No
último sábado, 22 de abril, foi celebrado o “Dia da Terra” – um evento
anual lançado pela primeira vez em 1970. As festividades inaugurais
(organizadas em parte pelo então hippie e agora condenado assassino Ira
Einhorn) previam morte, destruição e doença a menos que fizéssemos
exatamente como os progressistas mandavam.
Soa familiar? Pois bem. Então contemple o Apocalipse que se aproxima, como previsto em e por volta no Dia da Terra, em 1970: 1.“A
civilização vai acaba dentro de 15 ou 30 anos a menos que uma ação
imediata seja tomada de encontro aos problemas que enfrentam a
humanidade.”
Do biólogo George Wald, de Harvard. 2.“Estamos em uma crise ambiental que ameaça a sobrevivência desta nação, e do mundo como um lugar adequado de habitação humana.”
Biólgo Barry Commoner, da Universidade de Washington. 3.“O homem
deve parar a poluição e conservar seus recursos, não meramente melhorar a
existência mas salvar a raça da deterioração intolerable e da extinção
possível.”
Editorial do jornal The New York Times. 4.“A
população superará inevitavelmente e completamente todos os pequenos
aumentos na produção de alimentos. A taxa de mortalidade pela fome vai
aumentar até pelo menos 100-200 milhões de pessoas por ano durante os
próximos dez anos.”
De Paul Ehrlich, biólogo da Universidade de Stanford. 5.“A
maioria das pessoas que vão morrer no maior cataclisma da história
humana já nasceram … Para 1975, alguns especialistas preveem que a
escassez de alimentos aumentará o índice da fome no mundo em proporções
inacreditáveis . Outros especialistas, mais otimistas, pensam que a
colisão final entre alimentos e população não ocorrerá até a década de
1980.”
Também de Paul Ehrlich. 6.“Já é tarde demais para evitar a fome em massa”,
– Denis Hayes, organizador-chefe do “Dia da Terra”. 7.“Os
demógrafos concordam quase unanimemente na seguinte calendário sombrio:
em 1975 as pragas generalizadas começarão na Índia; que se espalharão
por 1990 para incluir toda a Índia, Paquistão, China e Oriente Próximo,
África. Até o ano 2000, ou concebivelmente mais cedo, a América do Sul e
Central existirão sob condições de fome …. Até o ano 2000, dentro de
trinta anos, o mundo inteiro, com exceção da Europa Ocidental, América
do Norte e Austrália, estará em fome. “
Peter Gunter, da Universidade Estadual do Norte do Texas. 8.“Em uma
década, os moradores urbanos terão de usar máscaras de gás para
sobreviver à poluição do ar… em 1985, a poluição do ar terá reduzido a
quantidade de luz solar que atinge a Terra pela metade”. 9.“Na atual
taxa de acumulação de nitrogênio, é apenas uma questão de tempo antes
de luz será filtrada para fora da atmosfera e nenhuma de nossas terras
será utilizável.”
Do ecologista Kenneth Watt. 10.“Apenas a poluição do ar… certamente ceifará centenas de milhares de vidas nos próximos anos.”
Paul Ehrlich 11.“Até o
ano 2000, se as tendências atuais continuarem, nós estaremos usando o
petróleo bruto a tal taxa… que não haverá mais petróleo bruto. Você vai
dirigir até a bomba e dizer, “completa, amigo “, e o frentista dirá:” Eu
sinto muito, acabou o combustível”
Do ecologista Kenneth Watt. 12.“[Uma]
teoria supõe que a cobertura de nuvens da Terra continuará a engrossar à
medida que mais poeira, fumaça e vapor de água forem lançados para a
atmosfera por chaminés industriais e aviões a jato. Escondido do calor
do sol, o planeta vai esfriar, o vapor de água vai cair e congelar, e
uma nova Idade do Gelo vai nascer.”
Da revista Newsweek. 13.“O mundo
está arrepiantemente mais frio há cerca de vinte anos. Se as tendências
atuais continuarem, o mundo será em torno de quatro graus mais frio
para a temperatura média global em 1990, e onze graus mais frio no ano
2000. Isso é o dobro do que seria necessário para nos colocar em uma era
glacial. “
Kenneth Watt
O plano dos Mestres dos Illuminati, os criadores e principais promotores
do Plano da Nova Ordem Mundial é infiltrar o Vaticano e fazer com que
um de seus homens chegue a papa, torne-se líder de uma Religião Global
Unificada e depois destrua a Igreja Católica e todo o cristianismo.
Evidências alarmantes que esse objetivo já pode ter sido atingido e que
diversos ocupantes de cargos da alta hierarquia católica sejam membros
de sociedades secretas ocultistas!
Poucas pessoas compreendem por que falimos moralmente. No entanto,
quando olhamos para a sociedade com os olhos de Deus, por meio da
Bíblia, podemos facilmente compreender a razão de estarmos enfrentando
problemas sem precedentes. O estudo da nossa sociedade por meio dos
olhos de Deus é o que sempre tentaremos fazer aqui; fique conosco para
aprender algumas verdades esclarecedoras.
Vimos anteriormente os vínculos entre as sociedades secretas e a
implementação da Nova Ordem Mundial. Estudaremos hoje como o Vaticano
está sendo controlado por essas sociedades secretas, à medida que agem
para completar a Religião da Nova Ordem Mundial, que acreditam ser uma
parte indispensável da Nova Ordem Mundial. Os escritos da Nova Era
deixam bem claro que essa Religião da Nova Ordem Mundial, como a chamam,
será uma religião ocultista, que restaurará as Antigas Religiões de
Mistério da Babilônia e do Egito e que destruirá totalmente o
cristianismo. O Vaticano está agora liderando a investida.
The Broken Cross, de Peirs Compton, 1981. Esse
autor é um sacerdote católico que tornou-se totalmente desanimado com o
estado atual da Igreja Católica.
A Conspiração Ocultista: A História Secreta dos Místicos, Templários, Maçons e das Sociedades Ocultistas, de Michael Howard, editora Campus, Série Somma, tradução para o português de Ivo Korytowski. Howard é um autor de Nova Era (leia a resenha).
Behold a Pale Horse, livro do autor cristão de Nova Era Bill Cooper, publicado em 1991 (leia a resenha).
Compton é um ex-editor de um jornal católico, The Universe.
Ele rastreia a alegada infiltração de igreja romana pelos Iluministas. O
autor é um católico tradicional e ainda praticante, que escreveu esse
livro como um protesto pelo fato de a Igreja Católica abandonar seus
ensinos sobre a doutrina cristã. "Há uma sensação que nossa civilização
está correndo perigo mortal... A civilização declina quando a razão é
virada de cabeça para baixo, quando o egoísmo e a depravação, o feio e o
corrupto são promovidos como as normas das expressões sociais e
culturais... quando o mal, sob diversas máscaras toma o lugar do bem."
"... Nunca antes o homem foi deixado sem um guia, uma bússola... divorciado da realidade... sem religião." [págs. 1-3].
Declínio na crença nos absolutos [págs. 2-3].
Sua prontidão para contemporizar com a perversidade neste mundo (pág. 3).
Pregação do humanismo em nome da caridade cristã [pág. 3].
Deixar de ser a inimiga inflexível do comunismo e começar a participar
em diálogos de contemporização, contribuindo assim para a ruína da
sociedade.
Abrir mão do credo em um Único Deus Verdadeiro nos céus pelo falso credo que existem muitos deuses nos céus e na Terra [pág. 3].
Compton então faz a pergunta crítica — "O que causou as mudanças na
Igreja?" Após reconhecer que a maioria das pessoas naturalmente rejeita a
idéia de uma "conspiração", o autor afirma:
"Vemos... a operação de um longo e deliberado esquema para destruir a Igreja a partir de dentro. Todavia, existem mais provas de todo tipo para a existência dessa conspiração do que há para alguns dos fatos comumente aceitos da história... Esquemas secretos, ocultos... dos acadêmicos... e da mente pública, foram a... força de direção de grande parte da história." [pág. 4].
"O desejo pelo domínio mundial, seja pela força das armas, da cultura ou da religião, é tão antiga quanto a história..." [pág. 5].
Após rastrear algumas tentativas da tomada do controle do papado por
elementos não-cristãos, Compton começa a falar sobre Adam Weishaupt, o
sacerdote jesuíta que criou os Mestres dos Illuminati.
Compton diz: "... Adam Weishaupt podia ver as possibilidades diante de
si com uma mente militar. Ele tinha ímpeto e visão. Conhecia o valor da
surpresa, que está firmada nos segredos... Ele podia misturar a
humanidade em um todo... suprimir o dogma... O estado ideal que
Weishaupt tinha em mente estava... fundado no sonho impossível da
perfeição humana... Em 1 de maio de 1776, a sociedade secreta que iria
afetar profundamente grande parte da história subseqüente veio a
existência com o nome de Illuminati". [Iluministas].
"Os Illuminati tinham um plano... decidiram em uma linha de conduta muito ambiciosa. Ela iria formar e controlar a opinião pública. Combinaria as religiões, dissolvendo todas as diferenças de crença e ritual que as mantinham separadas; tomaria o controle do papado e colocaria um agente seu no Trono de Pedro." [págs. 7-8].
Em 1818, um membro dos Illuminati, Nubius, disse que o objetivo dos
Illuminati era "a aniquilação total do catolicismo e, posteriormente, de
todo o cristianismo". Se o cristianismo sobrevivesse, mesmo que fosse
sobre as ruínas de Roma, tempos depois, poderia renascer e viver." [pág.
13] Posteriormente, examinaremos os mesmos objetivos, conforme
expressos no livro de Nova Era de Michael Howard, A Conspiração Ocultista. Compton continua a citar as explicações de Nubius sobre a necessidade de os Illuminati infiltrarem-se no papado:
Isso nada mais é do que a decisão dos Iluminati de se infiltrarem no papado. O objetivo desde o princípio (1776) era plantar umIluminista jurado
no papado, sem que o povo católico saiba que isso aconteceu. Nubius
então reconheceu que esse processo pode levar muitos, muitos anos. Ele
previu a necessidade de infiltração e tomada do controle dos conventos e
dos seminários, para ganhar as mentes das freiras e, especialmente, dos
sacerdotes, que ascendem depois ao cardinalato. São os cardeais que
elegem o papa. [págs. 12-15].
Como Weishaupt foi financeiramente apoiado em seus planos de estabelecer os Mestres dos Illuminati? Compton explica:
Lembre-se da nossa discussão anterior em outro artigo, sobre as
iniciações realizadas na sociedade secreta norte-americana Caveira e
Ossos, da qual o ex-presidente George Bush é membro? [Nota de A Espada do Espírito: Veja os detalhes lendo o artigo Sociedades Secretas Mataram o Senhor Jesus Cristo, Parte 2 de 2] Ela também realiza suas iniciações em uma cripta, no meio da noite.
"A força peculiar das sociedades secretas sempre foi o segredo... Algumas vezes elas tinham um significado ocultista afetado, que... geralmente levava-os a introduzir... ritos absurdos e desagradáveis de iniciação. Havia um círculo de Iluministas que persuadia os candidatos a entrar em uma banheira com água... puxando-os por meio de um cordão que era amarrado em seus genitais... Era essa obsessão sexual pervertida que fez alguns dos discípulos de Weishaupt se submeterem à autocastração." [pág. 11].
Trevor Ravenscroft, em seu livro The Spear of Destiny [leia a resenha]
informa que o último ato oficial de Eckart, da Sociedade de Thule, foi
castrar magicamente Adolf Hitler. Esse ritual teve o efeito de tornar
Hitler em um dos maiores assassinos sadistas da história. Bill Cooper,
em seu livro Behold a Pale Horse, diz que a
sociedade Caveira e Ossos inicia seus membros por meio de uma fita
colocada em volta de seus genitais. Isso novamente vincula os Mestres dos Illuminati, a Sociedade de Thule e a Caveira e Ossos.
Compton registra mais da influência ocultista dos Mestres dos
Illuminati: "... Alguns ritos e símbolos derivavam de um significado
inegável daquilo que geralmente é chamado Magia Negra, ou da invocação
de um poder satânico cuja potência é como um raio sinistro..."
"Por meio dos símbolos... um homem é guiado e comandado... Os Iluministas faziam uso de... uma pirâmide, outriângulo, que há muito tempo é conhecido entre os iniciados como um sinal da fé mística, ou solar. No topo da pirâmide, ou algumas vezes, na base, havia, ou na verdade, ainda há, a imagem de um olho humano separado, que é chamado de olho aberto de Lúcifer, a estrela da manhã..."
E quando isso aconteceu? Em 1976, exatamente 200 anos após Weishaupt
iniciar seu plano de infiltrar o papado, colocando um Iluminista como
papa. Compton continua:
O autor cristão de Nova Era, Bill Cooper, confirmou esse fato chocante para mim em uma conversa telefônica.
"O Olho, que pode ser rastreado até os adoradores da lua na Babilônia, ou astrólogos, veio a representar a Trindade Pagã Egípcia de Osíris, o sol; Ísis, a deusa da lua; e o filho deles, Hórus..." [págs. 11-12].
A pirâmide e o Olho Que Tudo Vê são realmente antigos símbolos ocultistas. O livro satânico Magic Symbols
[Símbolos Mágicos], demonstra claramente esse fato na página 140-141.
Para comprovar o fato que a Igreja Católica Romana tinha utilizado o
Olho Que Tudo Vê e a Pirâmide em seus escritos, viajei até Filadélfia,
na Pensilvânia, e visitei o Seminário Católico de São Carlos. Na
Biblioteca Memorial Ryan, encontrei um livro intitulado Symbols in the Church
(Símbolos na Igreja). Os autores descrevem o propósito do livro, "Este
livro tem o objetivo de orientar os artistas e artífices eclesiásticos
de todos os gêneros... que estejam interessados... na decoração das
igrejas e dos objetos litúrgicos..." Em outras palavras, era um livro
oficial dos símbolos autorizados que poderiam ser usados para criar
literatura ou obras pictóricas que seriam aceitáveis para a liderança
católica romana. Assim, fiquei chocado ao descobrir o Olho que Tudo Vê
dentro de uma pirâmide, na página 27. Esse Olho Que Tudo Vê estava na
seção de símbolos que representam Deus, o Pai. No entanto, esse símbolo
não era o símbolo pagão de Deus olhando dos céus para os assuntos
humanos; em vez disso, era o símbolo pagão do homem aperfeiçoando-se
para chegar aos céus. Era o símbolo dos Mestres do Illuminati, em um
livro oficial de arte da Igreja Católica Romana!!
Isso confirmou que Pierre Compton estava absolutamente correto, os
Iluministas estavam infiltrados na Igreja Católica. Mas, ao estudar esse
livro dos símbolos católicos, fiquei chocado ao ver que havia muitos
símbolos que os católicos estavam usando que eram ou diretamente
copiados daqueles encontrados no livro dos símbolos satânicos, Magic Symbols,
ou que tinham sido modificados apenas ligeiramente. O tempo não nos
permite examinar todas essas ocorrências agora, mas voltaremos a um
estudo futuramente.
Assim, desde o início do século 19, os Iluministas e a Maçonaria
começaram a se infiltrar na Igreja Católica Romana, começando
inicialmente a infiltração pelos seminários e colégios, colocando
sacerdotes e freiras que eram secretamente iluministas. O objetivo final
era conquistar o Colégio de Cardeais e, em seguida, o papado. Por volta
de 1846, já havia sido feito um progresso suficiente na infiltração da
Igreja Católica, desse modo enfraquecendo-a a partir de dentro, e os
Iluministas sentiram que era hora de criar a Força de Antítese que
batalharia contra a Força Ocidental da Tese, liderada pelos EUA. A
batalha entre essas duas forças produziria no fim o desejado Sistema de
Síntese, a Nova Ordem Mundial. Compton registra como esse novo Sistema
de Antítese foi criado.
"Em 1846, havia uma sensação de mudança no ar, uma mudança que seria estendida além das fronteiras da Igreja e transformaria muitas facetas da existência... Dois anos mais tarde, um corpo altamente secreto de inicia dos, que chama a si mesmo de Liga dos Doze Justos dos Illuminati, financiou Karl Marx para escrever o Manifesto Comunista..." [pág. 16].
Esse fato histórico também é citado por Ralph Epperson em seu livro The Unseen Hand (A Mão Invisível), e por Anthony Sutton, em seu livro Wall Street and the Bolshevik Revolution
(Wall Street e a Revolução Bolchevique). A maioria das pessoas fica
chocada com esse conceito por três simples razões: Primeiro, nossos
livros de História tiveram o cuidado de nos ensinar que a história é
apenas uma série de acidentes não-relacionados e não o resultado de uma
conspiração. Segundo, muitos de nós não conseguem compreender que seres
humanos possam executar um plano global para dominação por um período
tão extenso de tempo. Terceiro, a maioria das pessoas ainda acredita,
ingenuamente, que nossos representantes eleitos exercem seus mandatos
com nossos melhores interesses em vista.
No entanto, o ofício religioso do papado estava fora do controle deles.
Neste ponto, devemos lembrar que o papado e toda a Igreja Católica
Romana estavam sendo fatalmente enfraquecidos pela inclusão de falsas
doutrinas pagãs. Era somente uma questão de tempo antes que os
Iluministas pudessem derrubar o papado, implantando um de seus homens. O
papado estava condenado a cair como uma árvore que tinha sido
apodrecida ao longo de séculos, antes de subitamente cair sob o ímpeto
de um vento persistente. Esse objetivo de infiltrar Iluministas no
Vaticano é melhor detalhado em um livro ocultista intitulado A Conspiração Ocultista,
de Michael Howard. Os livros ocultistas sempre são muito instrutivos,
pois os autores não têm nada a esconder e porque muitos escrevem sob a
influência de seus "espíritos-guia" Ademais, os ocultistas são muito
abertos sobre essa conspiração.
O objetivo supremo dos Iluministas de colocar um de seus homens como
papa não foi bem-sucedido até o início dos anos 60, quando o Concílio
Vaticano II foi convocado. Compton diz:
"Os liberais ou progressistas, seguros por terem trazidos os desígnios das sociedades secretas a uma conclusão bem sucedida, estavam exultantes... Todo o mundo da religião estava agora permeado por sua influência..." [pág. 62].
"Em menos de uma década, a Igreja tinha sido transformada de uma inimiga implacável do comunismo em um advogado ativo e poderoso da co-existência com Moscou e com a China. Ao mesmo tempo, mudanças revolucionárias nos ensinos mantidos por séculos moveram Roma mais para perto daquele neopaganismo humanista, do Conselho Nacional de Igrejas [EUA] e do Conselho Mundial de Igrejas". [págs. 62-63].
"Quando os efeitos do Concílio Vaticano II tornaram-se aparentes, o bispo de Regensburg foi levado a observar que as principais idéias da Revolução Francesa, "que representam um importante elemento no Plano de Lúcifer, estava sendo adotado em muitas esferas do catolicismo". Embora conduzido grandemente atrás dos bastidores... a luta entre a Igreja e as sociedades secretas tinha sido mais amarga e prolongada que qualquer conflito internacional..." [pág. 75].
Agora que o Concílio Vaticano II tinha implementado o Plano de Lúcifer,
como o bispo de Regensburg observou, "restava conjugar uma visita
verdadeiramente histórica com um rito iniciatório que colocasse um selo
nessa recém-admitida realização..." Assim, "o papa Paulo VI, em 4 de
outubro de 1965, visitou a Assembléia das Nações Unidas. " [pág. 67] e
proferiu um discurso em que "propagou o evangelho social tão querido
pelos revolucionários, sem uma única referência às doutrinas religiosas
que eles achavam tão perniciosas." [pág. 68].
Após o discurso, o papa Paulo VI foi levado à Sala de Meditação das
Nações Unidas. "Um boletim, cuidadosamente editado, que supostamente
discutia o significado e propósito da sala, foi produzido pela Lucis Press,
que publica material impresso para as Nações Unidas." O fato de a Lucis
Press ser a editora que publica e dissemina materiais para as Nações
Unidas é uma indicação devastadora da natureza de Nova Era e satânicas
da ONU. A Lucis Trust foi fundada em 1922, originalmente com o nome de Lucifer Trust,
por Alice Bailey, como uma firma editorial para disseminar os livros de
Alice Bailey e de Helena Blavatsky. Em 1923, Bailey alterou o nome da
editora para Lucis Trust, pois Lucifer Trust revelava de forma clara demais a verdadeira natureza do movimento de Nova Era. [Constance Cumbey, The Hidden Dangers of the Rainbow (leia a resenha),
pág. 49] Uma rápida visita a uma livraria especializada em livros de
Nova Era, revela que a Lucis Trust publica muitos livros ocultistas.
Esse ritual de iniciação ocultista do papa Paulo VI na Sala de Meditação
das Nações Unidas "representou o estágio inicial de um esquema, o
cumprimento do qual seria... a construção do Templo da Compreensão, em
uma área de cinqüenta acres perto do rio Potomac, em Washington DC... O
propósito subjacente do Templo era revelado claramente por seu... Olho
Que Tudo Vê... que representava as seis fés mundiais — budismo,
hinduísmo, islamismo, judaísmo, confucionismo e cristianismo. "O palco
está assim armado para a formação e anúncio da Religião da Nova Ordem
Mundial. Essa nova religião será uma combinação de todas as religiões do
mundo, o que representa os sinos do enterro para o Isolamento do Verdadeiro Cristianismo. As palavras de Jesus: "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."
[João 14:6] significam que nenhuma outra religião, inclusive a Religião
da Nova Ordem Mundial pode oferecer o caminho ao céu. Satanás terá
obtido uma grande vitória e o palco estará armado para o desdobramento
dos eventos previstos no livro do Apocalipse.
Agora, considere o próximo passo do papa Paulo VI. "Ele também fazia uso de um símbolo sinistro, criado pelos satanistas no século VI, que tinha sido revivido ao tempo do Concílio Vaticano II. Esse símbolo era a cruz vergada,
em que era exibida uma figura repulsiva e distorcida de Cristo, que os
feiticeiros e praticantes de magia negra na Idade Média fizeram para
representar o termo "Marca da Besta". No entanto, não apenas Paulo VI,
mas seus sucessores, os dois papas João Paulo carregavam esse objeto e o
seguravam para ser reverenciado pelas multidões, que não tinham a menor
idéia que representava o Anticristo. [pág. 72] Na página 56, Compton
imprime uma foto do papa atual, João Paulo II, segurando essa cruz
vergada.
Quão chocante que um papa católico romano possa utilizar um objeto
satânico conhecido, que representa o Anticristo, e fazer os fiéis na
multidão se ajoelharem diante dele e reverenciá-lo! Isso nos faz lembrar
da profecia em Apocalipse 13:12, que ele [o Falso Profeta] fará aqueles
que habitam na Terra adorarem ao Anticristo.
O papa Paulo VI compareceu ao Estádio Yankee "vestindo uma alva", um
traje antigo... vestido por Caifás... que pediu a crucificação de
Cristo." (Ibidem).
Em certa manhã de verão, os jovens seminaristas católicos ficaram grandemente alarmados por uma revelação em um jornal chamado "Borghese...
pois trazia uma lista detalhada de clérigos, alguns dos quais ocupavam
posições de destaque, que, dizia-se, eram membros de sociedades
secretas. Era uma notícia inacreditável, pois... os alunos conheciam a
Lei Canônica 2335, que proíbe expressamente que um católico ingresse em
qualquer sociedade secreta, sob pena de excomunhão... e a Lei Canônica
2336, que prescreve medidas disciplinares a serem impostas contra
qualquer clérigo que venha a aderir a uma sociedade secreta. Michael
Howard, autor de A Conspiração Ocultista: A História Secreta dos Místicos, Templários, Maçons e das Sociedades Ocultistas,
fala a respeito dessa mesma lista, mas vai além, revelando que a
maioria desses altos funcionários eram membros da Maçonaria. [pág. 191].
Howard afirma que alguns desses funcionários graduados do Vaticano
eram:
O secretário particular do papa Paulo VI
O diretor-geral da Rádio Vaticano
O arcebispo de Florença
O prelado de Milão
O editor-assistente do jornal do Vaticano
Sete bispos italianos
O abade da Ordem de São Bento.
Os alunos ficaram chocados com essa revelação, pois diversas bulas
papais tinham sido promulgadas contras as sociedades secretas.
Esse artigo foi negado com veemência por um escritor em L´Aurora,
M. Jacques Plonchard, que assegurou que nenhum prelado tinha sido
afiliado a uma sociedade secreta desde 1830. Entretanto, investigadores
determinados, alguns apresentando-se como membros do Governos, obtiveram
acesso ao Registro Italiano das Sociedades Secretas e compilaram uma
lista de cardeais, arcebispos e bispos que eram membros de sociedades
secretas. Essa lista incluía 125 prelados. Em seguida, Compton relaciona
esses nomes nas páginas 78-84. Ele diz: "O Registro Francês das
Sociedades Secretas é melhor guardado do que o italiano, de modo que os
detalhes das iniciações recentes não podem ser citados. A lista mais
sustentada de clérigos que pertencem às sociedades secretas francesas
cobre algumas décadas anteriores à Revolução Francesa (1785) e chegava
[então], mesmo em um tempo em que a infiltração da igreja por seus
inimigos estava em uma escala menor que logo seria atingida, a algo em
torno de 256 membros."
O palco ficou armado para a plena aprovação papal da participação em
sociedades secretas. Em 27/11/1983, o papa João Paulo II promulgou uma
bula que legalizou a participação dos católicos romanos nas sociedades
secretas.
Agora podemos compreender como o papa João Paulo II, com uma cara tão
limpa, pode exibir a cruz vergada ocultista. Agora podemos compreender
como ele pode buscar com afinco o domínio da Nova Ordem Mundial,
conforme garante Malachi Martin em seu livro The Keys of this Blood [leia a resenha]. Martin é um sacerdote jesuíta aposentado, que lecionou no Pontifício Instituto Bíblico do Vaticano.
Finalmente, após mais de 200 anos, a sociedade secreta Mestres dos
Illuminati — os originadores da Nova Ordem Mundial, alcançaram um de
seus principais objetivos, a infiltração de um de seus homens como Sumo
Pontífice da Igreja Católica Romana. Esse marco ocorreu, como já
dissemos, no início dos anos 60, com a ascensão de Paulo VI ao papado.
Esse período de tempo também encaixa-se com o período geral de
degradação espiritual e apostasia que observamos em programas anteriores
e nos nossos Seminário em fita cassete. Interessantemente, o autor
cristão de Nova Era, Bill Cooper, em seu livro Behold a Pale Horse [leia a resenha], afirma: "Em 1952, uma aliança foi formada trazendo... juntos pela primeira vez na história:
As Famílias Negras (nobreza européia, que historicamente sempre
praticaram o espiritismo e o ocultismo), Os Illuminati, o Vaticano e a
Maçonaria, agora trabalhando em conjunto para implementar a Nova Ordem
Mundial." [pág. 80].
Hoje, é muito evidente que o papa João Paulo II é um Iluminista. Podemos
ver isso concretamente pelo uso da cruz vergada. Podemos ver isso por
seus discursos em favor do programa da Nova Era e por suas muitas
viagens internacionais. No entanto, a confirmação final para nós ocorreu
em 1990, quando participei de um seminário de quatro horas de duração
em Boston, ministrado pelo diretor da Casa da Teosofia na Nova
Inglaterra. Ele afirmou que no momento certo na história mundial, o papa
viajará a Jerusalém para presidir uma Conferência Espiritual Ecumênica.
Nessa conferência, o papa anunciará que todas as religiões do mundo
estão agora unificadas. Assim, disse o diretor, a Religião da Nova Ordem
Mundial está estabelecida. Essa informação, dada por um homem que
conhece perfeitamente os planos dos Illuminati, porque trabalha com
eles, revela que o Plano prevê que o papa católico romano será o líder
da Religião da Nova Ordem Mundial.
O plano para substituir o papa católico por um Iluminista foi atingido, após 200 anos.
O papa católico romano provavelmente será o Falso Profeta descrito no livro do Apocalipse.
Finalmente, acrescente a isso o fato que os líderes-chave no Plano da
Nova Ordem Mundial já identificaram publicamente o papa católico romano
como o planejado líder da Religião da Nova Ordem Mundial. Esse será o
papel do Falso Profeta, que trabalhará com o Anticristo para enganar o
mundo e que terá os mesmos poderes ocultistas que o Anticristo.
Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você
está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste
ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a
criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem
treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a
porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da
salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus
Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são
tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma
vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos.
Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do
Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária
de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas
entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer
receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na
privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador,
você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida
eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de
que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber
como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso
propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova
Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.
Escrito por Bruce Schneier
| 16 Setembro 2016
Notícias Faltantes -
Denúncias
O tamanho e a escala desses experimentos – e especialmente a sua persistência – apontam para governos.
Durante este ano e
talvez também durante o ano passado, alguém vem pondo à prova as
defesas das empresas responsáveis por manter em funcionamento pontos
críticos da internet. Esses experimentos vêm na forma de ataques bem
calibrados, concebidos para verificar com exatidão a capacidade de
defesa dessas empresas e o que seria necessário para derrubá-las. Não
sabemos quem está fazendo isso, mas tudo indica que seja um país de
grande porte. China ou Rússia seriam meus primeiros candidatos. Antes de mais nada,
uma pequena contextualização. Se você quer derrubar uma rede da
internet, o modo mais fácil é por meio de um ataque de negação de
serviço distribuído (DDoS – Distributed Denial of Service). Como o nome
diz, é um ataque concebido para impedir que usuários legítimos tenham
acesso ao site. Há algumas sutilezas, mas basicamente significa enviar
uma quantidade muito grande de dados para o site de modo a
congestioná-lo. Esses ataques não são novos: hackers fazem isso com
sites dos quais não gostam e criminosos têm usado essa técnica como
forma de extorsão. Há todo um setor da economia, com um arsenal de
tecnologias, dedicado à defesa de DDoS. Mas trata-se basicamente de uma
problema de largura de banda. Se o atacante tiver um poder de fogo maior
do que o do defensor, o atacante ganha.
Recentemente, algumas
das maiores empresas que fornecem a infraestrutura básica que mantém a
internet funcionando notaram um aumento de ataques DDoS contra elas. O
pior de tudo é que elas perceberam um certo perfil nos ataques. Esses
ataques são significativamente maiores do que os que elas estão
acostumadas a sofrer. Duram mais tempo. São mais sofisticados. E parecem
experimentos. Numa semana, por exemplo, o ataque pode começar num
determinado nível de força e ir aumentando lentamente antes de parar. E
assim continua, com essas características, como se o atacante estivesse
procurando pelo ponto exato de falha. Os ataques também são
configurados de forma a mapear todas as defesas da empresa. Há inúmeros
modos de lançar um ataque DDoS. Quantos mais vetores de ataque o
atacante empregar simultaneamente, mais defesas diferentes o defensor
tem de empregar para contê-los. Essas empresas têm notado um número
maior de ataques com três ou quatro vetores diferentes. Isso significa
que as empresas têm de usar todos os recursos de que dispõem para se
defender. Elas não podem esconder nada. São forçadas a mostrar a sua
capacidade de defesa ao atacante. Eu não posso dar
detalhes porque essas empresas falaram comigo sob a condição de
anonimato. Mas tudo isso é consistente com o que a Verisign tem
relatado. A Verisign mantém o registro de muitos domínios de topo mais
usados da internet – como .com e .net. Se ela for derrubada, haverá um
blackout global de todos os websites e endereços de e-mail na maior
parte dos domínios de topo comuns. A cada trimestre, a Verisign publica
um relatório de tendências de ataques DDoS. Embora essa publicação não
tenha o nível de detalhe que obtive das empresas com as quais conversei,
as tendências são as mesmas: “no segundo trimestre de 2016, os ataques
continuaram, tornando-se mais frequentes, mais persistentes e mais
complexos”. Há mais ainda. Uma
empresa me falou sobre a variedade de ataques de verificação, além dos
ataques DDoS: ataques testando a capacidade do defensor de manipular
endereços e rotas da internet, visualizando quanto tempo o defensor
demora para responder, e assim por diante. Alguém está testando
exaustivamente as capacidades de defesa essenciais das empresas que
fornecem os serviços críticos da internet. Quem faria isso? Não
parece trabalho de ativista, criminoso ou pesquisador. Mapear a
infraestrutura básica é uma prática comum em espionagem e de serviços de
inteligência. Não é normal que empresas façam isso. Além disso, o
tamanho e a escala desses experimentos – e especialmente a sua
persistência – apontam para governos. Parece um cibercomando militar de
um país tentando calibrar o seu armamento para o caso de uma
ciberguerra. Isso me lembra o programa americano da Guerra Fria, com
aviões sobrevoando a União Soviética a alta altitude para forçar a
ativação dos sistemas de defesa aérea soviéticos a fim de mapear a sua
capacidade. O que podemos fazer?
Na realidade, nada. Não sabemos de onde os ataques vêm. Os dados que eu
tenho sugerem a China, a mesma avaliação das pessoas com quem conversei.
Por outro lado, nesses tipos de ataques é possível dissimular o país de
origem. A NSA, que tem mais vigilância no backbone da internet do que
todo mundo junto, provavelmente tem uma ideia melhor mas, a menos que os
EUA decidam causar um incidente internacional, não veremos nenhuma
manifestação por parte do governo americano. Mas isso está acontecendo. E as pessoas devem saber. https://www.schneier.com/
Se por acaso pensas que o propósito final do movimento ambientalista é o
de parar com as "mudanças climáticas causadas pelo ser humano", levando
a que as pessoas conduzam carros elétricos taxando as empresas devido
às suas emissões de carbono, então tens que rever o que pensas.
Um documentário recente revela que os planos dos "tree-huggers"
[literalmente, "abraçadores de árvores"] é o de "salvar o planeta"
reduzindo de modo drástico a população humana - talvez até 90% da
população humana.
“The War on Humans” [A Guerra Contra os Humanos] é um filme de 30
minutos produzido pelo "Discovery Institute", grupo de reflexão sediado
em Seattle [EUA] que lida com tópicos tais como a ciência, a cultura e a
bioética. No filme, o diretor John West revela o lado sombrio do
ambientalistas extremistas Americanos, que rejeitam a ideia do ser
humano ter um lugar especial na natureza, acima dos "animais
não-humanos".
Mais propriamente: os extremistas acreditam que o ser humano é a "praga
do planeta" e que a única cura possível é um gigantesco despovoamento.
Para atingir este plano ambicioso, os radicais desenvolveram uma
estratégia a longo plano, tal como o filme "War on Humans" revela.
A Fase Um é composta por propaganda feita com o propósito de levar as
pessoas - especialmente as crianças em idade escolar e os universitários
- a aceitar a premissa de que os seres humanos não são inerentemente
melhores que as outras espécies [ed: daí a importância da teoria da
evolução], e de que facto, os humanos podem até ser piores visto às suas ações egoístas são responsáveis por destruir o planeta.
Para atingir esse fim, os ambientalistas têm usado o sistema educacional
da nação como forma de convencer a geração seguinte de que a atividade
humana é a causa única para as alterações climáticas. Eles têm também
comunicado a mensagem de que "os humanos estão a destruir o planeta"
através de filmes tais como o recente filme "Noé" (2014). O propósito
aparente é o de levar a geração seguinte a pensar duas vezes antes de
fazer filhos.
Ao fazer duma vida sem filhos algo "moderno", em voga e ambientalmente
"responsável", os ambientalistas radicais acreditam que podem atingir os
seus planos de despovoamento mundial através da atividade voluntária.
(Isto explica também a obsessão contínua dos progressistas pela expansão
do acesso à pílula, particularmente através do assim chamado Affordable
Care Act.) Dar aos animais o direito de processar A
Fase Dois do plano dos extremistas é onde o filme “The War on
Humans”fixa a maior parte da sua atenção, explicando que o esforço para
atingir o despovoamento depende dos tribunais Americanos darem aos
animais e à natureza direitos constitucionais.
Eis como as coisas funcionam: Se os extremistas conseguirem convencer os
juízes de que os animais têm os mesmos direitos que os seres humanos -
provavelmente fundamentando esta posição no facto deles sentirem dor ou
terem algum tipo de auito-consciência - então os animais terão posição
legal nos tribunais, e a habilidade de processar (claro que com a ajuda
dos seus "amigos" humanos) como forma de ver os seus "direitos"
protegidos.
Tais acções legais podem fechar fazendas e todas as atividades
relacionadas com animais, e podem impedir o desenvolvimento de terras -
para habitação, uso industrial ou produção de energia - com o
fundamento de que iria matar animais e arruinar os seus habitats.
Mesmo que os ambientalistas não sejam bem sucedidos nas suas ações
legais, o custo da litigação pode levar os agricultores e os fabricantes
à bancarrota - ou elevar o custo dos seus produtos o que os tornará
menos apelativos para os consumidores.
Isto resultará na danificação e na diminuição da economia Americana. Os
custos de vida aumentarão de modo brutal, o que tornaria financeiramente
impossível a educação duma família grande - ou até mesmo duma família
pequena. Dito de outra forma, a miséria econômica causada pelas ações
legais centradas nos "interesses dos animais" iriam suprimir a
reprodução humana, e, desde logo, avançado os propósitos de
despovoamento dos ambientalistas radicais.
Isto pode ter a aparência de conspiração forçada, mas, tal como o filme
“The War On Humans”ressalva, mais de 100 das melhores faculdades de
Direito têm clínicas de advocacia dos direitos dos animais. Isto é um
bom indicador de que o movimento que visa conferir uma posição legal aos
animais crescerá e tornar-se-á ainda mais poderoso nos anos que se
aproximam.
Um desses esforços está atualmente a ser levado a cabo no sistema judicial de New York.
O "The Independent" reporta
que em Dezembro último Steven Wise, advogado centrado nos "direitos dos
animais" e líder do "Nonhuman Rights Project", “solicitou citações de
habeas corpus - usados para se obter a liberdade de quem foi ilegalmente
detido - em nome de 4 chimpanzés do estado de New York”. Se Wise for
bem sucedido, escreve o The Independent, isso "enviará ondas de choque
legais por todo o mundo". Wise diz que continuará a dar
entrada a este tipo de ações legais até que um juiz confira direitos
constitucionais aos animais -e, por extensão, à natureza. Ensinem bem as vossas crianças John
West, diretor do filme "The War On Humans", diz à EAG news que a melhor
maneira dos Americanos resistirem estes esforços destrutivos é o de
explicar aos filhos o perigo do extremismo ambientalista. "As pessoas
com mais de 35 ou 40 anos tendem a assumir que os seres humanos são
únicos e dignos de respeito", diz West, acrescentando que isto faz parte
do legado dos movimento pelos Direitos Civis.
No entanto, diz West, há u crescente contingente de Americanos abaixo
dos 3 anos que está a reverter a ideia da posição única do ser humano -
acima de todas as outras formas de vida.
Muitos destes jovens não aceitam ouvir as críticas aos ambientalistas
radicais porque foram enganados por Hollywood e pelo sistema de ensino, e
levados a acreditar que quem quer que se oponha ao movimento "verde" e
às suas políticas não se preocupa com a proteção do planeta, e nem quer
tratar os animais duma forma humana. West afirma que os pais têm que
explicar as filhos que esta é uma falsa escolha:
Os pais têm que ser proativos e
começar a discutir estas coisas com os filhos. Não assumam que os vossos
filhos terão os mesmos pontos de vista e o mesmo senso comum que vocês
têm. Os pais acreditam que através da osmose, os seus filhos irão ter a
mesma visão que eles. Não, eles não terão.
Os pais têm que separar algum tempo para partilhar as suas crenças com
os seus filhos, e serem capazes de responder às suas questões. West diz
que isto irá desenvolver habilidades de pensamento crítico nos filhos -
que eles irão precisar para navegar através de toda a propaganda
ambientalista que irão encontrar na escola secundária e na universidade.
A cena do filme mais apreciada por West mostra humanos a salvar um cão
que havia caído através de gelo para dentro de água gelada:
O facto de pessoas terem tencionado
salvar um cão diz muito do ser humano. Eles tomaram a decisão consciente
de salvar um membro de outra espécie, algo que nenhum outro animal faz.
Isto é a marca do ser humano e isso revela o quão únicos nós somos.
O filme “The War on Humans” pode ser visto no YouTube, e o mesmo é
baseado no eBook de Wesley Smith com o mesmo nome; o livro pode ser
comprado através da Amazon.com.
Como se não fosse suficientemente mau o facto do ambientalismo radical
ser uma ideologia que ataca a própria existência da espécie humana,
ficamos a saber entretanto que um dos mais famosos grupos ambientalistas
do mundo, a Greenpeace, é financiada pela família Rockefeller, algo confirmado mais tarde pela própria Greenpeace.
Ou seja, os ambientalistas afirmam combater o "capitalismo" e as
"companhias petrolíferas" ao mesmo tempo que recebem elevadas somas de
dinheiro de famílias capitalistas e entidades petrolíferas.
Para além disso, a PETA, organização que alegadamente "defende" os "direitos" dos animais, mata 95% dos animais ao seu "cuidado".
Urge perguntar: o que é que eles fazem com os donativos? Resposta:mais
ou menos o mesmo que todo o líder esquerdista faz com o dinheiro que os
idiotas úteis lhes enviam, isto é, guardam para si, e pouco ou nada
fazem em favor da causa que gerou o donativo.
O ambientalismo de maneira nenhuma está envolvido com o bem estar dos
animais, da mesma forma que o feminismo não está minimamente relacionado
com os interesses genuínos das mulheres, e da mesma forma como o ativismo homossexual não reflete o que a maioria dos homossexuais
quer.
Todas estas ideologias são fachadas que a Esquerda militante usa para
levar a cabo o plano de Antonio Gramsci e da Escola de Frankfurt de
subversão cultural (destruição da civilização Ocidental).
União Europeia: uma perversidade econômica e moral
Um entrevista comHans-Hermann Hoppe para o semanário polonês Najwyższy Czas!
Qual é a sua leitura da Europa Ocidental atual e, particularmente, da União Europeia?
Atualmente,
todos os grandes partidos políticos da Europa Ocidental,
independentemente dos seus nomes e de seus programas partidários, estão
essencialmente comprometidos com a mesma ideia, o socialismo
democrático. Eles usam as eleições democráticas para legitimar a
tributação de pessoas produtivas em benefício daquelas que são
improdutivas. Eles taxam as pessoas, que ganharam seus salários e
acumularam riqueza através da produção de bens e serviços, adquiridos
voluntariamente por consumidores (e, é claro, especialmente os mais
“ricos” dentre estes), e depois eles redistribuem o produto deste saque
entre eles mesmos, ou seja: o estado democrático que eles controlam, ou
esperam controlar, e os seus diversos aliados políticos, seus
partidários e potenciais eleitores.
Eles não designam essa
política pelo seu nome apropriado: a punição dos produtivos e a
gratificação dos improdutivos, é claro. Isso não seria algo muito
popular. No lugar disso, eles batem na tecla do sempre popular
sentimento de inveja e alegam cobrar impostos dos poucos “ricos” para
poder manter os tantos “pobres”. No entanto, a verdade é que essa
política leva mais e mais pessoas produtivas a ficarem mais pobres,
enquanto que um sempre crescente número de pessoas improdutivas fica
mais rico.
Mas e a União Europeia?
Quando
olhamos para a União Europeia vemos que a coisa fica ainda pior. A
União Europeia é o primeiro passo para a criação de um super-estado
europeu e, por fim, de um governo mundial, dominado pelos EUA e seu
banco central, o FED. Desde os seus primórdios e apesar de todas as
pomposas declarações contrárias, a União Europeia nunca teve a ver com
livre comércio e competitividade. Caso fosse este o caso, não haveria
nenhuma necessidade de centenas e centenas de páginas de regras e
regulações! Muito pelo contrário, o propósito central da União Europeia,
apoiada o tempo todo pelos EUA, sempre foi o enfraquecimento da
Alemanha como carro chefe da economia europeia. Para viabilizar isso, a
Alemanha foi arrastada para uma onda de culpa que não parece ter fim e,
então pressionada a transferir cada vez mais a sua já limitada soberania
(em comparação com os EUA) para a União Europeia em Bruxelas. É
especialmente digno de nota que a Alemanha esteja perdendo a sua
soberania monetária e que esteja abandonando a sua moeda
tradicionalmente “forte”, o marco alemão, em favor do euro “fraco”,
emitido pelo Banco Central Europeu (BCE), composto em sua esmagadora
maioria pelos banqueiros centrais politicamente conectados dos países
que possuem tradicionalmente moedas “fracas”.
A União Europeia, portanto, se caracteriza por três dos seguintes elementos:
Primeiro:
a harmonização entre a estrutura de tributação e regulação ao longo de
todos os países-membros, com o objetivo de reduzir a competição
econômica e especialmente a competição de impostos entre os diferentes
países, tornando todos os países igualmente não competitivos.
Segundo:
além da perversidade econômica e moral de cada país ao punir os
produtivos e subsidiar os improdutivos, adiciona-se uma nova camada de
redistribuição internacional de renda e riqueza. Agora os países com
melhor performance econômica, como a Alemanha e aqueles do norte da
Europa, são punidos, enquanto se recompensa os países com performance
pior do ponto de vista econômico (a maioria do sul do continente),
tornando, portanto, a performance econômica de todos os países
igualmente pior.
E, terceiro, de importância cada vez maior,
especialmente durante a última década: de forma a superar a crescente
resistência, em diversos países, contra a transferência de soberania
para Bruxelas, que vem aumentando em ritmo constante, a União Europeia
está em uma cruzada com objetivo de erodir e, por fim, destruir, todas
as identidades nacionais e toda a união cultural e social que existe nos
diversos países. A ideia de nação e de identidades nacionais e
regionais vem sendo ridicularizada enquanto o multiculturalismo é
aclamado como uma “bênção” inquestionável. Assim como a promoção da
garantia de privilégios legais e de “proteção especial” a todos, exceto
aos homens brancos, heterossexuais e, especialmente, aos homens casados e
com famílias (que são pintados como “opressores” históricos e
portadores de dívidas a serem compensadas, com todas as outras pessoas,
suas “vítimas” históricas.) – eufemisticamente chamadas de políticas
“antidiscriminação” ou “afirmativas” – minando sistematicamente a ordem
social natural. A normalidade é punida, enquanto se premia a anomalia e
o desvio.
Podemos dizer então que os políticos da União Europeia são ainda piores que aqueles que operam os assuntos nacionais?
Sim
e não. Por um lado, todos os políticos democráticos, sem exceção, são
demagogos desinibidos moralmente. O título de um de meus livros em
alemão é “A competição dos pilantras”, o que capta a essência
do que a democracia e os partidos políticos democráticos são. Nesse
aspecto há muito pouca ou nenhuma diferença entre as elites políticas de
Berlim, Paris, Roma etc., e aqueles que estão comandando o show em
Bruxelas. De fato as elites da União Europeia são tipicamente compostas
de políticos que já foram, com a mesma mentalidade dos seus pares
domésticos, em busca de salários extremamente extravagantes, benefícios e
pensões amplamente distribuídos pela UE.
Por outro lado, as
elites da UE são piores que os seus camaradas políticos nacionais, é
claro, no sentido de que as suas decisões e regras prejudicam um número
significativamente maior de pessoas.
Então qual é a sua previsão para o futuro da UE?
A
UE e o BCE são uma monstruosidade econômica e moral, e uma violação do
direito natural e das leis da economia. Você não pode punir de forma
contínua a produtividade e o sucesso e premiar a falta de iniciativa e o
fracasso sem causar um desastre. A UE irá passar por diversas crises
econômicas sucessivas e, por fim, irá quebrar. O Brexit, que acabou de
ocorrer é apenas o primeiro passo do inevitável processo de
desconcentração e descentralização políticas.
Há algo que um cidadão comum possa fazer nesta situação?
Em
primeiro lugar, em vez de engolir a ladainha pomposa dos políticos
sobre “liberdade”, “prosperidade”, “justiça social” etc., aprender a
enxergar a UE como ela realmente é: uma gangue de super picaretas que
aumentam o seu poder e sua riqueza às custas de pessoas produtivas. Em
segundo lugar, as pessoas devem aprender a desenvolver uma visão clara
da alternativa ao pântano atual: não um super estado europeu nem mesmo
uma federação de estados nacionais, mas uma visão de uma Europa formada
por centenas de Liechtensteins e cantões suíços, unidos entre si através
do livre comércio e em competição uns com os outros, na tentativa de
oferecer as condições mais atrativas para que pessoas produtivas ali
permaneçam ou se mudem para lá.
Você poderia traçar um paralelo entre os EUA e a situação atual da Europa?
A
diferença entre a situação da Europa Ocidental e dos EUA é muito menor
do que geralmente se considera de cada lado do oceano Atlântico. Em
primeiro lugar, os acontecimentos na Europa desde o fim da Segunda
Guerra Mundial foram observados de perto, guiados e manipulados, quer
fosse através de ameaças ou mediante pagamento de subornos, pelas elites
políticas de Washington, a capital dos EUA. De fato, a Europa
tornou-se em sua essência um vassalo, um satélite, um dependente dos
EUA. Isso pode ser observado, por um lado, pelo fato de que atualmente
tropas americanas estão posicionadas por toda a Europa, até a fronteira
russa. E por outro lado, pode-se observar a contínua romaria das elites
políticas europeias em direção a Washington, realizada de forma mais
regular e mais zelosa do que qualquer peregrinação muçulmana até Meca,
com o objetivo de receber as bênçãos de seus mestres. Isso ocorre em
especial com a elite política alemã, cujo complexo de culpa neste meio
tempo assumiu o status de uma espécie de doença mental. Os alemães se
destacam por sua covardia, subserviência e solicitude.
Já em
relação aos assuntos domésticos dos EUA, ambos europeus e americanos
estão geralmente errados. É frequente que os europeus ainda enxerguem os
EUA como a “terra da liberdade”, do individualismo inabalável e do
capitalismo sem barreiras ou entraves. Enquanto que os americanos, desde
que eles saibam ou aleguem saber qualquer coisa que seja, sobre o mundo
que existe além dos EUA, frequentemente enxergam a Europa como um local
de socialismo desenfreado e coletivista, completamente alheio ao seu
próprio “American way”. De fato não existe uma grande diferença
entre o assim chamado “capitalismo democrático” dos EUA e o “socialismo
democrático” europeu. Seguramente, os EUA sempre tiveram mais e mais
proponentes vocais do capitalismo de livre mercado, ainda é capaz de
atrair muitos dos melhores e mais brilhantes do mundo e, de fato, a
porcentagem de imposto americano em relação ao PIB fica atrás da maioria
dos países europeus – mas nem tanto assim. Na realidade está mais alta
do que a da Suíça, país que não é membro da UE, por exemplo. E no que se
refere a dívida do governo americano como uma porcentagem do PIB, esta é
na realidade mais alta do que a da maioria dos países europeus e coloca
os EUA na mesma categoria econômica do que países como a Grécia, por
exemplo. Também é verdade que: nos EUA você ainda pode dizer quase tudo
o que você quiser sem ter que temer um processo criminal, enquanto que
tomar tal liberdade na maior parte da Europa pode muito bem te colocar
na cadeia. No entanto a doença do “politicamente correto”, da “não
discriminação” e da “ação afirmativa”, que está atualmente se alastrando
no mundo ocidental como uma epidemia é, de fato, originária dos EUA.
Isso começou em 1960, com a assim chamada legislação dos “direitos
civis” e foi lá mesmo nos EUA, que ela tomou maior vulto e atingiu os
seus maiores excessos e graus de absurdez. Dessa forma, embora dizer a
coisa politicamente incorreta não faria com que você fosse preso nos
EUA, você teria a sua carreira destruída quase que certamente, e de
forma ainda pior, do que em qualquer país europeu.
E quanto à
política externa americana: subitamente as elites políticas dos EUA
começaram a convidar o terceiro mundo a vir para os EUA, e muito antes
que as mesmas políticas “multiculturais” fossem adotadas também na
Europa, essas mesmas elites conduziram uma política agressiva de invasão
mundial e atacaram, apenas nas décadas mais recentes, o Afeganistão,
Paquistão, Iraque, Líbia, Síria, Sudão, Somália e o Iêmen, causando a
morte de centenas de milhares de civis inocentes e gerando uma onda de
terrorismo islâmico, em grande parte custeado pela Arábia Saudita, com
quem as elites políticas alimentam uma relação de extrema cordialidade.
Por
fim, como você avalia o sucesso econômico dos ex países comunistas,
como a China, que combinam ditaduras de um só partido com mercados
parcialmente livres?
O sucesso econômico de um país
depende de três fatores interdependentes: a segurança da propriedade
privada e dos direitos de propriedade, a liberdade de contrato e de
comércio e a liberdade de associação e desassociação – e, é claro, da
diligência, inteligência e perspicácia de seu povo. Cada um dos estados
do mundo, uma vez que depende de tributos para o seu próprio
financiamento age através da violação desses requisitos. Mas essa
violação pode ser maior ou menor e mais ou menos abrangente. Isso
explica o relativo sucesso de alguns países e o fracasso de outros. A
organização interna de um estado, quer seja uma ditadura de um só
partido ou uma democracia pluripartidária, é essencialmente irrelevante
neste aspecto. De fato, como o exemplo recente da Venezuela nos
demonstra vividamente, a democracia e a eleição democrática pode muito
bem levar a quase completa abolição dos direitos de propriedade privada e
ao fim da liberdade contratual e comercial e resultar em um espetacular
colapso econômico.
Da mesma forma, comparativamente a performance
econômica da China x Índia é instrutiva neste aspecto. Enquanto que a
Índia moderna, já há 70 anos, é governada democraticamente, a China
moderna foi governada o tempo todo por uma ditadura comunista mono partidária, aproximadamente metade do tempo, na era do Mao por um
partido comunista ortodoxo, e na segunda metade por um regime
reformista-comunista “liberal”. O resultado? Ambos os países ainda se
encontram desesperadamente pobres, de acordo com as medidas dos padrões
ocidentais, indicando que ambos os governos mostraram pouco ou nenhum
respeito à propriedade privada e seus direitos. Mas: enquanto que a
situação econômica estava igualmente desesperadora em ambos os países
até o início dos anos 1980, desde então, com o surgimento do “comunismo
reformista” na China, o PIB chinês ultrapassou bem e ficou
significativamente acima do PIB da Índia, indicando uma maior liberdade
econômica comparativamente na China e/ou uma população chinesa média
mais brilhante e mais diligente.
Concluindo: não confie em uma
democracia, mas você tampouco deveria confiar em uma ditadura. Prefira
confiar em uma descentralização política radical, não apenas na Índia e
na China, mas em todo e qualquer lugar.