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sábado, 31 de julho de 2010

Os globalistas estão chegando

Os globalistas estão chegando.

Blog do Mr. X

O Olavo de Carvalho escreve sobre essa história de globalismo há tempos. Confesso que eu achava que ele estava pirando na batatinha. Não acho mais.

No outro post, um pouco abaixo, eu indagava sobre o curioso motivo que teria impelido os EUA de Clinton a ajudarem os jihadistas muçulmanos contra os sérvios, e o mesmo Clinton a vender segredos militares à China. Ainda antes, eu tinha comentado sobre o aplauso que o presidente mexicano recebera dos Democratas por criticar leis americanas em solo americano.

Como era possível?

Os americanos estariam lutando contra seus próprios interesses, contra a sua própria demarcação de fronteiras, contra seu próprio povo, contra a sua própria defesa militar?

Há os que acreditam que existe uma divisão, dentro dos próprios EUA, e de todo o mundo civilizado, entre globalistas e anti-globalistas. Ou seja, os que querem manter a organização do mundo em países soberanos, e os que querem transformar isso em uma suposta "nova ordem mundial".

Teoria da conspiração? Talvez. O Olavo de Carvalho escreve sobre essa história de globalismo há tempos. Confesso que eu achava que ele estava pirando na batatinha. Não acho mais.

Há claramente pessoas, dentro das altas esferas políticas dos EUA, que estão interessadas em outra coisa que o tradicional arranjo internacional em estados soberanos, que vigora deste os tratados de Westfália.

É só no governo Obama, no entanto, que caiu a máscara. Nenhum presidente jamais tinha sido tão alheio aos interesses americanos, quase um estrangeiro na presidência do país, como diz esta bela coluna do Wall Street Journal. Obama é direto: não fala em nome dos EUA, mas da "comunidade internacional". Mesmo suas origens são duvidosas. É o "Manchurian candidate" do Governo Global.

A divisão, entendam, não é entre Republicanos e Democratas, nem entre esquerda e direita, nem, acredite, entre judeus e gentis. Há muitos Republicanos que são a favor do globalismo. Bush e McCain eram quase tão a favor da anistia para ilegais quanto Obama. Tanto capitalistas quanto comunistas apóiam medidas globalizantes. E há judeus globalizantes e judeus anti-globalização (como a própria colunista que denuncia Obama).

A divisão talvez seja mesmo entre as elites mundiais - que querem impor o globalismo, o fim das fronteiras, a legislação internacional - e o povo, que quer manter seu modo de vida tradicional e suas fronteiras, sem imposição governamental, muito menos de um sinistro governo mundial. O conflito evidencia-se nos "tea parties", onde tanto Democratas quanto Republicanos são criticados.

Se você acha que o fenômeno ocorre apenas nos EUA, está muito enganado. Vejam por exemplo o Príncipe Charles, herdeiro da Coroa Britânica, e portanto também futuro representante maior da Igreja Anglicana, aconselhando uma platéia a seguir o caminho do Islã. Não é nem mesmo a primeira vez que Charles exorta as belezas do Corão em público. O que diabos estaria acontecendo?

Temos claramente classes políticas que não mais representam os ideais do povo. Pena de morte? Povo a favor, classe política contra. Aborto? Povo contra, classe política a favor. Controle de armas? E assim por diante.

Bem, eu não quero crer em teorias de conspiração nem em contos da carochinha. Porém, sejam ou não os mesmos grupos responsáveis, podemos observar:

Há claramente um plano para islamizar a Europa.

Há claramente um plano para mexicanizar os EUA.

Há claramente um plano para destruir Israel.

Há claramente um plano para abolir as fronteiras nacionais.

Há claramente um plano para colocar mais e mais áreas sob controle de instituições internacionais.

Fora isso, os desígnios dos globalistas não são de todo claros. Qual é o objetivo, qual é o endgame?

Talvez -- refletimos nós, agora com mais calma -- talvez não haja nenhum plano maligno de globalistas; talvez sejam apenas grupos diversos com interesses diferentes que se digladiam, e outros eventos apenas fazem parte de fenômenos sociais incontroláveis. Que bobagem essa história de "Clube Bilderberg!" É apenas a nossa mente que imagina uma ordem secreta nesse caos. Sim, é isso. Suspiramos aliviados, afrouxamos o nó da gravata e pegamos o nosso uisquinho, e acendemos a televisão pra relaxar.

Mas eis que então, no telejornal, vemos novamente imagens incompreensíveis: Obama curvando-se ao rei saudita... Obama recebendo o Prêmio Nobel da Paz após meros onze dias no poder... Hillary Clinton dizendo que os latino-americanos devem pagar mais impostos e elogiando a carga tributária do Brasil... Radicais islâmicos obtendo cátedras de professor em Harvard... O arcebispo inglês defendendo a sha'ria... O homossexualismo sendo promovido nas escolas para crianças de nove anos... O jamais comprovado "aquecimento global" sendo utilizado como desculpa para criar leis cada vez mais restritivas... O Secretário de Defesa de Obama proibindo o uso da palavra "terrorismo" ou "jihad"... Todos falando em "comunidade internacional", "leis internacionais", como se fossem a coisa mais normal do mundo... E novamente nos bate o desespero:

Estariam mesmo os globalistas por trás de tudo isso?

Fonte: www.midiasemmascara.org

Nota: A cada dia mais pessoas vão se dando conta de que a conspiração globalista para a implantação de um Governo Mundial não é teoria, mas a pura realidade.


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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Professor Russo Prediz que os EUA se Dividirão em Seis Partes, Devido ao Declínio Econômico e à Degradação Moral.

Professor de Diplomacia Russo Prediz que os EUA se Dividirão em Seis Partes, Devido ao Declínio Econômico e à Degradação Moral
               
Existe realmente um plano para dividir a América do Norte em seis zonas de patrulhas militares!

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia a dia!!

Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está na

"THE CUTTING EDGE"

Os Estados Unidos se Dividirão em Seis Partes?

Um professor de diplomacia russo "deu com a língua nos dentes" a respeito de uma parte do Plano dos Illuminati, que sempre achei que estivesse mais distante no futuro. No entanto, em função dessa revelação, feita por um russo que tem acesso ao nível diplomático mais alto, isso pode sinalizar que o plano de dividir os EUA em seis zonas pode estar mais perto do que eu imaginava.

Esse professor leciona na Academia Diplomática do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, uma academia de alto nível que prepara os futuros diplomatas. É claro que uma instituição desse tipo é controlada rigorosamente pelos Illuminati globais, como você perceberá quando ler a descrição da mesma no link fornecido acima.

Agora, vamos analisar a notícia:

Resumo da Notícia: "Professor Russo Diz que os EUA se Dividirão Após a Crise Econômica", Robin Stringer, Bloomberg Financial News, 24 de novembro de 2008.

"Um professor, da Academia Diplomática do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, disse que os EUA se dividirão em seis partes por causa da crise financeira nacional. 'O dólar está sem sustentação', Igor Panarin disse numa entrevista transcrita hoje pelo jornal russo Izvestia. 'A dívida externa do país cresceu como uma avalanche; é uma pirâmide que vai desabar'. Panarin disse na entrevista que a crise financeira vai piorar, o desemprego aumentará e as pessoas perderão suas economias — fatores que causarão a divisão do país."

A essa altura o professor define a geografia aproximada que essas seis áreas abrangerão:

"Os EUA se desmembrarão em seis partes: a costa do Pacífico; o Sul; o Texas; a costa do Atlântico; os estados centrais e os estados do norte."

O Plano de Dividir a União Norte Americana em Seis Partes.

Embora o Plano dos Illuminati não preveja a divisão dos Estados Unidos em seis partes, prevê uma divisão da União Norte Americana em seis zonas de patrulhas militares! Vamos nos referir ao mapa abaixo.

Prepare-se para um choque:

Vamos examinar as tropas que serão alocadas na América do Norte, segundo esse plano definido em 1952:

1.    Nordeste — Tropas colombianas e venezuelanas;
2.    Sul dos EUA até a Califórnia — Tropas russas. A linha começa na Virginia e vai direto para o oeste até a fronteira com a Califórnia;
3.    Meio-Oeste — Tropas belgas;
4.    Noroeste, incluindo a Califórnia — Tropas irlandesas;
5.    Canadá — Tropas mongóis (chinesas) e russas;
6.    México — Tropas mongóis (chinesas).

Acho muito interessante que a porção mexicana, que estará sob controle chinês, inclua a cidade de San Diego, na Califórnia! O governo Clinton tentou dar aos comunistas chineses o controle sobre uma base "abandonada" da Marinha americana, em Long Beach, mas não conseguiu por causa da intensa oposição dos conservadores. Agora você sabe com mais certeza que Clinton e o Congresso estavam seguindo esse plano de 1952, e estavam agindo inteiramente sob o controle dos Illuminati para acabar com a soberania dos EUA e unificar o mundo sob a bandeira do vindouro Anticristo.

De acordo com o Plano deles, tropas estrangeiras terão controle absoluto em toda América do Norte.

Nenhuma quantidade considerável de soldados americanos poderá permanecer no país. Então, o que precisa acontecer com os atuais 1.146.959 soldados nas forças armadas? Eles terão de ser dispensados ou enviados para o exterior. Será por isso que os EUA estão atolados em guerras no Iraque e no Afeganistão? Será por isso que o Exército americano está distribuído em regiões tão longínquas em todo o mundo?

Já estamos ouvindo relatos que as forças armadas norte-americanas estão sobrecarregadas e cansadas por causa das exigências do governo Bush sobre elas. Se surgir uma crise que precise de forças militares para restaurar a ordem, o Exército americano pode estar tão desgastado que precisará solicitar tropas às Nações Unidas para restaurar a ordem. Na verdade, Henry Kissinger afirmou ousadamente que esse seria o artifício pelo qual forças da ONU seriam alocadas em solo americano.  

O ex-Secretário de Estado Henry Kissinger — um dos maiores iluministas da atualidade — deu com a língua nos dentes para qualquer um que conhece o Plano. Durante as agitações que ocorreram após o espancamento de Rodney King, em Los Angeles, Kissinger fez a seguinte declaração:

"Hoje os americanos ficariam indignados se forças da ONU entrassem em Los Angeles para restaurar a ordem. Amanhã, eles ficarão agradecidos."

Não existe declaração mais resumida dessa parte do Plano da Nova Ordem Mundial! Henry Kissinger declarou o Plano em sua totalidade, mas como a maioria das pessoas não conhece essa parte do Plano, as observações de Kissinger passaram despercebidas.

Não se deixe enganar: os Estados Unidos não vão apenas voluntariamente abrir mão de sua soberania, mas sua liderança vai permitir voluntariamente que tropas estrangeiras entrem no país para impor a lei marcial!

Cada vez que você vir as Nações Unidas intervindo militarmente em algum lugar no mundo, pode saber com certeza cada vez maior que a hora para essa intervenção nos EUA está se aproximando.

Na última década, ouvi muitas afirmações não comprovadas que tropas estrangeiras foram vistas treinando nos EUA. No entanto, eu nada sabia a respeito desse plano de 1952 naquela época, de modo que nunca dei muito crédito àquelas afirmações. Seremos mais atentos ao pesquisar essa questão.

Acreditamos que esse professor de diplomacia russo tem uma posição alta o suficiente na hierarquia russa para saber os detalhes do Plano dos Illuminati. Ele revelou o plano para dividir a América do Norte em seis zonas; no entanto, essas zonas não serão econômicas, mas militares.

Revelações como essas nos deixam ainda mais alertas que o fim de todas as coisas está se aproximando!
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Tradução: Marcelo N. Motta, Blog PensandoBiblicamente

A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/n2327.asp







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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Joseph Moshe (microbiologista do MOSSAD, serviço secreto de Israel):"A vacina da gripe suína é uma arma biológica".

Coat of arms of the Rothschild family.Image via Wikipedia

Joseph Moshe (microbiologista do MOSSAD, serviço secreto de Israel): "A vacina da gripe suína é uma arma biológica".


unfictional.com
21/09/09



Hoje o MSM não vai mais falar desse caso. Ontem, eles queriam nos fazer acreditar que Joseph Moshe era um maluco e um terrorista, preso por ameaçar detonara uma bomba na Casa Branca. Um detalhe interessante sobre a prisão dele foi que ele parecia ser imune as cinco latas de gás lacrimogêneo e 5 latas de gás de pimenta usados para manter a ordem que foram jogados em seu rosto. Ele muito calmamente permaneceu seu carro, como mostra a filmagem de sua prisão.

Professor Moshe falou ao vivo em um programa de rádio do Dr. A. True Ott, transmitido pela Republic Broadcasting alegando ser um microbiologista que queria fornecer evidências ao Procurador do Estado relativas a vacina para a gripe suína H1N1 corrompida que está sendo produzida pelo Baxter BioPharma Solutions. Ele disse que o laboratório ucraniano da Baxter estava de fato produzindo uma arma biológica disfarçada como vacina. Ele alegava que a vacina continha um aditivo desenhado para enfraquecer o sistema imunológico, e replicava o do vírus responsável pela pandemia da gripe espanhola de 1918, causando adoecimento e morte em massa.

Fontes nos disseram que Bar - Joseph Moshe não fez ameaça contra o Presidente ou a Casa Branca. Ele não mencionou nenhuma bomba ou ataque. Ele dirigiu-se a Casa Branca para informar que ele ia tornar a informação pública. Quando ele observou homens de terno em frente de sua casa e temeu que o FBI fosse detê-lo, ele colocou alguns pertences em seu carro, sendo ele um cidadão com dupla cidadania, tentou chegar ao consulado israelense localizado próximo de um prédio federal onde o impasse ocorreu. O FBI e o esquadrão antibomba impediram que ele chegasse lá. Quem é este homem? Seu perfil no biomedexperts.com diz que ele é especialista em indústria de medicamentos com muitas publicações em seu nome envolvendo manipulação genética de vírus.

Joseph Moshe foi enviado ou deixado para voltar para Israel. Nada foi ouvido dele desde então. O Serviço Secreto não foi a agência envolvida na vigilância de Moshe em sua casa na Califórnia. Isso foi feito pelo FBI, que tinha ordens de detê-lo ou prendê-lo. Montado no topo de um grande veículo preto estava uma arma de microondas que possivelmente danificou os equipamentos eletrônicos do carro de Moshe bem como os quaisquer outros equipamentos de comunicação usados para contatar a mídia ou outros que pudessem ajudá-lo.

Moshe não sofreu os mesmos efeitos dos sprays de gás lacrimogêneo e de pimenta que outros teriam sofrido porque ele desenvolveu imunidade a tais armas como produto de seu treinamento no MOSSAD. Moshe não foi algemado porque não foi posto sob prisão

Isso soa como uma teoria maluca de conspiração? Certamente que sim. Devido a escassez e ao anonimato das fontes nós a descartaríamos exatamente como isso, se não fossem certos fatos desconfortáveis: O Baxter Farmaceutical foi apanhado em flagrante, espalhando uma viva, geneticamente modificada vacina da gripe aviária como uma arma biológica letal por todo o mundo, destinadas a serem usadas para vacinação humana. Isso aconteceu apenas alguns meses atrás. E foi por sorte que uma catástrofe global de proporções épicas foi evitada.

O Laboratório Baxter Internacional Inc., misturou vírus da gripe aviária, geneticamente modificados, em materiais para vacina embarcados para 18 países. Foi por pura sorte, que um laboratório Tcheco resolveu testar as vacinas em doze furões, todos morreram em questão de dias. A Organização Mundial da Saúde foi notificada e a catástrofe foi evitada. Isso foi claramente um ato deliberado da parte do Baxter, porque eles aderiram ao BS3, biossegurança nível três. O Baxter admitiu o "erro". A monumental trapalhada é totalmente impossível neste nível. Muitos sistemas de segurança precisariam ser sabotados, muitas pessoas chaves precisariam ser subornadas. Isso simplesmente não pode ser feito sem uma concordância interna. Eles não enviaram o frasco errado - eles produziram dezenas de litros de agentes de armas biológicas (H5N1 vivos geneticamente modificados/vírus da gripe aviária), então os enviaram como "vacinas".

O Baxter sabia muito bem que a vacina era letal, porque no ano anterior eles testaram em algumas centenas de sem teto poloneses - como resultado dezenas morreram.

Como está o caso? Bem - o Baxter está sendo processado agora por deliberada, repetida contaminação de vacinas como armas biologicamente desenvolvidas, para através delas, assassinar pessoas em massa. Por algum maluco idiota? Certamente é improvável - Jane Burgermeister é uma experiente e respeitada jornalista. Ela não é a única processando o Baxter por planejar e executar um plano de genocídio global: Outros estão fazendo queixas também.

O motivo? Geórgia Guidestone, pedras guias da Geórgia, um enorme monumento carregado de símbolos maçônicos custando milhões de dólares, foi erigido por uma desconhecida, poderosa elite (multimilionários com influência para erigir monumentos onde lhes agrada, é claro) cerca de trinta anos atrás. Ela dá os "dez mandamentos alternativos", dos quais o primeiro é o extermínio de seis bilhões e meio de pessoas da face da terra. Meio bilhão permanecerá. Este é o número de pessoas que o planeta pode sustentar indefinidamente, assim então os descendentes dos Rothschilds e Rockfellers podem viver em paz e riqueza indefinidamente. São necessários escravos para produzir esta riqueza, então quinhentos milhões está ótimo. Mas como alguém pode matar a maior parte do mundo?

"Vacinando" o planeta com uma arma biológica com quase 100% de mortalidade seria o truque. O Baxter providenciaria tanto a arma biológica como a vacina contra as pessoas do mundo ocidental "civilizado". Em resumo: Podemos saquear a África, não temos mais competição com a comunidade econômica da Ásia, o petróleo é para o nosso lucro somente e talvez o Ocidente e as ovelhas Chinesas restarão.

Rockfeller disse isso em 1994 num jantar nas Nações Unidas: “estamos a beira de uma transformação global. Tudo o que precisamos é de uma grande crise adequada, e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial". O PNAC (Projeto para o Novo Século Americano) disse a mesma coisa logo antes do 11 de setembro de 2001.

Fonte: http://www.unfictional.com/joseph-moshe-mossad-bioweapon-swine-flu-vaccine-westwood




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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

George Soros (BSc '52) speaking to the LSE Alu...Image via Wikipedia


O suicídio anunciado

Heitor De Paola | 20 Setembro 2009
Artigos - Globalismo

Será que não estão vendo que ambos são aliados no cerco sul aos EUA através do Foro de São Paulo? Chávez vai às compras em Moscou e às vendas (de material físsil) em Teerã sendo bem sucedido em ambos e alguém acredita que, se até os jornalistas de esquerda falam disto, a Casa Branca nem desconfia?

Ontem, o atual morador da Casa Branca, Barack Hussein, o Obaminável, destruiu a rede de defesa antimíssil que seria instalada na Polônia (mísseis interceptadores) e na República Tcheca (radares de alerta antecipado). Num discurso cheio de floreios e uma obra prima de desfaçatez, anunciou "uma nova arquitetura" de defesa para o território americano. Rendeu-se às ameaças de Putin e fez ouvidos moucos aos tradicionais aliados na Europa do Leste que conhecem muito bem os russos. Quem primeiro deu o alarme foi o Primeiro Ministro Tcheco, pois sabe que deixar as mãos do KGB livres significará em pouco tempo a "nova arquitetura" da velha Cortina de Ferro.

Barack Hussein anunciou que o novo inimigo passa a ser o Irã e, dizem alguns comentaristas provavelmente contratados pela Casa Branca ou idiotas úteis, procura conquistar o apoio de Putin contra Ahmadinejad. Será que não estão vendo que ambos são aliados no cerco sul aos EUA através do Foro de São Paulo? Chávez vai às compras em Moscou e às vendas (de material físsil) em Teerã sendo bem sucedido em ambos e alguém acredita que, se até os jornalistas de esquerda falam disto, a Casa Branca nem desconfia? E será que ninguém desconfia que Barack foi eleito exatamente para completar o suicídio da águia, que venho anunciando há anos através dos artigos com este título no site Mídia Sem Máscara?

O Obaminável é o "Manchurian Candidate": o robô do "shadow party" e da rede de organizações da elite de esquerda americana que, fundada e comandada por George Soros, vem tentando tomar de assalto a Casa Branca para levar a cabo a destruição final dos EUA. Esta rede inclui, entre outras, o Open Society Institute, o Center for American Progress Democrats, a Apollo Alliance, a ACORN, a MoveOn.org. A Apollo Alliance conta entre seus quadros com Van Jones, o nomeado "Green Jobs" Czar, comunista confesso e ex-integrante da STORM (Stand Together to Organize a Revolutionary Movement).

Soros e seus associados vão assim completando a tarefa que se impuseram quando Soros disse que os Estados Unidos da América constituíam o pior mal da humanidade. Vai conseguir extirpar o mal através de seu marionete instalado na Casa Branca.

A tática para atacar quem se opõe ao Obaminável é primária e rasteira: racismo, como os milhões de manifestantes em Washington D.C. foram chamados por Carter. Esta oposição, lá como fora, tem a ver com cor sim, não a externa, negra, mas com a interna, vermelha. Um dos maiores oposicionistas é o ex-candidato a Presidente Alan Keyes, também negro.

Quem se opõe a Soros também é chamado de anti-semita porque a maioria desconhece a verdadeira identidade e história horripilante deste gajo. Seu nome verdadeiro é György Schwartz. Quando em 1944 Eichman chegou à Hungria para apressar a "solução final" do problema judaico, o pai de György, Tivadar, conseguiu documentos falsos para todos os filhos e os distribuiu entre famílias cristãs de Budapest. György, então com 14 anos, foi para a casa de um homem cujo trabalho era confiscar as propriedades dos judeus e György o acompanhava e adorava a tarefa. Naquele ano 70% dos judeus húngaros, aproximadamente 1 milhão, foram exterminados. Para ele foi "o melhor ano de sua vida".

E esta bondosa criatura está com os olhos voltados para o Brasil. Desde FHC tem uma enorme influência sobre a economia brasileira através de seu ex-funcionário (?) Armínio Fraga que se associou recentemente, através de sua firma de gestão econômica Gávea, a David Neeleman e Julio Bozano para fundar a companhia aérea AZUL. Além disto, pouco antes de Barack mandar milhões de dólares para a PETROSSAURO, György comprou uma grande fatia da empresa. Inside information? Who knows?

Ontem nosso Abominável brasileiro mandou abrir o capital do Banco do Brasil até 20%. Terá o dedo de György, que comprará uma grande parte? Devemos ficar atentos. Se for verdade, brasileiros apertem o cinto: o piloto ASSUMIU!

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

A ONU requer um Banco Mundial e uma Moeda Global

LONDON - APRIL 1:  Queen Elizabeth II poses wi...Image by Getty Images via Daylife

A ONU requer um Banco Mundial e uma Moeda Global.

Propostas para uma Nova Ordem Econômica Mundial centralizada delineadas em relatório globalista.

Steve Watson
infowars.net
07/09/2009

A ONU pediu o estabelecimento de uma Nova Moeda de reserva global a ser supervisionada por um banco mundial em um esforço para reduzir o papel do dólar no comércio internacional.

Detalhes da proposta foram delineados em relatório das Nações Unidas sobre comércio e desenvolvimento. O relatório também pede um Novo Banco Global de Reserva (um banco central mundial) para monitorar e administrar as taxas de câmbio nacionais dos países membros.

"Há uma chance muito maior de atingir um padrão estável de taxas de câmbio em um nível multilateralmente acordado para o gerenciamento das taxas de câmbio", disse Heiner Flassbeck, co-autor do relatório e diretor da UNCTAD a Bloomberg News.

"Uma iniciativa equivalente a Bretton Woods ou ao Sistema Monetário Europeu é necessário", disse Flassbeck.

Ele também acrescentou que enquanto a ONU também apoiou o fortalecimento dos Direitos Especiais de Retirada (SDR's), uma moeda de papel sintética emitida pelo Fundo Monetário Internacional que estava adormecida por meio século até o início deste ano, que isso não seria suficiente para "proteger os mercados emergentes".

Este último convite a apresentação de uma Nova Moeda de reserva da ONU ecoa os esforços anteriores de um organismo global para iniciar conversações para substituir o dólar.

Enquanto isso, um influente formador de políticas chinês tem censurado a política do FED americano de imprimir dinheiro para comprar a dívida do Tesouro, declarando que isso ameaça desencadear um sério declínio do dólar e obrigar a China a reorientar a sua política de reserva.

No início deste ano, a China expressou apoio a proposta da Rússia para a criação de uma nova moeda global supranacional como alternativa ao dólar como moeda de reserva mundial.

Outros pesos pesados da elite tais como o presidente françês Nicolas Sarkozy, a chanceler da Alemanha Angela Merkel, o primeiro ministro britânico Gordon Brown, o Secretário da Fazenda e membro importante do Grupo Bilderberg Peter Mendelson e os cabeças americanos tais como Joaquin Almunia, para citar apenas alguns, pediram uma Nova Ordem Econômica Mundial consistindo do domínio de uma centralização vastamente aumentada.

A criação de uma Moeda Mundial de fato para suplantar o dólar provavelmente levaria a um completo colapso do papel-moeda (dólar), dos quais trilhões são mantidos como reservas de câmbio estrangeiras por muitos países no exterior.

Como temos repetidamente avisado, a introdução de um Novo Sistema Monetário Mundial é a chave primordial na transição para um Governo Global, de controle centralizado e mais poder sendo concentrado em poucas mãos.

Além do mais, um banco central global estabelecerá uma ditadura financeira de fato que exercerá poder sobre as economias de todos os países do planeta, sem prestar contas a ninguém.

Fonte: www.prisonplanet.com

Tradução e adaptação: o observador

Nota: Estes acontecimentos comprovam a veracidade das profecias de Daniel e do livro do Apocalipse sobre a formação de um Governo Mundial no fim dos tempos.

Os mecanismos que realizarão a profecia estão em andamento, um governo mundial, uma moeda mundial que permitirá controlar a economia mundial e a religião mundial que permitirá a adoração do futuro líder mundial, o anticristo.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Dólar deve ser substituído por Nova divisa internacional

Cropped picture of Joseph Stiglitz, U.S. econo...Image via Wikipedia

Joseph Stiglitz, antigo responsável pelo Banco Mundial e Prêmio Nobel de Economia, propôs esta sexta-feira que se crie uma divisa internacional para substituir o dólar como moeda de reserva mundial, devido à sua instabilidade.
O economista norte-americano afirmou ser necessário criar «um novo sistema de reserva global» para assegurar a estabilidade financeira durante uma conferência em Bangcoc, uma ideia partilhada pelos líderes da Rússia e da China.
Stiglitz lembrou que foi o capitalismo neoliberal promovido pelos EUA e a desregulamentação dos mercados que provocaram a crise financeira que o mundo atravessa e advertiu para o fato de a injeção de liquidez nos mercados norte-americanos e europeus poder gerar uma bolha especulativa, dadas as poucas oportunidades de investimento.

Nota: Esta é uma notícia publicada no diário iol, em 21/08/09, um jornal português. Note que já publicamos um vídeo onde o presidente russo Dmitri Medvedev apresentou aos jornalistas na última reunião do G-8 na Itália o protótipo de uma futura moeda mundial para substituir o dólar.

Há também especulações da substituição do dólar pelo Amero, uma moeda que seria usada pelos Estados Unidos, Canadá e México, há inclusive vídeos no youtube sobre o assunto.

O ponto é o seguinte, apesar de alguns pensarem que tudo isso é apenas delírio de gente que vê conspiração em cada esquina, não parece estranho que todas essas especulações sobre o fim do dólar tenham surgido com tanta freqüência em tão pouco tempo?

A quem interessa a extinção do dólar como moeda corrente mundial, senão aos globalistas que estão implantando uma Nova Ordem Mundial sem fronteiras?

Em um artigo postado sobre a crise financeira eu já falava da importância dela para agilizar a implantação de um Governo Mundial, o enfraquecimento dos ESTADOS UNIDOS é vital para a implantação da economia socialista proposta pela ONU e todas as organizações que lutam para implantar a NOVA ORDEM MUNDIAL, a prova está no discurso de Stiglitz, um globalista convicto, que culpa o liberalismo americano pela crise mundial. Na reunião realizada na Inglaterra em abril deste ano todos os participantes reclamavam mais participação do Estado na regulamentação dos mercados financeiros.

Os mesmos personagens que hoje condenam o liberalismo econômico americano como causa da crise foram os mesmos que obrigaram os países em desenvolvimento a adotarem o consenso de Washington nas décadas de 80 e 90 como requisito para receberem a ajuda do FMI, o mesmo FMI que depois de um período de ostracismo devido ao reconhecimento do fracasso de suas políticas ao redor do mundo, agora volta fortalecido por esta nova crise mundial.

Não é demais lembrar, que o consenso de Washington pregava que a privatização era o caminho para o desenvolvimento econômico. O resultado é que os países em desenvolvimento foram obrigados a vender seus bens e ativos financeiros para as grandes empresas e bancos internacionais, tudo que tinha valor foi privatizado, muitas vezes por valores bem abaixo dos de mercado.

Para que as altas taxas de lucro sejam mantidas, agora os mesmos personagens querem a intervenção do governo para que as leis do mercado não possam atingi-los e assim não tenham prejuízos em seus investimentos.

Dessa maneira ocorre a privatização dos lucros e a socialização das perdas, não mais a nível nacional, mas global, afinal de contas a globalização está ai para isso.




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terça-feira, 14 de julho de 2009

Um globalismo cristianizado?

Pope Benedict XVI visits Australia for WYD 2008Image by sam_herd via Flickr

Um globalismo cristianizado?

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 10 de julho de 2009

Em qualquer texto doutrinário que vise a influenciar de algum modo a vida política, é preciso distinguir três níveis: (1) os princípios morais e políticos gerais proclamados ou implícitos; (2) a análise da situação concreta, e (3) as ações sugeridas ou apoiadas. No primeiro nível, a Encíclica Caritas in Veritate proclama a necessidade de fundar toda política social na caridade, e esta na verdade: "Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida. A verdade é a luz que dá sentido e valor à caridade." No segundo nível, oferece um diagnóstico totalmente falso das causas da presente crise econômica. No terceiro, sugere como remédio aos males da economia atual a intensificação e ampliação das mesmas causas que os determinaram. Por mais que eu respeite a pessoa do Papa e a santidade do seu ofício, não posso ver aí verdade nenhuma, nem portanto caridade, exceto se por esta palavra entendermos as boas intenções ineficazes que a própria Encíclica condena.

Desde logo, Bento XVI apresenta como causa fundamental dos problemas atuais a desregulamentação da economia e a redução das redes de segurança social, que trazem "grave perigo para os direitos dos trabalhadores, os direitos fundamentais do homem e a solidariedade atuada nas formas tradicionais do Estado social." Precisamente ao contrário, a ampliação desmesurada da previdência social – quase sempre forçada por meio dos mesmos argumentos agora usados por S. Santidade – foi que causou a falência do sistema bancário e, portanto, dos Estados que nele se apóiam. É verdade que "os sistemas de segurança social podem perder a capacidade de desempenhar a sua função", mas não porque o mercado foi desregulamentado e sim porque lhes falta dinheiro para atender às exigências crescentes de ONGs ativistas, "movimentos sociais" e organismos internacionais, inclusive em favor da imigração ilegal. Quando Bento XVI oferece como solução para a crise econômica o aumento do poder regulador desses organismos, ele esquece que esse poder já veio crescendo, nas últimas décadas, ao ponto de impor a muitos países obrigações sociais que sua economia não suporta.

Por outro lado, é claro que muito do falatório liberal em favor da "abertura dos mercados" não veio de nenhum amor sincero ao liberalismo econômico, mas como expediente maquiavélico para debilitar os Estados nacionais e transferir sua soberania a organismos globais controladores, de modo que tanto as vantagens quanto as desvantagens daquela abertura concorressem igualmente para o acréscimo do poder da elite globalista.

Os beatos de sempre vão assegurar-nos, é claro, que a nova Encíclica não é um manifesto de apoio ao governo global. O texto mesmo dá-lhes o desmentido formal: "Para sanar as economias atingidas pela crise, ... urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial" investida de "poder efetivo". Como modelo dessa autoridade, S. Santidade sugere... o Estatuto das Nações Unidas! Publicada com poucos dias de antecedência da nova reunião dos líderes do G-8, que já proclamam a necessidade de adotar em escala mundial uma política de "estímulos" como a implantada pelo presidente Barack Obama nos EUA, qual outro efeito real pode ter essa Encíclica senão o de um incentivo legitimador a que esses indivíduos façam precisamente o que querem fazer? Se, enquanto isso, o desemprego que Obama prometia eliminar cresce a olhos vistos, levando o próprio vice-presidente Joe Biden a confessar que a política alegadamente salvadora se baseou numa interpretação errada da economia, isso não impede S. Santidade de endossar como certa essa mesma interpretação errada e de sugerir que a solução fracassada seja ampliada em escala mundial.

A obstinação dos altos círculos católicos na idolatria do "controle global" não vem de hoje. Como o próprio Bento XVI reconhece, "depois da queda dos sistemas econômicos e políticos dos países comunistas da Europa Oriental,... na seqüência dos acontecimentos do ano 1989, o Pontífice (João Paulo II) pediu que o fim dos 'blocos' fosse seguido por uma nova planificação global do desenvolvimento, não só em tais países, mas também no Ocidente." Ou seja, do fracasso total do maior experimento de economia planificada já tentado neste mundo, João Paulo II concluía que era preciso mais planificação ainda, e de dimensões globais.

Não se trata, aqui, de fazer a apologia abstrata da liberdade de mercado. É verdade que a modéstia na intervenção estatal coincide universalmente com a prosperidade (o Índice de Liberdade Econômica do Hudson Institute prova isso ano após ano), mas, como já tenho explicado dezenas de vezes, em geral essa liberdade vem hoje articulada a um projeto político que só a expande em escala local para melhor estrangulá-la no plano mundial. Nenhuma referência a essa maliciosa articulação de estratégias se vê na Encíclica de Bento XVI. Reconhecendo embora o poder criativo do livre mercado, o Papa não só faz a apologia do maior controle burocrático, mas sugere que dele participem as entidades da "sociedade civil", como se não tivesse sido justamente a pressão dessas entidades – quase sempre apoiadas num discurso enganosamente cristão e subsidiadas pela elite globalista – que levou à destruição do sistema bancário.

Se, em aparente compensação, Bento XVI exorta os planificadores globais a orientar suas ações num sentido cristão, ele não fornece nem a mais mínima sugestão prática de como realizar essa cristianização do globalismo. A proclamação dos valores cristãos paira no céu das generalidades abstratas, enquanto, no plano da ação prática, só o que se sugere é a ampliação dos controles globais. Sem conexão com as medidas efetivas sugeridas, o apelo à verdade e à caridade funciona, nesse documento, tão-somente como um adorno retórico, embelezando um programa político que não tem com ele a menor conexão lógica e que oferece, como solução do mal, a ampliação das causas que o geraram. Os líderes do G-8 estão livres para brandir a Encíclica Caritas in Veritate como um poderoso argumento em favor de políticas que já haviam escolhido de antemão.

Para piorar formidavelmente as coisas, é público e notório que o poder globalista em expansão, longe de se inspirar no que quer que seja de genuinamente cristão, tem como um de seus objetivos professos – intimamente associado às suas políticas econômicas – a implantação de uma religião universal biônica, na qual a Igreja Católica, expurgada de seus elementos tradicionalistas, se integre como um instrumento dócil da maior farsa espiritual já tentada no universo (v. documentação cabal em Lee Penn, False Dawn. The United Religions Initiative, Globalism and the Quest for a One-World Religion, Hillsdale, NY, Sophia Perennis, 2004). Ao longo do texto, Bento XVI esperneia, aqui e ali, contra o relativismo e a descristianização, como se estes males viessem do ar e não do mesmo establishment globalista cujo poder ele procura expandir.

O dilema em que esse documento coloca os católicos é temível: deverão eles, por obediência ao Papa, colaborar com o fortalecimento do mesmo poder global que os estrangula e vai tornando inviável o exercício público da sua fé, ou, ao contrário, devem voltar-se contra o Sumo Pontífice, aprofundar ainda mais a divisão na Igreja e dar munição à campanha mundial anticatólica? Qualquer das duas alternativas é inaceitável. Enquanto os conservadores e cristãos não aprenderem que não é possível fazer face ao inimigo simplesmente "tomando posição" contra ou a favor disto ou daquilo, não haverá esperança para a humanidade senão a de adaptar-se servilmente a controles globais cada vez mais opressivos e anticristãos. A estratégia do inimigo não é linear: ela é dialética. Ela articula forças contrárias, fazendo-as trabalhar pelo sucesso da síntese global. O que é preciso não é combater propostas isoladas – favorecendo na esfera cultural o que se abomina na da política, ou cedendo na economia aquilo que se pretende defender na esfera cultural –, mas compreender a lógica total do "sistema do Anticristo" e oferecer-lhe resistência integral, tão articulada quanto a estratégia de que ele se serve.

A rejeição categórica do diagnóstico econômico e das soluções propostas pelo Papa Bento XVI deve, portanto, vir junto com o apoio mais decidido aos valores gerais que ele proclama. E a melhor maneira de fazer isto é mostrar que esses valores vão no sentido precisamente oposto ao dos remédios que ele propõe.

Nota: O filósofo Olavo de Carvalho apresenta análises contundentes dos acontecimentos políticos da atualidade, tanto acontecimentos nacionais quanto internacionais. Sua capacidade de análise dos fatos a partir de um vasto conhecimento filósofo tornam seus artigos muitos importantes para o conhecimento dos verdadeiros motivos e propósitos por trás de decisões e atitudes de autoridades e governantes que afetam milhões de pessoas diariamente.

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