O que é a Nova Ordem Mundial? Quem são seus planejadores? Quais são seus objetivos?
sexta-feira, 17 de abril de 2015
sábado, 11 de abril de 2015
Chefe das Mudanças Climáticas da ONU: "Devemos Fazer Todos os Esforços para Despovoar o Planeta"
"Há uma pressão no sistema para ir em direção à isso, devemos fazer todo o possível"
Funcionários na ONU estão empurrando o conceito de que a população humana deve ser reduzida, a fim de lutar eficazmente contra as supostas mudanças climáticas.
O conceito de longa data tem sido continuamente empurrado por Christiana Figueres, a Secretária Executiva da United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC). Em 2013, Figueres teve uma conversa com fundador da Climate One, Greg Dalton sobre "as taxas de fertilidade na população", como um colaborador para as mudanças climáticas.
"Uma questão relacionada é a taxa de fertilidade na população." opinou Dalton. "Muitas pessoas nos círculos de energia e ambientais não querem chegar perto disso porque isso é carregado politicamente. Não é problema deles.", acrescentou ele.
"Mas não é verdade que parar o aumento da população seria uma das maiores alavancas e impulsionando o aumento de gases de efeito estufa?", perguntou Dalton.
"Obviamente, menos pessoas exerceriam menos pressão sobre os recursos naturais", respondeu Figueres, também observando que as estimativas sugerem que a população da Terra vai subir para nove bilhões até 2050.
Dalton então questionou se esse número poderia de alguma forma ser atrasado ou interrompido.
"Então, nove mil milhões é uma conclusão inevitável? Isso está assim, pronto, não há maneira de mudar isso?", perguntou ele à Figueres.
"Há uma pressão no sistema para ir em direção à isso; podemos definitivamente mudá-los, certo? Nós podemos definitivamente mudar aqueles números", disse Figueres em resposta.
"Realmente, devemos fazer todos os esforços para mudar esses números porque já estamos, hoje, excedendo a capacidade de suporte planetário do planeta." ela também alegou.
"Então, sim, devemos fazer todo o possível. Mas não podemos cair na opinião muito simplista de dizer apenas que reduzir a população nós resolvemos o problema. Não se trata de e/ou, se trata de um e/também." disse também a funcionária da ONU.
O Climate One é um auto denominado fórum de assuntos públicos, o qual defende a ação extrema para combater as mudanças climáticas. Ele é uma filial do Commonwealth Club of California com sede em São Francisco, essencialmente um lugar de encontro visitado regularmente por chefes de governo e de negócios corporativos.
Figueres não escapa das declarações polêmicas quando se trata de mudanças climáticas. A funcionária da ONU previamente descreveu o objetivo da UNFCC como "uma completa transformação da estrutura econômica do mundo."
Ela também tem dito repetidamente que um modelo de ditadura comunista chinesa é mais adequado do que o sistema constitucional dos EUA para combater o "aquecimento global".
Figueres disse ao Bloomberg News no ano passado que o governo chinês (o qual continua a obrigar abortos forçados, infanticídio e esterilização obrigatória) está "fazendo a coisa certa" quando se trata de mudanças climáticas, apesar de a China ser de longe a maior emissora de gases de efeito estufa.
Figueres observou que a divisão partidária no Congresso dos EUA é "muito prejudicial" para a aprovação de legislação relacionada ao clima, enquanto o Partido Comunista Chinês, define políticas por decreto. O presidente Obama concorda claramente uma vez que ele continua a contornar o Congresso pela emissão de ordens executivas sobre a mudança climática.
Conforme o Infowars tem observado continuamente, há uma falha fundamental ao associar as mudanças climáticas com a superpopulação.
As populações dos países desenvolvidos estão em declínio e apenas os países do terceiro mundo estão se expandindo dramaticamente. A própria industrialização nivela as tendências da população e apesar desses modelos de população mundial rotineiramente mostrarem que a população da Terra irá se estabilizar em 9 bilhões em 2050 e lentamente diminuirá depois disso. "A população dos países mais desenvolvidos permanecerá praticamente inalterada em 1,2 bilhões até 2050," afirma um relatório das Nações Unidas. O apoio da ONU para as políticas de despovoamento está em contradição direta com as suas próprias conclusões.
Uma vez que um país se industrializa há uma taxa média de 1,6 criança por família, então a população do mundo ocidental esteja realmente em declínio. Essa tendência também tem sido observada em áreas da Ásia como Japão e Coreia do Sul. A ONU já declarou que a população atingirá um pico de 9 bilhões e, em seguida, começará a diminuir.
Além disso, como destaca The Economist, as taxas de fertilidade globais estão caindo.
Já que os ambientalistas radicais estão forçando para desindustrializar o mundo em face da chamada ameaça de carbono, isso vai reverter a tendência que, naturalmente, reduz a quantidade de filhos que as pessoas têm. Se os fanáticos da mudança climática forem autorizados a implementar as suas políticas, a população mundial continuará a aumentar e a superpopulação pode tornar-se um problema real - outro exemplo de como a histeria do aquecimento global está realmente prejudicando o meio ambiente a longo prazo da Terra, impedindo países superpovoados se desenvolvam e naturalmente diminuam os seus índices de natalidade.
Mesmo que você desempenhe o advogado do diabo e aceite que os seres humanos causem o aquecimento catastrófico e que haja muitos de nós, e se você pular as conotações da eugenia de políticas de controle populacional e de despovoamento, esses métodos continuam fundamentalmente não sendo uma solução válida para a ameaça percebida da mudança climática.
A verdadeira solução seria ajudar a aumentar o nível de vida dos extremamente pobres do terceiro mundo, permitindo que esses países se industrializem, e verificar os números da população naturalmente se nivelarem naturalmente.
Em vez disso, o terceiro mundo tem visto uma duplicação dos preços dos alimentos devido as políticas de mudanças climáticas, assim como enormes áreas de terras agrícolas se voltando para o crescimento dos biocombustíveis.
A legislação anterior, como o acordo de Copenhague, permitiu que as pessoas nos países desenvolvidos emitissem duas vezes mais carbono per capita do que os países mais pobres, que não têm causado o aumento das emissões e são chamados de ameaça à nossa existência no planeta. As revelações levaram os líderes do terceiro mundo a acusar o mundo desenvolvido de "clima de colonialismo".
A vinculação da política ambiental com agendas de despovoamento abre a porta para a eugenia e não é nenhuma surpresa que através dessa porta vem derramando hordas de sujeira elitista apenas implorando para estar na linha de frente da política de extermínio.
Um exemplo é baseado no grupo de políticas públicas do Reino Unido, The Optimum Population Trust (OPT), que já havia lançado iniciativas que incitam membros ricos do mundo desenvolvido a participarem de compensações de carbono que financiam programas para reduzir a população de países em desenvolvimento.
Em 2007, o grupo também publicou um relatório anunciando que as crianças são "ruins para o planeta e ter grandes famílias deve ser desaprovado como um delito ambiental da mesma forma como os freqüentes vôos de longa distância, dirigir um carro grande e não reutilizar sacos plásticos."
O mesmo ponto de discussão tem sido reiterado repetidas vezes pelos grupos de política pública e ambientalistas, bem como os mais influentes cientistas no governo dos EUA.
Embora você possa pensar que ideias de esterilização e depopulação nunca poderiam ser aceitas pelo público, esses mesmos conceitos estão agora a sendo adotado e popularizado por alguns como o caminho certo para a humanidade.
O chefe do principal painel de mudanças climáticas da ONU está fornecendo uma plataforma, que e em alguns casos, empurra ativamente para uma política imposta por uma ditadura que persegue mães que engravidam de seu segundo filho, sequestrando-as da rua e levando-as para hospitais controlados do governo onde são drogadas e seus bebês são mortos - tudo em nome da salvação do planeta.
Nota blog Anti-NOM: para saber mais sobre como o aquecimento
global causado pelo homem(re-intitulado agora para "mudanças
climáticas") é basicamente uma farsa para justificar políticas de
controle como estas.
Fórum Anti-NOM.
Fórum Anti-NOM.
domingo, 22 de março de 2015
Inteligência artificial é mais perigosa que bomba atômica, diz estudo
17/03/2015 - Tec - Folha de S.Paulo
Um laptop capaz de ganhar milhões no mercado financeiro, controlar
arsenais bélicos e manipular a política desbanca em minutos o
exterminador do futuro.
Com essa cena, o professor Stuart Armstrong, da Universidade de Oxford, abre o livro "Smarter Than Us" (mais inteligentes do que nós), em que explica como a inteligência artificial (IA) é diferente do que é difundido pela cultura pop.
Justamente por isso, ela seria muito mais ameaçadora do que imaginamos.
Armstrong é coautor do estudo "12 Riscos que Ameaçam a Civilização Humana", do grupo sueco Global Challenges Foundation, que calculou em até 10% as chances de, se o cenário se concretizar, o impacto sobre a sociedade ser irreversível. A probabilidade é maior do que as calculadas para mudança climática (0,01%), e guerra nuclear (0,005%).
As estimativas foram feitas com base na literatura existente sobre o tema, nos trabalho e prioridades de organizações que atuam na área e na análise de experts.
A IA é um risco "único" porque simula e supera o ser humano na sua principal vantagem sobre a natureza: a inteligência. Quando um computador domina uma atividade, nenhum ser humano conseguirá fazê-la melhor, diz o professor.
Esses sistemas teriam capacidades de concentração, paciência, velocidade de processamento e memória muito superiores à nossa.
A combinação dessas características com habilidades econômicas ou sociais permitiria à inteligência artificial controlar o mundo, afirma o matemático.
Um computador com habilidades sociais, por exemplo, poderia processar milhares de discursos políticos, estatísticas e referências culturais rapidamente, escolhendo qual o argumento mais convincente para fazer um eleitor votar em um candidato ou defender certa bandeira política.
E se essa tecnologia for aplicada propagandas de grupos terroristas?
Raciocínio semelhante vale para o mercado financeiro: uma sistema poderia cruzar informações sobre indicadores econômicos, decisões políticas e balanços de empresas de modo mais rápido e mais preciso.
Os defensores dessas tecnologias rebatem dizendo que esses problemas poderiam ser evitados por meio de uma programação ética, que fizesse a máquina sempre optar pela "escolha moral" -como salvar uma vida em vez de um carro.
Mas, segundo Armstrong, é impossível fazê-lo tanto matematicamente quanto "filosoficamente", porque as possibilidades de dilemas éticos são infinitas.
Procurado pela Folha, o professor respondeu que estava em um "retiro filosófico para ter ideias para um controle seguro da IA" e que não poderia comentar.
O físico Stephen Hawking já disse que "o desenvolvimento de uma inteligência artificial pode significar o fim da raça humana".
"PERIGOS SÃO IMAGINAÇÃO"
Especialistas em inteligência artificial (IA) são céticos quanto aos cenário catastrófico descrito no estudo "12 Riscos que Ameaçam a Civilização Humana".
"Tem muita imaginação nessa previsão", afirma Heloísa Camargo, coordenadora da comissão de inteligência artificial da Sociedade Brasileira de Computação.
Para Camargo, ainda que exista um risco, as pesquisas ainda estão longe de produzir algo nos moldes narrados pelo estudo.
Jogar xadrez, uma das habilidades mais avançadas de a IA hoje, nem se compara à capacidade de cálculo e ao volume e diversidade de informações necessários para analisar o mercado financeiro.
E, mesmo que cheguemos a esse ponto, ainda poderemos controlar as máquinas porque nenhum sistema é à prova de invasões, afirma a professora da USP Renata Wassermann. "Eu acho muito ficção científica", diz.
Ela diferencia a inteligência "forte" -como imaginada pelo relatório- da "fraca", presente no cotidiano.
Um exemplo de IA fraca é o computador Watson, da IBM, que ganhou o programa de perguntas e respostas americano "Jeopardy" e é usado em pesquisas na área de saúde.
A tecnologia também pode ser a nossa única ferramenta para enfrentar os outros riscos listados no estudo, como os próprios autores afirmam.
Com essa cena, o professor Stuart Armstrong, da Universidade de Oxford, abre o livro "Smarter Than Us" (mais inteligentes do que nós), em que explica como a inteligência artificial (IA) é diferente do que é difundido pela cultura pop.
Justamente por isso, ela seria muito mais ameaçadora do que imaginamos.
Armstrong é coautor do estudo "12 Riscos que Ameaçam a Civilização Humana", do grupo sueco Global Challenges Foundation, que calculou em até 10% as chances de, se o cenário se concretizar, o impacto sobre a sociedade ser irreversível. A probabilidade é maior do que as calculadas para mudança climática (0,01%), e guerra nuclear (0,005%).
As estimativas foram feitas com base na literatura existente sobre o tema, nos trabalho e prioridades de organizações que atuam na área e na análise de experts.
A IA é um risco "único" porque simula e supera o ser humano na sua principal vantagem sobre a natureza: a inteligência. Quando um computador domina uma atividade, nenhum ser humano conseguirá fazê-la melhor, diz o professor.
Esses sistemas teriam capacidades de concentração, paciência, velocidade de processamento e memória muito superiores à nossa.
A combinação dessas características com habilidades econômicas ou sociais permitiria à inteligência artificial controlar o mundo, afirma o matemático.
Um computador com habilidades sociais, por exemplo, poderia processar milhares de discursos políticos, estatísticas e referências culturais rapidamente, escolhendo qual o argumento mais convincente para fazer um eleitor votar em um candidato ou defender certa bandeira política.
E se essa tecnologia for aplicada propagandas de grupos terroristas?
Raciocínio semelhante vale para o mercado financeiro: uma sistema poderia cruzar informações sobre indicadores econômicos, decisões políticas e balanços de empresas de modo mais rápido e mais preciso.
Os defensores dessas tecnologias rebatem dizendo que esses problemas poderiam ser evitados por meio de uma programação ética, que fizesse a máquina sempre optar pela "escolha moral" -como salvar uma vida em vez de um carro.
Mas, segundo Armstrong, é impossível fazê-lo tanto matematicamente quanto "filosoficamente", porque as possibilidades de dilemas éticos são infinitas.
Procurado pela Folha, o professor respondeu que estava em um "retiro filosófico para ter ideias para um controle seguro da IA" e que não poderia comentar.
O físico Stephen Hawking já disse que "o desenvolvimento de uma inteligência artificial pode significar o fim da raça humana".
| Ilustração Diogo Cesar/Editoria de Arte | ||
Especialistas em inteligência artificial (IA) são céticos quanto aos cenário catastrófico descrito no estudo "12 Riscos que Ameaçam a Civilização Humana".
"Tem muita imaginação nessa previsão", afirma Heloísa Camargo, coordenadora da comissão de inteligência artificial da Sociedade Brasileira de Computação.
Para Camargo, ainda que exista um risco, as pesquisas ainda estão longe de produzir algo nos moldes narrados pelo estudo.
Jogar xadrez, uma das habilidades mais avançadas de a IA hoje, nem se compara à capacidade de cálculo e ao volume e diversidade de informações necessários para analisar o mercado financeiro.
E, mesmo que cheguemos a esse ponto, ainda poderemos controlar as máquinas porque nenhum sistema é à prova de invasões, afirma a professora da USP Renata Wassermann. "Eu acho muito ficção científica", diz.
Ela diferencia a inteligência "forte" -como imaginada pelo relatório- da "fraca", presente no cotidiano.
Um exemplo de IA fraca é o computador Watson, da IBM, que ganhou o programa de perguntas e respostas americano "Jeopardy" e é usado em pesquisas na área de saúde.
A tecnologia também pode ser a nossa única ferramenta para enfrentar os outros riscos listados no estudo, como os próprios autores afirmam.
domingo, 1 de março de 2015
Religião verde levanta ponta do véu e aparece um panteísmo anti-humano
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| Gaia: o deus, ou deusa, panteísta e caótico onde se desfazem todos os seres individuados |
A Associação Ecumênica de Teólogos e Teólogas do Terceiro Mundo (EATWOT ou ASETT) consagrou um número de sua revista “Voices” ao tema “Ecologia profunda, espiritualidade e liberação”, informou a agência ADISTA, que divulga entusiasmada a iniciativa.
Temos insistido neste blog que por detrás da aparência de proteção da natureza, a temática ecológica vem sendo explorada a partir da queda da URSS para operar uma revolução de tipo panteísta, neocomunista e libertária.
Aderiu a esse estratagema a decrépita Teologia da Libertação, que andava precisando de novos ares de mocidade, ou de algum botox ideológico.
Insistimos também que nesse ambientalismo fajuto se esconde uma religião oculta para os não iniciados.
E a matéria publicada por ADISTA fornece claras e patentes provas dessa manipulação.
A revista se sacia no ponto de partida em um dos mananciais mais desconhecidos do movimento “verde” radical. Trata-se da ‘ecosofia’, ou visão espiritual, definida pelo norueguês Arne Naess em 1972.
Para Naess, a ecologia não é o que todas as pessoas pensam, ou seja, um compreensível esforço para proteger belezas e tesouros da natureza, sejam geográficos, vegetais, animais, marítimos, etc.
Não, para a revista que glosa Naess, tal ecologia seria “superficial”, burguesa, que quer defender a natureza mantendo-a a serviço do homem.
Uma ecologia sensata que, sem necessidade de espalhafato, vem aliás sendo praticada nos países de cultura cristã, por exemplo pelos agricultores que melhoram a natureza, a embelezam e fazem-na dar o melhor de si.
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| Uma teologia panteísta contra Deus |
Essa interrelação poria a desigualdade entre os seres num patamar inferior e nivelaria o homem com qualquer outra forma de vida.
Nessa concepção, seria antiecológico colocar o homem acima do inseto. E se a agricultura mata insetos, ela é antiecológica.
Se o progresso da civilização pede a construção de uma barragem que pode prejudicar um tipo de sapo, a barragem e a civilização se tornam inimigas dessa interrelação panteísta.
A ‘sabedoria verde’ – a ecosofia – ensinaria que um e outro estão tão interconectados, que no fundo seriam como que uma só coisa.
E a interconexão suprema seria Gaia, um ser único com inúmeras manifestações, dentro do qual o homem não valeria mais do que um bacilo dentro do sistema intestinal.
Para justificar essa ideia de fundo evolucionista marxista e pagão, a ‘ecologia profunda’ manipula a ciência.
O importante para os teólogos libertários é “que a nova descrição cósmica que as ciências estão transmitindo, está transformando a consciência da humanidade”.
No que consiste essa transformação da consciência? Os teólogos libertários louvam Thomas Berry, que consideram o ecoteólogo máximo de nossos tempos.
Ele teria apontado essa via: convencer os homens de que eles não são seres individuados, mas pingos sem personalidade que andam dissolvidos num magma panteísta, onde no máximo lhes é concedido um “nicho ecológico” análogo ao de uma formiga na terra.
“A Terra em si mesma e todos os seres viventes e seus elementos anorgânicos constituem uma só comunidade”. O grão de poeira e o homem estão em paridade de condição, aliás como no evolucionismo marxista.
Reconhece-se ao homem apenas um “lugar próprio”: “promover essa comunidade”, isto é, convencer os outros homens de que eles são como que nada, e tudo nivelar com leis, decretos, códigos, impostos, etc. Como faz um mestre budista com seu aluno: tenta convencê-lo de que nada é nada.
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| O desfazimento dos seres num magma confuso de interrelacionamentos caóticos |
O homem é um mero átomo da natureza. Esta, considerada no todo, é a única que segundo eles tem alma e é consciente de si mesma, como um deus, ou uma deusa.
A “nova espiritualidade ecocêntrica” faz pensar numa espécie de budismo em que o homem tenta se convencer de que ele não é nada e comemora a sua autodestruição como uma “libertação”.
E então, para esses teólogos que se dizem cristãos, onde ficaria Jesus Cristo? Em parte alguma.
Ele teria sido mais um iluminado que pregou, como Buda ou Maomé, o suicídio do homem dissolvido na natureza.
A chamada “hipótese Gaia” de James Lovelock – onde o planeta é tido como um único organismo vivo e a humanidade é tanto ou tão pouco quanto um formigueiro – é o novo Deus.
O homem que se afirma, que tem família, propriedade, cultura, preferências artísticas, estéticas, morais, gastronômicas, etc., é um “egoísta”, uma aberração que deve ser posta de lado, se não eliminada.
E Roger Haight atribui à “espiritualidade ecológica” a missão de “liberar” o homem desse ‘egoísmo’, impulsioná-lo no precipício do nada.
Para isso é necessário mudar até a linguagem religiosa, acrescenta Birgit Weiler, apagando as ideias e imagens que os homens têm de Deus nas suas cabeças, nas suas igrejas e nas suas formas artísticas.
E em seu lugar colocar a arte moderna e contemporânea, como a da Bienal de São Paulo, e apresentar a Deus como esse magma vivo indiferenciado.
“O Deus como grande arquiteto [conclui ele ofensivamente], que deu a todo o Universo criado um plano e um objetivo determinado e definitivo; o Deus que administra o Universo como o grande governante, ou [segundo a sua blasfema imagem] como um marionetista que move as suas marionetes, o Deus patriarca que exerce seu governo sufocante sobre as criaturas”: esse é o Deus [apresentado de modo caricato] que deve ser erradicado do fundo de cada alma e de cada coração.
“Écrasez l’infâme” [esmagai o infame], escrevia Voltaire no fim de suas cartas aos seus colegas de revolução, referindo-se a Jesus Cristo.
A assembleia de teólogos e teólogas verdes e libertários, que se sentem animados pela perspectiva de uma encíclica favorável, parece aplicar essa frase ímpia de Voltaire a todos os seres humanos.
Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
sábado, 14 de fevereiro de 2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Como a Elite Planeja Alcançar a Imortalidade Digital
CEO feminina mais bem paga dos EUA faz "upload" da personalidade de sua parceira em um robô
A Elite está planejando viver no ciberespaço fazendo o upload de seus cérebros clonados para sistemas de computador que acabarão por assumir a forma de robôs artificialmente inteligentes.
Se você acha que isso soa como ficção científica, então dê uma olhada no trabalho de Martine Rothblatt, a transgênero fundadora da Sirius e CEO do sexo feminino mais bem paga dos EUA.
Ela criou uma cópia rudimentar do cérebro de sua esposa e o carregou em um robô realista.
Rothblatt prevê que dentro de 20 anos as mentes clonadas serão a maior invenção da humanidade.
O conceito de clonagem de cérebros de pessoas mortas e reanimá-los em forma física tem sido o enredo de inúmeros filmes de ficção científica e programas de televisão, particularmente a série de tv Black Mirror de Charlie Brooker, a qual retratou um distópico futuro próximo em que uma mulher de luto ressuscita seu marido morto conversando com uma versão online da sua personalidade.
Na trama, este clone é posteriormente transferido para um robô físico semelhante a seu marido, embora a versão clonada seja desprovida de todos os traços intrinsecamente humanos que ela amou outrora.
O futurista Ray Kurzweil prevê um futuro em que os corpos serão substituídos por máquinas no prazo de 90 anos e as pessoas vão se tornar digitalmente imortais.
Kurzweil estabelece o plano para esta utopia transhumanista em seu livro "The Age of Spiritual Machines", o qual previu com precisão a chegada do iPad, Kindle, iTunes, Youtube e serviços sob demanda, como Netflix com anos de antecedência.
Ao longo do livro, Kurzweil se comunica com um personagem fictício chamado Molly que está vivendo através de todos os diferentes períodos de tempo que Kurzweil antecipa, de 2009 a 2099.
Próximo a 2029 Molly descartou seu marido dedicado mas pateticamente humano e escolheu em vez prosseguir uma relação íntima - incluindo a realidade virtual de fornicação - por seu amante de inteligência artificial George - um programa de computador.
Perto de 2099, Molly submeteu seu próprio cérebro a um programa de computador e fundiu-se com George para criar uma mente colmeia - que agora tem relações sexuais consigo mesmo.
Quando Kurzweil questiona 'Molly' sobre se a nova criação deve ou não verdadeiramente representar a Molly original - cujo corpo humano há muito tempo já pereceu e foi substituído por uma projeção de realidade virtual, a mente de colmeia computadorizada Molly/George fica na defensiva e jura que ela realmente é a Molly original.
O diálogo termina com Kurzweil, basicamente insinuando que ele também gostaria de ter relações sexuais com a assimilação Molly/George, deixando ao leitor a impressão de que a perseguição obsessiva de singularidade de Kurzweil não é meramente uma tentativa desesperada de se esconder do medo da morte, mas também um tipo estranho de fetiche sexual.
Segundo Kurzweil, os seres humanos que resistem à pressão de se tornar parte da singularidade transhumanista ou são incapazes de se dar ao luxo de fazer isso, serão banidos da sociedade e tratados como cidadãos de segunda classe.
Se você tivesse a escolha ou pode se dar ao luxo de fazer isso, você carregaria a sua própria consciência a um computador? Você compraria uma versão robô clonada de um parente morto?
domingo, 1 de fevereiro de 2015
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