Mostrando postagens com marcador gaia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gaia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A Grande Farsa do Aquecimento Global (The Great Global Warming Swindle)

Al GoreCover of Al Gore



Eu, hein! Mais chato que petralha, só ecotralha! Se for um ecopetralha, então… Quanta revolta por causa da crônica que fiz sobre o pum dos dinossauros! Queriam o quê? Climatologistas recorrem a seus misteriosos “modelos matemáticos” para calcular quanto de gás metano os dinossauros teriam soltado na Terra há alguns milhõezinhos de ano, transformam isso em toneladas e querem que eu leve a sério?

Olhem aqui: eu não estou entre aqueles que repudiam coisas complicadas. De jeito nenhum! O “complicado” costuma ser aquilo que a gente ainda não entende, certo? Houvesse regras para andar nos labirintos, não haveria… labirintos. O ponto é outro. Cadê esses tais “modelos matemáticos”? De que são constituídos? Como se pode anunciar o fim do mundo num dia e pedir desculpas no seguinte: “Não era bem isso?”

Ciência? O aquecimento global antropogênico — ou mudança climática — é uma hipótese formada a partir de uma das tantas evidências científicas parciais juntadas numa narrativa criativa. Trata-se de uma narrativa — hoje, mais literária do que outra coisa — que tem o mau hábito de desprezar as evidências em contrário. Criou-se uma doxa. Erigiu-se uma ideológica. Satanizaram-se as pessoas que pensavam de modo diferente. E pronto!

Recebi, claro, alguns pontapés: “Ah, você não entende nada de clima!” Pois é! Mas Richard S. Lindzen, de quem falei aqui em 2007, sabe muito a respeito. Naquele post, lembrei que o sempre opiniático Paul Krugman, tão especialista quanto eu próprio na área, havia escrito um artigo no New York Times afirmando que desconfiar do aquecimento era manifestação de anti-intelectualismo. Assim se fazem as verdades: demonizando quem dissente.

Republico parte daquele post e reproduzo trecho de um texto de um blog português. Ficamos assim: os esquentadinhos do aquecimento que querem bater boca comigo com ares de especialista podem tentar contestar Lindzen. Talvez consigam a sua vaga de professor de Meteorologia daquela escolinha chinfrim chamada Massachusetts Institute of Technology — trata-se de um “trem” aí (como diriam aquelas vozes da CPI…) conhecido por “MIT”. O post acabou ficando um tanto longo, leitor, mas há aí referências para entrar no tema de modo responsável — em vez de se ocupar do peido dos dinossauros. Os nervosinhos não gostaram do meu senso de humor? Então vamos falar a sério.

Aqueles que estiverem severamente interessados em aquecimento global podem clicar
aqui e ouvir (é só áudio mesmo) o professor Lindzen responder a cada uma das grandes questões que dizem respeito ao aquecimento global. O propósito de Lindzen, ele deixa claro, não é saber se existe ou não algum aquecimento —  já que a Terra vem esquentando e resfriando há milhões de anos —, mas se procede o alarmismo. E ele deixa claro que não! E faz até um gracejo: Al Gore acredita no aquecimento global porque as pessoas acreditam, e as pessoas acreditam porque Al Gore acredita”. É perfeito!

Se eu entendesse de meteorologia o que Lindzen entende, estaria dando aula no MIT. Como não entendo… Assim, não acreditem no que digo e no que dizem outros abelhudos, pouco importa o lado. Eu costumo tratar apenas da lógica interna das coisas que leio.  Mas considerem a hipótese de o especialista do MIT saber o que diz mais do que o jornalismo engajado que cuida do assunto, com suas moças e seus rapozalas fanáticos. Abaixo, trecho de um post do blog português Mitos Climáticos. Fica clara a importância do dinheiro nessa história toda. Cientista que nega que o aquecimento tenha sido produzido pelos homens e que não é alarmista perde verba de pesquisa. Aqueles que entram no jogo são alçados à condição de estrelas e passam a ser financiados.

Richard S. Lindzen é um cientista de elevadíssima craveira intelectual. Professor de Meteorologia do Massachusetts Institute of Technology, já publicou mais de 200 livros e artigos científicos. Foi o leader do capítulo científico do Terceiro Relatório de Avaliação do IPCC, de 2001.Este último trabalho trouxe-lhe o amargo de boca de se ver confrontado com a falta de ética científica dos principais responsáveis do IPCC, pois estes cientistas-políticos ou políticos-cientistas, como se queira, publicaram com distorções e sem conhecimento de Richard o texto do relatório já aprovado pelos colegas de trabalho. Richard Lindzen como cientista sério e honesto, que se distingue do núcleo duro que tomou conta do IPCC, demitiu-se da prestação científica dada ao IPCC. Aliás, até hoje, não foi o único a tomar esta posição de verticalidade intelectual. Muitos outros lhe seguiram o exemplo.
Tornou-se histórico o seu depoimento, no Senado dos Estados Unidos da América, quando o cabotino Al Gore o interrogou e tentava distorcer as afirmações de Lindzen retorquindo: “O que V. Exa. quis dizer foi…”.Sintomaticamente, o The New York Times publicou, na primeira página, as distorções e não as afirmações de Lindzen, que se viu obrigado a redigir um desmentido. Também sintomaticamente o desmentido de Lindzen foi atirado para o interior do jornal. Lá como cá, também existem órgãos de comunicação social enfeudados às teses do alarmismo climático. A vantagem dos EUA é a existência de um forte culto da liberdade de expressão, o que acaba por permitir a divulgação de todos os pontos de vista, circunstância que não se observa em países como o nosso, por exemplo, em que apenas uns quantos estão autorizados a ter opinião. A politicamente correcta, obviamente.
Esclarece-se que Richard Lindzen é um dos 100 signatários da carta aberta ao Secretário Geral das Nações Unidas, de 13 de Dezembro de 2007, por ocasião da Conferência de Bali, cujo tema era “A Conferência das Nações Unidas sobre o Clima está a levar o mundo numa direcção completamente errada”. A tradução desta carta foi publicada em Anexo ao Prefácio do livro de Marlo Lewis Jr. A Ficção Científica de Al Gore. No mesmo livro, Lewis refere ainda Lindzen como autor do artigo “Climate of Fear: Global warming alarmists intimidate dissenting scientists into silence“, publicado no Wall Street Journal, em 12 de Abril de 2006. A participação de Richard Lindzen na Segunda Conferência Internacional sobre Alterações Climáticas, veio demonstrar, se dúvidas houvesse, o alto nível desta iniciativa do The Heartland Institute.

Na sua importante comunicação, de 8 de Março de 2009, Richard Lindzen declara que o alarmismo climático foi desde sempre um movimento político contra o qual tem sido necessário travar uma difícil batalha. 

E, uma vez que se dirige a uma plateia de cépticos, começa por dizer que os opositores ao alarmismo climático devem ter em conta algumas verdades simples. Em primeiro lugar, Lindzen adverte que nem uma atitude céptica faz um bom cientista, nem uma atitude concordante faz um mau cientista. Conhecendo-se o discurso da parte contrária, pode dizer-se que a honestidade de Lindzen não encontra paralelo em nenhum dos adeptos do global warming.

Lindzen diz ainda que muitos dos cientistas que ele respeita fazem parte do campo alarmista, mas salienta que a actividade científica que lhe inspira esse respeito não é a ligada ao global warming. E admite que o facto de esses cientistas abraçarem as teses do global warming apenas lhes torna a vida mais fácil. A este propósito, Lindzen deu o exemplo de Kerry Emanuel, seu colega no MIT, que apenas se tornou conhecido quando afirmou que os ciclones tropicais poderiam tornar-se mais intensos com o aquecimento global. Depois disso, passou a ser inundado com distinções profissionais.

Curiosamente, Kerry Emanuel é referido por Marlo Lewis Jr. no Capítulo 6 do livro “A Ficção Científica de Al Gore”, uma vez que Gore, em “Uma Verdade Inconveniente”, e sob pretexto do furacão Katrina, recorre a Kerry Emanuel para reclamar a “emergência de um forte consenso” acerca da ideia de que o aquecimento global está a aumentar a duração e intensidade dos furacões. Para azar de Gore, o próprio Emanuel alertou contra as tentativas de associar o Katrina, ou outras tempestades recentes no Atlântico, ao aquecimento global.

Depois, Lindzen chamou a atenção para o caso de Carl Wunsch, outro colega do MIT, especialista em oceanografia, o qual, apesar de virtualmente ter questionado todas as afirmações alarmistas respeitantes ao nível dos oceanos, à temperatura da água do mar e à modelação oceânica, evita a todo o custo ser associado aos críticos do global warming. Mas, para Lindzen, o caso mais curioso é o de Wally Broecker, cujo trabalho mostrou claramente que ocorrem mudanças súbitas do clima sem influência antropogénica, mas que também abraça vigorosamente as teses do alarmismo, daí retirando um elevado reconhecimento.

Lindzen reconhece que existe um grande número de cientistas que a propósito das alterações climáticas emitem declarações ambíguas, ou sem um significado claro, as quais podem ser distorcidas e aproveitadas pelos alarmistas, mas como a propaganda alarmista pode convencer os políticos a aumentar os fundos de financiamento, não existe incentivo para protestar contra essas distorções. Lindzen prossegue com a denúncia do comportamento de algumas instituições académicas e reprova as ligações perversas entre cientistas e responsáveis políticos, chamando a atenção para os perigos de uma corrupção da Ciência induzida pela conquista de financiamentos.

Enfim, poderíamos continuar a referir passagens desta importante comunicação de Richard Lindzen, mas o texto já está disponível online e vale a pena ler na íntegra.

Fonte:www.reinaldoazevedo.blogspot.com
Enhanced by Zemanta

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Aquecimento global: pai da “hipótese Gaia” se retrata de seu alarmismo


Aquecimento global: pai da "hipótese Gaia" se retrata de seu alarmismo

James Lovelock, criador da hipótese ambientalista segundo a qual a Terra formaria um só organismo “vivo” apelidado “Gaia”, admitiu em entrevista à MSNBC que foi “alarmista” a respeito de “mudança climática”.

À guisa de desencargo de consciência, comentou que também outros ambientalistas famosos, como Al Gore, caíram no mesmo erro.

Um dos pais fundadores do ambientalismo hodierno, Lovelock tem esperança de que a suspirada “mudança climática” ainda aconteça, mas lamentou que não virá tão rápido quanto ele anunciava.

Em 2006, em artigo no jornal inglês “
The Independent, Lovelock escreveu que “antes do fim deste século bilhões de homens terão morrido e os poucos casais que sobrevivam ficarão no Ártico, onde o clima ainda será tolerável”.

Agora, em entrevista telefônica com a MSNBC, reconheceu que estava “extrapolando demais”.

Parafraseando os argumentos dos cientistas objetivos, explicou:
– “O problema é que não sabemos o que é que o clima vai fazer. Há 20 anos nós achávamos que sabíamos. Isso nos levou a escrever alguns livros alarmistas – o meu inclusive – porque parecia evidente, porém não aconteceu”.

– “O clima está fazendo suas trapaças habituais. Em verdade, não há muita coisa acontecendo ainda, quando nós deveríamos estar num mundo a meio caminho da fritura”.

– “O mundo não se aqueceu muito desde o milênio. Doze anos é um tempo razoável ... ela [a temperatura] manteve-se praticamente constante, quando deveria ter ido aumentando”.

Em 2007, a revista “
Time” incluiu Lovelock na lista dos 13 líderes e visionários “Heróis do Meio Ambiente”, onde também figuravam Al Gore, Mikhail Gorbachev e Robert Redford.
Interrogado se agora tinha virado um “cético” do aquecimento global, Lovelock respondeu à MSNBC: “Depende do que o Sr. entende por “cético”. Eu não sou um negacionista”.

Ele explicou que ainda acredita que a mudança climática esteja acontecendo, mas que seus efeitos serão sentidos num futuro mais longínquo do que se acreditava. “Teremos o aquecimento global, mas ficou adiado um pouco”, explicou.
Eu cometi um erro”

Lovelock esclareceu que não se importava em dizer: “Tudo bem, eu cometi um erro”.

Na entrevista, ele insistiu que não tirava uma só palavra de seu livro base “Gaia: um novo olhar dobre a vida na Terra”, publicado em 1979. Mas reconheceu que no livro “A vingança de Gaia”, de 2006, ele tinha ido longe demais falando da Terra superaquecida no fim do século.

– “Eu deveria ter sido um pouco mais cauteloso, porém, teria estragado o livro”, brincou cinicamente.

Militantes ambientalistas só puderam concordar, embora desanimados, com o mea culpa de Lovelock.

Peter Stott, chefe do monitoramento do clima no Met Office Hadley Centre, da Inglaterra, disse que o guru foi alarmista demais prevendo que os homens seriam obrigados a viver no Ártico por causa do “aquecimento global”. Também concordou que o aquecimento dos últimos anos foi menor do que o previsto pelos modelos climáticos.

Keya Chatterjee, diretor internacional de política climática do grupo ambientalista WWF-EUA, disse em comunicado que estava “difícil não se sentir esmagado e ficar derrotista”, e sublinhou que a conversa alarmista não ajuda a convencer as pessoas.

A credibilidade das hipóteses ambientalistas está efetivamente caindo cada vez mais baixo.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
Enhanced by Zemanta

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A Nova Ordem Mundial de Gaia

w00t! Zaadz is now Gaia!Image by ~C4Chaos via Flickr
A Nova Ordem Mundial de Gaia

Por Rebecca Capuano/examiner.com

Liberdade de escolha e direitos individuais básicos estão sendo sacrificados no interesse do bem comum, sob a agenda das Nações Unidas para o século 21, chamada Agenda 21. Sob o véu de termos para sentir-se bem como "desenvolvimento sustentável" e "equidade social", uma autodescrita "Nova Ordem Mundial" está sendo sistematicamente implementada ao redor do globo, essa é organizada ao redor de princípios de que a natureza é a verdade mais fundamental, e que requer que todas as esferas da sociedade se conformem a esse princípio, sob o governo de uma elite governante (as Nações Unidas e as organizações que a apoiam). Quando confrontada com a evidência dessa inacreditável agenda, a questão natural que vem a mente é "Por que"?

Duas Grandes Forças

Há na realidade dois grandes motores dirigindo a nova agenda mundial: uma busca por controle, e uma crença religiosa fundamental. O que torna esse paradigma tão perigoso, e efetivo, é que ele funde ambas as forças sob um objetivo declarado de cuidar do meio ambiente. O pano de fundo religioso para essa agenda ambiental é chamado Gaia, ou a adoração da terra. Baseada na Hipótese Gaia, originalmente proposta por James Lovelock, esse movimento religioso da Nova Era, a cosmologia, é tecida através de todas as grandes iniciativas, fóruns, e organizações da agenda de desenvolvimento sustentável. Para começar a entender as razões por trás da agenda da Nova Ordem Mundial é crítico investigar as crenças religiosas das organizações e indivíduos por trás dela, e como estas convicções reforçam uma agenda de controle.

A nova era espiritual do movimento Gaia    

Uma das mais influentes ONGs (Organizações Não Governamentais) aliada próxima da ONU, e intimamente envolvida na criação da agenda dela é o Templo do Entendimento (TOU, em inglês), localizado na Catedral de São João o Divino, em Nova York. Os objetivos dessa organização são, de acordo com o website dela, "desenvolver uma apreciação da diversidade religiosa e cultural, educar para a cidadania global e a sustentabilidade, expandir o discurso público sobre fé e ecologia, e criar comunidades justas e pacíficas". E o mais importante, embora não declarado explicitamente pela TOU, a catedral é o centro da cosmologia, ou a adoração de Gaia. A Catedral de São João o Divino não é somente o lar da TOU, mas também já hospedou a Parceria Religiosa Nacional para o Meio Ambiente, a Associação Lindesfarne e o Instituto Gaia, que são todos proponentes da hipótese Gaia.


Entre seus muitos membros influentes do bureau de diretores está o reverendo Thomas Berry, o mais proeminente evangelista da hipótese Gaia. O fórum Wanderer Quaterly descreve a filosofia religiosa do homem: "Thomas Berry afirma que agora é tempo para a mais significativa mudança que a espiritualidade cristã já experimentou. Essa mudança é parte de uma mudança muito mais abrangente na consciência humana trazida pela descoberta da história evolucionária do universo. Ao falar sobre uma nova cosmologia ele nos lembra de que somos a terra que chega a consciência e, portanto, estamos conectados a toda a comunidade vivente - isto é, todas as pessoas, animais, plantas e organismos vivos do próprio planeta". Nas próprias palavras de Berry, de acordo o Florida Catholic (de 14 de fevereiro de 1992), "Temos de repensar nossas ideias a respeito de Deus; devemos colocar menos ênfase em Cristo como uma pessoa e redentor. Devemos afastar a bíblia por 20 anos enquanto repensamos radicalmente nossas ideias religiosas. O que é necessário é a mudança de um antropocentrismo explorador para um biocentrismo participativo. Essa mudança requer algo mais do que ambientalismo." Gaia se tornou muito mais do que simplesmente uma hipótese científica. Transformou-se em um movimento religioso que é a força motora por trás da mudança social global.


Para ajudar a iluminar as crenças de Gaia, como propagadas pela TOU e muitos líderes das Nações Unidas e organizações por trás da agenda da Nova Ordem Mundial, é útil revisar um relatório da ONU chamado Visão Compartilhada, do Fórum Espiritual Global e de Líderes Parlamentares para a Sobrevivência da Humanidade de 1988, que foi fundado pelo Templo do Entendimento. Sumarizando o discurso dado na conferência por James Lovelock, fundador da hipótese Gaia e autor de Idades de Gaia, o relatório detalha, "...A contribuição de Lovelock é sugerir que a vida na terra regula seu meio ambiente como se fosse um enorme organismo. O nome dado ao organismo - e a ideia - é aquele de Gaia, a deusa grega da terra." De acordo com o relatório, Lovelock disse, "Ela é desse universo e, de modo concebível, uma parte de Deus. Na terra ela é a fonte da vida eterna e está viva agora; ela deu a luz a humanidade e somos parte dela." O relatório indica que Lovelock..."...ligou o atual aquecimento global aos primeiros sinais de uma febre, mas está preocupado que não estamos deixando Gaia se recuperar". Em outras palavras, a Terra, como um enorme organismo, é vista como uma com Deus. Fazendo mal a Terra, os humanos estão, de acordo com esta crença, machucando Deus. É essa convicção espiritual que proporciona a determinação fanática por trás do movimento ambiental, e os objetivos do desenvolvimento sustentável.

Fórum Global: Onde a religião da natureza encontra a política do controle

O Fórum Global Espiritual e os Líderes Parlamentares para a Sobrevivência Humana começaram o casamento entre religião e objetivos ambientais em uma escala mundial. A partir dessa conferência muitos fóruns ao redor do mundo foram organizados para juntar líderes do mundo nos governos, no meio ambiente, na religião e na ciência para o propósito de colaborar nas metas do desenvolvimento sustentável. A Parceria Religiosa Nacional para o Meio Ambiente (NRPE, em inglês), criada em 1993, surgiu destas reuniões globais. A NRPE desenvolveu um plano para "integrar questões de justiça social e meio ambiente" que incluíam educação e kits para as congregações religiosas ao redor do mundo, programas de treinamento para estudantes e líderes religiosos, e uma variedade de outras ações em todo mundo especificamente orientadas para assegurar que grupos religiosos adotassem as metas dessa agenda ambiental globalista. Religião mundial, os objetivos do desenvolvimento sustentável e o movimento Gaia todos se tornaram combinados em uma tapeçaria que somente poderia ser trançada efetivamente através de larga escala, o controle mundial.

A Religião da natureza encontra a política: Robert Muller

Dr. Robert Muller, ex-assistente do Secretário Geral da ONU e membro do Bureau de conselheiros do Templo do Entendimento (que fundou o Fórum Global), dá evidências do casamento de Gaia com o movimento do desenvolvimento sustentável em seu documento Uma Visão Cosmológica do Futuro de 1989: "Agora estamos aprendendo que talvez o planeta não tenha sido criado para os humanos, mas que os humanos tenham sido criados para o planeta... Nós somos a terra viva. Cada um de nós é uma célula, uma unidade nervosa perceptiva da Terra. A consciência viva da Terra está começando a operar através de nós... Temos agora um cérebro mundial que determina o que pode ser perigoso ou mortal para o planeta: As Nações Unidas e suas agências, e inumeráveis grupos e redes ao redor do mundo, são parte do cérebro. Esse é nosso significado recentemente descoberto...somos uma família global vivendo em um lar global. Estamos no processo de nos tornarmos uma civilização global...O terceiro milênio deverá ser um milênio espiritual, um milênio que verá a integração e harmonia da humanidade com a criação, com a natureza, com o planeta, com o cosmos e com a eternidade." Esse líder chave da ONU, encarregado da criação política em larga escala, mostra como a fé cosmológica guia uma agenda para uma comunidade global, no interesse de proteger o deus da natureza. Quando o âmbito dessa convicção religiosa se torna claro, é fácil compreender como leva a uma agenda de controle globalizado a fim de alinhar as ações da sociedade humana na direção da elevação das metas de cuidar de Gaia sobre tudo o mais, incluindo as pessoas que são uma parte dela.

Muller ganhou o prêmio da UNESCO Educação para a Paz de 1989 pelo seu World Core Curriculum, uma iniciativa educacional para transformar os estudantes em cidadãos globais que cuidam do planeta. De acordo com o website de Muller, robertmuller.org, Muller diz, "A humanidade inteira tem de ser reprogramada através de uma inducação global certa (latim ex-ducare, levar para fora, in-ducare)". O que é essa educação global endossada pela ONU, da forma criada por esse proponente de Gaia?Muller explicou as razões por trás de seu World Core Curriculum em um discurso de 1995 no College of Law na Universidade de Denver: "Eu cheguei à conclusão de que a única educação correta que eu recebi em minha vida foi a das Nações Unidas. Deveríamos substituir a política mundial pela planética. Precisamos de uma administração planetária, cuidadores planetários. Precisamos de ciências globais. Precisamos de uma ciência de uma psicologia global, uma sociologia global, uma antropologia global. Então eu fiz minha proposta para um World Core Curriculum(currículo básico mundial)." O primeiro princípio do Curriculum é: "Ajudar as crianças a se tornarem um indivíduo integrado que possa lidar com a experiência pessoal enquanto veem a si mesmos como uma parte do 'todo maior'. Em outras palavras, promover o crescimento da ideia de grupo, de forma que o bem do grupo, a compreensão do grupo, inter-relações do grupo e o bem estar do grupo substituam todos os objetivos limitados e auto-centrados, levando à consciência de grupo." A influente filosofia de Muller é o exemplo perfeito de como a espiritualidade centrada na natureza e uma agenda de controle mundial andam de mãos dadas com as Nações Unidas e suas organizações apoiadoras.

A religião da natureza encontra a política: Maurice Strong

Essa agenda de controle de convicção religiosa e política é compartilhada por, de acordo com muitos relatos, o homem mais poderoso do mundo. Maurice Strong foi Secretário Geral da Cúpula da Terra da ONU no Rio de Janeiro em 1992 (onde a agenda 21 foi adotada), e ex-Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente (UNEP). De acordo com Henry Lamb, um dos mais pesquisados escritores que existe em matéria de globalismo, "Ele, talvez mais do que qualquer pessoa, é o responsável pelo desenvolvimento de uma agenda global agora sendo implementada em todo o mundo." Strong, um bilionário e brilhante fenomenalmente influente burocrata da ONU, é um devoto da espiritualidade ligada à terra alinhado com o movimento Gaia. Para ajudar a iluminar o âmbito de sua influência, considere que ele tem servido em uma multidão de posições internacionais chaves, incluindo diretor da Fundação do World Economic Fórum, presidente do Conselho da Terra, presidente do Instituto do Meio Ambiente de Estocolmo, Conselheiro Sênior do presidente do World Bank, presidente do Instituto de Recursos Mundial, e, mais interessantemente, Diretor de Finanças do Templo do Entendimento. Strong e a mulher dele, Hanne, criaram a Fundação Manitou em 1988 para"proporcionar terra e apoio financeiro para organizações espirituais qualificadas, programas de gerenciamento da terra, e oportunidades educacionais correspondentes para crianças e adultos" de acordo com o Instituto Crestone. O rancho de 20.000 acres deles perto de Crestone, Colorado, conhecido como Baca Grande, é agora um centro espiritual New age dirigido pela mulher de Strong.  

Strong co-fundou a Earth Charter Commission com Mikhail Gorbachev em 1997. Esse documento, que foi endossado pela ONU, revela a natureza espiritual da agenda do desenvolvimento sustentável. Em seu preâmbulo, a Carta da Terra afirma, "devemos nos juntar para trazer uma sociedade global sustentável fundada no respeito pela natureza, direitos humanos universal, justiça econômica e uma cultura de paz... A proteção da vitalidade da Terra, diversidade e beleza é uma confiança sagrada." Depois de abordar o fato de que "os benefícios do desenvolvimento não são compartilhados igualmente...” (o princípio comunista da redistribuição da riqueza dos que têm para os que não têm), o preâmbulo continua para expressar: "A emergência de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano. Nossos desafios ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais estão interconectados, e juntos podemos forjar soluções inclusivas... O espírito de solidariedade humana e parentesco com toda a vida é fortalecido quando vivemos em reverência pelo mistério de ser, de gratidão pelo dom da vida, e humildade com respeito sobre o lugar humano na natureza". Os comentários de Strong em sua abordagem de abertura na Cúpula da Terra no Rio sumarizam sua filosofia claramente: "É responsabilidade do ser humano hoje escolher entre as forças da escuridão e as forças da luz... Devemos, portanto, transformar nossas atitudes, e adotar um respeito renovado pelas leis superiores da divina natureza." Isso não é simplesmente uma agenda idealista, mas uma crença espiritual profundamente enraizada sobre a natureza como deus. E é uma agenda, dirigida pela convicção religiosa, e intricadamente interconectada com um plano para uma sociedade global hermeticamente controlada, que está sendo propagada pelos indivíduos e organizações mais influentes do planeta.

A face moderna de Gaia e do meio ambiente: Al Gore

O Ex-Vice Presidente americano Al Gore é um devoto de Gaia, e a face moderna do movimento ambiental. Gore tem estado envolvido com o Templo do Entendimento, inclusive dando um sermão em sua celebração anual de São Francisco, uma cerimônia cuja bênção de animais incluiu bênçãos para um elefante, algas e uma tigela de vermes e adubo. De acordo com uma publicação de 1994 da catedral de São João Divino, neste sermão Gore declarou, "Deus não está separado da terra". O famoso livro de Gore, Earth in Balance, tem três capítulos devotados a "deusa Terra", e na página 259 (da edição em inglês) ele escreve, "Isso nós sabemos: a Terra não pertence ao homem, o homem pertence a Terra. Todas as coisas estão conectadas como o sangue que une a nós todos." O tema se repete: uma crença panteísta da nova era de que a terra é deus, e a humanidade está aqui para protegê-la acima de tudo.

Fonte: www.redicecreations.com/article.php?id=15833                       

Nota: É dessa mesma fonte que os ambientalistas brasileiros bebem, alguns declaram-se religiosos cristãos, mas na verdade não adoram o Deus cristão, e sim uma deusa pagã. 

                                
        
Enhanced by Zemanta

Este computador composto por 16 mini-cérebros humanos mostra uma eficiência impressionante Publicado por Cédric - Há 11 h...