English: The Seal of the United States Federal Bureau of Investigation. For more information, see here. Español: El escudo del Buró Federal de Investigaciones (FBI). Para obtener más información, véase aquí (Inglés). (Photo credit: Wikipedia)FBI prepara sistema para vigiar em tempo real todos os americanos
Sistema Next Generation Identification (NGI) será capaz de identificar suspeitos a partir de imagens de câmeras de vídeo.
Graças ao FBI, o governo dos Estados Unidos terá em breve um sistema nacional no lugar capaz de monitorar e identificar "pessoas de interesse" em praticamente qualquer lugar. O sistema Next Generation Identification (NGI) é projetado para ajudar a polícia federal americana a rastrear e capturar criminosos.
As impressões digitais têm sido o principal identificador para polícias de todos os níveis há um século. Mesmo com bilhões de amostras no registro, nunca houve duas iguais.
No entanto, as digitais são apenas um identificador, e grande parte desses dados não são unificados e facilmente acessíveis. O NGI vai incluir reconhecimento de voz, dados de varredura de retina e íris, reconhecimento facial, análise de DNA, e mais em um sistema automatizado projetado para ajudar a polícia a identificar e capturar suspeitos de forma mais eficiente e eficaz.
O NGI é projetado para integrar-se com sistemas de vigilância de câmeras em todo o país. Um algoritmo será utilizado para verificar automaticamente imagens dessas câmeras e comparar rostos com mugshots (fotos de registro da Polícia) para alertar as autoridades quando suspeitos procurados são identificados. O banco de dados do FBI também terá a capacidade de identificar cicatrizes ou tatuagens únicas de possíveis suspeitos.
Muitos computadores e dispositivos eletrônicos de consumo dependem de dados biométricos para identificar e autenticar os usuários. Alguns computadores incluem leitores de impressões digitais que podem ser utilizados no lugar de uma senha, ou em conjunto com ela.
PrivacidadePara os defensores da privacidade, porém, há uma enorme diferença entre o uso de suas próprias características biométricas, como uma medida de segurança para proteger os seus computadores e dispositivos móveis, e o verdadeiro "Big Brother" - um sistema nacional para automatizar a capacidade de espionar toda a população. Os defensores da privacidade estão preocupados com o possível abuso do sistema, ou a perspectiva de que usuários não autorizados possam ser capazes de invadir o sistema e obter acesso a dados sensíveis.
No início deste ano Facebook esteve sob o fogo dos defensores da privacidade e do Senado dos Estados Unidos devido a sua implementação da tecnologia de reconhecimento facial. O sistema é projetado para reconhecer indivíduos e oferecer sugestões para a marcação fotos - o objetivo é motivar as pessoas a se engajar mais na rede social.
Em audiências no Senado sobre o assunto, o FBI ofereceu sua própria perspectiva sobre os prós e contras do reconhecimento facial. O senador Al Franken, no entanto, expressou preocupação de que tal sistema poderia ser abusado por agências de aplicação da lei ou do governo para identificar manifestantes ou participantes de comícios políticos.
Minority Report é
real: O FBI quer usar as redes sociais para evitar crimes futuros
Por Andrew Couts
O FBI está
investigando a criação de um novo aplicativo que permitiria a eles
não somente monitorar ameaças em andamento, mas também predizer
potenciais ataques terroristas e outros crimes antes mesmo de
ocorrerem. Aqui está tudo o que você precisa saber, e porque você
deveria ficar preocupado.
O Escritório Federal
de Investigação (FBI) está investigando a criação de um
aplicativo que poderia permitir melhor garimpar conteúdo de mídia
social, em uma tentativa de mais acuradamente identificar, investigar
e lutar contra "ameaças emergentes" em tempo real. O
aplicativo poderá também ser usado para prever ameaças virtuais
antes mesmo de acontecerem.
De acordo com um
requerimento de informação (RFI, em inglês) postado no website
Federal de Oportunidades de Negócios, o FBI diz que espera
"determinar a capacidade da indústria de proporcionar uma
aplicação de solução de alerta Open Source de mapeamento e
análise de Mídia Social." Essa ferramenta permitiria ao FBI
"verificar, identificar e geo localizar eventos de última hora,
incidentes e ameaças emergentes rapidamente" usando
informações "disponíveis publicamente" postadas em redes
sociais, como Facebook e Twitter, bem como novas publicações
nacionais e locais.
Big Brother 2.0
É claro, monitorar
mídia social não é nenhuma novidade para a comunidade de aplicação
da lei. No momento, contudo, é simplesmente muito ineficaz e
ineficiente para as necessidades do FBI.
"Mídia social é
uma valiosa fonte de informação para analistas de inteligência do
[Centro de Operações e Informações Estratégicas do FBI (SIOC, em
inglês)] no monitoramento rotineiro de eventos," diz o RFI. "
Analistas têm considerado questões de inteligência que eles
monitoram como assunto de curso diário ao redor do globo. É também
produtivo em seus esforços para proporcionar informação inicial
sobre eventos comuns de significado para aplicadores da lei. A mídia
social tem se tornado uma fonte primária de inteligência porque ela
tem se tornado a primeira resposta principal para eventos chaves e
alerta primordial para possíveis desenvolvimento de situações".
O aplicativo que o FBI
espera construir simplesmente faria este processo mais fácil e mais
eficiente.
Aqui está como o FBI
prevê o aplicativo funcionando: As informações reunidas de fontes
de notícias e mídia social seriam superpostas sobre um mapa
digital, marcando a localização dos "eventos em tempo real",
junto com outros dados contextuais relevantes, informações
adicionais, incluindo dados domésticos de terrorismo dos Estados
Unidos, dados do terrorismo ao redor do mundo, a localização de
todas as embaixadas americanas, consulados e instalações militares,
previsões e condições do clima e vídeos de informação do
tráfico também seriam superpostos nesse mapa.
Um sistema robusto de
busca também seria incorporado ao aplicativo, o qual permitiria a
capacidade de "instantaneamente buscar e monitorar palavras
chaves e sequências de tweets 'disponíveis publicamente' através
do site do Twitter e qualquer outro site/fórum de rede social,"
de acordo com o RFI. O FBI quer que a função de busca permita
buscas por palavras chaves simultâneas "que possam procurar por
10 ou 20 incidentes/ameaças separadas ao mesmo tempo dentro da mesma
"janela". A capacidade de monitorar outros dados de mídia
social em no mínimo 12 línguas diferentes, e "traduzir
imediatamente" estas postagens para inglês, está também
esboçado como uma característica do aplicativo.
O futuro é agora
Tudo isso parece
bastante ousado. De fato, estamos surpresos de o FBI não ter ainda
tal aplicativo a sua disposição, desde que todas as características
que ele delineia estão bem dentro das capacidades de uma equipe de
desenvolvimento de software habilidosa. Sem mencionar o fato de que
muito do que o FBI espera usar já existe em diferentes partes.
Websites como OpenStatusSearch.com, YourOpenBook.org, TweetScan.com e
Tweepz.com tornam possível procurar facilmente por palavras chaves
sendo postadas publicamente no Twitter e Facebook. Tudo o que o
aplicativo sonhado pelo pelo FBI faria combina estas características
em um único produto, e os expande com dados adicionais do governo e
de aplicação da lei e ferramentas de mapeamento.
Contudo, o FBI não
quer apenas saber sobre o que está acontecendo agora; também quer
prever eventos que estão para acontecer - prever o futuro. Se isso
lhe parece de modo suspeito com o filme Minority Report, você não
está só.
"A mídia social
será crítica para atingir os objetivos de inteligência declarados
acima, porque ela proporciona acesso exclusivo a informações a
respeito de eventos especiais [isto é, convenções políticas,
feriados nacionais ou eventos esportivos] antes de sua ocorrência,"
lê-se no RFI.
Ainda que a capacidade
de procurar tweets e atualizações, usar mídias sociais para prever
o futuro não é novidade, em março de 2011, o jornal de ciência da
computação mostrou que tweets poderiam ser usados para prever
flutuações futuras do índice médio industrial Dow Jones com uma
precisão de 86.7 por cento. E neste mês a Corporação Rand
analisou tweets de 2009 que usavam a hashtag #IranElection e
descobriram que um aumento em palavrões nos tweets poderia ser usado
para prever onde e quando protestos e outras formas de
descontentamento público ocorreriam.
Usar tecnologia
preditiva não está limitada a acadêmicos, governos ou corporações
apenas. O website RecordTheFuture.com permite que qualquer um com uma
conta acesse coleções de informações sobre potenciais eventos
futuros, incluindo lançamento de produtos, flutuações de ações e
até planos futuros de férias de particulares.
Todo mundo é um alvo?
Em outras palavras, os
mundos de Aldous Huxley e George Orwell já chegaram. O FBI
simplesmente quer criar um aplicativo padrão que combine a
tecnologia já disponível e racionalizá-la, em uma tentativa de
fazer melhor o trabalho deles. Está tudo bem se isso for usado para
parar os caras verdadeiramente maus, como terroristas que querem
explodir um estádio de futebol. O problema é, quem eles consideram
"caras maus" hoje em dia? Hackers como o Anonymous?
Apoiadores do Wikileaks? Manifestantes do Occupy Wall Street?
Qualquer um?
Os mais cautelosos (e
possivelmente mais sábios) entre nós diriam tudo o que está acima.
E é cada vez mais difícil de refutar as advertências deles. No
final do último ano o presidente Barack Obama assinou a mais recente
iteração da Lei de Autorização da Defesa Nacional (NDAA, em
inglês), uma lei que foi levada para renovação anual. O problema
com a versão desse ano, dizem os críticos, é que ela inclui
provisões que permitiriam aos militares dos Estados Unidos deter
qualquer pessoa - inclusive cidadãos americanos - em qualquer lugar
do mundo, sem julgamento ou o devido processo, se eles forem
suspeitos de atividades terroristas. Além do mais, a NDAA
proporciona uma definição tão ambígua de "atividade
terrorista" que grupos como o Occupy Wall Street ou o Anonymous
poderiam cair sob esta perigosa categoria.
Tem de ser salientado
que o presidente Obama incluiu uma declaração de assinatura com a
NDAA que garantia que sua administração não usaria a lei para
deter indefinidamente cidadãos americanos.
É desnecessário dizer
que isso fez pouco para acabar com a indignação do público que tem
conhecimento.
Então o que fazer de
tudo isso? Muito obviamente, é agora dolorosamente claro que tudo
que postamos online está sendo observado. E se o FBI conseguir seu
novo aplicativo - o que parece para nós uma inevitabilidade - o olho
com o qual ele vê nossos tweets e atualizações terá visão
biônica, e até a capacidade de espreitar o futuro. O que é menos
óbvio é como o objetivo do governo de proteger o bem público será
abusado para atropelar a legítima liberdade de expressão e o
descontentamento público legal.
Em resumo: O Big
Brother é real. Ele está observando. Então seja cuidadoso sobre o
que diz online hoje em dia - isso poderá ser usado contra você
amanhã.
FBI
prepara sistema de varredura e vigilância da internet
Atividades
de monitoração do FBI abrangerão a internet inteira,
principalmente redes sociais como Facebook e Twitter
Julio Severo
A polícia federal
dos EUA, conhecida como FBI, divulgou quietamente detalhes de planos
para monitorar continuamente as informações mundiais do Facebook,
Twitter e outras redes sociais, oferecendo uma rara oportunidade de
ver as atividades do FBI. Outros órgãos do governo americano estão
também envolvidos na vigilância das mídias de internet, mas não
divulgam nada de suas atividades nem revelam até que ponto estão
monitorando os usuários.
Os planos do FBI,
conforme foram divulgados, incluem a contratação de empresas que
construam um sistema de monitoração que ajude o FBI a vasculhar
tudo na internet.
O documento indica
que o FBI quer usar a mídia social para mirar usuários ou grupos de
usuários específicos, observando que os agentes do FBI precisam
“localizar causadores de problemas… e analisar seus movimentos,
vulnerabilidades, limitações e possíveis ações adversas”.
Quem será
classificado como “causador de problemas”? Uma das políticas
prioritárias do governo dos EUA é promover a agenda gay no mundo
inteiro. Sendo um órgão federal, o FBI poderia se desalinhar dessa
política? É evidente que sua monitoração favorecerá os
interesses do governo americano em tudo — inclusive na proteção e
promoção da agenda gay.
Já há casos do
governo americano monitorando cidadãos cristãos nos EUA que não
têm nenhum envolvimento com terrorismo:
*
O
FBI tem monitoradoindivíduos
e grupos cristãos opostos ao aborto e ao “casamento” gay.
O perigo nessa
tendência americana é que outras polícias do mundo poderão imitar
o FBI. Se o FBI pode monitorar cristãos por suas opiniões contra o
aborto e o homossexualismo, por que a polícia federal do Brasil não
pode copiar?
Sem nenhum mau
exemplo dos EUA, o Brasil já enfrenta sérias ameaças, com um
governo dirigido por indivíduos com histórico criminoso e
terrorista comunista. São indivíduos que interpretam a “democracia”
como um regime onde eles têm liberdade de fazer o que bem entendem,
inclusive calar seus inimigos.
E
por pura coincidência, o
PT descobriu que o maior obstáculopara
a implantação de sua ditadura e controle sobre a mente e coração
do povo é a mídia evangélica: programas de TV e sites que defendem
os valores cristãos, se opondo ao aborto e ao homossexualismo.
Por
questão ideológica, o governo do PT, assim como todo governo
socialista fanático, dá preferencia para Cuba. Por isso, a nova lei
brasileira obrigandoas
mulheres grávidas a serem registradas se inspirou em Cuba.
Contudo, já que o
FBI está demonstrando capacidade maior de monitorar os que ameaçam
o governo americano com opiniões contrárias aos dogmas estatais do
aborto e do homossexualismo, por que a polícia federal brasileira
quereria ficar de fora desse controle?
O Brasil adora
imitar lixo americano. Os grupos gays brasileiros, por exemplo, são
imitadores fiéis dos grupos gays americanos.
O perigo é real,
ainda mais que o governo americano, que anda obcecado pela agenda
gayzista e abortista, tem tido um relacionamento com a ABGLT, a maior
organização gay do Brasil.
Em 2010, a
secretária de Estado Hillary Clinton deu uma mãozinha para que a
ABGLT fosse oficialmente credenciada dentro da ONU. Ela deu essa
ajuda depois que todos os esforços do governo Lula em prol da ABGLT
na ONU falharam.
Além disso, há uma
informação obtida de que a ABGLT já está tendo contatos com o
FBI.
Com
a ajuda do governo do PT, a ABGLT quer calar no Brasil cristãos que
denunciam a agenda gay. Com a ajuda do FBI e do governo americano, o
que a ABGLT poderia fazer com brasileiros nos EUA que denunciam em
português a agenda gay? Como se sabe, Silas
Malafaia e eu temos estado na mira da ABGLT.
Se o governo
brasileiro — que é amante da truculência ditatorial cubana — se
interessar pelo monitoramento dos cidadãos através do sistema de
vigilância do FBI, a imitação será o próximo passo.
Teremos pois um FBI
para pegar brasileiros conservadores nos EUA e um FBI tupiniquim para
imitar o lixo policialesco americano.