Em algumas áreas do mundo, reduzir propositadamente a linhagem da família de alguém é considerado uma das coisas mais perversas que você pode fazer. Mas isso parece ser exatamente o que a ONU está fazendo. Duas organizações das Nações Unidas, a OMS e a UNICEF, foram surpreendidas em flagrante administrando "vacinas contra o tétano" contendo agentes esterilizantes em meninas e mulheres no Quênia. E, como você verá a seguir, esta não é a primeira vez que isso aconteceu.
Aparentemente, há um programa internacional bem coordenado para usar vacinas para esterilizar secretamente mulheres em países pobres em todo o planeta. Os Estados Unidos precisam exigir imediatamente uma investigação completa do programa de vacina da ONU, mas eu não contaria com isso sob a administração Obama.
Sempre houveram histórias ocasionais de mulheres do mundo todo tornando-se incapazes de ter filhos depois de receber as vacinas da ONU. Mas agora temos a prova científica. Os testes de laboratório que foram realizados recentemente encontraram um antígeno que provoca abortos nas vacinas que estavam sendo dadas a meninas e mulheres no Quênia. Uma história que foi postada no Life Site News sobre isso causou ondas de choque em toda a Internet. A seguir está um trecho do artigo:
Os bispos católicos do Quênia estão cobrando duas organizações das Nações Unidas a respeito da esterilização milhões de meninas e mulheres sob o pretexto de um programa de inoculação antitetânica patrocinado pelo governo queniano. De acordo com um comunicado divulgado na terça-feira pela Kenya Catholic Doctors Association, a organização encontrou um antígeno que provoca abortos em uma vacina que está sendo administrada em 2,3 milhões de meninas e mulheres pela Organização Mundial de Saúde e UNICEF. Os sacerdotes em todo o Quênia estão declaradamente aconselhando as suas congregações a recusarem a vacina. "Enviamos seis amostras de todo o Quênia a laboratórios na África do Sul. Eles testaram positivo para o antígeno hCG", disse o Dr. Muhame Ngare do Centro Médico Mercy, em Nairóbi ao LifeSiteNews. "Todas elas estavam contaminadas com o hCG".
Então o que é hCG exatamente?
A seguir está como o site Natural New descreveu o que ele faz ...
O HCG é um produto químico desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde para fins de esterilização. Quando injetado no corpo de uma mulher, ele faz com que uma gravidez seja destruída pela própria resposta dos anticorpos do organismo ao hCG, resultando em um aborto espontâneo. A sua eficácia dura por anos, causando abortos em mulheres por até três anos após as injeções.
Isto é um escândalo absolutamente horrível, mas a grande mídia está ignorando totalmente.
Talvez seja porque eles concordem com o que as Nações Unidas estão tentando fazer.
E devemos realmente nos surpreender com o que a ONU está fazendo? Afinal, a ONU declarou publicamente por escrito, a sua intenção de reduzir o crescimento populacional no Quênia:
As Nações Unidas e seu aparato de controle populacional muitas vezes bárbaros estão sob fogo cruzado de novo depois de liberar um relatório profundamente controverso, alegando que a população africana do Quênia é muito grande e cresce muito rapidamente. Para lidar com o suposto "desafio", como a ONU e seus "parceiros" no governo nacional colocaram, os burocratas internacionais estão exigindo a intensificação dos esforços em fazer lavagem cerebral nas mulheres quenianas para que elas queiram menos filhos. Também na agenda: mais "planejamento familiar" financiado pelo contribuinte e esquemas de "saúde reprodutiva" para reduzir o número de africanos aos níveis considerados "desejáveis" pela ONU.
Os críticos prontamente desaprovaram a conspiração como uma eugenia indisfarçável, com alguns especialistas chamando-a de um verdadeiro exemplo de "guerra contra as mulheres". Entre outras preocupações, os analistas indignados com o relatório observaram que o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e os esforços diabólicos do estabelecimento para reduzir as populações humanas - especialmente aquelas consideradas "indesejáveis" pelos auto-intitulados guardiães do patrimônio genético - têm uma longa e sórdida história que remonta décadas. Hoje, a agenda avança, como ilustrada no último relatório da ONU que clama por números drasticamente reduzidos de quenianos.
Quando as pessoas muito más lhe disserem que eles pretendem fazer alguma coisa, você deve levá-las muito a sério.
E, sem dúvida, a ONU é o mal. Usar as vacinas para esterilizar secretamente as mulheres contra a sua vontade é quase perverso demais para descrever com palavras.
Mas a ONU vai continuar fazendo isso até nós exigirmos que eles parem. Na década de 1990, as campanhas de esterilização semelhantes usando vacinas contra o tétano foram realizadas na Nicarágua, México e Filipinas. A seguir, proveniente do site thinktwice.com...
Aqui estão os fatos conhecidos sobre as campanhas de vacinação contra o tétano no México e nas Filipinas:
* Apenas as mulheres são vacinadas, e apenas as mulheres entre as idades de 15 e 45. (Na Nicarágua, a faixa etária era entre 12 e 49.) Mas os homens não estão, pelo menos, tão suscetíveis quanto as mulheres jovens a entrar em contacto com o tétano? E o que dizer das crianças? Por que eles são excluídos?
* O hormônio Gonadotrofina Coriônica humana (hCG) foi encontrado nas vacinas. Ele não pertence a ela - no jargão do julgamento de assassinato de O.J. Simpson, a vacina foi "contaminada".
* Os protocolos destas vacinações pedem múltiplas injeções - de três em três meses e um total de cinco ao todo. Mas, uma vez que as vacinas contra o tétano fornecem proteção para 10 anos ou mais, por que são pedidas várias inoculações? (3)
* A OMS tem estado ativamente envolvida por mais de 20 anos no desenvolvimento de uma vacina anti-fertilidade, utilizando o hCG ligado ao toxoide do tétano como um transportador - a mesma ligação que foi encontrada nas vacinas do México-Filipina-Nicarágua. (4)
E estes são apenas os incidentes que conhecemos.
Eu acho que seria seguro dizer que onde quer que a ONU esteja vacinando pessoas contra o tétano em todo o mundo, provavelmente há agentes esterilizantes nessas vacinas.
Enquanto isso, a ONU continua a derramar dinheiro em outros métodos de esterilização globais.
Por exemplo, a ONU dedicou enormes quantidades de recursos para apoiar a "política do filho único" na China.
Leia também: Política Global do Filho Único, Pandemias e Guerras - Como a Elite Pretende Reduzir a População
E na Índia, o dinheiro da ONU é muitas vezes usado para fornecer incentivos financeiros para as mulheres a se voluntariarem para a esterilização.
Neste momento, cerca de 37 por cento de todas as mulheres casadas na nação da Índia foram esterilizadas. Esse é um número absolutamente espantoso. Na verdade, ele é tão surpreendente que eu mal podia acreditar quando eu vi pela primeira vez.
Mas é realmente verdade.
E muitas vezes, estes procedimentos não são conduzidos com segurança. De fato, uma recente campanha de esterilização em massa resultou na morte de dez mulheres...
Dez mulheres morreram na Índia e dezenas de outras estão no hospital, muitas em estado crítico após uma esterilização estatal em massa, disse uma autoridade local nesta terça-feira.
Muitas das mais de 80 mulheres que se submeteram à esterilização no acampamento administrado pelo governo livre no estado central de Chhattisgarh no sábado adoeceram pouco depois, disse o funcionário à AFP.
É claro que os Estados Unidos não é completamente inocente em tudo isso. Estas organizações das Nações Unidas são absolutamente inundadas com dinheiro pela administração Obama, e o governo dos EUA ainda tem uma "Agência de Assuntos da População", que é usado para promover o controle da população em todo o planeta.
Os envolvidos nesses esforços realmente acreditam que estão fazendo a coisa certa. Eles estão convencidos de que a "mudança climática" é o problema número um que a humanidade enfrenta hoje e que o caminho número um para combater a "mudança climática" é reduzir o número de pessoas.
Então, eles acreditam que estão realmente "salvando o mundo", empurrando uma agenda de controle populacional.
Para muito, muito mais sobre tudo isso, por favor consulte os seguintes artigos (em inglês)...
- "A Agenda de Controle Populacional está sendo implacavelmente forçada em escolas públicas americanas"
- "De 7 Bilhões de Pessoas a 500 milhões de Pessoas - A Doente Agenda de Controle Populacional da Elite Global"
- "Al Gore, a Agenda 21 e controle populacional"
- "Os Governos de Todo o Mundo Estão Avidamente Adotando a Rigorosa Agenda de Controle Populacional das Nações Unidas"
- "Sim, Eles Realmente Querem Reduzir a População - 22 Citações Chocantes do Controle Populacional da Elite Global que Fará Você Perder o seu Apetite"
Agora que as ações perversas da ONU no Quênia foram expostas, os funcionários da ONU vão assistir de perto como as pessoas reagem.
Se há pouca indignação, eles vão apenas manter secretamente a esterilização sobre as mulheres.
É por isso que ela é absolutamente indispensável nós gritarmos "assassinato sangrento" sobre tudo isso. Um grande mal está sendo cometido bem na frente dos nossos olhos, e aqueles com coragem precisam se levantar e dizer que é o bastante.
A Doutrina do Homem: Uma Crítica ao Transumanismo Cristão
Autor: Chris D. Putnam
Nota: Chris Putnam ofereceu gentilmente este seu excelente ensaio para publicação em Forcing Change. Chris é um pesquisador, autor e conferencista sobre apologética cristã. Seu site na Internet é http://www.logosapologia.org).
Introdução
O propósito deste ensaio é tratar algumas das muitas
implicações teológicas que envolvem o Transumanismo, especialmente em
relação à sua consistência com uma cosmovisão cristã. O tópico é tão
amplo que pode ser melhor tratado paradigmaticamente, examinando suas
tecnologias e filosofias fundamentais. Esta apresentação fará primeiro
um breve resumo do tópico e depois apresentará uma visão geral das
tecnologias envolvidas. À medida que as tecnologias forem discutidas,
algumas críticas específicas serão feitas e respostas cristãs
apresentadas. Em seguida, veremos as questões teológicas.
Primeiro, analisaremos os fundamentos filosóficos do
movimento e depois interagiremos especificamente com os proponentes mais
visíveis que tentam reconciliá-lo teologicamente com o Cristianismo. Os
principais pontos oferecidos em defesa da tese são que os promotores do
Transumanismo cristão são dirigidos por uma antropologia sem base
bíblica, uma visão pelagiana do pecado e um profundo erro de compreensão
da vida cristã, todos os quais característicos do liberalismo
teológico.
O primeiro ponto de análise será a antropologia, que
naturalmente influencia as pessoas a rejeitarem o relato bíblico da
Criação e do pecado original. A negação da autoridade das Escrituras nas
questões da origens e do pecado resulta na adoção de uma cosmovisão
naturalista e leva a uma abertura para ideias como o Transumanismo
cristão. Isto será revelado como arrogância e um pecado potencialmente
grave.
Finalmente, algumas sugestões serão oferecidas como
uma resposta cristã. Este ensaio demonstrará que, embora existam alguns
que afirmem serem Transumanistas cristãos, o Transumanismo é uma
cosmovisão antropocêntrica baseada em pressupostos naturalistas e que é
incompatível com o Cristianismo bíblico ortodoxo.
Resumo
O Transumanismo está no caminho de se tornar uma
cruzada cultural e internacional que promete romper as limitações
humanas e reprojetar de forma radical a humanidade. Defendo a opinião
que o Transumanismo atende à definição básica de uma religião e
cosmovisão. Os aderentes dessa cosmovisão planejam estender a duração da
vida, aumentar a capacidade dos sentidos, expandir grandemente a
capacidade de memória e, de um modo geral, usar a tecnologia para
aprimorar a condição humana. É tentador intentar depreciar o
Transumanismo como imaginações fantásticas de alguns excêntricos e fãs
de ficção científica. Entretanto, esses indivíduos não são simples
malucos; ao revés, são professores de universidades de primeira linha,
como Yale, MIT e Oxford e têm uma visão secularizada do futuro, uma
escatologia alternativa, por assim dizer. A Bíblia promete o mesmo por
meio de Cristo. Essas duas visões não são compatíveis e uma colisão
cultural será inevitável.
A filosofia moderna do Transumanismo foi criada em
1990 por Max More, no ensaio "Transhumanism: Toward a Futurist
Philosophy" (Transumanismo: Rumo a uma Filosofia Futurista). De acordo
como More, "o Transumanismo é uma classe de filosofias que querem nos
guiar rumo a uma condição pós-humana." [1].
More é abertamente antiteísta, o que será tratado na
seção de interação crítica. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de
Oxford, refinou e amenizou a posição inicialmente virulenta de More.
Todavia, a maioria dos transumanistas é formada por ateístas ou
agnósticos, e a crítica que "eles estão brincando de Deus" não os
perturba nem um pouco. [2]. Com base na premissa que a Evolução
naturalista é verdadeira, o Transumanismo procura moldar a espécie
humana por meio da aplicação direta da tecnologia. Entretanto, isto
depende de uma infinidade de variáveis. Poderemos terminar com o homem
de seis milhões de dólares, ou com o monstro Frankenstein. Existe um
estado de perplexidade nas perguntas. O que significa ser pós-humano?
Quais são as consequências espirituais? E a alma? Um cristão pode ser
transumanista? Embora estas questões permaneçam sem respostas, existem
aqueles que tentam fundir o Cristianismo com o Transumanismo. Uma
resposta para a última questão será oferecida perto do fim deste ensaio.
O consenso cristão ocidental passou para a história e
estamos agora vivendo em uma era pós-cristã. O secularismo está se
tornando cada vez mais agressivo, encontrando voz no Movimento
Neoateísta, que tem como seus principais expoentes Richard Dawkins,
Daniel Dennet, Christopher Hitchens e Sam Harris. A retórica deles de
cientificismo triunfante é o Zeitgeist (o espírito do tempo) do
século 21. Em grande parte, os transumanistas compartilham essa fé
devotada na ciência, porém a cosmovisão transumanista é mais enigmática.
Não pode haver dúvidas que o progresso científico e
os avanços técnicos estão agora preparados para transformar radicalmente
a humanidade. Isto está caminhando em um ritmo tão rápido que é
imperativo que os cristãos atentos ofereçam uma perspectiva bíblica no
mercado de ideias. Embora isto esteja se tornando cada vez mais
impopular, não devemos nos atemorizar. Esta questão tem enormes
implicações para a teologia.
Infelizmente, muito pouco até aqui foi escrito sobre o
Transumanismo dentro dos círculos evangélicos conservadores. Existe uma
Associação Mórmon Transumanista, o que não é surpreendente, tendo em
vista o politeísmo e a doutrina da apoteose do homem, que os mórmons
possuem. [3]. No nível popular, existem dois sítios na Internet criados
por um instrutor de operações nucleares, James Ledford, chamados
Technical-Jesus.com e HyperEvolution.com, bem como um livro que ele
mesmo publicou e que promove o "Transumanismo cristão". [4]. O teólogo
Paul Tillich é frequentemente citado em suporte.
Ultimamente, o Transumanismo tem encontrado
justificação teológica em obras de teólogos da Igreja Evangélica
Luterana da América, como Phillip Hefner, Ted Peters, e outros. Na
verdade, no inverno de 2005, toda uma edição da revista luterana Dialog
foi dedicada ao assunto. [5]. A missão dos luteranos parece
bem-intencionada, tentando fazer uma ponte entre a ciência e a fé. Eles
são bem-vindos em arenas em grande parte seculares e o trabalho deles
está sendo considerado com seriedade. Infelizmente, com exceção de
Thomas Horn, vozes cristãs conservadoras não estão sendo ouvidas, embora
talvez elas também não sejam bem-vindas. [6].
Bostrom, Hefner e Ledford argumentam que não há nada
de errado com o fato de um cristão adotar uma cosmovisão transumanista.
Eu discordo pelas razões que serão discutidas na seção de interação
crítica deste ensaio. Primeiro, para compreender essa cosmovisão,
precisamos investigar rapidamente a ciência e a tecnologia que estão por
trás dela.
A Tecnologia
O Transumanismo é dirigido pelo ambicioso rolo
compressor da moderna revolução científica e tecnológica. Todas as
tecnologias subjacentes ao Transumanismo são partes da explosão da
biotecnologia e incluem genética, neurofarmacologia, robótica,
cibernética, inteligência artificial e nanotecnologia. Todas elas estão
interrelacionadas e são alimentadas pela sempre crescente capacidade
computacional, que, segundo a Lei de Moore, dobra a cada dois anos.
Para o propósito desta discussão, examinaremos essas
tecnologias de um modo muito limitado em duas categorias amplas: a
biológica/genética e as tecnologias eletromecânicas dos computadores.
Dessas duas, a primeira tem recebido mais atenção por parte dos
pensadores cristãos, devido a questões como a pesquisa com
células-tronco, clonagem e o holocausto infantil mundial. Como
resultado, os cristãos têm uma posição coerente sobre o valor intrínseco
de toda a vida humana desde a concepção até a velhice. Portanto, a
posição básica expressa por Francis Beckwith no debate sobre o aborto é
uma boa plataforma a partir de onde começar. [7]. Entretanto, um dos
novos grandes desafios que estão diante dos pensadores cristãos é nossa
recém-adquirida capacidade de alterar a natureza para nossos próprios
fins, por meio da engenharia genética e da biotecnologia.
A descoberta do ácido desoxirribonucleico (DNA) por
James Watson e Francis Crick, em 1954, abriu a arquitetura da vida à
intervenção humana de uma maneira que era inconcebível anteriormente. Em
2003, o Projeto do Genoma Humano produziu um mapa completo do genoma
humano. Consequentemente, somos agora capazes de usar a engenharia
genética para alterar a nós mesmos. O procedimento menos controverso é a
terapia somática dos genes celulares, que envolve a inserção de
material genético saudável em pacientes com doenças, como a Doença de
Hunington. [8].
O procedimento secundário é chamado de terapia
genética germinal e envolve rearranjar o material genético defeituoso de
um modo que produza genes saudáveis. Esta técnica aumenta as
possibilidades que as alterações sejam passadas para os descendentes.
[9]. Assim, segue-se que poderíamos alterar permanentemente as espécies
com esta tecnologia. A atual terapia genética é experimental e a FDA (Food and Drug Administration; NT:
órgão regulador das indústrias farmacêutica e de alimentos nos EUA)
está se movendo com cautela, pois essas técnicas estão agora sendo
desenvolvidas para propósitos terapêuticos. [10]. Entretanto, não é
difícil imaginar o uso delas pelos militares, engenheiros sociais e
transumanistas utópicos.
A terapia do aprimoramento genético é algo à qual os
cristãos devem se opor. Ela envolve a introdução de novos materiais
genéticos simplesmente para aprimorar as capacidades humanas. Os
transumanistas preveem a alteração ou até a adição do DNA de outras
espécies dentro do código humano para criar o "Humano Mais" —
essencialmente, um ser humano geneticamente modificado. [11].
Uma analogia instrutiva é considerar a diferença
entre o diabetes e o uso da insulina e um atleta usar anabolizantes. Há
uma clara e normativa distinção moral, uma distinção que deveria formar o
consenso cristão. Até mesmo em uma base secular, a melhoria também
apresenta um risco mais alto. Corrigir um gene defeituoso com o que já
deveria estar ali apresenta baixo risco para o paciente, mas adicionar
alguma coisa nova pode afetar adversamente inúmeros caminhos bioquímicos
relacionados. [12]. Assim, é vitalmente importante distinguir os
procedimentos terapêuticos do aprimoramento. Finalmente, a ética
bíblica desincentiva o aprimoramento genético, porque os cristãos são
chamados para seguirem o modelo de Cristo em autonegação e humildade.
(Lucas 9:23; Mateus 23:12; Romanos 12:1,16).
A categoria mais controversa é a engenharia
eugenista, que envolve direcionar características para melhorar um banco
genético específico. [13]. Isto traz à mente os livros Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, publicado em 1932, e A Abolição do Homem,
de C. S. Lewis, publicado em 1947, ambos previsões prescientes, porém
perturbadoras dos nossos atuais dilemas morais. Embora a engenharia
eugenista possa parecer extremamente insípida, a ideia está sendo
discutida dentro dos círculos de intelectuais. Em um livro recente que
discute as ideias perigosas, o biólogo evolucionista e expoente do
ateísmo Richard Dawkings (foto à direita), lamenta que antes de Hitler,
os cientistas nos anos 1920s e 1930s não tinham problemas de consciência
com a ideia de bebês de projeto. Ele então considerou:
"Eu me pergunto se, mais de sessenta anos após a
morte de Hitler, poderíamos pelo menos nos aventurar a perguntar qual é a
diferença moral entre gerar filhos com capacidade musical e forçar uma
criança a receber lições de música? Ou, por que é aceitável treinar
corredores velozes e saltadores, mas não criá-los por via reprodutiva?"
[14].
Além da imagem de Deus em todas as pessoas (Gênesis
1:26-27), não existem fundamentos para resistir ao ímpeto atual
pró-engenharia social. Afinal, o atual uso generalizado dos exames
genéticos pré-natais é uma forma privada disso. Talvez o mundo de
Huxley, de reprodução compulsória em tubos de ensaio não esteja tão
longe no nosso futuro? A verdade desconfortável é que hoje, podemos
fazer isto. O filósofo, economista político e autor americano Francis
Fukuyama, concorda. Ele afirma que "a ameaça mais significativa
representada pela biotecnologia contemporânea é a possibilidade de ela
alterar a natureza humana e, desse modo, nos levar para um estágio
'pós-humano' da história." [15].
Infelizmente, hoje existem caminhos concorrentes para
esse fim. Outras tendências perturbadoras incluem a clonagem humana, a
produção de quimeras animais e humanas e o uso de drogas psicoativas.
Agora que a clonagem humana é possível, está sendo proposta a utilização
de tecidos fetais coletados de fetos clonados, ou geneticamente criados
por engenharia, na terapia de genes, ou até para uso como peças
sobressalentes. [16]. Em 2007, os cientistas da Escola de Medicina da
Universidade de Nevada criaram uma ovelha que tinha 15% de células
humanas e 85% de células de carneiro. [17]. Além disso, a
neurofarmacologia já está sendo amplamente usada para controlar o
comportamento e as emoções. Embora existam usos legítimos, drogas
psicotrópicas, como a Ritalina, estão sendo distribuídas às crianças em
idade escolar de forma rotineira. O Prozac e seus similares estão sendo
consumidos por 28 milhões de americanos, ou 10% da população. [18].
Isto parece estar caminhando para aquilo que os transumanistas
otimisticamente veem como uma utopia induzida por meios bioquímicos:
"Tecnologias como interfaces cérebro-computador e a
neurofarmacologia poderão amplificar a inteligência humana, aumentar o
bem-estar emocional, melhorar nossa capacidade de comprometimento
contínuo com os projetos da vida, ou com uma pessoa amada, e até
multiplicar a variedade e riqueza das emoções possíveis." [19].
À luz da história do século 20, isto parece ingênuo,
no mínimo. A cosmovisão secular, enraizada no reducionismo materialista e
no determinismo genético, deixa pouco espaço para a dignidade inerentes
de toda a vida humana. Preparados ou não, já entramos no admirável
mundo novo. Em 1965, o cofundador da Intel, Gordon E. Moore, escreveu um
trabalho de pesquisa em que descreveu a tendência de aumento na
velocidade dos circuitos microeletrônicos, que veio a ser chamada de Lei
de Moore. A lei descreve a propensão persistente do poder computacional
dobrar a cada dois anos. Esse padrão tem se mantido e é, na verdade,
considerado uma estimativa conservadora para o crescimento futuro. Com
base nisto, o cientista do MIT, futurista e autor Ray Kurzweil
(fotografia à direita) predisse aquilo que veio a ser chamado de
"Singularidade" — um ponto no tempo em que a inteligência artificial
supera as capacidades humanas e começa a projetar novas tecnologias
sozinha. [20]. Neste tempo, ele prediz que o crescimento tecnológico
será vertical na curva exponencial.
Kurzweil também visualiza o próximo passo na evolução
humana como a união do homem com a máquina. Na realidade, não é tão
fantástico quanto parece. Atualmente, implantes estão sendo feitos no
cérebro de modo a restaurar a capacidade auditiva. As interfaces
cérebro-máquina estão sendo usadas para "ajudar pacientes paralisados,
habilitando-os a operar máquinas com gravações de suas próprias
atividades neurais." [21]. Hoje, tecnologias similares estão disponíveis
para jogos de computador, como eletrônica de consumo. [22]. Isto é
real, está crescendo e não vai desaparecer. O entusiasmo otimista de
Kurzweil pelo progresso é emocionante e é fácil compreender a atração
que isto exerce sobre os amantes da tecnologia.
Kurzweil é, inegavelmente, um dos principais
inventores do nosso tempo e tem sido chamado de "o herdeiro legítimo de
Thomas Edison". [23]. Se alguém postulasse que o Transumanismo é uma
religião, os livros de Kurzweil, The Age of Spiritual Machines (A Era das Máquinas Espirituais) e The Singularity is Near
(A Singularidade Está Próxima), provavelmente seriam considerados
textos sagrados. Kurzweil desenvolve sua apresentação com base no
paradigma da Evolução natural, dedicando uma grande seção do seu livro The Age of Spiritual Machines para estruturar o Transumanismo como uma consequência evolucionária inevitável.
O paradigma da Evolução Darwiniana é um pressuposto
fundamental no conceito de Kurzweil, pois ele propõe que algoritmos
computacionais modelam explicitamente a seleção natural. [24]. Ele
argumenta que esta e outras heurísticas derivadas pela engenharia
reversa do cérebro humano, combinadas com a tecnologia das redes
neurais, prometem o rápido desenvolvimento da inteligência artificial
senciente e consciente. [25]. Portanto, ele prediz que os computadores
alcançarão a capacidade de memória e velocidade computacional do cérebro
humano por volta do ano 2020.
Além disso, Kurzweil prediz que por volta de 2029, o
computador de 1.000 dólares será mil vezes mais poderoso do que o
cérebro humano, e que implantes de circuitos computacionais projetados
para conexão direta com o cérebro estarão amplamente disponíveis. [26].
Com relação à inteligência artificial, ele prediz que por volta de
2029: "As máquinas afirmarão que possuem consciência e um conjunto tão
amplo de experiências emocionais e espirituais quanto seus progenitores
humanos, e essas afirmações terão ampla aceitação." [27].
Ele também prediz que, eventualmente, a consciência
humana poderá ser transferida (baixada) para os computadores,
introduzindo a imortalidade. A afirmação é a seguinte: Por volta de
2099, as máquinas e os seres humanos se fundirão em um ponto em que não
haverá distinção entre homem e máquina, ou entre real e virtual,
eliminando assim todas as guerras, a pobreza, a morte e as doenças.
[28]. Esta promessa parece ser familiar para você? (Veja Apocalipse
21:4)
Crítica Teológica
A escatologia transumanista da transferência da
consciência humana para um computador está repleta de suposições sem
fundamento. Eles simplesmente negam a alma a priori, vendo a consciência
como puramente um epifenômeno. Nossos corpos são considerados simples
matéria (como o hardware do computador) uma prótese biológica, que
podemos recriar e aprimorar pela engenharia. Eles veem a natureza
essencial do nosso ser como padrões de informações e dados armazenados
no cérebro. [29].
Consequentemente, os transumanistas imaginam que a
imortalidade possa ser obtida por meio da transferência de si mesmos
para dentro dos computadores, na forma de seus padrões cerebrais.
Kurzweil chama isto de patternism. [30]. O teólogo
luterano da Igreja Evangélica Luterana da América, Ted Peters, tratou
este assunto, observando que "ele assume que a inteligência humana e a
personalidade humana possam se tornar desencarnadas." [31].
Isto cria uma interessante dissonância com o típico
paradigma da identidade naturalista mente-corpo. Em típica linguagem
teológica liberal, Peters argumenta que o termo alma é um "marcador de
lugar simbólico para identificar a dimensão de quem somos que se conecta
com Deus." [32].
Isto é problemático à luz das Escrituras (veja Mateus
10:28 e Apocalipse 6:9 e 20:4). Entretanto, para seu crédito, ele
conclui que o conceito cristão de alma não é em nada similar ao dos
transumanistas, de padrões de atividade cerebral que podem ser levados
para fora do corpo.
De acordo com Kurzweil, a imortalidade humana pode ser obtida por meio da transferência do homem para a máquina (NT: como em uma transferência de arquivos). Para demonstrar a impossibilidade do patternism,
o filósofo Derek Parfit propôs uma inteligente experiência mental.
[33]. A ideia é que você é um astronauta que está viajando em uma missão
para um planeta distante por meio uma nova forma de teletransporte.
Para realizar a viagem, os padrões do seu cérebro e seu tipo físico
serão transferidos e enviados para o planeta para serem reconstruídos a
partir de matéria criada precisamente por meio de um exame de varredura
feito em você. Neste processo, seu corpo na Terra será destruído, mas
isto não é problema, pois você logo em seguida existirá em um novo
corpo. Deveríamos embarcar nesta viagem? No paradigma de Kurzweil, isto
deve funcionar, mas na realidade não funciona. E isto não é tanto uma
questão de metafísica como lógica: a Lei da Não-Contradição não permite
isto.
Considere um cenário em que você não está destruído
na Terra, porém a transferência dos arquivos foi bem-sucedida.
Obviamente, a pessoa no outro planeta não é você. Como essa pessoa
claramente não é você neste caso, segue-se que também não foi você quem
foi destruído. Portanto, independente do quanto os transumanistas possam
desejar que isso aconteça, a transferência não anulará a morte (Hebreus
9:27). Isto pertence a Cristo somente (Apocalipse 20:14).
Fantasias e imortalidade à parte, pode-se perguntar
maravilhado o que exatamente Kurzweil quis dizer com "uma máquina ter
uma experiência espiritual". Isto se torna mais esquisito, e é aqui que
ocorre a interseção com o liberalismo teológico. No livro The Singularity is Near,
ele expressa sua crença na necessidade de uma nova religião: "Um papel
principal da religião tem sido o de explicar a morte, pois até aqui
havia muito pouco construtivo que podíamos fazer a respeito dela." [34]
Ele declara que essa nova religião "manterá dois
princípios: um da religião tradicional e um das artes e ciências
seculares — da religião tradicional, o respeito pela consciência humana;
do mundo secular, a importância do conhecimento." [35]. Isto não é
diferente do humanismo laico tradicional. Portanto, precisamos
perguntar: "Onde é que Deus se encaixa nesta nova religião?" Kurzweil
ambiciosamente dá a solução: "Uma vez que saturarmos a matéria e energia
no universo com inteligência, ele 'despertará', será consciente e
sublimemente inteligente. Isto é estar o mais perto de Deus que posso
imaginar."
Na verdade, isto soa estranhamente similar ao
conceito panteísta do teólogo liberal Paul Tillich, de Deus como "o
poder de tudo ser". [36]. Todavia, na mente de Kurzweil, o homem está
envolvido na criação de Deus, o que é efetivamente a antítese de Gênesis
1:26. De fato, é exatamente o contrário: Deus criado à imagem do homem.
Em sua articulação original, Max More não escondeu o
fato de querer substituir a religião convencional. Como Dawkings, ele vê
a religião como uma ficção obscura e acredita que a ciência
desacreditou a cosmovisão bíblica. Consequentemente, ele argumenta que o
Transumanismo suplantará a religião tradicional. Ele se vangloria: "O
crescimento do Humanismo nas últimas décadas iniciou esta obra, mas
agora é hora de utilizar uma opção mais inclusiva e atraente de
Transumanismo." [37].
O Humanismo Secular convencional se qualifica como
uma cosmovisão no sentido que fornece um conjunto completo de ideias por
meio das quais seus aderentes veem a realidade. Seguindo esta linha de
raciocínio, ele também é uma religião, pois tenta responder ao mesmo
conjunto de questões fundamentais sobre teologia, metafísica,
identidade, origens, destino e moralidade que outras religiões. [38]. Na
verdade, a Suprema Corte dos EUA já julgou no caso James J. Kaufman x
Gary R. Mac-Caughtry que o Humanismo Secular é uma religião. [39]. À
luz desse status, parece justo argumentar que o Transumanismo
simplesmente define sua escatologia. Assim, é vitalmente importante
observar o abjeto fracasso do Humanismo Laico até aqui. O progresso
científico sem paralelos não produziu uma utopia secular; ao revés,
levou a um pesadelo humano. O total mundial no século 20 é de 262
milhões de assassinatos pelos governos e, em grande parte, fora das
guerras, na busca do ideal político do Marxismo dos humanistas
secularizados. [40].
Desde a expressão inicial veementemente secular de
More, a filosofia transumanista tem sido polida pelo filósofo Nick
Bostrom, da Universidade de Oxford. Embora Bostrom negue que o
Transumanismo seja uma religião, ele reconhece que "o Transumanismo
poderá servir a algumas das mesmas funções que as pessoas
tradicionalmente procuram na religião." [41]. Ele declara sucintamente
que o Transumanismo é uma percepção naturalista, e em uma entonação
decididamente superior diz que, "os transumanistas preferem derivar sua
compreensão do mundo dos modos racionais de investigação, especialmente o
método científico." [42]. Se alguém é cristão em qualquer sentido
significativo, isto não é aceitável. Na verdade, temos aquilo que o
mundo secular não tem: princípios infalíveis e atemporais revelados pelo
próprio autor da vida (2 Timóteo 3:16). Entretanto, isto é mais do que
uma questão de dar respostas curtas com textos de prova. O homem é a
mais elevada criação de Deus na Terra e recebemos a ordem de sermos bons
mordomos da Terra e de seus recursos, de defender e respeitar a vida
humana, pois fomos criados de um modo muito singular. Assim, temos um
mandado de utilizar algumas das tecnologias discutidas, mas com o
cuidado explícito de que elas sejam direcionadas exclusivamente para o
aspecto terapêutico da medicina.
O Transumanismo está encontrando algum suporte
teológico no paradigma "cocriador criado" do teólogo Phillip Hefner, da
Igreja Evangélica Luterana da América. Hefner tornou-se bastante
conhecido nos círculos transumanistas, escrevendo artigos como The Created Co-Creator Meets Cyborg (O Cocriador Criado Encontra o Ciborgue) e The Animal That Aspires to Be an Angel: The Challenge of Transhumanism.
(O Animal Que Aspira Ser um Anjo: O Desafio do Transumanismo).
Epistemológica da ênfase exagerada da imanência de Deus no liberalismo
teológico, a ideia dele assume que os seres humanos emergiram como
agentes resolutos e livres de um processo evolucionário natural e que a
natureza humana é moldada tanto pela herança genética quanto cultural.
[43]. Finalmente, o homem é o instrumento de Deus para cumprir seus
propósitos na criação. [44]. Essa construção teológica é articulada por
ele da seguinte forma:
"Os seres humanos são cocriadores criados por Deus,
cujo propósito é ser o agente, atuando em liberdade, para criar o futuro
que seja mais salutar para a natureza que nos trouxe à vida — a
natureza que não é apenas nossa própria herança genética, mas também
toda a comunidade humana e a realidade evolucionária e ecológica em que e
à qual pertencemos. Exercer esse papel de agente é a vontade de Deus
para os humanos." (Hefner, 1993, 26).
Esta visão tem sido criticada por diminuir o
excepcionalismo humano com sua aceitação da Evolução naturalista, ao
mesmo tempo que presume elevar o ser humano ao mesmo nível de Deus.
[45]. A teologia liberal de Hefner é derivada de sua visão reduzida da
revelação especial. Além disso, Hefner interpreta o relato da criação no
Gênesis como mitologia primordial, que usa símbolos e metáforas para o
passado evolucionário do homem. [46]. Ele cita Tillich frequentemente em
seu tratado sobre a queda. Por exemplo, "Antes do pecado ser um ato,
ele é um estado." [47]. Esta é uma referência à ideia que não houve uma
queda do homem real no espaço-tempo, mas a "queda" representa
simbolicamente a tensão inevitável entre o ideal cultural e o instinto
primordial que apareceu à medida que o homem evoluiu de sua origem mais
simples. Na verdade, Hefner rejeita a compreensão bíblica tradicional,
considerando-a obsoleta:
"Além disso, certas compreensões tradicionais estão
seriamente desafiadas, incluindo a necessidade de rejeitar simplesmente
algumas compreensões historicamente populares. As noções (1) do primeiro
casal, (2) conceitos da Queda que insistem em algum ato primordial
praticado pelos primeiros humanos e que alterou a natureza humana
subsequente e (3) certas formas de interpretação etiológica estão entre
os elementos que precisam ser vistos com grande ceticismo. (Hefner,
1993, 98).
Isto é altamente problemático, pois é claro nas
Escrituras que Jesus afirmou a existência do primeiro casal (Mateus
19:4). Além disso, essa visão não se qualifica como Evolução teísta de
um sentido cristão significativo. Como Millard Erickson expressou, "Com
respeito aos dados bíblicos, a Evolução teísta frequentemente aceita um
casal inicial real, Adão e Eva." [48]. Com relação à sua completa
rejeição da historicidade do Gênesis, a visão de Hefner parece mais
alinhada com a Evolução deísta. Para um teólogo que se diz evangélico,
seu quase cientificismo é preocupante.
A principal fraqueza nesta linha de pensamento é que
ele solapa totalmente a base para a mensagem do Evangelho. O apóstolo
Paulo proclamou: "Pois assim como por uma só
ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também
por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para
justificação de vida." [Romanos 5:18].
Assim, segundo o pensamento de Paulo, a negação de um
pecado original efetivamente nega a expiação pela cruz. Além disso, se o
pecado é meramente uma memória vestigial, então a cura não pode ser uma
restauração via santificação em Cristo. (Romanos 6:22). A cura para o
pecado torna-se necessariamente a eliminação dos instintos animais que
ainda restaram. Erickson argumenta: "Este conceito da cura pelo pecado
adota a crença otimista que o processo evolucionário está levando a
espécie humana na direção correta." [49]. Embora essa ideia seja
lindamente consistente com o pensamento transumanista, Jesus ensinou que
"muitos se escandalizarão, a iniquidade se multiplicará e o amor de muitos esfriará"
no tempo quando a evangelização mundial estiver concluída (Mateus
24:10-14). Além disso, as Escrituras suportam o fato que o aumento da
apostasia e da iniquidade ocorrerão (2 Tessalonicenses 2:3; 1 Timóteo
4:1-2; 2 Timóteo 4:3; 2 Pedro 3:3). Finalmente, considere que Jesus "não necessitava de que alguém testificasse do homem, porque ele bem sabia o que havia no homem." [João 2:25].
O fato de a teologia deles ser antitética às
Escrituras não parece incomodar teólogos liberais, como Paul Tillich
(figura à esquerda) e Philip Hefner. A adoção do Darwinismo e da Alta
Crítica para interpretar o relato bíblico da Criação e julgar a
inerrância das Escrituras torna a pessoa mais vulnerável às tendências
pós-modernas mais recentes. Em seu artigo The Animal That Aspires to Be an Angel: The Challenge of Transhumanism,
Hefner intencionalmente ofusca a distinção entre cura e aprimoramento,
frequentemente tergiversa e confunde o Transumanismo com a medicina.
Para seu crédito, ele adverte que embora tenhamos sido criados para
forçar nossos limites, "não somos Deus, somos finitos e pecaminosos"
[50]. Entretanto, é preciso ter em mente que a visão dele sobre o pecado
não é uma visão cristã ortodoxa. Embora ele recomende cautela, isto
efetivamente equivale a dar proteção às suas apostas. A proibição ao
homicídio em Gênesis 9:6 está baseada no fato de a humanidade ter sido
criada à imagem de Deus. Parece razoável, então, estender isto para
incluir a alteração pós-humana. Mas, Hefner afirma que se opor ao
Transumanismo com base na "imagem de Deus" impõe uma antropologia
normativa não-garantida, afirmando que:
"Outros pensadores argumentam que existem qualidades
invioláveis, principalmente qualidades humanas invioláveis e dignidade
humana, que também são ameaçadas pela biotecnologia. A dificuldade com
esse raciocínio é que ele impõe uma qualidade estática à natureza que
não se conforma na verdade com aquilo que sabemos sobre o caráter
dinâmico da natureza." (Hefner 2009, 166)
Parece que ele está argumentando que o mandato
evolucionário supera a ideia que a dignidade humana seja fixa. Parece
que ele vê o Transumanismo como o próximo passo inevitável na evolução
humana, que o Transumanismo é uma consequência natural do status do
homem como um cocriador com Deus. Em outras palavras, é uma Evolução
deísta por meio da ação do homem como um agente. Em suas conclusões
teológicas, ele escreve: "O Transumanismo não é, primeiro de tudo, uma
questão de moralidade. Nossa existência como cocriadores criados que têm
diante de si as possibilidades do Transumanismo é profundamente uma
expressão da nossa natureza humana." [51].
Ele também afirma que "desacreditar nossa natureza
dada por Deus é em si mesmo uma rebelião contra Deus." [52]. Em outras
palavras, temos um mandato de Deus para o Transumanismo. Não é difícil
ver por que o cocriador criado, de Hefner, é um pilar do pensamento dos
assim chamados "Transumanistas cristãos".
Embora não tão sofisticado quanto Hefner, as páginas
na Internet de Ledford também usam as obras de Tillich para justificar o
Transumanismo Cristão. Especificamente, uma ideia que Tillich chamou de
"doutrina profunda do humanismo transcendente", que é a ideia de
Tillich que "Adão está cumprido em Cristo". [53]. Como Tillich explica,
"isto significa que Cristo é o homem essencial, o homem que Adão deveria
se tornar, mas na verdade não se tornou." [54].
Isto não está alinhando com a Cristologia ortodoxa,
que coloca Cristo como a eterna segunda pessoa da trindade. É também
logicamente incoerente, porque Adão foi criado por Cristo (João 1:3). A
confiança de Ledford em Tillich não é surpreendente. A ênfase excessiva
de Tillich na imanência de Deus tem sido criticada como equivalente ao
panenteísmo, e parece preocupantemente similar com o conceito de
Kurzweil. [55]. As páginas de Ledford na Internet parecem ser um
sincretismo de misticismo de Nova Era, Cristianismo e ideologia
transumanista. Exemplos notáveis incluem "O céu permite a
Hiper-Evolução", e clichês como "Você não pode fazer nada errado quando o
espírito do amor, o Espírito Santo, está com você." [56].
Ledford realmente não se esforça para ser coerente
com as Escrituras, oferecendo platitudes como "O caminho para Deus é
amplo, pois somos diferentes. Além disso, o caminho para Deus converge
no chamado dele." [57]. Logicamente, isto está em contradição direta com
o que Jesus disse: "Entrai pela porta estreita;
porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e
muitos são os que entram por ela." [Mateus 7:13]. Ledford não é
um teólogo e seu trabalho não oferece desafios para qualquer um que
possua uma compreensão básica da doutrina cristã. Infelizmente, os
buscadores menos sofisticados serão enganados por ele.
Quanto à questão "Pode um cristão ser um
transumanista?" — isto revela uma condição de coração obstinado. O
Transumanismo é menos um pecado do que é orgulho e arrogância. O Evangelical Dictionary of Theology faz a distinção que:
"Enquanto que arrogância significa a tentativa de
transcender as limitações indicadas pelo destino, pecado refere-se a uma
indisposição de romper nossas estreitas limitações em obediência à
visão da fé. Embora a arrogância tenha a conotação de falta de
moderação, o pecado consiste de um comprometimento errado. Arrogância é
tentar ser super-humano; pecado é se tornar não-humano. Arrogância
significa subir ao nível dos deuses; pecado significa tentar tirar Deus
do lugar ou viver como se não houvesse Deus." (Bloesch 2001, 1104).
Com base nisto, o Transumanismo é arrogância na mais
alta ordem, enquanto que se tornar pós-humano é um pecado. A "obediência
à visão da fé" mencionada acima não é a de Tillich, ou de Hefner, mas a
de Paulo. O apóstolo exortou assim os colossenses: "Revesti-vos,
pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de
misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade."
[Colossenses 3:12]. Tillich, Hefner e Ledford demonstram todos uma
enorme incompreensão da condição humana. Os humanos são tanto finitos
quanto pecaminosos. Não temos a sabedoria e a pureza moral necessárias
para decidir as questões da "perfeição" humana. Os cristãos precisam
assumir uma posição bem-informada sobre o Transumanismo, compreender
tanto o uso apropriado da tecnologia e os perigos potenciais que ela
apresenta. Assim, uma teologia de cura, oposta à de aprimoramento,
precisa ser desenvolvida de acordo com sólidos princípios bíblicos.
O Transumanismo é uma nova religião anticristã que
está em formação. O globalismo está levando o mundo a uma "tecnocracia",
ou governo pelas elites. [58]. Quando o aprimoramento transumano se
tornar amplamente disponível, e provavelmente se tornará em breve,
somente a elite conseguirá pagar por ele. Isto criará um novo sistema de
castas. Além disso, o potencial dentro dessas tecnologias para
manipulação da mente abre as portas para o totalitarismo orwelliano.
Francis Schaeffer e C. S. Lewis fizeram advertências prescientes à
comunidade cristã que isto iria acontecer. Schaeffer escreveu, em 1976:
"Ao considerarmos a chegada de um governo autoritário
e da elite, para preencher o vácuo deixado pela perda dos princípios
cristãos, não podemos pensar com ingenuidade nos modelos de Stalin e
Hitler. Precisamos pensar em um governo autoritário e manipulador. Os
governos modernos têm formas de manipulação à sua disposição que o mundo
nunca conheceu antes." (Schaeffer 1976, 228)
De fato eles têm. Uma grande fonte de financiamento
para a pesquisa transumanista é a Fundação Nacional de Ciências [59] e
as aplicações militares são terríveis. Já vemos essa tendência de
manipulação da mídia controlada e da política cada vez mais globalista.
Considerando a predição de Kurzweil que haverá redes de computadores
fazendo interface com o cérebro humano por volta de 2029, o potencial
para controle centralizado se torna mais perturbador. [Nota do Editor da FC:
Esta tecnologia está em rápido desenvolvimento e exemplos dela poderão
estar prontos antes de 2029.] Surpreendentemente, Ledford prediz que "o
Anticristo provavelmente emergirá, mas da mesma forma Cristo. Isto se
torna um sinal que o Transumanismo Cristão é o caminho." [60].
Embora eu discorde da última frase, pode haver alguma verdade na primeira.
Conclusão
Na arena pública, está se tornando cada vez mais
difícil obter espaço para expor os valores cristãos e, ao mesmo tempo,
permanecer fiel às Escrituras. Não estamos convencendo o público sobre o
aborto, e o presidente americano Barack Obama emitiu recentemente uma
ordem executiva que expandiu a pesquisa com células-tronco embrionárias.
Embora essas questões estejam sendo examinadas pelos tribunais,
existem inúmeras tecnologias ainda mais perturbadoras que são em grande
parte desconhecidas do grande público. A história da ciência não é
silenciosa em um ponto: o Transumanismo não esperará que os cristãos
acordem e vejam o que está acontecendo. Embora tenhamos o dever de nos
educarmos para tratar questões altamente técnicas com os princípios das
Escrituras, é duvidoso que muito possa ser feito além de orar
seriamente sobre o assunto. Historicamente, o complexo
militar-industrial nunca foi transparente a respeito de seus projetos.
Além disso, não há nada que impeça cientistas ambiciosos de simplesmente
se mudarem para países como a China, para trabalharem em suas ideias
mais controversas. Isto vai acontecer. Embora muitos não quererão
participar, os cristãos devem assumir uma posição firme contra o
aprimoramento. O Transumanismo será uma questão que trará divisões.
Este trabalho de pesquisa ofereceu um resumo rápido
do tópico e uma ampla investigação sobre as tecnologias envolvidas. Isto
foi seguido pela análise crítica do pensamento transumanista e suas
implicações para a teologia. Foi demonstrado que os fundamentos
filosóficos são ateístas e estão em oposição ao Cristianismo. Além
disso, a esperança transumanista de imortalidade via transferência para
computadores foi revelada como uma incoerência lógica. Atenção especial
foi dada àqueles que tentam reconciliar o Cristianismo com as ideias
transumanistas. A crítica mostrou que a teologia está baseada em uma
antropologia naturalista, negação do pecado original, negação do relato
bíblico da Criação e uma ênfase exagerada na imanência de Deus.
No fim, precisamos confiar que o Senhor tratará a
extrema arrogância e a pecaminosidade do coração humano. Nada temos a
temer. Afinal, já sabemos como será o fim de tudo. (Apocalipse 21-22).
Notas Finais:
1. Max More, "Transhumanism Towards a Futurist
Philosophy", MaxMore.com, 1990, http://www.maxmore.com/transhum.htm
(página visitada em 8/12/2010).
2. Christopher Hook, "Transhumainism and Posthumanism"., Encyclopedia of Bioethics, Stephen G. Post (Nova York: MacMillan, 2007), 2519.
3. Carl Teichrib, "O Aparecimento dos Tecno-Deuses: A Fusão do Transumanismo com a Espiritualidade", tecnodeuses-1.htm, pág. 2.
4. James Ledford, Christian Transhumanism, http://www.hyper-evolution.com/Christian%20Transhumanism.pdf.
5.Dialog: A Journal of Theology, 44, 4 (Winter 2005).
6. Thomas Horn, "An Open Letter to Christian Leaders on
Biotechnology and the Future of Man",
http://www.raidersnewsupdate.com/leadstory94.htm (página visitada em
16/12/2010).
7. Francis J. Beckwith, "What Does It Mean To Be Human?", Christian Research Journal, 26, 3 (2003).
8. Michael McKenzie, "Genetics and Christianity: An Uneasy but Necessary Partnership", Christian Research Journal, 18, 2 (1995).
16. Jim Leffel, "Engineering Life: Human Rights in a Postmodern Age".
17. Claudia Joseph, "Now scientists create a sheep that's 15% human", Daily Mail UK Online,
março de 2007,
http://www.dailymail.co.uk/news/article-444436/Now-scientists-create-sheep-thats-15-human.html
(página visitada em 12/12/2010).
18. Fukuyama, Our Posthuman, 43.
19. Nick Bostrom, The Transhumanist FAQ Version 2.1. (Oxford: World Transhumanist Association, 2003), pág. 5.
20. Ray Kurzweil, The Singularity Is Near: When Humans Transcend Biology. (Nova York: Viking Penguin, 2005), pág. 25.
21. Richard Andersen, "Selecting the Signals for a Brain-Machine Interface". Current Opinion in Neurobiology, 14 (2004), pág. 1.
22. Mike Yamamoto, "Gaming by Brainwaves Alone", Cnet News, 1/3/2007,
http://news.cnet.com/8301-17938_105-9692846-1.htm.
24. Ray Kurzweil, The Age of Spiritual Machines: When Computers Exceed Human Intelligence, (Nova York: Viking Penguin, 1999), pág. 89.
25. Kurzweil, The Age, pág. 62.
26. Kurzweil, The Age, pág. 163.
27. Kurzweil, The Age, pág. 163.
28. Kurzweil, The Age, pág. 212.
29. Hook, "Transhumanism", pág. 2517.
30. Kurzweil, The Singularity, pág. 282.
31. Ted Peters, "The Soul of Transhumanism", Dialog: A Journal of Theology, 44, no. 4, (Winter 2005): 385.
32. Peters, "The Soul", pág. 393.
33. Derek Parfit, "Divided Minds and the Nature of Persons.", Mindwaves (1987), págs. 19-28.
34. Kurzweil, The Singularity, pág. 275.
35. Kurzweil, The Singularity, pág. 275.
36. Millard J. Erickson, The Concise
Dictionary of Christian Theology, Rev. ed., 1st Crossway ed. (Wheaton,
Ill.: Crossway Books, 2001), pág. 201.
37. More, "Transhumanism."
38. Norman L. Geisler & Frank Turek, I Don't Have Enough Faith to Be an Atheist (Wheaton, IL: Crossway Books, 2004), pág. 20.
39. David Nobel, "Secular Humanism". The Popular Encyclopedia of Apologetics, Ed Hindson, págs. 443-446. (Eugene OR: Harvest House, 2008), pág. 444.
40. R. J. Rummel, 20th Century Democide, Freedom, Democracy, Peace; Power, Democide, and War, http://www.hawaii.edu/powerkills/20TH.HTM (página visitada em 26/10/2010). 41. Bostrom, The Transhumanist FAQ, pág. 46.
42. Bostrom, The Transhumanist FAQ, pág. 46.
43. Millard J. Erickson, Christian Theology, 2nd ed. (Grand Rapids, Mich.: Baker Book House, 1998), pág. 501.
44. Hefner, The Human Factor: Evolution, Culture and Religion,(Minneapolis: Fortress Press, 1993), pág. 32.
45. Hubert Meisinger, "Created Co-Creator", Encyclopedia of Science and Religion, (Macmillan-Thomson Gale, eNotes.com. 2006), http://www.enotes.com/science-religion-encyclopedia/created-co-creator.
46. Philip Hefner, "Biological Perspectives On Fall And Original Sin", Zygon, 28, 1 (March 1993), pág. 77.
47. Paul Tillich, The Shaking of the Foundations. (Nova York: Charles Scnbner's Sons 1948), pág. 155, citado por Hefner em "Biological Perspectives", pág. 92.
48. Erickson, Christian Theology, pág. 505.
49. Erickson, Christian Theology, pág. 616.
50. Hefner, "The Animal", pág. 166.
51. Hefner, "The Animal", pág. 166.
52. Hefner, "The Animal", pág. 166.
53. James Ledford. Christian Transhumanism. (Hyper-Evolution.com. 2005), págs. 164-165,
http://www.hyper-evolution.com/Christian%20Transhumanism.pdf.
54. Paul Tillich, A History of Christian Thought From Its Judaic and Hellenistic Origins to Existentialism, (New York: Harper and Row Publishers, 1967), 45.
55. Erickson, Christian Theology, pág. 333.
56. Ledford, Christian Transhumanism, pág. 29.
57. Ledford, Christian Transhumanism, pág. 58.
58. Teichrib, "O Aparecimento", pág. 14.
59. Hook, "Transhumainism", 2518.
60. Ledford, Christian Transhumanism, 51.
Para o despertar de toda a humanidade, pois somos uma família que
dividimos o mesmo lugar no planeta, pedimos que compartilhem esta
informação por todas as redes sociais, por email, etc. Que isto chegue a
todos para que as mentiras dos meios de desinformação massivos acabem
com a farsa que já foi explicado em vídeos que temos apresentado e em
informações de nossa própria rede cidadã.
O EBOLA É UM SHOW MONTADO!
Ebo-lie: O Ebola é uma mentira
As pessoas do mundo ocidental necessitam saber que está ocorrendo aqui na África Ocidental. ELES ESTÃO MENTINDO!!! O "Ebola"
como vírus NÃO existe e NÃO está "se espalhando". A Cruz Vermelha
trouxe uma doença para 4 países específicos por 4 razões específicas e é
somente contraída por aqueles que recebem tratamentos e injeções por
parte da Cruz Vermelha. Por essa razão os liberianos e nigerianos
começaram a expulsar a Cruz Vermelha de seus países e a informar por
meio de notícias a verdade. Agora, siga-me:
Razões:
A maioria das pessoas ressaltam a 'Depopulação'
ou o despovoamento, o que está sem dúvida na mente dos ocidentais
quando vem para a África. Mas lhes asseguro que a África NUNCA poderá
ser despovoada matando 160 pessoas por dia quando milhares nascem
diariamente, assim as razões verdadeiras são muito mais tangíveis.
Razão 1:
Esta vacina que implementou a doença 'chamada' Ebola, foi introduzida na
África Ocidental com o objetivo final de atrair tropas às terras da
Nigéria, Libéria e Serra Leoa. Se vocês se lembram, estávamos recém
tratando de descobrir a #MENTIRA "Boko Haram", mas isso falhou quando os
nigerianos começaram a dizer a verdade. NÃO EXISTEM CRIANÇAS PERDIDAS. O
apoio mundial caiu ao chão e uma nova razão foi necessária para atrair
as tropas à Nigéria e roubar as novas reservas de petróleo que
descobriram.
Razão 2:
Serra Leoa é a maior provedora de diamantes no mundo. Nos últimos 4
meses eles tem estado parados (em greve), recusando-se a fornecer
diamantes devido às horríveis condições de trabalho e pagamento de
escravos. O ocidente não pagará um salário justo pelo recursos porque a
ideia é manter essas pessoas sobrevivendo à base de sacos de arroz e
ajuda estrangeira, de forma que eles permaneçam como uma fonte de
trabalho escravo barato para sempre. Uma razão foi necessária também
para atrair as tropas às terras de Serra Leoa para obrigar o fim da
greve dos mineradores de diamantes. Esta não é a primeira vez que isso
ocorreu. Quando os mineradores se recusam a trabalhar, são enviadas
tropas que inclusive matam a todos e os substituem, o único desejo é
manter os diamantes fluindo novamente para fora do país. É claro que,
para lançar múltiplas campanhas para invadir esses países de forma
separada, seria muito suspeito. Mas algo como o 'Ebola' permite acesso à
área completa simultaneamente...
Razão 3:
Além de roubar o petróleo nigeriano e forçar a Serra Leoa para que volte
à minerar, eles também tem enviado tropas para OBRIGAR as vacinações
(com o mortal veneno "Ebola") aos africanos que não são suficientemente
tontos de aceitá-las voluntariamente. 3000 soldados americanos estão
sendo enviados para cá para garantir que este "veneno" continue sendo
disseminado, porque - reitero - só se dissemina pela vacinação. Enquanto
mais e mais artigos de notícias são liberados como esse proveniente da
Libéria, informando a população das mentiras e manipulação dos EUA,
mais e mais africanos estão recusando-se a visitar a Cruz Vermelha. As
tropas obrigam aquelas vacinações sobre nós para garantir a aparência
visível de uma pandemia de Ebola. Além disso, eles protegerão a Cruz
Vermelha dos liberianos e nigerianos que a tem expulsado com toda razão
de seus países.
Razão 4:
3000 soldados... O Ebola é suscetível à balas? Ridículo. E por último, mas não menos importante, o APARECIMENTO desta 'pandemia'
de Ebola (os norte-americanos não deveriam tê-la) será usado para
assustar os incontáveis milhões para que aceitem a 'vacina contra o
Ebola' a qual, na realidade, É A CAUSADORA DA PANDEMIA. Eles já
começaram com histórias de como foi contraída nos EUA e apareceu em Dallas, como os médicos brancos foram curados mas aos negros infectados não lhes é permitido ser tratados, etc.
TUDO o que alcançarão é fazer com que os negros LUTEM para obter a
vacina porque parece que a "CURA" está sendo afastada dos negros. Eles
correrão em massa para obtê-la e logo haverão graves problemas. Com tudo
o que temos visto sendo revelado sobre as vacinas este ano, vocês
poderia pensar que aprendemos a nossa lição. Tudo o que posso esperar é
que assim seja, porque eles dependem altamente de nossa ignorância para
completar os seus planos. Pergunto à vocês mesmos se o Ebola realmente
se disseminou de pessoa para pessoa, em vez da disseminação controlada
através da vacinação, e POR QUE logo o CDC
e o governo dos EUA continuam permitindo voos para dentro e fora
daqueles países com absolutamente nenhuma regulamentação? Temos que
começar a pensar e compartilhar a informação mundialmente por que eles
não nos dão a verdadeira perspectiva das pessoas que vivem aqui na
África Ocidental. Eles estão mentindo para seu próprio benefício e não
há pessoas suficiente aí afora com uma plataforma para ajudá-los a
compartilhar a sua verdade. Centenas de milhares tem sido assassinados,
paralisados e incapacitados por essas e outras "novas" vacinas por todo o
mundo e finalmente estamos chegando a estar conscientes disso. Agora, o
que faremos com toda essa informação?
Louise
Troh, em entrevista para Associated Press, disse que está exausta da
quarentena a qual ela e sua filha estão passando. A Sra. Louise é a dona
do apartamento onde Thomas Eric Duncan esteve hospedado, e onde este se
tornou a primeira pessoa
a ser infectada pelo para o vírus do Ebola fora do continente africano.
Louise afirma estar sofrendo do stress e cansada de estar trancada,
porém o fato mais importante é que os EUA deixaram entrar em seu
território uma pessoa portando o vírus mortal que está amedrontando o
oeste da África.
Até
28 de setembro de 2014 o número de casos no continente africano é de
7191 pessoas, com 3286 vítimas fatais, configurando uma tragédia com uma
taxa de mortalidade de 45,7%. Porém esses dados não podem ser levados
totalmente a sério, pois a realidade das autoridades locais e
voluntários internacionais é de medicina de guerra. Dentre os casos
relatados existem vários falsos positivos. E isso ocorre pois há uma
necessidade urgente de isolar qualquer pessoa que manifeste sintomas que
possam estar relacionados à doença. Outro problema é que dos dados
oficiais relatados são relacionados a pessoas que procuram assistência
em hospitais e delegacias, então qualquer óbito fora desse escopo não é
contabilizado. Com isso a taxa de mortalidade pode ser considerada muito
maior, já que dados técnicos apontam que a taxa de mortalidade em
epidemias anteriores beiravam os 90%.
Qual
é a diferença da epidemia de 2014 para as anteriores, uma vez que todo
ano este vírus se manifesta, mas tanto a abrangência, gravidade e
duração não se aproximam do que está ocorrendo neste ano? Muitos dizem
que o vírus continua a sua mutação e que este ano estamos lidando com um
maior risco de contágio e de morte, apesar de não termos um vírus que
se transmite pela via aérea; por enquanto a transmissão se dá pelo
contato ao fluido corporal de uma pessoal infectada pelo vírus. Do
começo do ano até maio a evolução dos casos comportava-se como algumas
epidemias mais graves anteriores, porém um fato novo foi adicionado a
equação: uma ideologia anti-ocidental disseminada por autoridades
políticas e religiosas tribais em Guiné, Serra Leoa e Libéria, afirmando
que o Ebola é uma mentira inventada por países como EUA, França e
Inglaterra.
Nestes
países, incitados por esta ideologia, pacientes fugiram, familiares ou
multidões invadiram postos de saúde, fazendo com que os profissionais
que ali estavam tentando conter o avanço da epidemia perdessem o
controle da situação, assim o vírus circulou livremente. Comunidades
inteiras começarem a manifestar sintomas da doença fazendo com que no
final de maio o crescimento da doença mudasse para um crescimento
geométrico, em escala logarítimica. Em outras palavras, se no começo de
junho foram 211 óbitos, no início de agosto foram 887 e ao início de
setembro chegou-se ao número assustador de 2089 mortes. Os países
infectados declararam estado de emergência, e os países vizinhos
fecharam suas fronteiras.
Hoje,
a circulação de pessoas no oeste da África está extremamente
restringida, fazendo com que as economias dos países da região sejam
afetadas de forma considerável. O países mais afetados, Guiné, Serra
Leoa e Libéria sofrem grande pressão internacional: que contenham a
evasão de portadores do vírus por avião, já que o tráfego aéreo ainda
não foi bloqueado.
Acontece
que Thomas Eric Duncan mentiu para as autoridades liberianas, e num
formulário que está sendo entregue para todas pessoas que estão saindo
do país, ele marcou não para todas as questões. Quem responde
negativamente em todos os pontos, afirma para os oficiais da Libéria que
ele não porta o vírus e que ele não sofre de nenhum sintoma que possa
se manifestar em uma pessoa na fase inicial da infecção do Ebola. O
destino pelo Sr. Thomas foi os EUA, um país em que, como no Oeste da
África, existem pessoas afirmando que esta doença assustadora é uma
invenção do ocidente para flagelar países em desenvolvimento. No dia 2
de outubro, Louis Farrakhan, afirmou que "o Ebola e a AIDS foram criadas
pelo governo dos EUA para "despopular" do mundo a população negra".
Thomas
chega aos Estados Unidos sem avisar previamente o presidente desta
nação, deixando Barack Obama dizer dias atrás que "é improvável que
doença chegue à América". A situação do país, no que diz respeito ao
controle de pessoas entrando em solo americano, não é das melhores. A
fronteira sul dos EUA está aberta para um influxo colossal de pessoas da
América Central e México, devido a rumores que a administração
democrata irá garantir anistia aos imigrantes ilegais. Críticos
alertavam para a possibilidade de uma pessoal infectada entrar no país
pela via terrestre. Mas, de forma simples, isto aconteceu em um
aeroporto, onde o cidadão americano é submetido a revistas invasivas e
humilhantes. O infectado entrou em solo americano sem mais problemas.
Ideologia somada à incompetência. Eis a receita para consolidar esta
tragédia que está acontecendo no Oeste da África. Mesmo após o primeiro
caso positivo de Ebola, diagnosticado fora da África, no caso no Texas,
as autoridades americanas seguem este mesmo padrão de comportamento. Na
região original da doença comunidades inteiras estão em quarentena. Já
em Dallas, são poucas as pessoas que entraram em contato com o liberiano
infectado seguindo o protocolo de segurança padrão para o Ebola.
Neste grupo temos Louise Thoh, que como já foi afirmado, já apresenta
sinais de irritação com menos de uma semana de confinamento. A doença
que estamos abordando tem grande potencial para se espalhar pela
população americana se a administração corrente continuar a ignorar seus
riscos, para satisfazer seu viés politicamente correto. Se isto
acontecer, o problema não será acalmar a Sr. Louise, e sim uma densa
população que ficará extremamente irritada por saber que a doença entrou
em território nacional por falta de cuidados básicos do governo
americano. Aí uma tragédia muito maior poderá afligir os Estados Unidos.
Flávio Garciaé engenheiro de software. Fonte: midiasemmascara.org
As pessoas estão cada vez mais burras? As gerações anteriores eram
mentalmente mais inteligentes do que nós? É possível que alguns de vocês
tenham suspeitado que as pessoas estão cada vez mais burras, mas agora
temos evidências científicas à respeito.
E lamentavelmente, parece ser um fenômeno mundial.
Como explica um recente artigo publicado pelo Daily Mail, as pontuações dos testes de coeficiente de inteligência (QI) estão caindo em praticamente todos os países...
Richard Lynn, psicólogo da Universidade de Ulster, calculou a diminuição no potencial genético dos seres humanos.
Richard Lynn
Lynn utilizou dados sobre o coeficiente de inteligência de todo o
mundo entre 1950 e 2000 para descobrir que nossa inteligência coletiva
reduziu em um ponto do coeficiente de inteligência.
O Dr. Lynn disse que se esta tendência continuar, poderíamos perder outros 1,3 de QI até 2050.
Um ponto de QI parece pouco, mas quando examinamos mais atrás no tempo, as quedas são ainda mais dramáticas.
Por exemplo, um professor e psicologia da Universidade de Amsterdam, Jan
te Nijenhuis, calculou que temos perdido um total de 14 pontos de QI,
em média, desde a época vitoriana (desde meados do século XIX ao início
do século XX).
Há outros testes que mostram indícios de que este fenômeno está
ocorrendo. Por exemplo, os resultados do SAT nos EUA (exame de admissão
das universidades dos EUA) tem reduzido significativamente nos últimos
anos..
Parece que há uma tendência preocupante na escolas secundárias dos
EUA. Se julgarmos a qualidade da educação pelas pontuações que os
estudantes recebem em seus SAT, então parece que as coisas estão
piorando nos EUA.
Desde 2006, a pontuação do SAT em média geral diminuiu em 20 pontos,
caindo de 1518 para 1498 em 2012. As pontuações tem caído em todas as
categorias: 9 pontos em leitura, 4 pontos em matemática e 9 pontos em
redação. E esta queda e os resultados do SAT não se limita somente aos últimos anos.
Como indica o seguinte gráfico, os resultados do SAT tem diminuído nos EUA durante décadas...
Inclusive alguns cientistas que estão convencidos de que esta diminuição
da capacidade mental dos seres humanos se remonta a mil anos. Alguns
culpam as mutações genéticas por esta queda, e outros ao fato de que
nossos cérebros estão cada vez menores.
Um estudo da Universidade de Cambridge descobriu que a humanidade está reduzindo em tamanho de maneira significativa.
Os especialistas dizem que os seres humanos tem superado seu pico e que
as pessoas de hoje em dia são 10% menores que seus antepassados
caçadores-coletores.
E se isto não foi suficientemente deprimente, verifica-se que nossos cérebros também estão menores.
Os resultados contradizem a ideia comumente aceita de que o ser humano
cresceu, uma crença baseada em dados mais recentes sobre o
desenvolvimento físico.
A queda, segundo especialistas, tem ocorrido nos últimos 10.000 anos.
Eles culpam a agricultura e o sedentarismo, envolvendo dietas
restritivas e a urbanização, fatores que comprometem a saúde e que
conduzem a propagação da doença.
Além disso, segundo geral R. Crabtree, da Universidade de Stanford,
estamos perdendo a capacidade mental e isso tem ocorrido durante os
últimos 6.000 anos.
A razão, segundo conclui Crabtree, se deve às mutações genéticas, que representam a coluna vertebral da evolução neodarwnista.
Como vimos, os novos estudos não fazem mais do que confirmar as suspeitas.
E se você não acredita, você pode ligar a sua televisão e terá a prova cabal disso...