domingo, 7 de setembro de 2008

Nova Ordem Mundial - Sistema Financeiro Global




O Sistema Financeiro Global - Parte 3: O Banco de Compensações Internacionais (BIS)


Fonte: The August Review, http://www.augustreview.com/






Quem controla as questões monetárias globais? O BIS! Sediado em Basiléia, na Suíça, o BIS é o banco central dos bancos centrais. Ele tem mais imunidade que um país soberano, não presta contas a ninguém, gerencia as questões monetárias globais e é um banco totalmente privado! O BIS controla o vasto sistema bancário global com a precisão de um relógio suíço. Este relatório oferece um resumo conciso da história, estrutura e atividades atuais do BIS e é uma leitura essencial para quem quer compreender o processo de globalização da economia.




Prefácio




Quando David Rockefeller e Zbigniew Brzenzinski criaram a Comissão Trilateral, em 1973, o intento era criar uma "Nova Ordem Econômica Internacional". Para esse fim, eles juntaram trezentos líderes empresariais, políticos e acadêmicos da América do Norte, do Japão e da Europa.




Poucas pessoas acreditaram em nós quando escrevemos sobre os planos malignos da Comissão Trilateral naquela época. Agora, olhamos para trás e vemos claramente que eles fizeram exatamente o que disseram que iriam fazer... o globalismo está sobre nós como um terremoto de magnitude 8.6 graus.




Comissão Trilateral: - Uma organização privada fundada em 1973 por David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski. Existem cerca de 300 membros, que são vitalícios e provenientes da Europa, Japão e América do Norte. Esses membros elitistas consistem de diretores de grandes empresas, acadêmicos e políticos de alto escalão.




A questão é, "Como eles fizeram isso?" Tenha em mente que eles não tinham um mandato público de qualquer país no mundo. Eles não tinham a pura força política, especialmente nos países democráticos em que a população vota em eleições. Eles também não tinham poderes ditatoriais globais.


A pergunta então é, como eles conseguiram?




A resposta é o Banco de Compensações Internacionais (BIS, de seu acrônimo em inglês, Bank for International Settlements), que descreve a si mesmo como "o banco central para os bancos centrais", que controla o vasto sistema bancário global com a precisão de um relógio suíço.




Este relatório oferece um resumo conciso da história, estrutura e atividades atuais do BIS.




Introdução




O famoso especialista em moeda, o Dr. Franz Pick certa vez declarou: "O destino da moeda é, e sempre será, o destino de uma nação."




Com o advento da globalização desenfreada, esse conceito certamente pode ser aplicado a um contexto global: "O destino das moedas é, e sempre será, o destino do mundo."




Embora o BIS seja a operação bancária internacional mais antiga no mundo, ele é uma organização que não gosta de aparecer e que evita toda publicidade e notoriedade. Conseqüentemente, existe pouquíssima análise crítica escrita sobre essa importante organização financeira. Além disso, muito do que já foi escrito sobre está influenciado por sua própria literatura 'autolimpante'.




O BIS pode ser comparado a um avião bombardeiro furtivo. Ele voa rápido e em uma altitude elevada, não é detectado pelos radares, tem uma pequena tripulação e carrega uma carga enorme em bombas. Em contraste, porém, o bombardeiro responde a uma cadeia de comando e precisa ser abastecido por fontes externas. O BIS, como veremos, não presta contas a nenhuma autoridade pública e opera com total autonomia e auto-suficiência.




Fatos Que Levaram à Criação do BIS




Como veremos, o BIS foi fundado em 1930 durante um período muito atribulado na história. Algum conhecimento dessa história é crítico para compreender por que o BIS foi criado e para o benefício de quem.




Existem três personagens que exerceram um papel proeminente na fundação do BIS: Charles G. Dawes, Owen D. Young e Hjalmar Schacht, da Alemanha.




Charles G. Dawes foi diretor do Departamento do Orçamento dos EUA em 1921 e serviu na Comissão de Reparação dos Aliados, a partir de 1923. Sua obra posterior sobre "Estabilização da Economia da Alemanha", garantiu para ele o Prêmio Nobel, em 1925. Após ser eleito vice-presidente para o presidente Calvin Coolidge, de 1925-1929, e indicado embaixador na Inglaterra em 1931, ele retornou à sua carreira pessoal na área bancária em 1932 como presidente da junta de diretores do City National Bank and Trust, em Chicago, onde permaneceu até sua morte em 1951.




Owen D. Young foi um industrial americano. Ele fundou a RCA (Radio Corporation of America) em 1919 e foi seu presidente até 1933. Ele também serviu como presidente da General Electric de 1922 até 1939. Em 1932, Young buscou a indicação como candidato a presidente pelo Partido Democrata, mas perdeu para Franklin Delano Roosevelt.


Mais sobre Hjalmar Schacht posteriormente.




Após a Primeira Guerra Mundial e diante do iminente colapso da economia e da estrutura política alemãs, um plano foi necessário para resgatar e restaurar a Alemanha, o que também serviria para isolar outras economias na Europa de serem afetadas de forma adversa.




O Tratado de Versalhes, de 1919, que oficialmente encerrou a Primeira Guerra Mundial, impôs reparações de guerra muito severas sobre a Alemanha, que requeriam uma escala de pagamentos indenizatórios de 132 bilhões de marcos em ouro por ano. A maioria dos historiadores concorda que os distúrbios econômicos causados na Alemanha pelo Tratado de Versalhes eventualmente levaram à ascensão de Adolf Hitler ao poder.




Em 1924, os aliados indicaram um comitê de banqueiros internacionais, chefiado por Charles G. Dawes (e acompanhado pelo agente de J. P. Morgan, Owen Young), para desenvolver um plano para colocar os pagamentos das reparações de guerra em dia. O historiador Carrol Quigley observou que o Plano Dawes foi "em grande parte uma produção do J. P. Morgan" [1]. O plano propunha que $800 milhões em empréstimos externos fossem conseguidos para a Alemanha de modo a reconstruir sua economia.




Em 1924, Dawes era presidente do Comitê de Especialistas dos Aliados, daí o nome "Plano Dawes". Ele foi substituído como presidente por Owen Young, em 1929, com apoio direto do J. P. Morgan. O "Plano Young" colocou ainda mais rigidez no Plano Dawes, o que muitos viram como uma estratégia para subverter virtualmente todos os ativos alemães para garantirem uma enorme hipoteca mantida por banqueiros dos Estados Unidos.




Nem Dawes nem Young representavam qualquer coisa mais do que os interesses dos banqueiros. Afinal, os governos lutaram na Primeira Guerra Mundial usando dinheiro emprestado e disponibilizado pela comunidade bancária internacional. Os bancos tinham interesse que esses empréstimos fossem pagos!




Em 1924, o presidente do Reichsbank (o banco central alemão naquela época) era Hjalmar Schacht. Ele já tivera um papel proeminente na criação do Plano Dawes, junto com o industrial Fritz Thyssen e outros proeminentes banqueiros e industriais alemães.




O Plano Young foi tão odioso para os alemães que muitos atribuem a ele a pré-condição para a ascensão de Hitler ao poder. Fritz Thyssen, um dos mais importantes industriais nazistas declarou:




"Eu me voltei para o Partido Nacional Socialista somente depois que me convenci que a luta contra o Plano Young era essencial para conseguir evitar o total colapso da Alemanha." [2]




Alguns historiadores apressadamente atribuíram a Owen Young a autoria da idéia para a criação do Banco de Compensações Internacionais. Na verdade foi Hjalmar Schacht quem primeiro propôs a idéia, [3] que foi então levada adiante pelo mesmo grupo de banqueiros internacionais que apresentaram os Planos Dawes e Young.




Não é necessário saltar a conclusões sobre o objetivo desses banqueiros da elite, de modo que em vez disso, daremos lugar à compreensão do renomado historiador da Universidade Georgetown, Carrol Quigley:




"O poder do capitalismo financeiro tinha outro plano de longo alcance, nada menos que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo. Esse sistema seria controlado de forma feudal pelos bancos centrais do mundo, agindo em concerto, por acordos secretos definidos em reuniões e conferências freqüentes. O ápice do sistema seria o Banco de Compensações Internacionais, sediado em Basiléia, na Suíça, um banco privado que pertence e é controlado pelos bancos centrais do mundo, que são eles mesmos corporações privadas. Cada banco central, nas mãos de homens como Montagu Norman, do Banco da Inglaterra, Benjamin Strong, do New York Federal Reserve Bank, Charles Rist, do Banco da França, e Hjalmar Schacht, do Reichsbank, procurou dominar seu governo por meio de sua capacidade de controlar os empréstimos ao Tesouro, manipular o comércio exterior, influenciar o nível de atividade econômica no país e influenciar políticos cooperativos com subseqüentes retribuições no mundo comercial." [4] [ênfase adicionada]




Portanto, aqui temos um breve esboço do que levou à fundação do BIS. Agora podemos examinar os aspectos essenciais de como o BIS foi realmente formado.


O Acordo de Haia de 1930




A formação do BIS foi combinada pelos seus bancos centrais constituintes no assim-chamado Acordo de Haia, em 20 de janeiro de 1930, e entrou em operação logo em seguida. De acordo com o Acordo:




"Os representantes devidamente autorizados dos governos da Alemanha, Bélgica, França, do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda no Norte, da Itália e do Japão de um lado; e o representantes devidamente autorizados do governo da Confederação Suíça de outro lado, reunidos na Conferência de Haia no mês de janeiro de 1930, concordaram com o seguinte:




Artigo 1: A Suíça se compromete a conceder ao Banco de Compensações Internacionais, sem demora, a seguinte Carta de Constituição, tendo força de lei: não ab-rogar esta Carta, não emendá-la ou fazer acréscimos a ela, e não sancionar emendas aos estatutos do Banco referidos no parágrafo 4 da Carta, a não ser que de acordo com os outros governos signatários. [5]




Como veremos, os pagamentos pelas reparações de guerra pela Alemanha, ou a falta desses pagamentos, tiveram pouco que ver com a fundação do BIS, embora esta seja a tênue explicação dada desde sua fundação. Logicamente, a Alemanha fazia um único pagamento ao BIS, que por sua vez depositava os fundos nas respectivas contas dos bancos centrais das nações que deveriam receber os pagamentos. (Seria o assunto de outro trabalho mostrar a superficialidade dessa operação: Dinheiro e ouro eram movimentados de um lado para outro, mas a quantia líquida que a Alemanha realmente pagava era muito pequena.)




Entretanto, os documentos originais de fundação do BIS têm pouco a dizer sobre a Alemanha e podemos olhar diretamente para o próprio BIS para vermos seu propósito original:




"Os objetivos do banco são: promover a cooperação dos bancos centrais e fornecer facilidades adicionais para as operações internacionais; atuar como curador ou agente para as compensações financeiras internacionais confiadas a ele nos acordos com as partes envolvidas." [6]




Virtualmente todas as referências impressas sobre o BIS, incluindo seus próprios documentos, consistentemente referem-se a ele como "o banco central dos bancos centrais".




Portanto, o BIS foi criado por uma Carta Patente Internacional e está sediado em Basiléia, na Suíça.


Quem São os Donos do BIS?




De acordo com James C. Baker, um autor pró-BIS de The Bank of International Settlements: Evolution and Evaluation (O Banco de Compensações Internacionais: Evolução e Avaliação), "o BIS foi formado com fundos fornecidos pelos bancos centrais de seis países: Bélgica, França, Alemanha, Itália, Japão e Grã-Bretanha. Adicionalmente, três bancos internacionais privados dos Estados Unidos também ajudaram no financiamento da formação do BIS." [7]




O banco central de cada país subscreveu a 16.000 ações. O Banco Central dos EUA, chamado de Federal Reserve, não participou da formação do BIS, porém os três bancos americanos que participaram tiveram 16.000 ações cada. Assim, a representação americana no BIS era três vezes maior do que a de qualquer outro país. Quais foram esses bancos privados? Sem qualquer surpresa, foram o J . P. Morgan & Company, o First National Bank of New York e o First National Bank of Chicago.




Em 8 de janeiro de 2001, uma Assembléia Geral Extraordinária do BIS aprovou uma proposta que restringia a posse das ações do BIS somente aos bancos centrais. Cerca de 13.7% de todas as ações estavam em mãos privadas naquela época e a recompra foi efetuada com um desembolso de dinheiro no valor de US$ 724.956.050. O preço de $10 mil por ação foi mais do que o dobro do valor contábil de $4.850.




Não se sabe com certeza o que foi obtido com essa recompra. O BIS afirmou que ela foi feita para corrigir um conflito de interesses entre os acionistas privados e os objetivos do BIS, mas não ofereceu detalhes específicos. Todavia, não era uma questão de votação, porque as ações dos acionistas privados eram sem direito a voto. [8]


Soberania e Segredo




Não é surpreendente que o BIS, seus escritórios, funcionários, diretores e membros compartilhem uma incrível imunidade contra virtualmente qualquer regulação, investigação e prestação de contas.




Em 1931, os banqueiros centrais e seus clientes estavam fartos das interferências dos governos nas questões financeiras globais. Em geral, os políticos eram vistos com desprezo, a não ser que membros da comunidade financeira fossem os políticos. Assim, o BIS ofereceu-lhes uma oportunidade para, de uma vez por todas, criar o "ápice" do jeito que eles realmente queriam - privado. Eles exigiram estas condições e obtiveram o que queriam:




Um rápido resumo da imunidade deles, explicada a seguir, inclui:




*




Imunidade diplomática para as pessoas e para aquilo que carregam consigo (isto é, mala diplomática);


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Isenção de tributação em qualquer transação, incluindo os salários pagos aos funcionários.


*




Mesma imunidade de embaixada para todos os edifícios e/ou escritórios operados pelo BIS.


*




Nenhuma supervisão ou conhecimento das operações por qualquer autoridade governamental.


*




Isenção das restrições para a imigração.


*




Liberdade para criptografar as comunicações de qualquer tipo.


* Liberdade de qualquer jurisdição jurídica.




Além disso, os membros da diretoria do BIS (por exemplo, Alan Greenspan) recebem individualmente benefícios especiais:




*




Imunidade contra detenção ou prisão e imunidade contra a apreensão de sua bagagem pessoal, exceto em casos flagrantes de delito criminal.


*




Inviolabilidade de todos os papéis e documentos


*




Imunidade de jurisdição, mesmo após sua missão ter sido cumprida, por atos realizados no exercício de suas funções, incluindo palavras proferidas e escritas.


*




Isenção para si mesmos, seus cônjuges e filhos de quaisquer restrições de imigração, de quaisquer formalidades referentes ao registro de estrangeiros e de quaisquer obrigações relacionadas com o serviço nacional na Suíça.


*




O direito de usar códigos nas comunicações oficiais ou para receber ou enviar documentos ou correspondência por meio de entregadores ou malote diplomático. [10]




Finalmente, todos os demais altos representantes e funcionários do BIS têm as seguintes imunidades:




*




Imunidade de jurisdição para atos realizados no exercício de suas funções, incluindo palavras proferidas e escritas, mesmo após essas pessoas terem deixado de ser representantes do Banco. [ênfase adicionada)


*




Isenção de todos os tributos federais, cantonais e comunitários sobre salários, honorários e estipêndios recebidos do Banco...


*




Isenção das obrigações nacionais da Suíça, liberdade para os cônjuges e membros da família das restrições à imigração, transferência de bens e propriedades - incluindo internacionalmente - com o mesmo grau de benefícios que os altos funcionários de outras organizações internacionais. [11]




Logicamente, uma Carta de Direitos para os funcionários de uma empresa pode dizer o que quiser, mas mesmo assim estará sujeita às autoridades externas. Todavia, essas foram as imunidades praticadas e desfrutadas de 1930 em diante. Em 10 de fevereiro de 1987, um reconhecimento mais formal, chamado de "Acordos da Sede", foi celebrado entre o BIS e o Conselho Federal Suíço e basicamente clarificou e reiterou aquilo que já era conhecido:




Artigo 2




Inviolabilidade




*




Os edifícios ou partes dos edifícios e terrenos circunvizinhos que sejam usados para os propósitos do Banco, independente de quem sejam seus proprietários, serão invioláveis. Nenhum agente das autoridades públicas suíças poderá entrar neles sem o expresso consentimento do Banco. Somente o presidente, o gerente-geral do Banco, ou seus representantes devidamente autorizados serão competentes para abrir mão dessa inviolabilidade.


*




Os arquivos do Banco e, em geral, todos os documentos e quaisquer dados de mídia que pertencem ao Banco ou que estejam em sua posse, serão invioláveis em todo o tempo e em todos os locais.


*




O Banco exercerá supervisão e poder de polícia dentro de suas próprias instalações.




Artigo 4




Imunidade de Jurisdição e Execução




*




O banco gozará de imunidade da jurisdição criminal e administrativa, exceto no nível em que essa imunidade seja suspensa em casos individuais pelo presidente, pelo gerente-geral do Banco, ou seus representantes devidamente autorizados.


*




O patrimônio do Banco poderá estar sujeito às medidas de execução judicial para o cumprimento de reivindicações monetárias. Por outro lado, todos os depósitos confiados ao Banco, todas as reivindicações contra o Banco e as ações emitidas pelo Banco estarão, sem a prévia concordância do Banco, isentas de confisco ou de outras medidas de execução judicial e interdição, particularmente aquelas associadas com a interpretação das leis suíças. [12]




Como você pode ver, o BIS, seus diretores e funcionários (do passado e do presente) podem fazer virtualmente qualquer coisa que quiserem, em total sigilo, imunidade e sem que ninguém possa investigá-los. É verdadeiramente tudo o que os banqueiros sempre sonharam, e isso tudo pavimentou a estrada internacional para o globalismo financeiro desmedido que vemos manifesto atualmente.


Operações do Dia-a-Dia




Atuando como um banco central, o BIS tem poderes abrangentes para fazer qualquer coisa para si mesmo, ou em favor de seus membros (os bancos centrais). É como uma procuração em duas vias - qualquer parte pode atuar como agente para a outra parte.




O Artigo 21 dos estatutos originais do BIS definem as operações do dia-a-dia:




1.




Comprar e vender moedas ou lingotes de ouro para si mesmo ou para os bancos centrais;


2.




Manter ouro para si mesmo em reserva nos bancos centrais;


3.




Aceitar a supervisão do ouro para os bancos centrais


4.




Fazer adiantamentos ou tomar empréstimos dos bancos centrais, recebendo ou dando em troca ouro, cartas de câmbio, e outras obrigações de curto prazo de liquidez preferencial ou outras cautelas aceitáveis.


5.




Descontar, redescontar, comprar e vender com e sem seu endosso, cartas de câmbio, cheques e outras obrigações de curto prazo de liquidez preferencial;


6.




Comprar e vender cautelas negociáveis além de ações para si mesmo ou para os bancos centrais.


7.




Descontar para os bancos centrais títulos tirados de suas carteiras e redescontar com títulos dos bancos centrais tirados de sua própria carteira.


8.




Abrir e manter contas correntes ou de depósito com os bancos centrais;


9.




Aceitar depósitos dos bancos centrais em contas correntes ou de depósito;


10.




Aceitar depósitos em conexão com os acordos de administração que possam ser realizados entre o BIS e os governos em conexão com compensações internacionais;


11.




Aceitar outros depósitos que, conforme a opinião da diretoria do BIS, estejam dentro da abrangência das funções do Banco. [13]




O BIS também poderá:




1.




Atuar como agente ou correspondente para qualquer banco central;


2.




Fazer acordos com qualquer banco central para que este atue como seu agente ou correspondente;


3.




Entrar em acordos para atuar como curador ou agente em conexão com as compensações internacionais, desde que esses acordos não se interponham nas obrigações do BIS com relação a terceiros. [14]




Por que atuar como "agente" é uma questão importante? Por que qualquer membro da rede pode obscurecer as transações para que elas não possam ser acompanhadas pelos observadores. Por exemplo, se o Brown Brothers, Harriman quisesse transferir dinheiro para uma companhia na Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial (o que não seria 'politicamente correto' naquele tempo), eles primeiro transfeririam os fundos para o BIS, colocando assim a transação sob o manto do segredo e imunidade desfrutados pelo BIS mas não pelo Brown Brothers, Harriman. (Essa lavagem de dinheiro do mercado financeiro de Wall Street foi tratada meticulosamente no livro Wall Street and The Rise of Hitler, de Anthony Sutton.)




Existem algumas poucas coisas que o BIS não pode fazer. Por exemplo, ele não pode aceitar depósitos ou oferecer serviços financeiros para pessoas físicas ou para entidades empresariais. Também não lhe é permitido fazer adiantamentos para os governos ou para as contas correntes abertas em nome deles. [15] Essas restrições podem ser compreendidas facilmente quando se considera que cada banco central tem a franquia exclusiva de emprestar dinheiro ao seu respectivo governo. Por exemplo, a Federal Reserve dos EUA não empresta dinheiro para o governo do Canadá. Similarmente, os bancos centrais não emprestam dinheiro diretamente para clientes pessoa física ou jurídica de seus bancos-membro.


Como as Decisões São Tomadas




A diretoria consiste dos presidentes de alguns bancos centrais membro. Os diretores atuais são:




* Nout H E M Wellink, Amsterdam (presidente da Junta de Diretores)


* Hans Tietmeyer, Frankfurt, Alemanha (Vice-Presidente)


* Axel Weber, Frankfurt, Alemanha


* Vincenzo Desario, Roma, Itália


* Antonio Fazio, Roma, Itália


* David Dodge, Ottawa, Canadá


* Toshihiko Fukui, Tóquio, Japão


* Timothy F Geithner, Nova York, EUA


* Alan Greenspan, Washington, EUA


* Lord George, Londres, Grã-Bretanha


* Hervé Hannoun, Paris, França


* Christian Noyer, Paris, França


* Lars Heikensten, Estocolmo, Suécia


* Mervyn King, Londres, Grã-Bretanha


* Guy Quaden, Bruxelas, Bélgica


* Jean-Pierre Roth, Zurique, Suíça


* Alfons Vicomte Verplaetse, Bruxelas, Bélgica [16]




Destes, cinco membros (Canadá, Japão, Holanda, Suécia e Suíça) são atualmente eleitos pelos acionistas. A maioria dos diretores são "ex officio", o que significa que são permanentes e fazem parte automaticamente de qualquer sub-comitê.




A junta de diretores combinados reúne-se pelo menos seis vezes por ano, em segredo, e recebe um resumo por parte da gerência do BIS sobre as operações financeiras do Banco. A política monetária global é discutida e definida nessas reuniões.




Em 1983 foi reportado que existe um clube interno de meia dúzia de banqueiros centrais que estão mais ou menos no mesmo barco monetário: Alemanha, EUA, Suíça, Itália, Japão e Inglaterra. [17] A existência de um clube mais interno não é surpreendente nem relevante, uma vez que todas as operações do BIS são 100% secretas. É improvável que os membros do clube mais interno tenham crenças ou planos significativamente diferentes das do BIS como um todo.


Como o BIS Trabalha com o FMI e o Banco Mundial




A interoperação entre as três entidades é compreensivelmente confusa para a maioria das pessoas, de modo que uma clarificação será útil.




O Fundo Monetário Internacional (FMI) interage com os governos enquanto que o BIS interage somente com outros bancos centrais. O FMI empresta dinheiro para os governos nacionais e freqüentemente esses países estão enfrentando alguma crise fiscal ou monetária. Além disso, o FMI arrecada dinheiro recebendo contribuições das cotas de seus 185 países-membro. Embora os países-membro possam tomar dinheiro emprestado para fazer suas contribuições, elas são, na verdade, dinheiro dos impostos pagos pelos contribuintes. [18]




O Banco Mundial também empresta dinheiro para os governos e tem 185 países-membro. Dentro do Banco Mundial existem duas entidades separadas - o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e a Associação Internacional para o Desenvolvimento (IDA, do acrônimo em inglês). O BIRD enfoca os países de renda média e países merecedores de receber créditos, enquanto a IDA enfoca os países mais pobres do mundo. O Banco Mundial é auto-suficiente para as operações internas, emprestando dinheiro por empréstimo direto dos bancos e pelas emissões de títulos flutuantes, e então emprestando esse dinheiro por meio do BIRD e da IDA para os países em dificuldades. [19]




O BIS, como o banco central para os outros bancos centrais, facilita o movimento do dinheiro. Ele é bem-conhecido por fazer "empréstimos-ponte" para os bancos centrais dos países em que o dinheiro do FMI ou do Banco Mundial foi prometido, mas ainda não liberado. Esses empréstimos-ponte então são devolvidos pelos respectivos governos quando ocorre a liberação dos fundos que foram prometidos pelo FMI ou pelo Banco Mundial. [20]




O FMI é o ás do BIS quando ocorre uma crise monetária. Em 1998, a crise com a moeda brasileira foi causada pela incapacidade do país de pagar os juros acumulados excessivos sobre os empréstimos feitos por um período prolongado de tempo. Esses empréstimos foram feitos por bancos como Citigroup, J. P. Morgan, Chase e FleetBoston e eles poderiam sofrer a perda de uma imensa quantidade de dinheiro.




O FMI, o Banco Mundial e os EUA socorreram o Brasil com um pacote de 41,5 bilhões de dólares, o que salvou o Brasil, sua moeda e, incidentalmente, alguns bancos privados.




O congressista Bernard Sanders (I-VT), membro do Subcomitê de Política Monetária e Comércio Internacionais, alertou sobre essa operação de lavagem de dinheiro. Vale a pena ler toda a declaração de Sanders para a imprensa:




Socorro do FMI ao Brasil é Mamata Para os Bancos, Mas Desastre Para os Contribuintes Americanos




Burlington, Vermont - 15 de agosto - O congressista Bernard Sanders (I-VT), um membro influente do Subcomitê de Comércio e Política Monetária Internacionais, propôs hoje uma investigação imediata do Congresso sobre o recente socorro de 30 bilhões de dólares do Fundo Monetário Internacional (FMI) ao Brasil.




Sanders, que se opôs vigorosamente ao socorro financeiro e o considera uma forma de fornecer facilidades às empresas, quer que o Congresso descubra por que os contribuintes norte-americanos estão sendo solicitados a fornecer bilhões de dólares ao Brasil e quanto desse dinheiro será canalizado para os bancos americanos, como o Citigroup, FleetBoston e J. P. Morgan Chase. Esses bancos têm aproximadamente 25.6 bilhões em grandes empréstimos a tomadores brasileiros. Os contribuintes americanos financiam o FMI por meio de uma linha de crédito de 37 bilhões de dólares.




Sanders disse: "Em uma época quando temos um déficit nacional de 6 trilhões, um déficit federal crescente e um número cada vez maior de necessidades sociais não-atendidas para nossos ex-combatentes, idosos e crianças, é inaceitável que bilhões de dólares de dinheiro do contribuinte sejam gastos para o FMI socorrer o Brasil."




"Esse dinheiro não irá ajudar de forma significativa os pobres naquele país. Os verdadeiros beneficiários nesta situação são os grandes e lucrativos bancos americanos, como o Citigroup, que ganharam bilhões de dólares em investimentos arriscados no Brasil e agora querem ter certeza que seus investimentos serão recuperados. Esse socorro representa uma flagrante forma de criação de facilidades para as empresas que precisa terminar. Interessantemente, esses bancos fizeram contribuições substanciais para a campanha de ambos os partidos políticos, o congressista acrescentou.




Sanders observou que as políticas neoliberais do FMI desenvolvidas nos anos 1980, empurrando os países em direção ao livre comércio sem restrições, à privatização e ao corte abrupto das redes de segurança social foi um desastre para a América Latina e contribuiu para o crescimento da pobreza em todo o mundo. Ao mesmo tempo em que certos países da América Latina, como o Brasil e a Argentina seguiram essas políticas neoliberais impostas pelo FMI, de 1980 a 2000, a renda per capita na América Latina cresceu a somente um décimo da taxa das duas décadas anteriores.




Sanders continuou: "As políticas do FMI nos últimos vinte anos defendendo o livre comércio sem restrições, a privatização, desregulamentação e o corte súbito dos investimentos dos governos em saúde, educação e previdência social foram um fracasso total para as famílias de baixa renda e da classe média no mundo em desenvolvimento e nos Estados Unidos. Claramente, essas políticas somente ajudaram as grandes empresas em sua busca constante por mão de obra mais barata e regulamentações ambientais mais frouxas. O Congresso precisa trabalhar em uma nova política que proteja os trabalhadores, aumente os padrões de vida e melhore o meio ambiente." [Ênfase acrescentada]




Pode-se inferir que uma crise financeira aparece quando o Banco Mundial ajuda os países a se endividarem e depois, quando os países não conseguem pagar os enormes empréstimos, o FMI os socorre usando o dinheiro dos impostos pagos pelos contribuintes de todo o mundo - e no meio de todos fica o BIS, coletando as tarifas e comissões à medida que o dinheiro é transferido para lá e para cá, como as ondas no oceano, ao mesmo tempo em que garante para todos que a situação está sob controle.




O BIS Abandona o Franco Suíço Lastreado em Ouro e Adota SDRs




Em 10 de março de 2003, o BIS abandonou o franco suíço lastreado em ouro como unidade contábil do banco desde 1930 e o substituiu pelo SDR.




SDR significa Special Drawing Rights, ou Direitos Especiais de Saque, e é uma unidade de moeda originalmente criada pelo FMI. De acordo com o autor Baker:




"O SDR é um ativo de reservas internacionais, criado pelo FMI em 1969 para suplementar as reservas oficiais existentes dos países-membro. Os SDRs são alocados aos países-membro de forma proporcional às suas cotas no Fundo. O SDR também serve como a unidade contábil do FMI e de algumas outras organizações internacionais. O valor do SDR está baseado em uma cesta das principais moedas internacionais. [21]




Essa 'cesta' de moedas atualmente consiste do euro, iene, libra esterlina e dólar americano.




O abandono do franco suíço lastreado em ouro de 1930 removeu todas as restrições para a criação de dinheiro de papel no mundo. Em outras palavras, o ouro não lastreia mais nenhuma moeda nacional, deixando os bancos centrais com um campo totalmente aberto para criarem dinheiro conforme acharem apropriado. Lembre-se que quase todos os bancos centrais no mundo são entidades privadas, com uma franquia exclusiva de fazerem empréstimos para seus respectivos países.


Moedas Regionais e Globais: SDRs, Euros e Ameros




Não há dúvida que o BIS está movendo o mundo em direção às moedas regionais e, por fim, a uma moeda única. A moeda global bem poderá ser uma evolução do SDR, e pode explicar por que o BIS recentemente adotou o SDR como sua principal moeda de reserva.




O livro Brant Equation: 21st Century Blueprint for the New Global Economy (A Equação de Brandt: Modelo do Século 21 Para a Nova Economia Global), observa, por exemplo, que:




"Como o SDR é o único modo no mundo de cumprir os pagamentos internacionais que está sendo autorizado pelos contratos internacionais, o SDR representa, portanto, um claro passo inicial para uma moeda internacional permanente e estável." [22; ênfase adicionada]




No que se refere às moedas regionais, o BIS já foi tremendamente bem-sucedido ao lançar o euro na Europa. Armado com os conhecimentos e a experiência técnica e social adquiridos, o próximo passo lógico do BIS será enfocar a América e a Ásia.




Por exemplo, de acordo com o BIS Papers No. 17, "Áreas de moeda regional e o uso de moedas estrangeiras":




"O Canadá, México e os Estados Unidos são membros do grupo comercial NAFTA. Dada a alta proporção de comércio do Canadá e do México com os Estados Unidos, um dólar do NAFTA, ou "Amero" foi proposto por alguns acadêmicos canadenses, como Grubel (1999). Veja também Beine and Coulombe (2002) e Robson and Laidler (2002)" [23]




Assumindo que o NAFTA (Área de Livre Comércio da América do Norte) permanentemente identifica o Canadá, os EUA e o México como um bloco comercial, então a América do Norte se parecerá com a União Européia e o amero funcionará como o euro. Todo o trabalho colocado no SDR seria perfeitamente preservado pela simples substituição do dólar americano pelo amero quando eles decidirem fazer o amero ascender sobre o dólar.




Para os leitores que ainda não entenderam o significado da adoção do euro pelos países da União Européia, considere como um globalista americano o descreve. C. Fred Bergsten é um membro proeminente e do núcleo da Comissão Trilateral e presidente do Instituto de Economia Internacional. Em 3 de janeiro de 1999, ele escreveu no Washington Post:




"A adoção de uma moeda comum é, de longe, o capítulo mais audacioso da integração européia. Tradicionalmente, a moeda sempre foi um elemento integrante da soberania nacional... e a decisão por parte da Alemanha e da França de abrirem mão do marco e do franco... representa a entrega voluntária mais dramática da soberania na história escrita. O Banco Central Europeu, que administrará o euro, é uma instituição verdadeiramente supranacional." [24; ênfase adicionada]




Bergsten terá de refazer essa frase quando os EUA abrirem mão do dólar em troca do amero - esta é que será a entrega voluntária mais dramática da soberania nacional na história escrita!


Conclusão




Nosso lema é: "Siga o dinheiro, siga o poder." Este relatório tratou de seguir o dinheiro. Descobrimos que:




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O BIS é o banco central para todos os principais bancos centrais do mundo.


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Ele é privado e pertence aos próprios bancos centrais, que em sua maioria também são privados.


*




Ele foi fundado sob circunstâncias questionáveis e por indivíduos questionáveis.


*




Ele não presta contas a ninguém, especialmente para órgãos governamentais.


*




Ele opera sob total sigilo e é inviolável.


*




A movimentação do dinheiro é obscurecida e escondida quando roteada por dentro do BIS.


*




O BIS está visando a criação dos blocos de moeda regional e, por fim, a criação de uma moeda global.


*




Ele está sendo muitíssimo bem-sucedido na criação da Nova Ordem Econômica Internacional, junto com suas iniciativas concomitantes de governança global.




Quanto a "seguir o poder", outro trabalho de pesquisa explorará mais completamente a influência do poder que o BIS exerce sobre os outros bancos, países e governos. Enquanto isso, para sua própria consideração, Provérbios 22:7 fornece uma bússola bem útil: "O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta."


Notas de Rodapé




1. Quigley, Tragedy and Hope, (MacMillan, 1966), pg 308.


2. Edgar B Nixon, ec., "Franklin D. Roosevelt and Foreign Affairs", Volume III (Cambridge: Balknap Press, 1969) pg 456.


3. Sutton, Wall Street and the Rise of Hitler, (GSC & Associates, 2002) pg 26.


4. Quigley, op cit, pg 324.


5. Sítio do BIS na Internet, "Extracts from the Hague Convention", http://www.bis.org/about/conv-ex.htm.


6. BIS, "Statutes of the Bank for International Settlements Article 3" [de janeiro de 1930, texto conforme emendado em 10 de março de 2003] (Basiléia, agosto de 2003), pg 7-8.


7. Baker, The Bank for International Settlements: Evolution and Evaluation, (Quorum, 2002), pg 20.


8. Ibidem, pg 16.


9. BIS, "Protocol Regarding the Immunities of the Bank for International Settlements", Basic Texts, (Basiléia, agosto de 2003), pg 33.


10. Ibidem, artigo 12, pg 43.


11. Ibidem, pg 44.


12. BIS, "Extracts from the Headquarters Agreement", http://www.bis.org/about/hq-ex.htm.


13. Baker, op cit, pg 26-27.


14. Ibidem, pg 27.


15. BIS, "The BIS in profile", panfleto do Banco de Compensações Internacionais, junho de 2005


16. BIS, Junta de Diretores, http://www.bis.org/about/board.htm.


17. Epstein, "Ruling the World of Money", Harper's Magazine, 1983


18. Sítio do FMI na Internet: http://www.imf.org/.


19. Sítio do Banco Mundial na Internet: http://www.worldbank.org/


20. Baker, op cit, pg 141-142.


21. Sítio do FMI na Internet: http://www.imf.org/external/np/exr/facts/sdr.htm.


22. The Brandt Equation: 21 st Century Blueprint for the New Global Economy. The Brandt Proposals - A Report Card: Money and Finances. Veja http://www.brandt21forum.info/1ckMoney.htm.


23. BIS, "Regional currency areas and the use of foreign currencies", BIS Papers No. 17, setembro de 2003.


24. Washington Post, The Euro Could Be Good for Trans-Atlantic Relations, C. Fred Bergsten, 3 de janeiro de 1999.




Livros Recomendados:




1. Carroll Quigley, Tragedy and Hope, (MacMillan, 1966)


2. Anthony Sutton, Wall Street and the Rise of Hitler, (GSC & Associates, 2002)


3. James C. Baker, The Bank for International Settlements: Evolution and Evaluation (Quorum, 2002)






Autor: Patrick M. Wood (The August Review), em http://www.augustreview.com/


Data da publicação: 9/12/2007


Transferido para a área pública em 3/9/2008


Revisão: http://www.textoexato.com/


Patrocinado por: L. O. G. - Curitiba / PR


A Espada do Espírito:http://www.espada.eti.br/bis.asp


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sábado, 6 de setembro de 2008

Nova Ordem Mundial - A Caminho do Controle Total






O CONTROLE AVANÇA






A cada dia que passa, os métodos de controle e monitoramento sobre as populações estão ficando cada vez mais incisivos. Na Itália, três mil soldados do Exército italiano começaram a patrulhar no dia segunda-feira as ruas das principais cidades da Itália, como parte de uma campanha do premiê Sílvio Berlusconi de melhorar a segurança no país. No Brasil, ficamos sabendo que, durante a "Operação Satiagraha", a Polícia Federal recebeu senhas para monitorar o histórico de chamadas não só dos investigados, mas de qualquer assinante do país. O fornecimento de senhas permite acesso irrestrito ao banco de dados das companhias telefônicas, possibilitando a consulta de assinantes e usuários por nome, CPF, CNPJ e/ou número de linha e IMEI [dados e voz pela Internet], mas a autorização não inclui a gravação das conversas. Se formos analisar detalhadamente, em cada país os mecanismos de segurança, monitoramento e controle estão sendo cada vez mais aprimorados, devido ao aumento da insegurança, terrorismo, violência urbana, corrupção e tráficos. Também devemos considerar o avanço tecnológico, possibilitando meios antes impensados.




Veja a seguinte notícia:












"Miniaturização de chips chega aos 25 nanômetros. E há espaço para mais" (FONTE: Redação do Site Inovação Tecnológica, em 15/07/08)








"Pesquisadores do MIT aperfeiçoaram a tecnologia de fotolitografia, utilizada para a construção de chips, conseguindo criar linhas com 25 nanômetros de largura, espaçadas entre si igualmente por 25 nanômetros. A técnica avança mais um nível na miniaturização dos microprocessadores. Hoje, a maioria dos chips disponíveis comercialmente é construída com tecnologia de 65 nanômetros. Algumas fábricas já avançaram rumo aos 45 nanômetros e a Intel anunciou que começará a fabricar processadores com componentes de 32 nanômetros em 2009.




Na agenda da indústria, a fabricação de componentes eletrônicos em escala industrial com dimensões na escala de 25 nanômetros está prevista para acontecer entre 2013 e 2015. Além da importância para a indústria eletrônica, uma técnica óptica para fabricação de dispositivos nesta escala pode ser importante para a nanotecnologia, que possui vários avanços já demonstrados em laboratório mas ainda sem viabilidade para serem construídos em escala industrial. A nova técnica é baseada em um processo chamado litografia por interferência. Acrescentando a ele um instrumento chamado nanorrégua, os cientistas criaram um novo processo que batizaram de litografia por interferência de alta precisão.




Ondas sonoras de 100 MHz, controladas por um sistema eletrônico de alta velocidade, são utilizadas para dirigir e alterar a freqüência da luz de um laser, o que permite a produção dos componentes com alta precisão e sobre grandes áreas. "O que nós estamos descobrindo é que o controle do processo de imageamento litográfico não é mais o fator limitante. Questões de material, como a aspereza do lado externo das linhas agora são a principal barreira para atingirmos escalas ainda menores. Entretanto, há várias novas tecnologias no horizonte que têm o potencial para solucionar esses problemas. Esses resultados demonstram que ainda temos muito caminho para diminuição da escala na litografia óptica. Nós não vemos ainda qualquer barreira insuperável," disse o pesquisador Mark Schattenburg"








Vamos continuar atentos. Pouco a pouco, as pessoas ficam mais habituadas a ter um constante controle e monitoramento sobre si. O condicionamento está em contínuo processo. O cumprimento da profecia de Apocalipse 13:16-17 se aproxima.








Até a próxima edição, se o Senhor permitir.








Maranata,












Jesiel Rodrigues --http://www.projetoomega.com


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13/01/2008


Governo mundial: realidade ou mito?


(*) Heitor de Paula




Resumo: O Governo Mundial não é uma ameaça: é uma realidade; já está instalado e em pleno funcionamento. O que ocorre é que quem está submerso no processo não percebe






O Governo Mundial não é uma ameaça: é uma realidade; já está instalado e em pleno funcionamento. O que ocorre é que quem está submerso no processo não percebe, tal como Maria Antonieta que, ao mandar o povo comer brioches já estava quase sem cabeça e não sabia de nada! Quem tem autoridade moral - e logo, logo, militar - sobre todo o mundo hoje em dia? Quem dita as normas de conduta ética? Quem tem o poder de guerra e de paz? Não é a Organização das Nações Unidas?


Estamos acostumados a tomar como certo tudo que a ONU diz e determina. Suas estatísticas são incontestáveis. Suas recomendações são ordens. Tudo que de lá vem é bom, por princípio! Pois não é lá que se defende a paz e a harmonia entre os homens? Uma espécie de deus de uma religião pagã? Seus funcionários se metem em tudo através das diversas 'agências' - sofisma que será empregado até poderem usar o nome verdadeiro: Ministérios Mundiais! A burocracia já atingiu níveis nunca alcançados em nenhum outro lugar, nem mesmo na URSS. Recomendo darem uma olhada em http://www.unsystem.org/ para verificarem o grau com que estamos aprisionados à ela. São mais de 130 agências, comissões, sub-comissões, delegacias, inspetorias, etc., das quais conhecemos uma parte ínfima mas pelas quais já se pode perceber o tremendo poder de que dispõem.


É a UNESCO que determina os currículos do mundo inteiro (ver meu True Lies para saber a origem dos mesmos). É a OMS que diz o que podemos comer, como devemos cuidar de nosso corpo e mente, que medidas sanitárias devemos usar. A OMC determina como deve ser o comércio mundial. A AIEA determina quem pode ter armas nucleares. A UNICEF estabelece as categorias nas quais temos que cuidar de nossos filhos, quantos devemos ter. A FAO distribui os plantios agrícolas. O complexo bancário FMI/BANCO MUNDIAL/BID decide quais países serão economicamente viáveis, quais devem falir (como fizeram com a Argentina após a Guerra das Malvinas/Falklands, no que Estulin está absolutamente correto). São tantas as 'agências/ministérios' que nem sei quem determina a falácia chamada IDH - Índice de Desenvolvimento Humano.


Da mesma forma que a campanha contra o fumo foi um teste bem sucedido, como denuncia Estulin, para medir o grau de sujeição hipnótica da população mundial, a campanha do desarmamento também o é. A absurda aversão ao cigarro e aos fumantes prova que uma propaganda subliminar bem feita é capaz de converter facilmente milhões em robôs ou cães de Pavlov: toca a campainha os cães salivam, acenda um cigarro e os robôs se enchem de indignação! Ninguém se espante se algum dia a OMS disser que andar de quatro faz bem para a coluna, aumente exponencialmente o número de quadrúpedes na Terra, todos alegrinhos com as 'melhoras' obtidas.


A mesma coisa se esperava da campanha pelo desarmamento. Como tudo na ONU passa necessariamente pelo Conselho de Segurança, como é que alguém pode acreditar que o desarmamento interessa à ONU se os cinco Membros Permanentes, com direito de veto, são os cinco maiores produtores e exportadores de armas do mundo? Ingenuidade tem limite, a partir do qual é burrice! A prevista oposição dos EUA permite aos demais votarem tranqüilos contra seus próprios interesses econômicos pois sabem que a culpa recairá, como sempre nos malvados EUA fazedores de guerra. Mas os EUA não são inocentes! O que impede seu governo de votar a favor e fingir-se de bonzinho é algo que tem mais de 200 anos: a Segunda Emenda à Constituição - e é dificílimo emendar a Constituição - e o poderoso lobby da NRA, National Rifle Association. A campanha anti-fumo começou pelos EUA, povo extremamente preocupado com a saúde; a do desarmamento pelo Brasil, possivelmente por ser considerado um povo atrasado, governado por paus mandados da ONU e fácil de convencer. Mas não contavam com o fato de que há vida inteligente por aqui capaz de organizar uma eficiente campanha para se descolar da pecha de defensores das armas em si, e se mostrar defensores do direito do cidadão à sua defesa e de sua família. A organização Pela Legítima Defesa, a APADDI-ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE DEFESA DOS DIREITOS E DAS LIBERDADES INDIVIDUAIS, e a ONG Viva Brasil conseguiram reverter uma derrota certa em acachapante vitória.


A MISTIFICAÇÃO HIPNÓTICA




Criada dos escombros de uma das mais sangrentas guerras da história humana por uma população exausta ansiando por paz após seis anos de matanças, a ONU teve as condições propícias para já nascer hipnótica: as pessoas queriam se convencer de que a paz eterna é possível se criado um mecanismo internacional de diálogo entre as nações. Aí fica fácil iludir todo mundo, pois esta é a única condição sine qua non para o hipnotismo: o paciente desejá-lo. Mesmo seu inspirador não tendo as qualificações adequadas para defensor da paz: Josef Stalin, o segundo maior carniceiro da história só perdendo para seu dileto discípulo Mao Zedong. A organização já nasceu fruto da mentira pois um dos países fundadores, a URSS, jamais pretendeu respeitar a Declaração dos Direitos do Homem que cinicamente aprovava. Com o nascimento da ONU nascia simultaneamente a assimetria entre o tratamento dado às Nações: enquanto as democracias passaram a ser cobradas permanentemente pelo respeito aos direitos humanos, as ditaduras comunistas defendiam para si o hipócrita 'princípio da autodeterminação dos povos e da não interferência em assuntos internos'. Hoje o Islã faz exatamente a mesma coisa!


É impressionante como pessoas que se dizem céticas, não acreditam, p.ex., em pesquisas eleitorais que em algum tempo se encontrarão com a realidade dos votos e serão desmascaradas se erradas, ao mesmo tempo têm uma fé cega nas estatísticas da ONU e tudo que vem de lá. Quem checa as estatísticas da ONU? Quem pode refutá-las e desmascará-las? Isto é impossível - seria necessário uma organização de igual tamanho. Acredita-se na autenticidade delas por quê? Fé? Dados que não podem ser refutados podem ser fraudados no sentido de atingir seus fins de dominação mundial.


Não é sem base que desconfio pois existe um sem-número de falsidades envolvendo esta organização, além das já apontadas. A começar pelo seu objetivo: supostamente, a paz. Seu belo símbolo - um globo terrestre branco sobre fundo azul celeste - convida à paz e à tranqüilidade. Mas a pomba branca da paz mais ainda e poucos sabem que foi encomendada por Stalin a Picasso, que além de oportunista era comunista - para hipnotizar o Ocidente com suas intenções 'pacíficas' e espalhar a crença de que os países comunistas, onde se matava oficialmente por qualquer vintém, eram os 'povos amantes da paz' em oposição aos países capitalistas, cruéis fazedores de guerras.


A ONU não quer a paz, é pura lorota! Quer é a guerra; quanto mais guerra mais justifica sua necessidade e mais se apresenta como a única solução. Se acabarem-se as guerras, acaba a ONU! Alguém acredita que interessa aos médicos acabar com todas as doenças e ficar desempregados? Ou que interessa aos advogados fazerem leis simples que todos entendam e possam se defender sozinhos? Claro que não, mas a grande maioria acredita que a ONU quer a paz - e sua conseqüente auto-extinção! Para não ir muito longe leio aqui mesmo no Mídia Sem Máscara um artigo de Caroline Glick em que ela diz que o Hezbollah e seus aliados ganharam o último round do conflito com Israel. Pode até ser que no plano tático sim, mas no plano estratégico de longo prazo só a ONU saiu ganhando com o aumento dos efetivos da UNIFIL para supervisionar o re-armamento do Hezbollah, novos foguetes sobre Israel, nova reação 'desproporcional', novo cessar-fogo, nova Resolução e mais capacetes azuis! Perdem Israel, Hezbollah, Líbano, Síria e Irã.


Para os donos do mundo que usam a ONU como instrumento não interessa a mínima ganhos táticos nem se importam com número de mortos, feridos, crianças, velhos; só interessa a estratégia de longo prazo de domínio mundial.Perde principalmente os EUA, a única potência que poderia enfrentar a ONU simplesmente se retirando, parando de subsidiá-la e a expulsando das margens do East River! Quando Bush atacou o Iraque contrariando as decisões do Conselho de Segurança, deu o primeiro passo do que acreditei seria a desmoralização total da ONU. Mas não prosseguiu, apesar de ter nomeado John Bolton como Embaixador, que é um dos poucos que sabe realmente o que é a ONU. É a última esperança.




(*) Heitor De Paola


O autor é escritor e comentarista político, membro da International Psychoanalytical Association e ex-Clinical Consultant, Boyer House Foundation, Berkeley, Califórnia, Membro do Board of Directors da Drug Watch International, e Diretor Cultural do Farol da Democracia Representativa (www.faroldademocracia.org) . Possui trabalhos nas áreas de psicanálise e comentários políticos publicados no Brasil e exterior. E é ex-militante da organização comunista clandestina, Ação Popular (AP).


Referência:




www.midiasemmascara.com.br


--http://apocalipsetotal.blogspot.com/2008/01/governo-mundial-realidade-ou-mito.html


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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Nova Ordem Mundial - Meio Ambiente




Fundador do Weather Channel: Aquecimento Global é a maior fraude da história.


por Gerson Faria em 27 de novembro de 2007




Resumo: John Coleman, fundador da TV a cabo The Weather Channel, deu início a uma série de matérias curtas tentando explicar por que não vê fundamento científico no Aquecimento Global.




© 2007 MidiaSemMascara.org




O fenômeno "aquecimento global" devido a fatores humanos parece estar ocorrendo de fato. Não na natureza, e sim no debate público em torno ao assunto. No último dia 11, John Coleman, fundador da TV a cabo The Weather Channel e atualmente meteorologista da Kusi News, de San Diego, deu início a uma série de matérias curtas tentando explicar por que ele não vê fundamento científico no Aquecimento Global.




Coleman não foi o primeiro a se levantar contra a fraude. Vários outros cientistas já se manifestaram contrários ao caráter político, não científico e totalitário, criados e mantidos pela ONU e congêneres. Críticos inclusive participantes do próprio IPCC da ONU. Talvez o melhor documentário até hoje realizado trazendo com pormenores esse assunto é "The Great Global Warming Swindle" (http://www.greatglobalwarmingswindle.co.uk), que fornece qualidade ao debate, sem a necessidade de prêmios da Academia e nobéis.




Cientistas não precisam de prêmios e nem de reconhecimento público. Por mais que se queira negar, apenas um cientista pode estar mais certo do que outros 200 ou 2000. A categoria "democracia" não se aplica à busca da verdade. A voz do povo não é a voz da ciência e muito menos de Deus. E quem precisa desse tipo de compensação de massas são os atores e personalidades políticas. É claro que o meio científico pode se tornar refém de verbas públicas e de projetos políticos e por esses se direcionar. Mas não a ciência em si.




Um dos maiores físicos da história, Richard Feynman, fugia aos telefonemas dos suecos, quando de sua premiação ao Nobel. E nunca teve a pretensão de explicar seus diagramas ao mundo, prometendo a salvação. Feynman foi um cientista de fato.




Mas há um outro ponto mais prosaico que sempre escapa à crítica. Os cientistas que, com base na realidade dos dados da natureza e sua dinâmica, rejeitam a hipótese de aquecimento global antropogênico, normalmente são difamados ao estilo leninista, perseguidos e tachados de "negacionistas" (http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5592), de "receber dinheiro da indústria do petróleo" e outros. Já Al Gore, que é abertamente um investidor no eco-negócio com sua empresa Generation Investment Management, e de fato ganha dinheiro com a histeria ecológica, é poupado. E, como bom político, não tem pudores de, conhecendo tanto de meteorologia quanto Britney Spears de cardiologia, sair propagando retoricamente pseudoteses comprovadamente furadas. Científico isso não é, mas pode ser até democrático, ou seja, opinar mesmo sem ter conhecimento nenhum do assunto, bastando a existência de uma platéia.




Mas a voz de Coleman parece vir em boa hora. Ele é um experiente homem da TV e daí talvez sua linha argumentativa seja mais palatável ao público do que os gráficos de correlação usuais dos cientistas sérios e da retórica de salvação-danação dos falsos profetas.




Eis a íntegra de seu libelo:




"Esta é a maior fraude da história. Estou perplexo, horrorizado e extremamente ofendido por isso. Aquecimento Global: isso é uma FRAUDE. Alguns cientistas covardes com motivações políticas e ambientalistas manipularam dados científicos de longa duração para criar uma ilusão de aquecimento global acelerado. Outros cientistas do mesmo tipo, do ambientalismo lunático, pularam para dentro do círculo para apoiar e ampliar a 'pesquisa' para avançar na reivindicação totalmente direcionada e fraudulenta do aquecimento global. Seus amigos no governo direcionaram imensas verbas para pesquisa, de modo a manter ativo o movimento. Logo clamaram ser um consenso.




Extremistas ambientais, notáveis políticos entre eles, agruparam-se com filme, mídia e outros jornalistas ambientalistas de esquerda para criar esse cenário 'científico' selvagem da civilização, ameaçando as conseqüências do Aquecimento Global a menos que adiramos à sua agenda radical.




Agora, sua ridícula manipulação da ciência foi aceita como fato e se tornou o tema fundamental para a CNN, CBS, NBC, Partido Democrata, Governador da Califórnia, professores e, em muitos casos, cidadãos ambientalmente conscientes e bem informados, porém facilmente enganáveis. A apenas um repórter da ABC foi permitido discordar do frenesi do Aquecimento Global com um segmento de 15 minutos de um documentário.




Eu não me oponho ao ambientalismo. Não me oponho às posições políticas de um ou outro partido. No entanto, Aquecimento Global, i.e., Mudança Climática, não tem nada a ver com ambientalismo ou política. Não é uma religião. Não é algo em que se crer. É ciência: a ciência da meteorologia. Esta é minha área de experiência de uma vida. E estou afirmando que o Aquecimento Global é um não-evento, é uma crise manufaturada e uma fraude total. Digo isso sabendo que provavelmente não acreditará em mim, um mero apresentador do clima na TV, desafiando um Prêmio Nobel, ganhador do Prêmio da Academia e do Emmy e vice-presidente dos EUA. Que assim seja.




Li dezenas de artigos científicos. Conversei com numerosos cientistas. Estudei. Pensei sobre o assunto. Sei que estou certo. Não há uma mudança climática desgovernada. O impacto dos seres humanos no clima não é catastrófico. Nosso planeta não está em perigo. Sou incensado pelo incrível glamour da mídia, pela besteira politicamente correta e pela rude rejeição aos contra-argumentos pelo alto prelado do Aquecimento Global.




Em tempo, daqui a uma década ou duas, essa fraude ultrajante será óbvia. Quando a temperatura aumentar, as geleiras polares derreterem e mesmo assim as enchentes costeiras e supertempestades não ocorrerem como predito, todos perceberão como foram ludibriados. O céu não está caindo. Ciclos naturais e mudanças do clima são tão ou mais responsáveis por qualquer alteração climática (global) que esteja ocorrendo. Acredito de modo convicto que nos próximos vinte anos será tão provável de se ver uma onda de resfriamento como hoje vêem uma de aquecimento."




Nota: No Brasil não há uma discussão científica séria sobre o aquecimento do planeta, há uma adesão incondicional, uma fé cega nos estudos e conclusões vindos do exterior, há na verdade uma doutrinação em massa, o aquecimento global como defendido por ambientalistas e ecologistas radicais já se tornou um dogma, portanto não cabe mais discussão, é o que querem nos fazer crer.




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quinta-feira, 4 de setembro de 2008



Nova Ordem Mundial e Tecnologia

Tecnologia permite sentir objetos virtuais feitos com ultra-som


O protótipo japonês:




A tecnologia permite sentir objetos virtuais com as mãos limpas.




Uma nova tecnologia desenvolvida por cientistas japoneses permite que as pessoas possam sentir com o tato, com as mãos limpas, objetos virtuais por meio de ondas de ultra-som.




Cientistas já haviam criado formas de integrar o sentido do tato a softwares, mas o que foi desenvolvido até hoje vinha exigindo que o usuário usasse luvas ou aparelhos mecânicos que produzem a sensação de toque.




A inovadora tecnologia japonesa, porém, permite que a sensação tátil seja reproduzida sem nada nas mãos.




O protótipo inclui uma câmera que identifica a posição da mão do usuário. A informação é transferida para geradores de ondas ultra-sônicas no aparelho, que emitem as ondas de diferentes maneiras, criando uma "forma" em pleno ar.




O resultado é uma sensação tátil de estar percorrendo a borda ou superfície de um objeto virtual.




Videogames




O sistema foi criado pelo pesquisador Takayuki Iwamoto e seus colegas da Universidade de Tóquio. A equipe está no momento aprimorando a tecnologia para permitir uma sensação tátil mais firme e a reprodução de objetos virtuais com formas mais complexas.




Iwamoto espera poder, no futuro, usar a técnica em programas 3-D e videogames e diz que sua equipe "recebeu várias propostas de empresas" quando o protótipo foi apresentado em uma conferência no mês passado.




O sistema é "o primeiro do tipo", segundo o pesquisador da Universidade de Glasgow Stephen Brewster, especializado em tecnologias táteis como essa.




"Você pode sentir com ambas as mãos, em vez de ter simplesmente um único ponto de contato, e várias pessoas podem usá-lo ao mesmo tempo", diz Brewster.




"É ótimo ter um aparelho que você pode simplesmente usar sem precisar vestir ou segurar qualquer outro dispositivo",


afirmou.




BBC BRASIL.com 02/09/2008








Cientistas espanhóis afirmam estar a caminho da construção de máquinas conscientes


Redação do Site Inovação Tecnológica


04/09/2008




Cientistas espanhóis afirmam estar a caminho da construção de máquinas conscientes






Cientistas da Universidade Carlos III de Madri, na Espanha, propuseram um sistema integrado para testar e reproduzir o fenômeno da consciência em sistemas artificiais.




Batizada de CERA (Conscious and Emotional Reasoning Architecture), a plataforma integra diferentes componentes cognitivos para controlar robôs de forma autônoma. O programa é controlado por parâmetros que regulam diferentes funções cerebrais, como a atenção, a contextualização e os reflexos.




Consciência artificial




Raúl Arrabales Moreno e Araceli Sanchis de Miguel partem do pressuposto de que os atuais avanços das neurociências já são suficientes para permitir a reprodução artificial do funcionamento do cérebro.




Segundo eles, sistemas de imageamento "como a tomografia por emissão de pósitrons (PET) ou a ressonância magnética funcional (fMRI) permitiram começar a compreender como funciona o cérebro humano e a desmistificar o fenômeno da consciência."




Um simpósio recente que reuniu os maiores pesquisadores europeus na área das neurociências concluiu justamente o contrário, mas isso não impediu que os pesquisadores espanhóis começassem a criar os seus primeiros experimentos de "consciência artificial."




Cognição robótica




A arquitetura CERA integra diferentes componentes cognitivos em um sistema para controle de robôs móveis autônomos que, segundo os pesquisadores, foi "projetado para ser um ambiente de investigação no qual podem ser testados diferentes modelos de consciência e de emoções."




Composto por três camadas, o modelo de consciência racional se encontra na mais interna, a camada núcleo. A segunda acrescenta os sistemas cognitivos específicos do problema e a camada física contém a definição dos sistemas sensoriais e motores específicos do robô.




"Ao implementar um modelo de consciência se espera que sua aplicação seja de utilidade em situações reais, com capacidade de processar uma grande variedade de estímulos e de se deparar e responder a situações desconhecidas," diz Arrabales, acrescentando que eles ainda não se sentem capazes de construir um robô com um nível de consciência de um ser humano adulto, embora acreditem ser possível reproduzir mecanismos como o de atenção.




Self robótico




A capacidade de refletir acerca de si mesmo, a autoconsciência, é um dos maiores desafios dos pesquisadores e o mais difícil de simular em máquinas.




"Para que um sistema de memória seja capaz de armazenar uma experiência pessoal é necessário que exista um modelo do 'eu' na mente," diz o pesquisador. Outro ponto problemático é a introdução de fatores psicológicos em sistemas artificiais.




Ao projetar um modelo cognitivo de funcionamento da mente e implementá-lo em um sistema de controle para um robô, "já se estão introduzindo fatores psicológicos, como é o caso dos mecanismos de atenção. Assim poderíamos dizer que um robô se distrai quando seu sistema de atenção não funciona bem," diz Arrabales. O mesmo ocorre no caso das emoções cuja simulação em sistemas artificiais serve para "concentrar a atenção nas tarefas mais gratificantes," conclui ele.


--http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cientistas-espanhois-afirmam-estar-a-caminho-da-construcao-de-maquinas-conscientes&id=010180080904




Nota: Parece que não há limites para a tecnologia digital, a cada dia novidades cada mais fantásticas são apresentadas ao público, sempre seguidas de promessas de melhoria das condições de vida para a humanidade; mas pouco se fala sobre os perigos que essas tecnologias podem trazer, alguns já presentes, como o vício em videogames e celulares, que já preocupam os profissionais da medicina e os pais.


Quais perigos para a mente e o corpo essas novas tecnologias podem trazer? Só com o tempo poderemos saber.


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sábado, 30 de agosto de 2008

Nova Ordem Mundial -Tecnologia



As liberdades individuais se reduzem: Podemos escapar à vigilância?




13.04.2008 - As liberdades individuais se reduzem no mesmo ritmo em que as novas tecnologias se desenvolvem. No entanto, sem nos preocupar, ajudamos essa vigilância ao revelar nossas vidas na Internet ou utilizar senhas eletrônicas. Assim sacrificamos a liberdade pelo conforto, a diversão ou a segurança




Satélites de observação, câmeras de vigilância, passaportes biométricos, cadastros administrativos, policiais ou comerciais, chips de radiofreqüência, GPS, telefones celulares, Internet: o cidadão moderno está no centro de uma rede de tecnologias cada vez mais aperfeiçoadas e cada vez mais indiscretas. Cada um desses instrumentos, que deveriam nos dar conforto e segurança, pergunta diariamente um pouco mais sobre nós mesmos, nos classifica, nos observa. Ao mesmo tempo cúmplices e inconscientes, caímos na sociedade da vigilância.




Ainda é possível escapar desses inúmeros dispositivos que nos cercam? Perguntamos a Thierry Rousselin, consultor em observação espacial, ex-diretor de programa de armamentos na Delegação Geral para o Armamento, que publica com Françoise de Blomac, especialista em novas tecnologias da informação, "Sous Surveillance" (ed. Les Carnets de l'Info), um apanhado muito útil dessas tecnologias, que tenta distinguir entre as fantasias e os verdadeiros riscos de desvios.




Le Monde - Quais são hoje os grandes campos da vigilância tecnológica?


Thierry Rousselin - Poderíamos traçar círculos concêntricos. O primeiro são os "pedaços" de nós mesmos, tudo o que se refere à biometria. Progressivamente, damos um certo número de elementos que nos pertencem, que nos identificam. Isso começou com nossas impressões digitais. Hoje é a vez do DNA, da íris, da palma da mão, e em breve nossa maneira de andar ou nossos tiques. Nossa identidade está se confundido com a biologia e nossos comportamentos físicos. O segundo círculo são todos os sensores que nos cercam: os que nos olham com a videovigilância, as webcams, os teleguiados, os aviões, os helicópteros, os satélites.




Também há a escuta, em todos os sentidos da palavra. Não devemos nunca esquecer que o principal meio de escuta é uma pessoa ao nosso lado. Podemos também utilizar nossas próprias ferramentas, sobretudo o telefone. Fui visto, fui escutado, também sabem onde estou ou quem sou através de meus próprios objetos? Eu comprei um GPS ou um celular. Será que podem me seguir através desses aparelhos? Os diversos cartões -de pagamento, de fidelidade, de crédito- que tenho em minha carteira contam coisas sobre mim em tempo real cada vez que os utilizo. Os formulários que preenchi há 30 anos desenham uma imagem de mim mais precisa que minhas próprias lembranças.




O último ponto se refere ao computador. Será que ao utilizá-lo eu transmito informações além do que estou percebendo? Há um certo número de anos, vemos que em cada inquérito judicial os policiais usam o computador. Ele pode contar coisas sobre nossas atividades. Depois há a Internet. Nela nos preocupamos que as pessoas sejam capazes de entrar na rede para extrair nossas informações. Minha sede de fazer amigos, de me fazer conhecer, não me leva a contar coisas demais que um dia poderão ser usadas contra mim? Portanto, os domínios da vigilância afetam hoje quase todas as nossas interações com o mundo exterior, quase todos os nossos sentidos.




As preocupações são ainda mais vivas porque percebemos que teríamos muita dificuldade para dispensar várias dessas tecnologias. Sim, somos em grande parte cúmplices do avanço da vigilância. Primeiro, ela simplifica nossa vida. Preferimos ter um cartão a um tíquete para pegar um ônibus, assim não precisamos perfurar a passagem. O passe Navigo, que os transportes públicos franceses (RATP) estão substituindo pelo cartão Laranja, contém um chip de radiofreqüência no qual são incluídos dados pessoais que permitem reconstituir todos os seus deslocamentos durante dois dias. Ao utilizá-lo, você não se desloca mais anonimamente. Mas o cartão permitiu ganhar tempo nos guichês e nos portões, e fluidificar o fluxo de passageiros. A maioria dos usuários o considera principalmente um aperfeiçoamento do serviço.




Nos EUA, uma empresa comercializa um cartão especial para evitar as filas de espera nos controles dos aeroportos. Para obtê-lo, é preciso responder a um questionário detalhado na Internet e fornecer elementos de identificação biométricos. Recentemente, um dos primeiros assinantes comentou o serviço nestes termos: "Ao me inscrever, comecei a pensar: espero que eles tenham um bom sistema de segurança, diante da quantidade de informações que forneci... Mas não pensarei mais nisso quando passar assobiando pela via expressa, olhando para a enorme fila dos coitados que esperam". É totalmente típico de nossa ambivalência sobre essas questões. Sentimos que confiamos elementos íntimos, às vezes para empresas que nem sequer existiam há um ano.




Mas elas fornecem serviços tão práticos que preferimos esquecer os riscos que isso representa. Também é o caso das soluções RFID [identificação por radiofreqüência] e GPS [sistema de posicionamento global] destinadas a crianças ou aos doentes de Alzheimer. Aceitamos a vigilância porque ela envolve nossos próximos mais frágeis. Mas para os industriais essas técnicas também representam as condições do mercado. Começamos a aceitá-las para as pessoas que mais queremos, e isso abre caminho para a utilização em massa.




LM - O interesse financeiro também pode influir?


Rousselin - É claro! Se eu aceito um cartão fidelidade, vou receber presentes em troca de alguns dados pessoais. Na Grã-Bretanha, várias companhias propõem seguros mais baratos para motoristas que se comprometem a não rodar em certas horas de dias "de risco". Para verificar, as empresas têm o direito de obter todas as informações sobre os deslocamentos contidas no computador eletrônico do veículo. Os clientes trocaram uma economia substancial contra a perda da confidencialidade de suas idas e vindas. Ao contrário, proteger seu anonimato pode custar mais caro. A CNIL [Comissão Nacional da Informática e das Liberdades] pediu que a RATP proponha um cartão sem informações pessoais. É o passe Navigo Découverte: ele existe, mas é mais caro que o passe clássico.




LM - Muitos prefeitos franceses aderiram à videovigilância, no modelo da Grã-Bretanha, onde já são utilizadas ao todo 25 milhões de câmeras. A que se deve esse entusiasmo?


Rousselin - É muito irracional! Em novembro, a ministra do Interior, Michèle Alliot-Marie, afirmou que "a eficácia da videovigilância para melhorar de modo significativo a segurança cotidiana está comprovada". No entanto, não existe um trabalho de pesquisa que confirme a eficácia das câmeras. Com freqüência, por trás dos sistemas tecnológicos de vigilância há a incapacidade do poder público de dar respostas reais aos problemas. Instalam-se câmeras porque são muito visíveis e custam menos que contratar pessoas e realizar um verdadeiro trabalho em campo.




Portanto, todo mundo adere, enquanto no Reino Unido os balanços são muito moderados. O efeito é muito fraco em termos de prevenção, de dissuasão, sobretudo quanto aos ataques a pessoas (brigas, violações...), muitas vezes devidos a pessoas de comportamento impulsivo que não se importam de estar sendo filmadas. O mesmo vale para o terrorismo: os "loucos por Deus" ou por uma causa qualquer ficariam até contentes de passar assim à posteridade.




Quanto aos pequenos delitos praticados por batedores de carteira no metrô, são rápidos demais para ser notados e seus autores agem em lugares muitas vezes de múltiplos usos. A videovigilância é uma ajuda preciosa principalmente na solução de investigações a posteriori.




LM - Diante dessa generalização dos meios de vigilância, ainda é possível "desaparecer" em nossas sociedades, escapar ao controle da tecnologia?


Rousselin - Desaparecer ainda é possível: vários milhares de pessoas o fazem voluntariamente todo ano na França sem que o fisco ou a seguridade social consigam encontrá-las. Mas é preciso saber o que isso representa como esforço, sobretudo se você fica na ilegalidade, sem uma falsa identidade ou cirurgia plástica. A opção "ilha deserta" é aparentemente a mais simples de realizar.




Você se retira para uma zona rural na qual poderá praticar um modo de vida que reduza ao máximo os intercâmbios comerciais, sem computador nem celular; eles ainda existem na França. Você fecha sua conta no banco e paga tudo em espécie. Será preciso se abster de viajar ao estrangeiro, principalmente aos EUA, para não ter de preencher papéis que apelam para a biometria. Será preciso manter sua antiga carteira de identidade, que na França é válida enquanto você estiver reconhecível na foto.




É claro que não poderá mandar seus filhos à escola no sistema oficial. E o verdadeiro limite será a saúde, pois a partir do momento em que você precisar do sistema de saúde entrará obrigatoriamente nos arquivos. O problema é que essa retirada da sociedade vai parecer uma viagem ao passado, um retorno a formas antigas de controle social.




Em seu vilarejo perdido não haverá quase ninguém, mas todo mundo num raio de 10 quilômetros conhecerá seus hábitos de vida, suas particularidades. Os séculos anteriores à tecnologia moderna estavam longe de ser épocas sem vigilância. Para evitar isso, você talvez prefira se fundir à selva urbana. A multidão das cidades também pode garantir o anonimato. Mas nesse caso a margem entre saída do sistema e exclusão é perigosamente estreita. Você passará despercebido, mas com um modo de vida cada vez mais parecido com o de um sem-teto.




LM - Sem ir tão longe, ainda podemos pelo menos controlar as informações que deixamos sobre nós?


Rousselin - Se você decide continuar na sociedade, necessariamente circulam informações sobre você. Você paga impostos ao fisco, que por conseguinte sabe coisas sobre você, assim como seu empregador, etc. Por outro lado, pode evitar dar informações sobre si mesmo que ninguém o obriga a revelar. Pode evitar preencher todos os questionários a que nem presta atenção, geralmente sob o pretexto de ganhar brindes. Podemos muito bem sobreviver sem cartões fidelidade e sem dar nossa ficha completa para comprar uma torradeira de pão. É verdade que ganhamos com isso, mas principalmente damos o direito de que o conjunto de nossas compras seja analisado e identificado. Os cartões fidelidade alimentam constantemente bancos de dados que memorizam todas as transações.




Progressivamente, deixamos que se forme uma mina de informações sobre nós mesmos. Alguns desses arquivos circulam livremente, se você esquecer de marcar o quadradinho embaixo à direita que proíbe que seu interlocutor ceda seus dados para "parceiros". Portanto, quando você preenche questionários não-obrigatórios, não é absolutamente obrigado a dar informações reais. Nada o impede de errar seu endereço ou o número de telefone.




LM - Os telefones celulares são cada vez mais considerados potenciais espiões. Podemos limitar esse risco?


Rousselin - A partir do momento em que seu aparelho está ligado ou à espera (em stand-by), sua operadora, a pedido de um vigilante, pode efetivamente acionar uma série de mecanismos de espionagem. Para a localização existem vários procedimentos que permitem situá-lo com precisão de cerca de 50 metros, utilizando, por triangulação, as três antenas retransmissoras mais próximas de seu aparelho. É o que foi utilizado para localizar o comando que assassinou o delegado Erignac.




Os telefones de última geração, que hoje constituem o topo de linha, contêm um chip GPS e serão localizáveis com muito mais facilidade e precisão. Para a escuta, isso não se limita à possibilidade de interceptar uma conversa, o que se tornou muito simples. Uma operadora também tem a capacidade de usar um celular como microfone de ambiente.




Juridicamente, os serviços policiais podem, sob certas condições, pedir à operadora que transforme o telefone em microfone e escutar tudo o que se diz ao redor da pessoa que o utiliza. Mas em todo caso, tanto para localização como para escuta, é preciso que o celular não esteja desligado. Se estiver, nada mais é possível, ao contrário do que afirmaram vários artigos que confundiram desligado com o modo em espera.




Portanto, se você quiser evitar ser constantemente localizável, faça como os policiais ou os bandidos: desligue seu celular assim que não o estiver mais usando. Evidentemente, você perderá um dos grandes interesses do aparelho, o de poder ser localizado a qualquer momento.




LM - A maior brecha em nossa vida privada continua sendo o computador conectado à Internet?


Rousselin - É verdade. A maioria dos computadores é fornecida com sistemas operacionais que dão direito juridicamente à Microsoft ou à Apple de colocar espiões em sua casa, supostamente por bons motivos. Desde a conexão à rede, e sem qualquer decisão autônoma de nossa parte, haverá todo um pequeno tráfego para propor atualizações, verificar se não estamos utilizando programas piratas e coletar informações sobre nosso local de trabalho.




Recentemente, o estado da Renânia do Norte-Vestfália, na Alemanha, votou um projeto de lei autorizando a polícia a colocar vírus de escuta no computador de suspeitos. Isso serviu como alerta. As pessoas perceberam que tecnicamente era infantil e que muitas empresas sabiam fazer isso. Assim que a pessoa entra na rede a coisa se agrava.




Cada vez que vemos um site, ele registra o número de páginas vistas, seu tempo de consulta, os links seguidos, a integralidade do percurso do cliente antes da transação, assim como os sites visitados antes e depois. Imagine os mesmos métodos aplicados à revista que seus leitores têm nas mãos: eles concordariam que você conhecesse sistematicamente o tipo de poltrona em que estão sentados, o grau de seus óculos, suas horas de leitura, o jornal que leram antes deste? Certamente não, no entanto é o que acontece, sem nossa interferência, cada vez que navegamos.




O "New York Times" publicou uma pesquisa em dezembro passado que explica que quando entramos no Yahoo damos 811 informações pessoais simultâneas. O computador é uma verdadeira janela para o mundo, mas não tem cortinas. Assim, se quero ter certeza de passar despercebido, não entro na Internet. Mas isso equivale cada vez mais a dizer "saí do jogo social".




LM - Isso será possível daqui a 15 ou 20 anos, quando tudo estiver desmaterializado, principalmente as formalidades administrativas? Nesse novo "jogo social", por que o senhor é tão crítico com as redes sociais ou a prática dos blogs?


Rousselin - Porque, para mim, o maior risco se situa aí, principalmente no que se refere aos adolescentes. Milhões deles abriram blogs ou participam de fóruns onde vão deixar um volume enorme de informações sem perceber as conseqüências. Já vimos diversos casos. Jovens que massacram em seus blogs as empresas onde fizeram estágios e que dois anos depois se surpreendem ao saber que os recrutadores lêem esse tipo de coisa. Fazer besteiras e querer se mostrar é próprio da adolescência. O problema é que as divulgamos em sistemas tecnológicos privados que as guardarão na memória. Noventa por cento das pessoas que se inscrevem em redes sociais as abandonam dois meses depois. Elas fizeram todo o processo de admissão e depois acabam se cansando, e deixam para trás montes de dados pessoais.




Eu acabo de fazer uma experiência edificante nesse sentido, no âmbito profissional. Estava em um centro de informação militar para uma auditoria e visitei as unidades de produção. Ao voltar, quando redigi meu relatório, percebi que não havia anotado o nome do responsável. Então fui procurar em uma ferramenta que permite buscar quem está em qual rede social, o equivalente a um metamotor de busca para as redes sociais. Coloquei as informações de que dispunha (o primeiro nome dele, sua nacionalidade e seu empregador). Encontrei o sujeito no LinkedIn. Nesse site havia sua biografia, que ele mesmo havia digitado, assim como todas as suas missões militares até seu posto atual. Fiquei atônito.




Google e Yahoo tornaram-se assim os principais detentores de informações sobre nossos comportamentos, nossos hábitos de consumo. São empresas que não existiam há dez ou 15 anos. Quem pode dizer o que elas serão daqui a 20?




LM - Acabamos de ver que restam algumas margens de manobra se quisermos escapar da vigilância tecnológica. Mas o que vai acontecer no dia em que todos esses sistemas estiverem interconectados, quando for instaurada a "convergência" dos arquivos, dos computadores, dos meios de observação que alguns autores anunciam como inevitável até 2050?


Rousselin - Não tenho certeza se podemos ser tão categóricos sobre a chegada desse metassistema. Há vários fatores difíceis de medir, que podem retardar essa evolução ou mesmo impedi-la, emperrando o sistema. Primeiro a incompetência, que não se deve subestimar jamais. O vigilante é, por definição, paranóico. Em conseqüência, hoje ele tem muitos inimigos entre os que supostamente estariam do seu lado. Antes de chegar a um sistema que poderá dispensar os humanos, ainda haverá pessoas que brigam, serviços que não se comunicam, responsáveis que dissimulam as informações. O bê-á-bá da administração pública há 5 mil anos consiste, entre os serviços públicos, em ocultar mutuamente as informações. Em todos os casos ligados ao terrorismo, percebemos que a lógica básica é o FBI que vigia a CIA, que vigia a ASN, etc. É por isso que o mulá Omar e Bin Laden ainda estão por aí.




É o que às vezes eu acho excessivo nos panfletos sobre vigilância: sempre há um exagero, essa tendência a pensar que o vigilante não comete erros, que ele não levanta no meio do vídeo para tomar um café, etc. Ele se torna desumano. Mas várias imperfeições prejudicam a potencial eficácia da vigilância.




Outro parâmetro a se levar em conta é que cada uma das tecnologias cria seus próprios contrapoderes. Para a observação (videovigilância ou satélites), vemos que a maior dificuldade está na enorme quantidade de imagens em relação ao número de analistas existentes e às capacidades técnicas de análise disponíveis. Dezenas de milhares de amadores que decifram as imagens também se tornam tão poderosos quanto os poderes que dispõem de meios limitados. Constatamos isso no momento do furacão Katrina, quando, ao ver as imagens à sua disposição, os internautas revelaram a impotência das autoridades americanas.




Os cidadãos também podem inverter certos meios contra seus criadores e vigiar os vigilantes. Um dos aspectos da nossa pesquisa que nos deixou otimistas é a efervescência criativa que está crescendo ao redor desse assunto. Diversas formas de resistências artísticas ou associativas estão surgindo. Elas podem retardar ou impedir o pior, ao sensibilizar o grande público.




LM - Mais que buscar passar despercebido, a solução seria tornar-se ativo para subverter o sistema?


Rousselin - Sim, ainda há muitos campos em nossa vida pessoal onde nem tudo está decidido. E por isso cabe a cada um de nós agir para que a vigilância não se amplifique. Assistimos ao surgimento de ativistas, vemos artistas, pessoas que têm comportamentos saudáveis. Mas caímos sob nossas próprias facilidades, nossos pequenos interesses momentâneos. Talvez seja contra isso que devemos lutar. Contra nós mesmos? Sim! Porque gostamos muito do que é moderno e simples. A força do Google ou da Apple são as interfaces incrivelmente fáceis e intuitivas que nos seduzem.




Todos temos amigos que fazem demonstração de seu novo objeto super high-tech, que elogiam as virtudes de seu novo telefone, de seu novo assistente pessoal. Eles estão simplesmente promovendo o novo instrumento que os vigia. E se orgulham muito disso. Somos todos um pouco parecidos. Isso mostra que somos modernos. Em certos momentos é preciso saber se mostrar um pouco antiquado e aceitar que nossa vida seja um pouco menos simplificada.




Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves




Fonte: UOL notícias


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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Nova Ordem Mundial - O Clube de Roma



Futurologia Sócio-econômica.




Essa é uma das mais influentes e conceituadas organizações não-governamental do mundo. Fundado em 1968, o Clube de Roma reúne economistas, industriais, banqueiros, chefes-de-estado, líderes políticos e cientistas de vários países para analisar a situação mundial e apresentar previsões e soluções para o futuro.




O primeiro relatório dessa organização foi publicado em 1972 com o título de Os Limites do Crescimento, e, rapidamente, tornou-se um sucesso de vendas. Os profetas do apocalipse sócio-econômico do Clube de Roma vaticinaram que uma crise sem precedentes está para abater sobre o mundo.




Eles apontaram alguns fatores que poderão conduzir a uma crise mundial jamais vista:




ESGOTAMENTO DE RECURSOS NATURAIS - A precisão é de que até o ano 2007 haverá uma queda acentuada nos recursos minerais e hídricos do nosso planeta provocada pela exploração desordenada e gananciosa.




CRISE ENERGÉTICA - A perspectiva é que, em poucas décadas, as fontes de energia como petróleo e carvão se esgotem e a energia hidroelétrica atinja seu ponto de saturação por ser o único meio de obtenção de energia além do sol.




CRESCIMENTO POPULACIONAL - O aumento das populações carentes assusta muito às classes mais altas e pode provocar a escassez de alimentos e o aumento da violência em geral.




ESCASSEZ DE ALIMENTOS - Enquanto diminuem as terras cultiváveis e os estoques de alimentos, o êxodo rural aumenta, gerando o aumento da população urbana com isso uma série de problemas sociais e principalmente o desemprego.




DESEMPREGO EM MASSA - Nessa área as perspectivas são sombrias… O número de vagas de trabalho é muito inferior ao número de jovens que entram na idade de buscar um emprego. Sem falar nas barreiras que são criadas para diminuir o número de candidatos para poucas vagas.




POLUIÇÃO AMBIENTAL - A industrialização do mundo moderno está destruindo rapidamente o meio-ambiente com efeitos sem volta e acima de qualquer previsão. Um dos dirigentes do Clube de Roma, Aurelio Peccei, declarou à imprensa que hoje a humanidade está "mais confusa, mais preocupada, e mais insegura do que há dez anos atrás".




Isso cria um terreno fértil, propício à instalação de um governo totalitário. Foi precisamente numa Alemanha confusa, preocupada e insegura que, há pouco mais de sessenta anos, surgiu uma figura carismática prometendo resolver todos os problemas do país. Adolf Hitler soube aproveitar-se da confusão, preocupação e insegurança geradas no povo alemão pela situação caótica reinante.




Os profetas do Clube de Roma predizem que "ocorrerá um colapso total do nosso sistema mundial entre o início e o meio do século XXI, se não forem tomadas medidas para solucionar os problemas que hoje enfrentamos". Por isso, o Clube de Roma é uma das organizações que mais trabalha em prol da implantação da Nova Ordem Mundial. Aurelio Peccei, afirmou: "Ocorrerá um desastre, e um líder carismático mundial surgirá e, então, dar-se-á início a essa Nova Era." Outro dirigente do Clube de Roma e ativo líder da Nova Era, Benjamim Creme, afirmou que o triângulo é um dos símbolos sagrados desse movimento e representa o Cristo Cósmico que virá.




Como acabamos de ver, o movimento mundial da Nova Era não se trata de uma religião, mas de uma verdadeira conspiração silenciosa que estende seus tentáculos sobre o mundo como um gigantesco e invisível polvo que, aos poucos, vai fechando o cerco , derrubando os obstáculos que se interpõem ao seu objetivo máximo:




A realização do sonho de Lúcifer, de assumir o controle total do mundo através de um governo centralizado no qual o Criador seja apagado da memória da humanidade e ele e o seu sistema de coisas seja o único "Deus" para todos. Será que você está consciente de que o plano para que isso se concretize já está pronto?




O PLANO


Por que John Kennedy foi assassinado? Todo o mecanismo para a execução desse plano de uma arrancada só já está pronto e isso poderá ser feito dentro do curto prazo de uma hora, em todo o território dos EUA. Esse plano é conhecido pelo código de Ordem Executiva 11490.




A ordem para acionar este plano depende apenas da ocasião oportuna, quando o presidente americano declarar estado de emergência. Então, o total controle do governo entrará em vigor a qualquer momento em que houver aumento da tensão internacional ou um colapso do sistema financeiro. Ocorrendo isso, dentro do espaço de uma hora, o governo assumirá imediatamente o controle de:




·Todos os meios de comunicação;




·Todas as centrais elétricas;




· Todas as companhias de petróleo;




· Todos os estoques de alimentos;




· Todos os meios de transporte;




· Todos os setores de saúde, educação e previdência social;




· Todas as instituições financeiras, que poderão trocar todo o dinheiro existente;




· Todos os cidadãos, que serão convocados como servidores do governo e cidadãos do mundo;




· Todas as pessoas serão cadastradas imediatamente pelas agências de Correios.




Essas medidas de exceção, transformadas em lei pela caneta do presidente John Kennedy, assassinado em 1963, conferem ao presidente americano os poderes ilimitados de um ditador. Discursando na Universidade de Columbia, em 1963, o presidente John Kennedy declarou em tom de denúncia: "O alto posto de presidente tem sido usado para alimentar um plano para destruir a liberdade do EUA e, antes que eu deixe o cargo, tenho que colocar os cidadãos a par da situação".




Oito dias depois dessa denúncia, o presidente John Kennedy foi obrigado a assinar a Ordem Executiva 11490. Dois dias depois de assinar a Ordem executiva 11490, o presidente John Kennedy foi assassinado.




Cinco anos mais tarde, quando disputava a eleição para a presidência dos EUA, seu irmão, Bob Kennedy, foi igualmente assassinado. Qualquer semelhança não é mera coincidência. Ainda mais quando lembramos que em 1962, um ano antes do assassinato do presidente, a amante de Kennedy, a atriz Marilyn Monroe, morreu em condições sombrias, vitimada pela ingestão de calmantes.




Além disso, em 1969, um ano após a assassinato do senador Bob Kennedy, seu irmão, o senador Edward Kennedy, que se preparava para concorrer à presidência foi vítima de um acidente de carro no qual morreu sua secretária particular.




Tendo sobrevivido ao acidente, Ted Kennedy viu-se forçado a assumir a culpa por imperícia ao volante, o que resultou na sua desistência de concorrer às eleições presidenciais. Após a morte do presidente Kennedy, sua viúva Jackie, apavorada pela tragédia que se abateu sobre sua vida, temendo pela sua segurança e de seus filhos ainda pequenos, procurou refúgio junto ao armador grego Aristóteles Onassis, um dos homens mais ricos do mundo.




Disposta a sobreviver à trama que havia tirado a vida de John Kennedy e Bob Kennedy, Jackie casou-se com o milionário e partiu para o exílio nas ilhas gregas até que o caso caísse no esquecimento. O plano abrange ainda guerras satanicamente projetadas que os seus pensadores chamam de períodos de transição.




Para eles, guerras são os melhores instrumentos para mudanças rápidas e radicais nas condições sócio-econômicas pois criam novos começos. O grande exemplo disto são o próprio EUA que emergiram após a 2ª Guerra Mundial como a maior nação do Ocidente.




Segundo os especialistas, a terceira e última guerra mundial será deflagrada no Oriente Médio, um barril de pólvora pronto para explodir, constantemente sustentado pelos interesses das sociedades secretas e suas subsidiárias compostas de homens poderosos e iluminados que vêm instigando o ódio entre árabes e judeus durante décadas e, agora, assumem uma posição pacifista francamente favoráveis aos direitos do povo palestino, com o objetivo de transformar Jerusalém na capital de um futuro Estado Palestino, medida que conta com o apoio do Vaticano.




Precisamos dar mais atenção à Palavra de Deus.




Nós já estamos sendo condicionados pela imprensa a aceitar essa transformação mundial como um processo natural, inevitável. Diariamente os jornais, as revistas, o rádio, e a televisão realizam uma verdadeira lavagem cerebral, utilizando termos como Nova Era, Nova Consciência, Nova Mentalidade, Era de Aquário, Nova Ordem Mundial, Terceiro Milênio... Sem falar que os meios de comunicação transmitem mais coisas ruins para nós e para nossos filhos do que informações proveitosas realmente.




Quem detém a informação detém o poder




Cp. 13 Apocalípse: A tecnologia moderna , que está impondo à humanidade mais e mais armas mortíferas e ao mesmo tempo, está formando um mundo cada vez mais interdependente , provoca no homem uma angústia tão grande que estamos prontos para divinizar o primeiro César que surgir e conseguir dar ao mundo um pouco de paz.




O Dr. Ralph Barton Perry disse: " Está em elaboração o governo de um mundo só. Quer gostemos disso ou não. Estamos mudando para um governo de um mundo só".




O cientista Arthur Compton afirmou: " O governo mundial tornou-se inevitável."




O cientista Harold Urey, que ganhou o prêmio Nobel de química, disse:" A única escapatória da destruição total da civilização será um governo mundial."




Deus, o Criador do universo e de todas as coisas, disse: " Tem esses um só pensamento, e o oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem." Ap. 17:13.




Deus afirma que, no desenrolar dos últimos lances da história mundial, uma elite do poder irá ser tomada por uma idéia fixa comum à maioria : conceder o poder e autoridade a um indivíduo para que posso dominar sobre a Terra. Foi exatamente o que acabamos de ler nas citações desses sábios.




A expressão Nova Ordem mundial, nada mais é que a senha para o governo mundial único. A tendência hoje é a concentração de grande blocos econômicos centralizados. Isto é a globalização, um preparativo para a formação de um único bloco centralizado.. A comunidade de países independentes, ( antiga URSS ), o NAFTA ( Canadá, EUA, México ), CCE ( Comunidade comum Européia ), Mercosul, ALCA ( união das Américas ), e Tigres Asiáticos.




O plano é , fortalecer esses blocos, e depois fazer a fusão de todos, em uma só economia, uma só moeda, uma só religião, uma só lei.. Os blocos são apenas o embrião do Governo Mundial.




E ainda contam com o desinteresse da maior parte da população por assuntos ligados a economia e política ( pão e circo para o povo ).




Muito em breve a humanidade vai conhecer aquele a quem todo o poder e autoridade mundial será entregue.




Seitas Secretas




Por trás da nova Ordem Mundial existe uma teia, uma rede de sociedades secretas e ocultistas que vem trabalhando incessante e incansavelmente pela concretização dos ideais do anjo caído: Maçonaria, Iluminados, Rosacruz, Caveira e Ossos, Antroposofia, Logosofia, Teosofia, Eubiose, ONU, Clube de Roma, Fundação Rockfeller, Greenpeace, Rotary Club e outras.








Pesquisado por Mônica Romano.


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