quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Tecnologia

RIO - Acesso à internet em qualquer lugar onde haja iluminação artifical, com mais segurança e menor gasto de energia. Esse é o objetivo de uma pesquisa anunciada nesta terça-feira pela Universidade de Boston, que terá financiamento de US$ 18,5 milhões da National Science Foundation dos EUA em 10 anos. A idéia é que a luz emitida por lâmpadas LED substitua as ondas de rádio como forma de transmissão de internet sem-fio. Os pesquisadores querem criar o que eles chamam de "Smart Lighting", adicionando a capacidade de transmitir de dados aos LEDs, que garantem melhor iluminação e têm maior vida útil que as lâmpadas utilizadas atualmente, além de gastar menos energia.


- Essa é uma oportunidade única de criar uma tecnologia que não só garante iluminação mais eficiente como também traz a próxima geração de comunicação sem-fio mais segura - disse o professor Thomas Little que lidera a equipe da Universidade de Boston.


" Imagine se o seu computador, iPhone, TV, rádio ou termostato pudessem se comunicar quando você ligasse a luz em uma sala? "


O professor Little diz que os LEDs vão substituir as lâmpadas fluorescentes e incandescentes nos próximos 10 ou 15 anos por conta da sua maior eficiência e durabilidade.


- Conforme fizermos a transição da iluminação incandescente e fluorescente para as LEDs poderemos simultaneamente construir uma infraestrutura de comunicação mais rápida e segura com um custo modesto e novas e inimagináveis aplicações.


As lâmpadas LED podem ser utilizadas para transmitir dados e iluminar ao mesmo tempo graças a sua capacidade de "piscar" tão rapidamente que o olho humano não percebe a mudança, segundo os responsáveis pelo estudo.


- Imagine se o seu computador, iPhone, TV, rádio ou termostato pudessem se comunicar quando você ligasse a luz em uma sala? E sem a quantidade de fios necessária hoje em dia - explica Little.


Internet via luz elétrica


O Rensselaer Polytechnic Institute (RPI) e a Universidade do Novo México também participarão do projeto, criando aplicativos e sistemas para entender melhor a proliferação da "luz inteligente", além de materiais necessários para que os aparelhos sem-fio conversem com a rede. A Universidade de Boston vai se focar no desenvolvimento de aplicativos para redes, especialmente a tecnologia óptica que formará o backbone da rede.


Little diz que um aparelho wireless na área de alcance de uma lâmpada poderia receber e transmitir dados a uma velocidade de 1 a 10 megabits por segundo, com cada LED servindo como um ponto de acesso à rede. Uma rede criada dessa forma, segundo os pesquisadores, teria potencial de oferecer mais banda do que a atual tecnologia de rádio, em que um usuário que faz um download maior pode sobrecarregar o sistema. Com a transmissão pela luz a equipe da Universidade de Boston crê que cada pessoa em um avião, por exemplo, poderá baixar simultaneamente um filme de alta-definição para seu laptop sem interferências ou lentidão.


Além disso, como a luz branca não ultrapassa superfícies opacas como paredes, o nível de segurança é maior. E LEDs gastam menos energia que a atual tecnologia de rádio. Outras aplicações para a tecnologia também serão estudadas.


- Luzes de freio já usam lâmpadas LED, então um automóvel poderia ter um sensor que detecta quando os freios do carro à frente são acionados e alerta o motorista desatento ou mesmo diminui a velocidade do carro.




Segundo o FAQ da Universidade, lâmpadas LED custam hoje de US$ 15 a US$ 90, com vida útil de 30 mil a 50 mil horas. Enquanto isso, lâmpadas fluorescentes custam US$ 2 para uma vida útil de 5 mil horas e as incandescentes US$ 1 para mil horas de uso. Os preços das LEDs, no entanto, devem cair com o aumento da produção e desenvolvimento de tecnologia. Além disso, as LEDs produzem menos calor (economizando em ar-condicionado), são mais resistentes e não contêm mercúrio. A economia estimada para 10 anos com a mudança mundial de sistema de iluminação é de US$ 18 trilhões. --http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/10/07/pesquisadores_querem_transmitir_dados_atraves_da_luz_emitida_por_lampadas_led-548599007.asp


Nota: É tudo muito bom, soa simples e inocente, mas se já não temos privacidade com a tecnologia de transmissão de dados existente no momento, imaginem só ela onipresente em cada canto ao nosso redor, aí sim será um verdadeiro Big Brother.


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Nova Ordem Mundial - FMI

FMI: Pior da crise financeira ainda está por vir


Um relatório divulgado nesta terça-feira pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) sugere que o pior da atual crise financeira global ainda está por vir.


O documento, intitulado Estabilidade Financeira Global, afirma que o sistema financeiro atravessa o que o FMI classificou como "um período de turbulências sem precedentes" e prevê que bancos em todo mundo continuarão a registrar fortes perdas.


O FMI ressaltou a determinação dos governos em responder aos atuais desafios, mas disse que "a restauração da estabilidade financeira se beneficiaria de um comprometimento coletivo das autoridades, que devem tratar o problema com eficiência".


Para o diretor do fundo, Dominique Strauss-Kahn, "o tempo das soluções à conta gotas chegou ao fim".


"Eu peço aos legisladores que tratem esta crise com medidas abrangentes que restaurem a confiança no setor financeiro. Ao mesmo tempo, os governos nacionais devem coordenar de perto esses esforços para trazer de volta a estabilidade do sistema financeiro internacional."


EUA: Epicentro da crise


Na avaliação do FMI, ficará cada vez mais difícil para as instituições bancárias abastecerem seus caixas com capital proveniente de acionistas ou de fundos de investimentos estatais baseados na Ásia ou no Oriente Médio.


Com a crise do crédito e a confiança em baixa, os bancos enfrentarão dificuldades para captar capital, o que significa que governos terão de se envolver cada vez mais em operações de resgate, como a que salvou os bancos hipotecários americanos Fannie Mae e Freddie Mac.


O relatório do FMI demonstra apoio às linhas gerais do pacote de ajuda econômica de US$ 700 bilhões aprovado pelo Congresso americano na semana passada, mas ressalva que os "detalhes de sua implementação serão cruciais para seu sucesso".


O estudo diz que os Estados Unidos continuam no "epicentro da crise" e que o declínio contínuo no mercado imobiliário americano e a desaceleração da economia global devem aumentar o número de inadimplências de hipotecas e de outros tipos de empréstimos.


O FMI estima que as perdas nos Estados Unidos originadas de empréstimos e outros produtos financeiros devem chegar a US$ 1,4 trilhão, um aumento significativo em relação aos US$ 945 bilhões estimados no relatório divulgado em abril deste ano.


Para a instituição, os mercados emergentes estão correndo sérios riscos e países do leste europeu também poderão ser seriamente atingidos diante do grande número de empréstimos hipotecários concedidos por bancos a pessoas de baixa renda.


O relatório faz algumas recomendações com objetivo de tentar ajudar as autoridades a resgatar a confiança "nessas circustâncias excepcionais".


Entre elas estão respostas rápidas, por parte dos governos, aos primeiros sinais de perdas no setor financeiro como forma de evitar "repercussões sistêmicas", e a garantia de que intervenções governamentais de emergência sejam temporárias e que os interesses dos contribuintes sejam protegidos. --http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/10/07/fmi_pior_da_crise_financeira_ainda_esta_por_vir-548593349.asp


Nota: Até onde esta crise nos levará? Nas décadas de 80 e 90 o FMI obrigava as economias emergentes a aderirem ao programa neoliberal, que na verdade de liberal tinha muito pouco, o que ocorreu na verdade foi uma brutal concentração de poder nas instituições financeiras estrangeiras, agora estas mesmas instituições de dominam as finanças de praticamente todo ocidente estão em crise e o FMI vem a público dizer que a crise ainda vai ficar pior, na verdade parece que este organismo, protótipo do futuro Governo Mundial, quer mesmo é espalhar pânico para assim conseguir avançar sua agenda oculta como mostra a reportagem a seguir.


FMI diz que é preciso atuar de forma rápida e coordenada contra crise




Paris, 4 out (EFE).- O diretor-executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou hoje, em Paris, que para fazer frente à crise financeira internacional "é preciso atuar rápido e de forma coordenada".


Strauss-Khan, que fez estas declarações depois de se reunir com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse ainda que "a situação é muito preocupante", e apoiou a vontade do chefe de Estado francês de fazer "os europeus se coordenarem".


O diretor-executivo do FMI, que reiterou seu apoio ao pacote do Governo americano para salvar o setor bancário "por ser um plano global", afirmou que é preciso reformar a arquitetura do sistema financeiro internacional e que, para isso, será necessária a ajuda de outros países que não os do G8 (as sete nações mais industrializadas e a Rússia).


Sarkozy recebeu Strauss-Khan poucas horas antes da reunião que ainda hoje, no Palácio do Eliseu, vai reunir os chefes de Estado ou de Governo dos quatro países europeus no G8 (França, Alemanha, Reino Unido e Itália), além dos presidentes da Comissão Européia, do Banco Central Europeu e do Eurogrupo.


Durante o encontro com o presidente francês, o diretor do FMI disse ainda que a entidade vai publicar previsões "sensivelmente revisadas para baixo" a respeito do que já havia anunciado, e que no setor financeiro "as perdas se revelam maiores" do que o antecipado em abril.


Strauss-Khan também apoiou a iniciativa de Sarkozy de conseguir "a coordenação dos europeus" no encontro de mais tarde com os chefes de Governo de Alemanha, Angela Merkel, Reino Unido, Gordon Brown, e Itália, Silvio Berlusconi.


"A Europa deve assumir suas responsabilidades, como os Estados Unidos o fizeram, embora talvez um pouco tarde", disse à imprensa.


A experiência do FMI, declarou, é que em situações deste tipo "a resposta tem que ser global", por isso a mobilização de Sarkozy, "que quer uma coordenação dos europeus, que quer uma resposta coletiva, que quer evitar que haja uma ausência de solidariedade entre os europeus".


Strauss-Kahn disse esperar que a reunião de hoje em Paris termine com "uma mensagem de coordenação, de ação coletiva, que é mais necessária porque a Europa é uma construção mais complexa que os EUA" Perguntado sobre se a Europa precisa de um plano similar ao americano, Strauss-Khan respondeu: "A situação na Europa é diferente".


"Na Europa é preciso uma coordenação (...). O que conta é que ninguém atue por conta própria, como alguns Estados já fizeram um pouco. Toda ação deve ser decidida de forma coordenada. É preciso indicar ao mercado e à opinião pública que os Governos e a UE tomam as rédeas", acrescentou.


--http://economia.uol.com.br/ultnot/efe/2008/10/04/ult1767u130157.jhtm




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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Crise Financeira

FBI não acompanha explosão de crimes com hipotecas


Carlos Drummond


De São Paulo


Em junho, o FBI ordenou aos seus escritórios localizados em 26 áreas dos Estados Unidos com grande incidência de crimes ligados ao mercado de hipotecas de baixa qualidade (subprime), que se concentrassem nas investigações desses casos. Naquele momento, apenas 150 agentes trabalhavam em 1.300 delitos do tipo. Uma quantidade irrisória diante dos 38 mil casos registrados no primeiro semestre, total 31% maior do que no mesmo período de 2007, ano em que houve 47 mil registros de atividades suspeitas nesse mercado, estopim da crise econômica que atinge os Estados Unidos e o resto do mundo.


Os crimes no mercado de hipotecas se espalham há mais de dois anos nos Estados Unidos, com especial intensidade nos estados da Flórida, Geórgia, Califórnia, Nevada, Arizona, Texas, Nova Iorque, Ohio, Michigan, Illinois, Indiana e Minessota. O FBI tem 12 mil agentes e 56 escritórios.


O senador Joseph Biden, do Partido Democrata e membro da Comissão de Justiça, notou que, nos últimos anos, 2.400 agentes do FBI foram mobilizados para combater o terrorismo. Ou seja, 16 vezes mais do que a quantidade de integrantes da equipe disponível até junho para investigar fraudes que estão na base do que talvez sejam o maior colapso social dos Estados Unidos e a mais grave crise mundial desde 1929.


A desproporção do efetivo em relação ao tamanho do problema chama a atenção quando se sabe que, em janeiro deste ano, 14 empresas, incluindo alguns dos maiores bancos do mundo, estavam sob investigação do FBI por possíveis fraudes contábeis, empréstimos securitizados fora das regras, financiamentos irregulares e tráfico de informações privilegiadas no mercado de hipotecas. A informação, divulgada pelo jornal The Guardian e pela Reuters, dava conta de que a agência investigava tanto as empresas que securitizaram os empréstimos como os bancos de investimento que compraram esses produtos, assim como as instituições que desenvolveram e as que concederam as hipotecas subprime.


Bear Stearns, Goldman Sachs e Morgan Stanley anunciaram que estavam cooperando com as investigações. De acordo com a Reuters, o banco suíço UBS também estava sendo investigado.


A crise explodiu quando centenas de bilhões de dólares em empréstimos para aquisição de residências foram entregues a pessoas que sabidamente não tinham condições de honrá-los. Elas ficaram com o "mico", isto é, com empréstimos impossíveis de pagar. Muitas perderam as suas casas também.


As fraudes envolvem desde bancos de investimento até instituições especializadas em crédito imobiliário e intermediários de vários tipos. As punições da Justiça, até o momento, atingiram apenas os pequenos intermediários desse mercado.


A importância aparentemente pequena que o FBI tem dado ao problema faz com que se multipliquem as críticas, em blogs e chats da internet, às ligações entre o governo Bush e Wall Street, tidas como comprometedoras.


Não chega a surpreender, entretanto, que a vista grossa de Washington favoreça crimes corporativos. Em primeiro lugar, houve uma política econômica que os ensejou. Não por acaso, alguns internautas dos Estados Unidos pedem a punição de Bush e do ex-presidente do FED, Alan Greenspan, que, com a derrubada da taxa de juros americana para 1%, em junho de 2003, deu início à ciranda financeira que viria desembocar no desastre atual. A atitude de leniência de Washington em relação a Wall Street seria, portanto, uma questão de coerência. Em uma frase que pretende resumir o que ocorre, o internauta M. T. N. Mike dispara: "criminosos profissionais estão investigando criminosos profissionais. Isso certamente não é uma falha do melhor governo que o dinheiro conseguiu comprar".


Carlos Drummond é jornalista. Coordena o Curso de Jornalismo da Facamp.--http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3234273-EI6609,00-FBI+nao+acompanha+explosao+de+crimes+com+hipotecas.html


Nota: Será que uma crise de tal magnitude, em que as maiores instituições financeiras americanas estão envolvidas, poderia acontecer sem que o FED e outras instituições fiscalizadoras tivessem conhecimento? É difícil de acreditar.


Há inúmeras fontes que dizem há bastante tempo que o Governo Mundial só seria possível depois de várias crises globais, e uma crise financeira é uma dessas crises planejadas para a implantação do governo único da Nova Ordem Mundial.


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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial: Big Brother



Profético: A Caminho do Controle Total


Os Estados Unidos estão liderando a Europa e o restante do mundo em direção a uma nova era de vigilância. Na esteira dos atentados de setembro de 2001, os EUA têm produzido tecnologias de segurança que vão desde a coleta de dados nos aeroportos até sistemas de biometria para identificar os visitantes que chegam ao país. Essas tecnologias têm sido exportadas e adotadas ao redor do globo. Entretanto, enquanto a cultura americana libertária e antigovernamental talvez protegerá seus cidadãos dos piores excessos da vigilância das autoridades, os europeus poderão não ter a mesma sorte.


O público britânico, com sua confiança instintiva no governo, tem se mostrado indiferente diante do avanço da vigilância. Mais preocupado em se sentir seguro do que estar em segurança, ele não tem reagido aos relatórios do próprio governo que sugerem que a proliferação de câmaras de vigilância não teve "efeito sobre os crimes violentos" ou o terrorismo.


As atitudes européias com relação à privacidade variam muito, mas os europeus ocidentais tendem a suspeitar menos da autoridade governamental centralizada do que os americanos. Quando o governo dos EUA anunciou o programa US-VISIT, que exige que todos os estrangeiros que chegam ao país sejam fotografados, tenham suas impressões digitais coletadas e suas informações biométricas incluídas em um banco de dados, não houve protestos oficiais da França e da Alemanha, pois ambos os países já estão planejando coletar as impressões digitais de quem solicitar um visto de entrada. O Brasil, em contraste, retaliou, impondo a identificação de visitantes americanos.


A deferência maior dos europeus à autoridade governamental levou países como a Alemanha e a Grã-Bretanha a adotar medidas de vigilância após 11/9/2001 que, de certa forma, foram além das normas impostas pelos EUA. Em 2002, por exemplo, a Alemanha aprovou uma lei que autoriza o governo a criar um banco de dados centralizado com informações pessoais sobre estrangeiros, incluindo suas impressões digitais e sua filiação religiosa. A lei também autoriza a inclusão de dados biométricos, como impressões digitais, nas cédulas de identidade dos alemães. Além disso, ela apóia explicitamente a coleta de dados em ampla escala, exigindo que as agências governamentais repassem os dados pessoais à polícia federal.


Na Grã-Bretanha, onde se é ainda menos desconfiado com a vigilância governamental do que na Alemanha, devido à experiência diferente com relação ao fascismo e ao comunismo, o aumento do poder de vigilância tem sido maior. Leis antiterroristas aprovadas em 2000 e 2001 permitem que a polícia prenda sem mandato quaisquer pessoas suspeitas de terrorismo. Elas podem ficar detidas durante 48 horas sem direito à presença de um advogado. A polícia também pode tirar impressões digitais, fotografar e procurar sinais característicos no corpo dos suspeitos sem o consentimento destes. Qualquer estrangeiro suspeito de terrorismo pode ser detido por tempo indeterminado sem julgamento. (Newsweek, edição européia)


Quando lemos artigos sobre segurança internacional e combate ao terrorismo, devemos ter em mente duas palavras: "controle" e "identificação". Se formos realistas, concluiremos que esses procedimentos de segurança são praticamente inúteis. Os terroristas conhecem como eles funcionam e simplesmente procuram por alguma falha inevitável no esquema para escaparem da identificação.


O terrorismo sempre está um passo à frente, apesar dos governos prometerem proteção aos cidadãos. Os ataques de 11 de setembro nos EUA revelaram a completa falha de todo o sistema. Parece que a maioria não percebe que a tecnologia teve pouca relação com os atos terroristas, que foram cometidos utilizando estiletes como armas. Tais atentados poderiam ser repetidos? Terroristas que atenderem a todas as exigências de segurança podem embarcar num avião e dominar a tripulação, inutilizando completamente toda a sofisticada tecnologia implantada em nome da proteção contra atentados.


Portanto, a questão é: qual a verdadeira razão da preocupação global com a segurança? Ela é cada vez mais destacada para que se cumpram as profecias bíblicas! Os cidadãos de todos os países estão sendo educados para se submeterem a esses procedimentos. Realizando-os, os governos ganham experiência na coleta de informações pessoais e, finalmente, poderão implantar o controle total sobre os indivíduos. Não importa a nação em que vivemos e o tipo de governo que temos - no final das contas se cumprirá o que Apocalipse 13.16 diz sobre a marca da besta. (Arno Froese - http://www.chamada.com.br)


Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, novembro de 2004.


Arno Froese--http://www.profeciasbrasil.com/ver-destaque.asp?id=128


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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Crise Econômica Mundial

Conjuntura


Crise americana ultrapassa fronteiras


Há pelo menos um consenso sobre a crise americana. Ontem, quando os mercados mundiais foram devastados pela improvisada operação de salvamento do quinto maior banco de investimento dos Estados Unidos, Bear Stearns, os senhores da economia global dispararam em uma só direção: a turbulência se aprofundou e não se sabe qual será seu alcance.


Ao exigir socorro do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), a transação revelou que a crise é maior do que se pensava. O temor do mercado é que outros grandes bancos, atingidos pela crise das hipotecas, passem pelos mesmos problemas e acabem gerando uma crise em cadeia - sistêmica, no jargão do setor.


Caso se confirme, esse torvelinho não deixará o Brasil de fora. Segundo o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, as projeções de crescimento para EUA, Europa e economias emergentes serão reduzidas. E economias como a brasileira, a chinesa e a indiana não sairão ilesas.


- Haverá conseqüências para a Europa, bem como para os mercados emergentes, com algum atraso - disse Strauss-Kahn.


O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, alertou que "nenhum país está imune à crise internacional". Aposta, porém, no crescimento das economias da Índia e da China, apontando que o Brasil pode pegar carona no desempenho desses emergentes e continuar exportando.


Diante do cenário que derrubou as bolsas (leia mais na página 28), o presidente George W. Bush voltou a destacar a gravidade do momento.


- Uma coisa é certa estamos em tempos desafiadores.


O tom contrastava com o de sexta-feira, quando um Bush bem-humorado discursou ao Clube Econômico de Nova York em meio a tiradas de humor, arrancando risos ao dizer que chegava ali numa hora "interessante. Entre as duas falas, uma força-tarefa, liderada pelo Fed, saiu em socorro do Bear Stearns a um custo de US$ 30 bilhões aos cofres federais.


- Obviamente vamos continuar a monitorar a situação e, quando necessário, agir decisivamente, de maneira a continuar a trazer ordem ao mercado financeiro - disse Bush, antes da reunião de ontem.


Na saída, o secretário do Tesouro, Henry Paulson, não descartou uma intervenção no câmbio mundial, onde o dólar enfrenta queda livre diante de várias moedas.


- Temos uma política de dólar forte, isso é do interesse de nosso país. A prioridade é reduzir a instabilidade e o contágio (do mercado financeiro) na economia real - disse, após afirmar que os fundamentos da economia dos EUA a longo prazo são fortes.


Se depender da projeção do ex-presidente do Fed Alan Greenspan, o fundo do poço ainda está por chegar: "a crise deixará muitas vítimas", escreveu ontem no jornal The New York Times, considerando a atual crise a mais grave desde a II Guerra Mundial.


--http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1798254.xml&template=3898.dwt&edition=9486&section=63


Nota : Será que com a toda a tecnologia disponível nos Estados Unidos para vigilância dentro e fora do país e mecanismos de regulação da economia através dos indicadores econômicos aferidos pelo Federal Reserve é possível acreditar que esta crise pegou a todos de surpresa? Ou será que esta é apenas uma crise fabricada para avançar os mecanismos de implantação do Governo Mundial? Uma coisa é certa, todos os inimigos dos Estados Unidos estão começando a tripudiar sobre os prováveis escombros dessa terrível crise, leiam a notícia a seguir e vejam que já há quem ouse se manifestar abertamente.


Época de domínio econômico dos EUA terminou, afirma Medvedev


fonte: AFP


SÃO PETERSBURGO (AFP) - A época de domínio econômico dos Estados Unidos terminou e o mundo precisa de um novo sistema financeiro "mais justo", afirmou nesta quinta-feira o presidente russo, Dmitri Medvedev, em São Petersburgo.


"O tempo de dominação de uma única economia e uma única moeda se tornou uma coisa do passado de uma vez por todas", afirmou o presidente russo durante um fórum sobre as relações entre Rússia e Alemanha, na presença da chanceler alemã, Angela Merkel.


"Temos que trabalhar juntos para criar um novo sistema econômico-financeiro mais justo, baseado nos princípios da multipolaridade, da supremacia da lei e da consideração dos interesses mútuos", acrescentou Medvedev em alusão à crise financeira que desestabiliza a economia mundial há várias semanas.


"Os últimos acontecimentos confirmam que um só país, inclusive potente, não é capaz de ser uma espécie de 'mega-regulador'", enfatizou, em alusão aos Estados Unidos.


"Precisamos de novos mecanismos de decisão e responsabilidade coletiva", prosseguiu Medvedev, cujas declarações acontecem um dia depois de outras feitas por Vladimir Putin.


Na véspera, a Casa Branca rejeitou as críticas do primeiro-ministro russo Putin, que responsabilizou os Estados Unidos pela atual crise financeira mundial.


"Os mercados financeiros americanos contribuíram em grande parte, não apenas para o crescimento local, como também para o crescimento mundial nos últimos 15 anos, e descartar o que a indústria consegui por causa dessa crise, acho, é um pouco injusto", afirmou o porta-voz Tony Fratto.


"Enfrentamos este problema, um problema muito complicado e de longo alcance, da maneira mais agressiva possível. Não acho que há dúvidas a respeito", acrescentou.


A "irresponsabilidade" do sistema financeiro americano é o culpado pela crise econômica mundial, afirmou Putin, citado por agências de notícias russas.


"Tudo que aconteceu até agora na esfera econômica e financeira começou nos Estados Unidos. Isso não é responsabilidade de indivíduos específicos, mas é a irresponsabilidade do sistema, que carece de liderança". --http://afp.google.com/article/ALeqM5je8dnE4TnZuMy-ag4zFY5ALoNTkg


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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Vigilância

Revista DIGITAL: EUA têm autoridade para examinar laptops e arquivos de viajantes?


Publicada em 22/06/2008 às 20h41m


Carlos Alberto Teixeira - O Globo


Arquivo O Globo RIO - Antes dos atentados de 11 de setembro de 2001, entrar nos Estados Unidos levando um laptop ou uma câmera digital não era nada problemático. O máximo que os oficiais de fronteira pediam era que o viajante ligasse o aparelho para provar que ele estava mesmo funcionando ou se não estaria servindo apenas para esconder explosivos, munição, drogas ou peças de armamentos. Depois dos atentados, porém, a coisa ficou bem mais séria.


No final de 2005, começaram a surgir relatos de passageiros que tiveram que permitir que agentes governamentais de segurança examinassem arquivos de laptops, incidentes geralmente ocorridos em aeroportos internacionais nos EUA, tanto para pessoas entrando como saindo do país. Contatado pela Revista Digital, o Consulado Americano no Rio de Janeiro declarou que os agentes de alfândega e imigração nos aeroportos americanos têm a autoridade para solicitar acesso a arquivos em laptops e mídias de armazenamento eletrônico. Trata-se de expediente que usam quando notam algo de suspeito com o viajante. O procedimento está respaldado na prevenção ao terrorismo e em diversas ocasiões permitiu identificar suspeitos e, em alguns casos, até prender pedófilos.


Mas ao examinar computadores de viajantes, as autoridades americanas podem estar também em busca de material pirata ou infringindo direitos autorais. Em outubro de 2007, foi anunciado o ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), um acordo a ser firmado por vários países que cuidará de propriedade intelectual em conteúdo digital e em material disponibilizado via internet. O acordo está sendo negociado pelos governos de Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos, Japão, México, Nova Zelândia, Suíça e União Européia. Se for aprovado no 34º encontro do G8, em julho de 2008, estabelecerá uma coalizão internacional contra infrações a direitos autorais, impondo medidas severas nas fronteiras das nações desenvolvidas. Tal acordo permitirá que oficiais de fronteira possam examinar laptops, tocadores de MP3, mini-repositórios de dados, celulares e PDAs em busca de conteúdo pirata, além de obrigar provedores internet a fornecer informações sobre seus clientes e a limitar a utilização de ferramentas online de privacidade por parte de seus usuários. A proposta inclui um plano para encorajar a adoção dessas medidas também por países em desenvolvimento.


Quanto à preocupação com o tráfico de pornografia infantil, é óbvio que pedófilos digitais sabem perfeitamente dos riscos que correm transportando seus arquivos infames em meio físico através de fronteiras internacionais e tomam as devidas providências para ocultá-los. Os que são pegos em flagrante ou são novatos ou são consumidores sem prática no tráfico. Já no caso de terroristas, eles em geral não precisam carregar nada de realmente importante fronteiras adentro. Simplesmente compram ou fabricam o que necessitam quando já estão perto de onde pretendem agir. E, se forem informações, eles fazem o download delas pouco antes de precisarem dos dados.


Pode viajar mais leve?


Do ponto de vista do viajante, o melhor mesmo é viajar com a consciência tranqüila e não levar em seu computador pessoal informações, imagens escabrosas, vídeos ou qualquer arquivo particular mais pegajoso. É claro que limpar um laptop a esse ponto representa um trabalho e tanto. Mas se o usuário valorizar seus arquivos a esse ponto, então terá que pagar o preço. Caso contrário, poderá ser "solicitado" a mostrar seu conteúdo na hora de entrar nos EUA.


Alguns usuários que comentaram essa medida do governo americano apontaram que uma alternativa simples seria simplesmente despachar na bagagem dispositivos de armazenamento menores e mais baratos, tais como pendrives, contendo arquivos corporativos ou pessoais, ou mesmo enviá-los por FedEx, UPS ou correio postal expresso. Alguns despacham vários discos rígidos de grande capacidade e até notebooks inteiros. Só que, na verdade, tal expediente não resolve a questão para quem tem culpa no cartório, pois, quando se envia material por essas vias alternativas, certamente ele também será verificado e, caso o conteúdo digital dos aparelhos tiver algo que comprometa o remetente, então haverá uma trilha burocrática muito mais fácil de seguir relacionando o material ao seu dono, ao contrário do que se daria com bagagem de mão, que pode ser largada em qualquer canto com relativa facilidade, caso a coisa se complique para um viajante mal intencionado.


A obrigatoriedade de pôr um laptop numa bandeja plástica separada para ser radiografado no portão de entrada de um vôo ainda é vigente nos EUA, mas não mais na Inglaterra. Contudo, em caso de suspeita, o indivíduo vai ter mesmo que liberar o acesso do notebook às autoridades, a menos que prefira estender seu agradável período de detenção, seja isso nos EUA, na Inglaterra ou em qualquer outro país impondo medidas severas de segurança.


A celeuma se incendiou para valer em abril de 2008, num caso que chegou aos tribunais americanos. As autoridades judiciárias dos EUA decidiram que agentes governamentais do país não mais precisam suspeitar de alguém para realizar busca de conteúdo digital em laptops e outros dispositivos de armazenamento na fronteira, incluindo aeroportos internacionais. O processo que criou jurisprudência nesse sentido foi o caso "EUA versus Arnold" (vide http://tinyurl.com/4ypvfx ).


O advogado de defesa tentou o lero-lero de sempre e entrou com a tese de que seu cliente não poderia ter sido abordado sem que tivesse sido considerado suspeito, ou seja, seu computador não poderia ter sido investigado à toa, como ocorreu. Só que a decisão final da Corte foi que sim, as autoridades poderiam ter examinado o laptop dele ou de qualquer um sem suspeita alguma, só de veneta.


Tal decisão fez com que os ativistas americanos em prol da privacidade e dos direitos civis esperneassem raivosamente. Eles não questionavam a culpa do réu, mas sim o procedimento usado pelas autoridades. --http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/06/22/revista_digital_eua_tem_autoridade_para_examinar_laptops_arquivos_de_viajantes_-546918536.asp


Nota: É a invasão da privacidade que se torna a cada dia mais forte, e a desculpa é a mesma, luta contra o terrorismo. Á medida que o tempo passa vemos esses procedimentos cada vez mais rotineiramente e vamos nos acostumando até o ponto em que aceitaremos sermos marcados para sermos vigiados durante todo o dia em tempo real.


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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Nova Ordem Mundial: A ONU e o desenvolvimento do milênio



Saiba quais são os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio


Agência Brasil


Durante reunião da Cúpula do Milênio, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, no ano 2000, líderes de 191 nações oficializaram um pacto para melhorar a situação da população até 2015, em termos de renda, educação, saúde, meio ambiente e gênero.


Ao todo, são oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Para alcançá-los, foram traçadas 18 metas e 48 indicadores para medir o avanço dos países nessas áreas.


Saiba quais são os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio:


1. Erradicar a extrema pobreza e a fome


- Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a população com renda inferior a um dólar por dia.


- Reduzir pela metade, até 2015, a população que sofre de fome.


2. Universalizar o ensino básico


- Garantir que, até 2015, todas as crianças terminem o ensino básico.


3. Promover a igualdade entre os sexos


- Eliminar a disparidade entre os sexos no ensino primário e secundário, se possível até 2005, e em todos os níveis de ensino, no máximo, até 2015.


4. Reduzir a mortalidade infantil


- Reduzir em dois terços, até 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos.


5. Melhorar a saúde materna


- Reduzir em três quartos, entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade materna.


6. Combater o HIV/aids, a malária e outras doenças


- Até 2015, ter detido a propagação do HIV/aids e começado a inverter a tendência atual.


- Até 2015, ter detido a incidência da malária e de outras doenças importantes e começado a inverter a tendência atual.


7. Garantir a sustentabilidade ambiental


- Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais.


- Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável à água potável segura.


- Até 2020, ter alcançado uma melhora significativa na vida de pelo menos 100 milhões de habitantes de bairros degradados.


8. Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento


- Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro aberto, baseado em regras, e que seja previsível e não-discriminatório.


- Atender às necessidades especiais dos países menos desenvolvidos.


- Atender às necessidades especiais dos países sem acesso ao mar e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento.


- Tratar globalmente o problema da dívida dos países em desenvolvimento, mediante medidas nacionais e internacionais de modo a tornar a sua dívida sustentável em longo prazo.


- Em cooperação com os países em desenvolvimento, formular e executar estratégias que permitam que os jovens obtenham trabalho digno e produtivo.


- Em cooperação com as empresas farmacêuticas, proporcionar o acesso a medicamentos essenciais a preços acessíveis, nos países em vias de desenvolvimento. Em cooperação com o setor privado, tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial das tecnologias de informação e de comunicações.


--http://www.atarde.com.br/mundo/noticia.jsf?id=970093


Nota: Essas são as propostas da ONU para todos os países. É uma preparação para a Nova Ordem Mundial, é claro que todo esse planejamento visa apenas a aceitação da supervisão e ingerência dos organismos administrativos da ONU na vida cotidiana da Nações com a desculpa de verificar o cumprimento das medidas.