quarta-feira, 5 de junho de 2013

Relato de um insider revela pontualmente planos da Nova Ordem Mundial. Confira o que ja aconteceu e o que está por acontecer



[Imagem: pyramid2.jpg]

Planos da NWO expostos por Insider em 28 de dezembro de 1969
por Wemustknow.koen
Traduzido por Iara de Lorenzo:


Esta é uma transcrição de duas das três fitas sobre o "Sistema do Novo Mundo." As gravações 1 e 2 foram registradas em 1988 e são as recordações do Dr. Lawrence Dunegan a respeito de uma palestra que ele assistiu em 20 de março de 1969, em uma reunião em Pittsburgh, da Sociedade de Pediatria.
O palestrante desse grupo de pediatras (identificado na fita três gravada em 1991) foi o Dr. Richard Day (que morreu em 1989). Na época, Dr. Day foi professor de pediatria no Mount Sinai Medical School, em Nova York. Anteriormente, ele havia servido como Diretor Médico da Planned Parenthood Federation of America.
Dr. Dunegan era ex-aluno do Dr. Day da Universidade de Pittsburgh e estava bem familiarizado com ele, embora não intimamente. Ele descreve o Dr. Day como um “insider” da "Ordem" e embora a memória do Dr. Dunegan foi um pouco ofuscada pelo passar dos anos, ele é capaz de fornecer detalhes suficientes da palestra para permitir que qualquer pessoa esclarecida a discernir os verdadeiros propósitos por trás das tendências do nosso tempo. Esta é uma transcrição de um monólogo, conversa solta, que é melhor ouvir do que ler. "

New World System
As transcrições das fitas 1 e 2 Tape têm sido muito ligeiramente editadas para remover maneirismos verbais e para melhorar a legibilidade. A transcrição original, não editada, pode ser encontrada usando o seguinte link: http://100777.com/node/19 A Fita 3 é uma entrevista de Randy Engel, diretor da Coalizão dos EUA para a Vida, com o Dr. Larry Dunegan e foi gravada em 10 de outubro de 1991, em Pittsburgh, Pensilvânia. Este conjunto de três fitas de áudio podem ser encomendadas a partir do Fórum Florida Pro-família, PO Box 1059, Highland City, FL 33846-1059 ($ 20.00).

ÍNDICE:


-HÁ UM PODER, UMA FORÇA OU UM GRUPO DE HOMENS ORGANIZADANDO E DIRECIONANDO AS MUDANÇAS?

-TUDO ESTÁ NO SEU DEVIDO LUGAR E AGORA NINGUÉM PODE NOS DETER. -AS PESSOAS TERÃO QUE SE ACOSTUMAR COM AS MUDANÇAS.

-O REAL E AS METAS ESTABELECIDAS

-CONTROLE DA POPULAÇÃO

-PERMISSÃO PARA TER FILHOS

-REDIRECIONAR O PROPÓSITO DO SEXO

-CONTRACEPTIVOS UNIVERSALMENTE DISPONÍVEIS PARA TODOS

-EDUCAÇÃO SEXUAL COMO FERRAMENTA DO GOVERNO MUNDIAL

(...)

-TECNOLOGIA

-DIMINUIR A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA

-EUTANÁSIA E A "PÍLULA DA MORTE"

-LIMITAÇÃO DO ACESSO À MEDICINA

-PLANEJAMENTO DO CONTROLE SOBRE A MEDICINA

-ELIMINAÇÃO DE MÉDICOS PARTICULARES

-NOVAS DOENÇAS DIFÍCEIS DE DIAGNOSTICAR E DE TRATAR

-SUPRESSÃO DA CURA DO CÂNCER COMO UM MEIO DE CONTROLE POPULACIONAL

-INDUZIR ATAQUES DO CORAÇÃO COMO FORMA DE ASSASSINATO

-EDUCAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA ACELERAR O INÍCIO DA PUBERDADE E DA EVOLUÇÃO

-MISTURAR TODAS AS RELIGIÕES, AS VELHAS RELIGIÕES TERÃO DE DESAPARECER

-SUBSTITUIÇÃO DA BÍBLIA ATRAVÉS DE REVISÕES DE PALAVRAS-CHAVE

-AS IGREJAS NOS AJUDARÃO

-REESTRUTURAÇÃO DA EDUCAÇÃO COMO FERRAMENTA DE DOUTRINAÇÃO

-MAIS TEMPO NA ESCOLA, MAS NÃO IRÃO APRENDER NADA

-CONTROLE DE QUEM TEM ACESSO À INFORMAÇÃO

-ESCOLAS COMO O CENTRO DA COMUNIDADE

-ALGUNS LIVROS SIMPLESMENTE DESAPARECERÃO DAS BIBLIOTECAS

-MUDAR AS LEIS

-INCENTIVO AO ABUSO DE DROGAS PARA CRIAR UMA ATMOSFERA SELVAGEM

-ABUSO DE ÁLCOOL

-RESTRIÇÕES ÀS VIAGENS

-NECESSIDADE DE MAIS PRISÕES, E USAR HOSPITAIS COMO PRISÕES

-AUSÊNCIA DE SEGURANÇA

-CRIME USADO PARA GERENCIAR A SOCIEDADE

-REDUÇÃO DA PREEMICÊNCIA INDUSTRIAL AMERICANA

-MUDAR POPULAÇÕES E ECONOMIAS - ARRANCANDO AS RAÍZES SOCIAIS

-O ESPORTE COMO FERRAMENTA DE MUDANÇA SOCIAL

-SEXO E VIOLÊNCIA INCUTIDOS ATRAVÉS DO ENTRETENIMENTO

-RESTRIÇÕES DE VIAGEM E IMPLANTES DE IDENTIFICAÇÃO

-CONTROLE DE ALIMENTOS

-CONTROLE DO CLIMA

-SABER COMO AS PESSOAS REAGEM – FAZENDO COM QUE FAÇAM O QUE VOCÊ QUER

-FALSIFICAR INVESTIGAÇÕES CIENTÍFICAS

-TERRORISMO

-CONTROLE FINANCEIRO

-VIGILÂNCIA, IMPLANTES, E TELEVISÕES QUE TE VIGIAM

-CASA PROPRIA - COISA DO PASSADO

-A CHEGADA DO SISTEMA TOTALITÁRIO GLOBAL


HÁ UM PODER, UMA FORÇA OU UM GRUPO DE HOMENS ORGANIZADANDO E DIRECIONANDO AS MUDANÇAS?


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Houve muita coisa escrita, e muito foi dito por algumas pessoas que analisaram todas as mudanças que ocorreram na sociedade americana nos últimos 20 anos ou mais, e que têm olhado retrospectivamente na história dos Estados Unidos, e de fato, do mundo, e chegou à conclusão de que há uma conspiração que influencia, de fato, controla os maiores eventos históricos, não só nos Estados Unidos, mas também em todo o mundo. Esta interpretação conspiratória da história é baseada em pessoas fazendo observações a partir de fora, reunindo provas e concluindo que do lado de fora vêem uma conspiração. As suas provas e conclusões são baseadas em provas recolhidas em retrospecto. Quero agora descrever o que eu ouvi de um alto-falante em 1969, que em algumas semanas será agora 20 anos atrás.

O orador não falou em termos de retrospectiva, mas sim previu as mudanças que seriam trazidas no futuro. O orador não estava olhando de fora para dentro, achando que ele previu uma conspiração, ao contrário, ele estava do lado de dentro, admitindo que, de fato, havia um poder organizado, força, grupo de homens, que exercia influência suficiente para determinar os principais eventos que envolvem países ao redor do mundo.

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Além disso, ele previu, ou melhor, ele expôs, alterações que foram planejadas para o resto deste século. Enquanto você escuta, se você recordar a situação, pelo menos nos Estados Unidos em 1969 e os anos depois, e depois recupera os tipos de mudanças que ocorreram até agora, quase 20 anos depois, eu acredito que você vai ficar impressionado com o grau em que as coisas que foram planejadas já foram cumpridas. Algumas das coisas que foram discutidas não se destinavam a ser realizadas ainda em 1988. [Nota: o ano da gravação], mas se destinam a ser realizadas antes do final deste século.

Existe um calendário; e foi durante esta sessão que alguns dos elementos do calendário foram trazidos para fora. Qualquer um que recordar dos dias da campanha de Kennedy, quando ele falou do progresso na década dos anos 60 ": Isso era uma espécie de clichê, naqueles dias -" a década dos anos 60 "Bem, em 1969, nosso palestrante estava falando da década de 70, a década de 80, e da década de 90. Antes disso, eu não me lembro de alguém dizendo "a década dos anos 40 e a década de 50. Então eu acho que este plano geral e o calendário tomou forma importante, com mais previsibilidade para aqueles que o controlam, em algum momento no final dos anos 50. Isso é especulação de minha parte.

Em qualquer caso, o orador disse que seu propósito era para nos informar sobre as mudanças que seriam trazidas nos próximos 30 anos ou mais, de modo que um sistema inteiramente novo no mundo inteiro estaria em funcionamento antes da virada do século. Como ele disse, "Nós planejamos entrar no século 21 com um início de execução."

TUDO ESTÁ NO LUGAR E NINGUÉM PODE NOS DETER AGORA

Ele disse, enquanto ouvíamos o que ele estava prestes a apresentar, "Alguns de vocês vão pensar que eu estou falando sobre o comunismo. Bem, o que eu estou falando é muito maior do que o comunismo! "Naquela época, ele indicou que há muito mais cooperação entre o Oriente e o Ocidente do que a maioria das pessoas imagina. Nas suas observações introdutórias, ele comentou que ele estava livre para falar naquele momento. Ele não poderia dizer o que ele estava prestes a dizer, até mesmo alguns anos antes. Mas ele estava livre para falar neste momento, porque agora, e eu estou citando aqui, "está tudo no lugar e ninguém pode nos deter agora."

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Ele passou a dizer que a maioria das pessoas não entende como os governos funcionam e até mesmo pessoas em altos cargos nos governos, incluindo o nosso, realmente não entende como e onde as decisões são tomadas. Ele passou a dizer que as pessoas que realmente influenciam as decisões são nomes que para a maior parte de nós seria familiar, mas ele não usaria nomes dos indivíduos ou nomes de qualquer organização específica. Mas que, se o fizesse, a maioria seria de nomes que seriam reconhecidos pela maior parte de sua audiência. Ele passou a dizer que eles não eram, sobretudo, pessoas em cargos públicos, mas pessoas de destaque que foram principalmente conhecidas em suas ocupações particulares ou posições particulares.

O palestrante foi o Dr. Richard Day, um médico e ex-professor de uma grande universidade do Leste, e ele estava se dirigindo a um grupo de médicos, cerca de 80 em número. Seu nome não poderia ser reconhecido por qualquer pessoa susceptível de ouvir isso. O único propósito em gravar isto é para dar uma perspectiva para aqueles que ouvirem em relação às mudanças que já foram realizadas nos últimos 20 anos ou mais, e uma pré-visualização sobre o que, pelo menos algumas pessoas, estão planejando para o restante deste século, para que eles possam entrar no século 21 com um começo de vôo. Alguns de nós não pode entrar nesse século.

Seu propósito em contar ao nosso grupo sobre estas mudanças que deveriam ser trazidas foi torná-las mais fáceis para nos adaptar a essas mudanças. De fato, como ele disse com bastante precisão ", que haveria mudanças que seriam muito surpreendentes, e em alguns aspectos difíceis para as pessoas aceitarem", e ele esperava que nós, como uma espécie de seus amigos, faríamos a adaptação mais facilmente se soubéssemos um pouco, de antemão, o que esperar.

AS PESSOAS TERÃO QUE SE ACOSTUMAR À MUDANÇA


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Em algum lugar nas observações introdutórias, ele insistiu que ninguém tivesse um gravador de fita e que ninguém tomasse notas, o que, para um professor, era notável de se esperar de uma audiência. Algo em seus comentários sugeriu que poderia haver repercussões negativas contra ele, acaso se tornasse amplamente conhecido que, de fato, ele tinha derramado o feijão, por assim dizer.

Quando eu ouvi pela primeira vez, pensei que talvez fosse uma espécie de viagem de ego, alguém querendo aumentar sua própria importância. Mas, com as revelações se desenrolando, eu comecei a entender por que ele poderia ter tido alguma preocupação em não tornar conhecido o que foi dito, embora este fosse um fórum bastante público, onde ele estava falando. No entanto, ele pediu que não fossem anotadas observações, sem uso de gravação.

Foi sugerido que poderia haver algum perigo pessoal para si mesmo se estas revelações fossem amplamente divulgadas. Novamente, quando as observações começaram a se desdobrar, e ouvi as coisas odiosas que foram ditas, eu marquei um ponto para tentar lembrar muito do que ele disse, de modo que pudesse associar minhas lembranças de eventos simples em torno de mim para ajudar minha memória no futuro, acaso eu quisesse fazer o que eu estou fazendo agora - esta gravação.

Eu também queria tentar manter uma perspectiva sobre o que estaria se desenvolvendo, se de fato, seguiria o padrão previsto – o que está! Neste ponto, de modo que eu não esqueça de incluí-lo mais tarde, eu só vou incluir algumas afirmações que foram feitas ao longo do tempo em toda a apresentação. Uma das declarações tem a ver com a mudança. A declaração foi: "As pessoas terão que se acostumar com a idéia de mudança, tão acostumadas a mudar, que vão estar esperando a mudança. Nada vai ser permanente."Isso muitas vezes apareceu no contexto de uma sociedade onde as pessoas pareciam não ter raízes ou amarrações, mas seriam passivamente dispostas a aceitar a mudança, simplesmente porque era só o que conheciam.

Esta era uma espécie de..., em contraste com gerações de pessoas até este momento, em que você espera que as coisas sejam de uma certa forma, e permanece no local como ponto de referência para sua vida.
Assim, a mudança deveria ser provocada, a mudança era para ser antecipada e esperada, e aceita, sem perguntas. Outra observação que foi feita, de tempo em tempo, durante a apresentação era. "As pessoas são muito confiantes, as pessoas não fazem as perguntas certas." Às vezes, ser demasiado confiante foi igualado a ser burro demais. Mas às vezes quando ele dizia que "As pessoas não fazem as perguntas certas", era quase com uma sensação de pesar, como se ele estivesse apreensivo com aquilo que ele fazia parte, e desejasse que as pessoas contestassem isso e talvez não fossem tão confiantes.

O REAL E AS METAS ESTABELECIDAS


Outro comentário que se repetiu ao longo do tempo, particularmente em relação às mudanças das leis e costumes era: "Tudo tem dois propósitos. Um deles é o propósito ostensivo que irá torná-lo aceitável para as pessoas e o segundo é a verdadeira finalidade de promover os objetivos da criação do novo sistema. Frequentemente ele dizia: "Não há outra maneira, não há outra maneira, não há outra maneira!" Isto parecia vir como uma espécie de um pedido de desculpas, especialmente na conclusão de descrever algumas mudanças especialmente ofensivas. Por exemplo, a promoção do vício em drogas que nós vamos falar mais tarde.

CONTROLE DA POPULAÇÃO


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Ele era muito ativo junto a grupos de controle populacional, o movimento de controle populacional e controle da população era realmente o ponto de entrada em detalhes após a introdução. Ele disse que a população está crescendo muito rápido. Número de pessoas que vivem no planeta deve ser limitada ou vamos ficar sem espaço para viver. Nós vamos superar nossa fonte de alimento e irá poluir o mundo com nossos resíduos.

PERMISSÃO PARA TER FILHOS


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As pessoas não serão autorizadas a ter filhos só porque elas querem, ou porque são descuidadas. A maioria das famílias será limitada a dois. A algumas pessoas seria permitido apenas um, no entanto as pessoas em circulação podem ser selecionadas e autorizadas a ter três. Mas a maioria das pessoas seria permitido ter apenas dois bebês.Isso porque a taxa de crescimento zero da população é de 2,1 filhos por família concluída. Portanto, algo como a cada 10 famílias, uma pode ser permitida o privilégio do terceiro bebê. Para mim, até este ponto, de controle populacional "a conotação principal das palavras era a limitação do número de bebês para nascer.

Mas esta observação sobre o que seria “permitido” às pessoas e depois o que se seguiu, deixou bem claro que quando você ouve "controle populacional", significa mais do que simplesmente controlar os nascimentos. Isso significa o emprego de todos os esforços para o controle da população do mundo inteiro, um significado muito mais amplo a este termo que eu nunca tinha ligado a ele antes de ouvir isso. Conforme você ouve e reflete sobre algumas das coisas que você ouve, você começará a reconhecer como um aspecto se encaixa com outros aspectos em termos de controlar os esforços humanos.

REDIRECIONANDO O PROPÓSITO DO SEXO


Bem, para controle da população, o próximo passo natural, em seguida, foi o sexo. Ele disse que o sexo deve ser separado da reprodução. O sexo é muito prazeroso, e os estímulos são fortes demais, para esperar que as pessoas desistam dele. Produtos químicos nos alimentos e no abastecimento de água para reduzir o desejo sexual não são práticos. A estratégia seria, então, não diminuir a atividade sexual, mas aumentar a atividade sexual, mas de tal forma, que as pessoas não vão ter bebês.

CONTRACEPÇÃO UNIVERSALMENTE DISPONÍVEL PARA TODOS


A primeira consideração aqui era a contracepção. Contracepção seria muito fortemente incentivada, e seria ligada intimamente na mente das pessoas com o sexo. Elas pensariam automaticamente em contracepção quando estivessem pensando ou se preparando para sexo e contracepção seria disponível universalmente. Contraceptivos seriam exibidos muito mais proeminentemente em lojas, drogarias, até com cigarros e chicletes. A céu aberto, ao invés de escondido, sob o balcão, onde as pessoas têm que perguntar para eles e talvez se envergonhem. Este tipo de abertura era uma maneira de sugerir que os contraceptivos são tanto uma parte da vida como quaisquer outros itens vendidos na loja. Contraceptivos seriam anunciados e também distribuídos nas escolas em associação com a educação sexual!

EDUCAÇÃO SEXUAL COMO FERRAMENTA DO GOVERNO MUNDIAL


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A educação sexual era para fazer com que crianças se interessem cedo, fazendo a conexão entre o sexo e a necessidade de contracepção no início de suas vidas, mesmo antes que se tornem muito ativos. Neste momento, eu estava lembrando alguns dos meus professores, especialmente no colégio, e achei totalmente inacreditável que eles concordariam, muito menos a participassem na distribuição de contraceptivos aos alunos. Mas, isso apenas reflete a minha falta de compreensão de como estas pessoas operam. Isso foi antes de os programas baseados na escola clínica começarem. Muitas cidades nos Estados Unidos por esta hora já estão configuradas com base nas escolas clínicas, que são principalmente contracepção, controle de natalidade, clínicas de controle populacional. A idéia é que a conexão entre sexo e contracepção, apresentados e reforçados na escola, iria transitar para o casamento. Na verdade, se os jovens, quando eles amadurecerem, decidirem se casar, o casamento em si seria diminuído em importância. Ele indicou algum reconhecimento de que a maioria das pessoas provavelmente iria querer se casar, mas isso certamente não seria considerado mais necessário para a atividade sexual.

LIBERDADE DA HOMOSSEXUALIDADE


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“As pessoas terão permissão para ser homossexual", que é a maneira que foi dito. Eles não terão que esconder isso. Além disso, os idosos serão incentivados a continuar a ter vida sexual ativa em idades muito avançadas, tão longo quanto possível. A todo mundo vai ser dada permissão para ter sexo, para desfrutar da forma que quiserem. Vale qualquer coisa. Esta é a maneira que foi colocado. Além disso, lembro-me de ter pensado: "Como é arrogante este indivíduo, ou quem ele representa, para achar que eles podem dar ou retirar a permissão para que as pessoas façam as coisas!" Mas esso foi a terminologia que foi utilizada. A este respeito, a roupa foi mencionada. Estilos de roupas seriam feitas mais estimulantes e provocadoras. Já em 1969 foi a vez da mini-saia, quando essas saias mini-eram muito, muito curtas e muito reveladoras. Ele disse: "Não é apenas a quantidade de pele que é exposta que faz roupas sexualmente sedutoras, mas outras coisas mais sutis são muitas vezes sugestivas."

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Coisas como movimento, e o corte da roupa, e o tipo de tecido, o posicionamento de acessórios na roupa. "Se uma mulher tem um corpo atraente, por que não mostrá-lo?" Foi uma das declarações. Não havia detalhes sobre o que se entende por "roupas provocantes", mas desde então se você assistiu à mudança de estilos de roupas, jeans são cortados de uma maneira que eles estão mais apertados na virilha. Eles formam rugas. Rugas são essencialmente setas. Linhas que dão uma visão direta para certas áreas anatômicas. Isso foi na época do "queimar o sutiã '. Ele indicou que muitas mulheres não devem sair sem sutiã. Elas precisam de um sutiã para ser atraente, então, ao invés de proibir sutiãs e queimá-los, sutiãs voltaria. Mas eles seriam mais finos e macios permitindo o movimento mais natural. Não foi especificado em contrário, mas, certamente, um sutiã muito fino é muito mais revelador do mamilo e o que mais está por baixo, do que os sutiãs mais pesados ​​que estavam em grande estilo até aquele momento.

TECNOLOGIA


Antes, ele disse que sexo e reprodução seriam separados. Você faria sexo sem reprodução e, em seguida, a tecnologia seria usada para a reprodução sem sexo. Isto seria feito no laboratório. Ele indicou que já havia muita pesquisa, muito estava em curso sobre fazer bebês em laboratório. Houve alguma elaboração sobre isso, mas eu não me lembro dos detalhes. Muito da tecnologia veio à minha atenção desde aquela época. Não me lembro de uma maneira que eu consiga distinguir o que foi dito do que eu posteriormente aprendi como informação médica geral.

DIMINUIÇÃO DA IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA


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As famílias seriam limitadas em tamanho. Nós já aludimos à ausência de permissão para mais de dois filhos. O divórcio seria mais fácil e mais prevalente. A maioria das pessoas que se casam vão se casar mais de uma vez. Mais pessoas não irão se casar. Pessoas solteiras se hospedarão em hotéis e até mesmo viverão juntas. Isso seria muito comum - ninguém sequer fazer perguntas sobre isso. Seria amplamente aceito como não diferente de pessoas casadas de estarem juntas.

Mais mulheres trabalharão fora de casa. Mais homens serão transferidos para outras cidades e em seus trabalhos, os homens iriam viajar mais. Portanto, seria mais difícil para as famílias ficarem juntas. Isso tende a tornar o relacionamento conjugal menos estável e, portanto, tendem a tornar as pessoas menos dispostas a ter filhos. Menos famílias extensas e mais remotas.

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Viajar seria mais fácil, menos caro, por um tempo, para que as pessoas que tivessem que viajar sentissem que poderiam voltar para suas famílias, não que eles estavam sendo abruptamente retirados de suas famílias. Mas um dos efeitos líquidos das leis de divórcio, combinados com a promoção de viagens, e as famílias, a transferência de uma cidade para outra, foi a de criar instabilidade nas famílias.

Se ambos, marido e esposa, estão trabalhando e um parceiro é transferido, o outro não pode ser facilmente transferido. Logo, ele ou ela fica pra trás ou então larga o trabalho e assume os riscos de não encontrar emprego no novo local. De qualquer jeito, é uma abordagem diabólica para essa coisa toda!

EUTANÁSIA E A PÍLULA DA MORTE


Todo mundo tem o direito de viver só pelo tempo que for. Os velhos já não são úteis. Eles se tornam um fardo. Você deve estar pronto para aceitar a morte. A maioria das pessoas. Um limite de idade arbitrário pode ser estabelecido. Afinal, você tem direito a jantares, tantos orgasmos, e tantos prazeres bons da vida. Depois de ter tido um número suficiente deles e você não for mais produtivo, trabalhando e contribuindo, então você deve estar pronto para por-se de lado em prol da próxima geração.

Algumas coisas ajudam as pessoas a perceberem que elas viveram o suficiente, ele mencionou vários delas. Não me lembro de todos elas, mas aqui estão algumas: o uso de tinta de impressão muito pálido sobre os formulários necessárias para as pessoas preencherem. As pessoas mais velhas não seriam capazes de ler a tinta pálida tão facilmente e precisariam da ajuda dos mais jovens. Padrões de tráfego de automóveis, não haveria mais faixas de tráfego de alta velocidade que os idosos com seus reflexos mais lentos teriam dificuldade para lidar e, portanto, perderia parte de sua independência.

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LIMITANDO O ACESSO À MEDICINA


Um item grande que foi elaborado durante algum tempo foi o custo da assistência médica, que seria onerosamente alto. Assistência médica seria ligada muito de perto com o próprio trabalho, mas também teria um custo muito, muito alto, para que ele simplesmente não ficasse disponível para as pessoas além de um certo tempo. A menos que eles tenham uma família extremamente rica, apoiando, eles vão ter que ficar sem cuidado.

E a idéia era que, se todo mundo disser: "Chega! Que fardo sobre os jovens para tentar manter as pessoas idosas ", em seguida, o jovem iria concordar em ajudar a mãe e o pai a fazer a passagem, desde que iste fosse feito de forma humana e com dignidade. Em seguida, o exemplo era - não podia ser um bom, festa de despedida, uma verdadeira celebração. Mamãe e papai tinham feito um bom trabalho. Em seguida, após a festa acabar, tomam a "pílula da morte”.

PLANEJAMENTO DE CONTROLE SOBRE A MEDICINA


O próximo tópico é Medicina. Não haveria mudanças profundas na prática da medicina. Em geral, a medicina seria muito mais bem controlada. A observação que foi feita em 1969 é que, "O Congresso não prosseguirá com o programa nacional de saúde, é agora, mais que evidente. Mas não é necessário, nós temos outras maneiras de controlar os cuidados de saúde ". Este viria de forma mais gradual, mas todo o serviço de saúde está sob controle apertado.

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Assistência médica estaria intimamente ligada ao trabalho. Se você não trabalha ou não pode trabalhar, você não terá acesso a cuidados médicos. Os dias de hospitais oferecendo atendimento gratuito, gradualmente, iriam escada abaixo, até se tornar praticamente inexistente. Os custos seriam forçados a fim de que as pessoas não fossem capazes de se dar ao luxo de ficar sem plano de saúde. As pessoas pagam por isso, você tem direito a ele. Foi só depois que eu comecei a perceber até que ponto você não estaria pagando por isso. O atendimento médico seria pago por outros. Portanto, você iria aceitar com gratidão, de joelhos, o que foi oferecido a você como um privilégio.
O seu papel de ser responsável pelo seu próprio cuidado seria diminuído. Como qualquer apartado aqui, isso não é algo que foi desenvolvido naquela época, eu não entendi na hora que era um aparte. A forma como isto funciona, todo mundo faz um plano de saúde, e se você não tem, então você deve pagar diretamente; o custo de seu tratamento é enorme.

A operadora de planos de saúde, no entanto, paga pelo seu cuidado, mas não paga a mesma quantia. Se você é cobrado, digamos, US $ 600 para o uso de uma sala de operação, a operadora não paga R $ 600; ela paga apenas R $ 300 ou $ 400. Esse diferencial de faturamento tem o efeito desejado: Ele permite que a operadora pague por aquilo que você nunca poderia pagar. Eles recebem um desconto que é indisponível para você. Quando você vê a sua conta, você é grato que a operadora de saúde pode fazer isso. E desta forma você é dependente, e praticamente obrigado a ter plano de saúde.

O faturamento conjunto é fraudulento. O acesso aos hospitais seria rigidamente controlado e a identificação seria necessária para entrar no edifício. A segurança dentro e em torno dos hospitais seria estabelecida e gradualmente aumentada de forma que ninguém sem identificação possa entrar ou se movimentar dentro do edifício.

Roubo de equipamentos hospitalares, coisas como máquinas de escrever e microscópios e assim por diante seria "permitido" e exagerado; relatos de que seria exagerado para que esta fosse a desculpa necessária para estabelecer a necessidade de segurança rigorosa até que as pessoas se acostumassem a ela.

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Qualquer um que se desloque num hospital seria obrigado a usar um crachá de identificação com foto e dizendo por que ele estava lá, funcionário ou técnico de laboratório ou visitante ou o que quer. Isso é para ser levado adiante gradualmente, deixando todo mundo acostumado com a idéia de se identificar - até que foi apenas aceito. Esta necessidade de identificação para se mover iria começar em pequenas formas: hospitais, algumas empresas, mas gradualmente expandir para incluir em todos os lugares!Observou-se que os hospitais podem ser usados para confinar as pessoas e para o tratamento de criminosos. Isso não significa, necessariamente, o tratamento médico.

Naquela época eu não conhecia o termo "Psicose Prison” (Prisão Psiquiátrica), da União Soviética, mas, sem tentar recordar todos os detalhes, basicamente, ele estava descrevendo o uso de hospitais, tanto para tratar os doentes, como para o confinamento de criminosos por outras razões que o bem-estar médico do criminoso. A definição de criminoso não foi dada.

ELIMINAÇÃO DE MÉDICOS PARTICULARES


A imagem do médico iria mudar. Já não seria visto como um profissional particular em serviço para pacientes particulares. O médico viria a ser gradualmente reconhecido como um técnico altamente qualificado - e seu trabalho iria mudar. O trabalho é incluir coisas como as execuções por injeção letal. A imagem do médico ser uma pessoa, poderosa e independente teria de ser alterada.

Ele passou a dizer: "Os médicos estão fazendo dinheiro demais. Eles devem fazer anúncios como qualquer outro produto. "Os advogados teriam que fazer publicidade também. Tenha em mente que esta era uma platéia de médicos, sendo falada por um médico. E era interessante que ele iria fazer algumas declarações bastante ofensivas para o seu público, sem medo de contrariar-nos.

O praticante solitário se tornaria uma coisa do passado. Aos poucos os die-hards (pró-vida) podem tentar resistir, mas a maioria dos médicos seriam utilizados por uma instituição de um tipo ou de outro. A prática de grupo seria incentivada, as empresas seriam incentivadas,em seguida, uma vez que a imagem corporativa da assistência médica tornou-se gradualmente mais e mais aceitável, os médicos cada vez mais tornam-se funcionários, em vez de contratantes independentes.

Junto a isso, é claro, de forma não declarada, mas necessária, está a idéia de que o empregado que serve a seu empregador, e não ao paciente. Então, nós já vimos um monte disso nos últimos 20 anos.

Fonte: forum.antinovaordemmundial.com
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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas

Douglas's review contributed to the success of...
Douglas's review contributed to the success of Silent Spring, an important turning point for the environmental movement. (Photo credit: Wikipedia)

Escrito por Walter Williams 
  
Os ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas.

Peguemos o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida. Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas. O livro se transformou em um clássico do movimento ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção. O livro exerceu uma influência poderosa sobre vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início da década de 1970.


Em 1970, pouco antes da proibição do DDT, a Academia Nacional de Ciências dos EUA declarou que o DDT havia salvado mais de 500 milhões de vidas humanas ao longo das últimas três décadas ao erradicar os mosquitos transmissores da malária.  Naquele ano, a Academia lançou um relatório no qual dizia: "Se tivéssemos de eleger alguns produtos químicos aos quais a humanidade deve muito, o DDT certamente seria um deles. ... Em pouco mais de duas décadas, o DDT evitou que 500 milhões de seres humanos morressem de malária, algo que sem o DDT seria inevitável".

Antes da proibição do DDT, a malária estava prestes a ser extinta em alguns países.
O DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica comprovando que ele gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que ele gerava.

Em seu livro Eco-Freaks: Environmentalism is Hazardous to Your Health, John Berlau, pesquisador e diretor do Center for Investors and Entrepreneurs do Competitive Enterprise Institute, escreveu que "Nem um único estudo mostrando o elo entre exposição ao DDT e contaminação humana já foi replicado".  Não apenas isso: em um estudo de longo prazo, alguns voluntários comeram 900g de DDT durante um ano e meio; até hoje, mais de vinte anos depois, nenhum deles apresentou nenhum efeito colateral em sua saúde.

O Dr. Henry Miller, membro sênior da Hoover Institution, e Gregory Konko, membro sênior da Competitive Enterprise Institute, escreveram em seu artigo no revista Forbes, "Rachel Carson's Deadly Fantasies", que o banimento do DDT foi responsável pela perda de "dezenas de milhões de vidas humanas, majoritariamente crianças em países pobres e tropicais. Tudo isso em troca da possibilidade de uma pequena melhoria na fertilidade das aves de rapina. Esta continua sendo uma das mais monumentais tragédias humanas do século passado."

Além das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência da malária, o banimento do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma vez que insetos vorazes que eram combatidos pelo DDT puderam se proliferar novamente — e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis nos países pobres.
Mesmo se as estimativas da Academia Nacional de Ciências em relação às vidas salvas pelo DDT estivessem exageradas por um fator de dois, Rachel Carson e sua cruzada contra o pesticida ainda seriam responsáveis por mais mortes humanas do que a maioria dos piores tiranos da história do mundo.

Não obstante todas as evidências de que o DDT, quando utilizado corretamente, não apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres humanos, os ambientalistas extremistas continuam defendendo sua proibição.  Só na África, milhões continuam morrendo de malária e de outras doenças. Após a Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste Asiático e na América do Sul. Em alguns casos, as mortes por malária caíram para quase zero. Após o banimento do DDT, as mortes por malária e por outras doenças voltaram a disparar.  Por que então o banimento não é revogado?

Porque este é justamente o objetivo destes extremistas: controle populacional.  Alexander King, co-fundador do Clube de Roma, disse: "Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já havia praticamente aniquilado a malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade.  Portanto, meu maior problema com o DDT, olhando em retrospecto, é que ele ajudou a intensificar o problema da explosão demográfica".

Jeff Hoffman, representante ambientalista, escreveu no site grist.org que "A Malária era, na realidade, uma medida natural de controle populacional, e o DDT gerou uma volumosa explosão populacional em alguns locais onde ele havia erradicado a malária. Basicamente, por que seres humanos devem ter prioridade sobre as outras formas de vida?... Não vejo ninguém respeitando os mosquitos aqui nesta seção de comentários."

O livro de John Berlau cita vários outros exemplos de desprezo dos ambientalistas pela vida humana e de como eles transformaram os políticos em seus idiotas úteis.

A organização mundial da Saúde estima que a malária infecta pelo menos 200 milhões de pessoas, das quais mais de meio milhão morrem anualmente. A maior parte das vítimas da malária são crianças africanas. Pessoas que defendem a proibição do DDT são cúmplices nas mortes de dezenas de milhões de africanos e de asiáticos. O filantropo Bill Gates arrecada dinheiro para milhões de redes contra mosquitos; porém, para manter suas credenciais acadêmicas intactas, a última coisa que ele advogaria seria o uso do DDT. Notavelmente, todos os políticos — principalmente os negros, que deveriam se sensibilizar com seus irmãos africanos — compartilham esta visão.

A morte de Rachel Carson não colocou um fim na insensatez ambientalista. O dr. Paul Ehrlich, biólogo da Universidade de Stanford, em seu best-seller de 1968, The Population Bomb, previu que haveria uma enorme escassez de comida nos EUA e que "já na década de 1970 ... centenas de milhões de pessoas irão morrer de fome neste país". Ehrlich via a Inglaterra em uma situação ainda mais desesperadora, e dizendo que "Se eu fosse um apostador, apostaria uma quantia substancial de dinheiro que a Inglaterra deixará de existir até o ano 2000".

No primeiro Dia da Terra, celebrado em 1970, Ehrlich alertou: "Dentro de dez anos, todas as mais importantes vidas animais nos oceanos estarão extintas. Grandes áreas costeiras terão de ser evacuadas por causa do fedor de peixe morto". Apesar de todo este notável currículo, Ehrlich continua até hoje sendo um dos favoritos da mídia e do mundo acadêmico.
E há ainda as insensatezes previstas pelos governos.  Em 1914, o U.S. Bureau of Mines [uma espécie de Ministério das Minas e Energia americano] previu que as reservas de petróleo do país durariam apenas mais 10 anos.  Em 1939, o Ministério do Interior americano revisou as estimativas, dizendo agora que o petróleo americano duraria mais 13 anos.  Em 1972, um relatório publicado pelo Clube de Roma, Limits to Growth, disse que as reservas de petróleo em todo o mundo totalizavam apenas 550 bilhões de barrias.  Com este relatório em mãos, o então presidente Jimmy Carter disse que "Até o final da próxima década, poderemos exaurir todas as reservas de petróleo existentes em todo o mundo".  E acrescentou: "Todo o petróleo e todo o gás natural de que dependemos para 75% de nossa energia estão acabando."

Quanto a esta última previsão de Carter, um recente relatório do U.S. Government Accountability Office [braço auditor do Congresso americano] em conjunto com especialistas do setor privado estima que, mesmo que apenas metade do petróleo existente na formação geológica do Green River nos estados de Utah, Wyoming e Colorado seja recuperada, isso já "seria igual a todas as reservas de petróleo que comprovadamente existem no mundo". Trata-se de uma estimativa de 3 trilhões de barris, mais do que a OPEP possui em suas reservas. Mas não se preocupe. Tanto Carter quanto Ehrlich ainda são frequentemente convidados pela mídia para emitir suas opiniões.

Nossa contínua aceitação das manipulações, das mentiras e do terrorismo ambientalistas fez com que governos ao redor do mundo, além de banirem o DDT, implantassem políticas públicas assassinas em nome da "economia de energia" — como, por exemplo, as regulamentações estatais que exigem automóveis com menor consumo de combustível, o que levou a uma redução do tamanho dos carros e a um aumento no número de acidentes que, em outras circunstâncias, não seriam fatais.

Da próxima vez que você vir um ambientalista alertando sobre algum desastre iminente, ou dizendo que estamos prestes a vivenciar a escassez de alguma coisa, pergunte para ele qual foi a última vez que uma previsão ambientalista se mostrou correta. Algumas pessoas estão inclinadas a rotular os ambientalistas de idiotas. Isto é um juízo errôneo. Os ambientalistas foram extremamente bem-sucedidos em impor sua agenda. Somos nós que somos os idiotas por termos ouvido e aceitado tudo passivamente, e por termos permitido que os governos acatassem suas ordens.

Publicado no site do Instituo Ludwig von Mises Brasil.
Fonte: www.midiasemmascara.org

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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Venerando Gaia: O Dia da Terra e a Transformação Total


Autor: Carl Teichrib, Forcing Change, Volume 3, Edição 3.


Nota do Editor: O Dia da Terra está se aproximando. Sendo a maior celebração ambiental no planeta, que impacta praticamente toda a comunidade no mundo ocidental, é imperativo que compreendamos a importância desse movimento. Veja, o Dia da Terra não é apenas um evento global de 24 horas, mas a ponta de uma agulha que procura infectar o mundo com uma filosofia anti-humana radical.
No passado, a Forcing Change investigou o fenômeno do Dia da Terra. Parte do material neste artigo já foi abordado em edições anteriores, porém este relatório atual procura vincular alguns aspectos que são frequentemente negligenciados — mas que estão visíveis para aqueles que compreendem o simbolismo e as orientações espirituais subjacentes que guiam esse movimento.
"Mais de seis milhões de canadenses se unirão com 500 milhões de pessoas de 180 países em eventos e projetos para tratar as questões ambientais. Praticamente todas as crianças em idade escolar no Canadá participarão de uma atividade no Dia da Terra. [1].
"A Terra é mais do que apenas uma espaçonave. Ela é nossa Mãe. Ela nos deu a vida. Não temos outro lugar para ir; temos de ficar e amá-la." [2].
Exatamente como nos dias antigos, a Terra se tornou o ponto focal de adoração. Na antiga Grécia, a suprema divindade da Terra era Gaia, também conhecida como a Mãe Universal. Juramentos sagrados eram feitos em seu nome e os adoradores realizavam rituais em sua honra. [3]. Um comentarista nos diz:
"A representação artística clássica de Gaia é uma mulher emergindo da terra até a altura dos seios. A deusa se levanta mas nunca deixa seu corpo planetário. Ritos viscerais, incluindo oferendas de plantas, sacrifícios de animais e, presumivelmente, extáticos sacrifícios humanos, bem como despudoradas cerimônias sexuais eram realizados para adorar a fecundidade de deusa." [4].
Em nossa era contemporânea, o Dia da Terra se tornou a celebração moderna de Gaia. Os participantes desse evento, estejam ou não cientes disso, imitam as antigas crenças pagãs da Mãe Universal. Como os juramentos sagrados feitos em nome da deusa, os celebrantes atuais do Dia da Terra assinam petições a favor do meio ambiente, firmam compromissos e anunciam resoluções em apoio à Mãe Terra. Como nos antigos sacrifícios à deidade, os praticantes atuais do Dia da Terra oferecem sacrifícios de "boas obras" ao planeta. Não somente é a Terra uma divindade a ser venerada, mas a própria Terra — como representante e incorporação da deusa — tem se tornado um ídolo dos dias modernos.
Será se todos os que se envolvem nas festividades do Dia da Terra enxergam as conexões que existem entre esse evento e a antiga deusa pagã? Alguns sim, especialmente aqueles que seguem uma posição neopagã, mas muitos desconhecem, pensando que seja uma oportunidade para as famílias participarem da conservação do meio ambiente (muitas coisas boas são feitas durante o Dia da Terra, como limpar o leito dos rios e plantar árvores — mas o problema não é este). Motivados por boas intenções, centenas de indivíduos (incluindo cristãos professos), participam sem primeiro considerar do que se trata realmente o Dia da Terra ou as filosofias que estão por trás do movimento.
O ator americano James Coburn (falecido em 2002) compreendia esses vínculos com o paganismo. Considere esta sua entrevista, realizada em 1990 com a jornalista Caryl Matrisciana durante o festival Dia da Terra, na praia de Malibu:
"— Sr. Coburn, por que devemos nos preocupar com o Dia da Terra, ou da Mãe Terra?"
"— A Mãe Terra é a Mãe. Ela é a Deusa-Mãe. Deveríamos louvá-la, em vez de estuprá-la. Todas estas pessoas estão aqui hoje por uma razão, porque estão preocupadas com o que está acontecendo com a Terra, com aquilo que a humanidade está fazendo com a Terra."
"Todas as emoções negativas que carregamos por aí também contribuem para o problema. Tudo alimenta a Lua. O que temos de fazer é sermos verdadeiros conosco mesmos; se formos verdadeiros conosco mesmos, seremos verdadeiros com a Mãe Terra."
"A Mãe Terra será generosa. Ela nos dará tudo que necessitarmos. Ela tem feito isso há muito tempo. Perdemos o nosso rumo. Os pagãos sabiam como lidar com a terra e alguns índios ainda se lembram como fazer."
"A Terra é um organismo vivo. Estamos matando a quem mais amamos e quem também nos ama. Temos de louvar nossa Deusa-Mãe!" [5].
Quando o Dia da Terra foi celebrado em 1970, a revista Newsweek chamou o evento de "uma vibrante dança da chuva em âmbito nacional" [6]. O New York Times, entretanto, disse que "o tempo tinha chegado para aquela ideia, porque a vida está chegando ao fim". A Terra e a humanidade necessitavam ser salvas "da intolerável deterioração e da possível extinção" [7].
Agora, quase quarenta anos mais tarde, empresas patrocinadoras pagam pelos eventos comunitários do Dia da Terra. Os governos federal e municipais gastam o dinheiro dos impostos na promoção do dia 22 de abril e uma miríade de organizações de raiz popular acrescentam energia à causa. Ele é um evento que chama a atenção dos canais de notícias locais e nacionais, dos políticos e alimenta a imaginação das crianças em idade escolar em toda a parte. Desde a gigante da indústria automobilística Toyota [8] até cada centro urbano na América do Norte, desde as Nações Unidas até o Conselho Nacional de Igrejas [9] — o Dia da Terra é muito mais do que uma bizarra dança da chuva; é uma plataforma para lealdades à cidadania global e à Terra.

Nasce o Dia da Terra

A ideia do Dia da Terra se originou em 1962 com o senador Gaylord Nelson, do estado americano do Wisconsin. Convencido que as questões ambientais precisavam de uma maior exposição, Nelson sugeriu ao presidente Kennedy que embarcasse em um "circuito de viagens a favor da preservação nacional". No ano seguinte, Kennedy iniciou uma excursão de cinco dias para promover a conservação do meio ambiente, mas aquilo nunca chegou a gerar o interesse político que Nelson esperava. Entretanto, de acordo com o senador, "aquele foi o germe da ideia que posteriormente se transformou no Dia da Terra." [10].
Somente alguns anos mais tarde, durante o auge dos protestos contra a Guerra do Vietnã, o senador Nelson lançou a ideia de um evento educativo em âmbito nacional para criar conscientização sobre o meio ambiente, o "primeiro seminário nacional sobre o meio ambiente". Esse evento, planejado para 22 de abril de 1970, seria estilizado com base no movimento de protestos contra a guerra, e tinha o objetivo de conquistar o interesse e a energia dos jovens — uma geração que estava passando por uma das maiores transformações culturais na história dos Estados Unidos. Sem qualquer surpresa, no primeiro discurso no Dia da Terra, o senador Nelson refletiu essa transição cultural, gloriando-se que 22 de abril seria a "data de nascimento de uma nova ética americana que rejeita a filosofia dos pioneiros da fronteira que o continente está aqui para nós saquearmos..." [11].
Décadas após o evento inicial, o assistente de Nelson que coordenou a campanha educativa nacional do Dia da Terra, Denis Hayes, disse a um entrevistador: "— Conscientemente, partimos para construir um movimento para unir a América e deixar todos sob um guarda-chuva, compartilhando um mesmo conjunto de valores." [12].
Novas éticas e um conjunto comum de valores iriam guiar esse movimento e agir como inspiração para os estudantes universitários em seus grupos de defesa do meio ambiente. Lembre-se, isto aconteceu em 22 de abril de 1970, e os estudantes daquela época representavam um amplo bloco da liderança política, empresarial, acadêmica e religiosa. O senador Nelson compreendia o poder potencial de utilizar a juventude da nação.

Ajudando a tornar esse primeiro Dia da Terra um sucesso, um livro especial de ensaios foi compilado pela organização Amigos da Terra e distribuído em todo o país para os professores dos ensinos fundamental, médio e universitário. Intitulado The Environmental Handbook: Prepared for the First National Environmental Teach-In, April 22, 1970, esse volume introduziu um novo conjunto de ideais sociais que apontariam para um mundo melhor. Dezenas de milhares de exemplares foram distribuídos e 20 milhões de pessoas em todo o país celebraram o que iria se transformar no movimento global do Dia da Terra.
Mas, quais eram os valores apresentados por esse livro? Estavam eles baseados nos fundamentos centrais da cosmovisão judaico-cristã do pensamento e do direito ocidentais? Eles suportavam a preservação do meio ambiente com o bom senso? O controle da erosão, a manutenção de uma população silvestre equilibrada, restrições no uso dos poluentes tóxicos ou o controle das espécies invasivas?
O assunto da poluição foi tratado, com uma distorção sobre o controle populacional. O uso da terra também foi discutido, ao vilificar "a criação convencional de gado nas fazendas".
Paul Ehrlich, autor de The Population Bomb (A Bomba Populacional), contribuiu com um cenário sombrio para impressionar as mentes dos jovens: por volta de 1973, a poluição atmosférica iria paralisar as cidades, a nuvem da poluição causaria desastres e o número de mortes chegaria às centenas de milhares — tudo anunciando o advento de um colapso global na qualidade do ar que tornaria o "planeta inabitável" por volta de 1990. Aproximadamente em meados dos anos 1970s, o cinturão produtor de grãos nos EUA se transformaria em um grande deserto no meio-oeste, arrasando os estoque de alimentos. Durante esse período de tempo, Ehrlich especulou, o setor de recursos dos EUA entraria em colapso e um programa nacional de "planejamento familiar" teria de ser estabelecido junto com uma agenda internacional para limitar o crescimento da população humana. Por volta de meados de 1979, os oceanos do mundo estariam mortos e toda vida animal marinha extinta. [13].

Para os alunos do ensino médio e universitário participantes no primeiro Dia da Terra, essas previsões tiveram o efeito de causar arrepios. Como o Sr. Ehrlich explicou: "Um cenário bastante sombrio. Infelizmente, já avançamos muito dentro dele." [14].
Algo disto soa familiar a você? "O aquecimento poderá provocar o colapso da agricultura", assim reportou o Inter-Press Service em 2007. [17]. "Os cardumes poderão desaparecer devido ao aquecimento global", anunciou um artigo da Associated Press em 2008. [16]. O professor John Brignell, um autor e pesquisador sobre temas sociais, publicou em um artigo na Internet suas observações com relação à mudança climática e o medo que está provocando:
"Sofre de um problema qualquer? Lance a culpa sobre o aquecimento global. Desde alergias até a escassez do xarope de groselha, e à febre amarela: aparentemente todos os males contemporâneos são causados pela mudança climática." [17].
A página de Brignell na Internet lista mais de 300 supostos problemas, ou pseudoproblemas, que são atribuídos ao aquecimento global. Essa lista documentada inclui capim, pedra nos rins, inflação na China, invasão de águas-vivas e ostras gigantes, a morte do monstro do lago Ness, o desaparecimento dos peixes, uma vindoura Era do Gelo, conflito com a Rússia, uvas azedas e vinhos mais fortes, falência das fazendas (porém a produção das fazendas cresceu), aumento — ou diminuição — da salinidade do Oceano Atlântico, nuvens de poluição, terrorismo, desmaios e cérebros menores. Tendo a acreditar neste último efeito.
O céu está desabando! O céu está desabando! Esta é uma tática do medo para a transformação global? Considere as seguintes citações:
"Durante qualquer 'ciclo de problema-atenção' nas campanhas sobre o meio ambiente, há uma fase em que o problema precisa ser estrategicamente exagerado de modo a fixá-lo em uma agenda de planos para ação." [18] — Instituto Internacional Pelo Desenvolvimento Sustentável.
"Temos de oferecer cenários aterrorizadores, fazer declarações simplificadas e dramáticas e evitar mencionar quaisquer dúvidas que possamos ter." [19] — Professor Stephen Schneider.
"Independente se a ciência é toda falsificada, existem benefícios ambientais colaterais... a mudança climática fornece a maior chance de trazer a justiça e a igualdade no mundo." [20]. — Christine Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá.
"Benefícios ambientais colaterais...?" Isto é questionável, no mínimo; mais de 31.000 cientistas assinaram uma petição em que questionavam a tese do aquecimento causada pelo homem e sugeriam abertamente que aumentar o dióxido de carbono na atmosfera pode ter benefícios. [21]. Além disso, "justiça" e "igualdade" são questões sociais — não atmosféricas. Novamente, isto aponta para o cerne da questão: transformação social.
Mas, as táticas de criar medo são eficazes. Elas levam as massas a pensar: "Como pode a humanidade reverter sua iminente destruição pelo meio ambiente? O que pode ser feito para salvar a Mãe Terra?" De acordo como o primeiro Dia da Terra e o Manual do Meio Ambiente, podemos começar lançando a culpa sobre o Cristianismo e os valores ocidentais e, em seguida, adotar uma cosmovisão pagã e soluções socialistas radicais.
Considere as seguintes citações do Manual do Meio Ambiente. Tenha em mente que esse texto estabeleceu os ideais éticos para uma nova realidade na Terra e definiu o tom para o primeiro Dia da Terra e as celebrações subsequentes.
Nota: Os nomes dos autores e os números das páginas estão no fim de cada citação; o texto original continha vários erros ortográficos.
Sobre Religião:
"O Cristianismo, em absoluto contraste com o paganismo antigo e as religiões da Ásia... não somente estabeleceu um dualismo do homem e natureza, mas também insistiu que é a vontade de Deus que o homem explore a natureza para seus próprios fins."
"No nível das pessoas comuns, isso resultou em algo interessante. Na antiguidade, cada árvore, cada fonte, cada ribeiro, cada colina tinha seu próprio gênio local, seu espírito guardião. Esses espíritos podiam ser contactados pelo homem... Antes de alguém cortar uma árvore, iniciar a extração de minérios em uma montanha ou represar um rio, era importante aplacar o espírito responsável por aquela situação em particular e mantê-lo apaziguado. Destruindo o animismo pagão, o Cristianismo tornou possível a exploração da natureza em uma atmosfera de indiferença aos sentimentos dos objetos naturais." [págs. 20-21, Lynn White Jr.].
"O que fazemos com a ecologia depende das nossas ideias do relacionamento homem-natureza. Mais ciência e mais tecnologia não vão nos tirar da presente crise ecológica até que encontremos uma nova religião, ou repensemos nossa antiga religião..." [pág. 24, Lynn White Jr.].
"Nenhum novo conjunto de valores básicos foi aceito em nossa sociedade para desalojar os valores do Cristianismo. Portanto, continuaremos a ter uma crise ecológica que se agrava a cada dia até que rejeitemos o axioma cristão que a natureza não tem razão para existência senão a de servir ao homem." [pág. 25, Lynn White Jr.].
"A ciência e a tecnologia atuais estão ambas tão imbuídas com a arrogância cristã ortodoxa com relação à natureza que nenhuma solução para nossa crise ecológica pode ser esperada delas somente. Como as raízes dos nossos problemas são em grande parte religiosas, a solução também precisa ser essencialmente religiosa, quer a chamemos assim ou não." [pág. 26, Lynn White Jr.].
"O que permitiu que os xamãs esquimós, cujas mentes eram um produto da taiga, da tundra e do mar congelado, viajassem em jornadas espirituais sob o oceano e conversassem com os peixes e os seres potentes que viviam no fundo dos mares? Como os xamãs desenvolveram o poder hipnótico que empregavam em suas sessões espirituais? O que podemos aprender com os xamãs que sobreviveram a respeito da transferência do pensamento e da percepção extrassensorial? As respostas estão nas vastidões desabitadas do Ártico que ainda restaram para nós."
"As vastidões desabitadas são um teste, um padrão de aferição... Novas perspectivas vêm das vastidões desabitadas. Jesus, Zoroastro, Moisés e Maomé foram ao deserto e retornaram com mensagens. Este manual e o seminário para o qual foi escrito, têm seu início nas vastidões desabitadas." [pág. 148, Kenneth Brower].
Sobre População:
"Liberdade para procriar é algo intolerável." [pág. 41, Garrett Hardin].
"Nenhuma solução técnica pode nos resgatar da miséria da superpopulação. A liberdade para procriar trará ruína sobre todos nós... O único modo de podermos preservar a natureza e outras liberdades mais preciosas é abrindo mão da liberdade de procriar." [pág. 49, Garrett Hardin].
"... é pecaminoso para qualquer um ter mais do que dois filhos. Há muito tempo se tornou evidente que a não ser que o canceroso crescimento da população mundial seja interrompido, todos os outros problemas — pobreza, guerra, disputas raciais, cidades inabitáveis, e tudo o mais — estão fora do alcance para solução." [pág. 139, John Fischer].
"Estabilizar a população dos EUA deve ser declarado uma política nacional. Passos imediatos devem ser tomados para: 1. Legalizar o aborto e a esterilização voluntários e fornecer esses serviços gratuitamente. 2. Remover todas as restrições sobre o fornecimento de informações e dispositivos para o controle da natalidade; fornecer esses serviços gratuitamente a todos, incluindo os menores. 3. Tornar a educação sexual disponível em todos os níveis apropriados, enfatizando as práticas de controle da natalidade e a necessidade de estabilizar a população..." [pág. 317-318, Keith Murray].
"Explorar outras estruturas sociais e formas de casamento, tais como o casamento em grupo e o casamento poliândrico, que oferecem vida familiar, mas podem produzir um número menor de crianças. Compartilhar o prazer de criar crianças amplamente, para que nem todos precisem se reproduzir diretamente para usufruir dessa experiência humana básica. Precisamos esperar que nenhuma mulher dê à luz a mais de uma criança." [pág. 324, seção Four Changes (Quatro Mudanças)].
Sobre Nações e Economias:
"As nações... precisam desaparecer de forma gradual e serem substituídas por economias tribais ou regionais autônomas..." [pág. 6, Keith Lampe].
"A interdependência, é claro, pode ser sustentada somente em um contexto de cooperação, de modo que a competição (o capitalismo) precisa desaparecer gradualmente e ser substituído por modelos econômicos cooperativos." [págs. 6-7, Keith Lampe].
"Olhando além das nossas fronteiras, nossos estudantes serão incentivados a fazer perguntas até mais difíceis. São os Estados-nações realmente viáveis, agora que têm o poder de se destruir mutuamente em uma única tarde? Podemos concordar que alguma outra coisa tome o lugar deles, antes que o equilíbrio de terror se torne instável? Que preço a maioria das pessoas estará disposta a pagar por um tipo mais durável de organização humana — mais impostos, abrir mão das bandeiras nacionais, talvez até o sacrifício de algumas das nossas liberdades arduamente conquistadas? [pág. 145, John Fisher].
Sobre a Transformação Global:
"Nada menos que uma transformação total fará muito bem. O que imaginamos é um planeta em que a população humana viva harmoniosa e dinamicamente empregando uma tecnologia sofisticada e não-intrusiva em um ambiente mundial que é 'deixado ao natural'.... O pluralismo cultural e individual, unificado por um tipo de conselho tribal mundial." [pág. 330, seção Four Changes (Quatro Mudanças)].
"Parece evidente que existem em todo o mundo certas forças sociais e religiosas que trabalharam em toda a história para criar um estado de coisas ecológica e culturalmente esclarecido. Que os seguintes sejam incentivados: gnósticos, marxistas dispostos a cooperar, católicos seguidores de Teilhard de Chardin, druídas, taoístas, biólogos, bruxos, iogues, monges budistas, budistas tibetanos, zen-budistas, xamãs, quacres, sufistas, mateiros, índios americanos, polinésios, anarquistas, alquimistas... a lista é longa. Todas as culturas primitivas, todos os movimentos comunitários e ashrams. Como não parece prático ou até desejável pensar que a força sangrenta direta alcançará muita coisa, seria melhor considerar isto uma contínua 'revolução da consciência' que será vencida não por armas, mas tomando as imagens-chave, os mitos, arquétipos, escatologias e êxtases para que pareça que não vale a pena viver, a não ser que a pessoa esteja do lado da energia transformadora." [pág. 331, Four Changes].
A mensagem é clara. De modo a salvar o mundo, precisamos mudar drasticamente nossas atuais estruturas religiosa, política, econômica e social. Precisamos remoldar significativamente a sociedade de acordo com uma cosmovisão de Nova Era em que a natureza tenha supremacia sobre tudo, em que as estruturas políticas e econômicas se metamorfoseiam em um tipo de comunismo ecológico, em que o câncer do crescimento econômico passe por uma cirurgia radical e em que a educação e a religião sejam radicalmente modificadas para servirem à Mãe Terra.
Esta é a essência do Dia da Terra. É a aceitação de enormes transformações religiosas e sociais — o sacrifício da nossa "arrogância cristã ortodoxa", para que Gaia possa ser curada e a humanidade salva. É o toque da trombeta do Mundo Unificado. "O Resgate de Gaia", um projeto do Dia da Terra de 2008, coloca isto em foco:
"Para corrigir este problema, teremos de agir como um planeta, não separadamente como grupos ou países. Será necessário a ajuda de todos os filhos de Gaia para salvá-la dos erros que já cometemos." [22].

Gaia Está Furiosa

Se não corrigirmos nossos erros, se não mudarmos nossos valores, comportamentos, éticas e crenças — a Mãe Terra fará justiça com suas próprias mãos. Esta é a ecofilosofia que atualmente está na moda. Os seres humanos são um flagelo e Gaia irá se purificar, a não ser que nos tornemos bons cidadãos globais e respeitemos a Mãe Universal.
E esta é a mensagem do Dalai Lama:
"Até agora... a Mãe Terra de algum modo tolerou a bagunça na casa. Mas, agora, o uso humano, a população e a tecnologia atingiram aquele estágio em que a Mãe Terra não pode mais aceitar nossa presença em silêncio. De muitos modos ela agora está nos dizendo: 'Meus filhos estão se comportando mal.' Ela está nos advertindo que existem limites para nossas ações..." [23].
Enquanto isso, filmes como O Fim dos Tempos (The Happening) retratam a Mãe Terra reagindo contra a humanidade — induzindo quimicamente os seres humanos a cometerem suicídio de modo a resolverem o problema humano. Outro filme recente, O Dia em Que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still), tem extraterrestres atentos que chegam ao planeta para salvar a cambaleante Mãe Terra do câncer da humanidade. Durante a última parte do filme, os personagens principais chegam à conclusão que precisam evoluir no nível global de modo a evitar o desastre planetário. Muitos outros filmes, documentários e programas de televisão apresentam uma mensagem similar. O homem precisa mudar, ou Gaia lidará severamente conosco.
Este é também o prognóstico do geocientista britânico James Lovelock, que escreveu em 1979 o livro Gaia: A New Look at Life on Earth (este livro gerou a moderna teoria pseudocientífica de que a Terra é uma estrutura viva). Agora, o novo livro de Lovelock, The Revenge of Gaia (A Vingança de Gaia), pinta um quadro de um planeta que sofre com uma febre incapacitante — o Aquecimento Global — e que a Mãe Terra está lutando por sua sobrevivência diante da capacidade destrutiva da humanidade.
Sem qualquer surpresa, essa linha de pensamento pode ser encontrada em toda a ecologia profunda e na comunidade de Gaia na Internet. Artigos publicados em diversos sites proclamam que a Mãe Terra está se tornando mais irada a cada minuto:
"A razão por que existem tantos desastres naturais e severas mudanças climáticas é porque a Mãe Terra está furiosa com as pessoas." [24].
"A Terra está seca. Não existe água suficiente. Os incêndios serão furiosos. Algumas coisas estão fora do controle dos seres humanos. A Mãe Terra está irada, mostrando-nos os limites do nosso poder. Vamos aprender com ela." [25].
Talvez uma pequena festa a torne mais feliz.

Um Feriado Secular?

Ironicamente, o Dia da Terra é considerado "o maior feriado secular no mundo." [26]. Todavia, existe pouca coisa de secular nele. Ao contrário, diversas atividades espirituais ocorrem: desde rituais da Mãe Terra até serviços multifés ao nascer do sol, de encontros interfé da Terra até meditações da primavera (no hemisfério norte) e "Orações à Terra" — como a que é sugerida abaixo:
"Mãe, Pai, Deus, Poder Universal:
Lembra-nos diariamente da santidade de toda a vida.
À medida que nos esforçamos para respeitar todos os seres vivos neste planeta,
Toque nossos corações com a gloriosa unidade de toda a criação.
À medida que nos sintonizamos com o ritmo e o fluir das estações,
Penetre nossas almas com a beleza deste mundo.
Desperta nossas mentes com entendimento para obtermos um mundo em perfeita harmonia.
E conceda-nos a sabedoria para que compreendamos que podemos ter o céu na terra." [27].
Infelizmente, muitas congregações cristãs em toda a América do Norte aderiram ao movimento de transformação do Dia da Terra; algumas por ingenuidade, porém outras com total consentimento e cumplicidade. Um exemplo é a Catedral da Graça, em San Francisco, na Califórnia. Durante o Dia da Terra de 2001, a catedral apresentou uma canção interfé de celebração pelo planeta:
"A música será uma mistura eclética das tradições musicais de todo o mundo. Sinos de um templo tibetano se misturarão com o órgão da catedral. As apresentações vocais irão de cânticos dos índios americanos até cantos islâmicos e música coral evangélica do sul dos EUA. Representantes de uma ampla diversidade de caminhos religiosos participarão nas festividades, incluindo indígenas americanos, islâmicos, hindus, judeus, pagãos e cristãos." [28].
Ao longo dos anos, a Catedral da Graça tem sido um farol para a abrangente transformação religiosa e tem feito muita coisa para promover um modelo de espiritualidade global contemporânea, como ajudar a criar a Iniciativa das Religiões Unidas.
A Igreja Unida do Canadá é outro exemplo. Durante os últimos vinte anos, essa denominação tem sido considerada uma criadora de tendências no pensamento cristão "progressista e esquerdista". A denominação também tem sido vista como um pilar social pelos acadêmicos, figuras políticas e outras personalidades de liderança. Aqui está parte de um leitura responsiva para um serviço de adoração centrado na Terra:
"Falando para a Comunidade da Terra, dizemos: Irmãos e Irmãs na Criação, nós nos comprometemos neste dia — com vocês, com toda a Criação que ainda existirá e com o Criador. Com toda criatura viva e tudo o que contém e sustenta você.
Todos: Com tudo o que há sobre a Terra — e com a própria Terra." [29].
Por mais alarmante que possa ser, parece não importar se o perfil geral da igreja é de "direita" ou de "esquerda". As congregações conservadoras também estão enfocando a Terra como um ponto de serviço.
Em fevereiro de 2009 tive a oportunidade de visitar alguns parentes que participam de uma igreja evangélica que era reconhecida na cidade por sua posição corajosa na proclamação do evangelho. Mas, descobri que as coisas mudaram. Em vez de mensagens que enfoquem as verdades da Palavra de Deus, os sermões estão agora seguindo uma clara preocupação com a ecologia. Embora não estejam promovendo as crenças que têm a Terra como centro, como a Igreja Unida do Canadá está fazendo, os ensinos destacaram típicos temas relacionados com o meio ambiente: aquecimento global, os problemas causados pelo homem, a necessidade de modificar os padrões de consumo e o comportamento social. Isto tudo faz você se lembrar de alguma coisa?
Como centenas de outros pastores e igrejas na América do Norte, a ingenuidade com relação ao verdadeiro propósito da ecologia profunda e sua mensagem de transformação global está solapando os valores cristãos — dentro da própria igreja.
Isto significa que os cristãos não devem se preocupar com o meio ambiente? Absolutamente não. Entretanto, uma abordagem bíblica sadia é necessária — uma abordagem que reconheça o lugar de direito do homem em cuidar, administrar e usar a Terra; não uma abordagem em que o homem serve a um mestre planetário criado à imagem da Organização das Nações Unidas ou de alguma agência ambientalista de ação global. Infelizmente, os pastores e congregações em todo o mundo estão papagueando a mensagem do Dia da Terra e seguindo os líderes da governança ambiental global.
A busca para envolver a comunidade cristã nas celebrações do Dia da Terra é especialmente significativa. Não somente igrejas individuais promovem o Dia da Terra como um evento especial, a Rede do Dia da Terra visa especificamente a "comunidade religiosa" na esperança que os líderes religiosos influentes farão a agenda global avançar. E a Rede do Dia da Terra tem certo poder.
A Rede do Dia da Terra é um grupo que surgiu a partir do Dia da Terra original em 1970. Hoje, o Conselho Internacional da organização é composto por alguns dos globalistas mais influentes do mundo:
  • Lester Brown, Instituto Worldwatch.
  • Gro Harlem Brundtland, diretora da Organização Mundial de Saúde.
  • Robert Kennedy Jr., Promotor de Justiça, trabalha com o Conselho de Defesa dos Recursos Naturais.
  • Gus Speth, ex-funcionário de alto escalão do Programa de Desenvolvimento da ONU.
  • Maurice Strong, presidente do Conselho da Terra e ex-Assessor Especial da ONU.
  • David Suzuki, um dos mais conhecidos ambientalistas canadenses.
  • Klaus Toepfer, diretor-executivo do Programa Ambientalista das Nações Unidas (UNEP). [30].
Atualmente, a Rede trabalha com afinco para promover sua Campanha do Clima nas Comunidades de Fé, uma plataforma educacional do Dia da Terra / Aquecimento Global direcionada para os grupos religiosos. Na verdade, a página na Internet tem o lema "Dia da Terra: Algo em Que Todos Nós Podemos Acreditar". [31]. Em 2007, a Rede do Dia da Terra estendeu uma mão às comunidades cristã, judaica e islâmica criando "12.000 sermões e eventos religiosos" para capacitar os líderes religiosos para os objetivos do Dia da Terra. A Rede do Dia da Terra levou isto um passo adiante durante o Dia da Terra de 2008 ativando "500.000 paroquianos" para apoiarem a legislação sobre a mudança climática. Muitas igrejas também prometeram aderir à Rede do Dia da Terra para o "Domingo do Dia da Terra" em 2008", enfocando a mudança climática e salvando a Terra durante seus serviços dominicais. [32].
Agora, para 2009, a Rede do Dia da Terra está lançando sua campanha Geração Verde, que procura envolver os estudantes, igrejas e a comunidade para pressionar o mundo a adotar um novo tratado global sobre o clima. Além disso, essa campanha está planejada para continuar até 2010 quando está previsto que o mundo testemunhará uma grande celebração da Terra: o quadragésimo aniversário do Dia da Terra.
É paradoxal que aquilo que teve origem como um movimento para intencionalmente colocar a Terra em um pedestal e, ao mesmo tempo, "demonizar" o Cristianismo, o nacionalismo e as populações humanas — tudo com o objetivo de levar a juventude a uma utopia socialista e pagã — foi agora amplamente adotado pelas igrejas. Além disso, realizando e apoiando os serviços interfé centrados na Terra, as igrejas na verdade contribuem para o ataque contra os valores bíblicos.
Gaia deve estar sorrindo.

Notas Finais:

1. Earth Day Canada FAQ, http://www.earth­day.ca/pub/resources/faqs.php. O suporte econômico para a organização Earth Day Canada vem de uma ampla variedade de patrocinadores, como Environment Canada (governo), The Discovery Channel, Panasonic Canada, Sony, e diversos outros grupos, incluindo as principais instituições financeiras do país.
2. Site pessoal do senador John Kerry, http://blog.johnkerry.com/2007/04/please_take_care_of_spaceship.html.
3. Livros consultados sobre Gaia incluem: The Life of Greece, de Will Durant; Occidental Mythology: The Masks of God, Joseph Campbell; Magick of the Gods and Goddesses, de D. J. Conway; Mysteries of the Dark Moon, Demetra George (uma visão geral dos cultos da deusa a partir da perspectiva das deusas escuras — este livro, como Magick of the Gods and Goddesses, é uma obra pagã); The Gods Who Walk Among Us, de Thomas R. Horn e Donald C. Jones (faz um paralelo entre as religiões antigas e o paganismo moderno – escrito a partir de uma perspectiva cristã); Goddess Earth, de Samantha Smith (uma exposição cristão dos movimentos ambientalista e da deusa); Occult Invasion, de Dave Hunt (uma exposição cristão sobre ocultismo, incluindo o movimento de Gaia). Consultei também diversos websites sobre mitologia grega, adoração à deusa e o movimento de Gaia, junto com obras sobre a Hipótese de Gaia, como Gaia, de James Lovelock (este é o livro que deu partida à hipótese "científica" de Gaia c omo uma Terra Viva); Gaia: The Growth of an Idea, de Lawrence E. Joseph (sobre a história de Gaia e a hipótese de Gaia); e Saviors of the Earth, de Michael S. Coffman (uma exposição cristã sobre o movimento ambientalista, com material sobre o conceito de Gaia).
4. Lawrence E. Joseph, Gaia: The Growth of an Idea (St. Martin’s Press, 1990), pág. 226.
5. Esta entrevista é parte do documentário Earth’s Two-Minute Warning, produzido por Jeremiah Films e narrado por Caryl Matrisciana.
6. Veja o livro de Bill Christofferson, The Man from Clear Lake: Earth Day Founder Senator Gaylord Nelson (University of Wisconsin Press, 2004), pág. 6.
7. Idem, pág. 6.
8. Para mais informações sobre o programa Dia da Terra, da Toyota Canadá, vá para http://www.earth­day.ca/scholarship.
9. http://www.nccusa.org/news/080422earthday.html.
10. Senador Gaylord Nelson, "How the First Earth Day Came About", Enviro Link, [http://earthday.envirolink.org/history.html]. Acessado em 11 de abril de 2007.
11. The Man from Clear Lake, pág. 7. 12. Idem, pág. 305.
13. Veja o ensaio de Paul R. Ehrlich, "Eco-Catastrophe!", The Environmental Hand­book: Prepared for the First National Environmental Teach-In (Ballantine/Friends of the Earth, 1970, editado por Garrett de Bell), págs. 161-176.
14. Idem, pág.174.
15. Abid Aslam, "Environment: Warming May Trigger Agricultural Collapse", IPS, 12 de setembro de 2007.
16. "UN Report says fish stocks could collapse because of global warming, pollution", Associated Press, 22/2/2008.
17. O website do professor John Brignell é http://www.numberwatch.co.uk.
18. Empowerment for Sustainable Development: Toward Operational Strategies (International Institute for Sustainable Development, 1995), pág. 51.
19. Stephen Schneider, professor de Biologia e Transformação Global, Stanford University (conforme impresso em Trashing the Planet, de Dixie Lee Ray, pág. 167).
20. Christine Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá, Calgary Herald, 14/12/1998.
21. O documentário Global Warming or Global Governance, fornece algumas evidências muito fortes sobre os benefícios do dióxido de carbono. Veja também "The Petition Project" (http://www.petitionproject.org) para os nomes de mais de 31.000 cientistas.
22. Gaia Rescue, http://www.gaiarescue.com [Acessado em 24 de fevereiro de 2009].
23. Dalai Lama, conforme impresso em Only One Earth (UNEP, Programa Ambiental das Nações Unidas, 2000), pág. 61.
24. http://rainbowmotherearth.ning.com. 25. http://bluebanshee.wordpress.com/2008/07/28/earth-fire-and-water.
26. EcoSmart, "The Origins of Earth Day". Earth Love Movement, http://www.earthlovemovement.org/tag/secular-holiday [Acessado em 24/2/2009].
27. Jo Poore, Oração da Terra (a ser usada no Dia da Terra), Celebrations of Spring, Electronic Newsletter, 15/4/2004, http://www.faith-commongood.net/news/letter.asp?ID=1.
28. Grace Cathedral, informe de notícias, "A Song of Creation: An Interfaith Earth Day Celebration at Grace Cathedral, San Francisco", http://www.ewire.com/dis­play.cfm/Wire_ID/175.
29. Igreja Unida do Canadá, Enough for All Worship Resource, pág. 10. 30. EDN International Council, http://earthday.net/node/64.
31. Earth Day Network, Earth Day: Something We Can All Believe In, http://earthday.net/node/73.
32. Idem.

Autor: Carl Teichrib, artigo original em http://www.forcingchange.org, Volume 3, Data da publicação: 16/9/2011
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/gaia.asp

terça-feira, 7 de maio de 2013

Jornalista desfaz mitologia alarmista verde

 Alexandre Garcia
Alexandre Garcia

O leitor já se imaginou competindo contra o sol para reverter o "aquecimento global", aliás nunca comprovado?

Ou lutando contra a emissão de CO2 - aliás gás da vida - deixando de consumir bens necessários para seu bem-estar e de sua família, ou até voltando a um estágio de "civilização" primitivo?

Estes e outros desatinos disparatados que teriam feito rir há não muitos anos, e por certo farão rir nos séculos futuros, viraram moeda corrente do alarmismo ambientalista.

O jornalista Alexandre Garcia, colunista da agência “Alô Comunicação”, é mais um dos espíritos clarividentes que denuncia estes slogans apocalípticos que só servem para enganar.

Com óbvio proveito para a propaganda neocomunista disfarçada de "verde", acrescentamos nós.

Leia o lúcido e recente artigo de Alexandre Garcia publicado também no "Diário da Amazônia"

O VULCÃO E O CARBONO 

Você sabia que se um vulcão no Chile ou na Islândia ficar despejando fumaça na atmosfera por quatro dias anulam-se 5 anos de esforços de cada habitante do planeta para reduzir emissões de dióxido de carbono?

E se o prezado leitor perguntar o que é esse tal de dióxido de carbono, tão satanizado pela seita ambientalista, a resposta é que o CO2 é um gás vital de que todo vegetal precisa para viver e para transformar o carbono em oxigênio, o gás vital para a sobrevivência de toda vida animal, inclusive humana. 

Vulcão Puyehue, Chile, junho 2011
Quando eu estudei química orgânica no curso científico, aprendi que o que tem vida, o que é orgânico, tem carbono. Enquanto isso, inventaram os tais créditos de carbono.

Se você pensar que salvou o mundo do carbono porque gastou um dinheirão para comprar um Prius híbrido ou deixou de usar sacos plásticos no supermercado, ou ainda ajudou seus filhos em trabalhos sobre sustentabilidade, pôs um tijolo na caixa de descarga para diminuir o fluxo de água, ou desistiu de comprar um SUV e vendeu sua lancha, evitou uma longa viagem de avião e ficou em casa, gastou alguns reais a mais para comprar outro tipo de lâmpada, tudo isso será em vão quando o Copahue, ali no Chile, ficar outra vez expelindo gases de estufa e carbono por no mínimo quatro dias.

E nos últimos quatro ou 6 bilhões de anos, independentemente da nossa presença na Terra, a natureza vai seguindo seu rumo errante.

E temos pelo menos 200 vulcões ativos na nave Terra.

Apenas o Pinatubo, nas Filipinas, por apenas 1 ano, jogou na atmosfera mais gases do efeito estufa que todos os habitantes da Terra, desde que existimos, aí por volta de dois milhões de anos atrás.

Fanáticos do meio ambiente e do aquecimento global detestam gente. Apontam a humanidade como causa dos males da Terra.

Para eles, a Terra estaria melhor sem a humanidade. Se morrêssemos todos, a Terra estaria salva.

Este santão da Índia estaria 'ecologicamente correto'
se privando do consumo e lutando contra o CO2?
Se for isso, não adiantou de nada.
Eles desprezam o fato de que os ciclos de frio e calor na Terra dependem do sol e da temperatura dos oceanos.

O resfriamento da Terra tem sido pior que o aquecimento.

A Groenlândia (terra verde) já teve pastagens e florestas. Hoje é branca, porque a Terra já foi mais quente e deu vida aos vegetais.

O frio acaba com as colheitas, e o calor do sol lhes dá brotação e frutos.

Não vamos poluir nossas águas nem desperdiçar nossas florestas e riquezas.

Não podemos sujar o planeta em que vivemos.

Mas não podemos cair no engodo de aproveitadores, que recebem gordos orçamentos por causa do terror que provocam com a ameaça do aquecimento global, num planeta que esfriou 0,7 graus centígrados nos últimos cem anos e está em pleno ciclo de queda de temperatura.

Depois virá outro período de aquecimento, quando a Inglaterra voltará a ter uva e vinho, como já teve, antes de os londrinos poderem esquiar no Tâmisa congelado.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo