segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Mais outro relatório de "aquecimnto global" é desclassificado

Mais outro relatório de “aquecimento global” é desclassificado

Está se tornando um exercício enjoativo acompanhar a sucessiva revelação de fraudes em relatórios 'científicos' que justificariam o “aquecimento global” supostamente causado pelo homem.

Agora, o relatório do EurekAlert, grupo independente apoiado pela American Association for the Advancement of Science AAAS, que previa um aumento de 2,4º C na temperatura do planeta e que provocaria dramática escassez de alimentos está seriamente deformado, denunciaram cientistas.

O relatório alarmista foi espalhado por numerosas agências internacionais inclusive a AFP que se penitenciou pela divulgaçao.

A própria AAAS desclassificou o estudo apontando numerosos erros. Ginger Pinholster, porta-voz da prestigiosa associação, disse que a entidade foi alertada pelas observações de um jornalista do “The Guardian” e apelou a um especialista em mudança climática que confirmou as perplexidades suscitadas pelo relatório.

Por certo, as causas das perplexidades não foram pequenas, porque a AAAS imediatamente tirou o relatório do seu website.

Um dos responsáveis do relatório desautorizado é o cientista Osvaldo Canziani, que fazia parte da equipe do IPCC galardoada com o Premio Nobel em 2007. Quando a revelação da fraude foi feita ele ficou desaparecido para a imprensa.

O climatólogo Ray Weymann disse à agência AFP que o “estudo contém erros significativos” e que a redatora - Liliana Hisas da Ong Fundo Ecológico Universal (UEF) - fora alertada dos erros antes da publicação “várias vezes”, mas ela se negou a corrigi-los.

O cientista Scott Mandia escreveu em e-mail à AFP que ainda que se aceite como verossímil a maior taxa de aquecimento proposta “a temperatura da Terra só aumentaria em 0,2 Cº até 2020”, enquanto o relatório apontava um crescimento inverossímil de 2,4 C, quer dizer, quase dez vezes mais que a hipótese mais extremada.”

Marshall Hoffman da empresa de relações públicas que publicou o relatório em nome da UEF disse que, ainda assim, o grupo defende o estudo.

Não é de espantar, religião cega é assim. Hoffman ainda tentou esboçar alguns argumentos em favor da tese descabelada.

Solicitado a comentar a resposta de Hoffman, Mandia disse à AFP: “Ele ainda está confuso.”

Postado por Luis Dufaur

Fonte: Verde – A cor nova do comunismo


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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Inventores do futuro

Illuminati, the card game inspired by the novelsImage via Wikipedia
Inventores do futuro

Olavo de Carvalho

Os movimentos mais disparatados, como abortismo, gayzismo, feminismo, vegetarianismo, "direitos dos animais", anticatolicismo, antitabagismo e liberação de drogas, vêm todos da mesma fonte.

O conceito mesmo de "engenharia social" implica que os membros da sociedade a ser modificada ou reconstruída não sejam concebidos como agentes livres, conscientes de suas escolhas, mas como peças inermes de um mecanismo que, no conjunto, não podem compreender e em geral nem mesmo enxergar.

As metas finais da operação não devem, portanto ser apresentadas de modo direto e franco que arrisque fazer delas alvos de discussão, mas devem ser atingidas por vias indiretas. Para tanto, são subdivididas em operações parciais, à primeira vista separadas e inconexas, que, uma vez bem sucedidas, produzirão o desejado efeito global de maneira aparentemente impessoal, espontânea e quase mágica, de modo que ninguém possa ser responsabilizado por ele e seja fácil atribuí-lo retroativamente a um determinismo histórico anônimo, inelutável e irreversível.

A oposição que essas várias campanhas parcelares pode gerar será ela também parcelar e inconexa, esgotando-se em discussões periféricas que deixam a salvo de ataques o coração do empreendimento, de modo que as metas finais possam ser atingidas mesmo ao preço de recuos e abdicações pontuais e localizadas.

Diante das inúmeras campanhas soi disant progressistas, libertárias ou humanitárias que vêm se espalhando pelo mundo desde os anos 70, sempre bem subsidiadas e tendo como garotas-propaganda as mais destacadas figuras do show business, o cidadão comum não tem jamais a ideia - ou os meios intelectuais - de rastrear as ligações entre as entidades envolvidas e o fluxo de dinheiro que as move. Se pudesse investigar isso, descobriria que os movimentos mais disparatados, como abortismo, gayzismo, feminismo, vegetarianismo, "direitos dos animais", anticatolicismo, antitabagismo e liberação de drogas, vêm todos da mesma fonte e, por meios aparentemente inconexos, servem a um objetivo comum: reduzir a população do planeta.

O controle demográfico é uma obsessão da elite globalista - especialmente da família Rockefeller - pelo menos desde os anos 40. As primeiras campanhas nesse sentido, na década seguinte, vinham com objetivo declarado, promoviam a esterilização em massa e visavam a atingir sobretudo o Terceiro Mundo, mas deram resultado inverso: em vez de deter o crescimento populacional nas nações pobres, baixaram drasticamente o das nações desenvolvidas (vejam o livro de Pat Buchanan, The Death of the West, para a descrição de um panorama estatístico apavorante).

Nada mais natural, nessas condições, que uma mudança de estratégia. Assim nasceram as campanhas de que estou falando.

Notem, de um lado, que, independentemente dos demais resultados socioculturais que delas podem germinar, cada uma das mudanças de conduta que essas campanhas visam a produzir tem pelo menos um ou dois de três efeitos necessários, imediatos e evidentes:

(1) Reduzir a duração média da vida humana. Gays, vegetarianos e drogados vivem notoriamente menos que as outras pessoas.

(2) Reduzir a capacidade procriativa. No caso das drogas ilegais, como maconha e cocaína, isso é mais que evidente.

A abstinência de carne tem o mesmo efeito. A campanha antitabagista pareceria tender na direção contrária, mas, como ela está associada na fonte à luta pela liberação das drogas pesadas e não passa de uma preparação de terreno para induzir populações inteiras a trocar de vício, a correlação estatística entre diminuição do consumo de cigarros e redução populacional não é de maneira alguma mera coincidência. (Os pretextos médicos do combate ao fumo revelam-se cada vez mais falsos à medida que nenhuma, absolutamente nenhuma redução da incidência das doenças "associadas ao fumo" se verificou nas áreas mais afetadas pela onda antitabagista.)

(3) Reduzir o desejo de procriar. Quem negaria que o feminismo radical, o divórcio fácil e a oferta maciça de operações de aborto sob demanda desembocam nisso necessariamente?

Várias são as modificações socioculturais periféricas que essas diversas campanhas podem produzir, e tanto seus apóstolos quanto seus detratores dirigem o foco das discussões para essas mudanças, sem reparar que, mesmo alguma destas falhando, o efeito de redução populacional terá sido atingido. A lógica do processo causal bastaria, por si, para sugerir fortemente a coerência global por trás de tantos e tão disparatados fronts de combate, mas a sugestão plausível se transmuta em certeza factual quando se nota que tanto as várias concepções quanto o dinheiro para implementá-las vêm sempre da mesma fonte: a elite globalista, que por sua vez tem muitos objetivos, mas um acima de todos - o controle demográfico mundial.

Como toda operação complexa de engenharia social, essa conta não só com seus planejadores e militantes conscientes, mas com a colaboração frenética e servil de milhões de idiotas úteis, sobretudo entre "formadores de opinião" e mini-intelectuais, que de repente se apaixonam por algum slogan solto e, sem cogitar dos efeitos sociais de conjunto, passam a defendê-lo com aquele ardor cretino que vale por um juramento de nunca entender nada. Alguns, no arrebatamento da paixão retórica, inventam até novos argumentos que, por sua ousadia insana, surpreenderiam os próprios formuladores originais do projeto.

Outro dia, o Sr. Paulo Ghiraldelli, que de boa fonte me informam ser uma voz influente naquilo que no Brasil, não sei por quê, se chama de "educação", publicou um artigo em que declarava ser uma imposição tirânica da sociedade repressora a expectativa de que as mães, normalmente, amem seus bebês. Sim, por que não seria mais humano, mais democrático, mais coerente com o espírito destes tempos iluminados, consentir que as pobres senhoras odiassem, espancassem ou jogassem pela janela os filhos recém-nascidos, aqueles miúdos seres horríveis que não têm outra missão na vida senão ficar berrando no bercinho e sujar fraldas com uma obstinação reacionária e - digamos logo - nazista?

Fonte: www.midiasemmascara.org


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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Você está pronto para a identidade universal para a internet que Barack Obama quer impor sobre todos nós?

Você está pronto para a identidade universal para a internet que Barack Obama quer impor sobre todos nós?

The American Dream

A administração Obama está desenvolvendo um programa "universal de internet ID" que observaria, rastrearia, monitoraria e potencialmente controlaria sua atividade na internet. Estas "identidades confiáveis" estão sendo vendidas como um meio de aumentar a proteção e a segurança na internet e como um meio de eliminar a necessidade de dúzias de nomes de usuários e senhas diferentes. Mas é uma identidade universal de internet que é emitida e controlada pelo governo americano realmente uma boa idéia? Até agora, as autoridades da Administração Obama estão tentando fazer isso parecer como não ameaçador tanto quanto possível. Eles estão insistindo que isso não será obrigatório. Eles estão insistindo que nenhuma de nossas informações pessoais será coletada ou usada pelas agências federais. Mas a luz de como regularmente o governo tem abusado de nossos direitos e liberdades em anos recentes em nome da "segurança", devemos realmente acreditar no que eles estão dizendo sobre essa nova identidade universal de internet?

Talvez para aliviar as preocupações a respeito do "Big Brother", a administração Obama está propondo que o Departamento de Comércio americano seja quem supervisione estas identidades universais de internet.

Mas quanto tempo você acha que levaria para o Departamento de Segurança Interna (junto com diversas dúzias de outras agências do governo) ficar envolvido na "administração" destas "identidades confiáveis"?

O potencial para abuso do governo de um tal sistema é absolutamente incrível. Como temos visto tantas vezes nos últimos anos, quando você dá aos burocratas do governo um palmo, frequentemente eles terminam tomando vários quilômetros.

Então quais são alguns dos outros potenciais problemas de um tal sistema?

Bem, criando uma "chave mestra" para a internet para qualquer e todo indivíduo, se ela for perdida ou roubada você poderia literalmente perder tudo pelo que tem trabalhado tão duramente em um único dia. Imagine o que poderia acontecer se um hacker muito mau ganhasse acesso instantâneo a sua conta bancária, seus cartões de crédito, sua conta no Paypal, seu email, sua conta do Facebook, sua conta do Twitter, sua conta do Ebay, sua conta na Amazon, seus blogs, seus websites e tudo o mais de importância na internet que pertence a você.

Apenas imagine os danos que poderiam ser feitos.

Além disso, seria apenas uma questão de tempo antes que essa identidade universal de internet se tornasse "uma identidade nacional de fato".

Na verdade, não é difícil de imaginar que "em nome da segurança" seria exigido que os americanos vinculassem a identidade universal de internet à informação biométrica ou mesmo ligasse ela a um implante de microchip de algum tipo.  

É claro que esse novo programa vai "começar como voluntário", mas quantas vezes antes o governo apresentou programas "voluntários" que mais tarde se tornaram obrigatórios?

Uma vez que a identidade universal de internet esteja implantada, será uma questão de tempo até que muitas agências federais diferentes e uma percentagem significativa de grandes corporações comecem a exigir que as pessoas comecem a usá-la. Eventualmente se tornaria extremamente difícil de agir na internet sem uma. Uma vez que chegue a esse ponto, seria apenas um passo muito pequeno para torná-la obrigatória para todos.

É claro que agora mesmo a administração Obama insiste que está "nos fazendo um favor” criando um sistema que nos capacitaria a nos tornarmos aptos a ficar livres de dúzias de nomes de usuários e senhas que todos nós usamos agora.

Mas isso tudo soa como o tipo de controle da internet que está sendo imposto em lugares como a China.  

A verdade é que a identidade universal de internet daria ao governo dos Estados Unidos maior poder para licenciar, monitorar e policiar a internet do que eles jamais tiveram antes. 

De fato, algumas cabeças pensantes das grandes redes de notícias já estão especulando que esse novo sistema de identificação é como uma maneira de "suavizar" a retórica "maldosa" na internet.

É claro que o que realmente significa é que eles querem calar um bocado de vozes discordantes lá fora porque elas não são "politicamente corretas" e elas não concordam com a versão da "verdade" que a mídia do stablishment está constantemente promovendo.

Esperançosamente o povo americano compreenderá que uma identidade universal de internet controlada pelo governo seria um passo gigantesco na direção de se tornar um estado policial Big Brother. Infelizmente, o povo americano não tem feito um grande trabalho de se levantar pela segurança e liberdade neste momento. Houve uma gritaria inicial quando os novos "scanners corporais foram instalados nos aeroportos americanos e quando os funcionários dos aeroportos começaram a apalpar nossas partes íntimas como parte das novas "revistas melhoradas", mas a maioria dos americanos parece ter aceitado estes "novos procedimentos de segurança" até esse ponto.

Assim, agora a administração Obama está pronta para ir ainda mais fundo. Eles querem colocar uma coleira em nosso último grande bastião da liberdade de expressão - a internet.

Algum dia se você tiver de conseguir uma licença do governo dos Estados Unidos para ler artigos como esse ou para escrever artigos como esse, não diga que não foi avisado.

Fonte: www.prisonplanet.com  

Nota: Embora esse artigo seja dirigido primeiramente ao povo americano, sabemos que há muito interesse dos governos de diversos países de estabelecer algum tipo de controle sobre a internet. Se tal internet ID for aprovada para os Estados Unidos rapidamente será adotada pelos grandes sites, portais e redes sociais será, portanto, obrigatória para navegar na internet.     

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

YouTube - Revolução no Egito - Fim do Dólar - Nova Ordem Mundial - Olavo de Carvaho - Parte 30


1st collector for YouTube - Revolução no Egito - Fim do Dólar - N...
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O governo mundial da nova ordem mundial está sendo implementado em vários países.

Obs.: O vídeo é muito interessante. Peço desculpa pelos palavrões do Olavo de Carvalho, mas a análise vale a pena ser assistida.

A Agenda Global da Onu O Estabelecimento da Ordem no Caos {Trailer

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Onde e como a tecnologia NFC está sendo aplicada

Onde e como a tecnologia NFC está sendo aplicada

Já imaginou fazer compras sem cartão de crédito? Saiba tudo sobre esta tecnologia que vai mudar forma como interagimos com os objetos à nossa volta.
  
Você já viu aqui no Baixaki como funciona a tecnologia NFC (Near Field Communication). O sistema é bem simples de ser utilizado: apenas com a proximidade de dois aparelhos, você é capaz de realizar a troca de informações de maneira bastante segura.

Com isto, é possível captar informações de qualquer objeto em que a tecnologia fosse aplicada. Por exemplo, você pode obter informações de um cartaz ou de um display em um supermercado. Outras aplicações para a tecnologia seriam a aquisição de produtos e serviços, além de fazer parte de documentos, como a identidade ou o passaporte.

Como isso tudo surgiu?

A NFC é uma tecnologia que surgiu a partir da RFID (Radio Frequency Identification). A RFID permite a comunicação de dois aparelhos à longa distância, por meio de radiofrequência: um deles traz uma fonte de energia e age ativamente, buscando informações no outro dispositivo, que não necessita de uma fonte de energia própria para funcionar.

A Near Field Communication, como o nome sugere, limita o campo de atuação de frequências para uma distancia de até 10 centímetros. Assim, é necessário estar bastante próximo ao objeto para que haja a troca de dados. É importante observar que os dados são obtidos da fonte passiva pela fonte ativa. Assim, as informações contidas em qualquer aparelho que use a tecnologia não podem ser acessadas por outros dispositivos.

A NFC foi criada para transmitir dados de maneira mais segura. Enquanto a RFID é a melhor opção para o rastreamento de animais, por exemplo, a NFC pode ser aplicada para a realização operações bancárias, por exemplo. Isso por que a abrangência da frequência RFID poderia ser utilizada por pessoas com más intenções, para tentar obter dados sem autorização ou clonar aparelhos.

Mas como isso está sendo usado?

Se esta é uma tecnologia que pode trazer tantas facilidades para a vida das pessoas, ela deve estar presente em um gadget que esteja presente, 24 horas por dia na mão dos usuários. Por isso, a melhor aplicação encontrada até agora é a implementação da NFC em aparelhos celulares.

Em países como o Japão, já é possível conferir a tecnologia sendo utilizada no dia a dia: em Tóquio, o sistema de metrô permite que passagens sejam compradas com a aproximação do aparelho de telefone às catracas. Desta forma, objetos comuns do cotidiano transformam-se em “objetos inteligentes”, capazes de armazenar e transmitir informações.

Existem inúmeras formas de usar a NFC. Muitos acreditam que, em poucos anos, ela deve substituir os códigos de barras e até mesmo os cartões de crédito. Assim, o consumidor não precisa mais buscar por maquinas de leitura nas lojas: basta aproximar o celular para conferir o preço do produto. Ao final da compra, para efetuar o pagamento, basta ter a mesma ação em um aparelho instalado no caixa.

 A BMW apresentou um protótipo de chave que utiliza o NFC. Com ela, seria possível realizar várias atividades. Em um breve vídeo, as possibilidades são demonstradas: os usuários seriam capazes de comprar passagens de trem ou metrô usando um sistema exclusivo adaptado ao carro, além de pagar por qualquer outro serviço ou produto em pontos de venda.

Outra facilidade proporcionada por este modelo de chave seria a verificação das condições do carro, apenas com a aproximação a aparelhos com NFC. Segundo engenheiros da empresa, o sistema aplicado à chave seria ainda mais seguro do que em outros aparelhos portáteis.

Além disso, a tecnologia pode estar presente em documentos, facilitando o impedimento de acesso de adolescentes a locais como bares e clubes noturnos. Com a NFC, também seria possível assistir ao trailer de um filme, apenas colocando o aparelho celular próximo ao seu cartaz. Estima-se que a tecnologia NFC faça parte do cotidiano de usuários na América do Norte até o ano de 2015.

Gadgets com NFC

Ampliando os campos da NFC, o novo modelo da Samsung, Nexus S, traz a tecnologia já acoplada ao aparelho. Com o funcionamento no sistema Android, é possível perceber que a Google está disposta a investir nesta nova maneira de transmissão de dados.

Boatos circulam pela internet, com informações de que a Visa estaria testando na Europa um sistema de pagamento de metrô, similar ao de Tóquio, utilizando o último modelo do iPhone. Com isso, espera-se também que a nova geração dos gadgets da Apple – iPhone, iPod Touch e iPad – contem também com o sistema. Entretanto, a informação não é confirmada pela Apple.

Em contrapartida, pesquisas realizadas pela Visa, demonstram que 87% dos usuários do iPhone estariam dispostos a comprar um hardware para ser acoplado em seus aparelhos, possibilitando a realização de pagamentos via NFC.

Isso talvez possa acelerar a inclusão da tecnologia para o uso diário, transformando em poucos meses, a forma como consumimos informações e produtos. O sucesso do NFC é bastante esperado, já que o custo de produção dos dispositivos que enviam dados são relativamente baixo.

Leia mais no Baixaki: http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8173-onde-e-como-a-tecnologia-nfc-esta-sendo-aplicada.htm#ixzz1Cu4o3OFv

Nota: Toda essa conversa de melhorar a vida das pessoas com dispositivos eletrônicos me faz lembrar de um mundo sem papel moeda, apenas transações eletrônicas, e da marca da besta, onde só poderá comprar ou vender quem tiver a tal marca. Esse dia já está se aproximando.   

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Einstein estava certo, o colapso das abelhas ameaça a segurança alimentar mundial

Einstein estava certo, o colapso das abelhas ameaça a segurança alimentar mundial

Por Ambrose Evans-Pritchard, International Business Editor


A crise das abelhas tinha sido tratada como uma preocupação de nicho até agora, mas enquanto o índex da ONU de preço de alimentos atinge a maior alta de todos os tempos, está se tornando urgente saber se a situação das abelhas põe um risco mais exaustivo a nossa segurança alimentar. 

Quase um terço da produção agrícola mundial depende da polinização animal, principalmente por abelhas.

Esses alimentos proporcionam 35% de nossas calorias, a maior parte de nossos minerais, vitaminas, e antioxidantes, e as fundações da gastronomia. No entanto as abelhas estão morrendo, ou sendo mortas, a um ritmo impressionante.

A história da "desordem de colapso da colônia" (CCD, em inglês) já é bem conhecida dos leitores do Daily Telegraph.

Alguns mantêm colméias em casa e tem experimentado essa misteriosa praga, e sem dúvida tem opiniões fortes sobre se ela é causada por parasitas, ou um vírus ou o uso de pesticidas que causam estragos no sistema nervoso das abelhas jovens ou uma sinergia de forças destrutivas atuando juntas.

A crise das abelhas tem sido tratada como uma preocupação de nicho até agora, mas como o índex de preço de alimentos da ONU alcança o nível mais alto de todos os tempos em termos reais (não apenas nominal) e a escassez de grãos dispara revoluções no Oriente Médio, está se tornando urgente saber se a situação das abelhas arrisca esgotar a nossa margem já delicada de segurança alimentar global.

O financiador do agronegócio Rabobank disse que os números de colônias de abelhas nos Estados Unidos que fracassam em sobreviver a cada inverno cresceu de 30 para 35% de um modelo histórico de 10%. A taxa é de 20% ou mais alta em grande parte da Europa, e o mesmo padrão está emergindo na América Latina e na Ásia.

Albert Einstein, que gostava de fazer afirmações ousadas (frequentemente erradas), disse famosamente que "se a abelha desaparecesse da superfície do globo, o homem teria apenas quatro anos para viver".     

Esses "cenários apocalípticos" já passaram, disse o Rabobank. As espigas de milho, trigo e arroz são todas polinizadas pelo vento.

Contudo, a polinização animal é essencial para avelã, melões e grãos e desempenha vários papeis em frutas cítricas, maçãs, cebolas, brócolis, repolho, brotos, abobrinha, pimentas, berinjela, abacate, pepinos, cocos, tomates e favas, bem como café e cacau.   

Esta é a de rápido crescimento e mais valiosa parte da economia agrícola. Entre 80 e 90% da polinização vem de abelhas domesticadas. Mariposas e borboletas não têm autonomia para penetrar grandes campos. 

O reservatório de abelhas está diminuindo ao ponto onde as taxas estão perigosamente fora dos eixos, com os Estados Unidos alcançando o desequilíbrio "mais extremo". A produção de safras polinizadas quadruplicou desde 1961, porém, as colônias de abelhas diminuíram pela metade. A contagem de abelhas por hectare caiu quase 90%.

"Os agricultores têm conseguido produzir com colônias de abelhas relativamente menores até este ponto, e não há evidência de rendimentos agrícolas sendo afetados. A questão é quanto tempo mais essa situação pode ser esticada", disse o relatório.

O Rabobank disse que as colônias de abelhas nos Estados Unidos estavam encolhendo mesmo antes do golpe de CCD (Desordem de Colapso da Colônia) porque as importações baratas de mel da Ásia minaram as colméias americanas. Note o paralelo entre o desaparecimento da indústria de metais de terra rara nos EUA, colocadas fora dos negócios quando a China inundou o mundo com materiais mais baratos nos anos 1990. Isso é o que acontece quando o livre comércio é administrado descuidadamente. 

A China tem seus próprios problemas. Pesticidas usados em pomares de peras varreram as abelhas em partes de Sichuan nos anos 1980. As safras são agora polinizadas à mão, usando vassouras, um processo trabalhoso, visto que uma colônia de abelhas pode polinizar até 300 mil flores por dia.  

Alemanha, França e Itália baniram alguns pesticidas, especialmente neonicotinóides (como no tabaco) que prejudicam a memória das abelhas.

A Associação de Apicultores Britânicos tem apelado por uma "revisão urgente" desses produtos químicos, temendo que possam perder todas as suas abelhas dentro de uma década se não tiverem cuidado. Os apicultores americanos têm feito declarações semelhantes. O Laboratório de Pesquisa de Abelhas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos encontrou evidência de que mesmo baixos níveis destes pesticidas reduzem a resistência das abelhas a fitopatógenos.

Documentos vazados da Agência de Proteção Ambiental confirmam que a clotianidina usada em sementes de milho é "altamente tóxica", pode representar um "risco de longo prazo" para as abelhas, e que os testes anteriores eram falhos.

Os críticos alegavam um encobrimento: O Rabobank disse que deveríamos ser cuidadosos para não difamar a agro-indústria. O mundo precisa de alimentos e fábricas de fertilizantes para continuar a descobrir meios de elevar a produtividade das culturas, se vamos alimentar mais de 70 milhões de bocas extras todo ano, e atender as demandas da revolução da dieta na Ásia, compensar a escassez de água na China e na Índia, e desviar colheitas de grãos de um grande pedaço dos Estados Unidos, da Argentina e da União Europeia para fazer biocombustíveis para carros.

Com as garras se fechando sobre a produção de alimentos do mundo de tantos lados, temos pouca margem para errar. Os cientistas estão chegando para o resgate. A pesquisa está no fungus Nosema e no ácaro Varroa, mas não rápido o suficiente.

O Rabobank pede uma mudança de direção na pesquisa global, e enquanto isso por regras mais duras, de forma que os apicultores não tenham que lutar sozinhos, começando com restrições ao uso de pesticidas durante as horas do dia quando as abelhas estão se abastecendo.

A atrofia das abelhas é uma ameaça mais imediata do que o aquecimento global e pode ser resolvida, ainda que evolua pouco na tela do radar da política. Isso é certamente um equívoco.

Einstein não estava sempre errado.

Fonte: www.telegraph.co.uk

Nota: Esse é um assunto muito importante e pouco ou nada comentado. Há um filme de M. Night Shyamalan com Mark Walhberg que fala desse assunto.
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Codex Alimentarius - Nutricide part 1 (legendado)

Detect language » Portuguese

Codex Alimentarius - Nutricide part 2 (legendado)

Detect language » Portuguese

Codex Alimentarius - Nutricide part 3 (legendado)

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HAARP: O projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica

HAARP antenna arrayImage via WikipediaHAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica

Futuro da comunicação ou arma de destruição em massa?

Saiba o que envolve um dos projetos mais polêmicos do governo americano.
  

Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.

Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.

Ionosfera fica entre 100 e 350 Km sobre a superfície

A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.

O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.

As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.
Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.

Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações

Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projeto.

Arma geofísica: a denúncia russa

E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.

Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti

Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.

Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.
Bloqueio militar

Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.

Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.

Radares poderiam ser bloqueados facilmente

Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.
Controle mental

Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.

Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

Ondas de controle mental estão no ar

Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Nota sobre as teorias conspiratórias

É necessário lembrar que estas teorias são originadas em fontes que, muitas vezes, não possuem informações concretas sobre os assuntos tratados. Logo, a utilização delas neste artigo possui fins ilustrativos e não devem ser encaradas com verdades absolutas.

Pura ficção?

No desenho G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projeto em uma arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.

Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.

Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada em uma antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.

Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão sendo utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projeto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.

Leia mais no Baixaki:

http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8018-haarp-o-projeto-militar-dos-eua-que-pode-ser-uma-arma-geofisica.htm#ixzz1CBMyDmFl

Nota: Interessante artigo sobre o HAARP, pelo menos não nega que ele existe, mas por outro mostra-se bastante reticente quanto as implicações militares de tal projeto, como não poderia deixar de ser para quem não acompanha os debates das chamadas teorias conspiratórias, embora o documento russo citado acima seja bem lúcido.      

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Os Arquitetos da Nova Ordem Mundial

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Um mundo anticristão

Um mundo anticristão



Enquanto os cristãos são perseguidos implacavelmente nos países muçulmanos e só não são jogados aos leões por falta de leões, no Ocidente supostamente "cristão" também há uma perseguição, só que em nome do secularismo.

Às vezes essa perseguição é realizada em nome da "separação entre Igreja e Estado" e do "respeito às demais religiões". No outro dia, descobriu-se que uma agenda estudantil distribuída para quase quatro milhões de alunos da Comunidade Européia não mencionava os feriados cristãos de Natal e Páscoa, embora mencionasse feriados muçulmanos, judeus, chineses e até hindus. A desculpa do comitê que criou o calendário afirma que foi tudo "um simples engano". A agenda, que é distribuída gratuitamente mas custa bem caro ao contribuinte, é um festival de propaganda da Comunidade Européia. Suas páginas de conteúdo editorial podem ser lidas aqui, mas não consegui ter acesso ao calendário.

Alguns dirão que é um fato sem importância. Pode ser, mas observe que sempre que há críticas à "religião" por secularistas, quase sempre esta religião é a cristã. No outro dia houve até a notícia (depois desmentida) que Dilma teria retirado um crucifixo da sua sala. Várias vezes ocorreram casos similares nos EUA, de símbolos religiosos retirados de espaços públicos. Na arte moderna, então, a crítica aos símbolos religiosos é total. Só que tais símbolos são quase sempre cristãos. Com os muçulmanos, poucos têm coragem de mexer.

Praticantes das outras religiões podem dizer o que quiserem. Os cristãos são vigiados constantemente por qualquer lapso verbal.

Fosse apenas a questão simbólica, nem seria tão grave. Mas atos como a promoção do aborto irrestrito (em alguns casos realizados com tesouradas em bebês vivos de oito meses já saídos do útero), do casamento homossexual e da eutanásia, quando não a insinuação da validade moral do incesto e até da pedofilia, são certamente tentativas de ir contra a antiga moral cristã.

Eu disse pedofilia? Certamente. Embora hoje esta seja chamada mais corretamente de "contato sexual intergeneracional". Eis aqui um "estudioso" afirmando, não apenas que o sexo intergeneracional pode ser positivo, mas argumentando que as próprias crianças estariam sendo vítimas dos malvados antipedófilos ao terem negada a oportunidade de se desenvolver sexualmente... (Artigo publicado em importante periódico de educação sexual.)

Não é preciso ser cristão para horrorizar-se com os arautos "científicos" da pedofilia ou com os métodos abortistas de Kermit Gosnell, é claro. Trata-se de casos extremos. Mas os cristãos são os maiores críticos desse niilismo pós-moderno, e são também suas maiores vítimas.

Enquanto alguns deliram sobre a "opressão papista", o cristianismo é a religião mais perseguida no mundo, dentro e fora de seus países de origem.

(PS: Sou um mau cristão e nem vou à missa. Sou um reles pecador e nem sei se acredito em Deus. Mas, ao ler sobre certos horrores, quase passo a crer na existência do Diabo. No creo en brujas, pero que las hay, las hay.)

Excerpted from Mídia Sem Máscara - Um mundo anticristão

http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/perseguicao-anticrista/11794-um-mundo-anticristao.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+midiasemmascara+%28MSM%29

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Microchips em carros brasileiros por controle via satélite

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Consequências econômicas da Nova Ordem Mundial

DAVOS/SWITZERLAND, 27JAN10 - George Soros, Cha...Image via WikipediaConsequências econômicas da "Nova Ordem Mundial"

Por Giordano Bruno

Neithercorp Press

Um equívoco comum entre segmentos menos atentos da população americana é que a frase "Nova Ordem Mundial" foi preparada pelos "teóricos da conspiração" em busca de atenção em apartamentos escuros no subsolo e sinistros buracos de montanhas pelo país. Na realidade, anti-globalistas e constitucionalistas não tem nada a ver com a criação do termo (e a maioria de nós tem acomodações decentes, também). A verdade é que o resmungar da "Nova Ordem Mundial" tem flutuado ao redor de vários círculos elitistas por décadas, e de vez em quando esses resmungos são publicados na mídia tradicional. Os globalistas criaram a ideia deformada; nós apenas salientamos que ela existe. Ultimamente, não tivemos de tentar muito...

Como a maioria dos leitores aqui provavelmente já conhece o porta voz elitista George Soros (que por alguma razão me lembra do inchado flutuante barão harkonnen do filme 'Duna') recentemente deixou escapar todo tipo de fofoca da NOM em uma cândida entrevista no Financial Times. Se você ainda não viu, ou acredita que apenas idiotas falam sobre a Nova Ordem Mundial, eu sugiro que assista a entrevista abaixo duas vezes por via das dúvidas:



O que é mais interessante sobre essa entrevista é que Soros enfatiza o destino do dólar na Nova Ordem Mundial.

Ele confirma abertamente quase tudo que eu e muitos outros tem advertido a respeito nos últimos três a quatro últimos anos no espaço de apenas 10 minutos! Por que Soros faria tais admissões? Bem, eu suspeito que alguns elitistas acreditam que eles não deveriam ter de esconder seu projeto favorito para uma "nova ordem" de nós, humildes servos, enquanto a outros talvez tenha sido dada luz verde para começar a falar para as massas o suposto benefício de uma maior centralização. Soros literalmente tenta pintar o colapso da América como "necessário", e a devolução do dólar como "saudável", embora eu duvide que muitas pessoas serão seduzidas pelos seus encantos. É difícil de confiar em um cara que deixa um rastro de lodo...

Enquanto Soros pode não ser o melhor vendedor de carros usados no lote limão, há um bocado de lacaios dos estabelecimentos de mídia e especialistas fraudulentos que têm um talento especial para a refinação dos pontos de interesse globalistas e fazem eles mais palatáveis para o público. O que analistas alternativos de economia estão agora descobrindo é que há na realidade duas economias; aquela que a mídia tradicional e o governo apresenta, e aquela na qual realmente vivemos. O ano de 2010 foi altamente representativo do desenvolvimento dessa estranha dualidade. Assim, muitas disfunções em termos de emprego, dívida, inflação e bônus (especialmente municipais), e ainda, tantas "boas notícias" transbordando das redes. Isso é bastante semelhante ao frenesi da mídia pouco antes do mergulho final do mercado na Grande Depressão; os relatos do governo e as notícias da mídia tradicional eram esmagadoramente positivas, logo antes do sistema inteiro dar o último ardente mergulho de nariz na sarjeta e permanecer lá por uma década.

Se for para tirarmos alguma coisa da entrevista de Soros, seria que os globalistas estão fechando o cerco para a implantação da Nova Ordem Mundial, ou "nova ordem econômica", ou qualquer que seja o rótulo intercambiável que aconteça de usarem no momento. Mas o que isso significa para o resto de nós? Quando George Bush Sr., Bill Clinton, Barack Obama, Henry Kissinger, Nicolas Sarkozy, Vladimir Putin, Gordon Brown e tanto outros mencionam seu desejo por uma "Nova Ordem Mundial", a que exatamente eles estão se referindo? Em termos de economia, como essa filosofia elitista muda nossas vidas, e nossa nação?

Para saber nosso destino, nós devemos primeiro examinar o caminho que estamos no momento. Quais tem sido os resultados do Globalismo e da centralização até agora? Qual é o provável próximo passo? Vamos rever onde as elites nos levaram até agora, e onde eles proclamaram expressamente que gostariam de levar no futuro...

Harmonização: O enganador vigor econômico

"Harmonização" é um termo que soa muito agradável para práticas financeiras muito insidiosas, e é também algo que ouviremos muito sobre ele se o projeto da Nova Ordem Mundial for autorizado a continuar. A fim de entender o que implica a harmonização econômica, devemos pesquisar a mecânica e o propósito por trás dos monopólios.

Monopólios são formados em primeiro lugar para remover um fator particular do livre mercado; a competição. A competição permite o crescimento orgânico dos mercados baseando-se na população em geral para decidir quais modelos de negócios e financeiros funcionam melhor.

Aqueles modelos que não passam no teste social são ignorados e deixados para desaparecer, enquanto aqueles que passam são apoiados pelo público e permitidos continuar. Essa ordem natural do comércio é suplantada quando os grandes fornecedores (empresas ou países) formam sindicatos, fixam preços, e espremem os pequenos empreendedores antes que eles encontrem uma oportunidade de apresentar uma ideia ou modelo de negócio superior. Pela remoção da competição os monopólios tiram dos cidadãos a capacidade de escolher, ou até de participar na economia a qualquer título, a não ser no papel de consumidor irracional.   

A harmonização global funciona de uma maneira semelhante, só que neste caso o monopólio não é mais um produto específico ou recurso, mas os recursos de continentes inteiros. A competição entre nações é achatada. Como na União Europeia, mais países bem sucedidos são forçados através de acordos comerciais unilaterais a transferir suas riquezas para países débeis.

Não somente isso, mas as políticas econômicas que uma vez as fizeram mais competitivas são demolidas e substituídas com políticas que deliberadamente tolhem o crescimento nacional. Decisões sobre qual tipo de comércio funciona melhor não são mais tomadas pelos cidadãos, e em vez disso são centralizadas nas mãos de uns poucos escolhidos. Qualquer Estado que resistir ou se esforçar por soberania é rotulado de irresponsável, ou até mesmo perigoso; uma ameaça para o assim chamado "equilíbrio".

Enquanto globalistas como Soros persistem que há benefícios de longo prazo na harmonização, incluindo um melhor padrão de vida para todos, na realidade, a harmonização parece somente fazer todos os países igualmente pobres.

O FMI e o Banco Mundial são lacaios para trazer o compromisso da África quando vendiam a harmonização, e certamente os países africanos se beneficiariam temporariamente pela atração de capital das nações ricas, mas finalmente, é o FMI, o Banco Mundial, e as Nações Unidas que devastaram a África em primeiro lugar com sua agiotagem, roubo de recursos, e tentativas de interferir com a industrialização da África em nome dos argumentos insustentáveis do aquecimento global. (Ei, tão logo a NASA ou a Unidade de Pesquisa Climática em East Anglia tornar a fonte dos dados de suas experiências disponível para o público em vez de guardar e invocar privilégios de segurança nacional, eu estou perfeitamente disposto a dar a eles um tratamento justo.) Na entrevista ao Financial Times, Soros se gaba a respeito da alocação das SDR's para países africanos carentes, como se eles fizessem isso da bondade de seus corações. Qualquer um que tenha estudado a história do FMI sabe que eles não fazem caridade.

No final, as pobres nações e sujas poderiam progredir, mas nunca o suficiente para realmente prosperar, e tudo ao custo de descobrirem-se em dívida com FMI. Essa é a essência da Nova Ordem Mundial. Esse é o lado escuro que os elitistas nunca se aprofundam abertamente; centralização total; pobreza total, controle total, sem outras opções...

Classe média decapitada

Em uma economia centralizada, classes financeiramente seguras de pessoas comuns se tornam um problema. Quanto menos as massas têm de se preocupar com a sobrevivência diária, mais tempo elas têm para questionar a validade do sistema, ou sua liderança. Portanto, a hierarquia globalista se beneficia pela remoção de tais subseções da população como a classe média completamente. Esse processo já começou no meio da planejada crise de crédito, bem como a contínua desvalorização do dólar que Soros fala tão carinhosamente.

Salários privados caíram ao mínimo histórico no início de 2010. 

Preços de mercadorias essenciais e energia estão agora inflacionando, a despeito da queda da demanda.

O mercado habitacional dos EUA perdeu $1,05 trilhões em 2009, $1,75 trilhões em 2010, e é esperado perder $9 trilhões antes de chegar ao fundo.

O desemprego real permanece em implacáveis 20%, enquanto os benefícios de bem estar foram estendidos para 99 semanas. Tão grande proporção de americanos tem permanecido desempregados por tanto tempo que o departamento de estatística do trabalho tem agora aumentado o limite superior de quanto tempo alguém pode ser listado como desempregado de dois anos, para cinco anos.

Enquanto a globalização forçada continua, países "sortudos" verão uma completa desintegração da propriedade imobiliária privada, os dois pais trabalhando em todas as famílias, redução dos salários para combater a baixa demanda, e picos de preços de alimentos e energia. Em lugares como a China, com uma longa história de escravidão assalariada, isso é na verdade um avanço! Assim, tudo se equilibra, de acordo com George Soros.

Infelizmente, é mais provável que os Estados Unidos vejam a hiperinflação, do que uma mera redução em nosso padrão de vida. A destruição da moeda corrente dizimaria a classe média na América. Soros aponta para este provável futuro, mas, em seguida, escamoteia-o como uma "dolorosa, mas necessária", mudança.

Uma pergunta que nenhum entrevistador parece colocar para estes parasitas é, quem realmente "precisa" da Nova Ordem Mundial? Quem se beneficia com a proliferação dela? Certamente não a classe média, e certamente não os pobres. Então, quem é deixado para recolher o espólio? Pergunte a Soros. Ele sabe...

O dólar na estrada para o inferno

Não é repisar sobre o passado, mas em 2007/2008, afirmando que a China ia derrubar o dólar e esvaziar os tesouros durante a conversão para uma economia baseada no consumo, causando a perda do status de moeda de reserva mundial do dólar, enquanto o FMI apresentava as SDR's como a nova moeda global, não ganhou exatamente nenhum respeito nos círculos financeiros. Eu ainda tenho justificação de devotos deflacionistas e proponentes da recuperação econômica aleatória na ocasião. Agora, aqui está George Soros dizendo a você, em grande parte, o que vai acontecer ao dólar, e soando muito como Neithercorp. É o suficiente para me dar um extremo nervosismo. 

Soros menciona os acordos comerciais bilaterais pendentes a ser usados pela China para afugentar o dólar no Brasil e Argentina, mas por alguma razão deixa de apontar o acordo da Rússia para abandonar o dólar.  Ele também deixa de mencionar as numerosas subidas das taxas de juros da China ou as maiores alocações dos bancos que têm fracassado completamente em conter a inflação, deixando o governo somente com uma outra opção; esvaziar o tesouro americano, permitindo ao Yuan se apreciar rapidamente dando aos consumidores chineses maior poder de compra para competir com os preços em alta. Tudo o que resta para o Departamento do Tesouro é finalmente liberar aquele relatório atrasado acusando a China de manipulação da moeda. Segue a retaliação, e cai o dólar.  

Não é uma questão de Se isso acontecer, mas, Quando? Quanto tempo pode o dólar realmente aguentar enquanto as taxas de juros permanecem perto de zero, o privado Federal Reserve continua sua loucura do QE2 (quantitative Easing, afrouxamento na emissão de moeda), e nossa dívida nacional continua a crescer além da imaginação. Algo tem que dar, e esse algo será a paciência do resto do mundo com o dólar.

A tática de protelar está começando a perder seu efeito. Boatos ontem de um possível aumento na taxa de juros do FED causaram uma grande celeuma, e até atingiu as commodities, mas francamente, eu acreditarei nisso só quando eu ver. Um aumento significativo nos juros faria os programas de abrandamento quantitativo do FED bastante difíceis de prosseguir, considerando que a única coisa sustentando toda a farsa é o constante fluxo barato do faça-se (impressão de dinheiro). Quando os banqueiros centrais se voltam para fofocas da taxa de juros para manter os investidores excitados com o dólar, deve ser hora de perguntar se os bancos estrangeiros podem estar ou não se preparando para uma mudança de política concernente ao Tesouro americano em breve. Isso é, é claro, tudo planejado.

O fim da linha é que o dólar não tem lugar na Nova Ordem Mundial. Soros admite isso. A maioria dos outros globalistas tem exigido isso abertamente. Eu acho que nesse caso, eles não estão nos alimentando apenas com propaganda.

Moeda Global, Governo Global, Não é Mais Conto de Fadas 

Com toda a conversa na mídia de moeda global recentemente, eu ainda tenho de ver um argumento viável para sua utilidade. Assim como com o Globalismo, nenhum debate real é exercido sobre moeda global, só a presunção de que tal passo é 'inevitável'. Desculpe, mas o Globalismo não é inevitável, e nem é o surgimento dos Direitos Especiais de Saque (SDR's, em inglês). Estes são métodos e ferramentas econômicas que são executadas por um grupo relativamente pequeno de homens. Elas não são leis universais da física proferidas pelos deuses. 

Uma moeda global não muda nada em termos de problemas já associados com nosso atual colapso. Isso definitivamente não traz nenhum bem. Enquanto o FMI afirma ter amplas reservas de ouro para lastrear os SDR's, quase todo novo papel moeda começa ladeado por Títulos ou algum outro recurso. O problema é que toda moeda sob o controle dos banqueiros centrais e não do povo acaba perdendo apoio tangível e se torna ainda uma outra prisão de decreto. O único propósito por trás de uma moeda global seria racionalizar o processo de centralização; para perpetuar a psicologia do Globalismo nas massas, tornando mais fácil a apresentação da construção do governo global.

Seria o governo global tão impressionante e tão utópico como sempre é apresentado? Conseguiremos finalmente nossos uniformes de Star Trek e carros voadores? Sem nenhuma chance. A governança global não será utopia; não sob homens como Soros, e certamente não sob o FMI. A promessa do paraíso tem sempre sido usada para fazer as pessoas fazer coisas estúpidas e horríveis, dos assassinos do Irã de que falou Marco Polo, ao desastre comunista da Rússia de Lênin e Stálin, e além. Coletivismo e feudalismo cegos nunca levaram a paz, prosperidade, sabedoria ou espaçonaves impulsionadas por cristais de dilitium. Para o que tem levado, consistentemente, é morte, destruição, desordem, e ás vezes a perda de capítulos inteiros de conhecimento humano. Não leva a iluminação, mas a idade das trevas.

Uma vez que um sistema como esse é estabelecido, sua influência sobre as gerações mais jovens é viciosa. Todos nós crescemos no meio do experimento globalista, e enquanto muitos de nós se libertou mentalmente, nós ainda nunca experimentamos a vida sem o constante veneno da política e da tagarelice elitista. Imagine um colono da revolução americana visitando nosso tempo e testemunhando todas as liberdades, cultural e econômica, que foram roubadas de nós antes que tivéssemos nascido. Ele gritaria de absoluto horror e correria para seu mosquete. 

Há uma certa inocência e uma certa alegria inerente a verdadeira liberdade, não apenas liberdade de mente como nós temos até agora estabelecido para hoje, mas liberdade da vida diária. Para viver sem alguém sempre lá para dominar você ou sua família; que é algo que eu gostaria de presenciar um dia, ou pelo menos tornar possível para americanos do amanhã. Se a Nova Ordem Mundial não for confrontada e desmantelada, quem sabe quanto tempo será antes que outro homem comum viva livre? 

Quebrando o círculo, começando um novo

Parar o avanço da Nova Ordem Mundial, pelo menos em termos da economia, não requer o plano de uma "bala mágica", um ônibus cheio de advogados ou até uma auditoria do Federal Reserve (embora uma fosse ótima). O que requer, é uma alternativa. A maioria dos americanos participa do corrupto sistema estabelecido porque gostam? Não. Eles participam porque sentem que não há outras opções viáveis, e desde que muito poucos funcionários do governo parecem estar indo adiante com tais opções, não há nada a fazer, a não ser construir um sistema melhor por nós mesmos.

Isso significa pessoas comuns começando suas próprias economias alternativas em suas próprias comunidades baseadas no comércio, permuta, e dinheiro sonante (metais preciosos), em conjunção com uma sanção até que o fundo do poço, finalmente, caia sobre o dólar. Isso significa cortar as viagens semanais ao Wal-Mart e comprar tantas mercadorias quantas puder nos provedores baseados no movimento local da liberdade. Isso significa a criação de redes estaduais de micro-indústrias, de cooperativas de fazenda e jardim, e distribuidores de ouro e prata, e dar às costas a Nova Ordem Mundial completamente. Quer dizer um retorno aos verdadeiros mercados livres pertencentes e operados pelo povo, sem nenhuma interferência das corporações e do governo.

Se eles querem uma economia centralizada, então nós descentralizamos a economia. Se eles querem acabar a comunidade legítima, então nós apoiaremos a comunidade legítima. Se eles querem derrubar os direitos da 10a. emenda, então apoiaremos o imperativo constitucional dos Estados de determinar seus próprios assuntos internos. Se eles querem que confiemos somente no dólar, então converteremos nossos dólares em ouro e prata, e comercializaremos uns com os outros. Neithercorp está trabalhando agora em um projeto com os Oathkeepers que acreditamos que fará destas alternativas uma realidade.

Se nada vai mudar para melhor, sempre, essa mudança vai começar com pessoas comuns. Não há nenhuma outra maneira. Quando as colônias da Revolução Americana se rebelaram contra o Império Britânico, primeiro eles desfizeram-se do corrupto sistema econômico britânico, e estabeleceram seus próprios livre mercados. Eles não apenas declararam a independência; eles tomaram ações concretas que removeram sua dependência do inimigo deles. Eles forçaram os britânicos a escolher; aceitar que as colônias tivessem seus próprios sistemas e seguir em frente, ou atacar as colônias, tentar forçá-las a obedecer, e expor a tirania britânica para que o mundo todo pudesse ver. Os britânicos escolheram o último, morderam mais do que podiam mastigar, e o resto é história. A questão é que os colonos criaram um cenário de ganhar ou ganhar. Nós devemos fazer o mesmo.

Alguns poderão afirmar que os tempos mudaram e as circunstâncias são diferentes, mas isso é irrelevante. O conceito ainda se aplica, e está atualmente em uso pelo Movimento Liberdade já. A mídia alternativa é um perfeito exemplo de como o oferecimento de uma opção melhor para o público pode destruir o sistema controlado da mídia tradicional. Seus números estão em queda livre, enquanto os nossos estão subindo como foguetes. Eles estão se tornando obsoletos, enquanto nós nos tornamos mais necessários. E tudo o que tivemos de fazer foi oferecer a verdade, e participação livre. Imaginem isso...

Como Soros salienta na entrevista do Financial Times, agora é a hora de agir. Sabemos o que os globalistas planejam fazer com nossa moeda e nossa economia, então por que esperar para o navio furado afundar quando podemos estar usando esse tempo para construir um barco melhor? Agora é nossa vez de agir. Devemos definir o ritmo. Devemos tomar a questão em nossas próprias mãos, antes que alguém mais tome as decisões importantes por nós. Temos de determinar nossos próprios destinos. Há muito pouco a perder, e tudo a ganhar.

Fonte: www.prisonplanet.com (giordano@neithercorp.us   

   
                            
       


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“Dia da Terra”, 1970: as 13 mais ridículas previsões

Por Jon Gabriel No último sábado, 22 de abril, foi celebrado o “Dia da Terra” – um evento anual lançado pela primeira vez em 1970. As...