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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Aquecimento global é negócio obscuro para ONGs alarmistas

Cartaz 1 - Dia Mundial do Meio Ambiente | Essê...Image by Essência Vital via Flickr“Aquecimento global” é “negócio” obscuro para ONGs alarmistas, diz ex-ministro do Meio Ambiente uruguaio

O “aquecimento global” virou um negócio “muito conveniente” para diversos governos, ONGs e organismos multilaterais que visam lucrar sugando recursos da cooperação internacional e desviando prioridades na agenda ambiental e acadêmica, especialmente nos países da América Latina.

Essa é a opinião do ex-ministro do Meio Ambiente do Uruguai, Aramis Latchinian, que é biólogo marinho e gestor ambiental numa consultoria. Agora ele escreveu o livro Globotomía – del Ambientalismo Mediático a la Burocracia Ambiental, lançado na Argentina, na Venezuela e no Uruguai, conforme noticiou a “Folha de S.Paulo”.

Aramis é mais uma autoridade a negar que os homens e sua civilização tenham uma influência relevante nas mudanças de temperatura no planeta.


Um "negócio muito conveniente"

“Há uma burocracia gigantesca na ONU, muitas ONGs transnacionais e nacionais que construíram sua estratégia para existir com base na importância do problema [do aquecimento global]”, escreve ele.

Para o ex-ministro de Meio Ambiente, o “alarmismo” de ONGs que pregam um “ambientalismo iluminista de corte autoritário” está causando importantes danos. Por causa dessa demagogia não podem ser tratados seriamente problemas muito reais como a gestão ambiental nas megalópoles, saneamento básico, despoluição dos rios e correção de más práticas agrícolas.


Aramis vem se somar à coorte de cientistas e ex-ambientalistas que denunciam um método de distorção ideológica por trás da promoção do alarmismo. E, fator não menos relevante, um fundo de falcatruas visando tirar dinheiro dos governos, cúmplices ou ludibriados.

“Se na Venezuela querem pesquisar o problema do lixo no rio Guaire, o que [os fundos de cooperação internacional dos governos] fazem é dizer: 'efeito do aquecimento global sobre o rio Guaire'. Eu já vi projetos até de psicólogos citando aquecimento global”, ironiza ele.

O autor exemplifica com o blefe a propósito do buraco na camada de ozônio nos anos 1980 e 1990. Agora, vivemos a era da fraude do aquecimento global. Mas também esta está perdendo força. Então a próxima manipulação – diz Aramis – virá sob as vestes de defesa da biodiversidade.


Para o ex-ministro, “a evangelização que faz Al Gore no seu filme” consiste em dizer que o aquecimento “é um problema de todos”. Porém, ninguém sequer apagou uma lampadinha em Las Vegas. Se nós vemos os focos de emissão de gases do efeito estufa, não vemos nenhuma cidade latino-americana. Seguir essa agenda é perder soberania” – acrescenta.

Aramis ironizou a nova moda de obrigar a usar sacolas reutilizáveis nos supermercados: “a bolsa da vovó”. Há uma falta de sinceridade de fundo nessas propostas que, aliás, não têm repercussão no clima, concluiu.


Fonte: Verde: a cor nova do comunismo


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sábado, 25 de junho de 2011

A quarta fronteira: os exterminadores do futuro

A quarta fronteira: os exterminadores do futuro

Heitor De Paola 

"...eu pensava estar trabalhando em uma história de mudanças climáticas. Eventualmente constatei que, na verdade, estava trabalhando numa história sobre política global, sobre como grandes interesses trabalham para esvaziar as democracias em benefício próprio e sobre como eles fazem uso de ONGs - neste caso grupos ambientais - como cobertura política. (...) ... é de todo conveniente recordar que, às vezes, aqueles que dizem que querem fazer o Bem estão (mais) preocupados em se dar bem".

A história deste livro, muito bem contada, começa quando a autora, uma renomada jornalista canadense, comparece a uma reunião na Igreja Anglicana de São Paulo em Toronto em 1988 na qual o orador principal era o índio caiapó Paulinho Paiakan. O evento era patrocinado por várias ONGs ambientais, principalmente pela WWF-C (World Wildlife Fund Canada) e era um protesto contra a construção pela Eletronorte de 22 usinas no Rio Xingú sem consulta aos índios que veriam inundado seu habitat ancestral. O projeto vinha da "ditadura militar", altamente condenável, portanto. A platéia ficou estarrecida e enfurecida com o tratamento dado às "vítimas" que sequer podiam reclamar e temeram pelo retorno de Paiakan ao Brasil. A luta dos Caiapós em defesa da sobrevivência de seu povo foi então divulgada para todo o mundo para criar uma teia de proteção ao pobre coitado, ameaçado de morte.

Elaine Dewar simpatizou com a causa de Paiakan, mas como boa jornalista investigativa foi a fundo e chegou a conclusões que jamais imaginara a princípio. O subtítulo do seu livro diz tudo: os laços entre grupos ambientais, governos e grandes negócios. Confessa a autora que seu interesse maior era com o futuro, pois há tempos já era bombardeada com o mal que a humanidade estava causando ao planeta, através do "efeito Estufa", a destruição das florestas equatoriais, o derretimento das calotas polares, a destruição da camada de ozônio, etc.


Meu interesse aqui, no entanto, não é fazer mais denúncias sobre a cobiça em relação à Amazônia, algumas já bem conhecidas. Como esclareci no artigo anterior deixo as fronteiras físicas para os especialistas e me dedicarei a explorar a invasão do que denominei quarta fronteira, a fronteira mental e ideológica que prepara o caminho para aquelas. No caso em apreço, diferentemente do anterior, o caminho percorrido já foi muito longe.

A agenda ambientalista vai muito além da problemática de nosso território e faz parte de um plano de globalização que visa a dominação por parte de um governo mundial. Para isto é necessário exterminar o futuro possível: aumento da prosperidade mundial através do incremento da produção alimentar pelo agro-negócio e da produção de energia por combustíveis fósseis e físseis. Pretende-se fazer a humanidade retornar a um estado de escassez tanto de alimentos como de combustíveis, renunciar ao conforto do automóvel particular, o maior vilão, com as promessas idílicas de alimentos "saudáveis", combustíveis "renováveis" e/ou biodegradáveis e fim da poluição. Como uma das sugestões é de investimento maciço na tal energia eólica, chamo a estes planos idiotas de "promessas de vento".

Segundo Larry H. Abraham, autor de The Greening: the environmentalists drive for global power todos os projetos e programas por ele estudados são apresentados como "necessários" ou "vitais", alguns como "salva-vidas" ou por "ameaças à vida". 'A luta pela "preservação do meio ambiente" ou para "acabar com a poluição" significa a maior capitulação de toda a história da humanidade, ao transferir poder e recursos naturais para um pequeno grupo de homens, a elite mundial ou establishment'.

Como é possível que a maior parte da humanidade acredite piamente nestas bobagens ambientalistas e tomem a sério alimentos "orgânicos", energias renováveis e outras?

Como o assunto é muito vasto limitar-me-ei aqui a uma prévia do que ocorreu em nosso país nas últimas décadas.

Nas décadas de 70/80 o antropologista do Environmental Defense Fund (EDF) Dr. Stephan Schwartzman, inventou o primeiro mito ambientalista brasileiro: Chico Mendes, que influenciado por Schwartzman passou a defender o extrativismo familiar da borracha no Seringal São Luis de Remanso. Em 1987 Schwartzman e o EDF convidaram Chico Mendes a comparecer à reunião anual do Inter-American Development Bank (IDB), onde ele foi apresentado a importantes Membros do Congresso Americano. O IBD criou a Chico Mendes Sustainable Rainforest Campaign. Não sei quem matou Chico, mas quem o fez criou o que faltava: um mártir. Desde então grupos empresariais e ONGs dedicaram-se a invadir a fronteira mental dos brasileiros que, hoje, estão plenamente doutrinados para apoiar irrestrita e cegamente qualquer campanha "ambientalista", sem enxergar as fortunas que se crescem aos olhos de quem quer ver. A maioria não fará um único protesto contra a fragmentação do país em "nações" indígenas para a "proteção de nossas florestas".

(CONTINUA)

Fonte: www.midiasemmascara.org


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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cientista denuncia viés da ONU pelo alarmismo ambiental

Figure 1(b) from the Intergovernmental Panel o...Image via WikipediaVerde: a cor nova do comunismo: Cientista denuncia viés da ONU pelo alarmismo ambientalista
   

Cientista denuncia viés da ONU pelo alarmismo ambientalista

Patrick Michaels

Quando nossos amigos “verdes” da ONU perceberão que não é boa idéia fazer predições de desastres vindouros?, indagou o cientista Patrick Michaels, do Cato Institute, em seu blog em Forbes.

De fato, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) em 2005 predisse que em 2010 haveria 50 milhões de “refugiados climáticos” - população que emigra por causa do mau clima. O UNEP até elaborou um mapa mostrando exatamente de onde emigrariam todos esses milhões.

Nos censos recentes se verifica que foi um erro mortal, diz Michaels. Pior ainda, a população está crescendo rapidamente onde o UNEP dizia que iria emigrar.


O realejo “verde” insistia que fluxos de refugiados sairiam das ilhas tropicais de nível pouco acima do mar, por causa dos furacões cada vez piores e mais freqüentes.

Maldivas

O caso de figura deveria ser as Bahamas que têm mais ciclones que qualquer outro lugar da terra. Entretanto a população aumentou 14% desde o ano 2000. E as ilhas Salomão se saíram melhor: mais 20%. Nas Seychelles os habitantes cresceram 9%.

Para o cientista, a história recente revela que os órgãos da ONU funcionam como uma central sistemática de desinformação climática.

Michaels aponta alguns dos exageros inverossímeis, aliás já desmentidos, espalhados pelo Painel Intergovernamental para as mudanças climáticas - IPCC, e seu autoproclamado e inexistente consenso na ciência climática.

Quando o governo da Índia desmentiu a fantasia do IPCC segundo a qual desapareceriam os glaciares do Himalaia que alimentam o rio Ganges, o chefe do IPCC, o indiano Rajenda Pachauri, respondeu que o governo indiano apelava a uma “ciência vudu”.


Mas, agora, diz Michaels, verifica-se que o grande aprendiz de vudu é a ONU e seu órgão, o IPCC.

No mesmo relatório, o IPCC sustentava que 55% da Holanda já estavam abaixo do nível do mar. Ainda defendeu que em nove anos o crescimento da vegetação tropical diminuiria pela metade em virtude de um massivo declínio das chuvas anuais.

Todos estes erros se devem a um azar? perguntou Michaels.

Ciência ambientalista: aprendiz de vudu?
Os cientistas são humanos e podem errar. Mas, responde Michaels, o esquisito é que as gafes da ONU têm sentido único. Nunca se encontra um erro na outra direção, quer dizer, subestimar as mudanças climáticas.

Em cada “erro”, o IPCC apelou para literatura que não foi conferida no sistema “peer-review”.

Num trabalho sem viés ideológico deveria haver possibilidades mais ou menos iguais de erro num sentido ou num outro. E o modo de corrigir os erros seria dar liberdade aos cientistas para agir normalmente.

Qual é a probabilidade de que uma moeda caia do mesmo lado seis vezes sucessivas? É 0,015%.

Porém, os cientistas da ONU consideram que um nível de 0,05% de probabilidade é um nível suficiente para achar que uma hipótese pode ser aceita, conclui Michaels.

E com esse grau de probabilidade de estarem certos pretendem reformar o mundo e pô-lo de ponta cabeça!

Nota: No Brasil o aquecimento global ainda é considerado um fato científico e continua sendo usado para avançar políticas de ecochatos e ambientalistas radicais.






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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Os alarmistas do aquecimento global pedem por Eco-Gulags para re-educar os negadores da mudança climática

Pentti LinkolaImage via WikipediaOs alarmistas do aquecimento global pedem Eco-Gulags para re-educar os negadores da mudança climática

Filósofo finlandês diz que um governo opressivo e brutal deveria exercer "controle incansável dos cidadãos" em um chocante insight da ameaça do movimento eco-fascista - Linkola pede políticas de extermínio em massa no estilo nazista para "matar os defeituosos".

Por Paul Joseph Watson

Prison Planet.com

Um guru ambientalista finlandês foi mais longe do que qualquer outro alarmista do aquecimento global clamando abertamente por fascismo como um passo necessário para salvar o planeta da destruição ecológica, exigindo que os negacionistas do aquecimento global sejam "re-educados" em eco-gulags e que a grande maioria dos humanos seja morta com o restante escravizado e controlado pela polícia verde estatal, com pessoas esterilizadas a força, carros confiscados e viagens restritas a membros da elite.

O filósofo Pentti Linkola tem construído uma entusiástica multidão de fãs auto-descritos como "eco-fascistas" receptivos a sua mensagem de que o estado deveria decretar medidas draconianas de "disciplina, proibição, coerção e opressão" a fim de fazer as pessoas obedecerem aos ditames ambientais.

A filosofia cruel e ditatorial de Linkola tinha permanecido relativamente obscura, mas agora está ganhando impulso à medida que a máscara do ambientalismo é levantada para mostrar sua verdadeira natureza - uma justificação para a tirania do século 21 em grande escala, caracterizada pela eugenia, esterilização, gulags, policias estatais e controle total do governo em cada aspecto de nossa existência.

A doutrina de Linkola é a mais extrema, repulsiva e ameaçadora a liberdade do que qualquer coisa realizada pelos piores ditadores da história, Hitler, Stalin e Mao - combinados. De fato, Linkola lamenta que tais monstros não foram suficientemente longe em aniquilar muitos milhões mais de pessoas.

Sob a proposta de Linkola de salvar a terra de aquecimento global antropogênico, "somente poucos milhões de pessoas trabalhariam como fazendeiros e pescadores, sem modernas conveniências como automóveis." Esse sistema seria reforçado pela criação de uma "Polícia Verde" que abandonaria "o xarope da ética" que governa o comportamento humano para dominar completamente a população.

Linkola pede por abortos forçados, enquanto também acrescenta que uma outra guerra mundial seria "uma feliz ocasião para o planeta" porque erradicaria dezenas de milhões de pessoas. O ambientalista acredita que somente uma tirania de coturno pode ajudar a salvar a mãe terra de as "piores ideologias do mundo" que ele define como "crescimento e liberdade".

"Qualquer ditadura seria melhor do que a moderna democracia," ele escreve. "Não pode haver um ditador tão incompetente, que mostrasse mais estupidez do que a maioria das pessoas. A melhor ditadura seria aquela onde muitas cabeças rolariam e o governo impediria qualquer crescimento econômico."

Aqueles que recusassem ser escravizados pela nova eco-tirania de Linkola seriam sequestrados e enviados para as montanhas para "re-educação" em eco-gulags, de acordo com o ambientalista, que diz que a única solução "repousa em um governo centralizado e ao incansável controle dos cidadãos."

Como parte de seu inferno eco-fascista, Linkola pede por uma "matança dos defeituosos" por meio de esterilização, certificados de nascimentos, apertada regulamentação da eletricidade, forçar humanos a comer ratos, confisco de automóveis privados, viagens restritas somente a membros da elite e o encerramento de empresas enquanto a economia é inteiramente entregue ao controle do estado.

O coração da filosofia escura de Linkola gira em torno da necessidade de abate de massas de seres humanos. "Se houvesse um botão que eu pudesse apertar, eu sacrificaria a mim mesmo sem hesitar se isso significasse que milhões de pessoas morreriam," ele escreve.

"Quem sente falta de todos aqueles que morreram na Segunda Guerra Mundial? Quem sente falta dos vinte milhões executados por Stalin? Quem sente falta dos seis milhões de judeus de Hitler? Pergunta Linkola.

É impossível explicar precisamente e quantificar o nível de pura depravação exibido dentro do sistema de crença de Linkola. Se essas palavras fossem escritas por um assassino em massa amalucado então ao menos seríamos capazes de repudiar seu propósito, mas essas horrorosas doutrinas são abraçadas por um famoso ambientalista cuja popularidade está crescendo enquanto os pútridos tentáculos do movimento eco-fascista crescem em mais áreas da sociedade e do discurso público.

"Teremos de... aprender da história dos movimentos revolucionários - os nacional socialistas, os stalinistas finlandeses, dos muitos estágios da revolução russa, dos métodos das brigadas vermelhas - e esquecer nossos egos narcisistas," escreve Linkola, enraizando firmemente seu ativismo ambiental no prisma político do Nazismo e Stalinismo.

De fato, as políticas de Linkola fazem Hitler e Stalin parecerem humanistas justos.

Leia a adorável e humana analogia de superpopulação de Linkola, que como temos documentado, é um problema artificial desmascarado pelas próprias estatísticas de população das Nações Unidas.

"O que fazer, quando um navio carregando centenas de passageiros de repente vira e só tem um bote salva vidas? Quando o bote salva vidas está lotado, aqueles que odeiam a vida tentarão carregá-lo com mais pessoas e afundar com todos. Aqueles que amam e respeitam a vida pegarão a machadinha do navio e deceparão as mãos extras que se apegam aos lados do barco."

Na realidade, por volta de 2020 a população se estabilizará e por volta de 2050 a população global começará a declinar a uma taxa alarmante, com a taxa de substituição para humanos caindo abaixo de 2.1.  O desejo do sanguinário Linkola de ver o excedente humano brutalmente abatido tem mais em comum com a desacreditada pseudofilosofia de Malthus do que qualquer base em fatos científicos.

Como temos documentado, embora não indo tão longe quanto Linkola, o movimento eco-fascista está atraindo proeminentes defensores, incluindo James Lovelock, o criador da Hipótese Gaia. Lovelock contou ao Guardian no começo desse ano que "a democracia deve ser colocada em espera" para combater o aquecimento global e que umas “poucas pessoas com autoridade" deveriam ser autorizadas a governar o planeta.

Esse sentimento foi ecoado pelo autor e ambientalista Keith Farnish, que em um livro recente pediu por atos de sabotagem e terrorismo ambiental na explosão de barragens e demolição de cidades a fim de retornar o planeta a idade agrária. O proeminente alarmista global da NASA e aliado de Al Gore Dr. James Hansen endossou o livro de Farnish.

Linkola compete com Farnish e Hansen, escrevendo, "Tudo que temos desenvolvido nos últimos 100 anos deveria ser destruído."

Uma outra figura ilustre no debate da mudança climática que exemplifica o sistema de crença obcecado por violência e morte do movimento é Dr. Eric R. Pianka, um biólogo americano baseado na Universidade do Texas, em Austin. Durante um discurso na Academia de Ciências do Texas em março de 2006, Pianka advogou a necessidade de exterminar 90% da população mundial através do vírus ebola no ar. A reação de dezenas de cientistas importantes e professores na audiência não foi aquela de choque ou repulsa - eles ficaram de pé e aplaudiram o chamado de Pianka pelo genocídio em massa.

O atual czar de ciência da Casa Branca John P. Holdren também advoga as mais obscenamente ditatoriais, eco-fascistas e desumanas práticas em nome do ambientalismo. Em seu livro texto de 1977 Ecociência, Holdren pede por um "regime planetário" para realizar abortos forçados e procedimentos obrigatórios de esterilização, bem como colocar drogas no fornecimento de água, em um esforço de abater o excedente humano.

Linkola superou até mesmo o notório gênio assassino Charles Manson em seu ódio pela raça humana. Durante entrevistas na prisão, Manson rotineiramente falava de sua crença de que pelo menos 50 milhões de humanos deveriam ser abatidos pelo bem do planeta, enquanto que Linkola e seus fãs simplesmente acreditam que a humanidade deveria cessar de existir em sua totalidade.  O site de um admirador dedicado de Linkola inclui links para seus artigos que têm cabeçalhos como "Aniquile humanos, salve o mundo".

Como Manson, Linkola se tornou um respeitado guru ambientalista para uma nova seita de crentes que sentem que os governos e as instituições globais não estão sendo bastante cruéis na aplicação das devidas medidas para salvar a terra da destruição ecológica.

"Linkola tem construído um séquito ambientalista apelando para regime ecológico autoritário que elimine cruelmente os consumidores," escreve Micah White do Guardian, acrescentando que Linkola "abriu um caminho para uma onda de fascistas ambientalistas que rejeitam a liberdade democrática."

Um outro escritor ambientalista finlandês, Martin Kreiggeist, saúda o apelo de Linkola por eco-gulags e opressão como "uma solução," apelando para as pessoas "pegar os machados" em busca de matar o terceiro mundo. Kreiggeist quer que os companheiros eco-fascistas "ajam" ao pedido de Linkola para o assassinato em massa a fim de resolver a superpopulação.

O próprio Linkola abertamente clama por violência para adiantar a causa eco-fascista. "Uma minoria pode nunca ter qualquer outro meio efetivo para influenciar o curso dos acontecimentos, a não ser através do uso da violência," ele escreve.

Enquanto governos ao redor do mundo continuam a incomodar cidadãos inocentes e definir ações políticas pacíficas como terrorismo doméstico, pessoas como Linkola, Pianka e outros, junto com suas crescentes legiões de admiradores, são deixados em paz a despeito de seus apelos abertos a violência e genocídio.

Dado o fato que seguidores da seita desses ambientalistas na fronteira do extremismo, pessoas como o pistoleiro do prédio do Discovery Channel James Jay Lee, agora estão começando a agir de acordo com as doutrinas de seus gurus com violência, é tempo de os alarmistas radicais do aquecimento global que estão clamando por assassinato em massa serem investigados pelas autoridades competentes como potenciais terroristas.

Contudo, é uma esperança vã quando alguém compreende que o sistema de crença tirânica e repugnante de Linkola é meramente uma extensão das doutrinas eugenistas sendo promovidas por algumas das pessoas mais poderosas do planeta que, apoiadas por uma organização de mídia igualmente empolgada, estão agora descaradamente distribuindo uma tirania de ponta-pé e estão abertamente pedindo por morte em massa e ditadura sob o pretexto de parar a mudança climática.

O estabelecimento aponta o dedo todo dia a todo tipo de grupos políticos para caluniá-los como uma ameaça, enquanto monstros como Linkola e Pianka que defendem as mais perigosas e obscenas ideias imagináveis são celebrados e recebem respeito de seus pares e seu crescente bando de lunáticos seguidores, que estão todos muito ávidos de  agir nas bárbaras "soluções" que estão sendo encorajadas em nome do ambientalismo.

Paul Joseph Watson é o editor e escritor do Prison Planet.com. Ele é o autor de Order Out Of Chaos. 






 
      

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Vazado documento dos Estados Unidos que pede por um "Regime Global" para cuidar da Mudança Climática.

Banderole "Don't Nuke the Climate!" ...Image by sortirdunucleaire via Flickr

Vazado documento dos Estados Unidos que pede por um "Regime Global" para cuidar da Mudança Climática.

Diz que os críticos devem ser desarmados, todos os elementos do Acordo de Copenhague devem ser operacionalizados.

Por Steve Watson

Prisonplanet.com

Segunda feira, 12/04/2010

Um documento confidencial do governo dos Estados Unidos obtido pelo Guardian de Londres destaca a agenda em andamento para criar a estrutura de governança global em nome do combate à mudança climática.

"Intitulado Objetivos de comunicações estratégicas e datado de 11 de março de 2010, define principais mensagens que a administração Obama quer transmitir para seus críticos e para a mídia mundial no avanço para as conversações vitais da ONU em Cancun, México, em novembro." Relata o The Guardian.

O jornal diz que o documento foi "acidentalmente deixado no computador de um hotel europeu" antes de ser passado para seus editores.

O item número um no itinerário é "Reforçar a percepção de que os Estados Unidos estão construtivamente envolvidos nas negociações da ONU em um esforço para produzir um regime global para combater a mudança climática." As notícias chegam junto com revelações de que os países ricos ameaçaram cortar ajuda vital para nações em desenvolvimento se elas não apoiarem o acordo feito na cúpula do clima da ONU em Copenhague no ano passado.

Em outro lugar o documento vazado aponta a necessidade de continuar "impulsionando a história da mudança climática" na grande mídia, mas também identifica a necessidade de "desarmar" os críticos e impedir os meios de comunicação tradicionais de fazê-lo, focalizando mais em "novas mídias".

O documento também salienta a necessidade de "Criar uma compreensão clara de que o acordo de Copenhague está de pé e a importância de operacionalizar TODOS os elementos."

Embora o acordo final de Copenhague fosse amplamente rejeitado como um fracasso tanto pela mídia tradicional como pelos céticos do clima, ele estabeleceu a estrutura para um governo global que controlará as finanças do clima através de impostos sobre emissões de CO2.

O último documento dos Estados Unidos vazado pede a operacionalização dos elementos dessa estrutura.

O texto final do acordo afirma que os fundos obtidos do financiamento do clima serão controlados por uma "estrutura de governança", e que um "Painel de Alto Nível" será apontado para decidir de onde o dinheiro virá. Com efeito, isso significa que a estrutura de governança global controlada pela ONU sobrepujará a soberania dos Estados-nação na coleta e distribuição dos fundos obtidos sob a justificação da mudança climática.

O acordo também dá luz verde para a negociação nos mercados de comércio de carbono, que como temos documentado são todos pertencentes aos chefões do clima como Maurice Strong e Al Gore, para serem mais fortemente financiados e expandidos.

Documentos da ONU vazados em fevereiro também salientavam a necessidade de estabelecer uma estrutura de governança global em nome da luta contra as mudanças climáticas até 2012.

"O movimento em direção a economia verde também proporcionaria uma oportunidade para reexaminar as estruturas de governança nacionais e considerar se tais estruturas permitem a comunidade internacional responder aos desafios ambientais e de desenvolvimento atual e futuro e capitalizar em oportunidades emergentes," afirmava o documento vazado.

O documento delineava que a imposição de tais "estruturas de governança global" serão alcançadas com a ajuda de "vasta transferência de riquezas" dos países mais ricos (na formas de impostos de carbono arrecadados dos cidadãos) para as nações mais pobres, montando a não menos de $45 trilhões de dólares.

O Secretário Geral da ONU Ban Ki-Moon, não tem sido tímido em proclamar o desdobramento da agenda para uma estrutura de governança global para substituir os parlamentos nacionais sobre a questão das mudanças climáticas.

Em um editorial de outubro do New York Times intitulado "We can do it", Ki-Moon escreveu que esforços para impor restrições sobre emissões de CO2 "Devem incluir uma estrutura de governança global equitativa."

Ele reiterou estes sentimentos em dezembro em relação a cúpula de Copenhague, dizendo ao LA Times "Nós estabeleceremos uma estrutura de governança global para monitorar e administrar a implementação disso."

No ano passado no fórum em Oxford, Inglaterra, Al Gore também pediu uma governança global a fim de implementar os acordos sobre a mudança climática.

Os globalistas são persistentes e eles continuarão martelando até conseguirem o que querem, não porque o meio ambiente esteja à beira do colapso, mas porque a agenda deles para o governo mundial está se atrasando enquanto mais pessoas descobrem a verdadeira agenda por trás da fraude do aquecimento global.

Enquanto isso, qualquer um que sugere que a governança global está na agenda é ridicularizado como um teórico da conspiração, a despeito dos anúncios claros dessa mesma intenção.

Texto do documento vazado:

Objetivos estratégicos de comunicações

1) Reforçar a percepção de que os Estados Unidos estão engajados construtivamente nas negociações da ONU em um esforço de produzir um regime global para combater a mudança climática. Isso inclui apoio para um tratado simétrico e legalmente vinculativo.

2) Administrar as expectativas para Cancun - Sem ser dono da mensagem, avançar a narrativa de que enquanto um tratado simétrico legalmente vinculativo no México é improvável, sólido progresso pode ser feito em mais ou menos seis dos elementos principais.

3) Criar uma compreensão clara da posição do acordo de Copenhague e da importância de operacionalizar TODOS os elementos.

4) Construir e manter apoio externo para o compromisso de administração para o desafio da reunião do clima e de energia limpa a despeito de um ambiente político crescentemente difícil para passar as leis.

5) Aprofundar apoio e compreensão do mundo desenvolvido avançado de que os países em desenvolvimento devem ser parte de qualquer solução significativa para a mudança climática, incluindo assumir responsabilidades no âmbito de um tratado legalmente vinculativo.

Envolvimento da mídia

* Continuar a conduzir entrevistas com a mídia impressa, canais de TV e rádio promovendo a história da mudança climática.

* Aumentar o uso de conversas não oficiais.

* Fortalecer a presença em mercados de mídia internacional durante viagens ao exterior. Focalizar esforços em mercados de rádio e televisão.

* Tirar maior vantagens das oportunidades de novas mídias tais como podcasts e avançar a posição dos Estados Unidos no campo ignorando os meios de comunicação tradicionais.

* Considerar uma série de discursos políticos/fóruns públicos durante viagens ao exterior para levar nosso caso diretamente ao mundo em desenvolvimento.

Esforços chaves para difusão

* Alcance global e sem demora dos criadores de políticas, acionistas principais e validadores é crítica para ampliar o apoio para nossas posições no ano vindouro.

* Antes da reunião de 9 a 11 de abril em Bonn seria bom para Todd encontrar-se com as principais ONGs. Isso deveria vir na forma de sessões de pequenos grupos.

* Sessões de grupos mais amplos, similares aqueles mantidos no CAP antes de Copenhagen, serão úteis, mas mais reuniões amigáveis na primavera são essenciais para construir uma base de apoio. Ou pelo menos desarmar alguns dos críticos mais duros.

Fonte: Prisonplanet.com





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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A Religião do Clima e a cúpula da ONU em Copenhague:"O meio ambiente deveria competir com a religião, de modo que pudéssemos moldar povos e países

Mensaje a los Medios de Comunicación del Presi...Image by Gobierno Federal via Flickr

A Religião do Clima e a cúpula da ONU em Copenhague: "O meio ambiente deveria competir com a religião, de modo que pudéssemos moldar povos e países.

Por Anders
Euro-med.dk, 04/12/2009

Sumário: O programa ambiental da ONU (UNEP, em inglês) é muito ambicioso. Ele quer que o movimento ambientalista esteja rivalizando com a religião para estabelecer nossos padrões e valores. Um documento até agora secreto mostra que o UNEP controlará os governos em questões climáticas para incluir todas as condições sociais, e explorar os governos por dinheiro. O UNEP está engajado em um enorme trabalho missionário, começando com o verde - e fazendo lavagem cerebral nas crianças através de 30.000 organizações mundo afora - usando os mesmos métodos que o Futerra do governo britânico. Em uma reunião em Paris entre 4 e 5 de setembro, o UNEP fez o compromisso de a mídia fazer a propaganda ambientalista até a conferência de Copenhague e além, enquanto todo o aparato da ONU está mobilizado em uma campanha sem precedentes de mentiras do clima para um acordo político em Copenhague.

Estão incluídas as curvas do relatório de Lord Monkton sobre o escândalo do Climategate. Elas demonstram que enquanto os próprios números do Sistema de Informação Geográfica da NASA em 1999 mostravam um resfriamento global, que continua até os dias atuais, James Hansen do Sistema de Informação Geográfica projetava isso como aquecimento global. Essa é a verdadeira mudança climática antropogênica!

O movimento climático inteiro é uma religião adorando a "Mãe Terra viva", a Gaia dos antigos gregos, com um arco de esperança, o pacto com equipamentos rituais, pregadores da Terra, fórmulas mágicas, e hinos a Gaia. A Carta da Terra é chamada os "10 mandamentos de nosso tempo" pelo Moisés de nosso tempo, Michael Gorbachev, e transgressão aos 10 mandamentos é pecado, para o qual nossos incríveis políticos compram indulgências para nosso dinheiro nos países mais pobres da terra para um não existente débito de CO2! Há altos sacerdotes corruptos que tem feito da ameaça do dia do juízo final seu culto. E há um mundo inteiro que segue cegamente e adora esse monstro vermelho pintado de verde (apoc. 13)

O Natal está se aproximando, tempo de reflexão para os cristãos. E esse ano para os adoradores de Gaia/Lúcifer da religião do clima da Nova Era, também, fortemente associados com a agenda 21 da ONU. Enquanto Al Gore é o pregador irrefletido dessa religião, há profetas escondidos como o Clube de Roma, e Edmund de Rothschild, Michael Gobachev da Cruz Verde, Steve Rockefeller e Maurice Strong, os últimos três autores da Carta da Terra. Mas estes caras espertos transferiram a lucrativa religião do clima deles para a satanista ONU. De forma geral 91% dos autores da coordenação do Relatório da Quarta Avaliação do IPCC eram cientistas do Programa de Pesquisa Mundial do Clima, e, portanto, tinham o apoio da UNESCO por trás deles. Um ramo da ONU é o Programa Ambiental da ONU (UNEP). Ele foi estabelecido em 1972 e tem uma estratégia de 2010 a 2013 para uma lavagem verde e lavagem cerebral no mundo sob a cobertura da religião do clima. Wikipédia: O mandato do UNEP é para coordenar o desenvolvimento do consenso da política ambiental pela manutenção do meio ambiente global sob revisão e trazer as questões emergentes à atenção dos governos e da comunidade internacional para ação. O Conselho Governante é o principal desenvolvedor das normas políticas para os programas ambientais e desempenha o papel diplomático em promover a cooperação entre os estados membros da ONU sobre questões de meio ambiente.

Um documento secreto emergiu: O relatório de Mark Halle, "O UNEP Que Nós Queremos", da reunião do UNEP em 17 de setembro de 2007: "O meio ambiente deveria competir com a religião como a única narrativa baseada em valores obrigatória disponível para a humanidade. Já está acontecendo no campo da mudança climática." Uma corte de justiça Britânica declara: "O Verde é uma religião!

“Efetivamente, o ambientalismo é uma religião, uma adoração de Gaia, vide a hipótese de Gaia de James Lovelock:” “Pode ser que um papel que nós desempenhamos é como os sentidos e o sistema nervoso de Gaia. A terra é um sistema vivo e somos parte dele". O Independente de 16/01/2006:"Minha teoria de Gaia vê a Terra se comportando como se estivesse viva. Nós demos uma febre a Gaia e em breve sua condição piorará para um estado como o de coma." A "sagrada" Arca da Esperança contém as orações da Terra, o véu da oração da Terra, e a Carta da Terra, os 10 mandamentos de nosso tempo, como o Moisés de nossos dias, Michael Gorbachev diz. A Arca simboliza a Arca do Pacto de Gaia. Como em muitas religiões, jejum e abstinência de carne estão sendo pregados. Há autonomeados, oniscientes, fundamentalistas fraudulentos como Sumo Sacerdotes para Gaia - como James Hansen - vendo os políticos como hereges comprando indulgências nos países mais pobres para um imaginário débito de CO2. Mesmo se Hansen foi pego três vezes em flagrante adulterando as temperaturas, ele agora está indignado com o escândalo do climategate! Na religião do clima é preciso mentir - mas é inadmissível ser exposto sob quaisquer circunstâncias. É por isso que eles compraram a mídia. O elemento central do culto é a ameaça do dia do julgamento. Eles têm hinos para Gaia e orações para Gaia: “... Sagrada deusa, a senhora nos honra com o seu sempre abundante espírito. Adeus mãe dos deuses, noiva do paraíso..."

A Conferência de Mudança Climática da ONU em Copenhague começará em menos de uma semana (já está em andamento). A ONU está altamente agressiva: Uma recente inspeção no site oficial Seal the Deal Web mostrou que 417.721 pessoas até 21 de dezembro tinham assinado a petição para fazer esse acordo. O homem por trás desse acordo é Janos Pasztor, conselheiro climático de Ban Ki-moon. Pasztor é o recentemente nomeado Diretor do Grupo de Gerenciamento de Meio Ambiente da ONU (EMG), cujo secretariado é estipulado pelo Programa de Meio Ambiente da ONU (UNEP) em Genebra. Felizmente o prospecto do "Fechamento do Acordo" é ruim, muitos paises estando indesejosos de pagar as vorazes LDC's de 700 bilhões de dólares que eles estão exigindo. Até mesmo o pagamento de 100 bilhões de dólares oferecidos pela União Europeia tem dividido os países. O escândalo do climategate pode ter diminuído a confiança dos contribuintes na fraude do clima. Por outro lado a política do clima é uma fraude intencional baseada em uma mentira proposital. Mas o atual prospecto mínimo do resultado é uma grande frustração do manda-chuva da ONU, Ban Ki-moon que está continuamente fazendo lobby para os países ricos fazerem um acordo comunista para enviar cada vez mais de suas riquezas para os povos do mundo que nada produzem a não ser mais crianças. É claro que sob a capa do "débito de CO2" que devemos aos países pobres que não produzem absolutamente nada do danoso CO2.

Fox News, 19/11/2009: Um intenso trabalho de lobby dirigido pelo Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon em favor do tratado ainda está prosseguindo a todo vapor adiante, sob o slogan da campanha "Sele o Acordo! Crescimento do poder verde. Proteja o planeta" - um grande esforço para a manipulação da opinião pública internacional.

Desde 2001 o combinado RSS (sistema de sensores remotos em Santa Rosa e UTAH (Universidade de Alabama Huntington) de temperaturas mostra um claro resfriamento global - convertido pelo IPCC em aquecimento global. Relatório de Lord Monkton.

A ONU fisga crianças a fim de ter os pais delas em suas redes.

The New York Post, 30/11/2009: As crianças foram os alvos de um livro co-escrito pelo pela produtora do veículo fabricador da estrela de Al Gore, "Uma Verdade Inconveniente" com pelo menos 11 pesados erros de acordo com a corte britânica. A produtora Laurie David disse ao editor do Weekly que ela escreveu o livro de criança, "Down-to-Earth Guide to Global Warming," porque "Crianças também são a influência número 1 para os pais delas, então se você quer alcançar os pais, vá até as crianças." Então: Minha filha voltou da escola recentemente com uma canção em seus lábios. Lá de fora vinha esse refrão assustador: "...Você pode ouvir o aquecimento - Aquecimento Global..." Nós aprendemos que: A) Todas as crianças têm sido forçadas a cantar "A Canção do Aquecimento," em um show para os pais. B) Além do mais a letra da música censura os adultos egoístas por poluírem nosso planeta e causar o martírio do aquecimento que mataria, em pouco tempo, todos os ursos polares e ameaçaria os pássaros e as abelhas. O UNEP tem um enorme programa para converter crianças - com cerca de 30.000 organizações ao redor do mundo.

Por quê? As ambições do UNEP, sente que está sendo negligenciado, consegue financiamentos tão pequenos e quer estabelecer a política da ONU sobre o clima e a sociedade. Aqui estão os meios: O UNEP tem um largo eleitorado natural e esse eleitorado precisa ser atrelado a missão do UNEP sem parecer fazer avanço ao redor dos governos membros. Isso inclui descobrir o jeito certo de interagir com, e tirar o melhor de, universidades e comunidades de estudantes, e dos think tanks. Ele deve fazer um hábito de desafiar comportamentos e práticas insustentáveis, onde quer que sejam encontradas, essas iniciativas também representam um meio de alcançar os diretores executivos das corporações. O UNEP alcançará governos, outras entidades das Nações Unidas, instituições internacionais, secretarias de acordos ambientais multilaterais, a sociedade civil.

Comentário: Assim, a missão do UNEP é contornar os governos promovendo seu subversivo trabalho revolucionário.

O ambicioso documento, intitulado "O UNEP Que Nós Queremos", de Mark Halle, foi o produto de um seleto grupo de 20 principais burocratas ambientalistas e pensadores, incluindo a atual funcionária número dois do UNEP, Angela Cropper. O documento foi mais tarde entregue ao Diretor Executivo do UNEP Achim Steiner. Outro participante incluido Janos Pasztor. Um outro importante assistente foi John Scanlon, listado no website do UNEP como o principal conselheiro de Steiner no UNEP. Entre outras coisas, é creditado a Scanlon em sua biografia como ser o líder em desenvolver a nova estratégia de médio prazo do UNEP, "Meio Ambiente para o Desenvolvimento," cobrindo o período de 2010 a 2013.

Essas ideias estão sendo defendidas em um tempo altamente carregado. Ambos os ambientalistas e as Nações Unidas inteira, liderados pelo Secretário Geral Ban Ki-moon, estão pressionando intensamente os governos ao redor do mundo para assinarem um sucessor legalmente obrigatório e mais global para o Protocolo de Kyoto na supressão dos gases do efeito estufa, o qual expira em 2012. Até o momento, esse acordo parece provável de ser adiado, pelo menos até a próxima primavera, enquanto alguns países ricos, incluindo os Estados Unidos, hesitam pelo alto custo e potencialmente incapacitante impacto econômico dos objetivos para reduzir as emissões de carbono na atmosfera da terra, ainda que o presidente Barack Obama apóie um ambicioso acordo em Copenhague.

Entre outras coisas, ambas documentadas (inclusive o documento 2010-2013) argumentam por:

1. uma "nova e central posição para o ambientalismo no pensamento do mundo," o meio ambiente se movendo de ser frequentemente considerado uma questão marginal nos níveis intergovernamental e nacional para o centro da tomada de decisão política e econômica," diz o plano de médio prazo.
Diretor Executivo do UNEP, Achim Steiner

2. unir questões ambientais com econômicas como prioridade central. "Nós necessitamos de um Bretton Woods ambiental para o século 21," as ligações entre sustentabilidade ambiental e a economia.

2. novas regras ambientais, regulamentos e padrões, com uma autoridade mais forte para comandar os governos nacionais. O documento Mark Halle chama isso uma série de "ajustamentos incrementais, todavia ambiciosos" para a governança ambiental internacional.

4. um extensivo papel de divulgação pela UNEP para "crianças e jovens".

5. alcançar setores mais poderosos dos governos bem como dos negócios.

6. apelar para os mais poderosos (dos governos) ministros responsáveis pela política econômica; a mensagem do UNEP não é para os ministros do meio ambiente - já convertidos...Devem mirar mais alto."

7. procurar influenciar como o árbitro condutor do mundo de uma nova dimensão do desenvolvimento humano.

De acordo com Halle, contudo, numa troca de e-mail com a Fox News, há sinais de que o grandemente ambicioso papel que ele e seus camaradas intelectuais rascunharam para o UNEP como o principal competidor da religião está "começando a acontecer." Halle apontou o engajamento este ano da assim chamada Iniciativa da Economia Verde, uma proposta para redesenhar radicalmente a economia global e transferir trilhões de dólares em investimentos para os países em desenvolvimento mais pobres do mundo, mas um que está formulado em termos de novos empregos verdes.

A Iniciativa da Economia Verde é também chamada de Novo Acordo Global Verde. O fato de que o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) é ocasionalmente associado com o UNEP é um escândalo e uma tragédia. Comentário: Realmente notável, desde que o IPCC foi estabelecido pelo UNEP em 1988.

Fox News, 19/11/2009: Manipulação da mídia
Uma outra parte chave da tragédia é atrair os noticiários da mídia internacional muito mais profundamente para dentro da causa. Caso em questão: uma reunião em Paris de 4 a 5 de setembro, organizada pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) e intitulado "Primeira Conferência Internacional sobre Mídia e Mudança Climática."

Quase 300 pessoas representando mais de 100 organizações de radiodifusão e sindicatos de radiodifusão compareceram ao encontro. No final da reunião, e com Copenhague a apenas três semanas a frente, o grupo emitiu uma declaração falando que "uma dedicada colaboração entre a mídia de radiodifusão para compartilhar e disseminar informações sobre mudança climática que incorpore tanto a perspectiva global como a local encorajaria indivíduos e fazedores de políticas a se responsabilizarem por ações oportunas." "Provavelmente a maior parte do mundo não lê o noticiário de jeito nenhum. Eles não procuram mudanças no noticiário para obter suas informações ou para mudar seu comportamento. Se a mudança climática é sobre mudança comportamental, no final das contas o que eu acredito que é, portanto de uma perspectiva da mídia você deve, você tem de olhar de um jeito que não é apenas sobre notícias. É sobre criar uma imaginação, e uma visão, do que uma mudança climática mundial - ou uma mudança climática mundial evitada com sucesso - parecerá. Isso virá através de filmes, isso virá através de novelas, isso virá através de reality shows de televisão, isso virá através de romance." Eric Hall - chefe de relações públicas das Nações Unidas. Comentário: Isto é, usando psicologia aplicada para converter a humanidade para a religião do clima é - estratégia da Futerra!

Al Gore e o Climategate? Bem, ele tem guarda costas para remover qualquer um fazendo perguntas inconvenientes - pelo menos 4 pessoas. E então ele se apressa para o seu mercedes sedento de gasolina!

Temos visto como os principais fornecedores de temperaturas para o IPCC, umas atuais (James Hansen, Sistema de Informação Geográfica) e projeções futuras (Unidade de Pesquisa Climática, Universidade de East Anglia), foram expostos como fraudadores. Ou seja, o ganhador do prêmio Nobel, o IPCC, recebeu este prêmio em cima de uma grande mentira. Da mesma forma Al Gore, é claro. E isso significa que a Conferência do Clima de Copenhague é uma farsa científica. Mas como mostrado acima isso é indiferente. Essa conferência não é sobre clima - porque eles sabem muito bem que não há crise climática. É sobre governo mundial, como Lord Monckton de Brenchley diz. O documento suíço acima não é surpresa, considerando as simpatias comunistas expressas por Ban Ki-moon. Isso é parte da comunista agenda 21 como anteriormente descrita neste blog.

Marque o que Mark Halle escreve: O UNEP vai procurar influenciar como o árbitro guia do mundo de uma nova medida de desenvolvimento humano. Esses canalhas tomaram o papel de brincar de Deus - ou melhor, do Diabo - achando que eles podem fazer sua miserável mentirosa ideologia climática o equivalente do Cristianismo. Eles pensam que estão designados a contornar os governos e fazerem-se árbitros de nosso desenvolvimento! Isto é realmente luciferiano: Ou seja, deificação humana.

Mas por que apenas o clima como a ferramenta deles? Aqui é como a Criatura da Ilha de Jekyll por G. Edward Griffin, appleton, Wisconsin: American Opinion Publishing, Inc., 1994:"Pode agora ser possível criar um Governo Mundial no qual todas as nações serão desarmadas e disciplinadas por um Exército Mundial, uma condição na qual chamaremos de paz." Neste caso, o que poderia ser um substituto para guerra? Uma fonte está no estudo secreto do Hudson Institute de 1966 comissionado pelo Secretário de Defesa Robert McNamara (depois chefe do Banco Mundial), intitulado Relatório da Montanha de Ferro. Este estudo analise friamente vários meios pelos quais o governo poderia controlar o populacho e perpetuar- se no poder na ausência da guerra (paz da ONU).

Aqui, Griffin explica, está a origem do estratagema para promover o apocalipse ecológico como o novo inimigo que ameaça o mundo inteiro. A ameaça precisa ser real, apresentado as massas que podem ser convencidas de que é verdadeiro. Credibilidade é a chave, não a realidade. A barragem de propaganda tem tido um resultado fenomenal. Políticos estão agora sendo eleitos com nada a não ser "preocupação pelo meio ambiente e uma promessa de sujeitar as indústrias sujas," com ninguém se preocupando sobre os danos feitos a economia ou nossas liberdades. No mesmo espírito Alexander King, do Clube de Roma, primeira Revolução Global: "Na procura por um novo inimigo para nos unir, nós surgimos com a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, escassez de água, fome e coisas semelhantes servia bem... O verdadeiro inimigo, então, é a própria humanidade." Ou seja, a mentira climática é pura ideologia da Nova Ordem Mundial.

Fonte: http://euro-med.dk/?p=12116

Tradução e adaptação: O Observador







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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Controle populacional como chave para o acordo de Copenhague

Controle da população chamado chave para acordo.

Por Li Xing (China Daily)
Atualizado em 10/12/2009

Copenhague: População e mudança climática estão entrelaçadas, mas a questão populacional tem permanecido um ponto morto quando os países discutem maneiras de mitigar a mudança climática e refrear o aquecimento global, de acordo com Zhao Baige, vice-ministro da Comissão de Planejamento Familiar e População Nacional da China (NPFPC, em inglês).

"Lidar com o aquecimento global não é simplesmente uma questão de redução de emissão de CO2, mas um desafio abrangente envolvendo a questão política, economia, social, cultural e ecológica, e a preocupação populacional se enquadra neste quadro," disse Zhao, que é um membro da delegação do governo chinês.

Muitos estudos ligam o crescimento populacional com as emissões e o efeito do aquecimento global.

"Cálculos da contribuição do crescimento da população para o crescimento das emissões globalmente produzem uma descoberta consistente de que a maior parte do crescimento populacional passado foi responsável por entre 40 e 60 por cento do crescimento das emissões," assim afirmado pelo Estado da População Mundial de 2009, liberado antes pelo Fundo Populacional da ONU.

Embora a política de planejamento familiar da China tenha recebido críticas nas três décadas passadas, Zhao disse que o programa populacional da China tem feito uma contribuição histórica enorme para o bem estar da sociedade.

Como resultado da política de planejamento familiar, a China tem visto 400 milhões de nascimentos a menos, que tem resultado em 18 milhões de toneladas de emissões de CO2 a menos por ano, disse Zhao.

O relatório da ONU projetava que a população global ficaria em 8 bilhões pelo ano de 2050 invés de um pouco mais de 9 bilhões de acordo com um cenário de crescimento médio, "poderia resultar em 1 a 2 bilhões de toneladas de emissões de CO2 a menos".

Enquanto isso, ela disse que estudos também têm mostrado que programas de planejamento familiar são mais eficientes em ajudar a cortar emissões, citando pesquisa de Thomas Wire da London School of Economics que afirma: "Cada $7 gasto planejamento familiar básico reduziria as emissões de CO2 em mais de uma tonelada" enquanto custaria $13 para redução de corte de árvores, $24 para usar tecnologia eólica, $51 para energia solar, $93 para introdução de carros híbridos e $131 para veículos elétricos.

Ela admitiu que o programa populacional da China não é sem consequências, assim o país está entrando rapidamente em um estágio de envelhecimento da sociedade e encarando o problema de desequilíbrio de gênero.

"Eu não estou dizendo que o que temos feito é 100 por cento, mas estou certa que estamos indo na direção certa e até agora 1,3 bilhões de pessoas têm se beneficiado," ela disse.

Ela disse que cerca de 85 por cento das mulheres chinesas em idade reprodutiva usam contraceptivos, a taxa mais alta do mundo. Isso foi alcançado amplamente através da educação e melhoramento da vida das pessoas, ela disse.

A abordagem holística que integra a política da população e desenvolvimento, uma estratégia d promoção do desenvolvimento sustentável da população, recursos e meio ambiente deveriam servir como modelo para programas de integração da população na estrutura da adaptação da mudança climática, ela disse.

Fonte: China Daily

Nota: Parece que o controle populacional dos países em desenvolvimento é um dos objetivos principais das políticas para redução do aquecimento global

Observamos no artigo essa ênfase sobre políticas populacionais, e mesmo reconhecendo os prejuízos que tal política tem trazido para a China, como o envelhecimento da população pela falta de jovens para repor a população e a falta de mulheres, uma vez que a preferência dos casais é por filhos homens, que em muitos casos não conseguirão esposas para constituir família.

Mesmo assim eles acham que tal política é um sucesso e estão querendo globalizar tal experimento de engenharia social, tendo como grande aliado o aquecimento global e usando a educação para doutrinar, ou fazer lavagem cerebral nas gerações mais jovens do mundo em desenvolvimento.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O 'Climategate' expõe a farsa do Aquecimento Global.

aquecimento global | Futuro de seus filhosImage by Carlos Eduardo R. via Flickr

O 'Climategate' expõe a farsa do Aquecimento Global.

Por Gregory Fegel, Pravda.ru
Publ. 30/11/2009

A internet esteve elétrica durante toda a semana passada com a notícia do que todos estão chamando 'Climategate' - o grande escândalo envolvendo emails vazados da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia. Localizada na cidade de Norwich no Reino Unido, a Unidade de Pesquisa Climática é o centro principal para a 'ciência' que apoia a Teoria do Aquecimento Global. A UPC proporciona conselho 'científico' e orientação ao Painel Intergovernamental de Mudança Climática da ONU (IPCC).

Em 17 de novembro um delator anônimo baixou emails e arquivos de dados dos computadores da Unidade de Pesquisa Climática e, usando um servidor de internet baseado na Rússia, postou tudo em um website de 'céticos do aquecimento global' chamado A Saída de Ar. Logo depois os arquivos foram passados adiante para numerosos outros websites de 'céticos' e de saídas de notícias. Os arquivos vazados incluem mais de 1.000 emails e cerca de 3.000 documentos, e eles fornecem abundante evidência de falsificação de dados entre os cientistas da vanguarda da promoção da Teoria do Aquecimento Global.

Os emails vazados consistem de correspondência entre muitos dos principais pesquisadores no campo da ciência do clima e Aquecimento Global, incluindo o diretor da Unidade de Pesquisa Climática Phillip Jones e seu assistente, Keith Briffa; Michael Mann do estado da Pennsylvania; Malcolm Hughes da Universidade do Arizona; Kevin Trenberth do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica; James Hansen do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA; e James Holdren, novo 'Czar da Ciência' do presidente dos Estados Unidos Barack Obama. A autenticidade dos emails e documentos vazados foi verificada por Phillip Jones da UPC, Kevin Trenberth, e outros.

Os emails e documentos revelam que os cientistas da UPC e seus colegas nos Estados Unidos não somente falsificavam seus dados para 'provar' o Aquecimento Global, eles também colaboravam para evitar que cientistas qualificados que discordavam da Teoria do Aquecimento Global publicassem ou participassem do processo de 'revisão pelos colegas'. A crença no Aquecimento Global entre os cientistas não é um consenso; é uma ditadura.

O delator que baixou e postou os arquivos da Unidade de Pesquisa Climática trabalhava sob o nome 'FOIA', uma referência a Lei de Liberdade de Informação (Freedom of Information Act 'FOIA') nos Estados Unidos. A UPC repetidamente recusou os pedidos da Lei de Liberdade de Informação para liberar os dados nos quais seus modelos de computador e conclusões sobre o Aquecimento Global estão baseadas. A obstrução da liberação de informação sob a Lei de Liberdade de Informação é crime tanto no Reino Unido quanto nos Estados Unidos, e os cientistas culpados podem ser punidos com multas ou um período na cadeia.

No Reino Unido, o ex-chanceler Lord Lawson pediu uma investigação pública independente dos fatos da falsificação de dados da Unidade de Pesquisa Climática para apoiar a teoria do Aquecimento Global. Nos Estados Unidos, o senador republicano James Inhofe de Oklahoma anunciou que ele lançará uma investigação do escândalo do Climategate. O escritório de Inhofe enviou cartas aos cientistas envolvidos e para agentes federais avisando-os para "reter documentos (relacionados)." Na Austrália essa semana, dez membros do parlamento do partido dos trabalhadores demitiram-se de seus assentos em protesto pelo apoio de seu governo a proposta do plano de comércio de emissões, um equivalente do Plano de Comércio de Emissões da União Europeia e da legislação Cap and Trade dos Estados Unidos que está pendente.

O 'Climategate' não é um caso ordinário de falsificação de dados por uns poucos cientistas patifes. A fraudulenta teoria do Aquecimento Global tem proporcionado a base para um movimento político internacional que tem declarado metas de reestruturar completamente a economia global inteira baseado nessa teoria fraudulenta. O 'Aquecimento Global' é um jogo de trapaça perpetrado por cientistas desonestos e o governo e os líderes de corporações que proporcionam aos cientistas corruptos as oportunidades para avanço.

Se falharmos em parar uma maior politização e institucionalização da fraudulenta teoria do Aquecimento Global, nós muito certamente experimentaremos uma futura 'ciência' controlada por decreto do governo e um governo mundial que facilita as operações das corporações industriais enquanto impõe severas restrições e impostos arbitrários ao público em geral.

Este é o futuro que justificaria inteiramente a resistência e a rebelião entre a população internacional que será a vítima dessa maciça fraude global. Se falharmos em parar essa empresa fraudulenta pelos meios legais, certamente teremos uma futura opressão global baseada na fraude, com seus concomitantes crimes institucionalizados.

Fonte: http://english.pravda.ru/science/earth/110832-0/

Tradução e adaptação: O Observador


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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O Escândalo do ClimateGate demonstra o protecionismo intelectual dos cientistas modernos.

Aquecimento Global?Image by 00maia00 via Flickr



O Escândalo do ClimateGate demonstra o protecionismo intelectual dos cientistas modernos

Segunda-feira, 30/11/2009
Por Mike Adam, editor de NaturalNews.com

(NaturalNews) - A liberação inconveniente de conversas particulares de emails entre cientistas da mudança climática tem sido uma bênção para os céticos. O que aflora dos emails vazados é a descrição de um grupo de cientistas que praticam "protecionismo intelectual" - significando que eles sabem que estão certos e que farão qualquer coisa para proteger suas crenças, mesmo se isso significar esconder ou manipular dados.

Soa familiar? Cientistas da indústria farmacêutica têm praticado isso por décadas. Se você pensa que os emails do ClimateGate são reveladores, apenas imagine que tipo de emails similares estão rodando por aí entre cientistas da grande indústria farmacêutica que rotineiramente manipulam dados de estudos e cometem fraude científica em nome da medicina. Vezes e vezes novamente, vemos revelações de testes clínicos manipulados onde dados são intencionalmente distorcidos a fim de fazer uma droga inútil e perigosa parecer segura e efetiva.

O que os cientistas do ClimateGate e da Grande Indústria Farmacêutica têm em comum é que todos eles abandonaram o princípio central da boa ciência em suas buscas para estarem certos. Mais do que fazer perguntas da natureza e humildemente ouvir as respostas proporcionadas pelos dados, estes cientistas estabeleceram uma posição e decidiram defender essa posição a qualquer custo - até mesmo se isso exigir ocultar ou distorcer dados!

Essa abordagem é totalmente não científica, é claro. Em minha mente, isso põe muito da recente ciência do aquecimento global na mesma categoria da pesquisa da Grande Indústria Farmacêutica: Puro charlatanismo.

Como Christopher Booker explica no The Telegraph, "A razão porque até mesmo George Monbiot do The Guardian expressou total choque e consternação pelo quadro revelado pelos documentos é que seus autores não são apenas um grupo qualquer de velhos acadêmicos. A importância deles não pode ser superestimada. O que estamos observando aqui é o pequeno grupo de cientistas que por anos tem sido o mais influente em impulsionar o alarme mundial sobre o aquecimento global do que qualquer outro, não menor por meio do papel que representam no coração do Painel Intergovernamental de Mudança Climática da ONU (IPCC)." (http://www.telegraph.co.uk/comment/...)

Alegar salvar o planeta não é desculpa para fraude científica.

O aquecimento global pode, certamente, ser um fenômeno real. Mas tentar "provar" pela conspiração para manipular dados a fim de estar certo é absolutamente o caminho errado de cuidar da questão. De fato, essas revelações do ClimateGate desacreditaram profundamente muito da comunidade científica do aquecimento global ao ponto de que qualquer coisa que essas pessoas disserem de agora em diante simplesmente não pode ser acreditada.

E isso é uma vergonha porque permanece a pergunta: E se os cientistas do aquecimento global realmente estiverem certos? E se eles estiverem certos por todas as razões erradas, e se eles deixaram seus egos e o orgulho profissional ficarem no caminho da condução da verdadeira ciência, assim desacreditando completamente a ideia que eles estão tentando provar? É uma possibilidade que faremos bem em considerar.

Mas, dos seus emails liberados, é bastante claro que esses cientistas estavam manipulando dados para fazer a "ciência" se adequar as suas crenças. Eles não estavam concentrados unicamente nos fatos reais; Eles estavam interessados em encaminhar suas teorias de mudança climática usando quaisquer meios necessários - inclusive trapaça científica.




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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Aquecimento global, escândalo: Cientistas são acusados de "manipulação de dados do aquecimento global".

Aquecimento Global: isso dá medo!Image by Daniel F. Pigatto via Flickr

Cientistas do clima acusados de "manipulação de dados do aquecimento global"

Alguns dos principais cientistas do clima do mundo estão sendo acusados de manipulação dos dados sobre o aquecimento global depois que centenas de emails particulares foram roubados por hackers e publicados na rede.

Publicado em 21/11/2009


O material foi tirado dos servidores da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, Inglaterra - um centro de pesquisa de mudança climática de fama mundial - depois foi publicado em websites administrados por céticos da mudança climática.

Foi afirmado que os emails mostram que os cientistas manipularam dados para reforçar seus argumentos de que o aquecimento global é verdadeiro e está sendo causado pelas ações humanas.

Um email mostrado pelos céticos como suposta evidência disso refere-se a um "truque" sendo empregado para manipular as estatísticas de temperatura para "esconder o declínio".

A universidade confirmou ontem que dados de pesquisa tinham sido roubados e publicados na rede e disse que tinha informado a quebra de segurança para a polícia.

Um porta voz disse: "Estamos cientes que as informações de um servidor usado para pesquisar informação em uma área da universidade foram tornadas disponíveis em websites públicos.

"Por causa do volume dessas informações não podemos atualmente confirmar que todo o material é verdadeiro.

"Estas informações foram obtidas e publicadas sem nossa permissão e tomamos ação imediata para tirar o servidor em questão de operação. Estamos realizando uma completa investigação interna e envolvemos a polícia nesta investigação."

Os arquivos aparentemente foram descarregados para um servidor na Rússia e então espelhados através internet.

Uma declaração anônima acompanhando os emails dizia: "Sentimos que a ciência do clima é importante demais para ser mantida sob as cobertas. Nós, por meio disto, liberamos uma seleção aleatória da correspondência, códigos, e documentos. Esperamos que isso dê alguma percepção da ciência e das pessoas por trás dela."

Um dos emails sob escrutínio, datado de novembro de 1999, diz: "Eu acabei de completar o truque do Mike's Nature (o jornal de ciência) do acréscimo nas temperaturas reais para cada série dos últimos 20 anos (isto é, de 1981 em diante) e de 1961 para Keith esconder o declínio."

Os cientistas que são os pretensos autores dos emails em questão recusaram-se a comentar sobre este assunto.

Fonte: http://www.telegraph.co.uk

Nota: Este é mais escândalo a abalar a confiança nos prognósticos alarmistas do fim do mundo por causa do aquecimento global.

A conferência de Copenhague parece estar mesmo ameaçada depois do recuo dos Estados Unidos e da China em estabelecer metas para emissão de CO2 e agora este escândalo de falsificação de dados.

Mas para nós brasileiros continua tudo como antes, uma imprensa vendida que repete os dogmas ambientalistas como um mantra e que até agora, pelo menos que eu saiba, não deu uma cobertura adequada a esse fato importante.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática em Copenhague: Governo Mundial Comunista sem Bife e Unidade Religiosa Global sem Deus.

DesmatamentoImage by Ludmila Tavares via Flickr

Conferência das Nações Unidas sobre mudança climática em Copenhague: Governo Mundial Comunista sem Bife e Unidade Religiosa Global sem Deus.

Por Anders
Publicado em 06/11/2009 - Euro-med.dk

Sumário: A conferência de mudança climática da ONU em Copenhague de 7 a 13 de dezembro é apenas questão climática de faz de conta, apesar de que a União Europeia estar considerando a apresentação das taxas de CO2 em adição a farsa do comércio de emissão de CO2 na bolsa de valores climática de Londres (ECX). Isso é sobre concordar com uma estrutura para um governo mundial, como o Secretário Geral da ONU disse claramente. Para esse fim o discípulo do Dalai Lama na Comissão Mundial sobre Espiritualidade e Consciência Global, Al Gore, está abrindo programas de treinamento para os líderes crédulos das maiores religiões. Primeiro eles irão brigar externamente sobre a distribuição da riqueza de mais de 100 bilhões de euros. Reuniões secretas prévias estão tendo lugar entre ministros em intervalos regulares (do jeito que o parlamento dinamarquês fez quando debateu o Tratado de Lisboa com o objetivo de nos enganar no referendum). A política mentirosa - não científica – as ONG, o IPCC, vão esboçar a diretriz de CO2. Especialmente os africanos, que têm muito pouca emissão de CO2, devem ter realocação de verbas por supostamente se tornarem "refugiados do clima". Os ocidentais têm de se tornar vegetarianos, diz Lord Stern, ex-economista chefe do Banco Mundial e um socialista Fabiano. Para depois de Copenhague, a carne se tornará tão cara que não poderá ser comprada. Razão: Os animais emitem muito metano! E esse é o novo evangelho de Al Gore que afirma que o CO2 é o único responsável por 40% do aquecimento global - muito para o aborrecimento dos globalistas famintos por impostos.


O programa da Nova Ordem Mundial para o século 21 é chamado "Agenda 21". Ele é descrito como a mais radical transformação que o mundo já viu. Ele é sustentável (comunista), inclusivo, baseado em consenso (antidemocrático), redistribuirá riqueza globalmente (impostos de CO2, visto que conecta meio ambiente e economia), parceiro, bane a atividade humana de vastas áreas, junta-nos em pequenas áreas ao longo de auto-estradas e estradas de ferro em arranha-céus com o objetivo de monitorar as pessoas, sequestra uma geração de crianças para doutriná-las na religião da sustentabilidade (comunismo ambientalista). Todo país deve ser desarmado e haverá um exército permanente da ONU para esmagar rebeliões, um banco central global e uma moeda única. Democracia e liberdade já pertencem ao passado. O illuminista, membro do CFR George Soros, agora exige um governo mundial da ONU como o modelo comunista chinês.

A conferência sobre mudança climática da ONU em Copenhague tem acima de tudo um objetivo político: Governo Mundial. O The Wall Street Journal de 28/10/2009: Os países desenvolvidos enviarão um fluxo de dinheiro para os países menos desenvolvidos via ONU - um imposto de 2% sendo arrecadado nas transações financeiras... Esse (climático) tratado parece ter sido objeto de tentativas pouco comuns de cancelar seu intricado conteúdo. E... Há um bocado de rascunhos de cláusulas descritas como "alternativas" e "opcionais" que deveriam levantar a ira de países livres e democráticos preocupados com a preservação de sua soberania. Lord Christopher Monkton só ficou ciente dos extraordinários poderes a ser investidos neste Novo Governo Mundial quando um amigo encontrou uma cláusula obscura no website da ONU em um documento designado uma "Nota do Secretariado".

Mas com o intuito de atingir este objetivo, um apelo as religiões do mundo torna-se necessário pelo papa da religião climática luciferiana, Al Gore, que se tornou o primeiro bilionário do CO2 do mundo através de suas próprias políticas de CO2.

The Guardian 2/11/2009: Al Gore: "Eu fiz um programa de treinamento cristão (baseado no cristianismo); Eu tenho um programa de treinamento muçulmano e um programa de treinamento judeu está em andamento, também está em andamento um programa de treinamento hindu. Eu treinei 200 ministros cristãos e coloquei os líderes aqui em Nashville em uma versão de slide show que está repleta com referências das escrituras. E então ele mantém silêncio sobre ser um discípulo do Dalai Lama na Comissão do Mundo sobre Consciência Global e Espiritualidade/Conselho Global sobre Política Espiritual&Cidadania Global, onde ele está na companhia de um dos autores de sua bíblia, a Carta da Terra, a saber Mikhail Gorbatchev. Contudo, a fé CO2 é agora atacada de surpresa por - Al Gore, que afirma que o CO2 só é responsável por 40% do aquecimento global. Então qual é a lógica da taxação do CO2? Não obstante, um juiz britânico acabou de fazer a fé CO2 comparável a uma religião!

Por trás da ideia de um mundo comunista de redistribuição através da taxa climática permanece o Clube de Roma dos Rockefellers. Edmund de Rothschild em 1987 enriqueceu o plano através do cambalacho do CO2: "É sobre dinheiro," ele diz em um vídeo. Na Grã-Bretanha a família média será oprimida com 245,39Kg por ano devido ao imposto de CO2 na União Europeia - e isso é apenas o início!! Esta é a verdadeira agenda. A mudança climática é a maior mentira e escândalo científico da história. O Secretário Geral da ONU confirma o plano com clareza incomum.

Mas o verdadeiro objetivo do engodo do clima é criar a estrutura do Governo Mundial através da ONU, sem o qual - assim eles tentam nos amedrontar - o fim do mundo com o aquecimento global é certo dentro de um futuro próximo!

A política do clima da Nova Ordem Mundial é apenas - conspiração e mentira. Aqui está como isso é mantido unido.

Conferência de Mudança Climática COP15 da ONU em Copenhague de 7/18 de dezembro de 2009: "Ministros de mais de 20 países reuniram-se no verão de 2005 na Groenlândia com o objetivo de ver com seus próprios olhos algumas das consequências da mudança climática."
Comentário: Esse turismo político vai para a geleira Jakobshaun que está derretendo por causa da mudança da direção da corrente de Irminger - um braço da corrente do Golfo. Isso não tem coisa alguma a ver com o inexistente aquecimento global.

"Ao mesmo tempo em que se supunha que reunião proporcionaria um refúgio para os políticos conversarem uns com os outros sem restrições. De acordo com um código de conduta posto com antecedência: Não haveria documentação para consulta, nem imprensa, somente um funcionário por ministro, não haveria conclusões a ser feitas sobre nada, e posteriormente nada do que os participantes dissessem era para ser relatado.

Este refúgio para diálogo foi um sucesso, e por esta razão tem sido seguido por diálogos similares na África do Sul em 2006, na Suécia em 2007 e na Argentina em 2008.

Star Tribune.com 16/10/2009

Na sexta-feira, o Serviço Nacional do Tempo confirmou que nunca tinha havido duas primeiras semanas de outubro tão frias. Isso quebra a antiga marca de 11 graus negativos de 1875.

Resumos do Rascunho do Tratado de Mudanças Climáticas de Copenhague.

37. Os inventários nacionais serão:

(a) Tomados em concordância com os mais recentes Parâmetros do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) para os inventários do Gás do Efeito Estufa nacional.

Página 122, item 17. (a) Compensar pelos danos as economias dos países menos desenvolvidos e também compensar pela perda de oportunidades, recursos, vidas, terras e dignidade, devido a que muitos se tornarão refugiados do meio ambiente;

(b) A África, no contexto da justiça ambiental, deveria ser equitativamente compensada pelas perdas do meio ambiente, sociais e econômicas que surgem da implantação das medidas de resposta.

The Times 27/10/2009: As pessoas precisarão se tornar vegetarianas se o mundo quiser vencer as mudanças climáticas, de acordo com uma importante autoridade em aquecimento global. Em uma entrevista com o The Times, Lord Stern de Brentford disse: "Carne é um uso dissipador de água e cria um bocado de gases do efeito estufa."

Emissões diretas de metano de vacas e porcos são uma fonte significativa de gases do efeito estufa. Lord Stern, autor da influente Revista Stern em 2006 sobre o custo de parar o aquecimento global, disse que um acordo bem sucedido na Conferência de Mudança Climática de Copenhague em dezembro levaria a elevação dos custos para a carne e outros alimentos que geram grandes quantidades de gases estufa. Ele previu que a atitude das pessoas se desenvolveria até que comer carne se tornasse inaceitável. Lord Stern é um ex economista chefe do Banco Mundial e agora professor de economia na London School of Economics (isto é, socialista Fabiano). Os números da ONU sugerem que a produção de carne é responsável por cerca de 18 por cento das emissões globais de carbono.

No World System 20/10/2009: Lord Christopher Monkton, o homem que alertou muitos esta semana sobre o tratado, apareceu no programa de rádio de Glenn Beck, ele tornou claro que o tratado criará um Governo Mundial Ditatorial que terá completa autoridade sobre todas as nações pela intervenção na economia e no meio ambiente de qualquer país individual do mundo sem o seu consentimento. O tratado também permitirá a redistribuição de riqueza dos países desenvolvidos como os Estados Unidos para os países do terceiro mundo como a África. A América já está sob o manuseio do Governo Mundial em mais de uma maneira. Para compreender o que está para ocorrer na América devemos compreender o que é a Agenda 21, ela é o desenho da agenda da Nova Ordem Mundial para o século 21.

Agenda 21 é um abrangente plano de ação a ser conduzido globalmente, nacionalmente e localmente por organizações do Sistema das Nações Unidas, Governos, e os Principais Grupos em toda área na qual tem lugar os impactos humanos sobre o meio ambiente.

Resumo: "A efetiva execução da Agenda 21 vai requerer uma profunda reorientação de toda a sociedade humana, diferente de tudo que o mundo já tenha experimentado, uma grande mudança nas prioridades tanto dos governos como dos indivíduos e uma reorganização sem precedentes dos recursos humanos e financeiros. Essa mudança demandará que uma preocupação pelas consequências ambientais de cada ação humana seja integrada em uma tomada de decisão individual e coletiva em cada nível." Agenda 21: "A terra da liberdade": As zonas vermelhas não são para atividade humana ordinária. As zonas amarelas serão para fins altamente regulados.

Aqui está um resumo adicional: Neste programa de meio ambiente das Nações Unidas é afirmado:

2.1. Com o objetivo de enfrentar os desafios do meio ambiente e do desenvolvimento, os Estados decidiram estabelecer uma Nova Parceria Global. Esta parceria Compromete Todos os Estados a empenharem-se em um Diálogo contínuo e construtivo, inspirado pela necessidade de atingir uma economia mundial mais eficiente e Equitativa, mantendo em vista a crescente Interdependência da Comunidade das Nações, e que o desenvolvimento sustentável deveria se tornar um item prioritário na agenda da Comunidade Internacional. É conhecido que, para o sucesso dessa parceria, é importante superar confrontos e estimular um clima de genuína Cooperação e Solidariedade. É igualmente importante consolidar políticas nacionais e internacionais e multinacional de cooperação para adaptarem-se as novas realidades.

2.4. Os Governos reconhecem que há um novo esforço global para associar os elementos do sistema econômico internacional e as necessidades da humanidade para um meio ambiente natural seguro e estável... Em consenso.

Comentário: Sem discussão! Disciplina como de robô! As palavras em negrito dão o programa da agenda dessa Nova Ordem Mundial comunista: Redistribuição obrigatória de riqueza em um consenso forçado em nome da necessidade ambiental.

Agenda 21 - É a Admirável Nova Ordem Mundial, abolição da propriedade privada, da família, das fronteiras nacionais e soberanias bem como introduzir restrições a mobilidade. Você é culpado até que prove o contrário. As pessoas serão concentradas em pequenas manchas ao longo de estradas de ferro e auto-estradas em arranha-céus. As crianças serão educadas pelo Estado para a religião da sustentabilidade (A Carta da Terra é como "os dez mandamentos de nosso tempo" - Gorbachev). Uma geração está sendo roubada para ser doutrinada. O que é certo é decidido por consenso - não pela matemática.

Um Governo Mundial não é mais teoria da conspiração - mas a prática sendo estabelecida. Em 'Nossa Vizinhança Global “(vídeo – Our Global Neighbourhood)) isso se torna realidade: Um exército permanente sob o Secretário Geral da ONU, conselho de segurança econômica com a Organização Mundial do Comércio e o FMI, e uma moeda mundial. A agenda 21 foi assinada por mais de 100 chefes de estado. Avaliação da biodiversidade global: Áreas protegidas: 382 áreas de vida selvagem ao redor do mundo são o núcleo das áreas selvagens. 50% dos americanos são para ficar fora do limite das terras selvagens - conectados por corredores entre eles e cercados por zonas intermediárias com limitada atividade humana. Os humanos serão realocados em comunidades "sustentáveis". O ecossistema governamental deve ser reforçado pela lei.

Verdens-undergang Métodos de Propaganda do Governo.

The Daily Mail 21/10/2009: A Autoridade de Padrões de Publicidade é para investigar um anúncio controverso de mudança climática na TV que apresenta um cachorro se afogando e coelhos morrendo de sede. O Departamento de Energia e Mudança Climática (DECC) lançou um comercial como parte de seu feito na campanha do CO2.

A campanha, na forma de uma estória de ninar, começa com um pai lendo para sua filha, mas se torna em uma horrível descrição do impacto das mudanças climáticas. O pai é visto explicando que os cientistas dizem que o estranho clima 'estava sendo causado pelo excesso de CO2, que subiu para o espaço quando os adultos usavam energia'. Ouve-se ele adicionando que 'alguns lugares poderiam desaparecer debaixo do mar' acrescentando que 'crianças teriam de viver com as horríveis consequências'.

EurActiv 18/09/2009:"Todos os países, exceto os menos desenvolvidos, deveriam contribuir," a declaração dizia,"com as finanças distribuídas de acordo com a necessidade, de forma que os países em desenvolvimento recebam mais do que estão contribuindo". A comissão europeia estima que o financiamento total para ajudar as nações em desenvolvimento "poderia montar a cerca de 100 bilhões de euros anualmente por volta de 2020” (EurActiv 11/09/09). De qualquer forma os países em desenvolvimento se sentem prejudicados e exigem 700 bilhões de dólares! França e Alemanha taxarão alimentos de países que não se juntarem as metas da Conferência de Copenhague.

Comentário Max_dees

...preocupação pelas consequências no meio ambiente de cada ação humana será integrada em cada tomada de decisão individual e coletiva em todos os níveis. "Esta é a receita do Controle Total do Indivíduo em Nome da Religião do Clima - mas na verdade pelos banqueiros illuministas e suas corporações. Isto é Perda Total da Liberdade. Eles tentam nos fazer acreditar que nós devemos aos países menos desenvolvidos um insignificante débito de CO2, enquanto fomos previamente ditos que devemos a eles por causa dos dias das colônias (sem os países menos desenvolvidos ainda estaríamos no estágio da idade da pedra).
Angela Merkel parece ser a que vai atacar a farsa da Nova Ordem Mundial em Copenhague - algo que realmente preocupa o globalista Bilderberg José Barroso, como ele disse diante de seus mestres, do Conselho de Relações Exteriores (CFR).
A Conferência de Copenhague não é sobre salvar o planeta do desastre climático. É sobre a ideia, que Karl Marx de acordo com Friedrich Engels teve do illuminista da Revolução da França, Babeuf, que teve suas doentias ideias revolucionárias do programa de seis pontos de Adam Weishaupt.

A agenda 21 está claramente almejando escravizar a humanidade, concentrando-a em pequenas áreas e levando a recompensa dos diligentes e espertos para entregá-la aos banqueiros - e um pouquinho dos ignorantes e preguiçosos. Eles governarão pelo "consenso" e desarmarão todos os países e deixarão para um exército mundial dirigir o mundo junto com princípios comunistas.

A redistribuição da riqueza vai ter lugar através dos impostos de CO2, negociado na bolsa de valores climática de Londres - Rockefeller, Rothschild e Al Gore sendo os pinos mestres esperando em breve enriquecerem ainda mais na bolsa de valores climática de
Chicago.

Fonte: http://euro-med.dk/?p=11495

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