Escrito por Bruce Schneier
| 16 Setembro 2016
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O tamanho e a escala desses experimentos – e especialmente a sua persistência – apontam para governos.
Durante este ano e
talvez também durante o ano passado, alguém vem pondo à prova as
defesas das empresas responsáveis por manter em funcionamento pontos
críticos da internet. Esses experimentos vêm na forma de ataques bem
calibrados, concebidos para verificar com exatidão a capacidade de
defesa dessas empresas e o que seria necessário para derrubá-las. Não
sabemos quem está fazendo isso, mas tudo indica que seja um país de
grande porte. China ou Rússia seriam meus primeiros candidatos. Antes de mais nada,
uma pequena contextualização. Se você quer derrubar uma rede da
internet, o modo mais fácil é por meio de um ataque de negação de
serviço distribuído (DDoS – Distributed Denial of Service). Como o nome
diz, é um ataque concebido para impedir que usuários legítimos tenham
acesso ao site. Há algumas sutilezas, mas basicamente significa enviar
uma quantidade muito grande de dados para o site de modo a
congestioná-lo. Esses ataques não são novos: hackers fazem isso com
sites dos quais não gostam e criminosos têm usado essa técnica como
forma de extorsão. Há todo um setor da economia, com um arsenal de
tecnologias, dedicado à defesa de DDoS. Mas trata-se basicamente de uma
problema de largura de banda. Se o atacante tiver um poder de fogo maior
do que o do defensor, o atacante ganha.
Recentemente, algumas
das maiores empresas que fornecem a infraestrutura básica que mantém a
internet funcionando notaram um aumento de ataques DDoS contra elas. O
pior de tudo é que elas perceberam um certo perfil nos ataques. Esses
ataques são significativamente maiores do que os que elas estão
acostumadas a sofrer. Duram mais tempo. São mais sofisticados. E parecem
experimentos. Numa semana, por exemplo, o ataque pode começar num
determinado nível de força e ir aumentando lentamente antes de parar. E
assim continua, com essas características, como se o atacante estivesse
procurando pelo ponto exato de falha. Os ataques também são
configurados de forma a mapear todas as defesas da empresa. Há inúmeros
modos de lançar um ataque DDoS. Quantos mais vetores de ataque o
atacante empregar simultaneamente, mais defesas diferentes o defensor
tem de empregar para contê-los. Essas empresas têm notado um número
maior de ataques com três ou quatro vetores diferentes. Isso significa
que as empresas têm de usar todos os recursos de que dispõem para se
defender. Elas não podem esconder nada. São forçadas a mostrar a sua
capacidade de defesa ao atacante. Eu não posso dar
detalhes porque essas empresas falaram comigo sob a condição de
anonimato. Mas tudo isso é consistente com o que a Verisign tem
relatado. A Verisign mantém o registro de muitos domínios de topo mais
usados da internet – como .com e .net. Se ela for derrubada, haverá um
blackout global de todos os websites e endereços de e-mail na maior
parte dos domínios de topo comuns. A cada trimestre, a Verisign publica
um relatório de tendências de ataques DDoS. Embora essa publicação não
tenha o nível de detalhe que obtive das empresas com as quais conversei,
as tendências são as mesmas: “no segundo trimestre de 2016, os ataques
continuaram, tornando-se mais frequentes, mais persistentes e mais
complexos”. Há mais ainda. Uma
empresa me falou sobre a variedade de ataques de verificação, além dos
ataques DDoS: ataques testando a capacidade do defensor de manipular
endereços e rotas da internet, visualizando quanto tempo o defensor
demora para responder, e assim por diante. Alguém está testando
exaustivamente as capacidades de defesa essenciais das empresas que
fornecem os serviços críticos da internet. Quem faria isso? Não
parece trabalho de ativista, criminoso ou pesquisador. Mapear a
infraestrutura básica é uma prática comum em espionagem e de serviços de
inteligência. Não é normal que empresas façam isso. Além disso, o
tamanho e a escala desses experimentos – e especialmente a sua
persistência – apontam para governos. Parece um cibercomando militar de
um país tentando calibrar o seu armamento para o caso de uma
ciberguerra. Isso me lembra o programa americano da Guerra Fria, com
aviões sobrevoando a União Soviética a alta altitude para forçar a
ativação dos sistemas de defesa aérea soviéticos a fim de mapear a sua
capacidade. O que podemos fazer?
Na realidade, nada. Não sabemos de onde os ataques vêm. Os dados que eu
tenho sugerem a China, a mesma avaliação das pessoas com quem conversei.
Por outro lado, nesses tipos de ataques é possível dissimular o país de
origem. A NSA, que tem mais vigilância no backbone da internet do que
todo mundo junto, provavelmente tem uma ideia melhor mas, a menos que os
EUA decidam causar um incidente internacional, não veremos nenhuma
manifestação por parte do governo americano. Mas isso está acontecendo. E as pessoas devem saber. https://www.schneier.com/
Se por acaso pensas que o propósito final do movimento ambientalista é o
de parar com as "mudanças climáticas causadas pelo ser humano", levando
a que as pessoas conduzam carros elétricos taxando as empresas devido
às suas emissões de carbono, então tens que rever o que pensas.
Um documentário recente revela que os planos dos "tree-huggers"
[literalmente, "abraçadores de árvores"] é o de "salvar o planeta"
reduzindo de modo drástico a população humana - talvez até 90% da
população humana.
“The War on Humans” [A Guerra Contra os Humanos] é um filme de 30
minutos produzido pelo "Discovery Institute", grupo de reflexão sediado
em Seattle [EUA] que lida com tópicos tais como a ciência, a cultura e a
bioética. No filme, o diretor John West revela o lado sombrio do
ambientalistas extremistas Americanos, que rejeitam a ideia do ser
humano ter um lugar especial na natureza, acima dos "animais
não-humanos".
Mais propriamente: os extremistas acreditam que o ser humano é a "praga
do planeta" e que a única cura possível é um gigantesco despovoamento.
Para atingir este plano ambicioso, os radicais desenvolveram uma
estratégia a longo plano, tal como o filme "War on Humans" revela.
A Fase Um é composta por propaganda feita com o propósito de levar as
pessoas - especialmente as crianças em idade escolar e os universitários
- a aceitar a premissa de que os seres humanos não são inerentemente
melhores que as outras espécies [ed: daí a importância da teoria da
evolução], e de que facto, os humanos podem até ser piores visto às suas ações egoístas são responsáveis por destruir o planeta.
Para atingir esse fim, os ambientalistas têm usado o sistema educacional
da nação como forma de convencer a geração seguinte de que a atividade
humana é a causa única para as alterações climáticas. Eles têm também
comunicado a mensagem de que "os humanos estão a destruir o planeta"
através de filmes tais como o recente filme "Noé" (2014). O propósito
aparente é o de levar a geração seguinte a pensar duas vezes antes de
fazer filhos.
Ao fazer duma vida sem filhos algo "moderno", em voga e ambientalmente
"responsável", os ambientalistas radicais acreditam que podem atingir os
seus planos de despovoamento mundial através da atividade voluntária.
(Isto explica também a obsessão contínua dos progressistas pela expansão
do acesso à pílula, particularmente através do assim chamado Affordable
Care Act.) Dar aos animais o direito de processar A
Fase Dois do plano dos extremistas é onde o filme “The War on
Humans”fixa a maior parte da sua atenção, explicando que o esforço para
atingir o despovoamento depende dos tribunais Americanos darem aos
animais e à natureza direitos constitucionais.
Eis como as coisas funcionam: Se os extremistas conseguirem convencer os
juízes de que os animais têm os mesmos direitos que os seres humanos -
provavelmente fundamentando esta posição no facto deles sentirem dor ou
terem algum tipo de auito-consciência - então os animais terão posição
legal nos tribunais, e a habilidade de processar (claro que com a ajuda
dos seus "amigos" humanos) como forma de ver os seus "direitos"
protegidos.
Tais acções legais podem fechar fazendas e todas as atividades
relacionadas com animais, e podem impedir o desenvolvimento de terras -
para habitação, uso industrial ou produção de energia - com o
fundamento de que iria matar animais e arruinar os seus habitats.
Mesmo que os ambientalistas não sejam bem sucedidos nas suas ações
legais, o custo da litigação pode levar os agricultores e os fabricantes
à bancarrota - ou elevar o custo dos seus produtos o que os tornará
menos apelativos para os consumidores.
Isto resultará na danificação e na diminuição da economia Americana. Os
custos de vida aumentarão de modo brutal, o que tornaria financeiramente
impossível a educação duma família grande - ou até mesmo duma família
pequena. Dito de outra forma, a miséria econômica causada pelas ações
legais centradas nos "interesses dos animais" iriam suprimir a
reprodução humana, e, desde logo, avançado os propósitos de
despovoamento dos ambientalistas radicais.
Isto pode ter a aparência de conspiração forçada, mas, tal como o filme
“The War On Humans”ressalva, mais de 100 das melhores faculdades de
Direito têm clínicas de advocacia dos direitos dos animais. Isto é um
bom indicador de que o movimento que visa conferir uma posição legal aos
animais crescerá e tornar-se-á ainda mais poderoso nos anos que se
aproximam.
Um desses esforços está atualmente a ser levado a cabo no sistema judicial de New York.
O "The Independent" reporta
que em Dezembro último Steven Wise, advogado centrado nos "direitos dos
animais" e líder do "Nonhuman Rights Project", “solicitou citações de
habeas corpus - usados para se obter a liberdade de quem foi ilegalmente
detido - em nome de 4 chimpanzés do estado de New York”. Se Wise for
bem sucedido, escreve o The Independent, isso "enviará ondas de choque
legais por todo o mundo". Wise diz que continuará a dar
entrada a este tipo de ações legais até que um juiz confira direitos
constitucionais aos animais -e, por extensão, à natureza. Ensinem bem as vossas crianças John
West, diretor do filme "The War On Humans", diz à EAG news que a melhor
maneira dos Americanos resistirem estes esforços destrutivos é o de
explicar aos filhos o perigo do extremismo ambientalista. "As pessoas
com mais de 35 ou 40 anos tendem a assumir que os seres humanos são
únicos e dignos de respeito", diz West, acrescentando que isto faz parte
do legado dos movimento pelos Direitos Civis.
No entanto, diz West, há u crescente contingente de Americanos abaixo
dos 3 anos que está a reverter a ideia da posição única do ser humano -
acima de todas as outras formas de vida.
Muitos destes jovens não aceitam ouvir as críticas aos ambientalistas
radicais porque foram enganados por Hollywood e pelo sistema de ensino, e
levados a acreditar que quem quer que se oponha ao movimento "verde" e
às suas políticas não se preocupa com a proteção do planeta, e nem quer
tratar os animais duma forma humana. West afirma que os pais têm que
explicar as filhos que esta é uma falsa escolha:
Os pais têm que ser proativos e
começar a discutir estas coisas com os filhos. Não assumam que os vossos
filhos terão os mesmos pontos de vista e o mesmo senso comum que vocês
têm. Os pais acreditam que através da osmose, os seus filhos irão ter a
mesma visão que eles. Não, eles não terão.
Os pais têm que separar algum tempo para partilhar as suas crenças com
os seus filhos, e serem capazes de responder às suas questões. West diz
que isto irá desenvolver habilidades de pensamento crítico nos filhos -
que eles irão precisar para navegar através de toda a propaganda
ambientalista que irão encontrar na escola secundária e na universidade.
A cena do filme mais apreciada por West mostra humanos a salvar um cão
que havia caído através de gelo para dentro de água gelada:
O facto de pessoas terem tencionado
salvar um cão diz muito do ser humano. Eles tomaram a decisão consciente
de salvar um membro de outra espécie, algo que nenhum outro animal faz.
Isto é a marca do ser humano e isso revela o quão únicos nós somos.
O filme “The War on Humans” pode ser visto no YouTube, e o mesmo é
baseado no eBook de Wesley Smith com o mesmo nome; o livro pode ser
comprado através da Amazon.com.
Como se não fosse suficientemente mau o facto do ambientalismo radical
ser uma ideologia que ataca a própria existência da espécie humana,
ficamos a saber entretanto que um dos mais famosos grupos ambientalistas
do mundo, a Greenpeace, é financiada pela família Rockefeller, algo confirmado mais tarde pela própria Greenpeace.
Ou seja, os ambientalistas afirmam combater o "capitalismo" e as
"companhias petrolíferas" ao mesmo tempo que recebem elevadas somas de
dinheiro de famílias capitalistas e entidades petrolíferas.
Para além disso, a PETA, organização que alegadamente "defende" os "direitos" dos animais, mata 95% dos animais ao seu "cuidado".
Urge perguntar: o que é que eles fazem com os donativos? Resposta:mais
ou menos o mesmo que todo o líder esquerdista faz com o dinheiro que os
idiotas úteis lhes enviam, isto é, guardam para si, e pouco ou nada
fazem em favor da causa que gerou o donativo.
O ambientalismo de maneira nenhuma está envolvido com o bem estar dos
animais, da mesma forma que o feminismo não está minimamente relacionado
com os interesses genuínos das mulheres, e da mesma forma como o ativismo homossexual não reflete o que a maioria dos homossexuais
quer.
Todas estas ideologias são fachadas que a Esquerda militante usa para
levar a cabo o plano de Antonio Gramsci e da Escola de Frankfurt de
subversão cultural (destruição da civilização Ocidental).
União Europeia: uma perversidade econômica e moral
Um entrevista comHans-Hermann Hoppe para o semanário polonês Najwyższy Czas!
Qual é a sua leitura da Europa Ocidental atual e, particularmente, da União Europeia?
Atualmente,
todos os grandes partidos políticos da Europa Ocidental,
independentemente dos seus nomes e de seus programas partidários, estão
essencialmente comprometidos com a mesma ideia, o socialismo
democrático. Eles usam as eleições democráticas para legitimar a
tributação de pessoas produtivas em benefício daquelas que são
improdutivas. Eles taxam as pessoas, que ganharam seus salários e
acumularam riqueza através da produção de bens e serviços, adquiridos
voluntariamente por consumidores (e, é claro, especialmente os mais
“ricos” dentre estes), e depois eles redistribuem o produto deste saque
entre eles mesmos, ou seja: o estado democrático que eles controlam, ou
esperam controlar, e os seus diversos aliados políticos, seus
partidários e potenciais eleitores.
Eles não designam essa
política pelo seu nome apropriado: a punição dos produtivos e a
gratificação dos improdutivos, é claro. Isso não seria algo muito
popular. No lugar disso, eles batem na tecla do sempre popular
sentimento de inveja e alegam cobrar impostos dos poucos “ricos” para
poder manter os tantos “pobres”. No entanto, a verdade é que essa
política leva mais e mais pessoas produtivas a ficarem mais pobres,
enquanto que um sempre crescente número de pessoas improdutivas fica
mais rico.
Mas e a União Europeia?
Quando
olhamos para a União Europeia vemos que a coisa fica ainda pior. A
União Europeia é o primeiro passo para a criação de um super-estado
europeu e, por fim, de um governo mundial, dominado pelos EUA e seu
banco central, o FED. Desde os seus primórdios e apesar de todas as
pomposas declarações contrárias, a União Europeia nunca teve a ver com
livre comércio e competitividade. Caso fosse este o caso, não haveria
nenhuma necessidade de centenas e centenas de páginas de regras e
regulações! Muito pelo contrário, o propósito central da União Europeia,
apoiada o tempo todo pelos EUA, sempre foi o enfraquecimento da
Alemanha como carro chefe da economia europeia. Para viabilizar isso, a
Alemanha foi arrastada para uma onda de culpa que não parece ter fim e,
então pressionada a transferir cada vez mais a sua já limitada soberania
(em comparação com os EUA) para a União Europeia em Bruxelas. É
especialmente digno de nota que a Alemanha esteja perdendo a sua
soberania monetária e que esteja abandonando a sua moeda
tradicionalmente “forte”, o marco alemão, em favor do euro “fraco”,
emitido pelo Banco Central Europeu (BCE), composto em sua esmagadora
maioria pelos banqueiros centrais politicamente conectados dos países
que possuem tradicionalmente moedas “fracas”.
A União Europeia, portanto, se caracteriza por três dos seguintes elementos:
Primeiro:
a harmonização entre a estrutura de tributação e regulação ao longo de
todos os países-membros, com o objetivo de reduzir a competição
econômica e especialmente a competição de impostos entre os diferentes
países, tornando todos os países igualmente não competitivos.
Segundo:
além da perversidade econômica e moral de cada país ao punir os
produtivos e subsidiar os improdutivos, adiciona-se uma nova camada de
redistribuição internacional de renda e riqueza. Agora os países com
melhor performance econômica, como a Alemanha e aqueles do norte da
Europa, são punidos, enquanto se recompensa os países com performance
pior do ponto de vista econômico (a maioria do sul do continente),
tornando, portanto, a performance econômica de todos os países
igualmente pior.
E, terceiro, de importância cada vez maior,
especialmente durante a última década: de forma a superar a crescente
resistência, em diversos países, contra a transferência de soberania
para Bruxelas, que vem aumentando em ritmo constante, a União Europeia
está em uma cruzada com objetivo de erodir e, por fim, destruir, todas
as identidades nacionais e toda a união cultural e social que existe nos
diversos países. A ideia de nação e de identidades nacionais e
regionais vem sendo ridicularizada enquanto o multiculturalismo é
aclamado como uma “bênção” inquestionável. Assim como a promoção da
garantia de privilégios legais e de “proteção especial” a todos, exceto
aos homens brancos, heterossexuais e, especialmente, aos homens casados e
com famílias (que são pintados como “opressores” históricos e
portadores de dívidas a serem compensadas, com todas as outras pessoas,
suas “vítimas” históricas.) – eufemisticamente chamadas de políticas
“antidiscriminação” ou “afirmativas” – minando sistematicamente a ordem
social natural. A normalidade é punida, enquanto se premia a anomalia e
o desvio.
Podemos dizer então que os políticos da União Europeia são ainda piores que aqueles que operam os assuntos nacionais?
Sim
e não. Por um lado, todos os políticos democráticos, sem exceção, são
demagogos desinibidos moralmente. O título de um de meus livros em
alemão é “A competição dos pilantras”, o que capta a essência
do que a democracia e os partidos políticos democráticos são. Nesse
aspecto há muito pouca ou nenhuma diferença entre as elites políticas de
Berlim, Paris, Roma etc., e aqueles que estão comandando o show em
Bruxelas. De fato as elites da União Europeia são tipicamente compostas
de políticos que já foram, com a mesma mentalidade dos seus pares
domésticos, em busca de salários extremamente extravagantes, benefícios e
pensões amplamente distribuídos pela UE.
Por outro lado, as
elites da UE são piores que os seus camaradas políticos nacionais, é
claro, no sentido de que as suas decisões e regras prejudicam um número
significativamente maior de pessoas.
Então qual é a sua previsão para o futuro da UE?
A
UE e o BCE são uma monstruosidade econômica e moral, e uma violação do
direito natural e das leis da economia. Você não pode punir de forma
contínua a produtividade e o sucesso e premiar a falta de iniciativa e o
fracasso sem causar um desastre. A UE irá passar por diversas crises
econômicas sucessivas e, por fim, irá quebrar. O Brexit, que acabou de
ocorrer é apenas o primeiro passo do inevitável processo de
desconcentração e descentralização políticas.
Há algo que um cidadão comum possa fazer nesta situação?
Em
primeiro lugar, em vez de engolir a ladainha pomposa dos políticos
sobre “liberdade”, “prosperidade”, “justiça social” etc., aprender a
enxergar a UE como ela realmente é: uma gangue de super picaretas que
aumentam o seu poder e sua riqueza às custas de pessoas produtivas. Em
segundo lugar, as pessoas devem aprender a desenvolver uma visão clara
da alternativa ao pântano atual: não um super estado europeu nem mesmo
uma federação de estados nacionais, mas uma visão de uma Europa formada
por centenas de Liechtensteins e cantões suíços, unidos entre si através
do livre comércio e em competição uns com os outros, na tentativa de
oferecer as condições mais atrativas para que pessoas produtivas ali
permaneçam ou se mudem para lá.
Você poderia traçar um paralelo entre os EUA e a situação atual da Europa?
A
diferença entre a situação da Europa Ocidental e dos EUA é muito menor
do que geralmente se considera de cada lado do oceano Atlântico. Em
primeiro lugar, os acontecimentos na Europa desde o fim da Segunda
Guerra Mundial foram observados de perto, guiados e manipulados, quer
fosse através de ameaças ou mediante pagamento de subornos, pelas elites
políticas de Washington, a capital dos EUA. De fato, a Europa
tornou-se em sua essência um vassalo, um satélite, um dependente dos
EUA. Isso pode ser observado, por um lado, pelo fato de que atualmente
tropas americanas estão posicionadas por toda a Europa, até a fronteira
russa. E por outro lado, pode-se observar a contínua romaria das elites
políticas europeias em direção a Washington, realizada de forma mais
regular e mais zelosa do que qualquer peregrinação muçulmana até Meca,
com o objetivo de receber as bênçãos de seus mestres. Isso ocorre em
especial com a elite política alemã, cujo complexo de culpa neste meio
tempo assumiu o status de uma espécie de doença mental. Os alemães se
destacam por sua covardia, subserviência e solicitude.
Já em
relação aos assuntos domésticos dos EUA, ambos europeus e americanos
estão geralmente errados. É frequente que os europeus ainda enxerguem os
EUA como a “terra da liberdade”, do individualismo inabalável e do
capitalismo sem barreiras ou entraves. Enquanto que os americanos, desde
que eles saibam ou aleguem saber qualquer coisa que seja, sobre o mundo
que existe além dos EUA, frequentemente enxergam a Europa como um local
de socialismo desenfreado e coletivista, completamente alheio ao seu
próprio “American way”. De fato não existe uma grande diferença
entre o assim chamado “capitalismo democrático” dos EUA e o “socialismo
democrático” europeu. Seguramente, os EUA sempre tiveram mais e mais
proponentes vocais do capitalismo de livre mercado, ainda é capaz de
atrair muitos dos melhores e mais brilhantes do mundo e, de fato, a
porcentagem de imposto americano em relação ao PIB fica atrás da maioria
dos países europeus – mas nem tanto assim. Na realidade está mais alta
do que a da Suíça, país que não é membro da UE, por exemplo. E no que se
refere a dívida do governo americano como uma porcentagem do PIB, esta é
na realidade mais alta do que a da maioria dos países europeus e coloca
os EUA na mesma categoria econômica do que países como a Grécia, por
exemplo. Também é verdade que: nos EUA você ainda pode dizer quase tudo
o que você quiser sem ter que temer um processo criminal, enquanto que
tomar tal liberdade na maior parte da Europa pode muito bem te colocar
na cadeia. No entanto a doença do “politicamente correto”, da “não
discriminação” e da “ação afirmativa”, que está atualmente se alastrando
no mundo ocidental como uma epidemia é, de fato, originária dos EUA.
Isso começou em 1960, com a assim chamada legislação dos “direitos
civis” e foi lá mesmo nos EUA, que ela tomou maior vulto e atingiu os
seus maiores excessos e graus de absurdez. Dessa forma, embora dizer a
coisa politicamente incorreta não faria com que você fosse preso nos
EUA, você teria a sua carreira destruída quase que certamente, e de
forma ainda pior, do que em qualquer país europeu.
E quanto à
política externa americana: subitamente as elites políticas dos EUA
começaram a convidar o terceiro mundo a vir para os EUA, e muito antes
que as mesmas políticas “multiculturais” fossem adotadas também na
Europa, essas mesmas elites conduziram uma política agressiva de invasão
mundial e atacaram, apenas nas décadas mais recentes, o Afeganistão,
Paquistão, Iraque, Líbia, Síria, Sudão, Somália e o Iêmen, causando a
morte de centenas de milhares de civis inocentes e gerando uma onda de
terrorismo islâmico, em grande parte custeado pela Arábia Saudita, com
quem as elites políticas alimentam uma relação de extrema cordialidade.
Por
fim, como você avalia o sucesso econômico dos ex países comunistas,
como a China, que combinam ditaduras de um só partido com mercados
parcialmente livres?
O sucesso econômico de um país
depende de três fatores interdependentes: a segurança da propriedade
privada e dos direitos de propriedade, a liberdade de contrato e de
comércio e a liberdade de associação e desassociação – e, é claro, da
diligência, inteligência e perspicácia de seu povo. Cada um dos estados
do mundo, uma vez que depende de tributos para o seu próprio
financiamento age através da violação desses requisitos. Mas essa
violação pode ser maior ou menor e mais ou menos abrangente. Isso
explica o relativo sucesso de alguns países e o fracasso de outros. A
organização interna de um estado, quer seja uma ditadura de um só
partido ou uma democracia pluripartidária, é essencialmente irrelevante
neste aspecto. De fato, como o exemplo recente da Venezuela nos
demonstra vividamente, a democracia e a eleição democrática pode muito
bem levar a quase completa abolição dos direitos de propriedade privada e
ao fim da liberdade contratual e comercial e resultar em um espetacular
colapso econômico.
Da mesma forma, comparativamente a performance
econômica da China x Índia é instrutiva neste aspecto. Enquanto que a
Índia moderna, já há 70 anos, é governada democraticamente, a China
moderna foi governada o tempo todo por uma ditadura comunista mono partidária, aproximadamente metade do tempo, na era do Mao por um
partido comunista ortodoxo, e na segunda metade por um regime
reformista-comunista “liberal”. O resultado? Ambos os países ainda se
encontram desesperadamente pobres, de acordo com as medidas dos padrões
ocidentais, indicando que ambos os governos mostraram pouco ou nenhum
respeito à propriedade privada e seus direitos. Mas: enquanto que a
situação econômica estava igualmente desesperadora em ambos os países
até o início dos anos 1980, desde então, com o surgimento do “comunismo
reformista” na China, o PIB chinês ultrapassou bem e ficou
significativamente acima do PIB da Índia, indicando uma maior liberdade
econômica comparativamente na China e/ou uma população chinesa média
mais brilhante e mais diligente.
Concluindo: não confie em uma
democracia, mas você tampouco deveria confiar em uma ditadura. Prefira
confiar em uma descentralização política radical, não apenas na Índia e
na China, mas em todo e qualquer lugar.
Vigilância de Vizinhança Inteligente em 2025: Sistema Biométrico De
Detecção De Intrusão, Armas De Energia Dirigida E Drones observando seu
Telhado - Este será o Controle Total 666
Um novo
relatório encomendado pela maior empresa de segurança em casa dos
Estados Unidos, ADT, oferece uma pré-visualização de um futuro que faz
os métodos de segurança de hoje parecer ser a Idade da Pedra, por
comparação. E poderia chegar a tempo tão pouco quanto dez anos.
A maioria
das pessoas tornaram-se aclimatadas para as seguintes tecnologias
aparentemente díspares que estão se tornando parte da vida cotidiana:
drones, câmeras de vigilância, identificação biométrica e tecnologia inteligente para a casa
. Enquanto as pessoas se tornaram mais conscientes de como o governo
tem argumentado para o uso desses sistemas para combater a ameaça sempre
presente do terrorismo, eles não imaginaram como isso irá eventualmente
escorrer para uma experiência comum do consumidor, nem que eles
provavelmente esperam uma completa síntese de estar disponível na ponta
dos dedos.
Talvez
a familiaridade não gere desprezo quando se trata de segurança pessoal,
no entanto. O relatório encomendado pela ADT de pesquisadores de
segurança e consultores, Futurizon
, pinta um retrato de uma população assustada onde um total de 60% das
pessoas não se sentem seguras em sua própria casa e provavelmente vai
abraçar novas soluções oferecidas pelas tecnologias de vigilância e de
identificação avançadas.
O método
mais iminente que Futurizon vislumbra é aquele que emprega o
reconhecimento facial. Isto, obviamente, já está disponível, mesmo em
toda a cidade, em lugares como a cidade de Nova York Anel de Aço
. O mesmo conceito pode ser usado nos bairros equipados com câmaras de
segurança ligadas a uma base de dados de criminosos conhecidos. Mediante
esse "criminoso" entrando em um bairro, um alarme seria acionado que
poderiam remover a ameaça antes de um ato poder ser praticado: pré-crime.
No
entanto, porque os avisos de pré-crime podem não ser suficientes, o estudo
prevê que a próxima fase seria empregar armas de energia dirigida virtuais -
neste caso, o som de baixa frequência ou sistemas de luz que poderia
perturbar fisicamente o intruso. No mínimo, os pesquisadores ver o
potencial para o sistema de segurança para falar com o intruso e
informá-los (pelo nome) que eles foram identificados e estão sendo
monitorados.
Se isto
não é o suficiente de um impedimento e o intruso consegue continuar o
progresso para a frente, sistemas de propriedade, tais como pistolas
contendo um produto químico poderiam marcar o intruso com o sistema de
alerta geral acionando o lançamento de drones do telhado para capturar vídeo e
talvez iniciar prisão por robôs guardas policiais estacionados nas
proximidades.
Enquanto
algumas pessoas podem concluir que cada um tem o direito de defender a
sua propriedade privada como bem entender, ou mesmo cooperar com os países
vizinhos para assistir a sua comunidade, seria bom lembrar que em um
mundo impulsionado por dados e comunicações ligados, o aparelho torna-se
uma rua de duas vias; tudo o que pode ser recebido pode também ser
transmitido. Uma vez que a sociedade está coberta por se acredita ser um
aparato de segurança privada, torna-se muito mais fácil para o
abrangente Estado tecnocrático centralizar esses sistemas e inverter a sua utilização para
apontar para dentro, para o controle e não para fora para proteção.
Desta forma, estamos muito provávelmente no caminho para a construção de
nossa própria prisão.
Por
favor, veja o vídeo abaixo que mostra primeira fase deste programa, onde
a casa inteligente está ligada à segurança da ADT. Você está ansioso
para as próximas fases como nós conduzimos até 2025?Por favor, deixe
seus comentários abaixo.
a Principal Source:
Crédito
de imagem : Instituto Tecnológico de Aeronáutica retrato do sistema
eSurv: "O sistema baseado em nuvem recolhe dados de vigilância de
câmeras de segurança, drones, Google Glass usado por agentes de
vigilância e quaisquer outros sensores de segurança localizadas em torno
de uma cidade que estão ligados ao sistema. "
Real Agenda
Os avanços da tecnologia não deveriam ser arriscados.
Os consumidores devem exigir que a sua privacidade e a sua segurança
sejam protegidas.
Imagine um mundo onde você está conectado a qualquer
coisa onde e quando quiser. Imagine um mundo onde você não tem que
pensar sobre o que você quer, porque a Internet das Coisas (IdC) está aí para pensar por você.
Os proponentes de uma sociedade onde todo mundo está
conectado a tudo, o tempo todo, são a conveniência e a conectividade
contínua que, supostamente, tornarão sua vida mais fácil e mais
agradável.
Os detalhes que esses defensores costumam deixar de
fora são a segurança e a privacidade e, quando são mencionados, são
dispensados como sem importância ou são tratados como algo que se
resolverá por si.
Na verdade, o único impedimento que os proponentes da
IdC veem como um obstáculo à sua aquisição completa é o preço. Eles
destacam como o hardware utilizado para nos manter conectados hoje em
dia é inovador, mas, também, como as pessoas se recusam a pagar preços
elevados por tais serviços.
Ser parte da IdC está na moda. “As
pessoas estão se conectando com produtos e serviços nos dias de hoje não
apenas por aquilo que fazem, mas pelo que dizem sobre eles. A
tecnologia está se tornando tanto um assunto de identidade pessoal
quanto de hardware e silício “, diz Christopher Caen.
De acordo com Caen, no futuro, conveniência e
utilidade vão superar preço. Ele diz que as preocupações com preço “não
levam em conta a conveniência, valor ou, mais importante, o poder da
identidade.”
Ele está certo. Muitas pessoas compram coisas não
porque precisam ou porque são baratas, mas porque está na moda. Há uma
série de exemplos que podemos citar: smartphones, fones de ouvido,
carros, roupas e muito mais. Portanto, aqueles que procuram impor o
controle total sobre a população podem contar com a ignorância e o vazio
de uma grande maioria que vão fazer qualquer coisa para conseguir o
mais recente eletrônico para mostrar que estão na moda.
A ideia usada por aqueles que são a favor da IdC é
que, como Caen aponta, “todo esse hardware fabuloso será centrado em
você, seus dados e sua identidade.” Se você acha que selfies são um
sinal de egocentrismo e arrogância, espere até que milhões de idiotas
percebam que há um novo nirvana esperando por eles. De acordo com Caen, é
sobre a tecnologia ser capaz de nos cheirar, nos sentir e fazer tudo o
que gostamos. É um orgasmo tecnológico. E quanto à segurança e privacidade?
Enquanto os loucos por tecnologia salivam enquanto
esperam que o seu carro os cumprimente cada vez que entrem, avisem a
temperatura certa para a cabine ou a velocidade em devem dirigir, as
pessoas que ainda querem ter o comando total de suas vidas estão
preocupadas com dois aspectos que são verdadeiros problemas quando se
trata da Internet das Coisas.
Falta de segurança e violações de privacidade são dois
fatos muito reais que impedem as pessoas de embarcarem no trem da
alegria da Internet das Coisas.
“Aparelhos domésticos com
termostatos inteligentes, geladeiras e máquinas de lavar. Dispositivos
de segurança, como câmeras de segurança em casa e babás eletrônicas e
dispositivos de saúde, como bombas de insulina e aparelhos de
marcapasso. E todos nós sabemos dos rastreadores fitness e relógios“, explica Cate Lawrence.
Todos os dispositivos acima citados foram comprovados
inseguros. Alguns deles foram hackeados e, no caso dos rastreadores
fitness e dos relógios, eles “compartilhavam” informações pessoais com
seus fabricantes sem o consentimento dos usuários.
De acordo com Lawrence, “há casos notificados de pais descobrindo hackers observando e conversando com seus filhos durante a noite.”
Em Nova York, o Departamento de Assuntos do Consumidor investigou a
falta de segurança de monitores de bebê. Intimações foram emitidas a
quatro fabricantes de monitores de vídeos de bebê e a Comissão Federal
de Comércio emitiu alertas sobre violações de segurança desses
dispositivos.
“Há uma abundância de dispositivos
sem câmeras que são vulneráveis a ataques. Do Toyota Prius a bombas de
insulina e chaleiras wi-fi. Alguns são hackeados somente para demonstrar
que é possível fazê-lo em vez de malícia, mas ainda é coisa séria “, revela Lawrence.
Drones, os veículos aéreos não tripulados, usados
tanto para fins recreativos e militares, foram hackeados. O que mais as
pessoas que descartam preocupações de segurança e privacidade precisam
como prova para iniciar um fórum adequado para a discussão? “Não é
absurdo que uma pessoa que compre um dispositivo e o utiliza de acordo
com as instruções do fabricante tenha o direito de privacidade,
segurança e uma garantia de ser livre de hackers”, insiste Lawrence.
Enquanto a maioria dos que seguem a moda concentram
sua atenção na conveniência e no status que vão ganhar por possuir um
dispositivo conectado à IdC, eles são completamente alheios à sua falta
de segurança e privacidade. Nem mesmo a existência de legislação que
pede que os fabricantes criem dispositivos com uma garantia de segurança
e privacidade tem sido suficiente para fazer tais questões relevantes.
Um relatório publicado pela Comissão Federal do Comércio em 2015 já pede
que os fabricantes forneçam a segurança mínima e privacidade para os
usuários:
* Construir a segurança em dispositivos no início e não como uma reflexão tardia no processo de desenho;
* Quando um risco de segurança é identificado, considerar uma estratégia
de “defesa em profundidade”, pelo qual várias camadas de segurança
podem ser usadas para se defender contra um risco particular;
* Considerar medidas para manter os usuários não autorizados a acessarem
o dispositivo de um consumidor, dados ou informações pessoais
armazenadas na rede;
* Monitorar dispositivos conectados em todo o seu ciclo de vida e,
sempre que possível, fornecer correções de segurança para cobrir os
riscos conhecidos.
Lawrence fornece um exemplo claro de negligência do fabricante quando se trata de respeito de privacidade e falta de segurança:
“A Comissão Federal de Comércio
apresentou uma queixa contra a fabricante de câmera de segurança
TrendNet por, supostamente, apresentar, erradamente, seu software como
“seguro”. Na sua denúncia, a Comissão alegou, entre outras coisas, que a
empresa transmitiu credenciais de login de usuário em texto simples
através da Internet, armazenou as credenciais de login em texto claro
nos dispositivos móveis dos usuários e não testou as configurações de
privacidade dos consumidores para garantir que vídeos marcados como
“privado” seriam, de fato, privado".
No caso da TrendNet, hackers conseguiram acessar os
dispositivos em transmissões ao vivo, bem como câmeras de vigilância
privadas mantidas por indivíduos em suas casas.
Talvez, algo pior do que a falta de regras para os
fabricantes é a intervenção do governo decidindo o que é seguro e o que
não é. A lei de Segurança e Privacidade em seu carro (SPY Car) permite
que o governo estabeleça padrões, através de um sistema de
classificação, sobre como um carro ‘protege os passageiros “. Tal
legislação é mais um passo para deixar a inteligência artificial (IA),
não um ser humano, decidir o que é melhor.
Entre muitas das recomendações previstas na lei estão:
* Exigência de que todos os pontos de acesso sem fio
no carro estejam protegidos contra ataques de hackers, avaliados por
meio de testes de penetração;
* Exigência de que todas as informações coletadas estejam devidamente
protegidas e criptografadas para impedir o acesso indesejado; e;
* Exigência de que o fabricante seja capaz de detectar, comunicar e responder a eventos de hackers em tempo real.
* A partir de hoje, nenhum fabricante de dispositivos pode alegar que os
seus produtos são completamente seguros de pirataria ou vigilância
ilegal, o que torna irônico que o governo peça exatamente isso às
empresas. Então, qual é o perfil do usuário das atuais formas de tecnologias da Internet das Coisas?
Quando entrevistado sobre o papel da IfThisThenThat
(IFTTT), a ferramenta popular que permite que os dispositivos se
conectem à internet para realizar uma tarefa simples, Linden Tibbets, o
presidente e co-fundador, explicou que as pessoas que o usam geralmente
procuram maneiras criativas para controlar seus dispositivos e ter a
capacidade de adaptar o ambiente às suas necessidades.
“Neste momento, é, geralmente,
alguém que está procurando obter algo mais dos serviços que têm. Pessoas
que têm alguma experiência profunda com um ou dois ou três serviços
individuais, tais como Gmail ou Google Calendar, Facebook, ou, talvez,
alguém grande em esportes e ESPN”, disse Tibbets.
Quando perguntado sobre o futuro da IFTTT e outras
ferramentas à medida que se tornam parte da Internet das Coisas, Tibbets
explicou que o movimento é em direção da chamada SmartHome. “A
SmartHome é incrivelmente popular e nós vamos ver uma tonelada de
canais conectados. Temos, agora, mais de 70 canais de SmartHome
conectados, mas vamos ver esse número explodir … A SmartHome é um
pequeno pedaço da excitação geral em torno da Internet das Coisas", confessa.
Uma casa que está conectada à internet através de
sensores ou aparelhos é a instância ideal para hackers e agências
governamentais com poder ilimitado para vigiar aqueles que decidam
adotar a Internet das Coisas como o futuro da vida e sociedade. Tibbets
explicou que o objetivo de sua empresa é “permitir experiências agradáveis para seus consumidores”.
Não se engane, estar conectado à internet durante todo
o dia não é somente conveniente; é um sonho para qualquer um que
aprecia a tecnologia. No entanto, aqueles que procuram viver o resto de
suas vidas conectado à Internet das Coisas precisam entender que não há
necessidade de abdicar de sua privacidade ou segurança em troca de
comodidade, conforto ou conectividade contínua.
Os avanços da tecnologia não têm que ser arriscados.
Depende dos consumidores exigirem que a sua privacidade e a sua
segurança sejam protegidas. Leia mais:
Desmascarando a agenda de controle populacional global
Dr. Brian Clowes
Comentário de Julio Severo:Conheci
o Dr. Clowes uns 15 anos atrás num treinamento pró-vida especial em
Brasília. Durante alguns dias, aprendi com seu extraordinário
conhecimento pró-vida, que todos nós precisamos. Portanto, estou lhes
trazendo um pouco de sua sabedoria pró-vida em seu artigo sobre o NSSM
200. Se você não conhece este documento, você deveria conhecer, pois,
como diz o Dr. Clowes, o “NSSM 200 é decisivamente
importante para todos os líderes pró-vida do mundo inteiro, pois expõe
completamente as motivações e métodos repulsivos e antiéticos do
movimento de controle populacional.” Todos os líderes pró-vida do
mundo precisam conhecê-lo, pois é impossível compreender as atuais
campanhas pró-aborto obsessivas sem entender a influência do NSSM 200.
É
leitura imprescindível. Para os leitores brasileiros, o que é
impressionante nesse documento nefasto é que foi lançado por um governo
americano do Partido Republicano, que é visto como de Direita. Todos nós
sabemos que os políticos americanos do Partido Democrático são
pró-aborto e inconfiáveis quando estão no poder. Veja o exemplo de
Barack Obama. Mas será que os republicanos são confiáveis? Eles nunca
colaboram em tramas de controle populacional? Lamentavelmente, o NSSM
200 mostra o contrário. Portanto, quer sob os republicanos ou
democratas, a máquina de controle populacional do governo dos EUA
avança. É claro que Ronald Reagan foi uma exceção maravilhosa. Em 1992
fui convidado por um assessor pró-vida no Senado brasileiro para
traduzir do inglês os trechos cruciais, que foram então distribuídos
entre os senadores brasileiros. Eis o artigo do Dr. Clowes:
O Conselho de Segurança Nacional dos
Estados Unidos é o órgão das decisões mais elevadas sobre política
externa nos EUA. Em 10 de dezembro de 1974, esse conselho promulgou um
documento extremamente secreto intitulado Memorando de Estudo de
Segurança Nacional 200 (do original em inglês “National Security Study
Memorandum 200,” cuja sigla é NSSM 200), também conhecido como Relatório
Kissinger. Seu assunto era “Implicações do Crescimento da População
Mundial para a Segurança e Interesses Externos dos EUA.” Esse documento,
publicado logo depois da primeira grande conferência internacional de
população em Bucareste, foi o resultado da colaboração entre a Agência
Central de Inteligência (CIA), a Agência de Desenvolvimento
Internacional dos EUA (USAID) e o Departamento de Estado, de Defesa e
Agricultura dos EUA.
O Propósito do NSSM 200
O
propósito principal das campanhas de controle populacional financiadas
pelos EUA é manter acesso aos recursos minerais de países menos
desenvolvidos, ou PMDs. O NSSM 200 diz que a economia dos EUA precisará
de quantidades grandes e crescentes de minérios do exterior,
principalmente de países menos desenvolvidos…Esse
fato faz com que os EUA tenham interesses avançados na estabilidade
política, econômica e social dos países que suprem os minérios. Sempre
que a diminuição da população por meio de índices de natalidade
reduzidos aumentar as chances de tal estabilidade, as políticas de
controle populacional se tornam relevantes para os suprimentos de
recursos e para os interesses econômicos dos EUA.
* a legalização do aborto;
* doutrinação de crianças; e
Esse
documento, que é completamente desprovido de moralidade ou ética, vem
de modo direto e inevitável incentivando atrocidades e violações em
massa de direitos humanos em dezenas de países do mundo. Apresento
apenas três exemplos:
Peru.
Durante os anos de 1995 a 1997, aproximadamente 250.000 mulheres
peruanas foram esterilizadas como parte de um plano para cumprir as
metas de planejamento familiar do então presidente Alberto Fujimori.
Embora essa campanha fosse chamada de “Campanha de Contracepção
Cirúrgica Voluntária,” muitos desses procedimentos eram obviamente
feitos à força. Aliás, as mulheres cujos filhos abaixo do peso normal
estivessem em programas governamentais de alimentação eram ameaçadas com
a negação de alimentos se recusassem ser esterilizadas, e outras eram
raptadas de suas famílias e esterilizadas à força.
China.
Por muitos anos, o governo dos EUA vem financiando o Fundo de População
da ONU (FNUAP). Um dos principais objetivos do dinheiro do FNUAP é a
República Popular da China e seu programa de planejamento familiar
amplamente criticado que inclui aborto forçado. De acordo com seus
próprios documentos, o FNUAP doou mais de 100 milhões de dólares para o
programa de controle populacional da China; comprou e produziu um
complexo de computadores IBM especificamente para monitorar o programa
de controle populacional; providenciou a especialização técnica e
técnicos que treinaram milhares de autoridades de controle populacional
na China; e presentou a China com um prêmio da ONU pelo “programa de
controle populacional mais extraordinário” do mundo.
Uganda.
Uganda se tornou o primeiro país africano a reduzir seu índice de
infecção do HIV na população adulta, de 21 por cento em 1991 para seis
por cento em 2004, uma redução de 70 por cento. A nação realizou essa
façanha estupenda desestimulando o uso da camisinha e mudando a conduta
do povo. As organizações de controle populacional não poderiam permitir
que esse sucesso interferisse no seu modelo inflexível, de modo que
minaram agressivamente a campanha do presidente Yoweri Museveni. Timothy
Wirth, presidente da Fundação Nações Unidas, chamou essa campanha muito
eficaz de “negligência grave contra a humanidade.” A Agência de
Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID), Population Services
International, CARE International e outras organizações estão impondo a
camisinha com todas as forças em Uganda, e o índice de infecção do HIV
está mais uma vez avançando. Esse talvez seja o exemplo mais chocante da
ideologia do controle populacional superando a ciência de comprovadas
campanhas de prevenção ao HIV.
Resumo da Estratégia de Controle Populacional no NSSM 200
Os Estados Unidos precisam de abundante acesso aos recursos minerais dos países menos desenvolvidos.
O
fluxo fácil de recursos para os Estados Unidos poderiam ser colocados
em risco por ação de governos de países menos desenvolvidos, conflitos
trabalhistas, sabotagem ou agitações civis, que são muito mais prováveis
se o crescimento populacional for um fator: “Esses tipos de
desapontamentos têm muito menos probabilidade de ocorrer sob condições
de crescimento populacional lento ou zero.” Os jovens têm muito mais
probabilidade de desafiar o imperialismo e as estruturas de poder do
mundo, de modo que é preciso reduzir seus números o máximo possível:
“Esses jovens podem ser mais prontamente persuadidos a atacar as
instituições legais do governo ou propriedade real das ‘elites,’ dos
‘imperialistas,’ das empresas multinacionais ou outras influências — na
maior parte estrangeiras — culpadas por seus problemas.”
Os elementos decisivos da implementação do controle populacional incluem:
Identificar
o alvos principais: “Esses países são: Índia, Bangladesh, Paquistão,
Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egito,
Turquia, Etiópia e Colômbia.”
Reconhecendo que “Nenhum país reduziu seu crescimento populacional sem recorrer ao aborto.”
Planejando
campanhas com incentivos financeiros para países para aumentar seus
índices de uso de aborto, esterilização e contracepção: “Pague mulheres
nos países menos desenvolvidos para ter abortos como método de
planejamento familiar… De forma semelhante, tem havido alguns
experimentos polêmicos, mas extraordinariamente bem-sucedidos, na Índia
em que incentivos financeiros, junto com outros truques motivacionais,
foram usados para levar grande número de homens a aceitar vasectomias.”
Considerando
o uso da coerção em outras formas, tais como negar assistência de
alimentos e ajuda em tempo de desastre, a menos que um país menos
desenvolvido que é alvo implemente campanhas de controle populacional:
“Em que base devemos então fornecer tais recursos alimentícios? A comida
deveria ser considerada um instrumento de poder nacional? Seremos
forçados a fazer escolhas quanto a quem podemos de modo aceitável
ajudar, e se ajudarmos, iniciativas de controle populacional deveriam
ser um critério para tal assistência?”
O
ponto 6 acima tem de ser muito destacado. A motivação para fomentar o
controle populacional é egoísmo puro. Portanto, as organizações que
promovem o controle populacional têm de se engajar numa campanha em
massa para enganar as pessoas. Elas têm de apresentar seus planos como
se fossem iniciativas para apoiar a liberdade pessoal, ou uma
preocupação com o bem-estar das nações pobres.
A Pergunta Básica: O Controle Populacional é Necessário?
Há
uma consciência crescente de que a “explosão populacional” do mundo
acabou ou, aliás, que realmente nunca se concretizou. Quando o pânico da
explosão populacional começou no final da década de 1960, a população
mundial estava aumentando a uma taxa de mais que dois por cento ao ano.
Agora, está aumentando menos de um por cento ao ano, e de acordo com as
expectativas esse crescimento vai parar no ano 2040, daqui a apenas uma
geração.
O
NSSM 200 predisse que a população do mundo se estabilizaria em cerca de
10 a 13 bilhões, com alguns demógrafos predizendo que a população
mundial incharia para 22 bilhões de pessoas. Hoje sabemos que a
população do mundo alcançará oito bilhões e então começará a diminuir.
Desde
o início, o conceito de uma “explosão populacional” tinha motivações
ideológicas, dando um alarme falso com a intenção específica de permitir
que os países ricos pilhassem os recursos dos países mais pobres.As
campanhas consequentes de controle populacional nos países menos
desenvolvidos não produziram absolutamente nenhum fruto positivo em suas
décadas de implementação. Aliás, as ideologias e campanhas de controle
populacional dificultam ainda mais o esforço de dar respostas à grave
crise iminente que está se aproximando na forma de uma desastrosa
“implosão populacional” no mundo inteiro. É hora de começar a insistir
para que as famílias tenham mais filhos, não menos, se queremos evitar
uma catástrofe demográfica mundial.
O
NSSM 200 não enfatiza os direitos e o bem-estar de indivíduos ou
nações, apenas o “direito” dos Estados Unidos de ter acesso irrestrito
aos recursos naturais dos países em desenvolvimento.Os
Estados Unidos e outros países do mundo desenvolvido, assim como ONGs
de controle populacional de motivação ideológica, deveriam estar
apoiando e orientando autêntico desenvolvimento econômico que permita
que as pessoas de cada país usem seus recursos para seu próprio
benefício, com isso levando a uma melhoria dos direitos humanos no mundo
inteiro e economias mais saudáveis para todos.
Nenhum
relacionamento humano é mais chegado ou mais íntimo do que os
relacionamentos que vemos na família. Contudo, o mundo “desenvolvido”
tem gasto mais de 45 bilhões de dólares desde 1990 apenas tentando
controlar o número de crianças que nascem nas famílias dos países em
desenvolvimento por meio da imposição generalizada do aborto,
esterilização e controle da natalidade sob os termos gerais “serviços de
planejamento familiar” e “saúde reprodutiva.”
Tudo
o que dezenas de bilhões de dólares de gastos de controle populacional
conseguiram fazer foi transformar centenas de milhões de famílias pobres
grandes em famílias pobres pequenas. Se essa quantidade colossal de
recursos financeiros tivesse em vez disso sido investida em autêntico
desenvolvimento econômico — melhores escolas, água de beber, estradas,
assistência médica — centenas de milhões de pessoas estariam vivendo
melhor agora.
Em painel no Fórum Econômico Mundial, líderes discutiram o futuro do universo financeiro. E ele é muito incerto
POR ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE
Uma sala cheia de banqueiros e
profissionais do mercado financeiro preocupados com o futuro. Quando
Gillian R. Tett, editora do jornal britânico Financial Times, pergunta
quem ali dentro acredita que o dinheiro de papel vai acabar, várias mãos
se levantam. Mas uma delas chama mais a atenção: é a deChristine
Lagarde, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Em um
painel intitulado "A transformação das finanças", no Fórum Econômico Mundial, em Davos, grandes nomes debateram nesta quarta-feira (20/01) o incerto futuro das transações financeiras.
Fintechs, moeda virtual e novas regulações. Foi um consenso que o setor
está em transformação — mas é difícil saber qual é o impacto de tantas
mudanças. Lagarde ressaltou que, entre os mais jovens, muitos não têm
relação alguma com os bancos tradicionais. Mesmo assim, usam serviços
financeiros.
Ela destaca que ainda se sabe pouco sobre moedas virtuais. De um lado,
podem ser muito práticas e eficientes para o cliente. Por outro, podem
ser "um grande instrumento para o crime" e "uma ameaça à estabilidade
financeira e às políticas monetárias". É preciso repensar tudo.
Recentemente, o FMI divulgou um documento no qual faz seus primeiros
estudos em relação a essas mudanças. Com tantas acontecendo, existe uma
urgência para que reguladores e instituições federais enxerguem esse
movimento. Mas todos reconhecem o problema: não dá para saber muito bem o
que regular. Tudo é novo.
Parcerias entre as instituições financeiras tradicionais e as
disruptivas também são importantes, diz Dan Schulman, CEO do PayPal. O
executivo aponta que "o maior impedimento do sucesso futuro é o sucesso
do passado". Ou seja, é perigoso ficar apegado a antigos modelos. Ele
defende a criação de ambientes de teste, em que seja possível "inovar
com responsabilidade". Lagarde gostou da ideia: "Muito interessante,
sobretudo porque bancos lidam com os bens do público e com a confiança".
Ambos, devem ser protegidos, segundo ela.
Para John Cryan, co-CEO do Deutsche Bank, o dinheiro de papel não vai existir daqui 10 anos.
"É terrível e ineficiente", afirma. Segundo ele, o dinheiro é só um
meio de troca. Existirão outros — e talvez não seja o Bitcoin. Ele
aponta o quanto essa moeda virtual é complicada e não provou ser uma boa
alternativa. Cryan diz ainda que bancos não têm aproveitado as
possibilidades do big data como poderiam.
Os colegas concordam. "As chances de usar big data são enormes", diz
Tom de Swaan, presidente do conselho do Zurich Insurance Group. Muita
coisa teria de ser regulada, no entanto, reconhece. Ainda de acordo com
ele, é difícil comandar um banco com tanta imprevisibilidade. O
banqueiro sabe que algo novo está vindo, mas sem esquecer o que está
acontecendo agora.
"Temos que olhar para o futuro", diz James P. Gorman, chairman e CEO do
Morgan Stanley. Segundo ele, o banco passa muito tempo se dedicando a
isso. Para Gorman, se você não está considerando como essas ferramentas
podem mudar o setor, "não está fazendo seu trabalho". Mas faz ressalvas.
Não acha que a mudança — principalmente no que se refere à moeda
virtual — será imediata. "Não é ignorância, é pragmatismo."
Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e
escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que
ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é
o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que
tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu
número é seiscentos e sessenta e seis. Apocalipse 13:16-18
Em numerosos posts deste blog temos documentado e comentado a existência
de um fundo panteísta e evolucionista que crepita dissimuladamente no
ecologismo radical.
Essa visão do mundo afino com o evolucionismo marxista e o de certas
escolas teológicas, como a de Teilhard de Chardin ou místicos pagãos
islâmicos, por exemplo.
Infelizmente, ela irrompeu num texto de grande repercussão mundial.
Esse texto que se apresenta como uma encíclica embora não pretenda sê-lo e virtualmente ignore o nome de Jesus Cristo é a Laudato Si’.
Também em numerosos posts publicamos autorizados comentários sobre a
ausência de fundamentos científicos sólidos e a consonância ideológica
desse quilométrico escrito com a teologia da libertação, na sua versão
mais atualizada.
A Laudato Si’ versou sobre matéria para a qual – no parecer
altamente autorizado do Cardeal Pell – a Igreja Católica não recebeu
mandato de Jesus Cristo para pregar.
À luz dessa afirmação, a Laudato Si’ assume o caráter de opinião de um doutor privado falando a título pessoal.
Entretanto, a projeção do show “Fiat Lux” sobre a basílica de São
Pedro que pretende ilustrar essa encíclica, estarreceu a um número
incontável de romanos, civis e eclesiásticos, que amam entranhadamente o
templo máximo do catolicismo.
O show aprovado por autoridades vaticanas e financiado pelo Banco
Mundial foi apresentado como uma forma de pressionar a COP21 nesses dias
reunida em Paris para tentar aprovar uma governança mundial radical.
No show o ambientalismo mais radical se exprimiu com imagens e sons que
revelam essa religiosidade panteísta que propugna um regime
anarco-tribalista para a humanidade.
Até admiradores do pontificado atual, como o vaticanista Andrea
Tornielli do jornal “La Stampa”, escreveram que se deles dependesse o
enviesado show não deveria ter sido projetado de tal maneira desvenda
pressupostos para os quais o público comum não estaria preparado.
A continuação oferecemos um comentário do catedrático de História
Roberto de Mattei, autor de inúmeros livros e ganhador de alguns dos
mais prestigiosos prêmios acadêmicos da Itália.
Ele descreve e comenta com equilíbrio, respeito e competência o
revelador espetáculo exibido nessa noite de 8 de dezembro no Vaticano,
sob a bandeira da ecologia.
SÃO PEDRO: uma basílica ultrajada
Roberto de Mattei (1948 - ) professor de História, especializado nas ideias religiosas e políticas no pós-Concilio Vaticano II.
A imagem que ficará
associada à abertura do Jubileu extraordinário da Misericórdia não é a
cerimônia antitriunfalista celebrada pelo Papa Francisco na manhã de 8
de dezembro, mas o retumbante espetáculo Fiat lux: Illuminating Our Common Home, que concluiu a referida jornada, inundando de sons e de luzes a fachada e a cúpula de São Pedro.
Ao longo do show, patrocinado pelo Grupo do Banco Mundial,
imagens de leões, tigres e leopardos de proporções gigantescas se
projetavam sobre a fachada de São Pedro, que se eleva precisamente sobre
as ruínas do circo de Nero, onde as feras devoravam os cristãos.
Graças ao jogo de luzes, a basílica dava a impressão de estar de cabeça
para baixo, de dissolver-se e submergir-se. Sobre a fachada apareciam
peixes-palhaço e tartarugas marinhas, quase evocando a liquefação das
estruturas da Igreja, privada de qualquer elemento de solidez.
Uma enorme coruja e estranhos animais voadores sobrevoavam em torno da
cúpula, enquanto monges budistas caminhando pareciam indicar uma via de
salvação alternativa ao Cristianismo. Nenhum símbolo religioso, nenhuma
referência ao Cristianismo; a Igreja cedia lugar à natureza soberana.
Andrea Tornielli escreveu que não é preciso escandalizar-se porque, como
documenta o historiador da arte Sandro Barbagallo em seu livro Gli animali nell’arte religiosa. La Basilica di San Pietro
(Libreria Editrice Vaticana, 2008), foram muitos os artistas que no
decurso dos séculos representaram uma luxuriante fauna em torno da
sepultura de Pedro.
Mas se a Basílica de São Pedro é um “zoo sagrado”, como a define com
irreverência o autor dessa obra, não é porque os animais ali
representados estejam recluídos num recinto sagrado, mas porque o
significado que a arte atribuiu àqueles animais é sagrado, isto é,
ordenado a um fim transcendente.
Com efeito, no Cristianismo os animais não são divinizados, mas
valorizados em função do fim para o qual foram criados por Deus: o
serviço do homem.
Diz o Salmista: “Deste-lhe o mando sobre as obras das tuas mãos,
sujeitaste todas as coisas debaixo de seus pés: Todas as ovelhas e todos
os bois e, além destes, os outros animais do campo” (Ps 8, 7-9).
O homem foi posto por Deus como vértice e rei da criação, e tudo deve
ser ordenado em função dele, para que, por sua vez, ele ordene tudo a
Deus como representante do universo (Gn 1, 26-27).
Deus é o fim último do universo, mas o fim imediato do universo físico é o homem. “De certo modo, nós somos o fim de todas as coisas”, afirma Santo Tomás (In II Sent., d. 1, q. 2, a. 4, sed contra), porque “Deus fez todas as coisas para o homem” (Super Symb. Apostolorum, art. 1).
Por outro lado, a simbologia cristã atribui aos animais um significado
emblemático. Não preocupa ao Cristianismo principalmente a extinção dos
animais ou o seu bem-estar, mas o significado último e profundo de sua
presença.
O leão simboliza a força e o cordeiro a benignidade, para nos lembrar a
existência de virtudes e perfeições diversas, que só Deus possui por
inteiro.
Na Terra, uma gama prodigiosa de seres criados, da matéria inorgânica
até o homem, possui uma essência e uma perfeição íntima, que se expressa
mediante a linguagem dos símbolos.
O
ecologismo apresenta-se como uma visão do mundo que transtorna essa
escala hierárquica, eliminando Deus e destronando o homem.
Este último é posto em pé de absoluta igualdade com a natureza, numa
relação de interdependência não só com os animais, mas também com os
componentes inanimados do ambiente que o circunda: montanhas, rios,
mares, paisagens, cadeias alimentares, ecossistemas. O pressuposto dessa
cosmovisão é a dissolução de toda linha divisória entre o homem e o
mundo.
A Terra forma com a sua biosfera uma espécie de entidade cósmica
geoecológica unitária. Ela se torna algo mais que uma “casa comum”:
representa uma divindade.
Há cinquenta anos, quando se encerrou o Concílio Vaticano II, o tema
dominante naquela quadra histórica era um certo “culto ao homem”,
contido na fórmula “humanismo integral” de Jacques Maritain.
O livro do filósofo francês, com esse título, é de 1936, mas sua maior
influência foi sobretudo quando um leitor entusiasta, Giovanni Battista
Montini, eleito Papa com o nome de Paulo VI, quis fazer dele a bússola
de seu pontificado.
Na homilia da Missa de 7 de dezembro de 1965, Paulo VI recordou que no Vaticano II se produziu o encontro entre “o culto de Deus que quis ser homem” e “a religião — porque o é — que é o culto do homem que quer ser Deus”.
Cinquenta anos depois, assistimos à passagem do humanismo integral à
ecologia integral; da Carta internacional dos direitos do homem à dos
direitos da natureza. No século XVI, o humanismo havia recusado a
civilização cristã medieval em nome do antropocentrismo.
A tentativa de construir a Cidade do Homem sobre as ruínas da Cidade de
Deus fracassou tragicamente no século XX, e baldas foram as tentativas
de cristianizar o antropocentrismo sob o nome de humanismo integral.
A religião do homem é substituída pela da Terra: o antropocentrismo,
criticado por seus “desvios”, é substituído por uma nova visão
ecocêntrica.
A Ideologia de Gênero, que dissolve toda identidade e toda essência, insere-se nessa perspectiva panteísta e igualitária.
É um conceito radicalmente evolucionista, que coincide em grande medida
com o de Teilhard de Chardin. Deus é a “autoconsciência” do universo
que, evoluindo, torna-se consciente de sua evolução.
Não é casual a citação de Teilhard no parágrafo 83 da Laudato sì,
encíclica do Papa Francesco na qual filósofos como Enrico Maria
Radaelli e Arnaldo Xavier da Silveira salientaram pontos em desacordo
com a Tradição Católica.
E o espetáculo Fiat Lux foi apresentado como um “manifesto ecologista” que pretende traduzir em imagens a encíclica Laudato sì.
Antonio Socci o definiu no jornal “Libero” como“uma encenação gnóstica e neopagã com uma inequívoca mensagem ideológica anticristã”, observando que
“em São Pedro, na festa da Imaculada Conceição, em vez de celebrar a
Mãe de Deus, preferiram a celebração da Mãe Terra, para propagar a
ideologia dominante, a da ‘religião do clima e da ecologia’, neopagã e
neomalthusiana, apoiada pelas potências do mundo. É uma profanação
espiritual (porque aquele lugar — lembremo-nos — é um lugar de martírio
cristão)”.
Por sua vez, escreveu Alessandro Gnochi em “Riscossa Cristiana”: “Portanto,
não foi o ISIS que profanou o coração da Cristandade, nem foram os
extremistas do credo laico os que danificaram o credo católico, nem os
artistas blasfemos e coprolálicos os que contaminaram a fé de tantos
cristãos.
Não era preciso perquisição ou detectador de metal para impedir o
ingresso dos vândalos na cidadela de Deus: eles estavam no interior das
muralhas e já tinham acionado a sua bomba multicolor de transmissão via
satélite no calor da sala de controle.”
Os fotógrafos, os desenhistas gráficos e os publicitários que realizaram o Fiat Lux sabem o que representa para os católicos a Basílica de São Pedro, imagem material do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja.
Os jogos de luz que iluminaram a Basílica tinham uma meta simbólica,
antitética àquela expressa por todas as luzes, lâmpadas e fogos que
transmitiram ao longo dos séculos o significado da luz divina. Esta luz
estava ausente no dia 8 de dezembro. Entre as imagens e luzes projetadas
na Basílica, faltavam as de Nosso Senhor e da Imaculada Conceição, cuja
festa se celebrava.
São Pedro foi imersa na falsa luz trazida pelo anjo rebelde, Lúcifer, príncipe deste mundo e rei das trevas.
A palavra “luz divina” não é apenas uma metáfora, mas uma realidade,
como realidade são as trevas que envolvem hoje o mundo. E nesta vigília
de Natal a humanidade aguarda o momento em que a noite se iluminará como
o dia, “nox sicut dies illuminabitur” (Salmo 11), quando se cumprirão as promessas feitas pela Imaculada em Fátima.
(Fonte: Corrispondenza Romana. 11.12.2015. Este texto foi traduzido do original italiano por Hélio Dias Viana.)
Conheça a estrutura organizacional da companhia Illuminati
Chegamos ao penúltimo artigo
da série sobre a Illumi Corp. Apresentaremos a filosofia gerencial e a
estrutura organizacional da complexa corporação controlada pela elite
global Illuminati.
Partindo do primeiro item, a Illumi Corp baseia-se no seguinte pressuposto:
"Controlando a cabeça, você controla o corpo".
A partir desta filosofia gerencial, pode-se compreender que a estratégia
administrativa dos Illuminati consiste em projetar um de seus membros
para encabeçar determinada instituição.
A partir desse cabeça, controla-se a organização inteira, uma vez que o corpo de qualquer uma delas está doutrinado a seguir as ordens que vêm de cima.
A ONU, por exemplo, é uma organização Illuminati. Nem todos os países
membro são seus aliados ou apoiam a Nova Ordem Mundial. No topo das
Nações Unidas, entretanto, ditando muitas regras, estão cinco países
fixos, que nunca mudam. Destes cinco, três, ou seja, a maioria, são
controlados pela elite global: EUA, Inglaterra e China.
No caso do Vaticano, por exemplo, nem todos os membros são diretamente
controlados pelos Illuminati ou estão engajados nos planos globais, mas
devem respeitar as ordens do Papa. Um único indivíduo, encabeçando a instituição, controla os que estão abaixo, no corpo dela.
Orientados por tal filosofia gerencial, o topo da pirâmide Illumi Corp,
onde está a pirâmide Illuminati, o “centro de controle” que veremos a
seguir, opera uma malha bastante reduzida de pessoal: controlam apenas
os cabeças colocados nas instituições que ocupam posição na porção
inferior da grande pirâmide Illumi Corp.
Perceba, pois, que estamos a falar de duas pirâmides: uma dentro da
outra. A maior delas representa toda a Illumi Corp e envolve uma grande
estrutura global. No topo dessa grande pirâmide global existe uma
pirâmide menor, a pirâmide Illuminati, onde se encontra o signo “o olho que tudo vê” representando a elite global, o topo do mundo. É nesta pequena pirâmide onde se encontram as 15 famílias Illuminati.
O maior exemplo público e oficial desta composição é o Grande Selo [The
Great Seal], estampado na nota de um dólar americano representando
exatamente a estrutura Illumi Corp. Observe na imagem:
A grande pirâmide com o topo
destacado, de onde sai uma luz [Illuminati = iluminados] e onde está
localizado o olho que tudo vê. Na parte de baixo do selo e em latim,
está escrito: Nova Ordem dos Séculos.
Vamos então começar observando a hierarquia da pequena pirâmide, no topo da estrutura. Veja a imagem:
No primeiro nível, a base da pirâmide Illuminati, encontram-se os
iniciantes, os agentes que fazem o intermédio entre o Gerente Executivo e
as instituições que compõem a grande pirâmide Illumi Corp, que veremos
mais abaixo.
Quem são os iniciantes? Não se pode saber ao certo, mas apenas supor. Eu, particularmente, acredito em duas possibilidades:
1ª – Membros diretos das
famílias Illuminati que iniciam seu aprendizado de gestão sendo
colocados na primeira camada e, posteriormente, sendo alçados às camadas
superiores;
2ª – Executivos avançados
de instituições controladas pelos Illuminati, não necessariamente
membros diretos de suas famílias, que são posicionados na base da
pirâmide Illuminati, na camada Iniciante.
Na camada Supervisor estão os que monitoram e dão suporte aos
iniciantes. Da camada Supervisor para cima, eu, particularmente,
acredito que só existam membros diretos das 15 famílias Illuminati.
Obs.: O funcionamento do sistema
gerencial dentro da pirâmide Illuminati não se pode saber. Conhecemos,
no máximo, a nomenclatura de sua distribuição hierárquica, apresentada
acima.
Vamos agora aos níveis organizacionais da parte inferior da grande pirâmide Illumi Corp. Observe a imagem:
Veja que no topo da pirâmide Illumi Corp encontra-se a pequena pirâmide
Illuminati [elite global], que acabamos de mostrar, com o olho que tudo
vê.
Observe que em baixo da grande pirâmide é mostrada a população sendo esmagada pelo sistema [o gráfico foi extraída do site da Illumi Corp].
Na base da grande pirâmide, em seu primeiro nível, estão as organizações que dão suporte à Nova Ordem Mundial, mostradas neste artigo.
Seus colaboradores trabalham, esforçam-se, levantam a bandeira e tentam
puxar pessoas para dentro do sistema. Observe os bonequinhos e você
identificará essa mensagem.
Logo acima vêm os governos e, em seguida, a força militar. Aqui é fundamental destacar que esses dos níveis se aplicam aos países controlados pelos Illuminati;
não são todos. Acredito na possibilidade de haver mais países
influenciados pela elite, além dos cinco oficiais, tendo assim seus
governos e força militar igualmente conduzidos ou, no mínimo,
orientados.
Religiões e fraternidades, na seqüência, são globais. Eles dominam
amplamente as instituições católicas e protestantes, além das mais
influentes sociedades secretas ocultistas [consulte aqui as instituições controladas].
Por fim, no penúltimo nível da pirâmide Illumi Corp, imediatamente
abaixo da pirâmide superior Illuminati, encontram-se as instituições
financeiras, que também são amplamente controladas, a partir do FMI.
Trata-se, portanto, do principal mecanismo de controle global e por isso
declaram, neste documento, que por meio de crises financeiras provocadas eles controlam e subjugam as nações para que se curvem à Nova Ordem Mundial.
Assim, pois, é como está disposta a complexa organização chamada Illumi Corp [Corporação Illuminati] cujo slogan é:
"Nosso mundo, sua herança."
O resumo de toda essa arquitetura é representado na própria logomarca da Illumi Corp, veja:
A grande pirâmide toda segmentada em
camadas tendo em seu topo uma pirâmide em destaque, fechada, e com um
círculo simbolizando o olho que tudo vê.