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quarta-feira, 14 de março de 2012

ONU estimula abortos de seleção sexual e desvalorização das mulheres

Flag of UNICEFImage via Wikipedia Escrito por Wendy Wright | 12 Março 2012

Artigos - Globalismo 


(C-FAM) - As agências mais importantes da Organização das Nações Unidas estão promovendo ativamente as duas principais causas do imenso desequilíbrio sexual da Ásia, acusou uma especialista de políticas populacionais nesta semana durante uma conferência de mulheres da ONU.


Falando num painel durante a Comissão sobre a Condição das Mulheres que a ONU faz todo ano, a Dra. Susan Yoshihara identificou três razões para o fenômeno da “escassez de meninas” na China, Índia e que está se espalhando para outras nações. As causas principais para as matanças em massa, disse ela, são o acesso a tecnologias que facilitam o aborto, uma preferência por filhos homens e o desejo dos pais ou do governo por famílias pequenas.

Entre 33 milhões e 160 milhões de meninas não estão vivas hoje devido ao aborto ou ao infanticídio. “As meninas são mortas porque são meninas. Dificilmente isso é sinal do avanço das mulheres”, disse a Dra. Yoshihara. Contudo, as agências da ONU incumbidas de promover direitos humanos, saúde, crianças e mulheres agressivamente promovem duas das três razões para os abortos de seleção sexual: famílias de tamanho pequeno e abortos.

Numa declaração conjunta sobre “Prevenção à seleção sexual por preconceito sexual”, o Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos, o UNICEF, o FNUAP, a Organização Mundial de Saúde e Mulheres da ONU afirmam falsamente que os países são obrigados a tratar os abortos de seleção sexual sem negar acesso aos abortos, declarando que seria “mais uma violação dos direitos dela à vida e saúde conforme estão garantidos em tratados internacionais de direitos humanos, e empenhados em acordos de desenvolvimento internacional”.

Não existe, nos tratados ou acordos internacionais, nenhuma obrigação de aborto.

O problema é horrendo. Em geral, a China tem 120 meninos para cada 100 meninas. Em algumas partes da China, esse número é 150 meninos para cada 100 meninas que nascem. Na Índia, a “desejabilidade de meninas cai com cada filho”, com os pais “não medindo nenhum esforço para garantir que seu segundo bebê seja um filho do sexo masculino”, disse a Dra. Yoshihara.

Décadas atrás, defensores do controle populacional financiados por ricas fundações ocidentais implementaram programas de grande escala em países visados como China e Japão. De acordo com Yoshihara, eles investiram em métodos de seleção sexual porque reconheceram os efeitos multiplicadores da seleção de meninas. O aborto se tornou o método preferido de redução populacional, considerando que os agentes poderiam identificar uma mulher grávida com mais facilidade do que identificam uma mulher que está pensando em ficar grávida.

As consequências dos programas de controle populacional carregam pesados custos sociais e de segurança internacional. Menos mulheres nas sociedades estimulam sequestros, vários homens possuindo a mesma mulher e tráfico humano. A rápida queda na fertilidade significa menos pessoas para sustentar uma crescente população idosa. Reconhecendo a iminente falta de jovens para preencher fileiras militares, líderes governamentais poderão ter atitudes agressivas para com outras nações enquanto puderem.

Na China, diariamente, 500 mulheres cometem suicídio, relatou Tessa Dale de “All Girls Allowed” no painel patrocinado por REAL Women do Canadá. Tessa descreveu casos de abortos forçados de terceiro trimestre que matam tanto mãe quanto filho, e de uma mãe que foi forçada a escolher entre entregar uma de suas duas filhas ou ser esterilizada. Desejando um filho do sexo masculino, ela não conseguia decidir. Autoridades governamentais então tomaram sua filha mais nova.

Meninas são raptadas com a idade de 2 ou 3 anos, enquanto são novas demais para imaginar como voltar para casa.

“All Girls Allowed” fornece apoio para famílias chinesas que acolhem suas filhas, especificamente trabalhando em vilas com desequilíbrios sexuais que chegam até a 170 meninos para 100 meninas.

Líderes da ONU apresentam falsas escolhas para as nações em desenvolvimento, comentou a Dra. Yoshihara. Os países precisam decidir entre desenvolvimento e crianças; promover direitos humanos (definidos como incluindo aborto) ou ter famílias.

“É uma escolha mortal”, declarou ela.

Publicado no 'Friday Fax ' do C-FAM .
Tradução: Julio Severo
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quarta-feira, 16 de março de 2011

Aborto forçado: Sonho da elite científica

Malthus cautioned law makers on the effects of...Image via WikipediaAborto forçado: Sonho da elite científica

Por Paul Joseph Watson

Infowars.com

A história de hoje sobre uma mulher grávida na China que foi brutalmente espancada e sequestrada por capangas do estado antes de ser injetada a força com drogas para matar seu bebê ainda não nascido serve como um forte lembrete que o atual czar de ciências da Casa Branca, John P. Holdren, defendeu a criação de um "regime planetário" que realizaria medidas draconianas semelhantes na América como parte do zelo eugenista para reduzir a população mundial.

Xiao Aiying, 36 anos, estava no oitavo mês de gravidez quando 12 funcionários do governo entraram na casa dela, batendo e chutando brutalmente no estômago dela antes de arrastá-la se debatendo e gritando para o hospital estatal. Seu crime? Ela tinha concebido o segundo filho e não pagou a multa obrigatória de $40.000 dólares por quebrar a famosa política chinesa do filho único.

Aiying foi pressionada e injetada a força com drogas para matar o bebê. A mulher, que foi filmada no hospital com grandes hematomas em seus braços e seu filho morto ainda dentro dela, disse: "Eu tinha esse bebê, senti ele se movendo ao redor na minha barriga. Você pode imaginar como eu me sinto agora?“, relata o Daily Mail.

A vasta maioria das pessoas acharia tal história repulsiva, mas se o czar de ciências da Casa Branca John P. Holdren e uma legião de eugenistas de mesma opinião forem permitidos implementar suas medidas autocráticas de controle da população, abortos forçados poderiam estar chegando a América. Esse é o sonho da elite científica que tem doutrinado o globo para abraçar a religião doentia da eugenia e controle da população.


Em seu livro de 1977 Ecoscience, Holdren explicitamente defendeu o aborto forçado. O co-autor do livro de Holdren era Paul Ehrlich, famoso por suas previsões espetacularmente imprecisas sobre como a superpopulação destruiria o meio ambiente.

Na página 837, Holdren e seus co-autores escrevem, ” com efeito, concluiu-se que leis compulsórias de controle da população, até incluindo leis exigindo aborto compulsório, poderiam ser sustentadas sob a Constituição existente se a crise populacional se tornasse suficientemente severa para por em perigo a sociedade."

Na página 786, Holdren explica como mães solteiras deveriam ter seus bebês levados embora pelo governo; ou falhando isso ser forçadas a fazer abortos.


"Uma maneira de defender essa desaprovação poderia ser insistir que todos os bebês ilegítimos sejam colocados para adoção - especialmente aqueles nascidos de menores, que geralmente não são capazes de cuidar adequadamente de uma criança sozinha. Se uma mãe solteira realmente desejasse manter seu bebê, ela poderia ser obrigada a passar por procedimentos de adoção e demonstrar sua capacidade de apoiar e cuidar dele. Procedimentos de adoção provavelmente deveriam permanecer mais difíceis para pessoas solteiras do que para casais, em reconhecimento da relativa dificuldade de criar filhos sozinha. Seria mesmo possível exigir que mulheres solteiras grávidas casar ou fazer aborto, talvez como uma alternativa a colocação para adoção, dependendo da sociedade."

Para evitar as mulheres de conceber, em primeiro lugar Holdren defende envenenar o fornecimento de água com drogas esterilizantes, contanto que não prejudique os animais.

Da página 787-8, "Adicionando um esterilizante a água potável ou a alimentos básicos é uma sugestão que parece horrorizar as pessoas mais propostas para controle involuntário de fertilidade. De fato, isso colocaria algumas questões políticas, legais e sociais muito difíceis, para não falar dos problemas técnicos. Nem tais esterilizantes existem hoje, nem parece haver algum sob desenvolvimento. Para ser aceitável, tal substância teria de atender alguns requisitos bem rígidos: tem de ser uniformemente eficaz, a despeito das doses amplamente varáveis recebidas pelos indivíduos, e a despeito dos vários graus de fertilidade e sensibilidade entre indivíduos; tem de ser livre de perigos ou efeitos colaterais indesejáveis; e não pode ter efeito nos membros do sexo oposto, crianças, pessoas idosas, animais de estimação ou na pecuária".

Nas páginas 786-787, Holdren apresentou a ideia de implante compulsório que impeça que as mulheres engravidem até que recebam permissão do governo para isso.

"O desenvolvimento de cápsulas de esterilização de longo prazo que poderiam ser implantadas sob a pele e removidas quando a gravidez é desejada abre possibilidades adicionais para o controle de fertilidade coercitivo. A cápsula pode ser implantada na puberdade e deve ser removível, com permissão oficial, para um número limitado de nascimentos."

Como já documentamos exaustivamente, o mito da superpopulação é uma pseudociência completamente desacreditada. Citada pelos defensores do controle da população como uma justificação doentia, na realidade é simplesmente a fachada para o movimento elitista diluir o excedente humano de modo que possamos ser mais facilmente escravizados e governados pelo "regime planetário" que Holdren requer nas páginas 942-943.

Como revelamos em uma reportagem no mês passado, a agenda verdadeira por trás do atiçamento das chamas dos temores sobre a superpopulação é a redução dos padrões de vida globalmente, pela prevenção de que o terceiro mundo se torne economicamente próspero, enquanto também eviscera a classe média das nações ocidentais.

Um projeto vazado das Nações Unidas concernente a necessidade de re-energizar o movimento em direção ao Governo Mundial esboçava um plano para remarcar o aquecimento global como "superpopulação" como um meio de desmantelar a classe média desencorajando-a a ter filhos.

O fato de que depois de ter defendido medidas que poderiam muito facilmente ter vindo de uma mente pervertida de alguém como o monstro nazista Dr. Joseph Mengele, Holdren está agora administrando projetos de geo-engenharia focalizados em pulverizar a atmosfera com perigosas partículas sulfúricas, a ameaça é clara. Nós literalmente temos cientistas malucos que querem sequestrar mulheres grávidas e matar seus bebês responsáveis pela política científica e do orçamento de muitos bilhões de dólares que vai com ela.

Como John Holdren está ainda sendo pago com dinheiro do contribuinte para elaborar políticas ambientais e de saúde pública quando ele tem defendido publicamente aborto forçado e programas ilegais de esterilização em massa é uma acusação grave de como os internos estão dirigindo o asilo.

É hora de fazer Bernie Madoff Secretário do Tesouro?

Por que não colocamos Charlie Manson responsável pela educação?

Que tal contratar Kim Jong-Il como embaixador estrangeiro?

Paul Joseph Watson é o editor e escritor de Prison Planet.com

Fonte: www.prisonplanet.com

Nota: A teoria de que a terra está superpovoada e em breve não terá condições de manter toda a população é tão antiga quanto Thomas Malthus e já foi desmascarada pelo desenvolvimento científico durante o século 20. 

Mas é uma teoria desmascarada pelo desenvolvimento científico e industrial dos séculos 19 e 20.  

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

ONU promove sexualização precoce

UNICEFImage via Wikipedia

ONU promove sexualização precoce

Sharon Slater | 22 Abril 2010

Artigos - Globalismo

Usando conceitos como "educação sexual abrangente", a ONU quer desestruturar a família. Leia o discurso de Sharon Slater, presidente da Family Watch International, proferido no encontro da Comissão de População de Desenvolvimento da ONU, no dia 15 de abril.

Sr. Presidente, Ilustres Delegados, gostaria de chamar a vossa atenção para alguns assuntos sérios relacionados com as deliberações que ocorrem na Comissão sobre População e Desenvolvimento. Para colocar isto em um contexto, preciso falar sobre o que aconteceu em deliberações da CPD no ano passado. No ano passado, no final das deliberações, uma frase foi proposta para o projeto de resolução do CPD convidando os governos a fornecerem "educação abrangente sobre sexualidade humana".

Nós estávamos muito preocupados porque este era um novo termo indefinido e um afastamento da linguagem tradicional da "educação sexual" utilizada nos últimos documentos de consenso da ONU. Nossas preocupações foram confirmadas, quando apenas alguns meses depois, a UNESCO, em colaboração com a UNICEF, o FNUAP, OMS e ONUSIDA, lançou uma cópia de esboço de seu novo Diretrizes Internacionais sobre Educação Sexual Abrangente.

Estas diretrizes extremamente controversas foram criadas para levar a educação sexual para todo o mundo e promover um tema de prazer sexual que temos encontrado em um número de guias de educação sexual publicados pela ONU. Estas Diretrizes da UNESCO originais sugerem ensinar crianças de cinco anos que eles podem tocar partes de seu corpo para obter prazer sexual e ensinar a crianças de nove anos a definição e função do orgasmo, e encorajar educadores sexuais a ensinar às crianças que "Tanto homens como mulheres podem dar e receber prazer sexual com um parceiro do... mesmo sexo".

Desde então, a UNESCO revisou suas diretrizes de sexualidade originais, moderando-as um pouco. No entanto, ao ler sua versão original, vocês podem ver que cinco agências da ONU estavam originalmente planejando promovê-las às crianças sob à guisa de "educação abrangente sobre a sexualidade humana", antes de um certo número de Estados Membros da ONU reclamar.

Em 2002, na Cúpula Mundial para as Crianças, nós expusemos um manual publicado pela ONU para crianças, distribuído no México, que tinha uma página sobre como obter prazer sexual, incluindo com uma pessoa do mesmo sexo, com um animal, com um objeto inanimado ou com uma pessoa sem o seu consentimento.

E se vocês não estão preocupados ainda, deixe-me dizer a vocês o que aconteceu na 54º sessão da Comissão sobre o Status da Mulher deste ano. Em um evento paralelo colocado pela Girl Scouts em parceria com a UNICEF, eu peguei este livreto, publicado pela International Planned Parenthood Federation, que é dirigido para jovens e que afirmam ensinar-lhes sobre os seus "direitos sexuais e reprodutivos". O livreto afirma que estes "direitos" são reconhecidos pelo mundo como "direitos humanos". Afirma que o livreto está "aqui para apoiar o seu prazer sexual". Ele diz que jovens podem fazer sexo em várias maneiras demasiadas gráficas para repetir em um fórum como este. É todo sobre prazer sexual através da masturbação, com pessoas do mesmo sexo e até mesmo embriagados com álcool.

Mas pior que isso, este livreto diz realmente a jovens infectados pelo HIV que leis que os obrigam a revelar o seu status com seus parceiros sexuais violam seus direitos humanos.

Isso não deve ser tolerado na ONU ou em qualquer outro lugar! Agora não. Nem nunca mais.

Em dezembro do ano passado, minha família adotou três irmãos órfãos com SIDA em Moçambique. Ambos seus pais tinham morrido de SIDA. Eu cuidei de seu irmão mais velho, enquanto ele sofria de uma forma horrível durante os últimos estágios da AIDS. Mesmo assim, materiais estão sendo distribuídos na ONU, incentivando os mesmos comportamentos que colocam o HIV pandêmico.

É ultrajante que este livreto "Saudável, Feliz e Hot" também foi distribuído para os jovens que participaram do evento paralelo à Organização das Nações Unidas, patrocinado por aqueles que a criaram.

É revoltante que as agências da ONU estão a promover programas de educação sexual que encorajam jovens a engajar prematuramente na atividade sexual para obter prazer sexual, mas é inconcebível que jovens infectados pelo HIV estão sendo incentivados a ter relações sexuais com qualquer um que eles quiserem, do jeito que quiserem, sem revelar o seu status.

O que estamos fazendo aqui?

Por que é que o projeto de documento a ser negociado agora tem inúmeras referências à sexualidade e direitos sexuais?

Por que é que os países em desenvolvimento estão sendo pressionados agora pelas nações desenvolvidas no mesmo documento a ser negociado nesta conferência para aceitar este tipo de "educação abrangente da sexualidade humana", que irá sexualizar prematuramente suas crianças e colocá-las em risco de morte, entre outras coisas, tudo sob o disfarce de educação sobre o HIV/AIDS e do empoderamento de mulheres e meninas?

Por que é que o mundo desenvolvido está tentando importar suas ideologias sexuais radicais sob a bandeira enganosa de "direitos sexuais" ou "saúde e direitos sexuais" ou "informações relativas à saúde sexual e direitos" ou "serviços e informações sobre saúde e direitos reprodutivos" ou qualquer uma das muitas e múltiplas referências carregadas no documento em um esforço deliberado para pressionar os países a aceitarem estas referências, às vezes até tarde da noite, sem interpretação em sua própria línguagem?

Por que é que a comunidade internacional não está respeitando os direitos soberanos e valores culturais e religiosos preconizados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e inúmeros outros documentos consensuais das Nações Unidas, para manter seus valores que sustentam a instituição da família?

Como é que a ONU se extraviou de sua finalidade original, e agora as deliberações em conferências como esta são obcecadas com discussões sobre sexualidade e direitos sexuais, questões que deveriam ser deixadas para as nações decidirem por si?

Por que é que a questão do aborto, também disfarçada sob vários termos eufemísticos, está sendo forçada nas nações em desenvolvimento contra a sua vontade? Como é que o termo "saúde reprodutiva" ou "serviços de saúde reprodutiva" ou "direitos reprodutivos" está sendo usado agora pelos governos com grandes bolsos para promover a legalização do aborto nos países que se opõem ao aborto, porque eles acreditam que este está tomando as vida de um ser humano?

Palavras relacionadas à reprodução e à saúde reprodutiva significam reprodução, ou seja, ter filhos, mas o termo tem sido deliberadamente manipulado por relatórios obscuros apresentados à ONU, materiais criados por agências da ONU e ONGs de mentalidade abortista (muitas que têm a lucrar com o aborto) e os governos de mente abortista que procuram reinterpretar ou desvirtuar qualquer linguagem relacionada à saúde reprodutiva para agora incluir o aborto, embora muitos dos Estados Membros da ONU negociando os documentos que contêm tais termos rejeitaram a inclusão do aborto como parte da saúde reprodutiva, quando estes documentos foram negociados.

Esta manipulação de agências da ONU, negociações da ONU e documentos finais, comitês da ONU interpretando os tratados das Nações Unidas, e linguagem comum nos documentos anteriores das Nações Unidas para promover direitos sexuais radicais e aborto contra a vontade ou, por vezes, sem o conhecimento ou compreensão completa ou consentimento dos estados membros da ONU, não devem ser tolerados e têm que parar.

Essa manipulação do sistema das Nações Unidas por indivíduos e organizações promovendo sua própria agenda sexual e não a agenda coletiva e unificada de todos os estados membros da ONU deve cessar. Toda essa investida por direitos sexuais mina a instituição da família, que a Declaração Universal dos Direitos Humanos claramente declara ser "o núcleo natural e fundamental da sociedade" que é "intitulada à proteção pela sociedade e pelo Estado".

Apelamos aos Estados-Membros das Nações Unidas, agências da ONU, ONGs e todas as entidades dentro do sistema das Nações Unidas a respeitar os direitos, valores culturais e religiosos de todos os Estados Membros da ONU em seu trabalho nas Nações Unidas e cessar a promoção do aborto e dos direitos sexuais através das Nações Unidas.

Obrigada.

Tradução: Júlio Lins

Fonte: www.midiasemmascara.org




sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Células de fetos abortados usadas em produtos de beleza.

soylent greenImage by vj_pdx via Flickr

Células de fetos abortados usadas em produtos de beleza.

Por Valerie Richardson

The Washington Times


Uma companhia de cosméticos de San Francisco acendeu uma gritaria entre grupos pró-vida por incluir um ingrediente inesperado em seus cremes anti-envelhecimento: proteínas de células epiteliais de fetos abortados.

Filhos de Deus pela vida, um grupo de observadores que monitora o uso de material fetal em produtos médicos, convocou um boicote na semana passada de todos os tratamentos fabricados pela Neocutis Inc., que reconhece que o ingrediente principal de sua linha de produtos foi desenvolvido de um garoto abortado.

"Não há desculpa para usar bebês abortados em produtos de tratamento da pele", disse Debi Vinnedge, diretora executiva de Crianças de Deus pela Vida, uma organização de 10 anos baseada em Murfreesboro, no Tennesse. "A reação, o choque e a raiva que senti foi incrível."

Em uma declaração liberada sexta-feira, em resposta a onda de condenação de blogues pró-vida e religiosos, a Neocutis defendeu o uso da marca registrada de seu ingrediente, Proteínas de Células da Pele Processadas, ou PSP, argumentando que a linhagem de célula fetal foi colhida de uma maneira responsável e ética para uso em tratamento de severos danos dermatológicos.

A companhia comparou sua situação a dos pesquisadores que usavam células de rim de fetos para desenvolver vacinas contra a pólio.

"Nossa visão - que é compartilhada pela maioria das organizações médicas e pacientes - é que o limitado, prudente e responsável uso de tecido da pele de fetos pode continuar para amenizar o sofrimento, acelerar a cicatrização, salvar vidas e melhorar o bem estar de muitos pacientes ao redor do globo," disse a declaração.

O ingrediente foi desenvolvido na Universidade de Lausanne na Suíça, de proteínas de tecidos da pele de um menino de 14 semanas abortado no hospital da universidade e doado a Universidade suíça. O aborto foi considerado necessário do ponto de vista médico porque o bebê poderia não sobreviver até o fim da gestação, de acordo com a Neocutis.

A linhagem de células epiteliais fetal foi tirada de um pedaço de pele do tamanho de um selo postal e doada voluntariamente pelos pais para a pesquisa médica. A doação foi aprovada pelo comitê de ética médica do hospital e está em concordância com as leis suíças, disse a declaração da Neocutis.

A Neocutis também insistiu que aquela única doação seria suficiente para a produção de seus produtos. Os críticos argumentam que é impossível saber quanto tempo a linhagem da célula durará, mas a Neocutis afirma em seu website que "nenhuma biópsia fetal jamais será requerida."

"Sentimos que estamos em completa concordância com as leis de Deus e as leis dos homens", o presidente da Neocutis Mark J. Lemko disse em uma resposta de e-mail aos críticos, o qual está postado no website de Crianças de Deus pela Vida.

A senhorita Vinnedge acusou a companhia de utilizar sua aplicação médica PSP a fim de chamar atenção para o uso de seu cosmético. Apesar de a companhia desenvolver o PSP para tratamento de úlceras da pele, queimaduras e cicatrizes , a Neocutis logo reconheceu o valor dos ingredientes em restaurar o envelhecimento da pele.

Os produtos cosméticos da Neocutis que usam a linhagem de células incluem o creme bio-restaurador da pele, hidrogel bio-restaurador Bio-Gel, creme bio-restaurador para os olhos Lumiere e bio-restaurador Serum com tratamento de manchas intensivo com PSP. Em termos de preço, eles não são exatamente comparáveis a Maybelline: uma garrafa de 28 grs. de creme bio-restaurador Journee custa 120 dólares.

Julie Brown, presidente da Liga da Vida Americana, disse que embora o uso de partes de fetos abortados seja indefensável qualquer que seja o propósito, o uso da Neocutis para um produto tão trivial quanto um creme antienvelhecimento expressa unicamente uma moda atual e o desejo pela eterna juventude.

"O que é novidade sobre isto é nossa atitude cultural em direção ao embelezamento e nosso senso do eu... e viver para sempre," ela disse.

A senhorita Vinnedge disse que ela objetaria usar as linhagens de células fetais não importa qual seja o uso, médico ou cosmético, argumentando que as células maduras são igualmente eficientes. Realmente, outras companhias produzem cremes para pele avançados usando proteínas derivadas de placentas pós-natal, as quais a senhora Brown reputou completamente aceitáveis moralmente pelos defensores da vida.

Mesmo assim, a senhorita Vinnedge disse que usar tecido fetal em cremes anti-rugas cruza as fronteiras da moral e da ética.

"Isto é pura vaidade," disse a senhorita vinnedge. "Estamos falando de tratamento médico versus tratamento por vaidade."

Ela comparou isso ao uso nazista de peles de judeus para fazer abajur. Seu website mostrou um clip de um filme de ficção científica de 1973 chamado "Soylent Green", no qual é descoberto que o "ingrediente secreto" em um biscoito popular é carne humana.

A amostra original de pele pode ter sido minúsculo, ela disse, mas é desse jeito que é um bebê que está por nascer. "Eles dizem que a amostra de pele foi do tamanho de um selo postal - bem, algo desse tamanho poderia significar as costas toda," disse a senhorita Vinnedge.

Nem o website da Neocutis nem a sua propaganda fazem qualquer segredo do uso de linhagens celulares fetais pela companhia.

As entradas online da firma dizem que os produtos foram "inspirados pelas propriedades únicas da pele dos fetos" e que a tecnologia "usa culturas de linhagens de células fetais para obter uma mistura de nutrientes de pele ótima e naturalmente equilibrada."

"Neocutis significa, literalmente, nova pele. E quem não gostaria de voltar no tempo e criar uma perfeita pele de bebê novamente?" Diz um anúncio.

Mesmo os críticos da companhia ficaram surpresos com a sua sinceridade. Por anos, a senhorita Vinnedge disse que ela tinha ouvido rumores de que algumas companhias de beleza usam linhagem fetal de abortados em seus produtos, mas ela nunca tinha sido capaz de confirmar porque a Administração de Alimentos e Drogas (FDA) não requisita a listagem dos ingredientes dos cosméticos.

"Normalmente, quando as pessoas nos escrevem sobre cosméticos, dizemos a elas que é impossível descobrir," diz a senhorita Vinnedge. "É por isso que eu não posso acreditar que (a Neocutis) postou isso."

A senhora Brown disse que a declaração da companhia a impressionou tanto moralmente quanto filosoficamente.

"Nós achamos que a companhia conseguiu a posição que tem porque eles estão tentando se alinhar com a identidade católica de alguns de seus fundadores," ela disse. Os funcionários da Neocutis "não parecem achar que há qualquer cumplicidade da parte deles" por usar produtos de aborto.

"Eu acho que muitas companhias apenas dizem, 'há um bem a ser alcançado, ' e não importa como," ela disse.

A senhora Brown disse que esse desenvolvimento não é especialmente surpreendente para ela, relembrando que o seu grupo publicou um livro em 1981 chamado "101 usos para um bebê morto," no qual a autora Olga Fairfax escreveu que o tecido fetal poderia ser usado em produtos de cuidado da pele e até para fazer crescer novos membros.

"Agora, estamos mais avançados do que (a Srta. Fairfax) poderia ter imaginado," a senhora Brown disse.

A organização da senhorita Vinnedge tem pressionado o congresso por anos para uma legislação mais detalhada da rotulagem na medicina, mas ela diz que agora amplia sua proposta para incluir os cosméticos.

"A PETA (organização de proteção dos animais) assegurou-se de que soubéssemos que as companhias não estão testando cosméticos em animais," ela se referia ao grupo de direito dos animais Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais. "Nós queremos ter certeza de que eles não estão usando material fetal."

Fonte: www.newsmax.com/insidecover/fetal_cells_cosmetics/2009/11/03/280834.html

Nota: Por mais chocante que possa parecer isso é mais comum do que a maioria das pessoas imaginam.

Há empresas que usam material fetal para produzir sabonetes e existe até um mercado bastante ativo de comercialização de partes de bebês abortados para experiências científicas clandestinas. Os bebês são fatiados e as partes vendidas separadamente.

E o mais horripilante é que há também a venda de fetos abortados para alimentação. Há pessoas, obviamente totalmente depravadas, que comem fetos de bebês abortados.

É o ser humano mostrando toda a maldade que há em seu coração.










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sábado, 18 de julho de 2009

O principal conselheiro de ciência de Obama pediu um "Regime Planetário" para reforçar as medidas de controle totalitário da população.


O principal conselheiro de ciência de Obama pediu um "Regime Planetário" para reforçar as medidas de controle totalitário da população.

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
11 de julho de 2009


O principal conselheiro de ciência e tecnologia do presidente Obama foi co-autor de um livro em 1977 no qual ele advogava a formação de um "regime planetário" que usaria uma "força policial global" para reforçar medidas totalitárias de controle da população, incluindo abortos forçados, programas de esterilização em massa, conduzidos via alimentação e fornecimento de água, bem como implantes corporais obrigatórios para evitar que os casais tivessem filhos.

Os conceitos descritos por Holdren em seu livro de 1977, chamado Ecoscience, que ele co-escreveu com seus colegas mais próximos Paul Ehrlich e Anne Ehrlich, eram tão chocantes que uma primeira página da revista de história de 2009 sobre o assunto foi amplamente rejeitada como estranho, porque as pessoas não poderiam acreditar que aquilo poderia ser verdade.

Foi somente quando outro blog da internet obteve o livro e postou excertos que a terrível verdade do que Holdren tinha realmente vertido para o papel começou a afundar.

Essa questão é mais importante do que nunca, porque Holdren e seus colegas estão agora na vanguarda dos esforços para combater as "mudanças climáticas", através dos mesmos modos insanos dos programas focados na geo reconstrução do planeta. Tal como nós relatamos em abril, Holdren recentemente defendeu "projetos de geo reconstrução em larga escala para esfriar a terra", como atirar partículas de poluição na atmosfera superior para refletir os raios do sol, que muitos já apontaram estar ocorrendo através dos rastros químicos.

Ecoscience discute uma série de maneiras em que a população mundial poderá ser reduzida para combater o que os autores consideram como a maior ameaça da humanidade - a superpopulação. Em cada caso, as propostas são redigidas em sóbria retórica acadêmica, mas o assustador fundamento sobre o que os autores estão defendendo é claro. Estas propostas incluem:

- Esterilização forçada e sem conhecimento de toda a população, adicionando drogas para infertilidade nos suprimentos de alimentos e água de toda a nação.

- Legalizar os "abortos obrigatórios, ou seja, abortos forçados realizados contra a vontade da mulher grávida, como é lugar comum na China comunista, onde as mulheres que já tiverem um filho e recusarem-se a abortar o segundo são raptadas na rua pelas autoridades onde é realizado o procedimento para forçar o aborto do bebê.

- Bebês que nascem fora do casamento ou de mães adolescentes devem ser obrigatoriamente levados para longe da mãe pelo governo e colocados para adoção. Outra medida proposta é a que forçaria as mães solteiras a demonstrar ao governo que podem criar uma criança, introduzindo efetivamente a licença para ter filhos.

- Implementar um sistema de "controle de natalidade involuntário", em que ambos, homens e mulheres, seriam obrigados a terem um dispositivo de infertilidade implantado em seu corpo na puberdade e que seria retirado temporariamente se tivessem recebido permissão do governo para terem um bebê.

- Esterilizando permanentemente as pessoas que as autoridades considerem que já tiveram muitos filhos ou que tenham contribuído para a "deterioração social geral".

- Aprovar formalmente uma lei que criminaliza ter mais de duas crianças, similar a lei do filho único da China.

- Isso tudo será supervisionado por um transnacional e centralizado "regime planetário", que utilizaria uma "polícia mundial" para aplicar as medidas descritas acima. O "regime planetário" também teria o poder de determinar os níveis populacionais de cada país do mundo.

Fonte: www.prisonplanet.com

Tradução e adaptação: o observador







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