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terça-feira, 3 de julho de 2012

Dispositivos de espionagem em sua casa

Big Brother 2001 (UK)Big Brother 2001 (UK) (Photo credit: Wikipedia)
Dispositivos de espionagem em sua casa

Por Phil Elmore

Você está sendo vigiado? Alguém está escutando você? Algum ladrão de identidade ou invasor de casas tem você sob vigilância neste momento?

Isso pode soar fantástico, mas realmente tem acontecido. Em um caso verdadeiro que vem direto de um tecnothriller, uma jovem e atraente jovem estava convencida de que seu ex-namorado a estava monitorando. Ele parecia saber coisas que ninguém poderia saber ... a menos que estivesse ouvindo-a em sua casa. Como se viu depois, o namorado, um profissional de suporte de tecnologia, tinha configurado a rede wireless dela e sabia de todas as senhas dela. Ele estava espionando o email dela. Ele podia, portanto, muito facilmente, ter monitorado as conversas dela. 

Isso poderia acontecer a você? Felizmente para todos nós, o risco de termos dispositivos de escuta sendo posicionados em nossas casas é relativamente pequeno. É, todavia, real, e com a proliferação de câmeras de vídeo baratas, gravadores de áudio acessíveis e equipamentos "espião", até mesmo na forma de brinquedos infantis, as chances de que você seja grampeado, de que esteja sob vigilância, são maiores do que nunca.

Mundanças na tecnologia tem direcionado a algumas mudanças na cultura popular e nos riscos que cada cidadão enfrenta. É mais fácil do que nunca para um cidadão comum, não seu governo, alienígenas espaciais ou espiões inimigos, plantar dispositivos de escuta muitos pequenos, eficientes e discretos em nossas casas e nas casas dos outros. Estes dispositivos variam de benignos mas irritantes (como gadgets eletrônicos que emitem trinados aleatórios projetados para aborrecer aqueles lá de dentro) aos potencialmente salvadores de vidas ("câmeras babás" miniaturizadas que permitem que os pais identifiquem e obtenham provas de abuso infantil) aos invasivos e ofensivos (câmeras "para olhar por baixo da saia" escondidas em locais públicos ou semi-públicos, vestiários e banheiros).

Dispositivos de escuta começam fora da casa na forma de microfones direcionais. Estes gadgets com aparência de armas de raio basicamente coletam som a longa distância, permitindo que alguém "grampeie" você sem realmente invadir a sua propriedade.

Uma vez dentro da casa, uma escuta pode ser colocada perto ou dentro de seu telefone, usada no corpo de um visitante, ou plantada diretamente em qualquer lugar. Web câmeras podem transmitir imagem e som via web para qualquer lugar. Câmeras espiãs, especialmente, podem ser disfarçadas como um grande número de objetos domésticos e podem até transmitir em cores. Se você quiser ter uma boa ideia do que está por aí, vá comprar dispositivos de escuta e câmeras como se você desejasse grampear alguém. As opções disponíveis para você lhe surpreenderão, e as implicações são perturbadoras. Então o que você pode fazer?

Você pode ir fazer compras, por causa de uma coisa. Há incontáveis "detectores de grampos" no mercado que captam as transmissões das frequencias de rádios de dispositivos espões e telefones sem fio. (A mesma tecnologia é aplicada para bloquear sinais de telefones celulares em áreas onde os proprietários não querem pessoas usando seus celulares). Você também pode comprar detectores de toque de telefones que se conectam diretamente a sua linha de telefone. Detectores de laser usados para descobir lentes de câmeras podem ser usados para encontrar reflexos físicos de dispositivos espiões, também. Por algumas centenas de dólares você pode detectar uma ampla variedade de escuta e equipamento espião. Isso não significa que você esteja completamente coberto. Prevenir a casa ou escritório de espionagem começa com precauções simples:

Não permita quem você não confia ou que não tenha convidado dentro de sua casa. Por exemplo, se alguém aparece inesperadamente afirmando ser de uma empresa de energia elétrica, que precisa de acesso a alguma parte de sua casa, recuse a entrada dele ou dela. Se é realmente importante, a empresa de energia elétrica ligará para você, e eles deveriam ter contactado você por escrito de qualquer forma.

Não deixe amigos ou membros da familia desassistidos quando estiverem visitando você. A menos que você tenha boas razões para confiar neles completamente, deixar visitantes desassistidos significa que eles podem fazer o que bem quiserem, até inclusive plantar grampos em seu telefone, sob sua escrivaninha, ou qualquer outro lugar em sua casa ou escritório. Em caso de um escritório que recebe visitas do público, isso pode ser impossível às vezes, mas você geralmente nunca quer que um convidado em sua casa ou escritório seja deixado desassistido se você puder evitar (de novo, a menos que você tenha boas razões para confiar nesse visitante).

Não fale alto informação de senha e outros dados sensíveis de jeito nenhum se você puder evitar. Se alguém estiver ouvindo o que você está dizendo, a maneira mais fácil de evitar de escutarem a senha de seu email ou o login do banco é nunca dizer em alta voz. Todas as senhas, por falar nisso, deveriam ser termos sem sentido conhecidos apenas por você, que você não tenha usado em conversas. Isso as torna muito mais difíceis de aprender ou ouvir aleatoriamente.

Nunca discuta informações críticas em telefones ou redes sem fio. Transmissões de telefones sem fio, e particularmente frequências de telefones sem fio, podem ser apanhadas por scanners e outros dispositivos sem fio facilmente e até mesmo não intencionalmente. Não dê números de cartão de crédito ou outra informação sensível pelo seu telefone celular ou telefone sem fio. Sempre use uma linha fixa.

Tenha cuidado com seu entorno. Na verdade olhe para as coisas que você mantém em sua casa ou negócio, e tenha suspeita de itens que aparecem sem aviso prévio ou inesperadamente, por qualquer que seja a razão. Aquela caneta que você não lembra de possuir pode ser um dispositivo de escuta. Também não machuca simplesmente limpar sua casa ou escritório a fundo de vez em quando, mantendo um olho alerta para algum objeto estranho ou peça de equipamento eletrônico.

Mantenha a perspectiva. Enquanto você está tomando suas precauções, lembre-se que o verdadeiro risco de que sua casa ou seu escritório possa estar grampeado é bem baixo. A maioria de nós simplesmente não leva vida que uma pessoa comum acharia interessante o suficiente para querer colocar-nos sob vigilância.
Lembre-se, também, que tal espionagem pode ocorrer. Invasores de lares, ladrões de identidade e predadores sexuais não se preocupam quão aborrecida sua vida é. Mantenha isso em mente e faça um esforço razoável e de boa fé para manter sua casa e negócio livre de equipamento espião. Como sempre, a responsabilidade por estar mais seguro cai sobre você.
Fonte: www.wnd.com
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sábado, 15 de outubro de 2011

Stingray: A tecnologia que vai colocar a polícia na sua cola

vigilancia en la sombraImage by bocatacalamares via Flickr
TecMundo » Segurança » Stingray: A tecnologia que vai colocar a polícia na sua cola

Aparelho simula uma antena de recepção e fornece a localização de qualquer celular mesmo que ele não esteja em uso.

Por Thiago Szymanski
  
Por mais de um ano, autoridades da polícial federal americana (FBI) perseguiram um sujeito conhecido apenas como “O Hacker”. Mas somente depois de utilizarem um dispositivo novo, chamado de Stingray, é que eles tiveram sucesso nas buscas.

Stingrays são aparelhos designados para localizar telefones celulares mesmo quando eles não estão em uso. Aliás, a polícia acha o sistema tão crítico, que todos os dados captados pelo aparelho são apagados após o uso, evitando assim que qualquer outra pessoa saiba exatamente a capacidade do dispositivo.

Contudo, o uso dessa tecnologia gerou diversas discussões nos Estados Unidos sobre a sua legalidade.


Segundo o FBI, o aparelho tem aprovação da justiça. Por outro lado, é uma maneira de vasculhar a vida de um suspeito sem possuir um mandato, o que gera todo o debate.

Como o Stingray funciona?

Não há muitas informações a respeito do funcionamento específico do aparelho, pois o FBI mantém grande parte dele em sigilo. Contudo, podemos ter uma ideia de como ele faz o rastreamento após pesquisas nos poucos documentos públicos sobre o Stingray.


O sistema é constituído de uma antena, um computador com gerador de mapas e um dispositivo especial. O aparelho então simula uma torre telefônica e faz com que o celular se conecte a ele. A partir desse momento, o Stingray tem acesso a diversos dados do aparelho celular, para que seja possível selecionar o número que esteja realmente sendo procurado.

A maneira mais usada é apontando o dispositivo (não há informações sobre o alcance) para uma região onde se imagina que o suspeito esteja. Nesse caso, os policias andam com o aparelho no carro em dirigem pela região até encontrar um sinal do número que esteja sendo procurado.

Quando esse sinal é então encontrado, o aparelho aponta uma região aproximada no mapa da localização. Ao coletar sinais de diversos pontos, é possível fazer uma triangulação e definir com exatidão o local onde está o celular.

Mas esse aparelho é legalizado?

O caso de Daniel David Rigmaiden (“O Hacker”) deu início a uma grande discussão sobre a legalidade do uso do Stingray. Como o funcionamento e uso do aparelho são secretos, a defesa do acusado alega que tais informações não podem ser usadas, pois não há comprovação dos dados que ele coleta.

Já quem está do lado do aparelho alega que o Stingray não faz o grampo de conversas ou a coleta de dados confidenciais do usuário. Segundo tais defensores, o aparelho simplesmente coleta dados do hardware e da localização do celular.

Contudo, o processo continua em trâmite na corte do Arizona, nos Estados Unidos, aguardando julgamento.

Mas a discussão também pode ser passada para nós, afinal, você se sentiria “perseguido” se soubesse que a policia poderia localizar você a qualquer momento e sem mandato?
   
Fonte: www.baixaki.com.br
   
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/seguranca/14112-stingray-a-tecnologia-que-vai-colocar-a-policia-na-sua-cola.htm#ixzz1a9Z92DfK
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sábado, 1 de outubro de 2011

Confidencialidade geralmente termina com a autoridade do governo

Image representing Facebook as depicted in Cru...Image via CrunchBase
Confidencialidade geralmente termina com a autoridade do governo
 

      Reuters - Por Georgina Prodhan 

Companhias de Internet como Google, Facebook e Twitter estão sendo cada vez mais frequentemente associadas a operações de vigilância, considerando que as informações que recolhem se mostram irresistíveis para as agências policiais, disseram especialistas em Web nesta semana.


Ainda que essas empresas tentem manter a confidencialidade das informações de seus usuários, seus modelos de negócios dependem de explorar esses dados para a venda de publicidade direcionada e, quando os governos exigem que as informações lhes sejam transmitidas, elas têm poucas chances a não ser acatar.

Indicações de que a Research in Motion, fabricante do BlackBerry, poderia fornecer à polícia britânica dados sobre os usuários de seu serviço de mensagens instantâneas, depois que este foi usado para coordenar manifestações em Londres no mês passado, causaram indignação --da mesma forma que a espionagem de governos mais opressivos contra os usuários de mídias sociais.


Mas o vasto volume de dados pessoais que empresas como o Google recolhem para executar suas operações se tornou precioso demais para que governos e a polícia possam ignorá-los, disseram representantes do setor durante o Internet Governance Forum, em Nairóbi.

"Quando existe a possibilidade de que a informação seja obtida, algo que no passado seria impossível, é perfeitamente compreensível que as agências policiais se interessem," disse o vice-presidente de divulgação de Internet no Google, Vint Cerf, em entrevista à Reuters.

"A questão passaria a ser determinar quais são as normas corretas, e isso evidentemente gera muito debate," afirmou Cerf, visto como um dos "pais da Internet" por seu trabalho inicial em áreas que incluem protocolos de comunicação e e-mail.

Demandas governamentais para que empresas de Internet forneçam informações sobre usuários se tornaram rotina, de acordo com Christopher Soghoian, pesquisador e ativista da privacidade online que baseia seu trabalho nas leis nacionais de acesso à informação.

"Toda empresa de telecomunicações e Internet dos Estados Unidos conta com uma equipe considerável de funcionários cujo único trabalho é responder a pedidos de informação," disse Soghoian em entrevista à Reuters.


Fonte: www.baixaki.com.br
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terça-feira, 29 de março de 2011

Quão próximo estamos de um Estado de vigilância baseado em nanotecnologia?

This is the most up-to-date DARPA logo.Image via WikipediaQuão próximo estamos de um Estado de vigilância baseado em nanotecnologia?

Por Michael Edwards

Actvist Post

No espaço de apenas três anos, temos visto a vigilância dos drones se tornado abertamente operacional em solo americano.

Em 2007, jornalistas do Texas filmaram pela primeira vez um teste do drone predador sendo conduzido pelo departamento de polícia local junto com o Departamento de Segurança Nacional. E em 2009, foi revelado que uma operação estava a caminho para usar drones predadores dentro do país nas cidades maiores, longe das funções de "controle das fronteiras". Este ano foi anunciado que não só as operações de drones voarão sobre a fronteira mexicana, mas os Estados Unidos e o Canadá estão se associando para cobrir 900 milhas da fronteira norte também.

Agora que o precedente foi estabelecido para empregar drones sobre áreas sem combates, os militares estão revelando também a tecnologia de miniaturização que eles atualmente têm a disposição deles. Como o especialista em drone P.W. Singer disse: "Neste momento, realmente não importa se você é contra a tecnologia, porque ela está chegando." De acordo com Singer, "A miniaturização de drones é onde isso realmente fica interessante. Você pode usar estas coisas em qualquer parte, colocá-las em qualquer lugar, e o alvo nem mesmo saberá que está sendo observado”.

Então o que exatamente está no horizonte?

A Agência de Projetos de Pesquisas Avançadas de Defesa (DARPA, em inglês), financia o desenvolvimento de tecnologia militar através do setor privado com empreiteiros de defesa como Lockheed Martin, Boeing e Honeywell. Foi a Honeywell que apresentou o T-Hawk micro drone, agora comprado pelo município de Miami-Dade para uso na área metropolitana, que pesa ao todo 16 libras (aprox. 6 kg) e pode voar em qualquer direção. Contudo, isso não é tão micro se comparado ao mais recente drone espião que foi revelado. O Nano Hummingbird, produzido pela AeroVironment. (um drone com formato de pássaro).

Essa imitação da natureza anuncia uma série de cenários de pesadelo de ficção científica, mas o nome desse veículo, "nano", é o que deveria desencadear um alerta vermelho. Porque, de fato, DARPA e seus empreiteiros estão trabalhando na verdadeira nano vigilância que terá componentes biológicos... e aplicações.


Aqui estão alguns conceitos de vigilância e detecção já em operação, ou sob desenvolvimento (mantendo em mente que o que é revelado no domínio público é frequentemente muito aquém da realidade): Um grupo de drones de vigilância menor chamado NAV (nano air vehicles) ou MAV (micro air vehicles) já foi autorizado: os mapleseed drones; drones pardal em 2015, drones libélula para voar em enxames em 2030, e eventualmente um drone de mosca doméstica. E se a reconstrução da natureza não tiver sucesso, a própria natureza pode ser sequestrada, o uso de impulsos elétricos para criar insetos de vigilância cyborgs estão sendo estudados nas grandes universidades.

Nano sensores para uso na agricultura que medem as colheitas e as condições ambientais. Plantas farejadoras usando DNA reprogramado para detectar explosivos e agentes biológicos. Partículas de "Poeira inteligente" que transmitem dados sem fio sobre temperatura, luz, e movimento (isso também pode ser usado em papel moeda para rastrear o dinheiro).

Barras de código RFID nano baseadas que podem ser embutidas em qualquer material para rastreamento de todos os produtos... e pessoas.


Dispositivos para detectar moléculas, enzimas, proteínas e marcadores genéticos, abrindo a porta para armas biológicas específicas para cada raça, como mencionadas nos documentos de políticas do Projeto para um Novo Século Americano Reconstruindo as Defesas Americanas.

Há inúmeras maneiras de como somos rastreados em nossas vidas diárias, que nos têm aclimatado para o curso dos próximos passos. Sabemos que os militares têm o desejo de rastrear grandes grupos de pessoas em tempo real. O programa o olhar da Górgona está atualmente sofrendo algumas dificuldades técnicas, mas a vontade política está lá para expandir continuamente a vigilância de grandes populações no estrangeiro a fim de manter-nos a salvo no país em uma guerra sem fim ao terror. Combine as capacidades de vigilância miniaturizadas com o programa Olho da Mente da DARPA de inteligência artificial de "câmera inteligente" que pode "pensar" e tomar decisões de comunicação visual de forma independente, e as coisas se tornam exponencialmente mais assustadoras. 

A velocidade do desenvolvimento da Nanotecnologia

A nanotecnologia tem recebido financiamento oficial federal apenas nos últimos dez anos quando foi elevada ao status de iniciativa federal em 2001, o que desencadeou investimentos maciços no setor privado. Em 2003 o recém-aberto Departamento de Segurança Interna mostrou imediato interesse no SensorNet, um programa encabeçado pelo Laboratório Nacional de Oak Ridge e seus parceiros estratégicos para pesquisar meios de integrar plenamente nano e micro sensores em uma matriz global do tipo da internet de detecção e vigilância em tempo real. O Departamento de Defesa alocou $3 milhões para a iniciativa para o primeiro ano, com um orçamento projetado em bilhões sendo alocado no longo prazo para "sistemas de detecção".


Em 2006 a Oak Ridge anunciou que eles planejavam transformar a base militar de Fort Bragg em um protótipo para futuras cidades americanas. De acordo com o pesquisador do Departamento de Energia, Bryan Gorman, "Qualquer sensor pode conversar com qualquer aplicação. Assim como com sistemas de internet e telefone, não importa que tipo de computador ou telefone você tenha, onde você está e ou qual aplicação você está rodando. O sistema simplesmente funciona." Há até mesmo uma rede social proprietária que foi desenhada para proporcionar acesso e colaboração online.

O SensorNet tem desde então se transformado em um sistema cada vez mais compreensivo "para integrar medidas de proteção e segurança. . . no sistema de transporte," o que inclui as preocupações adjacentes ao transporte e comércio nas arenas "política, econômica ou ambiental". É aqui que o escopo completo da integração de vigilância pode ser visto como uma estratégia de gestão que mescla a legislação, os sistemas de inspeção federal, as normas internacionais, as avaliações de ameaça à segurança e as últimas novidades em nanotecnologia. Apenas um exemplo é a discussão deles de sistemas de "triagem e monitoramento de rodovias", que precisa ser lido para ser acreditado. Como um aparte: O cientista sênior da pesquisa e Gestor Sênior do Programa que co-redigiu o documento é Robert K. Abercrombie, PhD que tem um interesse decidido em segurança cibernética. Para ver onde o componente de transporte da rede de vigilância está caminhando no curto prazo, o Plano de Pesquisa Estratégica ITS 2010-2012 é uma boa indicação.

A Promessa de Integração Total

4 de fevereiro de 2011 trouxe o lançamento do Plano Nacional Estratégico de Iniciativa de Nanotecnologia de 2011. O documento de leitura obrigatória de 60 páginas estabelece um futuro projetado "para entender e controlar a matéria" para a administração de cada faceta da vida humana dentro do ambiente da matriz de vigilância do meio ambiente, da saúde e da segurança. Aqui está uma lista curta de 25 agências federais participantes e amostra de suas aplicações declaradas:

Departamento de Defesa (vigilância persistente)
Comunidade de Inteligência (aeronaves não tripuladas)
Departamento de Energia (resolvendo os desafios de energia e das mudanças climáticas)
Departamento de Segurança Interna (plataformas de sensores de baixo custo)
Departamento de Justiça (aplicáveis as necessidades da justiça criminal)
Departamento de Transporte (modificação ou coordenação do comportamento de viagem)
Agência de Proteção Ambiental (sensores ambientais, capacidades transformacionais).
Administração de Alimentos e Drogas (sistemas biológicos e efeitos sobre a saúde humana)
Instituto Nacional de Alimentos e Agricultura (segurança global de alimentos)
Instituto Nacional de Saúde (controle preciso para alcançar resultados previsíveis)
Departamento do Tesouro (governança melhorada, implementação de sanções econômicas).
Fundação Nacional de Ciência (educação e dimensões da sociedade)

A promessa de integrar a nanotecnologia de uma maneira que beneficiará o conhecimento humano e da sociedade já foi redirecionada para aplicações militares por décadas. Tem se manifestado no complexo industrial militar fora de controle que tem engajado a América em guerras custosas no exterior e em campanhas de desestabilização. Contudo, as conseqüências dessa apropriação indébita da tecnologia estão começando a produzir seus efeitos sobre a América na forma de polícia militarizada e monitoramento do dia-a-dia dos americanos.

Quanto tempo mais antes do espectro completo da ciência tecnológica militar, incluindo o que nem ainda podemos ver ser desencadeada sobre o povo americano ansioso para aceitar o controle total para estar seguro? Isso já aconteceu? Ou, mais importante, quanto tempo antes dos americanos virem a compreender que quando a construção dessa prisão de vigilância estiver completa, quando a porta for trancada, e a chave for jogada fora, finalmente terá sido nosso próprio dinheiro que foi usado para construí-la.

Fonte: www.prisonplanet.com    

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sábado, 12 de março de 2011

A China planeja rastrear os cidadãos de Beijing através de seus telefones celulares

Zhuyin on cell phone detail-2Image via Wikipedia
A China planeja rastrear os cidadãos de Beijing através de seus telefones celulares

O governo afirma que a tecnologia aliviará o congestionamento do tráfego, mas especialistas advertem que isso poderia ser usado para controlar dissidentes.

Por Tania Branigan, em Beijing

Guardian.co.uk

Os defensores dos direitos humanos têm expressado preocupação com os planos de rastrear cada usuário de telefone celular em Beijing através da tecnologia de posicionamento global.

A mídia chinesa reportou esta semana que projetos pilotos estavam sendo apresentados para uma "plataforma de informações do movimento dos cidadãos em tempo real", para ajudar com o gerenciamento do tráfego.

Li Guoguang, vice-diretor da comissão de ciência e tecnologia municipal de Beijing, disse que o projeto seria usado para enfrentar o congestionamento permitindo aos funcionários monitorar o fluxo de pessoas através do sistema de transporte.

"Até certo ponto, isso pode efetivamente aumentar a eficiência da viagem dos cidadãos e aliviar os engarrafamentos", ele contou ao Beijing Daily.

Ele acrescentou que os cidadãos seriam capazes de comprar informações, embora informações mais sensíveis - tais como a localização dos indivíduos - não estariam disponíveis.

Mas enquanto as estradas de Beijing estão cada vez mais congestionadas, especialistas dizem que há muitas maneiras de avaliar e gerenciar o tráfego e sugerem que o projeto está obrigado a ser usado para propósitos de segurança também.

"Certamente o uso da plataforma não estará limitado a coletar informação do trânsito. Funcionários em outras áreas, tais como antiterrorismo e manutenção da estabilidade, também o acharão útil," Chen Derong, professor de comunicações sem fio da Universidade de Beijing, disse ao jornal South China Morning Post.

"Eu acho que a despeito da desculpa do controle do trânsito isso é parte da escalada do uso de tecnologias para controlar o descontentamento social," disse Wang Songlian da Rede de Defensores dos Direitos Humanos Chinesa. Ela salientou que no último ano o governo apresentou o registro compulsório para qualquer um comprar um sim card.

"Um monte de ativistas têm dito que os telefones celulares deles já estão sendo rastreados pelas forças de segurança. Eles usam isso para localizar onde as pessoas estão e se outros ativistas estão indo para lá," ela disse.

Mas ela acrescentou: "Para pessoas comuns, o governo está preocupado a respeito de inquietação social. Frequentemente há uma faísca em algum lugar e todo mundo se reúne e publica a informação. Registrar as pessoas e rastreá-las, permite-lhes obter informações sobre protestos e punir os indivíduos."

A rádio nacional da China disse que o governo municipal esperava começar o projeto em duas partes da capital no primeiro semestre desse ano.

Fonte: www.guardian.co.uk

Nota: Isso é o prenúncio do que pode estar por vir para o futuro no mundo todo.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Você está pronto para a identidade universal para a internet que Barack Obama quer impor sobre todos nós?

Você está pronto para a identidade universal para a internet que Barack Obama quer impor sobre todos nós?

The American Dream

A administração Obama está desenvolvendo um programa "universal de internet ID" que observaria, rastrearia, monitoraria e potencialmente controlaria sua atividade na internet. Estas "identidades confiáveis" estão sendo vendidas como um meio de aumentar a proteção e a segurança na internet e como um meio de eliminar a necessidade de dúzias de nomes de usuários e senhas diferentes. Mas é uma identidade universal de internet que é emitida e controlada pelo governo americano realmente uma boa idéia? Até agora, as autoridades da Administração Obama estão tentando fazer isso parecer como não ameaçador tanto quanto possível. Eles estão insistindo que isso não será obrigatório. Eles estão insistindo que nenhuma de nossas informações pessoais será coletada ou usada pelas agências federais. Mas a luz de como regularmente o governo tem abusado de nossos direitos e liberdades em anos recentes em nome da "segurança", devemos realmente acreditar no que eles estão dizendo sobre essa nova identidade universal de internet?

Talvez para aliviar as preocupações a respeito do "Big Brother", a administração Obama está propondo que o Departamento de Comércio americano seja quem supervisione estas identidades universais de internet.

Mas quanto tempo você acha que levaria para o Departamento de Segurança Interna (junto com diversas dúzias de outras agências do governo) ficar envolvido na "administração" destas "identidades confiáveis"?

O potencial para abuso do governo de um tal sistema é absolutamente incrível. Como temos visto tantas vezes nos últimos anos, quando você dá aos burocratas do governo um palmo, frequentemente eles terminam tomando vários quilômetros.

Então quais são alguns dos outros potenciais problemas de um tal sistema?

Bem, criando uma "chave mestra" para a internet para qualquer e todo indivíduo, se ela for perdida ou roubada você poderia literalmente perder tudo pelo que tem trabalhado tão duramente em um único dia. Imagine o que poderia acontecer se um hacker muito mau ganhasse acesso instantâneo a sua conta bancária, seus cartões de crédito, sua conta no Paypal, seu email, sua conta do Facebook, sua conta do Twitter, sua conta do Ebay, sua conta na Amazon, seus blogs, seus websites e tudo o mais de importância na internet que pertence a você.

Apenas imagine os danos que poderiam ser feitos.

Além disso, seria apenas uma questão de tempo antes que essa identidade universal de internet se tornasse "uma identidade nacional de fato".

Na verdade, não é difícil de imaginar que "em nome da segurança" seria exigido que os americanos vinculassem a identidade universal de internet à informação biométrica ou mesmo ligasse ela a um implante de microchip de algum tipo.  

É claro que esse novo programa vai "começar como voluntário", mas quantas vezes antes o governo apresentou programas "voluntários" que mais tarde se tornaram obrigatórios?

Uma vez que a identidade universal de internet esteja implantada, será uma questão de tempo até que muitas agências federais diferentes e uma percentagem significativa de grandes corporações comecem a exigir que as pessoas comecem a usá-la. Eventualmente se tornaria extremamente difícil de agir na internet sem uma. Uma vez que chegue a esse ponto, seria apenas um passo muito pequeno para torná-la obrigatória para todos.

É claro que agora mesmo a administração Obama insiste que está "nos fazendo um favor” criando um sistema que nos capacitaria a nos tornarmos aptos a ficar livres de dúzias de nomes de usuários e senhas que todos nós usamos agora.

Mas isso tudo soa como o tipo de controle da internet que está sendo imposto em lugares como a China.  

A verdade é que a identidade universal de internet daria ao governo dos Estados Unidos maior poder para licenciar, monitorar e policiar a internet do que eles jamais tiveram antes. 

De fato, algumas cabeças pensantes das grandes redes de notícias já estão especulando que esse novo sistema de identificação é como uma maneira de "suavizar" a retórica "maldosa" na internet.

É claro que o que realmente significa é que eles querem calar um bocado de vozes discordantes lá fora porque elas não são "politicamente corretas" e elas não concordam com a versão da "verdade" que a mídia do stablishment está constantemente promovendo.

Esperançosamente o povo americano compreenderá que uma identidade universal de internet controlada pelo governo seria um passo gigantesco na direção de se tornar um estado policial Big Brother. Infelizmente, o povo americano não tem feito um grande trabalho de se levantar pela segurança e liberdade neste momento. Houve uma gritaria inicial quando os novos "scanners corporais foram instalados nos aeroportos americanos e quando os funcionários dos aeroportos começaram a apalpar nossas partes íntimas como parte das novas "revistas melhoradas", mas a maioria dos americanos parece ter aceitado estes "novos procedimentos de segurança" até esse ponto.

Assim, agora a administração Obama está pronta para ir ainda mais fundo. Eles querem colocar uma coleira em nosso último grande bastião da liberdade de expressão - a internet.

Algum dia se você tiver de conseguir uma licença do governo dos Estados Unidos para ler artigos como esse ou para escrever artigos como esse, não diga que não foi avisado.

Fonte: www.prisonplanet.com  

Nota: Embora esse artigo seja dirigido primeiramente ao povo americano, sabemos que há muito interesse dos governos de diversos países de estabelecer algum tipo de controle sobre a internet. Se tal internet ID for aprovada para os Estados Unidos rapidamente será adotada pelos grandes sites, portais e redes sociais será, portanto, obrigatória para navegar na internet.     

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Polícia de Manhattan passa a usar sistema biométrico escaneando íris de presos

Polícia de Manhattan passa a usar sistema biométrico escaneando íris dos presos


Com verba de U$500 mil, polícia norte-americana usa alta tecnologia para evitar a fuga de presos.

Esta semana a polícia de Nova York começou a preencher o banco de dados que permitirá identificar foragidos com total precisão. Segundo dados do Departamento de Polícia de Nova York somente na ilha de Manhattan, 21 dispositivos já foram instalados e as previsões são de que nas próximas semanas o sistema passe a funcionar em outros bairros da cidade.

A tecnologia foi instituída após dois casos que ocorreram ao longo deste ano, quando prisioneiros considerados de alta periculosidade conseguiram enganar policiais nova iorquinos, se livrando da prisão.

Entretanto, o procedimento está gerando uma série de discussões por não fazer parte dos estatutos que regem as leis americanas. Especialistas afirmam ser um processo desnecessário e ilegal.

O departamento de polícia local ainda reforça que o sistema pode ser utilizado futuramente com o objetivo de combater o terrorismo, política que já foi adotada pelo exército norte-americano em operações no Iraque e Afeganistão.

A leitura dos padrões da Iris pode ser considerada como sendo um dos métodos  de identificação mais precisos da atualidade. Por ser proveniente de uma determinação genética, acredita-se que as características da Iris jamais mudam, mesmo após muitos anos.

Fonte: www.baixaki.com.br

Nota: Será essa uma etapa de testes para posterior implantação para toda a população?

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O que seu celular está dizendo aos hackers, ladrões e ao governo

American Civil Liberties UnionImage via WikipediaO que seu celular está dizendo aos hackers, ladrões e ao governo.

Eu investiguei como seu telefone celular pode ser secretamente sequestrado e usado contra você, por hackers, ladrões, agentes da lei e até nosso governo.

Imagine alguém observando cada movimento seu, ouvindo tudo que você diz e sabendo onde você está a cada momento. Se você tem um celular, isso está acontecendo com você todo dia, até mesmo enquanto você lê essas palavras.

Telefones inteligentes fazem muitas coisas hoje em dia: surfam na internet, enviam e-mail, tiram fotos e fazem vídeos e recebem chamadas. Mas uma coisa que eles podem fazer que as companhias não dizem a você é, como seu celular confiável espiona você. Enquanto você carrega seu telefone, esse dispositivo útil mantém um registro de onde você vai, incluindo um registro que o governo pode assim conseguir de sua companhia telefônica a qualquer momento que assim desejar.

Isso fornece aos criminosos informações de onde você está, quanto tempo você será capaz de chegar em casa e quanto tempo eles têm para arrombar sua casa. Isso dá aos hackers pistas para usar no furto de identidade, fraude bancária, sequestro de contas e outros golpes. Por preocupantes que estas atividades criminosas possam parecer, elas empalidecem em âmbito e magnitude no prejuízo que os potenciais ataques que os agentes de aplicação da lei e o governo podem causar a você como pessoa.  

Não muito tempo depois do escândalo de escutas telefônicas sem mandado da administração Bush apenas há alguns anos atrás, um outro caso de espionagem federal teve lugar e não recebeu atenção pública, porque o estúpido Bush desviou toda a atenção dos olhos do público. Quer essa distração tenha sido orquestrada ou não, o ministério público federal estivera procurando o que parecia gravações extraordinariamente sensíveis: dados internos de companhias de telecomunicações que mostravam as localizações de telefones celulares de seus clientes, às vezes em tempo real, às vezes depois do fato.

Estas questões estão agora no centro de um confronto constitucional entre o departamento de justiça do presidente Obama e os defensores dos direitos civis alarmados pelo que eles veem como a incansável intrusão do governo nas vidas privadas dos cidadãos. Há inúmeras outras frentes na guerra da privacidade; como o conteúdo dos e-mails, por exemplo, e o acesso a registros bancários e transações de cartão de crédito. Os federais podem agora calmamente, discretamente conseguir toda essa informação com um aceno de chapéu.

Mas o rastreamento de telefone celular está entre as formas mais preocupantes de vigilância do governo, invocando imagens como do Big Brother da KGB secretamente seguindo seus movimentos através de pequenos dispositivos em seu bolso.

Quantos dos proprietários dos 277 milhões de celulares do país sabem que companhias como a AT&T, Verizon and Sprint podem rastrear seus aparelhos em tempo real, todo o tempo? A maioria não tem nem ideia. O rastreamento é possível porque ou os celulares têm minúsculas unidades de GPS dentro ou cada chamada de celular é roteada através de torres que podem ser usadas para obter a localização do telefone em áreas tão pequenas como um quarteirão da cidade. Essa capacidade de rastrear cada vez com mais precisão as localizações dos telefones celulares tem sido estimuladas por uma regra da Comissão Federal de Comunicações planejada para ajudar a polícia e outros funcionários da emergência durante as chamadas do 911. Mas o FBI e outras unidades de aplicação da lei têm obtido mais e mais registros de localizações de telefones celulares - sem notificar os alvos ou obter mandados judiciais estabelecendo "causa provável", de acordo com os funcionários de aplicação da lei, registros de tribunais e executivos de telecomunicações.

Há pouca dúvida de que tais registros podem ser uma poderosa arma para a aplicação da lei. Promotores dizem que precisam destes registros para rastrear os movimentos de suspeitos de tráfico de drogas, traficantes de seres humanos e até funcionários públicos corruptos.   

Jack Killorin, que dirige uma força tarefa federal em Atlanta que combate o tráfico de droga, diz que os registros de telefone celular têm ajudado seus agentes a entender muitos casos, como o assassinato brutal do delegado do condado de Dekalb: os agentes pegaram os registros do telefone celular dos principais suspeitos - e depois mostraram que todos estavam dentro da área de uma milha do assassinato quando ele ocorreu, ele disse. No outono de 2008, Killorin diz, seus agentes foram capazes de seguir um caminhão do cartel mexicano de drogas carregando 2.200 Kg de cocaína pela observação em tempo real quando o celular do motorista "apertava as mãos" de cada torre de telefonia celular pela qual ele passava na autoestrada. "É uma tremenda ferramenta investigativa," diz Killorin. E não é incomum: "Isso é uma coisa rotineira para nós."

Contudo muitos magistrados federais, cujo trabalho é assinar os mandados de busca e administrar outros deveres cotidianos do tribunal, estavam realmente assustados com os pedidos. Alguns em Nova York, Pennsylvania e Texas empacaram. Os promotores "estavam usando os telefones celulares como um dispositivo de rastreamento sub-reptício," disse Stephen W. Smith, um magistrado federal de Houston. "E eu comecei a perguntar ao escritório do procurador dos Estados Unidos, 'Qual é a autoridade para isso? Qual é o padrão legal para conseguir essas informações? '" 

A lei é obscura sobre quão fácil deveria ser para o governo colocar as mãos em seus dados de localização, que podem revelar se você está indo a igreja, comparecendo uma passeata do Tea Party, passando a noite na casa da namorada ou visitando um centro de tratamento de câncer. Uma corte federal apelação regulamentou na semana passada que em alguns casos o governo pode precisar um mandado de busca. E embora isso seja um passo a frente, não é bom o suficiente. A regra deveria ser que o governo sempre precise um mandado para acessar seus registros de celular e obter dados sobre onde você esteve.

Quando você carrega um telefone celular, ele está constantemente enviando sinais sobre onde você está. Ele "emite sinais" para torres de telefone celular nas proximidades a cada sete segundos de modo que ele possa estar preparado para fazer e receber chamadas. Quando ele sinaliza, o telefone também está dizendo a companhia que possui as torres onde você está naquele momento; dados que a companhia então armazena indefinidamente. Há também um segundo tipo de dados de localização que as companhias de telefones celulares têm graças a um chip GPS que é embutido na maior parte dos celulares agora. Esse é ainda mais preciso; diferente das torres, que podem apenas apontar uma área geral onde você pode estar, o GPS pode muitas vezes revelar exatamente onde você está em um determinado momento dentro de uma questão de metros.

Apontando sua localização em nome dos serviços de emergência 

Em nome do melhoramento dos serviços de emergência, a Comissão Federal de Comunicações requisitará as companhias telefônicas para encontrar padrões em 2012 de quão estreitamente elas podem apontar a localização do autor da chamada. "Cerca de 90% dos americanos estão andando por aí com um dispositivo de rastreamento o tempo todo, e eles não têm ideia," diz Christopher Calabrese, um advogado do escritório de Washington da American Civil Liberties Union.

Não surpreendentemente, os agentes de aplicação da lei têm achado este tipo de dados extremamente útil. Promotores estão cada vez mais usando registros de telefones celulares para mostrar que um suspeito estava perto de uma cena de crime, ou não, onde ele afirmava estar.

A posição do governo federal é de que ele deveria ser capaz de conseguir a maioria desses dados se ele decidir que é relevante para uma investigação, sem necessidade de um mandado de busca. Se o governo precisa de um mandado, ele teria de mostrar ao juiz evidências que havia uma causa provável para acreditar que o usuário do telefone celular cometeu um crime - um nível importante de proteção. Sem esse requerimento, o governo pode conseguir os dados de localização a qualquer hora que quiser.

Não é difícil imaginar que o governo poderia também um dia usar dados de telefone celular para sufocar a dissidência. Gravações de telefone celular poderiam dizer a eles quem compareceu a uma passeata antigoverno. Poderia também dizer a eles quem vai para o quartel general do partido da oposição ou na casa de alguém sobre quem eles têm dúvidas. Os dados de telefone celular podem ser a mais eficiente forma já inventada para um governo espionar o seu povo - uma vez que as pessoas estão plantando os dispositivos em si mesmas e ainda pagando as contas mensais. A KGB nunca teve nada como isso.

O governo americano já parece estar varrendo um monte de dados de pessoas completamente inocentes. A ACLU (Associação das liberdades civis) recentemente contou ao Congresso de um caso no qual, enquanto procurava por dados de um suspeito, o FBI aparentemente usou uma abordagem de arrastão e recolheu dados sobre outras 180 pessoas. O FBI disse que se acontece de recolher dados sobre pessoas inocentes no curso de condução de uma investigação, mantém essa informação por uma duração de 20 anos.

Na semana passada, a corte de apelação dos Estados Unidos baseada na Philadelphia para o terceiro circuito recuou. Um magistrado federal, em uma boa e forte decisão, regulamentou que o governo deve sempre conseguir um mandado se quiser dados de telefone celular. A corte de apelações retrocedeu um pouco, regulamentando que os juízes têm o poder de requerer que o governo obtenha um mandado, dependendo dos fatos de um caso particular.

A batalha pelo rastreamento do telefone celular é semelhante com um que está agora acontecendo nos tribunais sobre dispositivos de GPS, especificamente se o governo precisa de um mandado para colocar um dispositivo de GPS no carro de alguém. O rastreamento de celulares tem consequências muito maiores, no entanto, porque há um limite de quantos dispositivos de GPS a polícia vai colocar em carros. Nove de cada dez de nós tem telefones celulares que farão rastreamento para o governo.

A Casa dos Representantes tem realizado audiências sobre essa questão e outras relacionadas, e uma audiência no senado na próxima semana é provável que considere ainda mais detalhadamente. É hora para o Congresso agir. Ele deveria emendar a Lei de Privacidade das Comunicações Eletrônicas (apresentada tão bem no filme campeão de bilheterias Inimigo do Estado, estrelando Will Smith, Gene Hackman e Jon Voigt lá nos anos 1990) para deixar claro que essa informação de nossos telefones celulares sobre onde estamos e onde estivemos é profundamente privada e que sem um mandado de busca, o governo não pode tê-la. Em teoria!

Mas não esqueça que isso é os Estados Unidos da América. Enquanto não há melhor lugar na terra para se viver, você não nunca está mais livre do que "Eles" permitem que você acredite que está em qualquer dado momento. Tudo o que você tem que fazer é viver sua vida, criar sua família e criar alguma forma de felicidade.

Você pode tentar afetar a mudança que é importante para você no curto período em que está aqui. Isso certamente vale a pena (e é patriótico) ser desconfiado do governo, mas eu recuso a viver sob o polegar ou o olho vigilante do meu governo. O primeiro passo em fazê-los compreender que eles trabalham para nós é recusar a jogar o jogo ou deixá-los ditar as regras em primeiro lugar.

O Google é um excelente exemplo do por que você tem muito mais a temer das corporações da América do que jamais temeu o governo. Isso é dizer muito. As corporações são muito mais livres para abusar e prejudicar você do que o governo. Um dia vai chegar onde cada coisa "questionável" que você já fez na internet ou comprou com um cartão de crédito/débito será disponibilizado por uma taxa. A princípio será usado para exames pré-empregos e para expor inimigos políticos, eventualmente será oferecido a todos por uma pequena taxa.

Para mais ideias de como se tornar um ativista, verifique meu blog ActionActivist.com e download Como Coordenar uma Campanha por Mudança (How to Coordinate a Campaign for Change), um dos muitos ebooks grátis disponíveis na Assetebooks.com, depois junte-se a luta de uma forma proativa, para provocar a mudança tão necessária.

Dicas de como se proteger da espionagem pelo celular

Mantenha-se atento ao seu celular para que outros nunca tenham uma oportunidade de baixar informações como software espião quando você não estiver olhando. É importante instalar uma senha de segurança em seu telefone para impedir que qualquer outra pessoa o use.

E enquanto alguns comerciantes de Spyware afirmam que seus produtos podem ser usados em qualquer marca e modelo de telefone celular, telefones avançados que incluem acesso a internet e capacidade online são particularmente vulneráveis a instalação de Spyware. Para limitar a habilidade de outros para baixar certos tipos de spyware em seu telefone, escolha um telefone celular que não seja acessível pela internet.

Remover a bateria de seu celular quando não está sendo usado e, para chamadas telefônicas sensíveis, sugiro fazê-las em celular recém comprado que venha com plano de serviço pré-pago mês a mês.

Baseado em minha investigação, aqui estão alguns sutis, mas óbvios, sinais que podem sugerir que seu telefone celular está sendo grampeado secretamente:

* A bateria do celular está quente mesmo quando seu telefone não foi usado
* O telefone celular acende em horas inesperadas, incluindo ocasiões quando o telefone não está em uso
* Beep ou click inesperado durante a conversa telefônica

Você mesmo poderia estar fazendo espionagem de celular

É fácil para qualquer um, mesmo alguém sem habilidades técnicas, fazer alguma espionagem hoje em dia. É tão fácil quanto baixar software grátis de rastreamento e aplicativos de espionagem. Durante o curso de minha investigação eu descobri diversas opções, incluindo alguns downloads grátis que vou listar aqui para você experimentar:

FlexiSpy - software espião que colocado em um celular envia cópias de SMS. Permite ler secretamente registros de chamadas do Androide (felixspy.com).
Buddyway.com - sistema de rastreamento grátis de GPS e localizador de telefone móvel.
Secret online poker spy software 01:02 (metacafe.com)

Postado por Tom Retterbush

Fonte: www.conspiracywatch.net                        

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

FBI grampeando usuários da internet. "Todos os seus dados pertencem a nós,"

The Seal of the United States Federal Bureau o...Image via WikipediaFBI grampeando usuários da internet. "Todos os seus dados pertencem a nós".

Uma vigilância global contínua da web

Por Tom Burghardt

Em mais um sinal de que o falso regime "progressista" de Barack Obama em breve buscará novo e amplo braço de poder do Executivo, o The New York Times divulgou na semana passada que o chefe do FBI e o extraordinário especialista em encobrimento, Robert S. Mueller III, "viajaram para o vale do silício na terça-feira para se reunir com os principais executivos de diversas empresas de tecnologia a respeito da proposta de facilitar a escuta de usuários da internet."

O jornalista da Times Charlie Savage relatou que Mueller e a advogada chefe do Bureau (FBI) , Valerie Caproni, "estavam agendados para se reunir com os administradores sênior de diversas grandes empresas, incluindo Google e Facebook, de acordo com diversas pessoas familiarizadas com as discussões."

O administrador de política pública do Facebook Andrew Noyes confirmou que Mueller "está visitando o Facebook durante sua viagem ao vale do silício; "Google, por outro lado, "evitou comentar."

No mês passado, o Antifascist Calling relatou que o estado secreto dos Estados Unidos, em uma reprise das crypto wars dos anos 1990, está procurando uma nova legislação do congresso que "consertaria" as Communications Assistance to Law Enforcement Act (CALEA) e reduzir ainda mais os nossos direitos civis e de privacidade.

Quando a administração lançou a proposta em setembro, o The New York Times revelou que entre os "consertos" procurados pelo FBI e outras agências intrusivas de espionagem, estavam exigências de que os provedores de comunicações construíssem backdoors em seus aplicativos e redes que dessem mensagens falsas escondidas "encriptadas para transferidores de e-mail como BlackBerry, websites de redes sociais como Facebook e software que permite mensagem direta peer-to-peer como Skype" os meios para "interceptar e decifrar mensagens codificadas."

E com um novo congresso com "mentalidade de segurança" pronto para se reunir em janeiro, com os "conservadores" do Tea Party e ultranacionalistas ignorantes, as chances de que a administração conseguirá tudo que eles querem, e ainda mais, é uma aposta segura.





"Todos os seus dados pertencem a nós"

Caproni e sua coorte, sempre prontas ao desafio quando se trata de pegar nossos dados pessoais, igual a porcos fuçando sobre uma floresta úmida à procura de trufas ou aquelas mais raras, mais elusivas delicadezas nomeadas "inteligência acionável" pelos nossos supervisores, confessaram que disseram que emendas legislativas são requisitos "razoáveis" e "necessários" que "evitarão a erosão" dos "poderes de investigação" do Bureau (FBI).

Não importa que o FBI, como a Wired Magazine revelou três anos atrás, "tenha construído um sofisticado sistema de vigilância aponte-e-clique que realiza escutas instantâneas em praticamente qualquer dispositivo de comunicação".

O jornalista de segurança Ryan Singel relatou que o Sistema de Rede de Coleta Digital do Bureau ou DCS-3000, uma mais nova iteração do sistema Carnivore dos anos 1990, "conecta as salas de escutas telefônicas do FBI aos interruptores controlados por operadores tradicionais de linhas terrestres, provedores internet-telefonia e companhias de telefones celulares."

Documentos obtidos pela Electronic Frontier Foundation através do Processo Legal da Lei de Liberdade de Informação revelaram que o sistema foi criado para "interceptar serviços de comunicação pessoal entregues via tecnologias digitais emergentes usadas por operadoras de telefonia móvel." Um segundo sistema, o Red Hook, coleta "dados de chamadas de voz e então processa e exibe a informação interceptada."

Não importa que, como a Wired também nos informou, o "computador verificador do protocolo de endereços da internet," ou CIPAV, uma vez chamado de Lanterna Mágica, é uma peça de software malicioso, um leitor de teclas digitadas, que "reúne uma vasta gama de informações, incluindo o endereço IP do computador; endereço MAC; portas abertas; o tipo de sistema operacional, versão e número serial; navegador de internet preferido e a versão; o proprietário registrado do computador e o nome registrado da companhia; o nome do atual usuário logado e a última URL visitada."

Insidiosamente, o Tribunal de Apelação do Nono Circuito dos Estados Unidos decidiu na época, que desde que o malware do Bureau não capture o conteúdo das comunicações, pode ser realizado sem um mandado para grampear, porque, como nossos guardiões judiciais opinaram; os usuários "não têm qualquer expectativa razoável de privacidade" quando estão usando a internet.

E com o estado secreto clamando pelo acesso mais amplo possível aos nossos dados, se tornou um negócio lucrativo para os nossos gananciosos, quero dizer patriotas, provedores que cobram preços mais altos pelos serviços prestados na interminável "guerra ao terror."

Segurança é patriótica, e lucrativa também!

Na semana passada The Register nos informou que o pesquisador de privacidade e segurança Christopher Soghoian revelou que embora "Microsoft não cobre ao governo pela vigilância de seus clientes," o Google, por outro lado, cobra $25 por usuário."

Essa informação foi revelada em um documento obtido pelo intrépido ativista sob a Lei de Liberdade de Informação.

Soghoian, cujo website Slight Paranoia quebrou um grande número de histórias sobre a conspiratória, e patentemente ilegal, colaboração entre subornos nas empresas de telecomunicações, nicho de empresas de espionagem e o estado secreto, revelou em março que o sistema Security Socket Layer (SSL) já tinha sido comprometido (violado) pelos Estados Unidos e outras agências de inteligência.  (SSL é o minúsculo cadeado que aparece em seu browser quando você entra em um site supostamente "seguro" para operações bancárias ou outras transações online.)

Em um documento com a co-autoria do pesquisador Sid Stamm, Certified Lies: Detecting and Defeating Governmente Interception Attacks Against SSl, Soghoian revelou que um "novo ataque" contra a privacidade online, "o ataque da criação de  documentos de certificado obrigatório, no qual as agências do governo forçam uma autoridade de certificação a emitir falsos certificados SSl que são então usados pelas agências de inteligência para secretamente interceptar e sequestrar comunicações seguras  baseadas na web de indivíduos....está em uso ativo."

A mais recente divulgação por Soghoian de descoberta de evidências de que a Administração de Combate as Drogas (DEA) dos Estados Unidos desembolsou cerca de $ 6.7 milhões por gravação de chamadas e $6.5 milhões por grampos. Enquanto os grampos proporcionam aos agentes da lei "conversas reais por telefone ou internet", um gravador de chamadas "simplesmente pega números e endereços que mostram quem está fazendo a comunicação," declarou The Register.   

Enquanto a Microsoft não cobra ao governo por espionar seus usuários, convenientemente acabando com um rastro de papel bagunçado no processo, Google recebe $25 e Yahoo $29 dos contribuintes pelo privilégio de serem vigiados. Soghoian assinala que "Google e Yahoo! podem lucrar mais da vigilância que eles conseguem diretamente dos usuários do email deles. Contas básicas de email do Google e Yahoo! são grátis. Documentos do Departamento de Justiça mostram que companhias telefônicas podem cobrar até $2.000 por uma gravação de chamada."

Este relatório de 2006 do Gabinete do Inspetor Geral do Departamento de Justiça informava que para facilitar a concordância a CALEA, "o congresso destinou $500 milhões para reembolsar as operadoras pelos custos diretos de modificação dos sistemas instalados ou implantados em ou depois 1 de janeiro de 1995."

Depois de 10 anos e $450 milhões depois, o Bureau estima que "somente 10 ou 20 por cento das chaves fixas, e aproximadamente 50 por cento das chaves sem fio pré-1995 e 90 por cento das pós-1995, respectivamente, têm o software CALEA ativado e, portanto são consideradas em concordância com o CALEA."

Parece uma crise séria, certo? Bem, não exatamente. Os auditores do Gabinete do Inspetor Geral (OIG, em inglês) afirmaram que "nós não podemos oferecer garantias sobre a precisão dessas estimativas;" uma maneira sutil de dizer que o FBI poderia estar distorcendo os números - e alegado "ameaças" a nação colocadas por uma internet aberta e redes sem fio.



E, como se vê, isto também é um proverbial desvio do assunto.

Se as próprias chaves são "conformes o CALEA" ou não é um ponto discutível uma vez que a grande maioria dos provedores de internet retém dados de buscas "nas nuvens" indefinidamente, assim como o cache de geolocalização das operadoras de celular e dados de números discados em enormes depósitos de dados aparentemente até o fim dos tempos, tudo prontamente acessível as agências de aplicação da lei - por um preço.

Descendo o martelo

O elo mais fraco na batalha para preservar os direitos a privacidade, como o Washington Technology revelou, são as corporações malandras que se alimentam no cocho federal. Que com o mais novo centro de crescimento do mercado de "cybersegurança" para os ousados piratas capitalistas, por que morder a mão que alimenta? 

Junte isso com o animado mercado privado de pegar dados de usuários online e vendê-los pelo lance mais alto, como o The Wall Street Journal revelou em sua excelente série "What They Know" na web- e rastreamento de telefone celular, se torna claro que os lucros sempre superam o controle democrático e dos direitos de privacidade.    

A luz dessas tendências perturbadoras, o CNET News relatou que "políticos democratas estão propondo uma nova abordagem para a cybersegurança: multar as empresas de tecnologia em $100.000 por dia a menos que elas concordem com as diretivas impostas pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

O jornalista investigativo Declan McCullagh nos informa que a legislação apresentada na semana passada pelo congresso fraco "permitiria a Secretária do DHS Janet Napolitano taxar com estas e outras penalidades civis as empresas não concordantes que o governo considere "críticas", um termo amplo que poderia varrer as empresas da web, provedores de banda larga, e até companhias de software e mecanismos de busca. 

O vigarista do congresso, representante Bennie Thompson, o presidente demissionário do Comitê de Segurança Interna do congresso, afirmou que o projeto de lei "fará a nossa nação mais segura e colocará o DHS em melhor posição - o 'ponto focal para a segurança do cyberespaço' - para cumprir sua missão critica de segurança interna," alinhado com a Agência de Segurança Nacional como o Antifascist Calling informou no mês passado.

Jim Harper, um analista político do direitista Cato Institute contou ao CNET que "o Congresso está avançando para regulamentar algo que não tem nenhuma ideia de como regulamentar. É um nível de burocracia que na verdade não acrescenta absolutamente nada."

Embora a afirmação de Harper seja precisa até esse ponto, ele está perdendo o barco na medida como exigências por expansão - e não regulamentadas - autorizadas pelos mentores políticos para acessar qualquer coisa e tudo mesmo que remotamente ligado a "segurança nacional", de email a pesquisas na web e de transações financeiras a planos de viagens, é precisamente o ponto de um estado policial eletrônico.

O projeto de lei, Lei de Proteção da Infraestrutura Física e Cybersegurança Interna (HSCPIPA, em inglês), tem "outros apoiadores de alto perfil", incluindo a representante Jane Harman e Yvette Clarke, a presidente do subcomitê de cybersegurança que está saindo.

Na semana passada, o Antifascist Calling informou que Clarke proclamou que "a probabilidade de um cyberatack que possa derrubar a malha elétrica é de... 100%. Nossas redes já estão sendo penetradas enquanto permanecemos aqui. Já estamos sob ataque.

Clarke, que levantou $267.938 em contribuições de campanha durante o atual ciclo de eleição, de acordo com o OpenSecrets.org, incluindo dezenas de milhares de dólares de vigaristas de defesa e segurança como a Honeywell International, Dell, AT&T, Raytheon, Verizon, Boeing e General Dynamics, sem mencionar aquele autêntico cidadão e farol da transparência financeira, Goldman Sachs.

Com um rosto sério, ela asseverou: "Temos de parar de nos perguntar 'isso poderia acontecer conosco? ' e mudarmos para uma postura padrão que reconhece estes fatos e em vez disso pergunta 'o que podemos fazer para nos protegermos'?"

Com a apresentação da HSCPIPA, agora temos a resposta!

Dificilmente se mostram fracos quando se trata de se alimentarem no cocho da segurança corporativa, Harman arrecadou $654.787 de firmas como Northrop Grumman, Boeing, Raytheon e Science Applications International Corporation (SAIC), enquanto Thompson arrecadou $584.938 de firmas como SAIC, Boeing, General Dynamics, Raytheon e Lockheed Martin, todos eles fazem o trabalho de cavalaria, como todos os leitores estão cientes, para "nos manter seguros."

Embora nenhum republicano tenha assinado o projeto de lei, o futuro presidente do Comitê de Segurança Interna do congresso, o louco ultra-direitista, representante Peter King, arrancou em torno de $664.657 de seus leais contribuintes: General Dynamics, Goldman Sachs, AT&T, Lockheed Martin e Raytheon, o OpenSecrets nos contou.

King, um apologista das políticas Bush-Obama de "guerra ao terror", disse ao Político no início desse mês que a prática de torturar suspeitos de terrorismo "salvou muitas, muitas vidas." E, como a colega Clarke do Partido Democrata, King afirma que "cyberespiões de países estrangeiros já penetraram no nosso sistema elétrico, mapearam-no e deixaram para trás softwares que causaram interrupções e desabilitaram nosso sistema elétrico."

Embora nenhum representante tenha proporcionado nenhum fragmento de evidência para apoiar suas espantosas afirmações, ambos escrupulosamente evitam abordar a questão de quem são os mais flagrantes perpetradores de "cyber espionagem" atualmente.

Uma vigilância global contínua da Web

Em um sinal de que o decadente império americano fará das novas regras de escuta um custo de fazer negócios com o grande país que já foi um dia, governos estrangeiros e empresas que fazem negócios nos Estados Unidos foram avisados que os provedores de serviços de internet estrangeiros "teriam que encaminhar as comunicações através de um servidor no solo dos Estados Unidos onde eles poderiam ser grampeados," informou o Times.       

Isso certamente daria aos vigaristas de nossas corporações uma vantagem sobre a competição!

Considerando que a plataforma de vigilância ECHELON da Agência de Segurança Nacional, acusada pelo Parlamento Europeu em seu relatório de 2001 de roubar comunicações de empresas da União Europeia e passá-las aos seus "amigos" corporativos, eu tenho certeza de que eles apenas sorrirão e absorverão. 

De acordo com o informe, a NSA rotineiramente usou o programa para espionagem corporativa e industrial e esta informação era virada para empresas americanas para vantagem financeira delas.

Por exemplo, investigadores da União Europeia descobriram que os espiões do ECHELON "roubaram... todos os faxes e chamadas telefônicas" entre a fabricante de aeronave europeia Airbus e a Saudi Arabian Airlines. A informação colhida foi então usada por duas companhias americanas, Boeing e MacDonnell Douglas, para tirar vantagem da rival Airbus e ganhar um contrato de $6 bilhões. Investigadores também descobriram que a companhia francesa Thomson-CSF perdeu um negócio de satélite de $1.3 bilhões para a Raytheon da mesma maneira.

Semelhantemente, o novo regime de espionagem de comunicações proposto pelo FBI também tem uma longa e sórdida história. Em janeiro, o jornalista investigativo Nicky Hager informou que sob os termos da Lei de (Capacidade de Interceptação) de Telecomunicações de 2004 da Nova Zelândia, "uma garantia básica de interceptação... permite a eles acesso a todos os seus emails, navegação na internet, encontros e compras online, chamadas, textos e localização de celulares, e muito mais - tudo entregue quase instantaneamente para as agências de vigilância."

Soa familiar? Deveria, uma vez que o modelo de espionagem de arrastão originou-se nas entranhas do Acordo de Segurança Inglaterra/EUA e a Agência de Segurança Nacional, a entidade obscura do Pentágono que criou o ECHELON.

Hager, o autor de Secret Power, o primeiro a soprar a cobertura do ECHELON em uma porção de 1996 para o Covert Action Quarterly. Ele revelou que as origens do novo sistema da Nova Zelândia "pode ser rastreada a 10 atrás quando pesquisadores britânicos descobriram documentos da polícia da União Europeia planejando exatamente o mesmo tipo de sistema de vigilância na Europa."

Esse plano secreto que Hager relata, "conhecido como Enfopol 98... objetivava criar 'uma contínua vigilância de comunicações da web' através da Europa, e envolvia nações da União Europeia adotando 'Requisitos para Interceptação de Usuário Internacional', para padronizar as capacidades de vigilância."

Quem, por favor, estava no meio desse negócio desagradável? De acordo com Hager, pesquisadores europeus descobriram "que as mudanças seguiram 'um exercício de lobby de 5 anos das agências americanas como o FBI'."

Hager nos conta que medida semelhante a esta se move para dentro dos Estados Unidos, a ilha do Serviço Secreto de Inteligência da nação (SIS) forçada através da legislação que autorizou os fantasmas a "capturar... comunicações, incluindo de pessoas usando email baseado no exterior ou outros serviços, todas as redes de comunicações locais são grampeadas também, monitorar mensagens a caminho do exterior." 

A origem dessas medidas intrusivas, Hager informa, é uma série de conferências, primeiro organizadas pelo FBI - realizadas no Seminário Internacional de Aplicação de Leis de Telecomunicações (ILETS) começando em meados dos anos 1990.

De acordo com o documento postado pelo site retalhador de segredos Cryptome bisbilhoteiros internacionais afirmaram que "as agências de aplicação da lei requerem acesso a todos os assuntos operacionais de interceptação temporária ou permanentemente atuando dentro de um sistema de telecomunicações," e que "as agências de aplicação da lei requerem tempo real, capacidade de monitoramento em tempo integral das telecomunicações. Dados associados a chamadas devem também ser providenciados em tempo real."

Avançamos uma década e aprendemos, Hager escreve, que junto com os Estados Unidos, a "Nova Zelândia está integrada dentro da 'vigilância contínua de telecomunicações da web' ao redor do globo - um sistema que desde o começo tinha primeiramente sido a respeito das agências dos Estados Unidos quererem capacidades de vigilância além de suas fronteiras."

Assim, o desejo do estado secreto, como informou o The New York Times, é por autoridade legislativa exigindo que cidadãos estrangeiros e empresas encaminhem suas comunicações além mar através de servidores americanos "onde elas poderão ser grampeadas."

E com o último impulso por "consciência total de informação" - retenção de dados - ficando cada vez maior no horizonte, provedores de internet e redes sem fio "são forçados pelo governo a armazenar todos os emails, textos, uso de internet e dados de telefone de seus usuários... tornando-os disponíveis para a polícia e agências espiãs para bisbilhotar a correspondência e atividades passadas das pessoas."

"Estes desenvolvimentos" Hager escreve, "têm sido introduzidos quietamente. Nem o governo nem as companhias telefônicas e de internet estão ansiosas para fazer propaganda de suas atividades de Big Brother."

Agora a repressora agência de inteligência doméstica americana que nos trouxe o COINTELPRO (Programa de Contra Inteligência), mira o movimento anti-guerra para "tratamento especial" e dá "ajuda e conforto" para terroristas internacionais como o agente triplo da Al-Qaeda, o especialista em falsa bandeira Ali Mohamed, está fazendo lobby em favor das empresas de internet Facebook e Google em uma tentativa para expandir seus onerosos poderes de vigilância.

Como assinalou a União das Liberdades Civis Americana (ACLU) na semana passada em sua denúncia da legislação de procurados do FBI, "essa proposta não é simplesmente aplicar o mesmo tipo de sistema de grampo que temos de telefones para internet; ela exigirá reconfigurar e mudar a natureza da internet."

Laura W. Murphy, Diretora do Escritório Legislativo da ACLU em Washington disse que "eles continuam muito preocupados que esta proposta é uma clara receita para abusos e tornará mais fácil para o governo ganhar acesso a nossas informações mais pessoais."

"Os americanos," Murphy declarou, "não deveriam simplesmente render sua privacidade e outros valores fundamentais em nome da segurança nacional."

E com uma crescente revolta com os mais flagrantes abusos sexuais e revistas de nudez virtual pelos tontos da Agência de Segurança de Transportes (TSA) ameaçando irromper entre os viajantes aéreos, incluindo chamadas para resistir a ser bombardeado com radiação ionizante e humilhantes revistas da TSA, estamos no limite de uma rebelião mais organizada contra o estado de vigilância capitalista?

Tom Burghardt é um pesquisador e ativista baseado na área da baía de São Francisco.    

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