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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

16 proeminentes cientistas descartam pânicos irracionais sobre “aquecimento global”


16 proeminentes cientistas descartam pânicos irracionais sobre “aquecimento global”

Cientistas pedem não acreditar em pânicos propagandísticos

A Carta Aberta dirigida aos candidatos presidenciais americanos e reproduzida pelo “The Wall Street Journal” foi assinada pelos 16 cientistas listados ao final:

Um candidato a cargo público em qualquer democracia contemporânea pode ter que considerar, o que fazer sobre o “aquecimento global”.

Os candidatos devem entender que a alegação tantas vezes repetida que quase todos os cientistas exigem que algo dramático seja feito para parar o aquecimento global não é verdade.

Na verdade, um grande e crescente número de importantes cientistas e engenheiros não concordam que ações drásticas contra o aquecimento global são necessárias.
Em setembro, o ganhador do Prêmio Nobel, o físico Ivar Giaever, um apoiador do presidente Obama na última eleição, publicamente demitiu-se da American Physical Society (APS) com uma carta que começa assim: “Eu não vou renovar minha filiação porque eu não posso conviver com a declaração política da APS:
 “A evidência é incontestável: O aquecimento global está ocorrendo. Se não forem feitas ações de mitigação, perturbações significativas nos sistemas físicos e ecológicos da Terra, sistemas sociais, de segurança e saúde humana são susceptíveis de ocorrer. Devemos. reduzir as emissões de gases de efeito estufa a partir de agora.”
“Na APS é permitido discutir se acontecem alterações na massa de um próton ao longo do tempo ou como um multi-universo comporta-se, mas a evidência do aquecimento global é indiscutível?”

Apesar de uma campanha internacional de muitas décadas para impor a mensagem de que quantidades crescentes de dióxido de carbono “poluente” irá destruir a civilização, um grande número de cientistas, vários muito proeminentes, compartilham as opiniões do Dr. Giaever.

E o número de cientistas “hereges” está crescendo a cada ano que passa. A razão é uma coleção de repetidos fatos científicos.

Talvez o fato mais inconveniente é a falta de aquecimento global por mais de 10 anos. Isto é conhecido pelo establishment do aquecimento, como se pode ver a partir do e-mail do “Climategate” de 2009 do cientista do clima Kevin Trenberth:
O fato é que não podemos explicar a falta de aquecimento no momento, e isso é uma farsa que nós não podemos manter”.

O aquecimento só sumiria se alguém acreditasse que ele existia. Ele só aparecia nos modelos de computador e não no mundo real. Nos modelos os chamados feedbacks envolvendo vapor de água e nuvens amplificam o efeito pequeno do CO2, resultando num falso aquecimento global.
CO2 não é um poluente, mas um componente chave do ciclo de vida, dizem os cientistas

A falta de aquecimento por mais de uma década - certamente menor do que o aquecimento previsto ao longo dos 22 anos desde que o Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas (IPCC) começou a emitir projeções, sugere que os modelos de computador têm exagerado muito quanto ao aquecimento adicional que o CO2 pode causar.

Diante deste embaraço, aqueles que promovem previsões alarmistas mudaram seu alvo, do “aquecimento” para “condições climáticas extremas”, com a intenção de permitir que qualquer coisa incomum que aconteça no nosso clima caótico possa ser atribuída ao CO2.

O fato é que o CO2 não é um poluente. CO2 é um gás incolor e inodoro, expirado em altas concentrações por cada cada um de nós, e um componente chave do ciclo de vida da biosfera.

As plantas melhoram tanto com mais CO2 que os operadores de estufas, muitas vezes aumentam as concentrações de CO2 por fatores de três ou quatro para obter um melhor crescimento.

Isso não é surpresa já que as plantas e os animais evoluíram quando as concentrações de CO2 foram cerca de 10 vezes maiores do que são hoje.

Melhores variedades de plantas, fertilizantes químicos e manejo agrícola contribuíram para o grande aumento na produção agrícola do século passado, mas parte do aumento quase que certamente veio de CO2 adicional na atmosfera.
Por trás dos medos induzidos: um negócio mal contado

Embora o número de cientistas publicamente dissidentes esteja crescendo, muitos jovens cientistas furtivamente dizem que, enquanto eles também têm sérias dúvidas sobre a mensagem do aquecimento global, eles têm medo de falar por medo de não ser promovido, ou pior. Eles têm um bom motivo para se preocupar.

Em 2003, Dr. Chris de Freitas, o editor do jornal Climate Research, se atreveu a publicar um artigo revisto por pares com a conclusão politicamente incorreta (mas factualmente correta) que o aquecimento recente não é incomum no contexto das mudanças climáticas nos últimos mil anos.

O establishment internacional do aquecimento rapidamente montou uma campanha determinada a remover o Dr. De Freitas de seu trabalho editorial e demiti-lo de seu cargo universitário. Felizmente, o Dr. de Freitas foi capaz de manter seu emprego na universidade.

Este não é o modo como a ciência deve funcionar, mas já foi visto isso antes. Por exemplo, no período assustador quando Trofim Lysenko passou a controlar a biologia na União Soviética.
Catastrofismo apela para métodos de
supressão de dissidentes como na URSS.
Na foto: Trofim Denisovich Lyssenko

Os biólogos soviéticos entusiasmados com as pesquisas genéticas, que para Lysenko não passava de uma ficção burguesa, foram demitidos de seus empregos. Muitos foram enviados para os gulags e alguns foram condenados à morte.

Por que existe tanta paixão sobre o aquecimento global, e por que a questão tornou-se tão difícil que a American Physical Society, da qual Dr. Giaever renunciou há alguns meses, recusou o pedido aparentemente razoável por muitos de seus membros para remover a palavra “indiscutível” de sua descrição de uma questão científica?

Há várias razões, mas um bom lugar para começar é a velho pergunta “cui bono?” Ou a atualização moderna, “Siga o dinheiro”.

O alarmismo sobre clima é de grande benefício para muitos, a concessão de financiamento do governo para a pesquisa acadêmica é uma razão para as burocracias do governo crescerem.

O alarmismo também oferece uma desculpa para os governos aumentarem os impostos pagos pelos contribuintes, subsídios para as empresas que entendem como funciona o sistema político e um chamariz para grandes doações a fundações de caridade promissoras para salvar o planeta. Lysenko e sua equipe viviam muito bem, e eles defenderam ferozmente o seu dogma e os privilégios que ele trouxe.

Falando por muitos cientistas e engenheiros que têm olhado com cuidado e de forma independente a ciência do clima, temos uma mensagem para qualquer candidato a cargo público:

Não há nenhum argumento convincente cientificamente para medidas drásticas para “descarbonizar” a economia mundial. Mesmo que se aceite as previsões climáticas exageradas do IPCC, as agressivas políticas de controle de gases de efeito estufa não se justificam economicamente.
Economista William D. Nordhaus:
crescimento com efeito estufa

Um estudo recente de uma grande variedade de opções políticas feitas pelo economista de Yale, William Nordhaus, mostrou que na verdade a maior relação custo-benefício seria conseguida por uma política que permitisse mais de 50 anos de crescimento econômico sem impedimentos por controles de gases de efeito estufa.

Isto seria especialmente benéfico para as partes menos desenvolvidas do mundo que gostariam de compartilhar de algumas das mesmas vantagens de bem-estar material, saúde e expectativa de vida que as partes plenamente desenvolvidas do mundo desfrutam agora.

Muitas outras respostas de políticas teriam uma rentabilidade de investimento negativa. E é provável que mais CO2 e o aquecimento modesto que pode vir com ele será um benefício global para o planeta.

Se os eleitos oficialmente se sentem compelidos a “fazer algo” sobre o clima, recomendamos apoiar os cientistas excelentes que estão aumentando nossa compreensão do clima com os bem concebidos instrumentos nos satélites, nos oceanos e em terra, e na análise de dados observacionais.

Quanto melhor entendermos o clima, melhor poderemos lidar com a sua natureza em constante mudança, o que tem complicado a vida humana ao longo da história.

No entanto, grande parte do enorme investimento privado e do governo no clima está mal direcionado e tem necessidade urgente de uma revisão crítica.

Todos os candidatos devem apoiar medidas racionais para proteger e melhorar o nosso meio ambiente, mas não faz nenhum sentido voltar para programas caros que desviam recursos das necessidades reais e são baseados em reivindicações alarmistas, e carentes de provas “irrefutáveis”.

Claude Allegre, ex-diretor do Instituto para o Estudo da Terra, Universidade de Paris;J. Scott Armstrong, co-fundador do Journal of Forecasting e International Journal of Forecasting;  Jan Breslow, chefe do Laboratório de Genética Bioquímica e Metabolismo, Rockefeller University;Roger Cohen, membro da American Physical Society;Edward David, membro da Academia Nacional de Engenharia e da Academia Nacional de Ciências;William Happer, professor de física, Princeton;  Michael Kelly, professor de tecnologia da Universidade de Cambridge, UK; William Kininmonth, ex diretor de pesquisas climáticas do Bureau Australiano de Meteorologia; Richard Lindzen, professor de ciências atmosféricas do MIT;  James McGrath, professor de química, Virginia Technical University;  Rodney Nichols, ex-presidente e CEO da New York Academy of Sciences;  Burt Rutan, engenheiro aeroespacial, designer da Voyager e SpaceShipOne;  Harrison H. Schmitt, astronauta da Apollo 17 e ex-senador dos EUA;  Nir Shaviv, professor de astrofísica, da Universidade Hebraica, em Jerusalém; Henk Tennekes, ex-diretor, Royal Dutch Meteorological Service;  Antonio Zichichi , presidente da Federação Mundial de Cientistas, em Genebra.

(Tradução Prof. Maurício Porto, blog Terrorismo Climático).

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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Itália: a ilusão tecnocrática

English: Coat of arms of the government of Wik...Image via Wikipedia

Itália: a ilusão tecnocrática

Escrito por Nivaldo Cordeiro
Esse é o grande pecado da elite europeia, que vive a ilusão de que um governo transnacional – eventualmente um governo mundial – seja a solução para a crise.

Não é. Governos transnacionais sacrificam a liberdade e a soberania.

Ontem eu vi o programa Manhattan Connection e o diálogo entre Ricardo Amorim e Diogo Mainardi foi ilustrativo e esclarecedor. O argumento de Ricardo é o meu: 

se políticos não deram solução para a crise em curso não serão tecnocratas desprovidos de voto que terão a solução. Diogo Mainardi deixou de ser um analista político para ser um torcedor apaixonado. É pura ilusão achar que uma personalidade tem a chave para a solução. autoengano terrível.
 
Eu testemunhei momento assim no Brasil quando o presidente João Figueiredo tirou o ministro Delfim Netto da Agricultura e o pôs no Planejamento. A mística de “milagreiro” de Delfim encantava a todos e gerou uma expectativa que não tinha como ser cumprida. A crise é maior do que seus condutores e exige sacrifício. 

Intuitivamente os que serão chamados a se sacrificar prendem-se irracionalmente ao fio de esperança sobre a ação de uma pessoa que não tem como gerar atalhos. Os sacrificados serão sacrificados do mesmo modo. Delfim Netto acabou por ser o anti-milagreiro, o algoz de toda gente.

A conversa entre Ricardo Amorim e Diogo Mainardi girou em torno do novo primeiro-ministro italiano Mario Monti. Político que jamais recebeu votos, Monti é um tecnocrata completo, apoiado pela burocracia de Bruxelas Esse apoio ajuda, mas pode também atrapalhar, pois o novo primeiro-ministro poderá ser incentivado a fazer os profundos cortes que a Itália terá que fazer nas suas despesas em velocidade mais acelerada. Será no momento dos cortes que a fraqueza congênita de Mario Monti aparecerá a todos: sua não legitimação nas urnas. Toda ação tecnocrática tende a ignorar as sutilezas do processo democrático e atropelar o real com sua racionalidade fria e pseudo. Ocorre que a racionalidade não submete o real. Bem vimos o que tem havido na Grécia. Os perdedores farão barulho e se rebelarão. A cada anúncio de cortes teremos sucessivas rebeliões dos perdedores.

Melhor que a Itália tenha escolhido um nome de consenso com rapidez e que este tenha o apoio internacional necessário. Mas não se pode ter ilusão. A fraqueza do novo governo italiano é mais do que evidente. Na agudização da crise veremos dramas dolorosos. Porque esta crise não é circunstancial e nem de fácil resolução. É uma grande crise, a exigir sacrifícios equivalentes àqueles de tempos de guerra. Será um ajuste geracional, a sacrificar aposentados, funcionários públicos e pagadores de impostos. Teremos a oportunidade de ver a economia política em estágio laboratorial, como em momentos fundadores. A social-democracia morreu e o novo ainda não nasceu. A própria elite não se preparou para a transição.

Esse é o grande pecado da elite europeia, que vive a ilusão de que um governo transnacional – eventualmente um governo mundial – seja a solução para a crise.

Não é. Governos transnacionais sacrificam a liberdade e a soberania. Terá contra si tenaz resistência. É isso que veremos, a elite tecnocrática remando para alienar a capacidade decisória do Estado italiano e sua população não reconhecendo nela legitimidade para entregar a estrangeiros o poder deliberativo que é inerente aos povos livres. É esse o embate que a guarda a Itália.

Fonte: www.midiasemmascara.com
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domingo, 18 de dezembro de 2011

Europa quebrada, sonho acabado


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New World OrderImage by Akbar Sim (away for the weekend) via Flickr

Europa quebrada, sonho acabado

Escrito por Gary North

Os promotores da New World Order estão apertando as mãos e pedindo: "Nós trabalhamos tanto para passar este acordo. Nós ainda não terminamos nossos planos. Agora eleitores estão tentando matá-lo. Não é justo!"

A União Monetária Europeia (UME) vai quebrar. Isto será seguido por um desmembramento da União Europeia. 
 
Este fato é negado pelos promotores da New World Order (NWO) da unificação internacional. Eles têm planejado isso desde o fim da primeira Guerra mundial. Eles vêm implementando isso ativamente, em segredo, desde os anos 50. Eles usaram tratados para passar essa unificação política. Eles usaram a unificação econômica como isca. O gancho da unificação política sempre esteve na isca.

A ameaça que a NWO enfrenta é que a isca se tornou um veneno. A UME é baseada em um banco central comum e em uma moeda comum. Mas sem um sistema de governo comum, não pode haver união fiscal. Não pode haver um plano centralizado por meios keynesianos.

O nacionalismo implícito pela manipulação fiscal keynesiana levou à crise grega. A UME paira sobre uma premissa improvável: a sabedoria dos banqueiros comerciais europeus (BCE), que passaram suas carreiras nos altamente regulados mercados domésticos. Antes, banqueiros de grandes bancos poderiam sempre contar com seus bancos centrais nacionais para socorrê-los. Mas, nesta nova ordem bancária mundial, o banco central europeu não tem a flexibilidade para salvar todos os grandes bancos nacionais que estão vivendo turbulência. Alguns membros do conselho do BCE são parte do eixo germano-holandês, o que favorece a redução monetária e os preços estáveis. O conselho deve acalmá-los a certo ponto. Isto reduz o tempo de resposta do BCE.

A linha de pensamento da UE e do BCE é de que não há nenhum problema ou série de problemas enfrentados pelo governo central. Eles insistem que os problemas atuais são temporários.

Nos já ouvimos tudo isso anteriormente.

O colapso do comunismoO maior acontecimento da minha vida foi o suicídio da União Soviética em 31 de dezembro de 1991. O império comunista caiu sem que um tiro fosse disparado. Oficiais superiores do partido comunista saquearam os fundos do partido e enviaram o dinheiro para contas em bancos suíços. Em seguida, eles privatizaram os principais ativos econômicos do estado para que eles e seus comparsas se tornassem incrivelmente ricos.

O segundo maior acontecimento foi à decisão de Deng Xiaoping em 1978 de liberar a agricultura chinesa. Isto levou ao crescimento econômico mais rápido da história. Nada como isso já aconteceu com tamanho número de pessoas. O crescimento da economia per capita da Coreia do Sul de 1950 a 1990, foi maior, mas a Coreia do Sul era uma nação muito menor.

O comunismo foi à ideologia tirânica mais poderosa na história do homem. O comunismo falhou operacionalmente na União Soviética em menos de 75 anos. A China comunista falhou em menos de 30 anos.

A lógica do dinheiro seduziu a vanguarda do proletariado. A inevitável vitória socialista foi exposta como uma fraude gigante. A religião messiânica do marxismo afundou com os dois navios comunistas.

Hoje, o exército esfarrapado de professores marxistas nas universidades do ocidente tem como modelos de sobrevivência apenas Cuba e a Coreia do Norte .A foto de satélite das duas Coréias— luzes brilhantes no sul, uma luz no norte — é o epitáfio mais poderoso que existe do comunismo.

Agora mais uma vitoria da liberdade sobre as políticas centralizadas está em andamento. Isto está acontecendo no oeste europeu, e isto não será revertido. O garoto propaganda da New World Order — a União Europeia — começou a desmoronar. Nada irá reverter este fato.

Existem alguns no ocidente que irão negar. Também existem aqueles que de 1992 até hoje insistem que o colapso da União Soviética foi na verdade um grande engano. Os comunistas ainda estão no controle, dizem eles. Essas pessoas não admitem que o comunismo perdeu a batalha. Como os comunistas originais, eles acreditam na soberania absoluta do poder político. Eles acreditam que o ocidente não poderia ter ganhado, porque os comunistas eram melhores na intriga e no poderio militar.

Mas o ocidente ganhou, porque os líderes comunistas desistiram do sonho de um mundo socialista e decidiram seguir o dinheiro.

Vou contar como que eu sei que os comunistas fracassaram completamente. Primeiro, o novo governo russo mudou o nome das cidades principais de volta para os seus nomes pré-Bolchevique. Leningrado se tornou São Petersburgo. Stalin mudou o nome de Volgagrado para Stalingrado em 1925. Khrushchev mudou de volta em 1961 como parte do seu programa de "de-Stalinização". Ambas as mudanças revelaram a natureza dos políticos na Rússia. Os nomes das cidades eram testemunhas do poder dominante. Por isso que as mudanças de nome depois de 1991 foram significantes.

Segundo, multidões derrubaram estátuas de lideres soviético. Uma das estátuas que desapareceram foi a de Pavlik Morozov, o garoto de 13 anos que denunciou seu pai. Ele foi transformado em herói por Stalin depois de seu assassinato aos 15 anos. Ele executou os parentes do garoto pelo crime, apesar de todos terem negado envolvimento no crime. A história de Morozov era ensinada as crianças soviéticas até o fim do regime. Sua estátua desapareceu do parque público construído em sua homenagem.

A queda da União Soviética não foi um engano. Foi real. Aconteceu há duas décadas.

Há outra queda se aproximando.

Do colapso à separaçãoEu vou dizer novamente. O colapso da União Monetária Europeia vai ser seguido pela separação da União Europeia.

A UME está se rompendo. Alguns colunistas do ocidente estão agora admitindo isso. No geral, entretanto, o caminho seguido pelas linhas de comunicação é o mesmo seguido pelos burocratas da UE: "A crise na Grécia é uma aberração temporária. Ela será resolvida pela UE, FMI, e pelas políticas dos banqueiros europeus."

O problema com esta afirmação é que a Grécia continua a queimar. Taxas de juros de curto prazo estão acima de 100%, indicando a perda de confiança por parte dos investidores na capacidade do governo grego em pagar seus juros em euros. Se a UE, o FMI, e o BCE tivessem um plano para lidar com o problema na Grécia — sua incapacidade iminente para fazer pagamentos de juros em euro — eles o teriam implantado. Eles continuam anunciando "empréstimos-ponte" temporários. Estes "empréstimos-
ponte" são na realidade empréstimos sem fundos. É presumido que todos sabem disso, porém eles não investem adequadamente. Os vários giros nos mercados de ações europeus indicam que a esperança e o medo estão equilibrados, ao contrário de qualquer orçamento do governo.

A esperança vai se transformar em medo enquanto a realidade aparece. O que é realidade? Que grandes bancos europeus compraram títulos do governo grego, porque eles assumiram que nenhum membro da UME iria sair em omissão a dívida em euro. Mas é claro que isto é exatamente o que a Grécia fará. O calote é estatisticamente inevitável. O buraco é um poço sem fundo.

O euro foi o garoto propaganda da unificação europeia, assim como a unificação europeia era o garoto propaganda da NWO para a unificação mundial, o sonho da Comissão Trilateral. O euro foi empurrado goela abaixo dos bancos centrais europeus em 1999. Eles desfrutavam de uma autonomia considerável.  Políticos nacionais também ressentiam o fato de que eles não teriam mais muita influência nos negócios monetários domésticos. Eles passaram a ter que convencer os banqueiros do Banco Central Europeu a seguir políticas que sustentariam o estado de bem-estar social.

Este mundo se foi, mas existem políticos nas nações PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha) que gostariam muito de restaurá-lo. 

Eles estão sendo pressionados por eleitores para se libertarem dos programas de "austeridade" que estão sendo enfiados em suas gargantas pelo FMI e pelo BCE.

A Bíblia ensina, "O rico domina o pobre, e quem pede emprestado é servente de quem empresta" (Provérbios 22:7). Isso incomoda os devedores. A Bíblia também ensina, "O ímpio toma emprestado e não paga" (Salmo 37:21a). Isso incomoda muito os devedores. "Isto é um insulto a nossa integridade!" 

Então, quando seus governos anunciam cortes limitados no gasto doméstico, os trabalhadores ameaçados tomam as ruas. "Você nos deve o que você nos prometeu!"

Resumindo, eleitores querem impor austeridade nos credores. Eles não querem credores impondo austeridade nos seus governos de bem-estar social.

Alguns grupos interessados vão ser inflexíveis. Na opinião da UE, BCE, FMI os funcionários de países com grande dívida serão inflexíveis. Na opinião dos sindicatos gregos os burocratas da BCE, FI, UE vão ser inflexíveis. Políticos das nações PIIGS alegam que ninguém vai ser inflexível se o BCE, FMI, e a UE emprestarem mais dinheiro. Os banqueiros querem que a UE e o BCE sirvam de provedores de última instância para os bancos, para que, quando os PIIGS derem calote, os banqueiros não percam seus bônus. Eleitores na Alemanha não querem ficar presos com as contas a pagar dos PIIGS ou bancos. 

Investidores no mercado de ações da Europa parecem Rodney King ao dizer. "Não é possível todo mundo se dar bem?"

Os promotores da New World Order estão apertando as mãos e pedindo: "Nós trabalhamos tanto para passar este acordo. Nós ainda não terminamos nossos planos. Agora eleitores estão tentando matá-lo. 

Não é justo!" Eu penso em uma cena clássica que melhor descreve o atual predicamento da NWO.

Os melhores planos

O Wall Street Journal publicou um relatório sobre a repartição da EMS. Eu gostei da maneira que este começou:

Quando a história da ascensão e da queda do oeste europeu pós-guerra for algum dia escrito, ela será lançada em três volumes. Vamos chamá-los de "Fatos Concretos," "Ficção Conveniente" e — o volume que ainda está sendo escrito — "Fraude."

O autor diz que os fatos concretos foram necessidades militares do pós-guerra. A Guerra fria começa.

O próximo fato concreto foi o dinheiro. Ele corretamente identifica este como "o presente de Ludwig Erhard, autor das reformas econômicas que criaram o marco alemão, aboliu o controle de preços, e colocou a inflação em controle por gerações." Erhard foi um discípulo de Wilhelm Roepke, que foi um discípulo de Ludwig von Mises. Em junho de 1948, Erhard unilateralmente aboliu inteiramente o sistema militar aliado de controle de preços, moeda fiduciária, e racionamento. No dia seguinte — literalmente — o "milagre econômico alemão" começou.

O autor continua: "O terceiro fato concreto foi a criação do mercado comum de Jean Monnet que deu a Europa uma economia compartilhada — não política — idêntica." O autor foi enganado pela última fraude. Monnet estava trabalhando para a unificação política desde que ele e Raymond Fosdick, agente de John D. Rockefeller Jr., sentaram-se juntos na conferência da paz de Versailles em 1919. Em 1919, Fosdick enviou uma carta a sua esposa. Ele disse a ela que ele e Monnet estavam trabalhando diariamente para lançar as bases "do quadro de governo internacional." [31 de julho de 1919; em Fosdick, ed.,Letters on the League of Nations (Princeton, New Jersey: 

Princeton University Press, 1966), p. 18.] Fosdick retornou a Nova York em 1920, onde ele assumiu a Fundação Rockefeller pelos próximos 30 anos.

Monnet era o homem de frente para a New World Order. Ele promoveu unificação política envolvendo-a em princípios de unificação econômica.

O autor precisamente descreve o suicídio do oeste europeu.

Em 1965, gastos do governo como percentual do PIB eram em média 28% no oeste europeu. Hoje paira há um pouco menos de 50%.Em 1965, a taxa de fertilidade na Alemanha era um saudável 2.5 crianças por mãe. Hoje é um catastrófico 1.35. Durante os anos pós-guerra, o crescimento anual do PIB na Europa era em média 5.5%. Depois de 1973, raramente excedeu 2.3%. Em 1973, europeus trabalhavam 102 horas para cada 100 trabalhadas por um americano. Em 2004 eles trabalharam apenas 82 horas para cada 100 trabalhadas por um americano.

Ele argumentou que "Foi durante esta desaceleração geral que a Europa entrou na conveniente fase de ficção." Uma ficção de que adicionando novos membros a UE iria permitir a economia europeia a rivalizar com a produção Americana. Outra ficção era de que havia um núcleo central de visões e valores que unificariam a nova coletividade. Aqui, ele é terrivelmente ingênuo. Que tinha sido a hipótese da Organização das Nações Unidas desde o começo, e da Liga das Nações antes dele. Este era o coração da visão de Monnet. Isso não começou em 1973.

E houve, finalmente, a ficção gritante que a Europa tinha seu próprio "modelo," distinto e superior ao modelo americano, que a imunizou de correntes internacionais: globalização, Islamismo, demografia. Os europeus amam seus feriados e eles pensaram que tinham direito a um longo feriado da história também.

Ele acertou essa!

Depois ele listou as fraudes. Primeiro, a Grécia foi autorizada na União Monetária Europeia. Mas isso não era uma fraude. Os críticos nos anos noventa disseram que todas as nações do Club Med teriam déficit.  Eles alertaram que o euro não conseguiria aguentar.

Não houve fraude ao deixarem os PIIGS entrarem no bloco. Isto era fundamental para a visão de Monnet de 1919.  Isto tinha que funcionar. Isto é ordenado a funcionar. Esta é a religião da NWO.

Os banqueiros não PIIGS pensaram que iria funcionar. Eles se sobrecarregaram de dívidas dos PIIGS.

Isso não era uma fraude. Isto era uma implementação de uma religião profundamente política. Este foi um autoengano em escala continental.

No entanto, ele está certo sobre este ponto.

Houve a fraude do chamado critério de Maastricht — as leis fiscais que deveriam governar o euro apenas para serem rapidamente desrespeitadas pela França e Alemanha e depois jogadas na crise atual. Houve a fraude da Constituição Europeia, esmagadoramente rejeitada sempre que um voto nela fosse permitido, apenas para ser revisada e imposta por decreto parlamentar.

O que esta acontecendo agora na Europa não é bem uma crise como é uma exposição: um evento do tipo Madoff ao invés de um Lehman. 
O choque é que é um choque. A Grécia nunca que seria socorrida e irá, cedo ou tarde, dar calote. Os bancos detentores da dívida grega serão, cedo ou tarde, recapitalizados. A recapitalização virá de contribuintes alemães, e isso irá colocá-los — mais cedo do que tarde — no limite de sua paciência. Os chineses não irão ao resgate: Eles sabem que não se deve gastar bom dinheiro em mau dinheiro.

E depois a Itália será a nova Grécia. A crise europeia chegará as costas dos EUA, e os problemas econômicos americanos vão para as costas europeias — um tsunami de mão dupla.

Ele vê que esta fraude não vai se segurar. Há uma razão para isso.

A "união fiscal" que está sendo debatida nunca irá passar: Eleitores alemães não a querem, assim como nenhum outro país que quer manter independência fiscal — o que quer dizer, o principal atributo da soberania democrática.

Ele faz uma previsão: "O que vem a seguir é a explosão do projeto europeu." Então ele faz uma avaliação: "Dado o que os líderes europeus fizeram deste projeto nos últimos 30 e poucos anos, isto não é uma coisa totalmente ruim." Eu digo não. Isto é ótimo. Isto é, em fato, a melhor coisa que provavelmente vai acontecer nas primeiras duas décadas do século XXI. Isto é a extensão das duas separações do século XX.

Mas isso chegará com um custo altíssimo. Os distúrbios de Atenas tornar-se-ão os de Milão, Madrid e Marselha. Partidos a margem ganharão forças. Postos de fronteira irão voltar, moedas serão ressuscitadas, e depois desvalorizadas. Países escolherão decadência ao invés de reforma. Isto é um longo desfile de horrores.

ConclusãoO preço da separação do BCE, da UME, e da EU será alto por causa das fraudes e ficções convenientes que a precederam. Se eleitores europeus não tivessem criado um estado de bem estar social, se eles não tivessem consentido com uma moeda comum, mas ao invés tivessem abolido todos os bancos centrais e tivessem permitido a competição entre moedas, e se eles tivessem abolido tarifas e não criado uma monstruosidade burocrática de agências não governamentais com poder de governo — a WTO e seus amigos — o preço de transição seria baixo. Mas eles escutaram a Monnet. Eles agora pagaram o preço.

Assim como todos os seus parceiros comerciais. Assim como os grandes bancos americanos que venderem seguros de inadimplência de crédito para bancos europeus.

Tradução:
Diego Santos
Gary North, ex-membro adjunto do Mises Institute, é o autor de vários livros sobre economia, ética e história. Visite seu website.

Publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.

Fonte: www.midiasemmascara.org


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sábado, 3 de dezembro de 2011

A morte como solução ecológica

Flag of UNICEFImage via Wikipedia
A morte como solução ecológica

Escrito por Cristian Derosa
Artigos - Globalismo

Graças à atuação de órgãos como a Unesco e a ONU, logo o controle populacional será consenso entre milhões de pessoas, que irão trabalhar, de forma “ecologicamente correta”, para sua própria destruição.


Em 1968, Paul R. Ehrlich deixou militantes de esquerda e direita horrorizados com o livro Population Bomb. Os de esquerda o acusavam de nazismo por querer matar metade da população pobre e os de direita por violar os direitos individuais e desvalorizar a vida humana.


Mais tarde, em 1977, Ehrlich publicou junto de outros dois autores, o livro Ecosciencie: population, ressources, environment, que trazia a mesma idéia de controle populacional mas com um maior aporte de dados científicos e apoio de cientistas engajados na causa ecológica.


A partir daí a a defesa do meio ambiente ganhou um impulso a mais e já unia-se com os militantes do controle populacional que aliciavam as Nações Unidas para incluir a meta na sua agenda de ações imediatas.

É bom lembrar que a origem do controle de natalidade é anterior e está ligada à conquista do direito ao aborto por Margareth Sanger (1879-1966) e, portanto, às idéias eugenistas e evolucionistas nas quais os nascimentos de pessoas consideradas mais aptas era preferível optando-se pelo aborto e esterilização em massa em populações pobres e consideradas geneticamente inferiores. Após a Segunda Guerra Mundial, porém, essa retórica eugenista passou a ser mal vista por motivos óbvios.


Mas no barco da ecologia, nas décadas seguintes, o controle populacional pôde finalmente voltar ao debate público, agora com a desculpa do fim dos recursos naturais, outra teoria nunca satisfatoriamente comprovada pela comunidade científica, mas que traz consigo a cativante proposta da salvação da humanidade. O fato real é que em nome dessa pretensa tese da escassez futura, muitas populações estão sendo privadas hoje desses recursos e obrigadas a integrar-se a agendas que demandam consideráveis restrições econômicas. Países da África são ameaçados de terem suas ajudas internacionais cortadas se não aderirem a programas de esterilização e descriminalização do aborto.


O livro Ecoscience: population, ressorces, enviroment, é um verdadeiro clássico do ambientalismo. Nele é sugerido explicitamente que a melhor solução para a escassez de recursos é a diminuição da taxa de crescimento da população.

Como primeira e mais relevante medida, os autores sugerem a limitação da taxa de natalidade, o que deve ser implementado por meio de campanhas de planejamento familiar, legalização do aborto e estímulo de uso de contraceptivos, ou seja, uma conscientização para o voluntarismo em prol dessa causa. A segunda alternativa, caso a população não opte voluntariamente pela diminuição da taxa de natalidade, os autores explicam:



“Presumivelmente, a maioria das pessoas concorda que o único meio de atingir estes objetivos em um nível mundial é através da taxa de natalidade. A alternativa a isso é permitir o aumento da taxa de mortalidade, o que naturalmente vai acontecer caso a humanidade não optar racionalmente por reduzir a sua taxa de natalidade a tempo”1.


Sabe-se, entretanto, que programas de esterilização em massa já foram desmascarados em vários países, todos com a participação de órgãos das Nações Unidas como Unicef, Unesco, etc, cooperados com instituições locais ligadas a governos e organizações não-governamentais. Estes programas ficaram de fora dos noticiários por serem considerados “teorias da conspiração” ou teses paranóicas que careciam de evidências. De fato alguns destes casos não passaram de suspeitas devido à inacessibilidade dos dados e recursos utilizados pelas instituições em jogo. Outros casos foram amplamente divulgados e desmascarados, mas a imprensa internacional isolou-os dentro de limites das imprensas locais, não deixando que fossem conhecidos do restante do mundo.


Graças à participação de intelectuais como Ehrlich dentro das Nações Unidas, principalmente em instituições ligadas à educação e cultura como a Unesco, nossos jovens e crianças estão sendo educados com o pressuposto de que a humanidade é a causadora dos grandes males terrestres. O controle populacional passa a ser, logo logo, o consenso entre a população que irá trabalhar para a sua própria auto-destruição.


(1)   Ecoscience: Population, Resources, Environment. Contributors: Paul R. Ehrlich - author, Anne H. Ehrlich - author, John P. Holdren - author. Publisher: W. H. Freeman. Place of Publication: San Francisco. Publication Year: 1977. Page Number: 737

Cristian Derosa é jornalista.

 Fonte: www.midiasemmascara.org




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sábado, 26 de novembro de 2011

Vaticano propõe Governo Mundial para realizar reforma financeira

Escudo vaticanoImage by Efrén Sánchez via Flickr
            Vaticano propõe Governo Mundial para realizar reforma financeira.

O Pontifício Conselho do Vaticano Justiça e Paz, propôs a criação de uma autoridade política e um banco central mundial que possam fazer frente à atual crise financeira mundial.

O pedido está no documento "Por uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública com competência universal", apresentado pelo cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz.

O líder e a entidade teriam a função de promover “mercados livres e estáveis, disciplinados por um quadro jurídico adequado”, além de fazer frente à atual crise financeira e econômica.

De acordo com a publicação paranaense O Diário, a Congregação do Vaticano explicitou que tal autoridade deve ter um “horizonte global e servir ao bem comum”. Por outro lado, essa liderança não poderia ser imposta pela força, mas servir pelo acordo livre e compartilhado.

“O exercício de tal autoridade deve ser necessariamente supranacional”, disse o comunicado divulgado pela Rádio Vaticano.


O Vaticano justifica a criação de uma Autoridade Pública Mundial por causa da crescente interdependência entre os estados.

A criação de um Banco Central Mundial também é incentivada pela Santa Sé, que deveria exercer a função de regular o fluxo e o sistema dos intercâmbios monetários, segundo a agência Efe.


De acordo com o texto, o Fundo Monetário Internacional perdeu sua capacidade de garantir a estabilidade das finanças mundiais.

Com vistas a criar uma autoridade supranacional, o Vaticano assinala que os estados devem ceder de forma gradual e equilibrada uma parte de suas atribuições nacionais à chamada Autoridade Mundial.

"Hoje se vê como surrealista e anacrônico que um estado considere que pode conseguir de maneira autárquica o bem de seus cidadãos. A globalização está unificando os povos, levando-os a um novo 'estado de direito' em nível supranacional, a um novo modelo de sociedade internacional mais unida, respeitosa com a identidade de cada povo", diz o documento.

Fonte: www.christianpost.com
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domingo, 20 de novembro de 2011

O Sistema do Governo Mundial

The Personal Flag of Queen Elizabeth II, used ...Image via Wikipedia

O sistema de governo mundial

A ordem mundial de Baha’u'llah, tal como ele a concebeu, é uma réplica do sistema britânico de governo. Essa ordem encontra-se descrita na epístola (Ezequiel 3:1) abaixo:

LAWH-I-DUNYÁ -(Epístola do Mundo) – “O sistema de governo adotado pelo povo britânico em Londres parece ser bom, pois é adornado com a luz tanto da realeza como da consulta com o povo. Na formulação dos princípios e leis, uma parte foi dedicada às punições, as quais constituem um instrumento efetivo para a segurança e a proteção dos homens.”

Compete à Organização das Nações Unidas (ONU) se transformar no governo descrito abaixo:

1) O sistema de governo inglês controlado pelo executivo mundial britânico (vulgo Anticristo) e seus nove mestres eleitos:

Organização política

O Reino Unido é uma monarquia constitucional hereditária que tem por Chefe de Estado o soberano (atualmente, a Rainha Elizabeth  II).

As duas câmaras do parlamento são: a Câmara dos Comuns e a Câmara dos Lordes. Os 651 deputados da Câmara dos Comuns são eleitos por sufrágio universal por um período de cinco anos, em circunscrições uninominais. A Câmara dos Lordes é composta por Pares do Reino por direito hereditário e por Pares (homens e mulheres) nomeados a título vitalício pela soberana em recompensa de serviços notáveis prestados à nação. Ambas as assembléias detêm poderes de iniciativa legislativa, embora esta seja habitualmente exercida pela Câmara dos Comuns. Após três leituras na Câmara dos Comuns, os projetos de lei são transmitidos à Câmara dos Lordes que pode devolvê-los à primeira com alterações ou sugestões. A Câmara dos Lordes não pode opor-se a uma proposta legislativa que tenha sido apresentada duas vezes na Câmara dos Comuns, mas pode suspendê-la. O poder executivo é exercido pelo Conselho de Ministros (Cabinet) presidido pelo Primeiro-Ministro, sendo ambos responsáveis perante a Câmara dos Comuns.


Do ponto de vista administrativo, o Reino Unido é um Estado unitário em que o Parlamento constitui o órgão supremo.

A CONSTITUIÇÃO

O Reino Unido não tem uma constituição escrita.

Os direitos dos cidadãos são definidos pela combinação de normas oriundas de:

• direito consuetudinário (common law), baseado em precedentes jurídicos

• leis

• convenções

Os documentos constitucionais abaixo são os mais importantes:

Magna Carta (1215) – limitou o poder da Coroa

• Bill of Rights (1689) – deu mais poderes ao Parlamento

• Reform Act (1832) – reformou o modelo de representação política

Human Rights Act (2000) – definiu os direitos fundamentais dos cidadãos

Os elementos-chave do Human Rights Act são:

• um código de valores em sintonia com a cultura e a administração britânica

• 14 artigos que englobam princípios como o direito à vida, à liberdade de expressão e à educação.

A MONARQUIA

Sua Majestade a Rainha Elizabeth II é a chefe do executivo, faz parte do legislativo, é chefe do judiciário, comandante-chefe das forças armadas e autoridade suprema da Igreja Anglicana.

Atualmente, o papel político do monarca é essencialmente cerimonial e a Rainha age sob a orientação de seus ministros.


A IGREJA (E UM PARLAMENTO MUNDIAL DAS RELIGIÕES)

A Igreja Anglicana, que foi separada da Igreja Católica Romana na época da Reforma no início do século XVI, é a igreja que representa a religião oficial da Inglaterra. O monarca é a “autoridade  suprema” da Igreja e nomeia seus dois arcebispos e 42 outros bispos diocesanos.

LEGISLATIVO

O parlamento é formado pela Rainha, Câmara dos Lordes e Câmara dos Comuns; nesta,
membros eleitos encarregados de representar seus respectivos distritos eleitorais debatem e votam a legislação nacional.

EXECUTIVO

O Governo: primeiro-ministro, ministros e secretários de Estado; ministérios e órgãos estatais subordinados aos ministérios;

administrações regionais descentralizadas na Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales; autoridades locais e empresas públicas.

JUDICIÁRIO

O poder judiciário é composto por cortes, juízes e advogados que estabelecem normas de direito consuetudinário e interpretam as leis aprovadas pelo legislativo.

O ordenamento jurídico baseia-se em:

• normas de direito consuetudinário e eqüidade – estabelecido por meio da reiteração de sentenças

• leis parlamentares

• legislação da União Européia

O Ministro do Interior/Justiça, (Home Office), é responsável direto pelo sistema jurídico criminal na Inglaterra e no País de Gales. Na Escócia e na Irlanda do Norte, essa função cabe ao Ministro da Justiça e ao Secretário de Estado,  respectivamente.

GOVERNOS LOCAIS

São responsáveis por serviços públicos locais, mantidos com recursos provenientes da coleta de impostos locais e de repasses do governo central.

Há 387 representações de governo locais na Inglaterra. Londres tem 32 conselhos distritais.

As 22 autoridades locais no País de Gales gastam a metade dos 8 bilhões de libras esterlinas previstas no orçamento de serviços públicos.

AGRICULTURA

No setor agrícola, a indústria de laticínios é mais comum na região oeste da Inglaterra; rebanhos ovinos e bovinos são comuns nas áreas montanhosas e de charnecas do norte e do sudoeste. O cultivo de terras aráveis, criação de porcos e aves e horticultura estão concentrados nas regiões leste e sul.

XXX

Como parte de seus planos de conceder mais poderes às regiões, o governo estabeleceu Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) em nove regiões da Inglaterra em abril de 1999. Os objetivos das ADRs são, entre outras coisas, promover desenvolvimento econômico regional coordenado e regeneração, além de reduzir os desequilíbrios econômicos que existem dentro e entre as regiões inglesas de forma a melhorar seus poderes de competitividade.

2) Uma federação mundial de estados como os EUA.

O período da história dos Estados Unidos da América entre 1783 e 1815 caracteriza-se pelos primeiros anos de independência e pela união das treze ex-colônias britânicas para formar um único país. As Treze Colônias haviam lutado bravamente por sua independência durante a Revolução Americana de 1776. O Reino Unido assumiu sua derrota em 1783, e pelos termos do Tratado de Paris, o Reino Unido reconhecia oficialmente a independência dos Estados Unidos da América. O período que estende-se entre 1783 e 1815 caracteriza-se por três fatos. O primeiro foi a criação efetiva do governo americano.

Durante os primeiros anos de independência, os Estados Unidos não passavam de uma Confederação de Estados, e efetivamente, um governo nacional ainda não existia. Em 1787, representantes de todos os Estados americanos, bem como outros oficiais importantes, reuniram-se e escreveram juntamente a Constituição americana. Esta constituição define explicitamente o papel e os poderes do governo federal no país. A Carta de Direitos foi aprovada em seguida. George Washington foi o primeiro Presidente do país, em 1789.

3) LASTRO EM OURO PARA A NOVA ECONOMIA MUNDIAL

O Egito possui obras de valor incalculável como o famoso esquife de Tutancâmon e também uma imensa arqueologia. Esses recursos serão fatalmente confiscados em nome da unidade da diversidade para que seja criado o lastro em ouro da nova economia.

4) UM EXÉRCITO MUNDIAL

Com a Constituição Mundial, será necessário reorganizar os exércitos de todos países, que serão agregados a um só exército mundial, cada país continuará com seu exército, o que irá mudar é o comando do Exército, Marinha e da Aeronáutica.  Exemplo:Serão criados 2 comandos, o EMFAM (Estado Maior das Forças Armadas Mundial) e o EMFAC (Estado Maior das Forças Armadas do Continente), No (EMFAM) serão centralizados os Comandos dos Cinco Continentes, no (EMFAC) é centralizado todos os EMFA dos paises que compõem o Continente.

E por fim… estabelecer uma comunidade mundial que não poderá comprar ou vender sem o sinal de Baha’u’llah (a estrela de nove pontas), o nome de Baha’u’llah ou o número de letras do seu nome (9).

Fonte: http://apocalipsetotal.wordpress.com
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