quarta-feira, 29 de julho de 2015

Vaticano e os Planos de Depopulação Mundial


Parece que o Vaticano é a favor da depopulação do planeta.

O professor John Schellnhuber foi eleito como porta-voz durante a publicação de um documento papal sobre a mudança climática que ocorrerá em breve.

John Schellnhuber

Schellnhuber é conhecido por ter declarado anteriormente que o planeta sofre uma superpopulação de pelo menos seis bilhões de pessoas.

Em um artigo de 2009 publicado no The New York Times, Schellnhuber, assessor de Angela Merkel e professor em Oxford, disse sobre o aquecimento global que: "Cinicamente, é um triunfo para a ciência porque finalmente vamos concluir as estimativas da capacidade de suporte do planeta, a qual deve estar abaixo de um bilhão de pessoas".

Agora, o Vaticano está lhe dando uma plataforma para que expresse seus pontos de vista complementares com a futura encíclica papal.

  "O lançamento da encíclica sobre o aquecimento global está previsto para 18 de junho na Cidade do Vaticano", informa o site Breitbart. "Talvez com a exceção da encíclica de 1968 sobre a contracepção, nenhum documento do Vaticano foi saudado com tanta antecipação".


É muito significativo que o Vaticano se alinhe ideologicamente com pessoas como o professor Schellnhuber.

Cabe destacar que Schellnhuber há algum tempo fantasia com a criação de um "Tribunal Planetário" guiado por uma nova "Constituição da Terra", que exerça um poder sobre todas as nações e governos do mundo.

Schellnhuber defende a criação de um governo mundial com grandes poderes, centrado na luta contra a mudança climática, a qual governaria o planeta, estabelecendo praticamente uma "ditadura científica" de fato.

  como Schellnhuber afirma:


"Permita-me concluir esta breve contribuição com um sonho sobre essas instituições chave que poderiam conseguir uma sofisticada (e, portanto, mais apropriada) versão da nação convencional de "governo mundial".

A democracia global poderia organizar-se em torno de três atividades principais:

(i) Constituição da Terra

(ii) Conselho Mundial

(iii)Tribunal Planetário.



Não posso falar destas instituições em detalhes aqui, mas gostaria de indicar, pelo menos, o seguinte:

-  A Constituição da Terra transcenderia a Carta da ONU e identificaria aqueles primeiros princípios orientadores da humanidade em sua busca pela liberdade, dignidade, segurança e sustentabilidade.

- O Conselho Mundial seria uma assembleia de pessoas eleitas diretamente por todos os habitantes da terra, onde a elegibilidade não deveria ser limitada por quotas geográficas, religiosas ou culturais.

- O Tribunal Planetário seria um corpo legal transnacional aberto à apelações do mundo todo, especialmente a respeito das violações da Constituição da Terra.


Schellnhuber, em outras palavras, acredita que a criação de um governo mundial pode gerar "liberdade" para a humanidade ditando-lhe o que deve fazer através de um Tribunal Planetário guiado por uma Constituição da Terra.

Obviamente, Schellnhuber esqueceu de mencionar que seria necessário um "exército da Terra" e uma "polícia da Terra" que obrigaria todo o planeta a cumprir estas ordens.

  Não se esqueça que Schellnhuber é alguém que acredita firmemente que sobram 6 bilhões de pessoas neste planeta, uma vez que, as regras deste tribunal planetário que tanto defende, poderiam determinar que "sobram pessoas e que algo deveria ser feito para reduzir a população e salvar o planeta da destruição".


E, aparentemente, o Papa parece disposto a apoiar tais iniciativas.

  "Em uma encíclica sem precedentes sobre o meio ambiente, espera-se que o Pontífice argumente que a exploração por parte da humanidade dos recursos do planeta tenha ultrapassado os limites naturais da Terra", informa o The Guardian. "O mundo enfrenta a destruição se não houver uma revolução nos corações e nas mentes".

Como vemos, há cada vez mais pessoas de alta posição que e alinham com a necessidade de reduzir a população do planeta.

E quem sabe tenham razão, mas a pergunta chave é: se sobram 6 bilhões de pessoas, o que pensam fazer com toda essa população restante? Onde a colocarão? Como pensam em reduzir a população?

Já advertimos em artigos anteriores sobre qual seria a função do Papa em relação à criação de um governo mundial.

Em alguns anos veremos até que ponto o Vaticano também apoia algum tipo de medida drástica para reduzir a população mundial...

Fonte: http://www.anovaordemmundial.com

quarta-feira, 8 de julho de 2015

ONU Está Usando Vacinas para Esterilizar Secretamente as Mulheres no Mundo Todo



[Imagem: A-ONU-Est%25C3%25A1-Utilizando-Vacinas-p...odo-nn.jpg]


Notícias Naturais


Em algumas áreas do mundo, reduzir propositadamente a linhagem da família de alguém é considerado uma das coisas mais perversas que você pode fazer. Mas isso parece ser exatamente o que a ONU está fazendo. Duas organizações das Nações Unidas, a OMS e a UNICEF, foram surpreendidas em flagrante administrando "vacinas contra o tétano" contendo agentes esterilizantes em meninas e mulheres no Quênia. E, como você verá a seguir, esta não é a primeira vez que isso aconteceu.

Aparentemente, há um programa internacional bem coordenado para usar vacinas para esterilizar secretamente mulheres em países pobres em todo o planeta. Os Estados Unidos precisam exigir imediatamente uma investigação completa do programa de vacina da ONU, mas eu não contaria com isso sob a administração Obama.

Sempre houveram histórias ocasionais de mulheres do mundo todo tornando-se incapazes de ter filhos depois de receber as vacinas da ONU. Mas agora temos a prova científica. Os testes de laboratório que foram realizados recentemente encontraram um antígeno que provoca abortos nas vacinas que estavam sendo dadas a meninas e mulheres no Quênia. Uma história que foi postada no Life Site News sobre isso causou ondas de choque em toda a Internet. A seguir está um trecho do artigo:

Os bispos católicos do Quênia estão cobrando duas organizações das Nações Unidas a respeito da esterilização milhões de meninas e mulheres sob o pretexto de um programa de inoculação antitetânica patrocinado pelo governo queniano.
De acordo com um comunicado divulgado na terça-feira pela Kenya Catholic Doctors Association, a organização encontrou um antígeno que provoca abortos em uma vacina que está sendo administrada em 2,3 milhões de meninas e mulheres pela Organização Mundial de Saúde e UNICEF. Os sacerdotes em todo o Quênia estão declaradamente aconselhando as suas congregações a recusarem a vacina.
"Enviamos seis amostras de todo o Quênia a laboratórios na África do Sul. Eles testaram positivo para o antígeno hCG", disse o Dr. Muhame Ngare do Centro Médico Mercy, em Nairóbi ao LifeSiteNews. "Todas elas estavam contaminadas com o hCG".

Então o que é hCG exatamente?

A seguir está como o site Natural New descreveu o que ele faz...

O HCG é um produto químico desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde para fins de esterilização. Quando injetado no corpo de uma mulher, ele faz com que uma gravidez seja destruída pela própria resposta dos anticorpos do organismo ao hCG, resultando em um aborto espontâneo. A sua eficácia dura por anos, causando abortos em mulheres por até três anos após as injeções.

Isto é um escândalo absolutamente horrível, mas a grande mídia está ignorando totalmente.

Talvez seja porque eles concordem com o que as Nações Unidas estão tentando fazer.

E devemos realmente nos surpreender com o que a ONU está fazendo? Afinal, a ONU declarou publicamente por escrito, a sua intenção de reduzir o crescimento populacional no Quênia:

As Nações Unidas e seu aparato de controle populacional muitas vezes bárbaros estão sob fogo cruzado de novo depois de liberar um relatório profundamente controverso, alegando que a população africana do Quênia é muito grande e cresce muito rapidamente. Para lidar com o suposto "desafio", como a ONU e seus "parceiros" no governo nacional colocaram, os burocratas internacionais estão exigindo a intensificação dos esforços em fazer lavagem cerebral nas mulheres quenianas para que elas queiram menos filhos. Também na agenda: mais "planejamento familiar" financiado pelo contribuinte e esquemas de "saúde reprodutiva" para reduzir o número de africanos aos níveis considerados "desejáveis" pela ONU.

Os críticos prontamente desaprovaram a conspiração como uma eugenia indisfarçável, com alguns especialistas chamando-a de um verdadeiro exemplo de "guerra contra as mulheres". Entre outras preocupações, os analistas indignados com o relatório observaram que o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e os esforços diabólicos do estabelecimento para reduzir as populações humanas - especialmente aquelas consideradas "indesejáveis" pelos auto-intitulados guardiães do patrimônio genético - têm uma longa e sórdida história que remonta décadas. Hoje, a agenda avança, como ilustrada no último relatório da ONU que clama por números drasticamente reduzidos de quenianos.

Quando as pessoas muito más lhe disserem que eles pretendem fazer alguma coisa, você deve levá-las muito a sério.

E, sem dúvida, a ONU é o mal. Usar as vacinas para esterilizar secretamente as mulheres contra a sua vontade é quase perverso demais para descrever com palavras.

Mas a ONU vai continuar fazendo isso até nós exigirmos que eles parem. Na década de 1990, as campanhas de esterilização semelhantes usando vacinas contra o tétano foram realizadas na Nicarágua, México e Filipinas. A seguir, proveniente do site thinktwice.com...

Aqui estão os fatos conhecidos sobre as campanhas de vacinação contra o tétano no México e nas Filipinas:

* Apenas as mulheres são vacinadas, e apenas as mulheres entre as idades de 15 e 45. (Na Nicarágua, a faixa etária era entre 12 e 49.) Mas os homens não estão, pelo menos, tão suscetíveis quanto as mulheres jovens a entrar em contacto com o tétano? E o que dizer das crianças? Por que eles são excluídos?

* O hormônio Gonadotrofina Coriônica humana (hCG) foi encontrado nas vacinas. Ele não pertence a ela - no jargão do julgamento de assassinato de O.J. Simpson, a vacina foi "contaminada".

* Os protocolos destas vacinações pedem múltiplas injeções - de três em três meses e um total de cinco ao todo. Mas, uma vez que as vacinas contra o tétano fornecem proteção para 10 anos ou mais, por que são pedidas várias inoculações? (3)

* A OMS tem estado ativamente envolvida por mais de 20 anos no desenvolvimento de uma vacina anti-fertilidade, utilizando o hCG ligado ao toxoide do tétano como um transportador - a mesma ligação que foi encontrada nas vacinas do México-Filipina-Nicarágua. (4)

E estes são apenas os incidentes que conhecemos.

Eu acho que seria seguro dizer que onde quer que a ONU esteja vacinando pessoas contra o tétano em todo o mundo, provavelmente há agentes esterilizantes nessas vacinas.

Enquanto isso, a ONU continua a derramar dinheiro em outros métodos de esterilização globais.

Por exemplo, a ONU dedicou enormes quantidades de recursos para apoiar a "política do filho único" na China.

E na Índia, o dinheiro da ONU é muitas vezes usado para fornecer incentivos financeiros para as mulheres a se voluntariarem para a esterilização.

Neste momento, cerca de 37 por cento de todas as mulheres casadas na nação da Índia foram esterilizadas. Esse é um número absolutamente espantoso. Na verdade, ele é tão surpreendente que eu mal podia acreditar quando eu vi pela primeira vez.

Mas é realmente verdade.

E muitas vezes, estes procedimentos não são conduzidos com segurança. De fato, uma recente campanha de esterilização em massa resultou na morte de dez mulheres...

Dez mulheres morreram na Índia e dezenas de outras estão no hospital, muitas em estado crítico após uma esterilização estatal em massa, disse uma autoridade local nesta terça-feira.

Muitas das mais de 80 mulheres que se submeteram à esterilização no acampamento administrado pelo governo livre no estado central de Chhattisgarh no sábado adoeceram pouco depois, disse o funcionário à AFP.

É claro que os Estados Unidos não é completamente inocente em tudo isso. Estas organizações das Nações Unidas são absolutamente inundadas com dinheiro pela administração Obama, e o governo dos EUA ainda tem uma "Agência de Assuntos da População", que é usado para promover o controle da população em todo o planeta.

Os envolvidos nesses esforços realmente acreditam que estão fazendo a coisa certa. Eles estão convencidos de que a "mudança climática" é o problema número um que a humanidade enfrenta hoje e que o caminho número um para combater a "mudança climática" é reduzir o número de pessoas.

Então, eles acreditam que estão realmente "salvando o mundo", empurrando uma agenda de controle populacional.

Agora que as ações perversas da ONU no Quênia foram expostas, os funcionários da ONU vão assistir de perto como as pessoas reagem.

Se há pouca indignação, eles vão apenas manter secretamente a esterilização sobre as mulheres.

É por isso que ela é absolutamente indispensável nós gritarmos "assassinato sangrento" sobre tudo isso. Um grande mal está sendo cometido bem na frente dos nossos olhos, e aqueles com coragem precisam se levantar e dizer que é o bastante.

Fonte: http://forum.noticiasnaturais.com

sábado, 27 de junho de 2015

Multimilionário Adverte sobre Colapso Total: "Não há Saída... Seu Dinheiro Será Inútil"



Com as moedas sendo desvalorizadas rapidamente por seus respectivos governos, a economia mundial em uma desaceleração e as tensões sobre os recursos em aquecimento no mundo todo, é hora de começar a considerar o fim do jogo.

De acordo o investidor multimilionário de recursos Carlo Civelli é provável que não haja saída para os bancos centrais que tem permanecido durante os últimos anos, imprimindo dinheiro cada vez mais.

Durante sua carreira de muitas décadas Civelli geriu ou financiou mais de 20 empresas, muitas das quais agora possuem capitalizações de mercado em bilhões de dólares, então ele sabe uma ou duas coisas sobre investir em épocas de bonança, assim como de ruína.

Em sua mais recente entrevista sobre tendências conômicas e financeiras futuras, ele adverte um cenário de final de jogo que é nada mais nada menos que um colapso total. E aqui está a parte que dá medo: Civelli disse inclusive que o ouro poderia não ser um refúgio seguro se o pior dos casos acontecer:

Se todos falamos do final do jogo e um cenário de colapso total, posso ver os governos dizendo a nós todos que nosso dinheiro está agora sem valor e os títulos que possuímos são inúteis. Todos vocês tem de fazer um corte.

Mas eles deixariam as pessoas que possuem ouro fugir com ele? Eu acho que não.

Nesta entrevista - que você deve ver - Civelli compartilha estas e outras ideias que talvez não tenha ouvido falar antes, junto com estratégias de investimento na crise o que poderia lhe posicionar prosperamente enquanto o resto do mundo mergulha no caos:


Todos sabemos que os bancos centrais estão imprimindo dinheiro cada vez mais. Centenas de bilhões, ou talvez trilhões estão inundando os mercados. O BCE, o banco europeu está fazendo o mesmo aqui em mais ou menos uma semana

...Obviamente a maneira de sair desta flexibilização quantitativa é muito difícil - ninguém nunca fez isso, e o veredito não se sabe ainda se a flexibilização quantitativa realmente fez algo de bom ou não. Ao menos impediu que o mundo entre em colapso agora, mas e se as taxas de juros voltem um dia novamente aos níveis normais, e todos os bilhões de dinheiro agora tiverem de ser retirados do mercado?

Ninguém sabe o que vai acontecer depois... Mas eles deixariam as pessoas que possuem ouro fugir com ele? Eu acho que não.

Então o governo a esse ponto vai dizer "Ok, pessoal, quem possui ouro tem que devolve-lo ao banco central em um prazo de tempo determinado, e te pagaremos o preço que ouro está neste momento, menos um grande corte". Não se esqueça que até 20 ou 30 anos, o ouro era vendido a $35 e foi fixado a esse preço, assim, quem possui ouro, na minha opinião, não serão poupados.

Não há maneiras de fugir, então vamos viver os bons tempos enquanto dure.

A ideia de que os governos dos EUA ou da Europa confiscarão o ouro como fizeram durante a Grande Depressão é realmente assustador. Mas sem dúvida é um resultado plausível, dada nossa história e o quão longe eles foram.

Então, que opções temos a nossa disposição se os governos tomarem esse caminho?

Diversificação.

Você certamente quer fazer um esforço para se preparar para um cenário de "colapso total" estando pronto para as interrupções do abastecimento e o congelamento do crédito que serão o resultado inevitável de qualquer queda da moeda ou o desenrolar do mercado de créditos.

Estamos vivendo exatamente este cenário tomando lugar na Ucrânia agora, e recentemente temos visto um evento semelhante na Venezuela. O preço dos alimentos, gás, papel higiênico e outros artigos pessoais não só explodiram os preços, mas desapareceram das prateleiras das lojas por completo devido as tensões na linha de abastecimento. É um cenário que sem dúvida poderia acabar em outro lugar já que a crise mundial se acelera, inclusive mesmo nos EUA, então ter alguns estoques em reserva não é má ideia.

Mas o que acontece com as pessoas com fundos de aposentadoria, contas do mercado monetário ou outros instrumentos baseados no dólar?

A forma que Civelli explica, é que inclusive em um cenário de colapso os negócios continuarão a acontecer. Saber quais ativos manter é que se torna o desafio. Durante a Grande Depressão, enquanto Roosevelt obrigou os americanos a abandonarem seu ouro físico, as empresas mineradoras de metais preciosos aumentaram seu valor. Carlo Civelli afirma que sempre há oportunidades disponíveis nos mercados de recursos, desde que você siga os que ele apelidou de "os 3 Ps".

Então, obviamente, há um mercado lá fora. Os grandes estão comprando os menores, o que é muito mais fácil agora do que sair e golpear a si mesmos. E isso continuará também em 2015, também na industria do petróleo.

Agora, minhas ideias sempre foram, e isto é o que tenho dito no mercado, que as três letras P tem de estar corretas. Em outras palavras, o preço da ação, o projeto em si e as pessoas por trás dele. Essas são as três letras P.

Enquanto que um colapso total vai acabar com muitas empresas no futuro, especialmente aqueles cujas atividades se concentram na economia de consumo de eletrônicos e outros acessórios dos EUA, as que proporcionam recursos essenciais como alimentos, petróleo e minerais metálicos como o último projeto de capital de risco de Civelli, a Callinex Minas, prosperará.

Nós estamos nos aproximando muito rapidamente do cenário de colapso total descrito por Civelli. As consequências das maquinações do governo e manipuladores dos bancos centrais não podem ser evitadas. Os americanos normais, multimilionários do mundo todo, e inclusive muitos políticos sabem que isto é uma conclusão inevitável.

É hora de se preparar para o inevitável.

Fonte : http://www.anovaordemmundial.com/

domingo, 24 de maio de 2015

Big Brother e Transhumanismo - 8 Características do Mundo Digitalizado para 2025


"Em 2025, de acordo com a lei de Moore, veremos uma aceleração na velocidade das mudanças à medida que nos aproximamos de um mundo de uma verdadeira abundância (tecnológica)", escreve Peter Diamandis, presidente e diretor da XPRIZE, uma fundação que premia os desenvolvedores de novas tecnologias para impulsionar avanços radicais em benefício da humanidade.

Aqui lhes apresentamos as previsões de Peter Diamandis para os próximos dez anos:


1 - Um cérebro humano por 1.000 dólares

Um computador capaz de calcular na mesma velocidade que o cérebro humano, ou seja, 10^16 ciclos por segundo, custará em torno de 1000 dólares.

Leia também: Cientistas Tentam Sincronizar o Cérebro Humano com Computadores

2 - Uma economia de trilhões de sensores

Em 2025 haverá mais de 100.000 bilhões de dispositivos conectados, a cada um com uma dúzia (ou mais) de sensores de coleta de dados. Isto implicará em uma revolução de dados muito além de nossa imaginação e, segundo o recente relatório da Cisco, gerará 19 trilhões de dólares.

Leia também: Transhumanismo: 9 Tecnologias que Podem em Breve Ser Implantadas Dentro de Você

3 - Conhecimento perfeito

Com um trilhão de sensores que coletam dados instalados em todos os aparatos (carros automáticos, sistemas de satélites drones, câmeras) poderemos saber tudo o que quisermos, quando quisermos e em qualquer lugar.

4 - 8 Bilhões de pessoas hiperconectadas

Facebook (Internet.org. SpaceX, Google (Projeto Loon), Qualcomm e Virgen (OneWebO stão planejando proporcionar a todos os habitantes do planeta conectividade global com velocidade superior a 1 megabit por segundo. O número de humanos conectados crescerá de 3 bilhões para 8 bilhões, o que significará um aumento de 5 bilhões de novos consumidores na economia mundial.

5 -Mudanças nos cuidados médicos

Os hospitais tal e como os conhecemos serão substituídos por novos modelos de negócios com cuidados médicos melhores e mais eficientes. Milhares de startups (como Google, Apple, Microsoft, SAP ou IBM) buscarão entrar neste lucrativo negócio de 3,8 trilhões de dólares com novos modelos de negócio de desmaterialização, desmonetização e democratização do sistema atual, burocrático e ineficiente segundo o autor.

Leia também: Como a Elite Planeja Alcançar a Imortalidade Digital
6 - Realidade aumentada e virtual

A tela tal como conhecemos irá desaparecer e será substituída por óculos. Não serão como o Google Glass, mas serão parecidos, embora, mais elegantes. A realidade aumentada que nos proporcionarão estes óculos mudará para sempre uma série de setores econômicos, como o varejo, setor imobiliário, educação, turismo e o lazer. Por sua vez, tudo isto modificará radicalmente o comportamento humano.

Leia também: Escritórios do Futuro: Hologramas, Controle Mental e Robôs

7 - Os primórdios do JARVIS: 

A pesquisa da inteligência artificial vai fazer progressos na próxima década. Se você acha que o Siri é útil agora, a próxima geração da década do Siri será muito mais parecido com o JARVIS do Homem de Ferro, com capacidades expandidas para entender e responder. Empresas como a IBM-Watson, DeepMind e Vicarious continuam vasculhando e desenvolvendo a próxima geração de sistemas de IA. Em uma década, será normal  você dar acessar a IA para ouvir todas as suas conversas, ler seus e-mails e escanear seus dados biométricos porque a vantagem e a conveniência serão enormes.

Leia também: Cientista Alerta que a Ascensão da Inteligência Artificial Levará à Extinção da Humanidade

8 - Blockchain

Se você ainda não ouviu falar do blockchain, eu recomendo que você leia sobre ele. Você pode ter ouvido sobre o bitcoin, a qual é a descentralizada (global), democratizada, criptomoeda altamente segura, com base no blockchain. Mas a verdadeira inovação é o próprio blockchain, um protocolo que permite a segura e direta (sem um intermediário) transferência digital  de valor e ativos (dinheiro, contratos, ações, IP). Investidores como Marc Andreessen ter derramado dezenas de milhões para o desenvolvimento e acredita que isso é tão importante em uma oportunidade como a criação da própria Internet.

Fonte: blog anti nova ordem mundial

ALEX JONES Explica como vai ser o Futuro ILLUMINATI, A EUGENIA E O TRANS...

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Ambientalismo radical exibe fundo religioso e endossa aparências cristãs

Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.
Rajendra Pachauri teve que deixar o IPCC.

Rajendra Pachauri, vinha ocupando a presidência do polêmico IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change). Esse órgão das Nações Unidas foi fautor de inúmeros exageros e deturpações científicas, hoje demostradas sobre o clima.

Pachauri pôs fim a 13 anos turbulentos no cargo, após sair a público uma denúncia contra ele por assédio sexual na Índia, informou a agência “Reuters”.

O mérito desse caso, que ainda aguarda julgamento na Índia, excede os limites deste blog.

Pachauri exercia essa função desde 2002. Juntamente com o senador e arauto ambientalista radical americano Al Gore, ganhou o Prêmio Nobel da Paz 2007, por suas contestadíssimas teorias sobre o meio ambiente.


O IPCC escolheu o vice-presidente Ismail El Gizouli para ocupar provisoriamente o cargo.

Na carta de renúncia endereçada a Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, Pachauri registra preto sobre branco este fato que vimos há tempos denunciando neste blog: por trás do ambientalismo radical há uma religião que usa a preocupação pela natureza como camuflagem.
“Para mim, a proteção do Planeta Terra, a sobrevivência e a sustentabilidade de nossos ecossistemas é mais do que uma missão. É minha religião e meu ‘dharma’”.

O “dharma” “pode ser considerado como o ‘Caminho para a Verdade Superior’, é a base das filosofias, crenças e práticas que se originaram na Índia”, diz a Wikipedia, verbete Darma
O jornalista Donna Laframboise, crítico do IPCC, explica:

“Sim, o IPCC! – que era levado a sério porque é uma entidade que devia produzir relatórios de base científica. Agora ficamos sabendo que de fato foi liderado por um ambientalista que cumpria uma ‘missão’. Por alguém que acha que proteger o planeta é uma vocação religiosa”, noticiou Climate Depot.

Para Marc Morano, diretor de Climate Depot, Pachauri se caracterizou pela falta de idoneidade moral:
“Se Pachauri tivesse alguma decência, deveria ter renunciado durante o escândalo do Climategate que estourou em 2009. Houve muitíssimas oportunidades para corrigir o rumo e apagar o passado. Afinal, coube à Justiça da Índia, num processo de assédio sexual, pôr um fim a Pachauri. As coisas poderão melhorar no IPCC agora que saiu seu câncer político e ético”.

Muitos ativistas da “mudança climática” reconheceram em diversas ocasiões professar uma convicção religiosa “verde”. Vários e autorizados praticantes dessa religião acenaram de modo claro para o fundo panteísta neopagão, Nova Era, e neocomunista.


Porém, nunca esclareceram suficientemente o seu conteúdo. Talvez agora, quando o Vaticano prepara uma encíclica sobre o ambientalismo, aproveitem a ocasião para desvendar esse fundo pagão, visceralmente anticristão e anti-humano.

O ativista da “mudança climática” e ator Harrison Ford justificou a “Religião Verde” dizendo:
“Eu preciso algo de fora de mim mesmo para acreditar nela e eu achei na natureza uma espécie de Deus”.

A deificação da matéria é um elemento essencial do ambientalismo escatológico. As alegações contra quiméricos fantasmas como o “aquecimento global” e as “mudanças climáticas” são as roupagens tapeadoras para tentar justificar o extremismo anticivilizatório.

Isso explica por que o próprio Harrison Ford, embora denunciado repetidas vezes por condutas anti-ecológicas, pouco se importa com a natureza que desrespeita, continuando a ser um coqueluche da mídia ambientalista.

E o ator é apenas um exemplo.

Outro caso confesso é do falecido escritor e produtor de filmes e programas de ficção científica John Michael Crichton (1942 — 2008), cuja obra mais conhecida, Parque dos Dinossauros, foi adaptada para o cinema por Steven Spielberg com o título Jurassic Park.
Crichton disse: “Uma das religiões mais poderosas do mundo ocidental é o ambientalismo. O ambientalismo parece ser a religião preferida pelos ateus urbanos”.

Explicando essa religião ateia, ele parodiou a Bíblia:

“Houve um Éden inicial, um Paraíso, um estado de graça e de unidade com a natureza, depois uma queda para um estado de poluição, como resultado de comer da árvore do conhecimento.


“Como resultado de nossas ações, há de vir para todos nós o dia do Juízo Final. Somos todos pecadores consumidores de energia, condenados a morrer, excetuados aqueles que buscam a salvação, agora denominada sustentabilidade.

“Sustentabilidade é a salvação na igreja do meio ambiente. O alimento orgânico é a sua Comunhão, um wafer sem pesticidas, que as pessoas certas com as crenças certas podem assimilar”, escreveu o cineasta. Climate Depot.

Não espanta, pois, que essa religião panteísta – que chega a usar o cristianismo como disfarce – apareça encravada em correntes católicas “progressistas”.

Ela é escancarada na pregação do ex-frei Leonardo Boff. O veterano defensor da Teologia da Libertação de fundo marxista, excogitou uma fôrmula aggiornata para o velho erro.

Ele até se gaba de ter influenciado os esquemas da próxima encíclica pontifícia sobre meio ambiente.
Consciente desse perigo religioso, o influente Cardeal George Pell, arcebispo de Sydney, constatou: “No passado, os pagãos sacrificavam animais e até humanos, na vã tentativa de aplacar deuses cruéis e arbitrários. Hoje eles pedem o sacrifício de reduzir as emissões de CO2”.

O analista Charles Krauthammer, da Fox News, também declarou recentemente que a “mudança climática não é uma questão política, mas uma religião”.

A militante ambientalista e escritora Rebecca Thistlethwaite também endossou os paramentos profético-sacerdotais verdes, para exigir de nós “arrependimento” por causa de nossos pecados, que teriam provocado o Tufão Haiyan, no Pacífico. Mais especificamente, exigiu que renunciemos ao “mal moral que há em negar a mudança climática” .
E ainda que pareça risível, o teorizador de esquerda e Prêmio Nobel de Economia 2008, Paul Krugman, desde o fundo de seu economicismo, invocou a maldição divina contra aqueles que negam a existência do “aquecimento global” e lhes desejou a condenação eterna:

“Que vocês sejam punidos na pós-vida por fazerem isso”. E acrescentou que o “negacionismo” é “quase um pecado inconcebível”.

Nos ambientes alarmistas e apocalípticos verdes, sempre proliferaram as alusões ao sagrado para denunciar o mundo atual e profetizar um desastre de proporções bíblicas ou apocalípticas stricto sensu.
O químico Richard J. Trzupek, especialista em questões ambientais ligadas às indústrias de grande porte em que trabalhou, também constatou o absurdo de uma religião disfarçada de cristianismo.

Com ironia, ele escreveu:

“A Primeira Igreja da Mudança Climática precisa ser reformada. Segundo seus líderes, para compreendermos as subtis nuances da ciência climática, nós, os simples humanos, não estamos mais capacitados do que estavam os servos na Europa medieval para entender os misteriosos movimentos dos céus. Então, pedem-nos para depositar nossa fé na versão atualizada do papa astrônomo, e jamais questionar a elite educada. Pois fazê-lo seria uma heresia, um pecado com as mais hediondas consequências”. 

Enquanto não desaparecermos num dilúvio universal provocado pelo “egoísmo capitalista” (carro, ar condicionado e progresso em geral), este tipo de alegações “religiosas” enganadoras continuará proliferando.

Os seus pregadores não deixarão de praticar o que condenam nos outros.

E as normas ambientalistas continuarão caindo sobre os cidadãos de bem que lutam pela sua família e pela sua pátria, tidos como escravos ignaros pelos “papas” da nova religião.
 
Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

domingo, 19 de abril de 2015

Nova Ordem Mundial Quer Criar um Estado Mundial Único que irá Controlar Tudo na Terra


A Nova Ordem Mundial quer criar o mais rápido possível um estado mundial único (Governo Único Mundial) que pode controlar qualquer ramo da humanidade sob uma única direção. Conheça neste artigo as diferentes iniciativas em andamento.

A fase mais avançada de implementação deste plano pode ser vista no continente europeu, onde a União Europeia (UE) reúne 27 estados, dos quais 16 adotaram a moeda única, o Euro. Há um Parlamento Europeu, a Comissão Europeia, Banco Central Europeu, o Tribunal de Justiça da União Europeia, etc. Outras partes do mundo estão visivelmente indo na mesma direção através da criação de uma união continental.  Olhando para o panorama geral, a UE aparece como uma área de teste de um modelo que está sendo repetido em todo o mundo.

No continente norte-americano, está agendada a constituição da União Norte-Americana (North American Union-NAU), que terá o Amero como moeda única. Foi negociado e decidido sem os cidadãos dos EUA, México e Canadá. O Congresso dos Estados Unidos não foi consultado, embora isso seja contra a lei do EUA.

No continente sul-americano já foi estabelecido através da integração das duas uniões econômicas regionais, o Mercosul e a Comunidade Andina, a União de Nações Sul-Americanas (UNASUL). Isso inclui 12 países. A intenção de criar um modelo de Comunidades da América do Sul seguindo o modelo da Comunidade Europeia foi anunciada em dezembro de 2004, quando foi assinada a Declaração de Cuzco, na ocasião da terceira cimeira sul-americana. O tratado que institui a Unasul foi assinado em 23 de maio de 2008. Ele prevê a adoção de uma moeda única, a criação de um banco central (Banco do Sul) e a instalação de um Parlamento Sul-americano na capital da nova união em Quito, no Equador. Allan Wagner Tizon, o ex-secretário-geral da Comunidade Andina, comunica que o prazo para a conclusão do processo de integração é em 2019.

No continente Africano foi criado em julho de 2002, a União Africana (AU), constituída de 53 estados. A Comissão da União Africana consiste no modelo da Comissão Europeia e está sediada em Addis Abeba, na Etiópia. O Parlamento Pan-Africano (PAP) que estabeleceu o modelo do Parlamento Europeu tem 265 membros e está localizado em Midrand, na África do Sul. E da União Africana nasceu, conforme o previsto, as comunidades econômicas regionais, como a Organização de Unidade Africana (Organization of African Unity-OAU) ou a Comunidade Econômica Africana. Elas têm seu próprio exército (que surgiu como uma força de manutenção da paz na zona de conflito, como em Darfur ou na Somália), um único banco (Banco Africano de Dezvoltare), e o Tribunal de Justiça (Curtea Africana de Justitie). A AU planeja implementar uma moeda única, o AFRO. Alguns países do Norte Africano, como o Marrocos, não fazem parte da UA, mas a sua integração está prevista na União para o Mediterrâneo, que será composta por países da UE, norte da África e do Oriente Médio.

Na Ásia, as coisas estão menos avançadas, mas as medidas tomadas até agora são as mesmas. Em 2002, foi formada pela fusão de vários organismos econômicos (ASEAN, SAARC, do Conselho de Cooperação do Golfo),  o Asia Cooperation Dialogue-ACD. Ele inclui 30 países e é considerado o precursor da União Asiática. Os países do Oriente Médio, que são parte da Ásia, mas não manifestaram a sua intenção de entrar no ACD já começaram a constituir a União do Golfo, na qual está prevista uma moeda única após 2008 quando foi criado o Banco Central do Golfo (Gulf Central Bank).

O que resta? A Austrália, que é em si um país continente. Em junho de 2008, Kevin Rudd, o primeiro-ministro da Austrália, disse que pretende criar em 2020, uma comunidade Ásia-Pacífico seguindo o modelo da União Europeia.

O ponto de partida dos 195 "estados independentes" que existem em todo o mundo, 125 já estão incluídos em uma ou outra das cinco uniões continentais. Da população total mundial (6.760.000.000 de pessoas), 5.880.000.00 já estão incluídas em uma dessas uniões. Veja como passos cruciais foram feitos de forma imperceptível, afim de constituir um estado único mundial mais fácil, sob uma única direção (governo único global).

sábado, 11 de abril de 2015

Chefe das Mudanças Climáticas da ONU: "Devemos Fazer Todos os Esforços para Despovoar o Planeta"


"Há uma pressão no sistema para ir em direção à isso, devemos fazer todo o possível"

Funcionários na ONU estão empurrando o conceito de que a população humana deve ser reduzida, a fim de lutar eficazmente contra as supostas mudanças climáticas.

O conceito de longa data tem sido continuamente empurrado por Christiana Figueres, a Secretária Executiva da United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC). Em 2013, Figueres teve uma conversa com  fundador da Climate One,  Greg Dalton sobre "as taxas de fertilidade na população", como um colaborador para as mudanças climáticas.

"Uma questão relacionada é a taxa de fertilidade na população." opinou  Dalton. "Muitas pessoas nos círculos de energia e ambientais não querem chegar perto disso porque isso é carregado politicamente. Não é problema deles.", acrescentou ele.

"Mas não é verdade que parar o aumento da população seria uma das maiores alavancas e impulsionando o aumento de gases de efeito estufa?", perguntou Dalton.

"Obviamente, menos pessoas exerceriam menos pressão sobre os recursos naturais", respondeu Figueres, também observando que as estimativas sugerem que a população da Terra vai subir para nove bilhões até 2050.

Dalton então questionou se esse número poderia de alguma forma ser atrasado ou interrompido.

"Então, nove mil milhões é uma conclusão inevitável? Isso está assim, pronto, não há maneira de mudar isso?", perguntou ele à Figueres.

"Há uma pressão no sistema para ir em direção à isso; podemos definitivamente mudá-los, certo? Nós podemos definitivamente mudar aqueles números", disse Figueres em resposta.

"Realmente, devemos fazer todos os esforços para mudar esses números porque já estamos, hoje, excedendo a capacidade de suporte planetário do planeta." ela também alegou.

"Então, sim, devemos fazer todo o possível. Mas não podemos cair na opinião muito simplista de dizer apenas que reduzir a população nós resolvemos o problema. Não se trata de e/ou, se trata de um e/também." disse também a funcionária da ONU.

O Climate One  é um auto denominado fórum de assuntos públicos, o qual defende a ação extrema para combater as mudanças climáticas. Ele é uma filial do Commonwealth Club of California com sede em São Francisco, essencialmente um lugar de encontro visitado regularmente por chefes de governo e de negócios corporativos.

Figueres não escapa das declarações polêmicas quando se trata de mudanças climáticas. A funcionária da ONU previamente descreveu o objetivo da UNFCC como "uma completa transformação da estrutura econômica do mundo."

Ela também tem dito repetidamente que um modelo de ditadura comunista chinesa é mais adequado do que o sistema constitucional dos EUA para combater o "aquecimento global".

Figueres disse ao Bloomberg News no ano passado que o governo chinês (o qual continua a obrigar abortos forçados,  infanticídio e esterilização obrigatória) está "fazendo a coisa certa" quando se trata de mudanças climáticas, apesar de a China ser de longe a maior emissora de gases de efeito estufa.

Figueres observou que a divisão partidária no Congresso dos EUA é "muito prejudicial" para a aprovação de legislação relacionada ao clima, enquanto o Partido Comunista Chinês, define políticas por decreto. O presidente Obama concorda claramente uma vez que ele continua a contornar o Congresso pela  emissão de ordens executivas sobre a mudança climática.

Conforme o Infowars tem observado continuamente, há uma falha fundamental ao associar as mudanças climáticas com a superpopulação.

As populações dos países desenvolvidos estão em declínio e apenas os países do terceiro mundo estão se expandindo dramaticamente. A própria industrialização nivela as tendências da população e apesar desses modelos de população mundial rotineiramente mostrarem que a população da Terra irá se estabilizar em 9 bilhões em 2050 e lentamente diminuirá depois disso. "A população dos países mais desenvolvidos permanecerá praticamente inalterada em 1,2 bilhões até 2050,"  afirma um relatório das Nações Unidas. O apoio da ONU para as políticas de despovoamento está em contradição direta com as suas próprias conclusões.

Uma vez que um país se industrializa há uma taxa média de 1,6 criança por família, então a população do mundo ocidental esteja realmente em declínio. Essa tendência também tem sido observada em áreas da Ásia como Japão e Coreia do Sul. A ONU já declarou que a população atingirá um pico de 9 bilhões e, em seguida, começará a diminuir.

Além disso, como destaca The Economist, as taxas de fertilidade globais estão caindo.

Já que os ambientalistas radicais estão forçando para desindustrializar o mundo em face da chamada ameaça de carbono, isso vai reverter a tendência que, naturalmente, reduz a quantidade de filhos que as pessoas têm. Se os fanáticos da mudança climática forem autorizados a implementar as suas políticas, a população mundial continuará a aumentar e a superpopulação pode tornar-se um problema real - outro exemplo de como a histeria do aquecimento global está realmente prejudicando o meio ambiente a longo prazo da Terra, impedindo países superpovoados se desenvolvam e naturalmente diminuam os seus índices de natalidade.

Mesmo que você desempenhe o advogado do diabo e aceite que os seres humanos causem o aquecimento catastrófico e que haja muitos de nós, e se você pular as conotações da eugenia de políticas de controle populacional e de despovoamento, esses métodos continuam fundamentalmente  não sendo uma solução válida para a ameaça percebida da mudança climática.

A verdadeira solução seria ajudar a aumentar o nível de vida dos extremamente pobres do terceiro mundo, permitindo que esses países se industrializem, e verificar os números da população naturalmente se nivelarem naturalmente.

Em vez disso, o terceiro mundo tem visto uma duplicação dos preços dos alimentos devido as políticas de mudanças climáticas, assim como enormes áreas de terras agrícolas se voltando para o crescimento dos biocombustíveis.

A legislação anterior, como o acordo de Copenhague, permitiu que as pessoas nos países desenvolvidos emitissem duas vezes mais carbono per capita do que os países mais pobres, que não têm causado o aumento das emissões e são chamados de ameaça à nossa existência no planeta. As revelações levaram os líderes do terceiro mundo a acusar o mundo desenvolvido de  "clima de colonialismo".

A vinculação da política ambiental com agendas de despovoamento abre a porta para a eugenia e não é nenhuma surpresa que através dessa porta vem derramando hordas de sujeira elitista apenas implorando para estar na linha de frente da política de extermínio.

Um exemplo é baseado no grupo de políticas públicas do Reino Unido, The Optimum Population Trust (OPT), que já havia  lançado iniciativas que incitam membros ricos do mundo desenvolvido a participarem de compensações de carbono que financiam programas para reduzir a população de países em desenvolvimento.

Em 2007, o grupo também  publicou um relatório  anunciando que as crianças são "ruins para o planeta e ter grandes famílias deve ser desaprovado como um delito ambiental da mesma forma como os freqüentes vôos de longa distância, dirigir um carro grande e não reutilizar sacos plásticos."

O mesmo ponto de discussão tem sido reiterado repetidas vezes pelos grupos de política pública e ambientalistas, bem como os mais influentes cientistas no governo dos EUA.

Embora você possa pensar que ideias de esterilização e depopulação nunca poderiam ser aceitas pelo público, esses mesmos conceitos estão agora a sendo adotado e popularizado por alguns como o caminho certo para a humanidade.

O chefe do principal painel de mudanças climáticas da ONU está fornecendo uma plataforma, que e em alguns casos, empurra ativamente para uma política imposta por uma ditadura que persegue mães que engravidam de seu segundo filho, sequestrando-as da rua e levando-as para hospitais controlados do governo onde são drogadas e seus bebês são mortos - tudo em nome da salvação do planeta.

Nota blog Anti-NOM: para saber mais sobre como o aquecimento global causado pelo homem(re-intitulado agora para "mudanças climáticas") é basicamente uma farsa para justificar políticas de controle como estas.

  Fórum Anti-NOM.

domingo, 22 de março de 2015

Inteligência artificial é mais perigosa que bomba atômica, diz estudo

 17/03/2015 - Tec - Folha de S.Paulo

Um laptop capaz de ganhar milhões no mercado financeiro, controlar arsenais bélicos e manipular a política desbanca em minutos o exterminador do futuro.
Com essa cena, o professor Stuart Armstrong, da Universidade de Oxford, abre o livro "Smarter Than Us" (mais inteligentes do que nós), em que explica como a inteligência artificial (IA) é diferente do que é difundido pela cultura pop.
Justamente por isso, ela seria muito mais ameaçadora do que imaginamos.
Armstrong é coautor do estudo "12 Riscos que Ameaçam a Civilização Humana", do grupo sueco Global Challenges Foundation, que calculou em até 10% as chances de, se o cenário se concretizar, o impacto sobre a sociedade ser irreversível. A probabilidade é maior do que as calculadas para mudança climática (0,01%), e guerra nuclear (0,005%).
As estimativas foram feitas com base na literatura existente sobre o tema, nos trabalho e prioridades de organizações que atuam na área e na análise de experts.
A IA é um risco "único" porque simula e supera o ser humano na sua principal vantagem sobre a natureza: a inteligência. Quando um computador domina uma atividade, nenhum ser humano conseguirá fazê-la melhor, diz o professor.
Esses sistemas teriam capacidades de concentração, paciência, velocidade de processamento e memória muito superiores à nossa.
A combinação dessas características com habilidades econômicas ou sociais permitiria à inteligência artificial controlar o mundo, afirma o matemático.
Um computador com habilidades sociais, por exemplo, poderia processar milhares de discursos políticos, estatísticas e referências culturais rapidamente, escolhendo qual o argumento mais convincente para fazer um eleitor votar em um candidato ou defender certa bandeira política.

E se essa tecnologia for aplicada propagandas de grupos terroristas?
Raciocínio semelhante vale para o mercado financeiro: uma sistema poderia cruzar informações sobre indicadores econômicos, decisões políticas e balanços de empresas de modo mais rápido e mais preciso.
Os defensores dessas tecnologias rebatem dizendo que esses problemas poderiam ser evitados por meio de uma programação ética, que fizesse a máquina sempre optar pela "escolha moral" -como salvar uma vida em vez de um carro.
Mas, segundo Armstrong, é impossível fazê-lo tanto matematicamente quanto "filosoficamente", porque as possibilidades de dilemas éticos são infinitas.
Procurado pela Folha, o professor respondeu que estava em um "retiro filosófico para ter ideias para um controle seguro da IA" e que não poderia comentar.
O físico Stephen Hawking já disse que "o desenvolvimento de uma inteligência artificial pode significar o fim da raça humana".

Ilustração Diogo Cesar/Editoria de Arte

"PERIGOS SÃO IMAGINAÇÃO"
Especialistas em inteligência artificial (IA) são céticos quanto aos cenário catastrófico descrito no estudo "12 Riscos que Ameaçam a Civilização Humana".

"Tem muita imaginação nessa previsão", afirma Heloísa Camargo, coordenadora da comissão de inteligência artificial da Sociedade Brasileira de Computação.
Para Camargo, ainda que exista um risco, as pesquisas ainda estão longe de produzir algo nos moldes narrados pelo estudo.
Jogar xadrez, uma das habilidades mais avançadas de a IA hoje, nem se compara à capacidade de cálculo e ao volume e diversidade de informações necessários para analisar o mercado financeiro.
E, mesmo que cheguemos a esse ponto, ainda poderemos controlar as máquinas porque nenhum sistema é à prova de invasões, afirma a professora da USP Renata Wassermann. "Eu acho muito ficção científica", diz.
Ela diferencia a inteligência "forte" -como imaginada pelo relatório- da "fraca", presente no cotidiano.
Um exemplo de IA fraca é o computador Watson, da IBM, que ganhou o programa de perguntas e respostas americano "Jeopardy" e é usado em pesquisas na área de saúde.
A tecnologia também pode ser a nossa única ferramenta para enfrentar os outros riscos listados no estudo, como os próprios autores afirmam.

domingo, 1 de março de 2015

Religião verde levanta ponta do véu e aparece um panteísmo anti-humano


Gaia: o deus, ou deusa, panteísta onde se desfazem todos os seres individuados
Gaia: o deus, ou deusa, panteísta e caótico onde se desfazem todos os seres individuados


A Associação Ecumênica de Teólogos e Teólogas do Terceiro Mundo (EATWOT ou ASETT) consagrou um número de sua revista “Voices” ao tema “Ecologia profunda, espiritualidade e liberação”, informou a agência ADISTA, que divulga entusiasmada a iniciativa.

Temos insistido neste blog que por detrás da aparência de proteção da natureza, a temática ecológica vem sendo explorada a partir da queda da URSS para operar uma revolução de tipo panteísta, neocomunista e libertária.

Aderiu a esse estratagema a decrépita Teologia da Libertação, que andava precisando de novos ares de mocidade, ou de algum botox ideológico.

Insistimos também que nesse ambientalismo fajuto se esconde uma religião oculta para os não iniciados.

E a matéria publicada por ADISTA fornece claras e patentes provas dessa manipulação.

A revista se sacia no ponto de partida em um dos mananciais mais desconhecidos do movimento “verde” radical. Trata-se da ‘ecosofia’, ou visão espiritual, definida pelo norueguês Arne Naess em 1972.

Para Naess, a ecologia não é o que todas as pessoas pensam, ou seja, um compreensível esforço para proteger belezas e tesouros da natureza, sejam geográficos, vegetais, animais, marítimos, etc.

Não, para a revista que glosa Naess, tal ecologia seria “superficial”, burguesa, que quer defender a natureza mantendo-a a serviço do homem.

Uma ecologia sensata que, sem necessidade de espalhafato, vem aliás sendo praticada nos países de cultura cristã, por exemplo pelos agricultores que melhoram a natureza, a embelezam e fazem-na dar o melhor de si.

Uma teologia panteísta contra Deus
Uma teologia panteísta contra Deus
Não se trata de nada disso. A visão da ‘ecosofia’ ou da ‘ecologia profunda’ exalta uma misteriosa interrelação subjacente entre tudo o que existe.

Essa interrelação poria a desigualdade entre os seres num patamar inferior e nivelaria o homem com qualquer outra forma de vida.

Nessa concepção, seria antiecológico colocar o homem acima do inseto. E se a agricultura mata insetos, ela é antiecológica.

Se o progresso da civilização pede a construção de uma barragem que pode prejudicar um tipo de sapo, a barragem e a civilização se tornam inimigas dessa interrelação panteísta.

A ‘sabedoria verde’ – a ecosofia – ensinaria que um e outro estão tão interconectados, que no fundo seriam como que uma só coisa.

E a interconexão suprema seria Gaia, um ser único com inúmeras manifestações, dentro do qual o homem não valeria mais do que um bacilo dentro do sistema intestinal.

Para justificar essa ideia de fundo evolucionista marxista e pagão, a ‘ecologia profunda’ manipula a ciência.

O importante para os teólogos libertários é “que a nova descrição cósmica que as ciências estão transmitindo, está transformando a consciência da humanidade”.

No que consiste essa transformação da consciência? Os teólogos libertários louvam Thomas Berry, que consideram o ecoteólogo máximo de nossos tempos.

Ele teria apontado essa via: convencer os homens de que eles não são seres individuados, mas pingos sem personalidade que andam dissolvidos num magma panteísta, onde no máximo lhes é concedido um “nicho ecológico” análogo ao de uma formiga na terra.

“A Terra em si mesma e todos os seres viventes e seus elementos anorgânicos constituem uma só comunidade”. O grão de poeira e o homem estão em paridade de condição, aliás como no evolucionismo marxista.

Reconhece-se ao homem apenas um “lugar próprio”: “promover essa comunidade”, isto é, convencer os outros homens de que eles são como que nada, e tudo nivelar com leis, decretos, códigos, impostos, etc. Como faz um mestre budista com seu aluno: tenta convencê-lo de que nada é nada.

O desfazimento dos seres num magma confuso de interrelacionamentos caóticos
A natureza não é o ambiente da “nossa vida autônoma racional”, segundo essa pregação anticristã.

O homem é um mero átomo da natureza. Esta, considerada no todo, é a única que segundo eles tem alma e é consciente de si mesma, como um deus, ou uma deusa.

A “nova espiritualidade ecocêntrica” faz pensar numa espécie de budismo em que o homem tenta se convencer de que ele não é nada e comemora a sua autodestruição como uma “libertação”.

E então, para esses teólogos que se dizem cristãos, onde ficaria Jesus Cristo? Em parte alguma.

Ele teria sido mais um iluminado que pregou, como Buda ou Maomé, o suicídio do homem dissolvido na natureza.

A chamada “hipótese Gaia” de James Lovelock – onde o planeta é tido como um único organismo vivo e a humanidade é tanto ou tão pouco quanto um formigueiro – é o novo Deus.

O homem que se afirma, que tem família, propriedade, cultura, preferências artísticas, estéticas, morais, gastronômicas, etc., é um “egoísta”, uma aberração que deve ser posta de lado, se não eliminada.

E Roger Haight atribui à “espiritualidade ecológica” a missão de “liberar” o homem desse ‘egoísmo’, impulsioná-lo no precipício do nada.

Para isso é necessário mudar até a linguagem religiosa, acrescenta Birgit Weiler, apagando as ideias e imagens que os homens têm de Deus nas suas cabeças, nas suas igrejas e nas suas formas artísticas.

E em seu lugar colocar a arte moderna e contemporânea, como a da Bienal de São Paulo, e apresentar a Deus como esse magma vivo indiferenciado.

“O Deus como grande arquiteto [conclui ele ofensivamente], que deu a todo o Universo criado um plano e um objetivo determinado e definitivo; o Deus que administra o Universo como o grande governante, ou [segundo a sua blasfema imagem] como um marionetista que move as suas marionetes, o Deus patriarca que exerce seu governo sufocante sobre as criaturas”: esse é o Deus [apresentado de modo caricato] que deve ser erradicado do fundo de cada alma e de cada coração.

“Écrasez l’infâme” [esmagai o infame], escrevia Voltaire no fim de suas cartas aos seus colegas de revolução, referindo-se a Jesus Cristo.

A assembleia de teólogos e teólogas verdes e libertários, que se sentem animados pela perspectiva de uma encíclica favorável, parece aplicar essa frase ímpia de Voltaire a todos os seres humanos.
Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Como a Elite Planeja Alcançar a Imortalidade Digital


CEO feminina mais bem paga dos EUA faz "upload" da personalidade de sua parceira em um robô

A Elite está planejando viver no ciberespaço fazendo o upload de seus cérebros clonados para sistemas de computador que acabarão por assumir a forma de robôs artificialmente inteligentes.

Se você acha que isso soa como ficção científica, então dê uma olhada no trabalho de Martine Rothblatt, a transgênero fundadora da Sirius e CEO do sexo feminino mais bem paga dos EUA.

Ela criou uma cópia rudimentar do cérebro de sua esposa e o carregou em um robô realista.

Rothblatt prevê que dentro de 20 anos as mentes clonadas serão a maior invenção da humanidade.

O conceito de clonagem de cérebros de pessoas mortas e reanimá-los em forma física tem sido o enredo de inúmeros filmes de ficção científica e programas de televisão, particularmente a série de tv Black Mirror de Charlie Brooker, a qual retratou um distópico futuro próximo em que uma mulher de luto ressuscita seu marido morto conversando com uma versão online da sua personalidade.

Na trama, este clone é posteriormente transferido para um robô físico semelhante a seu marido, embora a versão clonada seja desprovida de todos os traços intrinsecamente humanos que ela amou outrora.

O futurista Ray Kurzweil prevê um futuro em que os corpos serão substituídos por máquinas no prazo de 90 anos e as pessoas vão se tornar digitalmente imortais.

Kurzweil estabelece o plano para esta utopia transhumanista em seu livro "The Age of Spiritual Machines", o qual previu com precisão a chegada do iPad, Kindle, iTunes, Youtube e serviços sob demanda, como Netflix com anos de antecedência.

Ao longo do livro, Kurzweil se comunica com um personagem fictício chamado Molly que está vivendo através de todos os diferentes períodos de tempo que Kurzweil antecipa, de 2009 a 2099.

Próximo a 2029 Molly descartou seu marido dedicado mas pateticamente humano e escolheu em vez prosseguir uma relação íntima - incluindo a realidade virtual de fornicação - por seu amante de inteligência artificial George - um programa de computador.

Perto de 2099, Molly submeteu seu próprio cérebro a um programa de computador e fundiu-se com George para criar uma mente colmeia - que agora tem relações sexuais consigo mesmo.

Quando Kurzweil questiona 'Molly' sobre se a nova criação deve ou não verdadeiramente representar a Molly original - cujo corpo humano há muito tempo já pereceu e foi substituído por uma projeção de realidade virtual, a mente de colmeia computadorizada  Molly/George fica na defensiva e jura que ela realmente é a Molly original.

O diálogo termina com Kurzweil, basicamente insinuando que ele também gostaria de ter relações sexuais com a assimilação Molly/George, deixando ao leitor a impressão de que a perseguição obsessiva de singularidade de Kurzweil  não é meramente uma tentativa desesperada de se esconder do medo da morte, mas também um tipo estranho de fetiche sexual.

Segundo Kurzweil, os seres humanos que resistem à pressão de se tornar parte da singularidade transhumanista ou são incapazes de se dar ao luxo de fazer isso, serão banidos da sociedade e tratados como cidadãos de segunda classe.

Se você tivesse a escolha ou pode se dar ao luxo de fazer isso, você carregaria a sua própria consciência a um computador? Você compraria uma versão robô clonada de um parente morto?
Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2015/02/como-elite-planeja-alcancar-a-imortalidade-digital.html#ixzz3R6gLw8SV

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A fraude do 2014 “ano mais quente do século” indigna cientistas




Luis Dufaur


O total a pagar no supermercado deu R$ 20,01. Paguei com uma nota de vinte e o caixa ignorou o 0,01. Perguntei-me se com esse centavo eu não teria batido meu recorde de riqueza. Evidentemente, um centavinho é irrelevante.

Mas, indaguei a mim mesmo se continuando a acumular um centavo anualmente chegaria a ficar mais rico que Bill Gates. Mas esse centavo somado a muitos outros não mudarão em nada minha existência.

Ninguém ache que eu estava ficando louco. Na verdade, eu estava raciocinando como ‘aquecimentista’, pois acabava de ler num envelhecido jornal paulista noticia originada na Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) de que a temperatura global da Terra bateu em 2014 o recorde desde que as temperaturas globais começaram a ser registradas, em 1880.


Outros jornais e revistas publicaram matérias análogas. Passo um véu sobre eles para poupá-los da vergonha que exponho a seguir.

A mundialmente conhecida agência espacial norte-americana NASA também produziu uma análise independente com base nos mesmos dados e concluiu o mesmo numa comparação com o período de 1951 a 1980.

Dr. Patrick J. Michaels:
“Pode-se distinguir 58.46° Fahrenheit de 58.45°?
Numa só palavra: NÃO”

A conclusão, aparentemente irrefutável, de que a o aquecimento global da Terra ficou demonstrado e que caminhamos para uma espécie de morte planetária de calor, não estava somente nos jornais e revistas tidos como sisudos.

A informação era reforçada por comentários alarmistas de ONGs militantes “verdes por fora e vermelhas por dentro”, únicos parceiros que esses órgãos de mídia admitem em suas páginas.

Acostumado aos trotes do alarmismo verde, fui procurar fontes científicas respeitáveis. E achei meu centavinho, meu alarmante enriquecimento futuro!

Explico-me melhor.

O astrofísico Dr. David Whitehouse explicou os dados com clareza esfuziante: “Essa fala de um recorde carece de sentido científico e estatístico”. Por quê? A resposta está nos números.

O climatólogo Dr. Patrick J. Michaels, diretor do Centro para o Estudo da Ciência no Cato Institute, jogou no lixo o título de “ano mais quente” atribuído a 2014 com uma pergunta e uma resposta diretas: “Pode-se distinguir 58.46° Fahrenheit de 58.45°? Numa só palavra: NÃO”.

Meu centavinho e o sonho de ficar mais rico que Bill Gates também recebeu um rotundo Não.

Mas meu centavinho vale mais do que a diferença de 0,018º F! Em graus centígrados, a diferença entre 2005 e 2010, recordes anteriores, com 2014 foi de 0,006º graus centígrados, nossa escala para medir o calor.

Tem razão o Dr. David Whitehouse ao falar de irrelevância estatística considerando-se o grau de incerteza levado em conta no trabalho científico.


Judith A. Curry, chefe do Departamento  de Ciências Climáticas do Georgia Tech
Judith A. Curry, do National Research Council's
Climate Research Committee:
“os dados de 2014 essencialmente comparáveis aos de 2005 e 2010
mostram que não houve tendência alguma rumo ao aquecimento”
A climatóloga Dr. Judith A. Curry, membro do National Research Council's Climate Research Committee, disse para o “The Washington Post”:

“Apresentando os dados de 2014 como essencialmente comparáveis com os de 2005 e 2010 enquanto anos mais quentes, está se afirmando que basicamente não houve tendência alguma rumo ao aquecimento ao longo da última década”.

Compreende-se que o físico teórico checo Dr. Lubos Motl, professor na Universidade de Harvard, tenha aconselhado:

“Por favor, ria bem forte quando alguém fala para você que este (2014) foi o ano mais quente”.

O resto é treta midiática, e não pouca, como veremos.

Uma delas provém de uma controvérsia científica: os dados sobre o clima fornecidos pelos satélites divergem dos dados colhidos na superfície da Terra. E divergiram também em 2014, dando azo a manipulações midiáticas.

Os dados da atmosfera colhidos pelos satélites são tidos como mais acertados. E os dados satelitais de 2014 não apontam o ano como “o mais quente do século”. A própria NASA propôs em 1990 que os dados dos satélites deveriam ser adotados como padrão.

Para Marc Morano, ex-diretor de comunicações da Comissão do Senado dos EUA para o Meio Ambiente e Obras Públicas, trata-se de um jogo político e não científico.

“Pretender que foi o ‘ano mais quente’ com base em centésimos de grau é um jeito extravagante para dizer que continua a pausa do aquecimento global”, acrescentou.

O Dr. James Hansen é um dos maiores ativistas
do ‘aquecimento global por causa humana’.
Mas ensinou não ter sentido qualificar os anos
segundo um ranking de “mais quente”.
Até James Hansen, o proeminente líder do ‘aquecimento por causa humana’ e diretor do reputado Goddard Institute for Space Studies (GISS) da NASA, defendia antes de se aposentar, não ter sentido qualificar os anos segundo um ranking de “mais quente”.

Hansen explicou-o com base na diferência observada entre 2010 e 2005, inferior a 2 centésimos de grau Fahrenheit (hoje se faz onda por 0,018F). “Não é importante se 2010, 2005, ou 1998 foram os mais quentes”, reconheceu.

Mas o leitor comum não tem acesso ao mundo científico. E fica à mercê da honestidade da grande mídia ... ou de sua falta de honestidade...

Enquanto escrevia este já longo post, fui procurar atualização de fontes científicas. E encontrei um panorama de desmaiar.

Uma onda de cientistas está acusando a NASA e a NOAA de se “burlarem do público”, de “confundir”, “enganar” e até de “mentir”.

Diante das denúncias dos cientistas, a NASA reconheceu que só tinha 38% de certeza de que o ano 2014 foi o mais quente do século quando emitiu o primeiro comunicado, geralmente vituperado.

E depois, junto com a NOAA, a NASA concedeu que mais provavelmente 2014 não foi o mais quente.

A honestidade dessas agências governamentais está sendo contestada, especialmente por ocultar ao público a incerteza habitual em torno dos dados utilizados para o espalhafatoso anúncio.

O climatólogo Roy Spencer manifestou seu mal-estar pela conduta da comunidade científica no caso. O Prof. Lubos Mott acusou o responsável da NASA, Gavin Schmidt, de ocultar dados, fazendo a mídia publicar mentiras para consumo dos leitores.

A catadupa de imprecações não fica por aqui, mas poupo os leitores devido à extensão do post.

A pena é que a mídia tupiniquim, que fez eco dessa enganação, não publique as matérias certas que corrigem as falsas veiculadas por ela.

P.S.: Peças principais sobre a embromação midiática:

1) O comunicado da NASA que gerou o golpe midiático: “January 16, 2015 – RELEASE 15-010 – NASA, NOAA Find 2014 Warmest Year in Modern Record”

Gavin Schmidt, diretor do Goddard Institute
for Space Studies, da NASA,
responsável do comunicado embromador
cuja margem de erro é de 62%!
2) The Daily Mail de Londres entrevistou a Gavin Schmid diretor do Goddard Institute for Space Studies (GISS), da NASA, responsável pelo comunicado que gerou o boato de 2014 ano mais quente do século.

Schmid respondeu que a probabilidade dessa afirmação ser certa é de 38%, fritando a certeza científica.


3) A Associated Press – AP corrige seu comunicado: “Esclarecimento sobre a história do ano mais quente” (“Clarification: Hottest Year story”)


Algumas outras fontes de informação

(a lista poderia ser ainda muito mais extensa. É fácil achar mais no Google):

NewsBuster: “Cientistas da NASA admitem uma chance de só 38% de 2014 ter sido o ano mais quente enregistado” (“NASA Scientists Admit Only 38% Chance 2014 Was Hottest Year on Record”)

Bretibart News: “Sérias dúvidas sobre o dito da NASA sobre ‘2014 o ano mais quente já registrado’ (“Serious Doubt Cast on NASA’s ‘2014 Hottest Year on Record’ Claim”) 

Forbes: “Esqueça que segundo os registros 2014 pode ser sido o ano mais quente nos últimos anos do 2000” (“Forget 'On Record,' 2014 May Have Been Warmest Year In Last 2,000”)

Bretibart: “2014 não foi o ‘ano mais quente já registrado’. Então por que é que NASA diz isso?” (“2014 Was Not the ‘Hottest Year on Record’. So Why Did NASA Claim It Was?”)