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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Escravizando a raça humana com a tecnologia do microchip


Escravizando a raça humana com a tecnologia do microchip

Por Melvin Sickler

Publicado por MichaelJournal.org

Por anos tem sido lei em Toronto, Ontário, que todos os animais domésticos têm de ser microchipados assim os donos poderão ser localizados em casos desses animais se perderem. Então na província de Quebec, foi passada uma lei requerendo que todos os animais das fazendas fossem microchipados se quisessem vendê-los no mercado. Isso era para saber a procedência e ficar de olho em cada animal do nascimento até que ele seja abatido.

O cartão inteligente existe há vários anos. Ele é do tamanho de um cartão de crédito regular, exceto que ele contém um microchip do tamanho de um grão de arroz. Ele é um cartão de conveniência, porque você pode colocar sua conta bancária nesse microchip e comprar e vender a seu bel prazer. Mas, é claro, se você perder esse cartão, você perderá a conta bancária que ele contém.

Mas foi depois dos ataques de 11 de setembro que a tecnologia do microchip realmente se tornou desenvolvida em todas as formas.

A máquina de imagem de dedo

Em maio de 2002, foi relatado em Houston, Texas, que os fregueses da loja Kroger estavam comprando suas mercadorias sem dinheiro, cheque, nem cartão de crédito, mas estavam usando uma nova máquina chamada Secure Touch-n-Pay (algo como seguro toque e pague). É uma máquina de imagem de dedo, oficialmente conhecida como sistema biométrico eletrônico de processamento de transação financeira. A impressão digital é escaneada e as compras são automaticamente debitadas de sua conta.

Foi também em maio de 2002 que foi anunciado que pelo implante de eletrodos da espessura de um fio de cabelo nos cérebros de ratos, cientistas americanos criaram roedores controlados remotamente que podiam ser comandados para virar, subir, pular ou passar por pilhas de entulho, um avanço que eles dizem que poderia algum dia ajudar nos esforços de busca e resgate.

A Nova Carteira de Identidade Digital

Em setembro de 2002, uma nova carteira de Identidade Digital foi apresentada, que eventualmente será imposta a todos os cidadãos americanos. Na parte superior esquerda dessa carteira estão as palavras "Identificação dos Estados Unidos" com a letras USID. Depois as palavras "Departamento de Segurança Interna" aparecem, sob as quais está o número de seguro social, e sob este, a data de nascimento. Depois há o nome do indivíduo com estatística básica incluindo a cidade de residência. Na Parte direita da carteira há uma foto gravada a laser com o dispositivo de identificação de rádio frequência na testa do indivíduo.

Mais de 30 países, da Itália a Malásia, já apresentaram carteiras de identidade "inteligentes" como essa. Espera-se que visitantes estrangeiros que queiram visitar os Estados Unidos tenham esse tipo de carteira para estarem habilitados a entrarem no país.

O VeriChip

Em outubro de 2002 a Applied Digital Solutions lançou uma campanha nacional para promover o VeriChip, um microchip do tamanho de um grão de arroz, mas que pode ser implantado em humanos. Um seleto grupo de pessoas já foi "chipado" com dispositivos que abrem portas automaticamente, ligam luzes, e desempenham outros milagres de baixo nível.

O pesquisador Kevin Warwick da Universidade Reading na Inglaterra é um desses indivíduos proeminentes que é um proponente importante dos usos potenciais quase ilimitados de tais chips. A família Jacobs de Boca Raton, Flórida, também teve fama nos noticiários nacionais por ter sido microchipada.

Etiquetas RFID

Há também uma nova tecnologia de rastreamento que será usada para etiquetar cada produto no mundo. O nome genérico para esta tecnologia é RFID, que representa os chips para identificação por rádio frequência. As etiquetas RFID foram a princípio encolhidas para a metade do tamanho de um grão de arroz.

Em 14 de fevereiro de 2007 a Hitachi apresentou os menores e mais finos chips RFID do mundo, que medem apenas 0,05x0, 05 milímetros. O dono do record anterior, o mu-chip da Hitachi, é de apenas 0,4x0,4 milímetros. Dê uma olhada, na figura, no tamanho da etiqueta mu-chip RFID na ponta de um dedo humano. (Sim, é a minúscula mancha preta!)

Agora, compare este com as novas etiquetas RFID. As etiquetas "tipo pó" são umas sessenta vezes menores (do que aquele reproduzido na figura acima). Os novos chips RFID têm uma memória ROM de 128 bits para armazenar um número exclusivo de 38 dígitos, como seus predecessores. Eles ouvem uma consulta por rádio e respondem transmitindo seus códigos exclusivos de identificação. Assim que você sai de uma loja com itens que têm suas etiquetas de RFID, os leitores de RFID nas portas registrarão os itens que você comprou, automaticamente faturando da sua conta sem o recurso do dinheiro. Computadores na porta também pegarão seu chip habilitado com GPS para sua identidade e comparam seu código e-PC para faturar sua conta.

Esses dispositivos poderão também ser usados para identificar e rastrear pessoas. Por exemplo, suponha que você participou de algum tipo de protesto ou outra atividade organizada. Se as agências de polícia dispersarem essas etiquetas ao redor, cada indivíduo poderá ser rastreado e mais tarde identificado a vontade com poderosos escaneadores de etiquetas. Esse novo RFID "pó" é tão pequeno que pode ser usado em qualquer produto, ou ser incorporado em papel fino, como aquele usado em dinheiro.

Mais microchipagem de humanos

Agora foi relatado na edição de 9 de janeiro de 2007 do "The Canadian" em um artigo de Lucien Desjardins que médicos nos Estados Unidos e Europa estão secretamente propondo ter microchips implantados em recém nascidos. Foi revelado pela Dra. Kilde que o então primeiro ministro Olof Palme da Suécia já tinha dado permissão em 1973 para implantar em prisioneiros e o ex-diretor da inspeção de registros Gen. Jan Freese revelou que os pacientes de casas de repouso foram implantados em meados dos anos 80.

Uma coisa ruim sobre ter microchips implantados em alguém é o fato de que você poderá assim ser seguido em qualquer lugar do mundo. De acordo com a Dra. Kilde, "Os microchips de hoje operam por meio das ondas de rádio de baixa frequência que os atingem. Com a ajuda de satélites a pessoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar do globo." De acordo com a Dra. Kilde, as funções cerebrais também podem ser remotamente monitoradas por supercomputadores e até alteradas através da mudança das frequências.

O plano global

Há alguns meses atrás, o diretor de filmes e documentários Aaron Russo afirmou em uma entrevista de rádio que ele foi abordado por Nick Rockefeller e convidado a se juntar ao Conselho de Relações Exteriores (CFR). Russo se recusou, mas perguntou a Rockefeller: "Qual o significado de tudo isso? Você tem todo dinheiro do mundo que precisa, você tem todo poder que precisa, então qual é o significado, qual é o objetivo afinal?" Rockefeller respondeu (parafraseando): "A meta final é ter todo mundo chipado, para controlar a sociedade inteira, para ter os banqueiros e as pessoas da elite controlando o mundo."

Alguns podem argumentar que não há maneira de toda população aceitar ser microchipada, que soa muito como uma fantasia de ficção científica. Mesmo assim nós sabemos que isso é exatamente o que o programa de um só povo do mundo é!

Possíveis abordagens

Então qual tipo de abordagem eles tomarão para nos fazer aceitar o microchip? Kevin Haggerty escreveu um artigo intitulado "Uma geração é tudo que eles precisam" na edição de 10 de dezembro de 2006 do Toronto Star, dando um cenário de chips sendo primeiro implantados em membros de grupos estigmatizados como pedófilos, terroristas, traficantes de drogas, pessoas que a sociedade considera serem os "piores dos piores". Então os indivíduos acusados serão rotulados para impedí-los de fugir da justiça. Prisioneiros darão as boas vindas a esse desenvolvimento, uma vez que somente presidiários chipados serão elegíveis para condicional, liberação de fim de semana, ou punição física.

Mas isso somente cobrirá um pequeno segmento da sociedade. Outros grupos estigmatizados terão como consequência de ser atingidos, como aqueles na assistência social, por exemplo. Os receptores da assistência social precisarão ser monitorados para reduzir a fraude, aumentar a eficiência e assegurar que os pobres não recebam benefícios "imerecidos".

Empregados começarão então a esperar implantes como condição para conseguir um trabalho. Os militares americanos liderarão o caminho requerendo chips para todos os soldados como meio de melhorar o comando e controle no campo de batalha - e identificar restos humanos.

Depois o grande setor de segurança seguirá. Guardas de segurança, oficiais de polícia e funcionários do sistema correcional espera-se que todos terão um chip. Indivíduos com trabalhos sensíveis se encontrarão na mesma posição. A mídia então provavelmente forjará um caso sobre uma criança que foi abduzida e abusada ou assassinada de modo que os pais vão querer que todas as suas crianças sejam chipadas. Hospitais então começarão a requerer um chip a fim de permitir tratamento médico.

Negócios especiais serão oferecidos aqueles que estão chipados. Companhias oferecerão descontos para indivíduos que pagarem usando fundos guardados em seus chips embutidos.

A nova tecnologia doméstica exigirá um chip para operar os apetrechos domésticos do dia a dia. Encontrar um computador ou um dispositivo que funcione através da antiquada tecnologia de "uso das mãos" se tornará progressivamente mais difícil. Ter um chip terá de ser quase um dever para participar nas principais dinâmicas da vida moderna, como fazer compras e dirigir.

Aqueles que ainda recusarem a receber um chip serão acusados de tentar esconder alguma coisa. Eles terão também de constantemente lidar com atrasos e inconvenientes reservados para os não chipados.

Depois, como um último recurso, aqueles que ainda se recusarem a receber um chip serão declarados inimigos do estado e levados para campos especiais onde serão torturados e mesmo assassinados se eles não se submeterem ao "anticristo" que exigirá que todos os habitantes da terra sejam chipados. Então o que pode começar como sendo supostamente uma coisa boa terminará se tornando um caminho para escravizar a humanidade.

Fonte: http://www.michaeljournal.org/enslaving.asp


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segunda-feira, 8 de março de 2010

Britânicos 'poderão ser microchipados como cachorros em uma década'.

Just after the operation to insert the RFID ta...Image via Wikipedia

Britânicos 'poderão ser microchipados como cachorros em uma década'

De: ThisIsLondon.co.uk

Seres humanos podem ser forçados a serem 'microchipados' como cachorros de estimação, alertou um chocante relatório oficial para a ascensão do estado Big Brother. Os microchips - os quais são implantados sob a pele - permitem que os movimentos das pessoas que os usam sejam rastreados e guardam informações pessoais sobre elas.

A perspectiva dos 'chip-citizens' - com seus ecos aterrorizantes do estado policial 'Big Brother' do livro 1984 de George Orwell - foi levantada em um relatório oficial para o comissário de informação da Inglaterra Richard Thomas devido a disseminação da tecnologia de vigilância.

O relatório, elaborado por uma equipe de respeitados acadêmicos, afirma que a Inglaterra é a líder mundial no uso de tecnologia de vigilância e seus cidadãos os mais espionados do mundo livre.

Isso pinta um quadro assustador do que a Inglaterra poderá ser em dez anos a menos que passos sejam dados para regulamentar o uso de câmeras de vigilância e outras tecnologias de espionagem.

O editor do relatório Dr. David Murakami Wood, editor-gerente do jornal Vigilância e Sociedade e Dra. Kirstie Ball, uma conferencista em Organização de Estudos da Open University, afirmam que por volta de 2016 quase cada movimento nosso, aquisição e comunicação poderá ser monitorada por uma rede complexa de interconexão de tecnologias de vigilância. A previsão mais controvertida é a disseminação no uso da tecnologia de Identificação por Rádio Frequência (RFID).

Os chips RFID - que podem ser detectados e lidos por ondas de rádio - já são usados nos novos passaportes do Reino Unido e também são usados sistema de cartão Oyster para acessar a rede de transporte de Londres.

Nos últimos seis anos os países europeus tem estado usando os chips RFID para identificar os animais de estimação.

Já usados na América

Contudo, seu uso em humanos já foi testado na América, onde os chips foram implantados em 70 pessoas idosas doentes mentais a fim de rastrear os movimentos delas.

E no começo desse ano uma companhia de segurança em Ohio chipou dois de seus empregados para permitir a eles entrarem em uma área de segurança. Os chips encapsulados em vidro foram plantados na parte superior do braço dos destinatários e 'lidos' por um dispositivo semelhante aos leitores de cartão de crédito.

Em seu relatório sobre a Sociedade de Vigilância, os autores agora advertem: "A exigência para que todos sejam implantados está agora sendo seriamente debatida."

Os autores também ressaltam o enorme interesse do governo pelas câmeras de vigilância, apontando que durante os anos 1990 o Ministério do Interior gastou 78 por cento de seu orçamento de prevenção ao crime - um total de 500 milhões de libras - na instalação de câmeras.

Existem agora 4,2 milhões de câmeras de monitoramento interno na Inglaterra e o britânico comum é pego pelas câmeras estonteantes 300 vezes todo dia.

Esse enorme entusiasmo vem a despeito das estatísticas oficiais do Ministério do Interior mostrando que as câmeras de monitoramento têm 'pouco efeito sobre os níveis de crime'.

Eles escrevem: "A Sociedade de vigilância veio até nós sem que nós percebêssemos", acrescentando: "Alguns são essenciais para proporcionar os serviços que precisamos: saúde, benefícios, educação. Alguns são mais questionáveis. Alguns podem ser injustificados, intrusivos e opressivos."

Ontem o Comissário da Informação Richard Thomas, cujo escritório está investigando os correios, o HSBC, a NatWest e o Royal Bank of Scotland sobre queixas de que eles jogaram detalhes sensíveis dos clientes na rua, disse:"Muitos desses planos são dirigidos pelo setor público, e o indivíduo não tem escolha sobre se toma parte ou não."

"As pessoas estão sendo investigadas e tendo suas vidas rastreadas, e nem mesmo estão cientes disso."

Ele também verbalizou sua preocupação sobre as consequências de companhias, ou agências do governo, coletando tanta informação pessoal sobre alguém.

Ele disse: "Isso pode estigmatizar pessoas. Eu tenho preocupação sobre a tecnologia sendo usada para identificar tipos de pessoas que apresentam algum tipo de risco para a sociedade. E eu acho que há expectativas verdadeiras sobre isso."

Ontem um porta voz veterano das liberdades civis da Liberty disse: "Nós não temos nada contra estas tecnologias de vigilância por elas próprias, mas são seus usos potenciais onde há os legítimos temores. A menos que o uso delas seja regulamentado apropriadamente, as pessoas realmente podem achar-se vivendo em uma sociedade de vigilância.

"Há um tipo de sentimento de medo implícito de que as pessoas devem se preocupar que estes microchips são menos a respeito de ser um ser humano do que se tornar um produto com código de barras."

Fonte: ThisIsLondon.co.uk




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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Implantes de Microchip, Controle da Mente e Cibernética.


Implantes de Microchip, Controle da Mente e Cibernética

Por Rauni-Leena Luukanen-Kilde, médica, Ex-Médica Chefe Oficial da Finlândia

Em 1948 Norbert Weiner publicou um livro, Cybernetics, definido como uma teoria de comunicação e controle neurológico já em uso em pequenos círculos naquele tempo. Yoneji Masuda, "Pai da Sociedade de Informação," declarou sua preocupação em 1980 de que nossa liberdade está ameaçada pela tecnologia cibernética de estilo orweliano totalmente desconhecida para a maioria das pessoas. Essa tecnologia conecta os cérebros das pessoas via microchips implantados a satélites controlados por supercomputadores baseados no solo.

Os primeiros implantes de cérebro foram cirurgicamente inseridos em 1974 no estado de Ohio, nos Estados Unidos e em Estocolmo, na Suécia. Eletrodos cerebrais foram inseridos em esqueletos de bebês em 1946 sem o conhecimento dos pais deles. Nos anos 50 e 60, implantes elétricos foram inseridos em cérebros de animais e humanos, especialmente nos Estados Unidos, durante pesquisas sobre modificação de comportamento, e funcionamento do cérebro e do corpo. Métodos de controle da mente (MC) foram usados em tentativas para mudar o comportamento e atitudes humanas. Influenciar as funções cerebrais se tornou uma meta importante dos militares e serviços de inteligência.

Trinta anos atrás implantes cerebrais mostravam em raios X o tamanho de um centímetro. Implantes subsequentes encolheram para o tamanho de um grão de arroz. Eles eram feitos de silício, mais tarde ainda de arsenieto de gálio. Hoje eles são suficientemente pequenos para serem inseridos no pescoço ou nas costas, e também intravenosamente em diferentes partes do corpo durante operações cirúrgicas, com ou sem o consentimento do sujeito. Agora é quase impossível detectá-los ou removê-los.

É tecnicamente possível para até mesmo um recém nascido ser injetado com um microchip, o qual poderia então funcionar para identificar a pessoa pelo resto da vida dele ou dela. Tais planos estão sendo discutidos secretamente nos Estados Unidos sem nenhuma discussão pública das questões de privacidade envolvidas. Na Suécia, o primeiro ministro Olof Palme deu permissão em 1973 para implante em prisioneiros, e o ex- diretor de verificação de dados General Jan Freese revelou que pacientes de casa de repouso foram implantados em meados dos anos 80. A tecnologia está revelada no relatório de estado sueco 1972:47, Statens Officiella Utradninger (SOU).

Seres humanos implantados podem ser rastreados em qualquer lugar. Suas funções cerebrais podem ser remotamente monitoradas pelos supercomputadores e até mesmo alteradas através de mudanças de frequências. Cobaias em experimentos secretos têm incluído prisioneiros, soldados, doentes mentais, crianças deficientes, pessoas surdas e mudas, homossexuais, mulheres solteiras, os idosos, estudantes, e qualquer grupo de pessoas consideradas "marginais" pelos pesquisadores da elite. As experiências publicadas de prisioneiros na prisão no estado de Utah, por exemplo, são chocantes para a consciência.

Os microchips de hoje operam por meio de ondas de rádio de baixa frequência que os direciona. Com a ajuda de satélites, a pessoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar do globo. Tal técnica estava entre um número de outras testadas na Guerra do Iraque, de acordo com o Dr. Carl Sanders, que inventou a interface biótica equipada de inteligência (IMI), a qual é injetada na pessoa. (Antes durante a Guerra do Vietnam, soldados foram injetados com o chip Rambo, desenvolvido para aumentar o fluxo de adrenalina na corrente sanguínea.) Os supercomputadores de 20 bilhões de bits/segundo na Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) poderiam agora "ver e ouvir" o que os soldados experimentavam no campo de batalha com os sistemas de monitoramento remoto (RMS).

Quando um microchip de 5 micro milímetros (o diâmetro de um fio de cabelo é de 50 micro milímetros) é posto no nervo ótico, ele extrai neuroimpulsos do cérebro que incorporam as experiências, cheiros, visões, e vozes da pessoa implantada. Uma vez transferidas e estocadas em um computador, estes neuroimpulsos podem ser projetados de volta para o cérebro da pessoa via microchip para serem reexperimentados. Usando um RMS, um operador de computador baseado no solo pode enviar mensagens eletromagnéticas (codificadas como sinais) para o sistema nervoso, afetando o desempenho do alvo. Com o RMS, pessoas saudáveis podem ser induzidas a verem alucinações e ouvir vozes em suas cabeças.

Cada pensamento, reação, audição, e observação visual causam um certo potencial neurológico, pequenos impulsos elétricos, e padrões no cérebro e seu campo eletromagnético, que agora pode ser decodificado em pensamentos, figuras, e vozes. Estimulação eletromagnética pode assim mudar as ondas cerebrais de uma pessoa e afetar a atividade muscular, causando dolorosas câimbras musculares experimentadas como uma tortura.

O sistema de vigilância eletrônica da NSA pode seguir e manipular simultaneamente milhões de pessoas. Cada um de nós tem uma frequência de ressonância bioelétrica única no cérebro, assim como temos impressões digitais únicas. Com a estimulação da frequência eletromagnética (EMF) do cérebro completamente codificada, sinais eletromagnéticos pulsantes podem ser enviados para o cérebro, causando os efeitos de voz e visão desejados para serem experimentados pelo alvo. Esta é uma forma de guerra eletrônica que os astronautas dos Estados Unidos foram implantados antes de serem enviados para o espaço, assim seus pensamentos podiam ser seguidos e todas as emoções deles podiam ser registradas 24 horas por dia.

O The Washington Post relatou em maio de 1995 que o príncipe William da Grã Bretanha foi implantado com a idade de 12 anos. Dessa forma, se ele alguma vez fosse sequestrado, uma onda de rádio com uma frequência específica poderia ser direcionada para o microchip dele. O sinal do chip poderia ser rastreado através de um satélite para a tela do computador do quartel general da polícia, onde os movimentos do príncipe poderiam ser seguidos. Ele poderia realmente ser localizado em qualquer lugar do globo.

A mídia de massa não relata que a privacidade de uma pessoa implantada desaparece para o resto da vida dele ou dela. Ela pode ser manipulada de várias maneiras. Usando diferentes frequências, o controlador secreto desse equipamento pode até mudar a vida emocional da pessoa. Ela pode ser tornada agressiva ou letárgica. Pode ser artificialmente influenciada sexualmente. Sinais de pensamentos e pensamentos subconscientes podem ser lidos, sonhos afetados ou mesmo induzidos, tudo sem o conhecimento ou consentimento da pessoa implantada.

Um cyber soldado perfeito pode dessa forma ser criado. Essa tecnologia secreta tem sido usada pelas forças militares e pela OTAN em certos países desde 1980 sem que a população civil e acadêmica tenha ouvido qualquer coisa sobre ela. Dessa forma, pouca informação sobre tais sistemas de controle mental invasivos está disponível em revistas profissionais e acadêmicas.

O grupo de sinais de inteligência da NSA pode monitorar remotamente informação de cérebros humanos pela decodificação dos potenciais evocados (3.50 Hz, 5 miliwatt) emitidos pelo cérebro. Prisioneiros testados tanto em Gothenburgo, Suécia, e Viena, Áustria, foram descobertos tendo evidentes lesões cerebrais. Circulação sanguínea diminuída e falta de oxigênio nos lobos frontais temporais resultam onde os implantes cerebrais estão normalmente em operação. Um experimento finlandês experimentou atrofia do cérebro e ataques intermitentes de inconsciência devido a falta de oxigênio.

Técnicas de controle mental podem ser usadas para propósitos políticos. O objetivo dos controladores da mente hoje é induzir as pessoas ou grupos visados a agirem contra as convicções delas ou deles e contra seus melhores interesses. Indivíduos zumbificados podem até ser programados para matar e não se lembrar de nada de seus crimes depois. Exemplos alarmantes desse fenômeno podem ser encontrados nos Estados Unidos.

Essa "guerra silenciosa" está sendo conduzida contra civis ignorantes e soldados pelos militares e agências de inteligência. Desde 1980, a estimulação eletrônica do cérebro (ESB) tem sido usada secretamente para controlar pessoas visadas sem o conhecimento delas ou consentimento. Todos os acordos internacionais de direitos humanos proíbem a manipulação não consensual de seres humanos - até mesmo prisioneiros, sem falar das populações civis.

Sob a iniciativa do senador dos Estados Unidos John Glenn, discussões foram iniciadas em janeiro de 1997 sobre os perigos da irradiação populações civis. Atingindo as funções cerebrais das pessoas com campos eletromagnéticos e feixes (de helicópteros e aviões, satélites, de vans estacionadas, casas da vizinhança, postes telefônicos, acessórios elétricos, celulares, TV, rádio, etc.) é parte do problema de radiação que deveria ser discutido em corpos governamentais democraticamente eleitos.

Além do controle eletrônico da mente, métodos químicos também têm sido desenvolvidos. Drogas alteradoras da mente e diferentes gases odoríficos que afetam negativamente as funções cerebrais podem ser injetados dentro de dutos de ar ou canos de água. Bactérias e vírus também foram testados dessa maneira em diversos países.

A supertecnologia de hoje, conectando nossas funções cerebrais via microchips (ou mesmo sem eles, de acordo com a mais recente tecnologia) a computadores através de satélites nos Estados Unidos ou Israel, põe a mais grave ameaça para a humanidade. Os mais novos supercomputadores são suficientemente poderosos para monitorar toda a população mundial. O que acontecerá quando pessoas tentadas por falsas promessas permitirem microchips em seus corpos? Uma isca será o cartão de identidade microchip. Legislação compulsória tem mesmo sido proposta secretamente nos Estados Unidos para criminalizar a remoção do implante de uma identidade digital.

Estamos nós prontos para a robotização da humanidade e a total eliminação da privacidade, incluindo a liberdade de pensamento? Quantos de nós gostaríamos de ceder nossa vida inteira, incluindo nossos mais secretos pensamentos ao Big Brother? Todavia a tecnologia existe para criar Uma Nova Ordem Mundial totalitária. Sistemas de comunicação neurológica secretos estão posicionados para cancelar o pensamento independente e controlar a atividade social e política em favor dos interesses particulares egoístas e dos militares.

Quando nossas funções cerebrais já estiverem conectadas aos supercomputadores por meio de implantes de rádio e microchips, será tarde demais para protestar. Essa ameaça pode ser derrotada apenas pela educação do público, usando a literatura disponível sobre biotelemetria e informações trocadas em congressos internacionais.

Uma razão pela qual essa tecnologia tem permanecido como segredo de estado é o prestígio predominante do IV Manual psiquiátrico de Estatística Diagnóstica produzido pela Associação Psiquiátrica Americana dos Estados Unidos (APA) e impresso em 18 línguas. Psiquiatras trabalhando para as agências de inteligência americanas sem dúvida participaram na escrita e revisão desse manual. A "bíblia" psiquiátrica encobre o desenvolvimento secreto de tecnologias de controle da mente rotulando alguns de seus efeitos como sintomas de esquizofrenia paranóica.

Vítimas de experiências de controle da mente são assim rotineiramente diagnosticadas, automaticamente, como doentes mentais pelos médicos que aprenderam pela lista de "sintomas" do Manual de Diagnóstico na escola de medicina. Os médicos não têm sido ensinados que os pacientes podem estar dizendo a verdade quando relatam que tem sido guiados contra sua vontade ou sendo usados como cobaias para as formas de guerra psicológica, eletrônica, química e bacteriológica.

O tempo está se esgotando para mudar a direção da medicina militar, e assegurar o futuro da liberdade humana.

Fonte: http://www.illuminati-news.com/Luukanen-Kilde.html

Nota: Quem diria que um artigo como esse já tem dez anos de publicado. Este artigo foi originalmente publicado em um jornal de medicina da Finlândia, em 1999.

Quanto conhecimento sobre o cérebro humano e como manipulá-lo já não terão essas agências secretas? Com todo esse conhecimento científico e a tecnologia da informação que se multiplica a cada ano é apenas questão de bem pouco tempo para alguém querer usar, se é que já não estão usando contra a humanidade.

Filmes como soldado do futuro, com Jean Claude Van Damme e o homem de seis milhões de dólares, com Lee Majors, um grande sucesso dos anos 70, são um sinal de que a ficção não está tão longe da realidade, talvez sirva até para encobrir a realidade, na medida em que parece uma coisa absurda para a maioria da população.

A dra. Rauni-Kilde teve um vídeo publicado no youtube onde ela alertava para a vacina da gripe suina e afirmava que a tal gripe era fabricada em laboratório como o objetivo de controle populacional. Esse vídeo foi postado aqui no blog também.


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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Positive ID procura diabéticos como cobaias para estudo com implante de chip.

Is the Human Heart Just a Number?Image by Wings of Hope Photography via Flickr

Positive ID procura diabéticos como cobaias para estudo com implante de chip.

Por Jim Edwards - BNET

A Positive ID (PSID) vai começar um estudo de seu microchip implantável Health Link (conexão da saúde) em pacientes diabéticos, hipertensos e obesos.

O estudo - como tudo mais associado com a companhia anteriormente conhecida como VeriChip - é com certeza controverso. O chip Health Link é implantado sob a pele dos pacientes. Ele pode ser escaneado para os registros médicos do paciente online. Os críticos da companhia temem que o chip se torne obrigatório, levando a uma completa perda da privacidade médica, ou que os americanos se tornem incapazes de receber cuidado médico a menos que sejam chipados.

O BNET observou que a Positive ID também possui uma companhia de monitoramento de crédito e prevenção de roubo de identidade, a Steel Vault, e que prevê seus chips sendo conectados ao Google (GOOG), Microsoft (MSFT) e empregadores. A Positive ID mostrou o seu monitoramento de crédito e o chip Health Link em seu mais recente 10-Q

Enquanto o comunicado de imprensa dá poucos detalhes, ele indica que o estudo terá algo a ver com o chip Health Link e os clientes do HealthScreenDirect, uma companhia que oferece monitoramento para diabetes e colesterol alto. Diz que o estudo será:

...um estudo clínico em perspectiva, aleatório, comparativo que procurará visar a melhoria da supervisão da doença através do uso de uma apropriada, concisa, e atualizada avaliação das informações de saúde disponíveis tanto para os médicos que cuidam de pacientes diabéticos, hipertensos e obesos como para os próprios pacientes através da utilização do registro de saúde pessoal da Positive ID (Health Link) e do sistema eletrônico de registros médicos.

O CEO da Positive ID Scott R. Silverman disse em uma declaração que o estudo também avançará o chip sensível a glicose da companhia que está em desenvolvimento. Silverman está sem dúvida esperançoso que os pacientes com o chip - e com seus registros médicos online - terão melhores resultados em termos de controlar sua diabetes do que aqueles que o fazem do jeito antigo.

A questão não respondida é por que o acesso a registros médicos - ou até um microchip - poderia melhorar os resultados para os diabéticos. Geralmente, diabéticos monitoram regularmente a glicose de seu próprio sangue e tomam insulina ou outras drogas que sejam requeridas. Como a Positive ID prevê que os registros médicos eletrônicos online se encaixem nessa equação ainda não está claro.

Fonte: http://www.puppetgov.com

Nota: A ideia de um implante de microchip sempre está associada a benefícios, mas a perda de privacidade e de segurança nunca é mencionada. A tecnologia continua a evoluir e mais funções são mostradas, chegará um dia em que ninguém mais poderá viver sem algum implante eletrônico. Tudo para o nosso bem e nossa felicidade.


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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A Intel quer implantar um chip em seu cérebro.

SANTA CLARA, CA - JULY 15:  An Intel sign is d...Image by Getty Images via Daylife

A Intel quer implantar um chip em seu cérebro.

Publicado em 25/11/2009
Red Ice Creations

A fabricante de chip de computador Intel quer implantar um chip de leitura cerebral diretamente dentro dos cérebros de seus consumidores para permitir a eles operar computadores e outros dispositivos sem mover um músculo.

A Intel acredita que seus consumidores estariam dispostos a ter um chip implantado em seus cérebros para que possam operar computadores sem a necessidade de teclados ou mouses usando somente os pensamentos. O implante poderia também ser usado para operar dispositivos tais como telefones celulares, TVs e DVDs.

O chip está sendo desenvolvido no laboratório da Intel em Pittsburgh, EUA. Ele sentiria a atividade cerebral usando tecnologia baseada em FMRI (Ressonância Magnética Funcional de Imagem). Os chips de leitura do cérebro não estão disponíveis ainda, mas o cientista de pesquisa da Intel Dean Pomerlau acha que eles estão próximos.

Teoricamente, pessoas diferentes pensando na mesma palavra ou imagem teriam a mesma atividade em seus cérebros, mas desde que ninguém realmente sabe exatamente como o cérebro funciona isso não é certo. Pomerlau e sua equipe têm usado o FRMI para escanear os cérebros de voluntários para ver se os padrões cerebrais coincidem quando eles estão pensando coisas parecidas, e até agora os resultados parecem promissores.

Pomerlau disse que com os seres humanos e as máquinas convergindo em muitas maneiras, as pessoas vão querer abrir mão da necessidade para uma interface como o teclado, mouse ou controle remoto e operar os dispositivos usando suas ondas cerebrais. Pomerlau acredita que em algum tempo dentro da próxima década as pessoas estarão "mais comprometidas" com a ideia de implantes cerebrais.

Pomerlau disse que uma tecnologia de leitura cerebral incorporada em fones de ouvido para operar um computador está próxima, e o próximo passo é desenvolver o minúsculo implante cerebral, o qual seria muito menos incômodo para o usuário.

O professor associado da Universidade do Arizona Charles Higgins prediz que as pessoas estarão usando computadores híbridos com uma combinação de tecido vivo e tecnologia dentro de 10 a 15 anos. Pesquisadores de sua Universidade construíram com sucesso um robô guiado pelos olhos e cérebro de uma mariposa. Pesquisadores que também estão trabalhando com a Toyota nessa área desenvolveram uma cadeira de rodas controlada por ondas cerebrais.

Embora pareça improvável que muitas pessoas se ofereceriam para o implante de chip no cérebro no presente, isso poderia ter aplicações para pessoas que são incapazes de se mover, tais como tetraplégicos.

Fonte: http://redicecreations.com/article.php?id=8826.

Nota: A tecnologia FRMI também está sendo testada para leitura do pensamento das pessoas e a transformação desses pensamentos em imagens que são exibidas em um monitor de computador. As tecnologias de leitura cerebral estão convergindo rapidamente, o que parecia ficção científica está mais perto do que pensamos.




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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Controvérsia do Implante de Microchip: A Marca da Besta ou a Vindoura "Singularidade"?.

Sign for regional road R666Image via Wikipedia

Controvérsia do Implante de Microchip: A Marca da Besta ou a Vindoura "Singularidade"?



Por Jim Edwards
09/10/2009

A notícia de que a Novartis quer negociar com a Proteus Biomedical para produzir um microchip de implante chamado "Raisin" que enviará um texto ao seu telefone celular quando for a hora de tomar o comprimido, e os esforços da VeriChip de conectar implantes de microchip aos registros de saúde online, tem causado duas controvérsias separadas que parecem fadadas a colidir: alguns cristãos acreditam que os dispositivos são assustadoramente parecidos a "marca da besta" como descrita no livro do Apocalipse; enquanto entusiastas da "singularidade" - aqueles que esperam união dos humanos e da tecnologia inteligente - consideram isso como um passo corajoso em direção a melhoria da saúde.

Os cristãos fazem o argumento óbvio. Sobre o assunto da "marca da besta," apocalipse 13:16-18 declara:

E faz com que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, recebam a marca na sua mão direita, ou em suas testas:

E nenhum homem poderá comprar ou vender, senão aquele que tiver a marca, ou o nome da besta, ou o número de seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tiver sabedoria calcule o número da besta: porque é o número de um homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

O argumento é que se o governo começar a exigir o implante de chips, então isto será um sinal de que o anticristo está no comando e estamos no fim dos dias. (É claro, a besta em questão terá "dois chifres como uma ovelha, e falará como um dragão," que seria fácil de identificar em um candidato presidencial.)

Por outro lado, os entusiastas da singularidade não veem senão boas notícias. Há uma óbvia vantagem na cena do clube, porque o VeriChip pode substituir tanto a carteira de identificação e o dinheiro:

Bonitas baladeiras têm um problema: Se você está usando apenas uma blusinha e uma micro saia, não tem muito lugar para pôr uma carteira. E quem vai querer carregar uma bolsa quando você está lá para dançar? Felizmente, uma companhia chamada VeriChip revelou este ano uma solução baseada na tecnologia de identificação por rádio frequência (RFID).

O mais importante, o chip que aumenta sua obediência com sua receita médica - assim você não para de tomá-las até antes que todas as pílulas tenham acabado - somente melhorará a saúde pública, os singularianos acreditam:

Raisin, ou qualquer outro sistema que nos ajude a disciplinar nossos hábitos de saúde é capaz de nos ajudar a viver mais tempo e mais felizes. Esta é a promessa do Body 2.0 e espero que a parceria entre Proteus e Novartis signifique que a esperança está ganhando terreno no mercado global.

E finalmente: O CEO da Proteus Andrew Thompson acredita a oportunidade de mercado de sua companhia poderia ser de $ 100 bilhões. Isso é ilusório. O debate sério aqui é sobre preocupações com privacidade e rastreamento, e se poderia ser exigido que alguém tenha o implante. A grande maioria dos pacientes e consumidores simplesmente não vai querer um.

Fonte: industry.bnet.com/pharma/10004713/microchip-implant-controversy


Nota: Os dispositivos de identificação de rádio frequência tornam-se mais conhecidos a cada dia e novas formas de utilização surgem a todo momento.

Alguns celebram as muitas vantagens que eles podem trazer para a vida cotidiana, simplificando muitas tarefas cotidianas, porém outros salientam que tais vantagens vêm junto com a perda da privacidade e da liberdade. Só o futuro dirá quem está com a razão.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Pacientes esquecidos serão implantados com microchips para lembrá-los de tomar suas pílulas.

İsviçre Basel'deki Novartis binasıImage via Wikipedia

Pacientes esquecidos serão implantados com microchips para lembrá-los de tomar suas pílulas.

Por Ryan Kisiel
22/09/2009

Os pacientes serão implantados com o microchip em seus ombros para lembrá-los de tomar os remédios, sob um novo programa que está sendo desenvolvido por uma companhia farmacêutica.

As pessoas idosas receberão pílulas contendo um microchip inofensivo que envia um sinal para o chip no ombro quando a pílula for tomada.

Mas se a pílula não for tomada pelo paciente esquecido, o chip no ombro então enviará um texto para o cuidador ou para o paciente para lembrá-los.

O grupo farmacêutico suíço Novartis está desenvolvendo a pílula eletrônica que espera-se reduzirá o número de pacientes que têm de ser supervisionados para tomar os seus remédios.

Joe Jimenez, diretor de produtos farmacêuticos da Novartis, disse que os testes do "chip na pílula" para o recebedor do chip estão sendo realizados em 20 pacientes.

O experimento com a droga que baixa a pressão sanguínea aumentou a quantidade de vezes que os pacientes tomaram os remédios na hora de 30 por cento para 80 por cento em seis meses.

As companhias farmacêuticas estão interessadas em melhorar as "taxas de adesão" entre os pacientes, uma vez que a maioria acaba não tomando suas dosagens corretas por causa dos efeitos secundários desagradáveis ou incapacidade de melhorar os sintomas rapidamente.

As companhias médicas esperam que isso reduzirá o número de hospitalizações dos pacientes cujas condições se deterioraram por não tomarem seus remédios.

O Sr. Jimenez disse que: "Esta indústria está começando a explodir”. Ele acrescentou que a companhia terá de trabalhar em estreita colaboração com os médicos guardiões e doutores.

A companhia farmacêutica rival Pfizer recentemente desenvolveu um sistema automatizado para telefonar para os pacientes para encorajá-los a tomar seus remédios.

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/health

Nota: Abaixo estão dois comentários sobre este artigo. Embora pareçam um pouco exagerados, devemos lembrar que há apenas dez anos atrás uma matéria como a do artigo acima era considerada coisa de ficção científica.


Comentários: Isso é para amolecer o público indo atrás de pessoas indefesas, para nos chipar a todos como cães e gatos. Isso removerá qualquer desculpa de se "esquecer" de levar a sua carteira nacional de identidade dos escravizadores.

Há bastante evidência documental de que há microchips que têm um tamanho mínimo e podem ser injetados na corrente sanguínea. Uma vez lá eles criam a energia que precisam da atividade bioelétrica das pessoas. Eles podem então ser usados para controle mental da pessoa usando a tecnologia dos satélites remotos e de microondas. Há muitos que acreditam que a vacina da gripe suína pretende injetar estes microchips em toda a população. O que segue será a escravização da humanidade sob total controle mental. Nossas mentes não serão mais nossas.



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