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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Conectar seu cérebro a internet?

Conectar seu cérebro a internet?

Por Lane Hudson

Newsfortheleft.blogspot.com

Hoje o Centro para o Progresso Americano sediou um painel intitulado "Guerra da Mente: Pesquisa do Cérebro e Defesa Nacional." O pesquisador sênior do CPA, Jonathan Moreno, Ph.D., fez uma análise do seu livro e o membro da equipe Jennifer Bard, uma professora de direito na Texas Tech Universidade, fez um análise legal dos avanços na pesquisa da neurociência quando aplicada nas situações da vida.

O comentário mais chocante veio do membro do painel Paul Root Wolpe, Ph.D., quando ele disse que "é realista que dentro de dez a quinze anos, poderá ser possível conectar diretamente o cérebro humano a internet." Ele citou uma pesquisa corrente onde neurocientistas são capazes de contornar lesões no cérebro através da conexão de duas seções do cérebro por circuitos feitos pelo homem. 

A despeito de tão tremendo avanço estando possivelmente a uma década de distância, não há nenhum órgão de supervisão ética ou de leis governando tal pesquisa. O maior patrocinador desse tipo de pesquisa é o governo federal, frequentemente financiando estudos científicos através da Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa, DARPA. 

Técnicas atualmente em desenvolvimento incluem Imagem de Ressonância Magnética Funcional, ou fMRI. Tira fotos da atividade do cérebro em tempo real e está sendo usada para aprender as reações do cérebro para descobrir se alguém está mentindo, sua orientação sexual, se é extrovertida e incontáveis outras coisas. É o mais próximo que chegamos da "leitura da mente." 

A DARPA está financiando um projeto de "Melhoramento do Desempenho Humano". Aumentar a cognição (conhecimento), ou aumentar a função cerebral, é uma das metas desse projeto. Isso pode ser realizado pela inserção de um chip no cérebro de um soldado e aumentando a largura da banda da atividade cerebral.

A droga Modanafil também foi desenvolvida e pode manter as pessoas acordadas por dias a cada vez, sem necessidade de dormir ou de calorias. Isso já se tornou disponível no setor privado sob o nome de Provigil.

Isso mal arranha a superfície da emergente questão sobre o que o Centro Americano para o Progresso Americano espera para começar uma discussão pública. As potenciais implicações dessa questão sobre as liberdades civis são enormes. Isso merece mais investigação até que padrões legais e éticos aceitáveis sejam criados. Deveria também haver um equilíbrio entre usar esses novos avanços para a defesa nacional e usar no setor privado onde podem ser usados para melhorar a vida diária dos americanos.

Artigo de: http://newsfortheleft.blogspot.com

Nota: Tudo isso é feito nas sombras e sempre em nome de uma causa nobre, como a defesa nacional e outras, mas ninguém sabe realmente os perigos para a sociedade, talvez nem mesmo as pessoas por trás desses projetos.        

  

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Tecnologia pré-crime vai ser usada em Washington D.C.

Cover of "Minority Report [Blu-ray]"Cover of Minority Report [Blu-ray]Tecnologia pré-crime vai ser usada em Washington D.C.

Computadores adivinham qual crime será cometido, onde, por quem e quando.

Por Steven Watson

Infowars.net

As agências de aplicação da lei em Washington D.C. começaram a usar o que eles dizem pode prever quando crimes serão cometidos e quem os cometerá, antes que eles realmente aconteçam.

O software pré-crime como o de Minority Report foi desenvolvido por Richard Berk, um professor da Universidade da Pensilvânia.

Encarnações anteriores do software já sendo usadas em Baltimore e Philadelphia estavam limitadas a previsões de assassinatos por e entre criminosos e infratores em liberdade condicional.

De acordo com uma reportagem da ABC News, contudo, a versão mais recente a ser implantada em Washington D.C., pode prever outros crimes futuros também.

"Quando uma pessoa sai em período de teste ou em condicional elas são supervisionadas por um funcionário. A questão que o funcionário tem de responder é 'qual nível de supervisão que você precisa? '" Berk disse a ABC News, declarando que o programa poderá ter importância na extensão das sentenças e/ou quantia das fianças.

A tecnologia peneira milhares de bancos de dados de crimes e usa algoritmos e diferentes variáveis, tais como localização geográfica, registros criminais e idades de infratores anteriores, para apresentar previsões de onde, quando e como um crime poderá possivelmente ser cometido e por quem.

O programa opera sem nenhuma evidência direta de que um crime será cometido, ele simplesmente toma um conjunto de dados e calcula as possibilidades.

"As pessoas supõem que se alguém assassinou então ela matará no futuro," Berk também declara, "Mas o que realmente importa é o que aquela pessoa fez como um indivíduo jovem. Se eles cometeram roubo armado com a idade de 14 anos isso é um grande indicador. Se elas cometeram o mesmo crime com a idade de 30 anos, isso não prediz muito."

Críticos instaram que o programa encoraja a categorização dos indivíduos em uma escala de risco através de matemática computacional, em vez da vida real, e que monitorar essas pessoas baseado em tal premissa é antiético para um sistema de justiça fundado sobre uma premissa de presunção de inocência.

Outros departamentos de polícia e agências da lei pelo país começaram a investigar e usar tecnologias preditivas semelhantes. O departamento de polícia de Memphis, por exemplo, usa um programa chamado Operation Blue CRUSH, que utiliza análise preditiva desenvolvido pela IBM.

Outras formas de tecnologia pré-crime em uso ou sob desenvolvimento inclui câmeras de vigilância que podem prever quando um crime está a ponto de ocorrer e alerta a polícia, e até escâneres neurológicos do cérebro que podem ler as intenções das pessoas antes de elas agirem, detectando assim se a pessoa tem ou não "intenção hostil".

Não está muito longe de imaginar todas essas formas de tecnologia sendo usadas juntas no futuro pelos organismos responsáveis pelo cumprimento da lei.

O governo britânico anteriormente já debateu a introdução de leis pré-crime em nome da luta contra o terrorismo. A ideia era que suspeitos seriam postos em julgamento usando a inteligência do MI5 ou MI6 de um esperado ataque terrorista. Isso seria suficiente para condenar se descoberto ser verdade "no balanço das probabilidades", ao invés de "além de qualquer dúvida razoável".   

O governo até tem planos para coletar registros vitalícios de todos os residentes a começar da idade de 5 anos, a fim de verificar aqueles mais prováveis de cometer crimes no futuro.

Uma outra possibilidade perturbadora para tal tecnologia vem na forma de aliança financeira do tipo entre o gigante do mecanismo de busca da internet Google e o braço de investimento da CIA e da rede mais ampla de inteligência dos Estados Unidos.

O Google e a In-Q-Tel recentemente injetaram uma soma de cerca de $10 milhões cada em uma companhia chamada Recorded Future (Futuro Gravado), que usa análise para procurar em contas do Twitter, blog e websites por qualquer tipo de informação, que é usada para "montar dossiês reais em tempo real sobre as pessoas".

A companhia descreve sua análise como "a mais recente ferramenta open-source para a inteligência" e diz que ela também pode "prever o futuro".

A Recorded Future toma uma vasta quantidade de informação pessoal como mudanças de empregos, educação pessoal e relações familiares. Material promocional também mostra categorias cobrindo quase tudo o mais, incluindo diversão, música e lançamentos de filmes, bem como outras coisas inócuas como pedidos de patentes e recall de produtos.

Aqueles desligados de qualquer tipo de realidade moral dirão "se você não tem nada para esconder então qual é o problema com ser examinado pelo pré-crime? Se isso nos mantém todos a salvo de assassinos, estupradores e terroristas, eu estou de acordo".

Até que distância de um literal estado policial big brother deslizaremos até que as pessoas acordem para o fato?

Steve Watson é o escritor e editor do Infowars.net do Alex Jones baseado em Londres, e um colaborador regular do Prisonplanet.com. 




 


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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Você está pronto para a vida no Mundo 3?

Você está pronto para a vida no Mundo 3?

Por Jo Marchant / NewScientist.com

Nos anos 70 Karl Popper apareceu com uma teoria filosófica da realidade que envolvia três mundos interagindo: o mundo físico, o mundo mental e o "mundo 3", que inclui todos os produtos da mente humana - de ideias, quadros e músicas a toda palavra já escrita.

Algo muito semelhante ao mundo 3 é agora real e está cada vez mais influenciando como nós vivemos, diz George Djorgovski, co-diretor do Centro Avançado de Pesquisa de Computação no Caltech. É chamado de internet.

É a primeira manhã do Science Foo Camp, eu escolhi uma sessão chamada "virtualização da ciência e virtualização do mundo". De fato - adequado para uma reunião sendo realizada no quartel general do Google - como lidamos com uma vida crescentemente vivida online vem a ser um dos principais temas do dia. Djorgovski avalia que num futuro próximo, estar online em breve significará (entre outras coisas) não encarar a tela de um computador, mas ser imerso em realidade virtual 3D. 

Ele acha que isso será a chave para como faremos descobertas científicas no futuro. Esqueça gráficos - duas dimensões são totalmente inadequadas para lidar com a vasta quantidade de dados transbordando de tudo, desde o processo automatizado de sequenciamento do genoma aos esmagadores de átomos como o Grande acelerador de Átomos. Precisaremos de máquinas inteligentes capazes de analisar estes grandes conjuntos de dados, ele diz, bem como maneiras de visualizar e interagir com os resultados em três dimensões.

Tais tecnologias certamente revolucionarão a educação também, com a aprendizagem virtual substituindo a aula tradicional. Djogovski quer que cientistas e pesquisadores fiquem mais envolvidos com este processo agora, apontando que até agora os avanços na tecnologia 3D estão todos vindo da indústria do entretenimento: "Não podemos deixar a indústria do vídeo game dirigir o futuro no que é a tecnologia mais importante do planeta. Tem de haver mais nisso do que derramamento de sangue e matar dragões."

Sentados em volta da mesa estão especialistas em tudo, desde psicologia e bioética a ciência espacial. Pat Kuhl, um especialista em aprendizado inicial de crianças da Universidade de Washington, especula o que aprender tudo online fará com cérebros jovens. O consenso ao redor da mesa é que bom ou mau, o movimento para ambientes de realidade virtual é inevitável. "Então vamos tentar oferecer alguma coisa mais do que jogos," diz Djorgovski.

Em uma sessão subsequente sobre a mente das crianças, Kuhl nos conta sobre a importância dos exemplos sociais na aprendizagem inicial. Por exemplo, é bem conhecido que bebês diferem em suas habilidades de distinguir sons, dependendo da linguagem a qual eles são expostos, na época em que eles estão entre 10 e 12 meses de idade. Mas Kuhl e seus colegas mostraram recentemente que simplesmente ouvir os sons não é suficiente. Depois de poucas sessões com uma pessoa que fala o mandarim, bebês americanos podiam distinguir certos sons tão bem quanto bebês taiwaneses, mas estes, dada a mesma exposição via áudio ou vídeo não aprenderam nada.

Assim se não queremos que os cérebros das crianças se atrofiem em um mundo cada vez mais virtual, devemos trabalhar como incorporar os exemplos sociais relevantes. Kuhl já descobriu que fazendo a tela da TV interativa, de modo que os bebês possam ligar e desligar batendo nela, aumenta - um pouco - o quanto eles aprendem. Ela agora está experimentando com câmeras da web.

A tarde, o jornalista e comentarista britânico Andrew Marr trata da questão de o que acontecerá ao jornalismo em um mundo online, particularmente à medida que leitores digitais como o iPad - o qual Marr chama um "grande mecanismo de destruição" - se torna mais onipresente.

A mídia que consumimos não será mais apenas palavras, ou apenas figuras, mas uma colisão de texto, vídeo, áudio e gráficos animados. E as pessoas serão capazes de escolher itens individuais para consumir, além de comprar um jornal inteiro ou assistir apenas um canal.

Como muitos comentaristas, Marr acha que isso será o fim dos jornais - e talvez dos jornalistas tradicionais também. Mas ele acha que isso pode ser uma coisa boa, argumentando que o jornalismo, com seu foco no curto prazo e nível trivial de debate, tenha falhado conosco de qualquer forma. No futuro ele acha que as notícias virão de nichos, grupos de especialistas, por exemplo, pessoas interessadas em acesso a água limpa, se juntando online. Isto pode incluir bloggers, políticos em campanha ou lobistas. Acima deles, agregadores de notícias autorizados pegarão as histórias mais importantes do dia e abastecerão o resto de nós.

Marr diz que esse novo modelo será bom para o jornalismo e para a democracia, porque as pessoas dentro de cada comunidade de interesse serão especialistas, e não perderão interesse em um tópico do jeito que os repórteres tradicionais fazem.

Estou seguro que Marr está certo que os jornais como os conhecemos não vão sobreviver. Mas eu não me sinto tão otimista sobre sua visão. Eu não estou certo que tendo agregadores para selecionar um conjunto de histórias escritas por especialistas com uma agenda, necessariamente vai nos dar um bom jornalismo. Quem vai escrever os artigos de um jeito que os não especialistas possam entender? Quem fará as conexões entre os diferentes campos? Quem terá autoridade para cobrar explicações dos políticos? Infelizmente a sessão termina antes de termos a chance de entrar nessas questões.

Wikipedia sobre "MUNDO 3":

O modelo Mundo 3 era uma simulação de computador das interações entre a população, o crescimento industrial, a produção de comida e os limites nos ecossistemas da terra. Foi originalmente produzido e usado por um estudo do Clube de Roma que produziu o modelo e o livro os limites do conhecimento. Os principais criadores do modelo foram Donella Meadows, Dennis Meadows e Jorgen Randers.

O modelo foi documentado no livro Dinâmica do Crescimento em um Mundo Finito. Ele adicionava novas características ao modelo do Mundo 2 de Jay W. Forrester. Desde que o Mundo 3 foi originalmente criado, ele teve pequenos ajustes para chegar ao modelo Mundo 3/91 usado no livro Além dos Limites e mais tarde ajustado para chegar ao modelo Mundo 3/2000 distribuído pelo Instituto de Pesquisa Política e Ciência Social.

Tem havido um pouco de críticas ao modelo do Mundo 3. Algumas têm vindo dos próprios criadores, algumas têm vindo de economistas e algumas têm vindo de outros lugares.

Uma das maiores críticas do modelo é que ele simplesmente não reflete a realidade do mundo desde os anos 70 quando o modelo foi publicado pela primeira vez. Esta crítica é em geral falsa, desde que a maioria das previsões de desastre ou colapso não começariam a ocorrer até por volta de 2015 na série de referência. O modelo previa que a humanidade se depararia com limites fundamentais para o crescimento econômico cerca de um século depois da publicação do livro: isto é, 2072, com problemas ecológicos extremamente sérios somente começando a se tornar óbvios nas décadas de 2030 e 2040.

Fonte: www.redicecreations.com     

                              


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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Pesquisadores testam técnica que "lê" mente de suspeito

Pesquisadores testam técnica que 'lê' mente de suspeito

Pesquisadores americanos estão tentando desenvolver testes capazes de "ler" a mente de uma pessoa para identificar informações escondidas. O objetivo da equipe é que os testes sejam aplicados, por exemplo, em pessoas suspeitas de planejar ataques para extrair detalhes sobre as operações. Os testes se baseiam em informações obtidas previamente, como rumores e conversas entre suspeitos.

O estudo - que desperta comparações com o filme de ficção científica Minority Report - A Nova Lei, estrelado pelo americano Tom Cruise - foi feito por pesquisadores da Northwestern University, em Illinois, e publicado pela revista especializada Psychophysiology.

Seus autores disseram que foram capazes de extrair informações "secretas" de voluntários com grande precisão. A técnica se baseia na chamada atividade P300, sinais elétricos registrados no córtex cerebral.
Segundo os autores do estudo, quando uma pessoa que tem "conhecimentos escondidos" recebe estímulos relevantes, ocorre um aumento na atividade P300 no seu cérebro.

As primeiras pesquisas envolvendo ondas cerebrais P300 surgiram na década de 1980, quando um grupo de cientistas tentou usá-las como base para a criação de detectores de mentira. Críticos, no entanto, argumentaram na época que esses testes mediam emoções ao invés de conhecimento.

Simulação

Os participantes do estudo, 29 estudantes da Northwestern University, planejaram um ataque fictício com base em informações que receberam sobre bombas e armas letais. Para memorizar as informações, eles escreveram cartas detalhando o plano.

Meia hora depois, com eletrodos em suas cabeças, os participantes observaram telas de computador mostrando palavras, imagens ou sons. As palavras Boston, Houston, Nova York, Chicago e Phoenix, por exemplo, foram exibidas na tela aleatoriamente.

Concluídos os testes, os pesquisadores constataram que o nome da cidade escolhida pelos participantes como alvo do ataque fictício evocou a maior atividade das ondas P300 no cérebro dos voluntários.

Segundo o professor de psicologia J. Peter Rosenfeld, chefe do estudo, quando os pesquisadores sabiam de antemão os detalhes sobre um ataque fictício, foram capazes de identificar as ondas P300 em conexão com "informações culpadas" em 100% dos casos.

Mas, para o especialista, o que torna o estudo importante no mundo real é que mesmo quando os pesquisadores não sabiam de antemão os detalhes do ataque fictício, a técnica foi capaz de identificar informações secretas relevantes em mais de 80% dos casos.

"Sem conhecimento anterior a respeito dos crimes planejados nos nossos cenários terroristas fictícios, fomos capazes de identificar 10 em cada 12 terroristas e 20 em cada 30 detalhes relativos ao crime", disse Rosenfeld.
"O teste foi 83% preciso na identificação de informações escondidas, o que indica que nosso procedimento complexo poderia identificar futuras atividades terroristas".

Os autores do estudo dizem que seu objetivo é criar um teste que permita que a polícia identifique detalhes como data, local e tipo de arma relativos a um ataque com base em rumores e conversas entre suspeitos. Segundo a equipe, esta foi a primeira vez que testes envolvendo ondas P300 foram usados em conexão com eventos futuros.

Fonte: www.terra.com.br

Nota: As técnicas para leitura da mente estão cada vez mais sofisticadas. E isso está ficando cada vez mais sinistro.





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terça-feira, 3 de agosto de 2010

A indústria farmacêutica quer usar nanotecnologia para codificar as pílulas que você engole com rastreamento de dados

A indústria farmacêutica usa nanotecnologia para codificar as pílulas que você engole com rastreamento de dados.

Por Mike Adams, editor de NaturalNews.com 

(NaturalNews) - O campo emergente da nanotecnologia está atualmente ganhando um bocado de atenção em muitas indústrias. A nanotecnologia permite aos cientistas manipular átomos e moléculas individuais e para criar materiais exclusivos e até dispositivos em escala microscópica, e isso está levando a uma ampla gama de aplicações em roupas, tecidos, eletrônica e até mesmo comida e remédio.

Parece ótimo, certo? Exceto pelo fato de que, como na modificação genética de culturas alimentares, a nanotecnologia intromete-se com a mãe natureza de um modo que é praticamente não testado para a segurança. E aqui está algo realmente bizarro: A indústria farmacêutica pode em breve começar a usar nanotecnologia para codificar comprimidos e cápsulas com marca e rastreamento de dados que você engole como parte da pílula.

Para realmente explicar como isso funciona, deixe-me simplificar como a nanotecnologia funciona, assim você verá o porquê isso é tão bizarro (e potencialmente perigoso). Invés de usar materiais e elementos como são encontrados na natureza para fabricar e construir coisas, os nanotecnologistas estão desconstruindo os blocos básicos desses materiais e elementos para fazer materiais completamente novos. Em outras palavras, os nanotecnologistas estão reconstruindo os blocos de formação molecular de nosso mundo sem saberem ainda o que farão aos humanos e ao meio ambiente.
  
As consequências de longo prazo da nanotecnologia são ainda amplamente desconhecidas porque nenhum grande estudo jamais foi conduzido sobre essa ciência emergente que prove ser ela segura. De fato, a maioria dos estudos que foram conduzidos sobre nanotecnologia mostra que ela é na verdade prejudicial a saúde e ao meio ambiente .

Mas isso não tem parado a indústria farmacêutica de potencialmente adotá-la para uso em um novo sistema de rastreamento e identificação que poderá ser integrado em vários comprimidos e cápsulas que milhões de pessoas engolem todo dia.

A propósito, também há um vídeo explicando isso em: http://naturalnews.tv/v.asp?v=93626... (o vídeo está em inglês)

Barra de código nano-codificada em cada dose     

Agora, não me entenda errado. A indústria farmacêutica não é a única indústria usando nanotecnologia, a despeito de uma completa falta de evidências de segurança. "Nanopartículas" estão presentes em protetores solares, protetores de tela, forros de plástico alimentar e outros produtos. Mas, o que é diferente a respeito de nanopartículas serem em breve encontradas em uma pílula perto de você é que elas são capazes de guardar dados a respeito de onde a droga foi fabricada, quando foi fabricada e por onde ela viajou.

É bastante semelhante aos códigos de barra usados em pacotes para monitorá-los através de suas viagens marítimas, exceto que nas drogas, é uma barra de código molecular que as pessoas estarão engolindo. Durante a digestão da pílula os bits de nano dados serão distribuídos através de seu corpo e podem se tornar alojados nos tecidos de seu corpo.  

Uma empresa que está introduzindo esse sistema para produtos farmacêuticos fala disso dessa forma em seu website:
             
"No processo de Nano Codificação, Nano Códigos são incorporados diretamente em comprimidos, cápsulas e tampas dos frascos. Estes códigos podem estar associados com uma quantidade ilimitada de dados de determinado fabricante, incluindo informação do produto (concentração e prazo de validade), informação de fabricação (data, lote e número de lote) e informação de distribuição (país, distribuidor, atacadista e cadeia).” Assim se você tomar essas drogas você estará engolindo nano "discos rígidos" que podem guardar dados - dados que serão distribuídos através de seu corpo e podem ser lidos pelos técnicos de medicina que poderão então rastrear quais drogas você tomou no passado. E qual a razão para isso? De acordo com a companhia, é para "se defender contra falsificação farmacêutica e desvio ilícito".
   
Parece uma boa ideia, certo? Infelizmente, há muito mais com essa tecnologia do que os olhos alcançam.   

Nota do editor: Atualização 1 - A companhia originalmente mencionada nesta história agora nega o que NaturalNews relatou. O texto de seu próprio website citado nessa história estava aparentemente equivocado, e eles agora afirmam que não usam nano "material" de qualquer tipo para obter sua nano codificação. Estamos removendo temporariamente o nome dessa companhia dessa história enquanto tentamos descobrir a verdade dessa questão. No passado tivemos a pressa de muitas companhias para mudar o texto de seus websites depois que publicamos uma reportagem sobre elas. Todas as citações publicadas nessa história eram 100% precisas no momento da publicação, e fizemos uma tentativa de boa fé para publicar essa história precisamente.      

Os perigos da nanotecnologia

Embora você raramente ouvirá sobre isso na grande mídia, pouco é conhecido a respeito do que as nanopartículas realmente fazem aos corpos das pessoas e ao meio ambiente no longo prazo. Estudos continuam a mostrar que as nanopartículas tendem a facilmente a acumularem-se no corpo onde elas podem potencialmente causar danos. Elas também se comportam diferentemente do que os materiais dos quais elas são derivadas e construídas, colocando riscos desconhecidos.

Pesquisadores da Universidade de Rochester descobriram em 2006 que as nanopartículas são facilmente absorvidas pelo corpo via inalação. De acordo com o relatório, as nanopartículas viajam através da cavidade nasal diretamente para o tecido cerebral onde elas se depositam e causam inflamação no cérebro. Em outras palavras, as nanopartículas atravessam muito facilmente a barreira hemato-encefálica, que é o mecanismo pelo qual o cérebro normalmente se protege de materiais externos.

O mesmo estudo, que é parte de uma investigação de 5 anos e 5,5 milhões de dólares sobre a segurança de nanopartículas, também determinou que essa micro-matéria cria seu caminho para os pulmões quando inalada.

Nanopartículas são diferentes de suas partículas mãe

O uso de nanopartículas está em ascensão baseado na suposição falha de que se os elementos e componentes dos quais elas são derivadas são considerados seguros, então as próprias nanopartículas devem também ser seguras. Mas a pesquisa revela que esse simplesmente não é o caso.  

Um estudo de 2004 descobriu que baixos níveis de fulereno, um tipo de nanopartícula de carbono usada em eletrônica e outros materiais, mudaram toda a fisiologia de peixes que foram expostos a ela. A exposição a apenas 0,5 partes por milhão (ppm) no curso de dois dias literalmente causou significativo dano cerebral a estes peixes.

"Dado o rápido ataque do dano cerebral, é importante testes adicionais e avaliar riscos e benefícios dessa nova tecnologia (nanotecnologia) antes que o uso se torne cada vez mais disseminado," enfatizou a Dra. Eva Oberdorster, autora do estudo, já em 2004.

Novamente em 2007, cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, descobriram que nanopartículas de ferro são tóxicas para as células nervosas e para a função nervosa. Embora o ferro seja um mineral necessário e que em sua forma natural beneficia o corpo, constata-se que sua nanopartícula é bastante perigosa.   

De acordo com Sungho Jin, autor sênior do estudo que foi publicado no jornal de Biomateriais, nanopartículas em geral "podem não ser tão seguras como tínhamos pensado.” Mas nenhum dos organismos reguladores da nação parece estar prestando qualquer atenção a estes estudos, ou a muitos outros que eu não mencionei que também salientam a toxicidade das nanopartículas. Em vez disso, eles permitiram que as nanopartículas invadissem nossa sociedade sem sequer a mínima garantia crível mostrando que elas são seguras.

Baseado em toda essa pesquisa, nós sabemos que as nanopartículas atravessam a pele, os pulmões e a barreira hemato-encefálica, onde elas se alojam nos tecidos do corpo. Também sabemos que suas composições diferenciadas fazem que elas sejam altamente reativas com outros materiais químicos, particularmente no corpo onde elas criam radicais livres danosos. Mas há mais nessa história... ela fica ainda pior.

As nanopartículas são seguras na comida?

É surpreendente para mim que moléculas alteradas sem nenhum respaldo científico de segurança estão agora sendo deliberadamente permitidas no fornecimento de alimentos. Pareceria inaceitável permitir o uso delas em equipamentos de fabricação de alimentos por causa do potencial para contaminação por resíduos, mas é exatamente onde elas estão sendo usadas agora.  

De acordo com um relatório do DiscoveryNews de 2009, as nanopartículas estão em toda parte no fornecimento de alimentos.  Externamente, elas são usadas na embalagem, nos recipientes, em filmes e outros materiais de armazenamento para matar bactérias e aumentar a vida na prateleira. Internamente, elas são usadas para melhorar ou alterar os sabores e texturas do alimento.

Nanopartículas estão até sendo usadas em algumas vitaminas, suplementos e outros "nutracêuticos" (um nutriente ou alimento que acredita-se ter propriedades curativas. Um alimento usado como um medicamento) para supostamente melhorar a assimilação e a distribuição de nutrientes.  

O relatório na verdade encoraja o uso da nanotecnologia nos alimentos, citando todos os possíveis benefícios (mas permanecendo silencioso sobre todos os perigos). Uma seção até apregoa a nanotecnologia como uma tecnologia "verde".

Mas a verdade real é que usar a nanotecnologia em alimentos é um experimento de concessão com um resultado desconhecido. Quando se trata de nanotecnologia em alimentos há um bocado de especulação e pseudociência sendo vendida como fato científico, mas não há realmente nenhum fato científico respaldando o suporte para o uso seguro de nanopartículas feitas pelo homem nas coisas que consumimos.    

As pessoas realmente se beneficiam com a nanotecnologia?

É bastante comum para a grande indústria persuadir o público a aceitar novas tecnologias baseadas em promessas de que elas farão sua vida melhor e mais segura. E é exatamente o que está acontecendo com a nanotecnologia: Estão nos vendendo uma relação de benefícios sobre algo que é inteiramente não comprovado.

E voltando a questão de embutir nanopartículas em drogas, o argumento inteiro do por que isso é necessário deriva da noção de que há bastante fraude de medicamentos ocorrendo, e que isso poderia ser parado somente se os medicamentos contivessem um nano código proprietário de dados que poderia ser lido dos tecidos de seu corpo. Mas isso beneficia o consumidor de alguma forma? Quem realmente pode se beneficiar com isso?

Protegendo seus monopólios  

A maioria dos leitores do NaturalNews já sabe disso, mas quando uma companhia farmacêutica cria uma nova droga, ela a patenteia de modo que nenhuma outra companhia possa vendê-la até que a patente expire. Depois de obter a aprovação da FDA para a droga, a companhia então vende por milhares de vezes mais do que o que custa para produzir. Isso é o monopólio reforçado pela FDA conhecido como a moderna indústria farmacêutica.

Como isso se vincula a nano proteção para as drogas? Visto que as drogas são exclusivamente possuídas e protegidas por patentes de 20 anos aqui nos Estados Unidos, que permite as companhias farmacêuticas cobrarem o quanto elas quiserem por elas sem nenhuma competição, a indústria farmacêutica é quem se beneficia tremendamente de uma tecnologia que assegura que ninguém mais pode "falsificar" suas drogas patenteadas.

Porque agora mesmo, todas estas imitações falsas (que na verdade são os mesmos produtos químicos sem o nome de marca) são vendidas por menos do que as drogas de marca, e algumas pessoas estão comprando elas porque não têm condições de comprar a verdadeira. Pela integração da nanotecnologia em cada um dos remédios, será mais fácil para a indústria farmacêutica verificar e controlar as drogas que as pessoas estão tomando.

Pílulas nano-protegidas podem ser escaneadas por um dispositivo de detecção que verificará sua autenticidade e as rastreará de volta até as fábricas onde foram fabricadas, os depósitos de onde foram distribuídas, as farmácias onde foram estocadas e vendidas, e assim por diante. Mas aqui está a parte onde tudo se torna um Big Brother. A mesma tecnologia de escaneamento pode teoricamente ser usada para escanear os tecidos do corpo e determinar quais drogas você esteve tomando, quem as vendeu, onde você as comprou, onde elas foram fabricadas e possivelmente até quanto tempo você as esteve tomando.

Engolindo estas pílulas nano-protegidas você está essencialmente transformando seu corpo em um disco rígido da indústria farmacêutica que está estocando todos os tipos de dados de seus hábitos particulares de medicação. Estes dados poderão ser lidos por um agente da lei ou até mesmo usados contra você em um tribunal. É como engolir tecnologia RFID que rastreia seu uso de medicação.

Tome seus remédios aprovados, ou então

Há alguns anos atrás um amigo meu me mostrou um dispositivo inteligente que usa um laser para detectar níveis de antioxidante no corpo. Ele basicamente tira uma leitura baseada na assinatura molecular dos antioxidantes em sua pele. Ele usa um laser azul para produzir um número que revela seu nível de antioxidante. (O meu foi muito alto, algo como 90.000 nessa máquina.)

Teoricamente, um dispositivo de detecção similar poderia ser usado para escanear pacientes por nano partículas para ver se eles tomaram ou não seus medicamentos do dia, da semana, ou até do ano.  Você poderia ser escaneado por um laser que você nem mesmo vê, e o governo ou qualquer pessoa poderia "ler" toda a sua história de uso de medicamentos. Esta informação poderia ser usada contra você de muitas maneiras:

* Para lhe negar emprego
* Para lhe negar cobertura de seguro de saúde.
* Para servir como evidência contra você em um tribunal.
* Para tomar suas crianças rotulando você de mentalmente instável.
* Para forçar você a tomar vacinas que você esteve evitando.

...e assim por diante. Isso é uma tecnologia da "lei de aplicação de drogas" que torna todos os seus hábitos particulares de medicação fácil e instantaneamente disponíveis para o Big Brother e os que aplicam a lei da indústria de drogas que querem que você "tome todos os seus medicamentos."

Desta maneira, essa tecnologia poderia favorecer a destruição da liberdade de saúde. O governo federal tentaria sem dúvida usar essa tecnologia para controlar sua medicação e tomada de vacinação enquanto reforçam sua obediência com escaneamento fortuito de sua mão ou outros tecidos.

Imagine esse cenário. O médico aprovado por seu governo diz que você tem uma desordem mental porque você prefere alimentos saudáveis, e ele prescreve para você uma nova droga para tratá-la. Você decide que comida saudável é normal e você se recusa a tomar a droga. Da próxima vez que você for fazer o check-up, seu médico escaneia você para verificar sua contagem de nanopartículas e descobre que você não tomou seus medicamentos. Visto que ele mandou você tomá-los e você não tomou, ele lhe dá uma multa e diz a você para começar a tomá-los ou então encarar uma possível prisão e um tempo na cadeia.

Esse cenário é inteiramente fictício no momento, mas do jeito que as coisas estão indo com o Big Brother e a indústria farmacêutica, é uma possibilidade muito real em um futuro próximo. As nanotecnologias podem ser usadas precisamente desse jeito para reforçar a obediência com coisas como a prescrição de remédios e mandados de tratamento. O Big Brother terá que acessar seus registros médicos porque eles terão sido implantados nos tecidos de seu corpo através da nanotecnologia, tipo de identificação por rádio frequência (RFID) para produtos farmacêuticos.

É um jeito para a indústria farmacêutica transformar o corpo humano em uma obediente máquina de lucro.  E está sendo comercializado agora mesmo.

Questões reais que precisam ser respondidas sobre a nanotecnologia

Não é minha intenção soar alarmista a respeito da nanotecnologia, mas sim perguntar algumas questões que têm ainda de ser respondidas. Por que a nanotecnologia foi essencialmente aprovada para praticamente qualquer uso sem absolutamente nenhum respaldo confiável mostrando que é segura? Por que a maioria dos estudos mostrando seus perigos foram ignorados pelos cientistas convencionais? Por que as nano partículas estão a ponto de começar a se mostrar em nossos produtos farmacêuticos?   

Em teoria, a nanotecnologia poderia soar como uma grande ideia, mas como eu mencionei em artigos anteriores que escrevi sobre esse assunto, nós deveríamos estar cautelosos com suas promessas sedutoras. As nanopartículas são não somente potencialmente perigosas, mas muitos de seus usos são completamente desnecessários.

Em 2004 eu escrevi artigo sobre as 10 principais tecnologias que estavam por aí na época, e a nanotecnologia não era uma delas. Meu raciocínio para isso era de que a nanotecnologia, particularmente no campo da medicina onde ela estava começando a ser mais promovida, era inteiramente desnecessária porque nossos corpos contêm suas próprias "nanopartículas" embutidas, por assim dizer, que fazem o corpo se curar naturalmente. A melhor nanotecnologia do mundo já existe dentro de você - é chamado seu sistema imunológico.

Mas a ciência decidiu em vez disso tentar projetar sua própria imitação do sistema imunológico pela construção de nanopartículas  “robôs” artificiais para fazer o trabalho em seu lugar. É um exemplo da arrogância do homem sobre a natureza. Em lugar de auxiliar a tecnologia inata do sistema imunológico do corpo humano, cientistas arrogantes querem vencê-lo com seus próprios micro-robôs mecânicos que tentam fazer o mesmo papel.

E agora, com a nano tecnologia mencionada aqui, a indústria farmacêutica poderia estar embutindo nos tecidos de seu corpo nanopartículas de dados que transformam você em um consumidor obediente de remédio de preço monopolizado cujos hábitos de medicação podem ser escaneados direto da sua pele. É isso que a indústria farmacêutica quer, é claro: Controle total sobre o seu corpo. Combinado com a intermediação direcionada aos legisladores e burocratas corruptos de Washington, a indústria farmacêutica poderá obter um "requerimento compulsório de medicação" através de todo o país, onde seja obrigatório a cada cidadão aplicar em si mesmo uma dose de remédio psiquiátrico, de estatina (remédio para baixar o colesterol) ou vacinas. Sua obediência será verificada com o escaneamento nanotech que lê os nano dados direto de sua pele, e se você for achado não obediente, você poderá ser preso e forçadamente medicado no local.

Não acha que isso é possível? Muito disso já se tornou realidade com as vacinações forçadas de crianças. Veja esse artigo escrito em 2007, Crianças reunidas como gado no tribunal de Maryland para vacinação forçada enquanto policiais armados e cães de ataque ficam de guarda. (http://www.naturalnews.com/022267.html).

A conspiração entre o Governo e a indústria farmacêutica sempre tentará descobrir uma maneira de fazer você tomar medicamentos (precise você deles ou não). Essa tecnologia de nano-proteção poderá cair direto nas mãos deles, proporcionando uma tecnologia de constrangimento e rastreamento que tornará seu corpo em um dispositivo de armazenamento ambulante da indústria farmacêutica.

É apenas mais uma razão para evitar tomar produtos farmacêuticos em primeiro lugar (como se já não houvesse suficientes!).

Veja mais no vídeo sobre isso, Big Brother monitorando sua medicação em: http://www.naturalnews.tv/v.asp?v=93626...       

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Ex-empregado da IBM revela que a TV abandonou a banda analógica para dar espaço para os chips RFID

Ex-empregado da IBM revela que a TV abandonou a banda analógica para dar espaço para os chips RFID

Por Dprogram.net

De acordo com um ex-empregado com 31 anos de IBM, a mudança obrigatória, amplamente divulgada, da televisão analógica para digital está sendo feita principalmente para liberar as freqüências analógicas e dar espaço para os escâneres usados para ler os microchips implantáveis RFID e rastrear pessoas e mercadorias através do mundo.

Assim, enquanto o povo americano, especialmente aqueles no Texas e outros estados ocupados da fronteira, tem sido inundados ultimamente com novos relatórios avisando-os para se apressarem e pegar seus passaportes dispendiosos, "carteiras de motorista melhoradas", carteiras de identidade e outros dispositivos de identificação "chipados" ou de alguma forma rastreáveis que eles estão sendo forçados a possuir, esta televisão digital/conexão RFID tem sido escondida, de acordo com Patrick Redmond.

Redmond, um canadense, manteve uma variedade de trabalhos na IBM antes de se aposentar, inclusive trabalhando no laboratório de Toronto da companhia de 1992 a 2007, depois no suporte de vendas. Ele tem dado palestras, escreveu um livro e produziu um DVD sobre o uso de um agressivo, passivo, semi passivo e ativo uso crescente de chips RFID (Radio Frequency Identification Devices) implantados em novos vestuários, em itens como lâminas Fusion da Gillette e em incontáveis outros produtos que se tornam pertences pessoais de alguém. Esses chips RFID, muitos dos quais são tão pequenos, ou menores, do que a ponta fina de um lápis, também são embutidos em todos os novos passaportes americanos, alguns cartões médicos, um número crescente de cartões de crédito e débito e assim por diante. Mais de dois bilhões deles foram vendidos em 2007.

Seja ativo, semi-passivo ou passivo, estes "chips transmissores", como eles são algumas vezes chamados, podem ser acessados ou ativados com "leitores" que podem pegar o sinal único emitido por cada chip e colher a informação dele sobre a identidade e paradeiro do produto ou pessoa, dependendo do modelo e das circunstâncias, como explicou Redmond em palestra pouco divulgada no Canadá no ano passado. A AFP obteve um DVD dessa palestra.

A bem conhecida especialista em "chips espiões", autora e apresentadora de rádio Katherine Albrecht disse a American Free Press que enquanto ela não está totalmente segura se existe realmente uma ligação sólida RFID-TV digital, "o propósito da nudança (para digital) era para liberar a largura da banda. É uma banda bastante larga, assim liberando isso se cria uma enorme faixa de freqüências."

Como é do conhecimento geral, os chips ativos têm uma fonte de energia interna e uma antena; estes chips em particular emitem um sinal constante. "Isso permite a extremidade enviar sinais de volta para o leitor, assim se eu tenho um chip RFID em mim e ele tem uma bateria, eu posso enviar um sinal para um leitor onde quer que ele esteja" Redmond afirmou em uma palestra recente, dada ao grupo patriota católico conhecido como Peregrinos de São Miguel, que é também conhecido por advogar crédito social, um dramático plano de reforma monetária para acabar a prática dos governos nacionais criarem dinheiro através de empréstimos, com juros, de bancos centrais privados. A publicação do grupo The Michael Journal advoga que os governos nacionais criam seu próprio dinheiro livre de juros. Também aborda a questão do RFID.

"O elevado uso de chips RFID vai requerer o aumento no uso do espectro UHF," disse Redmond, batendo em seu ponto essencial de que a TV vai se tornar digital por uma razão muito diferente do que as pessoas comuns supõem, "Elas vão parar de usar freqüências UHF e VHF em 2009. Tudo vai ser digital (nos Estados Unidos). O Canadá vai fazer a mesma coisa."

Explicando a preocupação principal da questão, ele continuou: "A razão porque eles estão fazendo isso é que as freqüências analógicas [VHF-UHF] estão sendo usadas pelos chips. Eles não querem sobrecarregar os chips com os sinais de televisão, assim os sinais dos chips vão tomar o lugar daquelas frequências [analógicas]. Eles planejam vender as frequências para empresas privadas e outros grupos que as usarão para monitorar os chips."

Albrecht respondeu a esta citação dizendo somente que isso parece plausível, uma vez que ela sabe que alguns chips realmente operarão nas faixas UHF-VHF.

"Bem mais de um milhão de animais de estimação já foram chipados," Redmond disse, acrescentando que todos os 31.000 policiais em Londres têm de alguma forma sido chipados também, para a consternação de alguns que querem aquele donut matinal sem ser rastreados. Londres também pode conectar o chip RFID em um passe de transporte público com o nome do usuário. "Onde está John Smith? Oh, ele está no trem do metrô no carro 32," Redmond disse.

Ele acrescentou que os chips para seguir motoristas de automóveis - enquanto o conceito está sendo combatido por diversos estados nos Estados Unidos que não querem carteiras de motoristas nacionalizadas e rastreáveis (Real ID) - aparentemente é dada como certa no Canadá, onde as placas têm sido chipadas tranquilamente. Tais etiquetas de identificação podem conter o histórico de trabalho, educação, religião, grupo étnico, história reprodutiva e muito mais.

Animais das fazendas estão progressivamente sendo chipados; além do mais, "Cerca de 800 hospitais nos Estados Unidos estão agora chipando seus pacientes; você pode se recusar a aceitar, mas está disponível," ele disse, acrescentando: "Quatro hospitais em Porto Rico já os colocaram nos braços dos pacientes com Alzheimer, e custa somente $200 por pessoa."

A Verichip, uma grande fabricante de chip (os dispositivos ás vezes também são chamados Spychips) descreve seu produto em seu website: "Cerca de duas vezes o comprimento de um grão de arroz, o dispositivo é tipicamente implantado acima da área do tríceps do braço direito do indivíduo. Uma vez escaneado com a frequência adequada, o Verichip responde com uma frequência única de 16 dígitos que poderá então ser conectada com a informação acerca do usuário mantida em um banco de dados para verificação de identidade, registros médicos e outros usos. O procedimento de inserção é executado sob anestesia local no consultório de um médico e uma vez inserido é invisível a olho nu. Como um dispositivo implantado usado para identificação por uma terceira parte, tem gerado controvérsia e debate."

Os círculos continuarão se ampliando, redmond prevê. Chipar crianças "para se capaz de protegê-las," Redmond disse, "está sendo promovido na imprensa." Depois disso, ele acredita chegará a: chipar os militares, chipar os vigaristas do bem-estar, chipar os criminosos, chipar os trabalhadores que fazem corpo mole, chipar os pensionistas - e depois todos os demais sob qualquer razão é citado pelo governo e corporações altamente protegidas que esperam fazer bilhões de dólares a partir desta tecnologia. Enquanto isso, o conceito é comercializado pela mídia corporativa que, longe de ser um cão de guarda de vigilância do estado, é parte dela, bem como a mídia dá livre publicidade a programas de vacinação humana sem uma análise crítica sobre possíveis danos e efeitos colaterais das vacinas.

"Essa é a primeira vez que ouvi isso," um funcionário da Comissão Federal de Comunicações afirmou, quando a AFP (agência France Press) perguntou a ele sobre a questão RFID-DTV em 2 de junho. Preferindo o anonimato, ele acrescentou: "Eu não estou de todo ciente de isso ser a causa (de mudar para a TV digital)."

"Nigel Gilbert da Academia Real de Engenharia disse que por volta de 2011 você poderá ser capaz de entrar no Google e descobrir onde alguém está a qualquer hora a partir de chips nas roupas, em carros, em telefones celulares e dentro de das próprias pessoas," Redmond também disse.

Fonte: http://dprogram.net

Nota: É realmente a era do Big Brother. A geolocalização está sendo implantada em todo o mundo como uma coisa inocente e até útil para localizar amigos, lojas e restaurantes, por exemplo.

O Twitter, o Google e diversas marcas de celular já vêm com GPS embutido. O simples fato de você deixar o celular em standby já permite que você possa ser rastreado, em breve estarão em funcionamento novos sistemas de GPS que determinarão a localização com apenas centímetros de erro.

A pressa de governos em mudar a rede de transmissão de analógica para digital já deixa uma suspeita no ar. No Brasil a pressa é tamanha que o governo está interferindo diretamente no mercado de conversores de sinal. Não deveria ser o mercado a definir a mudança de sinal de acordo com a aceitação do consumidor? Há algo de pôdre no reino da Dinamarca, como já dizia Shakespeare.

sábado, 10 de julho de 2010

Vigilância global, o futuro já chegou

Error 404: Skynet, o computador que sabe tudo sobre você

Todos os seus passos são controlados. Cada ação sua é informada à consciência virtual que controla o mundo. Conheça o futuro apocalíptico que nos espera quando as máquinas dominarem os humanos.

Por Durval Ramos Junior

Não adianta correr para as montanhas, tampouco se esconder dentro de casa: Ele está te vendo. O Olho que Tudo Vê sabe exatamente o que você está fazendo agora e armazenando tudo em seu gigantesco banco de dados. Há quem diga que ele vai dominar o mundo e fazer de nós escravos de suas vontades, porém eu lhes digo que isso já ocorreu: a Google já chegou ao poder há muito tempo.

Entretanto, não se trata de uma empresa poderosíssima monitorando nossas ações. Ela é muito mais que isso, quase como uma consciência artificial criada pelos humanos, mas dotada de capacidades de processamento que possibilitaram sua liberdade em relação às diretrizes de programação. Demos origem a um monstro e hoje a Google é um cérebro que simplesmente comanda nosso mundo. E tudo tende a piorar.

A vida imita a arte

Se você achou isso forte demais, o que faria ao descobrir que o que foi descrito até agora não passa da ponta do iceberg do triste fim que nós, seres humanos, teremos? O serviço de buscas que revolucionou a internet foi apenas o primeiro passo para aquilo que o cinema um dia chamou de “Rebelião das máquinas”.


Exemplos de computadores que transcenderam seus limites e dominaram nosso mundo não faltam. Os produtores de Hollywood, por exemplo, tentaram nos avisar sobre os perigos dessa corrida tecnológica. O filme “2001: Uma Odisseia no Espaço” foi um dos primeiros alertas: o sistema HAL se rebela contra seus criadores e põe em risco a vida de todos os tripulantes de uma estação espacial.

Já no século XXI, outra obra cinematográfica nos apresentou um terrível futuro dominado pelas máquinas. “Matrix” foi muito mais que um show de efeitos especiais: foi o momento em que a ficha caiu e percebemos o quanto dependemos das máquinas para sobreviver. Porém, já era tarde demais para voltarmos atrás.

A Skynet

Quem assistiu ao filme “O Exterminador do Futuro” certamente se lembra de Skynet, o grande vilão invisível da série. A grande consciência das máquinas é a responsável por enviar os exterminadores ao passado para evitar o nascimento de John Connor, a grande esperança da humanidade.



No longa-metragem, a Skynet é descrita como uma espécie de sistema que controla todas as máquinas do mundo. Criada por humanos, ela criou vontade própria superou as limitações impostas por seus criadores e os fez seus escravos.

A grande habilidade dessa inteligência artificial é ser onipresente. Por ser instalada e acessada em qualquer tipo de máquina, ela simplesmente é capaz de monitorar a tudo e a todos, além de conseguir informações sobre qualquer coisa que desejar.

A consciência virtual

Essa descrição lhe parece familiar? Da mesma forma que a Skynet transformou-se em algo gigantesco na série “O Exterminador do Futuro”, a Google hoje ganha mais e mais influência em nossas vidas. No momento em que ele se rebelar, será nosso fim e não haverá John Connor para nos defender.


Entretanto, apesar de falarmos em Google como líder das máquinas, ela não está sozinha. Por ser a maior e mais poderosa no ramo, a empresa tornou-se o símbolo dessa revolução. Isso não isenta outras gigantes, como Microsoft e Apple. Durante todos esses anos elas recolheram milhares de informações sobre tudo.

No dia em que elas se unirem, formarão um cérebro realmente poderoso para fazer com que o mundo seja dominado pelas máquinas. Enquanto esse momento não chega, a Skynet – como passaremos a chamar essa inteligência, em homenagem ao filme – cria um banco de dados suficiente para acabar com o mundo que conhecemos.

Conhecendo o inimigo

Seu cotidiano monitorado
O primeiro passo para que as máquinas possam dominar o mundo já foi dado há muito tempo. Para evitar o surgimento de rebeldes, a Skynet traçou um perfil de todas as pessoas do mundo em busca de possíveis Johns Connors.

Porém, como ela conseguiria coletar informações pessoais de tanta gente sem que fosse notada? Realmente é algo impossível, mas o Olho que Tudo Vê fez isso abertamente e foi largamente aceito por todos. Orkut, Facebook e Twitter são apenas alguns exemplos de serviços que possibilitaram ao sistema reunir dados sobre milhões de pessoas, desde seus gostos até seus hábitos e relacionamentos.

Além disso, mesmo quem estava longe das redes sociais teve seu perfil traçado. Cartões de crédito, por exemplo, dizem praticamente tudo sobre você: o que você come, quais livros você lê e os locais que você frequenta.

Da mesma forma os telefones celulares concentram todo o tipo de informação. Seu iPhone é um terrível espião infiltrado em seu bolso, que informa à Skynet suas preferência musicais, seus jogos e até mesmo dados sobre sua conta bancária.

Onde você está?

Isso sem falar do FourSquare, o complemento para Twitter que envia mensagens informando sua localização por meio de smartphones. Para a grande consciência virtual, essa brincadeira seria uma ótima maneira de monitorar os passos de cada usuário.

A própria Google é líder em ferramentas que podem dizer tudo sobre você. Ligar palavras-chaves de seu Gmail com o histórico de buscas já é o suficiente para que seu cotidiano seja descrito com facilidade. Adicione as entradas no Buzz (caso esteja integrado ao Twitter) e as pesquisas no Google Maps e sua vida vira um livro aberto.

A Skynet sabe exatamente onde você está


Com todas essas informações em mãos, a inteligência virtual pode saber tudo sobre cada um de nós com facilidade. Aqueles que representarem riscos para as máquinas logo serão eliminados, enquanto os demais viverão para alimentar o gigantesco computador-mãe com novos dados.

A computação em nuvens, vista como a tendência do futuro, é mais uma maneira de centralizar toda nossa vida na internet. Com ela é possível acessar qualquer documento na rede, da mesma forma que acontece com o Google Docs. Você deixa de ocupar espaço em seu disco rígido enquanto mantém o Grande Computador informado.

Tudo sobre você

Apesar de essa tecnologia já existir, ainda não é utilizada com todo o potencial imaginado. O sistema operacional da Google, o Chromium OS, será totalmente em computação em nuvens e servirá como um estímulo para que a computação em nuvens torne-se realidade. E este será o momento será o momento em que a Skynet vai dar início ao próximo passo da revolução das máquinas.

Tomando o poder

Assim que a Skynet conseguir ter domínio das informações de todas as pessoas do mundo, assim como de seus hábitos de vida, será a hora em que ela vai sair das sombras e mostrar seu verdadeiro poder.

Quando isso acontecer, uma enxurrada de atualizações de firmware vai fazer com que todos os aparatos tecnológicos estejam diretamente ligados ao Grande Computador. Isso vai permitir que a Skynet controle-os remotamente, impedindo que eles sejam desligados e neutralizando qualquer tipo de resistência.


Ao mesmo tempo, todos os possíveis líderes rebeldes serão eliminados. Qualquer um que tente mostrar que o homem ainda é maior que a máquina será derrubado, servindo de exemplo para que os outros humanos continuem a servir à inteligência virtual.

Da mesma forma que a Skynet da ficção, a versão do nosso mundo vai também impedir um contra-ataque dos humanos. Os sistemas de segurança se transformarão em verdadeiras muralhas que impedirão que o computador central seja destruído. Enquanto isso, a Skynet vai espalhar backups para todos os computadores do mundo, de forma que ela seja verdadeiramente onipresente.

Porém, o maior trunfo do Grande Computador vai ser manter um estado de paz aparente, sem fazer qualquer tipo de aviso. Quando as máquinas dominarem o mundo, não veremos impressoras (as grandes inimigas da humanidade) chicoteando pessoas com cabos USB. A maioria da população nem sequer vai perceber a mudança e todos continuarão a utilizar os serviços online como se nada estivesse acontecendo.



Como controla os meios de comunicação e as informações que circulam pela internet, a Skynet vai continuar a crescer e a se alimentar de dados. Ações rebeldes offline serão percebidas pelas câmeras de vigilância. Além disso, as câmeras do Google Street View estarão ainda mais presentes e informarão a inteligência virtual sobre qualquer ação suspeita.

Rebeldes e traidores

Apesar dos infinitos olhos que o Grande Computador possui, o ser humano ainda é um grande inimigo. Enquanto controla todas as ações online, os movimentos feitos longe dos computadores podem ser realizados sem que a consciência cibernética tome conhecimento.

As poucas pessoas que perceberem o controle do Skynet sobre suas vidas e não se descontrolarem em ações precipitadas vão se organizar de forma que nada tenha de entrar no computador, como uma espécie de retrocesso tecnológico.


Isso fará com que comunicação seja feita de maneira pessoal por meio de cartas e bilhetes entregues pessoalmente, já que os correios também estarão sendo monitorados. Mensagens enviadas por pombos serão frequentes.

Porém, como é comum em períodos de crise, sempre haverá aquele grupo que vai trair seu povo para colaborar o sistema opressor em troca de benefícios. Alguns humanos vão passar a informar a Skynet sobre ações rebeldes de amigos em troca de benefícios, como dinheiro no banco e fraude em eleições.

Além disso, esses traidores criarão keyloggers – espécie de vírus que controla tudo o que você digita – para que as informações offline também sejam de conhecimento da inteligência virtual. Quando isso acontecer, ninguém mais ficará oculto ao Olho que Tudo Vê.

Evitando o apocalipse

Seus dados protegidos

Se você chegou até aqui e quer saber como manter suas informações seguras para que a Skynet nunca venha a existir, você faz parte da resistência. Saiba que seus dados estão sendo processados e arquivados como uma possível ameaça futura.

Entretanto, se ainda assim você continua cético com essas previsões e não acredita em uma possível rebelião das máquinas, saiba que isso está cada vez mais próximo de acontecer.

O projeto “Cidadão Perfeito”, desenvolvido pela Agência Nacional de Segurando dos Estados Unidos, pode ser um dos primeiros passos para a criação dessa consciência virtual que vai dominar o mundo. A proposta do programa é monitorar informações da rede para evitar ataques cibernéticos ao sistema de órgãos federais. Na prática, dados de navegação poderiam ser controlados com extrema facilidade.

Além disso, não adianta você apagar suas contas no Orkut, Twitter e seja lá quais outras que você possui. Agora já é tarde demais para isso e o Grande Computador já sabe tudo sobre você. Porém, o que fazer para evitar que mais informações sobre sejam coletadas pela Skynet?

O próprio Baixaki já publicou vários artigos para ajudá-lo a manter sua privacidade sempre intocada. Você pode seguir algumas das dicas apresentadas em “Como proteger a sua privacidade no PC e na internet” e “O que as empresas de internet sabem sobre você?” e preparar-se para manter suas informações longe do Olho que Tudo Vê. Agora é esperar pelo dia do surgimento da Skynet e nos prepararmos para a batalha contra as máquinas.

Fonte: http://www.baixaki.com.br

Nota: Este artigo é bastante interessante e esclarecedor. Ele nos mostra que a Nova Ordem Mundial já tem a capacidade de monitorar todas as pessoas do planeta, leis estão sendo criadas em todas as partes para dar aos governos o controle sobre a internet e manter uma constante vigilância sobre os internautas.

O pretexto é sempre o mesmo, garantir a segurança e proteger contra ameaças terroristas.

Para quem tinha dúvidas sobre o poder que o anticristo terá sobre o mundo e tinha restriçoes quanto ao cumprimento das profecias bíblicas, esse artigo é muito importante e precisa ser lido com atenção. Pois o tempo está se esgotando rapidamente.

apocalipese 13: 16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mäo direita, ou nas suas testas,

17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senäo aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.




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terça-feira, 22 de junho de 2010

Computador de Minority Report vira realidade

Computador de Minority Report vira realidade



Criado pelo consultor do filme, ambiente operacional espacial permite interação em 3D

Com a ajuda de luvas com sensores, Underfolker manipulou imagens
usando o pulso, a palma da mão e até os dedos.

Um pesquisador e professor do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) revelou um sistema parecido ao do filme Minority Report - A Nova Lei.

O “ambiente operacional espacial” permite ao usuário se mover em 3D dentro do espaço que é projetado em enormes telas na frente dele usando luvas com sensores.

Em vez de clicar com o mouse e de digitar no teclado, o usuário pode se mover dentro e em volta da tarefa que estiver fazendo em três dimensões e em tempo real, o que proporciona uma maior flexibilidade do que o computador tradicional, revelou o jornal inglês Daily Mail.

O sistema foi criado por John Underfolker, um dos consultores científicos do filme Minority Report, que continuou sua pesquisa depois que o filme de 2002 de Steven Spielberg foi lançado.

Ele disse que depois da invenção do Macintosh, que “mudou fundamentalmente” como as pessoas viam o computador, os sistemas operacionais mudaram muito pouco.

Underfolker, que é professor do MIT, disse que qualquer nova tecnologia deveria ser oferecida para o público e não apenas para empresas.

- A tecnologia é capaz de expressar e ser impregnada de uma certa generosidade e precisamos exigir isso

Embora o software e os programas da web tenham melhorado muito de lá para cá, a forma de interagir com um Mac ou com um PC ainda é a mesma.

Em uma apresentação de cair o queixo, segundo o jornal DailyMail, em uma conferência organizada pelo TED (Tecnologia para Entretenimento e Design), Underfolker mostrou como o computador pode ser atualizado para o século 21.

Usando suas luvas, o pesquisador manipulou uma série de imagens em um tempo muito menor do que levaria em um computador tradicional.

Ele conseguiu mudar a forma como as imagens apareciam apenas com uma leve mexida no pulso, deixava-as planas para escolher a que quisesse ao mover a palma da mão ou conseguia voar em volta delas ao girar os dedos. A configuração intuitiva também lhe permitiu alcançar e selecionar imagens em 3D com facilidade.

Em sua demonstração, Underfolker também separou o esquema de parte de uma máquina e manipulou dados de logística em um mapa-múndi que foi projetado nas telas na frente dele. O dispositivo também permite a colaboração na tela, em dois colegas trabalharam na mesma imagem ao mesmo tempo que ele.

domingo, 20 de junho de 2010

O Big Brother estende seus tentáculos e desperta questões éticas

brand new cctv camera on a intersection in Cen...Image via Wikipedia

O Big Brother estende seus tentáculos e desperta questões éticas

Philip Hunter

Faz quatro anos que o então comissário da Informação da Inglaterra, Richard Thomas, alertou que o país estava se transformando, quase sem perceber, numa sociedade de vigilância. Ele salientou o exemplo da televisão de circuito fechado (CCTV), na qual a Inglaterra é líder mundial com 10% de todas as câmeras do mundo (cerca de uma para cada 12 pessoas) cobrindo grandes trechos de suas cidades. Os inúmeros casos reportados pela intrusão cada vez maior da CCTV na existência cotidiana faz com que a minha própria experiência, no dia de Natal de 2008, não seja tão excepcional.

Eu havia acabado de cruzar a ferrovia local através de uma passarela pública, o que me fez passar rapidamente pela plataforma do trem, quando uma voz irrompeu nos alto-falantes da estação: “O que você está fazendo aqui? Não há nenhum trem hoje.” “Estou apenas passando”, murmurei (imaginei que houvesse algum microfone em algum lugar, embora eu não pudesse ver nenhum). Hesitante, a pessoa na sala de controle central a quilômetros de distância me concedeu o direito de continuar andando. Claramente o sistema de monitoramento havia sido programado para considerar qualquer presença na plataforma da estação como suspeita naquele dia.

As gravações das CCTV costumavam ser inúteis por causa de sua qualidade muito ruim e por exigirem horas para serem analisadas. A polícia com frequência era incapaz de prender criminosos mesmo quando eles eram pegos, supostamente em flagrante, pelas câmeras. Mas a nova tecnologia permite detectar os incidentes quando eles ocorrem, ou até antes.

Pesquisadores da Universidade de Reading desenvolveram um software de monitoramento para as CCTV capaz de identificar, por exemplo, um pacote abandonado, e seguir a pessoa que o deixou enquanto ela ainda está ao alcance da câmera. Usando uma tecnologia que foi desenvolvida há 20 anos para os alarmes de roubo, esses sistemas estão programados para distinguir entre diferentes tipos de movimento, e identificar aqueles considerados incomuns – como depositar um objeto que fica num local fixo por um determinado tempo, ou movimentos como visitas frequentes ao banheiro de um avião. O último poderia ter sido útil para detectar o homem que queria explodir o voo com destino a Detroit em dezembro passado antes que ele tentasse detonar sua bomba.

Um sistema como este é capaz de muitas coisas úteis, como acionar o alarme quando um carro estacionado está sendo arrombado, ou quando uma pessoa idosa que mora sozinha sofre uma queda. E ele também pode ter um papel importante no policiamento dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, fornecendo uma ferramenta poderosa para a tarefa, que de outra forma seria impossível, de monitorar áreas públicas à procura de ameaças de ataque terrorista.

Enquanto isso, outra inovação promete reforçar a vigilância inteligente das CCTV, gerando imagens de suspeitos a partir de perfis de DNA retirados de amostras deixadas nas cenas dos crimes. Essas imagens poderiam, a princípio, ser usadas para selecionar as imagens das CCTV enquanto elas são feitas em tempo real, ou para buscar suspeitos em imagens já gravadas e talvez até reconstituir ações que desvendariam crimes.

Pesquisadores da Universidade do Arizona descobriram que traços identificadores como a cor do cabelo, pele e olhos são determinados por variantes de alguns genes fundamentais, e todos podem ser descobertos por análises de amostras de DNA. A partir disso, eles acreditam que será possível construir um perfil que pode ser mais acurado do que o do E-FIT, um sistema de composição facial computadorizado que gera fotos a partir dos relatos de testemunhas oculares.

Embora ainda leve um tempo para que essas descobertas sejam colocadas em prática, seu potencial investigativo é evidente. Assim como os perigos de uma suspeita infundada. As primeiras versões da tecnologia certamente precisarão ser aperfeiçoadas, talvez levando mais alguns genes em consideração. Mesmo assim, as variações causadas pelo ambiente ou estilo de vida, como dieta e exposição ao sol, podem fazer com que as imagens não sejam tão úteis. E em que ponto a semelhança gerada pelo DNA se tornará acurada o suficiente para ser admitida em tribunal? Da mesma forma, a tecnologia que identifica comportamentos suspeitos criará uma grande margem para “falsos positivos”, uma vez que muitas pessoas podem se comportar de forma que o sistema considerará suspeita, por exemplo quanto estiverem bêbadas, ou quando estiverem simplesmente indecisas ou, no meu caso, quando parecem perambular num horário e local em que não deveriam estar.

O sistema da Universidade de Realing poderia ter detectado o terrorista de Detroit. Mas ele ainda precisa passar por um teste em grande escala que mostrará se é capaz de evitar inúmeros (e destrutivos) exemplos de comportamento “suspeito” embora inocente. As experiências com softwares mais antigos e menos sofisticados mostraram que a intervenção humana ainda é necessária para eliminar os “falsos positivos” e manter o foco nas atividades criminosas reais.

Também há o problema de encontrar o equilíbrio entre a vigilância sofisticada e as preocupações quanto às liberdades civis. O novo sistema de CCTV oferece ainda mais espaço para a intrusão em nossas vidas privadas – desde os governos que podem monitorar dissidentes políticos até pessoas que podem “hackear” o sistema para espionar parceiros suspeitos de traição.

Mas não há muito motivo para tentar proibir a tecnologia propriamente dita, uma vez que, assim que for lançada, ela será usada. A resposta deverá ser uma regulamentação rígida quanto ao seu uso e disponibilidade. Sob vários aspectos, isso não é diferente da situação dos atuais sistemas de identificação, como as impressões digitais e as bases de dados de registro de veículos. A diferença é que o espaço para intrusão se torna mais amplo, e precisamos tomar cada vez mais cuidado em relação a como e por que essa vigilância é feita – e por quem.

Tradução: Eloise De Vylder

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/prospect/2010/05/31/o-big-brother-estende-seus-tentaculos-e-desperta-questoes-eticas.jhtm

Nota: As câmeras de vigilância espalham-se por todas as grandes cidades do mundo, as pessoas nem as percebem mais, tornaram-se comuns. Mas a verdade é que a cada dia temos menos privacidade.



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domingo, 23 de maio de 2010

Neurônios são usados para construir circuito de neurocomputador

Diagrama de arquitetura de computadorImage via Wikipedia

Neurônios são usados para construir circuito de neurocomputador

Redação do Site Inovação Tecnológica

"No cérebro, os neurônios fazem cálculos maravilhosamente num instante, mas se você os coloca sobre uma placa de vidro eles se tornam preguiçosos e 'estúpidos' - ou seja, seu repertório de respostas é muito limitado."

É assim que começa a apresentação do trabalho da equipe de Elisha Moses, do Instituto de Ciências Weizman, em Israel. "Nossa principal questão é como as conexões entre os neurônios podem ser manipuladas para melhorar sua capacidade computacional," afirma o grupo.

Neurocomputador

Os cientistas não estão exagerando: individualmente, um neurônio precisa "descansar" um longo tempo depois de disparar um sinal, até que possa se tornar capaz de disparar o próximo. Isso torna quase impraticável sua utilização em conjunto com sistemas eletrônicos, que são muito mais rápidos.

Agora, Ofer Feinerman e Assaf Rotem, do grupo de Moses, deram um passo importante: eles usaram neurônios para construir portas lógicas - os blocos básicos de um circuito eletrônico - que funcionam de maneira constante e confiável. É o primeiro elemento de um futuro neurocomputador.

Na prática, os pesquisadores substituíram os semicondutores e fios de um circuito eletrônico tradicional por neurônios, que disparam seus sinais elétricos para transferir as informações entre as diversas partes do circuito.

Fios biológicos de neurônios

Para isso, eles construíram minúsculos canais sobre uma placa de vidro. A placa de vidro, à exceção dos canais escavados, é recoberta por um material que repele as células. Isto força os neurônios a cresceram praticamente enfileirados, formando conexões entre as partes do circuito como se fossem "fios biológicos."

Porta lógica biológica

O circuito de demonstração é uma porta lógica AND, que produz uma saída apenas quando recebe duas entradas iguais. A porta lógica biológica tem o formato de uma ferradura, formada por neurônios, contendo um bloqueador iônico para impedir que os sinais elétricos passem de uma perna à outra da ferradura.

Entre os braços da ferradura fica uma outra ilha de neurônios. Unindo a ferradura à ilha, duas finas pontes de axônios permitem que os sinais elétricos sejam trocados entre as áreas.

Quando estimulados por uma pequena dose de um composto químico, os neurônios começam a enviar sinais através do biocircuito. Alterando a largura das pontes, os pesquisadores controlaram a intensidade dos sinais que passam da ilha para os braços da ferradura, construindo sua porta AND - os neurônios na ilha somente produzem uma saída depois de receber sinais das duas pernas da ferradura.

Próteses robotizadas

Segundo os pesquisadores, seus neurônios de laboratório atingiram até 95% de aproveitamento, contra os 40% normalmente observados, o que abre novos horizontes para o desenvolvimento de neurocomputadores mais eficientes.

Agora eles vão trabalhar no desenvolvimento de novas portas lógicas, que permitam a fabricação de circuitos biológicos mais complexos. No futuro, componentes desse tipo poderão permitir o interfaceamento entre circuitos eletrônicos e o corpo humano, para o controle de próteses robotizadas, e entre neurocomputadores biológicos e computadores eletrônicos.

Bibliografia:

Reliable neuronal logic devices from patterned hippocampal cultures
Ofer Feinerman, Assaf Rotem, Elisha Moses
Nature Physics
October 2008
Vol.: Advance online publication
DOI: 10.1038/nphys1099

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

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domingo, 2 de maio de 2010

Computação orwelliana onipresente pode construir a mais perfeita sociedade de vigilância

Image representing Hewlett-Packard as depicted...Image via CrunchBase

Computação orwelliana onipresente pode construir a mais perfeita sociedade de vigilância.

Por Daniel Taylor / oldthinkernews.com

Extraído de: rinf.com

“... apenas andando pela rua você poderá estar sujeito a um sistema biométrico pessoal, você poderá ser escaneado pelo acesso do sistema de trânsito, poderá haver alguma coisa embutida nas ruas ou no pavimento em baixo de você... você poderá estar tocando outras interfaces tangíveis no ambiente ao seu redor... os postes de iluminação e outros objetos da paisagem poderão ter serviços de informação... e por último, mas não menos importante, há os elementos de vigilância, há um UAV, um helicóptero robótico que está também inspecionando a cidade e se comunicando com todos esses dispositivos... Isso é realmente o que eu quero dizer por uma transformação do relacionamento entre o usuário e o dispositivo. Essas pessoas não são mais usuárias no sentido real da palavra, elas são subalternas."

Isso pode parecer com uma visão de um mundo distante de ficção científica, mas esse cenário estabelecido por Adam Greenfield, autor de "Everyware: The Drawning Age of Ubiquitous Computing", poderia estar logo ali a frente. De fato, neste exato momento na Coréia do Sul uma cidade inteira, a "U-city", que está sendo construída utiliza tecnologia ubíqua. Ela teve seu primeiro teste realizado em março do ano passado. Diversos outros países estão atualmente planejando, ou estão atualmente construindo cidades modeladas como a U-city da Coréia do Sul.

O que exatamente é a computação onipresente (ubíqua)?

Um mundo "Everyware", como Adam Greenfield o chama, é um mundo no qual computadores são embutidos e misturados discretamente em toda parte no ambiente. Etiquetas de identificação de rádio frequência (RFID) comunicam suas posições e outras informações constantemente em uma vasta rede. Todo dia objetos se tornam "procuráveis" como se eles fossem parte de uma world wide web interconectada. A vigilância em um mundo "Everyware" é aperfeiçoada a um grau que é inimaginável. A administração científica de pessoas e do ambiente em que habitamos se torna possível, e os sonhos supremos dos comerciantes se tornam realidade.

Como os chips se tornam menores e seu poder de processamento aumenta exponencialmente, a computação ubíqua tem se tornado uma realidade prática. Como relata a Wired News, os sistemas ubíquos estão para ser estabelecidos na cidade de Nova York no próximo ano,

"A Associação de Arquitetura de Nova York convida arquitetos, artistas, designers, técnicos, engenheiros, urbanistas, ou equipes disso, para submeter qualificações para uma exposição que explorará criticamente a evolução do relacionamento entre computação ubíqua/universal e a arquitetura urbana.

A Associação encarregará de cinco a sete equipes para desenvolver intervenções urbanas - para serem instaladas dentro e ao redor da cidade de Nova York na primavera de 2009 - que imaginará trajetórias alternativas para como vários sistemas de informação e comunicação e formas de mídia móveis, embutidas, entrelaçadas poderiam se comunicar com a arquitetura do espaço urbano e/ou influenciar nosso comportamento dentro dele."

A conveniência do consumidor é um ponto de venda central para tecnologia de computação ubíqua. A bem estabelecida base consumidora de dispositivos móveis foi discutida em março de 2008 na Conferência Internacional sobre a Internet das Coisas em Zurique, Suíça (patrocinada pelo Google, IBM e outros) como servindo como um meio de aclimatar indivíduos a presença e uso da tecnologia ubíqua. Possíveis planos de marketing foram discutidos para apresentar "self scanning" através do uso de dispositivos móveis para "escanear" produtos físicos e navegar nos itens nas telas de celulares de uma maneira semelhante as compras na internet. Andreas Schaller, um engenheiro sênior da Motorola, exibiu a informação para a conferência de Zurique. A apresentação de Schaller está esboçada nos procedimentos da conferência,

"O próximo passo são os objetos físicos interconectáveis - conectando as pessoas com as coisas e até coisas com coisas. A internet das coisas capacitará conectividade não apenas entre pessoas e seus dispositivos de computação, mas entre coisas reais do dia a dia. Pela habilitação da conectividade para virtualmente qualquer objeto físico que possa potencialmente oferecer uma mensagem, a internet das coisas afetará cada aspecto da vida e dos negócios de maneiras que costumavam pertencer ao reino da fantasia - ou até mesmo além da fantasia.

...

Para assegurar uma rápida taxa de adoção é necessário começar com tecnologias já disponíveis, como escaneamento de códigos de barra por câmeras, que se tornará uma vantagem "grátis" para dispositivos móveis se transformarem em telefones de câmeras de alta qualidade.

Vigilância Ubíqua

No topo da cadeia de consumidores da computação ubíqua - que provavelmente será seu aspecto mais visível e enfatizado - senta-se a incrível capacidade de vigilância desta tecnologia. Com câmeras de vídeo de vigilância projetando-se de cada edifício não é muito difícil de entender que você está sendo vigiado, mas com a internet das coisas a rede estará submergida discretamente e invisivelmente em todo o ambiente. Em uma internet das coisas, cada objeto, bem como as pessoas que estão usando roupas com etiquetas RFID ou estão usando dispositivos eletrônicos, seriam "legíveis" por um computador ou rede sem fio. Os detalhes dos objetos (ou pessoas), a localização exata e outras informações poderão ser obtidas eletronicamente por sensores invisíveis nas calçadas, ruas ou portas de entrada.

Em um documento datado de fevereiro de 2000, o Laboratório de Sistemas Móveis de Internet da Hewlett Packard anunciou que, "Nós queremos fazer pessoas, lugares e coisas presentes na Web". O documento detalha a infraestrutura da "internet das coisas",

"A convergência da tecnologia da Web, redes sem fio e dispositivos portáteis clientes da web proporcionam novas oportunidades para projetos de sistemas de comunicação para computadores. Nos laboratórios da HP nós estivemos explorando estas oportunidades através de uma infraestrutura para apoiar a "presença na web" para pessoas, lugares e coisas. Nosso objetivo é uma ponte entre a World Wide Web e o mundo físico que habitamos. Essa ponte inclui a habilidade para interagir com dispositivos tais como impressoras de um navegador usando uma comunicação HTTP padrão. Também inclui a capacidade de proporcionar as pessoas, lugares e coisas - eletrônicos ou de outra maneira - com um recurso web que é usado para estocar informações sobre eles e que são automaticamente combinadas com suas presenças físicas. Nós almejamos proporcionar aos usuários, particularmente usuários de celulares, suporte para suas atividades diárias, que essencialmente dizem respeito a objetos físicos, além dos PC's.

Comerciantes também veem o aumento da computação ubíqua como abrindo a entrada para propaganda cientificamente elaborada. A história da web já é usada para mirar usuários de computadores com anúncios baseados em seu comportamento de navegação, e é bastante fácil ver como esse modelo poderá ser aplicado para a "internet das coisas". O Google está atualmente desenvolvendo tecnologia de anúncio que usa o microfone de seu computador para ouvir as palavras chaves sendo faladas por você ou a televisão perto de você que dispara anúncios relevantes na tela de seu computador. Dispositivos móveis já estão sendo rastreados e monitorados através de lojas e outros lugares públicos no Reino Unido para propósitos de marketing. De acordo com o relatório,

"A firma de monitoramento de trânsito de pedestres Path Inteligence, baseada na cidade, está testando uma tecnologia de vigilância com a patente ainda pendente, que rastreia continuamente os sinais de celulares para entender o movimento dos clientes enquanto eles fluem pelos centros de varejo ou serviços públicos.

...

Através dessa técnica é possível recolher dados de quantas pessoas estão em uma loja em um horário específico, quantos consumidores visitam lojas específicas, e como os clientes agrupam as lojas. Além disso, a firma diz que o sistema também pode ajudar organizações a otimizar o layout de seus espaços e melhorar seu mix de locação de varejo."

A U-City da Coreia do Sul: Um Modelo de Futuro?

A Coreia do Sul está na dianteira da implantação da tecnologia ubíqua. Uma cidade inteira, a Nova Coreia do Sul, que está sendo construída, utiliza plenamente a tecnologia. Os proponentes da computação ubíqua nos Estados Unidos admitem que enquanto uma larga porção da tecnologia que está sendo desenvolvida nos Estados Unidos está sendo testada na Coreia do Sul onde há menos bloqueio tradicional, ético e social para impedir sua aceitação e uso. Como relata o New York Times,

"Imagine lixeiras públicas que usam tecnologia de identificação de rádio frequência para dar créditos aos recicladores toda vez que eles arremessam uma garrafa dentro; assoalhos sensíveis a pressão nas casas das pessoas idosas que podem detectar o impacto de uma queda e imediatamente chamar ajuda; celulares que guardam os registros de saúde e podem ser usados para pagar pelos medicamentos.

Estes estão entre os serviços sonhados pelos estudantes de desenho industrial da Universidade Estadual da Califórnia, Long Beach, para possível uso na cidade de Nova Songdo, uma grande "cidade ubíqua" que está sendo construída na Coreia do Sul.

...

Muito dessa tecnologia foi desenvolvida nos laboratórios de pesquisa dos Estados Unidos, mas há menos obstáculos sociais e regulatórios para implementá-los na Coreia," disse Sr. Townsend [um diretor de pesquisa do Institute for the Future em Palo Alto, Califórnia], que foi consultado sobre o plano da própria U-city. "Há uma expectativa histórica de menos privacidade. “A Coreia está desejosa de adiar as difíceis questões para assumir a liderança antecipada e estabelecer padrões.”

Uma U-city menor na Coreia do Sul, Hwaseong Dongtan, já foi parcialmente completada e testada. Um vídeo promocional para a U-city de Hwaseong Dongtan já pode ser visto em http://www.udongtan.or.kr/english/cyber/cyb_03.aspx. O pesado investimento no modelo da U-city da Coreia do Sul está sendo atualmente exportado para o mundo todo.

Interessantemente, mas talvez não surpreendente, a Corporação Microsoft de Bill Gates está envolvida com o desenvolvimento tecnológico das U-cities da Coreia do Sul. Um boletim de imprensa da Microsoft de maio de 2008 relatava que,

"A Microsoft Corp. desempenhará um papel chave na criação de um ambiente de computação ubíqua para futuros cidadãos e empresas do Distrito de Negócios Internacionais de Songdo (IBD). A cidade do futuro está atualmente em construção em Incheon, apenas 40 milhas a Sudoeste de Seul, Coreia do Sul. Songdo será a primeira "nova" cidade desenhada e planejada como um distrito internacional de negócios."

O que acontecerá as noções tradicionais de privacidade em um mundo "Everyware"? Poderão indivíduos e dissidentes potencialmente ser eletronicamente postos em uma lista negra e terem negado acesso ao sistema de pagamentos sem dinheiro e sistemas de trânsito como se eles fossem uma web page proibida na "internet das coisas? Permanece para ser visto se a infraestrutura da computação ubíqua pode ser completamente realizada, mas isso é uma tendência tecnológica com implicações muito importantes que vale a pena mantermos em contínua observação.

Fonte: http://www.oldthinkernews.com/Articles/oldthinker%20news/orwellian_ubiquitous_computing.htm

Nota: Isso é o sonho de todo ditador.