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domingo, 14 de agosto de 2011

Conheça os novos modelos de pagamento que ocuparão o mercado nos próximos anos

KLEINMACHNOW - DECEMBER 17:  A sign for Intern...Image by Getty Images via @daylifeConheça os novos modelos de pagamento que ocuparão o mercado nos próximos anos

Ranieri Santos

Ao efetuar uma compra em uma loja, você escolhe - após muito custo - o produto desejado, prova, verifica outros, até definir o grande escolhido. Este seria o processo mais chato de todos se não contassemos com o grande gargalo das compras: a hora do pagamento e suas respectivas filas. Hoje, o pagamento não implica apenas na saída de um 'suado' dinheiro do seu bolso, mas também em um oneroso processo - algumas vezes até burocrático - para sair da loja com um produto que você possa chamar de seu.


Apesar de todas as facilidades oferecidas nos meios de pagamentos atuais, com os cartões de crédito, boletos bancários, carnês, e os sistemas de pagamento virtual, como o PayPal, em breve a sua visão sobre eles será uma mera lembrança em preto-e-branco, e isso acontecerá porque já existem novos meios de pagamento invadindo o mercado.


NFC é a tecnologia de transmissão de dados por aproximação. (Foto: Divulgação)NFC é a tecnologia de transmissão de dados por aproximação.

Imagine poder pagar suas contas pela sua própria conta do Twitter, ou fazer compras em uma loja e debitar o dinheiro por meio de um identificador único que não necessita de assinaturas ou senhas? Apesar de parecer um enredo de filme de ficção, este é o futuro dos meios de pagamentos. E se pararmos um pouquinho para analisar, podemos notar que esse futuro não está tão distante assim.

Pagamentos em redes sociais

Os sistemas de pagamentos digitais pela web existentes atualmente, como o PayPal, e o PagSeguro, são grandes agregadores de meios de pagamento, onde o seu dinheiro é enviado para estas operadoras e elas se encarregam de pagar o vendedor.

Estas plataformas são proprietárias e acopladas às próprias lojas virtuais, que adquirem o serviço destas operadoras e oferecem as opções de pagamento fornecidas por eles, porém isso implica em um cadastro prévio na loja virtual, ou no próprio serviço de pagamentos.

Uma alternativa que em breve surgirá para isso é o de utilizar a sua própria conta das redes sociais, onde, a partir do seu login em redes como o Twitter ou o Facebook, você poderá efetuar o pagamento nestas plataformas citadas ou em outras.

Esta é a aposta do MercadoPago, plataforma de pagamentos do portal Mercado Livre, que procura alternativas aos meios de pagamento pelas redes sociais. Oferecendo um serviço de compras baseado em redes como o Orkut, Twitter e o Facebook, o serviço poderá fornecer ao lojista virtual a opção de incluir no seu site botões do tipo “Pagar com Orkut” e “Pagar com Facebook”.


Celulares leitores de cartão

Por quê não utilizar o seu próprio smartphone como máquina para pagamento de cartões? A empresa Square, criada pelos fundadores do Twitter, pretende fornecer à pessoas físicas ou jurídicas aplicativos que permitem o pagamento de valores a partir de dispositivos com iOS (iPad, iPhone), o sistema operacional de pequenos aparelhos da Apple; ou com Android, o sistema para celulares do Google.

Aqui no Brasil a Cielo já tem um aplicativo semelhante, podendo ser utilizado por profissionais liberais, como dentistas e psicólogos, para o recebimento de suas consultas.
A NFC já está aparecendo em alguns modelos mais modernos de smartphones

Dispositivos específicos

Desde 2004, um consórcio de empresas de tecnologia e de pagamentos desenvolveu a NFC (sigla para "Near Field Communication"). O sistema consiste em um chip que é acoplado à dispositivos móveis e pulseiras, tornando estes objetos capazes de se comunicarem com outros dispositivos de cobranças - mais ou menos seguindo o mesmo princípio dos cartões eletrônicos usados no transporte público.

Com dispositivos equipados com esta tecnologia você poderá pagar seu ingresso de futebol automaticamente, apenas aproximando o seu celular, por exemplo, da catraca do estádio.

Chip identificador

Algumas empresas já fizeram iniciativas neste sentido, onde os usuários de um determinado serviço teriam um microchip identificador que serviria como um documento universal. A Speedpass, empresa americana ligada ao setor de combustível, por exemplo, já possui um chaveiro capaz de debitar valores a partir de bombas de combustível e lanchonetes conveniadas ao sistema.
O modelo desenvolvido pela Speedpass é semelhante ao NFC, cujo pagamento pode ser efetuado pela aproximação do aparelho (Foto: Divulgação)O modelo desenvolvido pela Speedpass é semelhante ao NFC, cujo pagamento pode ser efetuado pela aproximação do aparelho (Foto: Divulgação)

Este chip se comunicaria por rádio-frequência, e conteria todas as informações do seu usuário, incluindo os documentos e os seus dados financeiros, dando-lhe a capacidade de debitar dinheiro de sua conta a partir de compras feitas em empresas filiadas a este novo serviço.
  

Mas se você pensa que isso tudo está muito distante e que é algo muito futurista, preste mais atenção à sua volta, pois muitos destes serviços já estão disponíveis em alguns locais e estão cada vez mais próximos do seu próprio dia-a-dia.

Enquanto você estiver na fila do banco, esperando para ser atendido para pagar as suas contas, lembre-se de que falta pouco para iso acabar. Em poucos anos já estaremos pagando nossas contas com o nosso "chip", ou com a conta do Facebook. Pelo celular, pelo menos, isso já é possível.

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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tecnologia NFC

Image representing iPhone as depicted in Crunc...Image via CrunchBaseOnde e como a tecnologia NFC está sendo aplicada

Já imaginou fazer compras sem cartão de crédito? Saiba tudo sobre esta tecnologia que vai mudar forma como interagimos com os objetos à nossa volta.

Você já viu aqui no Baixaki como funciona a tecnologia NFC (Near Field Communication). O sistema é bem simples de ser utilizado: apenas com a proximidade de dois aparelhos, você é capaz de realizar a troca de informações de maneira bastante segura.

Com isto, é possível captar informações de qualquer objeto em que a tecnologia fosse aplicada. Por exemplo, você pode obter informações de um cartaz ou de um display em um supermercado. Outras aplicações para a tecnologia seriam a aquisição de produtos e serviços, além de fazer parte de documentos, como a identidade ou o passaporte.

Como isso tudo surgiu?

A NFC é uma tecnologia que surgiu a partir da RFID (Radio Frequency Identification). A RFID permite a comunicação de dois aparelhos à longa distância, por meio de radiofrequência: um deles traz uma fonte de energia e age ativamente, buscando informações no outro dispositivo, que não necessita de uma fonte de energia própria para funcionar.

A Near Field Communication, como o nome sugere, limita o campo de atuação de frequências para uma distancia de até 10 centímetros. Assim, é necessário estar bastante próximo ao objeto para que haja a troca de dados. É importante observar que os dados são obtidos da fonte passiva pela fonte ativa. Assim, as informações contidas em qualquer aparelho que use a tecnologia não podem ser acessadas por outros dispositivos.

A NFC foi criada para transmitir dados de maneira mais segura. Enquanto a RFID é a melhor opção para o rastreamento de animais, por exemplo, a NFC pode ser aplicada para a realização operações bancárias, por exemplo. Isso por que a abrangência da frequência RFID poderia ser utilizada por pessoas com más intenções, para tentar obter dados sem autorização ou clonar aparelhos.

Mas como isso está sendo usado?

Se esta é uma tecnologia que pode trazer tantas facilidades para a vida das pessoas, ela deve estar presente em um gadget que esteja presente, 24 horas por dia na mão dos usuários. Por isso, a melhor aplicação encontrada até agora é a implementação da NFC em aparelhos celulares.


Em países como o Japão, já é possível conferir a tecnologia sendo utilizada no dia a dia: em Tóquio, o sistema de metrô permite que passagens sejam compradas com a aproximação do aparelho de telefone às catracas. Desta forma, objetos comuns do cotidiano transformam-se em “objetos inteligentes”, capazes de armazenar e transmitir informações.

Existem inúmeras formas de usar a NFC. Muitos acreditam que, em poucos anos, ela deve substituir os códigos de barras e até mesmo os cartões de crédito. Assim, o consumidor não precisa mais buscar por maquinas de leitura nas lojas: basta aproximar o celular para conferir o preço do produto. Ao final da compra, para efetuar o pagamento, basta ter a mesma ação em um aparelho instalado no caixa.


 A BMW apresentou um protótipo de chave que utiliza o NFC. Com ela, seria possível realizar várias atividades. Em um breve vídeo, as possibilidades são demonstradas: os usuários seriam capazes de comprar passagens de trem ou metrô usando um sistema exclusivo adaptado ao carro, além de pagar por qualquer outro serviço ou produto em pontos de venda.

Outra facilidade proporcionada por este modelo de chave seria a verificação das condições do carro, apenas com a aproximação a aparelhos com NFC. Segundo engenheiros da empresa, o sistema aplicado à chave seria ainda mais seguro do que em outros aparelhos portáteis.

Além disso, a tecnologia pode estar presente em documentos, facilitando o impedimento de acesso de adolescentes a locais como bares e clubes noturnos. Com a NFC, também seria possível assistir ao trailer de um filme, apenas colocando o aparelho celular próximo ao seu cartaz. Estima-se que a tecnologia NFC faça parte do cotidiano de usuários na América do Norte até o ano de 2015.

Gadgets com NFC

Ampliando os campos da NFC, o novo modelo da Samsung, Nexus S, traz a tecnologia já acoplada ao aparelho. Com o funcionamento no sistema Android, é possível perceber que a Google está disposta a investir nesta nova maneira de transmissão de dados.

Boatos circulam pela internet, com informações de que a Visa estaria testando na Europa um sistema de pagamento de metrô, similar ao de Tóquio, utilizando o último modelo do iPhone. Com isso, espera-se também que a nova geração dos gadgets da Apple – iPhone, iPod Touch e iPad – contem também com o sistema. Entretanto, a informação não é confirmada pela Apple.

Em contrapartida, pesquisas realizadas pela Visa, demonstram que 87% dos usuários do iPhone estariam dispostos a comprar um hardware para ser acoplado em seus aparelhos, possibilitando a realização de pagamentos via NFC.

Isso talvez possa acelerar a inclusão da tecnologia para o uso diário, transformando em poucos meses, a forma como consumimos informações e produtos. O sucesso do NFC é bastante esperado, já que o custo de produção dos dispositivos que enviam dados são relativamente baixo.

Leia mais no Baixaki: http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8173-onde-e-como-a-tecnologia-nfc-esta-sendo-aplicada.htm#ixzz1Cu4o3OFv

Nota: Todas essas tecnologias apresentadas como maravilhosas soluções para os problemas do dia a dia estão tornando as pessoas cada vez menos independentes, além de serem altamente invasivas da vida privada de quem usa.

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segunda-feira, 21 de março de 2011

Mobilidade 3.0

Image representing Docomo as depicted in Crunc...Image via CrunchBaseMOBILIDADE 3.0

Comunicação sem limite

Por Ethevaldo Siqueira em

Reproduzido do Estado de S.Paulo 13/3/2011; intertítulo do OI

Como serão as comunicações móveis de 2020? Estudos e pesquisas elaborados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) e por consultorias de renome têm a resposta a essa pergunta: o mundo poderá ter um total de 55 bilhões de dispositivos de comunicação móvel no fim desta década.

Desses 55 bilhões, cerca de 12 bilhões de dispositivos móveis serão, acima de tudo, smartphones, tablets, celulares convencionais, leitores eletrônicos (e-readers) e outros, dedicados à comunicação pessoa-pessoa e homem-máquina. Os restantes 43 bilhões de dispositivos móveis, num cenário de quase ficção, serão voltados à comunicação máquina-máquina nas mais diversas funções.

Por outras palavras, as máquinas se comunicarão muito mais com outras máquinas, numa proporção quase quatro vezes maior do que as pessoas entre si. Assim será o que já se chama de mobilidade 3.0.

Esse tema despertou o entusiasmo da maioria dos palestrantes do Congresso Mundial de Mobilidade (Mobile World Congress 2011), de 14 a 17 de fevereiro em Barcelona, que sintetizamos aqui com base nas apresentações de oito líderes setoriais, presidentes ou CEOs das maiores operadoras e corporações da área de comunicações: Randall Stephenson, da AT&T; Wnat Jianzhou, da China Mobile; Vittorio Colao, da Vodafone; Ryuji Yamada, da NTT DoCoMo; Hans Vestberg, da Ericsson; Ben Verwaayen, da Alcatel-Lucent; Eric Schmidt, do Google; e Steve Ballmer, da Microsoft.

Desafios vindouros

Como será esse diálogo entre bilhões de sensores, dispositivos móveis e máquinas? Steve Ballmer, presidente da Microsoft, afirma que a conectividade mais ampla possível dominará a mobilidade nesta década: "Nesse ambiente de mobilidade generalizada, todos os dispositivos se conectarão entre si", prevê.

Um dos melhores exemplos que conhecemos dessa comunicação entre máquinas e objetos é o sistema de localização via satélite (GPS, sigla de Global Positioning System), que já conecta quase 500 milhões de veículos em todo o planeta e é formado por uma constelação de 24 satélites do sistema GPS. Em 2020, seremos quase 4 bilhões de usuários de sistemas de navegação e localização muito mais avançados, sucessores do GPS, para orientar nossos caminhos e dizer onde estão as pessoas ou objetos que procuramos.


Outro exemplo de comunicação máquina-máquina usado em nosso dia a dia é aquele baseado na tecnologia de dispositivos de identificação por radiofreqüência (RFID, sigla de Radio Frequency Identification Devices), nos pedágios automáticos, como no sistema "Sem Parar", nas rodovias paulistas. Pois bem. No futuro, haverá milhões e milhões de sistemas RFID, até em uso pessoal e doméstico.

"Mas nem todas as operadoras, governos e reguladoras estão cientes dos desafios que comunicação máquina-máquina poderá representar nos próximos anos", adverte Hans Vestberg, presidente da Ericsson.

***
Nuvem, internet das coisas e internet semântica.

Ao longo desta década, pelo menos três avanços notáveis da internet estarão amadurecidos e vão acelerar ainda mais a mobilidade de terceira geração: a nuvem, a internet das coisas e a internet semântica.

Relembremos que nuvem significa "em algum lugar da internet" (em data centers públicos ou privados) ou a nova forma de computação conhecida como cloud computing. A nuvem nos permitirá armazenar quase tudo que hoje guardamos em nossos computadores e smartphones. Ela será o repositório quase inesgotável de nossos conteúdos pessoais, programas e aplicativos.


Tudo o que você quiser, leitor, estará disponível na nuvem: programas, jogos, filmes, aplicativos e todos os tipos de conteúdos. Um exemplo típico dos benefícios da nuvem nessa nova fase da revolução da mobilidade 3.0 é o projeto que a sueca Ericsson desenvolve com a empresa americana Akamai para criação de programas e aplicativos que permitirão aos usuários dos smartphones baixar todo tipo de conteúdo direto da nuvem.

O segundo avanço extraordinário que beneficiará a todos será a "internet das coisas" - um salto da web que estará intimamente ligado à nuvem e nos permitirá estabelecer elos virtuais ou links entre objetos materiais: livros, discos, móveis, documentos, mercadorias, produtos físicos e outros. Essa nova internet terá grande aplicação não apenas em ambiente doméstico ou industrial, mas, principalmente, em ambientes de mobilidade.

A internet das coisas permitirá que nossos carros troquem informações não apenas com os pedágios eletrônicos, mas também com outros veículos e com as estradas, com os sistemas de sinalização e de segurança. Mais ainda: poderão estacionar com precisão e segurança, sem bater nos outros nem na sarjeta.

Nossas roupas, smartphones e objetos pessoais falarão entre si e com o mundo à sua volta, com as portas, paredes e com outros aparelhos domésticos. Com a internet das coisas, o mundo viverá o auge da comunicação máquina-máquina. Bilhões de sensores falarão entre si e estabelecerão um novo diálogo com semáforos, sistemas de transporte, de segurança pública e doméstica, de vigilância de prédios e ruas, de controle do consumo de energia e outras aplicações.


A terceira inovação que vai revolucionar a web e as comunicações pessoais será a "internet semântica", que pode ser definida como um conjunto de métodos ou tecnologias que permitem às máquinas entender o significado da informação. Ou, em outras palavras, entender a semântica da informação. Esse conceito de uma internet avançada foi estabelecido por Tim Berners-Lee, o criador da teia mundial (WWW, de worldwide web), para quem essa nova internet poderá ser processada direta e indiretamente pelas máquinas.

O melhor benefício que o cidadão de 2020 terá com a internet semântica, em sua fase mais avançada, talvez sejam as pesquisas que seus aplicativos poderão fazer na web. Essas transformações terão enorme impacto na economia, na produtividade, no estilo de vida e no comportamento, em especial com a expansão acelerada do uso dos dispositivos de tecnologia pessoal, como smartphones e tablets. (Ethevaldo Siqueira)

***
Para especialistas, tablets vieram para ficar.

Na visão da maioria dos palestrantes do recente Congresso Mundial de Mobilidade de Barcelona, a comunicação móvel está ingressando na década dos tablets. Como parece óbvio, a demanda por novos conteúdos da internet vai crescer de forma explosiva e assustadora. Até há poucos anos, a internet nos oferecia um conteúdo formado, em sua maioria, por textos e dados e em volume relativamente pequeno.

Imagine, leitor, que hoje, a cada minuto são postadas 36 horas de vídeo, apenas no Youtube. Essa tendência começou com o download crescente de música, vídeo e de imagens em geral.

Num futuro próximo, tudo tende a mudar radicalmente. Além disso, ao longo da última década, o número de novos dispositivos tem sido ampliado largamente, com os laptops e netbooks com seus modems 3G, ipods, tablets e ipads.

Alta velocidade. Mesmo no Brasil, num horizonte de apenas cinco anos, estima-se que mais de 50 milhões de cidadãos estarão ingressando na era da mobilidade 3.0, com utilização crescente de seus smartphones e tablets. E a demanda de alta velocidade por volta de 2016 será, no mínimo, da ordem de 10 vezes maior do que a atual.

Nenhum usuário aceitará velocidades menores de 30 ou 40 megabits por segundo (Mbps). Eis aí o grande desafio.

As previsões de aumento de tráfego e demanda são assustadoras, ao longo desta década. Por volta de 2016, com o ritmo acelerado de expansão da banda larga em alguns países desenvolvidos, a demanda de banda larga talvez seja de 15 a 20 vezes maior do que a atual. E o mais surpreendente (ou aterrador) é que, em 2020, a demanda mundial poderá alcançar um patamar 50 vezes maior do que a atual.

Terceira revolução

Na verdade, a mobilidade 3.0 corresponde a uma terceira revolução na comunicação pessoal em todo o mundo (depois do celular 3G), deflagrada em especial por tablets e leitores eletrônicos (e-readers), que deverão ser utilizados por mais de 1 bilhão de usuários em todo o mundo em 2020, seja na recepção de TV móvel, de filmes, shows, videoconferências, comércio móvel (e-comm), transmissões esportivas ao vivo ou gravadas, download de música, de videogames, para a leitura de jornais, revistas e livros, além de todas as funções proporcionadas pelos smartphones.

Os visionários e estudiosos do futuro nessa área não têm dúvida: os tablets ampliarão em muito as funções dos smartphones. Centenas de milhões desses dispositivos oferecerão uma multiplicidade impressionante de serviços, com as funções cartões de crédito virtuais, prontuários médicos, carteiras eletrônicas, terminais de mobile-banking, de biblioteca virtual, de servidor portátil de todos os conteúdos que nos possam interessar, a qualquer momento, em qualquer lugar.

Tudo o que vemos até aqui, entretanto, não passa de uma minúscula ponta do iceberg, pois o número desses novos dispositivos tende a multiplicar-se de forma explosiva nos próximos dez anos, especialmente se contemplarmos o da comunicação máquina-máquina. (E.S.)

Fonte: Observatório da Imprensa.

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A próxima grande preocupação de privacidade: "Chips espiões" RFID

Cover of "RFID: Radio Frequency Identific...Cover via AmazonA próxima grande preocupação de privacidade: "Chips espiões" RFID

RFID, estamos mais próximos da vigilância do berço-a-sepultura do que a maioria das pessoas compreende.

Por Ms. Smith

Etiqueta de identificação de rádio frequência (RFID) é uma maneira conveniente de rastrear itens e cortar custos das companhias. Mas essa tecnologia está cada vez mais sendo usada para rastrear outras coisas, como crachás de segurança - ou mesmo pessoas - dando a ela o potencial de causar uma terrível erosão da privacidade. Rastrear pessoas com etiquetas inteligentes, suas preferências de compras, suas atividades e seus pertences pessoais soa como algo de thriller de ficção científica. Mas se você conseguiu suas roupas de baixo com etiquetas inteligentes via RFID da Wal-Mart, então você indubitavelmente estará preocupada de quão perto estamos da vigilância do berço-a-sepultura.

As etiquetas RFID atingiram um ponto de inflexão com o anúncio da Wal-Mart de que, começando no próximo mês, a varejista colocará "etiquetas inteligentes" removíveis nas mercadorias dos consumidores. As etiquetas RFID podem ser lidas por escâneres manuais para rastrear os níveis do estoque e manter o olho na prevenção de perdas. Quedas recentes no custo por etiqueta RFID encorajaram a adoção dessa tecnologia. Com Wal-Mart publicamente abraçando o RFID, você verá outros varejistas rapidamente entrar na linha.

A revolução RFID: em imagens

Se seu lixo estiver cheio com etiquetas RFID, seu lixo poderá ser explorado por Cybercriminosos (guiando-se por leitores de RFID). Talvez os consumidores devessem ser advertidos a jogar fora a etiqueta ofensiva antes de deixar o estacionamento do Wal-Mart? Eu estou honestamente menos preocupada que Cybercriminosos estarão catalogando as compras de um indivíduo através de seu lixo do que estou sobre o RFID se tornar "chip espião" - usando a tecnologia RFID para rastrear o paradeiro dos cidadãos que não têm ideia que estão sendo rastreados. Chips RFID já estão embutidos em passaportes e outros itens diários. Estes chips espiões potenciais dizimadores de privacidade podem ser do tamanho de uma partícula de poeira.

Eu não estou me queixando contra todos os usos criativos para o rastreamento RFID. Há usos para ele que não se destinam a violações de sua privacidade (embora em mãos erradas, quem sabe?). Um projeto chamado "RemeberMe" começou no início desse ano como uma maneira de gravar memórias pelo rastreamento de roupas e outros objetos etiquetando-os com RFID e códigos QR (Quick Response). Quando os donos dos objetos os doam para uma loja, um assistente de pesquisa grava histórias curtas sobre os objetos doados em um microfone: onde eles adquiriram o objeto, as memórias ligadas a eles e algumas histórias associadas. Qualquer um que participa se voluntaria a fazer assim – dessa forma a privacidade de ninguém é violada nesse caso.

Alimentos são rastreados com RFID por causa do frescor e alguma possibilidade de contaminação. Uma companhia surgiu com a caneca de café mais inteligente do mundo que tinha embutido um RFID para guardar informação da conta do dono, hábitos de compras e preferências. Talvez seu negócio tenha se utilizado de rastreamento RFID com produtos tais como o Biz Talk RFID móvel da Microsoft. Muitas companhias agora usam o rastreamento RFID, seja nos crachás dos empregados ou para rastreamento de produtos.

Quando se trata de usar RFID para rastrear humanos e nossos paradeiros, é quando fico enfurecida. Não que isso seja novidade também. Em 2007, depois que jornais relataram sobre um programa controverso projetado para compilar grandes dossiês de dados sobre quase todos os americanos, o website para Total Consciência da Informação foi derrubado. As pessoas naturalmente estranharam a invasão de privacidade.

Mas a ideia está longe de estar morta. Que tal se os governos começassem a usar RFID para emitir multas automáticas de violações? Como parte de um projeto chamado ASSET-Road, o Centro de Pesquisas Técnicas VTT na Finlândia, desenvolveu rastreamento RFID de placas de licenciamento. O projeto começou em 2008 e encerrará em junho de 2011. VTT tenta detectar congestionamento de trânsito, mas também alcançou a meta de "detectar violações de trânsito em um flash". E então o vendedor de câmera Americano de Soluções de Trânsito (ATS) baseado no Arizona, se expandiu com essa tecnologia RFID desenvolvendo bilhetes automáticos de aproximação como uma característica que breve poderá ser adicionada aos programas existentes de câmeras de velocidade. Agora acrescente isso a esse pedaço de informação: Há também carteiras de motorista que "vêm equipadas com etiquetas de identificação de radiofreqüência (RFID) que podem ser lidas através de uma maleta, bolso ou bolsa até a distância de 9 metros."

Em termos semelhantes uma companhia está utilizando RFID para rastrear os empregados. Uma companhia indiana, a Unity Infoprojects, usa etiquetas RFID para não perder de vista os assim chamados "funcionários fantasmas". O único jeito de o empregado ser pago é pela combinação da evidência do RFID e da presença física para recolher o pagamento das diárias.

E há aqueles levando essa ideia de rastrear pessoas um passo adiante. Os transponders RFID podem ser embutidos como implantes subcutâneos, semelhantes a um microchip. Microchips para rastrear nossos queridos animais de estimação são agora comuns. A Microsoft tem um Cofre da Saúde e a Google tem o Google Saúde para serviços de administração de registro de e-health e ambas estão promovendo braceletes médicos com RFID. Entre 2007 e 2009, RFID na forma de implantes Verichip foram dados a centenas de pacientes de Alzheimer para ajudar a identificá-los e notificar os profissionais de saúde no caso de uma emergência. Desde 2008, sistemas de proteção de crianças têm sido colocados em algumas crianças no nascimento para evitar que elas sejam subtraídas do hospital ou de serem dadas a mãe errada. Um novo produto RFID, "garante que o RFID seguirá você até o seu túmulo." A tabuleta de pedra do tamanho de um palmo tem uma etiqueta RFID que conversa com celulares para direcionar os usuários para um arquivo memorial da internet. E tais usos para o RFID são apenas a ponta do iceberg. Coisa Mágica, uma companhia que constroi leitores embutidos de RFID, recentemente lançou os 100 usos do RFID.

Em si mesmos, a maioria desses são "usos válidos" da tecnologia RFID. Com efeito, chips RFID são frequentemente uma tecnologia adotada devido ao bem que eles poderão fazer para a prevenção de perdas. Então novamente, a tecnologia RFID pode ser a causa de vulnerabilidades de segurança. Por exemplo, crachás de segurança com RFID podem transmitir para criminosos onde estes crachás podem ser localizados. Em um artigo sobre as identidades militares roubadas de Fort Gordon, com RFID embutidos, a Atividade de Campo de Contra-Inteligência do Pentágono liberou um relatório afirmando, "A simples posse de um cartão roubado poderia, de fato, representar um risco de segurança." 

O ex-funcionário da NSA James Atkinson, ainda imerso no mundo da inteligência e contra-inteligência, disse que o seu negócio e clientes governamentais, "frequentemente falham em reconhecer buracos na segurança que para ele parecem suficientemente grandes para dirigir um tanque através deles." Em relação ao desaparecimento dos crachás militares habilitados, Atkinson afirmou, "se um espião chegar a 91 metros de onde um material confidencial é manuseado, ele o possui. Quero dizer, ele tirou a sorte grande."

Na conferência hacker HOPE desse ano, os hackers mostraram o bem e o mal que acontece quando uma pessoa está ligada a um crachá RFID. "Esse crachá sabe para quais palestras você vai. Sabe com quem você fala. Sabe quais lugares na conferência você vai. Sabe quando você esteve lá," diz Rob Zinkov, da equipe de crachá da HOPE. Se você usa esses dados para melhorar sua própria experiência na conferência, RFID é bom. Se outro alguém usa esses dados, sem você saber, não é bom.

Rastreamento RFID de extremo-alcance (centenas de metros) será explorado e usado durante o DEFCON. Este ano também o crachá DEFCON foi descrito como "um sistema eletrônico ativo de pleno direito. Impulsionando as técnicas de fabricação até o limite e usando alguns componentes que são tão novos que quase não existem, o desenho do crachá deste ano levou a alguns riscos sérios.” Na DEFCON dos últimos anos, alguns hackers foram capazes de roubar temporariamente a identidade de outros hackers e de federais. De acordo com o Threat Level, quando um "leitor de RFID pegava um chip RFID em sua mira - embutido no cartão de acesso de uma companhia ou de uma agência do governo, por exemplo - ele pegava os dados do cartão, e a câmera tirava uma foto do proprietário do cartão."

Dispositivos de localização são suficientemente assustadores, baseados em GPS com a vasta gama que eles oferecem. Mas na maior parte você ainda tem que se inscrever para aqueles. RFID está sendo implantado ao seu redor. Tem estado se movendo vagarosamente para o objetivo final. Pode rastrear de crianças a cidadãos idosos com Alzheimer. No meio tempo ele pode rastrear suas roupas, suas compras, seu carro - até mesmo você. RFID está a ponto de rastrear todos nós, do berço a sepultura.

Fonte: www.networkworld.com   

Nota: uma notícia recente sobre o uso de identidades com microchip diz o seguinte:

Alemanha terá identidade com RFID

Cauã Taborda, de INFO Online

SÃO PAULO - O governo alemão contratou a fabricante de semicondutores NXP para fornecer chips para a nova cédula de identidade, que entra em vigor em novembro deste ano.

As novas identidades com RFID (identificação por rádio frequência), contendo o chip SmartMX, irá oferecer serviços de governo eletrônico (e-Government) e comércio além de proteção extra contra falsificação e roubo de identidade. De acordo com a NXP, mais de 150 empresas estão se preparando para oferecer serviços como banco online, compras, check-in de passageiros aéreos, declaração de impostos e registro de veículos.

A nova cédula alemã pode ser utilizada como passaporte na união européia e em países como Egito, Marrocos e Tunísia.

No Brasil, o Registro de Identificação Civil (RIC), que vai substituir o RG, ainda não possui uma data oficial de lançamento. Previsto por lei desde 1997, com tecnologia de 35 milhões de reais e chip que promete conter todas as informações necessárias do cidadão, o novo RIC deve chegar até o final do ano.

Fonte: www.info.abril.com.br

Em breve o Brasil também terá a sua, como está escrito acima. E isso é só o começo. 

                                                 


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terça-feira, 3 de agosto de 2010

A indústria farmacêutica quer usar nanotecnologia para codificar as pílulas que você engole com rastreamento de dados

A indústria farmacêutica usa nanotecnologia para codificar as pílulas que você engole com rastreamento de dados.

Por Mike Adams, editor de NaturalNews.com 

(NaturalNews) - O campo emergente da nanotecnologia está atualmente ganhando um bocado de atenção em muitas indústrias. A nanotecnologia permite aos cientistas manipular átomos e moléculas individuais e para criar materiais exclusivos e até dispositivos em escala microscópica, e isso está levando a uma ampla gama de aplicações em roupas, tecidos, eletrônica e até mesmo comida e remédio.

Parece ótimo, certo? Exceto pelo fato de que, como na modificação genética de culturas alimentares, a nanotecnologia intromete-se com a mãe natureza de um modo que é praticamente não testado para a segurança. E aqui está algo realmente bizarro: A indústria farmacêutica pode em breve começar a usar nanotecnologia para codificar comprimidos e cápsulas com marca e rastreamento de dados que você engole como parte da pílula.

Para realmente explicar como isso funciona, deixe-me simplificar como a nanotecnologia funciona, assim você verá o porquê isso é tão bizarro (e potencialmente perigoso). Invés de usar materiais e elementos como são encontrados na natureza para fabricar e construir coisas, os nanotecnologistas estão desconstruindo os blocos básicos desses materiais e elementos para fazer materiais completamente novos. Em outras palavras, os nanotecnologistas estão reconstruindo os blocos de formação molecular de nosso mundo sem saberem ainda o que farão aos humanos e ao meio ambiente.
  
As consequências de longo prazo da nanotecnologia são ainda amplamente desconhecidas porque nenhum grande estudo jamais foi conduzido sobre essa ciência emergente que prove ser ela segura. De fato, a maioria dos estudos que foram conduzidos sobre nanotecnologia mostra que ela é na verdade prejudicial a saúde e ao meio ambiente .

Mas isso não tem parado a indústria farmacêutica de potencialmente adotá-la para uso em um novo sistema de rastreamento e identificação que poderá ser integrado em vários comprimidos e cápsulas que milhões de pessoas engolem todo dia.

A propósito, também há um vídeo explicando isso em: http://naturalnews.tv/v.asp?v=93626... (o vídeo está em inglês)

Barra de código nano-codificada em cada dose     

Agora, não me entenda errado. A indústria farmacêutica não é a única indústria usando nanotecnologia, a despeito de uma completa falta de evidências de segurança. "Nanopartículas" estão presentes em protetores solares, protetores de tela, forros de plástico alimentar e outros produtos. Mas, o que é diferente a respeito de nanopartículas serem em breve encontradas em uma pílula perto de você é que elas são capazes de guardar dados a respeito de onde a droga foi fabricada, quando foi fabricada e por onde ela viajou.

É bastante semelhante aos códigos de barra usados em pacotes para monitorá-los através de suas viagens marítimas, exceto que nas drogas, é uma barra de código molecular que as pessoas estarão engolindo. Durante a digestão da pílula os bits de nano dados serão distribuídos através de seu corpo e podem se tornar alojados nos tecidos de seu corpo.  

Uma empresa que está introduzindo esse sistema para produtos farmacêuticos fala disso dessa forma em seu website:
             
"No processo de Nano Codificação, Nano Códigos são incorporados diretamente em comprimidos, cápsulas e tampas dos frascos. Estes códigos podem estar associados com uma quantidade ilimitada de dados de determinado fabricante, incluindo informação do produto (concentração e prazo de validade), informação de fabricação (data, lote e número de lote) e informação de distribuição (país, distribuidor, atacadista e cadeia).” Assim se você tomar essas drogas você estará engolindo nano "discos rígidos" que podem guardar dados - dados que serão distribuídos através de seu corpo e podem ser lidos pelos técnicos de medicina que poderão então rastrear quais drogas você tomou no passado. E qual a razão para isso? De acordo com a companhia, é para "se defender contra falsificação farmacêutica e desvio ilícito".
   
Parece uma boa ideia, certo? Infelizmente, há muito mais com essa tecnologia do que os olhos alcançam.   

Nota do editor: Atualização 1 - A companhia originalmente mencionada nesta história agora nega o que NaturalNews relatou. O texto de seu próprio website citado nessa história estava aparentemente equivocado, e eles agora afirmam que não usam nano "material" de qualquer tipo para obter sua nano codificação. Estamos removendo temporariamente o nome dessa companhia dessa história enquanto tentamos descobrir a verdade dessa questão. No passado tivemos a pressa de muitas companhias para mudar o texto de seus websites depois que publicamos uma reportagem sobre elas. Todas as citações publicadas nessa história eram 100% precisas no momento da publicação, e fizemos uma tentativa de boa fé para publicar essa história precisamente.      

Os perigos da nanotecnologia

Embora você raramente ouvirá sobre isso na grande mídia, pouco é conhecido a respeito do que as nanopartículas realmente fazem aos corpos das pessoas e ao meio ambiente no longo prazo. Estudos continuam a mostrar que as nanopartículas tendem a facilmente a acumularem-se no corpo onde elas podem potencialmente causar danos. Elas também se comportam diferentemente do que os materiais dos quais elas são derivadas e construídas, colocando riscos desconhecidos.

Pesquisadores da Universidade de Rochester descobriram em 2006 que as nanopartículas são facilmente absorvidas pelo corpo via inalação. De acordo com o relatório, as nanopartículas viajam através da cavidade nasal diretamente para o tecido cerebral onde elas se depositam e causam inflamação no cérebro. Em outras palavras, as nanopartículas atravessam muito facilmente a barreira hemato-encefálica, que é o mecanismo pelo qual o cérebro normalmente se protege de materiais externos.

O mesmo estudo, que é parte de uma investigação de 5 anos e 5,5 milhões de dólares sobre a segurança de nanopartículas, também determinou que essa micro-matéria cria seu caminho para os pulmões quando inalada.

Nanopartículas são diferentes de suas partículas mãe

O uso de nanopartículas está em ascensão baseado na suposição falha de que se os elementos e componentes dos quais elas são derivadas são considerados seguros, então as próprias nanopartículas devem também ser seguras. Mas a pesquisa revela que esse simplesmente não é o caso.  

Um estudo de 2004 descobriu que baixos níveis de fulereno, um tipo de nanopartícula de carbono usada em eletrônica e outros materiais, mudaram toda a fisiologia de peixes que foram expostos a ela. A exposição a apenas 0,5 partes por milhão (ppm) no curso de dois dias literalmente causou significativo dano cerebral a estes peixes.

"Dado o rápido ataque do dano cerebral, é importante testes adicionais e avaliar riscos e benefícios dessa nova tecnologia (nanotecnologia) antes que o uso se torne cada vez mais disseminado," enfatizou a Dra. Eva Oberdorster, autora do estudo, já em 2004.

Novamente em 2007, cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, descobriram que nanopartículas de ferro são tóxicas para as células nervosas e para a função nervosa. Embora o ferro seja um mineral necessário e que em sua forma natural beneficia o corpo, constata-se que sua nanopartícula é bastante perigosa.   

De acordo com Sungho Jin, autor sênior do estudo que foi publicado no jornal de Biomateriais, nanopartículas em geral "podem não ser tão seguras como tínhamos pensado.” Mas nenhum dos organismos reguladores da nação parece estar prestando qualquer atenção a estes estudos, ou a muitos outros que eu não mencionei que também salientam a toxicidade das nanopartículas. Em vez disso, eles permitiram que as nanopartículas invadissem nossa sociedade sem sequer a mínima garantia crível mostrando que elas são seguras.

Baseado em toda essa pesquisa, nós sabemos que as nanopartículas atravessam a pele, os pulmões e a barreira hemato-encefálica, onde elas se alojam nos tecidos do corpo. Também sabemos que suas composições diferenciadas fazem que elas sejam altamente reativas com outros materiais químicos, particularmente no corpo onde elas criam radicais livres danosos. Mas há mais nessa história... ela fica ainda pior.

As nanopartículas são seguras na comida?

É surpreendente para mim que moléculas alteradas sem nenhum respaldo científico de segurança estão agora sendo deliberadamente permitidas no fornecimento de alimentos. Pareceria inaceitável permitir o uso delas em equipamentos de fabricação de alimentos por causa do potencial para contaminação por resíduos, mas é exatamente onde elas estão sendo usadas agora.  

De acordo com um relatório do DiscoveryNews de 2009, as nanopartículas estão em toda parte no fornecimento de alimentos.  Externamente, elas são usadas na embalagem, nos recipientes, em filmes e outros materiais de armazenamento para matar bactérias e aumentar a vida na prateleira. Internamente, elas são usadas para melhorar ou alterar os sabores e texturas do alimento.

Nanopartículas estão até sendo usadas em algumas vitaminas, suplementos e outros "nutracêuticos" (um nutriente ou alimento que acredita-se ter propriedades curativas. Um alimento usado como um medicamento) para supostamente melhorar a assimilação e a distribuição de nutrientes.  

O relatório na verdade encoraja o uso da nanotecnologia nos alimentos, citando todos os possíveis benefícios (mas permanecendo silencioso sobre todos os perigos). Uma seção até apregoa a nanotecnologia como uma tecnologia "verde".

Mas a verdade real é que usar a nanotecnologia em alimentos é um experimento de concessão com um resultado desconhecido. Quando se trata de nanotecnologia em alimentos há um bocado de especulação e pseudociência sendo vendida como fato científico, mas não há realmente nenhum fato científico respaldando o suporte para o uso seguro de nanopartículas feitas pelo homem nas coisas que consumimos.    

As pessoas realmente se beneficiam com a nanotecnologia?

É bastante comum para a grande indústria persuadir o público a aceitar novas tecnologias baseadas em promessas de que elas farão sua vida melhor e mais segura. E é exatamente o que está acontecendo com a nanotecnologia: Estão nos vendendo uma relação de benefícios sobre algo que é inteiramente não comprovado.

E voltando a questão de embutir nanopartículas em drogas, o argumento inteiro do por que isso é necessário deriva da noção de que há bastante fraude de medicamentos ocorrendo, e que isso poderia ser parado somente se os medicamentos contivessem um nano código proprietário de dados que poderia ser lido dos tecidos de seu corpo. Mas isso beneficia o consumidor de alguma forma? Quem realmente pode se beneficiar com isso?

Protegendo seus monopólios  

A maioria dos leitores do NaturalNews já sabe disso, mas quando uma companhia farmacêutica cria uma nova droga, ela a patenteia de modo que nenhuma outra companhia possa vendê-la até que a patente expire. Depois de obter a aprovação da FDA para a droga, a companhia então vende por milhares de vezes mais do que o que custa para produzir. Isso é o monopólio reforçado pela FDA conhecido como a moderna indústria farmacêutica.

Como isso se vincula a nano proteção para as drogas? Visto que as drogas são exclusivamente possuídas e protegidas por patentes de 20 anos aqui nos Estados Unidos, que permite as companhias farmacêuticas cobrarem o quanto elas quiserem por elas sem nenhuma competição, a indústria farmacêutica é quem se beneficia tremendamente de uma tecnologia que assegura que ninguém mais pode "falsificar" suas drogas patenteadas.

Porque agora mesmo, todas estas imitações falsas (que na verdade são os mesmos produtos químicos sem o nome de marca) são vendidas por menos do que as drogas de marca, e algumas pessoas estão comprando elas porque não têm condições de comprar a verdadeira. Pela integração da nanotecnologia em cada um dos remédios, será mais fácil para a indústria farmacêutica verificar e controlar as drogas que as pessoas estão tomando.

Pílulas nano-protegidas podem ser escaneadas por um dispositivo de detecção que verificará sua autenticidade e as rastreará de volta até as fábricas onde foram fabricadas, os depósitos de onde foram distribuídas, as farmácias onde foram estocadas e vendidas, e assim por diante. Mas aqui está a parte onde tudo se torna um Big Brother. A mesma tecnologia de escaneamento pode teoricamente ser usada para escanear os tecidos do corpo e determinar quais drogas você esteve tomando, quem as vendeu, onde você as comprou, onde elas foram fabricadas e possivelmente até quanto tempo você as esteve tomando.

Engolindo estas pílulas nano-protegidas você está essencialmente transformando seu corpo em um disco rígido da indústria farmacêutica que está estocando todos os tipos de dados de seus hábitos particulares de medicação. Estes dados poderão ser lidos por um agente da lei ou até mesmo usados contra você em um tribunal. É como engolir tecnologia RFID que rastreia seu uso de medicação.

Tome seus remédios aprovados, ou então

Há alguns anos atrás um amigo meu me mostrou um dispositivo inteligente que usa um laser para detectar níveis de antioxidante no corpo. Ele basicamente tira uma leitura baseada na assinatura molecular dos antioxidantes em sua pele. Ele usa um laser azul para produzir um número que revela seu nível de antioxidante. (O meu foi muito alto, algo como 90.000 nessa máquina.)

Teoricamente, um dispositivo de detecção similar poderia ser usado para escanear pacientes por nano partículas para ver se eles tomaram ou não seus medicamentos do dia, da semana, ou até do ano.  Você poderia ser escaneado por um laser que você nem mesmo vê, e o governo ou qualquer pessoa poderia "ler" toda a sua história de uso de medicamentos. Esta informação poderia ser usada contra você de muitas maneiras:

* Para lhe negar emprego
* Para lhe negar cobertura de seguro de saúde.
* Para servir como evidência contra você em um tribunal.
* Para tomar suas crianças rotulando você de mentalmente instável.
* Para forçar você a tomar vacinas que você esteve evitando.

...e assim por diante. Isso é uma tecnologia da "lei de aplicação de drogas" que torna todos os seus hábitos particulares de medicação fácil e instantaneamente disponíveis para o Big Brother e os que aplicam a lei da indústria de drogas que querem que você "tome todos os seus medicamentos."

Desta maneira, essa tecnologia poderia favorecer a destruição da liberdade de saúde. O governo federal tentaria sem dúvida usar essa tecnologia para controlar sua medicação e tomada de vacinação enquanto reforçam sua obediência com escaneamento fortuito de sua mão ou outros tecidos.

Imagine esse cenário. O médico aprovado por seu governo diz que você tem uma desordem mental porque você prefere alimentos saudáveis, e ele prescreve para você uma nova droga para tratá-la. Você decide que comida saudável é normal e você se recusa a tomar a droga. Da próxima vez que você for fazer o check-up, seu médico escaneia você para verificar sua contagem de nanopartículas e descobre que você não tomou seus medicamentos. Visto que ele mandou você tomá-los e você não tomou, ele lhe dá uma multa e diz a você para começar a tomá-los ou então encarar uma possível prisão e um tempo na cadeia.

Esse cenário é inteiramente fictício no momento, mas do jeito que as coisas estão indo com o Big Brother e a indústria farmacêutica, é uma possibilidade muito real em um futuro próximo. As nanotecnologias podem ser usadas precisamente desse jeito para reforçar a obediência com coisas como a prescrição de remédios e mandados de tratamento. O Big Brother terá que acessar seus registros médicos porque eles terão sido implantados nos tecidos de seu corpo através da nanotecnologia, tipo de identificação por rádio frequência (RFID) para produtos farmacêuticos.

É um jeito para a indústria farmacêutica transformar o corpo humano em uma obediente máquina de lucro.  E está sendo comercializado agora mesmo.

Questões reais que precisam ser respondidas sobre a nanotecnologia

Não é minha intenção soar alarmista a respeito da nanotecnologia, mas sim perguntar algumas questões que têm ainda de ser respondidas. Por que a nanotecnologia foi essencialmente aprovada para praticamente qualquer uso sem absolutamente nenhum respaldo confiável mostrando que é segura? Por que a maioria dos estudos mostrando seus perigos foram ignorados pelos cientistas convencionais? Por que as nano partículas estão a ponto de começar a se mostrar em nossos produtos farmacêuticos?   

Em teoria, a nanotecnologia poderia soar como uma grande ideia, mas como eu mencionei em artigos anteriores que escrevi sobre esse assunto, nós deveríamos estar cautelosos com suas promessas sedutoras. As nanopartículas são não somente potencialmente perigosas, mas muitos de seus usos são completamente desnecessários.

Em 2004 eu escrevi artigo sobre as 10 principais tecnologias que estavam por aí na época, e a nanotecnologia não era uma delas. Meu raciocínio para isso era de que a nanotecnologia, particularmente no campo da medicina onde ela estava começando a ser mais promovida, era inteiramente desnecessária porque nossos corpos contêm suas próprias "nanopartículas" embutidas, por assim dizer, que fazem o corpo se curar naturalmente. A melhor nanotecnologia do mundo já existe dentro de você - é chamado seu sistema imunológico.

Mas a ciência decidiu em vez disso tentar projetar sua própria imitação do sistema imunológico pela construção de nanopartículas  “robôs” artificiais para fazer o trabalho em seu lugar. É um exemplo da arrogância do homem sobre a natureza. Em lugar de auxiliar a tecnologia inata do sistema imunológico do corpo humano, cientistas arrogantes querem vencê-lo com seus próprios micro-robôs mecânicos que tentam fazer o mesmo papel.

E agora, com a nano tecnologia mencionada aqui, a indústria farmacêutica poderia estar embutindo nos tecidos de seu corpo nanopartículas de dados que transformam você em um consumidor obediente de remédio de preço monopolizado cujos hábitos de medicação podem ser escaneados direto da sua pele. É isso que a indústria farmacêutica quer, é claro: Controle total sobre o seu corpo. Combinado com a intermediação direcionada aos legisladores e burocratas corruptos de Washington, a indústria farmacêutica poderá obter um "requerimento compulsório de medicação" através de todo o país, onde seja obrigatório a cada cidadão aplicar em si mesmo uma dose de remédio psiquiátrico, de estatina (remédio para baixar o colesterol) ou vacinas. Sua obediência será verificada com o escaneamento nanotech que lê os nano dados direto de sua pele, e se você for achado não obediente, você poderá ser preso e forçadamente medicado no local.

Não acha que isso é possível? Muito disso já se tornou realidade com as vacinações forçadas de crianças. Veja esse artigo escrito em 2007, Crianças reunidas como gado no tribunal de Maryland para vacinação forçada enquanto policiais armados e cães de ataque ficam de guarda. (http://www.naturalnews.com/022267.html).

A conspiração entre o Governo e a indústria farmacêutica sempre tentará descobrir uma maneira de fazer você tomar medicamentos (precise você deles ou não). Essa tecnologia de nano-proteção poderá cair direto nas mãos deles, proporcionando uma tecnologia de constrangimento e rastreamento que tornará seu corpo em um dispositivo de armazenamento ambulante da indústria farmacêutica.

É apenas mais uma razão para evitar tomar produtos farmacêuticos em primeiro lugar (como se já não houvesse suficientes!).

Veja mais no vídeo sobre isso, Big Brother monitorando sua medicação em: http://www.naturalnews.tv/v.asp?v=93626...       

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Ex-empregado da IBM revela que a TV abandonou a banda analógica para dar espaço para os chips RFID

Ex-empregado da IBM revela que a TV abandonou a banda analógica para dar espaço para os chips RFID

Por Dprogram.net

De acordo com um ex-empregado com 31 anos de IBM, a mudança obrigatória, amplamente divulgada, da televisão analógica para digital está sendo feita principalmente para liberar as freqüências analógicas e dar espaço para os escâneres usados para ler os microchips implantáveis RFID e rastrear pessoas e mercadorias através do mundo.

Assim, enquanto o povo americano, especialmente aqueles no Texas e outros estados ocupados da fronteira, tem sido inundados ultimamente com novos relatórios avisando-os para se apressarem e pegar seus passaportes dispendiosos, "carteiras de motorista melhoradas", carteiras de identidade e outros dispositivos de identificação "chipados" ou de alguma forma rastreáveis que eles estão sendo forçados a possuir, esta televisão digital/conexão RFID tem sido escondida, de acordo com Patrick Redmond.

Redmond, um canadense, manteve uma variedade de trabalhos na IBM antes de se aposentar, inclusive trabalhando no laboratório de Toronto da companhia de 1992 a 2007, depois no suporte de vendas. Ele tem dado palestras, escreveu um livro e produziu um DVD sobre o uso de um agressivo, passivo, semi passivo e ativo uso crescente de chips RFID (Radio Frequency Identification Devices) implantados em novos vestuários, em itens como lâminas Fusion da Gillette e em incontáveis outros produtos que se tornam pertences pessoais de alguém. Esses chips RFID, muitos dos quais são tão pequenos, ou menores, do que a ponta fina de um lápis, também são embutidos em todos os novos passaportes americanos, alguns cartões médicos, um número crescente de cartões de crédito e débito e assim por diante. Mais de dois bilhões deles foram vendidos em 2007.

Seja ativo, semi-passivo ou passivo, estes "chips transmissores", como eles são algumas vezes chamados, podem ser acessados ou ativados com "leitores" que podem pegar o sinal único emitido por cada chip e colher a informação dele sobre a identidade e paradeiro do produto ou pessoa, dependendo do modelo e das circunstâncias, como explicou Redmond em palestra pouco divulgada no Canadá no ano passado. A AFP obteve um DVD dessa palestra.

A bem conhecida especialista em "chips espiões", autora e apresentadora de rádio Katherine Albrecht disse a American Free Press que enquanto ela não está totalmente segura se existe realmente uma ligação sólida RFID-TV digital, "o propósito da nudança (para digital) era para liberar a largura da banda. É uma banda bastante larga, assim liberando isso se cria uma enorme faixa de freqüências."

Como é do conhecimento geral, os chips ativos têm uma fonte de energia interna e uma antena; estes chips em particular emitem um sinal constante. "Isso permite a extremidade enviar sinais de volta para o leitor, assim se eu tenho um chip RFID em mim e ele tem uma bateria, eu posso enviar um sinal para um leitor onde quer que ele esteja" Redmond afirmou em uma palestra recente, dada ao grupo patriota católico conhecido como Peregrinos de São Miguel, que é também conhecido por advogar crédito social, um dramático plano de reforma monetária para acabar a prática dos governos nacionais criarem dinheiro através de empréstimos, com juros, de bancos centrais privados. A publicação do grupo The Michael Journal advoga que os governos nacionais criam seu próprio dinheiro livre de juros. Também aborda a questão do RFID.

"O elevado uso de chips RFID vai requerer o aumento no uso do espectro UHF," disse Redmond, batendo em seu ponto essencial de que a TV vai se tornar digital por uma razão muito diferente do que as pessoas comuns supõem, "Elas vão parar de usar freqüências UHF e VHF em 2009. Tudo vai ser digital (nos Estados Unidos). O Canadá vai fazer a mesma coisa."

Explicando a preocupação principal da questão, ele continuou: "A razão porque eles estão fazendo isso é que as freqüências analógicas [VHF-UHF] estão sendo usadas pelos chips. Eles não querem sobrecarregar os chips com os sinais de televisão, assim os sinais dos chips vão tomar o lugar daquelas frequências [analógicas]. Eles planejam vender as frequências para empresas privadas e outros grupos que as usarão para monitorar os chips."

Albrecht respondeu a esta citação dizendo somente que isso parece plausível, uma vez que ela sabe que alguns chips realmente operarão nas faixas UHF-VHF.

"Bem mais de um milhão de animais de estimação já foram chipados," Redmond disse, acrescentando que todos os 31.000 policiais em Londres têm de alguma forma sido chipados também, para a consternação de alguns que querem aquele donut matinal sem ser rastreados. Londres também pode conectar o chip RFID em um passe de transporte público com o nome do usuário. "Onde está John Smith? Oh, ele está no trem do metrô no carro 32," Redmond disse.

Ele acrescentou que os chips para seguir motoristas de automóveis - enquanto o conceito está sendo combatido por diversos estados nos Estados Unidos que não querem carteiras de motoristas nacionalizadas e rastreáveis (Real ID) - aparentemente é dada como certa no Canadá, onde as placas têm sido chipadas tranquilamente. Tais etiquetas de identificação podem conter o histórico de trabalho, educação, religião, grupo étnico, história reprodutiva e muito mais.

Animais das fazendas estão progressivamente sendo chipados; além do mais, "Cerca de 800 hospitais nos Estados Unidos estão agora chipando seus pacientes; você pode se recusar a aceitar, mas está disponível," ele disse, acrescentando: "Quatro hospitais em Porto Rico já os colocaram nos braços dos pacientes com Alzheimer, e custa somente $200 por pessoa."

A Verichip, uma grande fabricante de chip (os dispositivos ás vezes também são chamados Spychips) descreve seu produto em seu website: "Cerca de duas vezes o comprimento de um grão de arroz, o dispositivo é tipicamente implantado acima da área do tríceps do braço direito do indivíduo. Uma vez escaneado com a frequência adequada, o Verichip responde com uma frequência única de 16 dígitos que poderá então ser conectada com a informação acerca do usuário mantida em um banco de dados para verificação de identidade, registros médicos e outros usos. O procedimento de inserção é executado sob anestesia local no consultório de um médico e uma vez inserido é invisível a olho nu. Como um dispositivo implantado usado para identificação por uma terceira parte, tem gerado controvérsia e debate."

Os círculos continuarão se ampliando, redmond prevê. Chipar crianças "para se capaz de protegê-las," Redmond disse, "está sendo promovido na imprensa." Depois disso, ele acredita chegará a: chipar os militares, chipar os vigaristas do bem-estar, chipar os criminosos, chipar os trabalhadores que fazem corpo mole, chipar os pensionistas - e depois todos os demais sob qualquer razão é citado pelo governo e corporações altamente protegidas que esperam fazer bilhões de dólares a partir desta tecnologia. Enquanto isso, o conceito é comercializado pela mídia corporativa que, longe de ser um cão de guarda de vigilância do estado, é parte dela, bem como a mídia dá livre publicidade a programas de vacinação humana sem uma análise crítica sobre possíveis danos e efeitos colaterais das vacinas.

"Essa é a primeira vez que ouvi isso," um funcionário da Comissão Federal de Comunicações afirmou, quando a AFP (agência France Press) perguntou a ele sobre a questão RFID-DTV em 2 de junho. Preferindo o anonimato, ele acrescentou: "Eu não estou de todo ciente de isso ser a causa (de mudar para a TV digital)."

"Nigel Gilbert da Academia Real de Engenharia disse que por volta de 2011 você poderá ser capaz de entrar no Google e descobrir onde alguém está a qualquer hora a partir de chips nas roupas, em carros, em telefones celulares e dentro de das próprias pessoas," Redmond também disse.

Fonte: http://dprogram.net

Nota: É realmente a era do Big Brother. A geolocalização está sendo implantada em todo o mundo como uma coisa inocente e até útil para localizar amigos, lojas e restaurantes, por exemplo.

O Twitter, o Google e diversas marcas de celular já vêm com GPS embutido. O simples fato de você deixar o celular em standby já permite que você possa ser rastreado, em breve estarão em funcionamento novos sistemas de GPS que determinarão a localização com apenas centímetros de erro.

A pressa de governos em mudar a rede de transmissão de analógica para digital já deixa uma suspeita no ar. No Brasil a pressa é tamanha que o governo está interferindo diretamente no mercado de conversores de sinal. Não deveria ser o mercado a definir a mudança de sinal de acordo com a aceitação do consumidor? Há algo de pôdre no reino da Dinamarca, como já dizia Shakespeare.

domingo, 30 de maio de 2010

Primeiro humano 'infectado com vírus de computador'.

Microchip rfid riceImage via Wikipedia

Primeiro humano 'infectado com vírus de computador'.

Por Rory Cellan-Jones

Correspondente de tecnologia, BBC news

Um cientista britânico diz que ele é o primeiro homem no mundo a se tornar infectado com um vírus de computador.

Dr. Mark Gasson da Universidade de Reading contaminou um chip de computador que foi depois inserido em sua mão.

O dispositivo, que habilita ele a passar por portas de segurança e ativa seu telefone celular, é uma versão sofisticada dos chips de identificação usados para rastrear animais de estimação.

Em experiências Dr. Gasson mostrou que o chip era capaz de passar o vírus do computador para sistemas externos de controle.

Se outros chips implantados tivessem então conectados ao sistema eles também teriam sido corrompidos, ele disse.

Alerta médico

Dr. Gasson admite que o teste é uma prova do princípio, mas ele acha que isso tem implicações importantes para o futuro, onde dispositivos médicos tais como marcapassos e implantes cocleares se tornam mais sofisticados, e arriscam ser contaminados por outros implantes humanos.

"Com os benefícios desse tipo de tecnologia vêm os riscos. Nós podemos melhorar a nós mesmos de algum jeito, mas bem como as melhorias com outras tecnologias, telefones móveis, por exemplo, elas se tornam vulneráveis a riscos, tais como problemas de segurança e vírus de computador."

Dr. Gasson prevê que um uso mais amplo será feito da tecnologia implantada.

"Esse tipo de tecnologia tem sido comercializada nos Estados Unidos como um tipo de bracelete de alerta médico, assim se você for encontrado inconsciente você poderá ser escaneado e seu histórico médico trazido."

Professor Rafael Capurro do Instituto Transfer-Steinbeis de Ética da Informação na Alemanha disse a BBC que a pesquisa era "interessante".

"Se alguém puder conseguir acesso on line a seu implante, poderia ser grave," ele disse.

Cirurgia Cosmética

Professor Capurro contribuiu para um estudo ético em 2005 para a Comissão Europeia que visava o desenvolvimento de implantes digitais e o possível abuso deles.

"De um ponto de vista ético, a vigilância de implantes pode ser tanto positiva quanto negativa," ele disse.

"A vigilância pode ser parte do cuidado médico, mas se alguém quiser fazer mal a você, poderia ser um problema."

Além disso, ele disse que deve haver cautela se implantes com capacidades de vigilância começarem a ser usados fora do ambiente médico.

Contudo, Dr. Gasson acredita que haverá uma demanda para essas aplicações não essenciais, assim como as pessoas pagam pelas cirurgias cosméticas.

"Se pudermos encontrar uma maneira de melhorar a memória de alguém ou seu QI então há uma possibilidade real de que as pessoas escolherão ter esse tipo de procedimento invasivo."

Dr. Gasson trabalha na Escola de Engenharia de Sistemas da Universidade de Reading e apresentará os resultados de sua pesquisa no Simpósio Internacional para Tecnologia e Sociedade na Austrália no próximo mês. O Professor Capurro também falará no evento.

Nota: Este ano começarão a ser emitidas as carteiras de identidade com microchip embutido, contendo informações essenciais sobre a vida do portador da carteira. A propaganda enganosa do governo é que ela é mais segura por ser digital e mais prática por acomodar em um só documento todos os números de documentos como CPF, carteira de trabalho, de motorista e passaporte.

Se até um microchip RFID de implante pode ser hackeado e infectado por vírus, qual a garantia de que os dados contidos no microchip da identidade não poderão também ser acessados ilegalmente? Nenhuma garantia. A vantagem para o governo é que estaremos mais acessíveis e fáceis de ser vigiados.


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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Escravizando a raça humana com a tecnologia do microchip


Escravizando a raça humana com a tecnologia do microchip

Por Melvin Sickler

Publicado por MichaelJournal.org

Por anos tem sido lei em Toronto, Ontário, que todos os animais domésticos têm de ser microchipados assim os donos poderão ser localizados em casos desses animais se perderem. Então na província de Quebec, foi passada uma lei requerendo que todos os animais das fazendas fossem microchipados se quisessem vendê-los no mercado. Isso era para saber a procedência e ficar de olho em cada animal do nascimento até que ele seja abatido.

O cartão inteligente existe há vários anos. Ele é do tamanho de um cartão de crédito regular, exceto que ele contém um microchip do tamanho de um grão de arroz. Ele é um cartão de conveniência, porque você pode colocar sua conta bancária nesse microchip e comprar e vender a seu bel prazer. Mas, é claro, se você perder esse cartão, você perderá a conta bancária que ele contém.

Mas foi depois dos ataques de 11 de setembro que a tecnologia do microchip realmente se tornou desenvolvida em todas as formas.

A máquina de imagem de dedo

Em maio de 2002, foi relatado em Houston, Texas, que os fregueses da loja Kroger estavam comprando suas mercadorias sem dinheiro, cheque, nem cartão de crédito, mas estavam usando uma nova máquina chamada Secure Touch-n-Pay (algo como seguro toque e pague). É uma máquina de imagem de dedo, oficialmente conhecida como sistema biométrico eletrônico de processamento de transação financeira. A impressão digital é escaneada e as compras são automaticamente debitadas de sua conta.

Foi também em maio de 2002 que foi anunciado que pelo implante de eletrodos da espessura de um fio de cabelo nos cérebros de ratos, cientistas americanos criaram roedores controlados remotamente que podiam ser comandados para virar, subir, pular ou passar por pilhas de entulho, um avanço que eles dizem que poderia algum dia ajudar nos esforços de busca e resgate.

A Nova Carteira de Identidade Digital

Em setembro de 2002, uma nova carteira de Identidade Digital foi apresentada, que eventualmente será imposta a todos os cidadãos americanos. Na parte superior esquerda dessa carteira estão as palavras "Identificação dos Estados Unidos" com a letras USID. Depois as palavras "Departamento de Segurança Interna" aparecem, sob as quais está o número de seguro social, e sob este, a data de nascimento. Depois há o nome do indivíduo com estatística básica incluindo a cidade de residência. Na Parte direita da carteira há uma foto gravada a laser com o dispositivo de identificação de rádio frequência na testa do indivíduo.

Mais de 30 países, da Itália a Malásia, já apresentaram carteiras de identidade "inteligentes" como essa. Espera-se que visitantes estrangeiros que queiram visitar os Estados Unidos tenham esse tipo de carteira para estarem habilitados a entrarem no país.

O VeriChip

Em outubro de 2002 a Applied Digital Solutions lançou uma campanha nacional para promover o VeriChip, um microchip do tamanho de um grão de arroz, mas que pode ser implantado em humanos. Um seleto grupo de pessoas já foi "chipado" com dispositivos que abrem portas automaticamente, ligam luzes, e desempenham outros milagres de baixo nível.

O pesquisador Kevin Warwick da Universidade Reading na Inglaterra é um desses indivíduos proeminentes que é um proponente importante dos usos potenciais quase ilimitados de tais chips. A família Jacobs de Boca Raton, Flórida, também teve fama nos noticiários nacionais por ter sido microchipada.

Etiquetas RFID

Há também uma nova tecnologia de rastreamento que será usada para etiquetar cada produto no mundo. O nome genérico para esta tecnologia é RFID, que representa os chips para identificação por rádio frequência. As etiquetas RFID foram a princípio encolhidas para a metade do tamanho de um grão de arroz.

Em 14 de fevereiro de 2007 a Hitachi apresentou os menores e mais finos chips RFID do mundo, que medem apenas 0,05x0, 05 milímetros. O dono do record anterior, o mu-chip da Hitachi, é de apenas 0,4x0,4 milímetros. Dê uma olhada, na figura, no tamanho da etiqueta mu-chip RFID na ponta de um dedo humano. (Sim, é a minúscula mancha preta!)

Agora, compare este com as novas etiquetas RFID. As etiquetas "tipo pó" são umas sessenta vezes menores (do que aquele reproduzido na figura acima). Os novos chips RFID têm uma memória ROM de 128 bits para armazenar um número exclusivo de 38 dígitos, como seus predecessores. Eles ouvem uma consulta por rádio e respondem transmitindo seus códigos exclusivos de identificação. Assim que você sai de uma loja com itens que têm suas etiquetas de RFID, os leitores de RFID nas portas registrarão os itens que você comprou, automaticamente faturando da sua conta sem o recurso do dinheiro. Computadores na porta também pegarão seu chip habilitado com GPS para sua identidade e comparam seu código e-PC para faturar sua conta.

Esses dispositivos poderão também ser usados para identificar e rastrear pessoas. Por exemplo, suponha que você participou de algum tipo de protesto ou outra atividade organizada. Se as agências de polícia dispersarem essas etiquetas ao redor, cada indivíduo poderá ser rastreado e mais tarde identificado a vontade com poderosos escaneadores de etiquetas. Esse novo RFID "pó" é tão pequeno que pode ser usado em qualquer produto, ou ser incorporado em papel fino, como aquele usado em dinheiro.

Mais microchipagem de humanos

Agora foi relatado na edição de 9 de janeiro de 2007 do "The Canadian" em um artigo de Lucien Desjardins que médicos nos Estados Unidos e Europa estão secretamente propondo ter microchips implantados em recém nascidos. Foi revelado pela Dra. Kilde que o então primeiro ministro Olof Palme da Suécia já tinha dado permissão em 1973 para implantar em prisioneiros e o ex-diretor da inspeção de registros Gen. Jan Freese revelou que os pacientes de casas de repouso foram implantados em meados dos anos 80.

Uma coisa ruim sobre ter microchips implantados em alguém é o fato de que você poderá assim ser seguido em qualquer lugar do mundo. De acordo com a Dra. Kilde, "Os microchips de hoje operam por meio das ondas de rádio de baixa frequência que os atingem. Com a ajuda de satélites a pessoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar do globo." De acordo com a Dra. Kilde, as funções cerebrais também podem ser remotamente monitoradas por supercomputadores e até alteradas através da mudança das frequências.

O plano global

Há alguns meses atrás, o diretor de filmes e documentários Aaron Russo afirmou em uma entrevista de rádio que ele foi abordado por Nick Rockefeller e convidado a se juntar ao Conselho de Relações Exteriores (CFR). Russo se recusou, mas perguntou a Rockefeller: "Qual o significado de tudo isso? Você tem todo dinheiro do mundo que precisa, você tem todo poder que precisa, então qual é o significado, qual é o objetivo afinal?" Rockefeller respondeu (parafraseando): "A meta final é ter todo mundo chipado, para controlar a sociedade inteira, para ter os banqueiros e as pessoas da elite controlando o mundo."

Alguns podem argumentar que não há maneira de toda população aceitar ser microchipada, que soa muito como uma fantasia de ficção científica. Mesmo assim nós sabemos que isso é exatamente o que o programa de um só povo do mundo é!

Possíveis abordagens

Então qual tipo de abordagem eles tomarão para nos fazer aceitar o microchip? Kevin Haggerty escreveu um artigo intitulado "Uma geração é tudo que eles precisam" na edição de 10 de dezembro de 2006 do Toronto Star, dando um cenário de chips sendo primeiro implantados em membros de grupos estigmatizados como pedófilos, terroristas, traficantes de drogas, pessoas que a sociedade considera serem os "piores dos piores". Então os indivíduos acusados serão rotulados para impedí-los de fugir da justiça. Prisioneiros darão as boas vindas a esse desenvolvimento, uma vez que somente presidiários chipados serão elegíveis para condicional, liberação de fim de semana, ou punição física.

Mas isso somente cobrirá um pequeno segmento da sociedade. Outros grupos estigmatizados terão como consequência de ser atingidos, como aqueles na assistência social, por exemplo. Os receptores da assistência social precisarão ser monitorados para reduzir a fraude, aumentar a eficiência e assegurar que os pobres não recebam benefícios "imerecidos".

Empregados começarão então a esperar implantes como condição para conseguir um trabalho. Os militares americanos liderarão o caminho requerendo chips para todos os soldados como meio de melhorar o comando e controle no campo de batalha - e identificar restos humanos.

Depois o grande setor de segurança seguirá. Guardas de segurança, oficiais de polícia e funcionários do sistema correcional espera-se que todos terão um chip. Indivíduos com trabalhos sensíveis se encontrarão na mesma posição. A mídia então provavelmente forjará um caso sobre uma criança que foi abduzida e abusada ou assassinada de modo que os pais vão querer que todas as suas crianças sejam chipadas. Hospitais então começarão a requerer um chip a fim de permitir tratamento médico.

Negócios especiais serão oferecidos aqueles que estão chipados. Companhias oferecerão descontos para indivíduos que pagarem usando fundos guardados em seus chips embutidos.

A nova tecnologia doméstica exigirá um chip para operar os apetrechos domésticos do dia a dia. Encontrar um computador ou um dispositivo que funcione através da antiquada tecnologia de "uso das mãos" se tornará progressivamente mais difícil. Ter um chip terá de ser quase um dever para participar nas principais dinâmicas da vida moderna, como fazer compras e dirigir.

Aqueles que ainda recusarem a receber um chip serão acusados de tentar esconder alguma coisa. Eles terão também de constantemente lidar com atrasos e inconvenientes reservados para os não chipados.

Depois, como um último recurso, aqueles que ainda se recusarem a receber um chip serão declarados inimigos do estado e levados para campos especiais onde serão torturados e mesmo assassinados se eles não se submeterem ao "anticristo" que exigirá que todos os habitantes da terra sejam chipados. Então o que pode começar como sendo supostamente uma coisa boa terminará se tornando um caminho para escravizar a humanidade.

Fonte: http://www.michaeljournal.org/enslaving.asp


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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Carteira de identidade alemã terá microchip


SÃO PAULO – Em novembro deste ano, a carteira de identidade em uso na Alemanha será substituída por novo modelo com funções de assinatura eletrônica.

Ela terá a mesma forma e tamanho de um cartão de crédito e, além de permitir a verificação da identidade de forma mais rápida, poderá ter aplicações para compras online e telefonia.

Entre os parceiros do governo estão os institutos Fraunhofer's FOKUS e Fraunhofer Institute for Secure Information Technology SIT. Nessas instituições, os pesquisadores testam a segurança e a funcionalidade dos novos modelos.

A carteira de identidade contará com um chip RFID, e seus dados poderão ser lidos wireless. Para garantir que somente pessoas autorizadas tenham acesso a eles, a informação é protegida por criptografias e protocolos seguros.

O dono do cartão também tem um PIN, código de seis dígitos que autentica o usuário.
Entre as vantagens apontadas está a validação de identidades na Internet (eID) para aumentar a confiança das transações online.

Com seu PIN, o cidadão ativa a eID e pode, além de fazer compras, realizar ligações VoIP. Se os bancos oferecerem o uso da eID, também é possível fazer transações via telefone mais seguras – inclusive para o banco, que tem a certeza de que, do outro lado da linha, está o cliente.

Desde 1º de janeiro, empresas e instituições podem participar dos testes realizados com a nova tecnologia. No futuro, ela poderá ser aplicada também a autenticação via celular: bastaria que o chip RFID da identidade fosse lido pelos aparelhos móveis.

Fonte: info. abril.com. br

Nota: O uso de microchips em documentos está se tornando irreversível. Cada vez mais governos estão implantando essa tecnologia em documentos de seus cidadãos; são documentos de identidade, passaportes e cartões de crédito, todos estão aprimorando o uso e ajudando a disseminação da codificação das pessoas.

Em breve quem não possuir um documento com microchip não poderá realizar nenhuma atividade civil ou comercial, porque não estará nos bancos de dados dos governos nem das instituições financeiras. Será um pária, totalmente invisível.

16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mäo direita, ou nas suas testas,

17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis. Apoc. 13:16,17



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