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domingo, 12 de agosto de 2012

A Transição Para o Sistema Econômico Fascista – O Governo Ganhará a Autoridade Para Forçar Novas Fusões e Fechar Empresas Privadas

A Transição Para o Sistema Econômico Fascista – O Governo Ganhará a Autoridade Para Forçar Novas Fusões e Fechar Empresas Privadas

Em uma economia fascista, a propriedade privada dos bens de produção é mantida, porém o governo determina quantas e quais empresas poderão atuar em cada setor-chave. Esse é o modelo econômico que mais agrada aos grandes empresários, que podem assegurar maiores lucros e deixar de se preocupar com o aparecimento de novos concorrentes.


Em maio de 1993, revelamos em nosso programa de rádio que a planejada economia da Nova Ordem Mundial será um sistema que os economistas chamam de “fascismo”. A transcrição desse programa de rádio está preservada no artigo CE1066  (não traduzido). 

Permita-se fazer uma citação desse artigo, pois você precisa ver que os EUA estão agora fazendo a transição para uma economia fascista. Descobri em minha pesquisa em 1988 que a economia planejada para a N.O.M. será a economia fascista que Hitler estabeleceu na Alemanha.

Esta citação enfoca a capacidade do governo de peneirar as empresas que produzem os mesmo produto, ou que oferecem o mesmo tipo de serviço. No sistema capitalista, o número de empresas concorrentes é determinado pelo mercado, isto é, “aquilo que o mercado esteja disposto a aceitar”. No entanto, no fascismo, o governo fecha algumas empresas para que outras companhias, mais favorecidas, possam continuar no negócio, fortalecidas pela realidade que o governo extinguiu a concorrência.
Veja o que escrevemos em maio de 1993:

Fascismo é o tipo de economia em que as empresas privadas retêm o controle dos meios de produção, como fábricas, minas e todos os tipos de negócios, porém o governo determina quanto de cada item será produzido, quando será produzido e como a distribuição será feita. O governo também determina o nível de concorrência dentro de cada setor da economia, um ponto que é de muito interesse para qualquer empresário, uma vez que eles detestam a competição. A concorrência força os preços para baixo, desse modo reduzindo os lucros possíveis. No fascismo da Nova Ordem Mundial, não haverá uma concorrência muito grande dentro de cada setor da economia. Haverá somente um ou dois fabricantes de cada tipo de produto, de modo que eles poderão cobrar aquilo que quiserem, obtendo assim níveis de lucratividade sem precedentes para os proprietários das empresas. Lembre-se, para atingir esse objetivo de concorrência econômica e mercados controlados, um governo totalitário é necessário para forçar sua vontade sobre as pessoas cujos negócios forem escolhidos para serem fechados, e para desencorajar qualquer um que pense que possa competir com as empresas escolhidas. Obviamente, essa coerção será mais eficiente se as pessoas não a virem como uma coerção, e aceitarem alegremente sua nova sina na vida.”
Em um sistema capitalista, o governo não tem autoridade alguma para peneirar o número de concorrentes que produzem o mesmo produto ou que oferecem o mesmo tipo de serviço. Essa autoridade somente é dada ao governo de uma economia fascista. Com esta compreensão, vamos analisar a Lei Barney Frank, que concede ao governo exatamente esse tipo de capacidade de peneirar as empresas privadas.

Resumo da Notícia: “Democrata chama a Lei Barney Frank de ‘TARP com anabolizantes’”, Victoria McGrane, Politico News, 29 de outubro de 2009.
Os legisladores de ambos os partidos estão atacando uma proposta da Casa Branca que dará ao governo federal poderes para fechar empresas do setor financeiro — uma autoridade que um democrata chamou de ‘TARP com anabolizantes’. [NT: TARP é o acrônimo de Troubled Asset Relief Program, um programa criado pelo governo norte-americano em 2008 como parte de um conjunto de medidas para tratar a crise causada pelas hipotecas de alto risco.]

Com o Secretário do Tesouro Timothy Geithner ouvindo em uma sala de audiências da Casa, os legisladores já enfadados com os socorros financeiros estão passando a manhã da quinta-feira esmiuçando uma proposta do representante Barney Frank (D-Mass) que procura dar esse “poder de decisão” ao governo, similar à autoridade que a FDIC (Federal Deposit Insurance Corp. — NT: uma companhia seguradora do governo que garante os depósitos nas contas correntes e aplicações financeiras até certo valor) tem sobre os bancos que se tornam insolventes.”
Esse poder não tem precedentes na economia norte-americana, pois o país sempre operou sob a proteção do capitalismo, onde as leis são redigidas para proteger as empresas das ações ditatoriais e sem mandado judicial por parte do governo. Entretanto, os Illuminati querem derrubar a economia capitalista para que possam implantar seu cobiçado sistema fascista. Como eles conseguiriam provocar essa aparentemente impossível derrubada?

Eles recorreram à sua divisa, bem testada e verdadeira: “Ordo Ab Chao“, ou “Ordem a Partir do Caos”.

Começando quase uma década atrás, as regras para os bancos e seguradoras foram modificadas e afrouxadas para que excessos fossem incentivados. Foi necessário quase uma década inteira para conseguir, mas por volta de 11 de setembro de 2008, o sistema econômico nos EUA estava pronto para um colapso controlado. As pessoas ficaram tão atemorizadas que permitiram que o governo federal desmantelasse sistematicamente o antigo sistema capitalista muito rapidamente. O caos foi tão ruim, e as finanças das pessoas ficaram tão ameaçadas, que a população suficientemente aterrorizada permitiu que mudanças drásticas fossem feitas para que a economia pudesse ser salva do total colapso.

A maioria das pessoas não observou que os passos iniciais para a derrubada do capitalismo foram dados pelo presidente George W. Bush, que era um republicano e considerado por muitos como conservador. É uma das ironias da história que uma administração republicana supostamente conservadora tenha sido escolhida para enterrar o capitalismo!

Seguindo o mesmo modelo que o presidente Bush seguiu, o presidente Obama continuou tomando as medidas específicas necessária para completar a implementação dessa economia controlada pelo governo. O projeto de lei apresentado pelo representante (deputado) Barney Frank é apenas a legislação mais recente e revoltante necessária para estabelecer plenamente esse sistema econômico.
O rep. Luis Gutierrez (D-Ill) criticou duramente a proposta de lei que quando o governo tiver o dinheiro inicial para cobrir os custos do encerramento de uma firma moribunda, outras grandes firmas financeiras grandes pagarão a conta por meio de uma cobrança avaliada após o fato… O rep. Scott Garret (R-NJ) expressou preocupação com o poder que a Reserva Federal receberá com a nova lei… ‘Em nome de mitigar o risco sistêmico, o Fed também recebe poder ilimitado para desmantelar sistematicamente uma empresa privada. Isto é muito mais massacrante do que impor uma exigência de capital mais rígida.’”
Como a legislação é tão provocativa, o rep. Frank não deu aos seus colegas congressistas muito tempo para lerem o projeto de lei.
Spencer Bachus, do Alabama, o republicano de mais alto escalão na comissão, reclamou que Frank liberou o rascunho do texto na tarde da terça-feira, menos de 48 horas antes da sessão, não dando aos membros ou às testemunhas tempo suficiente para digerir o conteúdo.”
Essa foi a tática da administração Bush quando apresentou a ditatorial Lei Patriótica I no Congresso. 

Suponho que a tática funcionou tão bem que está sendo repetida. A maioria dos cidadãos ainda acredita que os membros do Congresso realmente debatam os projetos de lei que aparecem em seu caminho. Na verdade, ainda ouço apresentadores conservadores de programas de rádio incentivando os ouvintes a inundarem o Congresso com petições e telefonemas, incentivando-os a dizer aos seus congressistas como querem que eles votem. Recentemente, fui entrevistado por um apresentador conservador, que entusiasticamente disse a um ouvinte que telefonou, que ele estava convencido que o Congresso não teria os votos para aprovar a legislação de Assistência à Saúde que o presidente Obama enviou ao Congresso.

A realidade é bem diferente! Basta lembrar o chocante testemunho do Dr. James Dobson, da organização Focus on the Family, em junho de 1987. Dobson tinha acabado de retornar para seu escritório em Colorado Springs, vindo da capital Washington, onde tinha passado uma semana, fazendo lóbi a favor de uma legislação antiaborto. Ele anunciou bem no início de seu programa naquele dia que teria uma declaração muito importante a fazer.

Ele disse que tinha feito a seguinte descoberta: cada congressista e senador é instruído sobre como deve votar em cada projeto de lei! Antes de o projeto de lei entrar em votação, os líderes de ambos os partidos se reúnem secretamente e decidem se o projeto será ou não aprovado. Além disso, os líderes de ambos os partidos decidem como cada membro de seu partido no Congresso deve votar. Se um congressista é de um distrito cujos eleitores são veementemente contrários a uma determinada legislação, esse congressista é instruído a votar contra. Entretanto, os líderes do Congresso sempre são cuidadosos para garantir que o número total de votos em cada questão seja exatamente aquilo que a Casa Branca ou o partido querem.

Portanto, a ação dos congressistas em qualquer projeto de lei é pré-determinada pelos líderes partidários. A votação é manipulada!

O representante Frank então defendeu o propósito de seu projeto de lei, chamando a atenção para o caos deliberado que tinha sido criado:
Frank acusou os críticos de reescreverem a história, lembrando-os que os socorros financeiros à seguradora AIG e a outras empresas ocorreram porque o governo federal não tinha o poder para lidar com uma situação que não podia ser tratada pelos procedimentos tradicionais de concordata. ‘Todo nosso propósito hoje é mudar essa situação e evitá-la’, ele declarou.”
Assim, o rep. Frank está agora apresentando um projeto de lei que “evitará” o tipo de situação que os Illuminati criaram desde o início. Eles criaram o caos para que agora possam alcançar sua Nova Ordem.

Esses eventos verdadeiramente nos dizem que o fim dos tempos está realmente se aproximando.

FONTE: www.fimdostempos.net
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Intermezzo: a organização fascista do Estado

Fascism and Freedom MovementImage via WikipediaIntermezzo: a organização fascista do Estado

Escrito por Heitor De Paola


MussoliniNota do autor: Iniciei esta série, Os Exterminadores do Futuro, criticando o ambientalismo e a falácia da responsabilidade humana pelo aquecimento global. E continuei examinando a doutrinação ecologicamente correta da juventude por parte de “especialistas” em educação. Depois me dediquei a estudar as doutrinas totalitárias. Para os leitores não perderem o fio da meada, relembro a máxima de Orwell: “quem domina o passado, domina o futuro, quem domina o presente, domina o passado”. É exatamente este o caminho que estou seguindo: os dominadores do presente se mostram mentes bondosas preocupadas com o bem comum e com o futuro da humanidade, mas escondem que são tão bondosos como Lênin, Stalin, Mussolini ou Hitler e visam como eles, um estado totalitário no qual apenas uma casta “superior”, a Nova Classe, poderá viver bem. Nos últimos artigos da série voltarei ao presente e comentarei o futuro.

O que é fascismo?

Antes de entrar no assunto propriamente dito, conforme anunciado - as organizações juvenis totalitárias - é preciso dar algumas informações gerais aos leitores não familiarizados com o fenômeno fascista e a organização política, social, econômica e cultural do regime. 

A idéia predominante é uma salada de alhos e bugalhos de que se trata de um regime ditatorial “de direita” que defende os capitalistas contra os legítimos interesses populares, representados pela “democracia” socialista.
Este conto de fadas inventado por Stalin até hoje perdura na imaginação popular, mesmo das pessoas que se interessam por política e história. Nos termos que tenho utilizado: a quarta fronteira, ideológica, foi rompida ao ponto de muita gente acreditar em qualquer coisa: fascismo é uma lata de lixo para onde se joga tudo que não for aprovado pelas esquerdas. Por exemplo, considera-se fascista tanto a ditadura do Estado Novo, como o regime implantado pela Contra-Revolução de 1964, iguala-se Pinochet a Perón, a ditadura militar de Myanmar ao Tea Party, Thatcher a Mugabe, tudo num samba do crioulo doido (perdão, do afrodescendente híbrido com processos mentais diferenciados!), numa confusão pior do que o original de Stanislaw. Se há algum regime que mereça este nome na América Latina, mesmo assim com certas restrições que ficarão claras durante a exposição, ele ainda existe em plena atividade: Cuba, o único estado totalitário que sempre existiu neste continente. E o fascismo é o totalitarismo típico, conforme a rigorosa definição de Hannah Arendt.

Na verdade, o fascismo é um movimento revolucionário extremamente complexo, que como tal tem aspectos semelhantes ao comunismo, mas com características próprias que diferem de qualquer outro regime, inclusive do nazismo. O nome fascismo é inseparável de seu criador, Benito Amilcare Andrea Mussolini, e à sua escolha dos fasci littori como símbolo fundador do conceito.

A preparação para o Estado fascista: Os últimos anos do Estado Liberal na Itália

“É certo que devemos examinar atentamente as diversas estratificações da burguesia. Não obstante, devemos examinar a estratificação do próprio fascismo porque, dado o sistema totalitário que o fascismo tende a instaurar, será no próprio seio do fascismo que tenderá a ressurgir os conflitos que não mais podem se manifestar por outras vias”.
Antonio Gramsci
Comunicazzione al Terzo Congresso del Partito Comunista d’Italia, Roma, 1926

Quando Gramsci pronunciou este discurso Mussolini já era Presidente do Conselho do Reino há quase quatro anos. Antes fora um dos expoentes do Partito Socialista Italiano (PSI) de cujo jornal, Avanti!, era diretor. O PSI foi contrário à guerra contra o Império Otomano pela posse da Líbia (1911-12), porém em 1914, Mussolini discordou e demitiu-se do partido por ser contra a linha pacifista adotada e apoiou a entrada da Itália na I Guerra Mundial. Fundou então o Il Popolo d’Italia e logo depois da guerra, com o não cumprimento dos compromissos dos aliados para com o país, a chamada vittoria mutilata, uma enorme insatisfação tomou conta da população. O Popolo dItalia tornou-se o foco intelectual dos descontentes. Mussolini funda em 23 de março de 1919 os Fasci Italiani di Combattimento (1), com a publicação de um manifesto, publicado a 6 de junho, no que futuramente (1921) viria a se tornar o Partito Nazionale Fascista, que se apresentou ao país com um programa nacionalista, autoritário e radical.

No contexto de instabilidade política, social e econômica, além do ressentimento e raiva em relação aos aliados, Mussolini usou suas “squadri fascisti de combattimento” para forçar a tomada do poder através da Marcia su Roma, imensa manifestação na qual tomaram parte voluntários de toda a nação, em 28 de outubro de 1922. Dois dias depois é nomeado pelo Rei Vittorio Emmanule III como Presidente do Conselho do Reino. Governou constitucionalmente até 3 de janeiro de 1925, porém simultaneamente armava o bote contra o Parlamento, instituindo os bandos secretos (Milizia Volontaria per la Sicurezza Nazionale) embrião da futura Organizzazione per la Vigilanza e la Repressione dellAntifascismo (OVRA), a polícia política secreta do regime.

Em 1º de maio de 1923 a Milizia se tornava oficial, com o nome “Guardia armata della rivoluzione, al servizio di Dio e della Patria". De acordo com os discursos e artigos de Mussolini e outros fascistas, a guarda era necessária, pois a revolução se encontrava “na defensiva”, assediada pelas forças da burguesia do velho regime liberal, da esquerda, da direita e do centro. Em 23 de maio o deputado Alfredo Misuri, um dissidente fascista criticou a degeneração do fascismo e pediu o retorno às funções constitucionais do Parlamento. Nesta mesma noite foi violentamente agredido e preso pela Milizia. No mesmo mês surgiram manifestações monárquicas e antifascistas. Seguiu-se um ambiente repressivo de caos e violência. A violência contra aos antifascistas não era voltada apenas para fora, mas também para dentro do próprio Partido e do Estado. Após novos atentados o Popolo d’Italia comentou que “a oposição ao governo fascista é um ato político criminoso mais deplorável do que os atos repressivos!”

Neste ínterim, Mussolini e seus camerati iniciavam um processo de reconstrução radical do Estado, o embrião da futura organização de massa que viria a constituir a ditadura: o fascismo se instalava no interior do próprio Estado. Nas eleições de 6 de abril de 1924, realizada sob um clima de feroz intimidação por parte dos squadristi, venceu o chamado Listone (2), encabeçado pelo PNF com 64,9% dos votos. 


Estas eleições foram contestadas na sua lisura. A oposição abandona o Parlamento (Secessione dellAventino) e os mais moderados e liberais apresentam uma moção para a destituição de Mussolini. Em 30 de maio o deputado socialista Giacomo Matteotti falou na Câmara de Deputados contra o uso da violência por parte dos fascistas nas eleições daquele ano e contestou o resultado e a validade das eleições.

Terminado o discurso disse: “O meu discurso já fiz. Agora vocês preparem minha oração fúnebre” (3).

Foi seqüestrado, torturado e morto a seguir, e o povo italiano não teve dúvidas sobre a implicação dos fascistas no caso, embora a participação pessoal de Mussolini nunca tenha sido comprovada. Mussolini mandou prender os atacantes de Matteotti, desagradando aos mais radicais de seu próprio partido. Na última noite do ano, ocorreu a uma ameaça de golpe de Estado dos mais radicais squadristi contra Mussolini, ameaçando sua própria pessoa se não assumisse poderes ditatoriais.

Em 3 de janeiro de 1925, frente às contestações, Mussolini se dirige à Câmara e, num gesto dramático assume toda a culpa (pode ser visto em parte aqui) pelo assassinato de Matteotti.

Neste discurso fala da acusação de que o fascismo formou uma Cheka (como a polícia secreta comunista russa):

“Dizem que o fascismo é uma horda de bárbaros acampados na nação, que é um movimento de bandidos e predadores! Declaro na presença desta Assembléia e de todo povo italiano, que eu assumo, eu somente, a responsabilidade política, moral e histórica de todos os acontecimentos. Se o fascismo não oferece mais que olho de rícino e cassetete e não, pelo contrário, levanta uma paixão soberba do melhor de nossa juventude, a mim a culpa! Se o fascismo não passa de uma associação delinqüente, sou eu o chefe desta associação delinqüente! 


Se toda a violência foi o resultado de um determinado clima histórico, político e moral, então a responsabilidade é minha, porque este clima histórico, político e moral foram criados por mim. Então chegou o momento de dizer basta! Quando dois elementos estão em luta e são irredutíveis, a solução é a força. O fascismo, Governo e Partido, estão no poder plenamente.

Senhores! Vós viveis em ilusão! Vós acreditásseis que o fascismo estava morto porque eu o castiguei até mesmo com crueldade. A Itália, senhores, deseja a paz, a tranqüilidade, a calma para o trabalho. Nós daremos esta tranqüilidade com amor, se possível for, à força se necessário.”

De Felice (4), na sua monumental biografia do Duce, conta:

“é claríssimo que em 3 de janeiro de 1925 a luta política e a própria história nacional entravam numa nova fase. De fato o Estado liberal e as forças políticas que o ligam internamente e o sustentavam entraram na última fase de sua crise. (...) Começava um novo ciclo político (e indiretamente social e moral) que comumente se chama o regime fascista!”

Em pouco menos de dois anos, entre o final de 1925 e o final de 1927, a Itália passou do estado liberal-democrático ao fascismo propriamente dito. Com o “plebiscito” de 24 de março de 1929 o Fascismo se firmava completamente.

A organização do Estado fascista

“O fascismo é um método, não uma finalidade, uma autocracia por sobre a via democrática. Permitimo-nos ser aristocráticos e democráticos, conservadores e progressistas, reacionários e revolucionários, legalistas e contra a lei, segundo as circunstâncias de tempo, lugar ou ambiente.”
Benito Mussolini

- O Paradoxo da Democracia e a “Terceira Via”: os fascistas sustentavam que a democracia encerra um paradoxo: se a maioria das pessoas desejassem um governo antidemocrático, a democracia deixaria de existir. Todavia, se a democracia se opusesse à sua extinção, desrespeitando a vontade da maioria, deixaria de ser democrática. Sustentamos, portanto que, na prática, a democracia não pode existir, não passa de uma teoria utópica. Como exemplo podemos citar os golpes de Estado sul-americanos. O segundo ponto é um fator “semântico”: as palavras democracia e liberdade não são sinônimas. Frequentemente esta deturpação semântica leva a crer que os antidemocráticos são contra a liberdade, mas a democracia pode existir sem liberdade, como pode existir liberdade sem democracia.

- Diferenças com outras ditaduras: enquanto nas ditaduras clássicas, a Rússia Comunista e a Alemanha Nazista, o Partido era a pedra angular do regime, para Mussolini era o oposto: o fulcro do regime devia ser exclusivamente o Estado, sendo o Partido totalmente subordinado ao Estado e integrado ao regime com funções substancialmente secundárias e burocráticas. Por isto, logo após a supressão dos partidos de oposição, Mussolini dedicou-se a eliminar o próprio partido como força política (De Felice op. cit.). Os Fasci não constituíam um partido, mas, sobretudo um anti-partido, não eram uma organização de propaganda, mas de combate, não pretendiam ser eternos, não tinha um programa imutável, nem prometiam o paraíso na terra e a felicidade universal. Representavam a aristocracia da coragem. Libertários, só pela necessidade anti-demagógica, não tinham preconceitos por andarem contra a corrente. Era uma associação de homens que podiam vir de todos os horizontes, porque entre si descobriam uma afinidade ideal. Somente uma elite que passou por uma mudança espiritual radical poderia estabelecer o estado corporativo industrial que tiraria a Itália do impasse a que tinha sido conduzida pelo liberalismo político. A manifestação coletiva que poderia inspirar o povo e extinguir as diferenças de classe era a guerra (5).

É por esta razão que Gramsci afirmava na epígrafe que seria no próprio seio do fascismo que tenderia a ressurgir os conflitos que não mais podiam se manifestar por outras vias. Mussolini sabia disto e liquidou de vez com as correntes divergentes do partido, liquidando o próprio partido. O lema consagrado por Mussolini era: “tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”. “O indivíduo não existe senão enquanto pertence ao Estado e está subordinado à necessidade do Estado”.

Na organização militar, ao contrário dos nazistas e bolchevistas, que destruíram o espírito das forças armadas, subordinando-as a formações totalitárias de elite (como as SS) ou ao controle político rígido (os comissários comunistas), os fascistas usaram o forte sentimento nacionalista do Exército como espelho para a organização do Estado.

Finalmente, quanto à religião, Mussolini reconheceu o forte sentimento católico do povo italiano e enfrentou a intransigência do velho fascismo que queria “facistizar” totalmente as consciências, eliminando a religião e substituindo-a pelo credo fascista como monopolista de todas as manifestações culturais, morais e religiosas individuais ou coletivas, eliminando qualquer concorrente forte como a Igreja. 


Assinou o Tratado de Latrão em 7 de junho de 1929, que consistia em três documentos: um tratado político reconhecendo a total soberania da Santa Sé no estado da Cidade do Vaticano, doravante estabelecida. Uma concordata regulando a posição da Igreja Católica e a religião católica no Estado italiano. Uma convenção financeira acordando a liquidação definitiva das reivindicações da Santa Sé por suas perdas territoriais e de propriedade.

O acordo também garantiu ao Vaticano o recebimento de uma indenização financeira pelas perdas territoriais durante o movimento de unificação da Itália. O documento estabeleceu normas para as relações entre a Santa Sé e a Itália, reconheceu o catolicismo como religião oficial deste país, instituiu o ensino confessional obrigatório nas escolas italianas, conferiu efeitos civis ao casamento religioso, aboliu o divórcio, proibiu a admissão em cargos públicos dos sacerdotes que abandonassem a batina e concedeu numerosas vantagens ao clero.

- Economia: a valorização da Lira, a “quota novanta” (6) o programa de expropriação parcial (7), afastando uma solução marxista que muitos sindicalistas queriam, mas que provavelmente destruiriam o capitalismo, sem pôr nada no seu lugar. Taxava-se o capital especulativo, não o produtivo. O único socialismo que poderia servir a toda a nação era o empreendedorismo (8).

- A organização corporativa da nação: “o corporativismo é a pedra angular do Estado fascista, portanto, o Estado fascista ou é corporativo ou não é fascista” (9). Este sistema visava suprimir o individualismo liberal e, ao mesmo tempo, evitar o socialismo marxista. 


Semelhante a este último afirmava que a economia não pode ficar ao sabor da “lei da oferta e da procura”, diferentemente, entretanto, condenava a “luta de classe” como fator de destruição da produção.

Os princípios basilares do corporativismo são:

1- Toda a população é dividida em “classes orgânicas”;

2- As classes são organizadas em corporações;

3- A administração dos assuntos sociais são transferidas para as corporações.

O corporativismo era um sindicalismo integral, diferente do trabalhista, no qual se reuniam trabalhadores, proprietários, funcionários, homens de negócio, camponeses e todos os indivíduos envolvidos na produção. Devido ao fato de que cada pessoa era membro de uma corporação-sindicato, a nação era constituída de sindicatos e não mais de indivíduos isolados em busca de sua felicidade. Os direitos políticos só seriam exercidos pelos produtores organizados em corporações e a produção seria regulamentada pelos sindicatos (Sternhell et als., op.cit.)

Os sindicatos se reagruparam em três Confederações: Confederação dos Empregadores (subdividida em setores de atividade: agricultura, indústria, comércio e crédito), Confederação dos Trabalhadores (subdividida pelas mesmas atividades) e Confederação dos Profissionais e Artistas.

As Corporações estavam reunidas na Camera dei Fasci e delle Corporazioni. Em última análise, cabia ao Estado, por meio das Corporações, decidir sobre produção, preço e salários, não mais à lei da oferta e da procura da economia liberal. A Corporação Proprietária guiava a produção para os superiores interesses do Estado, sem cair na idéia igualitária do bolchevismo, mas utilizando a taxação como meio de planificação (10).

Notas:

(1) O Fascio (fig. 1) era um feixe de varas carregado pelos litores (ver nota 8 da última parte). A escolha do símbolo foi determinada por três fatores principais: pretendia trazer de volta o esplendor do Império Romano, expressava unidade e, ao mesmo tempo, autoridade, principalmente jurisdicional (através do machado). Um Fascio di combattimento era formado por grupos de indivíduos (as varas) unidos pelo mesmo ideal e dispostos a combater por eles. (Benito Mussolini, dal discorso tenuto alla prima adunata fascista il 6 ottobre 1919)

(2) “Sono invitati a entrare in una grande lista elettorale tutti quegli uomini del popolarismo, del liberalismo e delle frazioni della democrazia sociale, disposti a collaborare con una maggioranza fascista.” (Benito Mussolini, em 28/01/24). A adesão ao Listone deveria ser a título puramente pessoal com o objetivo de superar os velhos grupos e partidos políticos (com exceção, obviamente, dos fascistas).

(3) “Contestiamo in questo luogo e in tronco la validità delle elezioni della maggioranza. Lelezione secondo noi è essenzialmente non valida, e aggiungiamo che non è valida in tutte le circoscrizioni (...). Io il mio discorso lho fatto. Ora voi preparate il discorso funebre per me”. Além da obra de Felice, consultar também Duce! Ascenção e Queda de Benito Mussolini, Richard Collier, Ed. Record, SP, 1971

(4) Renzo de Felice, na obra ‘Mussolini Il Fascista, II L’organizzazione delo Stato Fascista’, 3º livro, Giulio Einaudi Editore, Torino, 1969

(5) ‘The Birth of Fascist Ideology’, Zeev Sternhell et als, Princeton Universitary Press, 1994

(6) A inflação do pós-guerra atingiu também os vitoriosos. Quando em 1925 a Inglaterra voltou ao padrão ouro para a libra esterlina, a lira italiana despencou rapidamente para £ 1 : L 153,68. As medidas de controle do câmbio fixaram a libra em 90 liras. Mussolini afirmou, num discurso em 18/08/1926: “La nostra lira, che rappresenta il simbolo della Nazione, il segno della nostra ricchezza, il frutto delle nostre fatiche, dei nostri sforzi, dei nostri sacrifici, delle nostre lacrime, del nostro sangue, va difesa e sarà difesa”.

(7) Os programas de privatização dos governos tucanos e do PT têm exatamente este cunho fascista de modo a acomodar os capitalistas: são expropriações parciais, privatizam-se os lucros, mas o controle continua sendo estatal. O fato de aqui ter ocorrido o contrário – antigas estatais se tornaram parcialmente “privadas”, não anula o aspecto fascista das ações.

(8) Outro termo da moda atual!

(9) Mussolini, discurso, 01/10/1930

(10) Outro método fascista empregado aqui no Brasil, na atualidade.

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A Sociedade de Vigilância: Negociando liberdade pela ilusão de segurança

A sociedade de vigilância: Negociando liberdade pela ilusão de segurança

Por Giordano Bruno

Publicado por Neithercorp Press

Governos, independentemente de suas estruturas políticas ou antecedentes históricos, têm sempre se esforçado não só para controlar informação, mas também coletá-la das pessoas por meio de operações secretas. Frequentemente, essa observação secreta dos cidadãos transforma-se em um estado de vigilância completamente aberto e de pleno direito. Os Estados Unidos em particular permanece em uma fronteira precária: a linha entre uma detestável invasão de privacidade e abraçar a invasão de privacidade como necessária para o "bem maior." Muitas pessoas supõem que tal estrutura é forçada as massas pela elite, que a força das armas é de algum modo requerida para fazê-las aceitar as condições de um estado policial, mas isso não é sempre assim. É muito difícil para os governos, a despeito de qualquer desenvolvimento tecnológico ou recursos que eles tenham, reforçar e manter uma construção política fascista. A fim de reter o controle, eles têm de construir uma "cultura de vigilância"; uma sociedade na qual uma pessoa vigie a outra, e onde os indivíduos censurem a si mesmos ao invés de ser censurados pelas autoridades. No fim, um estado policial não pode existir sem a ajuda das pessoas que pretende dominar. Espionando umas as outras, destruímos a nós mesmos.

Mas como uma nação atinge tal ponto em sua psique coletiva? Como somos guiados a uma escravização passiva? Neste artigo examinaremos os métodos usados pelos governos e minorias aristocráticas para manipular a maioria em direção ao auto- aprisionamento, bem como exemplos de como esse processo está florescendo nos Estados Unidos neste exato momento... (e no Brasil também).  

China comunista: O futuro da América?  

Muitos de nós evocamos imagens da Alemanha de Hitler e hordas de tropas de assalto nazistas quando considerando a ideia de um estado policial, e esse exemplo extremo frequentemente nos cega para a tirania se formando lentamente em nosso próprio país.

"Bem, não há tropas nas ruas cometendo assassinatos em massa" dizemos, "então obviamente nós ainda somos livres..." Mas essa conclusão é baseada em somente um estilo de tirania e usando-o como nosso único ponto de referência torna nosso ponto de vista estreito, e às vezes um pouco ignorante.

Há formas de fascismo que também vestem uma "face amigável", e alguém precisa somente olhar através do oceano pacífico para encontrar tal governo.

A China é um bom exemplo do "moderno estado policial", e é em si mesma uma construção dos interesses financeiros do Ocidente. Os americanos frequentemente se perguntam por que continuamos a lidar com o regime comunista chinês, mesmo devido a enorme dívida deles, enquanto eles assassinam e oprimem seus próprios cidadãos. Eu lembro os protestos na praça de Tienanmen e o subsequente massacre vividamente. Eu também lembro que a resposta do governo dos Estados Unidos foi estar calado, mesmo acanhado. Toda a eloquência de nossos políticos e do supostamente pragmático George H. W. Bush aos horrores do comunismo de repente desapareceram. A verdade era, os governos do ocidente que posavam como democratas na verdade não tinham interesse em apoiar a luta do povo chinês por liberdade. Os ocidentais tinham feito a China um estado policial e planejaram para que ela permanecesse desse jeito. 

O próprio Franklin D. Roosevelt ofereceu armas a Stalin e suprimentos que eram para ser usados para ajudar os comunistas durante a revolução chinesa, enquanto ao mesmo tempo fornecendo armas menores ao exército de Chiang Kai-shek que se opunha a eles. Roosevelt até ofereceu aos soviéticos o controle dos estratégicos portos chineses. Todas essas concessões ele fez sem consultar os chineses, o congresso ou o povo americano.

A família Rockefeller mais tarde apoiou o desajeitado governo chinês com extensos investimentos, e com a ONU, até ajudou-os a formar sua primeira política de filho único, que começou como "voluntária", então com o tempo se tornou severamente imposta pela lei.  

“Qualquer que seja o preço da Revolução Chinesa, obviamente foi bem sucedida não somente em produzir uma administração mais eficiente e mais dedicada, mas também em gerar um moral elevado e uma comunidade de propósitos. O experimento social na China sob a liderança do presidente Mao é um dos mais importantes e bem sucedidos da história da humanidade”.
 -David Rockefeller, New York Times, 10 de agosto de 1973

O que isso mostra é que a forma chinesa de tirania não é tão estranha como o americano comum possa pensar. De fato, a China é um "campo de teste" para políticas que os globalistas ocidentais desejam implantar sobre o mundo todo, incluindo aqui nos Estados Unidos. (E no Brasil já estão bastante avançadas).

Mas quais são algumas destas políticas?

Substituir Independência por Interdependência:

Na China, bem como no mundo todo, programas estão sendo instituídos para aclimatar as pessoas em direção a um modo mais coletivista de pensar. Isso quer dizer, estamos sendo intelectualmente moldados na crença de que o grupo (um conceito abstrato com pouca base na realidade) é muito mais importante do que o indivíduo, e portanto o indivíduo tem de sacrificar sua independência, ou mesmo sua vida, pelo bem do todo. Isso é evidente em programas sociais, retórica política, e mesmo na televisão e filmes. (Essa é a ideia por trás dos programas de voluntariado incentivados pela ONU).

Um exemplo perturbador da cultura pop chinesa de tal propaganda (espalhafatoso como possa ser) pode ser visto no filme 'Hero' de Jet Li, no qual lutadores da liberdade lutam contra um déspota genocida, só para chegarem a conclusão "iluminada" de que o plano dele para unir as províncias Chinesas sob um governo centralizado é necessário para um bem maior. E no final do filme, eles cometem suicídio pelo bem da unidade chinesa, ainda que seja unidade sob tirania.

Essa mesma filosofia de coletivismo está sendo apresentada na forma de "serviços a comunidade", que sob a administração Obama, poderá ser tornar obrigatório.

O nascimento da sociedade de vigilância não é possível a menos que a mentalidade coletivista seja primeiro instilada na população. Isso é realizado por um vínculo cultural comum que é pervertido para manipular as massas, tal como um movimento espiritual, ou como visto na China, um inimigo comum. O ódio geral do povo chinês ao antigo sistema feudal de reis e senhores de terras levou-os a revolução, mas uma revolução guiada pelos globalistas internacionais. Eles terminaram com um sistema tão mau se não mais insidioso do que o antigo, e ainda sem liberdade de decidir seus próprios destinos porque eles escolheram ser dirigidos pelo coletivismo, invés da liberdade individual.

Esse é o sempre presente Modus Operandi da Nova Ordem Mundial. Usar um inimigo comum, ou criar um inimigo a partir do nada (terrorismo), para amedrontar uma determinada sociedade em conformidade com as ideologias coletivistas. Uma vez que essa forma de pensar tenha fincado raízes, as liberdades pessoais podem ser negadas mais eficientemente, e uma rede de vigilância pode ser instituída. 

Instituindo uma Identificação Nacional

Em uma sociedade de vigilância, o inimigo usado para abater as massas é frequentemente um fantasma, ou uma ameaça insignificante para o governo. O verdadeiro inimigo é o próprio público, porque eles são a única força capaz de por fim ao controle do governo, assim, passos são normalmente dados para lidar com eles nesse sentido.

Isso normalmente começa com o monitoramento simplificado dos cidadãos. Uma das primeiras ações utilizadas pelos nazistas durante sua rápida ascensão ao poder foi instituir uma carteira de identidade nacional.

"Pelo estabelecimento de um registro de pessoas (Volkskartei - ID card) alcançaremos completa supervisão de todo o povo alemão."
-Herman Goring, citado no Censo Nazista

A China tem usado as carteiras nacionais de identidade para controlar seus cidadãos por décadas, e agora mudou para as identidades com chip de computador RFID que pode rastrear cada movimento de qualquer pessoa no país inteiro usando leitores de RFID instalados em câmeras de vigilância. (Já temos as novas carteiras de identidade com microchip, estão sendo implantadas paulatinamente). 

Em 2009, o Reino Unido também revelou uma nova carteira de identidade biométrica para os cidadãos britânicos. A carteira incluirá um chip RFID, dados de impressão digital e possivelmente no futuro próximo dados da retina ocular.

Os think tanks globalistas e o Departamento de Segurança Interna têm estado por anos pressionando os Estados Unidos para adotar uma carteira de identificação nacional. Nesse país, eles optaram por mudar a linguagem que eles usam a fim de convencer os americanos de que isso é razoável.

Alguns dos argumentos mais pronunciados usados para uma Carteira de Identidade Real nos Estados Unidos são:

1) A Carteira de Identidade Real não é uma carteira de identidade nacional porque seria emitida pelo estado, não emitida pelo governo federal, do mesmo modo que uma licença de motorista.

Observe que eles estão tentando jogar uma tecnicalidade aqui. O que eles não mencionam é que os Departamentos de Veículos Motores de quase todos os estados seriam obrigados a disponibilizar informações em um banco de dados nacional, que o Departamento de Segurança Interna poderia acessar. Borrar a linha entre Estadual e Federal não torna a Identidade Real menos do que uma Carteira de Identidade Nacional. 

2) A Identidade Real não seria obrigatória.

Quase todas as carteiras de identidade nacionais usadas por regimes comunistas e fascistas através da história começaram como "voluntárias", e aos poucos se insinuaram na vida diária do cidadão até que finalmente se tornaram necessárias. Sem mencionar que tem se tornado muito difícil nos Estados Unidos fazer qualquer coisa sem uma identidade. O Departamento de Segurança Interna tem até sugerido que a Real ID seja exigida para compra de medicamentos no balcão.

3) Uma Real ID protegeria você do roubo de identidade.

Não há informação em sua carteira de motorista normal que um criminoso não poderia conseguir por outros meios, e mesmo se ele conseguisse, para que poderia ele usar? A mídia tradicional tem estado inundando os cérebros das pessoas com histórias de roubo de identidades e hackers desonestos, mas raramente esses incidentes têm alguma coisa a ver com a identidade estadual. Uma Real ID não nos protegeria de absolutamente nada, salvo protelar nossa própria paranoia. (Uma identidade nacional com chip é mais segura, é a ideia vendida pelo governo e pela imprensa para nós brasileiros).
                                                                                                                                                                                            4) As identidades estaduais já têm dados biométricos, portanto, adicionar um pouco mais não vai importar.

Esse é um argumento absurdo. Altura, peso e cor dos olhos estão muito longe de escaneamento de impressões digitais e de retina, sendo que esta última pode ser usada para rastrear os movimentos de uma pessoa onde quer que ela vá. Sem mencionar que dados de impressão digital e retina é informação pessoal, e enquanto a quarta emenda existir, está fora dos limites das autoridades estaduais e federais.

5) O governo já tem a maior parte de suas informações de qualquer maneira, assim você não está dando a eles nada que eles já não tenham.

Essa é um tipo de lógica circular ingênua. Enquanto é verdade que a identidade estadual e a carteira de seguridade social já representam uma forma de identidade nacional, isso não significa que deveríamos simplesmente ceder e aceitar uma carteira de identidade simplificada e centralizada com chip de rastreamento RFID e nossos dados biométricos particulares. Talvez não devêssemos nem mesmo aceitar uma Carteira de Seguridade Social ou a forma corrente de identidade estadual também. O raciocínio aqui é: nós desistimos de um pouco de privacidade, portanto deveríamos também desistir de toda privacidade. Isso não é lógico de jeito nenhum.

Enquanto a lei da Real ID tem sido engavetada devido a aversão geral dos americanos pela catalogação do Big Brother, ela simplesmente permanece a espera no caso do governo vê uma oportunidade para forçá-la completamente. A decisão sobre a lei foi prorrogada até 2011; apenas mais um ano. Outro ataque terrorista bem sucedido (um ataque de falsa bandeira) poderia ser tudo que eles precisem para influenciar a maioria dos cidadãos americanos em direção a uma identidade nacional.

Converta o censo em uma ferramenta de vigilância

Junto com a identidade nacional, os funcionários do censo foram a chave na compilação de dados dos cidadãos na Alemanha nazista, e estavam intimamente ligados ao aparato nazista. Interessantemente, o censo aqui nos Estados Unidos tem estado operando do mesmíssimo jeito. Durante a 2a. guerra mundial o censo deu dados pessoais de nipo-americanos aos militares e funcionários locais de aplicação da lei, que então os usaram para cercá-los e colocá-los em campos de concentração.

Em 2004, durante a presidência de George W. Bush, eles foram pegos proporcionando dados particulares sobre árabe-americanos para o Departamento de Segurança Interna.

E, em fevereiro de 2009, Barack Obama colocou o Escritório do Censo sob o controle direto da Casa Branca.

O censo foi mesmo autorizado a criar um mapa com GPS marcando cada porta da frente da América, e um novo método de questionamento invasivo.

Uma pessoa curiosa e preocupada pode perguntar, o que vem depois...? 

Faça da privacidade um privilégio, ao invés de um direito

Nos Estados Unidos, a Quarta Emenda da Constituição especificamente protege cidadãos americanos da invasão de privacidade pelo governo ou autoridades estaduais. As proteções delineadas por esta Emenda estão sendo cuidadosamente erodidas. Muitas vezes ouvi o argumento de que não há necessidade de ter as informações privadas guardadas do governo. 

"Não há nada para se preocupar. Se você não fez nada errado, então não tem nada a esconder..." é o jeito comum de falar.

Essa afirmação é extremamente irracional por algumas razões. Primeiro, nos Estados Unidos, supõe-se que os cidadãos sejam tratados como inocentes até que se provem culpados relativamente a qualquer crime ou suspeita de crime. Contudo, em uma cultura de vigilância, todas as pessoas são tratadas com a suspeita de culpa. O ato de constante vigilância cria uma atmosfera na qual o cidadão tem constantemente de provar sua inocência todos os dias de sua vida para uma autoridade que está constantemente em sessão de julgamento. Quem tem convicção moral tão pura a ponto de ser capaz de supervisionar e arbitrar as vidas de cada ser humano? A resposta é: NINGUÉM TEM. Certamente não o governo. No entanto, as redes de câmeras de vigilância são autorizadas a surgir nas cidades por todo o país a despeito de qualquer evidência de que elas detenham o crime. (É o que está acontecendo no Brasil, câmeras por toda parte e a criminalidade cada vez pior).

E, tanto George W. Bush como Barack Obama tem apoiado a legislação FISA, que torna legal a espionagem do governo sobre os cidadãos.  

Isso nos trás ao segundo ponto: quem decidiu que o governo era semelhante a Deus? Governos são feitos de homens comuns, alguns deles ignorantes, alguns deles violentos e depravados, alguns deles tendenciosos, alguns deles francamente maus e todos eles falíveis. Por que certas subdivisões de pessoas colocá-os sobre um pedestal como baluartes de equidade e justiça que está além de mim? O pressuposto aplicado é que eles deveriam ser autorizados a nos vigiar porque eles são íntegros, e, portanto, lhes é oferecido o papel de "guardião" na sociedade. Isso é o oposto exato do que se pretendia quando a América lutou por sua independência. Ao governo nunca deveria ser dado o poder de guardião sobre as massas, mas o americano comum tem sido alimentado a força ultimamente com uma dieta de dependência. Tem nos sido vendida uma ideia de que em vez de cuidarmos de nós mesmos, deveremos ser cuidados, e isso inclui nossa segurança pessoal. (O que dizer então de nós brasileiros? Dependentes cada vez mais das decisões dos governos cada vez mais imorais e corruptos?).

Talvez não surpreendentemente, a maioria dos regimes ditatoriais modernos a princípio recebe amplo apoio popular, tudo com a falsa promessa de que um novo e mais rígido governo proporcionará força e segurança.

Francamente, tal impenetrável segurança é uma ilusão. Ninguém nunca está inteiramente seguro, nem mesmo em uma sociedade de vigilância. Se alguém quiser fazer alguma coisa terrível com você, no fim, você é a única pessoa que tem a habilidade de pará-la. Essa é a dura e fria realidade do ser humano. É o jeito que a vida é. Maciços controles do governo, câmeras e aplicação da lei não mudarão isso. Nem também o medo constante. Nós somos responsáveis por nossas próprias vidas, gostemos disso ou não.

Se a sociedade de vigilância for bem sucedida, pelo que devemos esperar?

Por que é o modelo globalista para o futuro, novamente devemos nos voltar para a China. A China, embora muitas vezes sendo elogiada por muitos governos ocidentais por seu "progresso", tem se tornado o pesadelo vivo para aquelas pessoas que não podem ou não se conformarão.

Os dissidentes na China, mesmo se eles forem pacíficos, são duramente punidos com espancamentos, aprisionamento, e até a morte. Alguns são simplesmente "desaparecidos". 

Como ilustra o recente hacking da base de dados do Google, a internet é vista em si mesma como um dispositivo de vigilância. O ocidente não fica muito atrás. O Reino Unido também está compilando um banco de dados do tráfego de todos os telefones, internet e emails para todo o país. 

Uma das consequências mais assustadoras de uma Sociedade de Vigilância é o tratamento das pessoas como não apenas inimigas, mas também como propriedade. Cidadãos se tornam unidades de consumo e produção, preferencialmente produzindo mais do que consomem.

Tanto os Estados Unidos como o Reino Unido tem flertado com a ideia de programas de serviços obrigatórios que forçariam as pessoas de todas as idades a entrarem nos planos de trabalho do governo por períodos de tempo estipulados. Uma vez mais, isso é parte da mentalidade coletivista que diz que o indivíduo vive somente para servir as necessidades do grupo. Enquanto até agora eles têm sido mal sucedidos, espere estes programas retornarem com força total no caso de qualquer turbulência econômica ou política nos países ocidentais. 

Na China, mesmo aqueles que são tratados com desdém racial, como os tibetanos, são ainda considerados propriedade do Estado. Alguém poderia pensar que desde que o governo chinês considera os tibetanos um incômodo, eles alegremente permitiriam a eles deixar o país e imigrar para a Índia. Esse não é o caso. Os chineses se encarregaram de iniciar a execução a sangue frio de qualquer tibetano que tentar fugir do que uma vez foi seu lar.

Tais ações revelam uma obsessão assustadora com controle que é consistente com o elitismo. Não é suficiente para tais governos tomar as terras das pessoas ou a liberdade de expressão. Eles também se esforçam por aprisioná-las dentro das fronteiras da rede de vigilância permanentemente, como bens móveis.

Enquanto nós ainda não atingimos o ponto de execuções casuais na fronteira, os Estados Unidos compuseram uma maciça lista de nomes, arquivados e catalogados no computador para referência em tempo real. Hoje é rotulada de "lista de observação de terrorista", ou a "lista de proibição de voar". 

Pessoas colocadas na lista de observação pelas agências de inteligência e aplicação da lei podem ser proibidas de voar, paradas nas fronteiras ou sujeitas a outros exames minuciosos. O governo afirma que a lista contém principalmente nomes estrangeiros, contudo, nos últimos dois anos 51.000 americanos têm preenchido requisições de "correção" afirmando que eles foram incluídos por engano na lista de observação.

O domínio do Estado sobre as pessoas tem sido levado tão longe até agora em países como a China, e até mesmo Israel, que eles têm se degenerado moralmente na direção de programas de colheita de órgãos.  

Enquanto o Reino Unido declarou seu objetivo de criar um processo semelhante de colheita de órgãos de mortos sem o consentimento.

Há um sério bloqueio mental grave na mente do americano comum que dita a nós que tais coisas não são possíveis neste país. Os fatos mostram, no entanto, que a maior parte das atividades criminosas pelos governos descritos acima já ocorreram nos Estados Unidos em um momento ou outro. Devemos também compreender que estas não são políticas chinesas, políticas israelenses, ou políticas britânicas; estas são políticas globalistas, e que se destinam, eventualmente, para o mundo inteiro, incluindo a América.

A diferença entre nós e as outras nações, a razão porque somos uma ameaça para o Globalismo, é que uma maior percentagem de nós é informada, armada, e ciente dos custos da liberdade. Muitas culturas não têm a experiência histórica do autogoverno. Poucas lutaram com sucesso pelas liberdades individuais. Como americanos, nós conhecemos intimamente o preço, as alegrias, e a dor de salvaguardar nosso direito nato de determinar nosso próprio destino além dos olhos curiosos dos políticos e aristocratas. De todos os povos do mundo, nós somos os mais capazes de colocar um fim no Globalismo e na centralização, se por nenhuma outra razão senão saber melhor do que a maioria exatamente o que é uma sociedade livre, e o que não é. Isso nos coloca em uma situação aterrorizante, uma posição de responsabilidade além do que qualquer geração antes de nós já lidou. Nós somos a última chance de emancipação da Sociedade de Vigilância planetária. Se nós fracassarmos, se nós cedermos nossa liberdade em troca de uma garantia de segurança que pode nunca ser cumprida, se aos Estados Unidos for permitido cair em tal desespero, o resto do mundo provavelmente seguirá. (E é pura verdade, daí porque os globalistas e seus asseclas do mundo todo já se alegram com a queda do dólar e o declínio econômico da América).

Fonte: http://neithercorp.us/npress/?p=226

   

domingo, 24 de outubro de 2010

Governo pega bebê recém nascido por causa das crenças políticas de seus pais

Governo pega bebê recém nascido por causa das crenças políticas de seus pais.

Casal que tomou parte no fórum de discussão online do Oath Keepers (Guardiões do Juramento) tem criança arrebatada em um chocante novo nível de perseguição estatal.

Por Paul Joseph Watson

Prison Planet.com

Atualização: Nós agora obtivemos uma cópia do depoimento que confirma que os Irish foram alvo parcialmente por causa de sua associação com a Oath Keepers, além do fato de que compraram armas. Aparentemente, exercitar a segunda emenda é agora justificação razoável para o estado roubar seu filho na América.

Um bebê recém nascido foi tirado dos braços de sua mãe por funcionários da Divisão de Serviços de Crianças e Família de New Hampshire acompanhados pela polícia depois que autoridades citaram a associação dos pais com a organização Oath Keepers como uma das razões primárias para a retirada, anunciando um chocante novo nível de perseguição onde as crenças políticas dos americanos estão agora sendo usadas pelo estado para sequestrar crianças.

O que era esperado ser uma das ocasiões mais felizes de suas vidas transformou-se em um pesadelo para Johnathon Irish e Stephanie Janvrin, depois que lhes foi dito pelo Diretor de Segurança e a enfermeira chefe do Hospital Concord que o bebê deles seria levado para ser checado pelo pediatra do hospital.

"Eles mentiram para nós - eles nos fizeram permitir levar nossa filha sob falso pretexto, nós nem sequer tivemos uma escolha," disse Irish. 

Quando Irish tentou impedir que sua filha fosse levada, o bebê foi imediatamente colocado em um carrinho, depois disso Irish viu três homens vestidos de terno acompanhados por oficiais da policia uniformizados bem como por detetives e assistentes sociais, que prosseguiram na tentativa de busca em Irish. 

"Eles me forçaram a ajoelhar, seguraram minhas mãos atrás das costas e deram uma tapinha nas minhas costas," disse Irish, antes a polícia me disse que eles estavam levando meu bebê.

"Minha noiva nem mesmo teve tempo de fazer um vínculo com o bebê - eles entraram e roubaram nossa criança," disse Irish. Foram dados aos pais alguns minutos com sua filha antes de serem forçados pela polícia a deixar o hospital. Irish foi subsequentemente dito que um "agente de segurança seguiria cada movimento dele.

O atestado em apoio da decisão de levar a criança, que foi verificado pela Oath Keepers, afirma, "A Divisão tomou ciência e confirmou que o Sr. Irish se associou com a milícia conhecida como The Oath Keepers," confirmando que as crenças políticas foram, entre outras razões, um dos fatores primários por trás do sequestro do bebê.

Mesmo se razões adicionais citadas no atestado, que são não comprovadas neste momento, pudessem ser consideradas razões suficientes para o estado levar o bebê, o fato de que afiliações políticas foram até mesmo mencionadas é uma denúncia de quão longe a guerra do governo aos americanos que discordam contra a autoridade avançou.

"Independentemente de outras alegações, é totalmente inconstitucional para as agências do governo listar a associação de Sr. Irish com a Oath Keepers em um depoimento em apoio de uma ordem de abuso da criança para retirar a sua filha de sua custódia," escreve o fundador da Oath Keepers Stewart Rhodes. "Fale sobre o discurso arrepiante! Se isso for permitido continuar, isso vai esfriar o discurso não só do Sr. Irish, mas de toda Oath Keepers e servirá como o camelo dentro da tenda para outras associações sendo considerado muito perigoso para os pais arriscarem. Assim, isso serve para esfriar o discurso de todos nós, em qualquer grupo que nós fazemos parte e que esses "agentes" não aprovem. Não se atreva a se associar com o grupo tal e tal, ou você pode estar na "lista" e depois os serviços de proteção à criança podem vir e levar seus filhos."

Os pais nem mesmo eram membros plenos da organização Oath Keepers, eles estavam simplesmente em uma lista de discussão relacionada ao grupo. Isso faz o caso ainda mais chocante - você nem mesmo tem de estar diretamente associado com um grupo que o governo considera ser uma "milícia" para ter seu bebê roubado - você simplesmente tem de estar envolvido em discussões online de questões relativas a Constituição e liberdade na América.

A organização Oath Keepers não é uma "milícia," como afirma o depoimento, é apenas uma rede frouxa de atuais e ex-militares e profissionais de aplicação da lei que têm jurado não obedecer a ordens inconstitucionais tais como confisco de armas, buscas sem mandado e internação em massa de americanos. O grupo está comprometido com a não violência.

Se este caso for permitido abrirá um futuro infernal para a liberdade de expressão e discurso político na América. Se pais viverem com medo de ter suas crianças roubadas pelo estado porque eles criticam o governo, os Estados Unidos podem se classificar entre as piores ditaduras da história que invocavam a ameaça de tirar as crianças das pessoas se elas falassem contra a tirania.

O fundador da Oath Keepers Stewart Rhodes anunciou que um fundo de defesa legal será criado para ajudar Irish, e que a organização, "perseguirá ativa e agressivamente para a solução jurídica e reparação."

“Vamos auxiliar na localização de conselhos locais legais competentes em New Hampshire e conselho adicional de especialistas ao redor do país sobre a primeira emenda e lei de custódia de criança," escreveu Stewart no website da Oath Keepers.

"Não pode haver liberdade de expressão, nem liberdade de associação, nem liberdade de até abrir sua boca e "falar a verdade ao poder," não há liberdade nenhuma, se seus filhos podem ser postos em sacos pretos e roubados de você por causa de seu discurso político e associações - porque você simplesmente ousa expressar seu amor ao país, e ousa expressar sua solidariedade e amizade com outros cidadãos e com militares do serviço ativo e aposentados e policiais que simplesmente prometem honrar seus juramentos e obedecem a constituição. Foi justamente para evitar tal ultrajante conteúdo baseado na perseguição de dissidentes políticos que nossa Primeira Emenda foi escrita."    

Por Paul Joseph Watson é o editor e escritor do Prison Planet.com.









        

    


 





















            

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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A Inglaterra vai participar de um controverso plano de vigilância do cidadão da União Europeia

A Inglaterra vai participar de um controverso plano de vigilância do cidadão da União Europeia.

Por Hilary White

Londres, 15 de junho de 2010 (LifeSiteNews.com) - Sob o governo Trabalhista recém deposto, o país se juntou ao plano da União Europeia para permitir ao governo juntar dados sobre os cidadãos que divulgarem ou partilharem opiniões políticas "radicais".

O movimento estimulou advertências de fiscalizadores das liberdades civis.

A ONG Statewatch disse segunda-feira que os governos europeus estão planejando forçar todas as operadoras de telefone do continente, operadoras de rede de telefone celular e provedores de serviço de internet para manter detalhes de uso da web de seus clientes, de e-mails e chamadas de telefone por até 2 anos.

Sob o "instrumento de compilação de dados" da União Europeia, ativistas rotulados pelo governo como de "extrema direita/esquerda", islâmicos, nacionalista ou antiglobalização" pode ser posto sob vigilância, com a informação recolhida sendo disponibilizada para a polícia e forças de segurança nos estados membros.

Documentos confidenciais obtidos pela Statewatch revelam que a coleta de dados que originalmente destinava-se a atingir a "radicalização e recrutamento" de grupos terroristas islâmicos foi expandida para incorporar outros grupos, amplamente indefinidos. A Europol, uma agência da lei da União Europeia, já tinha sido pedida para produzir uma lista de pessoas envolvidas na promoção ou recrutamento em tais grupos.

A Statewatch disse, "O instrumento não é primariamente sobre pessoas ou grupos que pretendem cometer atos terroristas. Mas sim direcionado a pessoas e grupos que mantém visões radicais descritas como aquelas de propagação de mensagens radicais."

"Quem vai usar o esse 'instrumento' que coloca um vasto espectro de pessoas e grupos sob vigilância? As forças policiais da União Europeia, agências de segurança e inteligência mais 'agências e instituições da União Europeia. '"  

O Parlamento europeu está atualmente debatendo mudanças na Diretiva 1997 da União Europeia sobre privacidade nas telecomunicações que afirma que dados só podem ser retidos para efeitos de faturamento e devem depois ser apagados. Mudanças propostas pela diretiva permitiriam a países individuais criarem leis forçando as companhias de comunicação a reter dados.

A Statewatch, contudo, disse que seu grupo tem visto uma "decisão de arcabouço", que forçaria todos os governos a passar leis que obrigariam as companhias de comunicação a reter todo tráfico de dados por 12 a 24 meses. Essa decisão de arcabouço poderia ser votada já no próximo mês.

"Os governos da União Europeia afirmaram que mudanças na Diretiva EC 1997 sobre privacidade em telecomunicações para permitir a retenção de dados e acesso pelas agências de aplicação da lei não seria vinculativa para os estados membros - cada parlamento nacional teria que decidir."

"Agora sabemos que o tempo todo eles estavam pretendendo torná-la vinculativa, compulsória na Europa," Tony Bunyan, editor da Statewatch, disse em uma declaração.

O jornal de esquerda Guardian sugere que os documentos com o termo indefinido "extremistas domésticos", poderiam ser usados para mirar os "manifestantes ambientalistas cumpridores da lei, os ativistas anti-guerra e os ativistas anti-racismo."

Os documentos especificam "extremistas ambientais," junto com os ativistas de extrema-direita, dissidentes irlandeses republicanos, paramilitares legalistas e extremistas inspirados na Al-Qaeda, como estando entre os grupos correntemente categorizados como extremistas que podem incluir aqueles que têm cometido crimes sérios em busca de uma ideologia ou causa."

Mas os documentos incluem uma nota que espera-se que os estados individuais alterem e adaptem o plano a "necessidades" locais. No atual clima político da Inglaterra, grupos cristãos e socialmente conservadores já estão sendo fortemente direcionados para interferência do estado. 

Fonte: www.lifesitenews.com                                   

Nota: A cada nova lei para proteger os cidadãos estes ficam cada vez mais desprotegidos.





 

   

Este computador composto por 16 mini-cérebros humanos mostra uma eficiência impressionante Publicado por Cédric - Há 11 h...