domingo, 20 de junho de 2010

George Clooney é aceito no Conselho de Relações Exteriores (CFR)


George ClooneyGeorge Clooney via last.fm

George Clooney é aceito no Conselho de Relações Exteriores dos EUA
Michael Douglas e Angelina Jolie, entre outros, também são membros.

'Sinto-me honrado pela nomeação', declarou o ator.

Do G1 RJ

O ator norte-americano George Clooney foi nomeado novo membro do Conselho de Relações Exteriores dos EUA (Council of Foreign Relations) nesta terça-feira (15). As informações são do jornal "The Washington Post".

O Conselho de Relações Exteriores (CFR, na sigla em inglês) é uma influente organização política, independente e apartidária dos Estados Unidos. Dela também fazem parte o ex-presidente dos EUA Bill Clinton e os atores Michael Douglas, Warren Beatty e Angelina Jolie, entre outras personalidades.


A vice-presidente da CFR, Lisa Shields, citou a importância da participação de Clooney no conselho como uma voz "não tradicional" da política norte-americana. Ela destacou ainda a postura do ator diante da crise em Darfur. Localizado em sua maior parte numa região desértica, o país vive há sete anos um conflito iniciado quando rebeldes, na maioria não-árabes, pegaram em armas contra o governo sudanês, exigindo mais autonomia para a área.

Em declaração via CFR, Clooney disse: "Sinto-me honrado pela nomeação. Ouvi dizer que o ritual de iniciação é selvagem", brincou o ator, que foi indicado ao conselho pelo apresentador de TV Charlie Rose e pelo colunista do jornal norte-americano "The New York Times" Nick Kristof.

Nota: O Conselho de Relações Exteriores (CFR) é um famoso Think Tank americano que abriga intelectuais que visam implantar o Governo Mundial. É a elite intelectual americana.

Agora, o que atores de Hollywood têm a ver com o CFR é que não está claro. Pelo que se sabe Angelina Jolie, Michael Douglas e George Clooney não são intelectuais, então fica a pergunta, por que atores de Hollywood são aceitos nesse grupo elitista?





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terça-feira, 15 de junho de 2010

Presidente dos EUA pode ganhar poderes para desligar a internet


SYDNEY, AUSTRALIA - OCTOBER 14:  Artwork from ...Image by Getty Images via @daylife

Presidente dos EUA pode ganhar poderes para desligar Internet

Foi apresentada ontem nos Estados Unidos uma proposta que, a ser aprovada, dará ao presidente poderes para controlar ou desligar partes da Internet no país, em situações de emergência. Fornecedores de serviços de acesso à Internet, motores de busca ou empresa de software ficarão sujeitas à ordem e em casos de não cumprimento enfrentam multas.

O projeto de lei apresentada no Senado tem como objetivo reforçar a capacidade de resposta dos Estados Unidos, em face de um ciberataque em grande escala e os mecanismos de controle de consequências de um evento desse tipo, mas já está gerando alguma polêmica.

A iniciativa foi pensada para "proteger as redes e os seus bens e proteger o país e o povo", assegura Joe Liebermann, o senador independente que é um dos promotores da proposta e também presidente do comitê de segurança norte americano.

As críticas ao Protecting Cyberspace as a National Asset Act (PCNAA) vêm de grupos representativos da indústria e referem-se aos limites pouco claros dos poderes que daí decorrem.

Se a proposta chegar a lei, as novas regras para a cibersegurança serão geridas por um organismo a criar, o Centro Nacional de Segurança Informática e das Comunicações, que funcionará na dependência do Departamento de Segurança Interna.

Empresas de Internet, telefonia ou gestoras de outras infra-estruturas de informação críticas ficarão obrigadas a cumprir ordens do novo centro e em alguns casos a cooperar com a prestação de informação, a outros níveis que não a vigilância dos utilizadores. Esta é uma restrição claramente indicada no documento, que remete a possibilidade apenas para um contexto de resposta a ordens judiciais, como já hoje acontece.

A legislação prevê por outro lado imunidade para as decisões do Centro Nacional de Segurança, antecipando processos judiciais a reclamar compensações econômicas para situações que resultem, por exemplo, do corte ou condicionamento do acesso à Internet, bloqueando a margem legal para processos que reclamem indenizações em tribunal.

O centro que se pretende criar com a nova legislação terá ainda a missão (e poderes a condizer) de monitorar as infra-estruturas de Internet do país e apoiar outros organismos federais na adoção de novas e reforçadas práticas de prevenção e monitoração do ciberterrorismo. Algo que também será dinamizado por um novo gabinete da Casa Branca.

Fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/presidente_dos_eua_pode_ganhar_poderes_para_d_1070583.html

Nota: É mais um esforço para controlar a internet. O único espaço onde há alguma liberdade de combate a desmandos através da circulação de informações fora dos grandes veículos de comunicação totalmente controlados pelos barões da mídia.

Não há garantias de que essa lei não será usada abusivamente em futuro próximo e já temos uma prévia sombria da censura a internet no Irã e na China.

Além do mais essa lei pode tornar-se um padrão internacional adotado pela ONU e imposto a todos os países membros. O Brasil já foi noticiado como um dos países que mais censuram a internet segundo o Google.



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domingo, 13 de junho de 2010

O Capitalismo no banco dos réus

2501ChavezMarcelloImage via Wikipedia

O Capitalismo no banco dos réus

Bruno Pontes

Se você ainda não reparou ou prefere não chegar à conclusão de que a agenda verde é a nova roupa do velho movimento socialista internacional, escute Evo Morales, que resumiu: "Ou morre o capitalismo ou morre o planeta".

No mundo com acesso às informações ignoradas ou escondidas pela grande imprensa, o embuste pseudocientífico do aquecimento global já se desmanchou como um castelinho de areia banhado pelo mar. Na outra dimensão, burocratas e jornalistas pautados pelo IPCC continuam a martelar o engodo, como se nada tivesse acontecido, mostrando que a famosa máxima do ministro da propaganda nazista nunca deixará de ter eficácia.

Os partidários do aquecimento global não sabem se vai chover daqui a dois dias, mas nos comunicam, com muita seriedade, que os mares vão subir 3 metros nos próximos 30 anos. Em 2027, a temperatura média do planeta atingirá 46 graus. A coisa não se limita aos discursos. É próprio do ativista querer transformar a fantasia em realidade, e não há limites para quem acredita carregar a chave do outro mundo possível.

No chamado Dia da Terra, 22 de abril, Evo Morales e Hugo Chávez comandaram uma Conferência dos Povos sobre as Mudanças Climáticas e apresentaram uma proposta modesta: a formação de um tribunal do clima, que julgaria pessoas, empresas e países inteiros com base em suas contribuições para o aquecimento. A piada é grotesca, mas existem milhões de indivíduos mentalmente preparados para concretizá-la.

Pergunte a um meteorologista o clima da semana que vem. O máximo que ele pode fazer é indicar a probabilidade de certas condições atmosféricas. Por mais avançada que seja sua técnica, o homem não pode dar a certeza absoluta de sol no próximo domingo. O vulcão da Islândia cuspiu fogo e parou o tráfego aéreo na Europa. Nenhuma máquina previu a erupção.

Não existem meios de interromper o fluxo da lava e a emissão dos gases. Só o que a humanidade pode fazer é ficar olhando e esperar passar.

A natureza é desconhecida e incontrolável. O cérebro saudável aceita este fato. Mas a operação aquecimento, como todo empreendimento de manipulação mental, veio para destruir nas multidões o senso da realidade, idiotizando-as a título de torná-las "ambientalmente responsáveis". Nesse contexto, nada mais lógico que um tribunal para julgar e punir a humanidade - em nome de uma sandice politicamente útil.

Se você ainda não reparou ou prefere não chegar à conclusão de que a agenda verde é a nova roupa do velho movimento socialista internacional, escute Evo Morales, que resumiu: "Ou morre o capitalismo ou morre o planeta". Que pretexto melhor que a salvação da Terra poderia haver para se exigir o controle da economia global? Como propaganda de massa, é imbatível. Deixa a luta de classes no chinelo.

Publicado no jornal O Estado.

Nota: A verdade é que todos esses defensores do meio ambiente (dos outros, é claro) são esquerdistas que odeiam o capitalismo; mas vivem usufruindo de todas as benesses que o dinheiro pode comprar e são produzidos pela... Coréia do Norte? China? Cuba? Não. Por países capitalistas, porque eles mesmos nada produzem de útil.

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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Bill Gates financia vacina secreta de nanotecnologia

Bill and Melinda Gates during their visit to t...Image via Wikipedia
Bill Gates financia vacina secreta de nanotecnologia

Por Mike Adams, The Health Ranger

Editor de NaturalNews.com

(NaturalNews) - A fundação Bill e Melinda Gates está ganhando reputação por financiar tecnologias projetadas para levar a cabo esterilização em massa e programas de vacinação ao redor do mundo. Um dos programas recentemente financiado pela fundação é um programa de esterilização que usa explosões penetrantes de ultrassom dirigidas contra o escroto do homem para torná-lo infértil por seis meses. Isso poderia ser perfeitamente chamado de tecnologia de "castração temporária". Mais informações sobre isso em http://www.naturalnews.com/028853_u...

Agora a fundação tem financiado um novo programa de "liberação de vacina disparada pelo suor" baseado na penetração de nanopartículas na pele humana. A tecnologia é descrita como uma maneira para "... desenvolver nanopartículas que penetram a pele através dos folículos capilares e se rompem através do contato com o suor humano para liberar vacinas".

A concessão do dinheiro para a pesquisa está indo para Carlos Alberto Guzman do Helmholtz Centre for Infection Research na Alemanha e Claus-Michael Lehr e Steffi Hansen do Helmholtz-Institute for Pharmaceutical Research.

Ambos são parte do envolvimento da Fundação Gates nos programas de “Pesquisa de Grandes Desafios" que alega estar trabalhando para "alcançar maiores avanços na saúde global."

...avanços como esterilização em massa e vacinas de nanopartículas que poderão no final das contas ser administradas secretamente mesmo sem o seu conhecimento. Estas nanopartículas poderiam ser usadas em um vapor de spray que pode ser pulverizado em cada pessoa que passar por um ponto de checagem de segurança de um aeroporto, por exemplo. Ou poderia ser liberado através dos sistemas de ventilação de edifícios corporativos ou escolas públicas para vacinar as massas. Você poderia nem saber que estava sendo vacinado.

Essa tecnologia é potencialmente muito perigosa para liberdade de sua saúde. Usando-a, governos ou companhias farmacêuticas (que são tudo a mesma coisa atualmente) poderiam criar uma vacina como creme para a pele distribuído e descrito como "filtro solar". Mas quando você usá-lo, você na verdade estará se vacinando enquanto as nanopartículas se enterram sob sua pele e se rompem, liberando DNA estranho dentro de seu corpo.

Uma história de medicação secreta em massa

Mas por que o governo medicaria as pessoas sem o conhecimento delas ou seu consentimento? Você pergunta. Eles já fizeram isso com a aplicação de flúor na água. Flúor é uma droga, e os governos regionais e nacional do mundo todo estão usando o fornecimento de água como uma maneira de entregar a droga flúor para as pessoas precisando elas ou não - e sem nenhum diagnóstico médico apropriado ou receita.

Assim, se os governos já estão medicando secretamente as pessoas com flúor no fornecimento de água, elas armaram o palco para vacinação em massa de pessoas através de canais semelhantes, tal como o suprimento de ar dos edifícios. E graças a Bill Gates, esta nanotecnologia necessária para levar isso a cabo está sendo financiada.

É isso realmente um "grande avanço na saúde global?"

Eu acredito que é se você acredita em remédio secreto onde você medica pessoas com drogas ou vacinas sem o conhecimento delas. A medicina ocidental é tão ofensiva que não pode operar às claras. É por isso que se utiliza de contaminação escondida do fornecimento de água a fim de forçar o público a engolir suas drogas.

Flúor e medicamento dissimulado

Ainda, a propósito, para aqueles que argumentam que flúor não é uma droga, lembrem-se disso: De acordo com a FDA, qualquer substância química que tem um efeito biológico no corpo humano é, por definição, uma droga. Portanto, flúor é uma droga também.

Ainda mais, flúor é promovido com um estranho apelo sobre "prevenção de cáries" engolindo-o, fazendo dele uma "droga não aprovada" de acordo com a FDA. Assim como é que uma droga não aprovada pode ser despejada no fornecimento de água e forçada sobre centenas de milhões de pessoas sem um simples diagnóstico de deficiência de flúor ou mesmo uma simples prescrição de um médico?

A resposta é que a medicina ocidental é tão arrogante que não acredita que precisa seguir qualquer regra, regulamento ou lei. É um sistema “tirânico” de medicina, onde as drogas são empurradas pela sua garganta através do despejo dissimulado no fornecimento de água sem seu consentimento. Então por que deveríamos acreditar que com vacinas será diferente? Se a medicina tradicional pode descobrir uma maneira de forçar qualquer pessoa a inconscientemente ser injetada com vacinas, não tenha dúvida que eles perseguirão isso!

E tais esforços sem dúvida terão o continuado apoio financeiro de Bill Gates.

Fontes: The Daily Tell: http://www.thedailytell.com/2010/05...
Puget Sound Business Journal: http://www.bizjournals.com/seattle/...





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terça-feira, 8 de junho de 2010

Seja Bem-Vindo à Governança Global

Seal of the President of the United StatesImage via Wikipedia

Seja Bem-Vindo à Governança Global

Autor: Henry Lamb

"Para esse sistema de "governança" funcionar, precisa existir um procedimento para criar leis e regras, uma fonte independente de receita, e um mecanismo para a imposição das leis. O procedimento para a criação de regras está bem estabelecido. O Tribunal Penal Internacional fornece a base para a imposição. Entretanto, a inexistência de uma fonte independente de receitas, impediu a ONU de se tornar o governo mundial que está planejado há tanto tempo. A atual crise econômica é a desculpa necessária para criar um mecanismo global de controle da economia global e instituir uma fonte independente de receitas para o governo mundial." [Excerto deste mesmo artigo].


"Pouquíssimas pessoas percebem que existe um esforço gigantesco de criar a governança global — um eufemismo para governo mundial — que afetará drasticamente cada homem, mulher e criança no planeta Terra. Sendo um dos principais especialistas no assunto, Henry Lamb oferece uma singular compreensão sobre o surgimento da governança global, e suas consequências potencialmente muito graves para a humanidade." — Dr. Michael S. Coffman, presidente da Environmental Perspectives, Inc. [3].
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Há mais de um século que persiste a ideia de um governo mundial. Desde a visão de Cecil Rhodes de um Império Britânico global, passando pela visão do presidente americano Woodrow Wilson de uma Liga das Nações e depois, durante a administração Roosevelt, com a criação da Organização das Nações Unidas, esse sonho de um governo mundial continua a avançar. Em Berlim, Barack Obama anunciou que é um 'cidadão do mundo'. Ele e seu governo estão prestes a oferecer homenagem a essa cidadania global.

As pessoas que criaram a Liga das Nações para o presidente Wilson eram assessores que operavam por trás dos bastidores. Nos EUA, os assessores de Wilson eram conhecidos como "A Consulta" do coronel Edward Mandell House. Na Inglaterra, o governo era assessorado pelo grupo de Alfred Milner, conhecido como "turma de Chatham House", criado por Cecil Rhodes em 1891. Esses dois grupos rascunharam o Tratado de Versalhes, que terminou a Primeira Guerra Mundial — e criou a Liga das Nações.

Durante os dias finais das negociações do tratado, esses dois grupos se reuniram no Hotel Majestic, em Paris, e decidiram formalizar suas organizações. O grupo europeu transformou-se em Instituto Real das Relações Internacionais e o grupo americano, do coronel House, tornou-se o Conselho das Relações Internacionais (CFR). Esses dois grupos são o poder sustentador que esteve por trás da ideia do governo mundial durante todo o século 20.

Franklin Roosevelt serviu na administração do presidente Wilson e conhecia bem a Consulta, do coronel House, e o Conselho das Relações Internacionais. A administração Roosevelt foi preenchida por membros do CFR. Na verdade, o programa de recuperação econômica "New Deal", instituído nos anos da Grande Depressão, foi um produto do CFR.

O genro do Roosevelt escreveu:

"Por um longo tempo, achei que FDR tinha desenvolvido muitas ideias que eram para o benefício deste país. A maior parte de seus pensamentos, sua munição política, como eram conhecidos, foram cuidadosamente fabricados para ele antecipadamente pelo grupo do dinheiro do CFR-Um Mundo Unificado. [Curtis Dall, FDR: My Exploited Father-In-Law, 1967].

A maior parte do comitê de Roosevelt que rascunhou a Carta da ONU era formada por membros do Conselho das Relações Internacionais. Desde então, todas as administrações desde o governo Roosevelt, foram dominadas por membros do CFR.

Durante o governo Clinton, o escritor do jornal Washington Post, Richard Harwood, informou que o Conselho das Relações Internacionais é "... a coisa mais próxima que temos de um Sistema governante nos Estados Unidos" e identificou dezenas de membros do CFR na Casa Branca. (Washington Post, 30 de outubro de 1993, A-21).

Os membros do CFR dominaram ambas as administrações Bush. Richard Haass serviu em ambas. Até junho de 2003, ele era Diretor de Planejamento no Departamento de Estado.

Ele renunciou para se tornar presidente do CFR, em julho de 2003.

Haass continua a promover a ideia de um governo mundial. Em um artigo publicado no jornal Taipei Times, ele escreveu: "... os Estados precisam estar preparados para ceder parte de sua soberania para os organismos globais para que um sistema internacional possa funcionar." [Taipei Times, 21 de fevereiro de 2006].

Aqui está o ponto crucial: A soberania nacional e a governança global são mutuamente exclusivas. As duas não podem existir ao mesmo tempo. Um país é soberano, ou não é.

A Liga das Nações fracassou por que os Estados Unidos não estavam dispostos a ceder sua soberania a um sistema internacional. A ONU prossegue por que os países continuam a ceder soberania, como Haass disse "aos organismos globais".

O Conselho das Relações Internacionais, e a maior parte dos governos da Europa, estão convencidos que o único modo para o mundo sobreviver é por alguma forma de governança global. Eles defendem a opinião que:

"Governança não é governo — é a estrutura de regras, instituições e práticas que definem limites para o comportamento dos indivíduos, organizações e empresas." [Relatório da ONU Sobre o Desenvolvimento Humano, 1999, pág. 34.].

Qualquer autoridade que possa "limitar o comportamento de indivíduos, organizações e empresas" — é um governo.

Para esse sistema de "governança" funcionar, precisa existir um procedimento para criar leis e regras, uma fonte independente de receita, e um mecanismo para a imposição das leis. O procedimento para a criação de regras está bem estabelecido.

O Tribunal Penal Internacional fornece a base para a imposição. Entretanto, a inexistência de uma fonte independente de receitas, impediu a ONU de se tornar o governo mundial que está planejado há tanto tempo. A atual crise econômica é a desculpa necessária para criar um mecanismo global de controle da economia global e instituir uma fonte independente de receitas para o governo mundial.

As Nações Unidas adotaram pela primeira vez uma "Nova Ordem Econômica Internacional" em 1974 (A/RES/S-6/3201). Ela propunha um sistema econômico socialista e global sob os auspícios da ONU. Felizmente, os Estados Unidos ignoraram a ideia e ela se desvaneceu, porém não morreu.

Em 1995, a Comissão patrocinada pela ONU sobre Governança Global publicou seu relatório final, intitulado "Our Global Neighborhood" (Nossa Vizinhança Global).

Entre as muitas recomendações feitas para efetivar a governança global havia uma proposta para a criação de um Novo Conselho de Segurança Econômica. Sua jurisdição incluiria:

"... ameaças de longo prazo para a segurança em seu sentido mais amplo possível, como crises ecológicas compartilhadas, instabilidade econômica, desemprego crescente... pobreza em massa... e a promoção do desenvolvimento sustentável."

Adele Simmons foi a representante americana na Comissão Sobre Governança Global; ela era membro do Conselho das Relações Internacionais.

Antes de deixar o cargo, o presidente George W. Bush convocou uma reunião do G20 para definir a pauta para um encontro em Londres, em abril de 2009. Eles esperavam criar um sistema global para finalmente controlar a economia global. Seja lá qual for a estrutura que sairá do encontro, ela provavelmente receberá poderes para controlar a economia global e conectar as ações econômicas com as questões ecológicas e também de justiça social — exatamente como prescrito pela Comissão Sobre Governança Global.

A criação da Organização Mundial do Comércio (OMC) avançou muito no caminho para dar a um "organismo internacional" o poder de regular o comércio. Os EUA cederam uma soberania significativa quando concordaram em adequar suas leis e regulamentos às determinações dessa agência da ONU.

O Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e o Banco de Compensações Internacionais ainda não operam pelo consenso de diretorias indicadas de forma arbitrária pela ONU. Além disso, até aqui, a ONU não foi capaz de encontrar um modo de instituir uma fonte de receitas sobre as transações que envolvam o câmbio internacional de moedas. Mas isso poderá mudar a partir do encontro do G20 em Londres, em abril.

Os líderes europeus já estão fazendo barulho por um controle internacional mais rígido sobre a economia global. Entre as ideias avançadas no passado estão o licenciamento e até mesmo regulações ainda mais rígidas da ONU sobre o comércio internacional; colocar representantes da ONU nas reuniões de diretores das empresas multinacionais; e tributação internacional sobre o privilégio de realizar negócios em escala global.

Quem controla o fluxo do dinheiro controla a atividade daqueles que têm dinheiro, bem como daqueles que querem ganhar dinheiro. Por exemplo, seja lá qual for a estrutura econômica internacional que possa aparecer, uma nação poderá ser forçada a adotar os objetivos sobre o aquecimento global prescritos pela ONU para poder participar das transações econômicas. Essa nova estrutura econômica internacional poderá fixar alíquotas de tributação, definir as taxas de juros e as condições para a concessão de crédito.

Essa estrutura econômica internacional proposta poderá solapar o último vestígio de soberania dos EUA. Com exceção do congressista e ex-candidato a presidente Ron Paul, e de Glenn Beck, do canal Fox News, a mídia ou os políticos quase não expressam preocupação com essas questões.

A governança global já está às portas do mundo. Gustav Speth, que serviu na equipe de transição de Bill Clinton antes de ser indicado para chefiar o programa de Desenvolvimento da ONU, declarou o seguinte em uma conferência global em 1997:

"A governança global está aqui para ficar e, dirigida pela globalização econômica e ambiental, ela inevitavelmente se expandirá."

Strobe Talbott, Subsecretário do Departamento de Estado durante a administração Clinton, disse à revista Time:

"... dentro dos próximos cem anos... nacionalidade, como a conhecemos hoje, estará obsoleta; todos os Estados reconhecerão uma única autoridade global.".

Ambos esses indivíduos são membros do Conselho das Relações Internacionais. Timothy Geithner, atual Secretário do Tesouro, e Lawrence Summers, principal assessor econômico do presidente Obama, representarão os EUA no encontro do G20 em abril.

Ambos são membros do Conselho das Relações Internacionais. Hillary Clinton, Secretária de Estado, endossou publicamente o governo mundial quando elogiou Walter Cronkite por seu trabalho, com o qual ele recebeu o prêmio "Governança Global", da Associação Federalista Mundial.

Em todos os anos da administração Clinton e também durante os anos do governo Bush, membros do Conselho das Relações Internacionais promoveram o avanço da governança global. A oposição na Câmara dos Representantes e no Senado e, algumas vezes, a oposição de um obstinado presidente Bush, bloquearam a participação dos EUA no Protocolo de Kyoto, no Tribunal Penal Internacional, na Convenção Sobre a Lei do Mar, na Convenção Sobre os Direitos da Criança e na imposição de uma tributação da ONU sobre o câmbio de moedas.

Hoje, a oposição à governança global diminuiu no Congresso e desapareceu na Casa Branca. Com os olhos arregalados, os EUA estão dando as boas-vindas à governança global. A atual administração, com a aprovação da maior parte do Congresso, cederá a soberania a um sistema internacional que não presta contas a ninguém e não possui moralidade. A ONU está ansiosa para financiar suas aventuras malignas com o dinheiro colocado à sua disposição por aqueles que compraram a promessa de esperança e cegamente votaram por mudança.

Uma vez que a ONU obtenha uma fonte independente de receitas para financiar suas forças de "paz", que poderão impor os tratados e os decretos do Tribunal Penal Internacional, não haverá força na Terra capaz de derrubá-la. Quando todos perceberem o verdadeiro custo da governança global, será tarde demais. A ONU controlará o fluxo do dinheiro e da energia disponíveis para cada país.

O presidente Obama e a atual maioria no Congresso já terão saído de cena há muito tempo, deixando a próxima geração a amaldiçoar a estupidez de seus pais e a somente imaginar o que era viver em liberdade.
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Autor: Henry Lamb — artigo original em http://www.crossroad.to/articles2/009/sovereignty/global-gov.htm

A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/govglobal.asp

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sábado, 5 de junho de 2010

A farsa moral do politicamente correto

Evo Morales logra impedir un golpe militar en ...Image by Jaume d'Urgell via Flickr

Farsa moral do politicamente correto

José Carlos Sepúlveda da Fonseca

E em nome da ideologia do "anti-preconceito" e da "não-discriminação" nosso modo de pensar e de agir é cada vez mais policiado?

A maior parte das sociedades modernas cultua como valor básico a liberdade de expressão, pela qual todo e qualquer indivíduo pode manifestar publicamente e sem censuras suas opiniões, desde que estas não incitem ao crime. Mas, curiosamente, a chamada liberdade de expressão vai sendo corroída não tanto por dispositivos legais, mas por uma mentalidade, uma ideologia que se vai disseminando a pouco e pouco. Eu a qualificaria como a ideologia do "anti-preconceito" e da "não-discriminação".


O leitor já notou que, cada vez mais, diversas opiniões ou atitudes a respeito dos mais variados assuntos (culturais, científicos, políticos, sociológicos, até esportivos) são facilmente qualificadas de preconceituosas ou discriminatórias? E em nome da ideologia do "anti-preconceito" e da "não-discriminação" nosso modo de pensar e de agir é cada vez mais policiado? Policiado socialmente, policiado midiaticamente (se me permitem o termo).

Pode parecer contraditório, mas essa ideologia - e a mentalidade que ela gera - é ela, sim, profundamente discriminatória e cerceadora do direito de expressar idéias, em relação a todos os que não professam seus valores, ou melhor, seus contra-valores.

Furor "não discriminatório”

Faça um teste! Dê, por exemplo, uma opinião contrária ao "casamento" homossexual, à adoção de crianças por "casais" homossexuais, ou formule um julgamento moral a respeito da homossexualidade e logo verá as patrulhas do pensamento "não discriminatório" se levantarem com furor, brandindo a acusação de homofobia, um epíteto de contornos mal definidos com o qual se pretende voltar a hostilidade pública contra alguém.

Se essa opinião for dada publicamente, com repercussão mediática, o furor "não discriminatório" subirá vários decibéis e contará com a preciosa colaboração de uma parte considerável do jornalismo engajado, que ampliará esse histerismo ideológico.

Estamos em presença do pensamento "politicamente correto", que se tornou verdadeiramente policialesco em relação ao pensamento e à linguagem.

Alvos selecionados

Mas vejam bem, toda esta máquina de indignação tem seus métodos e metas, tem seus inimigos e cúmplices e escolhe os momentos e os personagens alvos de sua inconformidade.

Há poucos dias Evo Morales, o presidente da Bolívia, em uma de suas investidas anticapitalistas, defendia o "socialismo comunitário em harmonia com a terra". Em determinado momento, afirmou que o consumo de transgênicos e de frangos alimentados com hormônios femininos causam a calvície, a homossexualidade e a impotência sexual (cfr. Valor e O Estado de S. Paulo 22.abr.2010).

Era de se esperar que o furor anti-homofóbico explodisse internacionalmente. Imagine-se que as afirmações tivessem sido proferidas pelo ex-presidente norte-americano George W. Bush, um alvo preferencial da mídia "politicamente correta". A gritaria "anti-homofóbica" teria preenchido os espaços mediáticos, e os leões do pensamento "não discriminatório" teriam rasgado suas vestes em público.

Mas como a afirmação foi feita por Evo Morales, um membro da grei ideológica onde prolifera a ideologia do politicamente correto e onde o ativismo pró-homossexual tem sua guarida, os protestos foram bem minguados e tiveram um eco diminuto na mídia.

Silencioso marxismo cultural

Ao comentar este e outros episódios, o jovem e brilhante jornalista Henrique Raposo, no semanário Expresso de Lisboa (23.abr.2010) respondeu à pergunta: O que é o politicamente correto?

São trechos desse artigo que hoje quero compartilhar com os que acompanham o Radar da Mídia:

"I. O "Politicamente correto" é, se quiserem, um silencioso marxismo cultural. Se o velho marxismo era uma coisa de massas, este novo marxismo é uma coisa silenciosa. O politicamente correto não é uma ideologia coletiva. É, isso sim, uma crença privada. Mas, atenção, é uma crença privada partilhada, em silêncio, por milhões. É um manual de comportamento e de policiamento do pensamento e do vocabulário.

II. O velho marxismo assentava numa simples dicotomia moralista: havia os "bons", os operários, e os "maus", os burgueses. O novo marxismo cultural readaptou essa lógica para a esfera cultural, religiosa e étnica: há o "mau", o Ocidente branco, e há o "bom", o resto do mundo não-ocidental. Isto, como é óbvio, gera a farsa moral do politicamente correto. Uma farsa que mina o debate das nossas sociedades.

III. Um exemplo desta farsa: há dias, Evo Morales disse uma barbaridade: os transgênicos, segundo o Presidente da Bolívia, causam a terrível doença da homossexualidade. Esta declaração, que é um absurdo, não causou polêmica. Os "tolerantes" do costume não reagiram. Se tivesse sido um líder ocidental a dizer semelhante disparate, oh meu Deus, tinha caído o Carmo e a Trindade.

Mas como foi um "indígena" da Bolívia, as boas consciências calaram-se. Tal como se calaram perante o racismo de Lula da Silva ("esta crise é da responsabilidade de louros de olhos azuis") ou perante a ignorância criminosa de líderes africanos ("a AIDS é uma invenção ocidental").

Pior: os "tolerantes" são incapazes de criticar a "homofobia" de Morales, mas já são capazes de me apelidar de "racista" só pelo fato de eu criticar Morales. É esta a hipocrisia vital do chamado "politicamente correto"."



fonte: http://www.midiasemmascara.org

Nota: É a sociedade do Big Brother dizendo o que você deve pensar e como deve falar.


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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Aliança das Civilizações analisa Nova Ordem Mundial

La ONU.Image by Tutty via Flickr

Aliança das Civilizações analisa nova ordem mundial

France Presse

RIO DE JANEIRO, 29 Mai 2010 (AFP) -A reorganização da ordem mundial para solucionar problemas socioeconômicos centrou os debates na manhã deste sábado, no último dia do III Fórum da Aliança das Civilizações, realizado no Rio.

Em um dos painéis de debate organizados pelo Fórum, os participantes abordaram temas que foram desde um novo mapa global de poderes até o aproveitamento das crises como fatores de mudanças.

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, alertou que a comunidade internacional perdeu uma oportunidade de se reorganizar após a crise suscitada pelo ataque às Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001.


"Em 2001 houve uma grande crise e surgiu uma oportunidade. Infelizmente, isso não ocorreu, ficou apenas nas palavras. As respostas foram bem contrárias. Houve a guerra no Iraque. Houve o recrudescimento das tensões em grande parte do mundo. E não houve solução alguma para a crise do Oriente Médio e para o conflito entre árabes e israelenses. Por isso, a oportunidade não foi aproveitada", considerou.

"Também não se conseguiu modificar a estrutura política mundial. Estou muito de acordo de que é completamente obsoleta", acrescentou.

"Alguns anos depois, tivemos uma segunda oportunidade, uma segunda crise, a crise econômica, a crise financeira. (...) E até certo ponto parecia que algo mais tinha sido aproveitado. Pelo menos, passamos do G8 para o G24", disse.

No entanto, prosseguiu, "não há nenhuma disposição em modificar a estrutura financeira e econômica internacional".

Apesar disso, o secretário-geral da OEA constatou que "depois de 2001 e depois da crise econômica, certamente surgiu uma nova realidade mundial, que não pode ser ignorada", mencionando os BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China).

A russa Alla Glinchikova, vice-diretora do Instituto Russo de Estudos sobre a Globalização e Movimentos Sociais, criticou a existência de uma "multiplicidade de monólogos, e não um diálogo, em que as partes mais fortes acabam vencendo".

Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davutoglu, pediu novas instituições que evitem a ocorrência de grandes crises, citando como exemplo o tema que roubou a atenção do Fórum, a questão nuclear iraniana.

"Temos que ser pró-ativos para prevenir o surgimento de crises", considerou.
Davutoglu ressaltou que "as instituições econômicas, políticas e culturais existentes não são suficientes para criar novos horizontes".

Miguel Angel Moratinos, chanceler espanhol, encerrou os debates do evento, criado por iniciativa do presidente do governo da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, ressaltando que "a Aliança é uma iniciativa plena que vale la pena".

O Irã esteve no centro dos debates entre os líderes que participaram deste evento, já que estiveram presentes alguns dos principais protagonistas de um acordo para a troca de urânio iraniano por combustível nuclear que desencadeou fortes tensões entre Brasil e Turquia - que promoveram o pacto-, com os Estados Unidos e as potências nucleares europeias, que desconfiam que Teerã tente obter a bomba atômica.

O próximo Fórum da Aliança das Civilizações será realizado no ano que vem no Qatar.

Nota: Nesta reportagem, noticiada de forma despretensiosa, vemos a Nova Ordem Mundial, que antes era tratada como coisa de cristãos fundamentalistas e teóricos da conspiração, pessoas que não mereciam confiança, exposta de forma clara.

Inclusive os mecanismos para alcançá-la, as crises financeiras mundiais, fabricadas pelo Grupo Bilderberg e outros grupos secretos e semi-secretos. Por alguma razão as coisas não estão saindo segundo o plano ainda, mas eles estão trabalhando arduamente para isso. E o fato dessa reportagem ter sido publicada na grande mídia é um sinal de que o plano está bastante avançado.

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