Considere as evidências você mesmo. Mais de 40% da
base industrial dos EUA foi transferida para o exterior, a maior parte
dela para o país de regime marxista-leninista conhecido como China.
Usando uma diversidade de práticas enganosas no sistema financeiro,
sucessivos governos deixaram os EUA sobrecarregados com níveis
extraordinários de endividamento — nas famílias, nas empresas, nos
governos estaduais e no nível federal, para não mencionar as gigantescas
responsabilidades sem financiamento, como a previdência social e os
programas de assistência médica para idosos e para população de baixa
renda (
Medicaid e
Medicare) — que não há a menor chance que mesmo uma
fração dessa dívida possa ser paga com tributação futura sem destruir a
economia. Na verdade, a dívida é tão grande e cresce a um ritmo tão
alarmante que a grande nação americana será incapaz até mesmo de manter
os pagamentos dos juros para os bancos nacionais e internacionais. O
nível de emprego na indústria nos EUA como um todo foi radicalmente
reduzido e a maior parte dos empregos que continuam a existir está no
setor de serviços, onde os salários são mais baixos e a estabilidade no
emprego é menor. A erosão das liberdades civis desde 11 de setembro de
2001 foi tão severa que qualquer cidadão ordeiro pode agora pode ser
apanhado na rua e encarcerado indefinidamente pelo governo, com base em
acusações vagas relacionadas com a segurança — contra as quais o cidadão
não tem absolutamente qualquer defesa.
"Não pode ser; não nos EUA!" você diz. Realmente? As
seguintes citações provam o contrário. Não somente isto está a caminho,
mas o ritmo da decadência é tão grande, que agora um severo colapso
econômico nos próximos dois ou três anos está parecendo cada vez mais
provável.
Uma Grande Admissão Pelos Globalistas em 2009
Vamos iniciar com uma surpreendente admissão feita
por globalistas em 2009. Ela pode ser encontrada na página oficial na
Internet do
Conselho das Relações Internacionais (o CFR), que é uma das várias instituições obscuras que secretamente governam os EUA:
"Obrigado por aquele maravilhoso tributo a
Henry
Kissinger ontem. Parabéns. Como o mais novo Conselheiro de Segurança
Nacional dos Estados Unidos, recebo minhas ordens diárias do Dr.
Kissinger, filtradas pelo general Brent Snowcroft e
Sandy Berger, que
também está aqui. Temos uma cadeia de comando no Conselho de Segurança
Nacional que existe hoje." [Comentários feitos pelo Conselheiro de
Segurança Nacional dos EUA,
James L. Jones, na Quadragésima Quinta
Conferência de Munique Sobre Política de Segurança, no Hotel
Bayerischer, em 8 de fevereiro de 2009.]
Esta é provavelmente a mais pública e mais descarada
confirmação feita até aqui pela elite globalista que ela controla o
governo dos EUA. James Jones foi indicado por meio do processo
democrático aprovado pelo Congresso, mas aqui ele está afirmando
categoricamente que recebe ordens diárias de Henry Kissinger via dois
outros indivíduos que não foram eleitos: Brent Scowcroft e Sandy
Berger. Kissinger é um bem-conhecido porta-voz de David Rockefeller.
Muitos o consideram o autor de várias guerras brutais e campanhas
genocidas. Ele não recebeu mandato algum do povo americano; todavia,
como Jones confirma, ele tem controle direto sobre a segurança nacional
dos EUA.
Chanceler Alemão Explica Como uma Elite Global Controla Tudo
Vamos agora nos voltar para Helmut Schmidt, que foi
chanceler (primeiro-ministro) alemão durante oito anos (de 1974 a 1982).
Em suas memórias, Men and Powers (Random House, 1987), ele
escreveu que a política externa norte-americana é decidida por dois
grupos: o Sistema de Poder e o Conselho das Relações Internacionais (o
CFR).
"Um era um grande número de extraordinários
diplomatas e altos funcionários públicos de carreira em altos cargos, o
que fornecia continuidade; o outro era um grande reservatório de
indivíduos de discernimento ligados à iniciativa privada, que estavam
comprometidos com as questões internacionais e que já tinham servido em
governos anteriores. Esse reservatório, que anteriormente era chamado de
'o Sistema de Poder', tinha seu foro e seu centro no Conselho das
Relações Internacionais, em Nova York. Seus membros eram advogados,
banqueiros, industriais e acadêmicos. O conselho publicava (e ainda
publica) a excelente revista Foreign Affairs..."
"O Conselho das Relações Internacionais tinha sido
bem-sucedido em atrair jovens cuidadosamente escolhidos para suas
discussões e prepará-los inicialmente para tarefas modestas; no curso de
suas carreiras eles frequentemente assumiam missões de alto nível no
Departamento de Estado, no Pentágono, na Casa Branca e em outros centros
de política internacional — desde acordos comerciais até
desarmamento... A elite da política externa, que tinha modos muito
silenciosos, porém eficazes de assegurar sua própria sucessão, era assim
em grande parte um negócio da Costa Leste." [págs. 221-222].
O poder do CFR é bem ilustrado pela extraordinária
quantidade de cargos de alto nível no governo que foram preenchidos por
seus membros: 7 presidentes, 7 vice-presidentes, 17 secretários de
Estado, 19 Secretários de Defesa, 17 Secretários do Tesouro e 14
diretores da CIA.
Em seguida, ele passa a descrever duas outras
organizações que os céticos frequentemente consideram tigres de papel
inventados pelos teóricos da conspiração:
O Grupo Bilderberg
"... recordo-me com satisfação das conferências
anuais conhecidas como Bilderberg, que o príncipe Bernhard, da Holanda,
organizava e gerenciava, e os encontros anuais do Instituto de Estudos
Estratégicos de Londres, sob a liderança de Alistair Buchan. Alguns dos
senadores norte-americanos ativos em questões internacionais... sempre
participavam dessas conferências que ocorriam em dois ou três dias. As
conversas com Dean Acheson, George Kennan e Paul Nitze, que podiam
ocorrer durante esses encontros, forneciam um tesouro de informações e
esclarecimentos... Não ficávamos surpresos sempre que, alguns anos mais
tarde, um ou outros desses homens com quem tivemos boas conversas
reapareciam como membros do gabinete, como sub-secretários, ou como
chefes de departamentos; nesses casos, podíamos assumir com segurança
que as visões do indivíduo eram as mesmas que ele tinha defendido em
nossas conversas anteriores." [págs. 222-223].
Bohemian Grove (O Bosque Boêmio)
"Em julho de 1979, durante uma dessas visitas à
Califórnia, George Schultz me convidou para ser seu hóspede no Bosque
Boêmio durante o tradicional acampamento anual de verão. Este fim de
semana me deu uma das mais surpreendentes experiências que já tive nos
Estados Unidos. Mais tarde, fui ao Bosque Boêmio uma segunda vez, e
minhas impressões se intensificaram... O que era mais interessante era a
camaradagem entre os homens (a presença de mulheres não é permitida)
que se reúnem no Bosque Boêmio, que recebeu seu nome a partir do
exclusivo Bohemian Club, em San Francisco, onde há uma longa
lista de espera para admissão como sócio. O acampamento no bosque não é
grande; os cerca de dois mil homens que passam o fim de semana juntos
ficam distribuídos em sessenta ou setenta grupos, quase que totalmente
escondidos pelas árvores e pela mata, espalhados pelo morro...
"Este fim de semana me permitiu ter uma visão
ilustrativa da elite da América. Os políticos que estavam presentes ali,
em sua maior parte, eram convidados de membros do clube... Esses
encontros reuniam não somente o oeste, sul, leste dos Estados Unidos,
mas também os vários grupos políticos dentro da sociedade americana."
[págs. 225-227].
A descrição que ele faz das atividades no Bosque
Boêmio tem um clara conotação sexual. O que mais poderia lhe ter dado
"uma das mais surpreendentes experiência que já tive nos Estados
Unidos?"
Em seguida, ele confirma a existência de uma elite de
poder, que não é eleita, mas que "assessora" (isto é, controla) os
políticos eleitos:
Políticos Não Eleitos
"... uma classe de políticos intelectuais
profissionais, que nunca concorrem às eleições, mas que oferecem seus
serviços aos políticos eleitos e aos candidados — e, algumas vezes, até
os força a aceitá-los — como assessores especiais especializados e como
chefes de gabinete. Eles são suportados por várias instituições, onde
trabalham sempre que não estão no serviço do governo." [pág. 227].
Schmidt continua e menciona algumas dessas
instituições: o Instituto Brookings, o Instituto Empresarial Americano, o
Fundo Carnegie para a Paz Internacional, o Centro de Estudos
Estratégicos e Internacionais da Universidade de Georgetown, o Instituto
Hoover, a Fundação Heritage e a Rand Corporation.
Durante sua análise sobre os agentes do poder nos EUA
[págs. 221-227], Schmidt cita diversos desses "políticos intelectuais
profissionais" não eleitos, incluindo alguns que ainda estão no poder
hoje, praticamente quarenta anos depois: David Rockefeller, Henry
Kissinger e Zbigniew Brzezinski.
A Incrível Influência Oculta de David Rockefeller
James Jones pode se reportar a Henry Kissinger, mas
Kissinger, por sua vez, se reporta a David Rockefeller. Na seguintes
citações publicadas, Rockefeller não se esforça para ocultar sua agenda
globalista, suas crenças marxistas, ou sua evidente disposição de
destruir a soberania dos Estados Unidos:
"Há mais de um século, extremistas ideológicos em
ambos os lados do espectro político tentaram se aproveitar de incidentes
bastante noticiados... para atacarem a família Rockefeller por causa da
influência exagerada que eles afirmam que exercemos sobre as
instituições políticas e econômicas norte-americanas. Alguns até
acreditam que somos parte de uma cabala secreta, que trabalha contra os
melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando minha família e
eu como 'internacionalistas' e de conspirar com outros no exterior para
criar uma estrutura política e econômica global mais integrada — um
mundo unificado, por assim dizer. Se esta é a acusação, então sou
culpado, e tenho orgulho disso." [David Rockefeller, Memoirs, Random House, 2002].
"Fica-se imediatamente impressionado pelo senso de
harmonia nacional... há uma dedicação muito real e disseminada ao
presidente Mao e aos princípios maoístas. Seja lá qual tenha sido o
preço da Revolução Chinesa, ela obviamente conseguiu não somente
produzir administrações mais eficientes e dedicadas, mas também promover
uma moral elevada e uma comunidade de propósito... Os enormes avanços
sociais da China beneficiaram grandemente, a partir da unidade da
ideologia e propósito... A experiência social na China, sob a liderança
do presidente Mao, é uma das mais importantes e bem-sucedidas na
história humana." [David Rockefeller, em um artigo publicado no jornal The New York Times, 10 de agosto de 1973, intitulado From a China Traveller (naquele tempo Rockefeller era presidente do conselho do banco Chase Manhattan)].
"Somos agradecidos ao The Washington Post, ao The New York Times, à revista Time,
e às outras excelentes publicações cujos diretores participaram de
nossos encontros e respeitaram suas promessas de discrição durante quase
quarenta anos. Teria sido impossível para nós desenvolver nosso plano
para o mundo se tivéssemos ficado expostos às luzes brilhantes da
publicidade durante esses anos. Mas, o trabalho está agora muito mais
sofisticado e preparado para marchar rumo ao governo mundial. A
soberania supranacional de uma elite intelectual e dos banqueiros
internacionais é certamente preferível à autodeterminação nacional
praticada nos séculos passados." [David Rockefeller, em um discurso em
um encontro do Grupo Bilderberg, Baden Baden, Alemanha, em 5 de junho de
1991.].
Observe o longo alcance de suas ambições: a imposição
do governo mundial e a substituição da "autodeterminação" (democracia)
por um grupo de intelectuais de elite; ele até mesmo admite fazer parte
de uma cabala secreta para criar isto tudo!
Outra figura proeminente nesta cabala secreta é
Zbigniew Brzezinski, que serviu como Conselheiro de Segurança Nacional
durante o governo Carter, e como assessor especial sobre política
internacional para Barack Obama durante a campanha para a eleição
presidencial. Como Rockefeller, ele também acredita nas doutrinas
totalitárias do marxismo e na necessidade de eliminar a democracia para a
total "mobilização imperial" e a "intimidação militar" — o caminho para
o governo mundial — poderem ser lançadas:
"É por isto que o marxismo representa um estágio
ainda mais vital e criativo no amadurecimento da visão universal do
homem. O marxismo é simultaneamente uma vitória do homem externo e ativo
sobre o homem interno e passivo e uma vitória da razão sobre a
crença... O marxismo, disseminado no nível popular na forma de
comunismo, representou um grande avanço na capacidade do homem de
conceitualizar seu relacionamento com seu mundo." [Zbigbiew Brzezinski,
Between Two Ages, Viking Press, 1970, págs. 34 e 37].
"É também um fato que a América é democrática demais
em casa para ser autocrática no exterior. Isto limita o uso do poder da
América, especialmente sua capacidade de intimidar militarmente. Nunca
antes uma democracia populista alcançou supremacia internacional. Mas, a
busca de poder não é um objetivo que acende a paixão popular, exceto
nas condições de uma súbita ameaça à sensação de bem-estar do público
doméstico. A auto-negação econômica (isto é, o gasto com defesa) e o
sacrifício humano (baixas, até mesmo entre os soldados profissionais)
requeridos no esforço são incompatíveis com os instintos democráticos. A
democracia é contrária à mobilização imperial." [The Grand Chessboard: American Primacy and Its Geostrategic Imperatives, Basic Books, 1998, pág. 35].
Se você está tentado a pensar que os objetivos dos
globalistas com essa "cabala secreta" não estão sendo realmente
implementados no cenário internacional por suas marionetes na política,
então considere as palavras soberbas de Madeleine Albright, enquanto ela
ocupava o cargo de Secretária de Estado, em 1997:
"Hoje, não existe um Stalin para dar ordens. Se uma
nação estiver agora isolada da comunidade internacional, isto é por que o
país é simplesmente fraco demais para cumprir as normas internacionais,
ou por que seus líderes escolheram deliberadamente desconsiderar essas
normas. Na semana passada na Holanda, o presidente Clinton disse que
nenhuma nação democrática na Europa seria deixada de fora da comunidade
transatlântica. Hoje, digo que nenhuma nação no mundo precisa ser
deixada de fora do sistema global que estamos construindo." [Madeleine
Albright, Secretária de Estado dos EUA, discurso em uma cerimônia de
formatura na Universidade de Harvard, Massachusetts, 5 de junho de
1997].
Alguns Indivíduos Corajosos Tentaram Soar o Alarme
Alguns representantes eleitos tentaram advertir
acerca dos perigos representados pelos globalistas, porém com pouco
sucesso. A não ser que a grande mídia destaque as palavras deles, eles
passam em grande parte despercebidos pela vasta maioria da população.
Por exemplo, as Nações Unidas e a Comissão Trilateral foram criadas
especificamente para promover o objetivo do globalismo e diluir a
soberania das nações independentes, porém as advertências feitas por
indivíduos da estatura do senador Barry Goldwater — que foi o candidato
republicano nas eleições presidenciais de 1964 — receberam pouquíssima
atenção do público.
"Chegou a hora de reconhecermos as Nações Unidas como
a organização anti-americana e contrária às liberdades que ela se
tornou. Chegou a hora de cortarmos todo o auxílio financeiro, de nos
desligarmos e solicitar que a ONU estabeleça sua sede fora dos Estados
Unidos, em algum lugar mais coerente com a filosofia da maior parte dos
membros votantes, algum lugar como Moscou ou Pequim." [senador Barry
Goldwater, Anais do Congresso, 1971].
"A Comissão Trilateral tem o objetivo de ser o
veículo para a consolidação multinacional dos interesses comerciais e
bancários, tomando o controle do governo político dos EUA. A Comissão
Trilateral representa o esforço habilidoso e coordenado para tomar o
controle e consolidar os quatro centros de poder: o político, o
monetário, o intelectual e o eclesiástico. O que a Comissão Trilateral
deseja fazer é criar um poder econômico mundial superior aos governos
políticos dos Estados-nações envolvidos. Como gerentes e criadores do
sistema, eles governarão o futuro." [senador Barry Goldwater em seu
livro de 1979, With No Apologies].
De tempos em tempos, aparece um político cujas
palavras de advertência alcançam a grande mídia, ou que de algum modo
consegue causar problemas para os globalistas. Quando isto acontece,
esse político frequentemente tem uma morte precoce. Por exemplo, mesmo
considerando suas horas de voo acima da média, um número incomum de
senadores, congressistas e governadores de estados já morreu em
acidentes aéreos. (Pelas minhas contas, mais de trinta no período de
1950 a 2000, comparado com 1 em 20.000 para a população em geral). Um
membro notável desse grupo infeliz foi o congressista Larry McDonald, um
crítico muito eloquente dos globalistas e de sua preocupante agenda:
"Pelo que sei, ninguém se atreveu a revelar a parte
mais vital da história dos Rockefeller: que eles e seus aliados têm, por
no mínimo cinquenta anos, seguido cuidadosamente um plano para usar seu
poder econômico para obter o controle político primeiro dos EUA, e
depois do restante do mundo."
"Quero dizer que existe uma conspiração? Sim, quero.
Estou convencido que existe um plano deste tipo, que é internacional em
sua abrangência, planejado há várias gerações e que é incrivelmente
perverso em seus intentos. Você encontrará a verdade — frequentemente
supreendente, algumas vezes desagradável, mas sempre vital nas páginas
que se seguem. Gary Allen fez um trabalho magistral de combinar centenas
de fatos dispersos e pistas ocultas do quebra-cabeças de Rockefeller
até que um padrão inegável aparece. O quadro que é revelado quando The Rockefeller File
é finalmente aberto poderá chocá-lo. Neste livro, você aprenderá por
que os Rockefellers seguem as políticas que seguem, quais são seus
objetivos, para onde pretendem levar a América... e por que é essencial
que sejam impedidos." [Congressista Lawrence P. McDonald, na Introdução
do livro The Rockefeller File, de Gary Allen, 1976].
O congressista McDonald morreu quando a União
Soviética inexplicavelmente abateu o avião de passageiros em que ele
viajava, em 1 de setembro de 1983.
"Existe uma pergunta real em minha mente que os
soviéticos podem na verdade ter matado os 269 passageiros e tripulantes
no voo 007 da Korean Air Lines para eliminar Larry McDonald." [Jerry
Falwell, The Washington Post, 2 de setembro de 1983].
Professor da Universidade Georgetown Revela Coisas Demais
Os globalistas fizeram uma surpreendente e talvez
acidental revelação de seus programas de longo prazo em 1966, com a
publicação de uma volumosa obra acadêmica escrita por um historiador da
Universidade de Georgetown, o professor Carroll Quigley. Em seu livro
maciço de mais de 1.200 páginas, o professor Quigley revelou pela
primeira vez o modo como figuras proeminentes no Sistema de Poder
britânico e norte-americanos conspiravam juntos há várias décadas para
criar um império global, de poder e abrangência maiores do que qualquer
outro na história. Aqui estão alguns excertos reveladores:
"Esse mito, como todas as fábulas, possui de fato
certa verdade. Realmente existe, e tem existido há uma geração, uma rede
anglófila internacional que opera, em certa medida, da forma como a
Direita radical acredita que o comunismo age. De fato, essa rede, que
podemos identificar como os Grupos da Távola Redonda, não tem aversão a
cooperar com os comunistas, ou qualquer outro grupo, e frequentemente
faz isso. Tenho conhecimento da operação dessa rede porque a estudei
durante vinte anos, e tive permissão por dois anos, no início dos anos
60, para examinar seus documentos e registros secretos. Não tenho
aversão a essa rede ou à maioria de suas metas e, por um longo período
da minha vida, estive próximo dela e de muitos de seus instrumentos. Eu
me opus, tanto no passado quanto em tempos recentes, a algumas de suas
políticas, mas em geral, minha principal divergência de opinião é que
ela deseja permanecer desconhecida, e eu acredito que seu papel na
história é relevante o bastante para se tornar conhecido.” [Professor
Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, Nova York, 1966].
"Os poderes do capitalismo financeiro têm outro alvo
muito abrangente, nada menos do que criar um sistema mundial de controle
financeiro em mãos privadas, capaz de dominar o sistema político de
cada país e a economia do mundo como um todo... O ápice do sistema seria
o Banco de Compensações Internacionais, em Basiléia, na Suíça, um banco
privado que pertence e é controlado pelos bancos centrais de todo o
mundo, que eram, por sua vez, empresas privadas. Cada banco central...
buscava dominar seu governo por meio de sua capacidade de controlar os
empréstimos do Tesouro, manipular o câmbio, influenciar o nível de
atividade econômica no país e influenciar os políticos colaboradores,
com subsequentes recompensas econômicas..." [Professor Carroll Quigley,
Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, Nova York, 1966].
Ele também cita um famoso comentário feito por Walter Rathenau, um ex-ministro alemão das Relações Exteriores:
"... um número relativamente pequeno de banqueiros
estavam em posições de imensa influência na vida econômica europeia e
americana. Já em 1909, Walter Rathenau, que estava em condições de saber
(pois tinha herdado de seu pai o controle da filial alemã da General
Electric, e era diretor de diversas outras empresas), disse:
"Trezentos homens, todos os quais se conhecem,
dirigem o destino econômico da Europa e escolhem seus sucessores entre
eles mesmos." [Professor Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, Nova York, 1966].
Quigley foi professor do jovem Bill Clinton durante
os anos em que o ex-presidente foi aluno na Universidade Georgetown; ele
também foi bem cândido sobre as forças que moldaram o passado, mas foi
cuidadoso para não revelar informações demais sobre a existência atual e
as operações sigilosas da mesma cabala secreta.
Por Que os Globalistas Estão Preparados Para Matar Milhões de Pessoas?
Os globalistas têm um plano excepcionalmente
ambicioso, que é impor uma forma centralizada de governo em todo o
planeta. Isto é totalmente coerente com a situação política mundial
predita no livro do Apocalipse, que descreve o estabelecimento de dez
autoridades regionais em todo o mundo e o subsequente aparecimento de um
governante mundial com plenos poderes.
Os globalistas produziram as duas Guerras Mundiais
para fazerem avançar sua agenda. A Primeira Guerra Mundial fez ruir os
antigos impérios da Europa e do Oriente Médio, enquanto que a Segunda
Guerra lançou os fundamentos para a União Europeia, a OTAN, a
Organização das Nações Unidas, e a consolidação de dois vastos regimes
comunistas — a URSS e a China. Para os propósitos desta nossa análise, o
ponto fundamental a observar é que, juntas, essas duas guerras
devastadoras resultaram nas mortes cruéis e violentas de mais de 75
milhões de pessoas.
Ambas as guerras foram estendidas por tempo
suficiente para que tivessem o efeito máximo, com os financistas
internacionais — os globalistas — fornecendo o financiamento e os
armamentos para ambos os lados. Tudo indica que eles querem iniciar
outra Guerra Mundial em algum tempo nos próximos anos de modo a elevar
sua agenda global para o próximo patamar.
A vida humana não significa nada para as pessoas que
se consideram superiores ao restante da humanidade. Ao longo dos dois
últimos séculos, eles desenvolveram uma filosofia "científica" que em
seus olhos justifica a eliminação de grandes segmentos da humanidade, os
genes inferiores que, a partir de um ponto de vista evolucionário,
merecem ser eliminados.
A maior parte desta filosofia foi desenvolvida na
Grã-Bretanha e exportada depois para os EUA e para a Alemanha. Ela
continuou a se propagar e expandir até que hoje, permeia a mentalidade
globalista. Eles estão convencidos que, se deixada por sua própria
conta, a população mundial crescerá até ao ponto em que a própria
existência da humanidade ficará sob ameaça. As etnias humanas inferiores
estão se reproduzindo exponencialmente e precisam ser restringidas. O
único modo de fazer isso e evitar a destruição dos recursos limitados do
mundo, é por meio do assassinato em larga escala e da esterilização.
Se isto parece profundamente improvável para você,
pense novamente. Alguns dos intelectuais mais respeitados na sociedade
britânica no século passado foram proponentes dessa visão. Por exemplo,
considere os seguintes comentários feitos pelo escritor H. G. Wells:
"E para o restante, aquelas multidões de gente negra,
marrom, branca suja e amarela, que não entram nas novas necessidades da
eficiência? Bem, o mundo é um mundo, não uma instituição de caridade, e
aceito a ideia que eles terão de partir. Em todo o sentido e
significado do mundo, conforme eu o vejo, eles terão de partir. Como
até aqui eles não conseguiram desenvolver personalidades sãs e
distintivas para o grande mundo do futuro, a porção deles é morrer e
desaparecer." [H. G. Wells, Anticipations of the Reaction of Mechanical and Scientific Progress Upon Human Life and Thought, 1902 (pág. 317)].
Observe que esta opinião foi expressa em uma obra de
Wells que não é de ficção. O racismo que está por trás dela é realmente
assustador — nenhuma figura pública de grande destaque hoje se atreveria
a expressar esse tipo de opinião. Mas, cem anos atrás, os globalistas
eram mais abertos sobre suas intenções. Hoje, eles são muito mais
cuidadosos ao apresentarem sua filosofia.
Entretanto, agora e naquele tempo, ocasionalmente um
membro da elite revela um pouco mais do que deveria. Um desses foi Sir
Julian Huxley, o primeiro diretor-geral da UNESCO:
"No momento, é provável que o efeito indireto da
civilização seja disgênico em vez de eugênico; em qualquer caso, parece
provável que o peso morto da estupidez genética, da fraqueza física, da
instabilidade mental e da maior vulnerabilidade às doenças, que já
existem nas espécies humanas, provarão ser um peso grande demais para
que progresso real seja alcançado. Assim, embora seja verdade que
qualquer política eugenista radical será por muitos anos política e
psicologicamente impossível, é importante que a UNESCO garanta que o
problema eugênico seja examinado com o máximo de cuidado, e que a mente
do público seja informada das questões em risco para que muito daquilo
que agora é inimaginável possa pelo menos se tornar imaginável..." [pág.
21].
"Ainda outro e bem diferente tipo de assunto
fronteiriço é o da eugenia. Ele está na fronteira entre o científico e o
não-científico, constantemente sob risco de se tornar uma pseudociência
baseada em ideias políticas preconcebidas, ou em suposições de
superioridade ou inferioridade racial ou das classes sociais. Todavia, é
essencial que a eugenia seja trazida totalmente para dentro das
fronteiras da ciência, pois como já indicado, no futuro não muito remoto
o problema de aprimorar a qualidade geral dos seres humanos
provavelmente se tornará urgente, e isso somente poderá ser realizado
aplicando-se as descobertas de uma eugenia verdadeiramente científica."
[págs. 37-38; Sir Julian Huxley, UNESCO: Its Purpose and Its Philosophy (1948)
Aqui, temos uma organização globalista — a UNESCO —
promovendo a eugenia como uma solução científica para o "peso morto da
estupidez genética". Observe também que Huxley não está falando sobre a
melhoria dos padrões de vida da humanidade, mas de "melhorar a qualidade
média dos seres humanos". Em outras palavras, ele quer usar a eugenia
como um modo "urgente" de aprimorar a qualidade do banco genético
humano.
Além disso, eles pretendem executar esse programa de
purificação eugenista com uma total indiferença ao sofrimento de suas
vítimas. Eis aqui como Bertrand Russell, há muito tempo reverenciado
pela elite intelectual britânica, expressou sua insensível atitude
globalista:
"Não pretendo dizer que o controle da natalidade seja
o único modo para evitar o crescimento populacional. Existem outros,
que, pode-se supor, os oponentes do controle da natalidade prefeririam. A
guerra, como comentei momentos atrás, tem até aqui sido desapontadora
neste sentido, mas talvez a guerra bacteriológica possa se mostrar mais
eficaz. Se uma Peste Negra pudesse ser propagada pelo mundo uma vez a
cada geração, os sobreviventes poderiam procriar livremente sem tornar o
mundo cheio demais. Não haveria nada aqui que pudesse ofender as
consciências dos devotos ou limitar as ambições dos nacionalistas. A
situação pode ser de certo modo desagradável, mas e daí? As pessoas de
mente elevada são indiferentes à felicidade, especialmente à felicidade
dos outros. [Bertrand Russell, The Impact of Science on Society, 1953, págs. 103-104]
Obviamente, homens como Wells, Huxley e Russell
precisam ser guiados em seu raciocínio, pelo menos em algum grau, por um
modelo conceitual de pureza genética e excelência humana. Caso você
ainda não tenha adivinhado, esse "modelo" de perfeição genética humana é
o homem inglês de classe alta. Essa percepção permeou o Sistema de
Poder britânico no século 19 e se propagou para os correspondentes
anglo-saxão e teutônico nos EUA e em outros países europeus ocidentais.
Ela estava fundamentada "cientificamente" nas obras de Charles Darwin,
que consolidou a duradoura convicção britânica de sua superioridade
racial em duas obras clássicas: A Origem das Espécies (1859) e The Descent of Man
(1871). Nenhuma das duas obras é remotamente científica pelos padrões
atuais, porém ambas tiveram o mérito de atacar o cristianismo, promover o
ateísmo e, mais importante de tudo, justificar as ambições imperiais
britânicas.
Poucas pessoas hoje leem os textos originais,
preferindo se basear nas repetição moderna das declarações das ideias de
Darwin. Mas, vale a pena ir aos originais e verificar em primeira mão a
profundidade do racismo em que essas ideias se baseiam. O seguinte é
apenas uma amostra do racismo presente em The Descent of Man:
"Em algum período no futuro, não muito distante que
possa ser medido em séculos, as raças civilizadas do homem quase que
certamente exterminarão e substituirão as raças selvagens em todo o
mundo. Ao mesmo tempo, os chimpanzés antropomorfos... sem dúvida serão
exterminados. A ruptura entre o homem e seus aliados mais próximos será
então mais ampla, pois ocorrerá entre o homem em um estado mais
civilizado, como podemos esperar, mesmo que o caucasiano, e algum
chimpanzé tão inferior quanto um babuíno, em vez de, como agora, entre o
negro ou o aborígene australiano e o gorila." [Charles Darwin, The Descent of Man and Selection in Relation to Sex, Londres, 1874 (pág. 178 da segunda edição; primeira edição publicada em 1871)].
Como a maioria dos intelectuais mais proeminentes do
seu tempo, Darwin acreditava que os brancos europeus eventualmente
"exterminariam" as "raças selvagens" do mundo. O extermínio dos negros
faria o parente mais próximo do homem ser o macaco babuíno.
Se você tem dúvidas sobre a natureza radical do
racismo em operação aqui, e do seu potencial genocida, apenas considere o
seguinte:
"Se olharmos para o passado, para uma época
extremamente remota, antes do homem ter chegado à dignidade humana, ele
teria sido guiado mais por instinto e menos pela razão do que são os
mais inferiores selvagens do tempo atual." [pág. 52].
"Com alguns selvagens, porém, o pé não perdeu
totalmente sua capacidade de se agarrar, como mostrado pela maneira
deles de subir em árvores e de usá-los de outras formas." [pág. 58].
"Julgando a partir dos hábitos dos selvagens e do grande número de Quadrumana
[chimpanzé, macacos, etc.], o homem primitivo e até mesmo seus
progenitores semelhantes ao chimpanzé, provavelmente viviam em
sociedade." [pág. 70].
"Com os selvagens, os fracos no corpo ou na mente são
logo eliminados e aqueles que sobrevivem comumente exibem uma vigorosa
condição física. Por outro lado, nós, homens civilizados, fazemos todo o
possível para impedir o processo de eliminação; criamos sanatórios para
os doentes mentais, hospitais para os mutilados e para os doentes;
instituímos leis para beneficiar os pobres e nossos homens na medicina
fazem todos os esforços possíveis para salvar a vida de qualquer um até o
último momento. Existe razão para crer que a vacinação preservou
milhares, que com sua constituição frágil teriam sucumbido à varíola.
Assim, os membros fracos das sociedades civilizadas propagam seus genes.
Ninguém que já tenha lidado com a reprodução de animais domésticos
duvidará que isto é algo extremamente prejudicial à espécie humana. É
surpreendente como rapidamente a necessidade de cuidados, ou cuidados
direcionados de forma errônea, levam à degeneração de uma raça
doméstica; mas excetuando o caso do próprio homem, dificilmente alguém é
tão ignorante ao ponto de permitir que os piores animais se
reproduzam." [pág. 151-152].
"As nações ocidentais da Europa, que agora
ultrapassam tão imensuravelmente seus antigos progenitores selvagens e
que estão no ápice da civilização..." [pág. 160].
Os sentimentos expressos aqui por Darwin não poderiam
ser mais claros. Permitir que essas raças "selvagens" se multipliquem é
"altamente prejudicial à espécie humana." Somente um gerente
irresponsável de uma fazenda permitiria que os "piores animais se
reproduzissem". A implicação é clara — "os imensuravelmente superiores
anglo-saxões" precisam tomar as medidas necessárias para garantir que
esta pavorosa situação não possa continuar.
Lamento ter incluído este exemplo de propaganda
darwiniana de mau gosto, mas ela ilustra perfeitamente a profunda veia
do racismo que permeia o ateísmo britânico. Além disso, ela mostra que
esse racismo é do tipo mais extremo e poderá levar a resultados
injuriosos aos outros grupos étnicos, incluindo os programas de
purificação eugenista. Este é exatamente o mesmo tipo de racismo extremo
que fundamenta a visão globalista que somente um grupo de elite de
intelectuais brancos europeus deve governar o mundo e que as etnias
humanas inferiores devem ser exterminadas.
Estas ideias depravadas há muito tempo se
estabeleceram nos círculos do Sistema de Poder britânico, e foram
ensinadas — normalmente de forma dissimulada — nas principais
universidades britânicas, como Oxford, Cambridge e na Escola de Economia
de Londres. Elas foram, por sua vez, transmitidas para os centros mais
influentes de aprendizado nos EUA, incluindo as Universidades de
Harvard, Princeton e Yale, bem como para as principais universidades
alemãs, como Heidelberg, Freiburg e Leipzig. O programa de eugenia
nazista, que foi financiado e incentivado pelos globalistas, cresceu
diretamente a partir desta escola de pensamento.
Os globalistas reconhecem que muitos brancos europeus
resistirão à Nova Ordem Internacional e ao seu programa de limpeza
étnica. H. G. Wells deixa bem claro que esse tipo de resistência será
tratada de forma sumária e os "descontentes" serão eliminados:
Mesmo quando a pessoa reconhece que esta filosofia
globalista existe, é legítimo perguntar se as pessoas envolvidas têm os
meios e a oportunidade de colocar os planos em ação. Novamente, basta
olhar para o padrão definido no século 20 e perguntar por que tantos
resultados indesejáveis, cada um dos quais foi produzido por um pequeno
grupo de pessoas influentes, simplesmente aconteceram para fazer avançar
a agenda globalista: guerras extremamente custosas e destrutivas
financiadas pelas mesmas fontes; a criação progressiva de organismos
internacionais para diluir o poder das nações soberanas; a propagação
desmedida de doutrinas ateístas na ciência, na filosofia e na religião; a
expansão maciça do comunismo; o uso das moedas fiduciárias para
empobrecer as classes médias nas economias desenvolvidas; o tremendo
aumento no poder das grandes empresas multinacionais privadas; o alto
nível de vigilância nas sociedades supostamente livres; o
desenvolvimento de uma preocupante variedade de armamentos biológicos,
químicos, nucleares e de engenharia genética para intimidar e destruir; e
o altamente sofisticado uso da mídia popular para propósitos de
propaganda.
Está certo, você pode argumentar, mas tudo isto
requer dinheiro, uma quantidade extraordinária de dinheiro. Que
evidências existem que uma pequena elite realmente tem os recursos
financeiros para executar um plano tão detalhado assim? De acordo com as
listas dos homens mais ricos do mundo, publicadas pela revista Forbes
e por outros periódicos, os indivíduos mais ricos no mundo têm no
máximo 50 bilhões de dólares: homens como Bill Gates, Warren Buffett,
Larry Ellison, Carlos Helu, Laksahmi Mittal, etc. Mas, essas listas são
uma fraude total. Elas omitem os extremamente ricos, o pequeno grupo de
famílias da Europa e dos EUA, cujas riquezas são simplesmente
prodigiosas.
Os super-ricos em 1900 não perderam suas riquezas ao
longo do século 20. Talvez alguns tenham ficado estagnados ao longo do
tempo, mas a maioria prosperou em um nível extraordinário. Em sua
biografia oficial da família Rothschild, Frederic Morton reconheceu que a
riqueza total deles era de mais de 6 bilhões de dólares em 1850 (The Rothschilds: Portrait of a Dynasty,
1962). Considerando-se que essa foi uma biografia autorizada de uma
família sigilosa e que seus membros não têm o desejo de exagerar sua
riqueza, esse valor provavelmente é conservador. Se aumentarmos essa
riqueza a uma taxa real anual de 5% ou 6%, o que provavelmente é pouco,
dada a influência dessa família sobre os mercados — então a riqueza dela
hoje está bem acima de 30 trilhões de dólares, ou duas vezes o Produto
Interno Bruto anual dos EUA.
Todavia, quantos membros da família Rothschild aparecem na lista dos homens mais ricos da revista Forbes,
ou em qualquer outra lista desse tipo? Onde estão os Rockefellers, os
Mellons, os Astors, os Vanderbelts, os Carnegies, os Cecils, os
Cargills, os Bronfmans, os Du Ponts, os Harrimans, os Phipps, os
Gettys, os Guggenheims, os Dawes, os Biddles, e dezenas de outros nos
EUA, Grã-Bretanha, França, Suíça, Itália, e assim por diante? E qual é a
verdadeira riqueza das antigas famílias reais da Europa, que têm
participação acionária em grandes empresas, propriedades rurais e
imóveis certamente na casa dos trilhões de dólares?
Considere estes fatos com muito cuidado, pois eles
revelam muito sobre o verdadeiro centro de poder no mundo atual. Se
assumirmos que as próximas dez famílias na lista dos verdadeiros ricos
(não a listas publicadas pelas revistas Forbes e Fortune)
têm sido tão bem sucedidos quanto os Rothschilds na expansão de suas
riquezas ao longo dos últimos cem anos, então podemos seguramente
acrescentar mais 30 trilhões de dólares à riqueza total sob o controle
da elite governante do mundo.
As listas publicadas das pessoas mais ricas do mundo
têm o objetivo de esconder as identidades dos verdadeiros ricos, a elite
toda-poderosa. Afinal, se você tivesse riqueza dessa magnitude, não
gostaria de permitir que o mundo soubesse sobre isto. Bill Gates é um
menino engraxate em comparação com a família Rothschild. A verdade é que
um grupo de elite formado por famílias extremamente ricas governa as
nações do mundo. A influência política dessas famílias opera com
impunidade em escala global e está orientada para um objetivo
específico: a criação de um governo mundial controlado em nome delas por
um grupo de homens de fachada e marionetes cuidadosamente selecionados.
Este objetivo não pode ser alcançado sem a
reconfiguração em larga escala dos Estados Unidos, o que por sua vez
requer a subjugação desse país por forças políticas e econômicas que
estão além do controle da nação. Nos últimos cem anos, o laço em volta
do pescoço tem sido apertado, particularmente desde a criação, em 1913,
do Sistema da Reserva Federal, um banco central privado que possui o
monopólio de emitir dólares americanos.
O presidente dos Estados Unidos da América é uma
figura fundamental na agenda globalista. Os poderes do presidente
norte-americano — que não é nada mais que um peão nas mãos da elite
governante — têm sido continuamente aumentados, porém sem receberem
destaque na grande mídia, até o ponto em que, em uma situação de
emergência nacional, ele pode governar com autoridade ditatorial
absoluta.
Considere as evidências. Sob a autoridade de diversas
Ordens Executivas que foram assinadas e transformadas em lei durante os
últimos sessenta anos, sem qualquer interferência do Congresso,
sucessivos presidentes autorizaram a transferência de poderes
extraordinários para seus gabinetes durante uma situação de emergência
nacional. A maioria dos cidadãos estadunidenses desconhece esses
poderes, ou o alcance deles. Eles também não sabem que é o próprio
presidente quem decide se uma situação de emergência nacional deve ou
não ser declarada. Portanto, com uma simples canetada, o Congresso pode
ser suspenso e poderes executivos extraordinários podem ser assumidos
pelo presidente.
Um comitê do Senado em 1973 tentou fazer uma
auditoria e despertar uma conscientização na população a respeito do
alcance desses poderes. O prefácio do relatório do comitê foi publicado
em 19 de novembro de 1973. Os presidentes conjuntos do comitê tomaram o
passo incomum de emitir uma declaração em 30 de setembro de 1973,
antecipando os pontos ominosos apresentados no prefácio:
As várias Ordens Executivas que existiam naquele
tempo claramente conferiam poderes extraordinários ao presidente e lhe
permitiam, se assim desejasse, operar uma ditadura, exatamente como os
senadores Church e Mathias advertiram. Muitas outras Ordens Executivas
foram assinadas desde então, que aumentaram grandemente os poderes que o
presidente pode exercer durante uma situação de emergência nacional.
Lembre-se que isto não inclui os poderes excepcionais que já foram
conferidos ao presidente em uma longa lista de leis, incluindo
dispositivos subsidiários contidos em outras legislações aparentemente
inócuas.
Por exemplo, o presidente Obama assinou a Ordem
Executiva 13524, em 16 de dezembro de 2009, com relação aos privilégios e
imunidades da Interpol no território norte-americano. A Interpol é uma
organização policial internacional privada com um passado muito
questionável. Ex-presidentes da Interpol incluíram o general da SS Otto
Steinhausl; Reinhard Heydrich, um alto oficial nazista responsável pelo
Holocausto; o general da SS Arthur Nebe (sob cujo comando pelo menos
46.000 pessoas foram assassinadas); e o general da SS Ernest
Kaltenbrunner, que foi condenado à morte pelo Tribunal de Nuremberg.
A definição da Interpol publicada pelo Departamento
de Justiça dos EUA em 1988 deve disparar um alarme em todos os Estados
norte-americanos:
As alterações feitas pelo presidente Obama em
dezembro de 2009 estenderam à Interpol os mesmos privilégios e
imunidades previstas a Lei de Imunidades para as Organizações
Internacionais, de 1945, que se aplica às organizações aprovadas pelos
EUA, por meio de tratados internacionais ou por voto do Congresso. As
restrições que existiam, aplicadas à Interpol por uma Ordem Executiva
anterior (número 12425), assinada pelo presidente Reagan em 16 de junho
de 1983, foram completamente removidas por Obama. Esta é uma concessão
absolutamente chocante, pois permite que uma organização policial
privada e internacional opere no território estadunidense sem
virtualmente qualquer supervisão federal e sem restrições de qualquer
tipo, exceto onde o presidente decida revogar seu status especial. O
Congresso e o povo norte-americano não tiveram nada a dizer nesta
questão. Em resumo, a Interpol usufrui das mesmas imunidades de todas as
formas de processo judicial que os governos estrangeiros. A grande
diferença, é claro, é que os governos estrangeiros não estão autorizados
a realizarem operações de coleta dissimulada de dados de Inteligência
dentro do território americano, porém a Interpol está.
O fato de não existir uma declaração consolidada dos
extensos poderes que o presidente poderá exercer durante uma situação de
emergência nacional deveria ser um assunto de grande preocupação, tanto
para os cidadãos estadunidenses, quanto para o mundo como um todo.
Há evidência mais do que suficiente neste material
para convencer a maioria dos céticos que um esforço internacional
coordenado está sendo feito para enfraquecer fatalmente os Estados
Unidos e implementar um governo mundial centralizado. Além disso, a
evidência sugere fortemente que esse plano está bastante avançado e que a
elite governante não sente dor na consciência se precisar matar dezenas
de milhões de pessoas em uma Terceira Guerra, se isso servir para
agilizar a criação de sua utopia totalitária.
Ao encerrar, permita-me novamente lembrá-lo que os
verdadeiros controladores da política em Washington não foram colocados
ali por meio do processo eleitoral: