domingo, 10 de janeiro de 2010

Decreto de Direitos Humanos do Governo Lula.

Luiz Inácio Lula da Silva, President of Brazil.Image via Wikipedia

O SUPOSTO DECRETO DOS DIREITOS HUMANOS PREGA UM GOLPE NA JUSTIÇA E EXTINGUE A PROPRIEDADE PRIVADA NO CAMPO E NAS CIDADES. ESTÁ NO TEXTO. BASTA LER!!!
Reinaldo Azevedo | VEJA.com • by Reinaldo Azevedo • 4 hours ago

Luiz Inácio Lula da Silva - sim, “O Cara” - resolveu fazer a sua própria Constituição. Ele assinou um decreto que tem o fedor de um golpe de estado branco. E não falta ao texto nem mesmo o AI-5 do lulo-petismo. Está anunciando uma espécie de programa de governo de Dilma Rousseff. Explico com um pouquinho de história.
O Regime Militar instituído em 1964 foi mais explícito e mais modesto. Por intermédio do Ato Institucional nº 4, concedeu ao Congresso - já expurgado dos “indesejáveis” - poderes constituintes e “cobrou” uma nova Constituição, que entrou em vigor em março de 1967. Seu objetivo era institucionalizar os marcos da “revolução”. Em 13 de dezembro do ano seguinte, viria o famigerado AI-5. Juntado à Carta, ele suspendia, a depender da vontade do governo, algumas garantias que ela própria, embora autoritária, assegurava. Lula preferiu fazer a sua “miniconstituinte” por meio de um decreto. Refiro-me àquela estrovenga chamada Programa Nacional dos Direitos Humanos (o nome é pura “novilíngua” orwelliana), consubstanciado no decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009. É aquela peça tramada por Dilma Rousseff, Franklin Martins, Paulo Vannuchi e Tarso Genro, sob as bênçãos de Lula, que tenta revogar a Lei da Anistia e que gerou uma crise militar.
Ocorre, meus caros, que esse dado do decreto, acreditem!, está longe de ser a sua pior parte. A íntegra do documento está aqui. Vazado numa linguagem militante, que manda o saber jurídico às favas em benefício do mais escancarado, chulo e asqueroso proselitismo, o texto busca cantar as glórias do “novo regime” - o lulo-petismo -, tenta institucionalizar a patrulha ideológica no país como matéria de formação da cidadania, extingue o direito de propriedade e, POR QUE NÃO?, NO MELHOR MODELO CHAVISTA, CRIA UM OUTRO PODER ACIMA DA JUSTIÇA. Os direitos humanos, assim, são apenas a aparência civilizada de um claro, óbvio e insofismável esbulho constitucional.
É PRECISO QUE SE DIGA COM CLAREZA: O DECRETO 7.037 É UM CONVITE À INSTITUCIONALIZAÇÃO DE UMA ESPÉCIE DE “ESTADO NOVO LULISTA” - OU DE DITADURA DOS COMPANHEIROS. E NÃO É ASSIM PORQUE EU QUERO. É ASSIM PORQUE ASSIM ESTÁ NO TEXTO.
O decreto tem todas as características da ação solerte, traiçoeira. Foi redigido para enganar, para burlar as regras do estado democrático. Está cheio de cartas na manga, de malandragens, de vigarices intelectuais. Em modestos 6.465 caracteres, quase nada, ele “Aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3 - e dá outras providências”. Ocorre que tudo deve ser feito de acordo com o que está no “anexo”. E é lá que mora o perigo. Em extensíssimos 185.142 caracteres, a mistificação dá as mãos à ilegalidade para deixar registrado em papel o “golpe lulista”. Muito já se falou sobre a revisão da Lei da Anistia. Não que o documento toque no assunto. Trapaceiro, especifica na “Diretriz 25″:
Modernização da legislação relacionada com promoção do direito à memória e à verdade, fortalecendo a democracia.
Objetivo Estratégico I:
Suprimir do ordenamento jurídico brasileiro eventuais normas remanescentes de períodos de exceção que afrontem os compromissos internacionais e os preceitos constitucionais sobre Direitos Humanos.
Ações Programáticas:
a)Criar grupo de trabalho para acompanhar, discutir e articular, com o Congresso Nacional, iniciativas de legislação propondo:
- revogação de leis remanescentes do• período 1964-1985 que sejam contrárias à garantia dos Direitos Humanos ou tenham dado sustentação a graves violações;
- revisão de propostas legislativas• envolvendo retrocessos na garantia dos Direitos Humanos em geral e no direito à memória e à verdade.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça; Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
Antes, na Diretriz 23, fica claro que os terroristas de esquerda estão fora do alcance do decreto, a saber:
Reconhecimento da memória e da verdade como Direito Humano da cidadania e dever do Estado.
Objetivo Estratégico I:
Promover a apuração e o esclarecimento público das violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política ocorrida no Brasil no período fixado pelo art. 8o do ADCT da Constituição, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.
Ação Programática:
a)Designar grupo de trabalho composto por representantes da Casa Civil, do Ministério da Justiça, do Ministério da Defesa e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, para elaborar, até abril de 2010, projeto de lei que institua Comissão Nacional da Verdade, composta de forma plural e suprapartidária, com mandato e prazo definidos, para examinar as violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política no período mencionado…
AGORA, O QUE AINDA NÃO ESTAVA CLARO
Isso tudo vocês já sabiam. Como sabem que essas duas “diretrizes” violam os incisos XXXVI, XXXVII, XXXIX e XL do Artigo 5º da Constituição, conforme deixei claro no texto TERRORISTA CAÇA TORTURADOR? EM NOME DO QUÊ? Vamos agora àquilo que quase ninguém sabe (LULA SEMPRE SOUBE DE TUDO) porque, entre a celebração de Natal e de Ano Novo, poucos se lembraram de pôr os olhos naquela porcaria. Leiam com atenção o que se chama de “Objetivo estratégico VI”:
Acesso à Justiça no campo e na cidade.
Ações programáticas:
- a) Assegurar a criação de marco legal para a prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos, garantindo o devido processo legal e a função social da propriedade.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério das Cidades
- b) Propor projeto de lei voltado a regulamentar o cumprimento de mandados de reintegração de posse ou correlatos, garantindo a observância do respeito aos Direitos Humanos.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério das Cidades; Ministério do Desenvolvimento Agrário
- c) Promover o diálogo com o Poder Judiciário para a elaboração de procedimento para o enfrentamento de casos de conflitos fundiários coletivos urbanos e rurais.
Responsáveis: Ministério das Cidades; Ministério da Justiça; Ministério do Desenvolvimento Agrário
- d) Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos.
Responsáveis: Ministério do Desenvolvimento Agrário; Ministério da Justiça
Como se nota, na prática, foram tornados sem efeito tanto o caput como o inciso XXII do Artigo 5º da Constituição, que asseguram o direito de propriedade. Os lulo-petralhas vão argumentar que o inciso seguinte, o XXIII, trata da “função social da propriedade. É verdade. Mas, em nenhum momento, isso implica que os “movimentos sociais” definam o que é e o que não é legal, o que é e o que não é aceitável. O modelo exposto acima, se querem saber, é o que vige hoje no Pará, com seu ciclo interminável de violência. O que o texto faz é criar uma instância que tira das mãos do Judiciário a prerrogativa de restaurar um direito que foi agravado. A rigor, o “manto” dos “direitos humanos” extingue a propriedade. Um juiz não poderia mais determinar que a propriedade invadida fosse devolvida ao dono. A SIMPLES INVASÃO JÁ MUDARIA O STATUS JURÍDICO DA ÁREA.
A má-fé jurídica resta ali evidente. Aquele que tiver a sua propriedade invadida terá de esperar o trabalho de “mediação”, que claramente se sobrepõe à Justiça, tolhendo a sua prerrogativa de determinar a reintegração de posse. É EVIDENTE QUE SE TRATA DE UM ATENTADO À JUSTIÇA E DE UMA VIOLAÇÃO À CONSTITUIÇÃO.
Num trecho chamado “Eixo Orientador II”, lê-se:
No caso do Brasil, por muitos anos o crescimento econômico não levou à distribuição justa de renda e riqueza, mantendo-se elevados índices de desigualdade. As ações de Estado voltadas para a conquista da igualdade socioeconômica requerem ainda políticas permanentes, de longa duração, para que se verifique a plena proteção e promoção dos Direitos Humanos. É necessário que o modelo de desenvolvimento econômico tenha a preocupação de aperfeiçoar os mecanismos de distribuição de renda e de oportunidades para todos os brasileiros, bem como incorpore os valores de preservação ambiental. Os debates sobre as mudanças climáticas e o aquecimento global, gerados pela preocupação com a maneira com que os países vêm explorando os recursos naturais e direcionando o progresso civilizatório, está na agenda do dia. Esta discussão coloca em questão os investimentos em infraestrutura e modelos de desenvolvimento econômico na área rural, baseados, em grande parte, no agronegócio, sem a preocupação com a potencial violação dos direitos de pequenos e médios agricultores e das populações tradicionais.
O desenvolvimento pode ser garantido se as pessoas forem protagonistas do processo, pressupondo a garantia de acesso de todos os indivíduos aos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais, e incorporando a preocupação com a preservação e a sustentabilidade como eixos estruturantes de proposta renovada de progresso. Esses direitos têm como foco a distribuição da riqueza, dos bens e serviços.
Nunca antes na história destepaiz um “decreto” veio vazado nessa linguagem, com a clara satanização de um setor da economia - o agronegócio (justamente aquele que responde pela saúde econômica do Brasil) - e com essa sociologia de botequim, que repete a tara lulista dos marcos inaugurais. Qualquer pessoa medianamente informada sabe tratar-se de uma mentira cretina. Ao juntar no desfile de sandices a extinção da propriedade com os supostos problemas do aquecimento global, temos o verdadeiro samba-do-esquerdista-doido.
Pervertendo as crianças
Nada escapa ao decreto. As crianças também correm riscos. Leiam outros trechos:
- Estabelecer critérios e indicadores de avaliação de publicações na temática de Direitos Humanos para o monitoramento da escolha de livros didáticos no sistema de ensino.
- Fomentar a realização de estudos, pesquisas e a implementação de projetos de extensão sobre o período do regime 1964-1985, bem como apoiar a produção de material didático, a organização de acervos históricos e a criação de centros de referências.
- Incentivar a inserção da temática dos Direitos Humanos nos programas das escolas de formação inicial e continuada dos membros das Forças Armadas.
- Inclusão da temática de Educação e Cultura em Direitos Humanos nas escolas de educação básica e em outras instituições formadoras.
Parece-me que a proposta de patrulha ideológica, inclusive nas escolas militares, está feita. Reparem que o decreto estabelece até parte do conteúdo dos livros didáticos. Ainda não é o extremo da selvageria antidemocrática. No trecho seguinte, vemos os “sovietes” tomando o lugar dos tribunais: “Estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos, especialmente em áreas de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com dificuldades de acesso a serviços públicos.”
Concluindo
Um dos “eixos orientadores” do decreto é o “fortalecimento dos Direitos Humanos como instrumento transversal das políticas públicas e de interação democrática“. Essa conversa de “instrumento transversal” não passa de linguagem pseudo-acadêmica destinada a seduzir incautos. A “transversalidade” é a desculpa costumeira da empulhação de intelectuais mequetrefes para juntar alhos com bugalhos. O decreto que cria a tal Comissão da Verdade (?) mistura no mesmo texto medidas de proteção aos índios, aos gays, às mulheres, aos quilombolas e aos “profissionais do sexo”; pretende orientar a saúde, a educação, a cultura, a produção e a pesca artesanal (!); ataca o agronegócio, critica governos anteriores e canta as próprias glórias; tenta interferir nos livros didáticos, busca desmoralizar a Justiça e acena até com um novo padrão produtivo…
Muito dirão que quase tudo o que há naquela estrovenga depende de projeto de lei e que será o Congresso a dar a palavra final. E daí? O texto não se torna constitucional por isso. Ademais, dados os métodos de cooptação dessa gente, isso não significa uma garantia, mas um risco adicional.
E cumpre reiterar: o tal “decreto dos direitos humanos” (podem gargalhar), peça do mais rombudo revanchismo, passou pela Casa Civil. Dilma já está dizendo a que veio e o que pode vir.
Depois do “filho do Brasil”, eles querem nos oferecer a madrasta.



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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Boato de que a ONU cunharia moedas de ouro e prata

Boato do ouro da ONU enlameia as águas do verdadeiro movimento em direção a Moeda Mundial



A desinformação distrai da realidade da agenda para a união monetária mundial.

Por Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Seg. Feira, 4/01/10

Um recente anúncio de que a ONU começará a cunhar moedas das barras de ouro e prata contendo o logo da ONU levantou temor de que uma nova moeda global esteja sendo preparada para substituir o dólar, mas é provável que a história seja um boato, enlameando as águas do verdadeiro movimento em direção a um sistema monetário global.

"As Nações Unidas (ONU) licenciou a cunhagem de moedas das barras de ouro contendo seu logo para proporcionar uma "opção pública" para proteção das moedas mundiais", afirmava a história original.

A fonte da história foi atribuída tanto ao Vancouver Examiner quanto ao Adfero Limited e exibida no website do Conselho Mundial do Ouro, mas o link para o artigo agora dá página de erro 404. Não há nada no website sobre Comércio e Desenvolvimento da ONU para se verificar a autenticidade da história.

Comentadores nos fóruns de Ron Paul descartaram a história como boato. "Eu postei isso um pouco depois, mas não há dados de fonte original para apoiá-la. Nada no site da ONU também, é mais do que provável que seja um boato", alguém escreveu.

Outros também questionavam como a ONU pode ter condições de comprar ouro para cunhar suas próprias moedas, amarrando o desenvolvimento com outras circunstâncias suspeitas em torno da alegada manipulação dos preços do ouro.

"De onde veio o ouro para a ONU começar a cunhar suas próprias moedas?" Pergunta o Gold Investing News. "Com certeza, a ONU não tem um orçamento oficial para comprar toneladas de ouro no mercado aberto."

"A história, que parece ter tido pouca base nos fatos e muita base na especulação ou na imaginação, foi agora tirada do site como não sendo factual... A ONU só emite moedas comemorativas." Escreveu o BullionGoldCoins.com.

Comentaristas no Fórum do Planet Prison questionaram os motivos por trás da colocação de uma história falsa sobre o movimento em direção a uma moeda global, sugerindo que pessoas inescrupulosas estavam "testando a água" sobre como o público reagiria ao anúncio.

Do mesmo modo como o boato das falsas moedas do Amero que foi posta pelo desgraçado informante do FBI Hal Turner, a história do ouro da ONU será imitada por muitos anos por pessoas ingênuas desatentas do fato de que é um boato. Em troca isso permitirá aos céticos explorar a confusão e alegar que toda a agenda para um governo mundial é uma invenção paranóica, enquanto o processo de sua implementação é anunciado publicamente em base quase diária.

Todos os verdadeiros movimentos em direção a moeda global foram revelados na cúpula do G-8 na Itália, no ano passado, quando o presidente russo Dmitry Medvedev mostrou para os repórteres uma moeda representando uma "moeda mundial futura única".

"Estamos discutindo tanto o uso de outras moedas nacionais, incluindo o rublo, como moeda de reserva, como também moedas supranacionais," disse o líder russo na conferência de imprensa.

A isso se seguiu comentários feitos pelo Secretário do Tesouro dos Estados Unidos Timothy Geitner ao Conselho de Relações Exteriores, no qual ele assegurou aos globalistas do CFR que os Estados Unidos estavam "abertos" a noção de um novo sistema monetário global para substituir o dólar.

Em adição a isso, o cheio de escândalos e altamente reservado Bank For International Settlements, considerado ser o principal eixo de poder dos bancos centrais do mundo, liberou um documento de política em 2006 que pedia pelo fim das moedas nacionais em favor de um modelo global na estrutura monetária.

A marcha em direção a moeda global é real, confirmável e abertamente documentada. A história falsa do ouro da ONU tem semelhantemente pouco propósito a não ser envenenar a cacimba com desinformação, ainda que inadvertidamente detratando a credibilidade daqueles que estão avisando da tomada do governo global que se manifestam numa miríade de formas diferentes nas grandes cúpulas globais, do G-8 a conferência de Copenhague no mês passado.

Fonte: www.prisonplanet.com

domingo, 3 de janeiro de 2010

Não haverá para onde fugir do novo governo mundial

Por uma Nova Ordem MundialImage by Caetano J. via Flickr

Não haverá para onde fugir do novo governo mundial.

Pensamento 'Global' não necessariamente resolverá os problemas do mundo, diz Janet Daley.

Por Janet Daley
Publicado em 19/12/2009

Há espaço para debate - e inumeráveis investigações pelos jornais - sobre quem foi a mais influente figura pública do ano, ou qual evento foi o mais significativo. Mas pode haver pouca dúvida sobre qual palavra ganhou o prêmio pelo adjetivo mais importante. 2009 foi o ano no qual "crise global" varreu o resto do dicionário político para a obscuridade. Houve "crises globais" e "desafios globais", a única resolução possível para elas repousa em "soluções globais" necessitando "acordos globais". Gordon Brown realmente sugeriu algo chamado "aliança global" em resposta a mudança climática. (Seria isso uma aliança contra o Eixo dos Extraterrestres?)

Um pouco disso foi pura besteira: quando pronunciada por Gordon Brown, a palavra "global", como em "crise econômica global", significava: "Não é minha culpa". Na medida em que as palavras têm um significado inteligível, isso também tinha ramificações políticas que foram escassamente examinadas por aqueles que agitaram a respeito de tal grave auto-importância. A mera expressão disso era assumida para varrer qualquer consideração do que era assumido ser o mais básico princípio da democracia moderna: que governos nacionais eleitos são responsáveis por seus próprios povos - que o direito de governar deriva do consenso do eleitorado.

A perigosa ideia de que a responsabilidade democrática dos governos nacionais deveria simplesmente ser distribuída como um favor dos "acordos globais" alcançados depois de fechadas as negociações entre líderes mundiais nunca, até onde eu lembro, entrou na arena da discussão pública. Exceto nos Estados Unidos, onde se tornou um ponto de conversação muito polêmico, os Estados Unidos ainda se agarram firmemente a ideia do século 18 de que o poder deveria repousar na vontade do povo,

Nem foi dada muita consideração a conclusão lógica de toda essa grandiosa conversa de consenso global como inquestionavelmente desejável: se não houve escolha popular a respeito de aprovar "acordos supranacionais legalmente obrigatórios", o que aconteceria com os dissidentes que não aceitassem as premissas deles (sobre mudança climática, por exemplo) quando não houver possibilidade de fugir para outro país em protesto? Isso era para ser considerado como a emergência do governo mundial? E teria ele poderes de policiar e manter a lei que substituiria a autoridade de governos nacionais eleitos? Com efeito, isso seria o infame "déficit democrático" da União Europeia elevado a uma escala planetária. E se o modelo da União Europeia é algo para se agir de acordo com ele, então as agências da autoridade global envolverão grandes tratos de poder sendo passados para funcionários não eleitos. Esqueça as relativamente insignificantes imitações da Euro-burocracia: bem vindo a era da Terra-burocracia, quando haverá literalmente nenhum lugar para fugir.

Mas, você pode dizer, conquanto as consequências políticas sejam assustadoras, certamente há alguma coisa nessa obsessão com dilemas globais. A economia é agora baseada no mercado global, e se o planeta está realmente encarando algum tipo de crise climática produzida pelo homem, então isso também é um problema que transcende as fronteiras nacionais. Certamente, se nossos problemas são universais, as soluções também devem ser.

Bem, sim e não. Chamar um problema de "global" significa sugerir três coisas diferentes: que é o resultado das ações de pessoas de diferentes países; que essas ações têm impacto sobre as vidas de todas as pessoas no mundo; e que o remédio deve envolver muitas respostas idênticas ou corretivas para essas ações. Essas são premissas separadas, qualquer uma delas deveria ser verdadeira sem que o resto delas necessariamente seja. A crise bancária certamente teve suas raízes na natureza internacional das finanças, mas a maneira como ela afetou os países e as pessoas variou consideravelmente de acordo com as diferenças em suas disposições internas. A Inglaterra sofreu especialmente de forma dura por causa de sua dependência do débito público e privado, enquanto que a Austrália escapou relativamente ilesa.

Que um problema seja internacional em suas raízes não implica necessariamente que a solução tem de envolver o nivelamento para uma prescrição global uniforme: De fato, dadas as diferenças nos efeitos e consequências para países individuais, a tentativa de tal nivelamento poderia ser um grande desperdício de tempo e recursos que poderiam ser colocados para um melhor uso no planejamento de remédios individuais. A Alemanha e a França parecem ter se arrastado para fora da recessão por si próprias durante o último ano (e os Estados Unidos podem estar a ponto de fazer o mesmo) enquanto a Inglaterra não. Estas variações não devem quase nada as pomposas e pretensiosas tentativas de encontrar soluções globais: elas têm a ver principalmente com países individuais, sob a pressão da responsabilidade democrática, fazendo o que eles decidirem ser o melhor para seu próprio povo.

Isso não é o que o Sr. Brown chama "auto interesse limitado", ou sem piedade "meu vizinho mendigo". É obrigação própria dos líderes nacionais eleitos fazer julgamentos que são apropriados para as condições de suas próprias populações. É também certo que chefes de nações recusem a assinar acordos globais "legalmente obrigatórios" que poderiam causar prejuízo para seu próprio povo. A resistência das nações em desenvolvimento ao pacto de mudança climática que lhes negaria o tipo de crescimento econômico e prosperidade das massas aos quais os países avançados se tornaram acostumados não é egoísmo gratuito: é a consideração adequada pelo bem estar de seus próprios cidadãos.

A palavra "global" tem tomado conotações sagradas. Qualquer ação tomada em seu nome deve ser inerentemente virtuosa, enquanto que as decisões de países individuais são necessariamente "estreitas" e de interesse próprio. (Não importa que um "acordo global" quase certamente será desproporcionalmente influenciado pelas nações mais poderosas.) Nem é nossa era tão completamente diferente das eras anteriores, apesar de toda sua sofisticação tecnológica. Nós sempre temos necessitado de acordos multilaterais, seja sobre comércio, crime organizado, controle de fronteiras, ou defesa mútua.

Se o impacto de nosso comportamento sobre a humanidade de forma geral é muito maior ou mais rápido do que nunca antes então teremos de encontrar meios de lidar com isso, o que não envolve sacrificar a mais esclarecida forma de governo já desenvolvida. Há um sopro de totalitarismo a respeito dessa nova ideologia, na qual os riscos são descritos em tais termos cósmicos que tudo o mais tem de ceder. "Globalismo" é outra forma de internacionalismo que tem sido o núcleo da crença da esquerda: um compromisso de classe invés de país que parecia um admirável antídoto ao nacionalismo "sangue e solo" que deu ascensão ao fascismo.

A nação-estado nunca se recuperou completamente do nome feio que adquiriu no último século como geradora da guerra mundial. Mas se isso é para ser relegado para a lixeira da história então temos que propor novos mecanismos para permitir que as pessoas expressem sua opinião em como elas são governadas. Talvez isso poderia ser o desafio global do próximo ano.

Fonte: http://www.telegraph.co.uk

Tradução e adaptação: O observador


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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Câmera de circuito interno esperta aprende a localizar tipos suspeitos

As "Big Brother" in the Apple commercialImage via Wikipedia

Câmera de circuito interno esperta aprende a localizar tipos suspeitos.

Por Nic Fleming
15 de dezembro de 2009

Qual a diferença entre um terrorista suicida e um faxineiro? Isso parece com a linha de abertura de uma piada macabra, mas para cientistas de computação que trabalham com software de vídeo de vigilância inteligente, ser capaz de fazer essa distinção é um objetivo chave.

Os atuais sistemas de circuito interno podem coletar massas de dados, mas pouco disso é usado, diz Shaogang Gong, um pesquisador de computação de visão por computador em Queen Mary, da Universidade de Londres. "O que realmente precisamos são melhores maneiras de explorar esses dados," ele diz.

Gong está liderando uma equipe internacional de pesquisadores para desenvolver um sistema de circuito interno da próxima geração, chamado Samurai, o qual é capaz de identificar e rastrear indivíduos que agem de modo suspeito em espaços lotados. Ele usa algoritmo para traçar o perfil de comportamento das pessoas, aprendendo sobre como as pessoas normalmente se comportam nos ambientes onde ele está posicionado. Ele também pode levar em consideração condições de iluminação, capacitando - o a rastrear pessoas enquanto elas se movem do campo de visão de uma câmera para outra.

Para melhorar o rastreamento de um indivíduo em um aeroporto, o sistema também pode aprender as rotas que as pessoas são mais prováveis de tomar - direto da entrada para o check-in, diz. Ele também pode até seguir alvos enquanto eles se movem em uma multidão, usando as formas características das pessoas, as bagagens delas e as pessoas com quem elas estão andando, para seguí-las enquanto elas caminham entre o campo de visão de diferentes câmeras.

O Samurai é desenvolvido para emitir alertas quando detecta comportamentos que divergem da norma, e ajuste seu raciocínio baseado em realimentação. Assim um operador poderia acalmar o sistema de que a pessoa com o esfregão parecendo desperdiçar tempo em uma rua movimentada não é uma ameaça. Quando outra pessoa com um esfregão exibir comportamento similar, ele se lembrará que isso não é uma situação que precise alertar.

Enquanto ferramentas de análise de vídeos já existem, eles tendem a operar de acordo com rígidas regras pré-definidas, diz Gong, e não podem seguir um grande número de pessoas através de múltiplas câmeras situadas em espaços públicos movimentados.

A equipe do Samurai demonstrou no mês passado o sistema para parceiros comerciais incluindo os aeroportos BAA no Reino Unido. Os pesquisadores afirmam que o protótipo do sistema identificou com sucesso potenciais ameaças que poderiam ter passado despercebidas por operadores humanos, usando filmagem coletada no aeroporto Heathrow. A equipe do Samurai tem financiamento para continuar refinando o software até o fim de 2011.

"O uso de resposta pertinente dos operadores humanos será uma parte muito importante dessas tecnologias," disse Paul Miller, do Queen's University's Centre para Tecnologias de Segurança de Informação em Belfast, Reino Unido, que está liderando um projeto para desenvolver sistemas de análise de vídeos capazes de prever assaltos em ônibus. "A chave é desenvolver algoritmos de aprendizagem que trabalhem não apenas no laboratório, mas que sejam robustos para aplicações no mundo real."

Fonte: www.newscientist.com

Nota: A cada dia as tecnologias de vigilância e geolocalização estão mais sofisticadas. Isso decorre da necessidade da segurança, mas também trás a tona a questão da privacidade das pessoas.

Em um mundo que caminha rapidamente para um Governo Mundial que deverá ser bastante restritivo da liberdade, esses mecanismos manterão a todos sob constante vigilância.

Os mecanismos de geolocalização estão sendo aperfeiçoados ao ponto de localizarem pessoas com precisão de poucos centímetros, como o surround sense que está sendo desenvolvido pela Universidade americana de Duke, conforme artigo do site http://www.baixaki.com.br.

Realmente não haverá onde se esconder do Big Brother.




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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Dinheiro das drogas salvou os bancos na crise global, afirma conselheiro da ONU.

O Espectro de Wall StreetImage by *Bloco via Flickr

Dinheiro das drogas salvou os bancos na crise global, afirma conselheiro da ONU.

O chefe das drogas e crime diz que $352 bilhões em rendimentos criminosos foram efetivamente lavados pelas instituições financeiras.

Por Rajeev Syal
Publicado em 13/12/2009 pelo Guardian

Dinheiro de drogas no valor de bilhões de dólares manteve o sistema financeiro flutuando à tona no pico da crise global, contou ao the Observer o czar das drogas e crime das Nações Unidas.

Antonio Maria Costa, diretor do escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime, disse que viu evidências de que os rendimentos do crime organizado era "o único capital de investimento líquido" disponível para alguns bancos no limiar do colapso do ano passado. Ele disse que a maior parte dos $352 bilhões (216 bilhões de euros) dos lucros das drogas foi absorvida no sistema econômico como resultado.

Isso levanta questões sobre a influência do crime no sistema econômico em tempos de crise. Também desperta um exame adicional do setor bancário enquanto líderes mundiais, incluindo Barack Obama e Gordon Brown, pedem por Novas Regulamentações para um Fundo Monetário Internacional. Falando de seu escritório em Viena, Costa disse que há evidências de que o dinheiro ilegal estava sendo absorvido no sistema financeiro foi primeiro chamado a sua atenção pelas agências de inteligência e promotores ao redor de 18 meses atrás. "Em muitos exemplos, o dinheiro das drogas era o único capital de investimento líquido. Na segunda metade de 2008, a liquidez era o principal problema do sistema bancário e, portanto capital líquido se tornou um fator importante," ele disse.

"Empréstimos entre bancos foram financiados pelo dinheiro que se originou do comércio de drogas e outras atividades ilegais... Havia sinais de que alguns bancos foram resgatados dessa forma." Costa recusou identificar países ou bancos que podem ter recebido algum dinheiro de drogas, dizendo que seria inapropriado porque seu escritório é para encaminhar o problema, não atribuir culpa. Mas ele disse que o dinheiro é agora parte do sistema oficial e tinham sido efetivamente lavado.

"Este foi o momento (o ano passado) quando o sistema estava basicamente paralisado por causa da má vontade dos bancos de emprestar dinheiro uns aos outros. A progressiva liquidização do sistema e a progressiva melhoria de alguns bancos dos valores de suas ações (significou que) o problema (do dinheiro ilegal) tinha se tornado muito menos sério do que estava", ele disse.

O FMI estimou que grandes bancos dos Estados Unidos e europeus perderam mais de $1 trilhão de ativos tóxicos e de empréstimos ruins de janeiro a setembro de 2009 e mais de 200 dos que emprestavam para hipotecas faliram. Muitas grandes instituições ou faliram, foram adquiridos sob pressão, ou foram objeto de absorção pelo governo.

Acredita-se que agora as gangues fazerem a maior parte de seus lucros do comércio de drogas e está estimado valer 352 bilhões de euros, diz a ONU. Eles tradicionalmente mantiveram os rendimentos em dinheiro ou levado para o estrangeiro para esconder das autoridades. É entendido que a evidência de que o dinheiro das drogas que fluiu para os bancos veio de funcionários da Inglaterra, Suíça, Itália e dos Estados Unidos.

Os banqueiros britânicos gostariam de ver qualquer evidência que Costa tenha para respaldar suas afirmações. Um porta-voz da Associação de Banqueiros Britânicos disse: "Nós não temos sido parte de nenhum diálogo regulador que apóie uma teoria deste tipo. Houve claramente uma falta de liquidez no sistema e até certo ponto isso foi suprido pela intervenção dos bancos centrais."

Fonte: http://www.guardian.co.uk/global/2009/dec/13/drug-money-banks-saved-un-chief-claims


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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A Religião do Clima e a cúpula da ONU em Copenhague:"O meio ambiente deveria competir com a religião, de modo que pudéssemos moldar povos e países

Mensaje a los Medios de Comunicación del Presi...Image by Gobierno Federal via Flickr

A Religião do Clima e a cúpula da ONU em Copenhague: "O meio ambiente deveria competir com a religião, de modo que pudéssemos moldar povos e países.

Por Anders
Euro-med.dk, 04/12/2009

Sumário: O programa ambiental da ONU (UNEP, em inglês) é muito ambicioso. Ele quer que o movimento ambientalista esteja rivalizando com a religião para estabelecer nossos padrões e valores. Um documento até agora secreto mostra que o UNEP controlará os governos em questões climáticas para incluir todas as condições sociais, e explorar os governos por dinheiro. O UNEP está engajado em um enorme trabalho missionário, começando com o verde - e fazendo lavagem cerebral nas crianças através de 30.000 organizações mundo afora - usando os mesmos métodos que o Futerra do governo britânico. Em uma reunião em Paris entre 4 e 5 de setembro, o UNEP fez o compromisso de a mídia fazer a propaganda ambientalista até a conferência de Copenhague e além, enquanto todo o aparato da ONU está mobilizado em uma campanha sem precedentes de mentiras do clima para um acordo político em Copenhague.

Estão incluídas as curvas do relatório de Lord Monkton sobre o escândalo do Climategate. Elas demonstram que enquanto os próprios números do Sistema de Informação Geográfica da NASA em 1999 mostravam um resfriamento global, que continua até os dias atuais, James Hansen do Sistema de Informação Geográfica projetava isso como aquecimento global. Essa é a verdadeira mudança climática antropogênica!

O movimento climático inteiro é uma religião adorando a "Mãe Terra viva", a Gaia dos antigos gregos, com um arco de esperança, o pacto com equipamentos rituais, pregadores da Terra, fórmulas mágicas, e hinos a Gaia. A Carta da Terra é chamada os "10 mandamentos de nosso tempo" pelo Moisés de nosso tempo, Michael Gorbachev, e transgressão aos 10 mandamentos é pecado, para o qual nossos incríveis políticos compram indulgências para nosso dinheiro nos países mais pobres da terra para um não existente débito de CO2! Há altos sacerdotes corruptos que tem feito da ameaça do dia do juízo final seu culto. E há um mundo inteiro que segue cegamente e adora esse monstro vermelho pintado de verde (apoc. 13)

O Natal está se aproximando, tempo de reflexão para os cristãos. E esse ano para os adoradores de Gaia/Lúcifer da religião do clima da Nova Era, também, fortemente associados com a agenda 21 da ONU. Enquanto Al Gore é o pregador irrefletido dessa religião, há profetas escondidos como o Clube de Roma, e Edmund de Rothschild, Michael Gobachev da Cruz Verde, Steve Rockefeller e Maurice Strong, os últimos três autores da Carta da Terra. Mas estes caras espertos transferiram a lucrativa religião do clima deles para a satanista ONU. De forma geral 91% dos autores da coordenação do Relatório da Quarta Avaliação do IPCC eram cientistas do Programa de Pesquisa Mundial do Clima, e, portanto, tinham o apoio da UNESCO por trás deles. Um ramo da ONU é o Programa Ambiental da ONU (UNEP). Ele foi estabelecido em 1972 e tem uma estratégia de 2010 a 2013 para uma lavagem verde e lavagem cerebral no mundo sob a cobertura da religião do clima. Wikipédia: O mandato do UNEP é para coordenar o desenvolvimento do consenso da política ambiental pela manutenção do meio ambiente global sob revisão e trazer as questões emergentes à atenção dos governos e da comunidade internacional para ação. O Conselho Governante é o principal desenvolvedor das normas políticas para os programas ambientais e desempenha o papel diplomático em promover a cooperação entre os estados membros da ONU sobre questões de meio ambiente.

Um documento secreto emergiu: O relatório de Mark Halle, "O UNEP Que Nós Queremos", da reunião do UNEP em 17 de setembro de 2007: "O meio ambiente deveria competir com a religião como a única narrativa baseada em valores obrigatória disponível para a humanidade. Já está acontecendo no campo da mudança climática." Uma corte de justiça Britânica declara: "O Verde é uma religião!

“Efetivamente, o ambientalismo é uma religião, uma adoração de Gaia, vide a hipótese de Gaia de James Lovelock:” “Pode ser que um papel que nós desempenhamos é como os sentidos e o sistema nervoso de Gaia. A terra é um sistema vivo e somos parte dele". O Independente de 16/01/2006:"Minha teoria de Gaia vê a Terra se comportando como se estivesse viva. Nós demos uma febre a Gaia e em breve sua condição piorará para um estado como o de coma." A "sagrada" Arca da Esperança contém as orações da Terra, o véu da oração da Terra, e a Carta da Terra, os 10 mandamentos de nosso tempo, como o Moisés de nossos dias, Michael Gorbachev diz. A Arca simboliza a Arca do Pacto de Gaia. Como em muitas religiões, jejum e abstinência de carne estão sendo pregados. Há autonomeados, oniscientes, fundamentalistas fraudulentos como Sumo Sacerdotes para Gaia - como James Hansen - vendo os políticos como hereges comprando indulgências nos países mais pobres para um imaginário débito de CO2. Mesmo se Hansen foi pego três vezes em flagrante adulterando as temperaturas, ele agora está indignado com o escândalo do climategate! Na religião do clima é preciso mentir - mas é inadmissível ser exposto sob quaisquer circunstâncias. É por isso que eles compraram a mídia. O elemento central do culto é a ameaça do dia do julgamento. Eles têm hinos para Gaia e orações para Gaia: “... Sagrada deusa, a senhora nos honra com o seu sempre abundante espírito. Adeus mãe dos deuses, noiva do paraíso..."

A Conferência de Mudança Climática da ONU em Copenhague começará em menos de uma semana (já está em andamento). A ONU está altamente agressiva: Uma recente inspeção no site oficial Seal the Deal Web mostrou que 417.721 pessoas até 21 de dezembro tinham assinado a petição para fazer esse acordo. O homem por trás desse acordo é Janos Pasztor, conselheiro climático de Ban Ki-moon. Pasztor é o recentemente nomeado Diretor do Grupo de Gerenciamento de Meio Ambiente da ONU (EMG), cujo secretariado é estipulado pelo Programa de Meio Ambiente da ONU (UNEP) em Genebra. Felizmente o prospecto do "Fechamento do Acordo" é ruim, muitos paises estando indesejosos de pagar as vorazes LDC's de 700 bilhões de dólares que eles estão exigindo. Até mesmo o pagamento de 100 bilhões de dólares oferecidos pela União Europeia tem dividido os países. O escândalo do climategate pode ter diminuído a confiança dos contribuintes na fraude do clima. Por outro lado a política do clima é uma fraude intencional baseada em uma mentira proposital. Mas o atual prospecto mínimo do resultado é uma grande frustração do manda-chuva da ONU, Ban Ki-moon que está continuamente fazendo lobby para os países ricos fazerem um acordo comunista para enviar cada vez mais de suas riquezas para os povos do mundo que nada produzem a não ser mais crianças. É claro que sob a capa do "débito de CO2" que devemos aos países pobres que não produzem absolutamente nada do danoso CO2.

Fox News, 19/11/2009: Um intenso trabalho de lobby dirigido pelo Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon em favor do tratado ainda está prosseguindo a todo vapor adiante, sob o slogan da campanha "Sele o Acordo! Crescimento do poder verde. Proteja o planeta" - um grande esforço para a manipulação da opinião pública internacional.

Desde 2001 o combinado RSS (sistema de sensores remotos em Santa Rosa e UTAH (Universidade de Alabama Huntington) de temperaturas mostra um claro resfriamento global - convertido pelo IPCC em aquecimento global. Relatório de Lord Monkton.

A ONU fisga crianças a fim de ter os pais delas em suas redes.

The New York Post, 30/11/2009: As crianças foram os alvos de um livro co-escrito pelo pela produtora do veículo fabricador da estrela de Al Gore, "Uma Verdade Inconveniente" com pelo menos 11 pesados erros de acordo com a corte britânica. A produtora Laurie David disse ao editor do Weekly que ela escreveu o livro de criança, "Down-to-Earth Guide to Global Warming," porque "Crianças também são a influência número 1 para os pais delas, então se você quer alcançar os pais, vá até as crianças." Então: Minha filha voltou da escola recentemente com uma canção em seus lábios. Lá de fora vinha esse refrão assustador: "...Você pode ouvir o aquecimento - Aquecimento Global..." Nós aprendemos que: A) Todas as crianças têm sido forçadas a cantar "A Canção do Aquecimento," em um show para os pais. B) Além do mais a letra da música censura os adultos egoístas por poluírem nosso planeta e causar o martírio do aquecimento que mataria, em pouco tempo, todos os ursos polares e ameaçaria os pássaros e as abelhas. O UNEP tem um enorme programa para converter crianças - com cerca de 30.000 organizações ao redor do mundo.

Por quê? As ambições do UNEP, sente que está sendo negligenciado, consegue financiamentos tão pequenos e quer estabelecer a política da ONU sobre o clima e a sociedade. Aqui estão os meios: O UNEP tem um largo eleitorado natural e esse eleitorado precisa ser atrelado a missão do UNEP sem parecer fazer avanço ao redor dos governos membros. Isso inclui descobrir o jeito certo de interagir com, e tirar o melhor de, universidades e comunidades de estudantes, e dos think tanks. Ele deve fazer um hábito de desafiar comportamentos e práticas insustentáveis, onde quer que sejam encontradas, essas iniciativas também representam um meio de alcançar os diretores executivos das corporações. O UNEP alcançará governos, outras entidades das Nações Unidas, instituições internacionais, secretarias de acordos ambientais multilaterais, a sociedade civil.

Comentário: Assim, a missão do UNEP é contornar os governos promovendo seu subversivo trabalho revolucionário.

O ambicioso documento, intitulado "O UNEP Que Nós Queremos", de Mark Halle, foi o produto de um seleto grupo de 20 principais burocratas ambientalistas e pensadores, incluindo a atual funcionária número dois do UNEP, Angela Cropper. O documento foi mais tarde entregue ao Diretor Executivo do UNEP Achim Steiner. Outro participante incluido Janos Pasztor. Um outro importante assistente foi John Scanlon, listado no website do UNEP como o principal conselheiro de Steiner no UNEP. Entre outras coisas, é creditado a Scanlon em sua biografia como ser o líder em desenvolver a nova estratégia de médio prazo do UNEP, "Meio Ambiente para o Desenvolvimento," cobrindo o período de 2010 a 2013.

Essas ideias estão sendo defendidas em um tempo altamente carregado. Ambos os ambientalistas e as Nações Unidas inteira, liderados pelo Secretário Geral Ban Ki-moon, estão pressionando intensamente os governos ao redor do mundo para assinarem um sucessor legalmente obrigatório e mais global para o Protocolo de Kyoto na supressão dos gases do efeito estufa, o qual expira em 2012. Até o momento, esse acordo parece provável de ser adiado, pelo menos até a próxima primavera, enquanto alguns países ricos, incluindo os Estados Unidos, hesitam pelo alto custo e potencialmente incapacitante impacto econômico dos objetivos para reduzir as emissões de carbono na atmosfera da terra, ainda que o presidente Barack Obama apóie um ambicioso acordo em Copenhague.

Entre outras coisas, ambas documentadas (inclusive o documento 2010-2013) argumentam por:

1. uma "nova e central posição para o ambientalismo no pensamento do mundo," o meio ambiente se movendo de ser frequentemente considerado uma questão marginal nos níveis intergovernamental e nacional para o centro da tomada de decisão política e econômica," diz o plano de médio prazo.
Diretor Executivo do UNEP, Achim Steiner

2. unir questões ambientais com econômicas como prioridade central. "Nós necessitamos de um Bretton Woods ambiental para o século 21," as ligações entre sustentabilidade ambiental e a economia.

2. novas regras ambientais, regulamentos e padrões, com uma autoridade mais forte para comandar os governos nacionais. O documento Mark Halle chama isso uma série de "ajustamentos incrementais, todavia ambiciosos" para a governança ambiental internacional.

4. um extensivo papel de divulgação pela UNEP para "crianças e jovens".

5. alcançar setores mais poderosos dos governos bem como dos negócios.

6. apelar para os mais poderosos (dos governos) ministros responsáveis pela política econômica; a mensagem do UNEP não é para os ministros do meio ambiente - já convertidos...Devem mirar mais alto."

7. procurar influenciar como o árbitro condutor do mundo de uma nova dimensão do desenvolvimento humano.

De acordo com Halle, contudo, numa troca de e-mail com a Fox News, há sinais de que o grandemente ambicioso papel que ele e seus camaradas intelectuais rascunharam para o UNEP como o principal competidor da religião está "começando a acontecer." Halle apontou o engajamento este ano da assim chamada Iniciativa da Economia Verde, uma proposta para redesenhar radicalmente a economia global e transferir trilhões de dólares em investimentos para os países em desenvolvimento mais pobres do mundo, mas um que está formulado em termos de novos empregos verdes.

A Iniciativa da Economia Verde é também chamada de Novo Acordo Global Verde. O fato de que o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) é ocasionalmente associado com o UNEP é um escândalo e uma tragédia. Comentário: Realmente notável, desde que o IPCC foi estabelecido pelo UNEP em 1988.

Fox News, 19/11/2009: Manipulação da mídia
Uma outra parte chave da tragédia é atrair os noticiários da mídia internacional muito mais profundamente para dentro da causa. Caso em questão: uma reunião em Paris de 4 a 5 de setembro, organizada pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) e intitulado "Primeira Conferência Internacional sobre Mídia e Mudança Climática."

Quase 300 pessoas representando mais de 100 organizações de radiodifusão e sindicatos de radiodifusão compareceram ao encontro. No final da reunião, e com Copenhague a apenas três semanas a frente, o grupo emitiu uma declaração falando que "uma dedicada colaboração entre a mídia de radiodifusão para compartilhar e disseminar informações sobre mudança climática que incorpore tanto a perspectiva global como a local encorajaria indivíduos e fazedores de políticas a se responsabilizarem por ações oportunas." "Provavelmente a maior parte do mundo não lê o noticiário de jeito nenhum. Eles não procuram mudanças no noticiário para obter suas informações ou para mudar seu comportamento. Se a mudança climática é sobre mudança comportamental, no final das contas o que eu acredito que é, portanto de uma perspectiva da mídia você deve, você tem de olhar de um jeito que não é apenas sobre notícias. É sobre criar uma imaginação, e uma visão, do que uma mudança climática mundial - ou uma mudança climática mundial evitada com sucesso - parecerá. Isso virá através de filmes, isso virá através de novelas, isso virá através de reality shows de televisão, isso virá através de romance." Eric Hall - chefe de relações públicas das Nações Unidas. Comentário: Isto é, usando psicologia aplicada para converter a humanidade para a religião do clima é - estratégia da Futerra!

Al Gore e o Climategate? Bem, ele tem guarda costas para remover qualquer um fazendo perguntas inconvenientes - pelo menos 4 pessoas. E então ele se apressa para o seu mercedes sedento de gasolina!

Temos visto como os principais fornecedores de temperaturas para o IPCC, umas atuais (James Hansen, Sistema de Informação Geográfica) e projeções futuras (Unidade de Pesquisa Climática, Universidade de East Anglia), foram expostos como fraudadores. Ou seja, o ganhador do prêmio Nobel, o IPCC, recebeu este prêmio em cima de uma grande mentira. Da mesma forma Al Gore, é claro. E isso significa que a Conferência do Clima de Copenhague é uma farsa científica. Mas como mostrado acima isso é indiferente. Essa conferência não é sobre clima - porque eles sabem muito bem que não há crise climática. É sobre governo mundial, como Lord Monckton de Brenchley diz. O documento suíço acima não é surpresa, considerando as simpatias comunistas expressas por Ban Ki-moon. Isso é parte da comunista agenda 21 como anteriormente descrita neste blog.

Marque o que Mark Halle escreve: O UNEP vai procurar influenciar como o árbitro guia do mundo de uma nova medida de desenvolvimento humano. Esses canalhas tomaram o papel de brincar de Deus - ou melhor, do Diabo - achando que eles podem fazer sua miserável mentirosa ideologia climática o equivalente do Cristianismo. Eles pensam que estão designados a contornar os governos e fazerem-se árbitros de nosso desenvolvimento! Isto é realmente luciferiano: Ou seja, deificação humana.

Mas por que apenas o clima como a ferramenta deles? Aqui é como a Criatura da Ilha de Jekyll por G. Edward Griffin, appleton, Wisconsin: American Opinion Publishing, Inc., 1994:"Pode agora ser possível criar um Governo Mundial no qual todas as nações serão desarmadas e disciplinadas por um Exército Mundial, uma condição na qual chamaremos de paz." Neste caso, o que poderia ser um substituto para guerra? Uma fonte está no estudo secreto do Hudson Institute de 1966 comissionado pelo Secretário de Defesa Robert McNamara (depois chefe do Banco Mundial), intitulado Relatório da Montanha de Ferro. Este estudo analise friamente vários meios pelos quais o governo poderia controlar o populacho e perpetuar- se no poder na ausência da guerra (paz da ONU).

Aqui, Griffin explica, está a origem do estratagema para promover o apocalipse ecológico como o novo inimigo que ameaça o mundo inteiro. A ameaça precisa ser real, apresentado as massas que podem ser convencidas de que é verdadeiro. Credibilidade é a chave, não a realidade. A barragem de propaganda tem tido um resultado fenomenal. Políticos estão agora sendo eleitos com nada a não ser "preocupação pelo meio ambiente e uma promessa de sujeitar as indústrias sujas," com ninguém se preocupando sobre os danos feitos a economia ou nossas liberdades. No mesmo espírito Alexander King, do Clube de Roma, primeira Revolução Global: "Na procura por um novo inimigo para nos unir, nós surgimos com a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, escassez de água, fome e coisas semelhantes servia bem... O verdadeiro inimigo, então, é a própria humanidade." Ou seja, a mentira climática é pura ideologia da Nova Ordem Mundial.

Fonte: http://euro-med.dk/?p=12116

Tradução e adaptação: O Observador







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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Dr Rauni Kilde

A ex-ministra da saúde Dra. Rauni Kilde fala corajosamente sobre os planos dos Bilderbergs de eliminar 2/3 da população mundial e como a gripe suina está sendo usada para cumprir esse papel.

É a primeira vez que uma autoridade de um país fala tão abertamente sobre esses planos estarrecedores. Para quem achava que tudo isso era apenas maluquice de teóricos da conspiração fica aí o vídeo para reflexão!!!




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