sábado, 16 de janeiro de 2010

Projeto de Lei da Igualdade no Reino Unido

{{pt|1=Cruzeiro com quase mil anos que nos rem...Image via Wikipedia

O Projeto de Lei da Igualdade: Poderá uma nova lei em essência declarar ilegal o cristianismo evangélico e o catolicismo romano no Reino Unido?
Postado em 21/12/2009

Esse título chamou sua atenção? Pois deveria. Uma nova lei está perigosamente perto de se tornar lei no Reino Unido o que essencialmente declararia ilegal o cristianismo evangélico e o catolicismo romano. Não que o projeto de "lei da igualdade" especificamente designe estas fés como ilegais na própria legislação. Antes, o projeto de lei torna ilegais as crenças e práticas específicas que são fundamentais tanto para o cristianismo evangélico como para o catolicismo romano. De fato, os especialistas estão dizendo que o "projeto de lei da igualdade" criaria uma erupção vulcânica de litígios nas cortes do Reino Unido e forçaria em última instância aqueles que desejarem continuar a praticar qualquer coisa que pareça mesmo de longe com o cristianismo tradicional a ir para a clandestinidade.

Então o que é mesmo o projeto de lei da igualdade?

O projeto de lei da igualdade supostamente objetiva consolidar todas as leis anti-discriminação existentes em uma única estrutura legal. Contudo, ele realmente vai muito além do que qualquer lei "anti-discriminação" no Reino Unido já tenha ido antes.

Na superfície, esta legislação parece uma boa ideia. Afinal de contas, quem quer discriminação contra pessoas idosas ou pessoas de outras raças? Você pode ler um resumo desta legislação, ela contém realmente umas poucas boas propostas.

Mas também um ataque rancoroso ao cristianismo tradicional.

O The Telegraph cita um funcionário de alto nível do "Ministério da Igualdade" como tendo dito o seguinte quando foi perguntado se o Projeto de Lei da Igualdade levaria a ações legais entre igrejas e ateus...

"Ambos precisam estar alinhados (seus advogados)." ele disse. "Os secularistas deveriam ter o direito de desafiar a igreja."

Secularistas deveriam ter o direito de desafiar as crenças e práticas da igreja?

O que diabos ele quer dizer?

Então exatamente o que significaria o Projeto de Lei da Igualdade para as igrejas do Reino Unido?

Cristãos evangélicos e católicos romanos deveriam ficar de olhos bem abertos não somente para ações judiciais, mas também para multas ilimitadas do governo e até processo criminal se...

*Eles forem descobertos com discriminação contra homossexuais ou transexuais em qualquer área de ocupação - incluindo a contratação de pastores e padres.

*Eles forem descobertos com discriminação contra homossexuais ou transexuais em qualquer pregação ou ensino.

*Eles forem descobertos com discriminação contra contratação de homens e mulheres casados como padres como os católicos romanos têm feito por séculos.

*Eles forem descobertos insistindo que pastores ou padres permaneçam celibatários (como no caso dos católicos) ou somente tenham sexo dentro do casamento (como no caso dos evangélicos).

*Eles forem descobertos tentando impedir que qualquer um de seus clérigos entre parcerias civis de mesmo sexo.

*Eles forem descobertos estar tentando impedir seus pastores ou padres de fazer operações de mudança de sexo, vivendo abertamente em estilos de vida promíscuos ou se engajando em qualquer outra forma de expressão sexual.

Assim, essencialmente, se o Projeto de Lei da Igualdade for totalmente implantado, nenhuma organização religiosa do Reino Unido será capaz de pregar ou ensinar contra a imoralidade sexual, será capaz de discriminar a imoralidade sexual quando contratar clérigos ou será capaz de tomar posição moral formal contra a imoralidade sexual em qualquer modalidade que seja.

Alguns analistas estão até afirmando que se o Projeto de Lei da Igualdade for adotado, todas as contratações para posições na igreja que não gastar pelo menos 51 por cento do tempo dirigindo o culto e pregando seria objeto de regulamentações que proibiria discriminação contra aquelas de outras religiões. Assim, por exemplo, uma igreja batista seria forçada a considerar um candidato islâmico para a posição no ministério de jovens, mas isso também funciona para outras funções não educativas na maior parte das vezes.

Basicamente o Projeto de Lei da Igualdade seria um pesadelo total tanto para os cristãos evangélicos como para os católicos romanos no Reino Unido. O fato da lei está escrita em termos tão vagos abriria as comportas para todos os tipos de infindáveis litígios. Se o Projeto de Lei da Igualdade se tornar lei, a pregação livre e a livre expressão nas igrejas do Reino Unido seriam profundamente esfriadas enquanto os líderes da igreja lutariam contra as infindáveis ameaças de ações legais, multas e processos criminais.

Os dias quando as igrejas no Reino Unido podiam pregar abertamente contra o pecado sexual estariam no fim.

Os dias quando as igrejas no Reino Unido podiam tomar qualquer decisão sobre o comportamento sexual de seus clérigos estariam acabados.

Os dias quando as igrejas no Reino Unido poderiam abertamente comentar o que a bíblia diz sobre "certo" e "errado" estariam acabados.

Dessa forma isso significaria essencialmente o fim do cristianismo evangélico legal e do catolicismo romano legal no Reino Unido.

Isso parece bastante dramático, mas essa é a verdade da questão.

De fato, a Baronesa O'Cathain, legisladora do Tory (partido conservador) e uma cristã evangélica, disse na semana passada que o Projeto de Lei da Igualdade é o "projeto de Lei individual mais ameaçador a vir ante a Assembleia em meus 18 anos como membro".

Você está começando a captar a ideia?

Estamos vivendo nos últimos dias, e a verdade é que a perseguição aos cristãos está explodindo no mundo todo. Os cristãos nas nações ocidentais sempre pensaram que isso era algo que acontecia "lá", mas agora a perseguição aos cristãos está se movendo adiante com uma velocidade ofuscante em lugares como o Reino Unido.

Finalmente, não haverá escapatória da perseguição. Se você planeja ser cristão nos últimos dias você enfrentará perseguição enquanto estiver nesta terra.

É melhor você está pronto para ela.

Se você é um cristão e ainda não está sendo perseguido, em breve você estará.

Fonte: http://signsofthelastdays.com/archives/the-equality-bill-will-a-new-law-essentially-outlaw-evangelical-christianity-and-roman-catholicism-in-the-u-k

Nota: E já vemos projetos semelhantes a estes sendo propostos também no Brasil. A lei anti-homofobia é um deles. O Projeto de Lei 122/06, se aprovado nos termos em que está levará a perseguição das igrejas e dos cristãos, uma vez que trata as crenças evangélicas contra a prática homossexual como crime de homofobia e estabelece a obrigatoriedade de aceitação pelas igrejas de pastores homossexuais.

Mais cedo ou mais tarde, dada a pressão de grupos homossexuais e da imposição de políticas de igualdade e não discriminação, estas leis serão implantadas. A perseguição será inevitável, uma vez que nenhum cristão verdadeiro trocará as verdades eternas das sagradas escrituras pelas filosofias passageiras dos homens.



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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

True Lies III - Nada de novo em CopenGate

Al Gore: An Inconvenient TruthImage by Juampe López via Flickr

True Lies III - Nada de novo em CopenGate
Heitor De Paola | 09 Janeiro 2010
Artigos - Globalismo

Os leitores já notaram a onipotência, a arrogância e a petulância com que os 'salvadores do mundo' e 'construtores do futuro' falam? Ou melhor, não falam, pontificam sobre nós, os pobres comuns dos mortais que não passam de burros que nada sabem e precisam ser salvos por eles.

And lo it came to pass that in the last month of the last year of the second millennium God sent Algor into the wilderness to receive The Word and bade Algor to write God's Words in a tome of Truth. God gave to Algor a terrible vision of melting glaciers, of oceans rising to inundate great cities, of storms raging across the land in the expression of God's True Wrath. (...) "And lo, Dear God, what must we do to assuage your terrible wrath?" Algor asked of God. And God replied in a thunderous voice, "Go forth unto the multitudes and spread the word of my wrath so that man will atone for his terrible sins against the Mother Earth!
Klaus Roth - Excerpts from the Book of Moron [[i]]

Os bilhões - ou seriam só milhões? - de idiotas úteis (morons) que acreditam que o homem e suas máquinas são responsáveis por um mito chamado 'aquecimento global' e que esperavam alguma solução vinda da mais nova reunião dos responsáveis pela 'solução', podem esperar sentados - ou deitados nus em sinal de protesto - pois de lá, nem das próximas reuniões, nada sairá. Nem os participantes tinham em mente encontrar qualquer solução para os 'problemas' climáticos.
O enfant gaté dos adoradores da religião anti-industrial e profetas do fim do mundo, o doublé de cineasta de terceira categoria e Vice Presidente de quinta, Algor, sequer foi lá! Ele sabe - como de resto todos os estadistas (sic) que lá compareceram e a grande mídia - que a coisa toda não passa de um grande show de prestidigitação para esconder a verdadeira intenção. Seria preciso James Carville, o chefe de campanha de Clinton em 1992, para dizer: 'It's the World Government and the New World Order, stupid!'. Não se trata de controlar nenhuma catástrofe climática, mas sim de levar adiante o maior controle mental de que se tem notícia em toda a história e demonstrar que apenas a completa centralização do poder nas mãos de uma elite intelectual auto nomeada poderá salvar o planeta. Para isto, o pânico deve ser semeado em proporções inimagináveis, a ponto de ninguém acreditar quando ele é denunciado e atribuir a quem o faz o epíteto de adepto de 'teorias de conspiração'.
Vejamos um exemplo de como se faz: em 2002, the United Nations Global Environmental Outlook [[ii]] predisse 'a destruição de 70% da natureza em trinta anos (2032), a maciça extinção de espécies ... mais de metade do mundo sofrerá de falta d'água, principalmente no Oriente Médio onde os problemas seriam especialmente severos para 95% da população ... 25% de todas as espécies de mamíferos e 10% das aves estarão extintos ...'. O mesmo se fez com a campanha anti-fumo, o maior sucesso mundial de controle da mente (mind control), a lei seca para motoristas (as autoridades brasileiras, campeãs mundiais em idiotice, adotaram-na como nenhum outro país), a simultânea campanha para a liberação das drogas pesadas (porque fumar e beber não pode, e cheirar coca, fumar maconha e se picar pode? - não tente entender, visite o website de Olavo de Carvalho e se inteire a respeito de dissonância cognitiva), o desarmamento (como foi deixado para o povo decidir, o Brasil acabou com a festa), o controle alimentar juntamente com a medicalização e psicologização da sociedade, o forte apoio à liberação do aborto e da eutanásia, etc.
Nenhum dos participantes de importância da reunião de Copenhagen acredita que a temperatura mundial está realmente subindo por conta da ação humana e que subirá ainda mais nos próximos anos. Um dia depois de voarem de volta a seus países, a natureza, ironicamente, desabou o pior inverno dos últimos anos no Hemisfério Norte, com temperaturas de - 30ºC na Alemanha, - 22º na França e decreto de emergência em 22 províncias Espanholas. Pela primeira vez nevou em Houston, Texas, nessa época do ano. Inúmeros aviões ficaram retidos no solo na Europa e nos EEUU. Isto serviu para convencer alguém da mentira do 'aquecimento global'? Não! Pois não é que rapidinho substituíram aquecimento por 'mudança climática'?! Espere-se e ainda virá uma explicação que mesmo o inverno inclemente é causado pelo aumento de CO² expelido pelas terríveis indústrias e máquinas produzidas pelo homem [[iii]]. A hipocrisia reina sem limites! Inclusive por parte dos liberais que, antevendo lucros maiores, rapidinho pararam de criticar a farsa e mudaram seu nome para 'desenvolvimento sustentável', o que dá no mesmo, pois na medida em que se admite que há um sustentável, haveria então outro insustentável! Que é o mesmo que dizem os defensores do controle do clima! Nem o aparecimento das fraudes com as medidas de temperatura chamadas 'climagate' [[iv]] conseguiram nada! Foram negadas como falsificações elaboradas pelos 'céticos' ou, segundo outra versão, ocorreu apenas na Universidade de East Anglia e não invalidam as demais pesquisas 'sérias' [[v]].
Por que a urgência?
Nos dias que antecederam o final da Conferência, os jornais de todo o mundo ostentavam manchetes bombásticas de ÚLTIMOS DIAS PARA SALVAR O MUNDO! Imagens de ursos polares isolados em pequenos icebergs, geleiras se desfazendo, Tuvalu desaparecendo sob as águas do Pacífico ocupavam todo o espaço nas telas de TV. Os Editoriais refletiam a mesma preocupação com os jornalistas exortando aos líderes mundiais - os salvadores do mundo - para atentarem para o iminente fim do mundo. A imprensa papagaia brasileira não apenas fazia eco, mas amplificava em vários decibéis as mensagens já em si aterrorizantes da mídia internacional.
Míriam Leitão, sempre pronta para assumir as causas mais erradas em voga, ribombava em sua coluna diária n'O Globo os riscos do fim próximo do mundo. No dia 20/12 vaticinou de forma pontifical: "A reunião de Copenhagen ficará na história como um momento de insensatez das lideranças do mundo. Em que se desperdiçou uma oportunidade de ousar e construir o futuro. Marina Silva, na mesma edição ("O Milagre já aconteceu"), diz que "A reunião foi feita à beira do precipício e os líderes não sabem ainda como construir a ponte para atravessá-lo. (...) "A estrutura do poder Mundial está aquém deste mandato, não está à altura do papel que a sociedade exige e espera que seja cumprido com a urgência necessária". Ao que fez eco Marcelo Leite, da Folha de São Paulo no artigo "É preciso substituir o caduco sistema da ONU": "O processo multilateral consagrado pela ONU exige decisões por consenso. Em outras palavras, tudo se reduz ao mínimo denominador comum. A atmosfera da Terra, contudo, não espera pela lenta superação de barreiras e pela laboriosa acomodação de interesses, características dessas negociações (...) Está na hora de abandonar o bizantino sistema da ONU. É urgente criar um foro dos poluidores que contam e podem realmente decidir alguma coisa, em separado (...) (minhas ênfases). A própria Folha referenda isto através de seus correspondentes quando dá o título à reportagem de "Interesses domésticos venceram a cúpula".
Os leitores já notaram a onipotência, a arrogância e a petulância com que os 'salvadores do mundo' e 'construtores do futuro' falam? Ou melhor, não falam, pontificam sobre nós, os pobres comuns dos mortais que não passam de burros que nada sabem e precisam ser salvos por eles. Todos se pronunciam Ex Cathedra como seu Pontifex Maximus, Algor, o enviado por Deus para comunicar Sua ira contra a humanidade pecadora contra Gaia, a Mãe-Terra. Certamente ninguém dirá explicitamente, mas paira por trás dessas ameaças a Bíblica decepção de Deus com suas Criaturas: O Senhor arrependeu-se de ter criado o homem na terra (...) E disse: "Exterminarei da superfície da terra o homem que criei, e com ele os animais, os répteis e as aves dos céus, porque eu me arrependo de os haver criado" (Gn, 6, 5-7). Algor é o moderno Noé: Noé entretanto encontrou graça aos olhos do Senhor (Gn 6, 8). A terra corrompia -se diante de Deus e enchia-se de violência. Deus olhou para a terra e viu que ela estava corrompida: toda a criatura seguia na terra o caminho da corrupção. Então Deus disse a Noé: "Eis chegado o fim de toda a criatura diante de mim (...) vou exterminá-los juntamente com a terra" (Gn, 6.11-13).
Se Algor é Noé, seus seguidores são os escolhidos por ele para embarcarem na nova Arca. E existe uma enorme urgência em fazer qualquer coisa, pois já está previsto uma baixa das temperaturas mundiais lá pelas décadas de 60-70 deste século. Se nada for feito, a campanha atual perderá o sentido. Caso se consiga uma redução sensível da emissão de CO² e demais gases do 'efeito estufa', o fenômeno futuro, totalmente natural, previsível e inevitável, poderá ser apresentado como resultado das medidas tomadas agora, confirmando-se que o homem é o responsável pela preservação ou destruição do planeta. Como dizia Roberto Campos com fina ironia: prever catástrofes (econômicas) é uma tarefa fácil: se o fato acontecer pode-se dizer que é 'porque não fomos ouvidos'. Se não ocorrer é 'porque tomaram medidas baseadas em nossas previsões'. É isto, mas é muito mais!
Os interesses nos bastidores do Climagate
La reunión de Copenhague degeneró en una grotesca competencia de dictadores y demagogos por extraer dinero de los bolsillos de los acomplejados países ricos de Occidente, con sus patéticos dirigentes. Los espectros del colectivismo y del gobierno mundial asomaron también sus feos rostros, y uno se pregunta: ¿por qué será que los enemigos de la libertad individual, el más importante legado de Occidente, terminan siempre por dominar esas conferencias internacionales? ¿Es el cambio climático otro instrumento en manos de quienes aspiran a controlar nuestras vidas?
ANÍBAL ROMERO, profesor de Teoría Política en la Universidad Metropolitana de Caracas
Existem inúmeros interesses em provar que o homem é o dono da natureza e pode modificá-la à vontade. É aqui que os verdadeiros crentes numa teoria da conspiração - eles existem, sim, e como! - diriam que há uma 'mão secreta', um centro diabólico, uma sociedade esotérica, com centenas de tentáculos comandando tudo. Mas a verdade é muito diferente. Como já demonstrei antes [[vi]] 'existem várias "mãos secretas", cada uma querendo atribuir a si mesma um poder imenso'. Na realidade, nenhuma é secreta, só passam por sê-lo pela ignorância e estupidez aliada à preguiça em pesquisar e reforçada pela arrogância do 'se não conheço, não existe!'.
É necessário cautela em não misturar as diferentes correntes globalistas, pois elas não são sempre aliadas, existindo interesses conflitantes entre elas todas, entretanto, são sempre inimigas da liberdade individual.
No caso em apreço, a elite comunista internacional, representada por Rússia e principalmente China, praticamente salvou o mundo de destruir suas indústrias já que a aprovação de medidas extremamente restritivas de emissão de CO² paralisaria suas próprias metas desenvolvimentistas. Mesmo dentro do Foro de São Paulo existem interesses conflitantes. Certamente Chávez não está interessado nas restrições ao uso do petróleo, Morales tem outras razões - substituir o cristianismo e a esperança espanhola - por crendices e tradições indígenas.
O governo brasileiro tomou-se de súbito interesse pelo tema. Depois de anos de vozes isoladas (Marina Silva, Carlos Minc, etc,) o Planalto subitamente tomou-se de amores pela Dinamarca e para lá mandou centenas de pessoas. Só não avisaram a Dilma. Acostumada a um pragmatismo marxista disse (ato falho? Duvido): 'o meio ambiente impede o desenvolvimento' (ou algo deste teor). Esta mudança de Lula et caterva deve ter sido por perceberem que, se o tema não interessa ao Brasil, interessa à curriola comandada por Marco Aurélio Garcia de assumir um lugar no futuro governo mundial. Parece que passou desapercebido que era o MAG que, na foto de primeira página da mesma edição d'O Globo presidia a reunião entre Lula, Obama, indianos e chineses.
Enfim é necessário destrinchar os interesses nos bastidores para não confundi-los. Dois dos mais importantes são a constituição de um governo mundial totalitário e a destruição da civilização ocidental e através da substituição da tradição judaico-cristã por uma religião pagã, o culto à mãe Terra, Gaia. Ambas serão estudadas separadamente nos próximos artigos.


Notas:
[i] Moron: idiota, estúpido pessoa com retardo mental cuja idade mental equivale a de uma criança entre 8 e 12 anos. O autor faz um trocadilho com The Book of Mormon, livro sagrado da Igreja dos Santos dos Últimos Dias.
[ii] Citado em 'It's the Demography Stupid', de Mark Steyn no Opinion Journal do Wall Street Journal. A brochura da ONU ode ser adquirida aqui.
[iii] Já veio! Este artigo era para sair em final de dezembro, mas minha atenção foi desviada pela absurda criação da Comissão da Mentira e da Vingança. Valeu a espera: hoje (09/01) n'O Globo veio a primeira explicação. "A ocorrência de temperaturas extremas é uma das características do aquecimento global ... e, portanto, não se devem tirar conclusões apressadas da ocorrência de temperaturas glaciais no Hemisfério Norte"! Quer dizer: se nevar no Saara e fizer dois graus a mais no Polo Norte, só vale o último dado, o primeiro só o confirma! Será que pensam que o mundo é constituído só de morons?
[iv] Para ler os emails que mostram a falsificação dos dados na Universidade de East Anglia, clique aqui e para links aqui e aqui.
[v] Os liberais também são excelentes em esconder seus erros. Veja-se o exemplo da Islândia: tida como a menina dos olhos da Sociedade Mont Pelèrin, do Catho Institute, da Atlas Foudantiosn, da Heritage Foudation e outras pela total abertura do seu comércio ao exterior e o envolvimento de seus bancos com a economia global, foi a primeira a falir com a crise econômica provocada por Wall Street (leia uma das últimas notícias aqui). Aonde estão as análises, o mea culpa que seria de esperar? Not at all, é como se este fosse um não-país agora.
[vi] O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial, É Realizações, 2008, Capítulo XV



Fonte: http://www.midiasemmascara.com.br

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A Farsa da pandemia de gripe suina finalmente revelada.

Influenza A - H1N1 - Gripe suínaImage by Fernando Freitas - FF via Flickr

"Fiasco extravagante"

A decisão do governo francês veio depois de fortes críticas de políticos e cientistas. O Partido Socialista, de oposição, descreveu a campanha nacional francesa como um fiasco "extravagante" e exigiu uma investigação parlamentar.

Países-membros do Conselho da Europa avaliam a possibilidade de criar uma comissão de inquérito para analisar a influência das empresas farmacêuticas sobre a campanha global da gripe suína.

A campanha da " falsa pandemia" da gripe, encenada pela Organização Mundial da Saúde e outros institutos em benefício da indústria farmacêutica, foi "um dos maiores escândalos da medicina no século", disse o médico alemão Wolfgang Wodarg, presidente da Comissão de Saúde Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, que apresentou a proposta a ser debatida em 25 de janeiro.

Simon Bradley, swissinfo.ch e agências
(Adaptação: Geraldo Hoffmann)

Leia a matéria completa em http://www.swissinfo.ch/por/sociedade/index/Europa_tenta_se_livrar_da_vacina_contra_gripe_A.html?cid=8038812

Nota: Finalmente a verdade sobre a falsa pandemia de gripe A(H1N1) veio a tona. Mas fica a pergunta, será que a ONU foi manipulada pelas indústrias farmacêuticas? ou ela mesma é cúmplice nessa farsa?

E o que dizer dos governos que aceitaram tudo isso sem questionar? Realmente é um grande escândalo, que já está sendo devidamente abafado, como vemos pelas reportagens dos jornais e da televisão. E o povo é quem paga o pato da gripe do porco.

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A Farsa da pandemia de gripe suina finalmente revelada.

Influenza A - H1N1 - Gripe suínaImage by Fernando Freitas - FF via Flickr

"Fiasco extravagante"

A decisão do governo francês veio depois de fortes críticas de políticos e cientistas. O Partido Socialista, de oposição, descreveu a campanha nacional francesa como um fiasco "extravagante" e exigiu uma investigação parlamentar.

Países-membros do Conselho da Europa avaliam a possibilidade de criar uma comissão de inquérito para analisar a influência das empresas farmacêuticas sobre a campanha global da gripe suína.

A campanha da " falsa pandemia" da gripe, encenada pela Organização Mundial da Saúde e outros institutos em benefício da indústria farmacêutica, foi "um dos maiores escândalos da medicina no século", disse o médico alemão Wolfgang Wodarg, presidente da Comissão de Saúde Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, que apresentou a proposta a ser debatida em 25 de janeiro.

Simon Bradley, swissinfo.ch e agências
(Adaptação: Geraldo Hoffmann)

Leia a matéria completa em http://www.swissinfo.ch/por/sociedade/index/Europa_tenta_se_livrar_da_vacina_contra_gripe_A.html?cid=8038812

Nota: Finalmente a verdade sobre a falsa pandemia de gripe A(H1N1) veio a tona. Mas fica a pergunta, será que a ONU foi manipulada pelas indústrias farmacêuticas? ou ela mesma é cúmplice nessa farsa?

E o que dizer dos governos que aceitaram tudo isso sem questionar? Realmente é um grande escândalo, que já está sendo devidamente abafado, como pelas reportagens dos jornais e da televisão. E o povo é quem paga o pato da gripe do porco.

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domingo, 10 de janeiro de 2010

Decreto de Direitos Humanos do Governo Lula.

Luiz Inácio Lula da Silva, President of Brazil.Image via Wikipedia

O SUPOSTO DECRETO DOS DIREITOS HUMANOS PREGA UM GOLPE NA JUSTIÇA E EXTINGUE A PROPRIEDADE PRIVADA NO CAMPO E NAS CIDADES. ESTÁ NO TEXTO. BASTA LER!!!
Reinaldo Azevedo | VEJA.com • by Reinaldo Azevedo • 4 hours ago

Luiz Inácio Lula da Silva - sim, “O Cara” - resolveu fazer a sua própria Constituição. Ele assinou um decreto que tem o fedor de um golpe de estado branco. E não falta ao texto nem mesmo o AI-5 do lulo-petismo. Está anunciando uma espécie de programa de governo de Dilma Rousseff. Explico com um pouquinho de história.
O Regime Militar instituído em 1964 foi mais explícito e mais modesto. Por intermédio do Ato Institucional nº 4, concedeu ao Congresso - já expurgado dos “indesejáveis” - poderes constituintes e “cobrou” uma nova Constituição, que entrou em vigor em março de 1967. Seu objetivo era institucionalizar os marcos da “revolução”. Em 13 de dezembro do ano seguinte, viria o famigerado AI-5. Juntado à Carta, ele suspendia, a depender da vontade do governo, algumas garantias que ela própria, embora autoritária, assegurava. Lula preferiu fazer a sua “miniconstituinte” por meio de um decreto. Refiro-me àquela estrovenga chamada Programa Nacional dos Direitos Humanos (o nome é pura “novilíngua” orwelliana), consubstanciado no decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009. É aquela peça tramada por Dilma Rousseff, Franklin Martins, Paulo Vannuchi e Tarso Genro, sob as bênçãos de Lula, que tenta revogar a Lei da Anistia e que gerou uma crise militar.
Ocorre, meus caros, que esse dado do decreto, acreditem!, está longe de ser a sua pior parte. A íntegra do documento está aqui. Vazado numa linguagem militante, que manda o saber jurídico às favas em benefício do mais escancarado, chulo e asqueroso proselitismo, o texto busca cantar as glórias do “novo regime” - o lulo-petismo -, tenta institucionalizar a patrulha ideológica no país como matéria de formação da cidadania, extingue o direito de propriedade e, POR QUE NÃO?, NO MELHOR MODELO CHAVISTA, CRIA UM OUTRO PODER ACIMA DA JUSTIÇA. Os direitos humanos, assim, são apenas a aparência civilizada de um claro, óbvio e insofismável esbulho constitucional.
É PRECISO QUE SE DIGA COM CLAREZA: O DECRETO 7.037 É UM CONVITE À INSTITUCIONALIZAÇÃO DE UMA ESPÉCIE DE “ESTADO NOVO LULISTA” - OU DE DITADURA DOS COMPANHEIROS. E NÃO É ASSIM PORQUE EU QUERO. É ASSIM PORQUE ASSIM ESTÁ NO TEXTO.
O decreto tem todas as características da ação solerte, traiçoeira. Foi redigido para enganar, para burlar as regras do estado democrático. Está cheio de cartas na manga, de malandragens, de vigarices intelectuais. Em modestos 6.465 caracteres, quase nada, ele “Aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3 - e dá outras providências”. Ocorre que tudo deve ser feito de acordo com o que está no “anexo”. E é lá que mora o perigo. Em extensíssimos 185.142 caracteres, a mistificação dá as mãos à ilegalidade para deixar registrado em papel o “golpe lulista”. Muito já se falou sobre a revisão da Lei da Anistia. Não que o documento toque no assunto. Trapaceiro, especifica na “Diretriz 25″:
Modernização da legislação relacionada com promoção do direito à memória e à verdade, fortalecendo a democracia.
Objetivo Estratégico I:
Suprimir do ordenamento jurídico brasileiro eventuais normas remanescentes de períodos de exceção que afrontem os compromissos internacionais e os preceitos constitucionais sobre Direitos Humanos.
Ações Programáticas:
a)Criar grupo de trabalho para acompanhar, discutir e articular, com o Congresso Nacional, iniciativas de legislação propondo:
- revogação de leis remanescentes do• período 1964-1985 que sejam contrárias à garantia dos Direitos Humanos ou tenham dado sustentação a graves violações;
- revisão de propostas legislativas• envolvendo retrocessos na garantia dos Direitos Humanos em geral e no direito à memória e à verdade.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça; Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República
Antes, na Diretriz 23, fica claro que os terroristas de esquerda estão fora do alcance do decreto, a saber:
Reconhecimento da memória e da verdade como Direito Humano da cidadania e dever do Estado.
Objetivo Estratégico I:
Promover a apuração e o esclarecimento público das violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política ocorrida no Brasil no período fixado pelo art. 8o do ADCT da Constituição, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.
Ação Programática:
a)Designar grupo de trabalho composto por representantes da Casa Civil, do Ministério da Justiça, do Ministério da Defesa e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, para elaborar, até abril de 2010, projeto de lei que institua Comissão Nacional da Verdade, composta de forma plural e suprapartidária, com mandato e prazo definidos, para examinar as violações de Direitos Humanos praticadas no contexto da repressão política no período mencionado…
AGORA, O QUE AINDA NÃO ESTAVA CLARO
Isso tudo vocês já sabiam. Como sabem que essas duas “diretrizes” violam os incisos XXXVI, XXXVII, XXXIX e XL do Artigo 5º da Constituição, conforme deixei claro no texto TERRORISTA CAÇA TORTURADOR? EM NOME DO QUÊ? Vamos agora àquilo que quase ninguém sabe (LULA SEMPRE SOUBE DE TUDO) porque, entre a celebração de Natal e de Ano Novo, poucos se lembraram de pôr os olhos naquela porcaria. Leiam com atenção o que se chama de “Objetivo estratégico VI”:
Acesso à Justiça no campo e na cidade.
Ações programáticas:
- a) Assegurar a criação de marco legal para a prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos, garantindo o devido processo legal e a função social da propriedade.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério das Cidades
- b) Propor projeto de lei voltado a regulamentar o cumprimento de mandados de reintegração de posse ou correlatos, garantindo a observância do respeito aos Direitos Humanos.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Ministério das Cidades; Ministério do Desenvolvimento Agrário
- c) Promover o diálogo com o Poder Judiciário para a elaboração de procedimento para o enfrentamento de casos de conflitos fundiários coletivos urbanos e rurais.
Responsáveis: Ministério das Cidades; Ministério da Justiça; Ministério do Desenvolvimento Agrário
- d) Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos.
Responsáveis: Ministério do Desenvolvimento Agrário; Ministério da Justiça
Como se nota, na prática, foram tornados sem efeito tanto o caput como o inciso XXII do Artigo 5º da Constituição, que asseguram o direito de propriedade. Os lulo-petralhas vão argumentar que o inciso seguinte, o XXIII, trata da “função social da propriedade. É verdade. Mas, em nenhum momento, isso implica que os “movimentos sociais” definam o que é e o que não é legal, o que é e o que não é aceitável. O modelo exposto acima, se querem saber, é o que vige hoje no Pará, com seu ciclo interminável de violência. O que o texto faz é criar uma instância que tira das mãos do Judiciário a prerrogativa de restaurar um direito que foi agravado. A rigor, o “manto” dos “direitos humanos” extingue a propriedade. Um juiz não poderia mais determinar que a propriedade invadida fosse devolvida ao dono. A SIMPLES INVASÃO JÁ MUDARIA O STATUS JURÍDICO DA ÁREA.
A má-fé jurídica resta ali evidente. Aquele que tiver a sua propriedade invadida terá de esperar o trabalho de “mediação”, que claramente se sobrepõe à Justiça, tolhendo a sua prerrogativa de determinar a reintegração de posse. É EVIDENTE QUE SE TRATA DE UM ATENTADO À JUSTIÇA E DE UMA VIOLAÇÃO À CONSTITUIÇÃO.
Num trecho chamado “Eixo Orientador II”, lê-se:
No caso do Brasil, por muitos anos o crescimento econômico não levou à distribuição justa de renda e riqueza, mantendo-se elevados índices de desigualdade. As ações de Estado voltadas para a conquista da igualdade socioeconômica requerem ainda políticas permanentes, de longa duração, para que se verifique a plena proteção e promoção dos Direitos Humanos. É necessário que o modelo de desenvolvimento econômico tenha a preocupação de aperfeiçoar os mecanismos de distribuição de renda e de oportunidades para todos os brasileiros, bem como incorpore os valores de preservação ambiental. Os debates sobre as mudanças climáticas e o aquecimento global, gerados pela preocupação com a maneira com que os países vêm explorando os recursos naturais e direcionando o progresso civilizatório, está na agenda do dia. Esta discussão coloca em questão os investimentos em infraestrutura e modelos de desenvolvimento econômico na área rural, baseados, em grande parte, no agronegócio, sem a preocupação com a potencial violação dos direitos de pequenos e médios agricultores e das populações tradicionais.
O desenvolvimento pode ser garantido se as pessoas forem protagonistas do processo, pressupondo a garantia de acesso de todos os indivíduos aos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais, e incorporando a preocupação com a preservação e a sustentabilidade como eixos estruturantes de proposta renovada de progresso. Esses direitos têm como foco a distribuição da riqueza, dos bens e serviços.
Nunca antes na história destepaiz um “decreto” veio vazado nessa linguagem, com a clara satanização de um setor da economia - o agronegócio (justamente aquele que responde pela saúde econômica do Brasil) - e com essa sociologia de botequim, que repete a tara lulista dos marcos inaugurais. Qualquer pessoa medianamente informada sabe tratar-se de uma mentira cretina. Ao juntar no desfile de sandices a extinção da propriedade com os supostos problemas do aquecimento global, temos o verdadeiro samba-do-esquerdista-doido.
Pervertendo as crianças
Nada escapa ao decreto. As crianças também correm riscos. Leiam outros trechos:
- Estabelecer critérios e indicadores de avaliação de publicações na temática de Direitos Humanos para o monitoramento da escolha de livros didáticos no sistema de ensino.
- Fomentar a realização de estudos, pesquisas e a implementação de projetos de extensão sobre o período do regime 1964-1985, bem como apoiar a produção de material didático, a organização de acervos históricos e a criação de centros de referências.
- Incentivar a inserção da temática dos Direitos Humanos nos programas das escolas de formação inicial e continuada dos membros das Forças Armadas.
- Inclusão da temática de Educação e Cultura em Direitos Humanos nas escolas de educação básica e em outras instituições formadoras.
Parece-me que a proposta de patrulha ideológica, inclusive nas escolas militares, está feita. Reparem que o decreto estabelece até parte do conteúdo dos livros didáticos. Ainda não é o extremo da selvageria antidemocrática. No trecho seguinte, vemos os “sovietes” tomando o lugar dos tribunais: “Estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos, especialmente em áreas de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com dificuldades de acesso a serviços públicos.”
Concluindo
Um dos “eixos orientadores” do decreto é o “fortalecimento dos Direitos Humanos como instrumento transversal das políticas públicas e de interação democrática“. Essa conversa de “instrumento transversal” não passa de linguagem pseudo-acadêmica destinada a seduzir incautos. A “transversalidade” é a desculpa costumeira da empulhação de intelectuais mequetrefes para juntar alhos com bugalhos. O decreto que cria a tal Comissão da Verdade (?) mistura no mesmo texto medidas de proteção aos índios, aos gays, às mulheres, aos quilombolas e aos “profissionais do sexo”; pretende orientar a saúde, a educação, a cultura, a produção e a pesca artesanal (!); ataca o agronegócio, critica governos anteriores e canta as próprias glórias; tenta interferir nos livros didáticos, busca desmoralizar a Justiça e acena até com um novo padrão produtivo…
Muito dirão que quase tudo o que há naquela estrovenga depende de projeto de lei e que será o Congresso a dar a palavra final. E daí? O texto não se torna constitucional por isso. Ademais, dados os métodos de cooptação dessa gente, isso não significa uma garantia, mas um risco adicional.
E cumpre reiterar: o tal “decreto dos direitos humanos” (podem gargalhar), peça do mais rombudo revanchismo, passou pela Casa Civil. Dilma já está dizendo a que veio e o que pode vir.
Depois do “filho do Brasil”, eles querem nos oferecer a madrasta.



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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Boato de que a ONU cunharia moedas de ouro e prata

Boato do ouro da ONU enlameia as águas do verdadeiro movimento em direção a Moeda Mundial



A desinformação distrai da realidade da agenda para a união monetária mundial.

Por Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Seg. Feira, 4/01/10

Um recente anúncio de que a ONU começará a cunhar moedas das barras de ouro e prata contendo o logo da ONU levantou temor de que uma nova moeda global esteja sendo preparada para substituir o dólar, mas é provável que a história seja um boato, enlameando as águas do verdadeiro movimento em direção a um sistema monetário global.

"As Nações Unidas (ONU) licenciou a cunhagem de moedas das barras de ouro contendo seu logo para proporcionar uma "opção pública" para proteção das moedas mundiais", afirmava a história original.

A fonte da história foi atribuída tanto ao Vancouver Examiner quanto ao Adfero Limited e exibida no website do Conselho Mundial do Ouro, mas o link para o artigo agora dá página de erro 404. Não há nada no website sobre Comércio e Desenvolvimento da ONU para se verificar a autenticidade da história.

Comentadores nos fóruns de Ron Paul descartaram a história como boato. "Eu postei isso um pouco depois, mas não há dados de fonte original para apoiá-la. Nada no site da ONU também, é mais do que provável que seja um boato", alguém escreveu.

Outros também questionavam como a ONU pode ter condições de comprar ouro para cunhar suas próprias moedas, amarrando o desenvolvimento com outras circunstâncias suspeitas em torno da alegada manipulação dos preços do ouro.

"De onde veio o ouro para a ONU começar a cunhar suas próprias moedas?" Pergunta o Gold Investing News. "Com certeza, a ONU não tem um orçamento oficial para comprar toneladas de ouro no mercado aberto."

"A história, que parece ter tido pouca base nos fatos e muita base na especulação ou na imaginação, foi agora tirada do site como não sendo factual... A ONU só emite moedas comemorativas." Escreveu o BullionGoldCoins.com.

Comentaristas no Fórum do Planet Prison questionaram os motivos por trás da colocação de uma história falsa sobre o movimento em direção a uma moeda global, sugerindo que pessoas inescrupulosas estavam "testando a água" sobre como o público reagiria ao anúncio.

Do mesmo modo como o boato das falsas moedas do Amero que foi posta pelo desgraçado informante do FBI Hal Turner, a história do ouro da ONU será imitada por muitos anos por pessoas ingênuas desatentas do fato de que é um boato. Em troca isso permitirá aos céticos explorar a confusão e alegar que toda a agenda para um governo mundial é uma invenção paranóica, enquanto o processo de sua implementação é anunciado publicamente em base quase diária.

Todos os verdadeiros movimentos em direção a moeda global foram revelados na cúpula do G-8 na Itália, no ano passado, quando o presidente russo Dmitry Medvedev mostrou para os repórteres uma moeda representando uma "moeda mundial futura única".

"Estamos discutindo tanto o uso de outras moedas nacionais, incluindo o rublo, como moeda de reserva, como também moedas supranacionais," disse o líder russo na conferência de imprensa.

A isso se seguiu comentários feitos pelo Secretário do Tesouro dos Estados Unidos Timothy Geitner ao Conselho de Relações Exteriores, no qual ele assegurou aos globalistas do CFR que os Estados Unidos estavam "abertos" a noção de um novo sistema monetário global para substituir o dólar.

Em adição a isso, o cheio de escândalos e altamente reservado Bank For International Settlements, considerado ser o principal eixo de poder dos bancos centrais do mundo, liberou um documento de política em 2006 que pedia pelo fim das moedas nacionais em favor de um modelo global na estrutura monetária.

A marcha em direção a moeda global é real, confirmável e abertamente documentada. A história falsa do ouro da ONU tem semelhantemente pouco propósito a não ser envenenar a cacimba com desinformação, ainda que inadvertidamente detratando a credibilidade daqueles que estão avisando da tomada do governo global que se manifestam numa miríade de formas diferentes nas grandes cúpulas globais, do G-8 a conferência de Copenhague no mês passado.

Fonte: www.prisonplanet.com

domingo, 3 de janeiro de 2010

Não haverá para onde fugir do novo governo mundial

Por uma Nova Ordem MundialImage by Caetano J. via Flickr

Não haverá para onde fugir do novo governo mundial.

Pensamento 'Global' não necessariamente resolverá os problemas do mundo, diz Janet Daley.

Por Janet Daley
Publicado em 19/12/2009

Há espaço para debate - e inumeráveis investigações pelos jornais - sobre quem foi a mais influente figura pública do ano, ou qual evento foi o mais significativo. Mas pode haver pouca dúvida sobre qual palavra ganhou o prêmio pelo adjetivo mais importante. 2009 foi o ano no qual "crise global" varreu o resto do dicionário político para a obscuridade. Houve "crises globais" e "desafios globais", a única resolução possível para elas repousa em "soluções globais" necessitando "acordos globais". Gordon Brown realmente sugeriu algo chamado "aliança global" em resposta a mudança climática. (Seria isso uma aliança contra o Eixo dos Extraterrestres?)

Um pouco disso foi pura besteira: quando pronunciada por Gordon Brown, a palavra "global", como em "crise econômica global", significava: "Não é minha culpa". Na medida em que as palavras têm um significado inteligível, isso também tinha ramificações políticas que foram escassamente examinadas por aqueles que agitaram a respeito de tal grave auto-importância. A mera expressão disso era assumida para varrer qualquer consideração do que era assumido ser o mais básico princípio da democracia moderna: que governos nacionais eleitos são responsáveis por seus próprios povos - que o direito de governar deriva do consenso do eleitorado.

A perigosa ideia de que a responsabilidade democrática dos governos nacionais deveria simplesmente ser distribuída como um favor dos "acordos globais" alcançados depois de fechadas as negociações entre líderes mundiais nunca, até onde eu lembro, entrou na arena da discussão pública. Exceto nos Estados Unidos, onde se tornou um ponto de conversação muito polêmico, os Estados Unidos ainda se agarram firmemente a ideia do século 18 de que o poder deveria repousar na vontade do povo,

Nem foi dada muita consideração a conclusão lógica de toda essa grandiosa conversa de consenso global como inquestionavelmente desejável: se não houve escolha popular a respeito de aprovar "acordos supranacionais legalmente obrigatórios", o que aconteceria com os dissidentes que não aceitassem as premissas deles (sobre mudança climática, por exemplo) quando não houver possibilidade de fugir para outro país em protesto? Isso era para ser considerado como a emergência do governo mundial? E teria ele poderes de policiar e manter a lei que substituiria a autoridade de governos nacionais eleitos? Com efeito, isso seria o infame "déficit democrático" da União Europeia elevado a uma escala planetária. E se o modelo da União Europeia é algo para se agir de acordo com ele, então as agências da autoridade global envolverão grandes tratos de poder sendo passados para funcionários não eleitos. Esqueça as relativamente insignificantes imitações da Euro-burocracia: bem vindo a era da Terra-burocracia, quando haverá literalmente nenhum lugar para fugir.

Mas, você pode dizer, conquanto as consequências políticas sejam assustadoras, certamente há alguma coisa nessa obsessão com dilemas globais. A economia é agora baseada no mercado global, e se o planeta está realmente encarando algum tipo de crise climática produzida pelo homem, então isso também é um problema que transcende as fronteiras nacionais. Certamente, se nossos problemas são universais, as soluções também devem ser.

Bem, sim e não. Chamar um problema de "global" significa sugerir três coisas diferentes: que é o resultado das ações de pessoas de diferentes países; que essas ações têm impacto sobre as vidas de todas as pessoas no mundo; e que o remédio deve envolver muitas respostas idênticas ou corretivas para essas ações. Essas são premissas separadas, qualquer uma delas deveria ser verdadeira sem que o resto delas necessariamente seja. A crise bancária certamente teve suas raízes na natureza internacional das finanças, mas a maneira como ela afetou os países e as pessoas variou consideravelmente de acordo com as diferenças em suas disposições internas. A Inglaterra sofreu especialmente de forma dura por causa de sua dependência do débito público e privado, enquanto que a Austrália escapou relativamente ilesa.

Que um problema seja internacional em suas raízes não implica necessariamente que a solução tem de envolver o nivelamento para uma prescrição global uniforme: De fato, dadas as diferenças nos efeitos e consequências para países individuais, a tentativa de tal nivelamento poderia ser um grande desperdício de tempo e recursos que poderiam ser colocados para um melhor uso no planejamento de remédios individuais. A Alemanha e a França parecem ter se arrastado para fora da recessão por si próprias durante o último ano (e os Estados Unidos podem estar a ponto de fazer o mesmo) enquanto a Inglaterra não. Estas variações não devem quase nada as pomposas e pretensiosas tentativas de encontrar soluções globais: elas têm a ver principalmente com países individuais, sob a pressão da responsabilidade democrática, fazendo o que eles decidirem ser o melhor para seu próprio povo.

Isso não é o que o Sr. Brown chama "auto interesse limitado", ou sem piedade "meu vizinho mendigo". É obrigação própria dos líderes nacionais eleitos fazer julgamentos que são apropriados para as condições de suas próprias populações. É também certo que chefes de nações recusem a assinar acordos globais "legalmente obrigatórios" que poderiam causar prejuízo para seu próprio povo. A resistência das nações em desenvolvimento ao pacto de mudança climática que lhes negaria o tipo de crescimento econômico e prosperidade das massas aos quais os países avançados se tornaram acostumados não é egoísmo gratuito: é a consideração adequada pelo bem estar de seus próprios cidadãos.

A palavra "global" tem tomado conotações sagradas. Qualquer ação tomada em seu nome deve ser inerentemente virtuosa, enquanto que as decisões de países individuais são necessariamente "estreitas" e de interesse próprio. (Não importa que um "acordo global" quase certamente será desproporcionalmente influenciado pelas nações mais poderosas.) Nem é nossa era tão completamente diferente das eras anteriores, apesar de toda sua sofisticação tecnológica. Nós sempre temos necessitado de acordos multilaterais, seja sobre comércio, crime organizado, controle de fronteiras, ou defesa mútua.

Se o impacto de nosso comportamento sobre a humanidade de forma geral é muito maior ou mais rápido do que nunca antes então teremos de encontrar meios de lidar com isso, o que não envolve sacrificar a mais esclarecida forma de governo já desenvolvida. Há um sopro de totalitarismo a respeito dessa nova ideologia, na qual os riscos são descritos em tais termos cósmicos que tudo o mais tem de ceder. "Globalismo" é outra forma de internacionalismo que tem sido o núcleo da crença da esquerda: um compromisso de classe invés de país que parecia um admirável antídoto ao nacionalismo "sangue e solo" que deu ascensão ao fascismo.

A nação-estado nunca se recuperou completamente do nome feio que adquiriu no último século como geradora da guerra mundial. Mas se isso é para ser relegado para a lixeira da história então temos que propor novos mecanismos para permitir que as pessoas expressem sua opinião em como elas são governadas. Talvez isso poderia ser o desafio global do próximo ano.

Fonte: http://www.telegraph.co.uk

Tradução e adaptação: O observador


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