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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática

Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática

Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática
Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática

O professor Luiz Carlos Baldicero Molion, a maior autoridade brasileira em matéria de clima, empreende uma árdua e benemérita tarefa denunciando as fraudes do catastrofismo ambientalista.

Em diversas ocasiões tivemos a oportunidade de reproduzir seus artigos ponderados e altamente científicos.

Ele escreveu mais um para a “Folha de S.Paulo”, o qual temos o gosto de reproduzir aqui.

Mudanças climáticas e governança global

Um resfriamento global, com mais invernos rigorosos e má distribuição de chuvas, é esperado nos próximos 20 anos, em vez do aquecimento global antropogênico (AGA) alardeado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).

O AGA é uma hipótese sem base científica sólida. As suas projeções do clima, feitas com modelos matemáticos, são meros exercícios acadêmicos, inúteis quanto ao planejamento do desenvolvimento global.

Seu pilar básico é a intensificação do efeito estufa pelas ações humanas emissoras de dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), por meio da queima de combustíveis fósseis e de florestas tropicais, das atividades agrícolas e da pecuária ruminante.

Porém, o efeito estufa jamais foi comprovado, nem sequer é mencionado nos textos de física. Ao contrário, há mais de cem anos o físico Robert W. Wood demonstrou que seu conceito é falso.

As temperaturas já estiveram mais altas, com concentrações de CO2 inferiores às atuais.

Por exemplo, entre 1925 e 1946, o Ártico em particular registrou aumento de 4°C com CO2 inferior a 300 ppmv (partes por milhão em volume). Hoje, a concentração é de 390 ppmv.

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, maior autoridade brasileira sobre clima
Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, maior autoridade brasileira sobre clima
Após a Segunda Guerra, quando as emissões aumentaram significativamente, a temperatura global diminuiu até a metade dos anos 1970.

Ou seja, é obvio que o CO2 não controla o clima global. Reduzir as emissões, a um custo enorme para a sociedade, não terá impacto no clima.

Como mais de 80% da matriz energética global dependem de combustíveis fósseis, reduzir emissões significa reduzir a geração de energia e condenar países subdesenvolvidos à pobreza eterna, aumentando as desigualdades sociais no planeta.

Essa foi, em essência, a mensagem central da carta aberta entregue à presidenta Dilma Rousseff antes da Rio+20 e assinada por 18 cientistas brasileiros, inclusive eu.Veja a carta na íntegra CLIQUE AQUI

A trama do AGA não é novidade e seguiu a mesma receita da suposta destruição da camada de ozônio (O3) pelos clorofluorcarbonos (CFC) nos anos 1970 e 1980.


Criaram a hipótese que moléculas de CFC, cinco a sete vezes mais pesadas que o ar, subiam a mais de 40 km de altitude, onde ocorre a formação de O3.

O 'buraco de ozônio' foi tido como problema pela literatura pseudocientífica,  quando ele é um problema inexistente
O 'buraco de ozônio' foi tido como problema pela literatura pseudocientífica,
quando ele é um problema inexistente
Cada átomo de cloro liberado destruiria milhares de moléculas de O3, reduzindo a sua concentração e permitindo a maior entrada de radiação ultravioleta na Terra, o que aumentaria os casos de câncer de pele e eliminaria milhares de espécies de seres vivos.

Reuniões com cientistas, inclusive de países subdesenvolvidos, foram feitas para dar um caráter pseudocientífico ao problema inexistente, foi criado o Painel de Tendência de Ozônio no âmbito do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e foi elaborado o Protocolo de Montreal (1987), assinado pelos países subdesenvolvidos sob ameaças de sanções econômicas.

O Brasil também assinou, para ter sua dívida externa renovada.

Em 1995, os autores das equações químicas que alegadamente destruíam o O3 receberam o Nobel de Química.


Verdadeiro objetivo: governo mundial que escravize os países
Verdadeiro objetivo: governo mundial que escravize os países
Porém, em 2007, cientistas do Jet Propulsion Laboratory da NASA demonstraram que as suas equações não ocorrem nas condições da estratosfera antártica e que não são a causa da destruição do ozônio.

O AGA seguiu os mesmos passos, com reuniões científicas, a criação do IPCC, o Protocolo de Kyoto e o Nobel (da Paz?) para o IPCC e Al Gore.

Essas foram duas tentativas de se estabelecer uma governança global.

Qual será o próximo passo? A Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas da Biodiversidade e Serviços (IPBES)?

LUIZ CARLOS BALDICERO MOLION, 65, doutor em meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA), é professor da Universidade Federal de Alagoas


Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
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terça-feira, 10 de julho de 2012

Rio+20: o que está em jogo, por cima e por baixo do pano?


Rio+20: o que está em jogo, por cima e por baixo do pano?

A Rio+20 vai se constituindo como um evento contraditório, com muito de “Woodstock” e grande confusão de opiniões em torno de conceitos talismânicos. 
Para a imensa maioria dos brasileiros, a Rio+20 soa como uma cacofonia indecifrável. Mas, no meio dessa confusão, far-se-á astutamente sentir uma pressão ideológica cujo fundo não é de cor verde, mas do velho vermelho marxista.

Há princípios e critérios de orientação que poderão ajudar o leitor a discernir com toda a clareza possível o que verdadeiramente vai se decidir nessa confusão programada.

O professor Ricardo Felício, do Departamento de Climatologia da Geografia da USP, vem ocupando merecida posição de destaque entre o crescente número de especialistas que contestam os terrores artificiais gerados pelo ambientalismo para satisfazer finalidades que nada têm a ver com a ciência. 
Em entrevista concedida no mês de outubro de 2011, ele disse que as metas adotadas pelos governos estaduais de São Paulo e do Rio contra o ‘efeito estufa’ “são completamente inócuas para o clima da Terra, pois os chamados gases-estufa, da forma que falam, não existem!”.
CO2: há um engodo pseudocientífico
que toca no absurdo
“É um verdadeiro engodo pseudocientífico ficar realizando esta estúpida contabilização de carbono. Note que tudo se baseia em realizar inventários de gases. Significa que eles controlam o clima? Isto é um verdadeiro absurdo! Não há física por trás destas afirmações. Quem controla o clima é o Sol; além deste, os oceanos, vulcões, nuvens, criosfera. Os gases não o fazem. Não o fizeram no passado, não o fazem agora e nunca o farão”.

Para quem é leigo na matéria como nós, nada de mais sensato: basta olhar para o Sol. É o que fazemos todo dia pela manha. É ele que vai determinar nosso dia e até a roupa que vamos usar.
“Assim sendo – prosseguiu Felício –, todos esses políticos, de todas as esferas de governo, trabalham para uma agenda mundial e não para defender os interesses do povo brasileiro”.

O princípio é muito importante para se ter presente quando o noticiário da Rio+20 nos martelar o oposto.

O Prof. Ricardo Felício afastou o rótulo de “céticos” – que neste blog sempre recusamos – colado nos cientistas objetivos que defendem a independência da ciência das manipulações ideológicas “vermelhas”.
O sol decide o aquecimento da Terra, não o CO2 ou o homem,
diz professor da USP
“O termo cético – explicou – é usado de uma forma bem pejorativa. (...) quando tentamos realizar debates e os chamados “aquecimentistas” não aparecem, algo soa estranho.

“Se eles têm tanta certeza do que afirmam e se podem defender tão bem as suas hipóteses, então por que não colocam suas argumentações em debate com os chamados ‘céticos’?”.

O secretário nacional de Mudanças Climáticas, Eduardo Assad, afirma que o “ceticismo” sobre as mudanças climáticas não é a posição da USP como um todo. E ele cita como exemplo professores como o físico Paulo Artaxo. Quem escreve lamenta que este respeitado acadêmico não tenha querido comparecer ao debate público com o Prof. Luiz Carlos Molion sobre o aquecimento global na Band. A desistência deixou a sensação de que ele percebia que não conseguiria sustentar o debate.
“Simplesmente – explicou o Prof. Ricardo Felício – porque não tem sustentação ou porque suas hipóteses não podem ser comprovadas.

“Assim sendo, omitem-se de participar dos debates ou simplesmente realizam os seus debates entre eles mesmos, os chamados ‘enlatados científicos’, que dão maior visibilidade.

“Quando um destes se coloca numa posição de não querer debater, cria-se um dogma, ou seja, parte-se para a religião.

“Desta forma, é exatamente o que a nossa sociedade técnico-científica-informacional hoje está passando: pela igreja da sustentabilidade”.

"Pertenço à minoria que tem a coragem de se manifestar
contra omito religioso ridículo do ‘aquecimento global’
e das ‘mudanças climáticas’", diz Ricardo Felício
O Prof. Ricardo Felício fala como acadêmico e cientista. Mas, como simples leigos, podemos acrescentar que essa religião tem sumos-sacerdotes e “grandes” teólogos como o ex-frei Leonardo Boff, que vem espalhando nos ambientes católicos e não católicos as teorias esotérico-religiosas da extinção da humanidade.

Para o especialista em climatologia antártica, é sesquipedal ter que “defender os princípios científicos, a ética, o seu país, as pessoas que sofrerão com toda esta patifaria do terrorismo climático, inventado por um órgão autonomeado da ONU”, referindo-se ao famigerado IPCC já tantas vezes denunciado pelos seus múltiplos desacertos, erros e fraudes.
“Na verdade – continuou –, pertenço a uma minoria que tem a coragem de se manifestar contra este mito religioso ridículo que é o ‘aquecimento global’ e as ‘mudanças climáticas’, porque aqui dentro da Universidade existem muito mais cientistas que são céticos, só que lhes faltam a coragem em poder se pronunciar, pois sabem que se o fizerem, perderão muito do seu prestígio e acabarão com as suas carreiras, além de perderem financiamentos etc.”.

Para o professor, trata-se de uma verdadeira Inquisição que utiliza os métodos atribuídos à Idade Média.

Em sentido contrário, relembrou o Global Warming Petition Project  assinado por 31 mil cientistas americanos que denunciam as fraudes do “aquecimentismo”. Se a mídia brasileira informasse corretamente sobre a atividade e as posições desses cientistas, sem menosprezá-los como céticos, “o mito perderia o seu poder aqui também”.

Mas é na grande mídia – acrescentamos – que está montado o Tribunal Supremo da Inquisição que, como na novela de Orwell, define a cada dia o que o cidadão-livre pode pensar ou não!

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
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sexta-feira, 11 de maio de 2012

A Grande Farsa do Aquecimento Global (The Great Global Warming Swindle)

Al GoreCover of Al Gore



Eu, hein! Mais chato que petralha, só ecotralha! Se for um ecopetralha, então… Quanta revolta por causa da crônica que fiz sobre o pum dos dinossauros! Queriam o quê? Climatologistas recorrem a seus misteriosos “modelos matemáticos” para calcular quanto de gás metano os dinossauros teriam soltado na Terra há alguns milhõezinhos de ano, transformam isso em toneladas e querem que eu leve a sério?

Olhem aqui: eu não estou entre aqueles que repudiam coisas complicadas. De jeito nenhum! O “complicado” costuma ser aquilo que a gente ainda não entende, certo? Houvesse regras para andar nos labirintos, não haveria… labirintos. O ponto é outro. Cadê esses tais “modelos matemáticos”? De que são constituídos? Como se pode anunciar o fim do mundo num dia e pedir desculpas no seguinte: “Não era bem isso?”

Ciência? O aquecimento global antropogênico — ou mudança climática — é uma hipótese formada a partir de uma das tantas evidências científicas parciais juntadas numa narrativa criativa. Trata-se de uma narrativa — hoje, mais literária do que outra coisa — que tem o mau hábito de desprezar as evidências em contrário. Criou-se uma doxa. Erigiu-se uma ideológica. Satanizaram-se as pessoas que pensavam de modo diferente. E pronto!

Recebi, claro, alguns pontapés: “Ah, você não entende nada de clima!” Pois é! Mas Richard S. Lindzen, de quem falei aqui em 2007, sabe muito a respeito. Naquele post, lembrei que o sempre opiniático Paul Krugman, tão especialista quanto eu próprio na área, havia escrito um artigo no New York Times afirmando que desconfiar do aquecimento era manifestação de anti-intelectualismo. Assim se fazem as verdades: demonizando quem dissente.

Republico parte daquele post e reproduzo trecho de um texto de um blog português. Ficamos assim: os esquentadinhos do aquecimento que querem bater boca comigo com ares de especialista podem tentar contestar Lindzen. Talvez consigam a sua vaga de professor de Meteorologia daquela escolinha chinfrim chamada Massachusetts Institute of Technology — trata-se de um “trem” aí (como diriam aquelas vozes da CPI…) conhecido por “MIT”. O post acabou ficando um tanto longo, leitor, mas há aí referências para entrar no tema de modo responsável — em vez de se ocupar do peido dos dinossauros. Os nervosinhos não gostaram do meu senso de humor? Então vamos falar a sério.

Aqueles que estiverem severamente interessados em aquecimento global podem clicar
aqui e ouvir (é só áudio mesmo) o professor Lindzen responder a cada uma das grandes questões que dizem respeito ao aquecimento global. O propósito de Lindzen, ele deixa claro, não é saber se existe ou não algum aquecimento —  já que a Terra vem esquentando e resfriando há milhões de anos —, mas se procede o alarmismo. E ele deixa claro que não! E faz até um gracejo: “Al Gore acredita no aquecimento global porque as pessoas acreditam, e as pessoas acreditam porque Al Gore acredita”. É perfeito!

Se eu entendesse de meteorologia o que Lindzen entende, estaria dando aula no MIT. Como não entendo… Assim, não acreditem no que digo e no que dizem outros abelhudos, pouco importa o lado. Eu costumo tratar apenas da lógica interna das coisas que leio.  Mas considerem a hipótese de o especialista do MIT saber o que diz mais do que o jornalismo engajado que cuida do assunto, com suas moças e seus rapozalas fanáticos. Abaixo, trecho de um post do blog português Mitos Climáticos. Fica clara a importância do dinheiro nessa história toda. Cientista que nega que o aquecimento tenha sido produzido pelos homens e que não é alarmista perde verba de pesquisa. Aqueles que entram no jogo são alçados à condição de estrelas e passam a ser financiados.

Richard S. Lindzen é um cientista de elevadíssima craveira intelectual. Professor de Meteorologia do Massachusetts Institute of Technology, já publicou mais de 200 livros e artigos científicos. Foi o leader do capítulo científico do Terceiro Relatório de Avaliação do IPCC, de 2001.Este último trabalho trouxe-lhe o amargo de boca de se ver confrontado com a falta de ética científica dos principais responsáveis do IPCC, pois estes cientistas-políticos ou políticos-cientistas, como se queira, publicaram com distorções e sem conhecimento de Richard o texto do relatório já aprovado pelos colegas de trabalho. Richard Lindzen como cientista sério e honesto, que se distingue do núcleo duro que tomou conta do IPCC, demitiu-se da prestação científica dada ao IPCC. Aliás, até hoje, não foi o único a tomar esta posição de verticalidade intelectual. Muitos outros lhe seguiram o exemplo.
Tornou-se histórico o seu depoimento, no Senado dos Estados Unidos da América, quando o cabotino Al Gore o interrogou e tentava distorcer as afirmações de Lindzen retorquindo: “O que V. Exa. quis dizer foi…”.Sintomaticamente, o The New York Times publicou, na primeira página, as distorções e não as afirmações de Lindzen, que se viu obrigado a redigir um desmentido. Também sintomaticamente o desmentido de Lindzen foi atirado para o interior do jornal. Lá como cá, também existem órgãos de comunicação social enfeudados às teses do alarmismo climático. A vantagem dos EUA é a existência de um forte culto da liberdade de expressão, o que acaba por permitir a divulgação de todos os pontos de vista, circunstância que não se observa em países como o nosso, por exemplo, em que apenas uns quantos estão autorizados a ter opinião. A politicamente correcta, obviamente.
Esclarece-se que Richard Lindzen é um dos 100 signatários da carta aberta ao Secretário Geral das Nações Unidas, de 13 de Dezembro de 2007, por ocasião da Conferência de Bali, cujo tema era “A Conferência das Nações Unidas sobre o Clima está a levar o mundo numa direcção completamente errada”. A tradução desta carta foi publicada em Anexo ao Prefácio do livro de Marlo Lewis Jr. “A Ficção Científica de Al Gore“. No mesmo livro, Lewis refere ainda Lindzen como autor do artigo “Climate of Fear: Global warming alarmists intimidate dissenting scientists into silence“, publicado no Wall Street Journal, em 12 de Abril de 2006. A participação de Richard Lindzen na Segunda Conferência Internacional sobre Alterações Climáticas, veio demonstrar, se dúvidas houvesse, o alto nível desta iniciativa do The Heartland Institute.

Na sua importante comunicação, de 8 de Março de 2009, Richard Lindzen declara que o alarmismo climático foi desde sempre um movimento político contra o qual tem sido necessário travar uma difícil batalha. 

E, uma vez que se dirige a uma plateia de cépticos, começa por dizer que os opositores ao alarmismo climático devem ter em conta algumas verdades simples. Em primeiro lugar, Lindzen adverte que nem uma atitude céptica faz um bom cientista, nem uma atitude concordante faz um mau cientista. Conhecendo-se o discurso da parte contrária, pode dizer-se que a honestidade de Lindzen não encontra paralelo em nenhum dos adeptos do global warming.

Lindzen diz ainda que muitos dos cientistas que ele respeita fazem parte do campo alarmista, mas salienta que a actividade científica que lhe inspira esse respeito não é a ligada ao global warming. E admite que o facto de esses cientistas abraçarem as teses do global warming apenas lhes torna a vida mais fácil. A este propósito, Lindzen deu o exemplo de Kerry Emanuel, seu colega no MIT, que apenas se tornou conhecido quando afirmou que os ciclones tropicais poderiam tornar-se mais intensos com o aquecimento global. Depois disso, passou a ser inundado com distinções profissionais.

Curiosamente, Kerry Emanuel é referido por Marlo Lewis Jr. no Capítulo 6 do livro “A Ficção Científica de Al Gore”, uma vez que Gore, em “Uma Verdade Inconveniente”, e sob pretexto do furacão Katrina, recorre a Kerry Emanuel para reclamar a “emergência de um forte consenso” acerca da ideia de que o aquecimento global está a aumentar a duração e intensidade dos furacões. Para azar de Gore, o próprio Emanuel alertou contra as tentativas de associar o Katrina, ou outras tempestades recentes no Atlântico, ao aquecimento global.

Depois, Lindzen chamou a atenção para o caso de Carl Wunsch, outro colega do MIT, especialista em oceanografia, o qual, apesar de virtualmente ter questionado todas as afirmações alarmistas respeitantes ao nível dos oceanos, à temperatura da água do mar e à modelação oceânica, evita a todo o custo ser associado aos críticos do global warming. Mas, para Lindzen, o caso mais curioso é o de Wally Broecker, cujo trabalho mostrou claramente que ocorrem mudanças súbitas do clima sem influência antropogénica, mas que também abraça vigorosamente as teses do alarmismo, daí retirando um elevado reconhecimento.

Lindzen reconhece que existe um grande número de cientistas que a propósito das alterações climáticas emitem declarações ambíguas, ou sem um significado claro, as quais podem ser distorcidas e aproveitadas pelos alarmistas, mas como a propaganda alarmista pode convencer os políticos a aumentar os fundos de financiamento, não existe incentivo para protestar contra essas distorções. Lindzen prossegue com a denúncia do comportamento de algumas instituições académicas e reprova as ligações perversas entre cientistas e responsáveis políticos, chamando a atenção para os perigos de uma corrupção da Ciência induzida pela conquista de financiamentos.

Enfim, poderíamos continuar a referir passagens desta importante comunicação de Richard Lindzen, mas o texto já está disponível online e vale a pena ler na íntegra.

Fonte:www.reinaldoazevedo.blogspot.com
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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Destacado alarmista climático confessa fraude e renuncia

Peter Gleick lectures at SkeptiCalCon May 29, ...Peter Gleick lectures at SkeptiCalCon May 29, 2011 Berkeley, CA (Photo credit: Wikipedia)

Destacado alarmista climático confessa fraude e renuncia

O  hidrologista norte-americano Peter Gleick, um dos arautos do aquecimento global pretensamente causado pelo homem, assumiu de público que se passou por outra pessoa para denegrir os que denunciam as fraudes sobre o aquecimento do clima, informou a “Folha de S.Paulo”. 

Com um remetente anônimo, Gleick enviou para órgãos da imprensa e blogueiros americanos o que parecia ser documentos sigilosos do
Heartland Institute, ONG conservadora americana que aponta as fraudes climáticas bem conhecidas.

Os documentos forjados falavam de um plano para ensinar nas escolas públicas que os cientistas responsáveis pelo mito do
“aquecimento global antropogênico” não sabem se o homem está de fato alterando o clima. 

Os documentos apresentados eram falsos e o Heartland Institute ameaçou processar o responsável pelo vazamento. Gleick era um dos “suspeitos óbvios”.


O falsário acabou admitindo a culpa em seu blog no site “Huffington Post”. Confessou que se fez passar por membro da diretoria do Heartland Institute para surrupiar documentos.


Gleick foi condenado publicamente pela AGU (União Geofísica Americana) e renunciou ao seu cargo no
Pacific Institute, na Califórnia. Procurado, recusou-se a dar entrevistas.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo.
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

16 proeminentes cientistas descartam pânicos irracionais sobre “aquecimento global”


16 proeminentes cientistas descartam pânicos irracionais sobre “aquecimento global”

Cientistas pedem não acreditar em pânicos propagandísticos

A Carta Aberta dirigida aos candidatos presidenciais americanos e reproduzida pelo “The Wall Street Journal” foi assinada pelos 16 cientistas listados ao final:

Um candidato a cargo público em qualquer democracia contemporânea pode ter que considerar, o que fazer sobre o “aquecimento global”.

Os candidatos devem entender que a alegação tantas vezes repetida que quase todos os cientistas exigem que algo dramático seja feito para parar o aquecimento global não é verdade.

Na verdade, um grande e crescente número de importantes cientistas e engenheiros não concordam que ações drásticas contra o aquecimento global são necessárias.
Em setembro, o ganhador do Prêmio Nobel, o físico Ivar Giaever, um apoiador do presidente Obama na última eleição, publicamente demitiu-se da American Physical Society (APS) com uma carta que começa assim: “Eu não vou renovar minha filiação porque eu não posso conviver com a declaração política da APS:
 “A evidência é incontestável: O aquecimento global está ocorrendo. Se não forem feitas ações de mitigação, perturbações significativas nos sistemas físicos e ecológicos da Terra, sistemas sociais, de segurança e saúde humana são susceptíveis de ocorrer. Devemos. reduzir as emissões de gases de efeito estufa a partir de agora.”
“Na APS é permitido discutir se acontecem alterações na massa de um próton ao longo do tempo ou como um multi-universo comporta-se, mas a evidência do aquecimento global é indiscutível?”

Apesar de uma campanha internacional de muitas décadas para impor a mensagem de que quantidades crescentes de dióxido de carbono “poluente” irá destruir a civilização, um grande número de cientistas, vários muito proeminentes, compartilham as opiniões do Dr. Giaever.

E o número de cientistas “hereges” está crescendo a cada ano que passa. A razão é uma coleção de repetidos fatos científicos.

Talvez o fato mais inconveniente é a falta de aquecimento global por mais de 10 anos. Isto é conhecido pelo establishment do aquecimento, como se pode ver a partir do e-mail do “Climategate” de 2009 do cientista do clima Kevin Trenberth:
“O fato é que não podemos explicar a falta de aquecimento no momento, e isso é uma farsa que nós não podemos manter”.

O aquecimento só sumiria se alguém acreditasse que ele existia. Ele só aparecia nos modelos de computador e não no mundo real. Nos modelos os chamados feedbacks envolvendo vapor de água e nuvens amplificam o efeito pequeno do CO2, resultando num falso aquecimento global.
CO2 não é um poluente, mas um componente chave do ciclo de vida, dizem os cientistas

A falta de aquecimento por mais de uma década - certamente menor do que o aquecimento previsto ao longo dos 22 anos desde que o Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas (IPCC) começou a emitir projeções, sugere que os modelos de computador têm exagerado muito quanto ao aquecimento adicional que o CO2 pode causar.

Diante deste embaraço, aqueles que promovem previsões alarmistas mudaram seu alvo, do “aquecimento” para “condições climáticas extremas”, com a intenção de permitir que qualquer coisa incomum que aconteça no nosso clima caótico possa ser atribuída ao CO2.

O fato é que o CO2 não é um poluente. CO2 é um gás incolor e inodoro, expirado em altas concentrações por cada cada um de nós, e um componente chave do ciclo de vida da biosfera.

As plantas melhoram tanto com mais CO2 que os operadores de estufas, muitas vezes aumentam as concentrações de CO2 por fatores de três ou quatro para obter um melhor crescimento.

Isso não é surpresa já que as plantas e os animais evoluíram quando as concentrações de CO2 foram cerca de 10 vezes maiores do que são hoje.

Melhores variedades de plantas, fertilizantes químicos e manejo agrícola contribuíram para o grande aumento na produção agrícola do século passado, mas parte do aumento quase que certamente veio de CO2 adicional na atmosfera.
Por trás dos medos induzidos: um negócio mal contado

Embora o número de cientistas publicamente dissidentes esteja crescendo, muitos jovens cientistas furtivamente dizem que, enquanto eles também têm sérias dúvidas sobre a mensagem do aquecimento global, eles têm medo de falar por medo de não ser promovido, ou pior. Eles têm um bom motivo para se preocupar.

Em 2003, Dr. Chris de Freitas, o editor do jornal Climate Research, se atreveu a publicar um artigo revisto por pares com a conclusão politicamente incorreta (mas factualmente correta) que o aquecimento recente não é incomum no contexto das mudanças climáticas nos últimos mil anos.

O establishment internacional do aquecimento rapidamente montou uma campanha determinada a remover o Dr. De Freitas de seu trabalho editorial e demiti-lo de seu cargo universitário. Felizmente, o Dr. de Freitas foi capaz de manter seu emprego na universidade.

Este não é o modo como a ciência deve funcionar, mas já foi visto isso antes. Por exemplo, no período assustador quando Trofim Lysenko passou a controlar a biologia na União Soviética.
Catastrofismo apela para métodos de
supressão de dissidentes como na URSS.
Na foto: Trofim Denisovich Lyssenko

Os biólogos soviéticos entusiasmados com as pesquisas genéticas, que para Lysenko não passava de uma ficção burguesa, foram demitidos de seus empregos. Muitos foram enviados para os gulags e alguns foram condenados à morte.

Por que existe tanta paixão sobre o aquecimento global, e por que a questão tornou-se tão difícil que a American Physical Society, da qual Dr. Giaever renunciou há alguns meses, recusou o pedido aparentemente razoável por muitos de seus membros para remover a palavra “indiscutível” de sua descrição de uma questão científica?

Há várias razões, mas um bom lugar para começar é a velho pergunta “cui bono?” Ou a atualização moderna, “Siga o dinheiro”.

O alarmismo sobre clima é de grande benefício para muitos, a concessão de financiamento do governo para a pesquisa acadêmica é uma razão para as burocracias do governo crescerem.

O alarmismo também oferece uma desculpa para os governos aumentarem os impostos pagos pelos contribuintes, subsídios para as empresas que entendem como funciona o sistema político e um chamariz para grandes doações a fundações de caridade promissoras para salvar o planeta. Lysenko e sua equipe viviam muito bem, e eles defenderam ferozmente o seu dogma e os privilégios que ele trouxe.

Falando por muitos cientistas e engenheiros que têm olhado com cuidado e de forma independente a ciência do clima, temos uma mensagem para qualquer candidato a cargo público:

Não há nenhum argumento convincente cientificamente para medidas drásticas para “descarbonizar” a economia mundial. Mesmo que se aceite as previsões climáticas exageradas do IPCC, as agressivas políticas de controle de gases de efeito estufa não se justificam economicamente.
Economista William D. Nordhaus:
crescimento com efeito estufa

Um estudo recente de uma grande variedade de opções políticas feitas pelo economista de Yale, William Nordhaus, mostrou que na verdade a maior relação custo-benefício seria conseguida por uma política que permitisse mais de 50 anos de crescimento econômico sem impedimentos por controles de gases de efeito estufa.

Isto seria especialmente benéfico para as partes menos desenvolvidas do mundo que gostariam de compartilhar de algumas das mesmas vantagens de bem-estar material, saúde e expectativa de vida que as partes plenamente desenvolvidas do mundo desfrutam agora.

Muitas outras respostas de políticas teriam uma rentabilidade de investimento negativa. E é provável que mais CO2 e o aquecimento modesto que pode vir com ele será um benefício global para o planeta.

Se os eleitos oficialmente se sentem compelidos a “fazer algo” sobre o clima, recomendamos apoiar os cientistas excelentes que estão aumentando nossa compreensão do clima com os bem concebidos instrumentos nos satélites, nos oceanos e em terra, e na análise de dados observacionais.

Quanto melhor entendermos o clima, melhor poderemos lidar com a sua natureza em constante mudança, o que tem complicado a vida humana ao longo da história.

No entanto, grande parte do enorme investimento privado e do governo no clima está mal direcionado e tem necessidade urgente de uma revisão crítica.

Todos os candidatos devem apoiar medidas racionais para proteger e melhorar o nosso meio ambiente, mas não faz nenhum sentido voltar para programas caros que desviam recursos das necessidades reais e são baseados em reivindicações alarmistas, e carentes de provas “irrefutáveis”.

Claude Allegre, ex-diretor do Instituto para o Estudo da Terra, Universidade de Paris;J. Scott Armstrong, co-fundador do Journal of Forecasting e International Journal of Forecasting;  Jan Breslow, chefe do Laboratório de Genética Bioquímica e Metabolismo, Rockefeller University;Roger Cohen, membro da American Physical Society;Edward David, membro da Academia Nacional de Engenharia e da Academia Nacional de Ciências;William Happer, professor de física, Princeton;  Michael Kelly, professor de tecnologia da Universidade de Cambridge, UK; William Kininmonth, ex diretor de pesquisas climáticas do Bureau Australiano de Meteorologia; Richard Lindzen, professor de ciências atmosféricas do MIT;  James McGrath, professor de química, Virginia Technical University;  Rodney Nichols, ex-presidente e CEO da New York Academy of Sciences;  Burt Rutan, engenheiro aeroespacial, designer da Voyager e SpaceShipOne;  Harrison H. Schmitt, astronauta da Apollo 17 e ex-senador dos EUA;  Nir Shaviv, professor de astrofísica, da Universidade Hebraica, em Jerusalém; Henk Tennekes, ex-diretor, Royal Dutch Meteorological Service;  Antonio Zichichi , presidente da Federação Mundial de Cientistas, em Genebra.

(Tradução Prof. Maurício Porto, blog Terrorismo Climático).

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terça-feira, 19 de julho de 2011

Malabarismos para provar que o mundo aqueceu não aquecendo

A chart of the carbon capture and sequestratio...Image via WikipediaVerde: a cor nova do comunismo: Malabarismos para provar que o mundo aqueceu não aquecendo

Não há aquecimento global desde 1998.

Não é só a ciência empírica que o afirma, está nos próprios e-mails dos arautos do próprio “aquecimento global” de origem humana, pegos de surpresa pelo escândalo do Climagate.

Kevin Trenberth, chefe da Climate Analysis Section no USA National Center for Atmospheric Research escreveu em 2009 a Michael Mann, da Pennsylvania State University:

“O fato é que nós não podemos explicar a falta de aquecimento neste momento e a única coisa que fica para nós é travestir os dados”.

Phil Jones, o apologeta do “aquecimento global” e contestado diretor da Climate Research Unity da University of East Anglia durante o escândalo do Climagate admitiu em entrevista à BBC que não houve aquecimento “estatisticamente significativo” desde 1995.


James Delingpole, de “The Telegraph”, relembrou esses fatos após a recente publicação do trabalho “Reconciling Anthropogenic Climate Change with Observed Temperature 1998-2008”, produzido por uma equipe liderada por Robert Kaufmann, do Departamento de Geografia da Universidade de Boston.


Este trabalho – que já está entrando na história como uma das maiores piruetas para justificar o injustificável – começa pela constatação de uma evidência científica que emana dos instrumentos de medição da realidade: desde 1998 não se verifica nenhum “aquecimento global”.

Mas, numa segunda etapa, que se parece mais a um passe de mágica do que ciência, a equipe conclui o contrário. Quer dizer, que sim houve “aquecimento global de origem humano”.

– Como?

“Sim, houve”, respondem os autores. E tentam explicar: aconteceu que a fabulosa poluição jogada na atmosfera pela China incluiu enormes emissões de sulfuros com efeitos arrefecedores. Sem contar uma certa e verificada diminuição da atividade solar no período, a mudança de El Niño para La Niña...

E eis a solução da charada: a sociedade industrial capitalista teria aquecido a temperatura planetária, mas a poluição chinesa, aliada a esses outros fatores, impediu que o “aquecimento global” aparecesse nas medições.


Para Judith Curry, da School of Earth and Atmospheric Sciences do Georgia Institute of Technology, o argumento do ponto de vista científico “é totalmente inconvincente”.

Seu único lado é político, diz Curry, pois equivale a dizer: deixem a China seguir queimando carvão, e poluindo à vontade, coisa que, aliás, continuará a fazer de qualquer jeito.


Para David Whitehouse da Global Warming Policy Foundation ‒ GWPF  brincar com modelos computacionais não prova coisa alguma.

O fato decisivo é o que acontece no mundo real. E o que aconteceu é que a temperatura global não cresceu na últim década.

O colunista do “The Telegraph” James Delingpole conclui pedindo de volta o dinheiro dos impostos recolhidos pelos governos para combater o “aquecimento global”.

É uma questão de justiça. Mas, a “religião verde” pouco se importa com esses escrúpulos capitalistas...

Fonte: Verde-A cor nova do comunismo

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cientista denuncia viés da ONU pelo alarmismo ambiental

Figure 1(b) from the Intergovernmental Panel o...Image via WikipediaVerde: a cor nova do comunismo: Cientista denuncia viés da ONU pelo alarmismo ambientalista
   

Cientista denuncia viés da ONU pelo alarmismo ambientalista

Patrick Michaels

Quando nossos amigos “verdes” da ONU perceberão que não é boa idéia fazer predições de desastres vindouros?, indagou o cientista Patrick Michaels, do Cato Institute, em seu blog em Forbes.

De fato, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) em 2005 predisse que em 2010 haveria 50 milhões de “refugiados climáticos” - população que emigra por causa do mau clima. O UNEP até elaborou um mapa mostrando exatamente de onde emigrariam todos esses milhões.

Nos censos recentes se verifica que foi um erro mortal, diz Michaels. Pior ainda, a população está crescendo rapidamente onde o UNEP dizia que iria emigrar.


O realejo “verde” insistia que fluxos de refugiados sairiam das ilhas tropicais de nível pouco acima do mar, por causa dos furacões cada vez piores e mais freqüentes.

Maldivas

O caso de figura deveria ser as Bahamas que têm mais ciclones que qualquer outro lugar da terra. Entretanto a população aumentou 14% desde o ano 2000. E as ilhas Salomão se saíram melhor: mais 20%. Nas Seychelles os habitantes cresceram 9%.

Para o cientista, a história recente revela que os órgãos da ONU funcionam como uma central sistemática de desinformação climática.

Michaels aponta alguns dos exageros inverossímeis, aliás já desmentidos, espalhados pelo Painel Intergovernamental para as mudanças climáticas - IPCC, e seu autoproclamado e inexistente consenso na ciência climática.

Quando o governo da Índia desmentiu a fantasia do IPCC segundo a qual desapareceriam os glaciares do Himalaia que alimentam o rio Ganges, o chefe do IPCC, o indiano Rajenda Pachauri, respondeu que o governo indiano apelava a uma “ciência vudu”.


Mas, agora, diz Michaels, verifica-se que o grande aprendiz de vudu é a ONU e seu órgão, o IPCC.

No mesmo relatório, o IPCC sustentava que 55% da Holanda já estavam abaixo do nível do mar. Ainda defendeu que em nove anos o crescimento da vegetação tropical diminuiria pela metade em virtude de um massivo declínio das chuvas anuais.

Todos estes erros se devem a um azar? perguntou Michaels.

Ciência ambientalista: aprendiz de vudu?
Os cientistas são humanos e podem errar. Mas, responde Michaels, o esquisito é que as gafes da ONU têm sentido único. Nunca se encontra um erro na outra direção, quer dizer, subestimar as mudanças climáticas.

Em cada “erro”, o IPCC apelou para literatura que não foi conferida no sistema “peer-review”.

Num trabalho sem viés ideológico deveria haver possibilidades mais ou menos iguais de erro num sentido ou num outro. E o modo de corrigir os erros seria dar liberdade aos cientistas para agir normalmente.

Qual é a probabilidade de que uma moeda caia do mesmo lado seis vezes sucessivas? É 0,015%.

Porém, os cientistas da ONU consideram que um nível de 0,05% de probabilidade é um nível suficiente para achar que uma hipótese pode ser aceita, conclui Michaels.

E com esse grau de probabilidade de estarem certos pretendem reformar o mundo e pô-lo de ponta cabeça!

Nota: No Brasil o aquecimento global ainda é considerado um fato científico e continua sendo usado para avançar políticas de ecochatos e ambientalistas radicais.






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domingo, 3 de abril de 2011

Carta aberta aos deputados e senadores dos EUA: A VERDADE SOBRE A MUDANÇA CLIMÁTICA

Quadro sobre o aquecimento global do mundo.Image via WikipediaVerde: a cor nova do comunismo: Carta aberta aos deputados e senadores dos EUA: A VERDADE SOBRE A MUDANÇA CLIMÁTICA


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Carta aberta aos deputados e senadores dos EUA: A VERDADE SOBRE A MUDANÇA CLIMÁTICA

Aos membros da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA:

Em resposta a “A Importância da Ciência no tratamento das mudanças climáticas”

Em 28 de janeiro de 2011, dezoito cientistas enviaram uma carta (ver também esta notícia ) aos membros da Câmara dos Representantes e do Senado dos EUA, instando-os a “deitar um renovado olhar sobre as mudanças climáticas”.


O objetivo deles, aparentemente, é denegrir a visão dos cientistas que discordam da afirmação deles segundo a qual o aumento contínuo do ritmo de produção de dióxido de carbono (CO2) pela queima de carvão, gás e petróleo vai provocar uma série de cataclismos ligados às mudanças climáticas.

Nós, abaixo assinados, em total desacordo com eles gostaríamos de aproveitar esta oportunidade para expor brevemente nosso lado da questão.


Os dezoito alarmistas do clima (assim nos referimos a eles, não pejorativamente, mas simplesmente porque eles se vêem como “soando o alarme” sobre muitas questões climáticas) afirmam que os povos do mundo “precisam se preparar para inundações maciças geradas por tempestades extremas do tipo que está sendo experimentado com freqüência cada vez maior”, bem como para os “impactos diretos na saúde provocados pelas ondas de calor” e pelas “doenças infecciosas sensíveis ao clima”, além de uma série de outros fenômenos devastadores.

E eles dizem que “nenhum resultado de pesquisa produziu prova alguma que desafie a compreensão científica global do que está acontecendo com o clima do nosso planeta”, compreensão essa que é entendida como sendo o ponto de vista deles sobre o que está acontecendo com o clima da Terra.

Diante destas declarações, no entanto, nós constituímos uma grande exceção.

São os dezoito alarmistas os que parecem não ter consciência “do que está acontecendo com o clima do nosso planeta”, bem como do vasto acúmulo de pesquisas que fundamenta esse conhecimento.

Por exemplo, uma longa lista das reivindicações e de outras que os alarmistas do clima fazem freqüentemente pode ser encontrada no site do Centro para o Estudo de Dióxido de Carbono e Mudanças Globais (veja Carbon Dioxide and Earth's Future: Pursuing the Prudent Path).

Esse relatório apresenta uma refutação ponto por ponto de todas as reivindicações do “grupo dos dezoito” citando em cada caso investigações científicas peer-reviewed sobre os efeitos reais das alterações climáticas nas várias décadas passadas.

Se o “grupo dos dezoito" invoca a ignorância dessa informação, devido à sua recente postagem, então nós chamamos a atenção para um relatório maior e mais abrangente publicado em 2009: Climate Change Reconsidered: The 2009 Report of the Nongovernmental International Panel on Climate Change (NIPCC). Esse documento foi postado há mais de um ano na sua totalidade em www.nipccreport.org.

Estas são apenas duas coletâneas recentes da investigação científica, entre muitas que poderíamos citar. Será que os 678 estudos científicos referenciados no documento de CO2 Science, ou os milhares de estudos citados no relatório NIPCC, fornecem provas tiradas do mundo real (em oposição aos modelos teóricos de previsões climáticas) para os aumentos forçados nos números sobre o aquecimento global e sobre a gravidade das enchentes em todo o mundo?

Não.

Sobre o número global e a severidade das secas?

Não.

Sobre o número e a gravidade dos furacões e outras tempestades?

Não.

Será que eles fornecem alguma prova tirada do mundo real de que os mares da Terra estão inundando as planícies costeiras em todo o globo?

Não.

Um aumento da mortalidade humana?

Não.

A extinção de plantas e animais?

Não.

Um declínio da produtividade vegetativa?

Não.

Mais freqüentes e mais mortíferos esbranquecimentos dos corais?

Não.

A vida marinha se desintegra em oceanos acidificados?

Não.

Muito pelo contrário, esses relatórios fornecem provas empíricas de que estes fenômenos não estão acontecendo.

E em muitas destes setores, os trabalhos referenciados no relatório fornecem uma resposta exatamente oposta à do aquecimento global, ou seja, apontam os efeitos benéficos para a biosfera trazidos pelo aumento das temperaturas e dos níveis de CO2.

À luz da profusão de observações sobre o funcionamento do mundo real, mostrando que o modesto aquecimento da segunda metade do século XX trouxe pouco ou nenhum efeito negativo, e, mais ainda, a evidência crescente dos efeitos positivos, achamos incompreensível que os dezoito alarmistas do clima possam sugerir algo tão distante da verdade quanto a alegação de que nenhuma pesquisa forneceu qualquer prova que desafie o ponto de vista deles sobre o que está acontecendo com o clima da Terra e com a meteorologia.

Mas não assuma nossa palavra só por causa dela.

Leia os dois relatórios.

E, em seguida, forme sua própria opinião sobre o assunto.

Não se deixe intimidar por falsas alegações de “consenso científico” ou “prova contundente”.

Esses não são argumentos científicos e eles pura e simplesmente não são verdadeiros.

Como os dezoito alarmistas do clima, nós pedimos ao Sr. que deite um olhar renovado sobre as mudanças climáticas.

Nós acreditamos que o Sr. perceberá que elas não são a horrenda ameaça ambiental que eles e outros pretendem ser, e que eles exageram constantemente os efeitos negativos do aquecimento global sobre a economia dos EUA, a segurança nacional e a saúde pública, sendo que esses efeitos podem ser catalogados entre pequenos e negligenciáveis.

Assinado por:

Syun-Ichi Akasofu, University of Alaska1
Scott Armstrong, University of Pennsylvania
James Barrante, Southern Connecticut State University1
John Boring, University of Virginia1
Roger Cohen, American Physical Society Fellow
David Douglass, University of Rochester
Don Easterbrook, Western Washington University1
Robert Essenhigh, The Ohio State University1
Neil Frank, Former Director National Hurricane Center
Martin Fricke, Senior Fellow, American Physical Society
Lee Gerhard, University of Kansas1
Ulrich Gerlach, The Ohio State University
Victor Goldschmidt, Purdue University1
Guillermo Gonzalez, Grove City College
Laurence Gould, University of Hartford
Bill Gray, Colorado State University1
Will Happer, Princeton University2
Howard Hayden, University of Connecticut1
Craig Idso, Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change
Sherwood Idso, USDA, U.S. Water Conservation Laboratory1
Richard Keen, University of Colorado1
Doral Kemper, USDA, Agricultural Research Service1
Hugh Kendrick, Office of Nuclear Reactor Programs, DOE1
Edward Krug, University of Illinois1
Richard Lindzen, Massachusetts Institute of Technology2
Anthony Lupo, University of Missouri
Patrick Michaels, Cato Institute
Donald Nielsen, University of California, Davis1
Al Pekarek, St. Cloud State University
John Rhoads, Midwestern State University1
Nicola Scafetta, Duke University
Gary Sharp, Center for Climate/Ocean Resources Study
S. Fred Singer, University of Virginia1
Roy Spencer, University of Alabama
George Taylor, Past President, American Association of State Climatologists
Frank Tipler, Tulane University
James Wanliss, Presbyterian College
Leonard Weinstein, National Institute of Aerospace Senior Research Fellow
Samuel Werner, University of Missouri1
Bruce West, American Physical Society Fellow
Thomas Wolfram, University of Missouri1

1 - Emérito ou aposentado

2 - Membro da National Academy of Sciences
Endossado por:

Rodney Armstrong, Geophysicist
Richard Becherer, University of Connecticut1
E. Calvin Beisner, The Cornwall Alliance for the Stewardship of Creation
Edwin Berry, Certified Consulting Meteorologist
Joseph Bevelacqua, Bevelacqua Resources
Carmen Catanese, American Physical Society Member
Roy Clark, Ventura Photonics
John Coleman, Meteorologist KUSI TV
Darrell Connelly, Geophysicist
Joseph D'Aleo, Certified Consulting Meteorologist
Terry Donze, Geophysicist1
Mike Dubrasich, Western Institute for Study of the Environment
John Dunn, American Council on Science and Health of NYC
Dick Flygare, Engineer
Michael Fox, Nuclear industry/scientist
Gordon Fulks, Gordon Fulks and Associates
Steve Goreham, Climate Science Coalition of America
Ken Haapala, Science & Environmental Policy Project
Martin Hertzberg, Bureau of Mines1
Art Horn, Meteorologist
Keith Idso, Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change
John Kimberly, Geologist
Jay Lehr, The Heartland Institute
Robert Lerine, Industrial and Defense Research and Engineering1
Peter Link, Geologist
James Macdonald, Chief Meteorologist for the Travelers Weather Service1
Roger Matson, Society of Independent Professional Earth Scientists
Tony Pann, Meteorologist WBAL TV
Ned Rasor, Consulting Physicist
James Rogers, Geologist1
Norman Rogers, National Association of Scholars
Rene Rogers, Litton Electron Devices1
Bruce Schwoegler, MySky Communications, Inc.
Thomas Sheahen, Western Technology Incorporated
James Spann, Chief Meteorologist, ABC 33/40 - Birmingham
Andrew Spurlock, Starfire Engineering and Technologies, Inc.
Leighton Steward, PlantsNeedCO2.org
Soames Summerhays, Summerhays Films, Inc.
Charles Touhill, Consulting Environmental Engineer
David Wojick, Climatechangedebate.org
Bob Zybach, Ecologist

1 - Emérito ou aposentado.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo.


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