quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Vigilância

A Nova Era e a Nova Ordem Mundial


Banco de dados da Polícia britânica tem DNA de mais de 4 milhões de pessoas


30.07.2008 - O banco de dados genéticos da Polícia britânica, o maior existente no mundo, já tem o DNA de mais de quatro milhões de pessoas.


Entre estas informações estão as de um milhão de pessoas que não foram declaradas culpadas de crime algum, incluídos 100 mil menores, afirma em um relatório a Comissão de Genética Humana.


Entre os registrados predominam os jovens negros - 40% do total - em comparação ao 13% de asiáticos e apenas 9% de homens brancos.


A Polícia britânica realizou testes genéticos de todas as pessoas que detém com independência de serem ou não acusados após algum crime, e seu DNA fica então neste registro central.


Os agentes podem prender alguém por mendicidade, bebedeira, por alteração da ordem pública ou por participar de uma manifestação ilegal.


Há casos de menores registrados por jogar futebol em locais indevidos e inclusive por lançarem bolas de neve, diz a publicação.


Segundo um membro da Comissão de Genética Humana, este banco de dados é "o primeiro passo para um Estado totalitário".


A Comissão pediu que, após algum tempo, sejam eliminadas desta base de dados informações de responsáveis por crimes menores.


Ao mesmo tempo, afirma que o fato de conservar de forma permanente o DNA dos adultos, até quando não tiverem sido considerados por um crime ou tiverem cumprido sua pena, equivale a os criminalizar por toda a por vida.


"Atualmente não se distingue entre alguém detido por alteração da ordem pública ou um assassino convicto", diz o relatório da Comissão, cujos membros querem alertar o público sobre os perigos deste banco de dados.


Um porta-voz do Ministério do Interior britânico disse ao jornal "The Independent" que "o banco de informações genéticas é uma ferramenta chave que revolucionou a forma como a Polícia pode proteger o público identificando os criminosos e fazendo com que haja mais penas".


Fonte: Terra notícias--http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/4976/Banco-de-dados-da-Policia-britanica-tem-DNA-de-mais-de-4-milhoes-de-pessoas


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Nova Ordem Mundial - Apocalipse

Evidências do 666 no mundo


por Apologetic


Eis algumas listas de ocorrências do número 666, à escala mundial:


§ O nº de código do Banco Mundial é 666


§ Os cartões do Banco Mundial da Austrália ostentam o nº666


§ Foi atribuído aos novos cartões de crédito dos EUA o prefixo 666


§ Os sistemas de computador Olivetti P600 usam números de processamento iniciando em 666


§ Algum calçado que circula no mercado comunitário europeu apresentam colada interiormente uma etiqueta com 666


§ O número da Federal Government Medicaid Service Employees Division é 666


§ Diversos governos de Estado dos EUA estão a usar agora nos seus formulários de compra o nº 666


§ O número 666 aparece na insígnia do "US Treasury Department, Internal Revenue Service, Alcohol, Tobaco and Firearms"


§ As luvas fabricadas pela Boss Glove Company têm gravado 666


§ Tanques construídos pela Crysler Corporation para a força de segurança secreta do presidente Carter ostentavam 666 lateralmente


§ Os cartões de crédito Telco da South Central Bell requerem o prefixo 666 seguido do número da segurança social da pessoa.


§ Recibos de computador por todos os EUA apresentam um nº de pontos cinzentos rodeando o número 666


§ Quem quiser telefonar de Israel para o exterior marca o código 666


§ Em Jerusalém, os veículos cujos donos sejam árabes têm placas de matrícula com o prefixo 666


§ O grupo de rock Black Sabath publicou um álbum cujo nome é 666


Reportagem por


Apologetic


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Nova Ordem Mundial - Tecnologia

Radiação emitida por teclado pode ajudar hackers, diz estudo


Da BBC Brasil


Hackers poderão passar a identificar o que você está digitando em seu computador ao analisar os sinais eletromagnéticos produzidos por cada tecla apertada, de acordo com um experimento realizado por pesquisadores suíços.


A pesquisa foi conduzida pelos estudantes de doutorado Martin Vuagnoux e Sylvain Pasini, do Laboratório de Segurança e Criptografia da Escola Suíça Politécnica de Lausanne (EPFL, na sigla em francês).


Os pesquisadores usaram uma antena de rádio para "descobrir parcialmente ou completamente" o que havia sido digitado ao identificar a radiação eletromagnética emitida quando as teclas eram apertadas.


Analisando vários tipos de teclado, os pesquisadores desenvolveram quatro maneiras pelas quais esses sinais podem ser captados.


Os resultados levaram os analistas a concluir que teclados "não são seguros para transmitir informações confidenciais".


Eles testaram 11 modelos diferentes de teclados conectados a um computador por portas USB ou PS/2 ou acoplados a um laptop.


Risco


Cada um dos teclados se mostrou vulnerável a pelo menos um dos quatro tipos de "ataque" testados pelos pesquisadores.


Um deles foi eficaz o suficiente para captar os sinais eletromagnéticos emitidos pelas teclas digitadas a uma distância de 20 metros.


Os pesquisadores evitaram utilizar computadores de mesa ou monitores de cristal líquido (LCD) para reduzir o risco de captar sinais eletromagnéticos emitidos por outras fontes.


"Não há dúvidas de que essas formas de ataque podem ser aperfeiçoadas, já que usamos equipamentos relativamente baratos", afirmaram os pesquisadores ao site do laboratório.


Não foram divulgados detalhes sobre como os "ataques" funcionariam exatamente, mas a expectativa é de que a pesquisa seja publicada em uma revista especializada.


O trabalho amplia um estudo do cientista Markus Kuhn, da Universidade de Cambridge, que analisou como radiações eletromagnéticas podem ser usadas para "roubar" informações importantes.


BBC Brasil--http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3273626-EI4795,00-Radiacao+emitida+por+teclado+pode+ajudar+hackers+diz+estudo.html


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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Notícias

Albinos na Tanzânia pedem proteção contra mortes para rituais




David Bamford


BBC News






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Mulher albina na Tanzânia (arquivo)


Os órgãos dos albinos são usados para fazer poções


O presidente da Tanzânia, Jakaya Kikwete, recebeu neste domingo centenas de albinos que protestavam contra a matança de integrantes de sua comunidade para rituais de feitiçaria.


Os organizadores da manifestação na capital comercial do país, Dar es Salaam, disseram que têm o objetivo de pressionar o governo para adotar medidas para proteger a sua comunidade.


Cerca de 30 albinos - alguns, bebês - foram mortos desde novembro do ano passado e partes de seus corpos foram usadas em poções de feiticeiros, que dizem que elas têm poder para tornar as pessoas ricas.


Entre os fregueses dos feiticeiros estão empresários locais, mineiros e pescadores.


O fato de o presidente ter se encontrado publicamente com os manifestantes mostra a seriedade da situação. Há muito tempo há preconceito contra albinos na Tanzânia e em outras partes da África, mas matanças para rituais nessas proporções é um fenômeno novo.


A polícia prendeu mais de 45 pessoas em conexão com as mortes, mas até agora ninguém foi levado a julgamento.


Curandeiro


Muitas das mortes ocorrem na região de Mwanza, na margem sul do Lago Vitória.


No começo do ano, uma reportagem da BBC no país enviou um homem disfarçado como um "cliente" para procurar um dos curandeiros e descobrir como funciona o esquema das poções.


O curandeiro disse ao "cliente" em potencial que partes do corpo de albinos poderiam ser obtidas sem dificuldades, mas a um preço.


A polícia está investigando estas alegações. Apesar disso, as investigações sugerem que alguns policiais podem estar envolvidos no tráfico de órgãos e poderiam estar sendo pagos para não investigar estes crimes.


Segundo a Associação de Albinos da Tanzânia, apesar de apenas 4 mil albinos estarem oficialmente registrados no país, o número real poderia chegar a 173 mil. O governo ordenou um censo para verificar os dados sobre a população albina no país. --http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081019_albinosprotesto.shtml


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sábado, 18 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Comportamento

Direito dos gays divide Brasil e países islâmicos na ONU


Por René Vasconcelos em quinta-feira, 16 outubro 2008


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GENEBRA - Uma proposta feita pelo Brasil de permitir que a orientação sexual seja tratada em fóruns das Nações Unidas está gerando polêmica e protesto de países de cultura islâmica. O Brasil tentou inscrever uma organização não-governamental de defesa dos direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais na ONU para que a entidade possa participar dos debates sobre discriminação, racismo e intolerância. Mas Irã, Egito, Líbia e Argélia lideraram os países islâmicos para tentar impedir a inscrição da ONG.




"O que vocês (brasileiros) chamam de direito, em nossos países é crime e punido duramente. Essa é uma questão religiosa", afirmou na ONU um diplomata do Irã, que pediu para não ser identificado. Marcia Adorno, chefe da divisão de Direitos Humanos do Itamaraty, confirma que o problema existe e que o Brasil tenta negociar uma saída. "Já esperávamos que haveria resistência. Mas vamos tentar chegar a um acordo."




Uma das soluções seria a organização, a ABGLT , ser inscrita, mas não falar do assunto dos direitos de gays e lésbicas, o que a entidade rejeita. Existem cinco organizações que trabalham com a defesa dos direitos homossexuais inscritas na ONU - são da Alemanha, Canadá e Holanda. A briga do movimento é para que o Brasil também tenha uma, com a mesma representatividade nas reuniões.


O principal temor dos países islâmicos é que o tema entre nos debates da conferência sobre racismo e discriminação que ocorrerá na Suíça em 2009. Eles preferem que o encontro se transforme em uma declaração forte contra a blasfêmia, alegando que muçulmanos em todo o mundo ocidental estão sendo atacados por sua religião.


Fonte: Estadão--http://noticias.gospelmais.com.br/direito-dos-gays-divide-brasil-e-paises-islamicos-na-onu.html


Nota: Por que tanto empenho nos direitos de uma minoria em detrimento dos direitos do restante da população?


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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Crise financeira

O suicídio da Águia V - A vitória da Perestroika


16 outubro 2008



"A crise financeira transcende a economia e afeta diretamente a ideologia, e este é o maior perigo que a humanidade enfrenta hoje".





ARMANDO RIBAS





"O povo americano jamais adotará, conscientemente, o socialismo. Mas sob o nome de 'liberalismo' aceitará todos os pontos do programa socialista até que, um dia, a América será uma nação socialista sem ter noção do que aconteceu".



NORMAN THOMAS


(Candidato permanente a Presidente pelo Partido Socialista Americano de 1932 a 1948)


Como escrevi no Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial, a Perestroika - do russo re-estruturação - elaborada a partir de 1958, não se aplica, como foi amplamente propagandeado, a nenhuma mudança verdadeira no mundo comunista, mas exclusivamente à re-estruturação da visão que o Ocidente tinha do mundo comunista e conseqüente aceitação por parte do primeiro da necessidade de convergência - sblizhenie - dos dois sistemas num sistema híbrido. A aparência de mudanças pró-ocidentais na burocracia soviética tinha o objetivo de influenciar o Congresso Americano a introduzir mudanças reais na política dos EUA, no sentido de aumento de poder do Estado e diminuição paulatina do tradicional direito individual, um dos principais fundamentos daquele País, e da transformação da democracia em democratismo, a versão comunista baseada no 'centralismo democrático'. Estas mudanças deveriam ocorrer em todos os setores: militar, cultural, educacional, legal, jurídico, diplomático e econômico. As farsas da 'queda' do muro de Berlim, em 89, e do 'fim' da URSS em 92 serviram para implementar a descrença no anti-comunismo no Ocidente e para aprofundar políticas que já existiam desde 58, como a re-estruturação da educação americana segundo os moldes soviéticos elaborados pela Academia de Ciências da URSS, o braço 'intelectual' do KGB (Brave New Schools, de Berit Kjos, Harvest House Publs., 1995).




Limitar-me-ei aqui a comentar as mudanças econômicas ocorridas na economia capitalista nas últimas décadas até a atual crise financeira desencadeada pela falência das hipotecas sub-prime. Pouco entendo de economia, mas a advertência de Armando Ribas, em epígrafe, está ligada ao que pretendo tratar: as conseqüências da ideologia no Ocidente. Pacotes como o aprovado pelo Congresso Americano significam o fim ou salvação do capitalismo? Mesmo os economistas liberais que considero meus guias no assunto, divergem. É claro que, como aponta Ribas, as medidas são bastante diferentes das tomadas pelo governo nitidamente socialista de Roosevelt, na década de 30. Mas as mudanças introduzidas a partir de 58 não são nítidas, porém marcadas pela hipocrisia e dissimulação próprias da Perestroika (The Perestroika Deception, Anatoliy Golitsyn, Edward Harle, 1990).




Elas incluem as propostas de 'responsabilidade social' das empresas, a defesa dos 'direitos do consumidor' e, hoje em dia, as causas favoritas são 'proteção ambiental, saúde dos empregados, modificações climáticas, desenvolvimento comunitário, estímulo (não apenas obediência à lei) à regulamentação estatal e apoio às políticas públicas sobre a medicina, a cultura e a educação' (Henry G. Manne, Milton Friedman Was Right: "Corporate social responsibility" is bunk). Assim também ocorreu com a socialização da medicina (Medicare) disfarçada de 'seguros-saúde', cada vez mais controlados pelo Estado. Prossegue Manne: "negócios de larga escala bem sucedidos e que resultam de companhias (totalmente ou parcialmente) públicas, misteriosamente modificam a natureza de inúmeros investimentos privados em bens de interesse público. E quando estas enormes empresas são 'afetadas pelo interesse público' elas passam a ser regulamentadas pelo Estado ou a agir como se fossem propriedade pública, na verdade, passam a ser parte do Estado". Aumentam exponencialmente as demandas de regulamentação estatal e "qualquer grande empresa, não interessando seu grau de competitividade e seu sucesso em satisfazer as verdadeiras demandas dos consumidores, passam a ter responsabilidade social - termo que significa uma zombaria da idéia de responsabilidade individual - e fica obrigada a usar parte de seus recursos para finalidades 'públicas"'. Como disse Milton Friedman: "todos os esforços em usar recursos empresariais para propósitos altruístas equivalem a socialismo".




É este o caso dos simulacros das empresas Fanny Mae e Freddie Mac. A primeira, apelido de Federal National Mortgage Association (FNMA), fundada em 1938 durante a Depressão, foi considerada como uma 'government sponsored enterprise' (GSE) por Decreto do Congresso de 1968. A função das GSEs é incrementar o fluxo de crédito para determinados setores da economia e reduzir os custos dos créditos para setores seleciomados pelo Estado, principalmente agricultura, financiamento de casa própria e educação. Fanny Mae atua no 'mercado secundário de hipotecas' facilitando a liquidez do mercado primário e garantindo as mesmas para instituições que emprestam diretamente aos consumidores. Freddie Mac é o apelido de Federal Home Loan Mortgage Corporation (FHLMC) e também é uma GSE fundada em 1970 com o mesmo objetivo. Em 7 de setembro de 2008, o Diretor da Agência Nacional de Financiamento Habitacional (FHFA), James B. Lockhart III anunciou, com pleno apoio do Secretário Tesouro Henry Paulson e do Diretor do FED Ben Bernanke, que ambas tinham sido colocadas sob a proteção do Tesouro Nacional, no que foi considerado uma das mais abrangentes intervenções governamentais no mercado nas últimas décadas. Paulson declarou explicitamente que "esta era a única forma pela qual ele usaria o dinheiro dos contribuintes (taxpayers) para as GSEs", contrariando a opinião dos que defendem a medida e insistem em negar que os contribuintes é que vão pagar a conta.




Note-se a imensa hipocrisia dos apelidos, fazendo crer que qualquer americano comum, Fanny ou Freddie, poderá ter sua casa própria (a GSE da Educação, hoje totalmente privatizada, chama-se Sallie Mae). Se atentarmos para as datas acima (1938, Roosevelt; 1968, Johnson; e 1970, Nixon), veremos que elas se referem a dois governos Democratas e um Republicano, porém num período de grande turbulência econômica e inflação que acabou no abandono do padrão ouro um ano depois. No governo Carter (Democrata) em 1977 foi criado um decreto federal que obrigava os bancos a fazerem empréstimos aos cidadãos sem capacidade de honrar suas dívidas. Como disse Nivaldo Cordeiro "a origem da crise está na irresponsabilidade estatal dos EUA de obrigar o sistema bancário a emprestar para compra da casa própria, em nome do 'social', a pessoas que não teriam meios de honrar os pagamentos" e deve ser debitada aos dois Partidos, porém, mais aos programas 'sociais' do Democrata ('grande sociedade', casa para todos, sociedade 'solidária', 'nenhuma criança fora da escola', etc.). "O governo, ainda uma vez, tentou driblar a lei da escassez, querendo dar casa para todos, ainda que ao preço de se construir uma crise financeira sistêmica". Como entender em termos simples o que aconteceu?




Ler Adam Smith é muito difícil. É uma leitura muito chata e detalhista. Duvido que 90% dos economistas tenham lido, inclusive os que se denominam liberais. E estou sendo otimista! Confesso que tentei e não consegui. Mas o pouco que li diretamente e o muito de comentários abalizados me deixaram a impressão de que Smith falava simples assim como Friedman e Ronald Reagan, até um analfabeto em economia consegue entender muito bem. Nada a ver com os tratados de economia modernos que, igual aos livros de direito e de psicanálise, são feitos para ninguém entender mesmo. Não sei nem especulo sobre o que eles diriam, mas baseado na simplicidade que percebi neles, o que aconteceu nos Estados Unidos foi o seguinte, baseado numa situação hipotética.




Um vizinho que troca de carro importado de luxo todos os anos e tem inúmeros empregados é um notório caloteiro que quer viver acima de suas posses. De tantos calotes perdeu o crédito. É um sub-prime. Pede dinheiro a mim que tenho uma vida mais simples, porém sem dívidas e nunca passei calote em ninguém. Certamente não seria do meu feitio emprestar mas imaginemos que eu enganasse a mim mesmo dizendo que devo emprestar porque seus filhos estão passando fome - 'justiça social' - mas na verdade se eu antevisse a chance de ganhar muita grana emprestando a juros muito acima do mercado. O cara troca de carro, reforma a casa, os filhos continuam com fome e me passa o previsível calote. Que faço eu? Ora, é claro, cobro do condomínio o prejuízo! Chantageio os síndico ameaçando não pagar mais as taxas e criar uma 'crise sistêmica'.




É claro que numa reunião de condomínio ninguém seria idiota de aceitar pagar sem ter responsabilidade nenhuma. Mas o que fazer num país com 300 milhões de habitantes? Perguntar a cada um se quer despender $2,300.00 de seu bolso para pagar a safadeza dos outros? Como não dá, os representantes (sic) do povo decidem tungar cada americano daquela quantia porque sabem que isto lhes confere mais poder do que o enorme que já têm. Enquanto Big Business quer cada vez mais dinheiro, o Big Government quer cada vez mais poder. E o fazem alegando o tal argumento 'justiça social' - casa para os mais pobres, etc. - sabendo que com isto já estão preparando novas 'bolhas de prosperidade' (meu vizinho com carros importados e dando mais calotes) e que a história se repetirá ainda diversas vezes, como previu Hans Baden. Uma das óbvias diferenças da situação condominial é que os emprestadores são financeiras dirigidas por executivos com salários de cinco ou seis dígitos e que se aproveitaram da 'bolha de prosperidade' para se locupletarem.




E por que as bolhas se repetirão? Porque, como diz Ubiratan Iorio, a ajuda 'equivale a dar cachaça para alcoólatras ou açúcar para diabéticos', quer dizer, só estimula os impulsos suicidas do 'paciente'. Os caloteiros ficam cada vez mais caloteiros, o Big Business cada vez mais rico, o Big Government cada vez mais forte e a população cada vez mais descrente no que Alain Peyrefitte chamou de sociedade de confiança (A Sociedade de Confiança - Ensaio sobre a Origem e a Natureza do Desenvolvimento, Topbooks, 1999). Deteriora-se a base mais sólida de um país livre e com economia liberal e forte, e a população passa a valorizar mais aquilo que aqui no Brasil conhecemos muito bem como malandragem, quer dizer, mau-caratismo explícito, pois nenhum dos especuladores vai para a cadeia; pelo contrário, locupletam-se mais ainda.




Embora a crise não signifique a falência do capitalismo mas a interferência socialista indevida no mercado financeiro, fabrica-se, a partir dela, uma das 'contradições do capitalismo' como Marx previra. Não há esta contradição interna do capitalismo; o que há é uma contradição entre capitalismo e socialismo, cujos defensores que a provocam se aproveitam dela para brindar ao 'fim do capitalismo'. E aí surge Barack Obama, cuja conexão com a re-estruturação do pensamento ocidental e objetivos finais serão estudados a seguir.--http://www.midiasemmascara.org


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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Nova Ordem Mundial - Meio Ambiente

Racionamento de carne, vegetarianos e o meio ambiente


* Iracema Sodre


* 30/09/2008, 05:53 PM


Um dos mais abrangentes relatórios sobre o efeito dos alimentos na mudança climática acaba de ser publicado aqui na Grã-Bretanha e o veredicto é o seguinte: as pessoas devem ser proibidas de comer mais do que quatro pequenas porções de carne (um total de 500g) e o equivalente a um litro de leite em laticínios por semana.


Minha reação quando li a notícia no jornal 'The Guardian' foi de choque. Tudo bem pedir moderação na dieta, pelo bem da natureza, ou explicar didaticamente como o arroto das vacas, cheio de metano, é danoso para o meio ambiente. Mas racionamento passa um pouco dos limites, para o meu gosto.


(e não é só carne vermelha, vejam bem) e de laticínios, o estudo da "Food Climate Research Network", da Universidade de Surrey, também sugeriu que deve haver uma redução no consumo de comidas "de baixo valor nutricional", como bebidas alcoólicas, doces e chocolates.


Tudo que é bom aparentemente aumenta a emissão de gases do efeito estufa. O lado bom da história é que eles desistiram de tentar convencer todo mundo a virar vegetariano. Nada contra quem opta por se abster dos prazeres da carne (no sentido literal), mas livre arbítrio é bom e eu gosto.


Estou mais para a sugestão do chefe do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU, Rajendra Pachauri: podíamos todos ter pelo menos um dia por semana sem carne nenhuma. Isso eu acho que agüento http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/london/


Nota: Na verdade isso é um condicionamento que aumenta a cada dia até que as pessoas adotem um estilo de vida vegetariano, as crianças serão cada vez mais condicionadas através da mídia, da escola e das ONGS a aceitarem uma alimentação considerada natural e absterem-se de carne.


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