domingo, 16 de agosto de 2015

John Perkins e Suas Confissões de um Assassino Econômico

Julio Severo
O economista John Perkins disse: “Assassinos econômicos (AEs) são profissionais altamente remunerados cujo trabalho é lesar países ao redor do mundo em golpes que se contam aos trilhões de dólares. Manipulando recursos financeiros do Banco Mundial, da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), além de outras organizações americanas de ‘ajuda’ ao exterior, eles os canalizam para os cofres de enormes corporações e para os bolsos de algumas famílias abastadas que controlam os recursos naturais do planeta. Entre os seus instrumentos de trabalho incluem-se relatórios financeiros adulterados, pleitos eleitorais fraudulentos, extorsão, sexo e assassinato. Eles praticam o velho jogo do imperialismo, mas um tipo de jogo que assumiu novas e aterradoras dimensões durante este tempo de globalização. Eu sei do que estou falando; eu fui um AE.”
Outras revelações de Perkins são igualmente impressionantes. De acordo com ele, em seu livro “Confissões de um Assassino Econômico,” a Arábia Saudita tem um relacionamento muito especial com os EUA desde meados da década de 1970. Ele diz:
“A evidência era incontestável: a Arábia Saudita, o aliado de longa data dos EUA e o maior produtor de petróleo do mundo, havia se tornado, como explicara uma elevada autoridade do Departamento do Tesouro dos EUA, ‘o epicentro’ do financiamento terrorista… A ‘generosidade’ saudita incentivava as autoridades dos EUA a fazer vista grossa, dizem alguns agentes veteranos dos serviços de inteligência dos EUA. Bilhões de dólares em contratos, verbas e salários foram para um grande número de ex-autoridades dos EUA que haviam lidado com os sauditas: embaixadores, diretores de postos da CIA, até ministros de governo…”
Perkins chegou a tal conhecimento não só porque ele era um economista respeitado, mas também por causa de seu envolvimento, décadas atrás, com a NSA (sigla em inglês para Agência de Segurança Nacional dos EUA) e até fazendo projetos enormes na Arábia Saudita.
Nas décadas de 1960 e 1970, a NSA não era internacionalmente conhecida, mas hoje, por causa dos vazamentos do ex-contratante da NSA Edward Snowden, as atividades clandestinas da NSA abrangendo monitoração e espionagem estão sendo expostas. No entanto, dez anos antes de Snowden, John Perkins já havia feito um desmascaramento importante, que permaneceu em grande parte despercebido, pois aparentemente ninguém estava disposto a acreditar que a misteriosa NSA era um polvo maligno.
Como Perkins veio a conhecer a NSA? Em 1967 ele se casou com uma mulher cujo tio era um diretor de alto escalão na NSA. Em 1968 a NSA traçou o perfil dele como um assassino econômico (AE) ideal.
Ele havia sido deliberadamente contratado pela NSA por causa de suas qualidades não conservadoras e falta de valores morais. Um homem verdadeiramente conservador e moral jamais faria o que ele fora contratado para fazer.
Em 1981 ele se casou com outra mulher cujo pai era o principal arquiteto da empresa Bechtel Corporation e estava encarregado de projetar e construir cidades na Arábia Saudita — trabalho financiado por meio de uma transação dos assassinos econômicos em 1974.
Sobre seu treinamento na NSA, Perkins disse:
“Primeiro, eu devia justificar os enormes empréstimos internacionais que canalizariam rios de dinheiro de volta para a MAIN e outras companhias americanas (como a Bechtel, Halliburton, Stone & Webster e a Brown & Root), por meio de gigantescos projetos de engenharia e construção. Segundo, eu trabalharia para a falência de países que recebiam esses empréstimos (depois de terem pago a MAIN e as outras contratadas americanas, é claro) de modo que eles seriam dependentes para sempre dos seus credores e assim apresentaria alvos fáceis quando precisássemos de favores, incluindo bases militares, votos na ONU, ou acesso a petróleo e outros recursos naturais. O meu trabalho, disse ela, era fazer as previsões dos efeitos de investir bilhões de dólares num país. Especificamente, eu produziria estudos que projetassem crescimento económico 20 a 25 anos no futuro e que avaliassem as consequências de diversos projetos. Por exemplo, se uma decisão fosse tomada para emprestar bilhão de dólares a um país a fim de persuadir os seus líderes a não se alinharem com a União Soviética, eu compararia os benefícios de investir aquele dinheiro em usinas elétricas com os benefícios de investir numa nova rede ferroviária nacional ou num sistema de telecomunicações. Ou eu poderia ser informado de que aquele país estava tendo a oferta de uma oportunidade de receber um moderno sistema de abastecimento elétrico, e dependeria de mim demonstrar que aquele Sistema resultaria em crescimento econômico suficiente para justificar o empréstimo. O fator crítico, em cada caso, era o produto nacional bruto. O projeto que resultasse na maior média anual de crescimento do PIB venceria. Se apenas um projeto estivesse em consideração, eu precisaria demonstrar que desenvolvê-lo traria benefícios superiores ao PIB. O aspecto velado de cada um desses projetos era que eles pretendiam criar grandes lucros para os contratantes, e fazer a felicidade de um punhado de famílias ricas e influentes nos países recebedores, enquanto assegurava a dependência financeira a longo prazo e, portanto, a lealdade política de governos ao redor do mundo. Quanto maior o empréstimo, melhor.”
Isso foi na década de 1970. Eu me lembrei do Brasil. Na década de 1970, o governo militar no Brasil mantinha investimentos colossais em infraestrutura — rodovias, telecomunicações, usinas hidrelétricas, etc. O governo militar, sob o presidente Ernesto Geisel, tomou emprestado bilhões de dólares. O Brasil estava gozando um crescimento acelerado em investimentos que haviam avançado o crescimento anual do PIB para mais de dez por cento. Projetos de infraestrutura de grande escala, como as usinas hidrelétricas de Itaipu e Tucuruí, estimularam o crescimento, e o Brasil emergiu como o líder industrial incontestável da América Latina, ganhando o título de “milagre brasileiro.” Mas o crescimento acelerado se desintegrou. Em 1982, o Brasil parou de pagar sua principal dívida externa, que estava entre as maiores do mundo.
O Brasil era aparentemente o campo perfeito para as atividades dos assassinos econômicos. O governo militar, que fez investimento de bilhões de dólares em infraestrutura, terminou com dívidas colossais e tomando empréstimos. E essas dívidas não tinham nenhuma relação com corrupção, pois o governo militar era livre de corrupção. Provavelmente, na moderna história do Brasil, os brasileiros nunca tiveram um governo tão livre de corrupção quanto era o governo militar.
Se o trabalho dos assassinos econômicos (e seus colegas) era convencer os países a aceitar empréstimos de bilhões de dólares, muitas vezes para pagar projetos de infraestrutura que os próprios assassinos econômicos recomendam, como John Perkins escreveu em seu livro “Confissões de um Assassino Econômico,” então o Brasil foi provavelmente uma grande vítima.
Como o Brasil, muitas das nações que foram endividadas nas décadas de 1970 e 1980 eram governadas por militaristas direitistas e suas dívidas foram usadas por seus inimigos socialistas como razão para colocar suas nações numa rota socialista. As explorações econômicas deixaram esses aliados militares dos EUA vulneráveis diante dos socialistas.
O governo militar brasileiro na década de 1980 estava infestado de inflação, recessão e dívida externa enorme. O Fundo Monetário Internacional era um assunto diário no noticiário brasileiro. O socialista Luiz Inácio Lula da Silva, que em 2002 foi eleito presidente do Brasil, fazia agitações contra o governo. Sua arma principal era a crise econômica, que havia deixado o povo brasileiro descontente com os presidentes militares.
Não posso imaginar o governo militar do Brasil atingindo uma dívida monstruosa por causa de corrupção. Só posso imaginar, pelas pistas apontadas por Perkins, que existe uma possibilidade de que eles caíram na armadilha de um assassino econômico.
O livro de John Perkins me foi recomendado por um líder conservador dos EUA.
Ao ler o livro dele, vemos a NSA e outras agências dos EUA como máquinas de exploração econômica das nações. Mas muitas vezes tal exploração é facilitada por líderes políticos dessas nações que também exploravam economicamente seu próprio povo. Não acredito que esse foi o caso do Brasil, pois o governo militar brasileiro era trabalhador. Quando os socialistas derrubaram aliados dos EUA na América Latina — uma derrubada facilitada por assassinos econômicos dos EUA —, eles mesmos se tornaram exploradores, economicamente e também socialmente e religiosamente, pois o socialismo sufoca gravemente a liberdade de expressão e religião.
Perkins viu tanta corrupção entre seus colegas de profissão nos EUA explorando os pobres em nações do Terceiro Mundo que ele começou a ver com bons olhos ideias socialistas, achando que o socialismo era a única resposta para a colossal corrupção capitalista que ele via vindo de sua própria nação. É evidente que ele não conhecia o Evangelho, que é a única resposta para o socialismo e a corrupção capitalista.

 A natureza humana é má. Se ela ocupa um posto elevado, explora pessoas sob seu controle.
As pessoas que não têm o Evangelho deveriam ser capazes de não explorar outras pessoas, pois elas têm uma consciência.
As pessoas que têm o Evangelho estão sob uma responsabilidade dupla de não explorar, pois elas têm a consciência de Deus acessível a elas (o Evangelho) e sua própria consciência.
Não é pecado ser rico. Mas Deus manda que os ricos sejam ricos também em generosidade. Entretanto, o socialismo vê toda riqueza (exceto a elite socialista rica) como exploração. A Bíblia não vê todos os ricos como exploradores. Há ricos e há exploradores. E há exploradores ricos.
Em seu livro, Perkins escreve:
“‘Somos um clube bem pequeno e exclusivo,’ [a agente da NSA] me disse. ‘Somos pagos... muito bem pagos... para enganar países ao redor do mundo e subtrair-lhes bilhões de dólares. Uma grande parte do seu trabalho é encorajar os líderes mundiais a fazer parte de uma extensa rede de conexões operacionais que promove os interesses comerciais americanos. No final das contas, esses líderes acabam enredados nessa teia de dívidas que assegura a lealdade deles. Poderemos aliciá-los sempre que desejarmos — para atender às nossas necessidades políticas, económicas ou militares. Em troca, esses líderes sustentam as suas posições políticas com a construção de parques industriais, usinas energéticas e aeroportos para o seu povo. Enquanto isso, os proprietários americanos de empresas de engenharia e construção tornam-se muito ricos… [A agente especial da NSA] explicou como, ao longo da maior parte da história, os impérios se erigiam amplamente pelo uso da força armada ou pela ameaça do seu uso. Mas com o fim da Segunda Guerra Mundial, o surgimento da União Soviética e o espectro de um holocausto nuclear, a solução militar tornara-se arriscada demais.”
Perkins também mostra como os EUA mudaram profundamente o Irã por meio de ações econômicas clandestinas. Ele disse:
“O momento decisivo ocorreu em 1951, quando o Irã se levantou contra uma empresa petrolífera britânica que estava explorando os recursos naturais e o povo iraniano. A empresa era uma precursora da British Petroleum, a atual BP. Em resposta, o primeiro-ministro iraniano, altamente popular e eleito democraticamente (além de ‘Homem do Ano’ de 1951, segundo a revista Time), Mohammad Mossadegh, nacionalizou todos os recursos petrolíferos iranianos. A Inglaterra, ultrajada, buscou a ajuda do seu aliado na Segunda (aterra Mundial, os Estados Unidos. No entanto, os dois países temiam que uma retaliação militar fizesse com que a União Soviética saísse em socorro do Irã. Em vez de mandar os fuzileiros navais, portanto, Washington despachou para lá o agente da CIA, Kermit Roosevelt (neto de Theodore). Ele teve uma atuação excepcional, aliciando pessoas por meio de subornos e ameaças. Em seguida insuflou essas pessoas a organizar uma série de tumultos nas ruas e violentas manifestações, criando a impressão de que Mossadegh seria tanto impopular quanto incompetente. No fim, Mossadegh foi deposto e passou o resto da vida em prisão domiciliar. O xá Mohammad Reza, favorável à política americana, tornou-se o ditador incontestável. Kermit Roosevelt abrira o caminho para uma nova profissão, aquela em cujas fileiras eu estava me alistando.”
Evidentemente, a estratégia dos EUA no Irã acabou virando um tiro pela culatra, e hoje o Irã tem um ódio mortal dos EUA.
Perkins também disse:
“Em 1968, o ano em que fui entrevistado pela ASN, tornara-se claro que se os Estados Unidos quisessem realizar o seu sonho de império mundial (conforme imaginaram homens como os presidentes Johnson e Nixon), teriam de empregar estratégias nos moldes do exemplo iraniano de Roosevelt. Essa seria a única maneira de vencer os soviéticos sem a ameaça de uma guerra nuclear. Havia um problema, contudo. Kermit Roosevelt era um funcionário da CIA. Se ele tivesse sido pego, as consequências teriam sido terríveis. Ele orquestrara a primeira operação americana que derrubara um governo estrangeiro, e era provável que muitas outras semelhantes a sucedessem, mas era importante encontrar um método de atuar que não implicasse Washington diretamente. Felizmente para os estrategistas, a década de 1960 também atestou outro tipo de revolução: o fortalecimento de corporações internacionais e de organizações multinacionais a exemplo do Banco Mundial e do FMI. Este último era financiado basicamente pelos Estados Unidos e as nossas irmãs imperialistas da Europa. Uma relação simbiótica se desenvolveu entre governos, corporações e organizações multinacionais.”
Perkins explica mais sobre o trabalho sujo deles:
“Uma solução para o problema ‘Roosevelt como agente da CIA’ já tinha sido resolvida. As agências de informações americanas — incluindo a ASN — identificariam potenciais candidatos a AE, que poderiam então ser contratados por corporações internacionais. Esses AEs jamais seriam pagos pelo governo; em vez disso, eles tirariam o salário do setor privado. Como resultado disso, o seu trabalho sujo, se aparecesse, seria creditado à ganância corporativa em vez de uma política governamental. Além disso, as corporações que os contratassem, embora pagas pelas agências governamentais e as suas contrapartidas bancárias multinacionais (com dinheiro dos contribuintes), seriam isoladas da supervisão do Congresso e das investigações públicas, escudadas por um corpo crescente de iniciativas legais, incluindo marcas registradas, comércio internacional e leis sobre liberdade de informação.”
A Arábia Saudita é “sortuda.” Bilhões de seus dólares em contratos, verbas e salários para autoridades dos EUA têm protegido a nação islâmica das consequências tenebrosas dos assassinos econômicos.
Perkins era parente de Tom Paine (1737-1809), o líder americano revolucionário que lutou pela independência dos EUA da Inglaterra. Com sua consciência, Perkins tinha uma motivação para escrever seu livro contra as explorações da NSA e outras agências dos EUA. Ele disse:
Bastava-me recorrer à Revolução Americana e Tom Paine para ter o modelo. Lembrei que os britânicos justificavam os seus impostos alegando que a Inglaterra fornecia ajuda às colônias na forma de proteção militar contra os franceses e os índios. Os colonos tinham uma interpretação muito diferente.
Com informações de Foreign Affairs e BBC.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Vaticano e os Planos de Depopulação Mundial


Parece que o Vaticano é a favor da depopulação do planeta.

O professor John Schellnhuber foi eleito como porta-voz durante a publicação de um documento papal sobre a mudança climática que ocorrerá em breve.

John Schellnhuber

Schellnhuber é conhecido por ter declarado anteriormente que o planeta sofre uma superpopulação de pelo menos seis bilhões de pessoas.

Em um artigo de 2009 publicado no The New York Times, Schellnhuber, assessor de Angela Merkel e professor em Oxford, disse sobre o aquecimento global que: "Cinicamente, é um triunfo para a ciência porque finalmente vamos concluir as estimativas da capacidade de suporte do planeta, a qual deve estar abaixo de um bilhão de pessoas".

Agora, o Vaticano está lhe dando uma plataforma para que expresse seus pontos de vista complementares com a futura encíclica papal.

  "O lançamento da encíclica sobre o aquecimento global está previsto para 18 de junho na Cidade do Vaticano", informa o site Breitbart. "Talvez com a exceção da encíclica de 1968 sobre a contracepção, nenhum documento do Vaticano foi saudado com tanta antecipação".


É muito significativo que o Vaticano se alinhe ideologicamente com pessoas como o professor Schellnhuber.

Cabe destacar que Schellnhuber há algum tempo fantasia com a criação de um "Tribunal Planetário" guiado por uma nova "Constituição da Terra", que exerça um poder sobre todas as nações e governos do mundo.

Schellnhuber defende a criação de um governo mundial com grandes poderes, centrado na luta contra a mudança climática, a qual governaria o planeta, estabelecendo praticamente uma "ditadura científica" de fato.

  como Schellnhuber afirma:


"Permita-me concluir esta breve contribuição com um sonho sobre essas instituições chave que poderiam conseguir uma sofisticada (e, portanto, mais apropriada) versão da nação convencional de "governo mundial".

A democracia global poderia organizar-se em torno de três atividades principais:

(i) Constituição da Terra

(ii) Conselho Mundial

(iii)Tribunal Planetário.



Não posso falar destas instituições em detalhes aqui, mas gostaria de indicar, pelo menos, o seguinte:

-  A Constituição da Terra transcenderia a Carta da ONU e identificaria aqueles primeiros princípios orientadores da humanidade em sua busca pela liberdade, dignidade, segurança e sustentabilidade.

- O Conselho Mundial seria uma assembleia de pessoas eleitas diretamente por todos os habitantes da terra, onde a elegibilidade não deveria ser limitada por quotas geográficas, religiosas ou culturais.

- O Tribunal Planetário seria um corpo legal transnacional aberto à apelações do mundo todo, especialmente a respeito das violações da Constituição da Terra.


Schellnhuber, em outras palavras, acredita que a criação de um governo mundial pode gerar "liberdade" para a humanidade ditando-lhe o que deve fazer através de um Tribunal Planetário guiado por uma Constituição da Terra.

Obviamente, Schellnhuber esqueceu de mencionar que seria necessário um "exército da Terra" e uma "polícia da Terra" que obrigaria todo o planeta a cumprir estas ordens.

  Não se esqueça que Schellnhuber é alguém que acredita firmemente que sobram 6 bilhões de pessoas neste planeta, uma vez que, as regras deste tribunal planetário que tanto defende, poderiam determinar que "sobram pessoas e que algo deveria ser feito para reduzir a população e salvar o planeta da destruição".


E, aparentemente, o Papa parece disposto a apoiar tais iniciativas.

  "Em uma encíclica sem precedentes sobre o meio ambiente, espera-se que o Pontífice argumente que a exploração por parte da humanidade dos recursos do planeta tenha ultrapassado os limites naturais da Terra", informa o The Guardian. "O mundo enfrenta a destruição se não houver uma revolução nos corações e nas mentes".

Como vemos, há cada vez mais pessoas de alta posição que e alinham com a necessidade de reduzir a população do planeta.

E quem sabe tenham razão, mas a pergunta chave é: se sobram 6 bilhões de pessoas, o que pensam fazer com toda essa população restante? Onde a colocarão? Como pensam em reduzir a população?

Já advertimos em artigos anteriores sobre qual seria a função do Papa em relação à criação de um governo mundial.

Em alguns anos veremos até que ponto o Vaticano também apoia algum tipo de medida drástica para reduzir a população mundial...

Fonte: http://www.anovaordemmundial.com

quarta-feira, 8 de julho de 2015

ONU Está Usando Vacinas para Esterilizar Secretamente as Mulheres no Mundo Todo



[Imagem: A-ONU-Est%25C3%25A1-Utilizando-Vacinas-p...odo-nn.jpg]


Notícias Naturais


Em algumas áreas do mundo, reduzir propositadamente a linhagem da família de alguém é considerado uma das coisas mais perversas que você pode fazer. Mas isso parece ser exatamente o que a ONU está fazendo. Duas organizações das Nações Unidas, a OMS e a UNICEF, foram surpreendidas em flagrante administrando "vacinas contra o tétano" contendo agentes esterilizantes em meninas e mulheres no Quênia. E, como você verá a seguir, esta não é a primeira vez que isso aconteceu.

Aparentemente, há um programa internacional bem coordenado para usar vacinas para esterilizar secretamente mulheres em países pobres em todo o planeta. Os Estados Unidos precisam exigir imediatamente uma investigação completa do programa de vacina da ONU, mas eu não contaria com isso sob a administração Obama.

Sempre houveram histórias ocasionais de mulheres do mundo todo tornando-se incapazes de ter filhos depois de receber as vacinas da ONU. Mas agora temos a prova científica. Os testes de laboratório que foram realizados recentemente encontraram um antígeno que provoca abortos nas vacinas que estavam sendo dadas a meninas e mulheres no Quênia. Uma história que foi postada no Life Site News sobre isso causou ondas de choque em toda a Internet. A seguir está um trecho do artigo:

Os bispos católicos do Quênia estão cobrando duas organizações das Nações Unidas a respeito da esterilização milhões de meninas e mulheres sob o pretexto de um programa de inoculação antitetânica patrocinado pelo governo queniano.
De acordo com um comunicado divulgado na terça-feira pela Kenya Catholic Doctors Association, a organização encontrou um antígeno que provoca abortos em uma vacina que está sendo administrada em 2,3 milhões de meninas e mulheres pela Organização Mundial de Saúde e UNICEF. Os sacerdotes em todo o Quênia estão declaradamente aconselhando as suas congregações a recusarem a vacina.
"Enviamos seis amostras de todo o Quênia a laboratórios na África do Sul. Eles testaram positivo para o antígeno hCG", disse o Dr. Muhame Ngare do Centro Médico Mercy, em Nairóbi ao LifeSiteNews. "Todas elas estavam contaminadas com o hCG".

Então o que é hCG exatamente?

A seguir está como o site Natural New descreveu o que ele faz...

O HCG é um produto químico desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde para fins de esterilização. Quando injetado no corpo de uma mulher, ele faz com que uma gravidez seja destruída pela própria resposta dos anticorpos do organismo ao hCG, resultando em um aborto espontâneo. A sua eficácia dura por anos, causando abortos em mulheres por até três anos após as injeções.

Isto é um escândalo absolutamente horrível, mas a grande mídia está ignorando totalmente.

Talvez seja porque eles concordem com o que as Nações Unidas estão tentando fazer.

E devemos realmente nos surpreender com o que a ONU está fazendo? Afinal, a ONU declarou publicamente por escrito, a sua intenção de reduzir o crescimento populacional no Quênia:

As Nações Unidas e seu aparato de controle populacional muitas vezes bárbaros estão sob fogo cruzado de novo depois de liberar um relatório profundamente controverso, alegando que a população africana do Quênia é muito grande e cresce muito rapidamente. Para lidar com o suposto "desafio", como a ONU e seus "parceiros" no governo nacional colocaram, os burocratas internacionais estão exigindo a intensificação dos esforços em fazer lavagem cerebral nas mulheres quenianas para que elas queiram menos filhos. Também na agenda: mais "planejamento familiar" financiado pelo contribuinte e esquemas de "saúde reprodutiva" para reduzir o número de africanos aos níveis considerados "desejáveis" pela ONU.

Os críticos prontamente desaprovaram a conspiração como uma eugenia indisfarçável, com alguns especialistas chamando-a de um verdadeiro exemplo de "guerra contra as mulheres". Entre outras preocupações, os analistas indignados com o relatório observaram que o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e os esforços diabólicos do estabelecimento para reduzir as populações humanas - especialmente aquelas consideradas "indesejáveis" pelos auto-intitulados guardiães do patrimônio genético - têm uma longa e sórdida história que remonta décadas. Hoje, a agenda avança, como ilustrada no último relatório da ONU que clama por números drasticamente reduzidos de quenianos.

Quando as pessoas muito más lhe disserem que eles pretendem fazer alguma coisa, você deve levá-las muito a sério.

E, sem dúvida, a ONU é o mal. Usar as vacinas para esterilizar secretamente as mulheres contra a sua vontade é quase perverso demais para descrever com palavras.

Mas a ONU vai continuar fazendo isso até nós exigirmos que eles parem. Na década de 1990, as campanhas de esterilização semelhantes usando vacinas contra o tétano foram realizadas na Nicarágua, México e Filipinas. A seguir, proveniente do site thinktwice.com...

Aqui estão os fatos conhecidos sobre as campanhas de vacinação contra o tétano no México e nas Filipinas:

* Apenas as mulheres são vacinadas, e apenas as mulheres entre as idades de 15 e 45. (Na Nicarágua, a faixa etária era entre 12 e 49.) Mas os homens não estão, pelo menos, tão suscetíveis quanto as mulheres jovens a entrar em contacto com o tétano? E o que dizer das crianças? Por que eles são excluídos?

* O hormônio Gonadotrofina Coriônica humana (hCG) foi encontrado nas vacinas. Ele não pertence a ela - no jargão do julgamento de assassinato de O.J. Simpson, a vacina foi "contaminada".

* Os protocolos destas vacinações pedem múltiplas injeções - de três em três meses e um total de cinco ao todo. Mas, uma vez que as vacinas contra o tétano fornecem proteção para 10 anos ou mais, por que são pedidas várias inoculações? (3)

* A OMS tem estado ativamente envolvida por mais de 20 anos no desenvolvimento de uma vacina anti-fertilidade, utilizando o hCG ligado ao toxoide do tétano como um transportador - a mesma ligação que foi encontrada nas vacinas do México-Filipina-Nicarágua. (4)

E estes são apenas os incidentes que conhecemos.

Eu acho que seria seguro dizer que onde quer que a ONU esteja vacinando pessoas contra o tétano em todo o mundo, provavelmente há agentes esterilizantes nessas vacinas.

Enquanto isso, a ONU continua a derramar dinheiro em outros métodos de esterilização globais.

Por exemplo, a ONU dedicou enormes quantidades de recursos para apoiar a "política do filho único" na China.

E na Índia, o dinheiro da ONU é muitas vezes usado para fornecer incentivos financeiros para as mulheres a se voluntariarem para a esterilização.

Neste momento, cerca de 37 por cento de todas as mulheres casadas na nação da Índia foram esterilizadas. Esse é um número absolutamente espantoso. Na verdade, ele é tão surpreendente que eu mal podia acreditar quando eu vi pela primeira vez.

Mas é realmente verdade.

E muitas vezes, estes procedimentos não são conduzidos com segurança. De fato, uma recente campanha de esterilização em massa resultou na morte de dez mulheres...

Dez mulheres morreram na Índia e dezenas de outras estão no hospital, muitas em estado crítico após uma esterilização estatal em massa, disse uma autoridade local nesta terça-feira.

Muitas das mais de 80 mulheres que se submeteram à esterilização no acampamento administrado pelo governo livre no estado central de Chhattisgarh no sábado adoeceram pouco depois, disse o funcionário à AFP.

É claro que os Estados Unidos não é completamente inocente em tudo isso. Estas organizações das Nações Unidas são absolutamente inundadas com dinheiro pela administração Obama, e o governo dos EUA ainda tem uma "Agência de Assuntos da População", que é usado para promover o controle da população em todo o planeta.

Os envolvidos nesses esforços realmente acreditam que estão fazendo a coisa certa. Eles estão convencidos de que a "mudança climática" é o problema número um que a humanidade enfrenta hoje e que o caminho número um para combater a "mudança climática" é reduzir o número de pessoas.

Então, eles acreditam que estão realmente "salvando o mundo", empurrando uma agenda de controle populacional.

Agora que as ações perversas da ONU no Quênia foram expostas, os funcionários da ONU vão assistir de perto como as pessoas reagem.

Se há pouca indignação, eles vão apenas manter secretamente a esterilização sobre as mulheres.

É por isso que ela é absolutamente indispensável nós gritarmos "assassinato sangrento" sobre tudo isso. Um grande mal está sendo cometido bem na frente dos nossos olhos, e aqueles com coragem precisam se levantar e dizer que é o bastante.

Fonte: http://forum.noticiasnaturais.com

sábado, 27 de junho de 2015

Multimilionário Adverte sobre Colapso Total: "Não há Saída... Seu Dinheiro Será Inútil"



Com as moedas sendo desvalorizadas rapidamente por seus respectivos governos, a economia mundial em uma desaceleração e as tensões sobre os recursos em aquecimento no mundo todo, é hora de começar a considerar o fim do jogo.

De acordo o investidor multimilionário de recursos Carlo Civelli é provável que não haja saída para os bancos centrais que tem permanecido durante os últimos anos, imprimindo dinheiro cada vez mais.

Durante sua carreira de muitas décadas Civelli geriu ou financiou mais de 20 empresas, muitas das quais agora possuem capitalizações de mercado em bilhões de dólares, então ele sabe uma ou duas coisas sobre investir em épocas de bonança, assim como de ruína.

Em sua mais recente entrevista sobre tendências conômicas e financeiras futuras, ele adverte um cenário de final de jogo que é nada mais nada menos que um colapso total. E aqui está a parte que dá medo: Civelli disse inclusive que o ouro poderia não ser um refúgio seguro se o pior dos casos acontecer:

Se todos falamos do final do jogo e um cenário de colapso total, posso ver os governos dizendo a nós todos que nosso dinheiro está agora sem valor e os títulos que possuímos são inúteis. Todos vocês tem de fazer um corte.

Mas eles deixariam as pessoas que possuem ouro fugir com ele? Eu acho que não.

Nesta entrevista - que você deve ver - Civelli compartilha estas e outras ideias que talvez não tenha ouvido falar antes, junto com estratégias de investimento na crise o que poderia lhe posicionar prosperamente enquanto o resto do mundo mergulha no caos:


Todos sabemos que os bancos centrais estão imprimindo dinheiro cada vez mais. Centenas de bilhões, ou talvez trilhões estão inundando os mercados. O BCE, o banco europeu está fazendo o mesmo aqui em mais ou menos uma semana

...Obviamente a maneira de sair desta flexibilização quantitativa é muito difícil - ninguém nunca fez isso, e o veredito não se sabe ainda se a flexibilização quantitativa realmente fez algo de bom ou não. Ao menos impediu que o mundo entre em colapso agora, mas e se as taxas de juros voltem um dia novamente aos níveis normais, e todos os bilhões de dinheiro agora tiverem de ser retirados do mercado?

Ninguém sabe o que vai acontecer depois... Mas eles deixariam as pessoas que possuem ouro fugir com ele? Eu acho que não.

Então o governo a esse ponto vai dizer "Ok, pessoal, quem possui ouro tem que devolve-lo ao banco central em um prazo de tempo determinado, e te pagaremos o preço que ouro está neste momento, menos um grande corte". Não se esqueça que até 20 ou 30 anos, o ouro era vendido a $35 e foi fixado a esse preço, assim, quem possui ouro, na minha opinião, não serão poupados.

Não há maneiras de fugir, então vamos viver os bons tempos enquanto dure.

A ideia de que os governos dos EUA ou da Europa confiscarão o ouro como fizeram durante a Grande Depressão é realmente assustador. Mas sem dúvida é um resultado plausível, dada nossa história e o quão longe eles foram.

Então, que opções temos a nossa disposição se os governos tomarem esse caminho?

Diversificação.

Você certamente quer fazer um esforço para se preparar para um cenário de "colapso total" estando pronto para as interrupções do abastecimento e o congelamento do crédito que serão o resultado inevitável de qualquer queda da moeda ou o desenrolar do mercado de créditos.

Estamos vivendo exatamente este cenário tomando lugar na Ucrânia agora, e recentemente temos visto um evento semelhante na Venezuela. O preço dos alimentos, gás, papel higiênico e outros artigos pessoais não só explodiram os preços, mas desapareceram das prateleiras das lojas por completo devido as tensões na linha de abastecimento. É um cenário que sem dúvida poderia acabar em outro lugar já que a crise mundial se acelera, inclusive mesmo nos EUA, então ter alguns estoques em reserva não é má ideia.

Mas o que acontece com as pessoas com fundos de aposentadoria, contas do mercado monetário ou outros instrumentos baseados no dólar?

A forma que Civelli explica, é que inclusive em um cenário de colapso os negócios continuarão a acontecer. Saber quais ativos manter é que se torna o desafio. Durante a Grande Depressão, enquanto Roosevelt obrigou os americanos a abandonarem seu ouro físico, as empresas mineradoras de metais preciosos aumentaram seu valor. Carlo Civelli afirma que sempre há oportunidades disponíveis nos mercados de recursos, desde que você siga os que ele apelidou de "os 3 Ps".

Então, obviamente, há um mercado lá fora. Os grandes estão comprando os menores, o que é muito mais fácil agora do que sair e golpear a si mesmos. E isso continuará também em 2015, também na industria do petróleo.

Agora, minhas ideias sempre foram, e isto é o que tenho dito no mercado, que as três letras P tem de estar corretas. Em outras palavras, o preço da ação, o projeto em si e as pessoas por trás dele. Essas são as três letras P.

Enquanto que um colapso total vai acabar com muitas empresas no futuro, especialmente aqueles cujas atividades se concentram na economia de consumo de eletrônicos e outros acessórios dos EUA, as que proporcionam recursos essenciais como alimentos, petróleo e minerais metálicos como o último projeto de capital de risco de Civelli, a Callinex Minas, prosperará.

Nós estamos nos aproximando muito rapidamente do cenário de colapso total descrito por Civelli. As consequências das maquinações do governo e manipuladores dos bancos centrais não podem ser evitadas. Os americanos normais, multimilionários do mundo todo, e inclusive muitos políticos sabem que isto é uma conclusão inevitável.

É hora de se preparar para o inevitável.

Fonte : http://www.anovaordemmundial.com/

domingo, 24 de maio de 2015

Big Brother e Transhumanismo - 8 Características do Mundo Digitalizado para 2025


"Em 2025, de acordo com a lei de Moore, veremos uma aceleração na velocidade das mudanças à medida que nos aproximamos de um mundo de uma verdadeira abundância (tecnológica)", escreve Peter Diamandis, presidente e diretor da XPRIZE, uma fundação que premia os desenvolvedores de novas tecnologias para impulsionar avanços radicais em benefício da humanidade.

Aqui lhes apresentamos as previsões de Peter Diamandis para os próximos dez anos:


1 - Um cérebro humano por 1.000 dólares

Um computador capaz de calcular na mesma velocidade que o cérebro humano, ou seja, 10^16 ciclos por segundo, custará em torno de 1000 dólares.

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2 - Uma economia de trilhões de sensores

Em 2025 haverá mais de 100.000 bilhões de dispositivos conectados, a cada um com uma dúzia (ou mais) de sensores de coleta de dados. Isto implicará em uma revolução de dados muito além de nossa imaginação e, segundo o recente relatório da Cisco, gerará 19 trilhões de dólares.

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3 - Conhecimento perfeito

Com um trilhão de sensores que coletam dados instalados em todos os aparatos (carros automáticos, sistemas de satélites drones, câmeras) poderemos saber tudo o que quisermos, quando quisermos e em qualquer lugar.

4 - 8 Bilhões de pessoas hiperconectadas

Facebook (Internet.org. SpaceX, Google (Projeto Loon), Qualcomm e Virgen (OneWebO stão planejando proporcionar a todos os habitantes do planeta conectividade global com velocidade superior a 1 megabit por segundo. O número de humanos conectados crescerá de 3 bilhões para 8 bilhões, o que significará um aumento de 5 bilhões de novos consumidores na economia mundial.

5 -Mudanças nos cuidados médicos

Os hospitais tal e como os conhecemos serão substituídos por novos modelos de negócios com cuidados médicos melhores e mais eficientes. Milhares de startups (como Google, Apple, Microsoft, SAP ou IBM) buscarão entrar neste lucrativo negócio de 3,8 trilhões de dólares com novos modelos de negócio de desmaterialização, desmonetização e democratização do sistema atual, burocrático e ineficiente segundo o autor.

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6 - Realidade aumentada e virtual

A tela tal como conhecemos irá desaparecer e será substituída por óculos. Não serão como o Google Glass, mas serão parecidos, embora, mais elegantes. A realidade aumentada que nos proporcionarão estes óculos mudará para sempre uma série de setores econômicos, como o varejo, setor imobiliário, educação, turismo e o lazer. Por sua vez, tudo isto modificará radicalmente o comportamento humano.

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7 - Os primórdios do JARVIS: 

A pesquisa da inteligência artificial vai fazer progressos na próxima década. Se você acha que o Siri é útil agora, a próxima geração da década do Siri será muito mais parecido com o JARVIS do Homem de Ferro, com capacidades expandidas para entender e responder. Empresas como a IBM-Watson, DeepMind e Vicarious continuam vasculhando e desenvolvendo a próxima geração de sistemas de IA. Em uma década, será normal  você dar acessar a IA para ouvir todas as suas conversas, ler seus e-mails e escanear seus dados biométricos porque a vantagem e a conveniência serão enormes.

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8 - Blockchain

Se você ainda não ouviu falar do blockchain, eu recomendo que você leia sobre ele. Você pode ter ouvido sobre o bitcoin, a qual é a descentralizada (global), democratizada, criptomoeda altamente segura, com base no blockchain. Mas a verdadeira inovação é o próprio blockchain, um protocolo que permite a segura e direta (sem um intermediário) transferência digital  de valor e ativos (dinheiro, contratos, ações, IP). Investidores como Marc Andreessen ter derramado dezenas de milhões para o desenvolvimento e acredita que isso é tão importante em uma oportunidade como a criação da própria Internet.

Fonte: blog anti nova ordem mundial

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