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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Espiões lançaram ataque digital a EUA em 2008, diz subsecretário

Cover of "Cybercrime: Digital Cops in a N...Cover via AmazonEspiões lançaram ataque digital a EUA em 2008, diz subsecretário


PHIL STEWART
DA REUTERS, EM WASHINGTON

Uma agência estrangeira de espionagem comandou o ataque digital de 2008 a computadores militares dos Estados Unidos, disse uma alta fonte do Pentágono, lançando uma luz sobre o que ele disse ser a mais significativa violação já ocorrida na segurança digital das Forças Armadas norte-americanas.

O subsecretário de Defesa William Lynn afirmou que o ataque ocorreu depois de um pendrive contaminado ser inserido em um laptop dos militares, em um quartel do Oriente Médio, carregando um código maligno na rede do Comando Central.

"Esse dado se espalhou sem ser detectado em sistemas sigilosos e não sigilosos, estabelecendo o que equivalia a uma cabeça de ponte digital a partir da qual os dados podiam ser transferidos para servidores sob controle estrangeiro", escreveu Lynn em artigo publicado na quarta-feira na revista "Foreign Affairs".

"Este incidente previamente sigiloso foi a mais significativa violação já ocorrida dos computadores militares dos EUA", acrescentou.

Lynn não disse de qual país eram os espiões responsáveis pelo ataque, mas afirmou que mais de cem organizações estrangeiras de inteligência tentam violar as redes dos EUA. "Alguns governos já têm capacidade para perturbar elementos da infraestrutura de informação dos EUA".

Todos os anos, segundo ele, piratas virtuais roubam de órgãos públicos, empresas e universidades dos EUA uma quantidade de dados que poderia encher várias vezes a Biblioteca do Congresso.

No caso dos ataques militares, a dificuldade de identificar os responsáveis faz com que a prática seja sedutora para governos hostis, e difícil de coibir por parte dos EUA.

"Os ataques cibernéticos oferecem um meio para que potenciais adversários superem as esmagadoras vantagens dos EUA no poder militar convencional, e que o façam de modos que sejam instantâneos e difíceis de localizar."

Lynn relatou também que equipamentos falsificados já foram detectados em sistemas encomendados pelo Departamento de Defesa -- o que é perigoso, porque os chips podem conter elementos operados remotamente.

"O risco de comprometimento no processo de fabricação é muito real, e é talvez a ameaça cibernética menos compreendida", afirmou.

Ele alertou também para códigos malignos, como as chamadas "bombas de lógica", que podem ser inseridos nos softwares na hora da programação.

Lynn disse que o ataque serviu de alerta ao Pentágono, que depois disso criou o Comando Cibernético e tomou medidas para reforçar as defesas digitais.

Nota: Essa notícia é importante e assustadora porque mostra que nenhum sistema, por mais moderno e protegido que seja, é 100% seguro.

Isso nos leva aos documentos de identidade com microchips embutidos. Neles estarão informações extremamente sensíveis, todas em um mesmo local, será fácil para um cracker ou para alguém com acesso aos computadores do governo obter todas as informações sobre uma determinada pessoa, ou pessoas. Nem é preciso dizer a dor de cabeça que isso pode gerar.




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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Ex-empregado da IBM revela que a TV abandonou a banda analógica para dar espaço para os chips RFID

Ex-empregado da IBM revela que a TV abandonou a banda analógica para dar espaço para os chips RFID

Por Dprogram.net

De acordo com um ex-empregado com 31 anos de IBM, a mudança obrigatória, amplamente divulgada, da televisão analógica para digital está sendo feita principalmente para liberar as freqüências analógicas e dar espaço para os escâneres usados para ler os microchips implantáveis RFID e rastrear pessoas e mercadorias através do mundo.

Assim, enquanto o povo americano, especialmente aqueles no Texas e outros estados ocupados da fronteira, tem sido inundados ultimamente com novos relatórios avisando-os para se apressarem e pegar seus passaportes dispendiosos, "carteiras de motorista melhoradas", carteiras de identidade e outros dispositivos de identificação "chipados" ou de alguma forma rastreáveis que eles estão sendo forçados a possuir, esta televisão digital/conexão RFID tem sido escondida, de acordo com Patrick Redmond.

Redmond, um canadense, manteve uma variedade de trabalhos na IBM antes de se aposentar, inclusive trabalhando no laboratório de Toronto da companhia de 1992 a 2007, depois no suporte de vendas. Ele tem dado palestras, escreveu um livro e produziu um DVD sobre o uso de um agressivo, passivo, semi passivo e ativo uso crescente de chips RFID (Radio Frequency Identification Devices) implantados em novos vestuários, em itens como lâminas Fusion da Gillette e em incontáveis outros produtos que se tornam pertences pessoais de alguém. Esses chips RFID, muitos dos quais são tão pequenos, ou menores, do que a ponta fina de um lápis, também são embutidos em todos os novos passaportes americanos, alguns cartões médicos, um número crescente de cartões de crédito e débito e assim por diante. Mais de dois bilhões deles foram vendidos em 2007.

Seja ativo, semi-passivo ou passivo, estes "chips transmissores", como eles são algumas vezes chamados, podem ser acessados ou ativados com "leitores" que podem pegar o sinal único emitido por cada chip e colher a informação dele sobre a identidade e paradeiro do produto ou pessoa, dependendo do modelo e das circunstâncias, como explicou Redmond em palestra pouco divulgada no Canadá no ano passado. A AFP obteve um DVD dessa palestra.

A bem conhecida especialista em "chips espiões", autora e apresentadora de rádio Katherine Albrecht disse a American Free Press que enquanto ela não está totalmente segura se existe realmente uma ligação sólida RFID-TV digital, "o propósito da nudança (para digital) era para liberar a largura da banda. É uma banda bastante larga, assim liberando isso se cria uma enorme faixa de freqüências."

Como é do conhecimento geral, os chips ativos têm uma fonte de energia interna e uma antena; estes chips em particular emitem um sinal constante. "Isso permite a extremidade enviar sinais de volta para o leitor, assim se eu tenho um chip RFID em mim e ele tem uma bateria, eu posso enviar um sinal para um leitor onde quer que ele esteja" Redmond afirmou em uma palestra recente, dada ao grupo patriota católico conhecido como Peregrinos de São Miguel, que é também conhecido por advogar crédito social, um dramático plano de reforma monetária para acabar a prática dos governos nacionais criarem dinheiro através de empréstimos, com juros, de bancos centrais privados. A publicação do grupo The Michael Journal advoga que os governos nacionais criam seu próprio dinheiro livre de juros. Também aborda a questão do RFID.

"O elevado uso de chips RFID vai requerer o aumento no uso do espectro UHF," disse Redmond, batendo em seu ponto essencial de que a TV vai se tornar digital por uma razão muito diferente do que as pessoas comuns supõem, "Elas vão parar de usar freqüências UHF e VHF em 2009. Tudo vai ser digital (nos Estados Unidos). O Canadá vai fazer a mesma coisa."

Explicando a preocupação principal da questão, ele continuou: "A razão porque eles estão fazendo isso é que as freqüências analógicas [VHF-UHF] estão sendo usadas pelos chips. Eles não querem sobrecarregar os chips com os sinais de televisão, assim os sinais dos chips vão tomar o lugar daquelas frequências [analógicas]. Eles planejam vender as frequências para empresas privadas e outros grupos que as usarão para monitorar os chips."

Albrecht respondeu a esta citação dizendo somente que isso parece plausível, uma vez que ela sabe que alguns chips realmente operarão nas faixas UHF-VHF.

"Bem mais de um milhão de animais de estimação já foram chipados," Redmond disse, acrescentando que todos os 31.000 policiais em Londres têm de alguma forma sido chipados também, para a consternação de alguns que querem aquele donut matinal sem ser rastreados. Londres também pode conectar o chip RFID em um passe de transporte público com o nome do usuário. "Onde está John Smith? Oh, ele está no trem do metrô no carro 32," Redmond disse.

Ele acrescentou que os chips para seguir motoristas de automóveis - enquanto o conceito está sendo combatido por diversos estados nos Estados Unidos que não querem carteiras de motoristas nacionalizadas e rastreáveis (Real ID) - aparentemente é dada como certa no Canadá, onde as placas têm sido chipadas tranquilamente. Tais etiquetas de identificação podem conter o histórico de trabalho, educação, religião, grupo étnico, história reprodutiva e muito mais.

Animais das fazendas estão progressivamente sendo chipados; além do mais, "Cerca de 800 hospitais nos Estados Unidos estão agora chipando seus pacientes; você pode se recusar a aceitar, mas está disponível," ele disse, acrescentando: "Quatro hospitais em Porto Rico já os colocaram nos braços dos pacientes com Alzheimer, e custa somente $200 por pessoa."

A Verichip, uma grande fabricante de chip (os dispositivos ás vezes também são chamados Spychips) descreve seu produto em seu website: "Cerca de duas vezes o comprimento de um grão de arroz, o dispositivo é tipicamente implantado acima da área do tríceps do braço direito do indivíduo. Uma vez escaneado com a frequência adequada, o Verichip responde com uma frequência única de 16 dígitos que poderá então ser conectada com a informação acerca do usuário mantida em um banco de dados para verificação de identidade, registros médicos e outros usos. O procedimento de inserção é executado sob anestesia local no consultório de um médico e uma vez inserido é invisível a olho nu. Como um dispositivo implantado usado para identificação por uma terceira parte, tem gerado controvérsia e debate."

Os círculos continuarão se ampliando, redmond prevê. Chipar crianças "para se capaz de protegê-las," Redmond disse, "está sendo promovido na imprensa." Depois disso, ele acredita chegará a: chipar os militares, chipar os vigaristas do bem-estar, chipar os criminosos, chipar os trabalhadores que fazem corpo mole, chipar os pensionistas - e depois todos os demais sob qualquer razão é citado pelo governo e corporações altamente protegidas que esperam fazer bilhões de dólares a partir desta tecnologia. Enquanto isso, o conceito é comercializado pela mídia corporativa que, longe de ser um cão de guarda de vigilância do estado, é parte dela, bem como a mídia dá livre publicidade a programas de vacinação humana sem uma análise crítica sobre possíveis danos e efeitos colaterais das vacinas.

"Essa é a primeira vez que ouvi isso," um funcionário da Comissão Federal de Comunicações afirmou, quando a AFP (agência France Press) perguntou a ele sobre a questão RFID-DTV em 2 de junho. Preferindo o anonimato, ele acrescentou: "Eu não estou de todo ciente de isso ser a causa (de mudar para a TV digital)."

"Nigel Gilbert da Academia Real de Engenharia disse que por volta de 2011 você poderá ser capaz de entrar no Google e descobrir onde alguém está a qualquer hora a partir de chips nas roupas, em carros, em telefones celulares e dentro de das próprias pessoas," Redmond também disse.

Fonte: http://dprogram.net

Nota: É realmente a era do Big Brother. A geolocalização está sendo implantada em todo o mundo como uma coisa inocente e até útil para localizar amigos, lojas e restaurantes, por exemplo.

O Twitter, o Google e diversas marcas de celular já vêm com GPS embutido. O simples fato de você deixar o celular em standby já permite que você possa ser rastreado, em breve estarão em funcionamento novos sistemas de GPS que determinarão a localização com apenas centímetros de erro.

A pressa de governos em mudar a rede de transmissão de analógica para digital já deixa uma suspeita no ar. No Brasil a pressa é tamanha que o governo está interferindo diretamente no mercado de conversores de sinal. Não deveria ser o mercado a definir a mudança de sinal de acordo com a aceitação do consumidor? Há algo de pôdre no reino da Dinamarca, como já dizia Shakespeare.

domingo, 18 de julho de 2010

A OMS quer taxar o uso da sua internet para financiar vacinas nos países do terceiro mundo

OMS logoImage via Wikipedia

A OMS quer taxar o uso da sua internet para financiar vacinas nos países do terceiro mundo.

Por Mike Adams, the Health Ranger

Editor de NaturalNews.com

(NaturalNews) - A Organização Mundial da Saúde (WHO, na sigla em inglês) da ONU está forçando a barra para impor impostos de consumo global para ajudar a financiar seus vários programas, incluindo uma nova proposta que taxaria a internet a fim de pagar por vacinas e outros remédios para países do terceiro mundo. Sim, você leu certo - a OMS quer que cada pessoa do mundo ajude a pagar pelas drogas que fazem a indústria farmacêutica cada vez mais rica.

Considere isso uma manobra de Robin Hood ao contrário: Eles estão roubando da classe trabalhadora e dando as ultra ricas companhias farmacêuticas!

É claro que essa não é a primeira vez que a ONU pediu as nações ao redor do mundo para taxar os cidadãos ilegalmente a fim de favorecer sua própria agenda. Este corpo de funcionários não eleitos tentou forçar a legislação "cap and trade" (legislação sobre emissão de CO2) para uma suposta mudança climática apenas no ano passado (mas fracassou em fazer isso porque muitos países simplesmente recusaram a ideia).

No atual esquema, a OMS marcou um assim chamado painel de "especialistas médicos" para preparar um relatório ressaltando várias ideias de financiamento que financiarão todos os projetos que a OMS está tentando desenvolver no mundo. Uma dessas ideias é fazer os governos taxarem o uso da internet em seus países e dar o dinheiro a OMS para "desenvolvimento e pesquisa médica" em países pobres e em desenvolvimento. (Esta é uma linguagem codificada para despejar bilhões de dólares ilegalmente nos cofres da indústria farmacêutica em nome da caridade).

Um resumo executivo do relatório está disponível em: (http://www.foxnews.com/projects/pdf...)

Outras ideias para o financiamento incluem taxar pessoas quando elas fizerem transações como pagar as contas online ou sacar dinheiro, bem como taxar o comércio internacional de armas. A OMS também lançou a ideia de possivelmente fazer os governos contribuirem voluntariamente (o que é a única ideia de alguma forma legítima no relatório, considerando que a ONU não tem poder legal sobre nenhuma nação soberana para forçá-la a pagar impostos globais).

Como de costume, a proposta inteira é coberta por uma preocupação declarada pela saúde das pessoas das nações mais pobres que não têm acesso aos mesmos tratamentos médicos das pessoas das nações mais ricas. Embora isso possa soar bonito e bom em teoria, a agenda verdadeira aqui é transferir riqueza das pessoas das nações desenvolvidas para a ONU e então depois para as abastadas companhias farmacêuticas ou para os governos corruptos das nações mais pobres. As pessoas comuns dessas nações pobres receberão pouco ou nenhum benefício do dinheiro do imposto (a não ser as vacinações que serão forçados a fazer, se você considerar isso um benefício).

A OMS quer controlar a saúde mundial

Na página 8 do Resumo Exacutivo da OMS para suas propostas há uma declaração interessante sobre a agenda de saúde global da OMS. Quando fala sobre suas mais de 90 propostas para obter financiamento , a organização revela que também quer reestruturar o sistema de saúde global e colocar-se no controle.

"[As propostas] incluem estruturas sugeridas para centralizar, administrar e distribuir fundos para a pesquisa e desenvolvimento da saúde," afirma, adicionando que a fim de fazer isso, necessitaria de financiamento e certos "mecanismos" em primeiro lugar.

A OMS basicamente quer que todas as nações abram mão de sua soberania, particularmente em termos de pesquisa e desenvolvimento médico, e entregue a eles assim eles poderão distribuir "saúde" como acharem melhor. Ninguém mais terá nada a dizer sobre os assunto uma vez que a OMS será a única autoridade em assistência médica no mundo. Isso se encaixa perfeitamente com a agenda de dominação mundial da ONU através de outros meios (forças militares dos capacetes azuis, por exemplo).

Se os sonhos de financiamento e controle da OMS se tornarem realidade, a maior parte do dinheiro do imposto que ela receber provavelmente terminará nos bolsos dos funcionários da OMS, governos corruptos do terceiro mundo, ditadores e executivos da indústria farmacêutica. O que sobrar será usado para pagar por remédios e vacinas, ambos os quais na realidade danificam o meio ambiente local de qualquer país onde eles são usados devido a seus impactos de enxurrada química nos ecossistemas aquáticos.

Impostos globais são ilegais nos Estados Unidos

De acordo com a Cosntituição dos Estados Unidos, Art. 1, Seção 8, somente o Congresso dos Estados Unidos tem o poder de coletar impostos. Na verdade, há uma lista completa de quais impostos podem ser coletados, e não há menção de financiar uma entidade global que quer controlar o serviço de saúde (nem há uma menção de serviço de saúde nacionalizado para essa questão, em absoluto).

E novamente, desde quando qualquer presidente ou líder político nos Estados Unidos realmente honrou a Constituição que eles juraram proteger? O que nós temos em Washington não é uma equipe de dedicados defensores da Constituição, mas sim destruidores da Constituição que parecem determinados a entregar nossa soberania a alguma autoridade global tão rapidamente quanto eles puderem retirá-la.

O que a OMS está tentando fazer não é somente ilegal nos Estados Unidos, mas prejudicial ao verdadeiro serviço de saúde ao redor do mundo. Isso não trará a verdadeira saúde aos pobres, mas sim drogas, vacinas e outras substâncias químicas patenteadas que fazem umas poucas pessoas ricas, mas todas as outras mais pobres e mais dependentes de intervenção médica nos anos vindouros.

Observou que o plano da OMS não tenta levar alimentação para nações pobres? Nutrir estas pessoas com um pouco de vitamina D, vitamina C e nutrientes a base de plantas faria mais para acabar com doenças e enfermidades (inclusive doenças infecciosas) do que qualquer vacina ou produto farmacêutico. Também seria significativamente menos caro. Mas nada na agenda de dominação mundial da OMS inclui qualquer coisa relativa a alimentação. Parece que alimentação não tem lugar na visão de mundo da OMS - é tudo sobre remédios e vacinas.

Este é o tipo de mundo que eles querem nos impor: Um mundo onde eu e você somos taxados para pagar o envenenamento em massa de populações ao redor do mundo com produtos químicos tóxicos e vacinas perigosas. Lembre-se, a OMS é a mesma organização que encabeçou uma falsa epidemia porque seus conselheiros estão dominados pela indústria farmacêutica. A OMS está essencialmente sendo subornada pela indústria farmacêutica para avançar uma agenda que beneficia somente a indústria farmacêutica, não as pessoas. E a única razão pela qual eles estão agora tentando taxar você e eu para pagar por tudo isso é porque a margem de lucro em remédios e vacinas está tão ridiculamente alta que pessoas da classe trabalhadora e até mesmo as nações pobres não podem pagar por estes itens. Em vez de baixar os preços de seus remédios, eles estão tentando forçar um imposto sobre todos os outros.

A OMS, do mesmo modo que a FDA, é operada como uma ocupação criminosa. E como qualquer ocupação criminosa, eles querem forçar todos a pagá-los tanto dinheiro quanto possível. É como uma extorsão do tipo dos bandidos: Pague ou então! As coisas poderiam ser diferentes se eles estivessem usando o dinheiro para financiar programas de alimentação com vitamina D ou verdadeiros programas de educação alimentar nas nações pobres, mas estas ideias nem mesmo estão no radar deles. Eles estão 100% fixados na agenda da indústria farmacêutica de drogar todas as pessoas no planeta enquanto ao mesmo tempo embolsam lucros obscenos.

Fonte: http://www.naturalnews.com


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sábado, 10 de julho de 2010

Vigilância global, o futuro já chegou

Error 404: Skynet, o computador que sabe tudo sobre você

Todos os seus passos são controlados. Cada ação sua é informada à consciência virtual que controla o mundo. Conheça o futuro apocalíptico que nos espera quando as máquinas dominarem os humanos.

Por Durval Ramos Junior

Não adianta correr para as montanhas, tampouco se esconder dentro de casa: Ele está te vendo. O Olho que Tudo Vê sabe exatamente o que você está fazendo agora e armazenando tudo em seu gigantesco banco de dados. Há quem diga que ele vai dominar o mundo e fazer de nós escravos de suas vontades, porém eu lhes digo que isso já ocorreu: a Google já chegou ao poder há muito tempo.

Entretanto, não se trata de uma empresa poderosíssima monitorando nossas ações. Ela é muito mais que isso, quase como uma consciência artificial criada pelos humanos, mas dotada de capacidades de processamento que possibilitaram sua liberdade em relação às diretrizes de programação. Demos origem a um monstro e hoje a Google é um cérebro que simplesmente comanda nosso mundo. E tudo tende a piorar.

A vida imita a arte

Se você achou isso forte demais, o que faria ao descobrir que o que foi descrito até agora não passa da ponta do iceberg do triste fim que nós, seres humanos, teremos? O serviço de buscas que revolucionou a internet foi apenas o primeiro passo para aquilo que o cinema um dia chamou de “Rebelião das máquinas”.


Exemplos de computadores que transcenderam seus limites e dominaram nosso mundo não faltam. Os produtores de Hollywood, por exemplo, tentaram nos avisar sobre os perigos dessa corrida tecnológica. O filme “2001: Uma Odisseia no Espaço” foi um dos primeiros alertas: o sistema HAL se rebela contra seus criadores e põe em risco a vida de todos os tripulantes de uma estação espacial.

Já no século XXI, outra obra cinematográfica nos apresentou um terrível futuro dominado pelas máquinas. “Matrix” foi muito mais que um show de efeitos especiais: foi o momento em que a ficha caiu e percebemos o quanto dependemos das máquinas para sobreviver. Porém, já era tarde demais para voltarmos atrás.

A Skynet

Quem assistiu ao filme “O Exterminador do Futuro” certamente se lembra de Skynet, o grande vilão invisível da série. A grande consciência das máquinas é a responsável por enviar os exterminadores ao passado para evitar o nascimento de John Connor, a grande esperança da humanidade.



No longa-metragem, a Skynet é descrita como uma espécie de sistema que controla todas as máquinas do mundo. Criada por humanos, ela criou vontade própria superou as limitações impostas por seus criadores e os fez seus escravos.

A grande habilidade dessa inteligência artificial é ser onipresente. Por ser instalada e acessada em qualquer tipo de máquina, ela simplesmente é capaz de monitorar a tudo e a todos, além de conseguir informações sobre qualquer coisa que desejar.

A consciência virtual

Essa descrição lhe parece familiar? Da mesma forma que a Skynet transformou-se em algo gigantesco na série “O Exterminador do Futuro”, a Google hoje ganha mais e mais influência em nossas vidas. No momento em que ele se rebelar, será nosso fim e não haverá John Connor para nos defender.


Entretanto, apesar de falarmos em Google como líder das máquinas, ela não está sozinha. Por ser a maior e mais poderosa no ramo, a empresa tornou-se o símbolo dessa revolução. Isso não isenta outras gigantes, como Microsoft e Apple. Durante todos esses anos elas recolheram milhares de informações sobre tudo.

No dia em que elas se unirem, formarão um cérebro realmente poderoso para fazer com que o mundo seja dominado pelas máquinas. Enquanto esse momento não chega, a Skynet – como passaremos a chamar essa inteligência, em homenagem ao filme – cria um banco de dados suficiente para acabar com o mundo que conhecemos.

Conhecendo o inimigo

Seu cotidiano monitorado
O primeiro passo para que as máquinas possam dominar o mundo já foi dado há muito tempo. Para evitar o surgimento de rebeldes, a Skynet traçou um perfil de todas as pessoas do mundo em busca de possíveis Johns Connors.

Porém, como ela conseguiria coletar informações pessoais de tanta gente sem que fosse notada? Realmente é algo impossível, mas o Olho que Tudo Vê fez isso abertamente e foi largamente aceito por todos. Orkut, Facebook e Twitter são apenas alguns exemplos de serviços que possibilitaram ao sistema reunir dados sobre milhões de pessoas, desde seus gostos até seus hábitos e relacionamentos.

Além disso, mesmo quem estava longe das redes sociais teve seu perfil traçado. Cartões de crédito, por exemplo, dizem praticamente tudo sobre você: o que você come, quais livros você lê e os locais que você frequenta.

Da mesma forma os telefones celulares concentram todo o tipo de informação. Seu iPhone é um terrível espião infiltrado em seu bolso, que informa à Skynet suas preferência musicais, seus jogos e até mesmo dados sobre sua conta bancária.

Onde você está?

Isso sem falar do FourSquare, o complemento para Twitter que envia mensagens informando sua localização por meio de smartphones. Para a grande consciência virtual, essa brincadeira seria uma ótima maneira de monitorar os passos de cada usuário.

A própria Google é líder em ferramentas que podem dizer tudo sobre você. Ligar palavras-chaves de seu Gmail com o histórico de buscas já é o suficiente para que seu cotidiano seja descrito com facilidade. Adicione as entradas no Buzz (caso esteja integrado ao Twitter) e as pesquisas no Google Maps e sua vida vira um livro aberto.

A Skynet sabe exatamente onde você está


Com todas essas informações em mãos, a inteligência virtual pode saber tudo sobre cada um de nós com facilidade. Aqueles que representarem riscos para as máquinas logo serão eliminados, enquanto os demais viverão para alimentar o gigantesco computador-mãe com novos dados.

A computação em nuvens, vista como a tendência do futuro, é mais uma maneira de centralizar toda nossa vida na internet. Com ela é possível acessar qualquer documento na rede, da mesma forma que acontece com o Google Docs. Você deixa de ocupar espaço em seu disco rígido enquanto mantém o Grande Computador informado.

Tudo sobre você

Apesar de essa tecnologia já existir, ainda não é utilizada com todo o potencial imaginado. O sistema operacional da Google, o Chromium OS, será totalmente em computação em nuvens e servirá como um estímulo para que a computação em nuvens torne-se realidade. E este será o momento será o momento em que a Skynet vai dar início ao próximo passo da revolução das máquinas.

Tomando o poder

Assim que a Skynet conseguir ter domínio das informações de todas as pessoas do mundo, assim como de seus hábitos de vida, será a hora em que ela vai sair das sombras e mostrar seu verdadeiro poder.

Quando isso acontecer, uma enxurrada de atualizações de firmware vai fazer com que todos os aparatos tecnológicos estejam diretamente ligados ao Grande Computador. Isso vai permitir que a Skynet controle-os remotamente, impedindo que eles sejam desligados e neutralizando qualquer tipo de resistência.


Ao mesmo tempo, todos os possíveis líderes rebeldes serão eliminados. Qualquer um que tente mostrar que o homem ainda é maior que a máquina será derrubado, servindo de exemplo para que os outros humanos continuem a servir à inteligência virtual.

Da mesma forma que a Skynet da ficção, a versão do nosso mundo vai também impedir um contra-ataque dos humanos. Os sistemas de segurança se transformarão em verdadeiras muralhas que impedirão que o computador central seja destruído. Enquanto isso, a Skynet vai espalhar backups para todos os computadores do mundo, de forma que ela seja verdadeiramente onipresente.

Porém, o maior trunfo do Grande Computador vai ser manter um estado de paz aparente, sem fazer qualquer tipo de aviso. Quando as máquinas dominarem o mundo, não veremos impressoras (as grandes inimigas da humanidade) chicoteando pessoas com cabos USB. A maioria da população nem sequer vai perceber a mudança e todos continuarão a utilizar os serviços online como se nada estivesse acontecendo.



Como controla os meios de comunicação e as informações que circulam pela internet, a Skynet vai continuar a crescer e a se alimentar de dados. Ações rebeldes offline serão percebidas pelas câmeras de vigilância. Além disso, as câmeras do Google Street View estarão ainda mais presentes e informarão a inteligência virtual sobre qualquer ação suspeita.

Rebeldes e traidores

Apesar dos infinitos olhos que o Grande Computador possui, o ser humano ainda é um grande inimigo. Enquanto controla todas as ações online, os movimentos feitos longe dos computadores podem ser realizados sem que a consciência cibernética tome conhecimento.

As poucas pessoas que perceberem o controle do Skynet sobre suas vidas e não se descontrolarem em ações precipitadas vão se organizar de forma que nada tenha de entrar no computador, como uma espécie de retrocesso tecnológico.


Isso fará com que comunicação seja feita de maneira pessoal por meio de cartas e bilhetes entregues pessoalmente, já que os correios também estarão sendo monitorados. Mensagens enviadas por pombos serão frequentes.

Porém, como é comum em períodos de crise, sempre haverá aquele grupo que vai trair seu povo para colaborar o sistema opressor em troca de benefícios. Alguns humanos vão passar a informar a Skynet sobre ações rebeldes de amigos em troca de benefícios, como dinheiro no banco e fraude em eleições.

Além disso, esses traidores criarão keyloggers – espécie de vírus que controla tudo o que você digita – para que as informações offline também sejam de conhecimento da inteligência virtual. Quando isso acontecer, ninguém mais ficará oculto ao Olho que Tudo Vê.

Evitando o apocalipse

Seus dados protegidos

Se você chegou até aqui e quer saber como manter suas informações seguras para que a Skynet nunca venha a existir, você faz parte da resistência. Saiba que seus dados estão sendo processados e arquivados como uma possível ameaça futura.

Entretanto, se ainda assim você continua cético com essas previsões e não acredita em uma possível rebelião das máquinas, saiba que isso está cada vez mais próximo de acontecer.

O projeto “Cidadão Perfeito”, desenvolvido pela Agência Nacional de Segurando dos Estados Unidos, pode ser um dos primeiros passos para a criação dessa consciência virtual que vai dominar o mundo. A proposta do programa é monitorar informações da rede para evitar ataques cibernéticos ao sistema de órgãos federais. Na prática, dados de navegação poderiam ser controlados com extrema facilidade.

Além disso, não adianta você apagar suas contas no Orkut, Twitter e seja lá quais outras que você possui. Agora já é tarde demais para isso e o Grande Computador já sabe tudo sobre você. Porém, o que fazer para evitar que mais informações sobre sejam coletadas pela Skynet?

O próprio Baixaki já publicou vários artigos para ajudá-lo a manter sua privacidade sempre intocada. Você pode seguir algumas das dicas apresentadas em “Como proteger a sua privacidade no PC e na internet” e “O que as empresas de internet sabem sobre você?” e preparar-se para manter suas informações longe do Olho que Tudo Vê. Agora é esperar pelo dia do surgimento da Skynet e nos prepararmos para a batalha contra as máquinas.

Fonte: http://www.baixaki.com.br

Nota: Este artigo é bastante interessante e esclarecedor. Ele nos mostra que a Nova Ordem Mundial já tem a capacidade de monitorar todas as pessoas do planeta, leis estão sendo criadas em todas as partes para dar aos governos o controle sobre a internet e manter uma constante vigilância sobre os internautas.

O pretexto é sempre o mesmo, garantir a segurança e proteger contra ameaças terroristas.

Para quem tinha dúvidas sobre o poder que o anticristo terá sobre o mundo e tinha restriçoes quanto ao cumprimento das profecias bíblicas, esse artigo é muito importante e precisa ser lido com atenção. Pois o tempo está se esgotando rapidamente.

apocalipese 13: 16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mäo direita, ou nas suas testas,

17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senäo aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.




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terça-feira, 15 de junho de 2010

Presidente dos EUA pode ganhar poderes para desligar a internet


SYDNEY, AUSTRALIA - OCTOBER 14:  Artwork from ...Image by Getty Images via @daylife

Presidente dos EUA pode ganhar poderes para desligar Internet

Foi apresentada ontem nos Estados Unidos uma proposta que, a ser aprovada, dará ao presidente poderes para controlar ou desligar partes da Internet no país, em situações de emergência. Fornecedores de serviços de acesso à Internet, motores de busca ou empresa de software ficarão sujeitas à ordem e em casos de não cumprimento enfrentam multas.

O projeto de lei apresentada no Senado tem como objetivo reforçar a capacidade de resposta dos Estados Unidos, em face de um ciberataque em grande escala e os mecanismos de controle de consequências de um evento desse tipo, mas já está gerando alguma polêmica.

A iniciativa foi pensada para "proteger as redes e os seus bens e proteger o país e o povo", assegura Joe Liebermann, o senador independente que é um dos promotores da proposta e também presidente do comitê de segurança norte americano.

As críticas ao Protecting Cyberspace as a National Asset Act (PCNAA) vêm de grupos representativos da indústria e referem-se aos limites pouco claros dos poderes que daí decorrem.

Se a proposta chegar a lei, as novas regras para a cibersegurança serão geridas por um organismo a criar, o Centro Nacional de Segurança Informática e das Comunicações, que funcionará na dependência do Departamento de Segurança Interna.

Empresas de Internet, telefonia ou gestoras de outras infra-estruturas de informação críticas ficarão obrigadas a cumprir ordens do novo centro e em alguns casos a cooperar com a prestação de informação, a outros níveis que não a vigilância dos utilizadores. Esta é uma restrição claramente indicada no documento, que remete a possibilidade apenas para um contexto de resposta a ordens judiciais, como já hoje acontece.

A legislação prevê por outro lado imunidade para as decisões do Centro Nacional de Segurança, antecipando processos judiciais a reclamar compensações econômicas para situações que resultem, por exemplo, do corte ou condicionamento do acesso à Internet, bloqueando a margem legal para processos que reclamem indenizações em tribunal.

O centro que se pretende criar com a nova legislação terá ainda a missão (e poderes a condizer) de monitorar as infra-estruturas de Internet do país e apoiar outros organismos federais na adoção de novas e reforçadas práticas de prevenção e monitoração do ciberterrorismo. Algo que também será dinamizado por um novo gabinete da Casa Branca.

Fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/presidente_dos_eua_pode_ganhar_poderes_para_d_1070583.html

Nota: É mais um esforço para controlar a internet. O único espaço onde há alguma liberdade de combate a desmandos através da circulação de informações fora dos grandes veículos de comunicação totalmente controlados pelos barões da mídia.

Não há garantias de que essa lei não será usada abusivamente em futuro próximo e já temos uma prévia sombria da censura a internet no Irã e na China.

Além do mais essa lei pode tornar-se um padrão internacional adotado pela ONU e imposto a todos os países membros. O Brasil já foi noticiado como um dos países que mais censuram a internet segundo o Google.



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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O gosto assustador da censura na internet com o bloqueio de grandes websites de liberdade de expressão

Alex Jones outside Bilderberg meeting taken by...Image via Wikipedia


O gosto assustador da censura na internet com o bloqueio de grandes websites de liberdade de expressão.

Uma prévia sinistra de como uma rede mundial de internet regulada pelo governo seria parecida conforme Infowars e Prison Planet vão para as sombras na Nova Zelândia.

Por Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Segunda-feira, 8/02/2010

Com proponentes influentes pedindo recentemente de novo por uma internet regulamentada, temos uma prévia de como isso poderia parecer na semana passada depois que tanto Infowars.com e Prison Planet.com foram completamente bloqueados para muitos usuários na Nova Zelândia.

O bloqueio só foi removido cedo pela manhã de 2 a. feira depois de uma grande quantidade de queixas depois que ambos os sites ficaram indisponíveis em muitos provedores desde sexta-feira.

Enquanto o website Infonews baseado na Nova Zelândia relatava sexta-feira, que ambos os principais websites de Alex Jones foram bloqueados pelos provedores usando o NETCOM da Ásia para seu tráfego internacional de internet.

É importante frisar que recebemos e-mails em bases semanais nos informando que nossos websites têm sido bloqueados como "expressão de ódio" ou "material ofensivo" em internet cafés, livrarias, locais de trabalho, e numerosos outros prédios não somente nos Estados Unidos, mas através do mundo. A censura está sendo feita no nível do provedor de internet, assim enquanto algumas pessoas em um país em particular ainda terão acesso, outras serão bloqueadas.

Como relatamos em 2008, o St. Pancras International de Londres, onde milhões de pessoas viajando através da Europa continental passam o ano todo, bloqueia completamente o Prison Planet, o Infowars e até sites políticos mais convencionais como coisa comum.

Em 2007, o My Space admitiu suas políticas para censurar e filtrar postagens contendo links para o site Prison Planet.com, acrescentando que o servidor do MySpace bloqueia automaticamente tal informação. O gigante das redes sociais, bem como outros como o Facebook, periodicamente bloqueiam links para o material de Alex Jones e somente revogam esses filtros quando as pessoas reclamam.

Em 2005, os assinantes do Time Warner de Nova York a Califórnia relataram que seus acessos ao Infowars e Prison Planet tinham sido bloqueados devido a "discurso de ódio", depois os seus acessos foram restaurados.

O provedor de internet britânico Tiscali também bloquearam os websites depois das explosões de 7 de julho de 2005.

A rede social do Infowars também foi bloqueada pelas livrarias nos Estados Unidos em 2008 usando o Safesquid e o software de filtragem do Google.

Recebemos numerosos relatórios toda semana de sites de Alex Jones sendo bloqueados pelos provedores de internet e software de filtragem em edifícios públicos.

"Um fá ávido do Infowars.com e ativista da verdade sobre o 11/9, Jeff Mitchell, relatou no sábado que ele contatou o seu provedor de internet, o Orcon, para estabelecer o que estava causando o bloqueio, e foi avisado pelo técnico de computação que traçou a rota, que se descobriu que a quebra no tráfego para os websites estava ocorrendo nos roteadores da NETCOM em Sidney", afirmava o relatório.

Os websites foram bloqueados em todo provedor que se apoiava no NETCOM da Ásia como seu provedor de fluxo de dados, incluindo Woosh, Telecom, Slingshot e Orcon.

De acordo com Duncan Blair, diretor de Marcas e Comunicações do Orcon, o acesso ao conteúdo hospedado na rede de distribuição de conteúdo de publicidade, incluindo Infowars.com e Prison Planet.com, foi bloqueado devido a "problemas técnicos".

"Eu sou a pessoa que tornou metade dessa história possível ligando para meu provedor de internet," escreveu Jeff Mitchell em um comentário no Prison Planet. Apenas quero relatar que o Infowars.com agora está funcionando para mim, embora tenha estado fora do ar durante todo o fim de semana! Reclamamos para o provedor e eles ficaram “muito preocupados" sobre a censura; isso, combinado com esse artigo no prisonplanet poderia muito bem ter sido a razão para nós recuperarmos o acesso."

Se o problema foi devido a problemas técnicos ou a censura, o fato de que o provedor tenha bloqueado seletivamente certos websites com o apertar de um botão nos dá uma prévia assustadora de como uma internet regulada por um governo de estilo chinês pareceria, o que é exatamente o que pessoas influentes no governo estão pedindo.

O movimento para impor um controle centralizado do governo e a regulamentação da internet livre tem se acelerado nos últimos doze meses.

Na semana passada, a Time Magazine entusiasticamente pulou no vagão do apoio ao pedido de licenciamento da internet do executivo da Microsoft Craig Mundle, enquanto as autoridades forçam por um sistema ainda mais sufocante do que na China comunista, onde somente pessoas com permissão do governo seriam permitidas expressar uma opinião livre.

Durante uma recente conferência no Fórum Econômico de Davos, Mundle, chefe de pesquisa e administrador de estratégia da Microsoft, disse a seus amigos globalistas na cúpula que a internet precisava ser policiada por meio da introdução de licenças semelhantes as licenças de motoristas - em outras palavras, permissão do governo para usar a web.

Os projetos de lei de censura da internet atualmente sendo trabalhados para virar lei no Reino Unido, Austrália e nos Estados Unidos estipulam por poderes para o governo restringir e filtrar qualquer website que considerem ser indesejável para o consumo público. Na Itália, novas regras vão ser impostas pelo decreto do governo que forca qualquer um que deseje enviar um vídeo para a web a obter uma permissão do Ministério das Comunicações do governo.

Os intermediários do poder na Casa Branca tem abertamente declarado guerra ao discurso livre e mirado os "teóricos da conspiração" da internet como a principal ameaça de suas agendas.

Em um documento de 2008, o Czar da regulamentação de Obama Cass Sunstein pediu ao governo para taxar ou até banir diretamente as opiniões políticas que desaprovasse.

Na página 14 do documento de Sunstein de janeiro de 2008 intitulado "Teorias da Conspiração", o homem que é agora o chefe de tecnologia da informação de Obama na Casa Branca propôs que cada uma das seguintes medidas "terão lugar sob as condições imagináveis" de acordo com a estratégia detalhada nesse ensaio.

1) O governo deveria proibir a formulação de teorias da conspiração.
2) O governo deveria impor algum tipo de imposto, financeiro ou de outro tipo, sobre aqueles que disseminarem tais teorias.

O espetáculo ameaçador de grandes sites de livre expressão indo para a escuridão em países supostamente democráticos é um chocante anúncio do que o stablishment quer impor em uma base mais ampla. Somente pela manifestação corajosa em defesa do último verdadeiro posto avançado do livre discurso - a internet - e ameaçadores boicotes e campanhas agressivas de relações públicas podemos contrariar o insidioso movimento para silenciar o único fórum aberto remanescente legítimo de discórdia.

Fonte: http://www.prisonplanet.com

Nota: Esse clamor por vigilância na internet está avançando pelo mundo. A Austrália sofreu um ataque de hackers enraivecidos pela censura a sites de pornografia, a China, o Irá já censuram cotidianamente os sites indesejados. O mal sempre vem travestido com trajes de bondade e esposando uma causa nobre.









segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O FBI quer registrar o que os americanos fazem online

The Seal of the United States Federal Bureau o...Image via Wikipedia

O FBI quer registrar o que os americanos fazem online.

O FBI está pondo pressão sobre os provedores de internet para manter registros do que os usuários fazem online, e depois guardar esses registros por pelo menos dois anos. O diretor do FBI Robert Mueller está pedindo pela retenção da "origem e destino da informação" do usuário.

A CNET tem um grande artigo sobre o rastreamento de histórias de pedidos de registros de dados do FBI. Do artigo:

"No discurso de 2006, Mueller pediu pela retenção de dados da parte dos provedores de internet, e enfatizou o ponto dois anos depois quando explicitamente pediu ao congresso para decretar uma lei tornando isso obrigatório. Mas não tinha sido claro antes que o FBI estava pedindo as companhias para começarem a manter registros de quais websites são visitados, o que poucos ou quase nenhum atualmente faz."

A gente se pergunta como toda essa informação vai ser útil. Se você está tentando analisar tudo que um cliente de provedor de internet tem feito no decorrer de dois anos, você vai terminar no território das planilhas do Excel que vai fazer até o mais poderoso computador rastejar.

Outra preocupação é se uma tal lei para registrar dados explicitamente para propósitos de investigação federal viola ou não a constituição. Por exemplo, os cidadãos americanos têm conferida a expectativa de privacidade. Em minha opinião, isso se você estiver somente visitando um website em sua casa que não tem nenhuma característica social, essa atividade deveria ser considerada privada. Se, por outro lado, você está em um website interagindo com os usuários, então você está sendo menos privativo.

Pessoalmente, quaisquer propostas por registro de dados põem em alerta meus sensores orwellianos. O argumento do FBI é que mais dados permitirá um melhor policiamento de atividades criminosas, mas esse é o problema: todos os dados coletados dos usuários seriam mais ou menos para o propósito de processar pessoas. E a última coisa que precisamos nos Estados Unidos é mais maneiras de por pessoas na cadeia.

Fonte: www.thenextweb.com

Nota: No Brasil já existe lei nesse sentido e já há estados onde as LAN houses identificam os clientes; os provedores são obrigados a guardar os dados dos clientes por um período de tempo também. Tudo para a nossa segurança, é claro.

Portanto, como boas ovelhas que somos já estamos sendo catalogados, enquanto nos Estados esse tipo de coisa levanta suspeitas, nós aceitamos tudo alegremente.



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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A EFF revela como sua impressão digital torna você fácil de rastrear.

SYDNEY, AUSTRALIA - NOVEMBER 09:  Former Olymp...Image by Getty Images via Daylife

A EFF revela como sua impressão digital torna você fácil de rastrear.

Pensa que desligar os cookies e ligar a navegação privativa faz você invisível na web? Pense novamente.

A Electronic Frontier Foundation (EFF) lançou uma nova app da web apelidada de Panopticlick que revela simplesmente quão assustadoramente fácil é identificar você no meio de milhões de outros usuários da web.

O problema é sua impressão digital. Sempre que você visita um site seu navegador e qualquer plug-in que você tenha instalado podem vazar dados. Alguns não são tão pessoais, como a sequência de símbolos de sua interface. Outros são mais pessoalmente reveladores, como quais fontes você tem instaladas. Mas se tudo for posto junto? O resultado faria você identificável?

Como a EFF diz, "essas informações podem criar um tipo de impressão digital - uma assinatura que poderia ser usada para identificar você e seu computador."

O conjunto de teste ressalta o que a maioria de nós provavelmente já suspeitava - somos facilmente identificáveis na web. Fizemos o teste em um Mac usando o Firefox, Safári e Google Chome, todos vazaram dados suficientes para nos fazer identificáveis de acordo com os esclarecimentos de privacidade da EFF.

O propósito do Panopticlick é mostrar a você quanto você tem em comum com outros navegadores. Quanto mais sua configuração espelha a de outras pessoas, mais difícil seria identificar você. A ironia é que quanto mais nerd você for - usando um sistema operacional incomum, um navegador menos comum, customizar seu navegador com plug-ins e outros hábitos de usuários radicais - mais identificável você é.

Por exemplo, digamos que esteja usando o Firefox no Ubuntu com o Gnash plug-in em vez de flash, mas você também está se tornando visível com uma configuração única do navegador, sistema operacional, fontes instaladas, plug-ins e mais que pode ser combinado para identificar você através de uma impressão digital online única.

Então o que nós podemos fazer para ficarmos menos identificáveis? Bem, desabilitando cookies, o plug-in flash, o plug-in Java e a maioria de nossas extensões para sermos capazes de nos misturar melhor. Realmente, o fato de que não tínhamos Java ou flash ligados nos tornou mais identificáveis nestas categorias, mas também impediu que o nosso teste acessasse nossas fontes instaladas e outros pedaços de dados, assim no geral, menos identificável.

Obviamente essa abordagem tem um aspecto negativo - sem flash não há muito que fazer com vídeos online, uma falta de cookies causará problemas com logins, e sem Java, você não será capaz de interromper seu navegador ou causará que ele fique travado por horas.

Resumindo, o método de desabilitar não é muito divertido. Estranho como possa parecer, a melhor maneira de perder a impressão digital online única é se misturar com o rebanho. Como a EFF salienta, os navegadores móveis são mais difíceis de identificar desde que haja poucas opções de customização e, para a maioria, uma versão do Safári Móvel parece igualzinho a qualquer outro.

Do mesmo jeito, se você quer se misturar permaneça com o mesmo estoque de fontes do sistema, rode o Windows XP, use o Firefox sem nenhum complemento e desligue os cookies. Você se tornará mais difícil de ser identificado.

Devemos salientar que, não importa quão bem você se camufle no teste de impressão digital, você ainda será identificável pelo seu ISP (provedor de serviços de internet). Anunciantes e websites geralmente não podem acessar as informações que o seu ISP tem sobre você, mas é claro que os governos - com a cooperação de seu provedor de internet - sempre podem. Então não pense que apenas porque você eliminou suas impressões digitais ninguém sabe quem você é.

Fonte: www.webmonkey.com

Nota: Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.


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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Cybercrime: Uma economia subterrânea secreta

The FBI Badge http://www.altremappe.org/Indyme...Image via Wikipedia

Cybercrime: Uma economia subterrânea secreta.

Cybercriminosos estão fazendo uma destruição com identidades roubadas, criando os seus próprios mercados de compra e venda de cartões de crédito e informações de contas bancárias a baixos preços.

Por David Goldman
CNN.com staff writer
17/09/2009


Se a palavra cybercrime evoca a imagem de geeks de computador tentando invadir computadores a partir dos porões das casas de suas mães, pense novamente.

Cybercrime se tornou um negócio subterrâneo em rápido crescimento formado por criminosos habilidosos, que compram e vendem informações financeiras valiosas roubadas de milhões de internautas desavisados todo ano em um mercado negro online.

"A maioria dos cybercriminosos estão muito, muito interessados em ganhos financeiros por comprometimento das contas dos clientes", disse o agente especial do FBI Austin Berglas, que supervisiona o escritório do esquadrão de crimes na internet em Nova York. "Acredite ou não, há pessoas que são vítimas de seus golpes, e vemos isso todos os dias.

Porque os cybercriminosos são tão habilidosos em invadir milhares de computadores todos os dias, o crime é potencialmente um negócio de bilhões de dólares. Se cada cartão de crédito e conta bancária roubada fosse limpo o ano passado, teria rendido aos cybercriminosos cerca de 8 bilhões de dólares, de acordo com dados da Symantec, fabricante do antivírus Norton.

Como resultado do pagamento lucrativo, mais e mais criminosos online estão entrando no jogo. De fato, o número de novas ameaças a segurança da internet aumentou quase três vezes no ano passado, para 1,7 milhões.

Estes cyber ataques vêm principalmente de malware, ou software maliciosos, que tomam controle do computador, e tudo que está dentro ou que é inserido, é mandado para os caras maus sem que você saiba. As formas mais comuns de malware incluem Keystroke logging (leitura do que é digitado no teclado), spyware, vírus, vermes (worms) e cavalos de tróia.

Como a ação é feita. Uma vez que sua informação é roubada, cybercriminosos vão a um chat para convidados, para comercializar com outros criminosos online. Os cybercriminosos frequentemente estabelecem um canal de hacker por alguns dias, fazem a negociação, então seguida o derrubam, para evitar serem detectados. Quando ativos, os chats podem agrupar até 90.000 cybercriminosos conversando ao mesmo tempo uns com os outros, de acordo com Dave Cole, diretor sênior de gerenciamento de produtos da Symantec.

Os criminosos online usam os chats para vender ou negociar as informações de seu cartão de crédito ou conta bancária. Cartões de crédito são algumas das commodities mais baratas vendidas no mercado negro da internet, valendo em média 98 centavos de dólar quando vendidas em lote. Uma identidade comum vale 10 dólares.

Informações de cartões de crédito e contas bancárias foram cerca de 51% dos bens anunciados na economia subterrânea no ano passado e cerca de 38% em 2007. Cartões de crédito são mais populares porque são a commodity roubada mais barata. Cartões com data de validade, código numérico de verificação de valor e nome valem mais do que aqueles com nome somente, mas não há honra no mundo do crime online, muitas vezes hackers vendem a mesma informação de cartão de crédito a múltiplos usuários, até mesmo se já tiverem sido cancelados.

Como resultado, compradores e vendedores nos canais de bate papo frequentemente darão a informação a uma terceira parte de confiança por uma taxa. A terceira parte testará a informação do cartão, frequentemente debitando uma pequena quantia ou doando para caridade, e então confirma a mercadoria para o comprador.

Depois que a informação é comprada pelo segundo criminoso, aquela pessoa pode usar a máquina para imprimir um cartão de crédito falso com as informações. Porém, muitos usam ainda uma terceira pessoa para enviar dinheiro roubado para uma conta bancária no estrangeiro.

Essa terceira pessoa na cadeia é comumente chamada de "mula", que normalmente não sabe que ele ou ela é parte de um esquema subterrâneo do crime organizado. Muitas mulas respondem ao esquema "fazer dinheiro a partir de casa", onde o dinheiro roubado é enviado para suas contas e subsequentemente enviado para uma conta no exterior, recebendo uma taxa de 10% a 15%.

Outras mulas recebem falsos cartões de caixa eletrônico e são solicitados a retirar dinheiro, recebendo uma pequena taxa. Mas há um substancial risco envolvido, as forças da lei normalmente batem primeiro nas portas das mulas.

Para pegar um ladrão. O FBI está trabalhando infiltrado em muitos desses canais de bate papo em um esforço para frustrar os cybercriminosos. E em muitos casos, criminosos capturados concordam em trabalhar para o governo em troca de sentenças reduzidas.

"Depois que fazemos uma prisão de uma pessoa sacando dinheiro de um caixa eletrônico, eu digo a ela que ela pode ir para a cadeia por dez anos ou pode vir trabalhar para a equipe América," disse Berglas.

A estratégia nem sempre funciona. Albert Gonzalez, o infame TJ Maxx, ladrão que roubou 45 milhões de números de cartões de crédito e informação privada de 450.000 clientes em 2007, era um informante do FBI. Ele ajudou a derrubar um esquema enorme de roubo de cartão de crédito, mas traindo o FBI, utilizava informação privilegiada para ajudar os companheiros criminosos a escaparem da detecção e realizar o roubo TJ Maxx.

Programa de segurança também ajuda, mas está longe de resolver o problema. Para evitar detecção, muitos cybercriminosos enviarão apenas um punhado de vírus antes de modificar o código e enviá-los novamente.

"A verdade é que a "impressão digital" da tecnologia de segurança não é efetiva," disse Rowan Trollope, vice-presidente sênior de desenvolvimento de produtos da Symantec. "Os maus elementos que estão envolvidos são profissionais organizados, e eles descobrem como burlar nossa tecnologia."

Embora Trollope tenha dito que a nova versão do programa Norton Antivírus ajude a resolver o problema, escaneando a reputação dos arquivos, ele disse que os consumidores da internet também precisam saber como manter suas identidades online seguras.

"Fazemos produtos realmente muito bem, mas o próximo passo é a educação," ele disse. "Não podemos fazer a internet segura apenas com programas antivírus.

Fonte: CNNMoney.com

















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sábado, 16 de maio de 2009

Quem vigia os vigilantes?

LONDON, ENGLAND - MARCH 25: In this photo illu...Image by Getty Images via Daylife

    Não sei se você percebeu, mas a liberdade de expressão na Internet
está sendo ameaçada ao redor do mundo por Governos e grandes
corporações que procuram implantar uma censura absurda ao direito
básico de nos comunicarmos. O Projeto de Lei de cibercrimes do Sen.
Azeredo,  que atualmente tramita na Câmara de Deputados, transforma a
Internet como nós conhecemos em uma verdadeira terra de ninguém, onde
todo mundo é considerado culpado até que prove o contrário.

Aconteceu ontem na frente da Assembléia Legislativa de São Paulo um
protesto público contra as emendas à lei de cibercrimes que se
aprovadas como estão pelos deputados, vão servir para na prática
criminalizar o uso comum da Internet. Se o texto for aprovado como
está, vai acabar com as redes P2P, tirar do ar as redes abertas como as
que já existem em várias comunidades, e ainda dar uma sobrevida ao
nefasto DRM. Os provedores passam a ser considerados cúmplices de
qualquer crimes cometidos nas suas redes, e passam a exercer o papel de
fiscalizadores de tudo que os seus usuários fazem na Internet.

Aconteceu ontem na frente da Assembléia Legislativa de São Paulo um
protesto público contra as emendas à lei de cibercrimes que se
aprovadas como estão pelos deputados, vão servir para na prática
criminalizar o uso comum da Internet. Se o texto for aprovado como
está, vai acabar com as redes P2P, tirar do ar as redes abertas como as
que já existem em várias comunidades, e ainda dar uma sobrevida ao
nefasto DRM. Os provedores passam a ser considerados cúmplices de
qualquer crimes cometidos nas suas redes, e passam a exercer o papel de
fiscalizadores de tudo que os seus usuários fazem na Internet.

 Via Mario Amaya.

Nota: Já divulgamos como na Inglaterra o cerco está sobre as redes sociais, como Facebook, com a desculpa de guerra ao terrorismo e mais recentemente saiu uma notícia de que está sendo realizado um projeto para bisbilhotar as atividades na internet, chegando até a vasculhar os e-mails.
No Brasil não é diferente, com a desculpa de impedir crimes cibernéticos, criminaliza-se a própria internet.
Isso é uma tendência para o futuro, a liberdade de expressão e de obtenção de imformações é um empecilho aos planos da Nova Ordem Mundial.  


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domingo, 29 de março de 2009

Ministério da Justiça quer controle mais rígido sobre a internet.


Image via Wikipedia

Ministério da [in]Justiça do governo Lula quer controle rígido sobre a Internet

Ministério da [in]Justiça do governo Lula quer controle rígido sobre a Internet

Julio Severo

A verdade precisa ser mostrada, para que a população saiba o que está acontecendo. Contudo, no Brasil as grandes redes de televisão se recusam terminantemente a defender a verdade, sonegando importantes informações sobre as corrupções morais, financeiras e éticas do governo mais corrupto da história do Brasil.

Por coincidência, esse governo é socialista.

Sobre os meios de comunicação o governo Lula exerce uma “censura” gentil e atraente: quando uma rede de TV é boazinha, as empresas estatais são boazinhas com ela, fazendo investimentos milionários em patrocínio de programas de TV. É bem fácil assim manter sob controle as “independentes” televisões do Brasil.

Entretanto, quando esse método de persuasão não funciona, o jeito é usar a velha censura, com os pretextos mais “elegantes”.

O fato é que o governo Lula está preocupadíssimo que os brasileiros tenham acesso na Internet a informações que eles nunca vêem nas redes de televisão “independentes”. Para acalmar o governo Lula, o Ministério da [in]Justiça quer impor algumas restrições “democráticas” na Internet, com as desculpas mais variadas, especialmente o combate à pedofilia.

A informação abaixo foi adaptada do site esquerdista CongressoEmFoco:

Se depender da vontade do governo Lula, a lei de crimes da internet será muito restritiva. Projeto do Ministério da Justiça (MJ) quer que os provedores de acesso mantenham por três anos todos os dados de tráfego de seus usuários. Ou seja: que hora se conectou à internet, em que sites entrou e quanto tempo ficou.

A medida do MJ teve influência da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que tem ligações com a nefasta e infame polícia cubana de espionagem e repressão. Além de todos os dados de tráfego, o MJ quer que os provedores sejam obrigados a registrar o nome completo, filiação e número de registro de pessoa física ou jurídica. 

A medida estabelece que os provedores de acesso serão obrigados a coletar, armazenar e “disponibilizar dados informáticos para fins de investigação criminal ou instrução processual penal”. Prevê também que, após o pedido do MP ou da polícia, os dados de navegação sejam entregues imediatamente mediante ordem judicial.

O socialismo detesta a liberdade dos cidadãos do jeito que o diabo tem medo da Cruz.

O bom senso adverte: O socialismo faz mal para a liberdade de expressão.

Fonte: www.juliosevero.com

Nota: Em recente post mostramos como na Inglaterra o governo já monitora as redes sociais atrás de terroristas, dissemos que vários seriam os motivos alegados para a monitoração da rede.
Estamos agora a ponto de vermos uma lei invasiva da privacidade dos internautas ser aprovada no Brasil com a desculpa de combate a pedofilia e a outros cyber crimes.
Alguém acha que um cracker vai se intimidar diante dessa lei?
É ruim hein!!


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Nova Ordem Mundial - Internet


Parlamento Europeu aprova plano que amplia proteção à criança na internet


Voltado às redes sociais, programa será desenvolvido entre 2009 e 13.


Orçamento vai ser de 55 milhões de euros.





Da EFE, em Bruxelas




O Parlamento Europeu votou nesta quarta-feira (22) a favor de um programa comunitário para reforçar a proteção das crianças na internet, em uma medida que visa a reduzir os conteúdos ilícitos e se antecipar evitando abuso sexuais a menores que navegam na rede.






A iniciativa, proposta pela Comissão Européia (CE), se desenvolverá entre 2009 e 2013 com um orçamento de 55 milhões de euros e dará prioridade às redes sociais, como Facebook e MySpace, e às comunicações por meio de telefone celular.





O Parlamento Europeu e o Conselho da União Européia (UE) chegaram recentemente a um acordo sobre o programa, apoiado hoje pelo plenário com 672 votos a favor, nove contra e 19 abstenções.





A comissária de Sociedade da Informação da UE, Viviane Reding, felicitou o Parlamento Europeu pela rápida adoção do plano e afirmou que, graças a ele, tanto as crianças como os adolescentes poderão se beneficiar com maior segurança dos serviços oferecidos na web.





O projeto substituirá o programa comunitário para conseguir uma internet mais segura, aprovado em 2005 com um montante de 45 milhões de euros e que termina este ano.





O novo plano introduzirá pontos de contato nacionais e linhas telefônicas para denunciar os conteúdos ilícitos, pondo especial ênfase na pornografia infantil e nas ações de manipulação de crianças.





Estas medidas terão que estar coordenadas com outras ações em escala nacional, em particular com a Polícia especializada na internet.





As mensagens eletrônicas comerciais não solicitadas, conhecidas como spam, não estarão incluídas no plano, pois já são objeto de outras ações em nível europeu.





Segundo um relatório publicado pela CE, 74% dos jovens de entre 12 e 15 anos passam diariamente pelo menos três horas navegando na internet.





A Internet Watch Foundation alerta que no último ano os casos de abuso contra menores na internet registraram um aumento de 16%.


Nota: Será que todo esse dinheiro é para proteger as crianças? Parece mais uma forma disfarçada de censura na web. Pode ser só o cavalo de tróia do fim da liberdade sob a capa de um fim nobre e justo.



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