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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Um globalismo cristianizado?

Pope Benedict XVI visits Australia for WYD 2008Image by sam_herd via Flickr

Um globalismo cristianizado?

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 10 de julho de 2009

Em qualquer texto doutrinário que vise a influenciar de algum modo a vida política, é preciso distinguir três níveis: (1) os princípios morais e políticos gerais proclamados ou implícitos; (2) a análise da situação concreta, e (3) as ações sugeridas ou apoiadas. No primeiro nível, a Encíclica Caritas in Veritate proclama a necessidade de fundar toda política social na caridade, e esta na verdade: "Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida. A verdade é a luz que dá sentido e valor à caridade." No segundo nível, oferece um diagnóstico totalmente falso das causas da presente crise econômica. No terceiro, sugere como remédio aos males da economia atual a intensificação e ampliação das mesmas causas que os determinaram. Por mais que eu respeite a pessoa do Papa e a santidade do seu ofício, não posso ver aí verdade nenhuma, nem portanto caridade, exceto se por esta palavra entendermos as boas intenções ineficazes que a própria Encíclica condena.

Desde logo, Bento XVI apresenta como causa fundamental dos problemas atuais a desregulamentação da economia e a redução das redes de segurança social, que trazem "grave perigo para os direitos dos trabalhadores, os direitos fundamentais do homem e a solidariedade atuada nas formas tradicionais do Estado social." Precisamente ao contrário, a ampliação desmesurada da previdência social – quase sempre forçada por meio dos mesmos argumentos agora usados por S. Santidade – foi que causou a falência do sistema bancário e, portanto, dos Estados que nele se apóiam. É verdade que "os sistemas de segurança social podem perder a capacidade de desempenhar a sua função", mas não porque o mercado foi desregulamentado e sim porque lhes falta dinheiro para atender às exigências crescentes de ONGs ativistas, "movimentos sociais" e organismos internacionais, inclusive em favor da imigração ilegal. Quando Bento XVI oferece como solução para a crise econômica o aumento do poder regulador desses organismos, ele esquece que esse poder já veio crescendo, nas últimas décadas, ao ponto de impor a muitos países obrigações sociais que sua economia não suporta.

Por outro lado, é claro que muito do falatório liberal em favor da "abertura dos mercados" não veio de nenhum amor sincero ao liberalismo econômico, mas como expediente maquiavélico para debilitar os Estados nacionais e transferir sua soberania a organismos globais controladores, de modo que tanto as vantagens quanto as desvantagens daquela abertura concorressem igualmente para o acréscimo do poder da elite globalista.

Os beatos de sempre vão assegurar-nos, é claro, que a nova Encíclica não é um manifesto de apoio ao governo global. O texto mesmo dá-lhes o desmentido formal: "Para sanar as economias atingidas pela crise, ... urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial" investida de "poder efetivo". Como modelo dessa autoridade, S. Santidade sugere... o Estatuto das Nações Unidas! Publicada com poucos dias de antecedência da nova reunião dos líderes do G-8, que já proclamam a necessidade de adotar em escala mundial uma política de "estímulos" como a implantada pelo presidente Barack Obama nos EUA, qual outro efeito real pode ter essa Encíclica senão o de um incentivo legitimador a que esses indivíduos façam precisamente o que querem fazer? Se, enquanto isso, o desemprego que Obama prometia eliminar cresce a olhos vistos, levando o próprio vice-presidente Joe Biden a confessar que a política alegadamente salvadora se baseou numa interpretação errada da economia, isso não impede S. Santidade de endossar como certa essa mesma interpretação errada e de sugerir que a solução fracassada seja ampliada em escala mundial.

A obstinação dos altos círculos católicos na idolatria do "controle global" não vem de hoje. Como o próprio Bento XVI reconhece, "depois da queda dos sistemas econômicos e políticos dos países comunistas da Europa Oriental,... na seqüência dos acontecimentos do ano 1989, o Pontífice (João Paulo II) pediu que o fim dos 'blocos' fosse seguido por uma nova planificação global do desenvolvimento, não só em tais países, mas também no Ocidente." Ou seja, do fracasso total do maior experimento de economia planificada já tentado neste mundo, João Paulo II concluía que era preciso mais planificação ainda, e de dimensões globais.

Não se trata, aqui, de fazer a apologia abstrata da liberdade de mercado. É verdade que a modéstia na intervenção estatal coincide universalmente com a prosperidade (o Índice de Liberdade Econômica do Hudson Institute prova isso ano após ano), mas, como já tenho explicado dezenas de vezes, em geral essa liberdade vem hoje articulada a um projeto político que só a expande em escala local para melhor estrangulá-la no plano mundial. Nenhuma referência a essa maliciosa articulação de estratégias se vê na Encíclica de Bento XVI. Reconhecendo embora o poder criativo do livre mercado, o Papa não só faz a apologia do maior controle burocrático, mas sugere que dele participem as entidades da "sociedade civil", como se não tivesse sido justamente a pressão dessas entidades – quase sempre apoiadas num discurso enganosamente cristão e subsidiadas pela elite globalista – que levou à destruição do sistema bancário.

Se, em aparente compensação, Bento XVI exorta os planificadores globais a orientar suas ações num sentido cristão, ele não fornece nem a mais mínima sugestão prática de como realizar essa cristianização do globalismo. A proclamação dos valores cristãos paira no céu das generalidades abstratas, enquanto, no plano da ação prática, só o que se sugere é a ampliação dos controles globais. Sem conexão com as medidas efetivas sugeridas, o apelo à verdade e à caridade funciona, nesse documento, tão-somente como um adorno retórico, embelezando um programa político que não tem com ele a menor conexão lógica e que oferece, como solução do mal, a ampliação das causas que o geraram. Os líderes do G-8 estão livres para brandir a Encíclica Caritas in Veritate como um poderoso argumento em favor de políticas que já haviam escolhido de antemão.

Para piorar formidavelmente as coisas, é público e notório que o poder globalista em expansão, longe de se inspirar no que quer que seja de genuinamente cristão, tem como um de seus objetivos professos – intimamente associado às suas políticas econômicas – a implantação de uma religião universal biônica, na qual a Igreja Católica, expurgada de seus elementos tradicionalistas, se integre como um instrumento dócil da maior farsa espiritual já tentada no universo (v. documentação cabal em Lee Penn, False Dawn. The United Religions Initiative, Globalism and the Quest for a One-World Religion, Hillsdale, NY, Sophia Perennis, 2004). Ao longo do texto, Bento XVI esperneia, aqui e ali, contra o relativismo e a descristianização, como se estes males viessem do ar e não do mesmo establishment globalista cujo poder ele procura expandir.

O dilema em que esse documento coloca os católicos é temível: deverão eles, por obediência ao Papa, colaborar com o fortalecimento do mesmo poder global que os estrangula e vai tornando inviável o exercício público da sua fé, ou, ao contrário, devem voltar-se contra o Sumo Pontífice, aprofundar ainda mais a divisão na Igreja e dar munição à campanha mundial anticatólica? Qualquer das duas alternativas é inaceitável. Enquanto os conservadores e cristãos não aprenderem que não é possível fazer face ao inimigo simplesmente "tomando posição" contra ou a favor disto ou daquilo, não haverá esperança para a humanidade senão a de adaptar-se servilmente a controles globais cada vez mais opressivos e anticristãos. A estratégia do inimigo não é linear: ela é dialética. Ela articula forças contrárias, fazendo-as trabalhar pelo sucesso da síntese global. O que é preciso não é combater propostas isoladas – favorecendo na esfera cultural o que se abomina na da política, ou cedendo na economia aquilo que se pretende defender na esfera cultural –, mas compreender a lógica total do "sistema do Anticristo" e oferecer-lhe resistência integral, tão articulada quanto a estratégia de que ele se serve.

A rejeição categórica do diagnóstico econômico e das soluções propostas pelo Papa Bento XVI deve, portanto, vir junto com o apoio mais decidido aos valores gerais que ele proclama. E a melhor maneira de fazer isto é mostrar que esses valores vão no sentido precisamente oposto ao dos remédios que ele propõe.

Nota: O filósofo Olavo de Carvalho apresenta análises contundentes dos acontecimentos políticos da atualidade, tanto acontecimentos nacionais quanto internacionais. Sua capacidade de análise dos fatos a partir de um vasto conhecimento filósofo tornam seus artigos muitos importantes para o conhecimento dos verdadeiros motivos e propósitos por trás de decisões e atitudes de autoridades e governantes que afetam milhões de pessoas diariamente.

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Domingo, 12 de Julho de 2009

Video: Medvedev Shows Off “World Currency” Coin

O Presidente russo Dmitry Medvedev apresenta a "moeda mundial".




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Sábado, 11 de Julho de 2009

Medvedev revela "moeda corrente mundial" no encontro do G-8.



Medvedev revela "moeda corrente mundial" no encontro do G-8.

Paul Joseph Watson

Prisonplanet.com


Em um momento altamente simbólico da cúpula do G-8 na Itália, o Presidente russo Dmitry Medvedev revelou aos repórteres uma moeda representando uma "moeda corrente de um futuro mundo unido".

"Estamos discutindo tanto a utilização de outras moedas nacionais, incluindo o rublo, como moeda de reserva, bem como moedas supranacionais", o líder russo disse em uma conferência de imprensa.

No entanto, aqueles que têm desvalorizado a formulação de uma moeda mundial desmerecendo-a apenas como uma progressão das SDR's (Direitos de Saques Especiais), e não algo que possa ser utilizado pelos cidadãos fisicamente em um sistema de governo mundial, foram contrariados quando Medvedev delineou claramente que a nova moeda seria "utilizada para pagamento" por parte dos cidadãos como uma "moeda de um futuro mundo unido".

"Este é um símbolo da nossa unidade e da nossa vontade de resolver estas questões em conjunto", disse Medvedev.

"Aqui está ela," Medvedev disse aos jornalistas em l’aquila, Itália, após a cúpula do Grupo das Oito Nações. "Você pode vê-la e tocá-la".

A questão de uma moeda supranacional "agora diz respeito a todos, até mesmo as casas da moeda", disse Medvedev. A moeda de teste "significa que eles estão se preparando. Acho que é um bom sinal de que nós entendemos o quão interdependentes nós somos."

Medvedev explicou que a moeda foi cunhada na Bélgica e que ostenta a expressão "unidade na diversidade". Um relatório da RIA Novosti observou que a moeda representou o exemplo de uma "possível moeda mundial".

China e Rússia tem repetidamente pedido por uma Nova Moeda Mundial para substituir o dólar.

Quando confrontado sobre os planos para substituir o dólar por uma Nova Moeda Mundial, tanto o presidente da Reserva Federal Ben Bernanke, quanto o Secretário do Tesouro Timothy Geitner negaram que tal agenda exista.

No entanto, poucos dias depois que ele disse em uma audiência no Congresso que não havia planos para avançar para uma Moeda Mundial, Geitner procurou agradar aos elitistas da CFR, assegurando-lhes que ele era "aberto" a idéia de um novo sistema monetário mundial.

O sobrecarregado por escândalos e altamente secreto Banco de Pagamentos Internacionais, considerado como sendo o mais poderoso dos bancos centrais do mundo, divulgou um documento político em 2006, em que apelou para o fim das moedas nacionais em favor de um modelo global de moeda corrente.

A Moeda Mundial seria um elemento central de um futuro Sistema de Governo Mundial. No início desta semana, o Papa apelou para uma "autoridade política mundial" para gerir a economia mundial.

Fonte: www.prisonplanet.com

Tradução e adaptação: o observador


Nota: Por que será que não ouvimos nem lemos nada sobre isso na mídia nacional?

Um fato tão relevante como este merecia ser divulgado e analisado, suas

Implicações para as relações internacionais são muitas e profundas.

Por aqui nem uma nota de rodapé foi dada. O mundo está caminhando bastante

Rápido para a implantação de um Governo Mundial. Pelo visto falta muito pouco.







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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Enciclica papal pede "autoridade política mundial".

Discurso del Presidente Zapatero ante la Asamb...Image via Wikipedia

Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Bento 16 pediu nesta terça-feira que uma "autoridade política mundial" ordene a economia mundial e que haja maior regulação governamental das economias nacionais para tirar o mundo da atual crise e evitar que ela se repita.



O chamado do papa para que se repense o modo como a economia mundial é conduzida foi feito em uma nova encíclica, que tratou de algumas questões sociais, mas cujo principal fio condutor é o modo como a atual crise afetou países ricos e pobres.



Denominada "A Caridade na Verdade", a encíclica tem partes que parecem prestes a incomodar os conservadores por causa de sua rejeição subliminar do capitalismo desenfreado e das forças de mercado sem regulamentação, que ele disse que conduziram à violação "perfeitamente destrutiva" do sistema.



O papa afirmou que toda decisão econômica tem uma consequência moral e pediu "formas de redistribuição" da riqueza supervisionadas por governos para ajudar os mais afetados pelas crises.



Bento 16 escreveu ainda que "há uma necessidade urgente de uma autoridade política verdadeira no mundo", cuja tarefa seria "ordenar a economia mundial; reavivar economias atingidas pela crise; evitar qualquer deterioração da crise atual e os desequilíbrios maiores que resultariam dela".



Tal autoridade deveria ser "regulamentada por lei" e "teria de ser reconhecida universalmente e ser investida de poder efetivo para garantir segurança a todos, consideração pela justiça e respeito pelos direitos."



"Obviamente teria de possuir a autoridade de garantir o cumprimento de suas decisões por todas as partes, e também o cumprimento das medidas coordenadas adotadas em vários fóruns internacionais", disse ele.



A Organização das Nações Unidas (ONU), instituições econômicas e as finanças internacionais, todos têm de ser reformados "mesmo em meio a uma recessão mundial", afirmou o papa na encíclica, um livreto de 141 páginas.



Uma encíclica é a mais elevada forma de documentos papais, pela qual se apresenta a mais clara indicação ao 1,1 bilhões de católicos do mundo, bem como às pessoas de outras religiões, sobre o que o pontífice e o Vaticano pensam sobre determinadas questões morais e sociais.



A nova encíclica é dirigida aos católicos e também a "todas as pessoas de boa vontade". Foi divulgada na véspera da cúpula do G8, na Itália, e também três dias antes de o papa discutir a desaceleração mundial como presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.



Em vários trechos da encíclica Bento 16 deixa claro que tem grandes reservas em relação ao mercado totalmente livre.



"A convicção de que a economia deve ser autônoma, de que deve ser preservada de influências de caráter moral conduziu o homem a fazer mau uso do processo econômico de uma maneira destrutiva," afirmou ele.

Fonte: Agência Reuters.

Nota: Como numa orquestra bem ensaiada, o papa Bento VI entra em cena com toda autoridade de líder espiritual e guia religioso de milhões de pessoas ao redor do mundo, defendendo as mesmas propostas dos líderes do G-20 na cúpula de Londres em abril deste ano.

A recente encíclica papal contempla as mesmas propostas do G-20 para resolver a crise financeira mundial, no entanto, a proposta papal vai um pouco além das propostas dos líderes políticos.

Tanto o papa quanto o G-20 reclamam mais intervenção estatal nas economias, o próprio presidente Lula deu inúmeras entrevistas condenando o livre mercado pela crise e pedindo uma regulamentação mais rígida para os mercados financeiros. Também há a preocupação com o papel da ONU na resolução e prevenção de crises internacionais.

É com relação ao papel da ONU que a proposta do papa se destaca. A encíclica papal pede que seja estabelecida uma autoridade política mundial, com aceitação por todos os países e poder coercitivo para obrigar o cumprimento de suas resoluções.

A ONU seria então estabelecida como um Governo Mundial. Nenhum dos líderes políticos foi tão longe na cúpula do G-20, talvez por considerações diplomáticas, mas a proposta papal leva a ONU a virtualmente exercer este papel.

Verdadeiramente estamos no limiar de grandes mudanças!!!

Um Governo Mundial está a ponto de emergir, pouco a pouco vemos o esforço dos líderes mundiais no sentido de fazer da ONU um órgão com competência e autoridade para ditar as leis que trarão Paz e Segurança ao mundo.

Para aqueles que conhecem as profecias bíblicas os sinais estão ficando a cada dia mais claros, o cumprimento do que está escrito no livro sagrado ocorre a olhos vistos, o que antes parecia loucura de fanáticos está sendo dito em alto e bom som por respeitadas autoridades, o tempo está mais próximo do que pensamos.



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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Obama está levando os EUA á queda no marxismo, diz jornal da ex- União Soviética.

"Prawda", Russian bolshewik newspape...Image via Wikipedia

Obama está levando os EUA à queda no marxismo, diz jornal oficial da ex-União Soviética

Fred Lucas

(CNSNews.com) — Um comentário publicado no jornal que outrora foi o jornal oficia da União Soviética anunciou a "descida dos EUA no marxismo" citando os baixos padrões educacionais, a eleição de Barack Obama como presidente e como o governo americano assumiu o controle da General Motors.

O artigo de opinião no Pravda, um dos jornais da era soviética ainda publicados na Rússia, levava a manchete "Capitalismo americano foi-se com um leve gemido", e foi escrito por Stanislav Mishin, que dirige o blog "Mat Rodina".

"Como o romper de uma grande represa, a queda dos EUA no marxismo está acontecendo numa velocidade espantosa, diante de um cenário de ovelhas (isto é, pessoas) passivas e desanimadas", escreveu Mishin.

O artigo afirma que a queda dos EUA ocorreu em três fases:

"Primeira, a população foi idiotizada por meio de um sistema educacional politizado e de baixo nível baseado na cultura popular, em vez da educação clássica. Os americanos sabem mais sobre seus dramas de TV favoritos do que os dramas do governo federal que afetam diretamente a vida deles".

Segunda, "a fé deles em Deus foi destruída, ao ponto em que suas igrejas — dezenas de milhares de diferentes 'vertentes e denominações' — se tornaram na maior parte pouco melhores do que circos de domingo e seus televangelistas e mega-igrejas protestantes mais importantes ficaram mais do que felizes de vender suas almas e rebanhos a preço de banana, a fim de estarem do lado 'vencedor' de um ou outro político pseudo-marxista".

O artigo também disse: "Os rebanhos americanos rejeitaram Cristo na esperança de obter poder terreno. Até mesmo nossas igrejas ortodoxas nos EUA são escandalosamente liberais".

"O colapso final", disse o artigo do Pravda, "ocorreu com a eleição de Barack Obama. A pressa com que ele tem feito as coisas nos últimos três meses é realmente impressionante. Seus gastos e emissão de moeda estão batendo recordes, não só na curta história dos EUA, mas também do mundo. Se a situação continuar desse jeito por mais de um ano, e não há nenhum sinal de que não continuará, na melhor das hipóteses os EUA ficarão semelhantes à República de Weimer e na pior como o Zimbábue".

Dando detalhes sobre o controle agora dominante do governo de Obama sobre a General Motors, Mishin mencionou como o governo americano demitiu o diretor executivo da GM e a "ousadia" de Obama de declarar que ele e outro grupo de palhaços nomeados por ele e que não foram eleitos agora reestruturarão a indústria automobilística inteira e até serão a garantia das políticas automobilísticas".

O "primeiro-ministro russo Putin, menos de dois meses atrás, avisou Obama e Tony Blair da Inglaterra, para não seguirem a rota do marxismo, pois só leva ao desastre", disse o artigo.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: CNSNews

Nota: A economia americana está sendo remodelada em um sistema de economia fascista. Em um artigo anterior já mostramos como a Economia da Nova Ordem Mundial será uma economia de poucos produtores de determinados produtos sob a tutela do Estado.

A atual crise financeira mundial foi planejada e executada para levar a economia mundial para uma economia socialista do tipo fascista. Agora um jornal da ex-união soviética vem confirmar o que é sabido por todos que tem examinado os planos dos Iluminatti para a implantação de um Governo Mundial.

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Sábado, 4 de Julho de 2009

A ANS vai monitorar redes privadas para prevenir cyberataques.

The seal of the U.S. National Security Agency....Image via Wikipedia

A ANS vai monitorar redes privadas para prevenir cyberataques.


A administração Obama vai em frente com um polêmico plano para que a Agência de Segurança Nacional monitore o tráfego de e-mail governamental e o tráfego de computadores oficiais que passam por redes privadas.

Testes de eficiência do programa - que é derivado de um usado por redes militares - eram para ter começado em fevereiro, mas foram adiados por causa de debates dentro da administração Obama.
Tanto a origem militar do sistema quanto o envolvimento da NSA tem suscitado preocupações quanto à privacidade.

O presidente Obama prometeu em maio que não haveria qualquer intrusão nas comunicações privadas, e a administração tem manifestado sua intenção de se consultar com grupos de privacidade e de liberdades civis em uma base contínua.

Ari Schwartz, vice presidente do Centro para Democracia e Tecnologia, disse a Associated Press que:"Há uma série de preocupações que vem com este processo, sendo um dos principais como proteger o sistema de forma que assegure que você não está monitorando sistemas privados. Eu não tenho uma resposta completa a essa questão. Mas o presidente fez essa promessa."

Apesar destas garantias, não é claro se dados não governamentais podem ser mantidos fora do sistema de monitoramento, e o plano tem críticos até dentro do DHS. O ex-secretário de Segurança Interna Stewart A. Baker, disse ao Washington Post, "As amargas batalhas sobre privacidade e o papel da ANS nos grampos domésticos pairam a segurança cibernértica como uma nuvem tóxica."

Baker, que serviu como conselheiro geral da ANS durante a administração Clinton, também sugeriu que a administração Bush deveria ser resposabilizada pela criação de muitos dos atuais problemas por tentar manter tanto do Einstein 3 secreto.

"A solução foi guardar segredo, de modo que permitiu que as pessoas de fora guardassem suspeitas," ele explicou, "assim qualquer um que desconfiasse da comunidade de inteligência só poderia presumir que isso era porque eles estavam fazendo algo que não deveriam estar fazendo."

fonte: rawstory.com

tradução: o observador e adaptação.

Nota: Os sistemas de monitoramento a cada dia se sofisticam mais, ninguém pode garantir que suas conversas telefônicas, seus e-mails, as páginas acessadas na internet não estão sendo monitoradas.

Sempre se garantem os direitos dos cidadãos e as boas intenções dos governos.

Mas quem garante que de uma hora para outra os governos deixam suas boas intenções e vão em busca de interesses inconfessáveis e dos que discordarem?

Os riscos são muitos e grandes, a democracia parece ser uma exceção no mundo, apesar de dizerem o contrário.

O alerta está dado!!!.

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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Visa Debit logoImage via Wikipedia

Pagamentos por celular ainda não fazem parte do dia-a-dia.

Danilo Amoroso.
Apesar da comodidade e facilidade, os brasileiros ainda não estão acostumados com esta nova tecnologia.

No começo de 2007, uma novidade para usuários de celular prometia facilitar e muito a vida na hora de pagar aquele táxi, aquela refeição ou compras de valor menor. O pagamento via celular era apresentado com grandes expectativas, chegando a anunciar que era esperada a movimentação de 40 bilhões de reais. Hoje, mais de dois anos depois, será que a tecnologia vingou? É o que este artigo mostra para você.

O motivo de investir na tecnologia de pagamentos via celular é simples: em 2006, o número de aparelhos no Brasil beirava os 100 milhões. Quem em sã consciência perderia um mercado como esse? Bancos e operadoras de celular começaram então a investir mais nesse nicho. Hoje é possível, sim, adquirir serviços e efetuar pagamentos via celular. Por exemplo, ingressos para o cinema podem ser comprados via SMS (mensagens de texto) e EMS (mensagens multimídia).

Vendas em lojas também podem ser efetuadas através do celular. O melhor exemplo disso é o Paggo, serviço da Oi no qual lojas e clientes cadastrados efetuam compras como se o cartão de crédito estivesse no celular. O cliente fornece o número dele e recebe um torpedo com os dados da compra. Basta autorizar a transação com a senha, digitando-a no celular mesmo.

O celular ajudando a pagar contas e serviços.

Porém, esse tipo de comodidade ainda não conseguiu atingir um grande público. Segundo Percival Jatobá, diretor executivo de produtos da Visa do Brasil, em entrevista ao IDG Now, este tipo de avanço é uma prioridade da Visa, mas ainda não emplacou pela necessidade de tempo para implantação e falta de costume dos consumidores. Ainda segundo Jatobá, não é possível precisar quando essa comodidade fará parte do cotidiano do grande público, pois cada mercado reage à sua maneira, mas pode ser que o avanço seja grande em menos de 10 anos.

No Brasil essa onda ainda engatinha, mas ela já atingiu outro patamar de popularidade na Ásia e na Europa.

Exemplos de pagamento via celular

Será que o celular é capaz de substituir os cartões de crédito.Pagamentos via celular podem ser efetuados de diferentes maneiras. Em lojas, a maneira mais comum é através da troca de mensagens de texto. O cliente faz um pedido e a operadora informa o lojista que a transação foi aceita para finalizar a compra. Outra possibilidade é o uso de mensagens multimídia com códigos de barra que podem ser lidos para concretizar a transação. Este método é usado, por exemplo, na compra de ingressos para cinemas e eventos.

Problemas nesse tipo de transação são os mesmos do envio de mensagens normais. Há um risco de as mensagens não serem entregues ou demorar muito. Outro risco é o de fraude ou clonagem, algo que qualquer cartão de crédito está suscetível. O que reduz esses riscos é o uso de tecnologia GSM e o uso de senhas pessoais pelos usuários.A vantagem deste tipo de transação é fazer pedidos e confirmar a compra mesmo que cliente e lojista estejam longe um do outro.

Há também o método de cobrança direta na conta do celular, o mais popular na Ásia. Este método é utilizado em sites de ecommerce, por exemplo, com autenticação de dois fatores: um código PIN e uma senha. Este método é mais cômodo porque não exige o uso de cartões ou cadastro em algum site de pagamento online.

A mais nova tecnologia: passe o celular!

Imagine que você vai entrar no metrô, passa seu celular no leitor da catraca e pronto, sua tarifa está paga. É o mesmo princípio de leitura de cartões, porém aplicado a aparelhos celulares. Esta tecnologia chama-se Near Field Communication (NFC, comunicação em campo próximo) e permite que equipamentos eletrônicos comuniquem entre si através de uma frequência de rádio de alcance curto.

Para passar o celular, é necessário ter um chip adequado.Em celulares, essa comunicação é possibilitada através do chip do usuário compatível com este tipo de leitura. Este método é considerado mais seguro porque leitor e cartão precisam estar próximos um do outro, o que impossibilita o roubo de dados a distância. Além disso, transações sem verificação de identidade são limitadas a quantias pequenas, o que torna a recompensa baixa para malfeitores. Em alguns casos, é necessário digitar uma senha, mas não sempre.

A previsão é de que este tipo de transação chegue ao mercado de massa em 2012. O que dificulta a aplicação desta tecnologia em grande escala é a falta de aparelhos celulares equipados com o chip necessário. Em três anos, a expectativa é de que 20% dos aparelhos tenham este recurso.

No Brasil

Por aqui há alguns exemplos de como esta tecnologia está sendo aplicada. Clientes do Banco do Brasil, por exemplo, pagar contas de até R$ 100 com cartão de crédito e débito através do celular com o serviço Visa Mobile Pay. Sites como Americanas.com, Pernambucanas e alguns supermercados já aceitam pagamentos via celular. Outro exemplo do uso dessa tecnologia é o serviço Oi Paggo, da operadora Oi.

O potencial desta tecnologia é enorme. O que falta é a aceitação e o costume por parte dos consumidores. A partir do momento em que usuários "digitalizarem" sua carteira, ela só tende a melhorar.

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