terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O Controle Mental das Massas


Forcing Change, Volume 2, Edição 2.


Nota do Editor da Forcing Change: A mudança social em massa requer uma nova abordagem para o modo como as pessoas pensam. Levando as mentes para longe dos valores e padrões tradicionais, novos valores e comportamentos podem ser introduzidos. Assim, paradigmas políticos, educacionais, econômicos e religiosos mantidos há muito tempo precisam ser desafiados e, em muitos casos, aviltados. No fim, surge uma cosmovisão modificada, uma cosmovisão que enfoca a solidariedade do grupo, e não o individualismo, e a cidadania global em lugar do nacionalismo.
O seguinte artigo, escrito pela minha boa amiga Berit Kjos, demonstra como os objetivos de reestruturação social estão sendo atingidos por meio dos serviços de saúde mental. Tocando nos diversos pilares da indústria da saúde mental, como agentes de transformação, Berit demonstra como esses métodos estão sendo usados no nosso mundo contemporâneo.
Depois de ler este importante artigo, você estará melhor equipado para avaliar as mensagens políticas e culturais com as quais somos alimentados diariamente. Com o tempo, você perceberá o quão disseminado e influente o estabelecimento de alvos para a saúde mental pode ser — e como as ferramentas empregadas neste campo transcendem outras disciplinas. Este artigo fornece uma peça fundamental para o quebra-cabeça da transformação social.
Berit Kjos e eu nos conhecemos em 1996. Suas orientações, suporte e encorajamento são uma grande bênção e considero um privilégio conhecê-la e tê-la como uma querida amiga e irmã em Cristo.


Parte 1: Legalizando o Controle Mental

"Os princípios da saúde mental não podem ser levados adiante com sucesso em qualquer sociedade se não houver uma progressiva aceitação do conceito de cidadania mundial." — Congresso Internacional Sobre Saúde Mental, 1948. [1].
"... o assunto que será de máxima importância politicamente é a Psicologia das Massas... A população não terá a permissão de saber como suas convicções foram geradas. Quando a técnica tiver sido aperfeiçoada, todo governo que esteve encarregado da educação para uma geração será capaz de controlar seus súditos seguramente e sem a necessidade de exércitos ou de policiais. Todavia, há somente um país que foi bem-sucedido em criar esse paraíso para os políticos." — Bertrand Russell, The Impact of Science on Society. [2].
Será se o povo americano permitirá que o controle pelo governo e que o coletivismo substituam a liberdade e o individualismo? Pode apostar que sim! Assim também irá o resto do mundo. Essa transformação social está a caminho e as massas simplesmente seguem com a mudança. [3]. Planejada mais de um século atrás, a estrutura para gerenciar e monitorar essa revolução mundial estava em vigor em 1945. Como a mítica fênix que se levanta de suas cinzas, a Organização das Nações Unidas emergiu da feroz devastação da Segunda Guerra Mundial como um farol de luz para os humanistas utópicos e seus esperançosos seguidores.
Um ano após o líder comunista Alger Hiss presidir o nascimento da ONU, algumas de suas mais poderosas agências já estavam estabelecidas. Julian Huxley (irmão de Aldous Huxley, o autor utópico de Admirável Mundo Novo) chefiou a UNESCO (Organização Cultural, Científica e Educacional da ONU). O psiquiatra canadense Brock Chisholm lançou os fundamentos da OMS (Organização Mundial da Saúde). Esses dois diretores-gerais socialistas compartilhavam uma visão comum de uma comunidade global rigidamente controlada, mas o Dr. Chisholm a resumiu melhor.
Considere as palavras dele, pois expõem um plano global para a "paz" destinado a conformar a "saúde mental" de todas as pessoas para sua missão radical. Observe quem são os vilões nesta cruzada:
"A responsabilidade de planejar as transformações necessárias no comportamento humano é claramente das ciências que trabalham neste campo. Os psicólogos, psiquiatras, sociólogos, economistas e políticos precisam encarar essa responsabilidade..."
"Podemos identificar as razões por que lutamos em guerras...? Muitas delas são fáceis de arrolar: preconceito, isolacionismo, a capacidade de emocionalmente e não criticamente... acreditar em coisas sem sentido..."
"A única força psicológica capaz de produzir essas perversões é a moralidade, o conceito de certo e errado... Por muitas gerações, dobramos nossos pescoços para o jugo da convicção do pecado. Engolimos todos os tipos de certezas venenosas com as quais nossos pais, nossos professores da Escola Dominical e da escola secular nos alimentaram..."
"... há muito tempo que se aceita que os pais têm o perfeito direito de impor quaisquer pontos de vista, mentiras, temores, preconceitos, ódios ou fé para seus filhos indefesos. Somente recentemente, entretanto, é que se tornou conhecido que essas coisas causam neuroses, distúrbios do comportamento, desequilíbrios emocionais e a incapacidade de desenvolver um estado de maturidade emocional que seja apropriado para o indivíduo ser um cidadão de uma democracia..."
"Claramente, o treinamento das crianças no lar e nas escolas deve ser, no mínimo, de preocupação pública tão grande quanto a vacinação delas para sua própria proteção... Os indivíduos que têm desequilíbrios emocionais, culpas, medos, complexos de inferioridade, certamente projetarão seus ódios sobre os outros... Eles são uma ameaça muito séria... Seja lá qual for o custo, precisamos aprender a viver em amizade e paz com... todas as pessoas no mundo."
"Há algo a ser dito... colocar de lado mansamente os errôneos modos antigos dos nossos pais, se isso for possível. Se não puder ser feito mansamente, terá de ser feito de forma estúpida ou até violenta." [4].
Essas "certezas venenosas" incluem todas as verdades e valores imutáveis que não podem ser contemporizados. É por isto que o cristianismo bíblico era e continua a ser incompatível com os padrões do mundo para a saúde mental. Muitos que se recusam a se conformar com as diretrizes evolutivas para a tolerância, inclusividade, diálogo em grupo e adaptabilidade ao plano da ONU para "transformação contínua" estão enfrentando severas consequências. [5].

Fatos Sobre Brock Chisholm

  • Nasceu em Oakville, Ontario, Canadá, em 1896.
  • Serviu na Primeira Guerra Mundial.
  • Formou-se em medicina pela Universidade de Toronto.
  • Frequentou a Universidade de Yale, onde estudou Psicologia Infantil.
  • Durante a Segunda Guerra Mundial, tornou-se diretor-geral dos Serviços Médicos do Exército Canadense.
  • Em 1944, tornou-se secretário do Ministro da Saúde do Canadá.
  • Ocupou o cargo de Secretário-Executivo da Comissão Interina da Organização Mundial de Saúde, e se tornou seu primeiro diretor-geral.
  • Presidente honorário dos Federalistas Mundiais do Canadá.
  • Presidente da Federação Mundial de Saúde Mental.
  • De acordo com a Enciclopédia Canadense do Serviço Social, Chisholm assumiu as causas da paz mundial, controle populacional, educação sexual, tolerância racial e a admissão da China na ONU.
"As Nações Unidas representam a última etapa no desenvolvimento social do mundo. Neste estágio as Nações Unidas são ainda somente uma esperança. Elas ainda não cumpriram, nem estão em condições de cumprir seu destino no tempo presente. As constituições das Nações Unidas e de suas agências especializadas estão fundadas na esperança que podem ser encontradas no mundo, em lugares suficientes, e em breve em um número suficiente, pessoas maduras e civilizadas que são capazes de viver como cidadãos mundiais... O gênero humano neste estágio de desenvolvimento necessita de esperança, pois se tornou necessário reconhecer que os antigos padrões de comportamento dos nossos ancestrais não são mais bons o suficiente."
"Os métodos pelos quais a humanidade atingiu seu presente estágio de desenvolvimento não servirão no futuro... Chegou o tempo em que o mundo precisará ter, para a sobrevivência da humanidade, grandes números de pessoas capazes de funcionar como cidadãos do mundo..." [Excertos de um discurso feito ao Clube Imperial do Canadá, 5 de abril de 1951.].
"Pare de dar às crianças respostas finais, certos e errados, ou quaisquer outros tipos de certezas. Permita que elas vejam tudo. Ajude-as a olhar para todas as realidades disponíveis e incentive-as a se prepararem para pensar de forma independente das crenças de seus pais." ("Can Man Survive?" impresso em The Nation, 27 de julho de 1946, também reimpresso na revista ETS: A Review of General Semantics).
Uma agência da Organização Mundial da Saúde (OMS), chamada "Nações pela Saúde Mental" foi estabelecida para guiar as estruturas nacionais dessa rede global fundada pelo Dr. Chisholm. O sítio na Internet nos diz: "Os governos serão auxiliados para formular, implementar, monitorar e avaliar as políticas de saúde mental... Essas políticas devem capacitar todos os indivíduos cuja saúde mental esteja apresentando distúrbios, ou cujo equilíbrio psicológico possa estar comprometido, para obterem serviços adaptados às suas necessidades, e para promover o desenvolvimento ótimo da saúde mental da população." [6].

Você se pergunta como os países definirão, medirão, monitorarão e promoverão "a saúde mental ótima da população?" Tudo começa com uma legislação sutil e até secreta. Em 1960, o Dr. Lewis Alesen, um cirurgião e presidente da Associação Médica da Califórnia fez a seguinte advertência:
"... os proponentes do programa de Saúde Mental foram rápidos em elaborar uma série de propostas legislativas... este é o antigo subterfúgio dos coletivistas, cuja única solução para qualquer problema, seja econômico, social ou político, é a aprovação de mais uma lei, a imposição de mais um tributo e a criação de mais um órgão burocrático." [7].
Ele estava certo. Ano após ano, novas leis que ampliam a rede de vigilância — e novas regulamentações que proíbem o "ódio", a "intolerância" e outras amplas e ambíguas ameaças à solidariedade — estão construindo uma inescapável estrutura para o controle.
"Temos um claro modelo estabelecido", anunciou o Secretário da Saúde David Satcher, no encontro do Consórcio Nacional Para uma População Saudável, em 1998. Falando sobre esse modelo, Satcher explicou:
"Atualmente, 47 estados estão ativamente envolvidos nas iniciativas População Saudável 2000 e as iniciativas 'Cidade Saudável e Comunidade Saudável' estão sendo seguidas em todo o país. Centenas de organizações nacionais revisaram os Objetivos do Ano 2000 e os adotaram como sendo seus... Nenhuma outra prioridade gerou tanto interesse e entusiasmo quanto esta sobre saúde mental…"
"Nossos esforços estarão focados em manter um sistema de vigilância em saúde global", ele continuou. População Saudável 2010 é a contribuição dos EUA para o chamado da OMS para que os países renovem seu comprometimento com a saúde para todos." [8].
Em 29 de abril de 2002, o presidente George W. Bush adicionou seu apoio a essa rede gigantesca ao assinar uma Ordem Executiva com o título enganoso "Comissão Presidencial Nova Liberdade Sobre Saúde Mental". Essa Ordem Executiva criou uma comissão que vinculava os Departamentos de Saúde e Serviços Humanos, Educação e Trabalho juntos em uma busca comum pelos "resultados desejados da assistência à saúde mental, com o objetivo de alcançar o nível máximo de emprego, cuidado próprio, relacionamentos interpessoais e participação na comunidade." [9].
Isto pode parecer uma coisa boa para alguns de vocês. Afinal, a doença mental deixa desoladas inúmeras vidas e famílias em todo o mundo. Entretanto, esse vasto programa de vigilância e tratamento mental vai muito além das doenças mentais reais. Em vez de informar os contribuintes que pagam seus impostos, os objetivos aparentemente bons e os títulos promissores parecem destinados a esconder a verdade, a pacificar as massas e evitar a oposição. Em seu livro Mental Robots, publicado em 1960, o Dr. Lewis A. Alesen descreveu essa velha tática:
"A maioria dos quase inumeráveis livros, panfletos e outras publicações feitas pelos patrocinadores do programa de saúde mental é propositadamente enganosa, disfarçando seu propósito real e final... a redução de todo indivíduo neste mundo, exceto os poucos favorecidos que pensam de si mesmos como possuidores de um gênio incomparável em sua capacidade de dirigir as vidas dos outros, em... uma obediência servil comum ao seu mestre, o Estado." [10].
O presidente Bush garantiu que sua "Comissão da Liberdade" (que tinha como subtítulo "Alcançando a Promessa: Transformando a Assistência à Saúde Mental na América") seguiria os princípios do Federalismo. Em vez disso, ela na verdade pavimenta o caminho para um sistema oficial de monitoração e de modificação do comportamento "do berço até a sepultura" que virará esses sábios princípios federalistas de cabeça para baixo. Para "garantir que suas recomendações promovam a inovação, flexibilidade e prestação de contas em todos os níveis do governo", essa Comissão necessita somente de "respeito" — não de aceitação ou reconhecimento — "o papel constitucional dos Estados." Isto não é o Federalismo garantido na Constituição dos EUA. [11].

Oito meses após o presidente Bush assinar essa Ordem Executiva, sua nova Comissão da Liberdade em Saúde Mental apresentou seu relatório. Como a Lei da Secretaria da Segurança Interna, o relatório enfocou a "prevenção". Para os gerentes globalistas que querem conformar nosso pensamento a um ideal comunitário, a prevenção implica um programa contínuo de avaliação, monitoração e de moldar cada mente — antes que qualquer evidência de pensamento "não saudável" apareça.
Os seguintes excertos de seu "Objetivo 4: Exame Preventivo de Saúde Mental, Avaliação e Encaminhamento a Serviços" apresenta a evidência "científica" persuasiva necessária para obter o suporte público:
"Novas compreensões do cérebro indicam que a identificação e as intervenções precoces podem melhorar grandemente os resultados e que períodos maiores de pensamentos e de comportamento anormais têm efeitos cumulativos e podem limitar a capacidade de recuperação..."
"Como as crianças de desenvolvem rapidamente, fornecer serviços de saúde mental e apoios preventivos rapidamente são necessários para evitar consequências permanentes e para garantir que as crianças estejam prontas para a escola. A neurociência emergente destaca a capacidade dos fatores ambientais de moldarem o desenvolvimento cerebral e o comportamento relacionado..."
"Intervenções precoces, como a Parceria Enfermeiro-Família, [12] e esforços educacionais podem ajudar um número maior de pais, o público, e os provedores aprendem sobre a importância dos primeiros anos na vida de uma criança e como estabelecer uma base para o desenvolvimento social e emocional saudável."
"Uma abordagem nacional e coordenada para estas questões ajudará a eliminar as barreiras sociais e emocionais para o aprendizado... Mais esforço é necessário para aumentar a conscientização do público dos requisitos de desenvolvimento para o bem-estar social e emocional das crianças." [13].
O que significa "eliminar as barreiras sociais e emocionais para o aprendizado?" Poderia isso incluir a fé cristã e uma visão bíblica do que é certo e errado? Ou as objeções dos pais à interferência do governo? Ou os direitos constitucionais que protegem a liberdade religiosa?
Em caso afirmativo, isso combinaria com o modelo do Dr. Chisholm, de 1946, para "saúde mental" (citado anteriormente). Naquela mensagem, o pioneiro da OMS perguntou: "Pode esse programa de reeducação... ser esquematizado? A resposta é "sim", e cada ano nos leva mais para perto dessa séria realidade.
Entretanto, não precisamos ficar surpresos. A Bíblia descreve um tempo em que as pessoas enfrentarão ódio e perseguição inimagináveis de um governo mundial determinado a erradicar o cristianismo bíblico e todos os outros obstáculos ao seu controle absoluto. Quando esse tempo chegar, haverá somente um local de refúgio: em Jesus Cristo. Entre este dia presente e até esse tempo futuro chegar, precisamos orar, pedir a direção de Deus e procurar despertar o maior número de pessoas que for possível para os vindouros desafios à fé e à liberdade.
"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza... Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra. O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio." [Salmos 46:1-3,10-11].

Citações Notáveis Sobre Controle, Transformação Social e Estruturas Mentais:

"Todos controlamos e todos somos controlados. À medida que o comportamento humano for melhor analisado, o controle se tornará mais eficaz." — B. F. Skinner (célebre psicólogo), Science and Human Behavior (The Free Press, 1953), pág. 438.
"Em toda a parte existe o governo, suas instituições e seus agentes benevolentes. À medida que a autoridade moral declinar, sua autoridade terapêutica crescerá."
À medida que as pessoas se tornam economicamente supérfluas e, portanto, imunes à disciplina do sistema econômico, elas precisarão ser disciplinadas pelo sistema de Serviço Social." — Peter Schrag (autor premiado), Mind Control (Pantheon Books, 1978), pág. 238.
"O Estado possui tudo, as pessoas ai incluídas. As pessoas são um investimento e um produto. O investimento é nos corpos jovens e enfermos; o produto é corpos maduros e saudáveis. Certamente, esses corpos saudáveis não podem receber a permissão de governar a si mesmos, de caírem doentes deliberadamente, talvez até de se matarem. Isto seria destruir a propriedade do Estado." — Thomas S. Szasz (Professor de Psiquiatria), The Manufacture of Madness (Dell/ Delta Book, 1970), pág. 213. Nota: Szasz é um crítico da mudança social patrocinada pelo governo e fez a declaração acima como um ponto de fato.



Parte 2: Justificando o Controle Mental

"A população hoje está sendo inundada por... propostas pelos governos federal, estadual e local classificadas sob o amplo, geral, inocente e enganoso título de 'Programa de Saúde Mental'..." — Lewis Albert Alesen, em Mental Robots. [14].
"... o controle absoluto do comportamento é iminente... O ponto crítico do controle do comportamento, na verdade, está vindo sorrateiramente sobre a humanidade sem que esta perceba que uma crise está para acontecer. O homem nunca saberá conscientemente que isto aconteceu." — Raymond Houghton, ASCD (braço de currículo da NEA, Associação Nacional da Educação), 1970. [15]
"Um iceberg apresenta somente um décimo de sua massa mortal acima da superfície do oceano", escreveu o Dr. Alesen em Mental Robots. "Assim é com este pernicioso programa de saúde mental." [Veja a Nota número 14.] Alesen, um ex-cirurgião que serviu como presidente da Associação Médica da Califórnia no anos 1950s, passou a descrever a crescente rede de controles do governo destinada a eliminar as "barreiras" à unidade global.
A conclusão dele? Os revolucionários pioneiros no movimento global de "saúde mental" mostravam pouca preocupação pelas formas padrão de doença mental. Em vez disso, a "terapia" deles visava as massas doentes da humanidade — com o foco principal nos indivíduos mal-orientados que tomam suas posições com base nas verdades bíblicas que não podem ser contemporizadas.
A psicologia das massas deles já mudou nosso mundo. Alguma vez você já se perguntou por que subitamente começamos a viver em um mundo "pós-moderno" que tem pouca tolerância pela verdade ou pelas autoridades tradicionais? Ou por que a França, a Suécia e o Canadá estão banindo as ofensivas Escrituras? Ou por que a moralidade tradicional não significa coisa alguma para os jovens de hoje, treinados no Processo do Consenso?
A guerra contra os símbolos e feriados cristãos pode ser o sintoma mais óbvio. Deus está sendo banido das celebrações do Natal, dos projetos de arte, das canções festivas e da história deste país. Até mesmo a oração pessoal de um aluno da primeira série do ensino fundamental o levou a ser ridicularizado e repreendido. Como foi que este país se afastou tanto de seus fundamentos originais?
Parte da resposta encontra-se no uso de uma palavra bem-conhecida: "Prevenção". Décadas atrás, visionários humanistas distorceram o foco em 180 graus. Não mais direcionada contra a imoralidade sexual e as seduções ocultistas, "prevenção", em vez disso, abriu a porta para as emoções proibidas, bloqueando as interferências dos pais, pastores e professores fora de moda.
Em outras palavras, prevenção seria uma chave para o controle social e a transformação coletiva. Exatamente como o Departamento da Segurança Interna dos EUA usa a palavra prevenção para justificar a extensiva vigilância sobre os cidadãos comuns, assim também os Departamentos da Saúde, de Serviços Humanos, de Educação — e seus parceiros globais — usam a palavra prevenção para moldar as visões e valores das nossas crianças.
"Nosso objetivo requererá uma mudança na cultura dominante — as atitudes, valores, normas e modos aceitáveis de fazer as coisas." [16] disse Marc Tucker, o cérebro que está por trás do atual sistema global Escola Para o Trabalho.
Na Parte 1, citei extensivamente o Dr. Brock Chisholm, o primeiro presidente da Organização Mundial da Saúde. Lembre-se, já em 1946, ele lançou a culpa pelas guerras e pelos conflitos humanos diretamente sobre os pais e professores da Escola Dominical que — desde o início — alimentam as crianças com as "certezas venenosas" da Bíblia. Chisholm, um ativo unitariano que desprezava as verdades de Deus, fez uma pergunta sugestiva:
"Podemos identificar as razões por que lutamos as guerras...? Muitas delas são fáceis de arrolar: preconceito, isolacionismo, a capacidade de emocionalmente e não criticamente... acreditar em coisas sem sentido..."
"Quando as outras doenças infecciosas foram atacadas no nível preventivo, alguns mártires tiveram de ser sacrificados para o bem da humanidade, pois as forças reacionárias também lutaram. A ignorância, a superstição, as certezas morais... resistiram por meio das organizações antirreforma, pressão dos grupos políticos e religiosos e até partidos políticos." [17].
O amigo de Chisholm, Alger Hiss, concordava. Em 1948, o infame espião soviético publicou a mensagem de Chisholm sobre saúde mental em sua revista socialista International Conciliation. Hiss, então presidente do Fundo Carnegie Para Paz Internacional, acrescentou seu próprio prefácio, que mostrou o envolvimento da Fundação Rockefeller no movimento da saúde mental. [18].
Anteriormente, outro amigo leal tinha lançado uma nova revista intitulada Psychiatry, que ganharia imenso prestígio por volta do fim do século. Seu proprietário, o psiquiatra americano Harry Stack Sullivan, também publicou a mensagem de Chisholm.
O Dr. Sullivan e o Dr. Chisholm tinham trabalhado bem de perto com o general-de-brigada britânico John Rawlings Rees. O Dr. Rees tinha ajudado a fundar o Instituto Tavistock de Psicologia Clínica, o berço do infame Instituto Tavistock das Relações Humanas. [19]. Como oficiais militares, todos os três tinham se envolvido na pesquisa psicológica usando seus respectivos exércitos. Todos queriam saber como o conflito, o medo e o trauma psicológico poderiam ser usados para gerenciar grandes populações humanas.
Os três psiquiatras representavam três países: a Grã-Bretanha, os EUA e o Canadá. Juntos, eles mapearam a rota para o sistema de gerenciamento da saúde mental do mundo seguindo a luz de suas próprias visões socialistas de conformidade global. [20].
O Dr. Rees tinha planejado uma ONG (organização não governamental) global que estaria ligada em rede com os líderes políticos e civis de todo o mundo. A liderança dele levou à criação da Federação Mundial para a Saúde Mental (WFMH, de World Federation for Mental Health), em 1948. Ela "teria relacionamento consultivo com várias agências da ONU e... grupos nacionais", mas permaneceria livre da supervisão dos governos. Seu propósito: "Promover entre todos os povos e nações o nível mais alto possível de saúde mental... em seus aspectos biológicos, médicos, educacionais e sociais mais amplos." [21].
O Dr. Chisholm, Margaret Mead (a segunda presidente da federação) e outros cientistas sociais de dez países redigiram o documento de fundação, "Saúde Mental e Cidadania Mundial". Observe a atitude deles em relação aos valores tradicionais:
  • Os estudos do desenvolvimento humano indicam a mutabilidade do comportamento humano durante toda a vida, especialmente durante a infância e adolescência... As ciências sociais e a psiquiatria também oferecem uma melhor compreensão dos grandes obstáculos para o rápido progresso nas relações humanas..."
  • "As instituições sociais, como a família e a escola, impõem suas marcas desde cedo... São os homens e mulheres em quem esses padrões de atitude e comportamento foram incorporados que apresentam resistência imediata para as transformações sociais, econômicas e políticas. Assim, o preconceito, a hostilidade ou o excessivo nacionalismo podem se tornar profundamente incorporados na personalidade em desenvolvimento... frequentemente a um grande custo humano..."
  • "... a transformação encontrará forte resistência, a não ser que uma atitude de aceitação tenha sido engendrada primeiro." [22].
Hoje, mais de cinquenta anos mais tarde, essa "atitude de aceitação" foi construída. As nações de todo o mundo estão rapidamente se conformando com o padrão definido nos anos 1940s. A rede global de parceiros em "saúde mental" está trabalhando para evitar tudo o que possa atrapalhar o pensamento coletivo "positivo" na crescente aldeia global. Poucos são aqueles que observam os tentáculos dessa rede alcançando os programas de saúde comunitários e a sociedade civil nos mais de 130 países do mundo." [23].
Pressionadas por esse sistema maciço, nossas comunidades estão mudando rapidamente. Ismail Serageldin, vice-presidente do Banco Mundial, explica que as cidades são "os vetores da mudança social e da transformação" [24]. É aqui que as escolas, agências de saúde, instituições privadas, a mídia, os ativistas sociais e outros membros da "sociedade civil" se unem para promover o "progresso" e produzir "cidadãos mundiais" para a planejada comunidade do século 21. A imigração em massa e os conflitos multiculturais fazem crescer a urgência e a crise intencional está ajudando a promover as soluções pré-planejadas.
Hoje, as estratégias para a transformação social, como o pensamento de grupo, a solução de conflitos, a construção do consenso e a contemporização contínua estão se tornando a norma. Todos eles estão baseados no Processo Dialético do Consenso usado na antiga União Soviética para conformar as mentes à ideologia soviética. [25].
Não é de se admirar que o Dr. Satcher, ex-Secretário da Saúde dos EUA, tenha mostrado interesse especial no campo da saúde mental. "Nenhuma prioridade gerou tanto interesse e entusiasmo quanto esta sobre saúde mental", ele anunciou em 1998, "... nossos esforços estarão focados em manter um sistema de vigilância global da saúde." [26].
O Dr. Richard Carmona, o novo Secretário da Saúde dos EUA, indicado pelo presidente George W. Bush, parece estar seguindo o mesmo plano. Em um discurso na convenção anual da Associação Americana de Psicologia, em 2003, ele pediu ajuda para elevar "a instrução do público sobre a saúde mental":
"Até que possamos dizer as palavras 'saúde pública' e todos pensarem que isso inclui a saúde mental, não teremos um sistema de assistência à saúde completo", o Dr. Carmona disse à plateia de psicólogos.
"Não estarei satisfeito até que alcancemos a paridade." [27].
"Minha agenda é a prevenção", Carmona informou ao Instituto Nacional de Saúde.
"Precisamos nos tornar uma sociedade orientada para a prevenção — uma sociedade que aceite a responsabilidade social e que tome boas decisões. Coisas como não fumar, maior atividade física e a eliminação dos comportamentos de risco são medidas muito simples e eficazes em termos de custos e que podem ter um imenso impacto em nossa sociedade. Afinal, os estilos de vida que estamos criando hoje são aqueles que nossos filhos e netos herdarão." [28].
O argumento dele parece ser verdadeiro. Os bons médicos naturalmente incentivam a prevenção; eles querem que seus pacientes mantenham sua saúde e vitalidade.
Mas, quando "agentes de transformação" globalistas entram no quadro com suas estratégias psicossociais, chamando sua agenda de "prevenção" para obterem a aprovação do público, eles trazem a opressão em lugar da paz. Carmona mencionou mudanças positivas no estilo de vida, como praticar exercícios físicos e não fumar, Essas são boas sugestões. Entretanto, quando autoridades do governo assumem o direito de guiar nossas vidas pessoais, para aonde mais eles poderão nos levar? Poderão elas exigir a participação no Processo do Consenso por meio do "aprendizado para o trabalho" e outros programas manipuladores "de educação contínua" financiados pelo governo? Na verdade, isto já está acontecendo, exatamente como ocorria na União Soviética no passado. [29].

Mais Citações Notáveis Sobre Controle, Transformação Social e Estruturas Mentais:

"A ciência futura da civilização pode ser resumida em uma frase. Ela será a ciência do Poder... Dêem-nos os jovens. Dêem-nos os jovens e criaremos uma nova mente e um novo mundo em apenas uma geração..."
"O poder em sua expressão mais elevada é a ciência de organizar a mente do indivíduo no serviço do universal." – Benjamin Kidd (sociólogo britânico), The Science of Power (Methuen & Company, 1918), págs. 258, 298.
"O Estado-nação que criamos é um conceito imperfeito. Na melhor das hipóteses, é um etapa para onde precisamos chegar: a mordomia planetária. Somente conseguiremos chegar ali se transformarmos 5,5 bilhões de mentes de uma infinidade de ignorâncias culturais para uma estrutura mental unificada." — Desmond E. Berghofer (ex-deputado e assistente do Ministro de Educação Avançada do governo da província de Alberta, no Canadá), The Visioneers: A Courage Story About Belief in the Future (Creative Learning International Press, 1992), pág. 37.
"A solução para os problemas globais contemporâneos requer solidariedade global. Precisamos nos identificar em níveis mais inclusivos como membros de uma Humanidade Única. Precisamos mudar nossas atitudes, valores e comportamentos para nos adaptarmos a essa nova identidade." — Nancy B. Roof (Centro de Psicologia e Mudança Social), declaração feita no Encontro de Cúpula Mundial para o Desenvolvimento Social, da ONU, em 1995, Social Priorities of Civil Society (Serviço de Ligação Não-Governamental da ONU, 1996), pág.120.
Dentro do novo sistema, os indivíduos que não se sujeitarem serão pegos e disciplinados, pois a rede de vigilância e correção está se tornando virtualmente inescapável. Na Parte 1, vimos como a "Comissão da Liberdade Sobre Saúde Mental", criada pelo presidente Bush, envolverá avaliações contínuas e a monitoração dos recursos humanos. As crianças classificadas como isoladas, de pensamento independente, membros ruins e que não cooperam com a equipe (isto é, as crianças indispostas a se conformarem com o grupo) estarão sob o risco de receberem um tratamento corretivo compulsório.
No fim, todas as pessoas e instituições ficarão sujeitas à avaliação segundo os intrusivos padrões nacionais e internacionais para a saúde mental positiva.
Promovidos como prevenção, esses controles poderão até mesmo parecer corretos. Afinal, é para o "bem comum". Em um mundo idiotizado pelas emoções do entretenimento e pelas seduções sensuais da mídia, que fazem as pessoas se sentirem bem consigo mesmas, as massas dificilmente observarão a perda de suas liberdades.
"Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério." [2 Timóteo 4:3-5].
Berit Kjos e autora de Brave New Schools e de A Twist of Faith. O website dela, http://www.crossroad.to, contém inúmeros artigos e ensaios interessantes.

Notas Finais

1. "Saúde Mental e Cidadania Mundial", apresentada no Congresso Internacional Sobre Saúde Mental, em Londres, em 1948. Nesta conferência, o nome do congresso foi modificado para Federação Mundial para a Saúde Mental (WFMH). Desde então, a WFMH cresceu e se transformou em uma rede global gigantesca. Trabalhando de perto com a Organização Mundial de Saúde (OMS), ela está implementando sua agenda em todos os países e regiões do mundo.
2. Bertrand Russell, The Impact of Science on Society (New York: Simon & Schuster, 1953), pág. 30. Citado por Lewis Albert Alesen, Mental Robots (Caldwell, ID: Caxton Printers, 1960), pág. 26.
3. Veja, "Brainwashing in America", em http://www.crossroad.to/articles2/brainwashing.html.
4. G. Brock Chisholm, "The Re-Establishment of Peacetime Society", Psychiatry, fevereiro de 1946.
5. Veja "Ban Truth, Reap Tyranny", em http://www.crossroad.to/articles2/2003/ban-truth.htm.
6. Encontrado no site da "Nations for Mental Health", em http://www.who.int/msa/nam/nam6.htm (o link está agora obsoleto). Temos uma cópia da página e forneceremos maiores detalhes sobre este programa na Parte 3 desta série.
7. Lewis Albert Alesen, Mental Robots (Caldwell, ID: Caxton Printers, 1960), pág. 29.
8. David Satcher, Encontro do Consórcio Nacional da População Saudável, 12 de novembro de 1998, http://odphp.osophs.dhhs.gov/pubs/ HP2000/satchconsor.htm.
9. Ordem Executiva de 29 de abril de 2002, em http://www.whitehouse.gov/news/releases/2002/04/print/20020429-2.html. Esta declaração também incluía "Assuntos dos Ex-Combatentes Veteranos".
10. Lewis Albert Alesen, Mental Robots (Caldwell, ID: Caxton Printers, 1960), pág. 23.
11. Veja "Federalism" e "Homeland Security and the Transformation of America" na seção Articles em http://www.crossroad.to. Quando o governo federal considera cada estado responsável por cumprir as "conclusões" definidas de cima para baixo e determinadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ele viola a Décima Emenda da Constituição. Retendo o repasse de verbas e definindo normas, o governo assume o poder de governar os estados. Mostrando "respeito", em vez de submissão à Constituição, ele manipula tanto a intenção quanto o poder da lei. A Ordem Executiva revisada de Clinton sobre o Federalismo armou o cenário. Ela redesenhou e redefiniu o relacionamento entre os estados e a Casa Branca e o poder executivo está se aproveitando de seus novos poderes.
12. Para compreender como esta "Parceria Enfermeiro-Família" ameaça a família tradicional e desafia os valores tradicionais, leia o capítulo 7 do livro Brave New Schools, disponível em http://www.crossroad.to/Books/BraveNewSchools/7-Silencing_Opposition.htm.
13. A Comissão Presidencial Nova Liberdade Sobre Saúde Mental, "Alcançando a Promessa: Transformando a Saúde Mental na América", Objetivo 4, em http://www.mentalhealthcommission.gov/reports/FinalReport/FullReport-05.htm.
14. Lewis Albert Alesen, Mental Robots (Caldwell, ID, Caxton Printers, 1960), pág. 11.
15. Estudo de Viabilidade, Behavioral Science Teacher Education Program (B-STEP), Department of Health, Education and Welfare, Bureau of Research, 1969.
16. Marc Tucker, "How We Plan to Do It". Proposta para o New American School Development Corporation, National Center for Education and the Economy, 9 de julho de 1992.
17. Dr. G. Brock Chisholm, "The Re-Establishment of Peacetime Society", Psychiatry, fevereiro de 1946.
18. Charlotte Iserbyt, The Deliberate Dumbing Down of America (Ravenna OH, Conscience Press, 1999), pág. 42.
19. Veja "Brainwashing in America", em http://www.crossroad.to/articles2/brainwashing.html.
20. Veja "Steps Toward Global Mind Control", em http://www.crossroad.to/Excerpts/chronologies/mind-control.htm.
21. Veja "Origins of the World Federation for Mental Health", em http://www.psych.org/pnews/98-01-19/hx.html.
22. "Mental Health and World Citizenship", documento de fundação da Federação Mundial para a Saúde Mental, págs. 7 e 8. Distribuído pela Associação Nacional para a Saúde Mental, 1790 Broadway, New York, NY.
24. Gravação minha em um Seminário Sobre Solidariedade, na Conferência da ONU Sobre Habitações Humanas (Habitat II) em Istambul. Veja o artigo "A Marcha em Direção à Solidariedade Global", em http://www.espada.eti.br/db073.asp.
26. David Satcher, "Building the Next Generation of Healthy People", Encontro do Consórcio Nacional de População Saudável, 12/11/1998, em http://odphp.osophs.dhhs.gov/pubs/HP2000/satchconsor.htm.
27. "U.S. Surgeon General Vows Support for Mental Health Parity", em http://www.apa.org/monitor/oct03/parity.html.
28. "Prevention, Preparedness Are Top Priorities", em http://www.nih.gov/news/NIH-Record/01_21_2003/story01.htm.
29. Veja "Serving a Greater Whole", em http://www.crossroad.to/Books/BraveNewSchools/6-Service.html e "Brainwashing and Education Reform", em http://www.crossroad.to/Quotes/brainwashing.html.



A Conexão com o Instituto Tavistock

Autor: Dennis Cuddy
Nota do Editor da Forcing Change: Como o artigo de Berit Kjos sobre o controle mental menciona rapidamente o Instituto Tavistock, estou incluindo aqui dois excertos de um artigo escrito pelo Dr. Dennis Cuddy, intitulado "Tavistock". Eu o incentivo a ler o artigo completo, que pode ser encontrado em http://www.newswithviews.com/Cuddy/dennis122.htm.
Ao longo dos anos, o Dr. Cuddy e eu discutimos diversas agendas geopolíticas e suas conexões. Frequentemente, passamos tempo analisando as descobertas um do outro. A reputação do Dr. Cuddy como um pesquisador sério é reconhecida em toda a comunidade dos analistas cristãos. Ele trabalhou como um associado-sênior no Departamento de Educação, em Washington, e escreveu diversos livros, incluindo Secret Records Revealed. Frequentemente, ele é convidado para apresentar suas análises em diversos programas de rádio em toda a América do Norte.


O Instituto Tavistock de Psicologia Clínica foi fundado em 1920. Ele esteve envolvido em psicoterapia e os psiquiatras da Clínica Tavistock queriam aplicar suas descobertas no público geral na forma de certos programas de serviço social.
John Rawlings Rees (que mais tarde seria um dos co-fundadores da Federação Mundial para a Saúde Mental, em 1948) era um vice-diretor do Instituto Tavistock neste tempo (ele se tornaria diretor em 1932). Rees desenvolveu o "Método Tavistock", que induz e controla o estresse por meio daquilo que ele chamava de "ambientes psicologicamente controlados", de modo a fazer as pessoas abrirem mão de suas crenças mais firmes sob a "pressão dos pares".
O Método Tavistock estava baseado no trabalho feito pelo psicanalista britânico Wilfrid Bion com relação aos papéis dos indivíduos dentro dos grupos. Esse modelo foi mais tarde substituído em uma série de conferências (1957-1965) lideradas por A. Kenneth Rice, presidente do Centro para Pesquisa Social Aplicada, do Instituto Tavistock. O transição foi para as dinâmicas das relações de liderança e autoridade nos grupos. De acordo com o Instituto A. K. Rice:
"Em 1965, Rice dirigiu uma conferência nos Estados Unidos, quando o Método Tavistock começou a ser desenvolvido no país por Margareth Rioch e outros. O Instituto A. K. Rice é agora o equivalente americano do Instituto Tavistock. Em 1930, o Instituto Tavistock de Psicologia Clínica esteve envolvido com a segunda Conferência Bienal Sobre Saúde Mental, onde o psiquiatra J. R. Lord advogou o desafio aos antigos valores, dizendo que 'o objetivo deve ser controlar não somente a natureza, mas a natureza humana'. Ele também falou sobre a 'necessidade de desarmar a mente'."
Rees foi até mais longe do que isto em 18 de junho de 1940, no encontro anual do Conselho Nacional para Higiene Mental do Reino Unido. Em seu discurso sobre "Planejamento Estratégico para a Saúde Mental", ele proclamou:
"Portanto, podemos justificadamente enfatizar nosso ponto de vista particular com relação ao desenvolvimento apropriado da psiquê humana, embora nosso conhecimento ainda seja incompleto. Precisamos ter como alvo fazê-lo permear cada atividade educacional na nossa vida nacional... Fizemos um bom ataque contra diversas profissões. As duas mais fáceis, naturalmente, são a profissão de professor e a igreja; as duas mais difíceis são o direito e a medicina... A vida pública, a política e a indústria devem todas ficar dentro de nossa esfera de influência... Se queremos infiltrar as atividades profissionais e sociais das outras pessoas, acho que precisamos imitar os totalitários e organizar algum tipo de atividade de quinta-coluna! Para que melhores ideias sobre saúde mental progridam e se disseminem, nós, como vendedores, precisamos perder nossa identidade... Portanto, sejamos todos nós, de forma muito secreta, 'quintas-colunas'." (Veja Mental Health, Vol. 1, No. 4, outubro de 1940).
[...]
Nos anos 1990s, o Instituto Tavistock não somente iniciou uma nova revista intitulada Evaluation (Avaliação), em 1995, mas junto com a Comissão Europeia também trabalhou em um estudo de viabilidade para pesquisar o efeito de usar cartões inteligentes na certificação da competência. O estudo foi realizado nos EUA e em partes da Europa. O projeto envolvia avaliar e validar o conhecimento e as habilidades dos estudantes e colocar as informações no cartão inteligente, que "se tornava um verdadeiro passaporte para a empregabilidade". A implicação, obviamente, é que sem esse "verdadeiro passaporte" ninguém conseguiria um emprego.
Seja bem-vindo ao Estado fascista e feudal do futuro, condicionado psicologicamente pelo Instituto Tavistock, sob o governo mundial socialista das elites do poder! Isto levará ao que Daniel 8:23-25 prediz:
"Mas, no fim do seu reinado, quando acabarem os prevaricadores, se levantará um rei, feroz de semblante, e será entendido em adivinhações. E se fortalecerá o seu poder, mas não pela sua própria força; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo. E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o Príncipe dos príncipes, mas sem mão será quebrado."
Como é possível que o "povo santo" seja destruído? É porque muitos dos que se dizem cristãos estão sentados e inertes enquanto a "religião" do humanismo secularizado (laico) está sendo ensinado nas escolas públicas há mais de quarenta anos. Os valores estão sendo ensinados nas escolas públicas baseados na ética situacional, sem referência a Deus como uma autoridade moral. Este é um dogma fundamental do humanismo secularizado (veja o Primeiro e o Segundo Manifestos Humanistas), que foi declarado uma "religião" pela Suprema Corte dos EUA no julgamento Torcaso x Watkins, em 1961. Os alunos das escolas públicas aprendem (sem referência à autoridade moral de Deus) a decidir por si mesmos o que é certo ou errado com base na situação. E os cristãos estão permitindo que essa "religião" seja ensinada nas escolas públicas ao mesmo tempo que a Suprema Corte baniu o Deus da Bíblia como autoridade moral nas mesmas escolas. Os quarenta anos disso produziram mais humanistas secularizados que o "povo santo" de Deus, cujas fileiras cada vez menores estarão em vasta inferioridade numérica em relação aos humanistas secularizados que os "destruirão" como resultado de sua "situação". Que Deus nos ajude!


Autores: Berit Kjos e Dennis Cuddy, artigo original em http://www.forcingchange.org, Volume 2, Edição 2.
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/mental.asp

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