domingo, 22 de março de 2015

Inteligência artificial é mais perigosa que bomba atômica, diz estudo

 17/03/2015 - Tec - Folha de S.Paulo

Um laptop capaz de ganhar milhões no mercado financeiro, controlar arsenais bélicos e manipular a política desbanca em minutos o exterminador do futuro.
Com essa cena, o professor Stuart Armstrong, da Universidade de Oxford, abre o livro "Smarter Than Us" (mais inteligentes do que nós), em que explica como a inteligência artificial (IA) é diferente do que é difundido pela cultura pop.
Justamente por isso, ela seria muito mais ameaçadora do que imaginamos.
Armstrong é coautor do estudo "12 Riscos que Ameaçam a Civilização Humana", do grupo sueco Global Challenges Foundation, que calculou em até 10% as chances de, se o cenário se concretizar, o impacto sobre a sociedade ser irreversível. A probabilidade é maior do que as calculadas para mudança climática (0,01%), e guerra nuclear (0,005%).
As estimativas foram feitas com base na literatura existente sobre o tema, nos trabalho e prioridades de organizações que atuam na área e na análise de experts.
A IA é um risco "único" porque simula e supera o ser humano na sua principal vantagem sobre a natureza: a inteligência. Quando um computador domina uma atividade, nenhum ser humano conseguirá fazê-la melhor, diz o professor.
Esses sistemas teriam capacidades de concentração, paciência, velocidade de processamento e memória muito superiores à nossa.
A combinação dessas características com habilidades econômicas ou sociais permitiria à inteligência artificial controlar o mundo, afirma o matemático.
Um computador com habilidades sociais, por exemplo, poderia processar milhares de discursos políticos, estatísticas e referências culturais rapidamente, escolhendo qual o argumento mais convincente para fazer um eleitor votar em um candidato ou defender certa bandeira política.

E se essa tecnologia for aplicada propagandas de grupos terroristas?
Raciocínio semelhante vale para o mercado financeiro: uma sistema poderia cruzar informações sobre indicadores econômicos, decisões políticas e balanços de empresas de modo mais rápido e mais preciso.
Os defensores dessas tecnologias rebatem dizendo que esses problemas poderiam ser evitados por meio de uma programação ética, que fizesse a máquina sempre optar pela "escolha moral" -como salvar uma vida em vez de um carro.
Mas, segundo Armstrong, é impossível fazê-lo tanto matematicamente quanto "filosoficamente", porque as possibilidades de dilemas éticos são infinitas.
Procurado pela Folha, o professor respondeu que estava em um "retiro filosófico para ter ideias para um controle seguro da IA" e que não poderia comentar.
O físico Stephen Hawking já disse que "o desenvolvimento de uma inteligência artificial pode significar o fim da raça humana".

Ilustração Diogo Cesar/Editoria de Arte

"PERIGOS SÃO IMAGINAÇÃO"
Especialistas em inteligência artificial (IA) são céticos quanto aos cenário catastrófico descrito no estudo "12 Riscos que Ameaçam a Civilização Humana".

"Tem muita imaginação nessa previsão", afirma Heloísa Camargo, coordenadora da comissão de inteligência artificial da Sociedade Brasileira de Computação.
Para Camargo, ainda que exista um risco, as pesquisas ainda estão longe de produzir algo nos moldes narrados pelo estudo.
Jogar xadrez, uma das habilidades mais avançadas de a IA hoje, nem se compara à capacidade de cálculo e ao volume e diversidade de informações necessários para analisar o mercado financeiro.
E, mesmo que cheguemos a esse ponto, ainda poderemos controlar as máquinas porque nenhum sistema é à prova de invasões, afirma a professora da USP Renata Wassermann. "Eu acho muito ficção científica", diz.
Ela diferencia a inteligência "forte" -como imaginada pelo relatório- da "fraca", presente no cotidiano.
Um exemplo de IA fraca é o computador Watson, da IBM, que ganhou o programa de perguntas e respostas americano "Jeopardy" e é usado em pesquisas na área de saúde.
A tecnologia também pode ser a nossa única ferramenta para enfrentar os outros riscos listados no estudo, como os próprios autores afirmam.

domingo, 1 de março de 2015

Religião verde levanta ponta do véu e aparece um panteísmo anti-humano


Gaia: o deus, ou deusa, panteísta onde se desfazem todos os seres individuados
Gaia: o deus, ou deusa, panteísta e caótico onde se desfazem todos os seres individuados


A Associação Ecumênica de Teólogos e Teólogas do Terceiro Mundo (EATWOT ou ASETT) consagrou um número de sua revista “Voices” ao tema “Ecologia profunda, espiritualidade e liberação”, informou a agência ADISTA, que divulga entusiasmada a iniciativa.

Temos insistido neste blog que por detrás da aparência de proteção da natureza, a temática ecológica vem sendo explorada a partir da queda da URSS para operar uma revolução de tipo panteísta, neocomunista e libertária.

Aderiu a esse estratagema a decrépita Teologia da Libertação, que andava precisando de novos ares de mocidade, ou de algum botox ideológico.

Insistimos também que nesse ambientalismo fajuto se esconde uma religião oculta para os não iniciados.

E a matéria publicada por ADISTA fornece claras e patentes provas dessa manipulação.

A revista se sacia no ponto de partida em um dos mananciais mais desconhecidos do movimento “verde” radical. Trata-se da ‘ecosofia’, ou visão espiritual, definida pelo norueguês Arne Naess em 1972.

Para Naess, a ecologia não é o que todas as pessoas pensam, ou seja, um compreensível esforço para proteger belezas e tesouros da natureza, sejam geográficos, vegetais, animais, marítimos, etc.

Não, para a revista que glosa Naess, tal ecologia seria “superficial”, burguesa, que quer defender a natureza mantendo-a a serviço do homem.

Uma ecologia sensata que, sem necessidade de espalhafato, vem aliás sendo praticada nos países de cultura cristã, por exemplo pelos agricultores que melhoram a natureza, a embelezam e fazem-na dar o melhor de si.

Uma teologia panteísta contra Deus
Uma teologia panteísta contra Deus
Não se trata de nada disso. A visão da ‘ecosofia’ ou da ‘ecologia profunda’ exalta uma misteriosa interrelação subjacente entre tudo o que existe.

Essa interrelação poria a desigualdade entre os seres num patamar inferior e nivelaria o homem com qualquer outra forma de vida.

Nessa concepção, seria antiecológico colocar o homem acima do inseto. E se a agricultura mata insetos, ela é antiecológica.

Se o progresso da civilização pede a construção de uma barragem que pode prejudicar um tipo de sapo, a barragem e a civilização se tornam inimigas dessa interrelação panteísta.

A ‘sabedoria verde’ – a ecosofia – ensinaria que um e outro estão tão interconectados, que no fundo seriam como que uma só coisa.

E a interconexão suprema seria Gaia, um ser único com inúmeras manifestações, dentro do qual o homem não valeria mais do que um bacilo dentro do sistema intestinal.

Para justificar essa ideia de fundo evolucionista marxista e pagão, a ‘ecologia profunda’ manipula a ciência.

O importante para os teólogos libertários é “que a nova descrição cósmica que as ciências estão transmitindo, está transformando a consciência da humanidade”.

No que consiste essa transformação da consciência? Os teólogos libertários louvam Thomas Berry, que consideram o ecoteólogo máximo de nossos tempos.

Ele teria apontado essa via: convencer os homens de que eles não são seres individuados, mas pingos sem personalidade que andam dissolvidos num magma panteísta, onde no máximo lhes é concedido um “nicho ecológico” análogo ao de uma formiga na terra.

“A Terra em si mesma e todos os seres viventes e seus elementos anorgânicos constituem uma só comunidade”. O grão de poeira e o homem estão em paridade de condição, aliás como no evolucionismo marxista.

Reconhece-se ao homem apenas um “lugar próprio”: “promover essa comunidade”, isto é, convencer os outros homens de que eles são como que nada, e tudo nivelar com leis, decretos, códigos, impostos, etc. Como faz um mestre budista com seu aluno: tenta convencê-lo de que nada é nada.

O desfazimento dos seres num magma confuso de interrelacionamentos caóticos
A natureza não é o ambiente da “nossa vida autônoma racional”, segundo essa pregação anticristã.

O homem é um mero átomo da natureza. Esta, considerada no todo, é a única que segundo eles tem alma e é consciente de si mesma, como um deus, ou uma deusa.

A “nova espiritualidade ecocêntrica” faz pensar numa espécie de budismo em que o homem tenta se convencer de que ele não é nada e comemora a sua autodestruição como uma “libertação”.

E então, para esses teólogos que se dizem cristãos, onde ficaria Jesus Cristo? Em parte alguma.

Ele teria sido mais um iluminado que pregou, como Buda ou Maomé, o suicídio do homem dissolvido na natureza.

A chamada “hipótese Gaia” de James Lovelock – onde o planeta é tido como um único organismo vivo e a humanidade é tanto ou tão pouco quanto um formigueiro – é o novo Deus.

O homem que se afirma, que tem família, propriedade, cultura, preferências artísticas, estéticas, morais, gastronômicas, etc., é um “egoísta”, uma aberração que deve ser posta de lado, se não eliminada.

E Roger Haight atribui à “espiritualidade ecológica” a missão de “liberar” o homem desse ‘egoísmo’, impulsioná-lo no precipício do nada.

Para isso é necessário mudar até a linguagem religiosa, acrescenta Birgit Weiler, apagando as ideias e imagens que os homens têm de Deus nas suas cabeças, nas suas igrejas e nas suas formas artísticas.

E em seu lugar colocar a arte moderna e contemporânea, como a da Bienal de São Paulo, e apresentar a Deus como esse magma vivo indiferenciado.

“O Deus como grande arquiteto [conclui ele ofensivamente], que deu a todo o Universo criado um plano e um objetivo determinado e definitivo; o Deus que administra o Universo como o grande governante, ou [segundo a sua blasfema imagem] como um marionetista que move as suas marionetes, o Deus patriarca que exerce seu governo sufocante sobre as criaturas”: esse é o Deus [apresentado de modo caricato] que deve ser erradicado do fundo de cada alma e de cada coração.

“Écrasez l’infâme” [esmagai o infame], escrevia Voltaire no fim de suas cartas aos seus colegas de revolução, referindo-se a Jesus Cristo.

A assembleia de teólogos e teólogas verdes e libertários, que se sentem animados pela perspectiva de uma encíclica favorável, parece aplicar essa frase ímpia de Voltaire a todos os seres humanos.
Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

Controle total do sistema : cientistas criam o chip-órgão que pode emular o corpo;

 “No futuro, você será um microchip – O “xeque-mate” contra a humanidade! By  Bruno Asher ,  www.apocalipsenews.com Setembro 14º, 201 7...