quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Lieberman: A China pode fechar a internet, por que nós não podemos?

Shows how a firewall should work (Illustration)Image via WikipediaLieberman: A China pode fechar a internet, por que nós não podemos?

Tentando reassegurar aos telespectadores da CNN que o governo não está tentando acabar com a liberdade de expressão na internet, o senador apenas aumentou mais o alarme por citar o país que censura toda discordância online.

Por Paul Joseph Watson

Prison Planet.com

O senador Joe Lieberman, co-autor de um projeto de lei que daria ao presidente Obama uma "botão de cancelar" para fechar partes da internet, tentou reassegurar aos telespectadores da CNN ontem que preocupações sobre o governo regulamentar a liberdade de expressão na web eram exageradas, mas ele apenas causou mais alarme por citar a China, um país que censura toda discordância online contra o estado, como o modelo com o qual o americano deveria se comparar.

Durante uma aparição no Estado da União da CNN, com Candy Crowley, Lieberman caracterizou as preocupações que sua legislação de 197 páginas do Ato de Proteção do Ciberespaço como um Patrimônio Nacional representa uma tentativa de colocar na mão de Obama "poder absoluto" sobre a internet como "desinformação total", acrescentando que as pessoas estavam "intencionalmente espalhando desinformação".

Lieberman novamente invocou "cibersegurança" como a motivação por trás do projeto de Lei e tentou amenizar as preocupações dos críticos. "Então eu digo para os meus amigos na internet, relaxem. Deem uma olhada no projeto de lei. E isso é algo que precisamos para proteger nosso país," disse o senador.

Contudo, a escolha de comparação de Lieberman em justificar a necessidade do projeto de lei só servirá para aumentar as preocupações de que o governo está indo atrás da liberdade de expressão.

"Agora mesmo na China, o governo, pode desconectar partes da internet em caso de guerra e nós precisamos ter isso aqui também," disse Lieberman.

A referência do senador a China é uma revelação dizendo sobre o que realmente é a agenda de cibersegurança. O como que vício da China na contenção de seus sistemas de internet tem muito pouco a ver com "guerra" e tudo a ver com silenciar toda discordância contra o estado.

A censura da internet chinesa é imposta via lista negra do governo central de qualquer website que contenha críticas ao estado, pornografia, ou qualquer outro conteúdo considerado inadequado pelas autoridades. Toda vez que você tenta visitar um website, você é redirecionado através do firewall do governo, frequentemente contribuindo para longos atrasos e oscilações de velocidades. 

A China tem exercitado seu poder de fechar a internet, algo que Lieberman quer introduzir nos Estados Unidos em tempos políticos sensíveis a fim de obstruir o fluxo de informação sobre os abusos e atrocidades do governo. Durante os motins contra a guerra que ocorreram em julho de 2009, o governo chinês fechou completamente a internet por toda a região noroeste de Xinjiang por dias. Semelhantemente, o acesso a internet em partes do Tibet é rotineiramente restringido como parte dos esforços do governo de se antecipar e neutralizar conflitos.

Grandes websites como Twitter, Google e Youtube também tem sido fechados, ou temporariamente ou permanentemente pelas autoridades chinesas.

Websites de notícias na China agora requerem que usuários registrem suas verdadeiras identidades a fim de deixar comentários. Essa abolição de anonimato é usada para desencorajar a liberdade de expressão na medida em que impede o usuário de se envolver em críticas ao estado por medo de que eles poderão ser rastreados pelas autoridades.

As autoridades chinesas estão agora indo mais longe do que meramente manter uma "lista negra" de websites banidos instituindo uma "lista branca" de websites aprovados, um movimento que "poderia potencialmente colocar muito da internet fora dos limites dos leitores chineses". Websites não previamente registrados com o governo seriam completamente bloqueados para todos os usuários da internet, significando que "milhões de sites completamente inócuos" seriam banidos. Isso equivale a exigir a aprovação do governo para criar um site, que obviamente não seria permitido se a pessoa ou organização que a faz o pedido tem uma história de ou é provável de se envolver em discordância contra o estado.

O próprio presidente Obama tem criticado a censura da internet chinesa como um estorvo para o fluxo livre da informação e permitir aos cidadãos responsabilizar os seus governos, e ainda Lieberman quer dar a Obama poderes semelhantes.

Dada a natureza da regulamentação da internet chinesa, com o nada a ver com "guerra" como Lieberman afirma e tudo a ver com censura política e encobertamento de informação sobre opressão do estado deveríamos estar alarmados que o senador quer ver a América se mover na mesma direção.

A real agenda por trás do controle governamental da internet tem sempre sido estrangular e sufocar os meios de comunicação independentes que estão agora competindo agora com e até deslocando os órgãos de impressa do establishment, com websites como o Drudge Report agora atraindo mais tráfico do que muitos grandes jornais combinados. Como parte dessa guerra com a mídia independente, a FTC (Comissão Federal de Comércio) recentemente propôs um "imposto Drudge" que forçaria as organizações de mídia independente a pagar taxas que seriam usadas para financiar os jornais tradicionais.

Além disso, a FCC tem implementado um plano de censura em seu projeto de Neutralidade da Net em uma tentativa furtiva para impor regulamentação na internet.

Sob o controle regulador da FCC os consumidores seriam forçados a comprar uma caixa de conectividade de internet/TV/Telefone que o governo aprova. "Todos pagarão taxas para o serviço que o governo estabelece. E tudo que passar pela sua internet, TV ou telefone se tornaria sujeito ao capricho regulador consistente da FCC," escreve Kelly William Cobb do Americans for Tax Reform.

Legislação semelhante que visa impor censura no estilo chinês da internet e dar ao estado poder de fechar redes já foi passada globalmente, incluindo o Reino Unido, a Nova Zelândia e Austrália.

Nós temos coberto extensivamente esforços para sucatear a internet como a conhecemos e adiantar um grandemente restrito sistema de "internet 2". Entregar ao governo o poder de controlar a internet seria apenas o primeiro passo em direção a esse sistema, segundo o qual identidade individual e permissão seriam requeridas simplesmente para operar um website.

O argumento de Lieberman de que aos Estados Unidos deveria ser entregue o mesmo poder de regulamentar a internet atualmente exercitado pelas autoridades chinesas somente serve para confirmar que a verdadeira agenda por trás da legislação da "chave de cancelar" de Obama é lanchar uma guerra, não contra hackers estrangeiros, mas contra a liberdade de expressão do povo americano.

Fonte: Prison Planet.com 

Nota: No Brasil também não é diferente, embora ainda não exista legislação específica, há bastante censura, o Google que o diga.



 



      

    



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terça-feira, 5 de outubro de 2010

EUA avançam nas técnicas de biometria para combater terrorismo

DHS ICEImage via WikipediaEUA avançam nas técnicas de biometria para combater terrorismo

Por Network World/EUA

Batizada de FAST, a tecnologia realiza a leitura de variações em diversos pontos e observa o comportamento na busca por atos suspeitos.

Atualmente, o modo de flagrar terroristas que querem entrar nos EUA se dá por meio de leitura de impressões digitais. Mas o departamento de segurança doméstico (DHS – Department of Home Security) tem outros planos: querem um sistema que capture e interprete gestos que revelem as más intenções em seu país.

O DHS chegou a desenvolver um sistema de ensaios em que posicionava um suspeito ao lado de uma espécie de leitor que registrava, em questões de milissegundos, alterações na freqüência cardíaca, na respiração e no tamanho das pupilas. Nem as menores variações na temperatura da pele escapam aos “olhos” do equipamento; tudo na busca por qualquer sinal de comportamento suspeito.

Na direção do setor de pesquisas, de ciência e de tecnologia do DHS, Dr. Starnes Walker abordou esse assunto durante a abertura da Biometric Consortium Conference, em Tampa, na Flórida.

FAST

Na ocasião, foi exibido um vídeo sobre a tecnologia batizada de FAST (Future Attribute Screening Technology – tecnologia futura para análises de atributos, em tradução livre do inglês).

De acordo com a Dra. Sharla Rausch, diretora da divisão de estudos comportamentais do DHS, não há previsão para introdução definitiva do FAST. A divisão de Sharla tem a incumbência de avançar os estudos nas maneiras de combate à proliferação do terrorismo, através de estudos na área da biometria e comportamental. Sharla também falou sobre o FAST e disse se tratar da combinação de tecnologias de monitoramento voltada à detecção de comportamento suspeito, em identificar fatores de motivação e em determinar as intenções do sujeito. “Tem gente muito boa em esconder dos outros suas reais intenções, mas estamos trabalhando no sentido de enfraquecer esse poder”.

O crivo do público

Sob o nome de Project Hostile Intent (Projeto Intenções Maléficas – em tradução livre do inglês), um grupo de cientistas estuda micro-vazamentos na pele do rosto, como forma de prever potenciais reações com possíveis ligações com o porte de bombas. “Tudo é uma questão de observar variações na pele, na frequência cardíaca e nas pupilas.

Existe uma correlação entre nervosismo e mentira associada à intenções negativas”, diz.

A Dra. Rausch sabe que para ser aprovada, a FAST precisa passar pelo crivo da opinião pública: “As pessoas precisam aceitar esses avanços”, diz.

O uso mais sofisticado das técnicas de biometria avançou rapidamente nos EUA depois dos ataques de 11/9. Mas a leitura de impressões digitais em aeroportos causou uma certa revolta por lembrar o registro de pessoas acusadas por delitos. Em outras palavras, lembrava uma delegacia.

Os EUA procuram integrar técnicas menos invasivas, como o mapeamento da íris ou da face.

Sem mencionar diretamente o FAST, Lisa Nelson, professora-assistente da Universidade de Pittsburgh, declarou em uma apresentação sobre suas pesquisas na área de biometria, que as pessoas costumam tolerar melhor esse tipo de escrutínio quando fundamentado em questões de segurança pública.

Ativistas

Apesar dos grupos defensores da privacidade serem supostos representantes da opinião pública, Nelson diz que seus estudos revelaram a existência de “diferenças entre a percepção pública e o uso dessa percepção na mão de grupos que hasteiam a bandeira da defesa coletiva”. De acordo com Lisa, a percepção pública não se identifica com os grupos ativistas quando o assunto é a segurança própria e a defesa contra o terrorismo ou o furto de identidade.

(Ellen Messmer)

Nota: A coisa fica cada dia mais orwelliana.





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domingo, 3 de outubro de 2010

O perigoso vírus Stuxnet

Image representing Symantec as depicted in Cru...Image via CrunchBaseO perigoso vírus Stuxnet

Praga que teria atacado usinas do Irã e fábricas alemãs pode ser bancada por algum governo.

Vírus perigoso atacou 100 mil computadores em todo o mundo, principalmente do Irã, da Indonésia e da Índia e da indústria alemã.

O Stuxnet é um vírus de computador que se espalha por pendrives e outros dispositivos USB e infecta sistemas industriais. Até agora, segundo empresas de segurança, o software já afetou aproximadamente 100 mil computadores em todo o mundo, a maior parte no Irã (58,31%), seguido por Indonésia (17,83%) e Índia (9.96%).

Os ataques direcionados a usinas do Irã e, agora, à indústria alemã, além da complexidade de seu código, levaram muitos especialistas a dizer que algum governo pode estar ligado à criação do vírus. 

Em comunicado, o Kapersky Labs disse que "o Stuxnet é um protótipo de uma arma virtual que pode levar a uma nova corrida armamentista". As principais empresas de antivírus do mundo dizem ter proteção contra o Stuxnet.

Além dos pendrives, o Stuxnet pode se espalhar por meio de outros dispositivos de USB, como discos rígidos removíveis, celulares e até fotos. O vírus, que tem mais de 1,5 megabyte (um tamanho gigantesco para esse tipo de praga), começou a se espalhar em junho de 2009, mas só foi descoberto em junho de 2010.

O Stuxnet busca nos computadores um programa da empresa alemã Siemens usado para controlar oleodutos, plataformas de petróleo, centrais elétricas e outras instalações industriais. O vírus infecta o sistema, esconde-se em um rootkit (software criado para fingir que o sistema não foi invadido) e checa se o computador infectado está conectado a um sistema de fábrica chamado Siemens Simatic (Step 7). Se estiver, o vírus muda os comandos enviados do Windows, roda um programa chamado PLC e procura uma rede da fábrica. Se não achar, não faz nada.

Vírus é capaz de invadir lugares secretos

Em comunicado, a Siemens anunciou que 15 de suas fábricas já foram infectadas. No ano passado, a empresa disse que o Simatic é capaz de controlar sistemas de alarmes, controles de acesso e até portas - o que, em teoria, pode facilitar o acesso da praga a lugares secretos.

Segundo empresas de segurança, o software também já afetou computadores domésticos e de empresas. Analistas da área dizem que uma das formas de fazer com que o malware consiga entrar na rede de uma empresa é invadir "fisicamente" a casa de um funcionário, encontrar seu USB e infectá-lo. Depois, é só esperar até que ele leve o pendrive para o trabalho e infecte seu computador.

Se o programa malicioso encontra o que procura, ele faz mudanças complicadas no sistema, que não podem ser detectadas sem a checagem do ambiente. Segundo especialistas em segurança da F-Secure e da Symantec, teoricamente, o programa mexe em motores, correias de transporte e bombas - não só é capaz de parar uma fábrica como até de fazer máquinas explodirem.

O mistério em torno da origem de um dos vírus de computador mais perigosos do mundo fica cada vez mais complicado - tanto quanto o vírus em si. Alguns especialistas em segurança dizem que o alvo do Stuxnet eram as fábricas nucleares iranianas, para dificultar os planos do país de ter uma arma nuclear.

Origem do Stuxnet tem várias explicações

Na terça-feira (28), um especialista em computação alemão disse que Israel pode estar por trás dessa praga, ao mostrar que um arquivo dentro do código usa a murta (Myrtus em inglês), uma planta que pode ser uma referência ao Livro de Ester, uma história do Velho Testamento que conta como os judeus impediram uma trama nefasta por parte dos Persas, revelou o jornal americano The New York Times.

Na quarta-feira (29), três pesquisadores de segurança ofereceram outra pista em uma conferência em Vancouver, no Canadá. Eles disseram que o Stuxnet também traz referências à execução, em 1979, de Hagbib Elghanian, líder da comunidade judaica no Irã. Os pesquisadores da Symantec Nicolas Falliere, Liam Murchu e Eric Cohen mostraram que o código inclui um marcador com os números 19790509, que, ao ser executado, para de infectar o computador.

Especialistas em segurança dizem que desabilitar o AutoRun (acionamento automático) do Windows não impede que o Stuxnet atue, porque ele consegue infectar o computador mesmo assim. Segundo eles, as versões atuais do software malicioso têm data de expiração para o dia 24 de junho de 2012, quando o Stuxnet deixará de se espalhar.

Fonte: www.r7.com








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sábado, 2 de outubro de 2010

Como a Revolução Obama tomou conta dos Estados Unidos

SAN FRANCISCO - JULY 31:  Presumed Democratic ...Image by Getty Images via @daylifeComo a Revolução Obama tomou conta dos Estados Unidos

Robert Chandler

Percepções da realidade estão sendo forjadas através de uma combinação de propaganda, desinformação, negação e engano por parte da esquerda radical, que se apossou do Partido Democrata.

Nota do editor: Esse material foi escolhido, editado e atualizado de um importante livro de Robert Chandler, Shadow World (disponível na Barnes&Noble), publicado pela Regnery. Ele representa o tipo de reportagem investigativa de que precisamos tanto e somos negados pela grande mídia.

S. Steven Powell escreveu em seu livro de 1987, Covert Cadre, que a atividade revolucionária defendida pelo Marxista Antonio Gramsci passava pela necessidade de "infiltrar-se em instituições autônomas - escolas, mídia, igrejas, grupos de interesse políticos - para transformar radicalmente a cultura, que determina o ambiente no qual agem as políticas públicas e econômicas. Ou, como disse Carl Boggs, autor de Gramsci's Marxism, o papel da teoria revolucionária é fundar uma nova ordem socialista exatamente através da negação e transcendência da sociedade burguesa." Essa "transcendência da sociedade burguesa", explica Boggs, foi a prioridade número um de Gramsci - "a transformação multidimensional da sociedade civil."

O ponto principal da fórmula de Gramsci para a revolução é centrado na idéia de acabar com que ele chamava de "hegemonia" ou controle da mente exercido pela classe dominante capitalista sobre as massas. A sociedade burguesa era regrada, acreditava Gramsci, pela forma de educar seus cidadãos, fazendo-os acreditar que seus padrões de  moral, política e cultura, definidos pelo sistema governante, eram de seu interesse. Então, Gramsci criou uma "estratégia reversa" que iria silenciosamente desafiar a cultura e os valores que dominavam o governo burguês.

Isso significa dizer que sua fórmula era baseada na luta ideológica que viria a transformar uma gama enorme de atividades na sociedade civil, incluindo os valores judaico-cristãos, a família, escolas, sindicatos, assim como a confiança política e popular no governo existente.

Dez são os passos rumo a uma sociedade civil Marxista-socialista-progressista: alterar o consenso popular, destruir o Cristianismo, a família tradicional e os atuais valores sociais, transformar a cultura, instalar um controle mental radical de esquerda, obter poder político, impor controle estrito sobre a aplicação das leis, restringir a liberdade, socializar a economia, apagar a soberania americana, e abraçar um mundo sem fronteiras.

Quatro arenas políticas foram erguidas pela esquerda Marxista-socialista-progressista para formatar ou apagar o bom senso e instalar um programa de controle da mente no que está prestes a se tornar uma América robotizada, de radicalismo teológico, de uniões socialistas, políticas estaduais e municipais radicais, e o "Partido da Sombras" pertencente e operado por bilionários como George Soros.

Subvertendo a Ordem Moral

A fórmula de Antônio Gramsci para a revolução socialista em países capitalistas está focada na "corrupção dos valores cristãos básicos", escreve Malachi Martin. Nem penetração política nem superioridade militar, diz Martin, colocará o capitalismo Ocidental de joelhos. A cultura cristã desses países são os laços que unem as pessoas em todos os aspectos da sociedade. Então, Gramsci aconselha seus seguidores, segundo Martin, a juntarem-se aos capitalistas em todas as esferas de suas vidas, desde "suas obrigações com objetivos éticos e religiosos" até as necessidades familiares e todas as instâncias sociais que afetam suas vidas. Mas Gramsci tinha um truque, com explica Malachi Martin: Gramsci advertia seus seguidores a "deixar que todos os esforços sejam exclusivamente humanos e para seu objetivo... Esteja certo de que o homem nunca mais repita o famoso clamor do filósofo alemão Martin Heidegger: Eu sei que somente Deus pode salvar-nos."

Gramsci percebeu que a cultura cristã tinha que ser desfeita silenciosamente, com muito cuidado. Discrição e passividade serviriam como pilares da guerra à cultura cristã e abririam as portas para o controle da mente marxista-socialista-progressista.

Antonio Gramsci previu um aumento na complexidade da sociedade civil que ocorreria com o passar do tempo na maioria dos países capitalistas mais avançados. Carl Boggs explica a visão de Gramsci de que a hegemonia do "processo de socialização" se estende por toda a sociedade e é o meio através do qual as pessoas percebem o domínio do livre mercado e seus valores democráticos. Conclui-se que a luta da esquerda marxista-socialista-progressista contra a democracia liberal dominante é uma "pré-condição da transformação socialista."

Isso requer um enfrentamento em todos os níveis da sociedade para questionar, enfraquecer e trocar os valores tradicionais americanos nas escolas, família, e sindicatos pelas idéias socialistas de Gramsci. "Conduzir essa hegemonia universal", Boggs diz, "significa transformar a consciência repressiva em uma libertária que leve as políticas socialistas a maior quantidade de pessoas possível - a idéia central que toda a revolução cultural bem feita".

Grande parte dos trabalhadores americanos importou a doutrina estrangeira de Antonio Gramsci como um guia em sua luta ideológica contra o tradicional modo de vida americano. Para os sindicalistas marxistas-socialistas-progressistas, os sindicatos trabalhistas são a ferramenta a ser usada para transformar o capitalismo numa sociedade administrada por trabalhadores que são orientados secretamente por suas lideranças.

Não é surpresa, então, que os sindicatos nos estados Unidos tenham trocado seu foco do trabalhador e seus/suas necessidades para as políticas marxistas-socialistas-progressistas. As lideranças dos sindicatos fazem tudo pelo poder - poder pessoa, poder social, e poder político. Cinco sindicatos trabalhistas americanos se destacam por seus esforços de implantar as políticas socialistas em alto nível, através da aplicação das idéias importadas do italiano Antonio Gramsci: AFL-CIO (é interessante verificar as associações filiadas aqui), Service Employees International Union (SEIU), American Federation of State, County and Municipal Employees (AFSCME), National Education Association (NEA),  e American Federation of Teachers (AFT).

Dessas cinco lideranças sindicais, apenas os membros da AFL-CIO operam principalmente no setor privado. As outras quatro são centradas em empregos públicos, isolando-se das excentricidades do livre mercado.

Atacando as Grandes Corporações

A mudança em direção à formula de Gramsci, é o resultado da chegada ao poder dos radicais dos anos 60. O falecido Michael Harrington deu ajuda intelectual e organizacional a sindicatos de trabalhadores e outros setores da sociedade que preservaram aliança com os remanescentes da New Left do Partido Democrata e os Socialistas Democráticos da América. Paul Booth da Students for a Democratic Society (SDS) (verificar suas conexões e história aqui, por exemplo, coordenou o apoio de estudantes à chapa eleitoral da União dos Trabalhadores Automobilísticos e organizou dois mil estudantes na região de Chicago a favor do sindicato.

Booth, como outros esquerdistas, deram destaque à corrupção na General Motors.

Podem-se destacar membros de movimentos radicais dos anos 60, como Students for a Democratic Society, e a New Left, em posições privilegiadas de liderança em vários sindicatos trabalhistas e de professores. Esses velhos radicais não desistiram de refazer a América. "Uma nova política deve incluir um revitalizado movimento trabalhista um movimento que se auto alimenta, e é respeitado pelos outros, como um grande líder nesse atalho rumo a uma política de esperança." Como explica o Port Huron Statement de 1962 da Students for a Democratic Society, "O papel do trabalhador não é menos único ou importante na necessidade de uma força política, seu interesse natural na eliminação da exploração, sua ligação com as sociedades rurais, combinam para apresentar o melhor candidato que sintetize direitos civis, paz, e movimentos pela reforma econômica.

Gramsci percebeu que a tomada revolucionária de uma sociedade burguesa como a americana, só seria possível através de uma "base filosófica" forte e um "movimento político permanente". De acordo com o comentário do editor Bernie Horne na "Progressive Agenda for the State 2008," que foi preparado pelo radical Center for Policy Alternatives, "a maioria dos americanos são progressistas na maioria dos assuntos".

Mas, adiciona o Sr. Horne, "a maioria dos americanos também apóiam os princípios conservadores tradicionais - governo pequeno, baixos impostos, livre mercado, e responsabilidade pessoal." Para contornar essa charada, ele sugere, basta alterar o equilíbrio de poder, apresentando uma "filosofia progressista atrativa". Isto é, uma filosofia socialista. Já que "progressista" é apenas um eufemismo para "socialista", a Esquerda mais uma vez promete um grande volume de negação e decepção política, propaganda e desinformação ao "emoldurar o futuro".

Duas principais influências ajudaram a formatar essas políticas com o passar dos anos: a fórmula da transformação cultural de Antonio Gramsci e os métodos de organização comunitária de Saul D. Alinsky.

Muitos grupos esquerdistas radicais são dedicados a conduzir a mensagem marxista-socialista-progressista com o intuito de preparar o povo americano para o governo socialista. Umas das organizações radicais mais importantes de nível comunitário e municipal dedicada a levar o socialismo ao povo americano é a Association of Community Organizations for Reform Now (ACORN),  que tem estreitas relações com sindicatos trabalhistas. ACORN foi fundada por Wade Rathke, que organizou o recrutamento para a Students for a Democratic Society nos anos 60.

Barack Obama foi organizador comunitário da marxista-socialista-progressista ACORN antes de começar a advogar, entrar para a política e candidatar-se à presidência.

O Partido das Sombras (Shadow Party)

Agindo de acordo com o revisionismo Marxista de Antonio Gramsci sobre a transformação cultural como uma pré-condição para se atingir o poder político, e o radicalismo da New Left, que continua a focar na legislação estadual e municipal e na união de poderes políticos de nível nacional, uma infra-estrutura, ou um "sistema solar de organizações", foi criado prometendo trazer o governo socialista aos Estados Unidos. Esse esforço para controlar a todos foi criado para gerar uma falsa realidade no povo americano. Encurralados por truques de propaganda, imagens falsas, e negação à verdade, é compreensível que muitos americanos vejam apenas as imagens negativas inventadas da cultura tradicional, normas da sociedade, "verdades" historicamente inventadas que foram cuidadosamente "dadas" ao povo pelos marxistas-socialistas-progressistas.

Carl Boggs vê a luta cultural-ideológica e a ação política como parte de uma estratégia política de longo prazo. É uma revolução cultural em andamento que tem por objetivo transformar todas as dimensões do dia-a-dia e estabelecer os fundamentos psicológico-sociais do socialismo antes de tocar no assunto do poder estatal. E isso remete a George Soros.

Considerado o trigésimo oitavo homem mais rico do mundo, George Soros possui um patrimônio líquido de aproximadamente 7 bilhões de dólares, 11 bilhões em investimentos e suas fundações doam mais de 400 milhões de dólares ao ano para uma variedade de causas como eutanásia, aborto, liberação de drogas "recreacionais" e a construção do poder político da extrema esquerda. Sua filosofia política é extraída de uma idéia agradável sobre "sociedades abertas" expressas por Karl Popper, de quem Soros foi aluno em 1948 na notória London School of Economics. Para o professor Popper, um ateu, nada era "evidente". Inspirado nos ensinamentos de Popper, Soros chegou à conclusão de que a Declaração de Independência, ao invés de ter sido baseada em "verdades evidentes" é sim um atestado de nossa "compreensão imperfeita" do mundo ao nosso redor. Então, os documentos de fundação da América são dispensáveis naquilo que Soros acredita ser a sociedade sem Deus.

Além do mais, para Soros, "o estado pode ser um instrumento de opressão". Soros quer o desenvolvimento de um mundo interdependente baseado nos princípios da sociedade aberta. Para isso é preciso estimular "a sociedade aberta nas leis internacionais e dos países, regras de conduta, e instituições para implementar essas normas." Mas, já que a noção de nações estado contradiz o desenvolvimento de uma sociedade internacional aberta, o impulso para a mudança tem que vir de "cidadãos que moram em sociedades abertas" que "vêem uma sociedade global aberta como um sacrifício que valha a pena."

Para criar a "Era da Sociedade Aberta", a visão de Soros requer que se termine com a soberania americana, que se jogue fora a Declaração de Independência, a Constituição Americana, e a Declaração dos Direitos (Bill of Rights), ou pelo menos que se façam emendas significativas nesses documentos para adequá-los às normas da sociedade aberta, e reformar as Nações Unidas para facilitar um governo mundial socialista, com novas instituições político-sociais para garantir seus princípios, como a Corte Penal Internacional.

Não é surpresa que a Sociedade Aberta de Soros gaste somas astronômicas com entidades da sociedade civil marxistas-socialistas-progressistas. Agarrando-se ao movimento socialista progressista como uma sanguessuga, Soros lucra imensamente, com seu sonho de sociedade aberta, as vantagens propiciadas pela estratégia de Gramsci no sentido de uma transformação cultural na América. Colocando grande quantidade de dinheiro e persuadindo outros plutocratas a contribuir também, Soros está caminhando para a tomada dos Estados Unidos através do controle sobre o Partido Democrata e seu candidato marxista-socialista-progressista que esconde uma agenda de vingança predeterminada: seguir em frente com a iniciativa da sociedade aberta.

Soros agiu politicamente e aliou-se com essas organizações para formar "O  Partido das Sombras" como o centro de controle dentro do Partido Democrata. Houve uma reunião secreta na casa de praia de Soros em Southampton, Long Island e Morton H. Halperin estava presente. Ela tinha sido contratado por Soros um ano antes para chefiar o escritório da Open Society Institute, uma parte da rede global de instituições e fundações localizadas em cinqüenta países em todo o mundo. Halperin fez seu nome abrindo guerra aberta contra agências nacionais de inteligência americanas, enquanto diretor do Center for National Security Studies em 1974 e da American Civil Liberties Union de 1984 a 1992.

Depois de lamber suas feridas e fazer uma avaliação dos danos do que houve de errado em 2004, quando seu candidato John Kerry perdeu a presidência, Soros recorreu ao seu Partido das Sombras escondido dentro do Partido Democrata para ganhar a presidência em 2008. Um encontro secreto foi realizado em Scottsdale, Arizona em 2005. Setenta multimilionários e doadores em potencial ouviram atentamente enquanto George Soros expunha seu plano de cinco anos para criar uma rede de think tanks, emissoras e centros de treinamento para promover sua versão da política marxista-socialista-progressista. Os presentes à reunião secreta, chamados "Phoenix Group", focaram inicialmente em três objetivos principais: criar think tanks marxista-socialista-progressistas, centros de treinamento para jovens progressistas e emissoras.

Poder Político

Percepções da realidade estão sendo forjadas através de uma combinação de propaganda, desinformação, negação e engano por parte da esquerda radical, que se apossou do Partido Democrata. O modelo é baseado nas idéias de Antônio Gramsci de primeiro preparar as massas para uma mudança no poder político através da transformação da cultura americana.

O Obama real é o "escolhido" pela esquerda radical marxista-socialista-progressista. Discípulos da esquerda Gramscista apoiaram a campanha de Obama com milhões de dólares que financiaram uma campanha de propaganda e desinformação. No fim, Obama acabou exposto como uma marionete da esquerda radical, um agente de influência para transformar a cultura americana e fazer honestos trabalhadores abraçarem a causa marxista-socialista confortavelmente, em consonância com as fórmulas de Gramsci.

Obama fala eloquentemente sobre um período pós-racial mas ele pertenceu à uma igreja que adota a teologia de libertação Negra. Por vinte anos, Obama freqüentou a igreja aos domingos para ouvir a abominável oratória anti-branca, antiamericana, da boca do reverendo Jeremiah A. Wright, Jr.

Os companheiros de Obama, William Ayers e sua esposa Bernardine Dohrn faziam parte de uma organização terrorista de esquerda e se intitulavam os "weathermen".

Por um tempo, Bernardine, que se chamava uma "Comunista revolucionária", figurou na lista dos "Dez Mais Procurados" fugitivos da justiça, segundo o FBI. Nem Ayers nem Dohrn se desculparam por suas táticas terroristas.

Essas táticas terroristas do Weather Undergroud realmente ocorreram há trinta, quarenta anos atrás, como assumiu lastimosamente Obama, mas uma fotografia de Willians Ayers pisando em uma bandeira americana em agosto de 2001 ilustrado no livro Family Circle de Susan Braudy dá a clara evidência de que Ayers permanece uma pessoa má, indigna de confiança e que tem ódio dos Estados Unidos.

Ayers e Dohrn fazem parte de um grupo de extrema esquerda, que odeia a América, que vai de Antonio Gramsci e a New Left dos anos 60 até hoje. Eles são o antigo clã que procura por discípulos para passar a tocha do "derrubem esse governo". A esquerda radical preparou seu messias, Obama, para ser o líder da geração sucessora de marxistas-socialistas-progressistas.

A "Justiça Social" como definida pela esquerda marxista-socialista-progressista pode ser alcançada somente através da confrontação à burguesia. Um exemplo de quem Barack Obama realmente é foi dado numa festa particular com doadores de campanha em San Francisco. Falando sobre o desafio que teria para contar com os votos dos trabalhadores conservadores do meio oeste, Obama disse aos abastados liberais que lá se encontravam "não é uma surpresa... que eles se tornem amargurados, eles se apegam às armas e à religião ou externam sua antipatia a pessoas que não são como eles e ainda deixam claro seu sentimento anti imigrante e egoísta, como uma forma de explicar suas frustrações."

William Kristol logo reconheceu as raízes do que Obama queria dizer com "se apegam...religião" como um reflexo da famosa frase de Marx sobre a religião: "O sofrimento religioso é ao mesmo tempo uma expressão do sofrimento real e um protesto contra o sofrimento real. Religião é o suspiro da criatura oprimida, o sentimento de um mundo sem coração, e o cerne para uma condição sem alma. É o ópio do povo". Kristol diz que Obama "deixou a máscara cair".

Na realidade Barack Obama é um soldado marxista-socialista-progressista escondido dentro de um cavalo de Tróia. É ele que sai de dentro do cavalo de madeira para abrir os portões dos Estados Unidos a uma horda com planos socialista-marxistas de infestar o governo federal e executar uma revolução cultural que destrua a família, proíba a religião, cerceie a liberdade e que amplie seu poder político sobre todo o país.

Publicado pela Accuracy In Media: http://www.aim.org/aim-report/how-obama-revolution-came-to-america/

Tradução: Frederico De Paola

Fonte: www.midiasemmascara.com.br








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Mensagens Subliminares Lady Gaga - Bad Romance [ORIGINAL NOVA EDIÇÃO]

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