sexta-feira, 27 de novembro de 2015

[Importante] Estrutura organizacional da corporação Illuminati



[Imagem: illumicorp-illuminati-nom.jpg?resize=390%2C205]


Conheça a estrutura organizacional da companhia Illuminati

Chegamos ao penúltimo artigo da série sobre a Illumi Corp. Apresentaremos a filosofia gerencial e a estrutura organizacional da complexa corporação controlada pela elite global Illuminati.

Partindo do primeiro item, a Illumi Corp baseia-se no seguinte pressuposto:

"Controlando a cabeça, você controla o corpo".

A partir desta filosofia gerencial, pode-se compreender que a estratégia administrativa dos Illuminati consiste em projetar um de seus membros para encabeçar determinada instituição.

A partir desse cabeça, controla-se a organização inteira, uma vez que o corpo de qualquer uma delas está doutrinado a seguir as ordens que vêm de cima.

A ONU, por exemplo, é uma organização Illuminati. Nem todos os países membro são seus aliados ou apoiam a Nova Ordem Mundial. No topo das Nações Unidas, entretanto, ditando muitas regras, estão cinco países fixos, que nunca mudam. Destes cinco, três, ou seja, a maioria, são controlados pela elite global: EUA, Inglaterra e China.

No caso do Vaticano, por exemplo, nem todos os membros são diretamente controlados pelos Illuminati ou estão engajados nos planos globais, mas devem respeitar as ordens do Papa. Um único indivíduo, encabeçando a instituição, controla os que estão abaixo, no corpo dela.


Orientados por tal filosofia gerencial, o topo da pirâmide Illumi Corp, onde está a pirâmide Illuminati, o “centro de controle” que veremos a seguir, opera uma malha bastante reduzida de pessoal: controlam apenas os cabeças colocados nas instituições que ocupam posição na porção inferior da grande pirâmide Illumi Corp.

Perceba, pois, que estamos a falar de duas pirâmides: uma dentro da outra. A maior delas representa toda a Illumi Corp e envolve uma grande estrutura global. No topo dessa grande pirâmide global existe uma pirâmide menor, a pirâmide Illuminati, onde se encontra o signo “o olho que tudo vê” representando a elite global, o topo do mundo. É nesta pequena pirâmide onde se encontram as 15 famílias Illuminati.

O maior exemplo público e oficial desta composição é o Grande Selo [The Great Seal], estampado na nota de um dólar americano representando exatamente a estrutura Illumi Corp. Observe na imagem:

[Imagem: the-great-seal.jpg?resize=524%2C401]


A grande pirâmide com o topo destacado, de onde sai uma luz [Illuminati = iluminados] e onde está localizado o olho que tudo vê. Na parte de baixo do selo e em latim, está escrito: Nova Ordem dos Séculos.

Vamos então começar observando a hierarquia da pequena pirâmide, no topo da estrutura. Veja a imagem:

[Imagem: piramide-illuminati.jpg?resize=660%2C370]


No primeiro nível, a base da pirâmide Illuminati, encontram-se os iniciantes, os agentes que fazem o intermédio entre o Gerente Executivo e as instituições que compõem a grande pirâmide Illumi Corp, que veremos mais abaixo.


Quem são os iniciantes? Não se pode saber ao certo, mas apenas supor. Eu, particularmente, acredito em duas possibilidades:

1ª – Membros diretos das famílias Illuminati que iniciam seu aprendizado de gestão sendo colocados na primeira camada e, posteriormente, sendo alçados às camadas superiores;

2ª – Executivos avançados de instituições controladas pelos Illuminati, não necessariamente membros diretos de suas famílias, que são posicionados na base da pirâmide Illuminati, na camada Iniciante.

Na camada Supervisor estão os que monitoram e dão suporte aos iniciantes. Da camada Supervisor para cima, eu, particularmente, acredito que só existam membros diretos das 15 famílias Illuminati.

Obs.: O funcionamento do sistema gerencial dentro da pirâmide Illuminati não se pode saber. Conhecemos, no máximo, a nomenclatura de sua distribuição hierárquica, apresentada acima.

Vamos agora aos níveis organizacionais da parte inferior da grande pirâmide Illumi Corp. Observe a imagem:

[Imagem: piramide-illumicorp.jpg?resize=660%2C370]


Veja que no topo da pirâmide Illumi Corp encontra-se a pequena pirâmide Illuminati [elite global], que acabamos de mostrar, com o olho que tudo vê.

Observe que em baixo da grande pirâmide é mostrada a população sendo esmagada pelo sistema [o gráfico foi extraída do site da Illumi Corp].

Na base da grande pirâmide, em seu primeiro nível, estão as organizações que dão suporte à Nova Ordem Mundial, mostradas neste artigo. Seus colaboradores trabalham, esforçam-se, levantam a bandeira e tentam puxar pessoas para dentro do sistema. Observe os bonequinhos e você identificará essa mensagem.

Logo acima vêm os governos e, em seguida, a força militar. Aqui é fundamental destacar que esses dos níveis se aplicam aos países controlados pelos Illuminati; não são todos. Acredito na possibilidade de haver mais países influenciados pela elite, além dos cinco oficiais, tendo assim seus governos e força militar igualmente conduzidos ou, no mínimo, orientados.

Religiões e fraternidades, na seqüência, são globais. Eles dominam amplamente as instituições católicas e protestantes, além das mais influentes sociedades secretas ocultistas [consulte aqui as instituições controladas].

Por fim, no penúltimo nível da pirâmide Illumi Corp, imediatamente abaixo da pirâmide superior Illuminati, encontram-se as instituições financeiras, que também são amplamente controladas, a partir do FMI. Trata-se, portanto, do principal mecanismo de controle global e por isso declaram, neste documento, que por meio de crises financeiras provocadas eles controlam e subjugam as nações para que se curvem à Nova Ordem Mundial.

Assim, pois, é como está disposta a complexa organização chamada Illumi Corp [Corporação Illuminati] cujo slogan é:

"Nosso mundo, sua herança."

O resumo de toda essa arquitetura é representado na própria logomarca da Illumi Corp, veja:

[Imagem: logo-illumicorp.jpg?resize=500%2C500]


A grande pirâmide toda segmentada em camadas tendo em seu topo uma pirâmide em destaque, fechada, e com um círculo simbolizando o olho que tudo vê.

Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com

domingo, 11 de outubro de 2015

10 operações de Falsa Bandeira que moldaram o nosso Mundo



De Nero ao 11 de Setembro de 2001, via Pearl Harbor e ao incidente do Golfo de Tonkin… Joe Crubaugh fornece “os maiores sucessos de sempre” de operações clandestinas, em que um cenário repete-se: como o mundo continua a cair sempre na mesma mentira.

As Operações de Falsa Bandeira mais comummente conhecidas consistem numa agência do governo a encenar um ataque terrorista, segundo o qual uma entidade não envolvida é culpada pelo massacre.

Como pelo menos dois milênios provam, operações clandestinas, com doses saudáveis de propaganda e de ignorância é uma grande receita para a Guerra.

Em "War is a Racket" o major general, vencedor de duas medalhas de honra Smedley Butler escreveu: “Passei 33 anos e quatro meses de serviço militar ativo e durante esse período passei a maior parte do meu tempo como homem forte ao serviço de grandes empresas de Wall Street e para os banqueiros
Em suma, eu era um mafioso, um gangster para o capitalismo.”
Ajudei a fazer do México e especialmente a Tampico segura para os interesses petrolíferos americanos em 1914.

Eu ajudei a fazer do Haiti e Cuba lugares decentes para os rapazes do National City Bank recolherem receitas.

Ajudei no estupro de uma meia dúzia de repúblicas da América Central para o benefício de Wall Street. Ajudei a purificar a Nicarágua para a Casa Bancária Internacional da Brown Brothers entre 1902 e 1912.

Trouxe luz para a República Dominicana para os interesses açucareiros americanos em 1916. Ajudei a tornar Honduras apropriada para as empresas de frutas americanas em 1903. Na China, em 1927, ajudei a fazer com que a Standard Oil continuasse o seu caminho sem ser molestada.”

Não deixe de ler também o post "Ataques de Falsa Bandeira".

Você pode não ter ouvido falar dessas operações, mas talvez já tenha ouvido falar das seguintes?


1.) Nero, os Cristãos, e o grande incêndio de Roma

[Imagem: Nero.jpg]

Roma, na noite de 19 de Julho de 64 depois de Cristo. O grande incêndio irrompeu sobre os telhados de lojas perto do local de entretenimento massivo e corridas de carruagem chamados Circus Maximus.

As chamas, forjadas por um vento forte, rapidamente engoliram áreas da cidade densamente povoadas. Após o incêndio não controlado por cinco dias, quatro dos 14 distritos romanos foram queimados totalmente, e mais sete foram severamente danificados. Não era segredo que Nero queria construir uma série de palácios que ele planejou nomear “Nerópolis".
Mas, a localização foi planeada dentro da cidade e para que pudesse construir Nerópolis, um terço de Roma teria de ser demolida. O senado rejeitou a ideia. Então, por coincidência, o fogo limpou a própria zona imobiliária onde se tencionava construir Nerópolis.

Apesar do benefício óbvio, ainda se considera a probabilidade de que não tenha sido Nero a iniciar o fogo. Cerca de uma centena de pequenos incêndios irromperam regularmente em Roma todos os dias.

Além disso, o incêndio destruiu o próprio palácio de Nero e parece que Nero fez tudo o que podia para acabar com o fogo. Relatos da altura afirmam que quando Nero ouviu falar sobre o incêndio, correu de volta a partir de Antium para organizar um esforço de relevo, utilizando o seu próprio dinheiro.

Ele abriu os palácios para deixar entrar os desabrigados e abasteceu os sobreviventes com alimentos. Nero também concebeu um novo plano de desenvolvimento urbano que faria Roma menos vulnerável ao fogo.

Mas, embora tenha estabelecido regras para garantir uma reconstrução segura, também deu a si mesmo uma grande extensão da propriedade da cidade com a intenção de lá construir o seu novo palácio.

As pessoas sabiam dos planos de Nero para Nerópolis, e todos os seus esforços para ajudar a cidade não conseguiram contrariar os rumores desenfreados de que ele ajudou a iniciar o incêndio.

Quando a sua popularidade caiu, o governo de Nero percebeu a necessidade de empregar a Falsa Bandeira 101: Quando alguma coisa qualquer coisa de ruim acontece consigo, mesmo que seja acidental, apontar o dedo ao seu inimigo.

Felizmente, havia um novo culto de religioso bastante apropriado. O culto era impopular porque os seus seguidores recusaram adorar o imperador, denunciavam as posses, realizavam reuniões secretas e estavam sempre a falar sobre a destruição de Roma e do fim do mundo.

Mais felizmente para Nero, dois dos maiores líderes do culto, Pedro e Paulo, estavam atualmente na cidade. Nero espalhou a palavra que os cristãos tinham começado o grande incêndio. Os cidadãos de Roma “compraram” a sua mentira.

Pedro foi crucificado e Paulo decapitado. Centenas de outras pessoas do jovem culto foram lançadas aos leões ou untados com alcatrão e incendiados para se tornarem lâmpadas de rua humanas.

2.) Lembre-se do Navio Maine – que se dane a Espanha

[Imagem: Maine.jpg]

O império espanhol foi o primeiro império verdadeiramente global, atingindo o seu auge territorial no final de 1700.

Em 1898, a Espanha estava a perder territórios regularmente. Cuba também se estava a tornar cada vez mais difícil de controlar e uma pequena revolução eclodiu

Esta não foi uma boa notícia para as pessoas nos Estados Unidos que possuíam o açúcar cubano, tabaco e propriedades da indústria de ferro, avaliadas em mais de 50 milhões dólares americanos.

Os principais meios de comunicação, então dominados por magnatas de jornais, Joseph Pulitzer e William Randolph Hearst, exageraram, e sem rodeios fabricaram histórias de condições horríveis sob o domínio espanhol.

Seguindo a máxima milenar: “if it bleeds, it leads“, os jornais publicaram histórias sobre campos de extermínio espanhol, canibalismo espanhol e tortura desumana. Os jornais enviaram repórteres para Cuba.

No entanto, quando lá chegaram, encontraram uma história diferente. O artista e correspondente Frederick Remington escreveu de volta para Hearst: “Não há Guerra. Pedindo para ser lembrada a “famosa resposta de Hearst“: “por favor, permaneçam. Você fornece as imagens, eu vou fornecer a Guerra“.

E ele assim o fez. O seu jornal, continuamente gritando como a Cuba espanhola estava a caminhar em direção ao inferno, convenceram as grandes empresas nos EUA a colocar pressão sobre o presidente anti-Guerra William McKinley para proteger os seus investimentos cubanos.

McKinley, em resposta, enviou o navio de guerra USS Maine ao porto de Havana como uma pequena amostra da sua força.

Três semanas depois de chegar, na noite de 15 de Fevereiro de 1898, o USS Maine explodiu, matando 266 homens. Há duas teorias para a explosão: alguns acreditam que a explosão foi causada por uma mina externa que detonou os paióis de munições do navio.

Outros dizem que foi causado por um incêndio espontâneo no depósito de carvão que atingiu os paióis de munição. Atualmente, as evidências parecem favorecer a teoria da mina externa.

Sem esperar por uma investigação, os principais Meios de Comunicação da América culparam a Espanha da tragédia e “bateram os tambores” para a Guerra.

Em Abril, McKinley cedeu à pressão da opinião pública e assinou uma resolução do congresso que declarava Guerra à Espanha. Para ajudar a pagar a guerra Hispano-Americana, o congresso aprovou um imposto “temporário” de 3 por cento nas contas de telefone de longa distância.

Este era essencialmente um imposto sobre os ricos, já que apenas cerca de 1300 americanos possuíam telefones em 1898. Embora a guerra Hispano-Americana terminasse em 1898, o imposto temporário só foi abolido em… 2005. Durante a sua vigência, de 107 anos gerou quase 94 trilhões de dólares – mais de 230 vezes o custo da guerra Hispano-Americana.

A guerra Hispano-Americana colocou um grande prego no caixão do império mundial da Espanha. E até ao final de 1898, os Estados Unidos, que foi fundado em oposição ao imperialismo, encontrou-se no controlo não só de Cuba, mas das Filipinas, Porto Rico, Guam e das ilhas havaianas também.

3.) O Incidente da Manchúria

[Imagem: Manchurian_Incident.jpg]

A crise econômica na sequência de 1929 que quase obliterou Wall Street atingiu essencialmente o Japão: as exportações caíram, o desemprego aumentou. O Japão, não sendo rico em recursos naturais, petróleo e carvão necessário para ter como colocar em funcionamento as máquinas para produzir bens para vender a outros países e assim gerar receitas, para comprar comida e ter energia suficiente.

O Manchúria, uma província da China, tinha o seu quinhão de petróleo e carvão. Após o Japão decidir que precisava invadir a Manchúria, eles precisavam de um pretexto para justificar a invasão.

Escolheram criar um ataque de Falsa Bandeira numa estrada de caminho de ferro perto de Liutiao Lake… uma grande área plana que não tinha nenhum valor militar quer para os japoneses ou chineses.

O principal motivo para o local ter sido escolhido foi pela sua proximidade (cerca de 800 metros) das tropas chinesas estacionadas em Beidaying.

A Imprensa japonesa marcou o sitio “sem nome” da explosão Liutiaogou, que significava em japonês para ponte Liutiao. Não havia nenhuma ponte ali, mas o nome ajudou a convencer alguns que a sabotagem foi um ataque estratégico chinês.

O coronel Itagaki Seishiro e o tenente-coronel Kanji Ishiwara ordenaram aos oficiais do regimento de Shimamoto que colocassem uma bomba debaixo dos carris. A bomba original falhou ao detonar e uma substituta tinha de ser encontrada.

Então, às 22h20min, do dia 18 de Setembro de 1931, os carris foram rebentados. Surpreendentemente, a explosão foi menor. Apenas um lado dos carris foi danificado, e os danos foram tão leve que um comboio que seguia para Shenyangpassou por estes apenas alguns minutos mais tarde. Mas era uma desculpa boa o suficiente para invadir…

Os japoneses acusaram imediatamente os soldados chineses da destruição, e em seguida,invadiram a Manchúria. Um governo fantoche conhecido como Manchukuo foi instalado.

A Liga das Nações investigou um relatório de 1932 e negou que a invasão tenha sido um ato de defesa, como o Japão informou. Mas ao invés de desocupar a Manchúria, o Japão decidiu abandonar a Liga das Nações, a precursora da Organização das Nações Unidas(ONU).

4.) Segredos do incêndio de Reichstag

[Imagem: Fogo_Reichstag.jpg]

Em 1933, apenas uma semana antes das eleições gerais que poderiam colocar Nazis suficientes no poder para fazer de Hitler ditador, o Reichstag, que abrigava o parlamento do Império Alemão, foi incendiado. Adolf Hitler assegurou a todos que os terroristas comunistas provocaram o incêndio.

Hermann Göring membro do partido de Hitler afirmou que ele tinha provas secretas que em breve seriam tornadas públicas, evidencias que provavam que os comunistas teriam sido os autores.

Estas proclamações vieram ao de cima em semanas de violência nas ruas, organizadas pelos Nazis concebidas para condicionar o público a gerar um medo patológico dos comunistas.

No dia seguinte nazis convenceram o senil presidente Von Hindenburg a assinar o decreto de Reichstag.

O decreto utilizava a defesa contra o terrorismo como uma desculpa, suspendendo quase todos os grandes conjuntos de de liberdades civis na constituição de Weimar: habeas corpus (o direito de saber por que se é preso) desapareceu.

A liberdade de opinião? Desapareceu. A liberdade de Imprensa? Deixou de existir.

A liberdade para organizar e reunir? Desapareceu. O decreto Reichstag permitiu até mesmo ao governo espiar conversas pessoais de correio e telefone dos seus próprios cidadãos sem um mandado judicial… algo que é comum atualmente aos americanos: foi um precursor para o presidente George W. Bush numa ordem secreta em 2002, ordenar à Agência de Segurança Nacional (NSA) para fazer exatamente a mesma coisa.

Então e em relação ao incêndio? A única coisa que os historiadores parecem concordar é que Marinus van der Lubbe, um ex-comunista holandês e incendiário mentalmente perturbado com fome de fama, foi encontrado no interior do edifício.

Apesar da tentativa Nazi de culpar um grupo de comunistas pelo incêndio, estes foram posteriormente absolvidos pelo próprio governo Nazi. Depois de anos de extensa investigação, a maioria dos historiadores acreditam que os próprios hitlerianos incendiaram o Reichstag usando van der Lubbe como seu bode expiatório.

Eles sabiam que um louco iria tentar incendiar o prédio e eles não só deixá-lo-iam fazer isso, como também o podem ter ajudado, encorajando-o e ajudando na propagação do fogo ao espalhar gasolina e bombas incendiárias.

A maioria dos alemães, sentindo-se novamente seguros contra o terrorismo, não se importava que a sua liberdade lhes tivesse sido roubada, ou que muito das suas vidas e obras se tornasse tão estritamente controladas.

Pelo contrário, sentiram-se muito entusiasmados e patrióticos com o novo governo, que ignorante mente acreditavam que se preocupava muito com o seu povo.

E, enquanto o cidadão médio trabalhasse arduamente, mantivesse a sua boca fechada e deixasse os seus filhos participarem na organização da Juventude Hitleriana, ficariam fora dos campos de concentração.

5.) A falsa invasão de Gleiwitz

[Imagem: Invasao_Gleiwitz.jpg]

No final da noite de Quinta-Feira, 31 de Agosto de 1939, agentes secretos alemães que fingiram serem terroristas polacos invadiram a estação de rádio Gleiwitz na região fronteiriça, entre a Alemanha e a Polônia: na Silésia.

O programa de música da emissora sofreu um fim abrupto, seguido por vozes alemãs frenéticas anunciando que as formações polacas estavam a marchar em direção à cidade. A Alemanha estava a ser invadida pela Polônia!

Então, como uma má imitação do ano anterior da infame transmissão da Guerra dos Mundos, a transmissão foi morta por um momento de silêncio dramático.

Em breve, as ondas de rádio apareceram e crepitaram para a vida novamente, e desta vez com vozes polacas a chamar por todos polacos na área de transmissão para pegarem em armas e atacar a Alemanha.

Em pouco tempo, as estações de rádio em toda a maioria da Europa divulgaram a história. A BBC transmitiu esta declaração: “Há relatos de um ataque a uma estação de rádio em Gleiwitz, que fica do outro lado da fronteira polaca na Silésia”.

A agência de notícias alemã relata que o ataque ocorreu por volta das 20h dessa noite, quando os polacos abriram caminho para o estúdio e começaram a transmitir uma declaração em polaco.

Dentro de um quarto de hora, dizia o relatório, os polacos foram dominados pela polícia alemã, que abriram fogo contra eles. Muitos dos polacos foram mortos, mas os números ainda não são conhecidos E assim, Hitler inventou uma desculpa para invadir a Polônia, que foi o que fez no dia seguinte, a 1 de Setembro de 1939, dia do inicio da Segunda Guerra Mundial.

O que realmente aconteceu? Alfred Helmut Naujocks recebeu as ordens de Heinrich Müller, chefe da Gestapo, para levar adiante um ataque terrorista encenado junto da estação de Gleiwitz.

À disposição do Naujock estiveram os que foram batizados pelos alemães com o cognome “enlatados”, que eram os dissidentes e criminosos que mantiveram vivos em campos de detenção até que a Gestapo precisasse de um corpo morto ainda quente.

Para adicionar peso ao ataque de Gleiwitz, Naujocks trouxe um bom “enlatado”, Franciszek Honiok. Honiok, um alemão da região da Silésia, que era um simpatizante polaco conhecido.

Antes de chegar à estação, a Gestapo deu-lhe uma injeção letal. De seguida, vestiram-no como um terrorista polaco e trouxeram-no para frente da estação de rádio.
Naujocks depois testemunhou que o homem estava inconsciente, mas que ainda não tinha morrido, quando foi baleado em cheio por rajadas de pistola.

Quando a polícia e a Imprensa encontraram o corpo de Honiok, assumiram que ele tinha sido um dos terroristas polacos fictícios que atacaram a estação de rádio.

Ao todo, foram efetuada 21 ações terroristas falsas ao longo da fronteira, naquela mesma noite, muitos deles utilizando “enlatados” das prisões alemãs para que houvesse abundância de corpos na manhã, para evidenciar os atacantes polacos que tinham sido filmados em legítima defesa.

No dia seguinte, depois de uma longa noite cheia de falso terror, Hitler fez um discurso para o exército alemão, com uma raiva sintética: O estado polaco recusou-se a uma solução pacífica das relações e fez um apelo às armas. Os alemães na Polônia são perseguidos com terror sanguinário e expulsos das suas casas.

Uma série de violações da fronteira, intoleráveis para uma grande potência, provam que a Polônia não está mais disposta a respeitar a fronteira do Reich.

A fim de pôr término a essa loucura, não tenho outra escolha senão combater a força com força a partir de agora. O exército alemão vai lutar a batalha pela honra e pelos direitos vitais da Alemanha renascida, com grande determinação. Espero que todos os soldados, conscientes das grandes tradições da eterna guerreira alemã, nunca permaneçam inconscientes de que é uns representantes da nacional-socialista grande Alemanha.

Longa vida ao nosso povo e ao nosso Reich! Se não fosse pelos julgamentos de Nuremberg, em 1945, a verdadeira história por trás do ataque de Gleiwitz poderia nunca ter sido descoberta. Foi lá que o líder da operação, Alfred Naujocks, “abriu o jogo” numa declaração escrita.

6.) O mito de Pearl Harbor

[Imagem: Mito_Pearl_Harbor.jpg]

Na manhã de domingo, 7 de Dezembro de 1941, os japoneses lançaram um ataque surpresa em Pearl Harbor, que dizimou a frota do Pacífico dos Estados Unidos e forçou estes a entrar na Segunda Guerra Mundial.

Isso é o que à maioria de nós foi ensinado como se faz às crianças da escola… Mas, com exceção da data, tudo o que acabou de ler é um mito. Na realidade, não houve ataque furtivo.

A frota do Pacífico ficou longe de ter sido destruída. E, além disso, os Estados Unidos efetuaram um grande esforço para provocar o ataque. Em 27 de Janeiro de 1941, Joseph C. Grew, o embaixador dos EUA no Japão, ligou para Washington avisando de que tomara conhecimento dos planos para um ataque surpresa que o Japão estava a preparar para Pearl Harbor. Em 24 de Setembro, um despacho dos serviços secretos navais japoneses para o cônsul geral do Japão em Honolulu foi decifrado.

A transmissão foi um pedido de uma grelha de localizações exatas dos navios em Pearl Harbor. Surpreendentemente, Washington optou por não compartilhar essas informações com os oficiais em Pearl Harbor.

De seguida, em 26 de Novembro, o corpo principal da força de ataque japonês (que consiste em seis porta-aviões, dois navios de Guerra, três cruzadores, nove destroyers, oito navios-tanque, 23 submarinos da frota, e cinco mini-submarinos) partiram do Japão para o Hawaii.

Apesar do mito de que a força de ataque manteve um rigoroso silêncio de rádio, os serviços secretos navais dos EUA interceptaram e traduziram muitos despachos.

E, não havia escassez de despachos, Tóquio enviou mais de mil transmissões para a frota de ataque antes de este chegar ao Hawaii.

Alguns desses despachos, em particular esta mensagem do almirante Yamamoto, não deixou dúvidas de que Pearl Harbor seria alvo de um ataque japonês: O grupo de trabalho, ao manter o seu movimento estritamente secreto e mantendo estreita guarda contra submarinos e aviões, deve avançar para as águas hawaiianas, e sobre a própria abertura das hostilidades deve atacar a principal força da frota dos Estados Unidos e dar-lhe um golpe mortal.

O primeiro ataque aéreo estava previsto para a madrugada do dia-x. A data exata será dada por ordem mais tarde.

Mesmo na noite anterior ao ataque, os serviços secretos dos EUA descodificaram uma mensagem que apontava para domingo de manhã como sendo o prazo para algum tipo de ação perpetrada pelos japoneses.

A mensagem foi entregue ao alto comando Washington mais de quatro horas antes do ataque a Pearl Harbor. Mas, como muitas mensagens anteriores, foi ocultada dos comandantes em Pearl Harbor.

Embora muitos navios tenham sido danificados em Pearl Harbor, tratavam-se todos eles de navios velhos e lentos. Os principais alvos da frota de ataque japonês foram os porta-aviões da frota do Pacífico, mas Roosevelt fez com que estes estivessem a salvo do ataque.

Em Novembro, mais ou menos ao mesmo tempo em que a frota de ataque japonesa deixou o Japão, Roosevelt enviou o navio Lexington e o Enterprise para o mar. Enquanto isso, o Saratoga estava em San Diego. Porque é que Pearl Harbor aconteceu? Roosevelt queria uma fatia “do bolo” da guerra.

Tendo falhado o isco a Hitler dando 50,1 milhões dólares em abastecimento de guerra à Grã-Bretanha, à União Soviética, França e China, como parte do programa Lend Lease, Roosevelt mudou o foco para o Japão.

Porque o Japão tinha assinado um pacto de defesa mútua com a Alemanha e com a Itália, Roosevelt sabia que a guerra com o Japão era uma porta traseira legítima para se juntar à guerra na Europa.

Em 7 de Outubro de 1940, um dos conselheiros militares de Roosevelt, o tenente-comandante Arthur McCollum, escreveu um memorando detalhando um plano de 8 passos que provocaria o Japão a atacar os Estados Unidos. Durante o ano seguinte, Roosevelt implementou todas os oito ações recomendadas.

No verão de 1941, os EUA juntaram-se à Inglaterra num embargo de petróleo contra o Japão. O Japão precisava de petróleo para a sua guerra com a China, e não tinha outra opção senão a de invadir as Índias Orientais e o Sudeste Asiático para obter novos recursos.

E isso exigiria livrar-se da frota do Pacífico dos Estados Unidos primeiro. Embora Roosevelt possa ter conseguido mais do que esperava, deixou primeiro que o ataque a Pearl Harbor acontecesse, e até ajudou o Japão a fazer com que o seu ataque fosse uma surpresa.

Tê-lo ao ocultar informações dos comandantes de Pearl Harbor e até mesmo assegurando que a força de ataque não fosse descoberta acidentalmente por tráfego marítimo comercial. Como o contra-almirante Richmond K.

Turner afirmou em 1941: “Estávamos preparados para desviar o tráfego quando acreditamos que a guerra era iminente. Enviamos o tráfego para sul através do Estreito de Torres, de modo que a faixa do grupo de trabalho japonês estivesse livre de todo o tráfego”.

7.) Célula terrorista israelita descoberta no Egito

[Imagem: Celula_Terrorista_Israelita.jpg]

Em Julho de 1954, uma célula terrorista foi ativada dentro do Egito. Os ataques que se seguiram, inteligentemente concebidos para parecerem como tendo origem árabe, explodiram e incendiaram alvos norte-americanos e britânicos.

Em primeiro lugar, os terroristas bombardearam a agência de correios de Alexandria.

Em seguida, bombardearam as bibliotecas da agência de informação dos EUA: uma em Alexandria, e outra no Cairo. Em seguida, bombardearam o teatro Metro-Goldwyn Mayer de propriedade britânica, um terminal ferroviário, a agência central dos correios, e mais alguns teatros…

Para contrabandear as suas bombas no interior dos edifícios, os terroristas usaram dispositivos em forma de livros, escondendo-os dentro das capas de livros. Uma vez dentro, os sacos cheios com ácido foram colocados em cima das bombas de nitroglicerina.

Após várias horas, o ácido “corroeu” através dos sacos e acendeu a nitroglicerina, causando explosões e infernos ardentes.

No início dos anos de 1950, os Estados Unidos estavam a estabelecer relações de amizade com o Egito, aproveitando o novo governo pan-árabe egípcio de Gamal Abdel Nasser.

A relação quente entre os EUA e Egito provocou um Israel muito inseguro, sentindo-se ameaçado. Nassar também tinha planos para nacionalizar o Canal do Suez, que tinha sido controlado pelos britânicos durante décadas.

O Egito tinha ficado conhecido por bloquear a navegação israelita através do canal e Israel temia que Nassar fizesse um bloqueio permanente.

Depois de o presidente norte-americano Eisenhower começar a incentivar os britânicos a deixar a zona do Canal do Suez, Israel começou a procurar uma maneira para fazer com que os britânicos ficassem, e uma maneira de se manterem os melhores amigos da América.

E que melhor maneira de tratar o seu melhor amigo do que a apunhalá-los nas costas e dizer-lhes que um dos seus outros amigos o fez?

David Ben Gurion, primeiro-ministro fundador de Israel, pensou que os ataques terroristas egípcios contra os americanos seriam uma maneira perfeita para esfriar a crescente relação EUA / Egito.

Como não havia egípcios a planear ataques contra os americanos, os protegidos de Ben Gurion tomaram a melhor opção de seguida: recrutaram agentes israelitas para fingir serem terroristas egípcios.

A célula terrorista israelita ultra secreta, Unidade 131, existia desde 1948. Em 1950, a direção de serviço secreto militar israelita Aman foi criada e Israel enviou um agente disfarçado, o coronel Avraham Dar (apelido: John Darling, cidadão britânico da ilha de Gibraltar), para recrutar mais membros para a Unidade 131.

Ele também os treinou em como construir bombas e aterrorizar os americanos e civis britânicos que trabalhavam e viviam no Egito. Antes de a célula terrorista ser ativada, outro agente israelita chamado Avraham (Avraham Seidenberg) foi enviado para assumir o controlo de Avraham Dar.

Seidenberg primeiro foi para a Alemanha para criar um apelido: ele assumiu a identidade de Paul Frank, um ex-oficial da SS, com conexões secretas Nazis. Por volta de 1954, a sua nova identidade estava em vigor e ele foi para o Egito para assumir o comando da Unidade 131.

Tudo estava a ir bem para os terroristas israelitas como parecia. Mas, havia algo que os membros da Unidade 131 não sabiam: a sua célula dormente terrorista tinha sido infiltrada pelos serviços secretos egípcios. O novo líder da Unidade 131, Seidenberg, tinha-os traído para os egípcios.

Então, quando o membro da Unidade 131, Philip Nat Hanson se dirigiu para bombardear o teatro Rio de propriedade britânica em Alexandria, não só estava a serem seguidos, como os serviços secretos egípcios tinham um carro de bombeiros à espera para apagar as chamas.

Como Nathanson ficou na fila do bilhete, a sua má sorte piorou quando uma das bombas no bolso inflamou e depois explodiu. Nathanson ficou queimado, mas não morreu.

Como os pedestres nas proximidades gritavam por socorro e perguntava-se se ele seria um bombista suicida, os policias egípcios entraram em cena, acalmaram a multidão, e identificaram Nathanson como sendo um dos terroristas que tinham explodindo edifícios americanos e britânicos. Nathanson foi interrogado pelos serviços secretos militares do Egito e confessou todo o enredo, o que levou a mais detenções.

Quando os espiões israelitas receberam um julgamento público, todos os detalhes da sua formação terrorista em Israel vieram ao de cima. O antigo primeiro-ministro israelita Ben Gurion e chefe da Aman de Israel, Binyamin Gibli, tentaram acusar o seu próprio ministro da defesa, Pinhas Lavon.

Até apresentaram documentos falsos como prova. A acusação funcionou por algum tempo, tanto que todo o incidente ainda é popularmente conhecido como o Caso Lavon. Lavon renunciou e Ben Gurion acabou por substituí-lo como ministro da defesa de Israel. No entanto, a verdade acabou por emergir.

Em 1960, uma revisão da investigação descobriu os documentos falsos, bem como o perjúrio de Seidenberg. Uma comissão de sete membros do gabinete retirou as culpas de Lavon. Embora Ben Gurion nunca tenha admitido à culpa, renunciou ao cargo de ministro da defesa.

8.) Operação Northwoods

[Imagem: Operacao_Northwoods.jpg]
Em 1962, os chefes do estado maior das forças armadas dos Estados Unidos propuseram por unanimidade atos de terrorismo patrocinados pelo estado em solo americano, contra cidadãos americanos.

O chefe de todos os ramos das forças armadas dos Estados Unidos deu autorização por escrito para afundar navios dos EUA, abater aviões americanos sequestrados e abater e bombardear civis nas ruas de Washington, e Miami.

A ideia era culpar o terrorismo auto-infligido pelo líder de Cuba, Fidel Castro, de modo a que o público norte-americano implorasse e “gritasse” para que os fuzileiros navais invadissem Havana.

O público aprendeu sobre a Operação Northwoods 35 anos depois, quando o documento extremamente secreto foi desclassificado pela John F. Kennedy Assassination Records Review Board. Entre outras coisas, a Operação Northwoods propôs:

Fingir a queda de um avião de passageiros americano. O desastre era para ser realizado falsificando um voo comercial dos EUA para a Jamaica, e tendo sido o avião embarcado num aeroporto público por agentes da CIA disfarçados de estudantes universitários que iam a férias.

Um avião vazio conduzido através de controlo remoto iria seguir o voo comercial, quando este deixou a Flórida.

Os pilotos do voo comercial utilizariam o rádio para pedi-la ajuda, mencionando que tinham sido atacados por um guerrilheiro cubano, sendo que então aterraria em segredo em Eglin AFB.

O avião vazio conduzido por controlo remoto, então, iria explodir em pleno voo e ao público seria dito que todos os pobres estudantes universitários a bordo estavam mortos. Utilizando um possível desastre da NASA (a morte do astronauta John Glenn) como pretexto para lançar a Guerra.

O plano apelou para a “produção de diversos elementos de provas que sustentaria a interferência eletrônica por parte dos cubanos” se algo de errado acontecesse com o terceiro lançamento espacial tripulado, da NASA.

Ao explodir prédios em Washington e Miami, agentes cubanos (agentes da CIA disfarçados) seriam presos, e iriam confessar os atentados. Além disso, os documentos falsos que comprovariam o envolvimento de Castro nos ataques seriam “encontrados” e entregues à Imprensa.

Atacariam a base militar americana em Guantánamo com recrutas da CIA disfarçados de mercenários cubanos. Tal envolvia explodir o depósito de munições e, obviamente, resultaria em danos materiais e muitos soldados americanos mortos.

Como último recurso, o plano mencionou subornar um dos comandantes de Castro para iniciar o ataque a Guantánamo. Isso merece relevo: o Pentágono considerou o uso de dinheiro dos impostos para subornar militares de outro país para atacar as suas próprias tropas, a fim de instigar uma Guerra em grande escala.

A Operação Northwoods foi apenas um dos vários planos sob a tutela da Operação Mongoose. Pouco depois os chefes do estado maior assinaram e apresentaram o plano em Março de 1962.

O presidente Kennedy, ainda a sofrer com o fiasco da Baía dos Porcos, declarou que ele nunca iria autorizar a invasão militar de Cuba. Em Setembro, Kennedy negou ao chefe do estado maior, o general Lyman Lemnitzer, um segundo mandato como mais alto oficial militar no ranking da nação.

E no Inverno de 1963, Kennedy foi morto… morto, aparentemente, por um simpatizante de Cuba nas ruas de uma cidade americana.

9.) Fantasmas no Golfo de Tonkin
[Imagem: Golfo_Tonkin.jpg]

Em 2 Agosto de 1964, três navios torpedeiros norte vietnamitas atacaram um navio destroyer dos EUA, o USS Maddox.

Os barcos supostamente dispararam torpedos contra o navio americano em águas internacionais no Golfo de Tonkin, a cerca de 30 milhas ao largo da costa do Vietnam.

A 4 de Agosto, a marinha dos EUA informou um outro ataque não provocado ao navio USS Maddox e ao navio USS Turner Joy. Poucas horas depois, o presidente Lyndon B. Johnson ordenou um ataque de retaliação.

Como as bases para os navios torpedeiros norte vietnamita foi bombardeado, Johnson foi à televisão e disse à América:

“Atos repetidos de violência contra as forças armadas dos Estados Unidos devem ser atendidos não só com alerta de defesa, mas com uma resposta positiva. Essa resposta está a ser dada enquanto falo hoje à noite.”

No dia seguinte, o secretário de defesa Robert McNamara assegurou na Colina do Capitólio que só o Maddox tinha realizado uma missão de rotina do mesmo tipo que é realizada em todo o mundo e a qualquer momento.

McNamara afirmou que os dois navios não estavam de nenhuma maneira envolvidos com os recentes ataques de navios sul-vietnamitas contra alvos norte vietnamitas.

O pedido de Johnson, o congresso aprovou a Resolução do Golfo de Tonkin. A resolução pré-aprovava quaisquer ações militares que Johnson fosse tomar. Deu a Johnson um “bilhete grátis” para fazer uma guerra no Vietnam tão grande quanto o presidente quisesse.

E, fiel às suas grandes raízes texana, Johnson obteve uma grande Guerra: em 1969, mais de meio milhão de soldados norte-americanos estavam a lutar na Indochina.

Apesar do testemunho de McNamara ser contrário, o USS Maddox vinha a prestar apoio de inteligência para barcos sul-vietnamitas que realizavam ataques contra o Vietnam do Norte. McNamara também tinha demonstrado que não havia “prova inequívoca” de uma “provocação” no segundo ataque contra o USS Maddox. De fato, o segundo ataque nunca ocorreu.

Na altura do segundo incidente, os dois destroyers americanos interpretaram mal os sinais de radar e rádio como sendo ataques da marinha norte vietnamitas. É sabido que não havia barcos norte vietnamitas na área.

Então, durante duas horas, os dois destroyers americanos realizaram tiros de distância contra alvos de radar inexistentes e manobraram vigorosamente para evitar navios norte vietnamitas fantasmas.

Embora o segundo “ataque” apenas tenha envolvido dois navios americanos que se defenderam contra um inimigo inexistente, o presidente e o secretário de defesa utilizaram-no para forçar o congresso e o povo americano a começar uma Guerra que eles não queriam nem necessitavam. Após a Guerra do Vietnam “ter-se transformado num atoleiro”, o congresso decidiu colocar limites sobre a autoridade do presidente para unilateralmente empreender a Guerra.

Assim, em 7 de Novembro de 1973, o congresso derrubou o veto do presidente Nixon, e passou a War Powers Resolution. A resolução exige que o presidente tenha de consultar-se com o congresso antes de tomar decisões que envolvem as forças armadas americanas nas hostilidades. Está em vigor até hoje.

10.) Os ataques de 11 de Setembro de 2001

[Imagem: 11_Setembro.jpg]

Como muitos edifícios construídos na década de 1970, as torres gêmeas foram construídas com grandes quantidades de amianto causador de cancro. O custo da remoção do amianto das torres gêmeas?

O valor de um ano das receitas, no mínimo, possivelmente tanto como o valor dos próprios edifícios. O custo de desmontar torres gêmeas andar a andar deveria ultrapassar os bilhões de dois dígitos.

Além disso, a autoridade portuária proibiu a demolição das torres porque o pó de amianto resultante cobriria toda a cidade, o que fez quando entrou em colapso, resultando em muitos tipos de cancro com uma ligação confirmada à poeira oriunda do World Trade Center.

Apesar da sua condição questionável, em Janeiro de 2001, Larry Silverstein fez uma oferta de 3,2 milhões dólares para comprar o World Trade Center.

Em 24 de Julho, a autoridade portuária aceitou a oferta. Silverstein fez então uma apólice de seguro que, compreensivelmente, cobria contra atentados terroristas que aconteceram sete semanas mais tarde.

Até ao momento, Silverstein foi “premiado” em quase 5 bilhões de dólares de nove companhias de seguros diferentes.

O que era um pesadelo de amianto transformou-se num lucro de 1,8 bilhões de dólares no prazo de sete semanas.

Donald Rumsfeld no Pentágono, afirmou na manhã de 10 de Setembro de 2001: “De acordo com algumas estimativas, não podemos verificar onde andam cerca de 2,3 trilhões de dólares americanos nas transações.”

Veja também: [VIDEO] 11 de Setembro: Uma Teoria da Conspiração (em cinco minutos)

Essa notícia bombástica foi praticamente esquecida na manhã seguinte. Então, como uma recompensa pelo fato de se perder cerca de 8 mil dólares por cada homem, mulher e criança na América, os contribuintes patrioticamente ajudaram em 370 bilhões de dólares para invadir o Iraque. Fiel à sua forma, o Pentágono rapidamente perdeu 9 bilhões de dólares desse dinheiro, também.

Oito dias após os ataques, as 342 páginas do Patriot Act foram dadas ao congresso. Na mesma semana, cartas “armadas” com antrax de um laboratório militar dos EUA entraram em caixas de correio. Posteriormente, enquanto os gabinetes do congresso foram evacuados, inspecionados, limpos e as fossas nasais esfregadas, o Patriot Act permaneceu praticamente sem alterações.

Então, com pouco debate, o Patriot Act tornou-se lei, dando ao governo de Bush poder sem precedentes para aceder aos registos médicos das pessoas, registos fiscais, informações sobre os livros que compraram ou pediram emprestados e o poder de conduzir pesquisas residenciais secretas sem notificar os proprietários de que as suas casas foram investigadas.

No início de 2001, os executivos da Shell, BP, e Exxon reuniram-se com o grupo de trabalho do sector energético de Dick Cheney enquanto ele estava a desenvolver a sua nova Política energética nacional.

Mais tarde, as empresas admitiram livremente interesse em lucrar com os campos de petróleo do Iraque, antes mesmo dos EUA terem-no invadido. E agora? A nova lei de hidrocarbonetos do Iraque esperada para ser aprovado em Março de 2007 abriu a porta aos investidores internacionais, liderados pela BP, Exxon e Shell, para desviar 75 por cento da riqueza do petróleo do Iraque nos próximos 30 anos.

De acordo com declarações de Anthony Shaffer, tenente-coronel receptor da estrela de bronze com 22 anos de experiência em operações de inteligência, um programa de inteligência classificada com nome de código Able Danger tinha descoberto duas das três células terroristas do 11 de Setembro um ano antes dos ataques e tinha identificado quatro dos piratas do ar.

Shaffer alertou o FBI em Setembro de 2000, mas as reuniões que ele tentou estabelecer com funcionários do departamento foram repetidamente bloqueados por advogados militares.

Quatro testemunhas credíveis apresentaram-se para confirmar as alegações de Shaffer. Em Agosto de 2001, um instrutor da Pan Am Flight International Academy alertou o FBI de que um aluno (Zacarias Moussaoui) poderia utilizar um avião comercial carregado com combustível como arma.

O instrutor perguntou: “Você compreende que um Boeing 747 carregado com combustível pode ser usado como uma bomba?” Moussaoui foi preso sob a acusação de imigração, mas, apesar da insistência repetida da escola e agente local, a sede do FBI recusou efetuar uma investigação mais profunda.

Os Estados Unidos da América também receberam dezenas de avisos detalhados (nomes, locais, datas) das agências de inteligência da Indonésia, Grã-Bretanha, Alemanha, Itália, Egito, Jordânia, Índia, Argentina, Marrocos, Rússia, Israel, França e até mesmo do Talibã.

Parece que o mundo inteiro estava a estragar o trabalho dos sequestradores sauditas e um pouco perplexos por os EUA não estarem a tomar ações preventivas. Mas em cada um dos casos os EUA optaram por não investigar.

Em vez disso Condoleezza Rice, a 16 de Maio de 2002, declarou: “Eu não acho que ninguém poderia ter previsto que essas pessoas iriam tomar de assalto um avião e embatê-lo contra o World Trade Center, sequestrar ainda outro e embatê-lo contra o Pentágono.”

Também se sabe que na manhã de 11 de Setembro, vários jogos e exercícios de Guerra da força aérea estavam a decorrer.

Os sequestradores nunca teriam chegado aos seus alvos sem esses jogos de Guerra. A operação Northern Vigilance garantiu que muitas caças a jacto que normalmente patrulham a costa leste voavam sobre o Alasca e norte do Canadá num exercício que simulava um ataque aéreo russo, completado com falsos blips de radar.

Notavelmente, a operação Vigilant Guardian simulava aviões sequestrados no sector oriental norte, enquanto piratas do ar reais estavam no mesmo espaço aéreo.

Este exercício teve a NORAD e a força aérea a reagir a falsos blips sobre as telas de radar da FAA. Alguns destes blips corresponderam a aeronaves militar reais no ar a agir como aviões sequestrados. Por isso, quando oficial de controlo de bordo da NORAD, o tenente-coronel Dawne Deskins, ouviu Boston afirmar que tinha havido um avião sequestrado, as suas primeiras palavras foram: “Deve ser parte do exercício.”

Alterando as cores

Se seguir o dinheiro, pode verificar-se que as pessoas que tinham mais a ganhar com a situação, ocuparam as posições militares e civis fundamentais para ajudar a que o evento de 11 de Setembro acontece se, assim como para encobrir o crime.

Essa é a marca das operações de Falsa Bandeira ao longo da História. Mas a incrível escala da farsa do 11 de Setembro, e o grande número de pessoas que ainda se recusam a admitir ver a montanha de aspectos não explicados à frente dos seus olhos… isso é o que faz com que os ataques do11 de Setembro de 2001 sejam a maior operação de Falsa Bandeira de todos os tempos.

Hermann Göring declarou: Naturalmente, as pessoas comuns não querem a Guerra, nem na Rússia, nem na Inglaterra, nem na América, nem na Alemanha. Isto é bem compreendido.

Mas afinal de contas, são os líderes do país que determinam a Política, e é sempre uma simples questão de arrastar o povo, seja numa democracia ou numa ditadura fascista, ou num parlamento ou numa ditadura comunista…

Com voz ou sem voz, as pessoas sempre podem sempre ser trazidas de encontro à vontade dos seus líderes. É fácil. Tudo que se tem a fazer é dizer-lhes que estão a ser atacados, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo, expondo o país ao perigo. Isto funciona da mesma forma em qualquer país.

Adolf Hitler no Mein Kampf, livro ainda proibido em alguns países, escreveu: “No tamanho da mentira está sempre contido um determinado fator de credibilidade, uma vez que para as grandes massas do povo… será mais fácil serem vítimas de uma grande mentira do que de uma pequena”.

Fontes:
via Fórum Anti-NOM: 10 operações de Falsa Bandeira que moldaram o nosso Mundo

domingo, 6 de setembro de 2015

Agenda da Nações Unidas 2030: um Modelo para a Escravização Global da Humanidade


Você sabia que a ONU está planejando lançar uma "nova agenda universal" para a humanidade em setembro de 2015? Este documento da ONU "Agenda 2030" empurra um modelo para o chamado "desenvolvimento sustentável" no mundo inteiro.

Este documento descreve nada menos do que uma tomada maioritária de todas as nações do planeta pelo governo mundial. As "metas" deste documento não são nada mais do que palavras de código para uma agenda fascista do governo corporativo que vai prender a humanidade em um ciclo devastador de miséria enquanto enriquece as corporações globalistas mais poderosas do mundo, como Monsanto e DuPont.

No interesse de ajudar despertar a humanidade, "traduzimos" os 17 pontos desta agenda 2030 para que os leitores em todos os lugares possam entender o que este documento está realmente planejando. Para fazer esta tradução, você tem que entender como globalistas disfarçam suas agendas monopolistas no idioma "sinta-se bem".

Aqui é a tradução ponto-a-ponto. Observe cuidadosamente que em nenhum lugar desse documento fala que "alcançar a liberdade humana" é uma de suas metas. Também não explica como essas metas serão alcançadas. Como você verá aqui, cada ponto nesta agenda das Nações Unidas deve ser alcançado através do controle centralizado e mandato de um governo totalitários que se assemelha ao comunismo.

Tradução de "Agenda 2030 da ONU modelo para o governo mundial" (controlado por interesses corporativos)


Meta 1) Acabar com a pobreza em todas as suas formas em todos os lugares

Tradução: Coloque todos na previdência do governo, vale-refeição, subsídios de habitação e bolsas que os tornam escravos obedientes ao governo global. Nunca permita que as pessoas tenham mobilidade social ascendente para ajudar a si mesmos. Em vez disso, ensinar a vitimização em massa e obediência a um governo que fornece bolsas mensais, um "subsídio" para fundamentos básicos, como alimentos e medicamentos. Rotule isso como "acabar com a pobreza".
Meta 2) Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável

Tradução: invadir o planeta inteiro com transgênicos e sementes patenteadas da Monsanto, aumentando o uso de herbicidas mortais sob a falsa alegação de "aumento da produção" de culturas alimentares. Criação de plantas geneticamente modificadas para aumentar químicos vitamínicos específicos, enquanto não se tem nenhuma idéia das conseqüências de longo prazo destas experiências de poluição genética ou de cruzamento de espécies genéticas realizadas abertamente em um ecossistema frágil.
Meta 3) Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos em todas as idades

Tradução: Obrigar à mão armada mais de 100 vacinas para todas as crianças e adultos, ameaçando os pais com detenção e prisão se eles se recusarem a cooperar. Empurre o uso de medicação pesada sobre as crianças e adolescentes, e ao mesmo tempo lançando programas de "testes". Chamar programas de medicação em massa de "prevenção" e afirmar que estes melhoram a saúde dos cidadãos.
Meta 4) Assegurar a educação inclusiva e eqüitativa de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos

Tradução: Empurre uma falsa história e uma educação emburrecida sob os padrões de educação que produzem trabalhadores obedientes ao invés de pensadores independentes. Nunca deixe as pessoas aprender história real, ou então elas podem perceber que elas não querem repetí-la.
Meta 5) Conseguir a igualdade de género e capacitar as mulheres e meninas

Tradução: Criminalizar o cristianismo, marginalizar a heterossexualidade, demonizar os homens e promover a agenda LGBT em todos os lugares. O objetivo real nunca é "igualdade", mas sim a marginalização e envergonhar quem exprimir quaisquer características masculinas. O objetivo final é para feminilizar a sociedade, criando uma aceitação generalizada de "obediência suave", juntamente com as idéias de auto-enfraquecimento da propriedade comunal e o compartilhamento de todas as coisas. Porque só a energia masculina tem a força para levantar-se contra a opressão e luta pelos direitos humanos, a supressão da energia masculina é fundamental para manter a população em estado de aquiescência eterna.
Meta 6) Assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos

Tradução: Permitir que corporações poderosas assumam o controle do abastecimento de água do mundo e cobrem preços de monopólio para "construir novas infra-estruturas de distribuição de água", que "garantam a disponibilidade".
Objetivo 7) Assegurar o acesso à energia acessível, confiável, sustentável e moderna para todos

Tradução: Penalizar o uso do carvão, gás e petróleo, enquanto empurram energia "verdes" subsidiadas e condenada ao fracasso para startups com morte cerebral chefiadas por amigos da Casa Branca, que irão à falência em cinco anos ou menos. As startups verdes fazem discursos impressionantes e ganham ampla cobertura da mídia, mas porque essas empresas são dirigidas por idiotas corruptos em vez de empresários capazes, elas sempre irão falência. (E a mídia espera que você não se lembre de todo o alarde em torno do seu lançamento original).
Objetivo 8) Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e do trabalho digno para todos

Tradução: Regular o pequeno negócio para fora da existência com salários mínimos impostos pelo Governo que irão falir setores inteiros da economia. Forçar empregadores a atender a contratação de quotas de trabalhadores LGBT, enquanto determina níveis salariais sob uma economia de trabalho centralmente planificada ditada pelo governo. Destrua a economia de mercado livre e negue autorizações e licenças para as empresas que não obedecem ordens do governo.
Meta 9) Construir infra-estrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável e promover a inovação

Tradução: Coloque as nações em dívida extrema com o Banco Mundial, gastando dinheiro da dívida para contratar empresas americanas corruptas para construir projetos de infra-estrutura de grande escala que colocam nações em desenvolvimento nessa armadilha de espiral interminável de dívida. Veja as "Confissões de um Assassino Económico" por John Perkins para entender os detalhes de como esse esquema foi repetido inúmeras vezes ao longo das últimas décadas.
Meta 10) Reduzir as desigualdades dentro e entre países

Tradução: Punir os ricos, os empresários e os inovadores, confiscando quase todos os ganhos por aqueles que optam por trabalhar e atingir a excelência. Redistribuir a riqueza confiscada para as massas de parasitas humanos não-úteis que se alimentam de uma economia produtiva ao mesmo tempo que não contribuem para nada... tudo ao mesmo tempo que clamam por "igualdade!"
Meta 11) Tornar as cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, flexíveis e sustentáveis

Tradução: proibir todas as posses de armas por cidadãos particulares, concentrando as armas nas mãos da polícia governamental obediente que reina sobre uma classe desarmada, escravizando trabalhadores empobrecidos. Criminalizar a vida na maioria das áreas rurais, instituindo "áreas protegidas" no estilo "Jogos Vorazes", onde o governo irá reivindicar que são de propriedade "do povo", mesmo que não seja permitido às pessoas viver lá. Forçar todos os seres humanos a viver em cidades superlotadas, rigidamente controlados onde eles estarão sob vigilância 24 horas 7 dias por semana, e sujeitos à fácil manipulação pelo governo.
Meta 12) Garantir o consumo e produção sustentáveis

Tradução: Comece a cobrança de impostos punitivos sobre o consumo de eletricidade e combustíveis fósseis, forçando as pessoas a viver em condições de deterioração dos padrões de vida que se assemelham cada vez mais condições do Terceiro Mundo. Use campanhas de influência social em TV, filmes e mídia social para envergonhar as pessoas que usam gasolina, água ou electricidade, estabelecendo uma construção social de idiotas manipulados que deduram os seus vizinhos em troca de recompensas de crédito alimentar.
Meta 13) Tomar medidas urgentes para combater as mudanças climáticas e seus impactos

Tradução: Definir quotas de consumo de energia para cada ser humano e começar a punir ou mesmo criminalizar decisões de "estilo de vida" que excedam os limites de uso de energia estabelecidas pelos governos. Instituir a vigilância total de indivíduos, a fim de rastrear e calcular o seu consumo de energia. Penalizar a propriedade de veículo privado e forçar as massas ao transporte público, onde a TSA (a totalitária agência de segurança de transporte dos EUA, estabelecida após o 11 de setembro) e câmeras de reconhecimento facial podem monitorar e gravar o movimento de cada pessoa na sociedade, como uma cena direta do filme Minority Report.
Meta 14) Conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável

Tradução: Proibição da maior parte da pesca do oceano, mergulhando o fornecimento de alimentos em uma extrema escassez e causando inflação dos preços dos alimentos que colocará ainda mais pessoas em desespero econômico. Criminalizar a exploração de navios de pesca privados e colocar todas as operações de pesca do oceano sob o controle do planejamento central do governo. Só permitir que empresas favorecidas realizem operações de pesca oceânica (e tomar essa decisão baseado inteiramente no critério de contribuições de campanha para a maioria dos legisladores corruptos).
Meta 15) Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater à desertificação, e deter e reverter a degradação da terra e travar a perda de biodiversidade

Tradução: Estender a Agenda 21 e forçar os seres humanos para fora da terra em cidades controladas. Criminalizar a propriedade privada da terra, incluindo fazendas e setores agrícolas. Controlar rigorosamente toda a agricultura através de uma burocracia do governo corrompido pelas corporações, cujas políticas são determinados quase inteiramente pela Monsanto e autorizadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). Banir fornos a lenha, coleta de águas pluviais e jardinagem doméstica, a fim de criminalizar a auto-confiança e forçar a total dependência do governo.
Meta 16) Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis ​​e inclusivas em todos os níveis
Tradução: Conceder imunidade legal aos imigrantes ilegais e "proteger" grupos minoritários, que estarão livres para se engajar em qualquer atividade ilegal. "Instituições inclusivas" significa a concessão de estruturas fiscais favoráveis ​​e subsídios do governo para as empresas que contratam trabalhadores LGBT ou qualquer outro grupo favorecidos em um determinado momento pelos planejadores centrais no governo. Use o IRS (Receita Federal dos EUA) e outras agências federais para punir seletivamente grupos desfavoráveis ​​com auditorias punitiva e assédio regulamentar, ao mesmo tempo ignorando as atividades criminosas das empresas favorecidas que são amigas da elite política.
Meta 17) Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável

Tradução: Decretar leis comerciais globais que substituem as leis nacionais, garantindo poderes irrestritos ao imperialismo de empresas como a Monsanto, Dow Chemical, RJ Reynolds, Coca-Cola e Merck. Aprovar pactos comerciais globais que ignoram os legisladores de uma nação e substituir leis de propriedade intelectual para se certificar de corporações mais poderosas do mundo mantenham total monopólio sobre medicamentos, sementes, produtos químicos e tecnologia. Anular leis nacionais e exigir obediência total global aos acordos comerciais de autoria de corporações poderosas e carimbados pela ONU.

Escravização total do planeta em 2030

Como o documento da ONU diz: "Comprometemo-nos a trabalhar incansavelmente para a plena implementação desta Agenda em 2030".
Se você ler o documento na íntegra além das firulas e frases de relações públicas, você vai perceber rapidamente que esta agenda da ONU vai ser forçada em cima de todos os cidadãos do mundo através da invocação de coerção governamental. Em nenhum lugar neste documento fala que os direitos do indivíduo serão protegidos. Nem sequer reconhece a existência de direitos humanos concedidos aos indivíduos pelo Criador. Até mesmo a chamada "Declaração Universal dos Direitos Humanos" nega totalmente aos indivíduos o direito de auto-defesa, o direito de escolha médica e o direito de controle parental sobre os seus próprios filhos.
A ONU está planejando nada menos do que uma governo global tirânico que escraviza toda a humanidade ao chamar o esquema de "desenvolvimento sustentável" e "igualdade".
1984 finalmente chegou. E claro, tudo está sendo implementado sob o rótulo fraudulento de "progresso".

domingo, 16 de agosto de 2015

John Perkins e Suas Confissões de um Assassino Econômico

Julio Severo
O economista John Perkins disse: “Assassinos econômicos (AEs) são profissionais altamente remunerados cujo trabalho é lesar países ao redor do mundo em golpes que se contam aos trilhões de dólares. Manipulando recursos financeiros do Banco Mundial, da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), além de outras organizações americanas de ‘ajuda’ ao exterior, eles os canalizam para os cofres de enormes corporações e para os bolsos de algumas famílias abastadas que controlam os recursos naturais do planeta. Entre os seus instrumentos de trabalho incluem-se relatórios financeiros adulterados, pleitos eleitorais fraudulentos, extorsão, sexo e assassinato. Eles praticam o velho jogo do imperialismo, mas um tipo de jogo que assumiu novas e aterradoras dimensões durante este tempo de globalização. Eu sei do que estou falando; eu fui um AE.”
Outras revelações de Perkins são igualmente impressionantes. De acordo com ele, em seu livro “Confissões de um Assassino Econômico,” a Arábia Saudita tem um relacionamento muito especial com os EUA desde meados da década de 1970. Ele diz:
“A evidência era incontestável: a Arábia Saudita, o aliado de longa data dos EUA e o maior produtor de petróleo do mundo, havia se tornado, como explicara uma elevada autoridade do Departamento do Tesouro dos EUA, ‘o epicentro’ do financiamento terrorista… A ‘generosidade’ saudita incentivava as autoridades dos EUA a fazer vista grossa, dizem alguns agentes veteranos dos serviços de inteligência dos EUA. Bilhões de dólares em contratos, verbas e salários foram para um grande número de ex-autoridades dos EUA que haviam lidado com os sauditas: embaixadores, diretores de postos da CIA, até ministros de governo…”
Perkins chegou a tal conhecimento não só porque ele era um economista respeitado, mas também por causa de seu envolvimento, décadas atrás, com a NSA (sigla em inglês para Agência de Segurança Nacional dos EUA) e até fazendo projetos enormes na Arábia Saudita.
Nas décadas de 1960 e 1970, a NSA não era internacionalmente conhecida, mas hoje, por causa dos vazamentos do ex-contratante da NSA Edward Snowden, as atividades clandestinas da NSA abrangendo monitoração e espionagem estão sendo expostas. No entanto, dez anos antes de Snowden, John Perkins já havia feito um desmascaramento importante, que permaneceu em grande parte despercebido, pois aparentemente ninguém estava disposto a acreditar que a misteriosa NSA era um polvo maligno.
Como Perkins veio a conhecer a NSA? Em 1967 ele se casou com uma mulher cujo tio era um diretor de alto escalão na NSA. Em 1968 a NSA traçou o perfil dele como um assassino econômico (AE) ideal.
Ele havia sido deliberadamente contratado pela NSA por causa de suas qualidades não conservadoras e falta de valores morais. Um homem verdadeiramente conservador e moral jamais faria o que ele fora contratado para fazer.
Em 1981 ele se casou com outra mulher cujo pai era o principal arquiteto da empresa Bechtel Corporation e estava encarregado de projetar e construir cidades na Arábia Saudita — trabalho financiado por meio de uma transação dos assassinos econômicos em 1974.
Sobre seu treinamento na NSA, Perkins disse:
“Primeiro, eu devia justificar os enormes empréstimos internacionais que canalizariam rios de dinheiro de volta para a MAIN e outras companhias americanas (como a Bechtel, Halliburton, Stone & Webster e a Brown & Root), por meio de gigantescos projetos de engenharia e construção. Segundo, eu trabalharia para a falência de países que recebiam esses empréstimos (depois de terem pago a MAIN e as outras contratadas americanas, é claro) de modo que eles seriam dependentes para sempre dos seus credores e assim apresentaria alvos fáceis quando precisássemos de favores, incluindo bases militares, votos na ONU, ou acesso a petróleo e outros recursos naturais. O meu trabalho, disse ela, era fazer as previsões dos efeitos de investir bilhões de dólares num país. Especificamente, eu produziria estudos que projetassem crescimento económico 20 a 25 anos no futuro e que avaliassem as consequências de diversos projetos. Por exemplo, se uma decisão fosse tomada para emprestar bilhão de dólares a um país a fim de persuadir os seus líderes a não se alinharem com a União Soviética, eu compararia os benefícios de investir aquele dinheiro em usinas elétricas com os benefícios de investir numa nova rede ferroviária nacional ou num sistema de telecomunicações. Ou eu poderia ser informado de que aquele país estava tendo a oferta de uma oportunidade de receber um moderno sistema de abastecimento elétrico, e dependeria de mim demonstrar que aquele Sistema resultaria em crescimento econômico suficiente para justificar o empréstimo. O fator crítico, em cada caso, era o produto nacional bruto. O projeto que resultasse na maior média anual de crescimento do PIB venceria. Se apenas um projeto estivesse em consideração, eu precisaria demonstrar que desenvolvê-lo traria benefícios superiores ao PIB. O aspecto velado de cada um desses projetos era que eles pretendiam criar grandes lucros para os contratantes, e fazer a felicidade de um punhado de famílias ricas e influentes nos países recebedores, enquanto assegurava a dependência financeira a longo prazo e, portanto, a lealdade política de governos ao redor do mundo. Quanto maior o empréstimo, melhor.”
Isso foi na década de 1970. Eu me lembrei do Brasil. Na década de 1970, o governo militar no Brasil mantinha investimentos colossais em infraestrutura — rodovias, telecomunicações, usinas hidrelétricas, etc. O governo militar, sob o presidente Ernesto Geisel, tomou emprestado bilhões de dólares. O Brasil estava gozando um crescimento acelerado em investimentos que haviam avançado o crescimento anual do PIB para mais de dez por cento. Projetos de infraestrutura de grande escala, como as usinas hidrelétricas de Itaipu e Tucuruí, estimularam o crescimento, e o Brasil emergiu como o líder industrial incontestável da América Latina, ganhando o título de “milagre brasileiro.” Mas o crescimento acelerado se desintegrou. Em 1982, o Brasil parou de pagar sua principal dívida externa, que estava entre as maiores do mundo.
O Brasil era aparentemente o campo perfeito para as atividades dos assassinos econômicos. O governo militar, que fez investimento de bilhões de dólares em infraestrutura, terminou com dívidas colossais e tomando empréstimos. E essas dívidas não tinham nenhuma relação com corrupção, pois o governo militar era livre de corrupção. Provavelmente, na moderna história do Brasil, os brasileiros nunca tiveram um governo tão livre de corrupção quanto era o governo militar.
Se o trabalho dos assassinos econômicos (e seus colegas) era convencer os países a aceitar empréstimos de bilhões de dólares, muitas vezes para pagar projetos de infraestrutura que os próprios assassinos econômicos recomendam, como John Perkins escreveu em seu livro “Confissões de um Assassino Econômico,” então o Brasil foi provavelmente uma grande vítima.
Como o Brasil, muitas das nações que foram endividadas nas décadas de 1970 e 1980 eram governadas por militaristas direitistas e suas dívidas foram usadas por seus inimigos socialistas como razão para colocar suas nações numa rota socialista. As explorações econômicas deixaram esses aliados militares dos EUA vulneráveis diante dos socialistas.
O governo militar brasileiro na década de 1980 estava infestado de inflação, recessão e dívida externa enorme. O Fundo Monetário Internacional era um assunto diário no noticiário brasileiro. O socialista Luiz Inácio Lula da Silva, que em 2002 foi eleito presidente do Brasil, fazia agitações contra o governo. Sua arma principal era a crise econômica, que havia deixado o povo brasileiro descontente com os presidentes militares.
Não posso imaginar o governo militar do Brasil atingindo uma dívida monstruosa por causa de corrupção. Só posso imaginar, pelas pistas apontadas por Perkins, que existe uma possibilidade de que eles caíram na armadilha de um assassino econômico.
O livro de John Perkins me foi recomendado por um líder conservador dos EUA.
Ao ler o livro dele, vemos a NSA e outras agências dos EUA como máquinas de exploração econômica das nações. Mas muitas vezes tal exploração é facilitada por líderes políticos dessas nações que também exploravam economicamente seu próprio povo. Não acredito que esse foi o caso do Brasil, pois o governo militar brasileiro era trabalhador. Quando os socialistas derrubaram aliados dos EUA na América Latina — uma derrubada facilitada por assassinos econômicos dos EUA —, eles mesmos se tornaram exploradores, economicamente e também socialmente e religiosamente, pois o socialismo sufoca gravemente a liberdade de expressão e religião.
Perkins viu tanta corrupção entre seus colegas de profissão nos EUA explorando os pobres em nações do Terceiro Mundo que ele começou a ver com bons olhos ideias socialistas, achando que o socialismo era a única resposta para a colossal corrupção capitalista que ele via vindo de sua própria nação. É evidente que ele não conhecia o Evangelho, que é a única resposta para o socialismo e a corrupção capitalista.

 A natureza humana é má. Se ela ocupa um posto elevado, explora pessoas sob seu controle.
As pessoas que não têm o Evangelho deveriam ser capazes de não explorar outras pessoas, pois elas têm uma consciência.
As pessoas que têm o Evangelho estão sob uma responsabilidade dupla de não explorar, pois elas têm a consciência de Deus acessível a elas (o Evangelho) e sua própria consciência.
Não é pecado ser rico. Mas Deus manda que os ricos sejam ricos também em generosidade. Entretanto, o socialismo vê toda riqueza (exceto a elite socialista rica) como exploração. A Bíblia não vê todos os ricos como exploradores. Há ricos e há exploradores. E há exploradores ricos.
Em seu livro, Perkins escreve:
“‘Somos um clube bem pequeno e exclusivo,’ [a agente da NSA] me disse. ‘Somos pagos... muito bem pagos... para enganar países ao redor do mundo e subtrair-lhes bilhões de dólares. Uma grande parte do seu trabalho é encorajar os líderes mundiais a fazer parte de uma extensa rede de conexões operacionais que promove os interesses comerciais americanos. No final das contas, esses líderes acabam enredados nessa teia de dívidas que assegura a lealdade deles. Poderemos aliciá-los sempre que desejarmos — para atender às nossas necessidades políticas, económicas ou militares. Em troca, esses líderes sustentam as suas posições políticas com a construção de parques industriais, usinas energéticas e aeroportos para o seu povo. Enquanto isso, os proprietários americanos de empresas de engenharia e construção tornam-se muito ricos… [A agente especial da NSA] explicou como, ao longo da maior parte da história, os impérios se erigiam amplamente pelo uso da força armada ou pela ameaça do seu uso. Mas com o fim da Segunda Guerra Mundial, o surgimento da União Soviética e o espectro de um holocausto nuclear, a solução militar tornara-se arriscada demais.”
Perkins também mostra como os EUA mudaram profundamente o Irã por meio de ações econômicas clandestinas. Ele disse:
“O momento decisivo ocorreu em 1951, quando o Irã se levantou contra uma empresa petrolífera britânica que estava explorando os recursos naturais e o povo iraniano. A empresa era uma precursora da British Petroleum, a atual BP. Em resposta, o primeiro-ministro iraniano, altamente popular e eleito democraticamente (além de ‘Homem do Ano’ de 1951, segundo a revista Time), Mohammad Mossadegh, nacionalizou todos os recursos petrolíferos iranianos. A Inglaterra, ultrajada, buscou a ajuda do seu aliado na Segunda (aterra Mundial, os Estados Unidos. No entanto, os dois países temiam que uma retaliação militar fizesse com que a União Soviética saísse em socorro do Irã. Em vez de mandar os fuzileiros navais, portanto, Washington despachou para lá o agente da CIA, Kermit Roosevelt (neto de Theodore). Ele teve uma atuação excepcional, aliciando pessoas por meio de subornos e ameaças. Em seguida insuflou essas pessoas a organizar uma série de tumultos nas ruas e violentas manifestações, criando a impressão de que Mossadegh seria tanto impopular quanto incompetente. No fim, Mossadegh foi deposto e passou o resto da vida em prisão domiciliar. O xá Mohammad Reza, favorável à política americana, tornou-se o ditador incontestável. Kermit Roosevelt abrira o caminho para uma nova profissão, aquela em cujas fileiras eu estava me alistando.”
Evidentemente, a estratégia dos EUA no Irã acabou virando um tiro pela culatra, e hoje o Irã tem um ódio mortal dos EUA.
Perkins também disse:
“Em 1968, o ano em que fui entrevistado pela ASN, tornara-se claro que se os Estados Unidos quisessem realizar o seu sonho de império mundial (conforme imaginaram homens como os presidentes Johnson e Nixon), teriam de empregar estratégias nos moldes do exemplo iraniano de Roosevelt. Essa seria a única maneira de vencer os soviéticos sem a ameaça de uma guerra nuclear. Havia um problema, contudo. Kermit Roosevelt era um funcionário da CIA. Se ele tivesse sido pego, as consequências teriam sido terríveis. Ele orquestrara a primeira operação americana que derrubara um governo estrangeiro, e era provável que muitas outras semelhantes a sucedessem, mas era importante encontrar um método de atuar que não implicasse Washington diretamente. Felizmente para os estrategistas, a década de 1960 também atestou outro tipo de revolução: o fortalecimento de corporações internacionais e de organizações multinacionais a exemplo do Banco Mundial e do FMI. Este último era financiado basicamente pelos Estados Unidos e as nossas irmãs imperialistas da Europa. Uma relação simbiótica se desenvolveu entre governos, corporações e organizações multinacionais.”
Perkins explica mais sobre o trabalho sujo deles:
“Uma solução para o problema ‘Roosevelt como agente da CIA’ já tinha sido resolvida. As agências de informações americanas — incluindo a ASN — identificariam potenciais candidatos a AE, que poderiam então ser contratados por corporações internacionais. Esses AEs jamais seriam pagos pelo governo; em vez disso, eles tirariam o salário do setor privado. Como resultado disso, o seu trabalho sujo, se aparecesse, seria creditado à ganância corporativa em vez de uma política governamental. Além disso, as corporações que os contratassem, embora pagas pelas agências governamentais e as suas contrapartidas bancárias multinacionais (com dinheiro dos contribuintes), seriam isoladas da supervisão do Congresso e das investigações públicas, escudadas por um corpo crescente de iniciativas legais, incluindo marcas registradas, comércio internacional e leis sobre liberdade de informação.”
A Arábia Saudita é “sortuda.” Bilhões de seus dólares em contratos, verbas e salários para autoridades dos EUA têm protegido a nação islâmica das consequências tenebrosas dos assassinos econômicos.
Perkins era parente de Tom Paine (1737-1809), o líder americano revolucionário que lutou pela independência dos EUA da Inglaterra. Com sua consciência, Perkins tinha uma motivação para escrever seu livro contra as explorações da NSA e outras agências dos EUA. Ele disse:
Bastava-me recorrer à Revolução Americana e Tom Paine para ter o modelo. Lembrei que os britânicos justificavam os seus impostos alegando que a Inglaterra fornecia ajuda às colônias na forma de proteção militar contra os franceses e os índios. Os colonos tinham uma interpretação muito diferente.
Com informações de Foreign Affairs e BBC.

Fortalecer a Máquina do Governo Mundial: A Era da Política Espiritual Global

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