Mostrando postagens com marcador vigilância. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vigilância. Mostrar todas as postagens

sábado, 16 de maio de 2009

Quem vigia os vigilantes?

LONDON, ENGLAND - MARCH 25: In this photo illu...Image by Getty Images via Daylife

    Não sei se você percebeu, mas a liberdade de expressão na Internet
está sendo ameaçada ao redor do mundo por Governos e grandes
corporações que procuram implantar uma censura absurda ao direito
básico de nos comunicarmos. O Projeto de Lei de cibercrimes do Sen.
Azeredo,  que atualmente tramita na Câmara de Deputados, transforma a
Internet como nós conhecemos em uma verdadeira terra de ninguém, onde
todo mundo é considerado culpado até que prove o contrário.

Aconteceu ontem na frente da Assembléia Legislativa de São Paulo um
protesto público contra as emendas à lei de cibercrimes que se
aprovadas como estão pelos deputados, vão servir para na prática
criminalizar o uso comum da Internet. Se o texto for aprovado como
está, vai acabar com as redes P2P, tirar do ar as redes abertas como as
que já existem em várias comunidades, e ainda dar uma sobrevida ao
nefasto DRM. Os provedores passam a ser considerados cúmplices de
qualquer crimes cometidos nas suas redes, e passam a exercer o papel de
fiscalizadores de tudo que os seus usuários fazem na Internet.

Aconteceu ontem na frente da Assembléia Legislativa de São Paulo um
protesto público contra as emendas à lei de cibercrimes que se
aprovadas como estão pelos deputados, vão servir para na prática
criminalizar o uso comum da Internet. Se o texto for aprovado como
está, vai acabar com as redes P2P, tirar do ar as redes abertas como as
que já existem em várias comunidades, e ainda dar uma sobrevida ao
nefasto DRM. Os provedores passam a ser considerados cúmplices de
qualquer crimes cometidos nas suas redes, e passam a exercer o papel de
fiscalizadores de tudo que os seus usuários fazem na Internet.

 Via Mario Amaya.

Nota: Já divulgamos como na Inglaterra o cerco está sobre as redes sociais, como Facebook, com a desculpa de guerra ao terrorismo e mais recentemente saiu uma notícia de que está sendo realizado um projeto para bisbilhotar as atividades na internet, chegando até a vasculhar os e-mails.
No Brasil não é diferente, com a desculpa de impedir crimes cibernéticos, criminaliza-se a própria internet.
Isso é uma tendência para o futuro, a liberdade de expressão e de obtenção de imformações é um empecilho aos planos da Nova Ordem Mundial.  


Reblog this post [with Zemanta]

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Reino Unido quer controlar E-mails de cidadaos

WOW - Vint Cerf in Buenos Aires (Internet's Da...Image by TheAlieness GiselaGiardino²³ via Flickr

Reino Unido quer controlar e-mails dos cidadãos

04/05/09


Para controlar as mensagens enviadas pela internet, o governo do Reino Unido pode desenvolver uma tecnologia que permita o monitoramento dessa ferramenta.

Segundo informações do jornal "The Sunday Times", publicadas neste domingo (03), o Centro de Comunicações do governo pretende supervisionar todos os emails, acessos à web, atividades realizadas em redes sociais e ainda os contatos telefônicos.

O plano, segundo a publicação, seria utilizar várias "caixas-pretas", instaladas secretamente na infraestrutura de comunicações. Jacqui Smith, ministra do Interior britânica, anunciou na semana passada que o plano do governo para criar uma base de dados única não será finalizado, apesar do investimento maciço de mais de 1 bilhão de euros.

Segundo Shami Chakrabarti, diretora da organização de defesa dos direitos humanos, o anúncio da ministra é uma “cortina de fumaça”. "Fomos contra a base de dados 'Big Brother', porque permitia ao Estado ter acesso diretamente às comunicações de todos os cidadãos. Mas, com esta rede de caixas-pretas, pretende-se conseguir o mesmo, mas pela porta traseira".

O governo já teria um contrato com o Lockheed Martin, gigante americano do setor da defesa, no valor de 224 milhões de euros, segundos fontes citadas pelo "The Sunday Times". Outro contrato foi assinado com a Detica, uma empresa britânica de tecnologia da informação, que teria relações com a espionagem no Reino Unido.

Dessa forma, Iain Lobban, diretor do Centro de Comunicações do governo, já estaria supervisionando a construção de um complexo no interior desse quartel-general, localizado próximo a Cheltenham, no condado de Gloucestershire.

Com informações da EFE

Nota: Em outro post falamos da vigilancia sobre as redes sociais, agora sobre os e-mails, isso e so o inicio.



Uma imagem vale mais do que 1000 palavras - 3



Powered by ScribeFire.





Reblog this post [with Zemanta]

domingo, 29 de março de 2009

Ministério da Justiça quer controle mais rígido sobre a internet.


Image via Wikipedia

Ministério da [in]Justiça do governo Lula quer controle rígido sobre a Internet

Ministério da [in]Justiça do governo Lula quer controle rígido sobre a Internet

Julio Severo

A verdade precisa ser mostrada, para que a população saiba o que está acontecendo. Contudo, no Brasil as grandes redes de televisão se recusam terminantemente a defender a verdade, sonegando importantes informações sobre as corrupções morais, financeiras e éticas do governo mais corrupto da história do Brasil.

Por coincidência, esse governo é socialista.

Sobre os meios de comunicação o governo Lula exerce uma “censura” gentil e atraente: quando uma rede de TV é boazinha, as empresas estatais são boazinhas com ela, fazendo investimentos milionários em patrocínio de programas de TV. É bem fácil assim manter sob controle as “independentes” televisões do Brasil.

Entretanto, quando esse método de persuasão não funciona, o jeito é usar a velha censura, com os pretextos mais “elegantes”.

O fato é que o governo Lula está preocupadíssimo que os brasileiros tenham acesso na Internet a informações que eles nunca vêem nas redes de televisão “independentes”. Para acalmar o governo Lula, o Ministério da [in]Justiça quer impor algumas restrições “democráticas” na Internet, com as desculpas mais variadas, especialmente o combate à pedofilia.

A informação abaixo foi adaptada do site esquerdista CongressoEmFoco:

Se depender da vontade do governo Lula, a lei de crimes da internet será muito restritiva. Projeto do Ministério da Justiça (MJ) quer que os provedores de acesso mantenham por três anos todos os dados de tráfego de seus usuários. Ou seja: que hora se conectou à internet, em que sites entrou e quanto tempo ficou.

A medida do MJ teve influência da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que tem ligações com a nefasta e infame polícia cubana de espionagem e repressão. Além de todos os dados de tráfego, o MJ quer que os provedores sejam obrigados a registrar o nome completo, filiação e número de registro de pessoa física ou jurídica. 

A medida estabelece que os provedores de acesso serão obrigados a coletar, armazenar e “disponibilizar dados informáticos para fins de investigação criminal ou instrução processual penal”. Prevê também que, após o pedido do MP ou da polícia, os dados de navegação sejam entregues imediatamente mediante ordem judicial.

O socialismo detesta a liberdade dos cidadãos do jeito que o diabo tem medo da Cruz.

O bom senso adverte: O socialismo faz mal para a liberdade de expressão.

Fonte: www.juliosevero.com

Nota: Em recente post mostramos como na Inglaterra o governo já monitora as redes sociais atrás de terroristas, dissemos que vários seriam os motivos alegados para a monitoração da rede.
Estamos agora a ponto de vermos uma lei invasiva da privacidade dos internautas ser aprovada no Brasil com a desculpa de combate a pedofilia e a outros cyber crimes.
Alguém acha que um cracker vai se intimidar diante dessa lei?
É ruim hein!!


quarta-feira, 25 de março de 2009

Big Brother monitorando as redes sociais.


Image via CrunchBase
Big Brother monitorando as redes de sites sociais.



Milhões de britânicos que usam as redes sociais como facebook podem em breve ter cada movimento seu monitorado pelo governo e mantidos no banco de dados do "Big Brother".
A idéia de policiar o MySpace, Bebo e Facebook está no topo dos planos de armazenar informações de todas as chamadas, emails e visitas da internet feitas por todos no Reino Unido.
Quase a metade da população britânica, em torno de 25 milhões de pessoas, usam os sites de redes sociais.
Há ainda propostas sob a diretiva da União Européia, datando dos idos de 2005, para que emails e uso da internet sejam monitorados e adicionados a um banco de dados planejado para rastrear ataques terroristas.

fonte: www.independent.co.uk
tradução: o observador





Powered by ScribeFire.

segunda-feira, 16 de março de 2009

YouTube - Notícia: Novo Serviço de Busca pelo Celular

A cada dia surgem novas invenções tecnológicas visando manter a vigilância sobre nós.
Esta é mais uma das que já existem, apenas nos mostra como estamos sendo acostumados a bisbilhotagem, e tudo isto para o nosso divertimento ou para nossa " proteção ".

sexta-feira, 13 de março de 2009

Nova Ordem Mundial - A caminho do controle total

O objetivo final da Nova Ordem Mundial é criar um Governo Mundial para reger todas as nações, segundo os planejadores dessa Nova Ordem Mundial somente através de um Governo Mundial aceito por todas as nações é que o mundo será um lugar de paz entre os povos e segurança para todos.
Porém antes da instalação desse governo mundial é preciso que a população mundial seja controlada. Nos últimos anos o número de aparelhos eletrônicos e sistemas computacionais capazes de rastrear pessoas têm se multiplicado exponencialmente, os argumentos para a utilização desses aparelhos e sistemas são os mais diversos, o principal é a segurança e a facilidade de comunicação; para quem ainda tinha alguma dúvida de que o objetivo final é o controle total da população o vídeo abaixo mostrará como isso está perto de acontecer e como o Brasil será pioneiro na implantação de tecnologias de controle populacional.

domingo, 8 de março de 2009

O Big Brother agora vai nos vigiar com mais facilidade. A partir deste ano teremos um documento de identidade único com dados biométricos e todos os outros documentos em uma única carteira com um microchip embutido. Veja o vídeo abaixo.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Admirável Mundo Novo - Privacidade em perigo

Fichas criminais podem ser acessadas na web


Associated Press

Terça-feira, 16 de dezembro de 2008 - 16h39




WATERBURY - Você quer descobrir se o novo namorado da sua filha por acaso tem um passado abominável?




Powered by Zoundry Raven



Technorati : ,

Del.icio.us : ,

Zooomr : ,

Flickr : ,

domingo, 7 de dezembro de 2008

Admirável Mundo Novo - Vigilância Total

Tecnologia transformará nossas vidas em 'Big Brother'



Harrison Brown, 18, um calouro de matemática no MIT, não precisou de cálculos complexos para saber que gostava do negócio: um smartphone em troca da permissão de ter cada movimento rastreado por pesquisadores.



Agora, quando ele liga para um colega, os pesquisadores sabem. Quando ele manda um e-mail ou uma mensagem de texto, eles também sabem. Quando escuta música, eles sabem qual. Sempre que carregar seu smartphone com Windows Mobile, eles saberão onde ele está e com quem.


Brown e cerca de 100 outros estudantes vivendo no dormitório Random Hall do MIT concordaram em trocar sua privacidade por smartphones que geram rastros digitais transmitidos a um computador central. Além das ações individuais, os aparelhos capturam uma imagem móvel da rede social do dormitório.


Os dados dos estudantes são apenas uma gota no grande oceano de informação digital sendo gravada por uma variedade de sensores, telefones, aparelhos de GPS ou crachás de escritório, que capturam nossos movimentos e interações. Associados a informações conseguidas de outras fontes, como navegação pela Internet e cartões de crédito, os dados são a base para um novo campo, chamado inteligência coletiva.


Impulsionada pelas novas tecnologias e pela sólida incursão da Internet em cada espaço da vida cotidiana, a inteligência coletiva oferece recursos poderosos, que podem tanto melhorar a eficiência de anúncios quanto possibilitar novas formas de organização de grupos comunitários.


Mas mesmo seus defensores reconhecem que, se mal utilizados, os recursos da inteligência coletiva podem criar um futuro orwelliano em proporções que o Grande Irmão nem sonharia.


A inteligência coletiva pode dar às seguradoras, por exemplo, dados de comportamento para identificar secretamente as pessoas que sofrem de uma doença particular e negar cobertura a elas. De forma parecida, o governo ou oficiais da lei poderiam identificar os integrantes de um grupo de protesto rastreando as redes sociais reveladas pela nova tecnologia. "Existem tantos usos para essa tecnologia - do marketing à guerra - que não consigo deixar de pensar que nossas vidas estarão impregnadas por ela em poucos anos," diz Steve Steinberg, cientista da computação que trabalha para uma firma de investimentos em Nova York.


Em uma postagem na Internet muito acessada, ele argumentou que havia grande probabilidade de usos inapropriados: "é uma das tendências tecnológicas mais significativas dos últimos anos; pode ser também uma das mais perniciosas."


Nos últimos 50 anos, os americanos têm se preocupado com a privacidade individual na era do computador. Mas as novas tecnologias se tornaram tão poderosas que o problema extrapolou a questão da proteção da privacidade individual. Agora, com a Internet, sensores sem fio e a capacidade de analisar avalanches de dados, o perfil de uma pessoa pode ser estabelecido sem qualquer monitoramento direto.


"Já disseram que, com as novas tecnologias, há uma expectativa menor de privacidade," disse Marc Rotenberg, diretor-executivo do Electronic Privacy Information Center (Centro de Informações sobre Privacidade Eletrônica), um grupo de direitos de privacidade de Washington. "Mas o oposto também pode ser verdade. As novas técnicas podem exigir que expandamos nosso entendimento de privacidade, tratando do impacto da coleta de dados em grupos de pessoas, não apenas indivíduos."


Brown é um que não se preocupa com a perda de privacidade. Os pesquisadores do MIT o convenceram de que haviam feito grandes esforços para proteger qualquer informação gerada pelo experimento que pudesse revelar sua identidade.


Além disso, ele diz, "da forma que vejo, todos temos perfis no Facebook, e-mails, sites e blogs."


"Isso é uma gota no oceano em termos de privacidade," acrescenta.


O Google, e seu vasto complexo de mais de um milhão de servidores de pesquisa pelo mundo, continua sendo o melhor exemplo do poder e potencial de enriquecimento da inteligência coletiva. Seu fabuloso algoritmo PageRank, que foi originalmente o responsável pela qualidade dos resultados de busca do Google, obtinha sua precisão da sabedoria inerente dos bilhões de links individuais que as pessoas criavam.


A companhia introduziu um serviço de reconhecimento de voz no começo de novembro, inicialmente para o iPhone da Apple, que deve sua precisão em grande parte a um modelo estatístico desenvolvido a partir dos vários trilhões de termos de pesquisa utilizados por seus usuários na última década. No futuro, o Google aproveitará as perguntas faladas para antecipar de forma ainda mais precisa as questões que seus usuários vão fazer.


E, há algumas semanas, o Google disponibilizou um serviço de antecipação de tendências de gripe, baseado no número de termos de pesquisa dos sintomas da doença.


O sucesso do Google, junto à rápida expansão da Internet e sensores sem fio - como rastreadores de posição em telefones celulares e aparelhos de GPS em carros -, desencadeou uma corrida para faturar com as tecnologias de inteligência coletiva.


Em 2006, a Sense Networks, de Nova York, provou que havia muita informação útil escondida em um arquivo digital de dados de GPS, gerados por dezenas de milhares de corridas de táxi em São Francisco. Podia-se ver, por exemplo, que as pessoas que trabalhavam no distrito financeiro da cidade tendiam a sair mais cedo para trabalhar quando o mercado estava em alta, mas mais tarde quando em baixa.


Também foi observado que as pessoas de classe média - determinadas por seu código postal - tendiam a chamar táxis com mais freqüência pouco antes de maus tempos nos negócios.


A organização desenvolveu dois aplicativos, um para consumidores utilizarem em smartphones como BlackBerry e iPhone, outro para empresas interessadas em antecipar tendências sociais e comportamento financeiro. O aplicativo para consumidores, o Citysense, identifica os pontos quentes de entretenimento em uma cidade. Ele relaciona informações da Yelp e do Google sobre casas noturnas e de shows com os dados gerados por rastreadores de posição de usuários anônimos de celular.


O segundo aplicativo, Macrosense, pretende fornecer um vislumbre empresarial sobre as atividades humanas. Ele utiliza um grande banco de dados, que inclui GPS, posicionamento Wi-Fi, triangulação por torres de celular, chips de identificação de freqüências de rádio e outros sensores.


"Existe todo um novo conjunto de indicadores que nunca foram medidos," disse Greg Skibiski, chefe-executivo da Sense Networks. "Conseguimos ver as pessoas se movendo entre lojas" e outros lugares. Esses padrões de deslocamento, relacionados a dados de renda, podem fornecer a atacadistas informações iniciais sobre o nível de vendas e quem está comprando nas lojas da concorrência.


Alex Pentland, professor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e o responsável pelo projeto de pesquisa no dormitório, foi co-fundador da Sense Networks. Ele faz parte de uma nova geração de pesquisadores com acesso relativamente fácil a dados que, no passado, eram ou meticulosamente reunidos à mão ou adquiridos por questionários ou entrevistas que confiavam na memória e honestidade das pessoas.


Os pesquisadores do Laboratório de Mídia trabalharam com a Hitachi Data Systems, uma companhia japonesa de tecnologia, utilizando alguns recursos do laboratório para melhorar a eficiência dos negócios. Por exemplo, dando aos funcionários crachás com sensores que geram o mesmo tipo de dados produzidos pelos smartphones dos estudantes, a pesquisa determinou que a comunicação direta e pessoal é muito mais importante para o trabalho de uma organização do que se acreditava.


A produtividade cresceu 30% com o aumento da comunicação direta, segundo Pentland. Os resultados foram tão promissores que a Hitachi criou uma empresa de consultoria que reestrutura organizações por meio das técnicas dos pesquisadores.


Pentland chama sua pesquisa de "mineração de realidade", para diferenciá-la de uma geração anterior de mineração de dados, conduzida por métodos mais tradicionais.


Pentland "é o imperador da pesquisa com sensores em rede," disse Michael Macy, sociólogo da Universidade de Cornell, que estuda redes de comunicação e seu papel como redes sociais. Pessoas e organizações, disse, estão cada vez mais escolhendo a interação por meios digitais que registram marcas dessas relações. "Isso permite que cientistas estudem essas interações de maneiras que, a cinco anos atrás, ninguém imaginaria possíveis," disse.


Antes baseados em computadores pessoais em rede, os sistemas de inteligência coletiva estão cada vez mais voltados para potencializar redes sem fio de sensores digitais e smartphones. Em uma aplicação possível, grupos de cientistas e ativistas políticos e ambientais estão desenvolvendo redes de "detecção de engajamento."


No Centro de Monitoramento de Redes Integradas da Universidade da Califórnia, Los Angeles, por exemplo, os pesquisadores desenvolvem um serviço online que chamam de Relatório de Impacto Ambiental Pessoal, que constrói um mapa comunitário da qualidade do ar em Los Angeles. Ele pretende informar as pessoas como suas atividades afetam o meio ambiente e como tomar decisões a respeito de sua saúde. Os usuários podem mudar sua rotina de caminhadas ou corridas para horas diferentes do dia, dependendo da qualidade do ar do momento.


"Nosso mantra é tornar possível a observação do que era antes inobservável," disse Deborah Estrin, diretora do centro e cientista da computação da UCLA.


Mas, segundo Estrin, o projeto ainda enfrenta uma série de desafios, tanto a respeito da precisão dos pequenos sensores quanto da habilidade dos pesquisadores de saber ao certo que essa informação pessoal permanecerá privada. Ela é cética sobre os esforços técnicos para encobrir a identidade dos colaboradores individuais dos bancos de dados de sensores de redes.


Tentativas de obscurecer a identidade de indivíduos têm capacidade limitada, afirmou. Os pesquisadores encriptam os dados para proteger a identidade de uma pessoa, mas isso tem limites.


"Apesar de protegermos a informação, ela ainda está sujeita a intimações e à coação de chefes e esposas," ela disse.


Ela diz que ainda pode haver formas de proteger a privacidade. "Consigo imaginar um sistema em que os dados desapareçam," disse.


Grupos de ativistas já utilizam a tecnologia para melhorar a eficiência de sua mobilização. Um serviço chamado MobileActive ajuda organizações sem fins lucrativos ao redor do mundo a usar telefones celulares para aproveitar a especialização e energia de seus participantes, distribuindo alertas para ação, por exemplo.


O Pachube é um serviço online que permite a pessoas de qualquer lugar do mundo compartilhar dados de sensores em tempo real. Com o Pachube, alguém pode combinar e exibir dados como o custo da energia de um lugar, o monitoramento da temperatura e poluição, ou os dados transmitidos por uma bóia na costa de Charleston, Carolina do Sul, tudo criando um retrato repleto de informações sobre o mundo.


Esse quadro tão completo e constantemente atualizado vai sem dúvida redefinir as noções tradicionais de privacidade.


O doutor Pentland afirma que existem formas de evitar as armadilhas da sociedade vigilante que espreitam a tecnologia.


Quanto ao uso comercial dessa informação, ele propôs um conjunto de princípios derivados do direito comum inglês para garantir que as pessoas tenham direitos de propriedade sobre dados a respeito de seu comportamento. A idéia gira em torno de três princípios: que você tem o direito de possuir seus próprios dados, que você controla os dados coletados sobre você e que você pode destruir, remover ou reorganizar seus dados como desejar.


Ao mesmo tempo, ele argumentou que os direitos individuais de privacidade também precisam ser equilibrados com o bem público.


Citando a epidemia envolvendo a síndrome respiratória aguda grave, ou SARS, de anos recentes, ele disse que a tecnologia ajudaria agentes de saúde a observar o movimento de pessoas infectadas em tempo real, possibilitando o controle da dispersão da doença.


"Se pudesse ver os registros dos celulares, a situação poderia ter sido interrompida naquela manhã, ao invés de duas semanas depois," disse. "Sinto muito, mas isso supera as preocupações momentâneas de privacidade."


De fato, alguns pesquisadores de inteligência coletiva defendem que as preocupações acentuadas sobre os direitos de privacidade são um fenômeno relativamente recente na história humana.


"Os novos instrumentos de informação simbolizados pela Internet estão mudando radicalmente a possibilidade de como podemos organizar as atividades humanas de larga escala," disse Thomas W. Malone, diretor do Centro de Inteligência Coletiva do MIT.


"Por boa parte da história humana, as pessoas viveram em pequenas tribos onde tudo que faziam era conhecido por todos," disse Malone. "Em certo sentido, estamos nos tornando uma aldeia global. A privacidade pode acabar se tornando uma anomalia."


Tradução: Amy Traduções



The New York Times



Nota: A tecnologia está tirando de nós não só a nossa privacidade, mas também a nossa liberdade. Parece que nos espera um futuro sombrio, onde cada detalhe de nossas vidas estará aberto para qualquer um, seja bom ou mau.


Powered by Zoundry Raven



Technorati : , , ,

Del.icio.us : , , ,

Zooomr : , , ,

Flickr : , , ,

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Nova Ordem Mundial - Vigilância Global.


Echelon- Espionagem total













Outro dos muitos sistemas de espionagem, este a cargo da NSA ( National security agency )
americana,



e alguns associados como: Austrália, Nova Zelândia , Canadá e Inglaterra.


Um fato real já comprovado, já debatido pelo Parlamento Europeu.


O polêmico echelon tem como finalidade escutar as comunicações internacionais , seja conversas telefônicas, faxes, emails, tudo.


Caro leitor, mas não é caso para entrarmos em paranóia, eu continuo fazendo a minha vidinha normal, enviando emails, falando no celular, sobretudo o que me apetece, seja ovnilogia, conspirações, tudo. Até agora nenhum homem de negro apareceu. (risos).


Criptografar emails, se pensa que é um modo seguro, desengane-se, certamente os EUA possuem melhores softwares de criptografia e decodificação do que aqueles que colocaram na Internet para nós baixarmos (ou comprarmos).


Echelon é um sistema que recorre a cerca de 120 satélites vortex, ou talvez mais, decifram algo como: dois milhões de mensagens por hora…Criado na década de 70 e ampliado nos anos de 1975 e 1995.


Este métodos de espionagem não visa apenas "decifrar" palavras chave que possam dizer respeito à segurança nacional dos EUA, eles espionam também com fins políticos e econômicos.


Isto não é uma ilusão, o Echelon é real, tanto que a administração Clinton foi obrigada a reconhecer a existência do projeto e a desclassificar informações perante cientistas da Universidade George Washington.


O Jornalista escocês Duncan Campbell forneceu um grande relatório com todos os dados sobre Echelon aos eurodeputados, o que causou indignação, visto que a Grã-Bretanha os traía espiando-os.


( aproveite e leia "inside echelon" : http://www.heise.de/tp/r4/artikel/6/6929/1.html )


A União Europeia inclusive, ponderou montar um sistema igual para espionar os EUA.




Esses mesmo Echelon, e a NSA espionam na Internet, o próprio FBI cria vírus que se propagam pela Internet com o propósito de espionar.


ver mais sobre esses vírus e espionagem em "virusfbi" deste site realidade oculta.


Esses sistema quanto a escutas telefônicas, detecta palavras "chave" e depois grava as conversações, repare falar ao celular é um telefonema via satélite. Se você falar em"ovni" ,"al-qaeda", "saddam" por exemplo falando de uma notícia que viu na tv sobre bin laden ou saddam, aí provavelmente a sua conversa será detectada porque você tocou em palavras-chave.


Ao que parece há uma nova divisão desse projeto echelon, que seria a ILETS ( International Law Enforcement Telecommunications Seminar), uma organização secreta ( sem existência oficial ) cujo principal objetivo visa a coordenação de esforços para criação de portas ocultas em todos os sistemas de comunicações do mundo ocidental, incluindo os satélites internacionais





A 18 de Maio de 2001, veio a conhecimento público o informe, elaborado pela Comissão Provisória, nomeada pelo Parlamento Europeu, para investigar o Echelon, em que confirmaram:


" A existência de um sistema global de interceptação das comunicações em que cooperam os Estados Unidos, o Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, já não pode ser colocado em dúvida.(...) O que resulta importante é que seu propósito é interceptar comunicações privadas e comerciais, e não comunicações militares." (NAVARRO, 2001: 50)


Sem dúvida, mais do que um sistema de espionagem, este sistema é uma grave violação ao nosso direito de privacidade. Qualquer dia nem os sites de Internet escaparão à censura total .





Quer saturar os servidores do Echelon?


Você sabe que ao reenviar emails spam, em grande massa e amigos seus reenviarem esses emails em massa, poderá saturar os servidores do email (exemplo: hotmal, yahoo, etc) o mesmo pode fazer-se quanto ao Echelon, basta reenviar emails com o código e palavras-chave (que o echelon busca) e se todas as pessoas forem reencaminhando esses emails isso irá saturar os servidores do echelon, ou gerar milhões de respostas no dicionário deles, etc.


Código desenvolvido pelos argentinos do "Seprin" ( serviçio privado de informaçion), serviço privado de informação :


O código (meta-tags) contém palavras-chave que o echelon procura, para copiar esse código clique aqui ( irá abrir uma outra página com o código meta-tags , copie o código com ctrl + c e cole no texto de email : ctrl + v ,repasse à sua lista de contactos, e se todos forem repassando, o echelon irá detectar milhares de palavras-chave até saturar )


Abra aqui a pagina com o código .




Informações tiradas do livro :


«O mundo sob escuta , as capacidades de interceptação do século XXI » Duncan Campbell.


Por mais que as comunicações estejam sob escuta e sejam interceptadas, nunca é possível escutá-las todas.

Apenas se podem filtrar comunicações suspeitas quando se sabe quem e o que se procura.


Os computadores não podem chegar a esses dados pela lógica, eles têm de vir de fontes de inteligência mais tradicionais e "humanas", dos agentes e dos informadores.


A questão a colocar no futuro é a de determinar se sistemas como o do Echelon nos poderão alguma vez proteger contra atos terroristas .Se não o conseguem, então não faz qualquer sentido os cidadãos de todo o mundo estarem a trocar a sua privacidade por uma segurança que não existe.


Existem inclusive submarinos que foram adaptados para auscultar os cabos subaquáticos de comunicações do Mediterrâneo.


Após a guerra Fria, os americanos colocaram os seus postos de escuta no centro e no Sul da Alemanha e , secretamente na Áustria e no Irã. Na Itália e Espanha.


Uma estação em Kagnew, em Asmara, na Eritreia, fora-lhes legada pelos britânicos em 1941 e ,até ao seu suposto encerramento em 1970, era a maior estação de interceptação do mundo. Uma das suas realizações mais espetaculares consistia numa antena parabólica que era utilizada para passar mensagens em direção aos Estados Unidos por reflexão na superfície Lunar.


Existem pelos menos 30 nações a ter redes de escuta, a nível global ou regional.


A Rússia, a China, a França e outras nações possuem redes mundiais. Mesmo as pequenas nações europeias como a Dinamarca, a Holanda ou a Suiça, construíram há pouco tempo pequenas estações de interceptação de satélites para obterem e processarem dados mediante escuta das comunicações civis via satélite.


A nível global, cerca de 15 a 20 mil milhões de euros são gastos nesses projetos.




Em França a estação de escuta de satélites, situada em Domes, Sarlat, perto de Bordéus, foi apelidada de Frenchelon ( French- Echelon).





















Frenchelon - França.


( fotos: http://cryptome.org/frenchepix.htm e: http://reseau.echelon.free.fr/reseau.echelon/photos/france.htm )


A Rússia tem a organização FAPSI ( Federalnoe Agentsvo Pravitelstvennoi Svyazi i Informatsii ), que empresa 54.000 funcionários, trata-se da : A gência Federal para as comunicações do Governo.


Também a China mantém estações de escuta, duas das quais apontadas para a Rússia e é operada em conjunto com os americanos.


A rede Francesa dirigida pela DGSE , inclui duas bases de interceptação de satélites e um quartel-general de criptografia, bem como estações ultramarinas na Guiana, Nova Caledônia e até no Oceano Índico.


A agência federal de inteligência Alemã, o BND ,mantém uma extensa rede de estações de interceptação na Alemanha e também em Taiwan. Colaboram também com os Franceses na operação de algumas estações ultramarinas ,como a da Guiana.


Até ao início da década de 90 o BND operava uma estação perto de Cádis, dedicada aos cabos que saem de Espanha e Portugal.


O seu nome de código é EISMEER.



Muitos satélites que a NASA lança não se dedicam a estudar o Universo, mas têm sim fins militares.


O primeiro satélite de escutas lançado foi o CANYON, em Agosto de 1968. Depois lançaram outros, Os satélites eram controlados a partir da base de Bad Aibling, na Alemanha. As suas órbitas não eram exatas, e isso fazia com que os satélites mudassem de posição e obtivessem mais dados ao interceptarem os feixes de micro-ondas emitidos pelos seus alvos terrestres. Até ao ano 1977 lançaram mais sete satélites CANYON.


Devido ao seu sucesso, conceberam uma nova classe de satélites ,os CHALET, a base terrestre para os controlar era a Menwith Hill, em Inglaterra. Os primeiros dois satélites CHALET foram lançados em Junho de 1978 e Outubro de 1979. Quando o nome foi apresentado na imprensa os satélites foram apelidados de VORTEX.


Foi construído um novo centro de operações com 5000m quadrados, STEEPLEBUSH, quando o nome VORTEX foi publicado em 1987, os satélites foram rebatizados MERCURY.


A maioria deles são colocados em órbitas "geoestacionárias", de modo a que, para um observador situado na superfície terrestre ele parece estar sempre na mesma posição.


( podem confundir-se com estrelas ).



Os EUA apostam forte na interceptação de cabos subaquáticos através de sondas de escuta ( tais cabos são de transmissão de dados de Internet e telefone, intercontinentais).


Em 1999 investiram 400 milhões de dólares para modificar o submarino nuclear da classe Seawolf ,o USS Jimmy Cárter ( SSN-23). Foi alterado nos estaleiros da General Dynamics Electric Boat Division, em Groton, no Connecticut.



Este site nova-iorquino http://cryptome.org/ mostra exemplos de emails interceptados ou redigidos por redes de escuta echelon.


A partir do ano 2000 começaram a ser instalados grandes sistemas de armazenamento de enormes quantidades de tráfego destinado a análise. (tráfrego web).


No cerne dos novos sistemas estão os chamados computadores PETAPLEX,.


Trata-se de gigantescos conjuntos de milhares de discos rígidos de baixo preço, conjuntamente ligados a um único complexo, ou nó, de memória.


O primeiro computador Petaplex tem capacidade para 1 petabyte de informação. (Igual a mil terabytes , ou seja um milhão de gigabytes ).


Repare que um computador doméstico tem apenas a capacidade para alguns gb, há uns anos eram discos de 60 gb.


Um dos primeiros sistemas robotizados de armazenamento da NSA (National security agency ), chamado POWDERHORN, está hoje em exibição no Museu de Criptologia da NSA, no seu quartel general de Fort Meade. A legenda recorda que este mesmo modelo antigo , hoje já reformado, tem capacidade para 300 terabytes de dados.


O equivalente a 15.000 anos de Wall Street Journal.


fonte: http://www.realidadeoculta.com

Adaptado pelo observador.














Powered by Zoundry Raven

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Nova Ordem Mundial - Identidade Digital





Implantes. Identidade digital.





Controle Global - Verichip - marca da besta- Vantagens e desvantagens do implante.

Você será obrigado a usar. Países que vão aderir em breve. Brasil e Portugal


incluídos. O biochip é o avanço para a nova ordem Mundial e o controle global

via satélite. Todos os seus passos serão observados.




Iremos ser marcados como gado, sejeitos a um controle global.


Vários países, entre eles: China, Israel, Brasil, Austrália, México, India, Eua e toda a União Europeia, pretendem estabelecer um novo sistema de identificação e controle dos cidadãos.


Um implante no braço, na mão, ou testa, biometria, identidade digital.


A Marca da besta passou do papel para a realidade, quem nunca acreditou em teorias de conspiração pode ver que a realidade está próxima, agora é tarde demais para abrir os olhos.


Durante vários anos haviam rumores quanto a isto, mas os Governos estavam somente a aguardar o momento certo, seria necessário um motivo, logo após o atentado de 11 de Setembro de 2001 ao WTC tiveram o motivo necessário.


Este implante, dizem , poderia combater o terrorismo visto que todos os cidadãos seriam rastreados, catalogados e controlados.


Pela "segurança" mundial perderemos aos poucos os nossos direitos, a nossa individualidade, a nossa identidade.


A Applied digital solutions já colocou implantes " verichip"de 12mm em milhares de cidadãos de todo o mundo, bem perto de nós (Portugal ) na vizinha Espanha já muitos utilizam o chip para pagamento de serviços quando vão á discoteca.




Existem muitas outras empresas desenvolvendo chips entre elas a conhecida Motorola a qual produziu milhões de chips para a Mondex (http://www.mondexusa.com/)


MON-DEX - Um conjunto de duas palavras, Monetário e Destra, que de acordo com o dicionário de Websters define-as como: Monetário - aquilo relativo ao dinheiro. Dexter : - relativo à, ou localizada na mão direita.


Um dos chips concebido pela Motorola, o BT952000 foi projectado pelo Dr. Carl Sanders, orientado em 17 reuniões sobre Nova Ordem Mundial a desenvolver o dispositivo para uso global em seres humanos para fins econômicos e de identificação pessoal.


Portugal vai aderir ao chip, dentro de poucos anos ele substituirá todos os documentos, Bi [carteira de identidade] , cartão de saude, cartão de crédito, carta de condução, tudo.


Dizem que o chip tem o tamanho de um grão de arroz, é certo, mas na verdade ele fica dentro de uma cápsula com mais coisas (bateria, etc) e terá cerca de 12mm.


Quem recusar usar o chip será excluído socialmente, como diz a profecia Bíblica.


Atenção não sou fanático religioso, não pertenco a nenhuma seita, não sou manipulador de informações, quero somente esclarecer o leitor.


Acredito que "não há coincidências", desde o início que a Bíblia anunciava o chip, vejam é bastante claro:


" A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita, ou sobre a fronte. Pra que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta, ou o número do seu nome." […] É apenas um trecho que tirei de Apocalipse 13:11- 18..




Esta é a Nova ordem Mundial, New world Order (nwo), há muitos anos que a Internet denuncia a Nova Ordem, porém muitos ainda não acreditam. Alguns, ironicamente, dizem que isso é uma teoria de conspiração.




Continuando, a imprensa ira promover somente algumas vantagens, para aliciar as pessoas.


Vantagens:


Voce com um chip não correria risco de ser assaltado para lhe roubrarem dinheiro, não precisaria usar vários cartões.


No hospital bastaria ler o seu chip e ter acesso rápido á sua ficha médica, etc.


Eu confesso que haverão boas vantagens, não sou doido. Hoje em dia a tecnologia facilita muito, por exemplo a nível doméstico o micro-ondas, celulares, computadores, e tudo mais.


Sei que seria mais fácil passar a mão num scanner e deixar de usar dinheiro, ter problemas com trocos, cálculos, etc.


Seria mais fácil entrar em casa passando o dedo num scanner do que usar a chave, não haveria nunca mais o problema de perder as chaves de casa, etc. Porém, o que ninguém nos diz são as desvantagens, quanto custaria adaptar essa tecnologia em casa, no carro?


Para todas essas facilidades tecnológicas, venderíamos a nossa privacidade, a nossa liberdade para ficar marcados como gado? Para sermos detectados via satélite e todos os nossos passos, compras, hábitos, consumos, quiçá o próprio pensamento, tudo ser rastreado?


Bem alguns mais críticos poderão pensar, "ele é doido, é contra o desenvolvimento tecnológico? Antigamente também alguns eram contra o cartão de crédito e preferiam usar dinheiro".


Ok eu sou adepto da tecnologia, adoro tecnologia, computador, celular , cartão de crédito, uso mais cartão de crédito do que dinheiro, pago tudo com cartão. Acontece que essa tecnologia é separada de mim, enquanto um implante ficaria dentro da minha carne, inseparável, todos os meus passos rastreados, eis a diferença.


Hoje somos livres para optar entre usar dinheiro ou cartão, contudo seremos obrigados futuramente a usar implante.


Quem não usar fica excluído socialmente, será catalogado como fora da lei, não poderá comprar nada sem o implante.


As desvantagens…


Eis algumas delas:


Todos os cidadãos serão monitorados por satélite.



Perderemos a nossa privacidade.




Vejam este exemplo, a greve é uma forma de protesto e um direito civil do cidadão, se todos tiverem chip serão facilmente identificados os civis que fizerem greve, sofrerão represálias.


Hoje em dia quando alguém é assaltado ouve "passe a carteira isto é um assalto", o chip não vai mudar isso, não poderá haver muita diferença na segurança, imaginem esta situação "dê-me o seu chip, isto é um assalto".


O crime organizado saberá remover os implantes de pessoas ricas e com esse implante passam a ser proprietários daquele numero certo?


Alguém que retirasse o implante de um milionário e colocasse em si o implante, poderia ter acesso à moradia do antigo proprietário do implante, certo?




Hoje se alguém nos rouba o BI apenas roubou esse cartão de identidade, mas quando alguém nos removesse o implante (ele fica apenas 1,4 polegadas abaixo da pele) roubará tudo, pois o acesso a tudo e todos os dados ficam no implante, ele tem registrados todos os nossos dados, toda a nossa vida!


Atualmente, muitos piratas informáticos conseguem entrar em bases de dados de Bancos, conseguem rastrear transações bancárias, quem nos garante que algum pirata não conseguiria entrar nas bases de dados dos sistemas que registam os números de implantes?


Outra coisa, sendo nós um número, sem bi, cartão de crédito, sem dinheiro, suponho que todas as transações são debitadas da nossa conta bancária, como podemos controlar isso, o saldo? Como podemos controlar quantas entidades debitam dinheiro da nossa conta, a que momento, e se cobram taxas extras?


Iriam cobrar taxas e juros de dinheiro "invisível" que não possuímos fisicamente nas mãos, porque passam a ser transações virtuais de numeros de conta para conta.



Hoje em dia, o Governo comete erros, cobra rendas ou impostos a pessoas que não devia, quando confundem o nº de contribuinte ou de bi da pessoa, essas confusões poderão ocorrer da mesma forma com nºs de implantes.


Imagine que o cidadão do implante nº 34478129 cometa um crime, e você tem o nº 34478119 (semelhante) e você é que vai preso, porque o sistema confundiu o seu nº com o outro.


Falhas existirão sempre, nenhum sistema é infalível.


Quanto à segurança, o crime também evolui e encontra formas de escapar ao controle, através de meios sofisticados de violar outros sistemas.


As empresas de implantes, e a mídia, saberão convencer as pessoas.


As mulheres podem ser seduzidas com implantes na testa, imitando jóias semi preciosas, tais como usam as indianas na zona da chacra frontal (ajna) da 3ª visão.


Os homens poderão ser seduzidos com implantes em forma de tatuagem ou símbolos.


Os jovens adoram tecnologia, estão sempre substituindo o celular, personalizando o celular , as empresas de telecomunicações direcionam a publicidade para o público jovem, maior consumidor.


Ter um implante vai ser algo legal, cool, tal como uma tatuagem ou piercing.


Surgirão implantes de várias cores e formatos para seduzir-nos.


Talvez alguns possam captar rádio fm, outros possam controlar objetos à distancia (como um implante já testado em macacos) para psicocinesia, etc. Haverão muitas seduções.


Os animais são catalogados com o biochip


http://www.biochip.com.br/biochip/


E nós, seremos os próximos a ser catalogados como animais?




Se o implante substituirá todos os cartões, porque não poderemos usá-lo num cartão?


Assim a nossa privacidade estaria a salvo, podiamos deixar o cartão em casa quando fossemos sair, os satélites localizariam apenas o cartão e não o seu portador, agora um implante dentro do nosso corpo é um meio de nos controlar em qualquer lugar, a qualquer momento.


Além disso, poderão via satélite escutar o nosso pensamento? É provável, repare:


Um estudo do Instituto de Pesquisas de Stanford concluiu que palavras sub vocalizadas formam padrões reconhecíveis ao EEG, que podem ser lidos por um computador.


"Fujam das novidades", aconselhava há muitos séculos o papa, S. Diniz, ao patriarca de Alexandria.



fonte: www.realidadeoculta.com


Powered by Zoundry Raven

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Tecnologia

Navegadores GPS vão entender como você se sente


Redação do Site Inovação Tecnológica


31/10/2008




Os equipamentos de GPS nos carros não são mais nenhuma grande novidade. Mesmo que a maioria dos motoristas ainda não possa contar com a sua funcionalidade, os engenheiros já estão se preparando para dar o próximo passo - eles querem que as orientações de rotas de direção dadas pelos aparelhos de localização por satélite levem em conta o humor e o estresse do motorista.


Computadores que reconhecem emoções


O sistema, que está sendo desenvolvido por Trung Bui, da Universidade de Twente, na Holanda, é capaz de reconhecer as emoções do motorista analisando a sua voz. Uma vez detectada a emoção, o computador altera seu comportamento e a forma como as instruções do GPS são passadas, para ajudar o motorista de forma mais efetiva.


O grande avanço do sistema construído por Bui é justamente tornar um computador capaz de identificar uma emoção humana. Além de aparelhos de GPS, a pesquisa terá grande utilidade em todos os sistemas em que haja uma interação entre computadores e humanos, como em quiosques de informações e em robôs, por exemplo.


Identificando emoções


Quando o assunto é emoção, os humanos são capazes de combinar vários tipos de informações para chegar a uma conclusão - o tom de voz, a expressão facial e até a escolha das palavras são alguns dos elementos levados em conta para identificar as emoções de uma pessoa com a qual estamos interagindo.


Programar essa capacidade em um computador é uma tarefa cheia de meandros. Por exemplo, um tom de voz mais elevado pode indicar tanto raiva quanto entusiasmo.


Markov e redes de decisão


Bui utilizou duas técnicas em conjunto para enfrentar esse desafio. A primeira é chamada POMDP (Partially Observable Markov Decision Process), processo de decisão parcialmente observável de Markov, uma técnica matemática desenvolvida nos anos 1960. Esta técnica permite a integração das emoções do usuário em um sistema de diálogo, graças à capacidade da POMDP em lidar com incertezas.


A técnica de Markov é útil para problemas simples, mas exige pesados cálculos quando o diálogo é mais complexo. Nestes casos, Bui optou por utilizar as redes dinâmicas de decisão (DDN - Dynamic Decision Network). Os diálogos são divididos em dois níveis, sendo cada um enviado para uma das abordagens de cálculo de acordo com sua complexidade. A distribuição dos diálogos entre os dois níveis é feita verificando-se a disponibilidade de poder de processamento.


O sistema foi testado em veículos que atendem situações de emergência. Dois módulos de avaliação do estresse do usuário enviam seus resultados para o sistema de navegação. Quando é detectado que o estresse está se elevando, o que torna o atendente mais propenso a cometer erros, o sistema passa a exigir confirmações de suas instruções mais freqüentemente.


Nota: O que impedirá que aparelhinhos como estes sejam nossos delatores? A sociedade tipo Big Brother está se confirmando a cada dia, quando o tão desejado Governo Mundial chegar não haverá aonde, nem como se esconder.












Powered by Zoundry Raven

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Implante de Micro Chip

A Nova Era e a Nova Ordem Mundial

Sinal dos Tempos: Chip sob a pele vira medida anti-seqüestro



23.08.2008 - Pequenos chips capazes de revelar a localização de uma pessoa fazem sucesso em países com muitos seqüestros.


A companhia mexicana Xega revelou, este mês, vendas recordes de seu chip anti-seqüestro. A tecnologia usa um pequeno chip, do tamanho de um grão de arroz, que pode ser implantado debaixo da pele dos clientes, em regiões como antebraço, costas ou pernas.


O microchip tem a capacidade de enviar informações para satélites dizendo a localização dos usuários. O recurso é especialmente útil para ricos que vivem em países com altas taxas de seqüestros, como o Iraque, a Colômbia ou o México.


Instalar o chip no corpo custa US$ 4 mil ao usuário, além do pagamento de taxas anuais de US$ 2,2 mil. O chip tem algumas limitações, como não conseguir contato com os satélites quando a pessoa está numa área subterrânea ou debaixo de um teto muito espesso.


Mesmo assim, as informações geradas pelo microchip podem ser utilíssimas numa investigação policial. Permitem ver, por exemplo, o histórico de deslocamento da pessoa até que seu sinal seja "perdido" ou emitir alertas quando um usuário entra numa zona suspeita ou de risco.


Além de uso contra a criminalidade, a tecnologia de microchips sob a pele pode ser útil em tratamentos médicos, como controlar os deslocamentos de uma pessoa que tenha problemas de memória ou idosos que precisem de atenção constante.


A Xega, empresa desenvolvedora do microchip, diz que além de seu país de origem, tem planos de explorar seu produto em outros dois mercados com elevados índices de seqüestro: a Colômbia e o Brasil.


Fonte: Info


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Lembrando...


Cientista implanta chip no próprio corpo e prevê mudanças na educação


12.08.2007 - Com chips no cérebro, crianças aprenderão tudo via software, diz ele. Experiência deve ser a próxima ousadia do 'cyber-cientista'.


Que cientista seria capaz de mutilar o próprio corpo em nome de uma experiência científica? Eis o voluntário: Kevin Warwick, pai de dois filhos, pesquisador-chefe do Instituto de Robótica da Universidade de Reading, na Inglaterra. O cientista enfrentou cirurgias para implantar chips em seu braço esquerdo. Com o chip no corpo, ele poderia interagir com computadores e acionar máquinas.


O chip é uma peça minúscula, feita à base de silício. Funciona como uma espécie de órgão do corpo humano. Kevin Warwick se declara o primeiro cyber-cientista da história. Ao enfrentar a experiência, o cientista diz que quer antecipar um futuro fascinante. A Terra, diz ele, será um planeta povoado por seres humanos que estarão fisicamente conectados a máquinas e computadores.


As vantagens do implante de chips no nosso corpo são tão grandes que não vejo como evitá-lo. Quem não quiser ter chips implantados será considerado uma subespécie, afirma o cientista.


A primeira experiência com o chip deu certo. Com um simples gesto do braço em que o chip foi implantado, o cientista acende e apaga luzes sem sair do lugar.


Depois do primeiro implante feito no meu braço passei a ser reconhecido pelo edifício. Portas se abriam, luzes se acendiam quando eu passava. O implante que fiz no braço pode ser usado como identificação. Quem estiver com o chip implantado poderá ter o acesso liberado em prédios de segurança máxima. Há outro chip que pode ser implantado em criminosos como pedófilos, por exemplo. Toda vez que ele se aproximar de um local como um shopping, as portas se fecharão. É um uso possível, explica Warwick.


Sinais emitidos pelo sistema nervoso central fazem com que o computador movimente a mão-robô, explica o cientista acionando uma mão mecânica. A grande vantagem é que a mão-robô não precisa necessariamente estar colada ao corpo. Conectado a um computador através de um chip implantado no corpo, o sistema nervoso pode movimentar a mão à distância, via internet. Você pode estar no Brasil e a mão-robô na Grã-Bretanha.


O cientista não esconde a alegria ao movimentar uma cadeira de rodas com o chip implantado no braço. Ele anuncia: quer ser o primeiro humano a ter um chip implantado no cérebro, uma experiência radical. Isso pode ser perigoso, mas sei que é tecnicamente possível. O primeiro cyber-cientista diz que a implantação de chips no cérebro criará uma revolução na educação: as crianças aprenderão de outra maneira. As crianças serão educadas não nas escolas, como hoje, mas através de chips que serão implantados no cérebro. A educação estará em um software, bastará apertar um botão.


Fonte: G1





Powered by Zoundry Raven

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Tecnologia


Inglaterra usa scanner de impressão digital para agilizar investigações


'Ident1' pode identificar uma pessoa em até cinco minutos.


Informações coletadas vão alimentar banco de dados da polícia.





Do G1, com informações da Associated Press







Foto: Northrop Grumman Information Technology/AP

Foto divulgada pela polícia britânica mostra o 'Ident1', scanner de impressões digitais que pode identificar uma pessoa em até cinco minutos, cruzando informações de bancos de dados. Ao 'varrer' uma impressão digital, o aparelho a compara com as amostras do arquivo da polícia britânica, que tem ficha de cerca de 8 milhões de pessoas. A polícia deve começar a utilizar o scanner em um prazo de 18 meses (Foto: Northrop Grumman Information Technology/AP)




Powered by Zoundry Raven

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Vigilância

Vigilância em rede


Nas prateleiras, nas baladas ou nos carros,


as etiquetas inteligentes revelam segredos


dos clientes e evitam as fraudes





Mariana Barros


Ciborgue: o implante que fiscaliza o estoque é o mesmo que controla quem bebe mais numa noitada


Barcelona, na Espanha, sempre foi a metrópole das novidades. Dessa vez, uma de suas casas noturnas, a Baja Beach Club, criou um sistema ousado para acabar com a dor de cabeça de quem costuma perder o cartão de consumo do bar depois de tomar a segunda dose. Para entrar na boate, cada cliente recebe um implante de chip, inserido na pele com uma seringa. Do tamanho de um grão de arroz, o microprocessador Verichip emite sinais de rádio e tem um código único, como se fosse um RG. Em troca de trânsito livre a informações valiosas, como suas preferências e movimentação financeira, o consumidor pode entrar e sair da balada, consumir à vontade e acessar as áreas vip. De quebra, não enfrenta mais filas no caixa. Basta passar diante de um leitor, que ele calcula sua conta. Ganha-se praticidade, perde-se privacidade.


Chamada de RFID, abreviação em inglês para identificação via radiofrequência,


a tecnologia instiga a imaginação dos comerciantes e provoca arrepios nos defensores dos direitos civis. A emissão constante do sinal de rádio permite


saber, a qualquer momento, onde está a pessoa "chipada". Esse monitora-


mento em tempo real é a febre na indústria da segurança e uma arma contra sequestros. E será usado pela fábrica de armas FN Manufacturing para controlar


o uso de seu arsenal. Implantado sob a pele da mão do policial, o chip emitirá


ondas capazes de desbloquear o gatilho da arma. Nas mãos de bandidos e crianças, ela não funcionaria.


Por oferecer grau elevado de controle e fiscalização, as etiquetas inteligentes devem estampar quase tudo, desde roupas, carro e tevê até embalagem de xampu. Por enquanto, a superetiqueta está restrita ao controle de estoque, onde evita erros na contagem e desvio de mercadorias. Dentro de 20 anos, ela ganhará as prateleiras. Será o fim das filas no caixa do supermercado. Quando atravessar um portal, tudo o que estiver no carrinho será computado, sem que se remova um único produto. Por fim, o valor será debitado na conta corrente do cliente.













Promessa: no supermercado, o substituto do código de barras vai eliminar as filas no caixa

Monitoramento - Informações como data de validade, local de fabricação e garantia estarão contidas no chip estampado na embalagem do produto. Será possível até monitorar epidemias como o mal da vaca louca ou a gripe do frango. Mercadorias vindas de local sob risco de contaminação serão isoladas facilmente. A tecnologia RFID deve substituir o código de barras, padrão mundial usado para identificar mercadorias. Há duas razões que justificam essa migração. A primeira é que, com um leitor que capta ondas a distância, evita-se o manuseio do produto. A segunda é que um chip de radiofrequência tem 96 campos para se preencher com letras, números e símbolos. No código de barras há apenas 14 disponíveis. Mais campos significam mais combinações para identificar cada produto.


O primeiro projeto para utilizar RFID em mercadorias foi da grife italiana Benetton. O chip seria aplicado a algumas roupas e conteria instruções para lavar e passar as peças. Mas pressões jurídicas levaram ao cancelamento do projeto. Temia-se que o consumidor fosse monitorado por empresas interessadas em lucrar com acesso a seus hábitos de consumo. Hoje a pressão pelo uso do RFID vem da rede de supermercados americana Wal-Mart, que limitou até janeiro o prazo para seus fornecedores de Dallas, no Texas, entregarem produtos etiquetados com RFID. Depois, será a vez dos EUA como um todo. A última fase será o carimbo das etiquetas em todos os produtos. Com mais de 3,5 mil lojas nos EUA, o Wal-Mart compra US$ 178 bilhões em mercadorias por ano. Um bom motivo para os fornecedores correrem atrás da implantação do sistema.


Pirataria - "Cerca de 70 companhias brasileiras fornecem para o Wal-Mart


nos EUA. O RFID virou pauta nacional", explica Eduardo Santos, da consultoria Accenture. A implantação foi abraçada pela concorrência, que não quer ficar para trás. "Competimos com empresas estrangeiras, precisamos estar preparados", diz Sílvio Laban, diretor de tecnologia do Grupo Pão de Açúcar. A empresa é a única brasileira com cadeira cativa no grupo de discussão sobre RFID do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). No segundo semestre, ela implantará o primeiro projeto piloto do Hemisfério Sul.


Grifes como a francesa Louis Vuitton mostram interesse pela etiqueta inteligente por seu potencial em combater a pirataria. O chip comprovaria a legitimidade do produto, evitando falsificações. Com a mesma preocupação, a butique Daslu anunciou que vai testar o sistema a partir de 2005, em sua nova loja. Conglomerados como a Procter & Gamble estudam o uso do RFID no combate a furtos, que causam prejuízo de US$ 50 bilhões ao ano. A única fábrica no Brasil adepta do chip é a Daimler-Chrysler. Seus Mercedes-Benz Classe A produzidos aqui já têm etiqueta inteligente. "O chip fica sobre a roda dianteira direita", conta Vladimir Wuerges de Souza, supervisor de tecnologia. "Ali fica armazenado um código que informa a cor do carro, o tipo de estofamento, a situação do combustível e dos fluidos."


A limitação do alcance das ondas é o principal entrave das superetiquetas e, portanto, o maior aliado contra a invasão de privacidade. O mercado de serviços


para o RFID movimenta US$ 1 bilhão. Espera-se que em 2008 ele renda US$ 3,2 bilhões, uma amostra do fôlego da tecnologia que, em breve, entrará em todas as casas. Ou, quem sabe, dentro de nós.


http://www.terra.com.br/istoe/1810/ciencia/1810_vigilancia_em_rede.htm


Powered by Zoundry Raven

Nova Ordem Mundial - Tecnologia




















O desenvolvimento das tecnologias de rastreamento permite localizar uma pessoa em qualquer lugar do planeta, instantaneamente e com mínima margem de erro. Está em curso uma revolução que já começou a transformar


o cotidiano da humanidade







Você está aqui


O desenvolvimento das tecnologias de rastreamento


permite localizar uma pessoa em qualquer lugar do


planeta, instantaneamente e com mínima margem de erro.


Está em curso uma revolução que já começou a transformar


o cotidiano da humanidade





Ronaldo Soares








Ilustração Attílio






A evolução da humanidade não é uma linha contínua. Ela se dá em degraus. Cada novo lance produz os chamados saltos evolutivos. Foi assim na domesticação do fogo, no advento da energia elétrica e na invenção do computador. Cada uma a seu tempo, essas descobertas mudaram a forma de o indivíduo se relacionar com o planeta e tornaram a vida mais e mais viável. Pois agora, graças ao avanço tecnológico das telecomunicações, outro degrau está sendo vencido. É o que permite que cada pessoa possa ser encontrada, a qualquer momento, nos 510,3 milhões de quilômetros quadrados que compõem a superfície do globo terrestre. Sem sair de casa, uma família que more no Morumbi, em São Paulo, pode saber com margem de erro de apenas 10 metros a localização de um parente ou amigo que esteja em Turiaçu, no litoral do Maranhão, a 3.120 quilômetros da capital paulista. O indivíduo já não é mais uma partícula quase imperceptível entre os 6,6 bilhões de pessoas que povoam o planeta, mas um ponto em movimento em um mapa exposto na tela do celular ou do computador de alguém.



Tudo isso se tornou possível graças à conjugação de tecnologias de rastreamento, posicionamento e navegação, entre outras. Esse cruzamento trouxe o mundo da geotecnologia - como é conhecido o processamento de informações com base em referências geográficas - para o cotidiano dos cidadãos comuns. É ela que impulsiona um mercado em franca expansão: o dos serviços baseados em localização (LBS, na sigla em inglês). Seu principal componente é um instrumento surgido na década de 70, o GPS (veja o quadro), que permite determinar a latitude, a longitude e a altitude de qualquer ponto na Terra. A partir dos anos 90, foram aperfeiçoados os mecanismos para encontrar alguém através do celular, pois os aparelhos estão em contato permanente com as antenas espalhadas pelas cidades. Basta cruzar os dados de três antenas para localizar um aparelho - e seu usuário. Desenvolvidas com funções totalmente distintas, essas tecnologias se uniram definitivamente. E, enriquecidas por ferramentas como mapas digitais, produziram um avanço espantoso. Diz Marcos Rodrigues, professor titular da Escola Politécnica da USP: "Estamos experimentando uma mudança brutal do jeito de viver. O indivíduo móvel, posicionado e se comunicando, é um outro ser, um outro bicho".











Fotos Divulgação

Centro de monitoramento do GPS, nos Estados Unidos (à dir.): o mundo esquadrinhado por uma rede de 24 satélites(à esquerda)

Entre os benefícios desse avanço tecnológico, a segurança é o mais imediato. Não é mero acaso o fascínio que vem despertando. Existem produtos e serviços para todos os segmentos e faixas etárias: crianças, adolescentes e adultos. Uma das novidades no mercado de localizáveis é um tênis com GPS embutido na sola. O calçado envia informações sobre a localização da pessoa para uma central de monitoramento a que a polícia pode recorrer, se for o caso. O produto será lançado em julho nos Estados Unidos, mas já despertou interesse tanto de consumidores preocupados com a proteção da família como de praticantes de esportes de aventura, que se embrenham por florestas, por exemplo. A expectativa do fabricante é vender 100 000 pares por ano.


A idéia de criar o calçado rastreável por satélite surgiu durante uma viagem de negócios do executivo Isaac Daniel a Nova York. Seu telefone tocou, e era uma ligação daquelas que os pais nunca estão preparados para receber, embora vivam assombrados pela idéia. Do outro lado da linha, o diretor da escola do filho de Daniel informava que o menino, então com 8 anos, havia desaparecido enquanto esperava o ônibus para casa. Tomado de pavor, o executivo pegou o primeiro vôo de volta para Atlanta, onde mora. Só ao desembarcar descobriu que tudo não passara de um mal-entendido. O menino havia ido ao banheiro sem avisar os professores e acabou se desencontrando, por um bom tempo, dos supervisores na saída da escola. "Aquele susto me fez pensar em como usar a tecnologia para encontrar pessoas desaparecidas", disse Daniel a VEJA. Foi assim que ele desenvolveu o tênis, que vai custar 325 dólares. "Há nos produtos com GPS um fator de proteção que encanta os consumidores", diz.











Fabiano Accorsi

Vânia Menezes e os dois filhos: controle com ajuda do mapa na tela de seu celular

Se no caso do americano o fator de proteção passa pelos pés, para a maioria dos consumidores que aderem às tecnologias de localização a solução está na palma da mão. Como a webdesigner paulista Vânia Menezes, que descobriu as maravilhas de poder localizar a família pelo celular. Mãe de Ana Cláudia, de 15 anos, e Gustavo, de 10, Vânia assinou o serviço de uma das três operadoras que oferecem tal possibilidade. Com isso, seu celular exibe um mapa com a localização de qualquer telefone que tenha cadastrado em seu aparelho. E ela jura que isso não interfere em nada na liberdade que dá aos filhos. "É uma forma de garantir a minha tranqüilidade e de me sentir mais segura quando minha filha quer sair com os amigos", diz Vânia. Já o analista de sistemas carioca Paulo Rabello, de 46 anos, admite que passou a ter noites de sono mais tranqüilas depois que assinou um serviço de localização do celular do filho Pablo, de 15 anos. Pela internet, Rabello consegue acompanhar os passos do filho pelas ruas do Rio de Janeiro. Há quem não se incomode nem um pouco com o potencial de vigilância contido nessas inovações e até as encare como diversão. É o que acontece nos Estados Unidos, onde serviços de localização pela internet ou pelo celular, como Loopt e Buddy Beacon, fazem sucesso entre jovens e adolescentes. Esses serviços permitem ao assinante acompanhar os movimentos de uma pessoa que esteja cadastrada e possua um celular equipado com chip de GPS. Só é "monitorado" quem for convidado (e aceitar, claro) a compartilhar sua localização. Por isso, os aparelhos de pais e mães normalmente não são bem-vindos. Se nos sites de relacionamento da internet os participantes trocam idéias, nos serviços de rastreamento os usuários compartilham seus deslocamentos. É como se as comunidades virtuais do Orkut ganhassem pernas.


O avanço das tecnologias de comunicação sempre exerceu fascínio na humanidade. O cigano Melquíades, em Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, explicava assim as virtudes do binóculo, que vendia como a grande invenção do momento na aldeia de Macondo: "A ciência eliminou as distâncias". Para comprovar, colocou uma cigana na entrada da aldeia para todos darem uma espiada no novo invento. Diante do espanto geral, Melquíades sentenciou: "Dentro em pouco o homem poderá ver o que acontece em qualquer lugar da Terra sem sair de casa". Escrito em 1967, o livro se referia ao surgimento da televisão. Passados mais de quarenta anos, a profecia do cigano chegou a um paroxismo. Isso é feito em tempo real e, graças à internet, com recursos muito mais modestos do que os necessários a uma cobertura ao vivo feita por uma emissora de TV. E não é só isso. O ser humano adquiriu a possibilidade de trabalhar e interagir em qualquer lugar onde esteja. Já há mais de uma década ninguém precisa do escritório para telefonar ou, mais recentemente, passar um e-mail. Isso é feito na calçada, com o celular. Se a tarefa for um pouco mais complicada, basta entrar em qualquer loja de uma grande rede de cafés, como a Starbucks, para ter acesso livre à internet. Ou, como já acontece em muitas cidades, dirigir-se a alguma área pública, como praças e jardins, onde haja cobertura da internet sem fio, a tecnologia wireless. De uma hora para outra as pessoas se viram livres das amarras de tempo e espaço. Para elas, o que a localização instantânea faz é criar uma espécie de endereço virtual estejam onde estiverem. Uma nova forma de localização no espaço.











Oscar Cabral

Paulo Rabello e o filho Pablo: auxílio da internet e do celular para a tranqüilidade da família

Essa possibilidade foi potencializada recentemente pela invenção da web geográfica. É assim que se chama o dispositivo que permite aos usuários apontar no globo terrestre sua precisa localização, num determinado momento, ou os lugares por onde passou. E mais, disponibilizar isso para que outras pessoas vejam. É como mandar o seu álbum de viagem aos amigos pela internet para que eles localizem seu roteiro pelo planeta. "Isso é a neogeografia, a possibilidade de toda pessoa ser um geógrafo, de qualquer um cartografar a Terra", diz o engenheiro cartógrafo Emerson Granemann, editor do portal de informações InfoGPS. O uso dessa tecnologia por empresas, como as do setor imobiliário, tem vantagens evidentes. Por isso, os gigantes Google, Yahoo! e Microsoft travam uma luta para que seus programas de localização global, dos quais o Google Earth é o mais conhecido, caiam na preferência dos usuários. Outra frente dessa guerra se dá no mercado de navegadores - aparelhos portáteis ou acoplados a automóveis -, cujos fabricantes travam disputas bilionárias por fornecedores de mapas digitais. Numa investida radical nesse segmento, a Nokia desembolsou 8 bilhões de dólares no fim do ano passado para adquirir a Navteq, uma das líderes em desenvolvimento e fornecimento de mapas digitais. A aquisição resultou numa das maiores empresas do mundo em serviços LBS. Essa guerra, para os consumidores, se traduz em comodidade. Umnavegador por GPS no carro mudou a rotina do executivo paulistano Ronaldo Tesseha, de 47 anos. "Acabou aquele negócio de perder tempo no trânsito quando se erra uma bifurcação em São Paulo", diz.


O grande impulso para a febre de localização do indivíduo se deu graças a uma lei adotada nos Estados Unidos no fim dos anos 90. Ela obrigava as operadoras de telefonia móvel a situar geograficamente de onde partiam as chamadas feitas de celular para o serviço de emergência 911. A solução que se mostrou mais eficiente foi a incorporação de chips com GPS aos aparelhos. A partir daí, as operadoras descobriram um novo filão para um sistema que foi concebido originalmente para uso militar. O GPS surgiu durante a Guerra Fria, no fim dos anos 70, pelas mãos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O sistema é formado por uma rede de 24 satélites (veja o quadro) que monitoram a superfície terrestre. Nas últimas décadas, surgiram novos sistemas de rastreamento global. O mais conhecido concorrente do GPS é o Glonass, desenvolvido pelos russos. Outros dois estão a caminho: o europeu Galileo e o chinês Compass. Quando todos estiverem operando, a vida na Terra estará sob a vigilância de uma rede de aproximadamente 100 satélites.











Daniel Aratangy

Ronaldo Tesseha: uso do navegador por GPS para não se perder nas ruas de São Paulo

O mercado de localizáveis está apenas engatinhando, mas seus números já impressionam. O total de aparelhos móveis (na grande maioria celulares) equipados com GPS no mundo era de 175 milhões em 2007. Esse número tende a explodir. Serão 560 milhões de unidades daqui a quatro anos, pelos cálculos da Berg Insight, empresa especializada em pesquisas sobre a indústria de telecomunicações. A chave do sucesso para esse segmento está na convergência de mídias. Ou seja, soluções que combinam várias funções num mesmo aparelho. "Nesse campo, as inovações vêm acontecendo numa velocidade impressionante", diz Fernando Soares, diretor de engenharia de vendas da Nokia para a América Latina. Ele lembra que há apenas seis anos surgia o primeiro telefone celular equipado com câmera fotográfica. Hoje, já é considerado básico do básico o celular que, além de tirar fotos, toque arquivos de música, disponibilize joguinhos eletrônicos e grave vídeos. E não há limites para a imaginação quando se trata de inventar funções para o celular. A japonesa DoCoMo, por exemplo, desenvolveu um aparelho que monitora a freqüência cardíaca, mede a taxa de gordura corporal e calcula a distância percorrida pelo usuário em caminhadas ou corridas. É o celular da boa forma.


Esses avanços são proporcionais à procura. No caso dos serviços de localização, o apelo aumenta à medida que as cidades se tornam mais populosas. É mais fácil encontrar uma pessoa na solidão de uma geleira do Ártico do que nos espremidos centros urbanos. Tóquio, por exemplo, registrava uma média de 3.356 habitantes por quilômetro quadrado nos anos 40, proporção que praticamente dobrou nos dias atuais - 5.751. Em São Paulo, o inchaço foi ainda mais impressionante: no mesmo período, a média de habitantes por quilômetro quadrado passou de 656 para 7.175. Em um ambiente de vertiginosa aglomeração como esse, a individualidade se dilui. É aí que entram os sistemas de localização. Por isso mesmo o uso desse tipo de recurso deixou de ser uma idéia assustadora. Até bem pouco tempo atrás, esses mecanismos eram satanizados, representavam o controle sobre a vida dos cidadãos. Algo semelhante ao Big Brother (Grande Irmão) do livro 1984, de George Orwell.


Atribuir a essas tecnologias o fim da privacidade constitui um exagero e uma imprecisão. "As pessoas hoje podem se sentir incomodadas por alguém saber sua posição em um dado instante. Mas elas já são amplamente monitoradas por cartões de crédito e de débito, cartões de acesso a prédios e escolas, provedores, portais, sites", diz Marcos Rodrigues, da USP. "Sabe-se muito sobre as pessoas, mas elas não se dão conta ou não se preocupam com isso." Amados ou odiados, os sistemas de localização tendem a se popularizar e a incorporar outras inovações, disse a VEJA o futurólogo inglês Patrick Dixon. Uma de suas apostas é a combinação das atuais tecnologias com os sistemas de identificação por radiofreqüência (RFid, na sigla em inglês). São etiquetas especiais que podem ser fixadas em qualquer roupa ou objeto e emitem sinais captados por antenas. Trata-se da mesma ferramenta usada nas pistas livres dos pedágios, nas quais a cobrança é feita quando um dispositivo preso ao vidro do carro se comunica com uma antena, autorizando a cobrança. Dixon acredita que esse cruzamento de tecnologias vai resultar em serviços cada vez mais personalizados. "Em breve, isso vai possibilitar que uma pessoa, ao se aproximar de um shopping, receba pelo celular uma mensagem informando os descontos que terá em determinada loja", diz. Como se vê, essa revolução está apenas começando.




Fonte: Revista Veja - Edição 2055 - 9 de abril de 2008




Powered by Zoundry Raven