domingo, 14 de março de 2010

Bilderberg: um clube secreto que governa o mundo.

bilderberg-konferenzImage by 37sechsblogger via Flickr

Bilderberg: um clube secreto que governa o mundo

Criado há 53 anos, o Clube Bilderberg reúne anualmente, em caráter sigiloso, nomes influentes da política, da economia e da mídia do Ocidente para debater assuntos de interesse mundial. Seus defensores dizem que essas conferências são uma ocasião única para a busca de consenso, mas seus críticos afirmam que em tais encontros se trama o destino do mundo


Por Eduardo Araia

É tudo muito discreto: quem atende ao telefone do Clube Bilderberg, em Leiden, na Holanda, é uma impessoal voz feminina que, após repetir o número, sugere que a pessoa deixe uma mensagem após o sinal. Alguém mais desavisado poderia até pensar que ligou por engano para uma residência. Mas o que está por trás do tal número de telefone vai muito, além disso: para muitos, o Clube Bilderberg é o maestro oculto da política e da economia ocidental há mais de cinco décadas. Todo o segredo que cerca suas atividades (nem portal na Internet ele tem) só contribui para essa imagem.

Fundado em 1954, pelo príncipe Bernhard, da Holanda, pelo primeiro-ministro belga Paul Van Zeeland, pelo conselheiro político Joseph Retinger e pelo presidente da multinacional Unilever na época, o holandês Paul Rijkens, o Clube Bilderberg é uma organização não-oficial que nasceu supostamente para promover a "cooperação transatlântica" e debater "assuntos relevantes em nível mundial" - o que, em plena Guerra Fria, equivalia a discutir a ameaça comunista. O nome Bilderberg vem do hotel holandês que abrigou a primeira reunião, em 1954. O sucesso desse evento convenceu os seus organizadores a realizá-lo anualmente, em algum país europeu, nos Estados Unidos ou no Canadá.

Atualmente, os encontros do Clube reúnem cerca de 120 personalidades européias e norte-americanas influentes na política, na economia e na mídia. Eles ocorrem em hotéis sofisticados e preferencialmente isolados, que são fechados por ocasião do evento.

Nesse período, um fortíssimo esquema de segurança, a cargo de agentes norte-americanos e de vários outros países europeus, além da polícia local, garante a privacidade dos participantes. A conferência mais recente foi realizada no Ritz-Carlton de Istambul, na Turquia, entre os dias 31 de maio e 3 de junho.

O COMITÊ organizador das conferências tem sido bastante criterioso nas suas seleções de convidados, como se pode constatar pelas listas disponíveis. O polêmico ex-secretário de Defesa norte-americano Donald Rumsfeld era nome habitual nos encontros, assim como Peter Sutherland (ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, atual diretor-executivo da British Petroleum e da Goldman Sachs International e membro do comitê organizador do Bilderberg), Paul Wolfowitz (ex-subsecretário de Defesa do governo de George W. Bush e ex-presidente do Banco Mundial) e Henry Kissinger (ex-secretário de Estado norte-americano).


... Clã de seletos

Ao lado, no sentido horário, alguns dos nomes que já o integraram ou que ainda fazem parte dele: a rainha Beatrix, da Holanda; o bilionário David Rockefeller; Henry Kissinger, ex-secretário de Estado norte-americano; Donald Rumsfeld, ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos; e Javier Solana, ex-secretário-geral da OTAN.

Bill Clinton, Tony Blair, o ex-secretário- geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Javier Solana e os bilionários David Rockefeller e Bill Gates também já integraram essa exclusiva relação (veja no quadro alguns dos nomes convidados para a conferência deste ano).

Ao reunir tanta riqueza e poder e zelar pela privacidade absoluta em seus eventos (nenhum participante pode falar sobre o que viu e ouviu nos encontros), o Clube Bilderberg se tornou prato cheio para as teorias conspiratórias. Segundo elas, a organização manipula políticas nacionais e eleições, provoca guerras e recessões e chega a ordenar assassinatos e renúncias de líderes mundiais - como teria acontecido, respectivamente, com o presidente norte-americano John Kennedy e a primeira-ministra britânica Margaret Thatcher.

PARA MUITOS sérvios, o Bilderberg foi o responsável pela queda de Slobodan Milosevic. Fala-se ainda que três famosos terroristas - Timothy McVeigh (responsável pelo atentado de Oklahoma City), David Copeland (um dos responsáveis pelo atentado ao metrô de Londres) e Osama Bin Laden - também pensam que os governos nacionais dançam conforme a música tocada pelo Clube.

O curioso é que o Bilderberg incomoda tanto conservadores quanto liberais. Para os primeiros, a organização é um plano sionista liberal. Para os outros, com tanto cacife e sigilo envolvidos, coisa boa não deve sair dali. "Quando tanta gente com tanto poder se reúne em um só lugar, acho que nos devem uma explicação sobre o que está acontecendo", disse o ex-jornalista britânico Tony Gosling ao jornalista Jonathan Duffy, do BBC News Online Magazine ("Bilderberg: The Ultimate Conspiracy Theory", de 3 de junho de 2004).

Por mais verossímeis ou DESCABELADAS que sejam, as ESPECULAÇÕES sobre a verdadeira ATUAÇÃO do Clube Bilderberg dificilmente poderão ser CONFIRMADAS ou refutadas.


... Influência

Na página oposta, a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, possível vítima do Clube; Bill Gates já teria participado das reuniões secretas; e o terrorista Osama Bin Laden, que acredita no poder de decisão do Bilderberg.

Segundo Gosling, o economista britânico Will Hutton, ex-participante das conferências do Bilderberg, comparou o evento ao encontro anual do Fórum Econômico Mundial, no qual "o consenso estabelecido é o pano de fundo contra o qual a política é feita em nível mundial". Gosling exemplificou os perigos desse "consenso": "Um dos primeiros lugares onde ouvi sobre a determinação de as forças norte-americanas atacarem o Iraque foi ao encontro de 2002 do Bilderberg, graças a um vazamento de informação."

Os organizadores se defendem. Para o belga Étienne Davignon, ex-vice- presidente da Comissão Européia, vice-presidente da multinacional francesa Suez-Tractebel e atual presidente da conferência do Clube Bilderberg, é impossível pensar em comando mundial único.

"Não creio numa classe governante global porque não creio que tal classe exista", disse ele ao jornalista da BBC Bill Hayton ("Inside the secretive Bilderberg Group", de 29 de setembro de 2005). "Apenas penso que são pessoas influentes interessadas em conversar com outras pessoas influentes."

O jornalista Martin Wolf, do diário inglês Financial Times, que foi convidado para alguns encontros, também pensa que não há fogo atrás dessa fumaça: "A idéia de que tais eventos não podem ser realizados na privacidade é fundamentalmente totalitária", disse a Duffy. "Não é um organismo executivo. Nenhuma decisão é tomada lá."

O EX-CHANCELER britânico Denis Healey, uma das presenças de primeira hora das conferências do Clube Bilderberg, também minimizou as críticas: "Nunca procuramos atingir um consenso sobre os grandes temas nas conferências", disse a Duffy.

"É simplesmente um lugar para discussões." Healey é só elogios ao Clube: "O Bilderberg é o grupo internacional mais útil do qual participei. A confidencialidade permite às pessoas falarem honestamente, sem medo das repercussões", acrescentou ele.

Por mais verossímeis ou descabeladas que sejam, as especulações sobre a verdadeira atuação do Clube Bilderberg dificilmente poderão ser confirmadas - ou refutadas - por completo. Elas, aliás, não surpreendem o pesquisador britânico Alasdair Spark, especialista em teorias conspiratórias ouvido por Duffy.

"A idéia de que uma panelinha sombria está mandando em todo o mundo não é nada nova", comentou Duffy. "Por centenas de anos as pessoas acreditaram que o mundo é governado por um grupo de judeus. Não deveríamos esperar que os ricos e poderosos organizassem as coisas em seu próprio interesse? Isso é chamado de capitalismo."
Lista seleta

Os 20 nomes relacionados a seguir, convidados pelo Clube Bilderberg para a conferência deste ano em Istambul, são uma amostra da elite ocidental reunida pela organização.

✧ Rainha Beatrix, da Holanda.
✧ Lloyd Blankfein, presidente e chefe-executivo do banco Goldman Sachs.
✧ Paul Gigot, editor da página de editoriais do Wall Street Journal.
✧ Jaap de Hoop Scheffer, secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
✧ Rei Juan Carlos I, da Espanha.
✧ Muhtar Kent, presidente e diretor de operações da Coca-Cola.
✧ Henry Kissinger, ex-secretário do ex-presidente Richard Nixon e atual presidente da Kissinger Associates.
✧ Klaus Kleinfeld, presidente da Siemens.
✧ John Mickletwait, editor do The Economist.
✧ Jorma Ollila, chairman da Nokia e da Shell.
✧ Príncipe Philippe, da Bélgica
✧ Eric Schmidt, presidente e chefe-executivo do Google.
✧ Klaus Schwab, presidenteexecutivo do Fórum Econômico Mundial
✧ Javier Solana, secretário-geral do Conselho da União Européia.
✧ Michael Tilmant, presidente do ING Group.
✧ Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu.
✧ Daniel Vasella, presidente e chefe-executivo da Novartis.
✧ Jeroen van der Veer, chefeexecutivo da Shell.
✧ Paul Wolfowitz, presidente do Banco Mundial.
✧ Robert Zoellick (na época, executivo do Goldman Sachs. Assumiu a presidência do Banco Mundial em julho).

Fonte: Revista Planeta

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sexta-feira, 12 de março de 2010

YouTube - A Chegada - Parte 35 - Final - A Nova Ordem Mundial.

A Nova Ordem Mundial maçônica Illuminati já é uma realidade, a sua finalidade última é a implantação de um Governo Mundial sob a liderança da ONU.




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quarta-feira, 10 de março de 2010

Avanços da Ciência, Sinal do Fim dos Tempos?


Henry Markram: Visualizing Synaptic Maps onto ...Image via Wikipedia

Cientistas descobrem como teleportar energia

De: Technologyreview.com

Primeiro, eles teleportaram fótons, depois átomos e íons. Agora um físico descobriu como fazer com energia, uma técnica que tem profundas implicações para o futuro da física.

Em 1993, Charlie Bennett no Centro de Pesquisa Watson da IBM no Estado de Nova York e alguns camaradas mostraram como transmitir quantum de informação de um ponto do espaço para outro sem atravessar o espaço intermediário.

A técnica se apoia em um estranho fenômeno quântico chamado emaranhamento, no qual duas partículas compartilham a mesma existência. Essa conexão profunda significa que a medição de uma partícula imediatamente influencia a outra, mesmo que elas estejam a anos de distância. Bennett e companhia trabalharam para explorar isso para enviar informação. (A influência entre as partículas pode ser imediata, mas o processo não viola a relatividade porque alguma informação tem de ser enviada tradicionalmente na velocidade da luz.) Eles chamaram a técnica teleportação.

Isso realmente não é um exagero de seu potencial. Desde que as partículas quânticas são indistinguíveis, mas para a informação que elas carregam, não há necessidade de transmitir elas próprias. Uma ideia mais simples é enviar a informação que elas contêm em lugar delas e assegurar que há uma oferta pronta de partículas na outra ponta para assumir suas identidades. Desde então os físicos tem usado estas ideias para realmente teleportar fótons, átomos e íons. E não é difícil imaginar que moléculas e talvez até vírus possam ser teleportados em um futuro não tão distante.

Mas Masahiro Hotta da Universidade Tohoku no Japão veio com uma ideia muito mais exótica. Por que não usar o mesmo princípio quantum para teleportar energia?

Hoje, esboçado em um número de documentos publicados no ano passado, Hotta delineia sua ideia e suas implicações. O processo de teleportação envolve fazer uma medição em cada um par de partículas entrelaçadas. Ele salienta que a medição na primeira partícula injeta um quantum de energia no sistema. Ele então mostra que pela escolha cuidadosa da medição a fazer na segunda partícula, é possível extrair a energia original.

Tudo isso é possível porque sempre há flutuações de quantum na energia de qualquer partícula. O processo de teleportação permite injetar quantum de energia em um ponto do universo e então explorar as flutuações do quantum de energia para extraí-la de outro ponto. É claro, a energia do sistema como um todo é imutável.

Ele dá o exemplo de uma série de íons entrelaçados oscilando para frente e para trás em uma armadilha de campo elétrico, um pouco como a bola de Newton. Medir o estado do primeiro íon injeta energia no sistema na forma de um phonon, um quantum de oscilação. Hotta diz que realizando o tipo certo de medição no último íon extrai essa energia. Desde que isso pode ser feito a velocidade da luz (em princípio), o phonon não viaja através dos íons intermediários assim não há aquecimento desses íons. A energia foi transmitida sem viajar através do espaço intermediário. Isso é teleportação.

Apenas como podemos explorar a habilidade de teleportar energia não está clara ainda.

Mas a coisa realmente excitante são as implicações que isso tem para os fundamentos da física. Hotta diz que sua abordagem dá aos físicos uma maneira para explorar o relacionamento entre a informação quantum e a energia quantum pela primeira vez.

Há um sentimento crescente de que as propriedades do universo são melhor descritas não pelas leis que governam a matéria mas pelas leis que governam a informação. Isso parece ser verdade para o mundo quântico, certamente é verdade para a relatividade especial, e está atualmente sendo explorado pela relatividade geral. Tendo uma maneira de manipular energia na mesma base pode ajudar a esboçar esses diversos fios juntos.

Material interessante. Não é necessário dizer onde esse tipo de pensamento poderia conduzir.

Fonte: http://www.technologyreview.com


Cérebro artificial em apenas 10 anos

Por Jonathan Fildes
Repórter de tecnologia, BBC news, Oxford

Um cérebro humano artificial detalhado e funcional pode ser construído dentro dos próximos 10 anos, tem afirmado um destacado cientista.

Henry Markram, diretor do Projeto Cérebro Azul, já simulou elementos de um cérebro de rato.

Ele contou na Conferência Global TED (Tecnologia, Entertainment, Design) em Oxford que um cérebro humano sintético teria uma utilidade particular em descobrir tratamentos para doenças mentais.

Cerca de 2 bilhões de pessoas são consideradas sofredoras de algum tipo de comprometimento do cérebro, ele disse.

"Não é impossível construir um cérebro humano e podemos fazer isso em 10 anos," ele disse.

"E se formos bem sucedidos, enviaremos um holograma para a TED para falar."

'Fabricação compartilhada'

O Projeto Cérebro Azul na Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, foi lançado em 2005 e objetiva fazer engenharia reversa de dados de cérebros de mamíferos em laboratório.

Em particular, sua equipe tem enfatizado na coluna neocortical - unidades repetitivas do cérebro dos mamíferos conhecidas como neocortex.

"É um novo cérebro," ele explicou. "Os mamíferos precisavam disso porque eles tinham que lidar com a paternidade, interações sociais complexas de funções cognitivas.

"Foi tão bem sucedida uma evolução do rato para homem que isso ampliou aproximadamente mil dobras em termos de números de unidades para produzir esse órgão quase assustador."

E essa evolução continua, ele disse. "Está evoluindo a uma enorme velocidade."

Nos últimos 15 anos, o professor Markram e sua equipe dissecaram a estrutura da coluna neocortical.

"É um pouco como ir e catalogar um pedaço da floresta tropical - quantas árvores ela tem, qual a forma das árvores, quanto de cada tipo de árvore nós temos, qual a posição das árvores," ele disse.

"Mas é um pouco mais do que catalogar porque você tem de descrever e descobrir todas as regras de comunicação, as regras da conectividade."

O projeto tem agora um modelo de software de "dezenas de milhares" de neurônios - cada um dos quais é diferente - que tem lhes permitido construir digitalmente uma coluna neocortical artificial.

Embora cada neurônio seja único, a equipe descobriu que os padrões do sistema de circuitos de diferentes cérebros têm padrões em comum.

"Ainda que seu cérebro possa ser menor, ou maior, possa ter diferentes morfologias de neurônios - nós na realidade compartilhamos a mesma estrutura," ele disse.

"E nós achamos que isso é específico da espécie, o que poderia explicar porque nós não podemos nos comunicar entre espécies."

Visão mundial

Para fazer o modelo se tornar vivo, a equipe alimenta os modelos e uns poucos algoritmos em um supercomputador.

"Você precisa de um laptop para fazer todos os cálculos para um neurônio," ele disse. "Assim você precisa de dez mil laptops."

Em vez disso, ele usa um Blue Gene Machine da IBM com 10.000 processadores.

As simulações começaram a dar aos pesquisadores pistas sobre como o cérebro funciona.

Por exemplo, eles podem mostrar uma figura ao cérebro - digamos uma flor - e seguir a atividade elétrica na máquina.

"Você excita o sistema e ele realmente cria sua própria representação," ele disse.

Por fim, o objetivo seria extrair essa representação e projetá-la para que os pesquisadores pudessem ver diretamente como o cérebro percebe o mundo.

Mas, bem como esteja avançando a neurociência e a filosofia, o Projeto Cérebro Azul têm outras aplicações práticas.

Por exemplo, combinando todos os dados do mundo da neurociência sobre animais - para criar uma "Arca de Noé", os pesquisadores podem ser capazes de construir modelos de animais.

"Não podemos continuar fazendo experiências com animais para sempre," disse o professor Markram.

Isso também pode dar aos pesquisadores novos entendimentos sobre doenças do cérebro.

"Há dois bilhões de pessoas no planeta afetadas por desordem mental," ele contou a platéia.

O projeto pode dar entendimento sobre novos tratamentos, ele disse.

A conferência global TED ocorre de 21 a 24 de julho em Oxford, Reino Unido.

Fonte: http://www.bbc.co.uk


Profecia para o fim dos tempos:


E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará. Dn. 12:4






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segunda-feira, 8 de março de 2010

Britânicos 'poderão ser microchipados como cachorros em uma década'.

Just after the operation to insert the RFID ta...Image via Wikipedia

Britânicos 'poderão ser microchipados como cachorros em uma década'

De: ThisIsLondon.co.uk

Seres humanos podem ser forçados a serem 'microchipados' como cachorros de estimação, alertou um chocante relatório oficial para a ascensão do estado Big Brother. Os microchips - os quais são implantados sob a pele - permitem que os movimentos das pessoas que os usam sejam rastreados e guardam informações pessoais sobre elas.

A perspectiva dos 'chip-citizens' - com seus ecos aterrorizantes do estado policial 'Big Brother' do livro 1984 de George Orwell - foi levantada em um relatório oficial para o comissário de informação da Inglaterra Richard Thomas devido a disseminação da tecnologia de vigilância.

O relatório, elaborado por uma equipe de respeitados acadêmicos, afirma que a Inglaterra é a líder mundial no uso de tecnologia de vigilância e seus cidadãos os mais espionados do mundo livre.

Isso pinta um quadro assustador do que a Inglaterra poderá ser em dez anos a menos que passos sejam dados para regulamentar o uso de câmeras de vigilância e outras tecnologias de espionagem.

O editor do relatório Dr. David Murakami Wood, editor-gerente do jornal Vigilância e Sociedade e Dra. Kirstie Ball, uma conferencista em Organização de Estudos da Open University, afirmam que por volta de 2016 quase cada movimento nosso, aquisição e comunicação poderá ser monitorada por uma rede complexa de interconexão de tecnologias de vigilância. A previsão mais controvertida é a disseminação no uso da tecnologia de Identificação por Rádio Frequência (RFID).

Os chips RFID - que podem ser detectados e lidos por ondas de rádio - já são usados nos novos passaportes do Reino Unido e também são usados sistema de cartão Oyster para acessar a rede de transporte de Londres.

Nos últimos seis anos os países europeus tem estado usando os chips RFID para identificar os animais de estimação.

Já usados na América

Contudo, seu uso em humanos já foi testado na América, onde os chips foram implantados em 70 pessoas idosas doentes mentais a fim de rastrear os movimentos delas.

E no começo desse ano uma companhia de segurança em Ohio chipou dois de seus empregados para permitir a eles entrarem em uma área de segurança. Os chips encapsulados em vidro foram plantados na parte superior do braço dos destinatários e 'lidos' por um dispositivo semelhante aos leitores de cartão de crédito.

Em seu relatório sobre a Sociedade de Vigilância, os autores agora advertem: "A exigência para que todos sejam implantados está agora sendo seriamente debatida."

Os autores também ressaltam o enorme interesse do governo pelas câmeras de vigilância, apontando que durante os anos 1990 o Ministério do Interior gastou 78 por cento de seu orçamento de prevenção ao crime - um total de 500 milhões de libras - na instalação de câmeras.

Existem agora 4,2 milhões de câmeras de monitoramento interno na Inglaterra e o britânico comum é pego pelas câmeras estonteantes 300 vezes todo dia.

Esse enorme entusiasmo vem a despeito das estatísticas oficiais do Ministério do Interior mostrando que as câmeras de monitoramento têm 'pouco efeito sobre os níveis de crime'.

Eles escrevem: "A Sociedade de vigilância veio até nós sem que nós percebêssemos", acrescentando: "Alguns são essenciais para proporcionar os serviços que precisamos: saúde, benefícios, educação. Alguns são mais questionáveis. Alguns podem ser injustificados, intrusivos e opressivos."

Ontem o Comissário da Informação Richard Thomas, cujo escritório está investigando os correios, o HSBC, a NatWest e o Royal Bank of Scotland sobre queixas de que eles jogaram detalhes sensíveis dos clientes na rua, disse:"Muitos desses planos são dirigidos pelo setor público, e o indivíduo não tem escolha sobre se toma parte ou não."

"As pessoas estão sendo investigadas e tendo suas vidas rastreadas, e nem mesmo estão cientes disso."

Ele também verbalizou sua preocupação sobre as consequências de companhias, ou agências do governo, coletando tanta informação pessoal sobre alguém.

Ele disse: "Isso pode estigmatizar pessoas. Eu tenho preocupação sobre a tecnologia sendo usada para identificar tipos de pessoas que apresentam algum tipo de risco para a sociedade. E eu acho que há expectativas verdadeiras sobre isso."

Ontem um porta voz veterano das liberdades civis da Liberty disse: "Nós não temos nada contra estas tecnologias de vigilância por elas próprias, mas são seus usos potenciais onde há os legítimos temores. A menos que o uso delas seja regulamentado apropriadamente, as pessoas realmente podem achar-se vivendo em uma sociedade de vigilância.

"Há um tipo de sentimento de medo implícito de que as pessoas devem se preocupar que estes microchips são menos a respeito de ser um ser humano do que se tornar um produto com código de barras."

Fonte: ThisIsLondon.co.uk




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sábado, 6 de março de 2010

Rumo ao Governo Mundial.

George Orwell: "1984"Image by surfstyle via Flickr

True Lies IV - Rumo ao governo mundial

Heitor De Paola | 04 Março 2010

A really efficient totalitarian state would be one in which the all-powerful executive of political bosses and their army of managers control a population of slaves who do not have to be coerced because they love their servitude.
Aldous Huxley

INTRODUÇÃO

A implantação do governo mundial já está em franco progresso, mas não é percebido porque o primeiro objetivo, já em estado avançado, é a mudança do senso comum com a formação de um novo consenso universal. Por universal entenda-se aqui a Civilização Ocidental, pois fora dela - e mesmo dentro dela - existem vastas áreas geográficas e grupos humanos que funcionam com base em princípios tradicionais inabaláveis [1] que os tornam imunes à doutrinação.

O vasto mundo islâmico, o judaísmo ortodoxo, as tradições taoista, hinduísta e budista - as três últimas em alguns aspectos anteciparam as novas idéias sobre a natureza, porém são explicitamente religiosas sem pretensões a serem "científicas" e a elas adere que quer. Paradoxalmente, o mundo dominado pelo comunismo não está minimamente interessado neste novo consenso, a não ser como estratégia para o domínio mundial.

Já tendo estudado antes a fraude climática resta um campo quase infinito de estudos, que limitarei neste e nos próximos artigos aos seguintes temas:

1 - A função do pânico;

2 - O controle mundial da mídia;

3 - A destruição do grande obstáculo: as religiões cristãs, principalmente a católica, e as tradições judaico-cristãs; [2]

A FUNÇÃO DO PÂNICO

O objetivo final de toda prática política é manter a população alarmada - e, portanto, clamando para ser conduzida em segurança - ameaçando-a com uma série infindável de fantasmas, todos eles imaginários.
Henry Louis Mencken

Parte importante da descrença na existência de um governo mundial é que a imaginação popular acredita, e a maioria das obras de ficção científica segue este modelo, que um dia haverá uma espécie de 'capital do mundo' com um governo de nomes conhecidos, Parlamento, Executivo, Judiciário, etc., quando na realidade governo mundial significa 'controle difuso da população de todo o planeta' com algumas áreas identificáveis - como ONU, União Européia, Tribunais Internacionais - mas a parte mais importante permanecendo oculta enquanto governo propriamente dito, no sentido a que estamos acostumados [3].

A maior parte dos agentes, acima e abaixo das estruturas visíveis, exerce o controle de tal forma que as pessoas nem se dão conta de estarem sendo manipuladas e, muito menos, que suas atitudes, aparentemente livres, obedecem a controles mundialmente unificados.

Para que os controles funcionem é preciso:

1 - Que eles venham de encontro à necessidade de segurança e proteção frente a alguma situação alarmante. Esta é criada pelos controladores e necessitam despertar alarme e medo de ameaças, fantasmas imaginários - ou nas situações extremas, pânico.

2 - Que o nexo entre os agentes criadores do pânico e os agentes controladores permaneça oculto. Para isto é imperativo que a agenda controladora satisfaça uma parte da sociedade fazendo com que os indivíduos satisfeitos se sintam no comando e acreditem que foram eles que forçaram a criação da agência controladora e não percebam que são tão somente marionetes, criando-se uma verdadeira polícia política inteiramente gratuita aos cofres públicos e chegando-se ao Estado Totalitário ideal apontado por Huxley na epígrafe.

3 - O engajamento de parte importante da mídia, da 'intelectualidade' e das organizações respeitáveis da 'sociedade civil' e as sociedades científicas, forçando a produção de estatísticas forjadas, notícias alarmantes e imagens chocantes.

4 - A preparação cuidadosa de 'salvadores do mundo' (political bosses and their army of managers) que conduzirão a humanidade no caminho da salvação com medidas firmes, incluindo punição para os recalcitrantes, amplamente apoiadas pelos setores acima que se encarregarão de parte da execução como se fossem os autores da idéia.

5 - Que haja alguma modificação, real ou forjada, da situação alarmante e que estas sejam mostradas como resultado das medidas tomadas para evitá-la. Caso não haja mudanças significativas, jamais reconhecer o engano, mas sim reforçar as mesmas medidas e outras ainda mais fortes.

Já vimos sucintamente como isto funciona no caso do clima. Vejamos agora três exemplos corriqueiros entre nós: a campanha antitabagista, a chamada 'lei seca' e o culto totalitarista ao corpo, com a tirania dos códigos alimentares, a proliferação das academias de ginástica, clínicas cosmetológicas, etc.

Desde que se começou a fumar produtos do tabaco uma parte da população é contra. Alguns por aversão idiossincrática ou alérgica, outras por razões as mais diversas, inclusive pura chatice. Isto vem conduzindo nas últimas décadas a situações que podem ser consideradas racionais, como a separação dos ambientes públicos em áreas reservadas a ambas as partes da população. No entanto, surgiu no meio médico a hipótese do 'fumante passivo', aquele não fumante exposto a um ambiente de fumantes.

Embora não passasse de uma hipótese, já totalmente provada falsa, foi uma isca irresistível para as forças globalizantes, as quais rapidamente se apossaram da mesma, transformaram-na numa verdade absoluta e irrefutável, começaram a aparecer estatísticas alarmantes e foi criado o pânico mundial. Notícias e mais notícias surgiram na mídia. Algumas 'autoridades médicas', face às dificuldades de explicar a etiologia de algumas doenças cardíacas, e pulmonares passaram a atribuir as causas ao horror do 'fumo passivo'. Imagens chocantes se tornaram obrigatórias nos maços do asqueroso objeto! Rapidamente os inimigos do fumo tomaram a si a tarefa de excomungar esta praga de nossa civilização a ponto de se considerarem os reais agentes controladores. Rapidamente foram criadas novas estatísticas forjadas atestando a diminuição crescente das doenças atribuídas a tão nefasto hábito [4].

* * *

Mas no caso das estatísticas forjadas a medalha de ouro fica com a famigerada 'lei seca', que impera predominantemente na cidade do Rio de Janeiro. Depois de uma série de acidentes na madrugada causados por moleques bêbedos (ou algo mais) filhos de pais mais irresponsáveis ainda por presentearem seus imberbes rebentos com carros de alta potência, surgiu então o grande culpado: as malditas bebidas alcoólicas! Logo os tradicionais inimigos da ingestão de álcool passaram a bombardear a imprensa com notícias escabrosas e surgiu a inominável 'lei seca tolerância zero': a ingestão de qualquer quantidade de álcool aciona o temido bafômetro. Pessoas acostumadas durante anos a tomarem suas cervejinhas ou uisquinhos e saírem dirigindo seus veículos em segurança foram inibidas, aumentando enormemente os lucros dos taxistas, que se transformaram em novos agentes da lei [5]! Blitzen 'terceirizadas' (acreditou-se que a PM se deixava corromper) incluindo pessoas aleijadas presumivelmente, mas não certamente, em acidentes de trânsito - muito menos certamente ainda causados por condutores alcoolizados - são usadas de forma vexaminosa a fim de chantagear e constranger os transeuntes. Além disto, jogam-se no lixo dois princípios fundamentais do direito: o do cidadão não fornecer prova contra si mesmo - ser obrigado a soprar no bafômetro - e a punição sem crime - se não sopra perde a carteira, o carro é recolhido ao depósito e paga uma multa de quase mil reais. Criou-se a figura da punição por crime presumível!

Embora as notícias mostrem que aumentaram os acidentes com vítimas fatais, as estatísticas forjadas dizem o contrário e inovaram no ramo, criando as estatísticas de futuro: pode-se ler em qualquer lugar que 'a lei seca evitou 2.700 mortes no trânsito'! Não seriam 2.701, 2.698, ou qualquer outro número? Como podem saber quantas mortes que não ocorreram,teriam ocorrido sem a maravilhosa lei? O DETRAN carioca acabou de inventar a estatística divinatória ou até mesmo divina, pois se supõe que manejam o 'livro da vida'. E as pessoas engolem como verdades! Surpreendente?


Não, estes pronunciamentos têm caráter religioso. 'devem ser aceitos na base da fé, oposta à prova científica. Questioná-los transforma o petulante num pecador' [6]. Mas não quero me adiantar aos futuros artigos. Basta, por enquanto, dizer que contrariando o que seria racional, ninguém se importa com outros fatores muito mais perigosos de serem ingeridos por condutores de veículos, como maconha, cocaína, heroína, crack e até mesmo tranqüilizantes, antidepressivos e antialérgicos que induzem ao sono. O importante é criar o pânico em relação a um único agente específico para maior eficácia, principalmente se a quantidade ingerida pode ser facilmente aferida. Já pensaram na complicação de blitzen com equipamento antidoping? [7]

O IDEAL TOTALITÁRIO DO CORPO PERFEITO

Além das medidas acima foi sendo criando desde a década de setenta um culto ao corpo perfeito e restrições alimentares dignas de Adolf Hitler e Josef Stalin. Não coma hambúrgueres! Gorduras trans são veneno! Carne vermelha possui toxinas fatais! Não dê doces nem sorvetes às crianças! Uma verdadeira tirania de códigos alimentares! Faça ginástica, caminhe, corra, faça massagens, barriga de tanquinho é legal! O manual do Nationalsozialistischer Reichsbund für Leibesübungen (NSRL) (Liga do Reich Nacional-Socialista para Exercícios Físicos) está hoje em plena moda.

Proliferam as 'academias' - e os lucros de seus proprietários e 'personal trainers'. Poucos sabem - e os freqüentadores menos ainda - que estas academias são sucessoras dos turnvereinen, Clubes de Ginástica, criados por Friedrich Ludwig Jahn, conhecido como o "pai da ginástica" há duzentos anos! Raros sabem que a idéia central não era exercícios físicos em si, mas através deles o aprimoramento da raça e o sentimento de nacionalidade, o que foi muito bem explorado por todos os regimes totalitários. Nazistas e comunistas competiram quanto ao uso político dos esportes. Foi baseado nas transmissões radiofônicas diárias de exercícios para a população russa que Orwell criou a ginástica obrigatória transmitida pela teletela no livro 1984.

A função essencial dos exercícios físicos é afastar as pessoas do recolhimento mental e espiritual necessário para pensar, principalmente para exercer o pensamento crítico. O apavorante afastamento da boa leitura da maioria das pessoas em nosso país deve-se, entre outros motivos, a este estímulo ao culto do corpo. É claro que uma população assim é mais fácil de manobrar sem que nem perceba e se ache no domínio de suas idéias e atitudes.

RECADOS PARA A PATRULHA POLITICAMENTE CORRETA: 1- Eu não disse que fumar não pode fazer mal à saúde e causar doenças, principalmente enfisema pulmonar. 2- Eu não disse que é recomendável dirigir embriagado. 3- Eu não disse que exercícios físicos por recomendação médica e por tempo limitado sejam maléficos. Lembrem-se que um alcoólatra obeso e fumante inveterado, comandou um país aos pedaços e semi-destruído e, com a ajuda de outro igual do outro lado do Atlântico, venceu uma guerra contra um maluco vegetariano que detestava o fumo e as bebidas alcoólicas. O primeiro salvou seu país da catástrofe, o segundo levou um continente inteiro à quase total destruição.

O totalitarismo está na aplicação de regras únicas e tirânicas sobre toda a população, indiscriminadamente. Em tudo que trata de saúde é sempre recomendável observar a máxima dos antigos médicos franceses: dans la médecine comme dans l'amour, ni jamais, ni toujours!


Notas:
________________________________________
[1] Note-se que não uso o termo "cultura" porque este, no sentido moderno, já é usado como um novo consenso que nada tem a ver com o tradicional, sendo esta uma das primeiras vitórias da modificação do senso comum que se pode atribuir a Franz Boaz, considerado o fundador da Antropologia Cultural e seus principais divulgadores, como Margaret Mead. Embora estudos posteriores, como os de Derek Freeman e também, Jack Cashill e ISI FORUM do International Studies Institute, provem que os estudos desta última não passam de grosseiras fraudes para comprovar as teorias de Boaz, este ramo da Antropologia continua imperando nas Universidades americanas. Nas brasileiras impera a fraude francesa de Lévy-Strauss.
[2] Deixo para outros autores melhor informados a destruição da filosofia grega e da tradição jurídica romana.
[3] Das grandes tendências globalizantes - metacapitalista, comunista e islâmica - só as duas últimas poderiam ter a feição de uma organização tradicional: a reconstrução do Império Islâmico Mundial seguiria o modelo árabe medieval - o Grande Califado - ou o Sultanato Otomano. O apego obsessivo dos comunistas ao estado burocrático também aponta nesta direção. (O Islã não será estudado nesta série).
[4] Se a censura permitir, ainda ouviremos falar de um 'smokegate', com o aparecimento de fraudes, criação de estatísticas falsas e ocultação de outras, tal como os emails da Universidade de East Anglia em relação ao 'climagate'.
[5] Este é outro fator importante na criação dos controladores (os brasileiros que viveram os anos 80 lembrarão dos 'fiscais do Sarney'): logo que surge um terror e uma proibição, aparecem os que auferem lucros imensos e aos quais interessa o aprofundamento das medidas. Nos EUA escritórios de advocacia ganharam centenas de milhões de dólares com processos contra a indústria do fumo, o 'climagate' está fazendo bilionários na área de combustíveis 'não poluentes', a campanha contra os malefícios dos 'agrotóxicos' e a fraude sobre alimentação "saudável" fez proliferar os criadores de alimentos 'orgânicos', "sem gorduras trans", etc. O culto ao corpo fez as fortunas dos donos de academias de ginástica e especialistas em cosmetologia, inclusive cirúrgica, donos de restaurantes "naturais" (a carne de vaca é, obviamente, artificial!), etc. Todos estes se transformam em entusiastas do controle e se somam hipocritamente aos batalhões da milícia da polícia política.
[6] Cf. Walter Williams em Global Warming Is a Religion, que será examinado adiante.
[7] Além disto, os principais financiadores da campanha anti-fumo e antialcoólica (os 'filantropos' George Soros, Peter Lewis e os políticos como Fernando Henrique Cardoso, César Gaviria) são os mesmos que defendem a liberação do uso de drogas pesadas. Por que será?

Fonte: www.midiasemmascara.org


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quarta-feira, 3 de março de 2010

Documentos da ONU revelam os planos para uma nova Ordem Mundial Verde em 2012.

ONU / UNImage by INSURGENCIA GRÁFICA via Flickr

Documentos vazados da ONU revelam Plano para "Ordem Mundial Verde" por volta de 2012.

Por Paul Joseph Watson

Prison Planet.com, 26/02/2010

Documentos de política vazados revelam que os planos das Nações Unidas para criar uma "Ordem Mundial Verde" por volta de 2012 que serão reforçados por uma estrutura de governança global e financiados por uma transferência de riqueza gigantesca de $45 trilhões de dólares dos países mais ricos, enquanto os globalistas traiçoeiros planejam centralizar poder, esmagar a soberania enquanto a devastação da economia é exposta novamente.

Como avisamos na época, o fracasso de Copenhague em dezembro não significou o fim do roubo do aquecimento global, mas meramente um bloqueio na agenda da ONU para criar um Governo Mundial financiado pelos impostos pagos por você sobre a própria substância que você exala - dióxido de carbono.

Usando a justificativa da farsa veementemente ridicularizada de que o dióxido de carbono é uma ameaça mortal para o planeta, a ONU já está trabalhando para ressuscitar o fracassado acordo de Copenhague, com uma série de novos processos de negociação de Copenhague preparados para se realizar em abril, maio e junho.

Documentos de planejamento vazados obtidos pela Fox News levantaram a cobertura sobre o plano da ONU para impor a governança global na época da sua cúpula mundial em 2012 sobre Desenvolvimento Sustentável no Rio, que marcará o vigésimo aniversário desde a famosa "Cúpula da Terra" sediada na mesma cidade.

"A nova Cúpula do Rio” terminará, de acordo com os documentos obtidos pela Fox News, com um “documento político focalizado” presumivelmente lançando a estrutura e os compromissos internacionais para uma nova Ordem Mundial Verde,” relata George Russell da Fox News.

"Como exatamente se parecerá essa ordem ambiental, e a extensão dos imensos compromissos financeiros necessários para produzi-la estão sob discussão esta semana em uma sessão especial do "Conselho Governante/Fórum Ambiental Ministerial Global," das 58 nações do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, em Bali, indonésia, o qual administra as operações da UNEP."

O documento delineia a missão globalista de decretar uma "transformação radical da ordem econômica e social do mundo" para por "um novo tratado no lugar como o espigão da Ordem Mundial Verde".

Este sistema será administrado por "uma estrutura governante adicional composta exatamente daqueles pertencentes a organização," escreve Russell.

"O movimento em direção a uma economia verde também proporcionaria uma oportunidade para reexaminar as estruturas nacional e global de governança e considerar se tais estruturas permitem a comunidade internacional responder aos desafios ambientais e de desenvolvimento atuais e futuros e capitalizar em oportunidades emergentes," afirma o documento de divulgação.

A imposição de tais "estruturas de governança global" será alcançada com a ajuda de “grande transferência de riqueza” dos paises mais ricos (na forma de impostos de carbono cobrados dos cidadãos) para as nações mais pobres, montando a não menos de $45 trilhões de dólares. O documento também delineia a necessidade de mudar os "padrões de consumo" das pessoas que vivem nos países mais ricos, o que sem dúvida é um eufemismo para o rebaixamento dos padrões de vida.

A política propõe que o velho modelo econômico seja descartado em busca de uma nova economia global verde concentrada ao redor de "empregos verdes".

Como salientamos anteriormente, a promessa de que a criação de "empregos verdes" compensará o inevitável prejuízo para a economia que uma redução de 50 por cento nas emissões de dióxido de carbono causará é uma completa falácia.

A implementação dos assim chamados "empregos verdes" em outros países tem devastado economias e custado milhões de empregos. Como relatou o Seattle Times em junho passado, a incrível taxa de desemprego de mais de 18 por cento na Espanha era parcialmente devido as perdas de empregos como resultado das tentativas de substituir a indústria existente com parques eólicos e outras formas de energia alternativa.

Na assim chamada "economia verde", "cada novo emprego exige a perda de 2.2 outros empregos que são ou perdidos ou não criados em outras indústrias por causa da política de alocação - sub-ótima em termos de eficiência econômica - de capital," afirma o relatório.

Como temos documentado, uma redução nas emissões de dióxido de carbono de 50 a 80 por cento infligiria uma nova grande depressão nos Estados Unidos, reduzindo o PIB em 6.9 por cento - um número comparável com o desastre econômico de 1929 e 1930.

A missão da ONU de criar um acordo legalmente vinculante sobre redução de emissões de CO2 está correndo em paralelo com medidas já sendo aplicadas a nível estatal nos Estados Unidos, o qual contorna os balbuciantes esforços federais para impor a fraude do cap and trade (lei para tributar o dióxido de carbono em análise nos Estados Unidos).

A própria fundação do argumento do aquecimento global foi completamente estripada pelo escândalo do Climategate, que provou que os cientistas do IPCC das Nações Unidas forjaram e exageraram dados para "esconder o declínio" nas temperaturas globais enquanto se engajavam na caça as bruxas para evitar que opiniões divergentes aparecessem nos relatórios do IPCC.

A despeito disso, o estranho intento de tributar o vivificante gás de dióxido de carbono tem indicado que eles não mais se importam a respeito da verdade por trás da mudança climática antropogênica e resolveram impor sua agenda totalitária de qualquer modo. A diretora da EPA (Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos) Lisa Jackson disse aos repórteres esta semana que "a ciência relativa a mudança climática está estabelecida, e a atividade humana é responsável pelo aquecimento global," embora ela tenha falhado em refutar o fato de que não tem havido aquecimento global desde 1995, como foi admitido pelo cientista da Unidade de Pesquisa do Clima professor Phil Jones.

Fonte: http://www.infowars.com



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segunda-feira, 1 de março de 2010

MK-ULTRA: O Programa de Controle Mental da CIA

The  -foot (  m) diameter CIA seal in the lobb...Image via Wikipedia

MK-ULTRA: O Programa de Controle Mental da CIA.

Por Stephen Lendman

Publicado em 16/02/2010

MK-ULTRA era o codinome para o programa de controle mental da CIA, começado em 1953, sob o diretor Allen Dulles. Seu propósito era multifacetado, incluindo uma droga da verdade perfeita para interrogar suspeitos de espionar para os soviéticos durante a Guerra Fria. Seguida anteriormente de hipnose durante a 2a. Guerra Mundial, pesquisas primitivas de drogas, e o projeto da marinha americana Chatter (tagarelar), explicado pelo seu departamento de Medicina e Cirurgia em resposta ao pedido da Lei de Liberdade de Informação (FOIA, em inglês) como segue:

Começou "no outono de 1947 concentrando-se na identificação e teste de drogas (LSD e outras) em interrogatórios e no recrutamento de agentes. A pesquisa incluía experiências de laboratório tanto em animais como em seres humanos. O programa terminou logo depois da Guerra da Coréia em 1953."

Ele foi desenvolvido sob a direção do Dr. Charles Savage do Instituto de Pesquisa Médica Naval, Bethesda, Maryland, de 1947 a 1953, após o que o escritório de Inteligência Científica da CIA continuou o projeto sob o nome de Projeto Bluebird, seu primeiro programa de controle mental para:

* Aprender como condicionar pessoas a impedir que informações fossem extraídas delas por meios conhecidos;
* Desenvolver métodos de interrogação para exercer controle;
* Desenvolver técnicas de aperfeiçoamento da memória; e
* Estabelecer maneiras de prevenir o controle inimigo do pessoal da agência.


Em 1951, ele foi renomeado Projeto Artichoke, depois MK-ULTRA sob o vice diretor da CIA Richard Helms em 1953. Ele objetivava controlar o comportamento humano através de drogas psicodélicas e alucinógenas, eletrochoque, radiação, grafologia, técnicas paramilitares, e métodos psicológicos/sociológicos/antropológicos, entre outros - um vasto campo aberto de experimentação da mente tentando alguma coisa que pudesse funcionar, legal ou de outro modo, sobre a vontade e o inconsciente dos sujeitos.

Em andamento em tempos diferentes estavam 149 subprojetos em 80 universidades americanas e canadenses, centros médicos e três prisões, envolvendo 185 pesquisadores, 15 fundações e numerosas empresas farmacêuticas. Tudo era ultra-secreto, e a maior parte dos registros destruída mais tarde, apesar disso, processos da Lei de Liberdade de Informação salvaram milhares de páginas com evidência documentada dos horríveis experimentos e seus efeitos nos seres humanos.

Muitos eram cobaias involuntárias, e aqueles que consentiam estavam mal informados dos perigos. James Stanley era um soldado de carreira quando lhe deram LSD em 1958 junto com 1.000 outros militares "voluntários". Eles sofreram alucinações, perda de memória, incoerência, e severas mudanças de personalidade. Stanley exibiu uma violência incontrolável. Isso destruiu sua família, inibiu sua capacidade de trabalho, e ele nunca soube por que até que o exército pediu a ele para participar de um estudo de revisão.

Ele processou por danos sob a Lei Federal de Reclamação de Prejuízo (FTCA, em inglês), o caso dele chegou a Suprema Corte em Estados Unidos vs Stanley. Debatida e decidida em 1987, a Corte declarou improcedente sua reclamação (por 5 a 4), decidindo que seus danos ocorreram durante o serviço militar. Os juízes Thurgood Marshall, William Brennan e Sandra Day O'Conner escreveram opiniões divergentes, dizendo que o Código de Nuremberg se aplica a soldados bem como a civis. Em 1996 Stanley conseguiu $400.000 em compensação, mas nenhum pedido de desculpa do governo.

Talvez a vítima mais conhecida do MK-ULTRA seja Frank Olsen, um bioquímico trabalhando para a Divisão de Operações das Forças Especiais do exército em Forte Detrick, Maryland. Em 18 de novembro de 1953, administraram LSD a ele. Imediatamente ele se tornou agitado e completamente paranóico. Nove dias depois, ele supostamente cometeu suicídio pulando 13 andares para a morte através de uma janela fechada de um hotel de Nova York. Os membros da família dele não sabiam que ele foi drogado até que o MK-ULTRA foi exposto em 1975.

O presidente Gerald Ford se desculpou, garantiu um pagamento de $750.000, mas o filho de Olson descobriu documentos sugerindo que seu pai foi assassinado. Em 1994 ele exumou o corpo, foi avaliado de forma judicial, e a conclusão foi homicídio baseado em fratura no esqueleto não detectada anteriormente sugerindo uma pancada na cabeça e outras evidências perturbadoras.

Stanley Glickman foi outra tragédia do MK-ULTRA, uma vítima involuntária de drogas alucinógenas e tratamento de eletrochoque. Ele se tornou traumatizado, não podia trabalhar, mal comia, sofreu colapso nervoso, e nunca se recuperou completamente. Depois de saber sobre as experiências da CIA com LSD, ele processou em 1983. O julgamento foi adiado por 16 anos, ele morreu, mas sua irmã Gloria Kronish insistiu no caso.

O chefe do MK-ULTRA Stanley Gotleib estava em discussão, contratado para dirigir os funcionários do serviço técnico (TSS, em inglês) para desenvolver venenos para assassinar adversários políticos, drogas de soro da verdade para interrogar espiões, e técnicas de controle mental para criar assassinos robôs ou agentes duplos inconscientes. Ele usou cientistas nazistas e seus métodos sofisticados, aperfeiçoados em vítimas de campos de concentração. Alguns eram conhecidos como programadores, profissionais habilidosos na arte de quebrar as barreiras e controlar a mente humana.

Joseph Mengele fazia um trabalho semelhante, experimentando extensivamente com crianças e adultos usando mescalina, terapia de eletrochoque, hipnose, privação sensorial, tortura, estupro, fome, e colagem de traumas. Ele foi tão bem sucedido com a última técnica que os sobreviventes expressavam forte afeição por ele.

A CIA e os militares americanos copiaram a metodologia nazista através de numerosos programas, incluindo o MK-ULTRA, MK sendo a abreviação para as palavras "mind control" em alemão. De acordo com documentos obtidos, funciona melhor quando trauma severo (como estupro) ocorre com idade de 3 anos, o resultado frequentemente causando uma divisão da personalidade ou dissociação (chamada desordem de identidade dissossiativa) para reprimir memórias dolorosas.

Terapeutas podem causar múltiplas desordens de personalidade pela manipulação da mente, mas trauma cedo na vida faz as vítimas especialmente vulneráveis. Gottlieb se concentrou no LSD para o controle da mente e venenos e drogas exóticas para assassinatos políticos.

Sob a Operação Paperclip 9.000 cientistas e técnicos nazistas foram recrutados para ajudar a minar a União Soviética.

Em 1952, Gottlieb se reuniu com Glickman em um café em Paris, pagou um drink para ele e colocou LSD. Depois de finalmente ter sido responsabilizado, ele ficou doente (Gottlieb). O julgamento foi adiado, e na véspera de seu reinício ele morreu inesperadamente. Na época, os obituários do New York Times e Los Angeles Times relataram que a família dele recusou-se a revelar a causa. O jornal online WorldDailyNet explicou que foi depois de uma "pneumonia de cerca de um mês," dizendo que depois de ser admitido para o Centro Médico da Universidade da Virgínia, ele entrou em coma, nunca se recuperou, mas o crime não pôde ser determinado.

No julgamento contra seu espólio, o juiz morreu de ataque cardíaco enquanto se exercitava. A questão novamente apareceu. Foi natural ou ele foi assassinado? Especialmente porque sua substituição foi prejudicial ao demandante tendo abandonado seu caso dois anos antes. Talvez apenas depois que o júri decidiu contra a família Glickman, negando a eles justiça.

Em 22 de dezembro de 1974, Seymour Hersh expôs o MK-ULTRA em um artigo do New York Times. Intitulado, "Relatada Grande Operação da CIA nos Estados Unidos Contra as Forças Antiguerra, e Outros Dissidentes nos Anos Nixon," atividades ilegais documentadas, incluindo experiências secretas com cidadãos americanos durante os anos 60 e antes. Seguiu-se uma investigação do Comitê Church do congresso americano, encabeçada pelo senador Frank Church, sobre as práticas de inteligência abusivas, substituída pelo comitê Pyke 5 meses depois. A Comissão Rockefeller, sob o vice presidente Nelson Rockefeller, também examinou as atividades domésticas da CIA, FBI, e agências de inteligência militares.

No verão de 1975, foi sabido que a CIA e o Departamento de Defesa tinham conduzido experiências ilegais em sujeitos involuntários como parte de um programa exaustivo para influenciar o comportamento humano através de drogas psicoativas (incluindo LSD e mescalina) e outras substâncias químicas, biológicas, psicológicas, e outros métodos.

Origens das Práticas de Manipulação da Mente da CIA

A CIA se tornou interessada no trabalho do Dr. Ewen Cameron em Montreal no Instituto Memorial Allan da Universidade McGill. Com o total conhecimento do governo do Canadá, ele foi financiado para realizar experimentos bizarros em seus pacientes psiquiátricos, incluindo mantê-los acordados e isolados por semanas, então administrar largas doses de eletrochoque e coquetéis de drogas experimentais, LSD e PCP poeira de anjo entre elas.

Embora claramente imoral, Cameron acreditava que detonando o cérebro humano com uma série de choques, ele poderia desfazer mentes defeituosas, reconstruindo-as com novas personalidades limpas de seu estado anterior. Isso era ciência vodu e fracassou, mas a CIA ganhou uma riqueza de conhecimentos que têm sido usados até hoje.

Em 1951, a Agência engajou o diretor de psicologia da McGill, Dr. Donald Hebb, e outros para conduzir experiências de privação sensorial em estudantes voluntários. Eles mostraram que o intenso isolamento interrompe a clareza de pensamento o suficiente para fazer os sujeitos receptivos a sugestão. Eram também formidáveis técnicas de interrogatório equivalentes a tortura quando administradas através do uso da força.

Esses experimentos precoces puseram os fundamentos para o processo de tortura de dois estágios da CIA: privação sensorial seguida por sobrecarga. O historiador da Universidade de Wisconsin, Alfred McCoy documentou eles em um livro, Uma questão de tortura: Interrogatório da CIA, da Guerra Fria a Guerra ao Terror (A Question of Torture: CIA Interrogation, from the Cold War to the War on Terror), chamando-as "a primeira revolução real na cruel ciência da dor em mais de três séculos."

A CIA desenvolveu e codificou tudo em manuais, usados extensivamente no Sudeste da Ásia, América Central, Iraque, Afeganistão, Guantánamo e em locais secretos em todo mundo. McCoy se referiu a um mini gulague de extração de informações durante a Guerra Fria e a Guerra ao Terror. Fora da vista, nada é proibido, incluindo crueldade física e métodos de controle mental de enfraquecimento psicológico que transformam seres humanos em mingau.

O MK-ULTRA foi um deles, ainda que a ordem executiva de 1976 de Gerald Ford (EO 11905) "estabelecesse políticas para melhorar a qualidade da inteligência necessária para a segurança nacional e estabelecesse uma efetiva vigilância para assegurar a concordância com a lei no gerenciamento e direção das agências de inteligência e departamentos do governo nacional."

A Ordem Executiva proibia "experiência com drogas em seres humanos, exceto com seu consentimento informado, por escrito e testemunhado por uma parte desinteressada, de cada sujeito, como ser humano," de acordo com as diretrizes emitidas pela Comissão Nacional. Subsequentes diretivas de Carter e Reagan baniram todas as experiências humanas. Contudo, elas continuam em violação ao código de Nuremberg que proíbe:

* experiências médicas sem o consentimento dos seres humanos - "sem coerção, fraude, engano, e completa divulgação dos riscos conhecidos;"

* aqueles "onde há uma razão a priori para acreditar que morte ou dano incapacitante ocorrerá;" e

* somente aqueles que se esperam "resultados proveitosos para o bem da sociedade, não adquiríveis por outros métodos ou meios de estudo..."

Conduzir experiências de controle da mente humana é claramente ilegal e imoral. Elas são mais sofisticadas do que nunca hoje, e afirmações de que as experiências do MK-ULTRA foram paradas nos anos 70 eram falsas. Renomeadas elas continuam e muito mais.

A Longa História de Experiências Humanas na América

Os exemplos precedentes incluem:

- Em 1931, Dr. Cornelius Rhoad infectou seres humanos com células de câncer sob a proteção do Instituto Rockefeller para Investigações Médicas; Rhoads mais tarde conduziu experiências de exposição de radiação em soldados americanos e pacientes civis do hospital;

- Em 1932, começou o estudo de sífilis Tuskegee em 200 homens negros; eles não eram informados de sua doença, tinham negado tratamento, e eram usados como cobaias humanas para seguir os sintomas e progressão de sua doença; todos eles morreram subsequentemente;

- Em 1940, 400 prisioneiros de Chicago foram infectados com malária para estudar os efeitos de novas drogas experimentais;

- De 1942/1945, a marinha dos Estados Unidos usou seres humanos (trancados em câmaras) para testar máscaras e roupas de gás;

- Desde os anos 40 experiências de radiação em humanos eram conduzidas para testar seus efeitos e determinar quanto podia matar; sujeitos involuntários eram usados em prisões, hospitais, orfanatos, e hospícios, incluindo homens, mulheres, crianças e bebês em gestação de todas as raças, principalmente pessoas das categorias sócio-econômicas mais baixas; Em adição, mais de 200.000 soldados americanos foram expostos testes nucleares acima do solo; muitos depois ficaram doentes e morreram;

- Em 1945, a comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos (AEC) implementou o "Programa F," o mais exaustivo estudo americano dos efeitos do flúor na saúde - um componente chave na produção da bomba atômica e um dos produtos químicos mais tóxicos conhecido; ele causa marcados efeitos adversos no sistema nervoso central; no interesse da segurança nacional, a informação foi suprimida;

- Em 1945, os pacientes do hospital da Virgínia se tornaram cobaias para experiências médicas;

- Em 1947, o coronel da A.E.C E.E Kirkpatrich emitiu o documento secreto #07075001, afirmando que a agência começará a administrar doses intravenosas de substâncias radioativas em seres humanos;

- Em 1949, o exército dos Estados Unidos liberou agentes biológicos em cidades americanas para estudar os efeitos do ataque de germes reais na guerra; testes continuaram secretamente até pelo menos os anos 60 em São Francisco, Nova York, Washington, DC, Cidade do Panamá e Key West, Flórida, Minnesota e outros locais do meio-oeste, junto com Pennsylvania turnpike e outros lugares;

- Em 1950, o Departamento de Defesa (DOD, em inglês) começou a testar armas nucleares em espaço aberto em áreas de deserto, então monitoravam os residentes a favor do vento por problemas médicos e taxas de mortalidade;

- Em 1951, afro-americanos foram expostos a estimulantes potencialmente fatais como parte do teste de armas de fungos específicas para a raça na Virgínia;

- Em 1953, o Departamento de Defesa liberou gás de sulfeto de zinco cádmiun sobre Winnipeg, Canadá, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, o Vale do Rio Monocacy, Maryland, e Leesburg, Virgínia - para determinar o quão eficientemente agentes químicos podem ser dispersos;

Em 1953, experiências conjuntas Exército-Marinha-CIA foram conduzidas em Nova York e São Francisco, expondo dezenas de milhares de pessoas aos agentes aéreos Serratia marcescens e Bacillus glogigii;

- Em 1955, a CIA liberou bactérias do arsenal de guerra biológica de Tampa, Flórida, para testar sua habilidade de infectar populações humanas;

- Em 1956, os militares americanos liberaram mosquitos infectados com febre amarela sobre Savannah, Georgia e Avon Park, Flórida, para testar os efeitos na saúde dos humanos;

- Em 1965, na Prisão Estadual Homesburg, prisioneiros da Philadelphia foram expostos a dioxina, o altamente tóxico agente laranja, para estudar deus efeitos cancerígenos;

- Em 1966, o sistema de metrô de Nova York foi usado para uma experiência de guerra com germes;

- Em 1969, um aparente agente nervoso matou milhares de ovelhas em Utah;

- Em 1970, A Revista Militar relatou que o desenvolvimento de "armas étnicas" foi intensificado para ser capaz de atingir grupos étnicos específicos que pensava-se serem suscetíveis a diferenças genéticas e variações de DNA;

- 1976, americanos foram avisados sobre o temor de uma gripe suína mais cedo, apressando todos a serem vacinados; milhões obedeceram, muitos dos quais se prejudicaram; 500 resultaram na Síndrome Guillan-Barre (GBS - uma desordem nervosa mortal); pessoas morreram de falha respiratória depois de paralisia severa, e os especialistas disseram que a vacina aumentou o nível de risco da GBS em oito vezes;

- Em 1985 e 1986, testes de agentes biológicos ao ar livre foram feito em áreas povoadas;

- Em 1990, cerca de 1.500 bebês negros e hispânicos de seis meses de idade de Los Angeles receberam uma vacina experimental para sarampo, nunca informaram aos pais dos riscos potenciais;

- Em 1990 e 1991 antes de ficar de prontidão para o Golfo Pérsico, todos os soldados dos Estados Unidos foram inoculados com vacinas experimentais de antraz e toxina botulínica, mesmo que fossem levantadas preocupações sobre seus efeitos adversos de longo prazo; cerca de 12.000 morreram e cerca de 30% se tornaram doentes de fatores não relacionados ao combate no que subsequentemente foi chamado Síndrome da Guerra do Golfo, o resultado da exposição a uma variedade de toxinas;

- Em 1994, o Senador Jay Rockefeller emitiu um relatório revelando que pelos últimos 50 anos ou mais, o Departamento de Defesa usou centenas de milhares de pessoal militar dos Estados Unidos, expondo-os a substâncias experimentais perigosas; os materiais incluíam gás mostarda e gás nervoso, radiação ionizante, substâncias psicoquímicas, alucinógenos e outras drogas;

- Em 1995, Dr. Garth Nicolson descobriu que agentes tóxicos usados durante a Guerra do Golfo foram pré-testadas nos prisioneiros do Departamento de Correções do Texas;

- Em 1996, o Departamento de Defesa admitiu que as tropas da Guerra do Golfo foram expostos a agentes químicos; e

- Em 2009, vacinas experimentais foram novamente usadas para inocular pessoas globalmente em resposta a outro badalado temor de Gripe Suína; diversos relatórios de doenças e mortes se seguiram.

Vítima do MK-ULTRA Maryam Ruhullah

Como uma vítima do MK-ULTRA, a memória de Ruhullah estava enfraquecida e de algum modo ainda está por causa do que ele experimentou. Ela explicou da seguinte forma.

No início dos anos 70 ela vivia em Boston, Massachusetts, era casada e tinha um filho de 6 anos, e como advogada trabalhava para uma firma prestigiosa, o nome da firma ela não pode se lembrar. "Um dia dois agentes federais vieram a casa dela sem aviso prévio," pedindo a ela para ser uma testemunha federal contra uma suposta personalidade do crime organizado. Para a segurança dela, eles explicaram, ela seria posta em custódia protetora por um período que não excederia seis meses. Pediram a ela para deixar a família e o emprego imediatamente, e não dizer nada ao marido dela nem ao patrão.

Ela "foi forçada a abandonar a casa dela com os agentes naquele mesmo dia." Ela não teve escolha, e "foi tratada mais como uma prisioneira do que testemunha." Ela não podia usar o telefone ou se comunicar com ninguém, era transferida frequentemente, e mantida em "lugares de baixo custo," durante o tempo no qual ela sua vida "se tornou uma sucessão de abusos e explorações."

"Até esse dia," ela diz, ela não sabe precisamente "quando ou porque o governo decidiu usá-la" para experiências do MK-ULTRA, "mas um dia ela foi mãe, esposa e advogada, então, depois não tinha memória de seu passado."

Tendo se recuperado parcialmente, ela lembra "tendo recebido tratamentos de eletrochoque não necessários medicamente. Isso foi feito para criar amnésia (para bloqueá-la) no centro da personalidade e substituir só com" as informações que precisava saber.

Ela se lembra "que o tratamento de choque dado a ela era tão severo e frequente que um dia alguma coisa aconteceu e" ela foi devolvida ao quarto dela. Ela agora fala de "uma longa lista de inacreditáveis explorações e abusos desumanos" feitos a ela.

No final dos anos 80, fragmentos de sua memória retornaram. Ela procurou informação sobre o caso dela através do requerimento da Lei de Liberdade de Informação, mas foi informada de que não havia sido encontrado nenhum registro. De 1992/1996, ninguém a ajudou até que um membro do B'nai Brith, Stephanie Suleiman, ofereceu-se para ajudar, mas precisava de algumas semanas para completar outro trabalho.

Quando Ruhullah recontactou ela, ela descobriu que essa "mãe de dois filhos de 32 anos morreu de ataque cardíaco," muito suspeito dada sua idade.

Ruhullah também explica que agentes federais pararam de se comunicar com ela. Suas experiências foram "totalmente removidas do registro público," e ela foi de "ser uma pessoa desaparecida para se tornar uma pessoa apagada." Ela agora está divorciada e incapaz de contactar seus filhos e antigos amigos. "O governo americano não quer a história dela contada."

Ela acrescenta que o "único caminho que ela pode medir a extensão de tempo retida é pela idade de seu filho. Ele tinha seis quando os agentes entraram em sua casa, e ele está agora com seus 13 anos." Ela se considera ter estado continuamente separada de seus filhos, netos, família, amigos, patrimônios, memórias e habilidades profissionais.

Ela chama cada dia "uma experiência de ser retida contra sua vontade enquanto vivia em um barril de arrogância burocrática que se recusa a reconhecer o que foi feito (tornado pior por impedí-la de conseguir sua vida de volta." Cada dia ela está "sendo mais machucada e tendo mais de sua vida roubada dela."

Ela diz que ela "não estava liberada da custódia." Depois de ser usada para experiências médicas, ela "recebeu uma falsa identidade implantada, depois foi deixada sem dinheiro e sem prova de sua verdadeira identidade ou linhagem." Ela ainda se considera uma prisioneira, um corpo sem uma personalidade, com pouco conhecimento de seu antigo eu, despida de tudo que importava em sua vida.

A história da MK-ULTRA e Ruhullah foi apresentada pelo Progressive Radio News Hour em 18 de fevereiro na The Progressive Radio Network.

Fonte: http://sjlendman.blogapot.com/2010/02/mk-ultra-cias-mind-control-program.html


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