Mostrando postagens com marcador totalitarismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador totalitarismo. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de agosto de 2011

A verdade sobre o Facebook

Image representing Facebook as depicted in Cru...Image via CrunchBase
A VERDADE SOBRE O 'FACEBOOK'

O Facebook vende a informação dos seus usuários ao maior espião; cito textualmente: 'O que muitos usuários não sabem é que, de acordo com as condições do Contrato que virtualmente assumem, ao clicarem no quadro "Aceito", os usuários autorizam  e consentem ao Facebook a propriedade exclusiva e perpétua de todas as informações e imagens que publicam. 

Assim, ressalta o perito, os membros 'automaticamente autorizam ao Facebook o uso vitalício e transferível,  junto com os direitos de distribuição, de tudo o que colocam na sua página Web'. Os Termos de Uso reservam ao Facebook o direito a conceder e sublicenciar todo o "Conteúdo do Usuário" para outros propósitos. Sem o seu consentimento, muitos usuários convertem as suas fotografias em publicidade, transformando um bem privado em comércio público.


De repente, tudo o que os seus membros publicaram, incluindo as suas fotografias pessoais, as suas tendências políticas, o estado de suas relações afetivas, interesses individuais e até o endereço de suas casas, foi enviado sem autorização expressa a milhares de usuários.

Há de se acreditar em Mr. Melber, quando assegura que muitos empregadores americanos, ao avaliar os currículos, consultam o Facebook para conhecer intimidades dos candidatos. A prova de que uma página no Facebook não é privada, evidenciou-se em um conhecido caso da Universidade John Brown, que expulsou um estudante quando descobriu uma foto que este colocou no Facebook, vestido de travesti. 

Outra evidência aconteceu quando um agente do Serviço Secreto visitou, na Universidade de Oklahoma, o estudante do segundo ano Saul Martínez, por um comentário ofensivo do Presidente.  

E, para piorar, o assunto não termina quando os usuários cancelem a sua conta: as suas fotos e informação permanecem, segundo o Facebook, para o caso de quererem reativar a sua conta; o usuário não é retirado nem quando morre. De acordo com as 'Condições de Uso', os membros não podem obrigar que o Facebook  retire os dados e imagens dos seus dados,  já que quando o falecido aceitou o Contrato Virtual,  concedeu ao Facebook o direito de mantê-lo ativo sob um status especial de partilha por um período de tempo determinado, para permitir que outros usuários possam publicar e observar comentários sobre o falecido. 

Saibam os usuários do Facebook que são participantes indefesos de um cenário que os acadêmicos qualificam como o maior caso de espionagem na História da Humanidade. Convertem-se, de forma inconsciente, nos precursores do fenômeno 'Big Brother',  alusão direta à intromissão abusiva do Estado nos assuntos privados do cidadão comum para controlar o seu comportamento social, tema de uma novela profundamente premonitória escrita em 1932 pelo britânico Aldous Huxley:  "Um Mundo Feliz" ("1984").

Enhanced by Zemanta

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Você está pronto para a identidade universal para a internet que Barack Obama quer impor sobre todos nós?

Você está pronto para a identidade universal para a internet que Barack Obama quer impor sobre todos nós?

The American Dream

A administração Obama está desenvolvendo um programa "universal de internet ID" que observaria, rastrearia, monitoraria e potencialmente controlaria sua atividade na internet. Estas "identidades confiáveis" estão sendo vendidas como um meio de aumentar a proteção e a segurança na internet e como um meio de eliminar a necessidade de dúzias de nomes de usuários e senhas diferentes. Mas é uma identidade universal de internet que é emitida e controlada pelo governo americano realmente uma boa idéia? Até agora, as autoridades da Administração Obama estão tentando fazer isso parecer como não ameaçador tanto quanto possível. Eles estão insistindo que isso não será obrigatório. Eles estão insistindo que nenhuma de nossas informações pessoais será coletada ou usada pelas agências federais. Mas a luz de como regularmente o governo tem abusado de nossos direitos e liberdades em anos recentes em nome da "segurança", devemos realmente acreditar no que eles estão dizendo sobre essa nova identidade universal de internet?

Talvez para aliviar as preocupações a respeito do "Big Brother", a administração Obama está propondo que o Departamento de Comércio americano seja quem supervisione estas identidades universais de internet.

Mas quanto tempo você acha que levaria para o Departamento de Segurança Interna (junto com diversas dúzias de outras agências do governo) ficar envolvido na "administração" destas "identidades confiáveis"?

O potencial para abuso do governo de um tal sistema é absolutamente incrível. Como temos visto tantas vezes nos últimos anos, quando você dá aos burocratas do governo um palmo, frequentemente eles terminam tomando vários quilômetros.

Então quais são alguns dos outros potenciais problemas de um tal sistema?

Bem, criando uma "chave mestra" para a internet para qualquer e todo indivíduo, se ela for perdida ou roubada você poderia literalmente perder tudo pelo que tem trabalhado tão duramente em um único dia. Imagine o que poderia acontecer se um hacker muito mau ganhasse acesso instantâneo a sua conta bancária, seus cartões de crédito, sua conta no Paypal, seu email, sua conta do Facebook, sua conta do Twitter, sua conta do Ebay, sua conta na Amazon, seus blogs, seus websites e tudo o mais de importância na internet que pertence a você.

Apenas imagine os danos que poderiam ser feitos.

Além disso, seria apenas uma questão de tempo antes que essa identidade universal de internet se tornasse "uma identidade nacional de fato".

Na verdade, não é difícil de imaginar que "em nome da segurança" seria exigido que os americanos vinculassem a identidade universal de internet à informação biométrica ou mesmo ligasse ela a um implante de microchip de algum tipo.  

É claro que esse novo programa vai "começar como voluntário", mas quantas vezes antes o governo apresentou programas "voluntários" que mais tarde se tornaram obrigatórios?

Uma vez que a identidade universal de internet esteja implantada, será uma questão de tempo até que muitas agências federais diferentes e uma percentagem significativa de grandes corporações comecem a exigir que as pessoas comecem a usá-la. Eventualmente se tornaria extremamente difícil de agir na internet sem uma. Uma vez que chegue a esse ponto, seria apenas um passo muito pequeno para torná-la obrigatória para todos.

É claro que agora mesmo a administração Obama insiste que está "nos fazendo um favor” criando um sistema que nos capacitaria a nos tornarmos aptos a ficar livres de dúzias de nomes de usuários e senhas que todos nós usamos agora.

Mas isso tudo soa como o tipo de controle da internet que está sendo imposto em lugares como a China.  

A verdade é que a identidade universal de internet daria ao governo dos Estados Unidos maior poder para licenciar, monitorar e policiar a internet do que eles jamais tiveram antes. 

De fato, algumas cabeças pensantes das grandes redes de notícias já estão especulando que esse novo sistema de identificação é como uma maneira de "suavizar" a retórica "maldosa" na internet.

É claro que o que realmente significa é que eles querem calar um bocado de vozes discordantes lá fora porque elas não são "politicamente corretas" e elas não concordam com a versão da "verdade" que a mídia do stablishment está constantemente promovendo.

Esperançosamente o povo americano compreenderá que uma identidade universal de internet controlada pelo governo seria um passo gigantesco na direção de se tornar um estado policial Big Brother. Infelizmente, o povo americano não tem feito um grande trabalho de se levantar pela segurança e liberdade neste momento. Houve uma gritaria inicial quando os novos "scanners corporais foram instalados nos aeroportos americanos e quando os funcionários dos aeroportos começaram a apalpar nossas partes íntimas como parte das novas "revistas melhoradas", mas a maioria dos americanos parece ter aceitado estes "novos procedimentos de segurança" até esse ponto.

Assim, agora a administração Obama está pronta para ir ainda mais fundo. Eles querem colocar uma coleira em nosso último grande bastião da liberdade de expressão - a internet.

Algum dia se você tiver de conseguir uma licença do governo dos Estados Unidos para ler artigos como esse ou para escrever artigos como esse, não diga que não foi avisado.

Fonte: www.prisonplanet.com  

Nota: Embora esse artigo seja dirigido primeiramente ao povo americano, sabemos que há muito interesse dos governos de diversos países de estabelecer algum tipo de controle sobre a internet. Se tal internet ID for aprovada para os Estados Unidos rapidamente será adotada pelos grandes sites, portais e redes sociais será, portanto, obrigatória para navegar na internet.     

Enhanced by Zemanta

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A Inglaterra vai participar de um controverso plano de vigilância do cidadão da União Europeia

A Inglaterra vai participar de um controverso plano de vigilância do cidadão da União Europeia.

Por Hilary White

Londres, 15 de junho de 2010 (LifeSiteNews.com) - Sob o governo Trabalhista recém deposto, o país se juntou ao plano da União Europeia para permitir ao governo juntar dados sobre os cidadãos que divulgarem ou partilharem opiniões políticas "radicais".

O movimento estimulou advertências de fiscalizadores das liberdades civis.

A ONG Statewatch disse segunda-feira que os governos europeus estão planejando forçar todas as operadoras de telefone do continente, operadoras de rede de telefone celular e provedores de serviço de internet para manter detalhes de uso da web de seus clientes, de e-mails e chamadas de telefone por até 2 anos.

Sob o "instrumento de compilação de dados" da União Europeia, ativistas rotulados pelo governo como de "extrema direita/esquerda", islâmicos, nacionalista ou antiglobalização" pode ser posto sob vigilância, com a informação recolhida sendo disponibilizada para a polícia e forças de segurança nos estados membros.

Documentos confidenciais obtidos pela Statewatch revelam que a coleta de dados que originalmente destinava-se a atingir a "radicalização e recrutamento" de grupos terroristas islâmicos foi expandida para incorporar outros grupos, amplamente indefinidos. A Europol, uma agência da lei da União Europeia, já tinha sido pedida para produzir uma lista de pessoas envolvidas na promoção ou recrutamento em tais grupos.

A Statewatch disse, "O instrumento não é primariamente sobre pessoas ou grupos que pretendem cometer atos terroristas. Mas sim direcionado a pessoas e grupos que mantém visões radicais descritas como aquelas de propagação de mensagens radicais."

"Quem vai usar o esse 'instrumento' que coloca um vasto espectro de pessoas e grupos sob vigilância? As forças policiais da União Europeia, agências de segurança e inteligência mais 'agências e instituições da União Europeia. '"  

O Parlamento europeu está atualmente debatendo mudanças na Diretiva 1997 da União Europeia sobre privacidade nas telecomunicações que afirma que dados só podem ser retidos para efeitos de faturamento e devem depois ser apagados. Mudanças propostas pela diretiva permitiriam a países individuais criarem leis forçando as companhias de comunicação a reter dados.

A Statewatch, contudo, disse que seu grupo tem visto uma "decisão de arcabouço", que forçaria todos os governos a passar leis que obrigariam as companhias de comunicação a reter todo tráfico de dados por 12 a 24 meses. Essa decisão de arcabouço poderia ser votada já no próximo mês.

"Os governos da União Europeia afirmaram que mudanças na Diretiva EC 1997 sobre privacidade em telecomunicações para permitir a retenção de dados e acesso pelas agências de aplicação da lei não seria vinculativa para os estados membros - cada parlamento nacional teria que decidir."

"Agora sabemos que o tempo todo eles estavam pretendendo torná-la vinculativa, compulsória na Europa," Tony Bunyan, editor da Statewatch, disse em uma declaração.

O jornal de esquerda Guardian sugere que os documentos com o termo indefinido "extremistas domésticos", poderiam ser usados para mirar os "manifestantes ambientalistas cumpridores da lei, os ativistas anti-guerra e os ativistas anti-racismo."

Os documentos especificam "extremistas ambientais," junto com os ativistas de extrema-direita, dissidentes irlandeses republicanos, paramilitares legalistas e extremistas inspirados na Al-Qaeda, como estando entre os grupos correntemente categorizados como extremistas que podem incluir aqueles que têm cometido crimes sérios em busca de uma ideologia ou causa."

Mas os documentos incluem uma nota que espera-se que os estados individuais alterem e adaptem o plano a "necessidades" locais. No atual clima político da Inglaterra, grupos cristãos e socialmente conservadores já estão sendo fortemente direcionados para interferência do estado. 

Fonte: www.lifesitenews.com                                   

Nota: A cada nova lei para proteger os cidadãos estes ficam cada vez mais desprotegidos.





 

   

Este computador composto por 16 mini-cérebros humanos mostra uma eficiência impressionante Publicado por Cédric - Há 11 h...