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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O homem é uma “espécie invasora”? Sua inteligência e sua civilização uma desgraça para o planeta?

O homem é uma “espécie invasora”? Sua inteligência e sua civilização uma desgraça para o planeta?


Por vezes, o tratamento que o ambientalismo dispensa ao homem e à civilização atinge abismos que parecem demasia anti-humana.

Certos arautos desse movimento ostentam uma ferocidade estarrecedora. Na coluna ao lado há alguns exemplos.

Essa predisposição anti-humana é descrita, também, no artigo “Ser humano: espécie invasora?” do Dr. José Eustáquio Diniz Alves, colunista do Portal EcoDebate, Doutor em demografia e professor titular do mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE.

De início, o articulista constata um fato reconhecido desde os filósofos gregos pelo menos, passando por São Tomás de Aquino até nossos dias:

O corpo humano quando comparado com o dos animais patenteia inferioridade de recursos para a supervivência. O homem nasce muito débil sem poder se alimentar a si próprio. Sua pele é delicada: não tem couro, pelo, plumas ou outra proteção. Não nada, não voa, não corre muito, não tem garras, venenos ou outros recursos para se defender ou pegar animais.

Entretanto, ele possui algo muito mais poderoso: a inteligência que lhe permite raciocinar, criar, desenvolver culturas e civilizações e dominar a natureza. Plantar, caçar e domesticar animais, pescar, fazer uma casa aconchegante, fundar cidades, melhorar as condições de vida em todos os sentidos.

Até aqui a concordância de uns e outros é muito grande. Porém, na hora de emitir um juízo sobre essa inteligência o ambientalismo assume uma atitude vertiginosamente contrária ao senso comum.

Possuir inteligência foi para os grandes filósofos da Antiguidade o sinal da natureza espiritual e do destino imortal do homem.

Para a teologia bíblica hebraico-cristã, foi sempre a prova de que o homem está dotado de uma alma espiritual destinada a viver eternamente e atingir a contemplação gozosa do próprio Deus. Por isso mesmo, o homem é posto no centro e tido rei da Criação.

A inteligência é o próprio fundamento de todo direito da natureza humana.
Ato pela "libertação animal"

Porém, o ambientalismo apregoa uma visão em tudo oposta: essa característica exclusiva do homem que o enobrece por cima de todo animal ou vegetal seria uma espécie de desgraça ou maldição para o planeta.

Assim apresenta essa interpretação o prof. José Eustáquio Diniz Alves no referido artigo, após descrever as fases presumidas da expansão humana sobre a face da Terra:
“A natureza do continente americano sofreu muito com a chegada humana, especialmente após o crescimento do volume de pessoas.

“Por exemplo, as migrações humanas que chegaram à ilha de Páscoa (Rapa Nui), pertencentes atualmente ao Chile, acabaram por destruir a natureza local e a própria civilização da terra dos Moais.

“A civilização Nasca no Peru, além de fazer as famosas linhas de Nasca, contribuíram para a degradação ambiental ao cortar as árvores locais que resistiam à pouca precipitação pluviométrica.

“Mas foi após a chegada de Cristóvão Colombo que os danos ao meio ambiente se intensificaram e a crise ambiental se agravou progressivamente.

“Em Galápagos, os equatorianos, durante mais de um século, mataram as tartarugas para fazer óleo e iluminar as cidades (como Guayaquil e Quito).

“Das diversas espécies de tartarugas, uma tem uma dramática extinção, pois só havia sobrado o “solitário George” (último exemplar da espécie), que morreu no mês passado.

“Além disto, houve a introdução de diversas espécies invasores de plantas e bichos que destruíram grande parte da riqueza natural do arquipélago.

“Em dimensão bem maior, os Estados Unidos da América (EUA) são campeões mundiais de destruição ambiental e estão afetando, não só o seu território, mas o clima do Planeta.

“No Brasil, 93% da Mata Atlântica foi destruída a ferro e fogo.

“Outros biomas, como o Cerrado, os Pampas e a Amazônia estão indo pelo mesmo triste caminho.

Os rios das grandes cidades foram destruídos ou simplesmente viraram canais de esgoto, como os rios Tietê, Carioca e Arrudas, respectivamente, em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Os exemplos do impacto negativo da população humana são muitos e dramáticos.


A destruição do solo, das águas e do ar se espalha com grande velocidade, destruindo a riqueza biológica e as espécies nativas e endêmicas.


Por isto, alguns pensadores estão reavaliando o papel das migrações e até considerando o ser humano uma espécie invasora.

“As espécies invasoras são aquelas oriundas de outra região ou bioma, e que se adaptam e proliferam muito bem no novo ambiente, competindo com as espécies nativas por nutrientes, luz solar e espaço físico.

“Em geral, elas modificam o ecossistema original e reduzem a biodiversidade. Por falta de predadores naturais, as espécies invasores multiplicam sua presença como uma praga.

“Por exemplo, o filósofo britânico John Gray, em entrevista à revista Época (29/05/2006), apresenta um prognóstico pessimista sobre a humanidade:
A espécie humana expandiu-se a tal ponto que ameaça a existência dos outros seres. Tornou-se uma praga que destrói e ameaça o equilíbrio do planeta.

“E a Terra reagiu.
O processo de eliminação da humanidade já está em curso e, a meu ver, é inevitável.


“Vai se dar pela combinação do agravamento do efeito estufa com desastres climáticos e a escassez de recursos.

A boa notícia é que, livre do homem, o planeta poderá se recuperar e seguir seu curso”.

O homo sapiens – majora o prof. José Eustáquio Diniz Alves – utilizou o cérebro para construir uma avançada civilização planetária, mas tem utilizado a sua inteligência de maneira instrumental e egoísta.


O impacto humano já ultrapassou a capacidade de regeneração de todos os continentes.

“Não há mais fronteiras para novas migrações.

Será que o homo sapiens que se espalhou pelo Planeta (chegando por último ao continente americano) pode ser classificado como uma espécie invasora?

“Ou haverá uma forma evitar seus efeitos daninhos?”
A pregação dessas visualizações tão depreciativas do ser humano, não pressagia catástrofes tal vez iguais ou comparáveis às descritas no “Livro Negro do Comunismo”, precedidas elas também por ideologias que reduzem o homem a mais um animal, puramente material, em evolução?


Postado por Luis Dufaur

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

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terça-feira, 19 de junho de 2012

Rio+20: o gênero humano: um inimigo da sustentabilidade a ser dizimado?




Rio+20: o gênero humano: um inimigo da sustentabilidade a ser dizimado?

Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” dos chefes de Estado na Rio+20 para agir sobre a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra.

Não é a primeira vez que esse objetivo pasmoso é enunciado publicamente. O perigo está em que ele possa passar em meio à confusão em que se desenvolve a reunião mundial sobre o “desenvolvimento sustentável”.

De fato, a militância ecologista prega há tempos que a humanidade atingiu um número “insustentável”.

Com argumentos especiosos expostos com graus de radicalidade diversa, ela trabalha para que a Rio+20 adote em sua declaração final uma política decidida para reduzir o gênero humano.

É o que temem numerosas organizações pela vida no mundo inteiro. Elas apalpam a ameaça  rastejando entre as sinuosidades das discussões sobre o documento final do evento.

O tema é explosivo e os representantes governamentais evitam falar de público.


“Não há como o planeta sustentar nove bilhões de pessoas com renda de US$ 20 mil cada”, declarou recentemente o ex-ministro, embaixador e deputado Antonio Delfim Neto. (“O Globo”, 11.5.2012)

“Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ... Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional … compulsivo se os métodos voluntários fracassam”, escreveu há já tempo Paul Ehrlich no livro “The Population Bomb” (Ballantine Books, 1968) considerado uma das “Bíblias” do ambientalismo.

“Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana”, acrescentou David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!', citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990.

E o estarrecedor objetivo foi mais recentemente confessado por David Attenborough, diretor da Ong 'The Optimum Population Trust':

“Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana. Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais”. (The Telegraph, 14.4.2009).

John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama não ficou na teoria e propôs um método de ação para reduzir compulsoriamente a humanidade:

“um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’”.

E Ted Turner, o magnata da mídia fundador da CNN, avançou números: “o ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.”

Estas propostas que soam como altamente criminosas não passariam de frases de extravagantes membros do “jet-set” ou da política se não tivessem encontrado eco nas mais altas esferas das Nações Unidas, sob cuja égide acontece Rio+20.

Ex-frei Leonardo Boff, "teólogo" do ambientalismo anti-humano
O ex-frade Leonardo Boff transformou esse viés anti-humano em “teologia”.  E foi convidado oficialmente a expô-la na 63ª sessão da Assembleia Geral da ONU (22.4.2009) para fundamentar o projeto que instituiu o Dia Internacional da Mãe Terra aprovado pela unanimidade dos 192 representantes presentes.

O ex-frei apelou para uma muito contestável e cerebrina suposição – The Earth Overshoot Day, ou Dia da Ultrapassagem da Terra – segundo a qual em 23.9.2008 a Terra ultrapassou em 30% sua capacidade de reposição dos recursos que necessitamos para viver. Direto: não sustenta mais a humanidade.

Desde então, segundo o teólogo da libertação, a situação só piora. “Já encostamos nos limites físicos da Terra. Um planeta finito não pode suportar um projeto infinito”. Obviamente, nem explicou como faz para se sustentar, se é incapaz de fazê-lo.

O “teólogo” excogitou um sofisma panteísta para dizer o que não é dizível sem apelar para Hitler, Stalin ou Mao: a Terra é um só ser vivo, independente do número dos homens.


“Ela mesma é viva – pregou –, um superorganismo que se autoregula para manter um equilíbrio favorável à existência e à persistência da vida. (...) aduzamos um exemplo do conhecido biólogo Edward Wilson: “num só grama de solo, ou seja em menos de um punhado de terra, vivem cerca de 10 bilhões de bactérias, pertencentes a seis mil espécies diferentes” (A criação, 2008, 26).
Delírios extremistas entram na grande mídia
Delírios extremistas entram na grande mídia

Os bilhões podem desaparecer ou aparecer, a vida perdura. “O ser humano representa aquela porção da própria Terra que, num momento avançado de sua evolução e de sua complexidade, começou a sentir, a pensar e a amar. (...) o ser humano é a Terra...”

Os indivíduos que sentido fazem nessa visão ecolo-panteísta? São mero número que pode aumentar ou diminuir segundo cálculos estatísticos do governo universal “verde”.

Pasma, entretanto que os mesmos slogans anti-humanos tenham sido assumidos pela revista “Veja” no artigo “Gente um tabu a ser enfrentado”  no número especial sobre “As reais questões ambientais que afetam as pessoas aqui e agora foram esquecidas” (20.6.2012).

Quando afirmações dessa ferocidade saem das câmaras obscuras da utopia e aparecem à luz do dia, é sinal que a hora do investida final chegou.

No blog de Jeanne Smiths encontramos a fórmula com que se tenciona efetivar esse viés anti-humano ou anti-humanidade na Rio+20. Essa análise, não é só de Jeanne Smiths mas de muitos outros grupos que vêm lutando pela vida no mundo todo.

Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Eis a fórmula expressa na linguagem hiper-técnica dos documentos da Onu, sob a qual se esconde o plano, segundo Smiths:

“Fornecer o acesso à saúde reprodutiva integral e programas de planificação familiar para todos. Esta questão exige verbas suplementares substanciais e uma atenção política por porte dos governos e dos doadores internacionais”.

A campanha para reduzir a humanidade será acrescida por uma “nova economia verde” mal explicada que visa reduzir também os “estilos de consumo nefastos”.

Feng Jianmei grávida de seu segundo filho
foi pega pela polícia e obrigada a abortar.
A China está na frente do controle compulsivo da natalidade
para reduzir drasticamente a população.
Na foto: a jovem mãe com o cadáver do filho.


O presidente do grupo de academias que citamos no início do post, Charles Godfrey, membro da Royal Society britânica declarou à imprensa:

“Durante tempo demais a população e o consumo ficaram afastados do debate por causa de seu aspecto sensível do ponto de vista político e ético. Mas, são questões que mexem com os países desenvolvidos e os países em via de desenvolvimento e nós temos que assumir a responsabilidade conjunta”.

“É preciso puxar as alavancas que determinam o tamanho das famílias. Não dá para salvar o ambiente sem uma política de programas de saúde reprodutiva”, comentou Lori Hunter, demógrafa que está agindo na Rio+20.

“O ser humano, eis o inimigo!”, concluiu Jeanne Smiths entre espantada e horrorizada. Não e para menos.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O infanticídio é "cultura"? Ambigüidades na interpretação do "desenvolvimento sustentável"

FUNAI logoImage via WikipediaO infanticídio é "cultura"? Ambigüidades na interpretação do "desenvolvimento sustentável"

Infanticidio. Esta é a "cultura ecológica" por excelência?

Quando bem analisada, a religião “verde” não é tão contraditória quanto à primeira vista pode parecer

Para ela, o homem civilizado – e com maior razão cristão – é um ser malfazejo. Um comentário contrário ao nosso blog "Verde: a cor nova do comunismo" defende que “depredar e destruir não faz parte da natureza nem dos lobos nem de nenhum outro animal. O homem é o único ser que destrói o que o sustenta; a verdade é que a raça humana se tornou uma praga”.


A tese não é original. É até um chavão do ecologismo radical.

Nada mais natural que semelhante concepção sobre o homem redunde na aprovação da cruel prática de infanticídio existente em algumas tribos muito decaídas do Brasil.

O tema está no fulcro do atual debate sobre o "desenvolvimento sustentável", conceito suficientemente plurivalente que em certas interpretações pretende defender práticas primitivas e cruéis sob pretexto de salvar culturas indígenas.


Alegando respeitar as “tradições” indígenas, antropólogos estruturalistas e “verdes” defendem, por exemplo, o infanticidio, ato contrário aos sentimentos humanos mais nobres.

Muwaji com sua filha Rarani, fugiu da tribo Suruwahá para salvá-la
No Brasil, tal vez o país mais na mira na próxima Rio+20, o tema está sendo discutido na Câmara dos Deputados desde 2007.

Naquele ano o parlamentar Henrique Afonso (PV/AC) apresentou projeto chamado de “lei Muwaji” (PLC 1.057/07), visando punir funcionários da saúde e da FUNAI por crime de “omissão de socorro” diante dos homicídios de recém-nascidos deficientes, filhos de mães solteiras ou gêmeos, cometidos em aldeias da Amazônia.

O nome do projeto se refere à índia Muwaji Suruwahá, que fugiu de sua tribo para evitar que sua filha, portadora de paralisia cerebral, fosse sacrificada.

Contudo, o projeto de Henrique Afonso, que classificava de “prática nociva” a referida “tradição” indígena do infanticídio, sofreu forte oposição do governo através da FUNAI e de antropólogos.

Mais ainda, essa prática inumana e anticristã é defendida também pelo CIMI, órgão ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a qual, no presente ano, está muito ativa na área ecológica.

Em julho deste ano, a deputada petista Janete Pietá alterou a versão do projeto, de maneira a não conter mais as previstas punições aos servidores públicos.

Ao invés disso, os órgãos do governo limitar-se-ão a oferecer “oportunidades adequadas aos povos indígenas de adquirir conhecimento sobre a sociedade em seu conjunto”. Frase totalmente vaga que redunda em impunidade.

A deputada petista afirma defender a “autonomia dos povos indígenas”. Numa atitude que não faz jus ao seu sobrenome, a parlamentar procurou diminuir a gravidade desses cruéis assassinatos: “A tradição de sacrificar crianças é mantida por poucas comunidades”.

No dia em que uma “tribo urbana” de narcotraficantes ou de criminosos quiser defender sua impunidade alegando “autonomia” no morro e suas “tradições” culturais delitivas, já encontrará os sofismas registrados nas atas do Congresso Nacional.

Operando nos bastidores da Câmara, segundo a “Folha de S. Paulo”, a FUNAI fez o que pôde para “enfraquecer o texto com o argumento de que ele criaria uma interferência indevida e reforçaria o preconceito contra os índios”.

Todo ano, centenas de crianças são enterradas vivas ou abandonadas na floresta amazônica.

O “ritual” seria praticado em território brasileiro por cerca de 20 etnias.

Mas os apóstolos da “religião verde”, entre os quais se destacam os neo-missionários comuno-progressistas do CIMI, empurram o País para o precipício.

Aliás, tudo diametralmente oposto à venturosa trilha aberta por heróicos missionários como o Padre Manoel da Nóbrega e o Beato José de Anchieta, que estabeleceram os fundamentos de um Brasil grande, civilizado e cristão. O da religião bem entendida, portanto.

Fonte: Verde:a cor nova do comunismo

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domingo, 29 de maio de 2011

Radicalismo ambientalista

Quadro sobre o aquecimento global do mundo.Image via Wikipedia

Professor David Shearman (IPCC da ONU): “O Autoritarismo é o estado natural da Humanidade” – humanos são um “eco-tumor maligno” e um “câncer ecológico”.


O professor David Shearman, conselheiro do IPCC das Nações Unidas diz que os humanos são um “eco-tumor maligno” e um “câncer ecológico”. 

Versão Português Luis R. Miranda

Um professor influente que foi consultor do IPCC das Nações Unidas pediu para que a democracia para seja substituída por uma eco-ditadura, onde as massas escravizadas são regidas por “elites” e obrigados a seguir uma religião verde. Este é outro exemplo impressionante de como os alarmistas do aquecimento global estão se mostrando como os eco-fascistas que são.

David Shearman é professor emérito de medicina na Universidade de Adelaide, e professor visitante no Departamento de Geografia da Universidade e Ciências do Ambiente e da Faculdade de Direito. Shearman foi consultor do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, em seu Terceiro e Quarto Relatório de Avaliação.

Em seus escritos, Shearman, rótula a humanidade como um “tumor ecológico maligno” e um “câncer ecológico”, e diz que “o autoritarismo é o estado natural da humanidade” e para salvar o planeta das mudanças climáticas, pelo qual a humanidade é equivocadamente responsabilizada, precisamos da “liderança de guerreiros de elite” treinados para lutar pelo futuro da terra.”
Parte desta batalha envolve a substituição das religiões tradicionais, como o cristianismo e o islamismo com uma nova religião verde que segundo ele ficaria melhor com um governo autoritário.

“Não é impossível que a partir do movimento verde e aspectos do movimento da nova era exista uma alternativa religiosa ao cristianismo e islamismo”, escreve Shearman. “Não é muito difícil imaginar como essa nova religião poderia ser. Pode exigir um Deus transcendente que iria punir e recompensar, porque os seres humanos parecem precisar de uma cenoura e um pedaço de pau”.

O “Deus transcendente” do Shearman é o Deus do Estado, que pune os cidadãos escravos pelos seus delitos, nos seus termos de totalitarismo ecológico. Ele defendeu abertamente a produção artificial de um Deus novo e uma nova religião, de modo que as massas do povo escravizado sob sua planejada eco- autocracia estejam vinculados ao programa de lavagem cerebral. Isto, obviamente, tem suas raízes nas crenças pagãs que bárbaros sacrifícios são necessários para apaziguar a mãe terra, que em uma fase na história incluiu mães que participavam no assassinato dos seus próprios filhos como instrumento para atingir o bem coletivo.

Ainda mais frio, Shearman defende a criação de centros de reabilitação onde os eco-zumbis são treinados para fazer parte de um exército ecológico de executores.

“Capítulo 9 descreve em detalhes como o processo poderia começar a construção com uma verdadeira universidade para treinar os eco-guerreiros para lutar contra os inimigos da vida. Temos que ter essa educação com a mesma dedicação que Esparta teve ao treinar seus guerreiros. Como em Esparta, essas elites naturais são especialmente treinadas desde a infância para enfrentar os desafios difíceis do nosso tempo”, escreve Shearman.

Shearman descreve sua visão de uma ditadura mundial composto pela elite dominante no planeta, na página 134 de seu livro, “O Desafio da Mudança Climática e o Fracasso da Democracia”.

“O governo, no futuro será baseado em um. . . Escritório Supremo da Biosfera. O escritório terá filósofos e ambientalistas especializados. Esses mentores vão governar-se a si mesmos ou um governo autoritário, com conselhos sobre as políticas de formação com base na sensibilidade ecológica e filosófica. Esses representantes são especialmente treinados para a tarefa.”

“Se isto fosse escrito em um blog, o plano provavelmente causaria uma visita do ramo da polícia antiterrorista”, escreve Haunting no Blog da Biblioteca. “Mas o fato de que ele é um professor de uma grande universidade, que trabalha para o IPCC e foi escrito a pedido de uma instituição acadêmica séria, fundada por ato do Congresso, significa que o autor não precisa temer de nada. Mas o resto de nós deveríamos.”

“Eu poderia continuar citando o livro, mas tenho certeza que você tem a essência do que é aqui proposto: o aquecimento global representa um perigo enorme e imediato para o que a democracia já não funciona, e um governo autoritário orgânico de “elites naturais ” deve ser seu substituto e uma nova religião ecológica pode ajudar a fornecer a “cola social para as atrair as massas.”
Como temos documentado, Shearman não está sozinho em sua chamada pela supressão da liberdade e para que esta seja substituída por uma tirania verde autoritária. Na verdade, esta é uma causa comum adotada por uma série de ativistas e cientistas influentes no tema das mudanças climáticas.

- O ambientalista finlandês e alarmista do aquecimento global, Pentti Linkola apelou publicamente para que os céticos do aquecimento global sejam “reeducados” em eco-campos de concentração e a grande maioria dos seres humanos sejam assassinados. O resto da população deve ser escravizada e controlada pelo Estado e esterilizada à força, os veículos apreendidos e as viagens restringida, mas não para os membros da elite. Linkola quer que os últimos 100 anos de progresso da humanidade sejam “destruídos”.

- James Lovelock, criador da hipótese Gaia, disse ao jornal The Guardian no ano passado que “a democracia deve ser colocada em espera” para combater o aquecimento global e que “algumas pessoas de autoridade” devem controlar o planeta.

- Este sentimento foi ecoado por Keith Farnish, escritor e ambientalista, que afirmou num livro recente que ele apoia a sabotagem e o terrorismo ambiental como a demolição das barragens e cidades, a fim de devolver o mundo para a era agrária. O proeminente alarmista do aquecimento global da NASA, Dr. James Hansen, um aliado do Al Gore aprovou o livro escrito pelo Farnish.

- O czar da ciência da Casa Branca, John P. Holdren também defende obscenas práticas ditatoriais, eco-fascistas e desumanas em nome do ambientalismo. Em seu livro Ecoscience, Holdren pede um “sistema tirânico planetário” para realizar abortos forçados e procedimentos de esterilização forçada, bem como drogar o abastecimento de água em uma tentativa de sacrifício humano.

- Outra figura de destaque no debate sobre mudanças climáticas que exemplifica o sistema de crenças violentas é o Dr. Eric R. Pianka, um biólogo americano baseado na Universidade do Texas em Austin. Durante um discurso para a Academia de Ciências do Texas em 2006, Pianka defendeu a necessidade de exterminar 90% da população mundial com o vírus Ebola no ar.

Para uma amostra do que iria viver sob a tirania do Shearman, basta dar uma olhada no vídeo a seguir, que como exploramos em detalhe recentemente, promove a instituição de, literalmente, “cidades prisão”, onde as populações são controladas com sistemas de alta tecnologia, sua comida é racionada e onde o Estado regula todos os aspectos da sua existência e prende aqueles que se recusam a seguir os seus dogmas em ‘guetos miseráveis’.

FONTE: REAL AGENDA e www.fimdostempos.net 

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Máfia ecofascista: lista de ONG's perigosas

Máfia ecofascista: lista de ONG´s perigosas
Luis Dufaur

Verdadeiros tentáculos da máfia globalista, e apelando para os sofismas da pseudociência alarmista e de causas como o indigenismo, as grandes ONG´s ambientalistas estão na linha de frente na batalha pelo esfacelamento da nação brasileira, em nome dos "povos da floresta".

Muito se fala das ONGs ambientalistas radicais, porém pouco se diz claramente sobre elas. Sem dúvida são muito numerosas, mas, o professor Denis Lerrer Rosenfield, fez um elenco das mais ativas. E por isso mesmo mais perigosas para o Brasil.

Apresentamos a seguir excertos de matérias por ele publicadas em grandes órgãos da mídia nacional. WWF Brasil, ONG sediada nos EUA, tem fortes financiadores e apoiadores. Sua atuação no Brasil, além de militar contra a revisão do Código Florestal, situa-se na área de infraestrutura e agricultura. É contra a construção do Terminal Portuário de Morrinhos (MT), a construção do Terminal Portuário de Bamin, do Porto do Sul (BA), e a soja produzida no país.

O Greenpeace, ONG cada vez mais acusada de fraudes na Europa e de utilização dos recursos coletados para os seus dirigentes, é contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, os transgênicos, a pecuária na Amazônia, além de ser evidentemente contra a revisão do Código Florestal.

Seus financiadores e apoiadores são expressivos.

 O ISA (Instituto Socioambiental), ONG ambientalista e indigenista, além de ser contra a revisão do Código Florestal, é contra a construção de novas hidrelétricas, centrando seus ataques em Belo Monte. Seus apoiadores e financiadores se dizem defensores dos "povos da floresta".

Entre eles, além de empresas e fundações, temos governos estrangeiros.

O Centro de Apoio Socioambiental (Casa), por sua vez, segue a orientação da Teologia da Libertação, no sentido de promover no país as "nações indígenas". Além de suas ações contrárias à revisão do Código Florestal, ele se posiciona contra a construção de hidrelétricas, em particular a de Belo Monte. Procura igualmente condicionar os financiamentos do BNDES às suas próprias condições, evidentemente apresentadas como de "preservação da natureza". Seus apoiadores internacionais são importantes, misturando-se igrejas, empresas, ONGs e fundações.


Centra suas ações nos projetos de Jirau e Santo Antônio no Rio Madeira, de Belo Monte, Riacho Seco e Pedra Branca, na Bahia, de Itapiranga, na divisa de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre outras.


A Via Campesina-MST, por sua vez, atua também contra a revisão do Código Florestal, os transgênicos, o agronegócio, a cultura de cana-de-açúcar e produção de etanol, florestas de eucaliptos e a cultura da soja.
Ademais, tem forte atuação junto aos movimentos indigenistas e quilombolas.

Conservation International tem vasta atuação internacional, estando presente no Peru, no Equador, na Selva Lacandona, México, centro operacional dos zapatistas. No Brasil, posiciona-se contra a revisão do Código Florestal, contra a agricultura em Minas Gerais e Bahia, através da ampliação em 150 mil hectares do Parque Nacional Grande Sertão Veredas. É contra a construção do Terminal Portuário de Bamin, do Porto do Sul (BA), e do traçado final da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).

Tem fortes apoiadores empresariais, fundações e governos estrangeiros.

Amigos da Terra, forte ONG internacional, tem, entre seus fundadores, Brice Lalonde, que foi ministro do Meio Ambiente de Mitterrand. Ele chegou a declarar que o Brasil deveria "renunciar a parcelas de sua soberania sobre a região amazônica". Destaca-se, na Europa, por sua campanha contra o etanol brasileiro. A lista apresentada não é, evidentemente, exaustiva. Ela permite, porém, um olhar um pouco mais abrangente dos interesses em jogo.

Todas lutam pela preservação da "reserva legal", isentando-se de toda ação do mesmo tipo em seus países de origem.

Observe-se que a ONG Conservation International reaparece como parceira da WWF. Ora, essa mesma consultora é sócia-fundadora do Instituto Socioambiental - ISA, ONG ambientalista e indigenista.

A atuação dessa ONG nacional está centrada na luta dita pelo meio ambiente e pelos "povos da floresta".

Advoga claramente pela constituição de "nações indígenas" no Brasil, defendendo para elas uma clara autonomia, etapa preliminar de sua independência posterior, nos termos da Declaração dos Povos Indígenas da ONU.

Ela, junto com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), possui o mais completo mapeamento dos povos indígenas do Brasil. Sua posição é evidentemente contrária à revisão do Código Florestal.

Dentre seus apoiadores e financiadores, destacam-se a Icco (Organização Intereclesiástica de Cooperação para o Desenvolvimento), a NCA (Ajuda da Igreja da Noruega), as Embaixadas da Noruega, Britânica, da Finlândia, do Canadá, a União Europeia, a FUNAI, a Naturae a Fundação Ford (dados foram extraídos de seu site).

O ISA compartilha as mesmas posições do Cimi, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do MST.

Ora, esses "movimentos sociais", verdadeiras organizações políticas de esquerda radical, por sua vez, seguem os princípios da Teologia da Libertação, advogando pelo fim do agronegócio brasileiro e da economia de mercado, contra a construção de hidrelétricas e impondo severas restrições à mineração.

Junto com as demais ONGs, lutam por uma substancial redução da soberania nacional.

Publicado originalmente com o título Algumas ONGs ambientalistas mais ativas - e mais perigosas - para o Brasil.

Fonte: www.midiasemmascara.org


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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Filme do clima mostra crianças assassinadas por não reduzirem a pegada de carbono


Filme do clima mostra crianças assassinadas por não reduzirem a pegada de carbono.

Um vídeo vulgar rodado por organização de aquecimento global financiado pelo governo/contribuintes propõe 'solução final' para os céticos do aquecimento global antropogênico.

Por Paul Joseph Watson

Planet Prison.com

Atualização: A organização Global 10:10 foi forçada a remover o vídeo de seu website e distribuir um pedido de desculpa. Dado o fato de que o clip foi retirado do ar horas depois de aparecer pela primeira vez e ainda ter envolvido a participação de dezenas de atores e profissionais de cinema, o retrocesso deve ter sido instantâneo e avassalador. Tarde demais para desculpas - o dano já havia sido feito. Esse é um dos últimos pregos nesse caixão dessa crescentemente desesperada, ameaçadora e não científica propaganda da máquina do aquecimento global. 


Um novo informecial de mudança climática lançado por uma famosa organização ativista do aquecimento global mostra crianças sendo assassinadas por não reduzirem suas pegadas de carbono, enquanto os céticos do aquecimento global antropocêntrico são grotescamente explodidos com entranhas e sangue respingando em todo lugar, uma assustadora lembrança do fato de que a agenda ambiental é meramente um véu para uma religião hedionda da morte, e que o veementemente desacreditado e crescentemente desesperado movimento de aquecimento global está nos últimos lances de sua existência.

Intitulado "Sem Pressão," o clip começa por mostrar uma professora fazendo lavagem cerebral em crianças sobre as emissões de CO2, antes de explodir duas crianças que não concordam com o mantra e recusam a diminuir suas "pegadas de carbono". 

O vídeo continua no mesmo passo, enquanto céticos do aquecimento global são liquidados e seus corpos horrivelmente despedaçados por terem a temeridade de manter um ponto de vista diferente, em cenas que não pareceriam fora de lugar em um daqueles filmes de terror de revirar o estômago.

Impressionados pelo maciço retrocesso que o vídeo gerou apenas nas poucas horas de seu lançamento, a organização por trás do truque, a Global 10:10, retirou o clip de seu próprio website. "Sinto muito, nós retiramos esse vídeo por enquanto. Mais informação em breve," lê-se no texto da página onde o vídeo antigamente aparecia.

Global 10:10 é financiada em parte pelo dinheiro do contribuinte através de organismos governamentais. Como aponta James Delingpole, "a campanha da 10:10 é apoiada por: ActionAid (governo do Reino Unido foi o segundo maior financiador de 2009); A Carbon Trust (certamente o primeiro na lista de valores); A Energy Saving Trust."

Esse vídeo representa um dos últimos grandes lances finais do movimento de aquecimento global. O nível de absoluto desespero, veneno e imbecilidade contidos no clip de quatro minutos é indicativo de um grupo ideológico que está perdendo o debate científico e é, portanto, obrigado a recorrer a propaganda grosseira e vil em uma tentativa de empurrar sua mensagem desacreditada goela abaixo das pessoas.

“O que eles estavam pensando? Eles não estavam, porque isso vai ter o efeito exatamente oposto ao que eles intencionavam que tivesse. Eu não tenho palavras para descrever meu desagrado com o vídeo," escreveu o famoso cético da mudança climática Anthony Watts.

"Isso é um discurso de ódio, puro e simples. Legaliza quase qualquer ação contra ou caracterização daqueles que não concordam com a mais histérica versão da catastrófica e cataclísmica do aquecimento global - atirem neles todos e deixe que Deus os escolha," escreve Thomas Fuller.

Usar crianças de 10 anos de idade tanto como suporte quanto como vítimas é um toque particularmente agradável. 

Quando a agência de publicidade DDB criou um anúncio para o WWF mostrando aviões colidindo com o World Trade Center como uma propaganda pedindo apoio para o ativismo verde, foi grotesco, sem sentido e um insulto para todos aqueles que sofreram perdas no 11 de setembro de 2001. Teria sido impossível imaginar uma mais rude e menos sensível chamada para a ação verde.

Até agora.

Para qualquer um daqueles no lado do ativismo que se pergunta por que os céticos (e lukewarmers) não confiam nas comunicações apresentadas pelas equipes deles, eles deveriam se perguntar apenas quanto qualquer sinal de razão poderá ser contaminado pelo mau cheiro de lixo como este.  

O físico tcheco Lubos Motl vai ainda mais longe em sua condenação do clip, descarregando na atriz de arquivo X Gillian Anderson que proporcionou a narração para o vídeo. "Ela é realmente uma cadela dos repugnantes nazistas sanguinários?" Ele pergunta.  

Foi a escolha do movimento 10:10 promover abertamente o genocídio. Eles não estão apenas promovendo-o... eles estão planejando-o. Eles estão verdadeiramente planejando meios de como reduzir as emissões globais de CO2 em 10% ao ano. E certamente, genocídio semelhante ao que eles apresentam no vídeo é o único jeito plausível de como algo do tipo pode ser alcançado.

A CIA, FBI e outros deveriam ir atrás do pescoço da escória desumana por trás do movimento 10:10 e daqueles que os protegem. Estas pessoas são uma verdadeira ameaça não somente para o seu bem estar, mas para a sua saúde (ou vida), também.

"James Lee se matou muito cedo: ele certamente teria se encantado com este filme," acrescenta Motl, se referindo ao atirador que entrou no prédio do Discovery Channel com explosivos e fez reféns em um protesto contra a falta de atenção pelo aquecimento global antes de ser morto pela polícia.   

Como os personagens no vídeo, Lee expressou sua tendência por matar bebês e crianças em um longo discurso online postado antes de sua planejada violência. 

A visão doentia e distorcida da organização Global 10:10 de assassinar céticos do aquecimento global e de fato qualquer um que se recuse a adotar seu sistema de crenças é compartilhada pela vasta maioria de famosos alarmistas da mudança do clima.

Como temos exaustivamente documentado, o movimento do aquecimento global é meramente uma frente para a religião da morte - neo-eugenista - e a agenda para impor medidas de controle populacional draconianas e eco-fascismo em nome de salvar a terra.

Os líderes desse novo culto incluem pessoas como o guru ambientalista finlandês Pentti Linkola, que tem clamado para que os negadores da mudança climática sejam "re-educados" em eco-gulags e que a vasta maioria dos humanos seja morta com o resto escravizado e controlado pela polícia verde estatal, com pessoas esterilizadas a força, carros confiscados e viagens restritas a membros da elite.

Linkola calorosamente apreciaria usar o botão vermelho mostrado no anúncio do clima para liquidar os céticos, depois que ele observou certa vez que uma outra guerra mundial seria "uma ocasião feliz para o planeta" porque erradicaria dezenas de milhões de pessoas.

Como temos documentado, embora não indo tão longe quanto Linkola, o movimento eco-fascista está atraindo proeminentes defensores, incluindo James Lovelock, o criador da Hipótese de Gaia. Lovelock contou ao Guardian no início desse ano que "a democracia deve ser posta em espera" para combater o aquecimento global e que "umas poucas pessoas com autoridade" deveriam ser autorizadas a governar o planeta.

Esse sentimento foi ecoado pelo autor e ambientalista Keith Farnish, que em um recente livro pedia por atos de sabotagem e terrorismo ambiental na explosão de represas e demolição de cidades a fim de retornar o planeta a era agrária. O proeminente alarmista do aquecimento global da NASA e aliado de Al Gore Dr. James Hansen endossou o livro de Farnish.

Uma outra figura famosa no debate da mudança climática que exemplifica o sistema de crenças violento e obcecado pela morte do movimento é Dr. Eric. R. Pianka, um biólogo americano baseado na Universidade do Texas em Austin. Durante um discurso na Academia de Ciências do Texas em março de 2006, Pianka advogou a necessidade de exterminar 90% da população mundial através do vírus ebola lançado no ar. A reação de dezenas de cientistas de topo e professores na plateia foi não de choque ou repulsa - eles se levantaram e aplaudiram o chamado de Pianka para um genocídio em massa. 

O atual czar da ciência da Casa Branca John P. Holdren também defende as mais obscenamente ditatoriais, eco-fascistas e desumanas praticas em nome do ambientalismo. Em seu livro didático Ecociência de 1977, Holdren pede por um "regime planetário" para realizar abortos forçados e procedimentos de esterilização obrigatórios, bem como colocar drogas no fornecimento de água, em um esforço para abater o excedente humano.

Dado que esses são os indivíduos na linha de frente do movimento ambiental, é alguma surpresa que agora estejamos vendo seus pontos de discussão aparecerem em comerciais de televisão depravados e imorais como o filme da Global 10:10, que promove abertamente a ideia de uma "solução final" para dissidentes que se recusam a fazer lavagem cerebral pelo culto do clima?

Esse filme prova além de qualquer dúvida que os alarmistas do aquecimento global antropogênico têm com toda certeza perdido qualquer debate racional e científico sobre as causas das alterações climáticas e têm recorrido apenas a bárbaras ameaças veladas sobre mutilar e matar qualquer um que discorde deles.    

Embora a organização por trás desse filme esperasse marca o 10 de outubro como a data na qual sua mensagem eco-fascista seria amplamente transmitida e engolida inteira, como um resultado direto do tom vulgar e assustador desse filme, tudo que eles realmente alcançaram foi plantar a semente de sua própria destruição, e uma garantia de que 10:10 vai ficar como mais um prego no caixão do alarmismo do aquecimento global.  

Fonte: Planet Prison.com

          



   

          

     

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