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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Documentos Revelam Fundação Rockefeller Participou Ativamente no Controle Mental das Massas


Documentos Revelam Fundação Rockefeller Participou Ativamente no Controle Mental das Massas

rockefeller foundation
Jurriaan Maessen

Infowars.com

De materiais de arquivos a partir dos anos 1940, tornou-se aparente que a Fundação Rockefeller esteve durante décadas até os dias de hoje, fanaticamente estimulando pesquisas de técnicas de lavagem cerebral para indução de medo nas massas.

Em uma série de generosas doações na década de 40 e 50 ao Professor Carl I. Hovland, da Universidade de Yale, a Fundação ativamente financiou a pesquisa dos "mecanismos psicológicos pelos quais as comunicações exercem sua influência."

O principal assunto da pesquisa trata da questão de "como o indivíduo lida com a confusão de idéias conflitantes com os quais ele está constantemente bombardeado; como "wishful thinking" (raciocínio baseado no desejo ao invés da realidade) e como a predisposição emocional afetaria o julgamento, e se o processo de julgamento é transferido de uma situação para outra estão entre os problemas a serem estudados", lê-se no relatório anual de 1954 da Fundação Rockefeller.

Hovland, além da realização de pesquisas sobre mudanças de comportamento e atitude de grupos, também fez parte da equipe de ciência social da Fundação Rockefeller .

Além disso, o professor estava fortemente envolvido em outros ramos do estabelecimento anglo-americano. No estudo "Origens da Comunicação de Massa Durante a Guerra Fria", do americano Timothy Glander, o autor explica:
"(...) Hovland ocupou cargos importantes em vários importantes conselhos nacionais, incluindo o
Instituto de Pesquisas de Recursos Humanos da Força Aérea, a Fundação Ford, a Fundação Rockefeller, o Gabinete do Chefe do Estado Maior da Força Aérea dos EUA, e ele sem dúvida tinha um papel importante na determinação das agendas de investigação que estas organizações buscavam."
Já em 1948 a Fundação estava dirigindo dinheiro para Hovland e sua equipe. No relatório de 1948, os autores delinearam as razões por trás dos subsídios atribuídos:
"A compreensão da comunicação e da mudança de atitude é importante para o nosso sistema educacional, para aqueles que lideram grandes organizações e para aqueles que estão preocupados com a opinião e comportamento políticos. É essencial o conhecimento mais confiável de como a comunicação eficaz pode ser alcançado na área de atitude e opinião (...). "
Nos dias da Guerra Fria, a propaganda era muitas vezes tão flagrantemente óbvia para os ocidentais acostumados com a liberdade que era mais facilmente identificável como tal.

A Fundação Rockefeller entendia que o povo americano precisava ser submetido a formas mais sofisticadas de manipulação para que a pressão gradual para o governo global fosse efetivamente vendida nas próximas décadas. O relatório de 1954 explica:

"Apesar de se acreditar que filmes, televisão e quadrinhos seriam eficazes em contribuir para o aumento da delinquência juvenil no país, estes e os outros meios de comunicação de massa parecem ser muito menos eficazes quando aplicados ao fim desejável de promover a boa cidadania, ou uma ideologia democrática positiva na guerra fria."
"A boa cidadania". Uma frase que deve arrepiar a fibra de cada indivíduo amante da liberdade.
"(...) Teme-se que as comunicações em massa dos soviéticos são extraordinariamente bem sucedidas em difundir a propaganda comunista, tanto por trás da Cortina de Ferro como também em países neutros. Em um esforço para lançar luz sobre esta anomalia, e para auxiliar o desenvolvimento de princípios científicos que regem a eficácia da mídia de massa, a Fundação Rockefeller continuou o seu apoio ao Programa de Pesquisa em Comunicação na Universidade de Yale com uma subvenção a fundo perdido de US$ 200.000."
Em 1954, 200 mil dólares era uma quantidade excepcional de dinheiro. Esta doação substancial é apenas um exemplo entre muitos em que a Fundação Rockefeller lançou enormes somas de dinheiro na direção de cientistas sociais para refinar e aperfeiçoar a arte de doutrinação.

Um dos resultados de seus estudos foi que o medo, induzido ou não, torna a pessoa uma disposta vítima para a elite. O site changingminds.org dá uma adequada resumida dos resultados do professor Hovland:

"Você não tem que causar dor para criar medo. O córtex frontal humano tem uma função primordial na reflexão sobre o futuro. Somos muito hábeis para imaginar o que poderia acontecer e experimentar emoções antecipadas. Isto revelou-se útil em nossa evolução, mas também pode causar problemas como o medo antecipado das coisas que não podem acontecer nos causam estresse e permitem com que outros possam nos persuadir."
A fase de estudo desde muito tempo evoluiu para a fase de implementação. Em meados dos anos setenta a Fundação Rockefeller já estava ocupada comprando jornalistas e financiando a criação de impérios dos meios de comunicação.
Professor Carl Iver Hovland 

Mesmo naquela época, as "mudanças climáticas" estava sendo ativamente promovida como um resultado trágico de interferência humana nos assuntos da terra. Alimentos geneticamente modificados já estavam sendo empurrados como a cura para todos os males. A idéia era colocar as respostas baseadas na emoção em prática, assim como observado por Hovland.

O relatório anual de 1974 da Fundação Rockefeller relata:

"Vários editores científicos foram convidados a participar das reuniões da Fundação sobre mudanças climáticas, produção de alimentos, conflito entre países, resistência genética a pragas em plantas, e da aquicultura. Histórias apareceram posteriormente na primeira página do The New York Times e a Associated Press publicou substanciais histórias que foram amplamente utilizadas por todo o mundo. Em cada um deles, os escritores foram apresentados aos funcionários do nosso programa e incentivados a usá-los como recursos. (Oficiais estão agora, de fato, sendo chamados pelos jornalistas, particularmente em áreas atuais de alto interesse jornalístico, tais como a produção de alimentos, os problemas da população, questões ambientais, e as artes.)".
Em várias ocasiões, e em publicações diferentes espalhadas por todo o seu longo e sórdido passado, a Fundação Rockefeller se gabou abertamente pelo uso de figuras da mídia para seus próprios propósitos.

Em nenhum desses casos a Fundação Rockefeller menciona qualquer problema encontrado com qualquer um dos magnatas da mídia que eles contataram. No relatório anual 1974, Bill Moyers é mencionado como um dos beneficiários das informações divulgadas pela Fundação.

"Na elaboração da sua notável série de 25 partes sobre a situação alimentar mundial, os jornalistas do New York Times tornaram-se conhecidos e estabeleceram frutuosas relações em curso com um bom número de nossos funcionários. Nossa equipe têm fornecido informações substanciais e novos contatos para Bill Moyers em sua série de televisão que lida com os problemas da interdependência global. Estes são apenas alguns dos muitos novos relacionamentos produtivos que temos estabelecido com representantes dos meios de comunicação."
Para vender ao público a idéia do governo mundial, a pesquisa do professor Hovland provou ser inestimável. Como qualquer um pode ver, as técnicas são sendo fanaticamente aplicadas nos dias de hoje.

Considere como a máquina de guerra do estabelecimento anglo-americano dispara logo que os objetivos geopolíticos se tornam visíveis.

Na parte II desta investigação vamos mergulhar em uma outra dimensão da pesquisa do professor Hovland, que está no cerne de todas as comunicações de massa: a influência do cinema e da música sobre a mente subconsciente, dirigida tanto para o indivíduo como para as massas.

Fontes:Infowars: Documents Reveal Rockefeller Foundation Actively Engaged in Mass Mind-Control

Extraído de: www.anovaordemmundial.com
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quarta-feira, 18 de maio de 2011

CIA investiga a mente de líderes globais

Seal of the Central Intelligence Agency of the...Image via WikipediaCIA investiga a mente de líderes globais


SÃO PAULO - Usando métodos científicos, a CIA faz avaliações psicológicas de líderes como Khadafi e Chavez e tira conclusões que podem afetar a política global.

Ele é um narcisista delirante, que lutará até o último suspiro. Ou um showman impulsivo, que pulará no próximo voo quando encurralado. Ou talvez um psicopata, um estrategista frio e calculista – louco como uma raposa do deserto.

O fim de jogo na Líbia parece depender dos instintos de Muammar Kadhafi e qualquer compreensão desses instintos seria incrivelmente valiosa aos políticos aliados. Jornalistas formaram suas impressões a partir de histórias ou de suas ações no passado; outros usaram suas recentes afirmações sobre a al-Qaeda e o presidente Barack Obama.

Contudo, ao menos um grupo tentou construir um perfil baseado em métodos científicos e suas conclusões são as mais prováveis de afetar a política dos EUA. Durante décadas, analistas da CIA e do Departamento de Defesa americano reuniram avaliações psicológicas de líderes hostis como Kadhafi, Kim Jong-Il, da Coreia do Norte, e o presidente Hugo Chávez, da Venezuela – assim como de seus aliados, potenciais sucessores e outras autoridades de destaque. Obviamente, muitos governos estrangeiros fazem o mesmo.


Diplomatas, estrategistas militares e até mesmo presidentes usaram esses perfis para tomar decisões – em alguns casos para seu benefício, em outros para prejuízo.

O perfil político “talvez seja mais importante em casos onde há um líder que domina a sociedade, agindo praticamente sem restrições”, disse o Dr. Jerrold Post, psiquiatra que dirige o programa de psicologia política da Universidade George Washington e fundou o setor da CIA que conduz análises comportamentais. “E esse tem sido o caso aqui, com Kadhafi e a Líbia”.

Os dossiês oficiais são confidenciais, mas os métodos são bem conhecidos.

Psicólogos civis desenvolveram muitas das técnicas, baseados principalmente em informações públicas sobre dado líder: discursos, declarações, fatos biográficos, comportamento observável. As previsões resultantes sugerem que a “definição de perfil à distância”, como a técnica é conhecida, ainda parece mais uma arte do que uma ciência.

Assim, numa crise como a da Líbia, é crucial conhecer os dois lados dessas avaliações: seu valor potencial e as limitações reais.


“Definidores de perfil são melhores em prever comportamentos do que um chimpanzé com os olhos vendados, claro, mas a diferença não é tão grande quanto se esperaria”, afirmou Philip Tetlock, psicólogo da Wharton School, na Universidade da Pensilvânia, e autor de “Expert Political Judgment: How Good Is It? How Can We Know?” (Princeton University, 2006). Ele mesmo já traçou alguns perfis. “Não existe ingrediente secreto e minha impressão é que muitas vezes o processo pode ser apressado”, quando algum líder subitamente se torna uma prioridade.

O método mais antigo é baseado em estudos de casos clínicos, as biografias psicológicas criadas por terapeutas ao fazer um diagnóstico, citando influências que remetem até a infância.

O primeiro registro encontrado, encomendado no início da década de 1940 pelo Gabinete de Serviços Estratégicos, agência antecessora da CIA, foi sobre Adolf Hitler; no documento, o especialista em personalidades Henry A. Murray, de Harvard, especulava livremente sobre a “infinita auto-humilhação”, o “pânico homossexual” e as tendências edipianas do Führer.

Analistas ainda usam essa abordagem clínica, mas agora com um embasamento muito mais sólido em fatos biográficos do que em especulações freudianas ou opiniões pessoais. Num perfil de Kadhafi para a revista “Foreign Policy”, Post conclui que o ditador, embora geralmente racional, é inclinado a pensamentos delirantes quando está sob pressão – “e neste momento, ele se encontra sob a maior pressão que já sentiu desde que assumiu a liderança da Líbia”.

Em seu íntimo, Kadhafi enxerga a si mesmo como o último forasteiro, o guerreiro muçulmano enfrentando probabilidades impossíveis, segundo Post, e estaria “realmente preparado para morrer em chamas”.

Caracterizações desse tipo foram inestimáveis no passado. Em preparação para as negociações de paz entre Israel e Egito, em Camp David, a CIA providenciou ao presidente Jimmy Carter perfis dos líderes de ambas as nações, Menachem Begin e Anwar Sadat. Em sua autobiografia “Keeping Faith”, Carter afirmou que os perfis lhe forneceram percepções cruciais, ajudando a assinar o acordo de paz.

O documento sobre o presidente do Egito, “O Complexo de Prêmio Nobel de Sadat”, apontava que Sadat “vê a si mesmo como um grande estrategista e fará concessões táticas se for convencido de que seus objetivos gerais serão atingidos”. O relatório acrescentava que “sua autoconfiança lhe permitiu tomar iniciativas ousadas, atropelando frequentemente as objeções de seus conselheiros”.

Mas as avaliações também podem ser enganosas, até mesmo constrangedoras.

Perfis de Saddam Hussein, circulando no início da década de 1990, sugeriam que ele era basicamente um pragmático que cederia sob pressão. E em 1993, a CIA supostamente entregou um dossiê a estrategistas alegando que o líder haitiano, Jean-Bertrand Aristide, teria um histórico de doenças mentais, incluindo psicose maníaco-depressiva.

Aristide negou furiosamente, e o relatório foi rapidamente desacreditado.

Numa revisão de 1994 sobre o episódio, na revista “Foreign Policy”, Thomas Omestad escreveu que o perfil era “raso em fatos e profundo em especulações; os dados estavam mais próximos de um assassinato de personagem do que de uma análise”.

Especialistas em inteligência aprenderam a limitar suas apostas ao longo dos anos, complementando histórias de caso com técnicas de “análise de conteúdo” – que procuravam padrões nos comentários e textos de um líder.

Por exemplo, um software desenvolvido por uma pesquisadora da Universidade de Syracuse, Margaret Hermann, avalia a frequência relativa de certas categorias de palavras (como “eu”, “meu”, “a mim”) em entrevistas, discursos e outras fontes, vinculando os resultados a traços de liderança.

Uma técnica usada por David G. Winter, professor de psicologia da Universidade de Michigan, utiliza fontes similares para julgar os motivos de líderes, em especial sua necessidade por poder, conquistas e afiliação. A frase “Nós certamente podemos varrê-los para fora” reflete uma forte orientação pelo poder; o comentário “Após o jantar, nos sentamos todos juntos, conversando e rindo” indica afiliação.

“Combine alto poder com alta afiliação e a pessoa tende ao diálogo. Alto poder e baixa afiliação sugerem agressividade”, afirmou Winter, que já traçou perfis dos presidentes Richard Nixon e Bill Clinton, entre muitos outros. “Essa é a ideia, embora seja óbvio que nenhuma previsão é certa”.

Pelo menos um grupo de definidores de perfis políticos incorporou essa exata falha – a incerteza – em suas previsões. Peter Suedfeld, psicólogo da Universidade da Columbia Britânica que trabalhou com Tetlock, analisa as palavras do líder para classificar uma qualidade chamada de complexidade integrativa. Essa é uma medida do grau de certeza das pessoas, da segurança em seus próprios julgamentos, se elas consideram qualquer ponto de vista contrário.

Numa série de estudos, os pesquisadores compararam as comunicações que levaram à deflagração da Primeira Guerra Mundial e da Guerra da Coreia com aquelas que levaram a uma solução pacífica, como a crise dos mísseis cubanos de 1962. Quanto maior o nível de incerteza reconhecida, concluiu Suedfeld, menor a probabilidade de o líder optar pela guerra.

Ele ainda não analisou os comentários de Kadhafi, mas não é preciso ser nenhum especialista para observar que o líder líbio parece muito seguro, mesmo que nem sempre coerente.

O que falta a toda essa análise e moldagem de números é qualquer ideia sobre quais métodos são mais úteis, e quando. Numa detalhada revisão de análises de inteligência publicada neste mês, um destacado painel de cientistas sociais concordou completamente: a definição de perfis psicológicos, assim como outros métodos usados por analistas de inteligência para prever comportamentos, está precisando urgentemente de testes mais rigorosos.

E de novas ideias. Numa ação incomum, o Gabinete do Diretor Nacional de Inteligência, que encomendou o estudo, patrocinou um tipo de competição ( http://goodjudgment.info), convidando pessoas a testar suas próprias técnicas de previsão – e buscando aprimorar as análises de inteligência.

Frente ao desafio de prever o que líderes como Kadhafi são capazes de fazer, pense nisso como um pedido de ajuda.

Fonte: info.abril.com.br/notícias
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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Pesquisadores da indústria farmacêutica trabalham em droga para apagar sua memória

Pesquisadores da indústria farmacêutica trabalham em droga para apagar sua memória.

Por Mike Adams, the Health Ranger

Editor de NaturalNews.com

(NaturalNews) - Pesquisadores de drogas estão trabalhando em uma substância química alteradora da mente que poderá apagar suas memórias. Está tudo sendo perseguido sob a cobertura de "saúde mental" que afirma que isso poderia ajudar vítimas de trauma emocional. A ideia de que você pode "curar" um paciente pela lobotomização química deles é, é claro, inteiramente consistente com a mitologia central da medicina moderna: se algo está errado, você deverá envenená-la, queimá-la, irradiá-la ou cortá-la fora... e então declarar o paciente "curado!"

No caso das drogas apagadoras de memória, cientistas estão supostamente trabalhando em uma droga que removeria certas proteínas do "centro do medo" do cérebro. Isso é baseado na ideia ridícula, a propósito, de que as memórias são gravadas unicamente por proteínas físicas no cérebro - uma ideia que está obviamente baseada em um modelo mecanicista inteiramente antiquado da mente humana e do cérebro.

Assim novamente, a ciência médica moderna parece está desesperadamente presa na idade das trevas, acreditando que deve haver uma cura química para tudo. Daí o desperdício contínuo de bilhões de dólares pesquisando por uma cura do câncer como se fosse algum tipo de infecção adquirida.

"Apagar uma memória, e em seguida, tudo de ruim contido nela é uma ideia maravilhosa, e eu posso ver todo tipo de potencial," disse Kate Farinholt, diretora executiva do grupo de apoio de saúde mental e informação NAMI Maryland, no Baltimore Sun story (http://www.baltimoresun.com/health/...). Mas, mesmo que ela não possa ver, essa abordagem poderia estar carregada de perigo: "Apagar completamente a memória, presumindo que é uma memória, é um pouco assustador. Como remover uma memória sem remover toda uma parte da vida de alguém, e é melhor fazer isso, considerando que as pessoas crescem e aprendem de suas experiências? 

Torturando mamíferos em nome da "ciência"

A fim de continuar esse trabalho de uma droga apagadora da memória, pesquisadores usaram eletrochoques em ratos (que são mamíferos, é claro) para "treiná-los" a temer um tom audível. Eles notaram que essa tortura de eletrochoque resultou na acumulação de proteínas no centro de medo do cérebro (amígdala), assim agora eles saltaram para a espantosa conclusão de que proteínas=memórias e, portanto, o caminho para tratar memórias atemorizantes é remover quimicamente as proteínas.

Isso é ciência desleixada de charlatão que eu não posso acreditar que até foi publicada por uma revista científica. É o mesmo pensamento desleixado que fez com que os médicos saltassem para a conclusão errônea de que o colesterol é ruim para você. Isso é um mito médico que tem feito para a indústria farmacêutica centenas de bilhões de dólares em drogas para baixar o colesterol que prejudicam muito mais as pessoas do ajudam.

Cientistas ocidentais, sempre presos no mundo do material, são facilmente enganados ao pensar que os processos mentais são unicamente baseados em proteínas e substâncias químicas invés de fenômenos de rede neural muito mais profundos que realmente dirigem o funcionamento da mente. Memórias não são meramente registradas no cérebro com proteínas. Se fossem, nossos esqueletos seriam tão grandes quanto casas, cheios com proteínas de todas as memórias de toda a nossa vida. Na realidade, memórias são gravadas holograficamente através da rede neural de nosso cérebro que também se conecta com a mente humana não física - uma entidade da consciência que se estende além do reino físico (e que virtualmente toda a comunidade científica tem até agora fracassado em reconhecer porque eles tolamente acreditam que eles, eles mesmos, são autômatos biológicos que não têm consciência).

Mais drogas para os soldados

Agora mesmo os soldados dos Estados Unidos estão sendo drogados em suas mentes com anfetaminas e antidepressivos. A desordem pós-traumática é a mais recente herança inesperada para a indústria farmacêutica porque mais trauma significa mais lucros por prescrever mais drogas. 

Apenas imagine como estas "drogas apagadoras de memória" poderiam ser usadas se elas existissem. Primeiro, eles lhe enviam para a guerra, e se você de algum modo consegue sobreviver a isso, eles apagam suas memórias quando você voltar para casa, assim você não pode falar para a imprensa sobre o que realmente aconteceu.

É o crime perfeito para a sociedade do estado policial: Destroi as memórias das pessoas com a desculpa do chamá-lo de "tratamento de saúde mental".

Estas drogas poderiam ser usadas em prisioneiros políticos, é claro. Tem alguém falando contra o governo? Apenas prenda-o, diagnostique-o com algum tipo de desordem como transtorno de desacato antagônico, então alimente-o a força com drogas que apagam suas memórias.

Alguns meses depois liberte-o de volta ao mundo como zumbi de mente entorpecida, onde ele com certeza vai acompanhar o resto da multidão que já está se alinhando para as vacinas, para as revistas da TSA e fármacos que alteram a mente.   

Uma droga apagadora da memória é a arma final do Big Brother porque poderá ser usada para destruir a personalidade dos indivíduos de pensamento livre sem matá-los descaradamente no processo. 

Não é a toa que os pesquisadores da indústria farmacêutica já estão trabalhando nessa droga. Ela poderia ser uma poderosa arma na guerra corporativa sobre as pessoas de nosso mundo - uma guerra que já está sendo travada contra os corpos das pessoas e poderá em breve se estender para suas próprias memórias.

Fonte: http://www.baltimoresun.com/health/...





  

            

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Controle da mente versus Educação

Controle da mente versus Educação

Earle Fox

Uma vez que você consiga tornar a Igreja irrelevante através da estratégia do "dividir para conquistar", é fácil controlar a mente do público através da educação estatal obrigatória.

No final de 1800 uma nova arma foi descoberta para ganhar controle sobre as liberdades inspiradas pelas três jóias da coroa [1]: o controle da mente. O controle da mente subjuga povos com mais eficácia e destrói muito menos da infra-estrutura da sociedade-alvo do que a guerra. Você convence os crédulos a gostarem de ser controlados; você vende a idéia (do controle mental) como algo necessário para a proteção, sobrevivência e conforto deles.

As técnicas de controle da mente começaram a ser desenvolvidas no final de 1800 por obra de psicólogos alemães e da nova psicologia "behaviorista", principalmente na Universidade de Leipzig, com Wilhelm Wundt. Pavlov, sob o comando de Stalin, fez alguns progressos e os norte-coreanos e chineses na década de 50 conseguiram, por assim dizer, aperfeiçoá-las [2].

Antítese absoluta do comércio, da política e da educação honestos, o controle da mente agora está sendo rotineiramente utilizado pelas agências de publicidade, pelos políticos e pelas instituições de ensino em todo o mundo (especialmente por aquelas controladas pelo governo) [3]. O controle da mente é a principal arma dos políticos globalistas e do carro-chefe deles, as Nações Unidas.

Assim, os adeptos da mentalidade controladora não perderam tempo em aproveitar as oportunidades para subjugar a população "pacificamente" (como em Admirável Mundo Novo, em 1984 e A Revolução dos Bichos) e para fazer de todos nós escravos do governo. A lavagem cerebral é eficaz precisamente porque as idéias têm conseqüências. Troque as idéias de um povo e você alterará seus objetivos e lealdades.

Uma vez que você consiga tornar a Igreja irrelevante através da estratégia do "dividir para conquistar", é fácil controlar a mente do público através da educação estatal obrigatória. A liberdade não será restaurada de maneira segura até que haja a dispersão do poder e da autoridade de tal forma que a família seja o centro da educação (e não o Estado) e do ensino religioso (não a Igreja). O papel do Estado deve ser o de árbitro para a sociedade e o da Igreja de ser o de guia da consciência e do culto. E tudo isso deve ser feito num livre mercado de idéias e não num mercado de idéias controlado pela Igreja ou pelo Estado. Na visão bíblica, essa é a maneira de Deus fazer as coisas.

Por outro lado, uma sociedade neo-pagã, que propagandeia abertamente que a verdade e a moral são relativas, nada tem em sua visão de mundo que negue os mais fortes determinam a lei e a justiça, que os poderosos devem governar os fracos, e que a sobrevivência do mais apto (mais apto sendo aquele que move as alavancas de controle) é a regra de vida. Controle, então, é o modo de vida, não a verdade ou a liberdade.

Esta nova Idade das Trevas ("Iluminismo" secular) foi provocada mais pela ignorância, incompetência e covardia judaico-cristã do que pela força do secularismo. Ela nos levou ao século XX, o mais brutal na história da humanidade, à manipuladora e enganosa destruição da verdade e da moralidade, à despersonalização da alma humana e, mais recentemente, à iminente centralização total do poder estatal, ou seja, a tirania global. Todas as três jóias da coroa estão sendo subvertidas porque a visão pagã do mundo (incluindo uma Igreja secularizada e paganizada) não pode sustentar qualquer uma delas.

A comunidade cristã só recentemente (final do séc.XX e início do séc.XXI) mostrou sinais de recuperação da sua integridade intelectual, sendo que essa recuperação ocorreu bem longe da Igreja institucional, que lhe permanece alheia em grande parte.

A maioria das pessoas não pensa filosoficamente e muito menos metafisicamente. Mas as idéias, no entanto, têm conseqüências, especialmente idéias metafísicas.
A rejeição da metafísica pelo behaviorismo foi intencional pelo menos em parte: rejeitaram-na os behavioristas que queriam livrar-se de Deus. Como um filósofo candidamente admitiu, ele não queria que Deus existisse porque Deus seria um obstáculo às suas aspirações sexuais e políticas.

Aqueles que não pensam filosoficamente, no entanto, na maioria das vezes, voltam seus olhos, com toda a atenção, para os considerados especialistas no assunto. Os cristãos perderam a guerra para o século XIX e o seguinte porque foram vistos como perdedores da guerra intelectual travada com os intelectuais seculares. Incompetentes, os cristãos não deram boas respostas a Marx, Freud, Darwin, Dewey e outros. Acima de tudo, as pessoas acharam que os cristãos perderam a batalha pela superioridade moral.

Superioridade moral é algo que quase todas as pessoas levam em conta: elas vão apoiar o grupo que parece ser moralmente superior. E todo mundo se considera um especialista em moralidade: todos acham que sabem distinguir o certo do errado logo de primeira.

De duas uma: ou a Igreja recupera a superioridade moral ou ela vai continuar falhando. E ela não vai recuperar sua credibilidade moral a menos que também recupere sua credibilidade intelectual. E isso significa, por exemplo, dar uma resposta adequada a Darwin e à evolução como explicação de por que as coisas são como são.


Notas:

[1] Para entender a lavagem cerebral leia Brainwashing: the Story of the Men Who Defied It, por Edward Hunter. As "três jóias" da civilização ocidental são a liberdade intelectual (livre-mercado de idéias, ciência), a liberdade política (a limitação do governo em favor a liberdade da população) e a liberdade econômica (economia de livre-mercado).

[2] The Leipzig Connection por Paolo Lionni - dá uma excelente introdução ao enorme (e devastador) efeito que Wundt e seu novo behaviorismo exerceram na educação americana.

[3] Leia, por exemplo, John Taylor Gatto - The Undergroun History of American Education, Thomas Sowell, Inside American Education, B.K.Eakman Education for de New World Order and Cloning of the American Mind: Erradicatin Morality through Education, Jill Carson, What are Your Kids Reading?, Samuel Blumenfed, NEA: Trojan Horse in American Education, and Is Public Education Necessary?.



Este artigo é parte do prefácio (Seção A-2-g) do livro A Personalist Cosmology in Imago Dei: Personality, Empiricism, & God, Vol.I, do Dr. Earle Fox e traduzido do site do The Inter-American Institute.

Tradução: Euclides de Oliveira Jr.

Revisão: Alessandro Cota

Fonte: www.midiasemmascara.org








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