domingo, 24 de maio de 2015

Big Brother e Transhumanismo - 8 Características do Mundo Digitalizado para 2025


"Em 2025, de acordo com a lei de Moore, veremos uma aceleração na velocidade das mudanças à medida que nos aproximamos de um mundo de uma verdadeira abundância (tecnológica)", escreve Peter Diamandis, presidente e diretor da XPRIZE, uma fundação que premia os desenvolvedores de novas tecnologias para impulsionar avanços radicais em benefício da humanidade.

Aqui lhes apresentamos as previsões de Peter Diamandis para os próximos dez anos:


1 - Um cérebro humano por 1.000 dólares

Um computador capaz de calcular na mesma velocidade que o cérebro humano, ou seja, 10^16 ciclos por segundo, custará em torno de 1000 dólares.

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2 - Uma economia de trilhões de sensores

Em 2025 haverá mais de 100.000 bilhões de dispositivos conectados, a cada um com uma dúzia (ou mais) de sensores de coleta de dados. Isto implicará em uma revolução de dados muito além de nossa imaginação e, segundo o recente relatório da Cisco, gerará 19 trilhões de dólares.

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3 - Conhecimento perfeito

Com um trilhão de sensores que coletam dados instalados em todos os aparatos (carros automáticos, sistemas de satélites drones, câmeras) poderemos saber tudo o que quisermos, quando quisermos e em qualquer lugar.

4 - 8 Bilhões de pessoas hiperconectadas

Facebook (Internet.org. SpaceX, Google (Projeto Loon), Qualcomm e Virgen (OneWebO stão planejando proporcionar a todos os habitantes do planeta conectividade global com velocidade superior a 1 megabit por segundo. O número de humanos conectados crescerá de 3 bilhões para 8 bilhões, o que significará um aumento de 5 bilhões de novos consumidores na economia mundial.

5 -Mudanças nos cuidados médicos

Os hospitais tal e como os conhecemos serão substituídos por novos modelos de negócios com cuidados médicos melhores e mais eficientes. Milhares de startups (como Google, Apple, Microsoft, SAP ou IBM) buscarão entrar neste lucrativo negócio de 3,8 trilhões de dólares com novos modelos de negócio de desmaterialização, desmonetização e democratização do sistema atual, burocrático e ineficiente segundo o autor.

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6 - Realidade aumentada e virtual

A tela tal como conhecemos irá desaparecer e será substituída por óculos. Não serão como o Google Glass, mas serão parecidos, embora, mais elegantes. A realidade aumentada que nos proporcionarão estes óculos mudará para sempre uma série de setores econômicos, como o varejo, setor imobiliário, educação, turismo e o lazer. Por sua vez, tudo isto modificará radicalmente o comportamento humano.

Leia também: Escritórios do Futuro: Hologramas, Controle Mental e Robôs

7 - Os primórdios do JARVIS: 

A pesquisa da inteligência artificial vai fazer progressos na próxima década. Se você acha que o Siri é útil agora, a próxima geração da década do Siri será muito mais parecido com o JARVIS do Homem de Ferro, com capacidades expandidas para entender e responder. Empresas como a IBM-Watson, DeepMind e Vicarious continuam vasculhando e desenvolvendo a próxima geração de sistemas de IA. Em uma década, será normal  você dar acessar a IA para ouvir todas as suas conversas, ler seus e-mails e escanear seus dados biométricos porque a vantagem e a conveniência serão enormes.

Leia também: Cientista Alerta que a Ascensão da Inteligência Artificial Levará à Extinção da Humanidade

8 - Blockchain

Se você ainda não ouviu falar do blockchain, eu recomendo que você leia sobre ele. Você pode ter ouvido sobre o bitcoin, a qual é a descentralizada (global), democratizada, criptomoeda altamente segura, com base no blockchain. Mas a verdadeira inovação é o próprio blockchain, um protocolo que permite a segura e direta (sem um intermediário) transferência digital  de valor e ativos (dinheiro, contratos, ações, IP). Investidores como Marc Andreessen ter derramado dezenas de milhões para o desenvolvimento e acredita que isso é tão importante em uma oportunidade como a criação da própria Internet.

Fonte: blog anti nova ordem mundial

ALEX JONES Explica como vai ser o Futuro ILLUMINATI, A EUGENIA E O TRANS...

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Ambientalismo radical exibe fundo religioso e endossa aparências cristãs

Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.
Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.

Rajendra Pachauri, vinha ocupando a presidência do polêmico IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change). Esse órgão das Nações Unidas foi fautor de inúmeros exageros e deturpações científicas, hoje demostradas sobre o clima.

Pachauri pôs fim a 13 anos turbulentos no cargo, após sair a público uma denúncia contra ele por assédio sexual na Índia, informou a agência “Reuters”.

O mérito desse caso, que ainda aguarda julgamento na Índia, excede os limites deste blog.

Pachauri exercia essa função desde 2002. Juntamente com o senador e arauto ambientalista radical americano Al Gore, ganhou o Prêmio Nobel da Paz 2007, por suas contestadíssimas teorias sobre o meio ambiente.


O IPCC escolheu o vice-presidente Ismail El Gizouli para ocupar provisoriamente o cargo.

Na carta de renúncia endereçada a Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, Pachauri registra preto sobre branco este fato que vimos há tempos denunciando neste blog: por trás do ambientalismo radical há uma religião que usa a preocupação pela natureza como camuflagem.
“Para mim, a proteção do Planeta Terra, a sobrevivência e a sustentabilidade de nossos ecossistemas é mais do que uma missão. É minha religião e meu ‘dharma’”.

O “dharma” “pode ser considerado como o ‘Caminho para a Verdade Superior’, é a base das filosofias, crenças e práticas que se originaram na Índia”, diz a Wikipedia, verbete Darma
O jornalista Donna Laframboise, crítico do IPCC, explica:

“Sim, o IPCC! – que era levado a sério porque é uma entidade que devia produzir relatórios de base científica. Agora ficamos sabendo que de fato foi liderado por um ambientalista que cumpria uma ‘missão’. Por alguém que acha que proteger o planeta é uma vocação religiosa”, noticiou Climate Depot.

Para Marc Morano, diretor de Climate Depot, Pachauri se caracterizou pela falta de idoneidade moral:
“Se Pachauri tivesse alguma decência, deveria ter renunciado durante o escândalo do Climategate que estourou em 2009. Houve muitíssimas oportunidades para corrigir o rumo e apagar o passado. Afinal, coube à Justiça da Índia, num processo de assédio sexual, pôr um fim a Pachauri. As coisas poderão melhorar no IPCC agora que saiu seu câncer político e ético”.

Muitos ativistas da “mudança climática” reconheceram em diversas ocasiões professar uma convicção religiosa “verde”. Vários e autorizados praticantes dessa religião acenaram de modo claro para o fundo panteísta neopagão, Nova Era, e neocomunista.


Porém, nunca esclareceram suficientemente o seu conteúdo. Talvez agora, quando o Vaticano prepara uma encíclica sobre o ambientalismo, aproveitem a ocasião para desvendar esse fundo pagão, visceralmente anticristão e anti-humano.

O ativista da “mudança climática” e ator Harrison Ford justificou a “Religião Verde” dizendo:
“Eu preciso algo de fora de mim mesmo para acreditar nela e eu achei na natureza uma espécie de Deus”.

A deificação da matéria é um elemento essencial do ambientalismo escatológico. As alegações contra quiméricos fantasmas como o “aquecimento global” e as “mudanças climáticas” são as roupagens tapeadoras para tentar justificar o extremismo anticivilizatório.

Isso explica por que o próprio Harrison Ford, embora denunciado repetidas vezes por condutas anti-ecológicas, pouco se importa com a natureza que desrespeita, continuando a ser um coqueluche da mídia ambientalista.

E o ator é apenas um exemplo.

Outro caso confesso é do falecido escritor e produtor de filmes e programas de ficção científica John Michael Crichton (1942 — 2008), cuja obra mais conhecida, Parque dos Dinossauros, foi adaptada para o cinema por Steven Spielberg com o título Jurassic Park.
Crichton disse: “Uma das religiões mais poderosas do mundo ocidental é o ambientalismo. O ambientalismo parece ser a religião preferida pelos ateus urbanos”.

Explicando essa religião ateia, ele parodiou a Bíblia:

“Houve um Éden inicial, um Paraíso, um estado de graça e de unidade com a natureza, depois uma queda para um estado de poluição, como resultado de comer da árvore do conhecimento.


“Como resultado de nossas ações, há de vir para todos nós o dia do Juízo Final. Somos todos pecadores consumidores de energia, condenados a morrer, excetuados aqueles que buscam a salvação, agora denominada sustentabilidade.

“Sustentabilidade é a salvação na igreja do meio ambiente. O alimento orgânico é a sua Comunhão, um wafer sem pesticidas, que as pessoas certas com as crenças certas podem assimilar”, escreveu o cineasta. Climate Depot.

Não espanta, pois, que essa religião panteísta – que chega a usar o cristianismo como disfarce – apareça encravada em correntes católicas “progressistas”.

Ela é escancarada na pregação do ex-frei Leonardo Boff. O veterano defensor da Teologia da Libertação de fundo marxista, excogitou uma fôrmula aggiornata para o velho erro.

Ele até se gaba de ter influenciado os esquemas da próxima encíclica pontifícia sobre meio ambiente.
Consciente desse perigo religioso, o influente Cardeal George Pell, arcebispo de Sydney, constatou: “No passado, os pagãos sacrificavam animais e até humanos, na vã tentativa de aplacar deuses cruéis e arbitrários. Hoje eles pedem o sacrifício de reduzir as emissões de CO2”.

O analista Charles Krauthammer, da Fox News, também declarou recentemente que a “mudança climática não é uma questão política, mas uma religião”.

A militante ambientalista e escritora Rebecca Thistlethwaite também endossou os paramentos profético-sacerdotais verdes, para exigir de nós “arrependimento” por causa de nossos pecados, que teriam provocado o Tufão Haiyan, no Pacífico. Mais especificamente, exigiu que renunciemos ao “mal moral que há em negar a mudança climática” .
E ainda que pareça risível, o teorizador de esquerda e Prêmio Nobel de Economia 2008, Paul Krugman, desde o fundo de seu economicismo, invocou a maldição divina contra aqueles que negam a existência do “aquecimento global” e lhes desejou a condenação eterna:

“Que vocês sejam punidos na pós-vida por fazerem isso”. E acrescentou que o “negacionismo” é “quase um pecado inconcebível”.

Nos ambientes alarmistas e apocalípticos verdes, sempre proliferaram as alusões ao sagrado para denunciar o mundo atual e profetizar um desastre de proporções bíblicas ou apocalípticas stricto sensu.
O químico Richard J. Trzupek, especialista em questões ambientais ligadas às indústrias de grande porte em que trabalhou, também constatou o absurdo de uma religião disfarçada de cristianismo.

Com ironia, ele escreveu:

“A Primeira Igreja da Mudança Climática precisa ser reformada. Segundo seus líderes, para compreendermos as subtis nuances da ciência climática, nós, os simples humanos, não estamos mais capacitados do que estavam os servos na Europa medieval para entender os misteriosos movimentos dos céus. Então, pedem-nos para depositar nossa fé na versão atualizada do papa astrônomo, e jamais questionar a elite educada. Pois fazê-lo seria uma heresia, um pecado com as mais hediondas consequências”. 

Enquanto não desaparecermos num dilúvio universal provocado pelo “egoísmo capitalista” (carro, ar condicionado e progresso em geral), este tipo de alegações “religiosas” enganadoras continuará proliferando.

Os seus pregadores não deixarão de praticar o que condenam nos outros.

E as normas ambientalistas continuarão caindo sobre os cidadãos de bem que lutam pela sua família e pela sua pátria, tidos como escravos ignaros pelos “papas” da nova religião.
 
Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

domingo, 19 de abril de 2015

Nova Ordem Mundial Quer Criar um Estado Mundial Único que irá Controlar Tudo na Terra


A Nova Ordem Mundial quer criar o mais rápido possível um estado mundial único (Governo Único Mundial) que pode controlar qualquer ramo da humanidade sob uma única direção. Conheça neste artigo as diferentes iniciativas em andamento.

A fase mais avançada de implementação deste plano pode ser vista no continente europeu, onde a União Europeia (UE) reúne 27 estados, dos quais 16 adotaram a moeda única, o Euro. Há um Parlamento Europeu, a Comissão Europeia, Banco Central Europeu, o Tribunal de Justiça da União Europeia, etc. Outras partes do mundo estão visivelmente indo na mesma direção através da criação de uma união continental.  Olhando para o panorama geral, a UE aparece como uma área de teste de um modelo que está sendo repetido em todo o mundo.

No continente norte-americano, está agendada a constituição da União Norte-Americana (North American Union-NAU), que terá o Amero como moeda única. Foi negociado e decidido sem os cidadãos dos EUA, México e Canadá. O Congresso dos Estados Unidos não foi consultado, embora isso seja contra a lei do EUA.

No continente sul-americano já foi estabelecido através da integração das duas uniões econômicas regionais, o Mercosul e a Comunidade Andina, a União de Nações Sul-Americanas (UNASUL). Isso inclui 12 países. A intenção de criar um modelo de Comunidades da América do Sul seguindo o modelo da Comunidade Europeia foi anunciada em dezembro de 2004, quando foi assinada a Declaração de Cuzco, na ocasião da terceira cimeira sul-americana. O tratado que institui a Unasul foi assinado em 23 de maio de 2008. Ele prevê a adoção de uma moeda única, a criação de um banco central (Banco do Sul) e a instalação de um Parlamento Sul-americano na capital da nova união em Quito, no Equador. Allan Wagner Tizon, o ex-secretário-geral da Comunidade Andina, comunica que o prazo para a conclusão do processo de integração é em 2019.

No continente Africano foi criado em julho de 2002, a União Africana (AU), constituída de 53 estados. A Comissão da União Africana consiste no modelo da Comissão Europeia e está sediada em Addis Abeba, na Etiópia. O Parlamento Pan-Africano (PAP) que estabeleceu o modelo do Parlamento Europeu tem 265 membros e está localizado em Midrand, na África do Sul. E da União Africana nasceu, conforme o previsto, as comunidades econômicas regionais, como a Organização de Unidade Africana (Organization of African Unity-OAU) ou a Comunidade Econômica Africana. Elas têm seu próprio exército (que surgiu como uma força de manutenção da paz na zona de conflito, como em Darfur ou na Somália), um único banco (Banco Africano de Dezvoltare), e o Tribunal de Justiça (Curtea Africana de Justitie). A AU planeja implementar uma moeda única, o AFRO. Alguns países do Norte Africano, como o Marrocos, não fazem parte da UA, mas a sua integração está prevista na União para o Mediterrâneo, que será composta por países da UE, norte da África e do Oriente Médio.

Na Ásia, as coisas estão menos avançadas, mas as medidas tomadas até agora são as mesmas. Em 2002, foi formada pela fusão de vários organismos econômicos (ASEAN, SAARC, do Conselho de Cooperação do Golfo),  o Asia Cooperation Dialogue-ACD. Ele inclui 30 países e é considerado o precursor da União Asiática. Os países do Oriente Médio, que são parte da Ásia, mas não manifestaram a sua intenção de entrar no ACD já começaram a constituir a União do Golfo, na qual está prevista uma moeda única após 2008 quando foi criado o Banco Central do Golfo (Gulf Central Bank).

O que resta? A Austrália, que é em si um país continente. Em junho de 2008, Kevin Rudd, o primeiro-ministro da Austrália, disse que pretende criar em 2020, uma comunidade Ásia-Pacífico seguindo o modelo da União Europeia.

O ponto de partida dos 195 "estados independentes" que existem em todo o mundo, 125 já estão incluídos em uma ou outra das cinco uniões continentais. Da população total mundial (6.760.000.000 de pessoas), 5.880.000.00 já estão incluídas em uma dessas uniões. Veja como passos cruciais foram feitos de forma imperceptível, afim de constituir um estado único mundial mais fácil, sob uma única direção (governo único global).