles afirmam que é imperativo medir melhor o fluxo de energia através do sistema climático da Terra.

Por exemplo, qualquer plano de geoengenharia que queira alterar artificialmente o clima do mundo para combater o aquecimento global pode ter consequências inesperadas, que podem ser difíceis de analisar a menos que os cientistas possam monitorar o calor ao redor do globo.

Calor acumulado nos oceanos

Os dados dos instrumentos dos satélites mostram um crescente desequilíbrio entre a energia que entra na atmosfera a partir do Sol e a energia liberada a partir da superfície da Terra. Este desequilíbrio é a fonte de longo prazo do aquecimento global.

Mas rastrear a quantidade crescente de calor na Terra é muito mais complicado do que medir as temperaturas na superfície do planeta.

Os oceanos absorvem cerca de 90 por cento da energia solar capturada pelos gases de efeito estufa. O restante se divide entre as geleiras, os mares congelados, a superfície não coberta pelo mar e a atmosfera - ou seja, somente uma pequena fração do calor capturado aquece o ar da atmosfera.

E, apesar das medições dos satélites, o calor medido nos oceanos, até uma profundidade de cerca de 1.000 metros, está constante há anos.

Possibilidades de erro

Embora seja difícil quantificar a quantidade de energia solar que chega à Terra com precisão, Trenberth e Fasullo estimam que, com base em dados de satélites, a quantidade de energia acumulada parece ser de cerca de 1 watt por metro quadrado, enquanto os instrumentos oceânicos indicam um acúmulo de cerca de 0,5 watt por metro quadrado.

Isso significa que aproximadamente metade da quantidade total de calor que se acredita ser aprisionado pelos gases de efeito estufa está "desaparecido."

Há muitas possibilidades de erro, e esse "calor perdido" pode ser uma ilusão, dizem os autores.

O não fechamento do balanço global de energia pode ser resultado de imprecisões nas medições por satélites, imprecisões nas medições feitas pelos sensores de superfície ou mesmo do processamento incorreto dos dados, dizem os autores.

Corrigir os satélites ou encontrar o calor perdido

Tudo ia bem até 2003, quando uma frota de robôs submarinos e boias automáticas foi lançada ao mar para coletar dados atmosféricos em um nível nunca antes alcançado.

Em vez de reforçar os modelos climáticos que apontam para o aquecimento global, os novos sensores mostraram uma redução na taxa de aquecimento oceânico, ainda que o desequilíbrio medido pelos satélites continue apontando que o balanço líquido de energia da Terra está aumentando.

Os robôs submarinos da missão Argo também ajudaram a verificar que as mudanças na circulação oceânica não estão ocorrendo como os cientistas previam - veja Correia Transportadora Oceânica não está desacelerando, diz NASA.

Para resolver o mistério, os cientistas propõem duas medidas: aumentar a capacidade dos robôs submarinos, lançando equipamentos mais modernos que possam atingir profundidades entre 1.000 e 2.000 metros, onde o calor pode estar se acumulando, e o desenvolvimento de novas formas de calibrar os sensores dos satélites, uma forma de garantir que suas medições são precisas.
Bibliografia:

Tracking Earth's Energy
Kevin E. Trenberth, John T. Fasullo
Science
16 April 2010
Vol.: 328: 316-317
DOI: 10.1126/science.1187272


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terça-feira, 27 de abril de 2010

A situação da América me causa medo.

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A situação da América me causa medo

John W. Whitehead | 26 Fevereiro 2010

Internacional - Estados Unidos

Estamos nos transformando em um estado policial. Agora, com agentes do governo ouvindo as nossas chamadas telefônicas e bisbilhotando nossos e-mails, os tentáculos governamentais estão invadindo praticamente todos os aspectos das nossas vidas.

"Ao olhar para a América, hoje, eu não tenho medo de dizer que estou com medo." - Bertram Gross, Friendly Fascism: The New Face of Power in America.

Há muito tempo que acontecimentos de mau-agouro vêm se formando nos Estados Unidos, em parte precipitados por "nós, o povo1" - cidadãos que estão dormindo ao volante por muito tempo. E embora certos eventos tenham soado o alarme, nós falhamos em dar atenção aos alertas.

Apenas considere o estado da nossa nação:

Estamos encerrados naquilo que alguns estão chamando de campo de concentração eletrônica. O governo continua a acumular informações sobre um número cada vez maior de norte-americanos. Em todos os lugares que vamos, somos vigiados: nos bancos, no supermercado, no shopping, atravessando a rua. Essa perda de privacidade é sintomática da crescente fiscalização que se exerce sobre o cidadão americano comum.

Essa vigilância vai pouco a pouco envenenando a alma de uma nação, fazendo-nos passar de um estado em que todos somos inocentes até que se prove o contrário para outro em que todos são suspeitos e presumidamente culpados. Assim, a pergunta que deve ser feita é: a liberdade nos Estados Unidos pode florescer em uma época em que os movimentos físicos, as compras, as conversas e as reuniões de todo e qualquer cidadão estão sob a constante vigilância de companhias privadas e agências governamentais?

Estamos nos transformando em um estado policial. Agora, com agentes do governo ouvindo as nossas chamadas telefônicas e bisbilhotando nossos e-mails, os tentáculos governamentais estão invadindo praticamente todos os aspectos das nossas vidas. Mais do que nunca, a tecnologia, que se desenvolveu em um ritmo rápido, oferece àqueles que estão no poder as mais invasivas e terrificantes ferramentas. Os centros de fusão - agências de coleta de dados espalhadas pelo país, amparadas pela National Security Agency2 - monitoram constantemente as nossas comunicações: tudo, desde a nossa atividade na Internet a pesquisas na web até mensagens de texto, telefonemas e e-mails.

Esses dados alimentam agências governamentais, que estão agora interligadas - a CIA ao FBI e o FBI à polícia local - uma relação que vai fazer a transição para a lei marcial muito mais fácil. Poderíamos muito bem pensar que estaríamos a salvo de um ataque terrorista ao ver as forças armadas nas ruas - e o povo americano talvez não oferecesse muita resistência. De acordo com um estudo recente, como conseqüência do mal sucedido ataque terrorista no último dia de Natal, aquele em que o homem-bomba carregava explosivos na virilha, uma porcentagem cada vez maior de americanos está disposta a sacrificar suas liberdades civis para se sentir mais segura.

Nós somos flagelados por uma economia vacilante e um déficit financeiro monstruoso que ameaça nos levar à falência. Nossa dívida nacional é de mais de U$ 12 trilhões (que se traduz em mais de U$ 110 mil por contribuinte), e deverá quase dobrar para US $ 20 trilhões em 2015. A taxa de desemprego está superior a 10% e crescendo, com mais de 15 milhões de americanos sem trabalho e outros muitos obrigados a subsistir com empregos de baixa remuneração ou de tempo parcial. O número de famílias norte-americanas que estão na iminência de perder suas casas subiu para quase 15% apenas no primeiro semestre do ano passado. O número de crianças vivendo na pobreza está a aumentar (18% em 2007). Como a história ilustra, regimes autoritários assumem mais e mais poder em tempos de desordem financeira.

Nossos representantes na Casa Branca e no Congresso têm pouca semelhança com as pessoas que os elegeram. Muitos dos nossos políticos vivem como reis. Levados de um lado para outro em suas limusines por seus choferes, voando em jatos particulares e comendo refeições dignas de um gourmet - tudo pago pelo contribuinte americano -, eles estão muito distantes das pessoas as quais representam. Além do mais, eles continuam a gastar o dinheiro que não temos em pacotes de estímulo financeiro (que estão carregadinhos de dinheiro destinado a pagar favores políticos) ao mesmo tempo em que alimentam um enorme déficit e deixam que os contribuintes americanos paguem a conta. E embora os nossos representantes possam até dar um show de disputas partidárias, a elite de Washington - isto é, o presidente e o Congresso - vai avançando com tudo o que ela quer, dando pouca atenção à vontade do povo.

Estamos enredados em guerras globais contra inimigos que parecem atacar do nada. Espalhadas ao redor do globo e sob fogo constante, nossas forças armadas são levadas ao seu limite. A quantidade de dinheiro gasto com as guerras no Afeganistão e no Iraque está próxima de U$ 1 trilhão e estima-se que alcance um total de mais ou menos 3 trilhões de dólares antes que tudo termine. Isso não leva em conta os países devastados que ocupamos, os milhares de civis inocentes mortos (incluindo mulheres e crianças) ou os milhares de soldados americanos que foram mortos ou feridos gravemente ou que estão cometendo suicídio a uma taxa alarmante. Nem leva em conta as famílias dos 1,8 milhões de americanos que serviram ou estão servindo em missões no Iraque e no Afeganistão.

O lugar dos EUA no mundo também está passando por uma mudança drástica, com a China programada para emergir como a maior economia da próxima década. Dada a dimensão da nossa dívida para com a China, a influência dela sobre a forma como o nosso governo realiza seus negócios, bem como sobre a forma como lida com os seus cidadãos, não pode ser desconsiderada. Em julho de 2009, a China se apropriou de 800,5 bilhões de dólares da nossa dívida - que é 45% do total da nossa dívida externa - tornando-a a maior detentora estrangeira da dívida externa norte-americana. Não se admira, então, que a administração Obama tenha se prostrado ante a China, hesitando desafiá-la abertamente em questões cruciais como os direitos humanos. O mais recente exemplo disso pode ser visto na relutância inicial da administração Obama em confrontar o governo chinês quanto aos ataques cibernéticos dos chineses contra o Google e outras empresas de tecnologia americanas.

Como as fronteiras nacionais estão se dissolvendo em face da expansão da globalização, aumenta a probabilidade de que a nossa Constituição, que é a lei suprema da América, seja subvertida em favor de leis internacionais. Isso significa que a nossa Constituição cada vez mais será alvo de ataques.

A mídia corporativa, atuando cada vez mais como uma porta-voz da propaganda governamental, já não exerce sua função principal de vigilância, protegendo-nos contra a usurpação de nossos direitos. Em vez disso, a maior parte da grande mídia se entregou àquele estúpido noticiarismo das celebridades, o que é um mau presságio para o nosso país. Quer se trate das notícias dos tablóides, do mundo do entretenimento, ou dos telejornais legítimos, já não importa, pois há pouquíssima diferença entre eles.

Infelizmente, a maioria dos americanos comprou a idéia de que tudo o que a mídia possa vir a relatar é algo importante e relevante. Nesse processo, os americanos perderam grande parte da capacidade de fazer perguntas e fazer análises críticas. Com efeito, a maioria dos cidadãos tem pouco conhecimento sobre os seus direitos ou mesmo de como o seu governo funciona, se é que ainda tem algum. Por exemplo, uma pesquisa nacional constatou que menos de um por cento dos adultos era capaz de citar as cinco liberdades protegidas pela Primeira Emenda Constitucional.

Por fim, eu jamais vi um país mais espiritualmente abatido do que os Estados Unidos. Perdemos o nosso senso de orientação moral. Um número crescente de nossos jovens já não vê sentido ou propósito na vida. E nós já perdemos o senso de certo e errado e de uma maneira de responsabilizar o governo. Esquecemos que a premissa essencial do regime governamental americano, conforme anuncia a Declaração de Independência, é a de que se o governo não prestar contas ao povo, então sem dúvida ele deverá fazê-lo perante o "Criador."

Mas, e se o governo não é responsável perante o povo nem perante o Criador?
Como escreve Thomas Jefferson na Declaração, é então direito do "povo de alterá-lo ou aboli-lo" e formar um novo governo.

Advogado constitucional e autor, John W. Whitehead é fundador e presidente do Instituto Rutherford. Ele pode ser contatado pelo johnw@rutherford.org . As informações sobre o instituto estão disponíveis no www.rutherford.org.

Notas do tradutor:

[1] "We, the people..." são as primeiras palavras da constituição americana.
[2] Agência Nacional de Segurança.

Fonte: http://www.rutherford.org/articles_db/commentary.asp?record_id=631
Tradução: Rafael Resende Stival
Revisão: Alessandro Cota


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sábado, 24 de abril de 2010

Rede Mint pretende englobar quase todos os bancos dos EUA.

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Rede Mint pretende englobar quase todos os bancos dos EUA

Após ser comprado pela Intuit, o aplicativo quer crescer e aprimora suas funções.

Por Nátaly Dauer

O aplicativo web e para celulares de finanças pessoais Mint (www.mint.com) anunciou ontem que o número de instituições com as quais trabalha – e de possíveis futuros clientes – agora poderá crescer exponencialmente.

Mint se prepara para tentar abraçar o sistema financeiro dos EUA.

O programa foi comprado ano passado pela empresa Intuit Financial Services por 170 milhões de dólares (cerca de 470 milhões de reais) e incorporou suas capacidades de cobertura para poder se conectar com uma maior rede de bancos, uniões de crédito e empresas de cartões nos EUA.

A Intuit é a fabricante dos softwares de finanças Quicken e Turbo Tax e presta serviços diretamente aos bancos, o que torna esta união muito eficaz, diz Aaron Patzer, vice-presidente e gerente geral do grupo de finanças pessoais da empresa, que aconselha ainda àqueles que testaram o Mint e não conseguiram acesso a alguma conta, que experimentem novamente o aplicativo, como conta o blog de negócios Smart Takes. O Mint é baseado em web (ou seja, roda direto no navegador de internet) e é gratuito, mas por enquanto suporta apenas instituições financeiras nos Estados Unidos.

Atualmente, o programa possui 3 milhões de usuários, que já solicitavam o suporte a novos bancos e informações mais atuais e precisas, explica Patzer. Os números então irão dobrar: serão mais de 16 mil instituições financeiras e 17 milhões de contas individuais, com acesso garantido aos 20 bancos mais populares do país.

O Mint, que semana passada divulgou também a nova funcionalidade de realizar manualmente o depósito de dinheiro e a verificação de transações, mostrou, em suas estatísticas que a maioria dos estadunidenses trabalham com uma média de 11 instituições diferentes, como informa o site Mashable. Isso significa que um aplicativo financeiro, para ser interessante, precisa gerenciar todas as contas, centralizando-as. E agora ele o fará.

Nota: Este é um vislumbre de como serão as transições bancárias no futuro. Simples, práticas e sem necessidade de agências bancárias nem de dinheiro. Serão apenas bits sendo transferidos de um lado para outro pela rede.



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sexta-feira, 23 de abril de 2010

ONU promove sexualização precoce

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ONU promove sexualização precoce

Sharon Slater | 22 Abril 2010

Artigos - Globalismo

Usando conceitos como "educação sexual abrangente", a ONU quer desestruturar a família. Leia o discurso de Sharon Slater, presidente da Family Watch International, proferido no encontro da Comissão de População de Desenvolvimento da ONU, no dia 15 de abril.

Sr. Presidente, Ilustres Delegados, gostaria de chamar a vossa atenção para alguns assuntos sérios relacionados com as deliberações que ocorrem na Comissão sobre População e Desenvolvimento. Para colocar isto em um contexto, preciso falar sobre o que aconteceu em deliberações da CPD no ano passado. No ano passado, no final das deliberações, uma frase foi proposta para o projeto de resolução do CPD convidando os governos a fornecerem "educação abrangente sobre sexualidade humana".

Nós estávamos muito preocupados porque este era um novo termo indefinido e um afastamento da linguagem tradicional da "educação sexual" utilizada nos últimos documentos de consenso da ONU. Nossas preocupações foram confirmadas, quando apenas alguns meses depois, a UNESCO, em colaboração com a UNICEF, o FNUAP, OMS e ONUSIDA, lançou uma cópia de esboço de seu novo Diretrizes Internacionais sobre Educação Sexual Abrangente.

Estas diretrizes extremamente controversas foram criadas para levar a educação sexual para todo o mundo e promover um tema de prazer sexual que temos encontrado em um número de guias de educação sexual publicados pela ONU. Estas Diretrizes da UNESCO originais sugerem ensinar crianças de cinco anos que eles podem tocar partes de seu corpo para obter prazer sexual e ensinar a crianças de nove anos a definição e função do orgasmo, e encorajar educadores sexuais a ensinar às crianças que "Tanto homens como mulheres podem dar e receber prazer sexual com um parceiro do... mesmo sexo".

Desde então, a UNESCO revisou suas diretrizes de sexualidade originais, moderando-as um pouco. No entanto, ao ler sua versão original, vocês podem ver que cinco agências da ONU estavam originalmente planejando promovê-las às crianças sob à guisa de "educação abrangente sobre a sexualidade humana", antes de um certo número de Estados Membros da ONU reclamar.

Em 2002, na Cúpula Mundial para as Crianças, nós expusemos um manual publicado pela ONU para crianças, distribuído no México, que tinha uma página sobre como obter prazer sexual, incluindo com uma pessoa do mesmo sexo, com um animal, com um objeto inanimado ou com uma pessoa sem o seu consentimento.

E se vocês não estão preocupados ainda, deixe-me dizer a vocês o que aconteceu na 54º sessão da Comissão sobre o Status da Mulher deste ano. Em um evento paralelo colocado pela Girl Scouts em parceria com a UNICEF, eu peguei este livreto, publicado pela International Planned Parenthood Federation, que é dirigido para jovens e que afirmam ensinar-lhes sobre os seus "direitos sexuais e reprodutivos". O livreto afirma que estes "direitos" são reconhecidos pelo mundo como "direitos humanos". Afirma que o livreto está "aqui para apoiar o seu prazer sexual". Ele diz que jovens podem fazer sexo em várias maneiras demasiadas gráficas para repetir em um fórum como este. É todo sobre prazer sexual através da masturbação, com pessoas do mesmo sexo e até mesmo embriagados com álcool.

Mas pior que isso, este livreto diz realmente a jovens infectados pelo HIV que leis que os obrigam a revelar o seu status com seus parceiros sexuais violam seus direitos humanos.

Isso não deve ser tolerado na ONU ou em qualquer outro lugar! Agora não. Nem nunca mais.

Em dezembro do ano passado, minha família adotou três irmãos órfãos com SIDA em Moçambique. Ambos seus pais tinham morrido de SIDA. Eu cuidei de seu irmão mais velho, enquanto ele sofria de uma forma horrível durante os últimos estágios da AIDS. Mesmo assim, materiais estão sendo distribuídos na ONU, incentivando os mesmos comportamentos que colocam o HIV pandêmico.

É ultrajante que este livreto "Saudável, Feliz e Hot" também foi distribuído para os jovens que participaram do evento paralelo à Organização das Nações Unidas, patrocinado por aqueles que a criaram.

É revoltante que as agências da ONU estão a promover programas de educação sexual que encorajam jovens a engajar prematuramente na atividade sexual para obter prazer sexual, mas é inconcebível que jovens infectados pelo HIV estão sendo incentivados a ter relações sexuais com qualquer um que eles quiserem, do jeito que quiserem, sem revelar o seu status.

O que estamos fazendo aqui?

Por que é que o projeto de documento a ser negociado agora tem inúmeras referências à sexualidade e direitos sexuais?

Por que é que os países em desenvolvimento estão sendo pressionados agora pelas nações desenvolvidas no mesmo documento a ser negociado nesta conferência para aceitar este tipo de "educação abrangente da sexualidade humana", que irá sexualizar prematuramente suas crianças e colocá-las em risco de morte, entre outras coisas, tudo sob o disfarce de educação sobre o HIV/AIDS e do empoderamento de mulheres e meninas?

Por que é que o mundo desenvolvido está tentando importar suas ideologias sexuais radicais sob a bandeira enganosa de "direitos sexuais" ou "saúde e direitos sexuais" ou "informações relativas à saúde sexual e direitos" ou "serviços e informações sobre saúde e direitos reprodutivos" ou qualquer uma das muitas e múltiplas referências carregadas no documento em um esforço deliberado para pressionar os países a aceitarem estas referências, às vezes até tarde da noite, sem interpretação em sua própria línguagem?

Por que é que a comunidade internacional não está respeitando os direitos soberanos e valores culturais e religiosos preconizados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e inúmeros outros documentos consensuais das Nações Unidas, para manter seus valores que sustentam a instituição da família?

Como é que a ONU se extraviou de sua finalidade original, e agora as deliberações em conferências como esta são obcecadas com discussões sobre sexualidade e direitos sexuais, questões que deveriam ser deixadas para as nações decidirem por si?

Por que é que a questão do aborto, também disfarçada sob vários termos eufemísticos, está sendo forçada nas nações em desenvolvimento contra a sua vontade? Como é que o termo "saúde reprodutiva" ou "serviços de saúde reprodutiva" ou "direitos reprodutivos" está sendo usado agora pelos governos com grandes bolsos para promover a legalização do aborto nos países que se opõem ao aborto, porque eles acreditam que este está tomando as vida de um ser humano?

Palavras relacionadas à reprodução e à saúde reprodutiva significam reprodução, ou seja, ter filhos, mas o termo tem sido deliberadamente manipulado por relatórios obscuros apresentados à ONU, materiais criados por agências da ONU e ONGs de mentalidade abortista (muitas que têm a lucrar com o aborto) e os governos de mente abortista que procuram reinterpretar ou desvirtuar qualquer linguagem relacionada à saúde reprodutiva para agora incluir o aborto, embora muitos dos Estados Membros da ONU negociando os documentos que contêm tais termos rejeitaram a inclusão do aborto como parte da saúde reprodutiva, quando estes documentos foram negociados.

Esta manipulação de agências da ONU, negociações da ONU e documentos finais, comitês da ONU interpretando os tratados das Nações Unidas, e linguagem comum nos documentos anteriores das Nações Unidas para promover direitos sexuais radicais e aborto contra a vontade ou, por vezes, sem o conhecimento ou compreensão completa ou consentimento dos estados membros da ONU, não devem ser tolerados e têm que parar.

Essa manipulação do sistema das Nações Unidas por indivíduos e organizações promovendo sua própria agenda sexual e não a agenda coletiva e unificada de todos os estados membros da ONU deve cessar. Toda essa investida por direitos sexuais mina a instituição da família, que a Declaração Universal dos Direitos Humanos claramente declara ser "o núcleo natural e fundamental da sociedade" que é "intitulada à proteção pela sociedade e pelo Estado".

Apelamos aos Estados-Membros das Nações Unidas, agências da ONU, ONGs e todas as entidades dentro do sistema das Nações Unidas a respeitar os direitos, valores culturais e religiosos de todos os Estados Membros da ONU em seu trabalho nas Nações Unidas e cessar a promoção do aborto e dos direitos sexuais através das Nações Unidas.

Obrigada.

Tradução: Júlio Lins

Fonte: www.midiasemmascara.org




quinta-feira, 22 de abril de 2010

Ceticismo climático não "pega" no Brasil.

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Ceticismo climático não "pega" no Brasil

REINALDO JOSÉ LOPES


O ceticismo climático, como é conhecida a corrente de pensamento que nega a existência do aquecimento global ou, pelo menos, o papel do homem nesse fenômeno, não "pegou" no Brasil, indica nova pesquisa Datafolha. Mais de 90% dos brasileiros aceitam que o aquecimento é real e, para 75% dos entrevistados, as atividades humanas contribuem "muito" para as mudanças climáticas.

Ceticismo climático atinge recorde nos EUA, diz pesquisa
Os dados, obtidos após entrevistas com 2.600 pessoas em 144 municípios de todas as regiões do país, contrastam com os ataques sofridos pela ciência da mudança climática desde o fim do ano passado - ataques que, em países como os EUA e o Reino Unido, fortaleceram o ceticismo sobre o aquecimento global entre a população.

Os céticos ou negacionistas climáticos, como também são conhecidos, nunca tiveram tanto espaço nos meios de comunicação mundo afora quanto nos últimos meses. A ofensiva desses grupos começou com o chamado "Climagate", como ficou conhecido o vazamento de e-mails dos servidores da Universidade de East Anglia (Reino Unido). As mensagens documentavam anos de correspondência entre alguns dos principais climatologistas do mundo, e os negacionistas viram nelas indícios de que esses pesquisadores teriam tentado manipular dados, ocultá-los de seus opositores ou impedir que eles publicassem visões "alternativas" do tema em revistas científicas respeitadas.

Gelo

Nenhuma dessas acusações mostrou ter substância, mas a credibilidade da ciência do clima sofreu novos golpes quando, por exemplo, veio a público que os dados apresentados pelo IPCC (o painel climático das Nações Unidas) sobre o fim das geleiras do Himalaia em 2035 não eram resultado de análises científicas, mas tinham vindo originalmente de uma reportagem. As escorregadas levaram à criação de um painel independente para revisar os "padrões de qualidade" do IPCC.

Nada disso parece ter abalado a confiança do público brasileiro. Só 5% dos ouvidos pelo Datafolha acham que a humanidade não tem nada a ver com o aquecimento global, enquanto cerca de metade dos americanos têm essa opinião. Quanto maior a escolaridade, maior a aceitação do aquecimento global causado pelo homem: 96% entre os que têm ensino superior, contra 87% dos que só cursaram o ensino fundamental.

"Os números são impressionantes mesmo quando comparados com os dos EUA e do Reino Unido, ainda mais depois das controvérsias recentes envolvendo o IPCC", diz Myanna Lahsen, especialista em estudos ambientais e políticas públicas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Para Lahsen, a análise do que os meios de comunicação publicam sobre o tema no Brasil indica "grande uniformidade" em favor das causas humanas do aquecimento, o que explica, em parte, a posição da sociedade. "Eu até diria que é saudável ter debates, mas nos EUA [grande centro do ceticismo climático] isso é muito problemático, na medida em que a discussão é criada por elites e interesses financeiros, os quais usam métodos muito manipuladores", afirma ela.

Outro fator importante no país, diz Lahsen, é a importância econômica relativamente pequena das indústrias baseadas em combustíveis fósseis no Brasil. São elas as que mais têm a perder com os cortes de gases do aquecimento global, como ocorre no caso americano.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia

Nota: O povo brasileiro continua sendo facilmente manipulável. E quanto maior o grau de instrução, menor o pensamento crítico. Só no Brasil mesmo!

Nem com as evidências na mão as pessoas se rendem a realidade. E ai daquele que não se submeter ao dogma sacrossanto da religião do clima de que há um aquecimento global e que este é provocado pelo homem.



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quarta-feira, 21 de abril de 2010

"Ou morre o capitalismo, ou morre a Terra", diz Morales ao abrir Cúpula do Clima.

Evo Morales Daily show 5Image by Daniel Semper via Flickr

“Ou morre o capitalismo, ou morre a Terra”, diz Morales ao abrir Cúpula do Clima

20 de abril de 2010

http://notícias.terra.com.br

O presidente boliviano, Evo Morales, um esquerdista de origem Aimara, abriu, esta terça-feira, na Bolívia, uma conferência mundial de 20 mil ativistas para discutir propostas contra o aquecimento global e difundir uma mensagem clara: "ou morre o capitalismo, ou morre a Terra".

"O capitalismo é sinônimo de inanição, o capitalismo é sinônimo de desigualdade, é sinônimo de destruição da mãe Terra. Ou morre o capitalismo, ou morre a Terra", afirmou o presidente, na inauguração do evento no povoado de Tiquipaya, vizinho a Cochabamba, região central da Bolívia.

Em um campo de futebol diante de milhares de pessoas, o presidente disse que só os movimentos sociais do mundo, unidos a povos indígenas e intelectuais, "podem derrotar esse poder político e econômico (capitalismo), em defesa da mãe Terra".

Durante três dias, Tiquipaya se tornará no centro de uma conferência mundial de aborígenes e movimentos sociais de 129 países, celebrada para debater uma proposta para enfrentar as mudanças climáticas, que será apresentada na próxima Conferência Climática da ONU, agendada para o fim deste ano, no México.

Morales assumiu, em dezembro passado, o compromisso de organizar uma reunião mundial da sociedade civil, após criticar, junto a colegas de Venezuela, Nicarágua e Cuba, as conclusões da Conferência do Clima de Copenhague que, segundo ele, não obteve o consenso mínimo necessário para conter o aquecimento global.

A inauguração se realizou em meio a uma festa folclórica no estádio do povoado de Tiquipaya, que não bastou para abrigar todas as pessoas que ali foram para ouvir o presidente.

Bandeiras de Bolívia, Peru, Chile, Equador, México e do ''whipala'' - xadrez multicolorido, símbolo dos indígenas andinos - dominavam o estádio de Tiquipaya. Um barulhento grupo de argentinos gritava vivas para o presidente Morales e entoava cânticos esquerdistas dos anos 1970.

Indígenas bolivianos quéchuas e aimaras, bem como de Chile, Peru, América Central, Estados Unidos e Europa estiveram presentes à inauguração.

Ativistas antiglobalização de África, Oceania e países sul-americanos também integravam a multidão de movimentos sociais que exigiam das potências industrializadas que freassem o aumento da temperatura do planeta, com o slogan "mudem de modelo, não mudem o clima".

"Há uma profecia, uma voz do norte, uma mensagem que diz à humanidade que temos que parar para não tirar a vida da Pachamama (mãe Terra em idioma quéchua)", declarou em inglês, com ajuda de um intérprete, Faith Gammill, que disse representar os indígenas do Alasca e do Canadá.

Alicia Bárcena, representante do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, viveu um momento difícil ao ser vaiada no estádio.

Secretária-geral da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), Bárcena ameaçou retirar-se caso as vaias continuassem.

"Viemos escutar os povos com todo o respeito; vocês nos convidaram, mas se não querem que estejamos aqui, nós podemos nos retirar", disse, embora em seguida tenha conseguido dar seu discurso.

Um total de 17 mesas de trabalho foram instaladas na Bolívia para debater temas principalmente referentes à formação de um tribunal de justiça climática - para punir as nações poluidoras -, a convocação de um referendo mundial - para frear acordos das potências sobre o clima - e a criação de um organismo paralelo à ONU para reforçar políticas ambientalistas.

O encontro se encerrará esta quinta-feira com a presença dos presidentes Hugo Chávez (Venezuela), Daniel Ortega (Nicarágua), Rafael Correa (Equador) e Fernando Lugo (Paraguai).

Morales impulsionou a celebração do encontro, após chamar de fiasco a Cúpula de Copenhague, no ano passado, e para gerar uma proposta alternativa para a próxima Cúpula Climática da ONU, no México.

Nota: Há muito tempo que os céticos das mudanças climáticas vêm dizendo que o objetivo final por trás de toda essa farsa de aquecimento global é o estabelecimento de uma ditadura socialista global e que se todos os itens do acordo de Copenhague forem implantados será o fim do capitalismo.

Declarações explícitas como essa de Evo Morales são a confirmação da veracidade das afirmações dos céticos, dos chamados teóricos da conspiração; conspiração essa que deixou de ser oculta e agora é planejada claramente e sem rodeios. Planejada e executada em plena luz do dia.

Esses pseudo defensores da terra estão todos a serviço da ONU para a concretização do sonho de um só planeta, um só povo e um só governo liderado pela própria ONU.

O tempo para a implantação de um Governo Mundial está mesmo muito próximo.



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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Bilderberg localizado

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Bilderberg localizado!

James P. Tucker Jr. | 15 Abril 2010

Artigos - Globalismo

Já se sabe onde e quando serão os encontros dos blocos globalistas Clube de Bilderberg e Comissão Trilateral neste ano.

O Clube de Bilderberg irá realizar seu encontro anual nos dias 3 a 6 de Junho na Espanha, em Sitges, um pequeno e exclusivo resort nas proximidades de Barcelona, protegidos por uma muralha de guardas armados que vedarão o resort na inútil tentativa de manter o evento em segredo.

O encontro do Clube de Bilderberg seguirá, assim, o padrão de seu grupo irmão, a Comissão Trilateral, que irá se reunir no Four Season Resort, em Dublin, Irlanda, nos dias 6 a 10 de maio. Líderes do Bilderberg Club também estarão presentes no encontro dos "trilateralistas", para elaborar suas agendas comuns.

A expectativa dos integrantes do Clube de Bilderberg é de que a recessão econômica global se estenda por pelo menos um ano, de acordo com um consultor financeiro internacional que trabalha junto a vários integrantes do bloco globalista. Dentre muitas outras razões, está a intenção do grupo de criar um "departamento do tesouro" global, submetido à autoridade da ONU, já proposto no encontro anterior, que foi na Grécia, mas impedido pelos nacionalistas da Europa e dos EUA. Os "nacionalistas" (uma palavra torpe e odiosa para o Bilderberg Club), negaram-se a entregar a soberania de seus países à ONU.

No dia 29 de março, durante um pronunciamento na Universidade de Columbia, um notório reduto do esquerdismo, nos EUA, o presidente da França Nicolas Sarkozy afirmou que "nós devemos inventar uma nova ordem monetária global", segundo apontou fonte da AFP (American Free Press).

Ele se referia claramente ao recentemente proposto "departamento do tesouro" mundial.

O objetivo máximo do Clube de Bilderberg continua o mesmo: tornar a ONU um governo mundial com as "nações-estado" reduzidas a meras referências geográficas. A União Européia se tornaria uma única entidade política, seguida pela "União Americana" e, finalmente, a "União Pacífico-Asiática". Na "União Americana" estaria incluso todo o hemisfério ocidental, com Cuba e outras ilhas.

Assim como ocorre União Européia, a "União Americana" teria legislação própria, comissão executiva e chefe de estado que pode impor leis às nações membros. Teria também uma moeda comum similar ao Euro, apagando qualquer símbolo de soberania dos estados membros. A "União Pacífico-Asiática", ou "APU" (sigla em inglês) seguiria um caminho similar.

Mas o crescente conhecimento público da maldosa agenda do Bilderberg Club e dos "trilateralistas" emergiu como uma significante barreira. Por décadas, até 1975, quando "The Spotlight" surgiu, o blecaute era 100 por cento completo no mundo todo.

Hoje, na Europa, os grandes jornais das metrópoles e redes de tevê abordam as ações desses grupos intensamente, com manchetes nas páginas principais. Nos EUA, jornais independentes e rádios cobrem amplamente a ações do Bilderberg Club.

Já os grandes jornais do EUA se calam, mantendo um completo blecaute. Isto porque seus executivos prometem a esses grupos manter seus encontros em segredo enquanto estiverem vivos.

Mas assim que o conhecimento do público cresce, também cresce a resistência patriótica. Há forte resistência em toda a Europa quanto ao crescimento dos poderes da União Européia às custas das soberanias nacionais. Nos EUA, há resistência contra o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA), que pretende eliminar as fronteiras entre os Estados Unidos, o México e o Canadá. O plano do Clube de Bilderberg e da Comissão Trilateral é fazer o NAFTA se expandir, alcançando todo o hemisfério, e evoluindo em seguida para a "União Americana".

Nos anos 90, o Clube de Bilderberg estava confiante que a "União Americana" estaria estabelecida no ano 2000. Uma década depois, eles continuam lutando - e perdendo - a batalha.

James P. Tucker Jr. é um jornalista veterano que desde 1975 é amplamente reconhecido por saber em detalhes os fatos e as intrigas de blocos globalistas como o Clube de Bilderberg.

Fonte: http://www.americanfreepress.net/html/bilderberg_found_217.html



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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Vazado documento dos Estados Unidos que pede por um "Regime Global" para cuidar da Mudança Climática.

Banderole "Don't Nuke the Climate!" ...Image by sortirdunucleaire via Flickr

Vazado documento dos Estados Unidos que pede por um "Regime Global" para cuidar da Mudança Climática.

Diz que os críticos devem ser desarmados, todos os elementos do Acordo de Copenhague devem ser operacionalizados.

Por Steve Watson

Prisonplanet.com

Segunda feira, 12/04/2010

Um documento confidencial do governo dos Estados Unidos obtido pelo Guardian de Londres destaca a agenda em andamento para criar a estrutura de governança global em nome do combate à mudança climática.

"Intitulado Objetivos de comunicações estratégicas e datado de 11 de março de 2010, define principais mensagens que a administração Obama quer transmitir para seus críticos e para a mídia mundial no avanço para as conversações vitais da ONU em Cancun, México, em novembro." Relata o The Guardian.

O jornal diz que o documento foi "acidentalmente deixado no computador de um hotel europeu" antes de ser passado para seus editores.

O item número um no itinerário é "Reforçar a percepção de que os Estados Unidos estão construtivamente envolvidos nas negociações da ONU em um esforço para produzir um regime global para combater a mudança climática." As notícias chegam junto com revelações de que os países ricos ameaçaram cortar ajuda vital para nações em desenvolvimento se elas não apoiarem o acordo feito na cúpula do clima da ONU em Copenhague no ano passado.

Em outro lugar o documento vazado aponta a necessidade de continuar "impulsionando a história da mudança climática" na grande mídia, mas também identifica a necessidade de "desarmar" os críticos e impedir os meios de comunicação tradicionais de fazê-lo, focalizando mais em "novas mídias".

O documento também salienta a necessidade de "Criar uma compreensão clara de que o acordo de Copenhague está de pé e a importância de operacionalizar TODOS os elementos."

Embora o acordo final de Copenhague fosse amplamente rejeitado como um fracasso tanto pela mídia tradicional como pelos céticos do clima, ele estabeleceu a estrutura para um governo global que controlará as finanças do clima através de impostos sobre emissões de CO2.

O último documento dos Estados Unidos vazado pede a operacionalização dos elementos dessa estrutura.

O texto final do acordo afirma que os fundos obtidos do financiamento do clima serão controlados por uma "estrutura de governança", e que um "Painel de Alto Nível" será apontado para decidir de onde o dinheiro virá. Com efeito, isso significa que a estrutura de governança global controlada pela ONU sobrepujará a soberania dos Estados-nação na coleta e distribuição dos fundos obtidos sob a justificação da mudança climática.

O acordo também dá luz verde para a negociação nos mercados de comércio de carbono, que como temos documentado são todos pertencentes aos chefões do clima como Maurice Strong e Al Gore, para serem mais fortemente financiados e expandidos.

Documentos da ONU vazados em fevereiro também salientavam a necessidade de estabelecer uma estrutura de governança global em nome da luta contra as mudanças climáticas até 2012.

"O movimento em direção a economia verde também proporcionaria uma oportunidade para reexaminar as estruturas de governança nacionais e considerar se tais estruturas permitem a comunidade internacional responder aos desafios ambientais e de desenvolvimento atual e futuro e capitalizar em oportunidades emergentes," afirmava o documento vazado.

O documento delineava que a imposição de tais "estruturas de governança global" serão alcançadas com a ajuda de "vasta transferência de riquezas" dos países mais ricos (na formas de impostos de carbono arrecadados dos cidadãos) para as nações mais pobres, montando a não menos de $45 trilhões de dólares.

O Secretário Geral da ONU Ban Ki-Moon, não tem sido tímido em proclamar o desdobramento da agenda para uma estrutura de governança global para substituir os parlamentos nacionais sobre a questão das mudanças climáticas.

Em um editorial de outubro do New York Times intitulado "We can do it", Ki-Moon escreveu que esforços para impor restrições sobre emissões de CO2 "Devem incluir uma estrutura de governança global equitativa."

Ele reiterou estes sentimentos em dezembro em relação a cúpula de Copenhague, dizendo ao LA Times "Nós estabeleceremos uma estrutura de governança global para monitorar e administrar a implementação disso."

No ano passado no fórum em Oxford, Inglaterra, Al Gore também pediu uma governança global a fim de implementar os acordos sobre a mudança climática.

Os globalistas são persistentes e eles continuarão martelando até conseguirem o que querem, não porque o meio ambiente esteja à beira do colapso, mas porque a agenda deles para o governo mundial está se atrasando enquanto mais pessoas descobrem a verdadeira agenda por trás da fraude do aquecimento global.

Enquanto isso, qualquer um que sugere que a governança global está na agenda é ridicularizado como um teórico da conspiração, a despeito dos anúncios claros dessa mesma intenção.

Texto do documento vazado:

Objetivos estratégicos de comunicações

1) Reforçar a percepção de que os Estados Unidos estão engajados construtivamente nas negociações da ONU em um esforço de produzir um regime global para combater a mudança climática. Isso inclui apoio para um tratado simétrico e legalmente vinculativo.

2) Administrar as expectativas para Cancun - Sem ser dono da mensagem, avançar a narrativa de que enquanto um tratado simétrico legalmente vinculativo no México é improvável, sólido progresso pode ser feito em mais ou menos seis dos elementos principais.

3) Criar uma compreensão clara da posição do acordo de Copenhague e da importância de operacionalizar TODOS os elementos.

4) Construir e manter apoio externo para o compromisso de administração para o desafio da reunião do clima e de energia limpa a despeito de um ambiente político crescentemente difícil para passar as leis.

5) Aprofundar apoio e compreensão do mundo desenvolvido avançado de que os países em desenvolvimento devem ser parte de qualquer solução significativa para a mudança climática, incluindo assumir responsabilidades no âmbito de um tratado legalmente vinculativo.

Envolvimento da mídia

* Continuar a conduzir entrevistas com a mídia impressa, canais de TV e rádio promovendo a história da mudança climática.

* Aumentar o uso de conversas não oficiais.

* Fortalecer a presença em mercados de mídia internacional durante viagens ao exterior. Focalizar esforços em mercados de rádio e televisão.

* Tirar maior vantagens das oportunidades de novas mídias tais como podcasts e avançar a posição dos Estados Unidos no campo ignorando os meios de comunicação tradicionais.

* Considerar uma série de discursos políticos/fóruns públicos durante viagens ao exterior para levar nosso caso diretamente ao mundo em desenvolvimento.

Esforços chaves para difusão

* Alcance global e sem demora dos criadores de políticas, acionistas principais e validadores é crítica para ampliar o apoio para nossas posições no ano vindouro.

* Antes da reunião de 9 a 11 de abril em Bonn seria bom para Todd encontrar-se com as principais ONGs. Isso deveria vir na forma de sessões de pequenos grupos.

* Sessões de grupos mais amplos, similares aqueles mantidos no CAP antes de Copenhagen, serão úteis, mas mais reuniões amigáveis na primavera são essenciais para construir uma base de apoio. Ou pelo menos desarmar alguns dos críticos mais duros.

Fonte: Prisonplanet.com





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terça-feira, 13 de abril de 2010

Estamos nos movendo cada vez mais próximos da era de controle da mente

Estamos nos movendo cada vez mais próximos da era de controle da mente

O interesse militar na nova tecnologia de escaneamento cerebral está começando a mostrar um lado sinistro

Por Steve Rose

Observer.guardian.co.uk

Artigo da Light eye

Os cientistas do cérebro estão enrolados. A preocupação a respeito do aumento dos níveis de angústia mental tem resultado em níveis de financiamento sem precedentes nos Estados e Europa. E uma gama de novas tecnologias, da genética a imagem cerebral, estão oferecendo extraordinários insights dos processos molecular e celular subjacentes de como nós vemos, como nos lembramos e porque nos tornamos emocionais.

A imagem cerebral se tornou familiar. Scanners, conhecidos pelas suas iniciais-CAT, PET, MRI - começaram como ferramentas clínicas, capacitando os cirurgiões a identificar potenciais tumores, os danos na sequência de um acidente vascular cerebral ou os sinais diagnósticos de uma demência em estado inicial. Mas os neurocientistas rapidamente se aperceberam de seu potencial mais amplo. As imagens de regiões do cérebro "acesas" quando uma pessoa está pensando em seu amor, imaginando viajar de casa para fazer compras ou resolvendo um problema matemático, tem capturado a imaginação dos pesquisadores e do público também. E se eles pudessem fazer mais?

Recentemente eu publiquei os resultados de uma experiência na qual nós olhávamos para as regiões do cérebro que se tornavam ativas quando as pessoas escolhiam entre produtos concorrentes nos supermercados. Grandes companhias, variando da coca-cola a BMW, estão começando a fazer imagens dos cérebros dos consumidores para estudar como eles respondem a novos designs ou marcas. Elas estão começando a falar de 'neuromarketing' e 'neuroeconomia'.

Tais tendências podem ser relativamente inócuas, mas o crescente interesse mostrado no que as imagens poderiam revelar é mais do que isso. Especificamente, e se a imagem cerebral pudesse revelar o comportamento futuro ou indicar culpa ou inocência de um crime? Há alegações, por exemplo, que poderia revelar potenciais 'psicopatias', que os cérebros de homens condenados por crimes brutais mostram significativos padrões anormais.

No atual clima legislativo, onde tem havido tentativas de introduzir detenção preventiva de 'psicopatas' que ainda não tenham condenados por nenhum crime, tais reivindicações precisam ser encaminhadas criticamente. Elas são e serão resistidas pelo judiciário, mas recentes desenvolvimentos sugerem que isso pode ser uma frágil defesa contra um estado crescentemente autoritário.

Mais seriamente, há um crescente interesse militar no desenvolvimento de técnicas que possam inspecionar e possivelmente manipular os processos mentais de potenciais inimigos, ou melhorar o potencial das suas próprias tropas. Não há nada novo acerca de tal interesse. Nos Estados Unidos, isso remonta há pelo menos meio século. Impressionados pelas alegações de que a União Soviética estava desenvolvendo armas de guerra psicológica, a CIA e a Agência de Projetos Avançados de Defesa (Darpa, em inglês) começaram seus próprios programas. Tentativas de experiências iniciais incluíam o abastecimento clandestino de LSD para seus próprios agentes secretos e tentativas de "lavagem cerebral'. Estes foram os precursores dos grupos violentos e white noise (ruído branco) usados pelos ingleses na Irlanda do Norte - até que foi julgado ilegal - e mais recentemente em Abu Ghraib e Guantánamo, onde eles habitam uma linha de fronteira incerta entre o que o governo dos Estados Unidos considera como um nível aceitável de violência e a tortura que ele nega cometer.

Pelos anos 60, Darpa, junto com a marinha dos Estados Unidos, estava financiando quase toda a pesquisa americana em 'inteligência artificial', a fim de desenvolver métodos e tecnologias para o 'campo de batalha automatizado' e o 'soldado inteligente'. Contratos eram concedidos e patentes tiradas sobre técnicas que objetivavam registrar sinais dos cérebros de pessoal inimigo a distância, a fim de 'ler a mente deles'.

Estes esforços floresceram em consequência da assim chamada 'guerra ao terror'. Uma companhia americana alega ter desenvolvido uma técnica chamada 'impressão digital do cérebro', que pode 'determinar a verdade relativa a um crime, atividades terroristas ou treinamento terrorista pela detecção da informação guardada no cérebro'. O stress de ficar sob interrogatório supõe-se que resulta em uma forma de onda específica que eletrodos medindo a flutuação dos sinais elétricos do cérebro podem detectar. Nós podemos ser céticos sobre a validade de tais métodos, mas eles indicam a direção na qual a pesquisa está se encaminhando. A companhia alega que seus procedimentos foram aceitos como evidência no tribunal nos Estados Unidos.

O passo além da leitura dos pensamentos é tentar controlá-los diretamente. Uma nova técnica - estimulação magnética transcranial (TMS, em inglês) - começou a gerar interesse. Ela focaliza um intenso campo magnético em regiões específicas do cérebro, e tem mostrou que afeta pensamentos, percepções e comportamento. Há sugestões que poderia ser usada para controlar comportamento obssessivo-compulsivo, enquanto alguns até levam a sério o cenário contemplado no filme Eternal Sunshine of the Spotless Mind, no qual TMS era usada para apagar memórias indesejadas de um caso amoroso que deu errado. Atualmente só possível se a cabeça do sujeito for colocada dentro de uma máquina adequada, TMS a distância está agora sob ativa investigação militar. Assim também como a tecnologia do chip, que poderia proporcionar próteses implantadas superar déficits sensoriais ou controlar o comportamento, e cujo potencial os comitês de bioética pela Europa têm estado examinando.

Estão tentando rejeitar tudo isso como fantasias tecnológicas e seus proponentes como vendedores de óleo de serpente, mas o fato de que a tecnologia é imperfeita não significa que não será usada. Alguém só tem que pensar de dezenas de milhares de lobotomias realizadas em pacientes esquizofrênicos no século passado. A Inglaterra é um dos exemplos de liderança mundial de uma sociedade de vigilância, observando seus cidadãos através de câmeras de circuito fechado e controlando o comportamento deles com Asbos (ordem de comportamento anti-social) e Ritalin. O potencial para a vigilância dos pensamentos dos cidadãos tem ido muito além das visões de 1984.

A ciência não pode acontecer sem grandes gastos públicos ou privados, mas suas grandes metas são estabelecidas tanto pelo mercado e os militares como pela busca desinteressada pelo conhecimento. É por isso que os neurocientistas têm uma responsabilidade de fazer seus assuntos e seus potenciais tão transparentes quanto possível, e por que as vozes dos cidadãos preocupados deveriam ser ouvidas não 'a favor da corrente' quando as tecnologias já estão completamente formadas, mas 'contra a corrente' enquanto a ciência ainda está em progresso. Nós temos de descobrir maneiras de assegurar que tais vozes sejam ouvidas através da cacofonia dos slogans sobre 'melhores cérebros' - e o poder dos militares e do mercado.

Artigo de: http://observer.guardian.co.uk



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sábado, 10 de abril de 2010

O estado fracassado da Inglaterra

CCTVImage by duncan via Flickr

O estado fracassado da Inglaterra

Stanislav Mishin | 29 Março 2010

Internacional - Europa

E onde está a realeza? Onde estão os defensores escolhidos por Deus da fé, cultura e lei inglesas? Onde estão aqueles designados por Deus para governar e vetar esta insanidade? Ora, bêbados, drogados e depravados ao estupor, onde mais?

Raramente em nosso mundo tivemos a oportunidade de assistir em primeira mão quando uma grande potência ocidental veio abaixo de modo tão espetacular tal como estamos para ver com o colapso final da agora carente de império Grã Bretanha. Apenas o eventual colapso dos EUA será um espetáculo maior do que está para vir do continente europeu.

Pois a Inglaterra é um estado fracassado em todos os tipos de níveis e realidades, de uma total falta de liberdade no campo de prisioneiros pseudo-estalinista ao total colapso da economia, sociedade e militares, um colapso físico ligado tal como um gêmeo siamês ao colapso espiritual e moral. Um empreendimento pós-cristão sem Deus, moralmente corrompido, economicamente sem um tostão e tomado pelos selvagens mais vis, perversos e sanguinolentos.

O fracasso está mais visível agora na esfera financeira, ocultando outras áreas igualmente vitais. A Inglaterra é uma nação endividada com as prensas de dinheiro a todo vapor, que, enquanto passa lições para as economias fracassadas da Islândia e Grécia, está ela própria em um déficit de 12,6%, comparado ao igualmente insuportável de 12,7% da Grécia. Pior, a Inglaterra mantém uma taxa de juros de 0%, acabando com a aposentadoria de milhões de seus aposentados, mesmo enquanto seu sistema médico trata de despachá-los aos montes para o outro mundo, de maneira "digna" é claro. No momento, em média, uma de cada 8 lojas fechou as portas, deixando muitas áreas abandonadas, e a taxa continua a acelerar.

Além disto, o estado estalinista da Inglaterra nacionalizou à força todos os grandes bancos da ilha, enquanto aumentava os impostos de tudo. Os golpes finais nesta alquimia financeira foram as propostas de VAT sobre alimentos, que traria de volta a velha miséria do Séc. XVIII, e um imposto sobre o lixo, através de lixeiras inteligentes, capazes de estimar o peso do lixo e cobrar de acordo, e isto após um imposto geral que já deveria pagar pelo lixo. O último prego serão as leis verdes destruindo o que sobrou da indústria da Inglaterra.

Em controle, o governo do proto-estalinista Blair/Brown e seus figurantes de dita oposição menchevique Tory istalaram duas vezes mais câmeras que pessoas. Tudo é catalogado e rastreado: de movimentos pessoais, transações a viagens em autoestradas. Informantes estão em todos os lugares, vizinho dedurando vizinho, amigo a amigo, família a família. Agora chega a notícia de que o estado policial irá manter dossiês até de crianças de cinco anos que usem de ou exibam comportamento "racista" ou "intolerante". Quais ações policiais seguirão desta tirania é algo ainda a ser determinado. É claro que isto é estalinista ao extremo, muito similar ao que aquele louco maldito fez durante seus vários grandes expurgos. As únicas coisas faltando são os campos de prisioneiros... por enquanto.

Para completar, a migração em massa islâmica para o que agora está se tornando um exportador de Jihad, o Reino Unido, tem sido estonteante, e agora sabe-se que as elites dominantes e seus figurantes o fizeram de propósito. Visualize uma elite nacional que propositadamente tomou medidas para de fato exterminar a mesma sociedade que os permitiu subir ao nível em que estão. Na maioria das sociedades haveria garfos e fogueiras, mas não na Inglaterra... Apenas cartas de protesto de palavras brandas vindas do público geral, enquanto os islâmicos estupram e matam à vontade e o estado policial vigilante e onisciente nunca parece saber o quê e quando acontece isto... mas Deus não permita que você acenda um cigarro em um bar e se recuse a apagar: mandarão um pelotão de choque inteiro atrás de você.

Ou Deus não permita que você revide. Justiceiros não serão tolerados: cheira muito a individualismo e deve ser esmagado. Portanto, os islâmicos e os criminosos semi-selvagens, que um dia serão recrutados por eles, irão ficar à solta e vitimizarão o resto da população. O sistema de metrô de Londres, menor que o de Moscou e atendendo a uma cidade e circunvizinhança de metade da população de Moscou, teve 33 assassinatos em 2009 contra 10 do de Moscou. E os ingleses escrevem sobre crime na Rússia?

Enforquem algumas dúzias de sua escória hooligan e jihadista em árvores e postes, e eles entenderão bastante depressa.

Mas isto não deveria ser surpresa, considerando que a Igreja Anglicana é ela mesma pós-cristã e conduz a população perdida e estupefata ao Inferno e perdição, e a maioria dos ingleses está mais que feliz em seguir, e abençoadamente cuspir no olho de Deus... afinal, seus mestres os convenceram de que eles mesmos são homens-deuses humanistas.

Enquanto isto, os maiores bispos da Igreja Anglicana estão lutando pelo casamento gay, e estão mais ocupados em defender os islâmicos que querem impor a Sharia aos cristãos até os extinguir do que conduzir seus rebanhos até Cristo. Acaso é de surpreender que a Igreja Ortodoxa cresce rapidamente no Reino Unido, enquanto congregações inteiras enviaram pedidos ao Papa Católico para se unirem a Roma? O Demônio definitivamente tem um quintal na Igreja Anglicana.

Até o propagandeado Sistema de Saúde Nacional Inglês está quebrado e matando, tanto por desígnio quanto por negligência, possivelmente centenas de milhares de pessoas por ano. Em 2008, 6.000 mulheres deram à luz em corredores, elevadores e táxis, quando a falta de leitos e médicos as barrou nos últimos minutos antes do nascimento. Um novo relato que acabou de sair, mas que aparentemente já estava nas mãos das elites por mais de meio ano, mostra que uns 50.000 ou mais por ano morrem de negligência direta nos sistemas de hospitais, e isto sem o Caminho Satânico em efeito. O que é o Caminho? Ora, o Caminho à Morte Digna, onde pegam velhos doentes, e até não tão velhos, enchem-os de morfina e permitem que esfaimem-se ou desidratem-se até a morte. O mal de tal sistema, e o fato de que os ingleses o tolerem e não se levantem além da indignação e notas de palavras duras, mostra-nos quão merecedora do colapso total a sociedade inglesa é.

E onde está a realeza? Onde estão os defensores escolhidos por Deus da fé, cultura e lei inglesas? Onde estão aqueles designados por Deus para governar e vetar esta insanidade? Ora, bêbados, drogados e depravados ao estupor, onde mais? Por que governar se você pode trepar e beber pela sua vida sem uma preocupação ou um Diabo que o carregue ─ e carregará ─ para o que acontece em seu próprio reino? Bando mais miserável é difícil de imaginar.

Então o que é preciso para finalmente levar abaixo o que resta deste destroço da humanidade? Ora, a guerra vindoura com a Argentina pelas Malvinas, é claro. A Inglaterra está de pernas abertas no Afeganistão, latindo como um bom cachorro de madame para os ianques, os mesmos ianques que estão obviamente tomando partido dos financeiramente quebrados e corruptos argentinos contra os financeiramente quebrados e corruptos ingleses. Simplesmente não há jeito de a Inglaterra manter as Malvinas e a riqueza em petróleo lá, e esta perda pode finalmente fazer despencar o podre, um choque ao qual o sistema não sobreviverá.

Mas, honestamente, há alguma esperança em partidos pequenos, continuamente ganhando terreno, como a Liga de Defesa Inglesa (English Defense League). Tendo rotulado tudo sob o sol que rima com nazista, assim como Geert Wilders e seu Partido da Liberdade, estes rapazes têm seu trabalho feito sob medida e, francamente, podem estar chegando tarde demais.

Boa sorte, rapazes! Vocês irão realmente precisar.

Do blog Mat Rodina (Мать Родина, que significa "Pátria Mãe" em russo).

Tradução: David B. Carvalho

Fonte: www.midiasemmascara.org





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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Escravizando a raça humana com a tecnologia do microchip


Escravizando a raça humana com a tecnologia do microchip

Por Melvin Sickler

Publicado por MichaelJournal.org

Por anos tem sido lei em Toronto, Ontário, que todos os animais domésticos têm de ser microchipados assim os donos poderão ser localizados em casos desses animais se perderem. Então na província de Quebec, foi passada uma lei requerendo que todos os animais das fazendas fossem microchipados se quisessem vendê-los no mercado. Isso era para saber a procedência e ficar de olho em cada animal do nascimento até que ele seja abatido.

O cartão inteligente existe há vários anos. Ele é do tamanho de um cartão de crédito regular, exceto que ele contém um microchip do tamanho de um grão de arroz. Ele é um cartão de conveniência, porque você pode colocar sua conta bancária nesse microchip e comprar e vender a seu bel prazer. Mas, é claro, se você perder esse cartão, você perderá a conta bancária que ele contém.

Mas foi depois dos ataques de 11 de setembro que a tecnologia do microchip realmente se tornou desenvolvida em todas as formas.

A máquina de imagem de dedo

Em maio de 2002, foi relatado em Houston, Texas, que os fregueses da loja Kroger estavam comprando suas mercadorias sem dinheiro, cheque, nem cartão de crédito, mas estavam usando uma nova máquina chamada Secure Touch-n-Pay (algo como seguro toque e pague). É uma máquina de imagem de dedo, oficialmente conhecida como sistema biométrico eletrônico de processamento de transação financeira. A impressão digital é escaneada e as compras são automaticamente debitadas de sua conta.

Foi também em maio de 2002 que foi anunciado que pelo implante de eletrodos da espessura de um fio de cabelo nos cérebros de ratos, cientistas americanos criaram roedores controlados remotamente que podiam ser comandados para virar, subir, pular ou passar por pilhas de entulho, um avanço que eles dizem que poderia algum dia ajudar nos esforços de busca e resgate.

A Nova Carteira de Identidade Digital

Em setembro de 2002, uma nova carteira de Identidade Digital foi apresentada, que eventualmente será imposta a todos os cidadãos americanos. Na parte superior esquerda dessa carteira estão as palavras "Identificação dos Estados Unidos" com a letras USID. Depois as palavras "Departamento de Segurança Interna" aparecem, sob as quais está o número de seguro social, e sob este, a data de nascimento. Depois há o nome do indivíduo com estatística básica incluindo a cidade de residência. Na Parte direita da carteira há uma foto gravada a laser com o dispositivo de identificação de rádio frequência na testa do indivíduo.

Mais de 30 países, da Itália a Malásia, já apresentaram carteiras de identidade "inteligentes" como essa. Espera-se que visitantes estrangeiros que queiram visitar os Estados Unidos tenham esse tipo de carteira para estarem habilitados a entrarem no país.

O VeriChip

Em outubro de 2002 a Applied Digital Solutions lançou uma campanha nacional para promover o VeriChip, um microchip do tamanho de um grão de arroz, mas que pode ser implantado em humanos. Um seleto grupo de pessoas já foi "chipado" com dispositivos que abrem portas automaticamente, ligam luzes, e desempenham outros milagres de baixo nível.

O pesquisador Kevin Warwick da Universidade Reading na Inglaterra é um desses indivíduos proeminentes que é um proponente importante dos usos potenciais quase ilimitados de tais chips. A família Jacobs de Boca Raton, Flórida, também teve fama nos noticiários nacionais por ter sido microchipada.

Etiquetas RFID

Há também uma nova tecnologia de rastreamento que será usada para etiquetar cada produto no mundo. O nome genérico para esta tecnologia é RFID, que representa os chips para identificação por rádio frequência. As etiquetas RFID foram a princípio encolhidas para a metade do tamanho de um grão de arroz.

Em 14 de fevereiro de 2007 a Hitachi apresentou os menores e mais finos chips RFID do mundo, que medem apenas 0,05x0, 05 milímetros. O dono do record anterior, o mu-chip da Hitachi, é de apenas 0,4x0,4 milímetros. Dê uma olhada, na figura, no tamanho da etiqueta mu-chip RFID na ponta de um dedo humano. (Sim, é a minúscula mancha preta!)

Agora, compare este com as novas etiquetas RFID. As etiquetas "tipo pó" são umas sessenta vezes menores (do que aquele reproduzido na figura acima). Os novos chips RFID têm uma memória ROM de 128 bits para armazenar um número exclusivo de 38 dígitos, como seus predecessores. Eles ouvem uma consulta por rádio e respondem transmitindo seus códigos exclusivos de identificação. Assim que você sai de uma loja com itens que têm suas etiquetas de RFID, os leitores de RFID nas portas registrarão os itens que você comprou, automaticamente faturando da sua conta sem o recurso do dinheiro. Computadores na porta também pegarão seu chip habilitado com GPS para sua identidade e comparam seu código e-PC para faturar sua conta.

Esses dispositivos poderão também ser usados para identificar e rastrear pessoas. Por exemplo, suponha que você participou de algum tipo de protesto ou outra atividade organizada. Se as agências de polícia dispersarem essas etiquetas ao redor, cada indivíduo poderá ser rastreado e mais tarde identificado a vontade com poderosos escaneadores de etiquetas. Esse novo RFID "pó" é tão pequeno que pode ser usado em qualquer produto, ou ser incorporado em papel fino, como aquele usado em dinheiro.

Mais microchipagem de humanos

Agora foi relatado na edição de 9 de janeiro de 2007 do "The Canadian" em um artigo de Lucien Desjardins que médicos nos Estados Unidos e Europa estão secretamente propondo ter microchips implantados em recém nascidos. Foi revelado pela Dra. Kilde que o então primeiro ministro Olof Palme da Suécia já tinha dado permissão em 1973 para implantar em prisioneiros e o ex-diretor da inspeção de registros Gen. Jan Freese revelou que os pacientes de casas de repouso foram implantados em meados dos anos 80.

Uma coisa ruim sobre ter microchips implantados em alguém é o fato de que você poderá assim ser seguido em qualquer lugar do mundo. De acordo com a Dra. Kilde, "Os microchips de hoje operam por meio das ondas de rádio de baixa frequência que os atingem. Com a ajuda de satélites a pessoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar do globo." De acordo com a Dra. Kilde, as funções cerebrais também podem ser remotamente monitoradas por supercomputadores e até alteradas através da mudança das frequências.

O plano global

Há alguns meses atrás, o diretor de filmes e documentários Aaron Russo afirmou em uma entrevista de rádio que ele foi abordado por Nick Rockefeller e convidado a se juntar ao Conselho de Relações Exteriores (CFR). Russo se recusou, mas perguntou a Rockefeller: "Qual o significado de tudo isso? Você tem todo dinheiro do mundo que precisa, você tem todo poder que precisa, então qual é o significado, qual é o objetivo afinal?" Rockefeller respondeu (parafraseando): "A meta final é ter todo mundo chipado, para controlar a sociedade inteira, para ter os banqueiros e as pessoas da elite controlando o mundo."

Alguns podem argumentar que não há maneira de toda população aceitar ser microchipada, que soa muito como uma fantasia de ficção científica. Mesmo assim nós sabemos que isso é exatamente o que o programa de um só povo do mundo é!

Possíveis abordagens

Então qual tipo de abordagem eles tomarão para nos fazer aceitar o microchip? Kevin Haggerty escreveu um artigo intitulado "Uma geração é tudo que eles precisam" na edição de 10 de dezembro de 2006 do Toronto Star, dando um cenário de chips sendo primeiro implantados em membros de grupos estigmatizados como pedófilos, terroristas, traficantes de drogas, pessoas que a sociedade considera serem os "piores dos piores". Então os indivíduos acusados serão rotulados para impedí-los de fugir da justiça. Prisioneiros darão as boas vindas a esse desenvolvimento, uma vez que somente presidiários chipados serão elegíveis para condicional, liberação de fim de semana, ou punição física.

Mas isso somente cobrirá um pequeno segmento da sociedade. Outros grupos estigmatizados terão como consequência de ser atingidos, como aqueles na assistência social, por exemplo. Os receptores da assistência social precisarão ser monitorados para reduzir a fraude, aumentar a eficiência e assegurar que os pobres não recebam benefícios "imerecidos".

Empregados começarão então a esperar implantes como condição para conseguir um trabalho. Os militares americanos liderarão o caminho requerendo chips para todos os soldados como meio de melhorar o comando e controle no campo de batalha - e identificar restos humanos.

Depois o grande setor de segurança seguirá. Guardas de segurança, oficiais de polícia e funcionários do sistema correcional espera-se que todos terão um chip. Indivíduos com trabalhos sensíveis se encontrarão na mesma posição. A mídia então provavelmente forjará um caso sobre uma criança que foi abduzida e abusada ou assassinada de modo que os pais vão querer que todas as suas crianças sejam chipadas. Hospitais então começarão a requerer um chip a fim de permitir tratamento médico.

Negócios especiais serão oferecidos aqueles que estão chipados. Companhias oferecerão descontos para indivíduos que pagarem usando fundos guardados em seus chips embutidos.

A nova tecnologia doméstica exigirá um chip para operar os apetrechos domésticos do dia a dia. Encontrar um computador ou um dispositivo que funcione através da antiquada tecnologia de "uso das mãos" se tornará progressivamente mais difícil. Ter um chip terá de ser quase um dever para participar nas principais dinâmicas da vida moderna, como fazer compras e dirigir.

Aqueles que ainda recusarem a receber um chip serão acusados de tentar esconder alguma coisa. Eles terão também de constantemente lidar com atrasos e inconvenientes reservados para os não chipados.

Depois, como um último recurso, aqueles que ainda se recusarem a receber um chip serão declarados inimigos do estado e levados para campos especiais onde serão torturados e mesmo assassinados se eles não se submeterem ao "anticristo" que exigirá que todos os habitantes da terra sejam chipados. Então o que pode começar como sendo supostamente uma coisa boa terminará se tornando um caminho para escravizar a humanidade.

Fonte: http://www.michaeljournal.org/enslaving.asp


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domingo, 4 de abril de 2010

Rothschilds e Rockefellers: Trilionários do Mundo

Mayer Amschel RothschildImage via Wikipedia

Rothschilds e Rockefellers: Trilionários do Mundo

"Dinheiro é poder", ou deveríamos dizer, "O monopólio de criar crédito monetário e cobrar juros é Poder Absoluto". (Alex James)

Amsel (Amschel) Bauer Mayer Rothschild, 1838:

"Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz suas leis".

Por Infowars, 2010

Carta escrita de Londres pelos Rothschilds aos seus agentes de Nova York apresentando seu método bancário a América: "Os poucos que podem entender o sistema estarão ou tão interessados em seus lucros, ou tão dependentes de seus favores, que não haverá oposição dessa classe, enquanto, por outro lado, esse grande conjunto de pessoas, mentalmente incapazes de compreender a tremenda vantagem que o capital suga do sistema, suportará seu fardo sem se queixar e, talvez, sem mesmo suspeitar que o sistema é inimigo de seus interesses."

Nathan Rothschild disse a um Comitê Secreto da Câmara dos Comuns (Parlamento Inglês) sobre a questão em 1819: "Em que ramo dos negócios o senhor está? - Principalmente na linha de bancos estrangeiros. "Tenha a bondade de relatar ao comitê em detalhes, o que o senhor entende que será a consequência de uma dívida imposta sobre o Banco [da Inglaterra, que ele possuía] para retomar os pagamentos em dinheiro com o término em um ano a partir da data atual? - Eu não acho que isso possa ser feito sem um grande sofrimento para este país; isso seria uma grande dose de maldade; nós mesmos não podemos realmente saber que prejuízo isso poderia causar. "Tenha a bondade de explicar a natureza do prejuízo, e de que maneira isso seria produzido? - O dinheiro será tão escasso, cada artigo nesse país cairá de forma tão grande, que muitas pessoas ficarão arruinadas."

O diretor do Tesouro Nacional da Prússia escreveu em uma visita a Londres que Nathan Rothschild tinha já em 1817: "..., incrível influência sobre todos os assuntos financeiros aqui em Londres. É amplamente afirmado..., que ele regulamenta inteiramente a taxa de juros na City (distrito de negócios em Londres). Seu poder como banqueiro é enorme."

O secretário do príncipe austríaco Mettemich escreveu dos Rothschilds, já em 1818, que: "... eles são as pessoas mais ricas na Europa."

Referindo-se a James Rothschild, o poeta Heinrich Heine disse: "Dinheiro é o deus de nosso tempo, e Rothschild é seu profeta."

James Rothschild construiu sua fabulosa mansão, chamada Ferrilres, 30 quilômetros a nordeste de Paris. Wilhelm I, a primeira vista dela, exclamou: "Reis não poderiam arcar com uma dessas. Só poderia pertencer a um Rothschild!"

O autor Frederic Morton escreveu que os Rothschilds tinham: "conquistado o mundo mais completamente, mais perspicazmente, e muito mais duradouramente do que todos os césares antes..."

Como Napoleão assinalou: "Terrorismo, Guerra e Bancarrota são causadas pela privatização do dinheiro, emitido como débito e composto por juros" - ele cancelou débitos e juros na França - daí a Batalha de Waterloo.

Alguns escritores têm afirmado que Nathan Rothschild "advertiu que os Estados Unidos se achariam envolvidos na mais desastrosa guerra se a carta-patente do banco não fosse renovada." (vocês veem a similaridade aqui? Se vocês não jogarem o jogo um desastre econômico cairá sobre vocês e vocês serão destruídos.)

"Não há senão um único poder na Europa e esse é Rothschild." Um comentarista francês do século 19.

Lord Rothschild (parente dos Rockefellers e Rothschilds) em seu livro The Shadow of a Great Man (A Sombra de um Grande Homem) cita uma carta enviada de Davidson, em 24 de junho de 1814 para Nathan Rothschild, "Enquanto uma casa for como a sua, e enquanto você trabalhar junto com seus irmãos, nenhuma casa no mundo será capaz de competir com você, causar prejuízo a você ou tirar vantagem de você, porque juntos vocês podem superar e realizar mais do que qualquer casa no mundo." A proximidade dos irmãos Rothschild é vista em uma carta de Soloman (Salmon) Rothschild para seu irmão Nathan em 28 de fevereiro de 1815, "Nós somos como o mecanismo de um relógio: cada parte é essencial...” (2) Essa proximidade é depois vista naqueles dos 18 casamentos feitos pelos netos de Mayer Amschel Rothschild - 16 foram contraídos entre primos de primeiro grau.

"Centralização de créditos nas mãos do estado, por meio de um banco nacional com capital do estado e um monopólio exclusivo." O Manifesto Comunista. No caso da revolução Bolshevik, o Banco Chase dos Rothschild/Rockefellers possuíam o estado. Nos Estados Unidos, os donos do FED "possuem" o estado.

O ditado favorito dos Rothschild que junto com os Rockefellers são as maiores dinastias bancárias Illuminati: "Quem controla a emissão de dinheiro controla o governo!"

Nathan Rothschild disse (1777-1836): "Eu não me importo com qual marionete é posto no trono da Inglaterra para governar o império. O homem que controla a oferta de dinheiro da Inglaterra controla o Império Britânico e eu controlo a oferta de dinheiro da Inglaterra."

Rockefeller supostamente disse: “A competição é um pecado". "Nada possuir. Controlar tudo". Porque ele quer centralizar o controle de tudo e escravizar a nós todos, ou seja, o moderno faraó ou Nimrode.

Os Rothschild estiveram por trás da colonização e ocupação da Índia e à companhia British Petroleum pertencente aos Rothschild foram garantidos direitos ilimitados a todo petróleo ao longo da costa indiana, que ainda são válidos nos dias de hoje.

"Dê-me o controle dos créditos de uma nação, e não me importa quem faz as leis." A famosa afirmação prepotente de Nathaniel Meyer Rothschild, falando a um grupo de banqueiros internacionais em 1912: "Os poucos que poderiam entender o sistema (cheque, dinheiro, créditos) ou estarão tão interessados nos lucros, ou tão dependentes de seus favores, que não haverá oposição dessa classe, enquanto por outro lado, a grande massa de pessoas mentalmente incapazes de compreender a tremenda vantagem que o capital suga do sistema, carregará os fardos sem queixa, e talvez sem mesmo suspeitar que o sistema é inimigo de seus interesses." A afirmação prepotente do irmão Rothschild de Londres.

Estas pessoas são os gênios principais e conspiraram para a criação do ilegal Federal Reserve Bank em 1913: Theodore Roosevelt, Paul Warburg - Representante de Rothschild, Woodrow Wilson - Presidente dos Estados Unidos, assinou a lei do FED, Nelson W. Aldrich - Representante de Rockefeller, Benjamin Strong - Representante de Rockefeller, Frank A. Vanderlip - Representante de Rockefeller, John D. Rockefeller - o próprio Rockefeller, Henry Davison - Representante de J.P. Morgan, Charles Norton - Representante de J.P. Morgan.

No século passado, membros das dinásticas famílias bancárias da Sociedade Fabiana Inglesa na City de Londres financiaram a tomada de poder comunista da Rússia. Trotsky em sua biografia se refere a alguns dos empréstimos destes financistas ingleses que remonta a 1907. Por volta de 1917 os maiores subsídios e financiamentos para a Revolução Bolshevik eram coordenados e arranjados por Sir George Buchanan e Lord Alfred Milner. [sem dúvida usando dinheiro do legado de ouro e diamante da África do Sul de Cecil Rhodes]. O sistema comunista na Rússia foi uma "Experiência inglesa" planejada para no final das contas se tornar o modelo socialista Fabiano para a tomada de poder britânico do mundo através das Nações Unidas e da União Europeia. O plano britânico para a tomada de poder do mundo e trazer a "Nova Ordem Mundial" começou com os ensinamentos de John Ruskin e Cecil Rhodes na Universidade de Oxford. Rhodes em um de seus testamentos em 1877 deixou sua vasta fortuna para Lord Nathan Rothschild como curador para organizar o Programa Rhodes Scholarship em Oxford para doutrinar jovens graduados promissores para o propósito, e também estabelecer uma sociedade secreta [Real Instituto Internacional de Assuntos Internacionais RIIA, que se ramificou na Távola Redonda, os Bilderbergers, o CFR, a Trilateral, etc] para liderança nos negócios e líderes bancários ao redor do mundo que trabalhariam para a City para trazer seu governo mundial socialista.

Rothschild nomeou Lord Alfred Milner para implementar o plano.

Benjamin Freedman (Friedman) disse isso em 1961, em Washington (ele era um milionário íntimo das organizações sionistas internacionais, amigo de 4 presidentes americanos e era também parte dos 117 homens fortes da delegação sionista na assinatura do Tratado de Versalhes em 1919 onde a Alemanha foi forçada a falência e ao caos social pelos banqueiros sionistas): "Dois anos após o início da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha, que então estava ganhando a guerra, ofereceu a Inglaterra e a França a negociação de um acordo de paz, mas os grupos sionistas alemães percebendo a oportunidade fizeram um acordo com a Inglaterra para fazer os Estados Unidos entrar na guerra se a Inglaterra prometesse dar a Palestina aos sionistas."

Em outras palavras, eles fizeram esse acordo: "Nós conseguimos que os Estados Unidos entrem na guerra como aliado de vocês. O preço que vocês têm de pagar a nós é a Palestina depois que vocês ganharem a guerra e derrotarem a Alemanha, a Áustria-Hungria e a Turquia." Eles fizeram essa promessa em outubro de 1916. E pouco depois disso - eu não sei quantos aqui se lembram disso - os Estados Unidos, que eram quase totalmente pró-alemanha porque os jornais e a mídia de comunicação de massa aqui eram controladas pelos banqueiros sionistas que possuíam os maiores bancos comerciais e os 12 bancos do Federal Reserve (os acionistas originais dos bancos da Reserva Federal em 1913 eram os Rockefellers, J.P. Morgan, os Rothschilds, os Irmãos Lazard, Schoellkopf, Kuhn-Loeb, os Warburgs, Lehman Brothers e Goldman Sachs, todos com raízes nos sionistas alemães como na família real inglesa, J.P. Morgan, Carnegie, Bush, Rumsfeld, Clintons, os nazistas que foram trazidos para a CIA, etc. http://land.netonecom.net/tlp/ref/federal_reserve.shtml) e eles eram pró-Alemanha porque queriam usar a Alemanha para destruir o Czar da Rússia e deixar que os comunistas que eles financiaram tomasse o poder. Os banqueiros sionistas da Alemanha - Rothschilds, Rockefeller, Kuhn Loeb e outras grandes firmas bancárias nos Estados Unidos se recusaram a financiar a França e a Inglaterra em um dólar sequer. Elas ficaram de lado e disseram: "Enquanto a Inglaterra e a França estiverem enlaçadas com a Rússia, nenhum centavo!" Elas despejavam dinheiro na Alemanha, lutando com a Alemanha contra a Rússia, para vencer o regime czarista. Os jornais tinham sido todos pró-Alemanha, onde eles tinham estado dizendo as pessoas das dificuldades que a Alemanha estava tendo lutando com a Inglaterra comercialmente e em outros aspectos, então depois de fazer o acordo com a Inglaterra pela Palestina, de repente os alemães não mais eram bons. Eles eram vilãos. Eles eram hunos. Eles estavam atirando em enfermeiras da cruz vermelha. Eles estavam cortando mãos de bebês. E eles não eram bons. Os sionistas em Londres enviaram mensagens para os Estados Unidos, para Justice Brandeis: "Vá trabalhar o Presidente Wilson. Nós conseguimos da Inglaterra o que queremos. Agora você vá trabalhar, e vá trabalhar o Presidente Wilson e trazer os Estados Unidos para a guerra." E isso aconteceu. Logo depois o Presidente Wilson declarou guerra a Alemanha.

O poder da família Rothschild foi evidenciado em 24 de setembro de 2002 quando um helicóptero pousou na grama de Waddedson Manor, seu lar ancestral em Buckinhamshire, Inglaterra. Do lado de fora do helicóptero caminhava Warren Buffet, - apresentado como o segundo homem mais rico do mundo, mas na realidade um jogador da categoria mais baixa - e Arnold Schwarzenegger (o apalpador), naquela época candidato ao governo da Califórnia. Também presentes a esses dois dias de reunião dos financistas e homens de negócios mais poderosos do mundo hospedados por Jacob Rothschild estavam James Wolfensohn, presidente do Banco Mundial e Nicky Oppenheimer, presidente do conselho da De Beers. Arnold passou a segurar o governo de uma das maiores economias do planeta um ano mais tarde.

Que ele foi iniciado na classe dominante na mansão inglesa dos Rothschild sugere que o centro de gravidade do cartel de três centenas de trilhões de dólares é a Inglaterra e a Europa, não os Estados Unidos.

Um artigo recente no London Financial Times indica porque é impossível ganhar uma estimativa precisa dos banqueiros Trilionários. Discutindo a venda do investimento de Evelyn Rothschild na Rothschild Continuating Holdings, afirma-se: ...[isso] requer acordo na avaliação de bens privados cujos valores nunca foram verificados no mercado público. Muitos desses investimentos são mantidos em uma rede complexa de estruturas que visam minimizar as consequências dos impostos (tax efficiency) ao redor do mundo.

As participações acionárias da Rainha Elizabeth II permanecem escondidas atrás de contas designadas. O jornal Guardian relatou em maio de 2002... "as razões para as bruscas variações nas avaliações de sua riqueza particular podem estar presas na discrição sobre seu portfólio de investimentos em ações. Isso é porque não há jeito de seus súditos conhecerem através do registro público de participações onde ela, como sua chefe de Estado, escolhe investir o dinheiro dela. Diferente dos membros do parlamento e agora os Lords, a Rainha não tem de declarar anualmente seus investimentos e como resultado seus súditos não podem questioná-la ou saber sobre potenciais conflitos de interesses... ". De fato, a Rainha até tem um mecanismo extra para assegurar que seus investimentos permaneçam secretos - uma companhia designada chamada Bank of England Nominees. Tem estado disponível por décadas para os chefes de Estado atuais do mundo inteiro para permitir a eles anonimato quando comprarem ações. Contudo, quando uma companhia publica um registro de ação e o Bank of England Nominees é listado, não é possível avaliar se a Rainha, o presidente Bush ou mesmo Saddam Hussein é o verdadeiro acionista.

Por esse método os mestres trilionários do universo permanecem escondidos enquanto a revista Forbes posta bilionários de categoria inferior como Bill Gates e Warren Buffett como os homens mais ricos do mundo. O assessor empresarial aposentado Gaylon Ross Sr., autor do Quem é Quem na elite global, tem recebido dicas de uma fonte particular que a riqueza combinada da família Rockefeller em 1998 era de aproximadamente 11 trilhões de dólares e dos Rothschilds de 100 trilhões de dólares. No entanto, algo do conhecimento de um insider da riqueza escondida da elite está contido neste artigo, "O dólar e a América cairão em agosto de 19?..." na página 1 da edição de 12 de julho de 2001 do jornal russo Pravda. O jornal entrevistou Tatyana Koryagina, uma pesquisadora bolsista sênior do Instituto de Pesquisas Macroeconômicas do Ministério do Desenvolvimento Econômico da Rússia (Minekonom) sobre o assunto de uma recente conferência a respeito do destino da economia americana:

Koryagina: A história conhecida da civilização é meramente a parte visível do iceberg. Há uma economia paralela, política paralela e também uma história paralela, conhecidas dos conspiralogistas. Há [invisíveis] forças atuando no mundo, irreversíveis para [os mais poderosos] países e até mesmo continentes.

Ashley Mote (União Europeia): "Senhor presidente, eu desejo chamar sua atenção para o Fundo de Título Global, criado no inicio dos anos 90 sob os auspícios de Jacob Rothschild. Esse é um fundo baseado em Bruxelas e não é um fundo comum: ele não comercializa, não está listado e tem um propósito totalmente diferente. Está sendo usado para propósitos de engenharia geopolítica, aparentemente sob a orientação de serviços de inteligência." Eu anteriormente perguntei sobre o alegado envolvimento dos recursos da própria inteligência da União Europeia no gerenciamento de fundos de caixa dois em contas de paraísos fiscais, e eu ainda espero resposta. A essa questão eu agora acrescento uma outra: quais são as conexões da União Europeia com o Fundo de Título Global e qual relacionamento ele tem com as instituições da União Europeia? "Recentemente Ashley Mote da União Europeia (UE) fez essa pergunta volátil em uma reunião pública da UE, a questão nunca foi respondida, enquanto o Senhor Mote, meramente por perguntar essa questão, foi imediatamente apagado da lista de cartões de natal da Casa Branca e colocado na lista das dez principais listas de vítimas para serem eliminadas (por assassinato). A vaca de dinheiro dos Illuminati, pastando livremente nos pastos do papel moeda do mundo inteiro, não é chamada de "Elsie", mas em vez disso é chamado Fundo de Titulo Global, um nome realmente significando na linguagem secreta do culto de Fundo Terrorista Global. Em termos simples, é um gigantesco fundo fiduciário ilegal, estimado por investigadores financeiros secretos estrangeiros em 65 trilhões de dólares, fundado para "os dias chuvosos dos Illuminati" e estabelecidos quando é desesperadamente necessário para um pouco de suborno, assassinatos e patrocínio de atividades terroristas mundo afora para desviar atenção de sua máfia bancária. Embora o fundo esteja oculto em segredos e tornado possível pelo sistema de Reserva Federal bancária da civilização ocidental, investigadores tentando bisbilhotar na arca do tesouro secreto dos Illuminati têm descoberto alguns fatos interessantes.

Fonte: http://www.infowars.com/rotschilds-rockefellers-trillionaires-of-the-world/



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