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segunda-feira, 18 de março de 2013

Exército chinês comanda onda de cyberataques contra Ocidente

National emblem of the People's Republic of China
National emblem of the People's Republic of China (Photo credit: Wikipedia)
Escrito por Luis Dufaur

Segundo relatório da Mandiant, empresa de segurança em Internet, uma unidade secreta do Exército Popular de Libertação (EPL) chinês é responsável por grande número de ataques informáticos contra empresas e organismos estatais nos EUA. (Leia o relatório clicando aqui.)

Segundo o documento, centenas de investigações realizadas nos últimos três anos mostram que as centrais responsáveis por ataques contra agências do governo, empresas e jornais americanos “estão baseadas principalmente na China e o governo chinês está bem informado disso”.


O governo socialista de Pequim, obviamente, nega as acusações presentes no relatório da Mandiant, que foi encomendado conjuntamente pelo conhecido jornal “The New York Times” e outros órgãos americanos de imprensa.

O trabalho rastreou os ataques e identificou a fonte: a Unidade 61398 do EPL, sediada em Xangai. O rastreio informático levou a um prédio de 12 andares localizado no bairro Pudong, centro financeiro de Xangai.
De acordo com a Mandiant, essa unidade do exército comunista está provavelmente integrada por milhares de empregados que dominam o inglês e as técnicas de programação e gestão de redes.

A unidade roubou, “desde 2006, centenas de terabytes de dados de pelo menos 141 organizações, que incluem um vasto conjunto de indústrias”, acrescenta.

A maioria das vítimas está instalada nos EUA, mas há alvos atingidos no Canadá e no Reino Unido. As informações surrupiadas incluem desde detalhes de operações empresariais, como fusões e compras, até e-mails de altos diretivos.

“A natureza da espionagem da Unidade 61398 é segredo de Estado na China. Porém, acreditamos que está envolvida na rede de Operações de Redes Informáticas danosas”, afirma o documento.

“Já é hora de admitir que a ameaça provém da China e queremos dar nossa contribuição armando e preparando profissionais de segurança para combatê-la efetivamente”.

O relatório focaliza particularmente o grupo que qualifica de APT1 –Advanced Persistent Threat (Ameaça Persistente Avançada) – que subtraiu enormes quantidades de informação de estruturas estratégicas, como da rede de energia elétrica dos EUA.


“Acreditamos que o APT1 seja capaz de levar adiante uma campanha de cyberespionagem tão longa e ampla essencialmente porque recebe apoio direto do governo”, diz Mandiant.

Nas últimas semanas, foram atribuídos a cyberterroristas chineses os ataques informáticos contra os jornais “The New York Times” e “Wall Street Journal”, bem como contra o Twitter.

O New York Times afirma que hackers roubaram chaves e acessaram computadores pessoais de 53 empregados, após o jornal publicar um artigo sobre a fortuna do primeiro-ministro marxista Wen Jiabao.

Obviamente, a China tem que recusar as acusações, dizendo-se ela mesma vítima de piratas não identificados.

Hong Lei, porta-voz do ministério de Relações Exteriores, partiu para a desclassificação e o menosprezo da denúncia, sem fornecer dados que contribuíssem a esclarecer os fatos.

“A crítica arbitrária, baseada em dados rudimentares, é irresponsável, não é profissional e não ajuda a resolver o problema. (…) A China se opõe categoricamente à pirataria”, garantiu ele a jornalistas, que tiveram de conter o riso. Acrescentou que o país socialista “é uma grande vítima dos cyberataques”, e que, “de todos os que sofrem a China, em primeiro lugar figuram os provenientes dos Estados Unidos”.

O Diário do Povo — órgão de propaganda do Partido Comunista Chinês — repetiu fielmente o script do governo, atacando os EUA por reavivarem “o medo da China” com o objetivo de “conter” a ascensão comunista.
Em resumo, a China continuará atacando o Ocidente.


Luis Dufaur
, escritor, edita o blog Pesadelo Chinês.
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Conheça o novo chefe: A China possui os Estados Unidos

Hu JintaoImage via WikipediaConheça o novo chefe: A China possui os Estados Unidos

Transição para a tirania: A América foi engolida pelos globalistas e agora será governada de Beijing

Por Joseph Paul Watson

Prison Planet.com

As bandeiras ao longo da Avenida Constituição dizem a você tudo o que você precisa saber - A América foi vendida e nossos novos senhores chineses estão agora levando as ovelhas para o matadouro. Enquanto Barack Obama se inclina e bajula o presidente Hu Jintao, os globalistas para quem ele é a fachada estão afiando as facas e se preparando para desencadear o derramamento de sangue enquanto a carcaça moribunda da América é arrastada em linha para facilitar a governança global do planeta.

Não satisfeito com o hemorrágico déficit comercial com a China que continua a sangrar os empregos americanos a uma taxa de milhões, uma base industrial em ruínas sendo substituída pela importação interminável de produtos baratos feitos por escravos do estado comunista, e uma economia atrofiada sendo rapidamente ultrapassada pelo Dragão Vermelho, a administração Obama queria treinar mais os americanos em quem é o novo patrão ontem, colocando bandeiras chinesas por toda Washington DC antes da reunião bajuladora de Obama com o presidente não eleito Hu Jintao.   

Todos estão dolorosamente cientes do fato de que a China agora possui os Estados Unidos economicamente, com o banco central chinês sendo o maior detentor da dívida de aproximadamente $1 trilhão de dólares. A família média americana com duas crianças deve coletivamente ao redor de $12.000 dólares para a China. A posse de títulos de longo prazo do tesouro pelo Estado comunista significa que os Estados Unidos pagam mais de $100 milhões de dólares por dia para a China somente em termos de juros.  

A enorme acumulação de dólares americanos pela China dá a ela a influência para guiar os Estados Unidos pelo nariz como uma ovelha para o matadouro, segurando em suas mãos o poder para decidir o destino econômico do agora em declínio império americano. O auge desse processo moveu-se um passo mais perto esta semana quando Hu Jintao deixou claro que a China estava se preparando para afiar a faca para começar o banho de sangue, pela ridicularização do dólar como um "produto do passado" e sinalizando sua substituição com um novo sistema monetário global baseado em torno do Yuan chinês.

Essa transição está apenas se tornando mais séria com a contínua venda da infraestrutura crucial para o dragão vermelho. O primeiro filme documentário de Alex Jones América: Destruída de propósito, feito em 1997, advertia os americanos de que a venda para os chineses era o primeiro passo na estrada para o saque da economia americana e arrancar o plugue da infraestrutura chave americana no movimento em direção a administração global do planeta.

Os números não mentem - depois de 20 anos de liquidação supervisionada por Clinton, Bush e agora Obama - a China possui a América.

Contudo, para ter essa noção agressivamente reforçada por uma multidão de bandeiras chinesas que invadiram DC essa semana vai além de mera pompa e cerimônia. Isso se destinou a enviar uma mensagem aos americanos de que os Estados Unidos estão sendo esvaziados e engolidos pelos globalistas, e que o centro do império da Nova Ordem Mundial será transferido para a China comunista em um golpe sem derramamento de sangue.

E no centro de tudo está um bajulador, obediente e reverente Barack Obama, que ironicamente na mesma semana que Martin Luther King foi lembrado, desempenhou seu papel diligentemente como escravo doméstico para seus mestres globalistas, dando a Jintao um jantar privado em uma atuação que a Associated Press admite que foi planejado para "suavizar a suspeita do povo americano sobre a China," uma nação que admite que detém e tortura indivíduos por exercerem seus direitos de liberdade de associação, liberdade de religião e liberdade de expressão, enquanto sequestra, espanca e executa abortos forçados em mulheres que se recusam a se submeter a brutal política de filho único do país.

A adoração doentia e fidelidade mostrada para Jintao e a China essa semana tem tudo a ver com o treinamento dos americanos para reconhecer quem são seus novos senhores - os globalistas que tem exaltado o Estado comunista como um país modelo para a Nova Ordem Mundial - um mundo no qual ideias antiquadas sobre liberdade do indivíduo, prosperidade, autodeterminação, família e felicidade serão abolidas. 

Fonte: www.prisonplanet.com 

Nota: O que está acontecendo nos EUA é o que está planejado para acontecer em escala global.           

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A Sociedade de Vigilância: Negociando liberdade pela ilusão de segurança

A sociedade de vigilância: Negociando liberdade pela ilusão de segurança

Por Giordano Bruno

Publicado por Neithercorp Press

Governos, independentemente de suas estruturas políticas ou antecedentes históricos, têm sempre se esforçado não só para controlar informação, mas também coletá-la das pessoas por meio de operações secretas. Frequentemente, essa observação secreta dos cidadãos transforma-se em um estado de vigilância completamente aberto e de pleno direito. Os Estados Unidos em particular permanece em uma fronteira precária: a linha entre uma detestável invasão de privacidade e abraçar a invasão de privacidade como necessária para o "bem maior." Muitas pessoas supõem que tal estrutura é forçada as massas pela elite, que a força das armas é de algum modo requerida para fazê-las aceitar as condições de um estado policial, mas isso não é sempre assim. É muito difícil para os governos, a despeito de qualquer desenvolvimento tecnológico ou recursos que eles tenham, reforçar e manter uma construção política fascista. A fim de reter o controle, eles têm de construir uma "cultura de vigilância"; uma sociedade na qual uma pessoa vigie a outra, e onde os indivíduos censurem a si mesmos ao invés de ser censurados pelas autoridades. No fim, um estado policial não pode existir sem a ajuda das pessoas que pretende dominar. Espionando umas as outras, destruímos a nós mesmos.

Mas como uma nação atinge tal ponto em sua psique coletiva? Como somos guiados a uma escravização passiva? Neste artigo examinaremos os métodos usados pelos governos e minorias aristocráticas para manipular a maioria em direção ao auto- aprisionamento, bem como exemplos de como esse processo está florescendo nos Estados Unidos neste exato momento... (e no Brasil também).  

China comunista: O futuro da América?  

Muitos de nós evocamos imagens da Alemanha de Hitler e hordas de tropas de assalto nazistas quando considerando a ideia de um estado policial, e esse exemplo extremo frequentemente nos cega para a tirania se formando lentamente em nosso próprio país.

"Bem, não há tropas nas ruas cometendo assassinatos em massa" dizemos, "então obviamente nós ainda somos livres..." Mas essa conclusão é baseada em somente um estilo de tirania e usando-o como nosso único ponto de referência torna nosso ponto de vista estreito, e às vezes um pouco ignorante.

Há formas de fascismo que também vestem uma "face amigável", e alguém precisa somente olhar através do oceano pacífico para encontrar tal governo.

A China é um bom exemplo do "moderno estado policial", e é em si mesma uma construção dos interesses financeiros do Ocidente. Os americanos frequentemente se perguntam por que continuamos a lidar com o regime comunista chinês, mesmo devido a enorme dívida deles, enquanto eles assassinam e oprimem seus próprios cidadãos. Eu lembro os protestos na praça de Tienanmen e o subsequente massacre vividamente. Eu também lembro que a resposta do governo dos Estados Unidos foi estar calado, mesmo acanhado. Toda a eloquência de nossos políticos e do supostamente pragmático George H. W. Bush aos horrores do comunismo de repente desapareceram. A verdade era, os governos do ocidente que posavam como democratas na verdade não tinham interesse em apoiar a luta do povo chinês por liberdade. Os ocidentais tinham feito a China um estado policial e planejaram para que ela permanecesse desse jeito. 

O próprio Franklin D. Roosevelt ofereceu armas a Stalin e suprimentos que eram para ser usados para ajudar os comunistas durante a revolução chinesa, enquanto ao mesmo tempo fornecendo armas menores ao exército de Chiang Kai-shek que se opunha a eles. Roosevelt até ofereceu aos soviéticos o controle dos estratégicos portos chineses. Todas essas concessões ele fez sem consultar os chineses, o congresso ou o povo americano.

A família Rockefeller mais tarde apoiou o desajeitado governo chinês com extensos investimentos, e com a ONU, até ajudou-os a formar sua primeira política de filho único, que começou como "voluntária", então com o tempo se tornou severamente imposta pela lei.  

“Qualquer que seja o preço da Revolução Chinesa, obviamente foi bem sucedida não somente em produzir uma administração mais eficiente e mais dedicada, mas também em gerar um moral elevado e uma comunidade de propósitos. O experimento social na China sob a liderança do presidente Mao é um dos mais importantes e bem sucedidos da história da humanidade”.
 -David Rockefeller, New York Times, 10 de agosto de 1973

O que isso mostra é que a forma chinesa de tirania não é tão estranha como o americano comum possa pensar. De fato, a China é um "campo de teste" para políticas que os globalistas ocidentais desejam implantar sobre o mundo todo, incluindo aqui nos Estados Unidos. (E no Brasil já estão bastante avançadas).

Mas quais são algumas destas políticas?

Substituir Independência por Interdependência:

Na China, bem como no mundo todo, programas estão sendo instituídos para aclimatar as pessoas em direção a um modo mais coletivista de pensar. Isso quer dizer, estamos sendo intelectualmente moldados na crença de que o grupo (um conceito abstrato com pouca base na realidade) é muito mais importante do que o indivíduo, e portanto o indivíduo tem de sacrificar sua independência, ou mesmo sua vida, pelo bem do todo. Isso é evidente em programas sociais, retórica política, e mesmo na televisão e filmes. (Essa é a ideia por trás dos programas de voluntariado incentivados pela ONU).

Um exemplo perturbador da cultura pop chinesa de tal propaganda (espalhafatoso como possa ser) pode ser visto no filme 'Hero' de Jet Li, no qual lutadores da liberdade lutam contra um déspota genocida, só para chegarem a conclusão "iluminada" de que o plano dele para unir as províncias Chinesas sob um governo centralizado é necessário para um bem maior. E no final do filme, eles cometem suicídio pelo bem da unidade chinesa, ainda que seja unidade sob tirania.

Essa mesma filosofia de coletivismo está sendo apresentada na forma de "serviços a comunidade", que sob a administração Obama, poderá ser tornar obrigatório.

O nascimento da sociedade de vigilância não é possível a menos que a mentalidade coletivista seja primeiro instilada na população. Isso é realizado por um vínculo cultural comum que é pervertido para manipular as massas, tal como um movimento espiritual, ou como visto na China, um inimigo comum. O ódio geral do povo chinês ao antigo sistema feudal de reis e senhores de terras levou-os a revolução, mas uma revolução guiada pelos globalistas internacionais. Eles terminaram com um sistema tão mau se não mais insidioso do que o antigo, e ainda sem liberdade de decidir seus próprios destinos porque eles escolheram ser dirigidos pelo coletivismo, invés da liberdade individual.

Esse é o sempre presente Modus Operandi da Nova Ordem Mundial. Usar um inimigo comum, ou criar um inimigo a partir do nada (terrorismo), para amedrontar uma determinada sociedade em conformidade com as ideologias coletivistas. Uma vez que essa forma de pensar tenha fincado raízes, as liberdades pessoais podem ser negadas mais eficientemente, e uma rede de vigilância pode ser instituída. 

Instituindo uma Identificação Nacional

Em uma sociedade de vigilância, o inimigo usado para abater as massas é frequentemente um fantasma, ou uma ameaça insignificante para o governo. O verdadeiro inimigo é o próprio público, porque eles são a única força capaz de por fim ao controle do governo, assim, passos são normalmente dados para lidar com eles nesse sentido.

Isso normalmente começa com o monitoramento simplificado dos cidadãos. Uma das primeiras ações utilizadas pelos nazistas durante sua rápida ascensão ao poder foi instituir uma carteira de identidade nacional.

"Pelo estabelecimento de um registro de pessoas (Volkskartei - ID card) alcançaremos completa supervisão de todo o povo alemão."
-Herman Goring, citado no Censo Nazista

A China tem usado as carteiras nacionais de identidade para controlar seus cidadãos por décadas, e agora mudou para as identidades com chip de computador RFID que pode rastrear cada movimento de qualquer pessoa no país inteiro usando leitores de RFID instalados em câmeras de vigilância. (Já temos as novas carteiras de identidade com microchip, estão sendo implantadas paulatinamente). 

Em 2009, o Reino Unido também revelou uma nova carteira de identidade biométrica para os cidadãos britânicos. A carteira incluirá um chip RFID, dados de impressão digital e possivelmente no futuro próximo dados da retina ocular.

Os think tanks globalistas e o Departamento de Segurança Interna têm estado por anos pressionando os Estados Unidos para adotar uma carteira de identificação nacional. Nesse país, eles optaram por mudar a linguagem que eles usam a fim de convencer os americanos de que isso é razoável.

Alguns dos argumentos mais pronunciados usados para uma Carteira de Identidade Real nos Estados Unidos são:

1) A Carteira de Identidade Real não é uma carteira de identidade nacional porque seria emitida pelo estado, não emitida pelo governo federal, do mesmo modo que uma licença de motorista.

Observe que eles estão tentando jogar uma tecnicalidade aqui. O que eles não mencionam é que os Departamentos de Veículos Motores de quase todos os estados seriam obrigados a disponibilizar informações em um banco de dados nacional, que o Departamento de Segurança Interna poderia acessar. Borrar a linha entre Estadual e Federal não torna a Identidade Real menos do que uma Carteira de Identidade Nacional. 

2) A Identidade Real não seria obrigatória.

Quase todas as carteiras de identidade nacionais usadas por regimes comunistas e fascistas através da história começaram como "voluntárias", e aos poucos se insinuaram na vida diária do cidadão até que finalmente se tornaram necessárias. Sem mencionar que tem se tornado muito difícil nos Estados Unidos fazer qualquer coisa sem uma identidade. O Departamento de Segurança Interna tem até sugerido que a Real ID seja exigida para compra de medicamentos no balcão.

3) Uma Real ID protegeria você do roubo de identidade.

Não há informação em sua carteira de motorista normal que um criminoso não poderia conseguir por outros meios, e mesmo se ele conseguisse, para que poderia ele usar? A mídia tradicional tem estado inundando os cérebros das pessoas com histórias de roubo de identidades e hackers desonestos, mas raramente esses incidentes têm alguma coisa a ver com a identidade estadual. Uma Real ID não nos protegeria de absolutamente nada, salvo protelar nossa própria paranoia. (Uma identidade nacional com chip é mais segura, é a ideia vendida pelo governo e pela imprensa para nós brasileiros).
                                                                                                                                                                                            4) As identidades estaduais já têm dados biométricos, portanto, adicionar um pouco mais não vai importar.

Esse é um argumento absurdo. Altura, peso e cor dos olhos estão muito longe de escaneamento de impressões digitais e de retina, sendo que esta última pode ser usada para rastrear os movimentos de uma pessoa onde quer que ela vá. Sem mencionar que dados de impressão digital e retina é informação pessoal, e enquanto a quarta emenda existir, está fora dos limites das autoridades estaduais e federais.

5) O governo já tem a maior parte de suas informações de qualquer maneira, assim você não está dando a eles nada que eles já não tenham.

Essa é um tipo de lógica circular ingênua. Enquanto é verdade que a identidade estadual e a carteira de seguridade social já representam uma forma de identidade nacional, isso não significa que deveríamos simplesmente ceder e aceitar uma carteira de identidade simplificada e centralizada com chip de rastreamento RFID e nossos dados biométricos particulares. Talvez não devêssemos nem mesmo aceitar uma Carteira de Seguridade Social ou a forma corrente de identidade estadual também. O raciocínio aqui é: nós desistimos de um pouco de privacidade, portanto deveríamos também desistir de toda privacidade. Isso não é lógico de jeito nenhum.

Enquanto a lei da Real ID tem sido engavetada devido a aversão geral dos americanos pela catalogação do Big Brother, ela simplesmente permanece a espera no caso do governo vê uma oportunidade para forçá-la completamente. A decisão sobre a lei foi prorrogada até 2011; apenas mais um ano. Outro ataque terrorista bem sucedido (um ataque de falsa bandeira) poderia ser tudo que eles precisem para influenciar a maioria dos cidadãos americanos em direção a uma identidade nacional.

Converta o censo em uma ferramenta de vigilância

Junto com a identidade nacional, os funcionários do censo foram a chave na compilação de dados dos cidadãos na Alemanha nazista, e estavam intimamente ligados ao aparato nazista. Interessantemente, o censo aqui nos Estados Unidos tem estado operando do mesmíssimo jeito. Durante a 2a. guerra mundial o censo deu dados pessoais de nipo-americanos aos militares e funcionários locais de aplicação da lei, que então os usaram para cercá-los e colocá-los em campos de concentração.

Em 2004, durante a presidência de George W. Bush, eles foram pegos proporcionando dados particulares sobre árabe-americanos para o Departamento de Segurança Interna.

E, em fevereiro de 2009, Barack Obama colocou o Escritório do Censo sob o controle direto da Casa Branca.

O censo foi mesmo autorizado a criar um mapa com GPS marcando cada porta da frente da América, e um novo método de questionamento invasivo.

Uma pessoa curiosa e preocupada pode perguntar, o que vem depois...? 

Faça da privacidade um privilégio, ao invés de um direito

Nos Estados Unidos, a Quarta Emenda da Constituição especificamente protege cidadãos americanos da invasão de privacidade pelo governo ou autoridades estaduais. As proteções delineadas por esta Emenda estão sendo cuidadosamente erodidas. Muitas vezes ouvi o argumento de que não há necessidade de ter as informações privadas guardadas do governo. 

"Não há nada para se preocupar. Se você não fez nada errado, então não tem nada a esconder..." é o jeito comum de falar.

Essa afirmação é extremamente irracional por algumas razões. Primeiro, nos Estados Unidos, supõe-se que os cidadãos sejam tratados como inocentes até que se provem culpados relativamente a qualquer crime ou suspeita de crime. Contudo, em uma cultura de vigilância, todas as pessoas são tratadas com a suspeita de culpa. O ato de constante vigilância cria uma atmosfera na qual o cidadão tem constantemente de provar sua inocência todos os dias de sua vida para uma autoridade que está constantemente em sessão de julgamento. Quem tem convicção moral tão pura a ponto de ser capaz de supervisionar e arbitrar as vidas de cada ser humano? A resposta é: NINGUÉM TEM. Certamente não o governo. No entanto, as redes de câmeras de vigilância são autorizadas a surgir nas cidades por todo o país a despeito de qualquer evidência de que elas detenham o crime. (É o que está acontecendo no Brasil, câmeras por toda parte e a criminalidade cada vez pior).

E, tanto George W. Bush como Barack Obama tem apoiado a legislação FISA, que torna legal a espionagem do governo sobre os cidadãos.  

Isso nos trás ao segundo ponto: quem decidiu que o governo era semelhante a Deus? Governos são feitos de homens comuns, alguns deles ignorantes, alguns deles violentos e depravados, alguns deles tendenciosos, alguns deles francamente maus e todos eles falíveis. Por que certas subdivisões de pessoas colocá-os sobre um pedestal como baluartes de equidade e justiça que está além de mim? O pressuposto aplicado é que eles deveriam ser autorizados a nos vigiar porque eles são íntegros, e, portanto, lhes é oferecido o papel de "guardião" na sociedade. Isso é o oposto exato do que se pretendia quando a América lutou por sua independência. Ao governo nunca deveria ser dado o poder de guardião sobre as massas, mas o americano comum tem sido alimentado a força ultimamente com uma dieta de dependência. Tem nos sido vendida uma ideia de que em vez de cuidarmos de nós mesmos, deveremos ser cuidados, e isso inclui nossa segurança pessoal. (O que dizer então de nós brasileiros? Dependentes cada vez mais das decisões dos governos cada vez mais imorais e corruptos?).

Talvez não surpreendentemente, a maioria dos regimes ditatoriais modernos a princípio recebe amplo apoio popular, tudo com a falsa promessa de que um novo e mais rígido governo proporcionará força e segurança.

Francamente, tal impenetrável segurança é uma ilusão. Ninguém nunca está inteiramente seguro, nem mesmo em uma sociedade de vigilância. Se alguém quiser fazer alguma coisa terrível com você, no fim, você é a única pessoa que tem a habilidade de pará-la. Essa é a dura e fria realidade do ser humano. É o jeito que a vida é. Maciços controles do governo, câmeras e aplicação da lei não mudarão isso. Nem também o medo constante. Nós somos responsáveis por nossas próprias vidas, gostemos disso ou não.

Se a sociedade de vigilância for bem sucedida, pelo que devemos esperar?

Por que é o modelo globalista para o futuro, novamente devemos nos voltar para a China. A China, embora muitas vezes sendo elogiada por muitos governos ocidentais por seu "progresso", tem se tornado o pesadelo vivo para aquelas pessoas que não podem ou não se conformarão.

Os dissidentes na China, mesmo se eles forem pacíficos, são duramente punidos com espancamentos, aprisionamento, e até a morte. Alguns são simplesmente "desaparecidos". 

Como ilustra o recente hacking da base de dados do Google, a internet é vista em si mesma como um dispositivo de vigilância. O ocidente não fica muito atrás. O Reino Unido também está compilando um banco de dados do tráfego de todos os telefones, internet e emails para todo o país. 

Uma das consequências mais assustadoras de uma Sociedade de Vigilância é o tratamento das pessoas como não apenas inimigas, mas também como propriedade. Cidadãos se tornam unidades de consumo e produção, preferencialmente produzindo mais do que consomem.

Tanto os Estados Unidos como o Reino Unido tem flertado com a ideia de programas de serviços obrigatórios que forçariam as pessoas de todas as idades a entrarem nos planos de trabalho do governo por períodos de tempo estipulados. Uma vez mais, isso é parte da mentalidade coletivista que diz que o indivíduo vive somente para servir as necessidades do grupo. Enquanto até agora eles têm sido mal sucedidos, espere estes programas retornarem com força total no caso de qualquer turbulência econômica ou política nos países ocidentais. 

Na China, mesmo aqueles que são tratados com desdém racial, como os tibetanos, são ainda considerados propriedade do Estado. Alguém poderia pensar que desde que o governo chinês considera os tibetanos um incômodo, eles alegremente permitiriam a eles deixar o país e imigrar para a Índia. Esse não é o caso. Os chineses se encarregaram de iniciar a execução a sangue frio de qualquer tibetano que tentar fugir do que uma vez foi seu lar.

Tais ações revelam uma obsessão assustadora com controle que é consistente com o elitismo. Não é suficiente para tais governos tomar as terras das pessoas ou a liberdade de expressão. Eles também se esforçam por aprisioná-las dentro das fronteiras da rede de vigilância permanentemente, como bens móveis.

Enquanto nós ainda não atingimos o ponto de execuções casuais na fronteira, os Estados Unidos compuseram uma maciça lista de nomes, arquivados e catalogados no computador para referência em tempo real. Hoje é rotulada de "lista de observação de terrorista", ou a "lista de proibição de voar". 

Pessoas colocadas na lista de observação pelas agências de inteligência e aplicação da lei podem ser proibidas de voar, paradas nas fronteiras ou sujeitas a outros exames minuciosos. O governo afirma que a lista contém principalmente nomes estrangeiros, contudo, nos últimos dois anos 51.000 americanos têm preenchido requisições de "correção" afirmando que eles foram incluídos por engano na lista de observação.

O domínio do Estado sobre as pessoas tem sido levado tão longe até agora em países como a China, e até mesmo Israel, que eles têm se degenerado moralmente na direção de programas de colheita de órgãos.  

Enquanto o Reino Unido declarou seu objetivo de criar um processo semelhante de colheita de órgãos de mortos sem o consentimento.

Há um sério bloqueio mental grave na mente do americano comum que dita a nós que tais coisas não são possíveis neste país. Os fatos mostram, no entanto, que a maior parte das atividades criminosas pelos governos descritos acima já ocorreram nos Estados Unidos em um momento ou outro. Devemos também compreender que estas não são políticas chinesas, políticas israelenses, ou políticas britânicas; estas são políticas globalistas, e que se destinam, eventualmente, para o mundo inteiro, incluindo a América.

A diferença entre nós e as outras nações, a razão porque somos uma ameaça para o Globalismo, é que uma maior percentagem de nós é informada, armada, e ciente dos custos da liberdade. Muitas culturas não têm a experiência histórica do autogoverno. Poucas lutaram com sucesso pelas liberdades individuais. Como americanos, nós conhecemos intimamente o preço, as alegrias, e a dor de salvaguardar nosso direito nato de determinar nosso próprio destino além dos olhos curiosos dos políticos e aristocratas. De todos os povos do mundo, nós somos os mais capazes de colocar um fim no Globalismo e na centralização, se por nenhuma outra razão senão saber melhor do que a maioria exatamente o que é uma sociedade livre, e o que não é. Isso nos coloca em uma situação aterrorizante, uma posição de responsabilidade além do que qualquer geração antes de nós já lidou. Nós somos a última chance de emancipação da Sociedade de Vigilância planetária. Se nós fracassarmos, se nós cedermos nossa liberdade em troca de uma garantia de segurança que pode nunca ser cumprida, se aos Estados Unidos for permitido cair em tal desespero, o resto do mundo provavelmente seguirá. (E é pura verdade, daí porque os globalistas e seus asseclas do mundo todo já se alegram com a queda do dólar e o declínio econômico da América).

Fonte: http://neithercorp.us/npress/?p=226

   

sábado, 4 de dezembro de 2010

George Soros aposta na China como líder da Nova Ordem Mundial

DAVOS/SWITZERLAND, 27JAN10 - George Soros, Cha...Image via WikipediaGeorge Soros aposta na China como líder da Nova Ordem Mundial

Escrito por Raven Clabough

O bilionário esquerdista George Soros continua a fazer manchetes com seus sentimentos perturbadores relativos a Nova Ordem Mundial. No Conselho Internacional canadense na noite de segunda-feira, onde ele recebeu seu prêmio de globalista do ano, Soros não somente defendeu a formulação da Nova Ordem Mundial, mas declarou que a China deveria ser um dos líderes globais.

Na cerimônia, "Soros anunciou que a aderência da China a economia global está ficando mais apertada e comparou o desastre recente da economia dos Estados Unidos ao do Reino Unido depois da 2a. Guerra Mundial," relata The Blaze.

Suas afirmações vieram depois de duras críticas de paralisia política no Capitol Hill, que ele sustenta ter protelado reformas econômicas nos Estados Unidos.

Soros mantém que a China "tem crescido rapidamente buscando seus próprios interesses." (Parece que vale a pena salientar que o elogio de Soros pela China priorizar seus próprios interesses é confuso, enquanto ele tem criticado os Estados Unidos e a economia capitalista por fazer o mesmo na série de vídeos Story of Stuff).

Em seu discurso de aceitação ele acrescenta, "Eles agora têm de aceitar responsabilidade pela ordem mundial e os interesses das outras pessoas também."

Os sentimentos de Soros são reminiscências de declarações que ele fez em 2009 para o Financial Times, declarando que a China suplantaria os Estados Unidos como líder da Nova Ordem Mundial, e que a América deveria simplesmente aceitar e não ficar no caminho do progresso mundial. Como resultado, o governo americano, de acordo com Soros, não deveria resistir ao declínio do dólar, nem ao declínio dos padrões de vida e a introdução da moeda global.

Quando o Financial Times perguntou a Soros o que Obama deveria discutir em sua de visita de 2009 a China, ele respondeu:

Esta seria a hora porque eu acho que você realmente precisaria trazer a China para a criação da Nova Ordem Mundial, a ordem financeira mundial. 

Eu acho que precisamos de uma Nova Ordem Mundial, que a China tem de ser parte do processo de criação dela e eles têm de comprar, eles têm de possuí-la do mesmo modo que os Estados Unidos possuem... a ordem atual. 

Ele acrescentou que o declínio ordenado do dólar era "desejável", uma vez que permitirá que todo o sistema fosse reconstituído em direção a moeda global.  

De acordo com o Prison Planet, em 2009:

Soros previu que a China se tornaria o novo motor da economia global, substituindo os Estados Unidos, e que isso retardaria o crescimento econômico e reduziria os padrões de vida.

Soros caracterizou os Estados Unidos como um entrave na economia global por causa do declínio do dólar.

Na época, Soros acrescentou que o G-20 era o movimento na direção certa para a governança global.

Na segunda-feira, contudo, Soros proclamou seu desapontamento com o  G-20:

A ordem mundial como nós a conhecemos está se tornado um desastre. O G-20 parecia a nova área central de cooperação, e realmente desempenhou o papel na conferência inicial, mas desde então as opiniões têm se dispersado e em Seul eu acho que o processo foi levado um passo adiante.

Soros reconhece que o caminho para a Nova Ordem Mundial não será fácil. O Globe and Mail relata, "Olhando para a frente, o Sr. Soros disse que a governança global é uma preocupação premente, mas é difícil de implementar."

Soros afirma, "Considerando que a globalização e desregulamentação se espalham como um vírus, a regulamentação é extremamente difícil de alcançar em escala internacional."

Novamente, o Globe and Mail:

O Sr. Soros escolheu não atacar os Estados Unidos por acelerar suas prensas de impressão em sua nova rodada de flexibilização quantitativa, concentrando-se em vez disso nas políticas de câmbio da China. Falando em uma festa de gala organizada pelo Conselho Internacional Canadense em Toronto, o S. Soros disse que a moeda Chinesa desvalorizada manipula o comércio mundial e distorce a recuperação da economia global. 

Mais perturbadoramente, Soros indicou na festa de gala, "Hoje, a China tem não somente a economia mais vigorosa, mas, na verdade, um governo funcionando melhor que o dos Estados Unidos."   

Para esclarecer, o progressista Soros está afirmando que o governo da China - o mesmo que suprime a divergência, força abortos de seus cidadãos, e tortura membros da fé Falun Gong - é um governo funcionando melhor do que aquele dos Estados Unidos.

Em certa medida, as alegações de Soros fazem sentido, pois são representativas da típica mentalidade progressista de que um governo central maior e mais poderoso (e sufocante) é o governo ideal.  

Por exemplo, o presidente progressista Woodrow Wilson uma vez disse, "Vocês sabem que foi Jefferson quem disse que o melhor governo é aquele que governa o menos possível... mas esse tempo é passado. A América não é agora e não pode no futuro ser um lugar para empreendimento individual irrestrito."

Dado que Soros espera representar um papel na formulação da Nova Ordem Mundial, tem provado desempenhar ele mesmo papeis influentes no colapso dos regimes, tem visado os Estados Unidos como um "obstáculo" no caminho da Nova Ordem Mundial, e agora confessadamente favorece as políticas do governo chinês, não deveriam os americanos estar preocupados?

Fonte: http://www.thenewamerican.com 

Nota: Tudo o que o Sr. Soros afirma em suas declarações é o que há anos a grande mídia tem rotulado de teoria da conspiração e ridicularizado seus defensores; temos nessas declarações não só a confirmação de um plano para enfraquecer os Estados Unidos, como também a forma para obter sucesso nessa empreitada.

Note-se que a crise financeira iniciou-se nesse país e que a moeda americana perde valor diariamente, e vários presidentes e instituições já se declararam a favor abandonar o dólar como moeda internacional de troca. Inclusive o presidente Lula que faz parte do G-20, e já se declarou a favor de fortalecer o FMI como o grande fiscalizador das finanças internacionais, assumindo poderes mais vigorosos na intromissão de assuntos internos dos países, seria um futuro banco central mundial. 

  

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