Mostrando postagens com marcador codex alimentarius. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador codex alimentarius. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de julho de 2011

Codex Alimentarius - Controle populacional sob o disfarce de proteção ao consumidor

Logo of the Food and Agriculture OrganizationImage via Wikipedia

Codex Alimentarius — Controle Populacional Sob o Disfarce de Proteção ao Consumidor

 
O Codex Alimentarius (uma expressão latina que significa Código Alimentar) é uma organização muito malcompreendida sobre a qual a maioria das pessoas (incluindo quase todos os congressistas) nunca ouviu falar, e muito menos compreende a verdadeira realidade dessa organização de comércio extremamente poderosa. A partir de seu próprio sítio na Internet, em http://www.codexalimentarius.net, o propósito altruísta da comissão é "proteger a saúde dos consumidores, garantir práticas justas no comércio de alimentos e promover a coordenação de todas as normas alimentares seguidas pelas organizações governamentais e não-governamentais internacionais." O Codex é um empreendimento controlado de forma conjunta por duas agências da ONU: a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura) e a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Um Breve Histórico do Codex

A história do Codex teve início em 1893, quando o império austro-húngaro decidiu que precisava de um conjunto específico de diretrizes para que os tribunais julgassem os casos relacionados com alimentos. [1]. Esse conjunto regulatório de determinações tornou-se conhecido como Codex Alimentarius e foi implementado eficazmente até a queda do império em 1918. Em uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) de 1962, decidiu-se que o Codex deveria ser reimplementado em todo o mundo de modo a proteger a saúde dos consumidores. Dois terços do financiamento para o Codex vêm da FAO, e um terço da OMS. 


Em 2002, a FAO e a OMS tiveram sérias preocupações a respeito da direção do Codex e contrataram uma consultoria externa para determinar seu desempenho desde 1962 e para designar que direção a organização de comércio deveria seguir. [2] A firma de consultoria concluiu que o Codex deveria ser imediatamente descartado e eliminado. Foi neste momento que as grandes indústrias perceberam o pleno potencial monetário dessa organização e exerceram sua influência poderosa. O resultado atualizado foi um relatório com linguagem amenizada que propunha que o Codex tratasse de 20 preocupações diversas dentro da organização. 


Desde 2002, a Comissão do Codex Alimentarius cedeu secretamente seu papel como uma organização pública internacional para a proteção da saúde e do consumidor. Sob a direção das grandes indústrias, o único propósito sub-reptício do novo código é aumentar os lucros para os rolos compressores empresariais globais e, ao mesmo tempo, controlar o mundo por meio dos alimentos. A compreensão implícita da nova filosofia é que se você controla os alimentos, então consegue controlar o mundo.

O Codex Agora

Os EUA são o país mais dominante que está por trás da agenda do Codex e seu único propósito é beneficiar os interesses multinacionais, como as grandes companhias farmacêuticas, o grande agronegócio, as grandes indústrias químicas, etc. No último encontro em Genebra, Suíça, os EUA assumiram a presidência do Codex, o que facilitará uma exacerbação da distorção da liberdade para a saúde e dará continuidade à promulgação de desinformações e mentiras sobre os organismos geneticamente modificados (transgênicos) e nutrientes, ao mesmo tempo que cumpre a agenda tácita do controle populacional. A razão por que os EUA continuam a dominar o Codex é porque outros países acreditam, equivocadamente, que esse país possua as tecnologias mais modernas e de maior segurança no que se refere aos alimentos, de modo que tudo o que os EUA pedem, seus aliados (União Europeia, Argentina, Brasil, Canadá, México, Austrália, Malásia, Indonesia, Japão e Cingapura) quase sempre seguirão.

Muitos dos países que desejam participar e expressar suas opiniões não recebem a permissão para comparecer às reuniões do Codex, pois os EUA negam a maior parte dos vistos para esses representantes sempre que acharem apropriado. Muitos desses países (África do Sul, Suazilândia, Quênia, Gana, Egito, Camarões, Sudão e Nigéria) percebem que o Codex foi alterado e deixou de ser uma organização benevolente e voltada para a produção de alimentos, para se transformar em uma organização fraudulenta, letal e ilegítima. O fato de as reuniões do Codex serem realizadas em todo o mundo também não é acidente e permite que os EUA mantenham seu controle rígido sobre a agenda do Codex, pois os países menos economicamente viáveis não conseguem comparecer.

A Verdadeira Ameaça

Enquanto a agenda esotérica da mídia está ocupada levando o medo aos corações das pessoas em todo o mundo, enfocando o terrorismo, o aquecimento global, a salmonelose e a escassez de alimentos, as ameaças reais estão clandestinamente se tornando realidade. Em breve, tudo aquilo que você põe na boca (com a exceção dos remédios, é claro), será regulamentado pelo Codex Alimentarius, inclusive a água. As normas do Codex são uma total afronta às liberdades para comer alimentos puros e saudáveis, e não têm validade jurídica internacional. Por que devemos nos preocupar? Essas normas, que logo se tornarão obrigatórias, se aplicarão a todos os países-membros da Organização Mundial do Comércio (OMC). Os países que não seguirem as normas poderão sofrer pesadas sanções comerciais. Algumas normas do Codex que entrarão em vigor a partir de 31 de dezembro de 2009 e que, depois de iniciadas, se tornarão completamente irrevogáveis, incluem as seguintes [2]: 

·         Todos os nutrientes (vitaminas e minerais) serão considerados toxinas/venenos e deverão ser removidos de todos os alimentos, pois o Codex proíbe o uso de nutrientes para "prevenir, tratar ou curar qualquer condição ou doença".
·         Todos os alimentos (inclusive os orgânicos) deverão ser irradiados, removendo todos os nutrientes tóxicos dos alimentos (a não ser que consumidos localmente e crus).

·         Os nutrientes permitidos estarão limitados a uma Lista Positiva, criada pelo Codex, que inclui nutrientes "benéficos", como o flúor (3.8 mg diárias) que é obtido a partir do refugo ambiental. Todos os outros nutrientes estarão proibidos em todos os países que aderirem ao Codex. [2].

·         Todos os nutrientes (por exemplo, CoQ10, Vitaminas A, B, C, D, zinco e magnésio) que têm algum impacto positivo na saúde serão considerados ilegais pelo Codex e deverão ser reduzidos a quantidades desprezíveis para a saúde humana. [3].

·         Você não conseguirá obter esses nutrientes em parte alguma do mundo, nem mesmo com uma receita médica.

·         Todas as orientações sobre nutrição (incluindo aquelas escritas e enviadas pela Internet, matérias de jornais ou conselhos orais dados a uma pessoa amiga, membro da família, ou qualquer pessoa) serão ilegais. Isto inclui as reportagens do NaturalNews sobre vitaminas e minerais, e todas as consultas com os nutricionistas.

·         Todas as vacas produtoras de leite serão tratadas com o hormônio recombinante do crescimento bovino, fabricado pela Monsanto.

·         Todos os animais usados para a produção de alimentos serão tratados com antibióticos potentes e hormônios do crescimento exógeno.

·         Haverá a reintrodução dos pesticidas organo-persistentes, que são cancerígenos e mortais, e que foram banidos em 1991 por 176 países em todo o mundo (inclusive pelos EUA), incluindo 7 dos 12 considerados como os piores pela Convenção de Estocolmo Sobre Pesticidas Organo-Persistentes (por exemplo, o hexaclorobenzeno, o toxafeno e o aldrin). 

Esses pesticidas serão permitidos novamente nas plantações e em níveis elevados. [4].

·         Serão permitidos níveis tóxicos e perigosos (0.5 ppb) de aflotoxina no leite produzido devido à presença de mofo no alimento dos animais. A aflotoxina é o segundo composto cancerígeno mais potente conhecido (excetuando a radiação). 

·         Uso compulsório dos hormônios de crescimento e dos antibióticos em todos os rebanhos e também na criação de peixes.

·         Implementação em escala mundial dos alimentos geneticamente modificados (transgênicos) e sem a necessidade de especificar essa origem no rótulo dos produtos, nas plantações, animais, peixes e nas árvores.

·         Níveis elevados de resíduo dos pesticidas e inseticidas que são tóxicos ao homem e aos animais.

Alguns exemplos dos níveis de segurança potenciais permitidos pelo Codex incluem [2]:

·         Niacina — limite máximo de 34 mcg diárias (a dose diária eficaz é de 2000 a 3000 mcgs).

·         Vitamina C — limite máximo de 65 a 225 mcg diárias (a dose diária eficaz é de 6000 a 10000 mcgs).

·         Vitamina D — limite máximo de 5 microgramas diárias (a dose diária eficaz é de 6000 a 10000 microgramas). 

·         Vitamina E — limite máximo de 15 IU de alfa tocoferol somente por dia, embora o alfa tocoferol sozinho já tenha sido implicado em danos às células e seja tóxico para o organismo (dosagem diária de tocoferóis mistos incluem de 10000 a 12000 IU).

A Porta Está Aberta Para o Codex

Em 1995, a FDA (Food and Drug Administration), dos EUA, criou uma política ilegal determinando que as normas internacionais (isto é, o Codex) suplantassem as leis americanas sobre os alimentos, mesmo se essas normas estivessem incompletas. [5] Além disso, em 2004, o governo fez aprovar o Acordo de Livre Comércio com a América Central (chamado de CAFTA), que é ilegal sob as leis americanas, porém é juridicamente legal sob as leis internacionais, e requer que os EUA se conformem ao Codex em dezembro de 2009. [6]. 

Depois que essas normas forem adotadas, não haverá meios possíveis de retornar às normas do passado. Uma vez que a aderência ao Codex inicie em qualquer área, enquanto o país permanecer membro da Organização Mundial do Comércio, o Codex será totalmente irrevogável. Essas normas se tornam então impossíveis de serem rejeitadas, modificadas ou alteradas de qualquer forma. [1, 2 e 7].

Controle populacional em troca de dinheiro é o modo mais fácil de descrever o novo Codex, que é administrado pelos EUA e controlado pelas grandes indústrias químicas e farmacêuticas de modo a reduzir a população para um nível sustentável de 500 milhões — uma redução de aproximadamente 93% do nível atual. A FAO e a OMS têm a audácia de estimar que apenas com a introdução da nova diretriz sobre vitaminas e minerais, haverá pelo menos 3 bilhões de mortes (1 bilhão de fome e mais 2 bilhões de doenças degenerativas e evitáveis por causa da má nutrição, como por exemplo, o câncer, doenças cardiovasculares e diabetes).

Alimentos empobrecidos, desmineralizados, carregados de pesticidas e irradiados são o modo mais rápido e eficiente de provocar um surto lucrativo de desnutrição e das doenças degenerativas e evitáveis, para as quais o curso de ação mais apropriado será sempre os produtos farmacêuticos.

Lucrar com a morte é o novo nome do jogo. As grandes companhias farmacêuticas estavam aguardando esta oportunidade há anos.

Luta e Reação

A Dra. Rima Laibow, que é a diretora médica da Natural Solutions Foundation, entrou com uma ação na justiça contra o governo dos EUA e continua a participar de todos os encontros do Codex, ao mesmo tempo em que luta pela liberdade na área da saúde. No último encontro do Codex, em Genebra, algumas vozes contrárias se levantaram, dizendo que estavam cansadas de verem os EUA pressionarem todos os outros países com sua agenda de controle populacional. Os representantes do Brasil e da China declararam que, quando países pequenos e não-representados não conseguirem participar dos encontros do Codex (porque seus representantes tiveram o visto recusado pelos consulados dos EUA, ou por falta de recursos financeiros), então toda decisão tomada em sua ausência é inválida. Como resultado, em breve o Codex poderá rachar sob o peso de sua própria corrupção, porém a pressão precisa ser aplicada unilateralmente). 

A Dra. Rima também tem se reunido com delegados de outros países e está conseguindo conscientizá-los a respeito de algo chamado Normas Particulares. Essas normas permitem que os países criem padrões mais seguros e mais elevados do que as normas prescritas pelo Codex

Obviamente, esta não é uma tarefa muito difícil e muitos países podem aparentemente contornar as diretrizes irrevogáveis e incorretas que o Codex está tentando implementar em 31 de dezembro de 2009. [7].

O Que Você Pode Fazer?

O único modo de evitar esses eventos cataclísmicos é lutar pela disseminação do conhecimento para todas as pessoas em seu círculo de relacionamentos. Não importa se elas ainda estão adormecidas ou hipnotizadas pela escravização da vida diária, ou se estão ocupadas demais para prestarem atenção — o tempo para acordar é agora. O governo dos EUA e a mídia amestrada estão tentando manter as pessoas distraídas enquanto todas essas normas terríveis e compulsórias estão sendo aprovadas dissimuladamente. É hora de tomar uma atitude e você pode fazer isso acompanhando as últimas informações sobre o Codex

Outro modo eficaz de fazer sua voz ser ouvida é escrever para seu representante no Congresso.

Se você enviar uma mensagem de correio eletrônico, ela será contada como 13.000. O Congresso acredita que para cada pessoa que separa tempo para escrever para um deputado ou senador, existem 13.000 outras pessoas que compartilham uma opinião similar, mas que não tiveram tempo para expressá-la. É muito importante que uma ação ágil e veemente seja tomada agora. Os tempos estão mudando rapidamente e, a não ser que nos unamos nesta questão, teremos de começar a pensar em cultivar nosso próprio alimento em um futuro próximo, para evitarmos o extermínio.

Referências:

1. Bauman, D. E., Nutricide: Criminalizing Natural Health, Vitamin, and Herbs, 2005, The Natural Solutions Foundation.
2. Laibow, R. E., "Neutraceuticide" and Codex Alimentarius: The Death of Nutritional Medicine, Alternative & Complementary Therapies, 2005. 11(5): pág. 223-229.
3. Codex Guidelines for Vitamin and Mineral Food Supplements. [citado em 10 de julho de 2008]. Disponível em http://www.chfa.ca/media/pdf_files/.
4. Convenção de Estocolmo Sobre Poluentes Organo-Persistentes [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://chm.pops.int/
5. Diário Oficial, 11 de outubro de 1995 (Volume 60, Number 196). [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.fda.gov/oia/IH_policy.html
6. Central America Dominican Republic Free Trade Agreement. [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.wola.org/index.php?&opti.
7. Laibow, R. E. Natural Solutions Foundation Codex Commission Report. [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.healthfreedomusa.org/.
8. Laibow, R. E., Dispatch #9 — Post-Codex Video #5 from Dr. Laibow: Propelling us into the future. [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.healthfreedomusa.org.


Autor: Dr. Gregory Damato
Artigo encontrado em http://www.naturalnews.com/024128_CODEX_food_health.html
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/codex.asp



Enhanced by Zemanta

domingo, 12 de junho de 2011

A Sociedade Idiotizada - Parte 2

Logo of the Centers for Disease Control and Pr...Image via Wikipedia
A Sociedade Idiotizada — Parte 2: O Mercúrio nos Alimentos Industrializados e nas Vacinas
Fonte: The Vigilant Citizen, 9/7/2010.


Sabe-se que o mercúrio degenera os neurônios cerebrais e interfere com o sistema nervoso central, porém ele ainda é adicionado nos alimentos industrializados e nas vacinas compulsórias.

Nesta segunda parte da série que examina a idiotização intencional da sociedade, o artigo discutirá a presença do mercúrio nos alimentos e nas vacinas.

Na Primeira Parte vimos os efeitos do Aspartame, do flúor e das pílulas vendidas sob prescrição no cérebro humano. Todas essas substâncias causam uma redução da capacidade cognitiva que, em grande escala, leva à idiotização da população. Este segundo artigo enfoca outro produto tóxico que é encontrado nos alimentos que consumimos diariamente e nas vacinas compulsórias: o mercúrio.

O mercúrio é um metal pesado encontrado no meio ambiente natural. Entretanto, ele não é apropriado para o consumo humano, pois é muito prejudicial ao organismo, especialmente ao cérebro. Embora algumas pessoas digam que qualquer coisa possa ser consumida com moderação, muitos especialistas concordam que nenhuma quantidade de mercúrio é segura para o corpo humano. Apesar disto, e dos muitos estudos referentes aos efeitos negativos do mercúrio, esse metal pesado é continuamente acrescentado nas vacinas e nos alimentos industrializados.

Sabe-se que o mercúrio causa degeneração dos neurônios cerebrais e que interfere com o sistema nervoso central. A exposição direta ao metal causa efeitos imediatos e violentos:

"A exposição a níveis elevados de mercúrio orgânico, ou metálico e inorgânico, pode danificar de forma permanente o cérebro, os rins e o feto em desenvolvimento. Os efeitos sobre o funcionamento do cérebro podem resultar em irritabilidade, timidez, tremores, mudanças na visão ou na audição, e problemas na memória." [Fonte].

A maioria das pessoas não entra em contato direto com o mercúrio, porém é exposta a pequenas doses de cada vez, resultando em um envenenamento lento, mas contínuo do cérebro. À medida que os anos passam, os efeitos da substância prejudicam a capacidade de julgamento e o pensamento racional, reduzem a memória e interferem com a estabilidade emocional. Em outras palavras: o mercúrio torna você menos inteligente.
O mercúrio também tem a capacidade de passar da mulher grávida para seu bebê nascituro. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental (EPA), o mercúrio passado para o feto durante a gravidez pode ter consequências duradouras, incluindo dificuldades na memória, habilidade diminuída para a fala e outras complicações cognitivas.

Já foi grandemente divulgado que o mercúrio está sendo encontrado em quantidades perigosas nos frutos do mar, como atum, peixe-espada e robalo. Isso cria uma situação bastante irônica. Em vez de torná-lo mais inteligente com todo o Ômega-3 que contêm, os peixes produzem exatamente o efeito contrário no seu cérebro devido à contaminação pelo mercúrio.

Infelizmente, o mercúrio também é encontrado em outros produtos: vacinas e no xarope de milho de alto teor de frutose.

As Vacinas

"Considero um crime dar mercúrio a uma criança." [Boyd Haley, Ph.D., Departamento de Química da Universidade do Kentucky].

O mercúrio é encontrado em grandes quantidades nas vacinas compulsórias. Antes de entrarmos nos detalhes, aqui estão alguns fatos sobre as vacinas nos EUA, conforme observados pela Dra. 

Sherri Tenpenny:

O governo dos EUA é o maior comprador de vacinas no país. Na verdade, cerca de 30% do orçamento anual do Centro de Controle de Doenças (CDC) refere-se às aquisições de vacinas e em garantir que a vacinação seja completada para cada criança no país.
  • As empresas seguradoras privadas, que fazem as melhores análises sobre responsabilidades, abandonaram totalmente a cobertura para danos à vida e à propriedade em decorrência de: acidentes e desastres naturais, guerra nuclear, acidentes com usinas nucleares e... vacinações.
  • Leis foram aprovadas para proteger os laboratórios fabricantes de qualquer responsabilidade, enquanto que, ao mesmo tempo, as leis estaduais requerem que os pais inoculem até 100 antígenos em seus filhos com as vacinações, antes de eles ingressarem na escola. Se a vacina produzir alguma consequência, ou até a morte, os pais não podem processar o médico, a companhia farmacêutica ou o governo; eles precisarão entrar com uma ação judicial de danos no Tribunal de Vacinas, um processo que pode levar anos e frequentemente termina com a rejeição da ação.
  • Cada estado americano tem suas próprias leis sobre vacinação na escola que requerem que as crianças de uma determinada idade sejam vacinadas contra diversas doenças transmissíveis. As leis estaduais de vacinação obrigam as crianças a serem vacinadas para poderem ingressar nas escolas públicas ou privadas. Deixar de vacinar as crianças pode resultar não somente na proibição para que elas frequentem a escola, mas seus pais ou responsáveis podem ser multados ou receber uma condenação criminal. Normalmente, as escolas não dizem aos pais que, em cada estado, existe uma dispensa que lhe permite rejeitar as vacinas, mas ao mesmo tempo matricular seus filhos.
  • A indústria médica defende as vacinas, frequentemente exigindo que os pais vacinem seus filhos, para que eles permaneçam sob os cuidados do médico. Uma proporção considerável da renda de um pediatra vem dos reembolsos de seguro pelas vacinações. A escala de vacinações, que está sempre aumentando e incluindo novas vacinas caras, tem sido uma fonte de receitas crescentes para os médicos que aplicam as vacinas.
O Timerosal

Uma criança recebe aproximadamente 21 vacinas antes dos seis anos, e mais 6 antes dos dezoito anos, dando um total de 27 doses durante toda a fase de crescimento. Muitas dessas vacinas contêm o Timerosal (ou Tiomersal), um conservante adicionado nas vacinas e que é composto por 49% de mercúrio. O uso sem precedentes de mercúrio criou uma geração de crianças com a capacidade cognitiva prejudicada.


"Os sintomas experimentados pelas crianças que foram expostas ao mercúrio são reais e podem estar ligados diretamente às vacinas que elas receberam quando eram pequenas. É irônico que as vacinas dadas às crianças e adolescentes tinham o objetivo de protegê-los, mas na verdade estão afetando adversamente seu desenvolvimento neurológico. [Fonte].

Além de fazer toda uma geração de bebês ter seus cérebros danificados, o uso do Timerosal nas vacinas está sendo vinculado por muitos cientistas ao aumento chocante do autismo nas duas últimas décadas. Terá a campanha para a idiotização ido longe demais?

"Nas crianças que recebem todas as vacinas, por volta do sexto mês de vida elas já receberam mais mercúrio pelas vacinas do que é recomendado pela EPA. Existem mais similaridades nos sintomas entre a toxicidade do mercúrio e o autismo, incluindo déficits sociais, déficits na fala, comportamento repetitivo, anormalidades sensoriais, déficits na capacidade cognitiva, distúrbios nos movimentos e problemas no comportamento. Também existem similaridades nos sintomas físicos, incluindo bioquímicos, gastrointestinais, tom muscular, neurofisiológicos, medições eletroencefalográficas, sistema imunológico e na autoimunidade. [Fonte].

Devido à suspeita de um vínculo entre as vacinas e o autismo, mais de 5.000 famílias nos EUA já entraram com ações em um Tribunal de Vacinas contra os laboratórios fabricantes. Na maioria dos casos, as queixas não receberam compensação alguma e todas as correlações entre as doenças e as vacinas foram negadas pelas partes intimadas. Uma guerra de relações públicas está em curso há vários anos, pois estudos e contra-estudos apareceram, provando ou negando os vínculos entre as vacinas e o autismo, dependendo de onde esses estudos se originam. Os estudos que afirmam a segurança das vacinas são frequentemente financiados pelos próprios laboratórios fabricantes.

Apesar das negações, o Timerosal está lenta e caladamente sendo removido das vacinas destinadas aos bebês. Não muito tempo após essa remoção ter se iniciado, os casos de autismo caíram sensivelmente no país.


"Publicados na edição de 10 de março do Journal of American Physicians and Surgeons, os dados mostram que desde que o mercúrio foi removido das vacinas infantis, os índices reportados de autismo e de outros transtornos neurológicos em crianças não somente pararam de aumentar, mas na verdade caíram sensivelmente — em até 35%. Usando os bancos de dados do próprio governo, pesquisadores independentes analisaram os relatórios dos distúrbios neurológicos em crianças, incluindo o autismo, antes e depois da remoção dos conservantes baseados no mercúrio."

"De acordo com uma declaração da Associação Americana de Médicos e Cirurgiões, ou AAPS, os números da Califórnia mostram que os índices reportados de autismo atingiram um ápice de 800 em maio de 2003. Se essa tendência tivesse continuado, os índices reportados teriam subido para mais de 1.000 no início de 2006. Entretanto, o número na verdade caiu para 620, uma redução real de 22% e uma redução da projeção de 35%." [Fonte].

A descontinuidade do uso do Timerosal nas vacinas destinadas às crianças é algo positivo, porém o conservante ainda é encontrado em muitas vacinas destinadas aos adultos. Será se alguém percebeu que o mercúrio nas vacinas é forte demais para as crianças, fazendo-as adoecer e se tornarem improdutivas, mas é perfeito para idiotizar os adultos já plenamente desenvolvidos? A classe governante não quer criar uma geração de pessoas autistas que necessitem de cuidados constantes, mas uma massa de "idiotas úteis" que possa realizar tarefas repetitivas e que não requeiram muita inteligência, ao mesmo tempo que aceitem sem questionar aquilo que lhes é ensinado. 

Hoje, o Timerosal ainda é encontrado nas vacinas contra a Influenza, comumente conhecida como vacina contra a gripe. Essas vacinas são dadas de forma sazonal, o que significa que os pacientes são incentivados a retornar no início do inverno de cada ano para receber sua dose anual de vacina com mercúrio. [Veja aqui a bula da vacina contra a Influenza.]

Os fabricantes da vacina contra a gripe Influenza dizem que ela desfruta de um "sólido registro de saúde", querendo dizer que a vacina parece não causar doenças observáveis. Contudo, o que NUNCA é discutido, é a lenta e gradual degeneração dos neurônios cerebrais que a maioria dos indivíduos experimenta, ano após ano, devido ao constante envenenamento pelo mercúrio. Esse processo de redução das funções cerebrais não é facilmente observável ou quantificável, porém está ocorrendo em escala mundial. Se o mercúrio pode afetar a mente frágil das crianças e, possivelmente, causar o autismo, ele irá, no mínimo, interferir com as mentes já totalmente desenvolvidas.

Como se fossem criadas para gerar demanda pelas vacinas, novas doenças aparecem periodicamente em todo o mundo e, com a ajuda das campanhas da mídia de massa para atemorizar, fazem as pessoas implorarem às autoridades por uma vacina milagrosa que, elas ouvem dizer, curará a todos.

A H1N1, também conhecida como Gripe Suína, foi a última dessas doenças e aterrorizou milhões de pessoas durante vários meses. Quando a vacina ficou pronta, campanhas de vacinação em massa foram promovidas fortemente em todo o mundo. Um fato que não foi promovido: a gripe suína frequentemente era curada com facilidade e não era muito diferente de uma gripe "normal". Outro fato que não foi divulgado: a maior parte das vacinas contra a gripe contém o Timerosal.

Redução Populacional?

Além de simplesmente idiotizar a população, as vacinas podem estar ajudando no esforço de reduzir a população. Em um discurso em abril de 2010, o bilionário Bill Gates mencionou o uso das vacinas no esforço para reduzir a população mundial. 

"Gates fez seus comentários na Conferência TED2010, em Long Beach, na Califórnia, que era restrita a convidados, em um discurso intitulado "Inovando para Zero!" Junto com a proposição cientificamente absurda de reduzir as emissões de CO2 feitas pelo homem em todo o mundo para zero por volta do ano 2050, aproximadamente quatro minutos e meio após o início da palestra, Gates declarou: 'Primeiro tivemos a população. O mundo tem hoje 6,8 bilhões de habitantes e caminha para aproximadamente 9 bilhões. Agora, se fizermos realmente um bom trabalho com as novas vacinas, com a assistência à saúde e com os serviços de saúde reprodutiva, poderemos reduzir isso talvez em 10 a 15%'".

"De forma bem clara, um dos homens mais poderosos do mundo diz que espera que as vacinas sejam usadas para reduzir o crescimento populacional. Quando Bill Gates fala sobre vacinas, fala com autoridade. Em janeiro de 2010, no elitista Foro Econômico Mundial, em Davos, Suíça, ele anunciou que sua fundação doaria 10 bilhões de dólares ao longo da próxima década para desenvolver e aplicar novas vacinas nas crianças dos países em desenvolvimento." [Fonte].

O Xarope de Milho de Alto Teor de Frutose

Veneno é uma "substância que altera ou destrói as funções vitais; peçonha; tóxico". Segundo esta definição, o xarope de milho de alto teor de frutose (conhecido como HFCS, de High Fructose Corn Syrup) é realmente um veneno. O HFCS é um adoçante altamente processado, feito do milho e que é usado desde 1970. Ele continua a substituir o açúcar branco e a sacarose nos alimentos industrializados e atualmente é encontrado na maioria desses alimentos vendidos nos supermercados. Os estudos determinaram que nos EUA, o cidadão mediano consome em média doze colheres por dia do adoçante. Aqui está um gráfico que mostra o crescimento do uso do HFCS em nossa dieta.

Devido às suas propriedades como adoçante, o HFCS é obviamente encontrado em produtos adoçados, como geléias e refrigerantes. Entretanto, muitas pessoas não percebem que ele também é encontrado em muitos outros produtos, incluindo sopas, pães, molho de tomate, sucrilhos de cereais, sorvetes, carnes, molho para salada e condimentos. O HFCS também é encontrado em produtos dietéticos, como barras de proteínas, alimentos com baixo teor de gordura e bebidas energizantes.

Como algo que é tão saboroso pode ser ruim? Aqui estão alguns fatos sobre o HFCS:
  • A pesquisa vincula o HFCS aos índices crescentes de obesidade e diabetes na América do Norte, especialmente entre as crianças. A frutose é convertida em gordura mais do que qualquer outro açúcar. Além disso, por ser um líquido, ela passa muito mais rapidamente para a corrente sanguínea.
  • As bebidas que contêm HFCS têm níveis mais elevados de compostos reativos (carbonilas), que estão vinculados como prejudiciais às células e tecidos, levando ao diabetes.
  • Existem algumas evidências que a frutose do milho é processada de forma diferente no corpo que o açúcar da cana, levando a uma sensação reduzida de satisfação e um maior potencial para o consumo excessivo.
  • Estudos realizados por pesquisadores na Universidade da Califórnia em Davies (UC Davies) e na Universidade de Michigan mostraram que consumir frutose, que é mais prontamente convertida em gordura pelo fígado, aumenta os níveis de gordura na corrente sanguínea na forma de triglicérides.
  • Ao contrário de outros tipos de carboidratos formados de glicose, a frutose não estimula o pâncreas a produzir insulina. Peter Havel, um pesquisador em Nutrição na UC Davies que estuda os efeitos metabólicos da frutose, também mostrou que ela deixa de aumentar a produção de leptina, um hormônio produzido pelas células de gordura do organismo. Tanto a insulina quanto a leptina atuam como sinalizadores para o cérebro reduzir o apetite e controlar o peso do corpo. A pesquisa de Havel também mostra que a frutose parece não suprimir a produção da ghrelina, um hormônio que aumenta a fome e o apetite.
  • Como o organismo processa a frutose do HFCS de forma diferente como faz com o açúcar da cana ou da beterraba, o HFCS altera o modo como os hormônios que controlam o metabolismo funcionam. Ele também força o fígado a injetar mais gordura na corrente sanguínea. O resultado final é que nossos corpos são essencialmente levados a querer comer mais e, ao mesmo tempo, a armazenar mais gordura.
  • Um estudo publicado na revista do Instituto Nacional do Câncer sugeriu que as mulheres cuja dieta era rica em carboidratos e frutose tinham um risco maior para o câncer colorretal.
  • O HFCS interfere com o uso que o coração faz de minerais fundamentais, como o magnésio, cobre e crômio.
  • Descobriu-se que o HFCS exaure o sistema imunológico, inibindo a ação dos glóbulos brancos. O organismo fica então incapaz de se defender contra invasores prejudiciais.
  • A pesquisa sugere que a frutose na verdade promove a doença mais prontamente que a glicose. A glicose é metabolizada em cada célula do organismo, mas toda a frutose precisa ser metabolizada no fígado. Os fígados dos animais de laboratório que receberam grandes quantidades de frutose desenvolveram depósitos de gordura e cirrose, similar aos problemas que acometem o fígado dos alcoólatras.
  • O HFCS é altamente refinado — até mais que o açúcar branco.
  • O milho a partir do qual o HFCS é derivado é quase sempre geneticamente modificado (transgênico), como também as enzimas usadas no processo de refino.
  • Existem preocupações crescentes com as políticas relacionadas com a economia da produção de milho (subsídios, tarifas e normas governamentais) bem como os efeitos da agricultura intensiva do milho sobre o meio ambiente.
Muitos estudos observam uma forte correlação entre o crescimento do HFCS nos últimos anos e o aumento da obesidade durante o mesmo período de tempo. Veja um gráfico aqui

A obesidade, além de não ser saudável para o corpo, afeta diretamente as funções cerebrais. 

Alguns pesquisadores até já questionaram o papel da obesidade na degeneração cerebral:

"Há tempos que os cientistas pesquisadores suspeitavam que existia um relacionamento entre a obesidade e um declínio na capacidade cerebral. Novos estudos agora confirmam que estar acima do peso é prejudicial ao cérebro. Os pesquisadores da Universidade da Califórnia em um artigo publicado em Archives of Neurology demonstraram uma forte correlação entre a obesidade central (isto é, a gordura acumulada na barriga e nos quadris) e a contração de uma parte do cérebro (o hipocampo) que é fundamental para a memória (conforme medido pelos exames de imagens de ressonância magnética). [Fonte]

Isto não significa que as pessoas obesas sejam menos inteligentes. O que significa é que o cérebro delas provavelmente não está processando de forma tão eficiente quanto poderia.

Mas mesmo que o HFCS não o torne mais obeso, ele ainda afetará seu cérebro. Os estudos recentes mostraram que o adoçante contém... você adivinhou... mercúrio!

"Um estudo — publicado na revista Environmental Health — mostra mercúrio em nove de 20 amostras comerciais de xaropes de milho de alto teor de frutose. O segundo estudo — do Instituto para a Agricultura e Política Comercial (IATP) — verificou que um terço dos 55 alimentos produzidos por marcas famosas continham mercúrio, especialmente produtos derivados do leite, molhos de salada e condimentos. As marcas incluíam nomes importantes como Quaker, Hershey, Kraft e Smucker." [Fonte].

Aqui está a tabela encontrada no estudo do IATP, chamado "Not So Sweet: Missing Mercury and High Fructose Corn Syrup", que detalha a quantidade de mercúrio encontrada nos produtos de supermercado que consumimos quase que diariamente. 

É claro que as empresas que produzem o HFCS negam os resultados desses estudos, afirmando que o adoçante é "natural". As empresas de refinação de milho produziram recentemente alguns anúncios institucionais estranhos para incentivar o público a continuar ingerindo o produto tóxico que elas fabricam. Assista a um desses anúncios aqui: http://www.youtube.com/watch?v=KVsgXPt564Q.

Conclusão

Apesar da existência de muitos estudos que descrevem os efeitos negativos do mercúrio sobre o cérebro humano, o governo ainda promove cada vez mais a vacinação da população com vacinas que contêm o Timerosal. Além disso, os governantes protegem as companhias farmacêuticas que produzem as vacinas e as companhias que produzem os alimentos que contém o HFCS contra qualquer tipo de processo. O fato de muitos executivos que dirigem essas empresas também ocuparem postos-chave no governo pode fornecer uma explicação. Existe de fato um pequeno número de pessoas que ocupam posições de grande poder no setor privado e no setor público. 

Essas pessoas, naquilo que são casos claros de conflitos de interesses, colidem no topo para formar aquilo que este site referencia como "a elite" ou "a classe governante". A maior parte dessas pessoas nunca foi eleita para ocupar os cargos no governo, porém elas criam as políticas públicas que levam adiante sua agenda, independente de qual seja o partido político que esteja no poder. Veja a lista de membros do grupo Bilderberg, do Comitê dos 300 ou do Conselho das Relações Internacionais (o CFR) e você descobrirá os executivos que presidem as companhias que fabricam os alimentos industrializados e os medicamentos... e as mesmas pessoas que fazem o governo aprovar leis para regular sua comida e seus remédios.

Como nenhuma autoridade pública trairá seus pares e financiadores de campanha para se tornar um ativista que soe o apito para alertar a população, é tarefa de cada um de nós aprender sobre aquilo que consumimos. O clichê "sempre leia os rótulos" é bastante verdadeiro, mas se você não tiver a menor ideia do que significa "glutamato monossódico", ler os rótulos não servirá para muita coisa. Esta série de artigos teve o objetivo de apresentar uma compreensão básica sobre as substâncias mais prejudiciais que estão presentes nos produtos que consumimos no dia a dia. 

Pessoalmente, não posso afirmar que tenho uma dieta perfeita... Cresci nos anos 1980 e gosto do sabor dos alimentos industrializados como balas, refrigerantes e até dos hambúrgueres. Mas, à medida que você encontrar mais informações e começar a entender que cada passo na direção certa realmente o faz se sentir melhor, cada passo subsequente se tornará mais fácil. Ninguém pode fazer isto por você. É você quem precisa dar o próximo passo, seja rumo à desintoxicação, ou à lanchonete mais próxima para comer mais um sanduíche de hambúrguer.


Artigo original em http://vigilantcitizen.com/?p=4116
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/idiotas2.asp

Enhanced by Zemanta

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Censura sanitária

Codex AlimentariusImage by eddiedangerous via Flickr


Censura sanitária

Klauber Cristofen Pires


Nem em sonho - melhor dizer, "pesadelo" - o regime militar impôs ao povo tamanho controle. A censura "democrática e popular" faz do AI-5 um regulamento para escoteiros. Vivemos um tempo de grande perigo.

Peço especial atenção para esta notícia: "Propaganda de alimentos: novo regulamento garante liberdade de escolha e incentiva alimentação saudável"

O inferno é cheio de boas intenções, e eu digo mais, de excelentes pretextos. Nos descaminhos da finalidade pública, lá está o controle social, aquele que não é o exercido pela população, mas por um barbudinho neo-banhado metido a sabido.

Para o leitor mais desatento, faz-se necessário demonstrar o que intentam ocultar. Eles dizem assim: "O objetivo é proteger os consumidores de práticas que possam, por exemplo, omitir informações ou induzir ao consumo excessivo".

Ora, o que é consumo excessivo? Se eu quiser gastar todo o meu salário com "Big-Mac's", o que os burocratazinhos da Anvisa têm com isto? Sim, sim, eu sei que engorda, e blá-blá-blá. O que eu estou a perguntar é: isto é da conta de quem? Por favor, não me venham falar da saúde pública. Vou repetir mais uma vez: não é porque eu pago à força uma porcaria de plano de saúde estatal ineficiente e corrupto que meu corpo deverá passar à custódia do estado. Meu corpo é meu, e só meu.

Por outro lado, qual o problema da omissão de informações? Isto quaisquer concorrentes ou empresas independentes podem denunciar. Nos Estados Unidos, há muitas publicações e programas televisivos que testam e analisam diversos tipos de produtos e alertam a população para as suas qualidades. No Brasil, tais publicações existem especialmente para o setor automotivo, de informática e rural.

No caso dos alimentos, o que mais há são programas televisivos que tratam de toda sorte de informações relativas aos alimentos gordurosos, com muito sódio, com baixo teor nutritivo, os energéticos, etc.

Além disso, também há a possibilidade excelente da regulamentação privada, em que sociedades classificadoras emitem normas técnicas sobre produtos e serviços. Neste campo, são as próprias empresas, que se submetem espontaneamente às especificações técnicas ditadas por aquelas entidades, desejosas de obter reconhecimento no mercado e baixos custos com seguros.

Querem saber? Eu não costumo entrar em uma loja cujos produtos não exibam seus preços. Da mesma forma, posso, segundo meu próprio juízo, escolher entre duas marcas de um mesmo gênero de produtos aquela cujo rol de informações venha a ser mais completo.

Em "O Caminho da Servidão", Friedrich von Hayek explica, "tim-tim por tim-tim", a receita para a escalada totalitária: começa com a persecução às bebidas alcoólicas e ao cigarro, em seguida passa aos alimentos, e depois, enfim, chega à leitura que entende ser inapropriada. Pois em nosso Brasil já alcançamos ambas, conforme aqui poderá ser comprovado...

Pois, confiram o que está disposto na RESOLUÇÃO-RDC No- 24, DE 15 DE JUNHO DE 2010, em seu art. 4º, II:

II - ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL deve ser entendida, conforme o Guia Alimentar para a População Brasileira, como o padrão alimentar adequado às necessidades biológicas e sociais dos indivíduos de acordo com as fases do curso da vida. (grifos meus).

Caro leitor, você sabia que havia alguma tal disposição normativa a regular o que você deve comer? Pois aí está, e se não lhe parece suficientemente clara, leia com os olhos arregalados o item XXII:

XXII - GUIAS ALIMENTARES PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA são os documentos oficiais do Ministério da Saúde que contêm diretrizes alimentares para a população brasileira. (Grifos meus).

Sim, pasme, trema nas pernas, mas estamos agora sujeitos a "diretrizes alimentares"!

Finalmente, se lhe resta ainda uma esperança de dúvida, a Anvisa trata de cabalmente afirmar que você perdeu completamente a prerrogativa sobre a escolha dos seus próprios alimentos. Confira: "o direito à alimentação saudável está previsto em diversos tratados internacionais e desde fevereiro de 2010, por meio da promulgação da PEC 64, está estabelecido na Constituição como um direito social". (Grifos meus). Se você ainda não está acostumado com os termos novilinguísticos, "direito social" significa não outra coisa que "o direito do estado".

Agora veja esta: "Com a nova resolução da Agência, ficam proibidos os símbolos, figuras ou desenhos que possam causar interpretação falsa, erro ou confusão quanto à origem, qualidade e composição dos alimentos".

Pelo visto, doravante os alimentos deverão ser vendidos em caixas de remédios, e quiçá, com tarjas vermelha e preta. O que significa a imagem do Super-homem em uma caixa de cereais? A Anvisa quer evitar que as crianças tentem sair voando depois de saborearem uma porção?

Observe o perigo da legislação administrativa, um dos braços mais ativos da revolução socialista em curso; note como a redação da dita resolução serve como um cheque em branco nas mãos dos fiscais daquele órgão para fazerem o que quiserem com os empresários e com os consumidores: tudo está a critério deles, de modo absolutamente subjetivo. Mas isto não é tudo: à legislação administrativa, some-se também mais uma imposição foro-de-são-paulistana do delito "ex post facto", isto é, aquele que é tipificado depois de cometido, em franca contradição com o espírito da nossa Constituição e com os fundamentos mais caros a uma sociedade livre e civilizada.

Não tarda o momento, pois, que a Anvisa determine a licença prévia dos conteúdos nas embalagens, e querem saber? Isto possivelmente começará como uma iniciativa dos próprios empresários, que desejarão se antecipar a alguma futura persecução fiscal, demandando consultas.

E pergunto: para quê serve aquele comando constitucional que diz: "é livre a liberdade de expressão, sendo vedado o anonimato" (Art. 5º, IV)? E não é só: aqui se harmoniza muito bem com o inciso IX - "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"; E para aqueles que pretendam afirmar que estes dispositivos não se aplicam ao caso, os direitos fundamentais não estão sujeitos à regulamentação, segundo o § 1º - "As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata".

Quem garante que o próximo passo não será obstruir as imagens, marcas, símbolos ou informações que alegadamente ou de fato contenham o que os "sábios do governo" considerem "ofensivas", ou assim tidas, porque rotuladas por eles como "burguesas" ou "religiosas"? Aqui posso dar exemplos muito comuns tais como "Arroz São João"; "Confiamos em Deus"; "O Senhor é meu pastor; nada me faltará"; ou a figura dos cavaleiros (cristãos) medievais da Faber-Castell, ou ainda, os peixinhos cruzados da Hering (símbolo próprio ou assemelhado ao Cristianismo) ou, por outro lado, "Playboy" e "Cachaça Amansa-Corno".

Nem em sonho - melhor dizer, "pesadelo" - o regime militar impôs ao povo tamanho controle. A censura "democrática e popular" faz do AI-5 um regulamento para escoteiros. Vivemos um tempo de grande perigo - se os empresários, que possuem mais recursos financeiros e capacidade de mobilizar a população em torno de ideais autenticamente patrióticos não se investirem da responsabilidade cívica que lhes é esperada, em breve teremos o regime bolivariano já consolidado.

Fonte: http://www.midiasemmascara.org

Nota: E tudo isso é feito para o nosso próprio bem, como eles sempre dizem.

Todo regime autoritário sempre começa com a alegação de que é para o bem do povo, e assim as pessoas entregam sua liberdade pouco a pouco, até não terem mais liberdade nenhuma.


Enhanced by Zemanta

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A Documentação acerca do "Codex Alimentarius"

A Documentação acerca do "Codex Alimentarius"

Por Dr. Rath
Fonte: Dr. Rath Health Foundation

Quais são os objetivos da comissão do Codex Alimentarius?

Construído pela indústria farmacêutica, a comissão do Codex Alimentarius é uma auto proclamada organização especialista que se aliou com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Mundial de Alimentos (FAO). Desde o início isso foi feito com a intenção de passar regulamentos e leis para proteger o mercado farmacêutico global.

Dos 30 comitês usando o título "Codex Alimentarius," aqueles envolvidos com suplementos alimentares e vitaminas são de particular interesse para a indústria farmacêutica. O Conselho central é o "Comitê Codex sobre Nutrição e Alimentos para Uso em Dieta Especial." Uma marionete da indústria farmacêutica, esse comitê tem estado preocupado com um só tópico desde meados dos anos 90: Como evitar que vitaminas e outros suplementos alimentares causem o colapso dos mercados de beta-bloqueadores, anuladores de cálcio, produtos diminuidores de colesterol e outros preparos farmacêuticos amplamente supérfluos.

De longe, a Alemanha é o maior exportador desses produtos farmacêuticos duvidosos e em nenhum outro lugar do mundo existe tal vínculo entre a indústria farmacêutica e a política. Portanto não é surpresa que o Governo da República Federal da Alemanha está encarregado desse comitê, beneficiando o cartel farmacêutico.

Os objetivos do Codex Alimentarius são claramente definidos: Declarações dos efeitos curativos das vitaminas e outros remédios naturais serão banidas e tornadas em ofensas puníveis. No futuro, a distinção entre produto alimentício e remédio será feita pela própria indústria farmacêutica e não pelos governos.

Usando este novo édito legislativo, a indústria farmacêutica aumentará seus próprios mercados como lhe aprouver. No presente, a indústria farmacêutica foi bem sucedida em classificar 500 miligramas de vitamina C em forma de pílula como medicação que requer uma receita na Alemanha. Se a indústria farmacêutica fizesse do jeito dela, 100mg ou mesmo 50mg de vitamina C poderia ser classificado como medicação.

A indústria farmacêutica sabe que a maioria das pessoas não tem compreensão dessas restrições e disfarça-as com o jargão legal.

Os objetivos estratégicos do "Codex Alimentarius"

1. A distribuição da informação de saúde com respeito a vitaminas, aminoácidos, minerais e outros produtos naturais para a prevenção e tratamento de doenças será banida globalmente.

2. A venda de vitaminas e outros produtos naturais que exceder as normas desse Codex da Comissão (as quais são arbitrárias e demasiado baixas) será proibida globalmente.

3. Países que fracassarem em aplicar estas leis serão punidos por sanções econômicas internacionais.

Para mascarar sua real intenção de proteger o mercado mundial desses preparos farmacêuticos supérfluos, aqueles responsáveis pelo Codex inventaram declarações justificatórias: Assim o próxima conferência do Codex Alimentarius ocorrerá no "Gabinete Federal de Assuntos Relativos a Proteção do Consumidor" em Berlim. Em adição a alegada "proteção do consumidor" de "perigosos efeitos colaterais" das vitaminas, a necessidade de uma administração da indústria farmacêutica unida foi apontada.

O fato de a indústria farmacêutica acreditar que essa justificação disfarçada será inaceitável é claramente evidente porque o Codex planeja punir todos aqueles que se opuserem a seus planos com sanções econômicas pela ONU.

Nossa resposta: Converse com tantas pessoas quanto possível sobre esses planos irresponsáveis e deixe os membros do Comitê Codex saberem o que você pensa.

Fonte: www.nwoobserver.com


Este computador composto por 16 mini-cérebros humanos mostra uma eficiência impressionante Publicado por Cédric - Há 11 h...