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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cientistas provam que o DNA pode ser reprogramado por palavras e frequências

Animation of the structure of a section of DNA...Animation of the structure of a section of DNA. The bases lie horizontally between the two spiraling strands. (Photo credit: Wikipedia)Cientistas provam que o DNA pode ser reprogramado por palavras e frequências

Por Grazyna Fosar e Franz Bludorf

O DNA humano é uma internet biológica e superior em muitos aspectos a internet artificial. Pesquisa científica russa direta ou indiretamente explica fenômenos tais como clarividência, intuição, atos de cura espontâneos e remotos, técnicas de afirmação. auras/luzes incomuns ao redor de pessoas (especialmente mestres espirituais), influência mental sobre padrões de clima e muito mais. Além disso, há evidências de um tipo completamente novo de medicina na qual o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências sem cortar e substituir genes individuais. 

Somente 10% do nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. É este sub-sistema de DNA que é de interesse para os pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e agrupado. Os outros 90% são considerados "DNA lixo". Os pesquisadores russos, contudo, convencidos de que a natureza não era burra, juntaram linguístas e geneticistas em uma iniciativa para explorar aqueles 90% de "DNA lixo". Os resultados deles, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionárias!
De acordo com eles, nosso DNA não é somente responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e para comunicação. Os linguístas russos descobriram que o código genético, especialmente nos aparentemente inúteis 90%, segue as mesmas regras como todas as nossas línguas humanas. Para este fim eles compararam as regras de sintaxe (a maneira na qual as palavras são colocadas juntas para formar frases e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras gramaticais básicas. Eles descobriram que os álcales de nosso DNA seguem uma gramática comum e tem regras exatamente como nossos idiomas. Dessa forma, as línguas humanas não apareceram por coincidência, mas são um reflexo natural de nosso DNA.

O biofísico e biólogo molecular russo Pjotr Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibracional do DNA. (Por uma questão de brevidade eu darei apenas um resumo aqui.) O resultado foi: "Os cromossomos vivos funcionam exatamente como computadores solitônicos/holográficos usando radiação laser endógena do DNA. "Isso significa que eles conseguiram, por exemplo, modular certos padrões de frequências em um raio laser e com ele influenciaram a frequência do DNA e assim a própria informação genética. Desde que a estrutura básica dos pares DNA-álcales e da linguagem (como explicado acima) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação de DNA é necessária. Alguém pode simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana. Isso, também, foi provado experimentalmente! A substância do DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro) sempre reagirá a raios laser modulados pela linguagem e até por ondas de rádio, se as frequências adequadas estiverem sendo usadas.

Isso explica finalmente e cientificamente porque afirmações, treinamento autógeno, hipnose e afins podem ter efeitos tão fortes sobre os humanos e seus corpos. É inteiramente normal e natural para nosso DNA reagir a linguagem. Enquanto pesquisadores ocidentais cortam fios de genes individuais do DNA e inserem em algum outro lugar, os russo entusiasticamente trabalhavam em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através de frequências moduladas de rádio e luz adequadas e assim reparar defeitos genéticos.

O grupo de pesquisa de Garjajev foi bem sucedido em provar que com esse método que cromossomos danificados por raios X, por exemplo, podem ser reparados. Eles até mesmo capturaram padrões de informação de um DNA particular e transmitiram para um outro, deste modo reprogramando células para outro genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões de sapo para embriões de salamandra simplesmente pela transmissão de padrões de informação. Desse modo a informação inteira foi transmitida sem nenhum dos efeitos colaterais ou discordâncias encontradas quando há corte e reintrodução de genes individuais do DNA. Isso representa uma inacreditável, uma revolução transformadora mundial e uma sensação! Tudo isso simplesmente aplicando vibração e linguagem invés de procedimentos arcaicos de remoção. Este experimento aponta para o imenso poder das ondas genéticas, o que obviamente tem uma maior influência na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das sequências alcalinas.

Professores esotéricos e espirituais tem conhecido há décadas que nosso corpo é programável pela linguagem, palavras e pensamento. Isso agora foi provado e explicado cientificamente. É claro que a frequência tem de ser a correta. E é por isso que nem todo mundo é igualmente bem sucedido ou pode fazê-lo sempre com a mesma força. A pessoa individual deve trabalhar nos processos internos e maturidade a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não seja dependente desses fatores, mas que sempre funcionará, desde que a pessoa use a frequência correta.

Mas quanto mais desenvolvida a consciência é, menos necessidade há para algum tipo de dispositivo! Pode-se alcançar estes resultados por si mesmo, e a ciência finalmente parará de rir de tais ideias e confirmará e explicará os resultados. E não termina aí. Os cientistas russos também descobriram que nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, dessa forma produzindo buracos de vermes(wormholes) magnetizados. Buracos de verme são os equivalentes microscópicos das assim chamadas ponte Einstein-Rosen nos arredores dos buracos negros (deixados por estrelas extintas). Estes são tuneis de conexão entre áreas inteiramente diferentes do universo através dos quais a informação pode ser transmitida fora do espaço e do tempo. O DNA atrai estes pedaços de informação e os passa para nossa consciência. Esse processo de hiper comunicação é mais efetivo em um estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impedem uma hiper comunicação bem sucedida ou a informação será totalmente distorcida e inútil.

Fonte: www.zengardner.com                                             
                                

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domingo, 4 de setembro de 2011

A Rede Elétrica Inteligente - A Implementação da Tecnocracia?

Zbigniew Brzezinski, a Polish-American politic...Image via Wikipedia

A Rede Elétrica Inteligente — A Implementação da Tecnocracia?

Fonte: The August Review, http://www.augustreview.com.

Introdução

De acordo com o Conselho Governante do Programa as Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), "nosso modelo econômico dominante pode ser chamado de 'economia marrom'". O objetivo claramente declarado do PNUMA é desfazer a "economia marrom" e substituí-la por uma "economia verde":

"Uma economia verde implica o desacoplamento entre o uso dos recursos e os impactos ambientais do crescimento econômico... Esses investimentos, tanto públicos quanto privados, fornecem o mecanismo para a reconfiguração das empresas, da infraestrutura e das instituições e a adoção de processos de consumo e de produção sustentáveis." [pág. 2].

Consumo sustentável? Reconfiguração das empresas, da infraestrutura e das instituições? O que estas palavras significam? Elas não significam meras realocações na ordem existente, mas ao contrário, a substituição dessa ordem por um sistema econômico totalmente novo, um sistema que nunca antes foi visto ou usado na história da humanidade.

Este ensaio demonstrará que a crise atual do capitalismo está sendo usada para implementar um sistema econômico radical novo que o suplantará completamente. Esta não é alguma nova ideia criada nos gabinetes da ONU; é uma implementação revitalizada da tecnocracia que foi repudiada em 1933, durante a Grande Depressão. 

Os tecnocratas voltaram à tona e não desejam fracassar novamente. Se eles serão bem-sucedidos ou não desta vez é algo que depende dos servos visados pela tecnocracia, os cidadãos do mundo.

De fato, o cavalo preto da Nova Ordem Mundial não é o comunismo, o socialismo ou o fascismo. É a tecnocracia.

O Pano de Fundo

Criada por Howard Scott e M. King Hubbert em 1932, durante a Grande Depressão, a tecnocracia propõe uma nova solução radical para os problemas econômicos mundiais. Em 1932, Harry. A. Porter escreveu em Roosevelt and Technocracy:

"Exatamente como a Reforma estabeleceu a liberdade religiosa, exatamente como a Declaração de Independência trouxe a liberdade política, a tecnocracia promete liberdade econômica." [Prefácio, iii].

O plano de Porter incluía o abandono do padrão ouro, a suspensão da Bolsa de Valores e a estatização das estradas de ferro e das empresas de fornecimento de serviços como água, eletricidade, telefonia, etc. Porter depois propôs que o presidente eleito Franklin D. Roosevelt fosse empossado como ditador e não como presidente, para que pudesse derrubar o sistema econômico existente em favor da tecnocracia.

"Embora estas mudanças na ordem presente das coisas possam ser drásticas, elas servirão ao seu propósito de aplanar o terreno para a revolução econômica e para a tecnocracia." (pág. 63).

Se a tecnocracia tivesse realmente sido extinguida antes do início da Segunda Guerra Mundial, não estaríamos preocupados com ela hoje. Entretanto, quando Zbigniew Brzezinski escreveu Between Two Ages: America's Role in the Technotronic Era, em 1968, o livro foi essencialmente um tratado neotecnocrático que propunha um quarto e final estágio da história mundial — a Era Tecnotrônica.

Quando David Rockefeller escolheu Brzezinski como co-fundador da Comissão Trilateral, em 1972, foi com o objetivo específico de criar uma "Nova Ordem Econômica Internacional". Sem um conhecimento da Tecnocracia histórica, não era possível compreender exatamente o que a Comissão Trilateral tinha em mente com esse objetivo. 

Hoje, é necessário repensar essas questões de modo a determinar três coisas: 1) Se esse movimento radical ainda está em operação; 2) Quais são seus objetivos e 3) Como eles planejam alcançar seus objetivos.

Em Créditos de Carbono: Um Novo Início Para a Tecnocracia?, o assunto da tecnocracia histórica foi apresentado no contexto de criar um novo sistema econômico baseado na quantidade da energia, em vez de na contabilidade dos preços. Um sistema contábil baseado em energia usa "certificados de energia", ou Créditos de Carbono, em vez de dólares ou outras moedas fiduciárias. 
Alocações periódicas e iguais da energia disponível são feitas para os cidadãos, mas precisam ser usadas dentro do período de tempo definido e antes que ultrapassem a data de validade. Além disso, as capacidades de possuir propriedade privada e de acumular riqueza seriam consideradas desnecessárias.

A questão premente e não-respondida é como esse sistema tecnocrático poderia ser implementado na prática?

Este ensaio tratará agora da estratégia, dos requisitos táticos e dos progressos para estabelecer um "tecnato" basedo em energia. (Tecnato é o termo usado para descrever a região geográfica sob a qual opera uma sociedade tecnocrática. Assim, o Tecnato da América do Norte incluiria o Canadá, o México e os EUA, todos sob um mesmo controle comum.)

Requisitos

O livro Technocracy Study Course, escrito por Howard Scott e M. King Hubbert, em 1932, estabeleceu uma estrutura detalhada para a tecnocracia em termos de produção, distribuição e uso da energia. De acordo com Scott e Hubbert, a distribuição dos recursos energéticos precisa ser monitorada e mensurada para que o sistema funcione — e esta é a chave: monitoração e medição:

Eles escreveram que o sistema precisa fazer as seguintes coisas:
  1. Registrar continuamente, 24 horas por dia, a conversão total líquida da energia.
  2. Com o registro da energia convertida e consumida, possibilitar o balanceamento da carga.
  3. Fornecer um relatório contínuo de toda a produção e consumo.
4.      Fornecer um registro específico do tipo, classe, etc. de todos os produtos e serviços, onde são produzidos e onde são usados.

5.      Fornecer um registro específico do consumo de cada indivíduo, mais um registro e descrição do indivíduo." [Scott, Hubbert et. al., Technocracy Study Course, pág. 232].

Em 1932, esta tecnologia não existia. Entretanto, o tempo ficou do lado dos tecnocratas, pois a tecnologia existe agora e está sendo implementada rapidamente para fazer tudo aquilo que Scott e Hubbert especificaram: monitorar minuciosamente, medir e controlar cada quilowatt de energia fornecida aos consumidores e às empresas e isto em uma escala abrangente — em todo o sistema.
O nome desta tecnologia é Rede Elétrica Inteligente.

O Que É a Rede Elétrica Inteligente?

Rede Elétrica Inteligente é um termo técnico bem amplo que engloba a geração, distribuição e consumo da energia elétrica, com a possibilidade de incluir também o gás e a água. A envelhecida rede elétrica que existe hoje está cada vez mais frágil e ineficiente. A Rede Inteligente é uma iniciativa que procura redesenhar completamente a rede elétrica usando tecnologia digital avançada, incluindo a instalação de medidores digitais inteligentes em cada residência e em cada empresa em todo o país.

Esses medidores digitais inteligentes possibilitam a monitoração constante do consumo de energia usando uma comunicação bidirecional constante entre a companhia que fornece a energia elétrica e a residência/empresa do consumidor. Além disso, os medidores poderão se comunicar com os equipamentos elétricos dentro da residência para coletar dados de consumo e até controlar certos aparelhos sem a intervenção do consumidor.

De acordo com uma publicação do Departamento de Energia dos EUA:

"O Departamento de Energia foi encarregado de orquestrar a modernização geral da rede elétrica de todo o país... Liderando esse esforço está a Secretaria de Fornecimento de Eletricidade e Confiabilidade da Energia. Além da pesquisa de ponta e dos programas de política de energia, o recém-formado Grupo de Trabalho Sobre as Redes Inteligentes é responsável por coordenar o desenvolvimento de padrões, orientar a pesquisa e os projetos de desenvolvimento, e conciliar as agendas de um amplo número de participantes." [Veja The Smart Grid: An Introduction.].

Esta iniciativa é relativamente nova, porém está avançando depressa e alcançará velocidade máxima em breve. A Secretaria Para Fornecimento da Energia foi criada em 2003 durante o governo do presidente George W. Bush e foi elevada em estatura em 2007, usando o cargo do Secretário Assistente do Fornecimento da Eletricidade e Confiabilidade Energética para chefiá-la. 

Não está claramente definido quem "encarregou" o Departamento de Energia com esta tarefa, mas como a Secretaria da Energia responde diretamente ao presidente, podemos assumir que foi uma diretiva presidencial. Certamente, não foi uma diretiva do Congresso.

Implementação

Em 27 de outubro de 2009, o governo Obama revelou seu plano para a Rede Elétrica Inteligente e alocou 3,4 bilhões de dólares para 100 projetos de rede inteligente. De acordo com o comunicado à imprensa emitido pelo Departamento de Energia, essa verba resultará na instalação de:

·         Mais de 850 sensores chamados de "Unidades de Medição Phasor" para monitorar a rede de energia elétrica em todo o país
  • 200 mil transformadores inteligentes
  • 700 subestações automatizadas (cerca de 5% do total existente no país)
  • Um milhão de mostradores nas residências
  • 345 mil dispositivos de controle da carga nas residências.
Este é o "pontapé inicial" da Rede Inteligente nos EUA. Em 8 de janeiro de 2010, o presidente Obama anunciou um programa de financiamento de 2,3 bilhões de dólares adicionais para o "setor de produção de energia" como parte do programa de 787 bilhões de dólares conhecido como Plano de Recuperação e Reinvestimento. O financiamento já foi concedido para 183 projetos, em 43 estados, restando apenas o anúncio de Obama.

Um desses projetos no noroeste é chefiado pelo Instituto Memorial Battelle, cobre cinco estados e alcança 600 mil consumidores. O projeto foi realmente desenvolvido pela Bonneville Power Administration (BPA), uma agência federal controlada pelo Departamento de Energia. Como é ilegal para uma agência federal se candidatar para receber fundos federais, a BPA passou o projeto para o Instituto Battelle, uma organização não-lucrativa e não-governamental (ONG), que prontamente recebeu 178 milhões de dólares.

É interessante observar que a BPA recebeu crédito para originar o conceito da Rede Elétrica Inteligente no início dos anos 1990, que era chamada de "Rede de Energia". Você pode ver na ilustração gráfica da BPA que ela abrange desde a produção até o consumo.

De acordo com o comunicado à imprensa da Battelle, de 27 de agosto de 2009: 

"O projeto envolverá mais de 60.000 clientes nos estados de Idaho, Montana, Oregon, Washington e Wyoming. Usando tecnologias de rede elétrica inteligente, o projeto envolverá ativos do sistema que excedem 112 megawatts, o equivalente à energia para atender a 86.000 residências."

"A demonstração proposta estudará os benefícios da rede elétrica inteligente em uma extensão geográfica que envolve cinco estados, englobando o sistema elétrico desde a geração até o usuário final e contendo muitas funções-chave da futura rede elétrica inteligente', disse Mike Davis, um vice-presidente do Battelle. 'O impacto visado desse projeto irá muito além dos limites territoriais tradicionais da concessionária de serviços, ajudando a criar uma rede futura que atenda às prementes necessidades locais, regionais e nacionais.'"

O Instituto Battelle e a BPA pretendem trabalhar de perto um com o outro e há uma óbvia confusão sobre quem realmente estará no controle da administração do projeto durante o período de teste.

Em um documento "Somente Para Uso Interno" redigido em agosto de 2009, a BPA apresenta pontos de discussão para seus parceiros. Ela diz que "a tecnologia da Rede Elétrica Inteligente inclui de tudo, desde aparelhos elétricos interativos nos lares, até medidores inteligentes, automação das subestações e sensores nas linhas de transmissão." [Ênfase adicionada.].

Uma Rede de Coisas

O que a Teia de Alcance Mundial (WWW, de World Wide Web) é para as pessoas, assim a Rede de Coisas (NOT, de Network of Things) será para os aparelhos domésticos. Essa novíssima tecnologia cria uma rede sem fio entre uma ampla variedade de objetos inanimados, desde sapatos até geladeiras. Esse conceito poderá ser usado para a implementação da Rede Elétrica Inteligente, pois os aparelhos domésticos, medidores e subestações são todos itens inanimados que os tecnocratas farão se comunicar uns com os outros.

Por exemplo, em 2008, o Laboratório Nacional do Pacífico Noroeste (PNNL) desenvolveu uma pequena placa de circuito chamada Controlador "Grid Friendly Appliance". De acordo com um livreto do Departamento de Energia:

"O Controlador GFA desenvolvido pelo Laboratório Nacional do Pacífico Noroeste é uma pequena placa de circuito instalada dentro dos aparelhos domésticos, como geladeiras e máquinas de lavar, que reduz o estresse sobre a rede elétrica monitorando continuamente as flutuações na energia disponível. Durante os horários de alta demanda, os aparelhos equipados com o controlador automaticamente se desligam por um curto período de tempo, resultando em uma redução cumulativa que pode manter a estabilidade na rede elétrica."

De acordo com o sítio do PNNL na Internet:

"O controlador é essencialmente um circuito integrado de computador que pode ser instalado em aparelhos domésticos normais, como lavadoras de louça, máquinas de lavar roupa, secadoras, geladeiras, aparelhos de ar condicionado e aquecedores de água. O circuito integrado detecta quando há uma variação na rede elétrica e desliga os aparelhos por alguns segundos, ou minutos, para permitir que a rede elétrica se estabilize novamente. Os controladores também podem ser programados para retardar a reiniciação dos aparelhos. O atraso permite que os aparelhos sejam religados um de cada vez, em de todos ao mesmo tempo, para ajudar na restauração da energia após uma falha no fornecimento."

Você pode ver que ações automáticas estão previstas para serem acionadas por interação direta entre os objetos, sem intervenção humana. As regras serão escritas pelos programadores sob a direção dos tecnocratas que compreendem o sistema e depois serão transferidas para os dispositivos controladores, conforme forem necessárias. Assim, mudanças nas regras poderão ser feitas a qualquer tempo e sem o conhecimento dos consumidores em seus lares.

Entretanto, o PNNL´não é uma empresa privada; ele pertence ao Departamento de Energia dos EUA e é operado pelo Instituto Memorial Battelle!

Toda esta tecnologia será habilitada com circuitos Wi-Fi, que são idênticos aos modens e roteadores de rede Internet habilitados para Wi-Fi. Wi-Fi é uma marca registrada da Wi-Fi Alliance e se refere aos sistemas de rede sem fio usados em equipamentos como computadores pessoais e telefones celulares, conectando-os juntos e/ou com a Internet.

De acordo com a Wi-Fi Alliance, "a necessidade de soluções de Rede Elétrica Inteligente" está sendo dirigida pelo aparecimento de geração de energia distribuída e gerenciamento/monitoramento do consumo". Em um relatório oficial intitulado Wi-Fi For the Smart Grid, eles listam os requisitos específicos para interoperabilidade publicados pelo Departamento de Energia:

1.      Fornecer comunicação de duas vias entre os usuários da rede inteligente, como por exemplo operadores regionais do mercado, companhias concessionárias, provedores de serviços e os consumidores.

2.      Permitir que os operadores do sistema de energia elétrica monitorem seus próprios sistemas, bem como os sistemas vizinhos que os afetam, de modo a facilitar a distribuição e fornecimento mais confiável da energia.

3.      Coordenar a integração dentro do sistema elétrico de tecnologias emergentes, tais como recursos renováveis, recursos de resposta da demanda, centros de armazenamento de eletricidade e sistemas de transporte da energia elétrica.
  1. Garantir a segurança cibernética da rede inteligente.
Assim, a rede de comunicações bidirecional e em tempo real da Rede Elétrica Inteligente dependerá da tecnologia Wi-Fi do início ao fim. Isto é facilmente compreendido a partir de duas gravuras incluídas no relatório da Wi-Fi Alliance.

Embora o consumidor esteja sendo tranquilizado com a promessa de redução nas tarifas, a empresa concessionária é que imporá as políticas definidas pelos reguladores globais, nacionais ou regionais. Assim, se um sistema vizinho tiver uma falta de eletricidade, talvez seu chuveiro elétrico seja automaticamente desligado para compensar; se você tiver excedido sua quota mensal para uso de eletricidade durante o dia, aparelhos que consomem muita energia, como as máquinas de lavar e as secadoras de roupas poderão ter seu uso limitado para o período noturno.

A Rede Inteligente e o controle da companhia concessionária se estendem além da eletricidade. Observe na Figura 1 acima que também há uma ligação em Wi-Fi para os medidores de água e de gás!

Os Consumidores Estão Sendo Desinformados?

O Wall Street Journal reportou e revelou em uma matéria intitulada "O Que as Empresas Concessionárias Aprenderam com os Testes com os Medidores Inteligentes", publicada em 22/2/2010, vários aspectos preliminares da implementação da rede elétrica inteligente:

·         Um objetivo principal é permitir que as empresas concessionárias reestruturem seus planos de tarifas.

·         Outro objetivo principal é forçar mudanças no comportamento dos consumidores.
·         Alguns executivos das empresas concessionárias preveem e temem uma rebelião dos consumidores.

Contudo, a grande cenoura para as empresas concessionárias seguirem a Rede Elétrica Inteligente do governo é equilibrar a demanda pela energia elétrica, reduzir a necessidade de novas centrais de geração de energia e expandir os lucros.

Antes que baixe a poeira na Rede Elétrica Inteligente, os consumidores e as empresas concessionárias poderão aprender algumas dolorosas lições sobre intervenção do governo: quando o governo aparece na frente de sua porta e lhe oferece ajuda para poupar dinheiro, todos sabem que isto é um oxímoro. O governo não existe para ajudar as pessoas ou as empresas a economizarem dinheiro ou a serem mais eficientes; em vez disso, ele sempre quer manter e aumentar seu próprio poder e seu controle sobre os cidadãos.

Tornando-se Global

O relatório do PNUMA mencionado anteriormente revela que "15% dos fundos do estímulo fiscal comprometidos para 2009-2010, que superam 3,1 trilhões de dólares, podem ser considerados como verdes em sua natureza... a maioria dos componentes verdes está orientada para a eficiência da energia e para as energias renováveis em diversos setores."

Uma matéria publicada na revista BusinessWeek, em 16 de novembro de 2009, declarou que "Após vários falsos inícios, 2010 poderá finalmente ser o ano em que os medidores inteligentes se tornarão globais."

De fato:

·         "A Itália já implementou a tecnologia da Rede Elétrica Inteligente em 85% das residências em todo o país.

·         O site www.earth2tech.com reporta que a Rede Elétrica Inteligente gerará 200 bilhões de dólares em investimentos globais nos próximos anos.

·         A Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) definiu um roteiro global para garantir a interoperabilidade dos sistemas de Rede Elétrica Inteligente entre os países.

·         As empresas globais estão se preparando para conquistar sua fatia no mercado global da Rede Elétrica Inteligente: IBM, Siemens, GE, Cisco, Panasonic, Kyocera, Toshiba, Mitsubishi, etc. 

·         A China está gastando 7,32 bilhões de dólares para dar início à criação de uma Rede Elétrica Inteligente na Ásia.

Outros países com projetos pilotos de Rede Elétrica Inteligente já iniciados incluem Alemanha, França, Inglaterra, Rússia, Japão, Índia, Austrália, África do Sul, Brasil e diversos outros. Organizações regionais como SMARTGRID Africa foram criadas para promover a Rede Elétrica Inteligente em países menores.

Portanto, a corrida já começou. Em cada caso, a Rede Elétrica Inteligente está sendo acelerada pelos programas de recuperação econômica dos governos. As grandes indústrias do setor elétrico estão meramente se qualificando para poderem receber os fundos provenientes dos impostos pagos pelos contribuintes.

Como é o caso nos EUA, há pouca demanda pré-existente ou latente para a tecnologia da Rede Elétrica Inteligente. A demanda está sendo criada de forma artificial pelos respectivos governos de cada país.

Conclusão

A Rede Elétrica Inteligente atende a 100% dos requisitos originais da tecnocracia, conforme descritos anteriormente. Em outras palavras, ela monitorará e controlará o fornecimento e consumo da energia e outros recursos verdes, como a água e o gás.

A iniciativa da Rede Elétrica Inteligente foi desenvolvida e financiada pelas agências do governo e por ONGs. Foi o Departamento de Energia do governo dos EUA que inventou o conceito nos anos 1990. Foi o Laboratório Nacional do Pacífico Noroeste, subordinado ao Departamento de Energia, que inventou o controlador Grid Friendly Appliance. Foi o governo federal que despejou bilhões de dólares sobre o setor privado para dar partida à iniciativa nacional para implementar a Rede Elétrica Inteligente em cada cidade.

Se o governo federal não tivesse fornecido o ímpeto inicial e persistente será se a Rede Elétrica Inteligente existiria? É altamente duvidoso.

Seguindo o mesmo padrão, muitos outros países industrializados estão implementando a Rede Elétrica Inteligente ao mesmo tempo, usando recursos de seus próprios programas de recuperação econômica. Essa implementação sincronizada é certamente planejada e, como tal, implica que existe alguém que planejou tudo isto. Quem pode estar fornecendo essa coordenação de cima para baixo e em escala global será reservado para discussão em outro ensaio. Uma coisa é certa: 

A tecnologia que está sendo comprada em todo o mundo teve origem nos EUA e está sendo vendida pelas mesmas grandes empresas mencionadas anteriormente.

Finalmente, em toda a literatura sobre a Rede Elétrica Inteligente fica subentendido que o governo federal terá total visibilidade sobre todos os dados dentro da rede, chegando até à residência de cada consumidor. O governo também estará em condições de definir políticas de consumo e de distribuição nacional, regional e local, como por exemplo, definir "a fatia justa" de energia, gás e água que estará disponível para cada residência. 

Padrões internacionais criados para a Rede Elétrica Inteligente também permitirão que países vizinhos possam ser perfeitamente interligados, fornecendo assim um sistema de distribuição e gerenciamento da energia para cada bloco regional de países.

Está a Rede Elétrica Inteligente destinada a ser um fenômeno global? Sim. Ela foi projetada para permitir um novo sistema global tecnocrático baseado em recursos? Sim.

A tecnocracia precisa ser vista da forma como é: uma tentativa de impor uma ditadura científica e totalitária. Em 1933, os tecnocratas propuseram que Franklin D. Roosevelt fosse empossado como ditador de modo a "aplanar o terreno para a revolução econômica". Felizmente, naquele tempo, eles fracassaram na tentativa do golpe.

Se a Rede Elétrica Inteligente for completada com sucesso, ela permitirá a conversão do nosso sistema econômico existente em algo muito diferente e muito pior. Foi por esta razão que o povo norte-americano rejeitou a tecnocracia em 1933 e é exatamente pela mesma razão que nós, em todos os países do mundo, precisamos repudiá-la totalmente hoje.

Recursos

  1. Scott & Hubbert, Technocracy Study Course, Technocracy, Inc., 1934.
2.      Background paper for the ministerial consultations, Conselho Governante do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, 14/12/2009.
  1. The Smart Grid: An Introduction, Departamento de Energia dos EUA.
  2. Pacific Northwest National Laboratory, sítio na Internet.
  3. 2010 Strategic Plan, Office of Electricity Delivery & Energy Reliability.
  1. Meloan, Steve, "Toward a Global 'Internet of Things'", Oracle Software, 11 de novembro de 2003.
  2. Wi-Fi for the Smart Grid, Wi-Fi Alliance, 2009.
9.      "Obama Announces $3.4 Billion Investment to Spur Transition to Smart Energy Grid", Comunicado à Imprensa, Departamento de Energia.
Nota: O editor gostaria de agradecer ao Dr. Martin Erdmann, a Carl Teichrib e ao Dr. Michael Coffman, pelo incentivo, teste das ideias e pesquisa de suporte adicional para a preparação deste relatório.


Autor: Patrick M. Wood, em http://www.augustreview.com/
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/redeintel.asp

 Nota: Essa rede elétrica inteligente já sendo testada no Brasil e a internet pela rede elétrica também.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

'Planeta dos Macacos: a Origem' traduz medo real da ciência

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'Planeta dos Macacos: a Origem' traduz medo real da ciência

A cena do filme "Planeta dos Macacos: A Origem" mostra o chimpanzé Caesar, cuja história fictícia representa uma discussão real do mundo científico.

Com a estréia de Planeta dos Macacos: A Origem nos cinemas brasileiros nesta sexta-feira, o público poderá acompanhar a história do chimpanzé Caesar, que desenvolve uma inteligência quase humana e começa uma revolução para dominar o mundo. Apesar do apelo cinematográfico, a trama pode estar mais próxima da realidade do que parece. O filme chega ao Brasil um mês depois de a Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha ter publicado um pedido ao governo britânico para repensar as leis que regem as pesquisas médicas com animais. Entre as preocupações dos cientistas ingleses, está a possível criação de animais com inteligência humana.

O professor Thomas Baldwin, um dos membros da academia, disse à BBC que o grupo teme "que se comece a introduzir um grande número de células cerebrais humanas no cérebro de primatas e que isso faça com os que os primatas adquiram algumas das capacidades que se consideram exclusivamente humanas, como a linguagem". Apesar de ser uma preocupação a longo prazo, o professor acredita que já devemos começar a pensar em como regular estas pesquisas.

A opinião é compartilhada pela brasileira Lygia Pereira, coordenadora do departamento de Genética e Biologia Evolutiva da Universidade de São Paulo (USP). Para a pesquisadora, a criação de seres híbridos com células animais e humanas "é uma preocupação atual" no meio científico e devem haver limites claros para os testes em laboratório. De acordo com Lygia, não há problema em implantar células humanas em animais, desde que elas não interfiram no sistema nervoso ou no sistema reprodutivo do receptor. Caso isso acontecesse, poderíamos criar os cinematográficos chimpanzés com capacidades cognitivas avançadas ou ainda um camundongo capaz de produzir espermatozóides humanos.

Transgênicos e quimeras

Um símio inteligente como o fictício Caesar seria, provavelmente, uma quimera: um animal com células humanas. O termo quimera vem da criatura mítica grega cujo corpo misturava diversas criaturas. Algumas versões a apresentam como uma mistura entre mulher, serpente e égua, outros a desenham como a junção de um leão com serpentes, entre outras variações. Hoje, o termo é utilizado no meio científico. As quimeras são diferentes dos animais transgênicos, que não possuem células de outros animais, apenas genes externos inseridos em seu código genético.

A criação de animais transgênicos é bem menos controversa que a criação de quimeras, já que alterações genéticas não levam ao desenvolvimento da inteligência ou de células reprodutivas. No Brasil, diversas pesquisas utilizam camundongos transgênicos, e ainda esse ano, o País contará com um centro de produção de camundongos sob encomenda, que será parte do LNBio (Laboratório Nacional de Biociências), em Campinas. Cientistas poderão pedir ao centro que produza animais com alterações específicas que sirvam ao estudo de determinadas doenças.

O primeiro camundongo transgênico brasileiro foi criado em 2001 na USP, pela equipe coordenada por Lygia Pereira. Quase ao mesmo tempo, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) criou seu próprio camundongo transgênico, sob a liderança de João Bosco Pesquero. Desde lá, diversos transgênicos foram criados nas universidades para pesquisas médicas e, de acordo com Pesquero, a Unifesp tem planos de começar a utilizar coelhos em suas pesquisas.

Avanços brasileiros com transgênicos

Entre as criações da Unifesp, Pesquero destaca um camundongo capaz de dar leite com uma proteína humana necessária na coagulação do sangue. O animal teve seu DNA alterado com uma mutação no fator 12 do código genético e passou a produzir a proteína que pode ser usada no tratamento de doenças do sangue, como a hemofilia. A pesquisa foi feita como um teste prévio para a criação de uma vaca, mas o projeto com bovinos, que não era da universidade, acabou não tendo prosseguimento.

Mas a experiência abriu caminho para novas pesquisas em animais biorreatores, aqueles que produzem substâncias que servem a medicamentos. O próximo projeto é criar um coelho biorreator. "Precisamos diminuir a dependência externa", defende Pesquero, que aponta a demora em conseguir modelos do exterior como o maior problema na falta de produção própria de animais transgênicos.

A polêmica dos híbridos

"O que nos define como humano?" pergunta Lygia Pereira, fazendo eco às preocupações da academia britânica que já prevê que, se começamos a criar quimeras, precisaremos decidir que porcentagem de células humanas em um ser vivo lhe concede, por exemplo, direitos humanos.

Entretanto, o tema não parece problemático para o cientista Desmond Morris, zoólogo que ficou famoso ao apresentar os primeiros programas de TV sobre o mundo animal, nos anos 1960. Em artigo publicado pelo jornal britânico The Sun, Morris diz que não vê problemas em gerar criaturas que sejam fruto de animais com humanos. Para ele, o medo de fertilizar um óvulo de chimpanzé com esperma humano existe apenas porque "nos negamos a aceitar que humanos são animais".

Quanto aos perigos retratados no filme Planeta dos Macacos: A Origem, o britânico disse que as chances de sermos dominados por chimpanzés é "nula". Para ele, mesmo no caso de um símio adquirir características humanas, ele ganharia também os traços amigáveis, dóceis e cooperativos da espécie humana e dificilmente iniciaria uma revolução. Mesmo assim, ele chama a atenção para o fato de que muitos dos testes realizados em laboratório causam sofrimento aos animais. "Preferimos fechar os olhos porque desfrutamos dos benefícios das novas descobertas da medicina moderna", afirmou.



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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Especialista alerta para 'ameaça dos algoritmos'

AlgoritmoImage via Wikipedia

Especialista alerta para 'ameaça dos algoritmos'

Atualizado em  23 de agosto, 2011 - 10:46 (Brasília) 13:46 GMT
Especialista diz que aumentou a influência dos algoritmos sobre a vida das pessoas
Um especialista em algoritmos alertou para as conseqüências da influência cada vez maior dos sistemas de códigos operacionais em diversos aspectos da vida das pessoas.

Em uma palestra durante a conferência TED no mês de julho, na Escócia, o americano Kevin Slavin disse que "a matemática que os computadores usam para decidir as coisas" está se infiltrando em diferentes áreas as nossas vidas.

Slavin disse que os "serviços inteligentes" oferecidos por lojas de internet - que calculam livros e filmes nos quais o cliente pode estar interessado -, por sites como o Facebook e pelos mecanismos de busca como o Google comprovam que operações computacionais complexas e invisíveis controlam cada vez mais a relação das pessoas com o mundo eletrônico.

Como exemplos, ele citou um "robô-faxineiro" que mapeia a melhor maneira de realizar os afazeres domésticos e os algoritmos que estão gradualmente controlando os negócios em Wall Street e o mercado financeiro.

"Estamos escrevendo coisas que não podemos mais ler", alertou o especialista. "Nós criamos algo ilegível e perdemos a noção do que realmente está acontecendo no mundo que criamos", disse ele.

Livro milionário

De acordo com Slavin, o caso recente de erro nos algoritmos usados pela livraria online Amazon é um dos principais exemplos do caos que pode ser instalado quando um código se torna inteligente o suficiente para operar sem a intervenção humana.

Códigos numéricos também são usados para decidir que filmes serão produzidos
No início do ano, o algoritmo que regula os preços da loja de livros pareceu entrar em guerra consigo mesmo.

Os valores dos produtos começaram a aumentar em competição uns com os outros e um dos livros, "The Making of a Fly" (A construção de uma mosca, em tradução livre) - um livro sobre a biologia molecular de uma mosca - chegou a custar US$ 23,6 milhões (R$ 37,7 milhões).

Slavin afirma que, na medida em que os códigos matemáticos se tornam mais sofisticados, eles se infiltram até mesmo em nossas preferências e decidem que produtos culturais estarão disponíveis para nós.

A empresa britânica Epagogix está levando este conceito a sua conclusão lógica e usando algoritmos para prever o que faz com que um filme seja um sucesso de bilheteria.

O sistema usa uma série de medidas - o roteiro, a trama, os atores, as locações - e os cruza com as bilheterias de outros filmes similares para prever quanto dinheiro o novo produto irá ganhar.

De acordo com o diretor-executivo da empresa, Nick Meaney, o código "ajudou estúdios a tomarem decisões sobre fazer ou não fazer um filme".

No caso de um dos projetos - para o qual foi estipulado um custo de produção de 180 milhões de libras (R$ 473 bilhões) - o algoritmo estimou que o filme ganharia somente cerca de 30 milhões de libras nas bilheterias, o que significava que não valia a pena fazê-lo.

No entanto, Meaney diz que o papel dos algoritmos na indústria cinematográfica não é tão grande.

"Filmes são feitos por diversas razões e dizer que nós ditamos que filmes são feitos nos dá mais influência do que temos", disse.

Quebra - relâmpago

De acordo com Kevin Slavin, até 70% das transações de Wall Street hoje são conduzidas por algoritmos, no que é chamado de "caixa-preta" ou "algo-negócio".

Isso significa que, além de negociantes especializados, banqueiros e corretores agora empregam também milhares de matemáticos e físicos.

Mas Slavin diz que, mesmo com o auxílio de técnicos e especialistas, um algoritmo fora de controle foi o responsável pela chamada "quebra-relâmpago" do dia 6 de maio de 2010, em que uma queda de cinco minutos nas bolsas de valores causou um caos momentâneo.

O erro em um algoritmo provocou caos na bolsa de Nova York em 2010

Um negociador que agiu de má-fé foi considerado o culpado pela queda de 10% no índice Dow Jones, mas, na realidade, a culpa era do programa de computador que ele estava usando.

O algoritmo vendeu 75 mil ações com um valor de 2,6 bilhões de libras em somente 20 minutos, fazendo com que outros sistemas de negociação rápida fizessem o mesmo.

A partir deste episódio, os reguladores foram forçados a introduzir mecanismos que interrompem as negociações se as máquinas começarem a se comportar de modo incorreto.

Para Slavin, na medida em que os algoritmos expandem sua influência para além das máquinas, é chegada a hora de saber exatamente o que eles sabem e se ainda há tempo de domá-los.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Tatuagem eletrônica pode rastrear atividade cardíaca, muscular e cerebral.


Atividades cardíaca, muscular e cerebral são rastreadas pelo dispositivo.

Invenção é tema da revista Science desta semana.

 Do G1, em São Paulo

Uma equipe de engenheiros e cientistas desenvolveu um dispositivo eletrônico auto-adesivo, parecido com uma tatuagem e capaz de reunir informações sobre o coração, ondas cerebrais e atividade muscular. A novidade é tema da edição desta semana da revista Science.

O Sistema Eletrônico Epidérmico (EES, na sigla em inglês) foi criado por uma equipe de pesquisadores americanos, britânicos, chineses e cingapurianos. Na prática, o aparelho funciona como se estivesse "colado" à pele, já que não são visíveis costuras após o implante.

O Sistema Eletrônico Epidérmico (EES, na sigla em inglês).
A grossura da "tatuagem" eletrônica é de 50 micrôns, a metade do diâmetro de um fio de cabelo. O aparelho precisa de pouca energia para funcionar e pode armazenar energia em pequenos "painéis" solares.

Ainda que outros aparelhos consigam fazer as mesmas medições que o EES, a vantagem do novo dispositivo está na ausência de cabos externos e na leveza dos componentes.

No futuro, os pesquisadores esperam conseguir incorporar fluidos ao dispositivo, para criar curativos e "peles" com capacidade de regeneração maior, como tratamento para queimaduras e doenças.

Fonte: G1


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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Por que a academia adota a Evolução?

Illustration comparing the skeletons of variou...Image via WikipediaPor que a academia adota a Evolução?

Antônio Emílio Angueth de Araújo

A teoria da Evolução tem como fundamento não dados experimentais, não coerência lógica, mas vontade de negar a existência de Deus e desejos sexuais irrefreáveis.

Em fevereiro deste ano a revista Whistleblower publica uma edição dedicada à fraude científica, ao uso da ciência como autoridade pública na deformação mental de milhões, na implantação de políticas mundiais completamente irreais; o título da edição é Hijacking Science [Seqüestrando a Ciência].

O título do post é o de um artigo, escrito por Marylou Barry, nesta edição. O subtítulo do artigo diz: "Grandes cientistas e intelectuais admitem a verdade: 'Eu não quero acreditar em Deus'".

É espantoso, inacreditável, lamentável, estarrecedor e nojento ler os depoimentos de homens ligados à ciência e à cultura sobre seus sentimentos mais mesquinhos e dá-los como argumentos para não acreditar em Deus.

A teoria da Evolução é uma desculpa esfarrapada para aqueles que não QUEREM acreditar em Deus. Porque eles "temem que voltemos a acreditar num plano divino", segundo Gordon Rattray Taylor, ex-consultor científico da BBC. "Porque ela [a Evolução] supostamente exclui um criador", como diz Dr. Michael Walker, ex-professor de Antropologia da Universidade de Sidney.

A evolução não é adotada por ser um fato científico comprovado, "Não porque ela seja provada por evidência logicamente coerente, mas porque a única alternativa a ela, a criação, é claramente inacreditável," como afirma D.M.S. Watson, professor de Evolução na Universidade de Londres.

Sir Arthur Keith, falecido antropologista físico e chefe do Departamento de Anatomia do Hospital de Londres diz: "A Evolução é não provada e improvável, acreditamos nela porque a única alternativa é a criação, que é impensável."

"Materialismo é uma verdade absoluta, assim não podemos permitir um Pé Divino na soleira da porta," diz Richard Lewontin, ex-professor de genética da Universidade de Harvard.

Dr. George Wald, Prêmio Nobel e professor emérito de biologia da Universidade de Harvard abre o jogo: "Eu não quero acreditar em Deus. Assim, escolho acreditar no que sei ser cientificamente impossível, geração espontânea e evolução." Notem que o indivíduo é Prêmio Nobel e professor emérito de uma das mais famosas universidades do mundo. Imaginem quantos autores de livros escolares este cretino influenciou, livros estes de onde nossos filhos aprendem essa doença mental travestida de teoria científica.

Há mais depoimentos no artigo, mas termino com o depoimento do neto de Thomas Huxley, colega de Darwin, Sir Julian Huxley, ex-presidente da UNESCO: "Suponho que a razão de termos nos lançado sobre a Origem das Espécies foi que a idéia de Deus interferia com nossos hábitos sexuais." Nobre razão!

Aí está, a teoria da Evolução tem como fundamento não dados experimentais, não coerência lógica, mas vontade de negar a existência de Deus e desejos sexuais irrefreáveis. Ela é filha de intelectuais moral e intelectualmente pervertidos. Mostrem estes depoimentos a seus filhos quando eles estiverem lendo, nos livros escolares, sobre esta tal "teoria".

Fonte: www.midiasemmascara.org

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terça-feira, 23 de março de 2010

Equipe desenvolve chave de DNA para interfacear organismos vivos com computadores

NanotecnologíaImage by fernand0 via Flickr

Equipe desenvolve chave de DNA para interfacear organismos vivos com computadores.

De: physorg.com

Pesquisadores da Universidade de Portsmouth, Inglaterra, desenvolveram uma chave eletrônica baseada em DNA - a primeira descoberta do mundo na bio-nanotecnologia que proporciona uma base para a interface entre organismos vivos e computadores.

A nova tecnologia é chamada um "nanoactuator" ou um dínamo molecular. O dispositivo é invisível a olhos nus - cerca de um milésimo de fio de cabelo humano.

A chave de DNA foi desenvolvida pelo especialista britânico de biotecnologia molecular Dr. Keith Firman da Universidade de Portsmouth trabalhando em colaboração com outros pesquisadores europeus.

Dr. Firman e sua equipe internacional foram premiados com 2 milhões de euros da Comissão Europeia concedidos para desenvolver mais essa nova tecnologia inovadora.

Mas a chave de DNA tem aplicação prática imediata na detecção de toxina, e poderia ser usada em um papel de biodefesa como um sensor biológico para detectar elementos patogênicos aéreos.

As futuras aplicações também são consideráveis, incluindo dispositivos mecânicos em escala molecular para interfacear membros artificiais controlados por computador.

'As possibilidades são muito estimulantes. O nanoactuator que desenvolvemos pode ser usado como um comunicador entre os mundos biológicos e de silício, ' disse Dr. Firman.

'Eu poderia vê-lo proporcionando uma interface entre músculos e dispositivos externos, mas tem que ser notado que tal aplicação ainda está distante uns 20 ou 30 anos.

A chave molecular compreende um filamento de DNA fixado em um minúsculo canal de um microchip, um grânulo magnético, e um motor biológico acionado pela fonte de energia que ocorre naturalmente e encontra-se em células vivas, adenosina trifosfato (ATP).

Estes elementos trabalhando juntos criam um efeito dínamo que por sua vez gera eletricidade. O resultado é um dispositivo que emite sinais elétricos - sinais que podem ser enviados para um computador. A chave, no entanto, liga o mundo biológico com o mundo de silício dos sinais eletrônicos.

O nanoactuator foi patenteado pela Universidade de Portsmouth, e uma aplicação da patente para conceitos básicos de biosensoriamento está pendente.

Fonte: Universidade de Portsmouth

Artigo de: http://www.physorg.com/news81006721.html

Nota: A cada dia a tecnologia nos surpreende mais. A inteligência humana parece não conhecer limites, pena que nem sempre seja usada para o bem das pessoas.



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quarta-feira, 10 de março de 2010

Avanços da Ciência, Sinal do Fim dos Tempos?


Henry Markram: Visualizing Synaptic Maps onto ...Image via Wikipedia

Cientistas descobrem como teleportar energia

De: Technologyreview.com

Primeiro, eles teleportaram fótons, depois átomos e íons. Agora um físico descobriu como fazer com energia, uma técnica que tem profundas implicações para o futuro da física.

Em 1993, Charlie Bennett no Centro de Pesquisa Watson da IBM no Estado de Nova York e alguns camaradas mostraram como transmitir quantum de informação de um ponto do espaço para outro sem atravessar o espaço intermediário.

A técnica se apoia em um estranho fenômeno quântico chamado emaranhamento, no qual duas partículas compartilham a mesma existência. Essa conexão profunda significa que a medição de uma partícula imediatamente influencia a outra, mesmo que elas estejam a anos de distância. Bennett e companhia trabalharam para explorar isso para enviar informação. (A influência entre as partículas pode ser imediata, mas o processo não viola a relatividade porque alguma informação tem de ser enviada tradicionalmente na velocidade da luz.) Eles chamaram a técnica teleportação.

Isso realmente não é um exagero de seu potencial. Desde que as partículas quânticas são indistinguíveis, mas para a informação que elas carregam, não há necessidade de transmitir elas próprias. Uma ideia mais simples é enviar a informação que elas contêm em lugar delas e assegurar que há uma oferta pronta de partículas na outra ponta para assumir suas identidades. Desde então os físicos tem usado estas ideias para realmente teleportar fótons, átomos e íons. E não é difícil imaginar que moléculas e talvez até vírus possam ser teleportados em um futuro não tão distante.

Mas Masahiro Hotta da Universidade Tohoku no Japão veio com uma ideia muito mais exótica. Por que não usar o mesmo princípio quantum para teleportar energia?

Hoje, esboçado em um número de documentos publicados no ano passado, Hotta delineia sua ideia e suas implicações. O processo de teleportação envolve fazer uma medição em cada um par de partículas entrelaçadas. Ele salienta que a medição na primeira partícula injeta um quantum de energia no sistema. Ele então mostra que pela escolha cuidadosa da medição a fazer na segunda partícula, é possível extrair a energia original.

Tudo isso é possível porque sempre há flutuações de quantum na energia de qualquer partícula. O processo de teleportação permite injetar quantum de energia em um ponto do universo e então explorar as flutuações do quantum de energia para extraí-la de outro ponto. É claro, a energia do sistema como um todo é imutável.

Ele dá o exemplo de uma série de íons entrelaçados oscilando para frente e para trás em uma armadilha de campo elétrico, um pouco como a bola de Newton. Medir o estado do primeiro íon injeta energia no sistema na forma de um phonon, um quantum de oscilação. Hotta diz que realizando o tipo certo de medição no último íon extrai essa energia. Desde que isso pode ser feito a velocidade da luz (em princípio), o phonon não viaja através dos íons intermediários assim não há aquecimento desses íons. A energia foi transmitida sem viajar através do espaço intermediário. Isso é teleportação.

Apenas como podemos explorar a habilidade de teleportar energia não está clara ainda.

Mas a coisa realmente excitante são as implicações que isso tem para os fundamentos da física. Hotta diz que sua abordagem dá aos físicos uma maneira para explorar o relacionamento entre a informação quantum e a energia quantum pela primeira vez.

Há um sentimento crescente de que as propriedades do universo são melhor descritas não pelas leis que governam a matéria mas pelas leis que governam a informação. Isso parece ser verdade para o mundo quântico, certamente é verdade para a relatividade especial, e está atualmente sendo explorado pela relatividade geral. Tendo uma maneira de manipular energia na mesma base pode ajudar a esboçar esses diversos fios juntos.

Material interessante. Não é necessário dizer onde esse tipo de pensamento poderia conduzir.

Fonte: http://www.technologyreview.com


Cérebro artificial em apenas 10 anos

Por Jonathan Fildes
Repórter de tecnologia, BBC news, Oxford

Um cérebro humano artificial detalhado e funcional pode ser construído dentro dos próximos 10 anos, tem afirmado um destacado cientista.

Henry Markram, diretor do Projeto Cérebro Azul, já simulou elementos de um cérebro de rato.

Ele contou na Conferência Global TED (Tecnologia, Entertainment, Design) em Oxford que um cérebro humano sintético teria uma utilidade particular em descobrir tratamentos para doenças mentais.

Cerca de 2 bilhões de pessoas são consideradas sofredoras de algum tipo de comprometimento do cérebro, ele disse.

"Não é impossível construir um cérebro humano e podemos fazer isso em 10 anos," ele disse.

"E se formos bem sucedidos, enviaremos um holograma para a TED para falar."

'Fabricação compartilhada'

O Projeto Cérebro Azul na Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, foi lançado em 2005 e objetiva fazer engenharia reversa de dados de cérebros de mamíferos em laboratório.

Em particular, sua equipe tem enfatizado na coluna neocortical - unidades repetitivas do cérebro dos mamíferos conhecidas como neocortex.

"É um novo cérebro," ele explicou. "Os mamíferos precisavam disso porque eles tinham que lidar com a paternidade, interações sociais complexas de funções cognitivas.

"Foi tão bem sucedida uma evolução do rato para homem que isso ampliou aproximadamente mil dobras em termos de números de unidades para produzir esse órgão quase assustador."

E essa evolução continua, ele disse. "Está evoluindo a uma enorme velocidade."

Nos últimos 15 anos, o professor Markram e sua equipe dissecaram a estrutura da coluna neocortical.

"É um pouco como ir e catalogar um pedaço da floresta tropical - quantas árvores ela tem, qual a forma das árvores, quanto de cada tipo de árvore nós temos, qual a posição das árvores," ele disse.

"Mas é um pouco mais do que catalogar porque você tem de descrever e descobrir todas as regras de comunicação, as regras da conectividade."

O projeto tem agora um modelo de software de "dezenas de milhares" de neurônios - cada um dos quais é diferente - que tem lhes permitido construir digitalmente uma coluna neocortical artificial.

Embora cada neurônio seja único, a equipe descobriu que os padrões do sistema de circuitos de diferentes cérebros têm padrões em comum.

"Ainda que seu cérebro possa ser menor, ou maior, possa ter diferentes morfologias de neurônios - nós na realidade compartilhamos a mesma estrutura," ele disse.

"E nós achamos que isso é específico da espécie, o que poderia explicar porque nós não podemos nos comunicar entre espécies."

Visão mundial

Para fazer o modelo se tornar vivo, a equipe alimenta os modelos e uns poucos algoritmos em um supercomputador.

"Você precisa de um laptop para fazer todos os cálculos para um neurônio," ele disse. "Assim você precisa de dez mil laptops."

Em vez disso, ele usa um Blue Gene Machine da IBM com 10.000 processadores.

As simulações começaram a dar aos pesquisadores pistas sobre como o cérebro funciona.

Por exemplo, eles podem mostrar uma figura ao cérebro - digamos uma flor - e seguir a atividade elétrica na máquina.

"Você excita o sistema e ele realmente cria sua própria representação," ele disse.

Por fim, o objetivo seria extrair essa representação e projetá-la para que os pesquisadores pudessem ver diretamente como o cérebro percebe o mundo.

Mas, bem como esteja avançando a neurociência e a filosofia, o Projeto Cérebro Azul têm outras aplicações práticas.

Por exemplo, combinando todos os dados do mundo da neurociência sobre animais - para criar uma "Arca de Noé", os pesquisadores podem ser capazes de construir modelos de animais.

"Não podemos continuar fazendo experiências com animais para sempre," disse o professor Markram.

Isso também pode dar aos pesquisadores novos entendimentos sobre doenças do cérebro.

"Há dois bilhões de pessoas no planeta afetadas por desordem mental," ele contou a platéia.

O projeto pode dar entendimento sobre novos tratamentos, ele disse.

A conferência global TED ocorre de 21 a 24 de julho em Oxford, Reino Unido.

Fonte: http://www.bbc.co.uk


Profecia para o fim dos tempos:


E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará. Dn. 12:4






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Este computador composto por 16 mini-cérebros humanos mostra uma eficiência impressionante Publicado por Cédric - Há 11 h...