Das cinzas da Primeira Guerra Mundial, Adolf Hitler com a bênção e apoio do Papado, tentou construir uma sinistra Nova Ordem Mundial mas fracassou…
Assista: “O Golpe Fatal Contra a Humanidade!”
A completa implementação da Nova Ordem Mundial significa uma Economia Mundial, uma Política Mundial, uma Religião Ecumênica Mundial. A Nova Ordem Mundial portanto são três coisas: Religião , Política e Economia. O Sistema Econômico preferido do ‘rei do norte'(Anticristo/Grande Meretriz/chifre pequeno) não é o Socialismo . Já ficou provado no mundo que o Socialismo não funciona, faliu! A Rússia quando era socialista/comunista faliu! E a China? Quem diz que o Sistema Econômico atual da China é comunista/socialista mostra sua ignorância e total falta de conhecimento no âmbito da Política Econômica Mundial e Geopolítica. Na China, o Sistema de Governo é o Comunismo mas o Sistema Econômico não é o Comunismo. O Sistema Econômico da China hoje, é o mesmo do Japão. Qual o Sistema Econômico do Japão? É o mesmo que funcionou na Alemanha do Nazismo. A Alemanha nazista funcionou muito bem na área econômica. A Alemanha se tornou um grande poder econômico porque seu Sistema era o Fascismo.
Existem três tipos econômicos mais famosos no mundo, são eles: Socialismo que também é chamado de Comunismo, o Capitalismo e o Fascismo. Num livro escrito pelo ex-padre jesuíta Malachi Martin (Martin trabalhou para o Cardeal jesuíta Augustin Bea e o papa como um estudioso e conselheiro geopolítico de 1958 até 1964), ele escreveu sobre opapa João PauloIIo seguinte: “Opapa João Paulo IIcomeçou o último jogo do Século”. Esse que é o jogo jogado, Comunismo, Capitalismo e Romanismo. Esse é o jogo final. Malachi Martin escreve mais dizendo que o Comunismo vai cair (E já caiu!) … O Capitalismo também vai cair (E já caiu!) … Não existe mais aquele Capitalismo norte-americano! Sem ninguém perceber, foi mudado o Sistema Econômico dos EUA e as pessoas não entenderam. Não existe mais Capitalismo americano!
Qual a diferença entre Capitalismo, Comunismo e Fascismo?
Comunismo: é quando o Governo é dono totalmente dos meios de produção regulando tudo. (Isso leva à falência porque o ser humano não tem incentivo para trabalhar quando não é o dono.)
Capitalismo: é onde a Empresa privada, o dono privado, é totalmente o dono dos meios de produção. O dono decide o que vai fabricar, quando e quanto fabricar, produzir e por quanto vender. A iniciativa privada tem total autonomia de decisão!
Fascismo: o Sistema Fascista é o meio termo. O meio de produção continua pertencendo ao dono da iniciativa privada ou Empresa privada, porém sempre será o Governo que decidirá quando e quanto fabricar, produzir e por quanto vender. O Governo no Fascismo decide também quantas pessoas produzirão o mesmo produto. Esse é o Sistema Fascista!
Nota: Do ponto de vista da teoria marxista, Comunismo é um estágio de desenvolvimento mais avançado, quando o grau de socialização da produção já é bastante elevado, ou seja, quando já não existem patrões, quando já não existem proprietários privados, e onde não existe opressão porque as relações de poder terão sido suprimidas (ou terão chegado muito próximo disso). Formalmente, o período de transição entre o nosso Capitalismo atual e o Comunismo é chamado de Socialismo, que tende a ser um período relativamente longo, porque no Socialismo ainda persistem muitos dos problemas advindos do Capitalismo, ainda há certa divisão de classes, etc. Nesse sentido, Cuba não é um país comunista, e sim socialista. Lá não existe mais a exploração predatória capitalista, mas alguns problemas próprios do Capitalismo ainda persistem (preconceito, alguma desigualdade, etc).
Tudo isso, é do ponto de vista teórico. Falando em termos concretos, porém, tornou-se senso comum chamar os países socialistas e ex-socialistas (URSS, Cuba, China, Vietnã, países do Leste Europeu, etc) de comunistas. É uma maneira mais direta de se destacar a diferença entre eles e os países capitalistas. Sendo assim, é possível chamar Cuba de comunista, mas sabendo que o Comunismo em si é um processo longo, que não pode se concretizar em apenas um país, mas sim num conjunto de países (se possível no mundo todo).
*Opinião APCNEWS? Capitalismo, seu lindo! 1,000,000,000 Bilhão de vezes mais o Capitalismo frente ao Comunismo/Socialismo… O Capitalismo com temor ao Senhor Jesus Cristo é o Sistema na Terra que mais se aproxima da justiça, assim como é a Democracia…
Parafraseando Winston Churchill: “A Democracia… o Capitalismo é o pior dos regimes políticos, mas não há Sistema algum melhor que eles”.
Nota: Com certeza também a intenção do Sistema dominante mundial, da elite mundial, é desviar o foco dos benefícios da tecnologia descentralizada, independente, por trás e proporcionada pelo Bitcoin, achando, e vão achar, alguma maneira de manter a população mundial escrava economicamente do Sistema Financeiro.
Conselho de um Irmão que de coração quer seu bem? Estude e invista nas principais Criptomoedas da atualidade, em destaque o Bitcoin. Vocês se surpreenderão e não vão querer parar! E logo em seguida converta esses ganhos em benefícios físicos, bens materiais. Deus abençoe!!
“As pessoas temem aquilo que desconhecem e odeiam aquilo que não podem dominar.” Por; Andrew Smith
O chip/microchip vem aí pessoal… “E ooooo vida de gado, povo marcado é povo felizzzzz”
Microchip será implantado para substituir dinheiro, cartões de crédito e chaves de carro. Suecos já usam chip biométrico em vez de bilhetes de trem.
Um microchip embutido sob a pele substituirá cartões de crédito e chaves de acordo com Stephen Ray, que já supervisionou um programa para o maior operador de trem estatal da Suécia, que permite aos clientes digitalizar suas fichas em vez de usar ingressos.
A BBC News apresentou o sistema em que os suecos podem ter seu chip embutido escaneado por um maestro que usa um aplicativo para combinar seu número de membro de chip com um ingresso comprado.
É impressionante o que o tempo revela. Meses atrás,
tive a oportunidade de examinar registros antigos sobre o governo
mundial, do período imediatamente após a Segunda Guerra Mundial. Ao
contrário da nossa era contemporânea, quando tantas pessoas rejeitam a
ideia da "ordem mundial" como uma teoria da conspiração, os anos 1940s e
início dos 1950s foram diferentes. A aceitação do governo mundial era
mais visível, com grupos de igrejas se apressando para adicionar suas
vozes de apoio.
Existem razões históricas por que o período
pós-guerra esteve aberto à ideia. A primeira e mais importante de todas,
foi a profunda destruição de vidas e propriedades causadas pelo
conflito global. A Europa e a Ásia estavam em frangalhos, milhões tinham
perecido e a ideia de outra guerra mundial estava fortemente na cabeça
de muitos. Isto somente aumentou o interesse pelo assunto.
Mas, alguma coisa mais estava acontecendo. Os grupos
religiosos e denominações emergiram como uma voz de liderança para a
"ordem mundial". Essas chamadas para a paz mundial por meio da unidade
política estavam ocorrendo durante os anos anteriores da Segunda Guerra
Mundial, durante e depois.
Definindo o cenário em 1937, a Conferência Oxford
Sobre Igrejas, Comunidades e Estados, propôs uma "nova ordem nos
assuntos internacionais" por meio da ação voluntária das nações. [1].
No ano seguinte, a Conferência Missionária Mundial — uma precursora do
Conselho Mundial de Igrejas — realizou um importante evento em Madras,
Índia, conhecido como Conferência Tambaram. A assembleia reconheceu que
"o Reino de Deus requer tanto conversão individual e transformação
social" e que "indivíduos transformados sozinhos, sem a ação coletiva,
não transformarão adequadamente a ordem social."
"Um sistema eficaz de organização internacional é
necessário", dizia o relatório final, "para fornecer meios pacíficos e
juridicamente legais para a transformação política e econômica". [2].
Então, em 1939, quando a guerra na Europa já tinha
iniciado, o Comitê Provisório do Conselho Mundial de Igrejas lançou um
memorando sobre a paz mundial. É interessante ver qual era o pensamento
naquele tempo, nove anos antes de o Conselho Mundial de Igrejas ser
oficialmente lançado.
"A soberania nacional", explicava o memorando, precisa encontrar seu contrabalanço e limitação na solidariedade internacional."
Apareceram os questionamentos. "Deve a Igreja
colaborar com as forças seculares? Em caso afirmativo, pode a igreja
somente se associar com forças seculares ao resistir aos poderes e
condições que formam a desordem internacional? Ou, pode ela também se
associar com as forças seculares na construção da ordem internacional?"
Questões adicionais sobre as estruturas políticas
entraram em jogo. "Que forma deve a imposição da lei ter na vida
internacional?... o quanto a criação de organismos federais em cada
continente seria uma etapa útil na organização orgânica do mundo em
órgãos regionais?" [3].
Durante a guerra, o Conselho Federal de Igrejas (FCC)
e sua Comissão para Estudar as Bases de uma Paz Justa e Duradoura —
presidida por John Foster Dulles, que mais tarde se tornou Secretário de
Estado dos EUA — promoveu abertamente o governo mundial federado.
Trabalhando com líderes eclesiásticos e teólogos, a Comissão do FCC
explorou os problemas da paz mundial e defendeu a ordem internacional. O
Conselho Federal de Igrejas dizia: "Reconhecemos que a solução final
desses problemas... requer um governo mundial organizado para o qual
certas funções da soberania nacional serão delegadas..." [4].
Perto do fim da guerra, o Conselho de Igrejas e várias denominações aumentaram o chamado para o internacionalismo.
O Conselho de Bispos Metodistas iniciou uma "Cruzada
para uma Nova Ordem Mundial" e a Convenção Batista do Norte iniciou sua
"Cruzada da Ordem Mundial". O próprio Conselho Federal de Igrejas lançou
um "Dia da Ordem Mundial." [5]. Preparando-se para a criação das Nações
Unidas, grupos de igrejas trabalharam ao lado de organizações do
governo mundial, ao mesmo tempo que participavam de reuniões especiais
no Departamento de Estado. Entre os órgãos religiosos estavam as Igrejas
Congregacionais, a Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana, o Conselho
Nacional das Mulheres Católicas, a Aliança Batista Mundial e o Comitê
Batista Sulista para a Paz Mundial. Esses grupos, e outros, trabalharam
ao lado de entidades pró-governo mundial, como Americanos Unidos para a
Organização Mundial, os Federalistas Mundiais e a Associação do Governo
Mundial. [6].
Os interesses em organizar o "governo mundial"
continuaram a crescer após 1945, com a criação da Organização das Nações
Unidas, e surgiu a esperança que a recém-formada ONU em breve se
tornasse verdadeiramente fortalecida. Por volta de 1947, a organização
Federalistas do Mundo Unido (UWF) foi fundada — uma organização pública
dedicada ao governo mundial. Ela rapidamente se tornou a voz principal
para a ordem mundial e para o fortalecimento da ONU.
Grupos de igrejas, sindicatos, partidos políticos e
associações comerciais rapidamente saltaram para dentro do vagão dos
Federalistas do Mundo Unido.
Envolvimento dos Federalistas do Mundo Unido
Meu tempo explorando as caixas de registros e as
cartas do movimento da ordem mundial, armazenadas em um sistema de
bibliotecas no meio-oeste, enfocou os primeiros anos do UWF. Dado o
acesso ao material, incluindo cartas de suporte, memorandos, resoluções e
listas de nomes, fiquei admirado, mas não chocado, com o nível de
envolvimento de grupos de todos tipos — incluindo igrejas. O governo
mundial era um empreendimento emocionante para uma população ansiosa
para se livrar dos horrores da guerra.
Aqui estão alguns exemplos:
Os batistas sulistas aprovaram uma resolução
em 1946 — antes da criação do UWF — propondo uma ordem internacional
organizada: "... recomendamos que os batistas sulistas endossem o
princípio da federação mundial e trabalhem para revisar e aprimorar a
organização das Nações Unidas para alcançar esse fim." [7].
Em 1948, o Comitê Democrático Nacional enviou
um observador oficial à Assembleia-Geral do UWF. Vincent M. Gaughan,
secretário-executivo dos Clubes dos Jovens Democratas da América, foi
indicado como representante do partido para participar do encontro do
governo mundial. [8].
Em 1949, a Federação Nacional dos Jovens
Republicanos emitiu uma resolução propondo que o governo dos EUA
"fortaleça as Nações Unidas e busque seu desenvolvimento em uma
federação mundial." [9]. No mesmo ano, a Federação Nacional dos Jovens
Republicanos participou oficialmente no encontro anual do UWF, em
Cleveland, Ohio.
A Associação Católica para a Paz
Internacional concordou em enviar um observador oficial para o encontro
anual do UWF de 1949. [10]. Antes do fim da Segunda Guerra Mundial e por
meio da criação das Nações Unidas, e depois, a Associação Católica para
a Paz Mundial trabalhou lado a lado com as organizações Federalistas
Mundiais na causa da ordem global.
O Partido Liberal de Nova York, formado em
oposição ao Partido Trabalhista Americano, e que foi instrumento útil
para ajudar Franklin D. Roosevelt no estado de Nova York, escreveu a
Cord Meyer, presidente do UWF, em suporte ao "governo mundial federal". Veja a Fotografia A.
Durante a convenção anual da Juventude
Metodista em Denver, no Colorado, em 1950, uma resolução foi passada que
dizia assim: "A Conferência Nacional da Juventude Metodista apoia a
cessão de soberania nacional suficiente para o estabelecimento de paz
duradoura e o eventual desenvolvimento da cooperação internacional
eficaz na forma de um governo mundial federal democrático." [11].
Em 26 de maio de 1950, a Convenção Batista do
Norte aprovou uma resolução que dizia: "Resolvemos: O encaminhamento de
uma petição ao nosso governo para que tome a liderança em solicitar à
ONU a convocação de outra conferência dentro da estrutura da Carta das
Nações Unidas, para revisar, emendar e fortalecer o mecanismo do
governo mundial." [12].
Em sua convenção em abril de 1951, a central
sindicalista Trabalhadores Unidos da Indústria Automobilística adotou
uma resolução favorável ao governo mundial: "Precisamos iniciar agora
para fortalecer e construir, por meio das Nações Unidas, mecanismos
práticos e adequados para atender aos problemas da comunidade mundial,
para que alcancemos, o mais rápido possível, no campo dos assuntos
internacionais, um governo mundial..." [13].
Uma lista interna do UWF das "organizações
nacionais no registro em favor do princípio da federação mundial (sem
necessariamente endossar os Federalistas Mundiais Unidos)" foi compilado
em 1951. Veja a Fotografia B.
.
Domingos da Ordem Mundial já tinham ocorrido
antes, mas em 1952, o UWF promoveu um "Dia do Descanso do Governo
Mundial" e um "Domingo do Governo Mundial". Em um memorando enviado para
todas as filiais e capítulos do UWF, foi reconhecido que esse programa
chamaria a atenção para "o suporte interfé para nosso objetivo". A
campanha também pediria aos líderes religiosos para se juntarem em
alcançar a "paz por meio de um governo mundial". Veja a Fotografia C e observe que no Ponto 3, foi sugerido que a publicidade para o Domingo do Governo Mundial não fosse atribuída ao UWF.
No sul da Califórnia, cerca de 500 líderes de
igrejas receberam cartas da filial do Sul da Califórnia do UWF, pedindo
que participassem no Domingo do Governo Mundial com sermões, convites
para palestrantes e distribuindo literatura de suporte ao federalismo
mundial. Uma lista de resoluções de igrejas em apoio ao governo mundial
foi apresentada junto com a carta. Foi sugerido que os boletins
dominicais da igrejas incluíssem essas afirmações denominacionais."
[14].
Uma resolução interessante foi aprovada pela Legião
Americana em 1951 — uma declaração que falava dos perigos do governo
mundial, ao mesmo tempo que defendia uma ONU mais fortalecida, incluindo
o estabelecimento dentro dela de uma "Força Policial Internacional
eficaz":
"Acreditamos que a ONU possa ser uma autoridade
mundial eficaz — e que uma ONU fortalecida seja a melhor proteção contra
o desenvolvimento de um governo mundial totalitário..."
"... precisa ser claramente compreendido que nós, de
forma alguma subscrevemos ou endossamos a participação dos EUA em
qualquer forma de Federação Mundial ou Governo Mundial, ou em uma
organização federativa intermediária, que em todo ou em parte, envolva o
sacrifício da soberania dos EUA." [15].
Declínio e Perigos
Por volta de 1950, os Federalistas do Mundo Unido
(UWF) podiam se orgulhar de terem mais de 40.000 membros e o suporte de
muitas personalidades bem-conhecidas. Além disso, as resoluções dos
Federalistas do Mundo Unido foram apresentadas diante do Congresso e do
Senado dos EUA, juntamente com resoluções e referendos similares nos
estados de Massachusetts, Connecticut, Oklahoma e Califórnia. Em
seguida, após seu início vigoroso, o UWF observou sua base de suporte
encolher rapidamente.
O declínio foi causado por uma tempestade quase
perfeita das altamente carregadas preocupações internas e externas. No
exterior, a Guerra da Coreia e o aparecimento da China Comunista fez
muitos perderem a fé no poder prático da ONU. Isto teve um efeito
negativo sobre os membros do UWF. A Guerra Fria também impactou a
organização, pois tornou-se óbvio que um governo planetário eficaz nunca
viria a frutificar em um mundo tão profundamente dividido.
Mais problemático para o UWF foi que, internamente,
as percepções das conexões comunistas com o Federalismo Mundial estavam
causando problemas. Na verdade, a preocupação com os possíveis elos do
UWF com o comunismo compeliram Richard Nixon — que naquele tempo era um
congressista — a examinar a questão para o Comitê Central Republicano no
Senado, em 1949. Nixon reportou que "os Federalistas do Mundo Unido
não eram citados como uma organização comunista de fachada". [16]. É
interessante que Nixon tinha anteriormente copatrocinado duas leis
"federalistas mundiais" em suporte à Lei Internacional e uma "Força
Policial Mundial eficaz". [17].
É provavelmente verdade que o UWF não fosse uma
"organização comunista de fachada". [18] Alguns membros, na verdade,
acreditavam que o governo mundial poderia ser um modo de combater o
Comunismo Internacional. Além disso, a organização declarava em seus
estatutos que "sabidamente não admitiria ou permitiria como membros
pessoas que fosse comunistas ou fascistas, ou que procurassem derrubar o
governo." [19]. Anticomunistas ferrenhos eram parte da liderança do
UWF. Entretanto, a organização tinha laços com algumas entidades e
personalidades progressistas que eram vistas como simpatizantes dos
comunistas. [20]. Uma sombra pairava sobre o grupo.
Os Federalistas do Mundo Unido estavam certamente
interessados em um governo mundial; disso não há dúvidas, mas eles não
endossavam o sistema comunista como modelo a seguir. Eles advogavam a
federação — a união dos Estados que compartilham uma constituição comum e
mantêm a soberania sobre as questões internacionais, porém que operam
dentro dos limites de um governo central democrático limitado. Esta era
uma abordagem americana.
Mas, o federalismo democrático não garante a ausência
da tirania. O federalismo pode ser estabelecido com intenções benéficas
em mente, mas o despotismo potencial do excesso de burocracia ainda
paira no horizonte, particularmente quando grupos de interesses
especiais fazem exigências que, por sua vez, levam as agências políticas
a expandirem tremendamente os controles regulatórios. Tampouco o
federalismo garante a ausência da centralização imponente, o socialismo
ou até a ditadura. Tudo pode ser encontrado na história da democracia,
do federalismo e do constitucionalismo. Como um historiador salienta,
aqueles que advogam os sonhos utópicos "negligenciam completamente o
pecado original, com seus efeitos sobre as qualidades morais e
intelectuais do homem." [21].
Afirmar que o governo mundial é "seguro" por que
seria estabelecido em linhas federadas, republicanas e democrática é
tolice. O federalismo mundial pode professar garantir a liberdade, mas
como na famosa frase de Lord Acton, "O poder corrompe e o poder absoluto
corrompe absolutamente." [22].
Lições Aprendidas
O que chamou minha atenção quando examinei as caixas
de materiais da ordem mundial, foi como as organizações eclesiásticas
saltaram para dentro do vagão — mesmo que tivessem membros leigos que
certamente se opunham ao governo mundial. Muitos líderes na comunidade
cristã, naquele tempo, foram rápidos em seguir um mapa do tesouro
político, que mostrava a promessa da paz e da ordem mundiais. Os
cristãos iriam ajudar a criar "o céu na Terra".
Não muita coisa mudou.
Em 2010, fui um observador no Encontro de Cúpula do
G8 das Religiões do Mundo, liderado por membros de alto escalão do
Movimento Federalista Mundial — a continuação histórica dos Federalistas
do Mundo Unido. Aqui, nesse Encontro de Cúpula, denominações e
organizações representando uma grande porção da comunidade cristã —
junto com hindus, muçulmanos, baha'ís e líderes espirituais de culturas
autóctones — conversaram abertamente sobre a necessidade de dar maiores
poderes à ONU, impor um sistema de tributação mundial, adotar uma
teologia verde global e impor restrições sobre o capitalismo. Tudo isto
seria feito sob o estandarte da "governança global" e da "justiça
social". [23].
Mas, há mais coisas acontecendo além de apenas a
liderança flertar com "respostas terreais". Temos agora uma porção
significativa da nossa população cristã, graças, em parte, ao papel
transformador da educação pública, que se identifica como cidadãos do
mundo, de um modo político-espiritual. Divorciados em grande parte das
consequências históricas das ideias utópicas, um reaparecimento das
ideias progressistas e esquerdistas se estabeleceu tanto no pensamento
secular quanto no cristão. Com isto vem o brado de ação — a revolução
social e a governança global caminham de mãos dadas.
Isto foi visível no livro de Brian McLaren, intitulado Everything Must Change: Jesus, Global Crisis, and a Revolution of Hope
(Tudo Precisa Mudar: Jesus, a Crise Global e uma Revolução da
Esperança). McLaren, a figura mais conhecida no Movimento da Igreja
Emergente, apresenta o internacionalismo para seus leitores. Após
condenar o Cristianismo tradicional por ser individualista demais e fora
de sintonia, especialmente à luz da "mudança climática" e da pobreza
existente no mundo, McLaren faz duas sugestões: "a supervisão pública
das democracias" e "uma comunidade global de comunidades". Nenhuma das
duas ideias é dele mesmo, e ele dá os créditos onde eles são devidos — a
David Korten, um membro do globalista Clube de Roma, e a Jim Garrison.
Ambos creem fielmente na ordem mundial.
Na verdade, Garrison, fundador da Fundação Gorbachev e
presidente da Universidade da Sabedoria — uma escola de filosofia
esotérica — foi e continua a ser um apoiador do governo mundial. Falando
ao jornal San Francisco Weekly, em 1995, ele disse: "Nos próximos 20-30 anos teremos um governo mundial. É inevitável." [24].
McLaren compartilha as ideias de Garrison de
governança global: dar maiores poderes às Nações Unidas, reforma radical
na Organização Mundial do Comércio (OMC) e a criação de órgãos como a
Organização do Meio Ambiente Global. Essas novas instituições com
maiores poderes, junto com o movimento da sociedade civil, que pode
ajudar a moldar a opinião pública, tornam-se uma "estrutura que nos
permite antever uma comunidade global interdependente e mutuamente
compromissada de comunidades." [25]. Essencialmente, isto é um novo giro
em torno de uma ideia antiga.
Observe os líderes religiosos e suas organizações
continuarem a propor uma ordem global, o internacionalismo progressista e
a unidade global. Essas propostas de interdependência avançarão à
medida que as guerras e os rumores de guerras aumentarem, bem como
outras crises — reais ou percebidas — se desdobrarem diante de nosso
olhos. O pensamento cultural "progressista" irá, da mesma forma,
acresentar maior ímpeto à causa, energizando a demanda pela unidade
global.
Similar aos dias agitados dos Federalistas do Mundo
Unido, também podemos esperar uma maior integração da "ordem mundial" e
da "religião mundial". Como um crítico do movimento mundial o
descreveu, isto é o aparecimento de uma "nova era ideológica da política
espiritual global". [26].
Notas Finais:
The Churches Survey Their Task: The Report of the Conference at Oxford, julho de 1937, On Church, Community, and State (George Allen & Unwin, 1937), pág. 174.
Relation of the Christian and the Church to the International Order, 1938. Impresso em A Just and Durable Peace: Data Material and Discussion Questions (Commission to Study the Bases of a Just and Durable Peace, 1941), veja as páginas 37-39.
Memorando do Departamento de Estudos,
preparado sob os auspícios do Comitê Provisório do Conselho Mundial de
Igrejas, "Preparação de uma Paz Justa", conforme reimpresso pelo
Conselho Federal de Igrejas, A Just and Durable Peace: Data Material and Discussion Questions (Commission to Study the Bases of a Just and Durable Peace, 1941), veja as páginas 33 a 36.
Declaração do Conselho Federal de Igrejas, adotada em 31 de dezembro de 1940. Impressa em A Just and Durable Peace: Data Material and Discussion Questions (Commission to Study the Bases of a Just and Durable Peace, 1941), págs. 21-22.
Veja Martin Erdmann, Building the Kingdom of God on Earth: The Churches’ Contribution to Marshal Public Support for World Order and Peace, 1919-1945 (Wipf and Stock, 2005), pág. 267.
Dorothy B. Robins, Experiment in Democracy: The Story of U.S. Citizen Organizations in Forging the Charter of the United Nations (The Parkside Press, 1971), veja nos apêndices os locais dos encontros, datas e listas.
Resolução aprovada pelos batistas sulistas em 1946. Cópia em arquivo.
Carta de J. H. McGrath, presidente, Comitê
Democrata Nacional, a Cord Meyer, presidente do UWF, 7 de outubro de
1948. Cópia em arquivo.
Federação Nacional dos Jovens Republicanos,
junho de 1949, Salt Lake City, Utah, resolução sobre a ordem mundial.
Cópia em arquivo.
Carta de Rita Schaefer, Secretária do Comitê,
Associação Católica para a Paz Internacional, a Cord Meyer, presidente
dos Federalistas do Mundo Unido, 30 de setembro de 1949. Cópia em
arquivo.
Resolução aprovada na Convenção Anual da
Convenção Anual da Conferência Nacional da Juventude Metodista, Denver,
Colorado, 28 de agosto a 3 de setembro de 1950. Relatório do Comitê
Sobre a Situação Doméstica. Cópia em arquivo.
Resolução adotada pela Convenção Batista do Norte, Boston, Massachusetts, 26 de maio de 1950. Cópia em arquivo.
Trabalhadores Unidos da Indústria
Automobilística, Resolução 27 Spbre as Relações Internacionais, abril de
1951. Cópia em arquivo.
Carta de Ted R. Leutzinger, Vice-Presidente
do Estado, UWF da Califórnia, para o presidente do Capítulo do Sul, 27
de março de 1952, assunto: "Planos para o Domingo do Governo Mundial",
27 de abrir de 1952.
Excerto do Relatório do Comitê Sobre Relações
Exteriores da Legião Americana, conforme adotado em sua convenção anual
em Miami, Flórida, 15-18 de outubro de 1951. Cópia em arquivo.
Carta de Richard Nixon, Casa dos
Representantes, para Edward S. Shattuck, presidente do Comitê Central
Republicano, 17 de agosto de 1949. Cópia em arquivo.
Joseph Baratta, The Politics of World Federalism: From World Federalism to Global Governance (Praeger, 2004), págs. 571-573.
Compreendo que alguns autores afirmam conexões comunistas com o UWF. O livro de Gary Alen de 1971, Richard Nixon: The Man Behind the Mask
(Western Islands, 1971), assevera na página 294 que ele poderia "listar
por cem páginas as afiliações comunistas e esquerdistas daqueles que
fundaram os Federalistas do Mundo Unido. Até nosso arquivo
necessariamente limitado de documentos do Senado e do Comitê da Casa
mostram 740 afiliações dos 42 fundadores principais dos Federalistas do
Mundo Unido com projetos e fachadas comunistas oficialmente citados."
Isto é possivelmente verdade, mas ele não fornece exemplos claros e
irrevogáveis em seu livro.
Estatutos dos Federalistas do Mundo Unido, 1950, ponto 3.
Henry Wallace, um Federalista Mundial, mas
não — tanto quanto eu saiba, membro do UWF — e seu Partido Progressista
(apoiado pelo Partido Comunista dos EUA) tornou-se um problema de
relações públicas para o UWF. O caso de Alger Hiss também impactou o
movimento do governo mundial. Embora Hiss não fosse um membro do UWF,
ele estava envolvido em organizações simptízantes e em parceria com os
Federalistas do Mundo Unido. No fim dos anos 1940s, ele era presidente
do Fundo Carnegie para a Paz Internacional e membro da junta executiva
da Associação Americana para as Nações Unidas (AAUN). A AAUN e o IWF
davam publicamente apoio um ao outro.
Erik von Kuehnelt-Leddihn, Liberty or Equality: The Challenge of Our Time (Christendom Press, 1993), págs. 128-129.
Lord Acton, Essays on Freedom and Power (Meridian Books, 1955), pág. 335.
Veja o artigo de George Cothran One World, Under Gorby, San Francisco Weekly, 31 de maio de 1995.
Brian D. McLaren, Everything Must Change: Jesus, Global Crisis, and a Revolution of Hope (Thomas Nelson, 2007), veja as páginas 262 e 263.
Philip C. Bom, The Coming Century of Commonism (Policy Books, 1992), pág. 302.
Citações Sobre o Federalismo Mundial:
"Para organizar o governo mundial
solidamente, precisamos nos voltar para as pessoas mais avançadas e
experientes politicamente, e isto também nos faz voltar para as
democracias." — Clarence K. Streit [Fundador da União Federal e apoiador
do governo federal mundial], Union Now: A Proposal for a Federal Union of the Leading Democracies (Harper & Brothers, 1940), pág. 63.
Ninguém mais fez tanto para produzir o
governo mundial como nós, americanos e britânicos, fizemos. Ninguém mais
está tão qualificado pela experiência neste campo..." — Clarence K.
Streit, Union Now With Britain (Harper & Brothers, 1941), pág. 124.
"Para falar de forma bem direta, o
significado da crise do século 20 é que este planeta precisa ser
colocado, em algum grau, sob o controle unificado. Nossa tarefa, nosso
dever, é tentar instituir esse controle unificado de um modo
democrático... Se não pudermos chegar ao universalismo e criar a união
por consentimento comum e métodos democráticos como resultado do
pensamento racional — estão, em vez de retardar o processo, iremos
participar da unificação via conquista." — Emery Reves [um dos
principais pensadores no Movimento Federalista Mundial], The Anatomy of Peace (Harper & Brothers, 1946), pág. 269.
"É óbvio que, quanto menores os poderes a
serem delegados a um Governo Mundial, mais fácil será obter o
consentimento universal para sua criação. Por outro lado, quanto
maiores as delegações de poder, dentro do princípio amplo do
federalismo, o mais eficaz um Governo Mundial provavelmente será." —
James P. Warburg [banqueiro e assessor de Franklin D. Roosevelt,
cofundador da organização UFW — Federalistas do Mundo Unido], Faith, Purpose and Power: A Plea for a Positive Policy (Farrar, Straus & Company, 1950), pág. 119.
"... é entendimento do Congresso que este
deve ser um objetivo fundamental da política externa dos Estados Unidos,
suportar e fortalecer as Nações Unidas e buscar seu desenvolvimento em
uma federação mundial..." — Resolução Concorrente da Casa 64, de 7 de
junho de 1949, copatrocinada por Henry Cabot Lodge, John F. Kennedy,
Gerald R. Ford e Franklin D. Rossevelt Jr., entre outros. Veja Joseph P.
Baratta, The Politics of World Federation: From World Federalism to Global Governance (Praeger, 2004), pág. 578.
Descrevendo o lóbi a favor da HCR 64, citada
acima: "Não confinamos nossos esforços ao Congresso. Tentamos também
influenciar o Executivo, e um grupo nosso se reuniu com o presidente
Truman na Casa Branca para expor nossa proposta." — Cord Meyer [primeiro
presidente do UWF e, posteriormente, presidente da Divisão das
Organizações Internacionais e Equipe de Ação Oculta, da CIA], Facing Reality: From World Federalism to the CIA (Harper & Row, 1980), pág. 45.
No
último sábado, 22 de abril, foi celebrado o “Dia da Terra” – um evento
anual lançado pela primeira vez em 1970. As festividades inaugurais
(organizadas em parte pelo então hippie e agora condenado assassino Ira
Einhorn) previam morte, destruição e doença a menos que fizéssemos
exatamente como os progressistas mandavam.
Soa familiar? Pois bem. Então contemple o Apocalipse que se aproxima, como previsto em e por volta no Dia da Terra, em 1970: 1.“A
civilização vai acaba dentro de 15 ou 30 anos a menos que uma ação
imediata seja tomada de encontro aos problemas que enfrentam a
humanidade.”
Do biólogo George Wald, de Harvard. 2.“Estamos em uma crise ambiental que ameaça a sobrevivência desta nação, e do mundo como um lugar adequado de habitação humana.”
Biólgo Barry Commoner, da Universidade de Washington. 3.“O homem
deve parar a poluição e conservar seus recursos, não meramente melhorar a
existência mas salvar a raça da deterioração intolerable e da extinção
possível.”
Editorial do jornal The New York Times. 4.“A
população superará inevitavelmente e completamente todos os pequenos
aumentos na produção de alimentos. A taxa de mortalidade pela fome vai
aumentar até pelo menos 100-200 milhões de pessoas por ano durante os
próximos dez anos.”
De Paul Ehrlich, biólogo da Universidade de Stanford. 5.“A
maioria das pessoas que vão morrer no maior cataclisma da história
humana já nasceram … Para 1975, alguns especialistas preveem que a
escassez de alimentos aumentará o índice da fome no mundo em proporções
inacreditáveis . Outros especialistas, mais otimistas, pensam que a
colisão final entre alimentos e população não ocorrerá até a década de
1980.”
Também de Paul Ehrlich. 6.“Já é tarde demais para evitar a fome em massa”,
– Denis Hayes, organizador-chefe do “Dia da Terra”. 7.“Os
demógrafos concordam quase unanimemente na seguinte calendário sombrio:
em 1975 as pragas generalizadas começarão na Índia; que se espalharão
por 1990 para incluir toda a Índia, Paquistão, China e Oriente Próximo,
África. Até o ano 2000, ou concebivelmente mais cedo, a América do Sul e
Central existirão sob condições de fome …. Até o ano 2000, dentro de
trinta anos, o mundo inteiro, com exceção da Europa Ocidental, América
do Norte e Austrália, estará em fome. “
Peter Gunter, da Universidade Estadual do Norte do Texas. 8.“Em uma
década, os moradores urbanos terão de usar máscaras de gás para
sobreviver à poluição do ar… em 1985, a poluição do ar terá reduzido a
quantidade de luz solar que atinge a Terra pela metade”. 9.“Na atual
taxa de acumulação de nitrogênio, é apenas uma questão de tempo antes
de luz será filtrada para fora da atmosfera e nenhuma de nossas terras
será utilizável.”
Do ecologista Kenneth Watt. 10.“Apenas a poluição do ar… certamente ceifará centenas de milhares de vidas nos próximos anos.”
Paul Ehrlich 11.“Até o
ano 2000, se as tendências atuais continuarem, nós estaremos usando o
petróleo bruto a tal taxa… que não haverá mais petróleo bruto. Você vai
dirigir até a bomba e dizer, “completa, amigo “, e o frentista dirá:” Eu
sinto muito, acabou o combustível”
Do ecologista Kenneth Watt. 12.“[Uma]
teoria supõe que a cobertura de nuvens da Terra continuará a engrossar à
medida que mais poeira, fumaça e vapor de água forem lançados para a
atmosfera por chaminés industriais e aviões a jato. Escondido do calor
do sol, o planeta vai esfriar, o vapor de água vai cair e congelar, e
uma nova Idade do Gelo vai nascer.”
Da revista Newsweek. 13.“O mundo
está arrepiantemente mais frio há cerca de vinte anos. Se as tendências
atuais continuarem, o mundo será em torno de quatro graus mais frio
para a temperatura média global em 1990, e onze graus mais frio no ano
2000. Isso é o dobro do que seria necessário para nos colocar em uma era
glacial. “
Kenneth Watt
O plano dos Mestres dos Illuminati, os criadores e principais promotores
do Plano da Nova Ordem Mundial é infiltrar o Vaticano e fazer com que
um de seus homens chegue a papa, torne-se líder de uma Religião Global
Unificada e depois destrua a Igreja Católica e todo o cristianismo.
Evidências alarmantes que esse objetivo já pode ter sido atingido e que
diversos ocupantes de cargos da alta hierarquia católica sejam membros
de sociedades secretas ocultistas!
Poucas pessoas compreendem por que falimos moralmente. No entanto,
quando olhamos para a sociedade com os olhos de Deus, por meio da
Bíblia, podemos facilmente compreender a razão de estarmos enfrentando
problemas sem precedentes. O estudo da nossa sociedade por meio dos
olhos de Deus é o que sempre tentaremos fazer aqui; fique conosco para
aprender algumas verdades esclarecedoras.
Vimos anteriormente os vínculos entre as sociedades secretas e a
implementação da Nova Ordem Mundial. Estudaremos hoje como o Vaticano
está sendo controlado por essas sociedades secretas, à medida que agem
para completar a Religião da Nova Ordem Mundial, que acreditam ser uma
parte indispensável da Nova Ordem Mundial. Os escritos da Nova Era
deixam bem claro que essa Religião da Nova Ordem Mundial, como a chamam,
será uma religião ocultista, que restaurará as Antigas Religiões de
Mistério da Babilônia e do Egito e que destruirá totalmente o
cristianismo. O Vaticano está agora liderando a investida.
The Broken Cross, de Peirs Compton, 1981. Esse
autor é um sacerdote católico que tornou-se totalmente desanimado com o
estado atual da Igreja Católica.
A Conspiração Ocultista: A História Secreta dos Místicos, Templários, Maçons e das Sociedades Ocultistas, de Michael Howard, editora Campus, Série Somma, tradução para o português de Ivo Korytowski. Howard é um autor de Nova Era (leia a resenha).
Behold a Pale Horse, livro do autor cristão de Nova Era Bill Cooper, publicado em 1991 (leia a resenha).
Compton é um ex-editor de um jornal católico, The Universe.
Ele rastreia a alegada infiltração de igreja romana pelos Iluministas. O
autor é um católico tradicional e ainda praticante, que escreveu esse
livro como um protesto pelo fato de a Igreja Católica abandonar seus
ensinos sobre a doutrina cristã. "Há uma sensação que nossa civilização
está correndo perigo mortal... A civilização declina quando a razão é
virada de cabeça para baixo, quando o egoísmo e a depravação, o feio e o
corrupto são promovidos como as normas das expressões sociais e
culturais... quando o mal, sob diversas máscaras toma o lugar do bem."
"... Nunca antes o homem foi deixado sem um guia, uma bússola... divorciado da realidade... sem religião." [págs. 1-3].
Declínio na crença nos absolutos [págs. 2-3].
Sua prontidão para contemporizar com a perversidade neste mundo (pág. 3).
Pregação do humanismo em nome da caridade cristã [pág. 3].
Deixar de ser a inimiga inflexível do comunismo e começar a participar
em diálogos de contemporização, contribuindo assim para a ruína da
sociedade.
Abrir mão do credo em um Único Deus Verdadeiro nos céus pelo falso credo que existem muitos deuses nos céus e na Terra [pág. 3].
Compton então faz a pergunta crítica — "O que causou as mudanças na
Igreja?" Após reconhecer que a maioria das pessoas naturalmente rejeita a
idéia de uma "conspiração", o autor afirma:
"Vemos... a operação de um longo e deliberado esquema para destruir a Igreja a partir de dentro. Todavia, existem mais provas de todo tipo para a existência dessa conspiração do que há para alguns dos fatos comumente aceitos da história... Esquemas secretos, ocultos... dos acadêmicos... e da mente pública, foram a... força de direção de grande parte da história." [pág. 4].
"O desejo pelo domínio mundial, seja pela força das armas, da cultura ou da religião, é tão antiga quanto a história..." [pág. 5].
Após rastrear algumas tentativas da tomada do controle do papado por
elementos não-cristãos, Compton começa a falar sobre Adam Weishaupt, o
sacerdote jesuíta que criou os Mestres dos Illuminati.
Compton diz: "... Adam Weishaupt podia ver as possibilidades diante de
si com uma mente militar. Ele tinha ímpeto e visão. Conhecia o valor da
surpresa, que está firmada nos segredos... Ele podia misturar a
humanidade em um todo... suprimir o dogma... O estado ideal que
Weishaupt tinha em mente estava... fundado no sonho impossível da
perfeição humana... Em 1 de maio de 1776, a sociedade secreta que iria
afetar profundamente grande parte da história subseqüente veio a
existência com o nome de Illuminati". [Iluministas].
"Os Illuminati tinham um plano... decidiram em uma linha de conduta muito ambiciosa. Ela iria formar e controlar a opinião pública. Combinaria as religiões, dissolvendo todas as diferenças de crença e ritual que as mantinham separadas; tomaria o controle do papado e colocaria um agente seu no Trono de Pedro." [págs. 7-8].
Em 1818, um membro dos Illuminati, Nubius, disse que o objetivo dos
Illuminati era "a aniquilação total do catolicismo e, posteriormente, de
todo o cristianismo". Se o cristianismo sobrevivesse, mesmo que fosse
sobre as ruínas de Roma, tempos depois, poderia renascer e viver." [pág.
13] Posteriormente, examinaremos os mesmos objetivos, conforme
expressos no livro de Nova Era de Michael Howard, A Conspiração Ocultista. Compton continua a citar as explicações de Nubius sobre a necessidade de os Illuminati infiltrarem-se no papado:
Isso nada mais é do que a decisão dos Iluminati de se infiltrarem no papado. O objetivo desde o princípio (1776) era plantar umIluminista jurado
no papado, sem que o povo católico saiba que isso aconteceu. Nubius
então reconheceu que esse processo pode levar muitos, muitos anos. Ele
previu a necessidade de infiltração e tomada do controle dos conventos e
dos seminários, para ganhar as mentes das freiras e, especialmente, dos
sacerdotes, que ascendem depois ao cardinalato. São os cardeais que
elegem o papa. [págs. 12-15].
Como Weishaupt foi financeiramente apoiado em seus planos de estabelecer os Mestres dos Illuminati? Compton explica:
Lembre-se da nossa discussão anterior em outro artigo, sobre as
iniciações realizadas na sociedade secreta norte-americana Caveira e
Ossos, da qual o ex-presidente George Bush é membro? [Nota de A Espada do Espírito: Veja os detalhes lendo o artigo Sociedades Secretas Mataram o Senhor Jesus Cristo, Parte 2 de 2] Ela também realiza suas iniciações em uma cripta, no meio da noite.
"A força peculiar das sociedades secretas sempre foi o segredo... Algumas vezes elas tinham um significado ocultista afetado, que... geralmente levava-os a introduzir... ritos absurdos e desagradáveis de iniciação. Havia um círculo de Iluministas que persuadia os candidatos a entrar em uma banheira com água... puxando-os por meio de um cordão que era amarrado em seus genitais... Era essa obsessão sexual pervertida que fez alguns dos discípulos de Weishaupt se submeterem à autocastração." [pág. 11].
Trevor Ravenscroft, em seu livro The Spear of Destiny [leia a resenha]
informa que o último ato oficial de Eckart, da Sociedade de Thule, foi
castrar magicamente Adolf Hitler. Esse ritual teve o efeito de tornar
Hitler em um dos maiores assassinos sadistas da história. Bill Cooper,
em seu livro Behold a Pale Horse, diz que a
sociedade Caveira e Ossos inicia seus membros por meio de uma fita
colocada em volta de seus genitais. Isso novamente vincula os Mestres dos Illuminati, a Sociedade de Thule e a Caveira e Ossos.
Compton registra mais da influência ocultista dos Mestres dos
Illuminati: "... Alguns ritos e símbolos derivavam de um significado
inegável daquilo que geralmente é chamado Magia Negra, ou da invocação
de um poder satânico cuja potência é como um raio sinistro..."
"Por meio dos símbolos... um homem é guiado e comandado... Os Iluministas faziam uso de... uma pirâmide, outriângulo, que há muito tempo é conhecido entre os iniciados como um sinal da fé mística, ou solar. No topo da pirâmide, ou algumas vezes, na base, havia, ou na verdade, ainda há, a imagem de um olho humano separado, que é chamado de olho aberto de Lúcifer, a estrela da manhã..."
E quando isso aconteceu? Em 1976, exatamente 200 anos após Weishaupt
iniciar seu plano de infiltrar o papado, colocando um Iluminista como
papa. Compton continua:
O autor cristão de Nova Era, Bill Cooper, confirmou esse fato chocante para mim em uma conversa telefônica.
"O Olho, que pode ser rastreado até os adoradores da lua na Babilônia, ou astrólogos, veio a representar a Trindade Pagã Egípcia de Osíris, o sol; Ísis, a deusa da lua; e o filho deles, Hórus..." [págs. 11-12].
A pirâmide e o Olho Que Tudo Vê são realmente antigos símbolos ocultistas. O livro satânico Magic Symbols
[Símbolos Mágicos], demonstra claramente esse fato na página 140-141.
Para comprovar o fato que a Igreja Católica Romana tinha utilizado o
Olho Que Tudo Vê e a Pirâmide em seus escritos, viajei até Filadélfia,
na Pensilvânia, e visitei o Seminário Católico de São Carlos. Na
Biblioteca Memorial Ryan, encontrei um livro intitulado Symbols in the Church
(Símbolos na Igreja). Os autores descrevem o propósito do livro, "Este
livro tem o objetivo de orientar os artistas e artífices eclesiásticos
de todos os gêneros... que estejam interessados... na decoração das
igrejas e dos objetos litúrgicos..." Em outras palavras, era um livro
oficial dos símbolos autorizados que poderiam ser usados para criar
literatura ou obras pictóricas que seriam aceitáveis para a liderança
católica romana. Assim, fiquei chocado ao descobrir o Olho que Tudo Vê
dentro de uma pirâmide, na página 27. Esse Olho Que Tudo Vê estava na
seção de símbolos que representam Deus, o Pai. No entanto, esse símbolo
não era o símbolo pagão de Deus olhando dos céus para os assuntos
humanos; em vez disso, era o símbolo pagão do homem aperfeiçoando-se
para chegar aos céus. Era o símbolo dos Mestres do Illuminati, em um
livro oficial de arte da Igreja Católica Romana!!
Isso confirmou que Pierre Compton estava absolutamente correto, os
Iluministas estavam infiltrados na Igreja Católica. Mas, ao estudar esse
livro dos símbolos católicos, fiquei chocado ao ver que havia muitos
símbolos que os católicos estavam usando que eram ou diretamente
copiados daqueles encontrados no livro dos símbolos satânicos, Magic Symbols,
ou que tinham sido modificados apenas ligeiramente. O tempo não nos
permite examinar todas essas ocorrências agora, mas voltaremos a um
estudo futuramente.
Assim, desde o início do século 19, os Iluministas e a Maçonaria
começaram a se infiltrar na Igreja Católica Romana, começando
inicialmente a infiltração pelos seminários e colégios, colocando
sacerdotes e freiras que eram secretamente iluministas. O objetivo final
era conquistar o Colégio de Cardeais e, em seguida, o papado. Por volta
de 1846, já havia sido feito um progresso suficiente na infiltração da
Igreja Católica, desse modo enfraquecendo-a a partir de dentro, e os
Iluministas sentiram que era hora de criar a Força de Antítese que
batalharia contra a Força Ocidental da Tese, liderada pelos EUA. A
batalha entre essas duas forças produziria no fim o desejado Sistema de
Síntese, a Nova Ordem Mundial. Compton registra como esse novo Sistema
de Antítese foi criado.
"Em 1846, havia uma sensação de mudança no ar, uma mudança que seria estendida além das fronteiras da Igreja e transformaria muitas facetas da existência... Dois anos mais tarde, um corpo altamente secreto de inicia dos, que chama a si mesmo de Liga dos Doze Justos dos Illuminati, financiou Karl Marx para escrever o Manifesto Comunista..." [pág. 16].
Esse fato histórico também é citado por Ralph Epperson em seu livro The Unseen Hand (A Mão Invisível), e por Anthony Sutton, em seu livro Wall Street and the Bolshevik Revolution
(Wall Street e a Revolução Bolchevique). A maioria das pessoas fica
chocada com esse conceito por três simples razões: Primeiro, nossos
livros de História tiveram o cuidado de nos ensinar que a história é
apenas uma série de acidentes não-relacionados e não o resultado de uma
conspiração. Segundo, muitos de nós não conseguem compreender que seres
humanos possam executar um plano global para dominação por um período
tão extenso de tempo. Terceiro, a maioria das pessoas ainda acredita,
ingenuamente, que nossos representantes eleitos exercem seus mandatos
com nossos melhores interesses em vista.
No entanto, o ofício religioso do papado estava fora do controle deles.
Neste ponto, devemos lembrar que o papado e toda a Igreja Católica
Romana estavam sendo fatalmente enfraquecidos pela inclusão de falsas
doutrinas pagãs. Era somente uma questão de tempo antes que os
Iluministas pudessem derrubar o papado, implantando um de seus homens. O
papado estava condenado a cair como uma árvore que tinha sido
apodrecida ao longo de séculos, antes de subitamente cair sob o ímpeto
de um vento persistente. Esse objetivo de infiltrar Iluministas no
Vaticano é melhor detalhado em um livro ocultista intitulado A Conspiração Ocultista,
de Michael Howard. Os livros ocultistas sempre são muito instrutivos,
pois os autores não têm nada a esconder e porque muitos escrevem sob a
influência de seus "espíritos-guia" Ademais, os ocultistas são muito
abertos sobre essa conspiração.
O objetivo supremo dos Iluministas de colocar um de seus homens como
papa não foi bem-sucedido até o início dos anos 60, quando o Concílio
Vaticano II foi convocado. Compton diz:
"Os liberais ou progressistas, seguros por terem trazidos os desígnios das sociedades secretas a uma conclusão bem sucedida, estavam exultantes... Todo o mundo da religião estava agora permeado por sua influência..." [pág. 62].
"Em menos de uma década, a Igreja tinha sido transformada de uma inimiga implacável do comunismo em um advogado ativo e poderoso da co-existência com Moscou e com a China. Ao mesmo tempo, mudanças revolucionárias nos ensinos mantidos por séculos moveram Roma mais para perto daquele neopaganismo humanista, do Conselho Nacional de Igrejas [EUA] e do Conselho Mundial de Igrejas". [págs. 62-63].
"Quando os efeitos do Concílio Vaticano II tornaram-se aparentes, o bispo de Regensburg foi levado a observar que as principais idéias da Revolução Francesa, "que representam um importante elemento no Plano de Lúcifer, estava sendo adotado em muitas esferas do catolicismo". Embora conduzido grandemente atrás dos bastidores... a luta entre a Igreja e as sociedades secretas tinha sido mais amarga e prolongada que qualquer conflito internacional..." [pág. 75].
Agora que o Concílio Vaticano II tinha implementado o Plano de Lúcifer,
como o bispo de Regensburg observou, "restava conjugar uma visita
verdadeiramente histórica com um rito iniciatório que colocasse um selo
nessa recém-admitida realização..." Assim, "o papa Paulo VI, em 4 de
outubro de 1965, visitou a Assembléia das Nações Unidas. " [pág. 67] e
proferiu um discurso em que "propagou o evangelho social tão querido
pelos revolucionários, sem uma única referência às doutrinas religiosas
que eles achavam tão perniciosas." [pág. 68].
Após o discurso, o papa Paulo VI foi levado à Sala de Meditação das
Nações Unidas. "Um boletim, cuidadosamente editado, que supostamente
discutia o significado e propósito da sala, foi produzido pela Lucis Press,
que publica material impresso para as Nações Unidas." O fato de a Lucis
Press ser a editora que publica e dissemina materiais para as Nações
Unidas é uma indicação devastadora da natureza de Nova Era e satânicas
da ONU. A Lucis Trust foi fundada em 1922, originalmente com o nome de Lucifer Trust,
por Alice Bailey, como uma firma editorial para disseminar os livros de
Alice Bailey e de Helena Blavatsky. Em 1923, Bailey alterou o nome da
editora para Lucis Trust, pois Lucifer Trust revelava de forma clara demais a verdadeira natureza do movimento de Nova Era. [Constance Cumbey, The Hidden Dangers of the Rainbow (leia a resenha),
pág. 49] Uma rápida visita a uma livraria especializada em livros de
Nova Era, revela que a Lucis Trust publica muitos livros ocultistas.
Esse ritual de iniciação ocultista do papa Paulo VI na Sala de Meditação
das Nações Unidas "representou o estágio inicial de um esquema, o
cumprimento do qual seria... a construção do Templo da Compreensão, em
uma área de cinqüenta acres perto do rio Potomac, em Washington DC... O
propósito subjacente do Templo era revelado claramente por seu... Olho
Que Tudo Vê... que representava as seis fés mundiais — budismo,
hinduísmo, islamismo, judaísmo, confucionismo e cristianismo. "O palco
está assim armado para a formação e anúncio da Religião da Nova Ordem
Mundial. Essa nova religião será uma combinação de todas as religiões do
mundo, o que representa os sinos do enterro para o Isolamento do Verdadeiro Cristianismo. As palavras de Jesus: "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."
[João 14:6] significam que nenhuma outra religião, inclusive a Religião
da Nova Ordem Mundial pode oferecer o caminho ao céu. Satanás terá
obtido uma grande vitória e o palco estará armado para o desdobramento
dos eventos previstos no livro do Apocalipse.
Agora, considere o próximo passo do papa Paulo VI. "Ele também fazia uso de um símbolo sinistro, criado pelos satanistas no século VI, que tinha sido revivido ao tempo do Concílio Vaticano II. Esse símbolo era a cruz vergada,
em que era exibida uma figura repulsiva e distorcida de Cristo, que os
feiticeiros e praticantes de magia negra na Idade Média fizeram para
representar o termo "Marca da Besta". No entanto, não apenas Paulo VI,
mas seus sucessores, os dois papas João Paulo carregavam esse objeto e o
seguravam para ser reverenciado pelas multidões, que não tinham a menor
idéia que representava o Anticristo. [pág. 72] Na página 56, Compton
imprime uma foto do papa atual, João Paulo II, segurando essa cruz
vergada.
Quão chocante que um papa católico romano possa utilizar um objeto
satânico conhecido, que representa o Anticristo, e fazer os fiéis na
multidão se ajoelharem diante dele e reverenciá-lo! Isso nos faz lembrar
da profecia em Apocalipse 13:12, que ele [o Falso Profeta] fará aqueles
que habitam na Terra adorarem ao Anticristo.
O papa Paulo VI compareceu ao Estádio Yankee "vestindo uma alva", um
traje antigo... vestido por Caifás... que pediu a crucificação de
Cristo." (Ibidem).
Em certa manhã de verão, os jovens seminaristas católicos ficaram grandemente alarmados por uma revelação em um jornal chamado "Borghese...
pois trazia uma lista detalhada de clérigos, alguns dos quais ocupavam
posições de destaque, que, dizia-se, eram membros de sociedades
secretas. Era uma notícia inacreditável, pois... os alunos conheciam a
Lei Canônica 2335, que proíbe expressamente que um católico ingresse em
qualquer sociedade secreta, sob pena de excomunhão... e a Lei Canônica
2336, que prescreve medidas disciplinares a serem impostas contra
qualquer clérigo que venha a aderir a uma sociedade secreta. Michael
Howard, autor de A Conspiração Ocultista: A História Secreta dos Místicos, Templários, Maçons e das Sociedades Ocultistas,
fala a respeito dessa mesma lista, mas vai além, revelando que a
maioria desses altos funcionários eram membros da Maçonaria. [pág. 191].
Howard afirma que alguns desses funcionários graduados do Vaticano
eram:
O secretário particular do papa Paulo VI
O diretor-geral da Rádio Vaticano
O arcebispo de Florença
O prelado de Milão
O editor-assistente do jornal do Vaticano
Sete bispos italianos
O abade da Ordem de São Bento.
Os alunos ficaram chocados com essa revelação, pois diversas bulas
papais tinham sido promulgadas contras as sociedades secretas.
Esse artigo foi negado com veemência por um escritor em L´Aurora,
M. Jacques Plonchard, que assegurou que nenhum prelado tinha sido
afiliado a uma sociedade secreta desde 1830. Entretanto, investigadores
determinados, alguns apresentando-se como membros do Governos, obtiveram
acesso ao Registro Italiano das Sociedades Secretas e compilaram uma
lista de cardeais, arcebispos e bispos que eram membros de sociedades
secretas. Essa lista incluía 125 prelados. Em seguida, Compton relaciona
esses nomes nas páginas 78-84. Ele diz: "O Registro Francês das
Sociedades Secretas é melhor guardado do que o italiano, de modo que os
detalhes das iniciações recentes não podem ser citados. A lista mais
sustentada de clérigos que pertencem às sociedades secretas francesas
cobre algumas décadas anteriores à Revolução Francesa (1785) e chegava
[então], mesmo em um tempo em que a infiltração da igreja por seus
inimigos estava em uma escala menor que logo seria atingida, a algo em
torno de 256 membros."
O palco ficou armado para a plena aprovação papal da participação em
sociedades secretas. Em 27/11/1983, o papa João Paulo II promulgou uma
bula que legalizou a participação dos católicos romanos nas sociedades
secretas.
Agora podemos compreender como o papa João Paulo II, com uma cara tão
limpa, pode exibir a cruz vergada ocultista. Agora podemos compreender
como ele pode buscar com afinco o domínio da Nova Ordem Mundial,
conforme garante Malachi Martin em seu livro The Keys of this Blood [leia a resenha]. Martin é um sacerdote jesuíta aposentado, que lecionou no Pontifício Instituto Bíblico do Vaticano.
Finalmente, após mais de 200 anos, a sociedade secreta Mestres dos
Illuminati — os originadores da Nova Ordem Mundial, alcançaram um de
seus principais objetivos, a infiltração de um de seus homens como Sumo
Pontífice da Igreja Católica Romana. Esse marco ocorreu, como já
dissemos, no início dos anos 60, com a ascensão de Paulo VI ao papado.
Esse período de tempo também encaixa-se com o período geral de
degradação espiritual e apostasia que observamos em programas anteriores
e nos nossos Seminário em fita cassete. Interessantemente, o autor
cristão de Nova Era, Bill Cooper, em seu livro Behold a Pale Horse [leia a resenha], afirma: "Em 1952, uma aliança foi formada trazendo... juntos pela primeira vez na história:
As Famílias Negras (nobreza européia, que historicamente sempre
praticaram o espiritismo e o ocultismo), Os Illuminati, o Vaticano e a
Maçonaria, agora trabalhando em conjunto para implementar a Nova Ordem
Mundial." [pág. 80].
Hoje, é muito evidente que o papa João Paulo II é um Iluminista. Podemos
ver isso concretamente pelo uso da cruz vergada. Podemos ver isso por
seus discursos em favor do programa da Nova Era e por suas muitas
viagens internacionais. No entanto, a confirmação final para nós ocorreu
em 1990, quando participei de um seminário de quatro horas de duração
em Boston, ministrado pelo diretor da Casa da Teosofia na Nova
Inglaterra. Ele afirmou que no momento certo na história mundial, o papa
viajará a Jerusalém para presidir uma Conferência Espiritual Ecumênica.
Nessa conferência, o papa anunciará que todas as religiões do mundo
estão agora unificadas. Assim, disse o diretor, a Religião da Nova Ordem
Mundial está estabelecida. Essa informação, dada por um homem que
conhece perfeitamente os planos dos Illuminati, porque trabalha com
eles, revela que o Plano prevê que o papa católico romano será o líder
da Religião da Nova Ordem Mundial.
O plano para substituir o papa católico por um Iluminista foi atingido, após 200 anos.
O papa católico romano provavelmente será o Falso Profeta descrito no livro do Apocalipse.
Finalmente, acrescente a isso o fato que os líderes-chave no Plano da
Nova Ordem Mundial já identificaram publicamente o papa católico romano
como o planejado líder da Religião da Nova Ordem Mundial. Esse será o
papel do Falso Profeta, que trabalhará com o Anticristo para enganar o
mundo e que terá os mesmos poderes ocultistas que o Anticristo.
Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você
está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste
ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a
criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem
treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a
porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da
salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus
Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são
tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma
vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos.
Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do
Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária
de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas
entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer
receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na
privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador,
você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida
eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de
que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber
como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso
propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova
Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.