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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Gravações secretas mostram como China e Índia sabotaram a Conferência do Clima.

[COP 15 ] J+6 Global Day of Climate Action / 1...Image by wwf_france via Flickr

Gravações secretas mostram como China e Índia sabotaram a Conferência do Clima


Tobias Rapp, Christian Schwägerl e Gerald Traufetter

O que de fato aconteceu na conferência do clima da ONU em Copenhague? Gravações secretas obtidas pela “Spiegel” revelam como a China e a Índia evitaram um acordo para lutar contra a mudança climática naquela reunião crucial. Os europeus sem poderes foram obrigados a ficar de lado enquanto o acordo fracassava.

Em determinado momento, sua paciência já tinha se esgotado, tão exaurida quanto o oxigênio na pequena sala de conferências. Ele não conseguia mais ficar parado, nem mesmo por um segundo.

As palavras de repente explodiram da boca do presidente francês Nicolas Sarkozy: “Digo isso com todo o respeito e amizade”. Todos na sala, entre eles duas dúzias de chefes de Estado, sabiam que ele queria dizer exatamente o oposto do que estava dizendo. “Com todo o respeito à China”, continuou o presidente francês, falando em francês.

O Ocidente, disse Sarkozy, prometeu reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 80%. “E em troca, a China, que em breve será a maior potência econômica do mundo, diz para todos: os compromissos se aplicam a vocês, e não a nós.”

Sarkozy, fazendo uma pausa de efeito, disse então: “Isso é totalmente inaceitável!” E então o presidente francês incitou o conflito diplomático mais ainda quando disse: “Isso tudo diz respeito às coisas fundamentais, e alguém precisa reagir a essa hipocrisia!”

Um silêncio tomou conta da sala. Até os telefones celulares pararam de tocar. Isso aconteceu na sexta-feira, 18 de dezembro de 2009, por volta das 16h. Este foi o momento em que os líderes mundiais reunidos em Copenhague abandonaram seus esforços para salvar o mundo.

A cúpula dentro da cúpula

Os políticos mais poderosos do mundo estavam reunidos na sala de conferência “Arne Jacobsen” no Bella Center de Copenhague, negociando formas para proteger o clima mundial. O presidente norte-americano Barack Obama estava sentado na ponta de uma cadeira de madeira de estofado azul, conversando com a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro britânico Gordon Brown. O turbante azul do primeiro-ministro indiano Manmohan Singh aparecia por trás de uma série de vasos de plantas arrumados na última hora. Pouco tempo depois a reunião foi apelidada de “a mini-cúpula dos 25”.

O primeiro-ministro da Etiópia Meles Zenawi estava lá, representando o continente africano, e o presidente do México Felipe Calderon estava próximo. Apenas um importante líder mundial estava faltando, uma ausência que acabou simbolizando o fracasso da cúpula do clima: o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao.

Em vez disso, quem ocupou o lugar em frente a Obama foi o vice-ministro de Exterior da China, He Yafei. Foi uma afronta diplomática logo mencionada durante toda a duração do encontro.

Mesmo três meses depois dos eventos significativos da conferência do clima em Copenhague, o líder chinês ainda parecia sentir uma necessidade de justificar sua ausência da sala de reuniões naquela época. E os que estavam presentes ainda não foram totalmente claros sobre o que foi de fato combinado durante as negociações.

Desde a reunião de Copenhague, a política internacional do clima tem mancado como um animal mortalmente ferido – algo que também pode ser observado no encontro que está acontecendo esta semana no centro de convenções Petersberg, nos arredores de Bonn, na Alemanha.

Reconstruindo o encontro decisivo

O público foi mantido quase que totalmente desinformado em relação ao crítico encontro que aconteceu atrás de portas fechadas em Copenhague e se arrastou por dez horas. Dizem que os chineses alertaram abertamente os anfitriões dinamarqueses contra as indiscrições.

Agora, pela primeira vez, a “Spiegel” está na posição de reconstruir o decisivo encontro de uma hora e meia naquela sexta-feira fatídica. Gravações de áudio históricas, na forma de dois arquivos de áudio com um total de 1,2 gigabytes, e que foram feitas por acidente, servem como base para a análise. O protocolo de Copenhague mostra como o encontro que Gordon Brown chamou de “a conferência mais importante desde a 2ª Guerra Mundial” terminou num fracasso diplomático. Como se visto através de uma lupa, os contornos de uma nova ordem política global tornam-se visíveis, uma ordem moldada pela nova autoconfiança dos asiáticos e da falta de poder do Ocidente.

“O que estamos esperando?” Diz a chanceler Angela Merkel em inglês, esperando colocar as problemáticas negociações de volta nos trilhos. Enquanto isso, mais de outros 100 líderes mundiais, pessoas que aparentemente não tinham voz na questão, entediavam-se na sala de conferência ao lado. Eles aparentemente acreditavam, equivocadamente, como se descobriu, que a mini-reunião entre os 25 membros produziria algum tipo de documento.

Na verdade, uma sensação opressiva já havia se espalhado pelos corredores do centro de convenções. A variada coleção de ativistas ambientais já havia sido trancada para fora da conferência naquele momento, deixando apenas seus estandes abandonados na terra de ninguém dos supostos salvadores do mundo.

“Alguma objeção”

O primeiro-ministro dinamarquês Lars Lokke Rasmussen abriu a reunião na sala Arne Jacobsen. Embora fosse o anfitrião, Rasmussen não tinha experiência nas regras do diálogo no cenário internacional, e ele parecia um pouco desorientado no labirinto das políticas climáticas internacionais. Ele disse que havia sido feito um esboço de acordo que refletia as preocupações dos países participantes. “Acho que temos que nos perguntar agora se há alguma grande objeção”, disse ele em voz baixa em seu inglês imperfeito.

Com pouca confiança na voz, ele passou o microfone para um de seus conselheiros legais, que descreveu as correções de erros que haviam passado despercebidos no esboço escrito às pressas.

Quando é que, numa conferência internacional, já aconteceu algo parecido? Líderes internacionais terem de se preocupar com detalhes tão pequenos? “Acho que nunca aconteceu nada parecido, e não tenho certeza de que algo assim volte a acontecer”, diz o negociador-chefe da ONU, Yvo de Boer.

Ministros do meio ambiente e burocratas apresentaram uma pilha de 200 páginas de documentos a seus chefes, porque não tinham conseguido concordar quanto aos níveis de emissões, medidas de redução e medidas de controle. Quando os chefes de Estado e de governo chegaram na quinta-feira, ficaram chocados com o caos que seus subordinados haviam deixado para eles depois de dez dias de negociações.

“Precisamos de mais tempo”

Na noite de quinta-feira, a rainha Margrethe da Dinamarca ofereceu um jantar de gala para os líderes mundiais no prédio do parlamento. Fora do evento, o líder chinês ouviu o rumor de que o governo norte-americano havia marcado uma importante rodada de negociações sem convidá-lo pessoalmente. Wen Jiabao ficou ofendido e retirou-se para seu quarto de hotel, onde, para a irritação dos outros líderes, permaneceu durante a maior parte da conferência.

Em vez de ir, ele enviou seu negociador He Yafei para a reunião noturna com os líderes mundiais. Juntos, eles pediram para o anfitrião dinamarquês reduzir o quebra-cabeça de documentos a apenas algumas páginas essenciais. Elas ainda continham afirmações fortes, como o objetivo de uma redução de 50% das emissões globais até 2050 (em comparação aos níveis de 1990). Esse tipo de compromisso exigiria que os Estados Unidos, a China e a Índia também concordassem em cortar suas emissões de gases de efeito estufa pela metade.

Naquele ponto, Achim Steiner do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP) ainda estava contente com o possível acordo, dizendo: “Não se trata de um desastre. Ele de fato será eficiente!”

Com um sucesso dessa magnitude, os líderes europeus, especialmente Anglea Merkel, poderiam voltar para casa no Natal de cabeça erguida.

Ganhando tempo

Mas agora, na tarde de sexta-feira, o negociador chinês olhou para o documento da noite anterior e disse: “Sr. Presidente, dada a importância do documento, não queremos nos apressar... Precisamos de mais tempo.” Yafei é um dos principais diplomatas do país, um homem cosmopolita com óculos sem aro que tem um melhor domínio do inglês do que muitos dos líderes mundiais que estavam sentados à mesma mesa de negociações.

He Yafei estava ganhando tempo e constantemente pedindo interrupções, porque ele precisava conversar com seu primeiro-ministro, Wen Jiabao. Merkel aumentou a pressão, dizendo: “Então nós só precisamos ir embora.”

Ainda havia duas variáveis importantes, X e Y, no esboço do acordo. Elas marcavam os lugares onde seriam preenchidas as porcentagens de redução de emissões de gases de efeito estufa das nações industrializadas e dos países em desenvolvimento, respectivamente. “Não podemos continuar, dizer coisas bonitas, mas que esperem um ano ou mais para x e y.”, disse Merkel. A chanceler alemã estava determinada a garantir que a China e a Índia se comprometessem a participar nos esforços de proteção do clima.

Mas a China e a Índia não estavam dispostas a se comprometer. Por trás das costas dos europeus, elas aparentemente chegaram a seu próprio acordo com o Brasil e a África do Sul. “Todo o tempo nós dissemos: “não julgue as opções de antemão!”, disse um representante da delegação indiana*, fazendo com que Merkel explodisse: “Então vocês não querem se comprometer legalmente!”

Isso, por sua vez, fez com que o negociador indiano dissesse irritado: “Por que você julga as opções de antemão? Todo o tempo você disse para não pré-julgar as opções e agora você as está pré-julgando. Isso não é justo!” O negociador chinês He Yafei ficou do lado dele.

Quebra de compromisso

O primeiro-ministro britânico Gordon Brown, falando com voz forte, tentou mediar a discussão. “Acho que é importante reconhecer o que estamos tentando fazer aqui”, disse ele. “Estamos tentando cortar as emissões até 2020 e 2050. Esta é a única razão que justifica estarmos aqui. É a única razão para justificarmos o dinheiro público que está sendo gasto para isso. É a única razão que justifica a busca de um tratado.”

O primeiro-ministro norueguês Jens Stoltenberg apontou que foram os indianos que haviam proposto a inclusão de reduções concretas de emissões para os países industrializados no tratado.

Mas a Índia mudou de lado em questão de poucas horas e não estava mais interessada em sua própria proposta. Um membro não identificado do grupo ficou indignado, dizendo: “Estou surpreso que nosso amigo indiano que sugeriu a emenda pelo ministro do meio-ambiente indiano hoje de manhã não esteja mais aqui. Esta é uma quebra de compromisso.”

Merkel levou mais uma punhalada. A redução de 50% das emissões, ou seja, limitando o aquecimento global a 2 graus Celsius, era uma referência ao que está escrito no relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática). Ela então dirigiu um apelo dramático aos países que estavam tentando impedir o tratado: “Vamos supor que uma redução de 100%, ou seja, nada mais de CO2 nos países desenvolvidos. Mesmo assim, com (a meta de) dois graus, vocês teriam que reduzir as emissões de carbono nos países em desenvolvimento. Esta é a verdade.”

Recusando-se a ceder

É claro, o negociador chinês He Yafei sabia perfeitamente bem que Merkel estava certa, e foi exatamente por isso que ele não poderia concordar com sua proposta. Isso significaria que a China teria que examinar seu desenvolvimento econômico. O crescimento de dois dígitos não seria mais uma opção para a gigante asiática.

O diplomata chinês recusou-se a ceder às demandas europeias, dizendo: “Agradecemos a todos por essas sugestões. Dissemos claramente que não devemos aceitar as reduções de 50%. Não podemos aceitá-las.”

Foi nesse ponto que Sarkozy, que já estava aguentado o suficiente, acusou os chineses de hipocrisia. Como um dos presentes se recorda: “Havia uma sensação de que tínhamos chegado a um impasse, uma diferença insuperável.”

Por fim, o político disse que aquele que alega ser o homem mais poderoso do mundo logo o será apenas por causa de suas muitas armas nucleares: o presidente norte-americano Barack Obama. Nesse ponto, praticamente ninguém na sala conseguiu dar nenhuma mordida nos sanduíches de mussarela murchos que eram constantemente servidos.

Obama apunhala os europeus pelas costas

Assim como os europeus, o presidente norte-americano também tinha a intenção de garantir um acordo para proteger o clima por parte das novas superpotências econômicas, China e Índia. “Acho que é importante observar que há importantes questões a serem consideradas”, disse ele, com um tom distinto em sua voz que sugeria a visão de um estadista.

Obama lembrou seus colegas de que as nações industrializadas também dependem da boa vontade de seus cidadãos para salvar o clima. “Da perspectiva dos países desenvolvidos, mobilizar a vontade política dentro de cada país para realizarmos esforços substanciais de atenuação [da mudança climática] já é muito difícil, e, além disso, canalizar parte dos recursos de nossos países para os países em desenvolvimento, é um peso muito grande”, disse Obama. Então, falando diretamente para a China, ele acrescentou: “Se não houver uma consciência de mutualidade nesse processo, será difícil para nós seguirmos adiante de forma significativa.”

Por fim, Obama falou sobre o desdém diplomático que o primeiro-ministro chinês transmitiu com a sua ausência: “Tenho muito respeito pelos representantes chineses aqui, mas também sei que há um primeiro-ministro aqui que está tomando uma série de decisões políticas. Sei que ele está lhe dando instruções nesse momento.”

Mas daí Obama apunhalou os europeus pelas costas, dizendo que seria melhor engavetar as metas concretas de redução por enquanto. “Tentaremos dar algumas oportunidades para essa resolução fora desse contexto multilateral... E digo isso confiante de que a China ainda queira um acordo, assim como nós.”

“Outros negócios para resolver”

No final de seu pequeno discurso, que durou 3 minutos de 42 segundos, Obama até mesmo minimizou a importância da conferência climática, dizendo: “Nicolas, não vamos ficar até amanhã. Estou apenas avisando. Porque todos nós obviamente temos outros negócios extraordinariamente importantes para resolver.”

Alguns na sala ficaram nervosos. Exatamente de que lado estava Obama? Ele não poderia marcar nenhum ponto na política doméstica com a questão climática. O consenso geral era de que ele não estava disposto a assumir nenhum compromisso legal, porque este seria usado contra ele no Congresso dos EUA. Será que ele estava interessado só em sair de Copenhague parecendo apenas um estadista assertivo?

Nesse momento, havia ficado claro que Obama e os chineses estavam na verdade no mesmo barco, e que os europeus estavam prestes a naufragar.

O negociador chinês rejeitou confiante as críticas de Obama, dizendo: “Não falo por mim mesmo, mas pela China.” Então ele revidou a gafe do presidente francês, e disse: “Ouvi o presidente Sarkozy falar sobre hipocrisia. Acho que estou tentando evitar palavras como esta. Estou tentando entrar nas discussões e debater sobre a responsabilidade histórica.”

Lição de história

He Yafei decidiu dar ao grupo uma lição de história. “As pessoas tendem a esquecer de onde vêm. Nos últimos 200 anos de industrialização, os países desenvolvidos contribuíram com mais de 80% das emissões. Quem quer que tenha criado esse problema é responsável pela catástrofe que estamos enfrentando.”

Isso foi uma humilhação para a chanceler Merkel. Fotos tiradas mais tarde mostraram-na usando um blazer de seda cor-de-rosa, com o rosto parecendo cinzento e exausto. Ela tentou mostrar ao mundo uma fachada digna, falando sobre uma “nova ordem climática mundial” que havia sido atingida em Copenhague. Mas falando em particular depois da reunião, ficou claro que ela estava furiosa com o fracasso. Ela jurou para si mesma que não se arriscaria à mesma humilhação novamente. A chanceler ficou profundamente abalada com a demonstração de poder da China e da Índia, assim como com a manobra de Obama.

Ela deve ter se sentido muito sozinha naquela sala, com suas paredes cor de mostarda. E o jogo chinês ainda não havia acabado. “Tenho uma pergunta quanto aos procedimentos”, disse He Yafei. “Peço gentilmente um intervalo de alguns minutos para consulta. Precisamos de algum tempo de consulta.” O que ele queria dizer era que ele queria telefonar para seu primeiro-ministro.

“Quanto tempo?”, perguntou Merkel.
O presidente, Rasmussen, tomou a decisão. “Encontraremo-nos novamente às quatro e meia. Quarenta minutos.”

Decisões tomadas em outros lugares

Mas a reunião não foi retomada. As decisões-chave foram tomadas fora dali – sem os europeus. Os indianos haviam reservado uma sala no andar de baixo, onde o primeiro-ministro Singh se encontrou com seus colegas, o presidente brasileiro Lula e o presidente da África do Sul Jacob Zuma. Wen Jiabao também estava presente.

Pouco antes das 19h, o presidente Obama entrou no pequeno encontro aconchegante das potências em desenvolvimento.

Naquela reunião, tudo que era importante para os europeus foi retirado do esboço do acordo, em especial as metas concretas de redução de emissões. Mais tarde, os europeus – como os diplomatas de todos os outros países sem poder, que foram deixados esperando na sala de plenária – não tiveram outra escolha a não ser endossar o precário resultado.

“Muito complicado”

Existe um político que pensou bastante sobre suas experiências na sala Arne Jacobsen em dezembro de 2009: o ministro mexicano do meio ambiente Juan Elvira Quesada. Seu país será o anfitrião da próxima grande cúpula do clima em novembro.

Em Copenhague, Quesada aprendeu que o procedimento existente é ineficaz. “Quando mais de 190 países devem chegar a um consenso, é simplesmente muito complicado”, diz ele.

Na reunião de novembro em Cancun, ele diz que preferirá nem mesmo tocar no documento que foi esboçado a duras penas naquele pequeno grupo de líderes mundiais. “Se fossemos simplesmente seguir adiante com o documento de Copenhague, seria um desastre.”

Tradução: Eloise De Vylder



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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A Religião do Clima e a cúpula da ONU em Copenhague:"O meio ambiente deveria competir com a religião, de modo que pudéssemos moldar povos e países

Mensaje a los Medios de Comunicación del Presi...Image by Gobierno Federal via Flickr

A Religião do Clima e a cúpula da ONU em Copenhague: "O meio ambiente deveria competir com a religião, de modo que pudéssemos moldar povos e países.

Por Anders
Euro-med.dk, 04/12/2009

Sumário: O programa ambiental da ONU (UNEP, em inglês) é muito ambicioso. Ele quer que o movimento ambientalista esteja rivalizando com a religião para estabelecer nossos padrões e valores. Um documento até agora secreto mostra que o UNEP controlará os governos em questões climáticas para incluir todas as condições sociais, e explorar os governos por dinheiro. O UNEP está engajado em um enorme trabalho missionário, começando com o verde - e fazendo lavagem cerebral nas crianças através de 30.000 organizações mundo afora - usando os mesmos métodos que o Futerra do governo britânico. Em uma reunião em Paris entre 4 e 5 de setembro, o UNEP fez o compromisso de a mídia fazer a propaganda ambientalista até a conferência de Copenhague e além, enquanto todo o aparato da ONU está mobilizado em uma campanha sem precedentes de mentiras do clima para um acordo político em Copenhague.

Estão incluídas as curvas do relatório de Lord Monkton sobre o escândalo do Climategate. Elas demonstram que enquanto os próprios números do Sistema de Informação Geográfica da NASA em 1999 mostravam um resfriamento global, que continua até os dias atuais, James Hansen do Sistema de Informação Geográfica projetava isso como aquecimento global. Essa é a verdadeira mudança climática antropogênica!

O movimento climático inteiro é uma religião adorando a "Mãe Terra viva", a Gaia dos antigos gregos, com um arco de esperança, o pacto com equipamentos rituais, pregadores da Terra, fórmulas mágicas, e hinos a Gaia. A Carta da Terra é chamada os "10 mandamentos de nosso tempo" pelo Moisés de nosso tempo, Michael Gorbachev, e transgressão aos 10 mandamentos é pecado, para o qual nossos incríveis políticos compram indulgências para nosso dinheiro nos países mais pobres da terra para um não existente débito de CO2! Há altos sacerdotes corruptos que tem feito da ameaça do dia do juízo final seu culto. E há um mundo inteiro que segue cegamente e adora esse monstro vermelho pintado de verde (apoc. 13)

O Natal está se aproximando, tempo de reflexão para os cristãos. E esse ano para os adoradores de Gaia/Lúcifer da religião do clima da Nova Era, também, fortemente associados com a agenda 21 da ONU. Enquanto Al Gore é o pregador irrefletido dessa religião, há profetas escondidos como o Clube de Roma, e Edmund de Rothschild, Michael Gobachev da Cruz Verde, Steve Rockefeller e Maurice Strong, os últimos três autores da Carta da Terra. Mas estes caras espertos transferiram a lucrativa religião do clima deles para a satanista ONU. De forma geral 91% dos autores da coordenação do Relatório da Quarta Avaliação do IPCC eram cientistas do Programa de Pesquisa Mundial do Clima, e, portanto, tinham o apoio da UNESCO por trás deles. Um ramo da ONU é o Programa Ambiental da ONU (UNEP). Ele foi estabelecido em 1972 e tem uma estratégia de 2010 a 2013 para uma lavagem verde e lavagem cerebral no mundo sob a cobertura da religião do clima. Wikipédia: O mandato do UNEP é para coordenar o desenvolvimento do consenso da política ambiental pela manutenção do meio ambiente global sob revisão e trazer as questões emergentes à atenção dos governos e da comunidade internacional para ação. O Conselho Governante é o principal desenvolvedor das normas políticas para os programas ambientais e desempenha o papel diplomático em promover a cooperação entre os estados membros da ONU sobre questões de meio ambiente.

Um documento secreto emergiu: O relatório de Mark Halle, "O UNEP Que Nós Queremos", da reunião do UNEP em 17 de setembro de 2007: "O meio ambiente deveria competir com a religião como a única narrativa baseada em valores obrigatória disponível para a humanidade. Já está acontecendo no campo da mudança climática." Uma corte de justiça Britânica declara: "O Verde é uma religião!

“Efetivamente, o ambientalismo é uma religião, uma adoração de Gaia, vide a hipótese de Gaia de James Lovelock:” “Pode ser que um papel que nós desempenhamos é como os sentidos e o sistema nervoso de Gaia. A terra é um sistema vivo e somos parte dele". O Independente de 16/01/2006:"Minha teoria de Gaia vê a Terra se comportando como se estivesse viva. Nós demos uma febre a Gaia e em breve sua condição piorará para um estado como o de coma." A "sagrada" Arca da Esperança contém as orações da Terra, o véu da oração da Terra, e a Carta da Terra, os 10 mandamentos de nosso tempo, como o Moisés de nossos dias, Michael Gorbachev diz. A Arca simboliza a Arca do Pacto de Gaia. Como em muitas religiões, jejum e abstinência de carne estão sendo pregados. Há autonomeados, oniscientes, fundamentalistas fraudulentos como Sumo Sacerdotes para Gaia - como James Hansen - vendo os políticos como hereges comprando indulgências nos países mais pobres para um imaginário débito de CO2. Mesmo se Hansen foi pego três vezes em flagrante adulterando as temperaturas, ele agora está indignado com o escândalo do climategate! Na religião do clima é preciso mentir - mas é inadmissível ser exposto sob quaisquer circunstâncias. É por isso que eles compraram a mídia. O elemento central do culto é a ameaça do dia do julgamento. Eles têm hinos para Gaia e orações para Gaia: “... Sagrada deusa, a senhora nos honra com o seu sempre abundante espírito. Adeus mãe dos deuses, noiva do paraíso..."

A Conferência de Mudança Climática da ONU em Copenhague começará em menos de uma semana (já está em andamento). A ONU está altamente agressiva: Uma recente inspeção no site oficial Seal the Deal Web mostrou que 417.721 pessoas até 21 de dezembro tinham assinado a petição para fazer esse acordo. O homem por trás desse acordo é Janos Pasztor, conselheiro climático de Ban Ki-moon. Pasztor é o recentemente nomeado Diretor do Grupo de Gerenciamento de Meio Ambiente da ONU (EMG), cujo secretariado é estipulado pelo Programa de Meio Ambiente da ONU (UNEP) em Genebra. Felizmente o prospecto do "Fechamento do Acordo" é ruim, muitos paises estando indesejosos de pagar as vorazes LDC's de 700 bilhões de dólares que eles estão exigindo. Até mesmo o pagamento de 100 bilhões de dólares oferecidos pela União Europeia tem dividido os países. O escândalo do climategate pode ter diminuído a confiança dos contribuintes na fraude do clima. Por outro lado a política do clima é uma fraude intencional baseada em uma mentira proposital. Mas o atual prospecto mínimo do resultado é uma grande frustração do manda-chuva da ONU, Ban Ki-moon que está continuamente fazendo lobby para os países ricos fazerem um acordo comunista para enviar cada vez mais de suas riquezas para os povos do mundo que nada produzem a não ser mais crianças. É claro que sob a capa do "débito de CO2" que devemos aos países pobres que não produzem absolutamente nada do danoso CO2.

Fox News, 19/11/2009: Um intenso trabalho de lobby dirigido pelo Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon em favor do tratado ainda está prosseguindo a todo vapor adiante, sob o slogan da campanha "Sele o Acordo! Crescimento do poder verde. Proteja o planeta" - um grande esforço para a manipulação da opinião pública internacional.

Desde 2001 o combinado RSS (sistema de sensores remotos em Santa Rosa e UTAH (Universidade de Alabama Huntington) de temperaturas mostra um claro resfriamento global - convertido pelo IPCC em aquecimento global. Relatório de Lord Monkton.

A ONU fisga crianças a fim de ter os pais delas em suas redes.

The New York Post, 30/11/2009: As crianças foram os alvos de um livro co-escrito pelo pela produtora do veículo fabricador da estrela de Al Gore, "Uma Verdade Inconveniente" com pelo menos 11 pesados erros de acordo com a corte britânica. A produtora Laurie David disse ao editor do Weekly que ela escreveu o livro de criança, "Down-to-Earth Guide to Global Warming," porque "Crianças também são a influência número 1 para os pais delas, então se você quer alcançar os pais, vá até as crianças." Então: Minha filha voltou da escola recentemente com uma canção em seus lábios. Lá de fora vinha esse refrão assustador: "...Você pode ouvir o aquecimento - Aquecimento Global..." Nós aprendemos que: A) Todas as crianças têm sido forçadas a cantar "A Canção do Aquecimento," em um show para os pais. B) Além do mais a letra da música censura os adultos egoístas por poluírem nosso planeta e causar o martírio do aquecimento que mataria, em pouco tempo, todos os ursos polares e ameaçaria os pássaros e as abelhas. O UNEP tem um enorme programa para converter crianças - com cerca de 30.000 organizações ao redor do mundo.

Por quê? As ambições do UNEP, sente que está sendo negligenciado, consegue financiamentos tão pequenos e quer estabelecer a política da ONU sobre o clima e a sociedade. Aqui estão os meios: O UNEP tem um largo eleitorado natural e esse eleitorado precisa ser atrelado a missão do UNEP sem parecer fazer avanço ao redor dos governos membros. Isso inclui descobrir o jeito certo de interagir com, e tirar o melhor de, universidades e comunidades de estudantes, e dos think tanks. Ele deve fazer um hábito de desafiar comportamentos e práticas insustentáveis, onde quer que sejam encontradas, essas iniciativas também representam um meio de alcançar os diretores executivos das corporações. O UNEP alcançará governos, outras entidades das Nações Unidas, instituições internacionais, secretarias de acordos ambientais multilaterais, a sociedade civil.

Comentário: Assim, a missão do UNEP é contornar os governos promovendo seu subversivo trabalho revolucionário.

O ambicioso documento, intitulado "O UNEP Que Nós Queremos", de Mark Halle, foi o produto de um seleto grupo de 20 principais burocratas ambientalistas e pensadores, incluindo a atual funcionária número dois do UNEP, Angela Cropper. O documento foi mais tarde entregue ao Diretor Executivo do UNEP Achim Steiner. Outro participante incluido Janos Pasztor. Um outro importante assistente foi John Scanlon, listado no website do UNEP como o principal conselheiro de Steiner no UNEP. Entre outras coisas, é creditado a Scanlon em sua biografia como ser o líder em desenvolver a nova estratégia de médio prazo do UNEP, "Meio Ambiente para o Desenvolvimento," cobrindo o período de 2010 a 2013.

Essas ideias estão sendo defendidas em um tempo altamente carregado. Ambos os ambientalistas e as Nações Unidas inteira, liderados pelo Secretário Geral Ban Ki-moon, estão pressionando intensamente os governos ao redor do mundo para assinarem um sucessor legalmente obrigatório e mais global para o Protocolo de Kyoto na supressão dos gases do efeito estufa, o qual expira em 2012. Até o momento, esse acordo parece provável de ser adiado, pelo menos até a próxima primavera, enquanto alguns países ricos, incluindo os Estados Unidos, hesitam pelo alto custo e potencialmente incapacitante impacto econômico dos objetivos para reduzir as emissões de carbono na atmosfera da terra, ainda que o presidente Barack Obama apóie um ambicioso acordo em Copenhague.

Entre outras coisas, ambas documentadas (inclusive o documento 2010-2013) argumentam por:

1. uma "nova e central posição para o ambientalismo no pensamento do mundo," o meio ambiente se movendo de ser frequentemente considerado uma questão marginal nos níveis intergovernamental e nacional para o centro da tomada de decisão política e econômica," diz o plano de médio prazo.
Diretor Executivo do UNEP, Achim Steiner

2. unir questões ambientais com econômicas como prioridade central. "Nós necessitamos de um Bretton Woods ambiental para o século 21," as ligações entre sustentabilidade ambiental e a economia.

2. novas regras ambientais, regulamentos e padrões, com uma autoridade mais forte para comandar os governos nacionais. O documento Mark Halle chama isso uma série de "ajustamentos incrementais, todavia ambiciosos" para a governança ambiental internacional.

4. um extensivo papel de divulgação pela UNEP para "crianças e jovens".

5. alcançar setores mais poderosos dos governos bem como dos negócios.

6. apelar para os mais poderosos (dos governos) ministros responsáveis pela política econômica; a mensagem do UNEP não é para os ministros do meio ambiente - já convertidos...Devem mirar mais alto."

7. procurar influenciar como o árbitro condutor do mundo de uma nova dimensão do desenvolvimento humano.

De acordo com Halle, contudo, numa troca de e-mail com a Fox News, há sinais de que o grandemente ambicioso papel que ele e seus camaradas intelectuais rascunharam para o UNEP como o principal competidor da religião está "começando a acontecer." Halle apontou o engajamento este ano da assim chamada Iniciativa da Economia Verde, uma proposta para redesenhar radicalmente a economia global e transferir trilhões de dólares em investimentos para os países em desenvolvimento mais pobres do mundo, mas um que está formulado em termos de novos empregos verdes.

A Iniciativa da Economia Verde é também chamada de Novo Acordo Global Verde. O fato de que o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) é ocasionalmente associado com o UNEP é um escândalo e uma tragédia. Comentário: Realmente notável, desde que o IPCC foi estabelecido pelo UNEP em 1988.

Fox News, 19/11/2009: Manipulação da mídia
Uma outra parte chave da tragédia é atrair os noticiários da mídia internacional muito mais profundamente para dentro da causa. Caso em questão: uma reunião em Paris de 4 a 5 de setembro, organizada pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) e intitulado "Primeira Conferência Internacional sobre Mídia e Mudança Climática."

Quase 300 pessoas representando mais de 100 organizações de radiodifusão e sindicatos de radiodifusão compareceram ao encontro. No final da reunião, e com Copenhague a apenas três semanas a frente, o grupo emitiu uma declaração falando que "uma dedicada colaboração entre a mídia de radiodifusão para compartilhar e disseminar informações sobre mudança climática que incorpore tanto a perspectiva global como a local encorajaria indivíduos e fazedores de políticas a se responsabilizarem por ações oportunas." "Provavelmente a maior parte do mundo não lê o noticiário de jeito nenhum. Eles não procuram mudanças no noticiário para obter suas informações ou para mudar seu comportamento. Se a mudança climática é sobre mudança comportamental, no final das contas o que eu acredito que é, portanto de uma perspectiva da mídia você deve, você tem de olhar de um jeito que não é apenas sobre notícias. É sobre criar uma imaginação, e uma visão, do que uma mudança climática mundial - ou uma mudança climática mundial evitada com sucesso - parecerá. Isso virá através de filmes, isso virá através de novelas, isso virá através de reality shows de televisão, isso virá através de romance." Eric Hall - chefe de relações públicas das Nações Unidas. Comentário: Isto é, usando psicologia aplicada para converter a humanidade para a religião do clima é - estratégia da Futerra!

Al Gore e o Climategate? Bem, ele tem guarda costas para remover qualquer um fazendo perguntas inconvenientes - pelo menos 4 pessoas. E então ele se apressa para o seu mercedes sedento de gasolina!

Temos visto como os principais fornecedores de temperaturas para o IPCC, umas atuais (James Hansen, Sistema de Informação Geográfica) e projeções futuras (Unidade de Pesquisa Climática, Universidade de East Anglia), foram expostos como fraudadores. Ou seja, o ganhador do prêmio Nobel, o IPCC, recebeu este prêmio em cima de uma grande mentira. Da mesma forma Al Gore, é claro. E isso significa que a Conferência do Clima de Copenhague é uma farsa científica. Mas como mostrado acima isso é indiferente. Essa conferência não é sobre clima - porque eles sabem muito bem que não há crise climática. É sobre governo mundial, como Lord Monckton de Brenchley diz. O documento suíço acima não é surpresa, considerando as simpatias comunistas expressas por Ban Ki-moon. Isso é parte da comunista agenda 21 como anteriormente descrita neste blog.

Marque o que Mark Halle escreve: O UNEP vai procurar influenciar como o árbitro guia do mundo de uma nova medida de desenvolvimento humano. Esses canalhas tomaram o papel de brincar de Deus - ou melhor, do Diabo - achando que eles podem fazer sua miserável mentirosa ideologia climática o equivalente do Cristianismo. Eles pensam que estão designados a contornar os governos e fazerem-se árbitros de nosso desenvolvimento! Isto é realmente luciferiano: Ou seja, deificação humana.

Mas por que apenas o clima como a ferramenta deles? Aqui é como a Criatura da Ilha de Jekyll por G. Edward Griffin, appleton, Wisconsin: American Opinion Publishing, Inc., 1994:"Pode agora ser possível criar um Governo Mundial no qual todas as nações serão desarmadas e disciplinadas por um Exército Mundial, uma condição na qual chamaremos de paz." Neste caso, o que poderia ser um substituto para guerra? Uma fonte está no estudo secreto do Hudson Institute de 1966 comissionado pelo Secretário de Defesa Robert McNamara (depois chefe do Banco Mundial), intitulado Relatório da Montanha de Ferro. Este estudo analise friamente vários meios pelos quais o governo poderia controlar o populacho e perpetuar- se no poder na ausência da guerra (paz da ONU).

Aqui, Griffin explica, está a origem do estratagema para promover o apocalipse ecológico como o novo inimigo que ameaça o mundo inteiro. A ameaça precisa ser real, apresentado as massas que podem ser convencidas de que é verdadeiro. Credibilidade é a chave, não a realidade. A barragem de propaganda tem tido um resultado fenomenal. Políticos estão agora sendo eleitos com nada a não ser "preocupação pelo meio ambiente e uma promessa de sujeitar as indústrias sujas," com ninguém se preocupando sobre os danos feitos a economia ou nossas liberdades. No mesmo espírito Alexander King, do Clube de Roma, primeira Revolução Global: "Na procura por um novo inimigo para nos unir, nós surgimos com a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, escassez de água, fome e coisas semelhantes servia bem... O verdadeiro inimigo, então, é a própria humanidade." Ou seja, a mentira climática é pura ideologia da Nova Ordem Mundial.

Fonte: http://euro-med.dk/?p=12116

Tradução e adaptação: O Observador







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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Controle populacional como chave para o acordo de Copenhague

Controle da população chamado chave para acordo.

Por Li Xing (China Daily)
Atualizado em 10/12/2009

Copenhague: População e mudança climática estão entrelaçadas, mas a questão populacional tem permanecido um ponto morto quando os países discutem maneiras de mitigar a mudança climática e refrear o aquecimento global, de acordo com Zhao Baige, vice-ministro da Comissão de Planejamento Familiar e População Nacional da China (NPFPC, em inglês).

"Lidar com o aquecimento global não é simplesmente uma questão de redução de emissão de CO2, mas um desafio abrangente envolvendo a questão política, economia, social, cultural e ecológica, e a preocupação populacional se enquadra neste quadro," disse Zhao, que é um membro da delegação do governo chinês.

Muitos estudos ligam o crescimento populacional com as emissões e o efeito do aquecimento global.

"Cálculos da contribuição do crescimento da população para o crescimento das emissões globalmente produzem uma descoberta consistente de que a maior parte do crescimento populacional passado foi responsável por entre 40 e 60 por cento do crescimento das emissões," assim afirmado pelo Estado da População Mundial de 2009, liberado antes pelo Fundo Populacional da ONU.

Embora a política de planejamento familiar da China tenha recebido críticas nas três décadas passadas, Zhao disse que o programa populacional da China tem feito uma contribuição histórica enorme para o bem estar da sociedade.

Como resultado da política de planejamento familiar, a China tem visto 400 milhões de nascimentos a menos, que tem resultado em 18 milhões de toneladas de emissões de CO2 a menos por ano, disse Zhao.

O relatório da ONU projetava que a população global ficaria em 8 bilhões pelo ano de 2050 invés de um pouco mais de 9 bilhões de acordo com um cenário de crescimento médio, "poderia resultar em 1 a 2 bilhões de toneladas de emissões de CO2 a menos".

Enquanto isso, ela disse que estudos também têm mostrado que programas de planejamento familiar são mais eficientes em ajudar a cortar emissões, citando pesquisa de Thomas Wire da London School of Economics que afirma: "Cada $7 gasto planejamento familiar básico reduziria as emissões de CO2 em mais de uma tonelada" enquanto custaria $13 para redução de corte de árvores, $24 para usar tecnologia eólica, $51 para energia solar, $93 para introdução de carros híbridos e $131 para veículos elétricos.

Ela admitiu que o programa populacional da China não é sem consequências, assim o país está entrando rapidamente em um estágio de envelhecimento da sociedade e encarando o problema de desequilíbrio de gênero.

"Eu não estou dizendo que o que temos feito é 100 por cento, mas estou certa que estamos indo na direção certa e até agora 1,3 bilhões de pessoas têm se beneficiado," ela disse.

Ela disse que cerca de 85 por cento das mulheres chinesas em idade reprodutiva usam contraceptivos, a taxa mais alta do mundo. Isso foi alcançado amplamente através da educação e melhoramento da vida das pessoas, ela disse.

A abordagem holística que integra a política da população e desenvolvimento, uma estratégia d promoção do desenvolvimento sustentável da população, recursos e meio ambiente deveriam servir como modelo para programas de integração da população na estrutura da adaptação da mudança climática, ela disse.

Fonte: China Daily

Nota: Parece que o controle populacional dos países em desenvolvimento é um dos objetivos principais das políticas para redução do aquecimento global

Observamos no artigo essa ênfase sobre políticas populacionais, e mesmo reconhecendo os prejuízos que tal política tem trazido para a China, como o envelhecimento da população pela falta de jovens para repor a população e a falta de mulheres, uma vez que a preferência dos casais é por filhos homens, que em muitos casos não conseguirão esposas para constituir família.

Mesmo assim eles acham que tal política é um sucesso e estão querendo globalizar tal experimento de engenharia social, tendo como grande aliado o aquecimento global e usando a educação para doutrinar, ou fazer lavagem cerebral nas gerações mais jovens do mundo em desenvolvimento.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática em Copenhague: Governo Mundial Comunista sem Bife e Unidade Religiosa Global sem Deus.

DesmatamentoImage by Ludmila Tavares via Flickr

Conferência das Nações Unidas sobre mudança climática em Copenhague: Governo Mundial Comunista sem Bife e Unidade Religiosa Global sem Deus.

Por Anders
Publicado em 06/11/2009 - Euro-med.dk

Sumário: A conferência de mudança climática da ONU em Copenhague de 7 a 13 de dezembro é apenas questão climática de faz de conta, apesar de que a União Europeia estar considerando a apresentação das taxas de CO2 em adição a farsa do comércio de emissão de CO2 na bolsa de valores climática de Londres (ECX). Isso é sobre concordar com uma estrutura para um governo mundial, como o Secretário Geral da ONU disse claramente. Para esse fim o discípulo do Dalai Lama na Comissão Mundial sobre Espiritualidade e Consciência Global, Al Gore, está abrindo programas de treinamento para os líderes crédulos das maiores religiões. Primeiro eles irão brigar externamente sobre a distribuição da riqueza de mais de 100 bilhões de euros. Reuniões secretas prévias estão tendo lugar entre ministros em intervalos regulares (do jeito que o parlamento dinamarquês fez quando debateu o Tratado de Lisboa com o objetivo de nos enganar no referendum). A política mentirosa - não científica – as ONG, o IPCC, vão esboçar a diretriz de CO2. Especialmente os africanos, que têm muito pouca emissão de CO2, devem ter realocação de verbas por supostamente se tornarem "refugiados do clima". Os ocidentais têm de se tornar vegetarianos, diz Lord Stern, ex-economista chefe do Banco Mundial e um socialista Fabiano. Para depois de Copenhague, a carne se tornará tão cara que não poderá ser comprada. Razão: Os animais emitem muito metano! E esse é o novo evangelho de Al Gore que afirma que o CO2 é o único responsável por 40% do aquecimento global - muito para o aborrecimento dos globalistas famintos por impostos.


O programa da Nova Ordem Mundial para o século 21 é chamado "Agenda 21". Ele é descrito como a mais radical transformação que o mundo já viu. Ele é sustentável (comunista), inclusivo, baseado em consenso (antidemocrático), redistribuirá riqueza globalmente (impostos de CO2, visto que conecta meio ambiente e economia), parceiro, bane a atividade humana de vastas áreas, junta-nos em pequenas áreas ao longo de auto-estradas e estradas de ferro em arranha-céus com o objetivo de monitorar as pessoas, sequestra uma geração de crianças para doutriná-las na religião da sustentabilidade (comunismo ambientalista). Todo país deve ser desarmado e haverá um exército permanente da ONU para esmagar rebeliões, um banco central global e uma moeda única. Democracia e liberdade já pertencem ao passado. O illuminista, membro do CFR George Soros, agora exige um governo mundial da ONU como o modelo comunista chinês.

A conferência sobre mudança climática da ONU em Copenhague tem acima de tudo um objetivo político: Governo Mundial. O The Wall Street Journal de 28/10/2009: Os países desenvolvidos enviarão um fluxo de dinheiro para os países menos desenvolvidos via ONU - um imposto de 2% sendo arrecadado nas transações financeiras... Esse (climático) tratado parece ter sido objeto de tentativas pouco comuns de cancelar seu intricado conteúdo. E... Há um bocado de rascunhos de cláusulas descritas como "alternativas" e "opcionais" que deveriam levantar a ira de países livres e democráticos preocupados com a preservação de sua soberania. Lord Christopher Monkton só ficou ciente dos extraordinários poderes a ser investidos neste Novo Governo Mundial quando um amigo encontrou uma cláusula obscura no website da ONU em um documento designado uma "Nota do Secretariado".

Mas com o intuito de atingir este objetivo, um apelo as religiões do mundo torna-se necessário pelo papa da religião climática luciferiana, Al Gore, que se tornou o primeiro bilionário do CO2 do mundo através de suas próprias políticas de CO2.

The Guardian 2/11/2009: Al Gore: "Eu fiz um programa de treinamento cristão (baseado no cristianismo); Eu tenho um programa de treinamento muçulmano e um programa de treinamento judeu está em andamento, também está em andamento um programa de treinamento hindu. Eu treinei 200 ministros cristãos e coloquei os líderes aqui em Nashville em uma versão de slide show que está repleta com referências das escrituras. E então ele mantém silêncio sobre ser um discípulo do Dalai Lama na Comissão do Mundo sobre Consciência Global e Espiritualidade/Conselho Global sobre Política Espiritual&Cidadania Global, onde ele está na companhia de um dos autores de sua bíblia, a Carta da Terra, a saber Mikhail Gorbatchev. Contudo, a fé CO2 é agora atacada de surpresa por - Al Gore, que afirma que o CO2 só é responsável por 40% do aquecimento global. Então qual é a lógica da taxação do CO2? Não obstante, um juiz britânico acabou de fazer a fé CO2 comparável a uma religião!

Por trás da ideia de um mundo comunista de redistribuição através da taxa climática permanece o Clube de Roma dos Rockefellers. Edmund de Rothschild em 1987 enriqueceu o plano através do cambalacho do CO2: "É sobre dinheiro," ele diz em um vídeo. Na Grã-Bretanha a família média será oprimida com 245,39Kg por ano devido ao imposto de CO2 na União Europeia - e isso é apenas o início!! Esta é a verdadeira agenda. A mudança climática é a maior mentira e escândalo científico da história. O Secretário Geral da ONU confirma o plano com clareza incomum.

Mas o verdadeiro objetivo do engodo do clima é criar a estrutura do Governo Mundial através da ONU, sem o qual - assim eles tentam nos amedrontar - o fim do mundo com o aquecimento global é certo dentro de um futuro próximo!

A política do clima da Nova Ordem Mundial é apenas - conspiração e mentira. Aqui está como isso é mantido unido.

Conferência de Mudança Climática COP15 da ONU em Copenhague de 7/18 de dezembro de 2009: "Ministros de mais de 20 países reuniram-se no verão de 2005 na Groenlândia com o objetivo de ver com seus próprios olhos algumas das consequências da mudança climática."
Comentário: Esse turismo político vai para a geleira Jakobshaun que está derretendo por causa da mudança da direção da corrente de Irminger - um braço da corrente do Golfo. Isso não tem coisa alguma a ver com o inexistente aquecimento global.

"Ao mesmo tempo em que se supunha que reunião proporcionaria um refúgio para os políticos conversarem uns com os outros sem restrições. De acordo com um código de conduta posto com antecedência: Não haveria documentação para consulta, nem imprensa, somente um funcionário por ministro, não haveria conclusões a ser feitas sobre nada, e posteriormente nada do que os participantes dissessem era para ser relatado.

Este refúgio para diálogo foi um sucesso, e por esta razão tem sido seguido por diálogos similares na África do Sul em 2006, na Suécia em 2007 e na Argentina em 2008.

Star Tribune.com 16/10/2009

Na sexta-feira, o Serviço Nacional do Tempo confirmou que nunca tinha havido duas primeiras semanas de outubro tão frias. Isso quebra a antiga marca de 11 graus negativos de 1875.

Resumos do Rascunho do Tratado de Mudanças Climáticas de Copenhague.

37. Os inventários nacionais serão:

(a) Tomados em concordância com os mais recentes Parâmetros do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) para os inventários do Gás do Efeito Estufa nacional.

Página 122, item 17. (a) Compensar pelos danos as economias dos países menos desenvolvidos e também compensar pela perda de oportunidades, recursos, vidas, terras e dignidade, devido a que muitos se tornarão refugiados do meio ambiente;

(b) A África, no contexto da justiça ambiental, deveria ser equitativamente compensada pelas perdas do meio ambiente, sociais e econômicas que surgem da implantação das medidas de resposta.

The Times 27/10/2009: As pessoas precisarão se tornar vegetarianas se o mundo quiser vencer as mudanças climáticas, de acordo com uma importante autoridade em aquecimento global. Em uma entrevista com o The Times, Lord Stern de Brentford disse: "Carne é um uso dissipador de água e cria um bocado de gases do efeito estufa."

Emissões diretas de metano de vacas e porcos são uma fonte significativa de gases do efeito estufa. Lord Stern, autor da influente Revista Stern em 2006 sobre o custo de parar o aquecimento global, disse que um acordo bem sucedido na Conferência de Mudança Climática de Copenhague em dezembro levaria a elevação dos custos para a carne e outros alimentos que geram grandes quantidades de gases estufa. Ele previu que a atitude das pessoas se desenvolveria até que comer carne se tornasse inaceitável. Lord Stern é um ex economista chefe do Banco Mundial e agora professor de economia na London School of Economics (isto é, socialista Fabiano). Os números da ONU sugerem que a produção de carne é responsável por cerca de 18 por cento das emissões globais de carbono.

No World System 20/10/2009: Lord Christopher Monkton, o homem que alertou muitos esta semana sobre o tratado, apareceu no programa de rádio de Glenn Beck, ele tornou claro que o tratado criará um Governo Mundial Ditatorial que terá completa autoridade sobre todas as nações pela intervenção na economia e no meio ambiente de qualquer país individual do mundo sem o seu consentimento. O tratado também permitirá a redistribuição de riqueza dos países desenvolvidos como os Estados Unidos para os países do terceiro mundo como a África. A América já está sob o manuseio do Governo Mundial em mais de uma maneira. Para compreender o que está para ocorrer na América devemos compreender o que é a Agenda 21, ela é o desenho da agenda da Nova Ordem Mundial para o século 21.

Agenda 21 é um abrangente plano de ação a ser conduzido globalmente, nacionalmente e localmente por organizações do Sistema das Nações Unidas, Governos, e os Principais Grupos em toda área na qual tem lugar os impactos humanos sobre o meio ambiente.

Resumo: "A efetiva execução da Agenda 21 vai requerer uma profunda reorientação de toda a sociedade humana, diferente de tudo que o mundo já tenha experimentado, uma grande mudança nas prioridades tanto dos governos como dos indivíduos e uma reorganização sem precedentes dos recursos humanos e financeiros. Essa mudança demandará que uma preocupação pelas consequências ambientais de cada ação humana seja integrada em uma tomada de decisão individual e coletiva em cada nível." Agenda 21: "A terra da liberdade": As zonas vermelhas não são para atividade humana ordinária. As zonas amarelas serão para fins altamente regulados.

Aqui está um resumo adicional: Neste programa de meio ambiente das Nações Unidas é afirmado:

2.1. Com o objetivo de enfrentar os desafios do meio ambiente e do desenvolvimento, os Estados decidiram estabelecer uma Nova Parceria Global. Esta parceria Compromete Todos os Estados a empenharem-se em um Diálogo contínuo e construtivo, inspirado pela necessidade de atingir uma economia mundial mais eficiente e Equitativa, mantendo em vista a crescente Interdependência da Comunidade das Nações, e que o desenvolvimento sustentável deveria se tornar um item prioritário na agenda da Comunidade Internacional. É conhecido que, para o sucesso dessa parceria, é importante superar confrontos e estimular um clima de genuína Cooperação e Solidariedade. É igualmente importante consolidar políticas nacionais e internacionais e multinacional de cooperação para adaptarem-se as novas realidades.

2.4. Os Governos reconhecem que há um novo esforço global para associar os elementos do sistema econômico internacional e as necessidades da humanidade para um meio ambiente natural seguro e estável... Em consenso.

Comentário: Sem discussão! Disciplina como de robô! As palavras em negrito dão o programa da agenda dessa Nova Ordem Mundial comunista: Redistribuição obrigatória de riqueza em um consenso forçado em nome da necessidade ambiental.

Agenda 21 - É a Admirável Nova Ordem Mundial, abolição da propriedade privada, da família, das fronteiras nacionais e soberanias bem como introduzir restrições a mobilidade. Você é culpado até que prove o contrário. As pessoas serão concentradas em pequenas manchas ao longo de estradas de ferro e auto-estradas em arranha-céus. As crianças serão educadas pelo Estado para a religião da sustentabilidade (A Carta da Terra é como "os dez mandamentos de nosso tempo" - Gorbachev). Uma geração está sendo roubada para ser doutrinada. O que é certo é decidido por consenso - não pela matemática.

Um Governo Mundial não é mais teoria da conspiração - mas a prática sendo estabelecida. Em 'Nossa Vizinhança Global “(vídeo – Our Global Neighbourhood)) isso se torna realidade: Um exército permanente sob o Secretário Geral da ONU, conselho de segurança econômica com a Organização Mundial do Comércio e o FMI, e uma moeda mundial. A agenda 21 foi assinada por mais de 100 chefes de estado. Avaliação da biodiversidade global: Áreas protegidas: 382 áreas de vida selvagem ao redor do mundo são o núcleo das áreas selvagens. 50% dos americanos são para ficar fora do limite das terras selvagens - conectados por corredores entre eles e cercados por zonas intermediárias com limitada atividade humana. Os humanos serão realocados em comunidades "sustentáveis". O ecossistema governamental deve ser reforçado pela lei.

Verdens-undergang Métodos de Propaganda do Governo.

The Daily Mail 21/10/2009: A Autoridade de Padrões de Publicidade é para investigar um anúncio controverso de mudança climática na TV que apresenta um cachorro se afogando e coelhos morrendo de sede. O Departamento de Energia e Mudança Climática (DECC) lançou um comercial como parte de seu feito na campanha do CO2.

A campanha, na forma de uma estória de ninar, começa com um pai lendo para sua filha, mas se torna em uma horrível descrição do impacto das mudanças climáticas. O pai é visto explicando que os cientistas dizem que o estranho clima 'estava sendo causado pelo excesso de CO2, que subiu para o espaço quando os adultos usavam energia'. Ouve-se ele adicionando que 'alguns lugares poderiam desaparecer debaixo do mar' acrescentando que 'crianças teriam de viver com as horríveis consequências'.

EurActiv 18/09/2009:"Todos os países, exceto os menos desenvolvidos, deveriam contribuir," a declaração dizia,"com as finanças distribuídas de acordo com a necessidade, de forma que os países em desenvolvimento recebam mais do que estão contribuindo". A comissão europeia estima que o financiamento total para ajudar as nações em desenvolvimento "poderia montar a cerca de 100 bilhões de euros anualmente por volta de 2020” (EurActiv 11/09/09). De qualquer forma os países em desenvolvimento se sentem prejudicados e exigem 700 bilhões de dólares! França e Alemanha taxarão alimentos de países que não se juntarem as metas da Conferência de Copenhague.

Comentário Max_dees

...preocupação pelas consequências no meio ambiente de cada ação humana será integrada em cada tomada de decisão individual e coletiva em todos os níveis. "Esta é a receita do Controle Total do Indivíduo em Nome da Religião do Clima - mas na verdade pelos banqueiros illuministas e suas corporações. Isto é Perda Total da Liberdade. Eles tentam nos fazer acreditar que nós devemos aos países menos desenvolvidos um insignificante débito de CO2, enquanto fomos previamente ditos que devemos a eles por causa dos dias das colônias (sem os países menos desenvolvidos ainda estaríamos no estágio da idade da pedra).
Angela Merkel parece ser a que vai atacar a farsa da Nova Ordem Mundial em Copenhague - algo que realmente preocupa o globalista Bilderberg José Barroso, como ele disse diante de seus mestres, do Conselho de Relações Exteriores (CFR).
A Conferência de Copenhague não é sobre salvar o planeta do desastre climático. É sobre a ideia, que Karl Marx de acordo com Friedrich Engels teve do illuminista da Revolução da França, Babeuf, que teve suas doentias ideias revolucionárias do programa de seis pontos de Adam Weishaupt.

A agenda 21 está claramente almejando escravizar a humanidade, concentrando-a em pequenas áreas e levando a recompensa dos diligentes e espertos para entregá-la aos banqueiros - e um pouquinho dos ignorantes e preguiçosos. Eles governarão pelo "consenso" e desarmarão todos os países e deixarão para um exército mundial dirigir o mundo junto com princípios comunistas.

A redistribuição da riqueza vai ter lugar através dos impostos de CO2, negociado na bolsa de valores climática de Londres - Rockefeller, Rothschild e Al Gore sendo os pinos mestres esperando em breve enriquecerem ainda mais na bolsa de valores climática de
Chicago.

Fonte: http://euro-med.dk/?p=11495

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