O que é a Nova Ordem Mundial? Quem são seus planejadores? Quais são seus objetivos?
segunda-feira, 7 de maio de 2012
O aparato global de espionagem: Vocês são todos suspeitos agora. O que você vai fazer a respeito disso?
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Evidência envolve Estados Unidos e Israel em ataque do Stuxnet em usina nuclear iraniana
Falsa bandeira para apressar legislação draconiana de cyber segurança?
Por Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Israel e Estados Unidos emergiram como principais suspeitos por trás do ataque do vírus Stuxnet, que infectou a usina nuclear iraniana em Bushehr, seguindo a descoberta de que um "grupo abastado ou uma nação" pode ter sido responsável pelo assalto do malware.
No domingo, o Infowars especulou que o Stuxnet era uma falsa bandeira intencionada para mirar o Irã e proporcionar um pretexto para a implantação de uma legislação de cyber segurança draconiana.
Essa suspeita foi grandemente aumentada pela nova evidência que prova que o vírus foi "criado por especialistas trabalhando para um país ou grupo privado bem financiado," de acordo com Liam O Murchu, administrador de resposta de operações de segurança na Symantec Corp.
"Uma série de governos com habilidades sofisticadas em computadores teriam a capacidade para criar um tal código. Eles incluem China, Rússia, Israel, Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos," afirma a reportagem da Associated Press, claramente indicando que os Estados Unidos, Grã-Bretanha, ou uma combinação dos três estavam por trás do ataque.
O vírus Stuxnet está agora "descontrolado através do Irã," causando estragos para a infraestrutura industrial do país, tendo já infectado pelo menos 30.000 endereços de IP.
Não haveria qualquer motivação para a Rússia estar por trás do ataque porque eles têm ajudado a alimentar o reator de Busherh. A China tem apoiado os pedidos dos Estados Unidos por sanções em resposta a usina nuclear, mas dificilmente pode ser afirmado que os chineses tem se oposto agressivamente a sua construção e alimentação. Na verdade, a China tem sido um exportadora regular de tecnologia nuclear e assistência ao Irã em anos recentes.
Isso deixa três principais suspeitos, todos eles têm seguido idênticas políticas externas em veementemente se oporem ao objetivo auto-proclamado do Irã de desenvolver energia nuclear pacífica.
Globalistas importantes como Richard Falkenrath, um editor principal do Grupo Chertoff e editor contribuinte da Televisão Bloomberg, já culpou Israel pelo ataque antes que emergissem evidências de que o vírus era o trabalho de uma sofisticada nação estado.
Se o envolvimento dos Estados Unidos no ataque estava para ser confirmado, isso desacreditaria completamente a fundação da legislação de cyber segurança, que está sendo promovida como um meio de defesa contra cyber ataques lançados por terroristas e outras nações estados.
Contudo, se qualquer envolvimento dos Estados Unidos permanece oculto, o Stuxnet será promovido como uma razão primária para apressar a passagem da combinação dos projetos de lei de Lieberman e Rockefeller, que como temos documentado, tem pouco a ver com segurança e tudo a ver com acabar com o discurso livre na internet, a despeito do fato de que o Stuxnet foi distribuído através dispositivo físico de USB e não através da internet pública.
A versão de Lieberman do projeto de lei original inclui linguagem que daria ao presidente Obama o poder de fechar partes da world wide web por pelo menos quatro meses sem nenhuma supervisão do congresso. A versão combinada parece mudar essa responsabilidade para o Departamento de Segurança Interna (DHS), que sob o pretexto de uma emergência nacional poderá bloquear todo tráfico da internet para os Estados Unidos de certos países, e fechar troncos e redes específicos, criando um precedente ameaçador para a regulamentação governamental e controle sobre a internet.
A legislação de cyber segurança está sendo promovida como uma ferramenta vital para defender a infraestrutura crítica da nação contra cyber terrorismo. Contudo, como temos salientado, a ameaça de cyber terroristas contra a malha de energia dos Estados e o fornecimento de água é mínima. Os perpetradores de um ataque a tal infraestrutura teriam de ter acesso físico direto aos sistemas que operam essas plantas para causar algum dano. Qualquer ameaça percebida da internet pública a esses sistemas é, portanto, completamente artificial e somente desnuda o que muitos temem ser a real agenda por trás da cyber segurança - capacitar o governo a regulamentar o discurso livre na internet.
Temores de que a legislação de cyber segurança poderá ser usada para suprimir o discurso livre foram aumentados quando o senador Lieberman disse a Candy Crowley da CNN que a real motivação por trás do projeto de lei era imitar o sistema comunista chinês de policiamento da internet.
"Agora mesmo na China, o governo, pode desconectar partes de sua internet em caso de guerra e nós precisamos disso aqui também," disse Lieberman.
Fonte: www.prisonplanet.com
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Cybercrime: Uma economia subterrânea secreta
Image via Wikipedia
Cybercriminosos estão fazendo uma destruição com identidades roubadas, criando os seus próprios mercados de compra e venda de cartões de crédito e informações de contas bancárias a baixos preços.
Por David Goldman
CNN.com staff writer
17/09/2009
Se a palavra cybercrime evoca a imagem de geeks de computador tentando invadir computadores a partir dos porões das casas de suas mães, pense novamente.
Cybercrime se tornou um negócio subterrâneo em rápido crescimento formado por criminosos habilidosos, que compram e vendem informações financeiras valiosas roubadas de milhões de internautas desavisados todo ano em um mercado negro online.
"A maioria dos cybercriminosos estão muito, muito interessados em ganhos financeiros por comprometimento das contas dos clientes", disse o agente especial do FBI Austin Berglas, que supervisiona o escritório do esquadrão de crimes na internet em Nova York. "Acredite ou não, há pessoas que são vítimas de seus golpes, e vemos isso todos os dias.
Porque os cybercriminosos são tão habilidosos em invadir milhares de computadores todos os dias, o crime é potencialmente um negócio de bilhões de dólares. Se cada cartão de crédito e conta bancária roubada fosse limpo o ano passado, teria rendido aos cybercriminosos cerca de 8 bilhões de dólares, de acordo com dados da Symantec, fabricante do antivírus Norton.
Como resultado do pagamento lucrativo, mais e mais criminosos online estão entrando no jogo. De fato, o número de novas ameaças a segurança da internet aumentou quase três vezes no ano passado, para 1,7 milhões.
Estes cyber ataques vêm principalmente de malware, ou software maliciosos, que tomam controle do computador, e tudo que está dentro ou que é inserido, é mandado para os caras maus sem que você saiba. As formas mais comuns de malware incluem Keystroke logging (leitura do que é digitado no teclado), spyware, vírus, vermes (worms) e cavalos de tróia.
Como a ação é feita. Uma vez que sua informação é roubada, cybercriminosos vão a um chat para convidados, para comercializar com outros criminosos online. Os cybercriminosos frequentemente estabelecem um canal de hacker por alguns dias, fazem a negociação, então seguida o derrubam, para evitar serem detectados. Quando ativos, os chats podem agrupar até 90.000 cybercriminosos conversando ao mesmo tempo uns com os outros, de acordo com Dave Cole, diretor sênior de gerenciamento de produtos da Symantec.
Os criminosos online usam os chats para vender ou negociar as informações de seu cartão de crédito ou conta bancária. Cartões de crédito são algumas das commodities mais baratas vendidas no mercado negro da internet, valendo em média 98 centavos de dólar quando vendidas em lote. Uma identidade comum vale 10 dólares.
Informações de cartões de crédito e contas bancárias foram cerca de 51% dos bens anunciados na economia subterrânea no ano passado e cerca de 38% em 2007. Cartões de crédito são mais populares porque são a commodity roubada mais barata. Cartões com data de validade, código numérico de verificação de valor e nome valem mais do que aqueles com nome somente, mas não há honra no mundo do crime online, muitas vezes hackers vendem a mesma informação de cartão de crédito a múltiplos usuários, até mesmo se já tiverem sido cancelados.
Como resultado, compradores e vendedores nos canais de bate papo frequentemente darão a informação a uma terceira parte de confiança por uma taxa. A terceira parte testará a informação do cartão, frequentemente debitando uma pequena quantia ou doando para caridade, e então confirma a mercadoria para o comprador.
Depois que a informação é comprada pelo segundo criminoso, aquela pessoa pode usar a máquina para imprimir um cartão de crédito falso com as informações. Porém, muitos usam ainda uma terceira pessoa para enviar dinheiro roubado para uma conta bancária no estrangeiro.
Essa terceira pessoa na cadeia é comumente chamada de "mula", que normalmente não sabe que ele ou ela é parte de um esquema subterrâneo do crime organizado. Muitas mulas respondem ao esquema "fazer dinheiro a partir de casa", onde o dinheiro roubado é enviado para suas contas e subsequentemente enviado para uma conta no exterior, recebendo uma taxa de 10% a 15%.
Outras mulas recebem falsos cartões de caixa eletrônico e são solicitados a retirar dinheiro, recebendo uma pequena taxa. Mas há um substancial risco envolvido, as forças da lei normalmente batem primeiro nas portas das mulas.
Para pegar um ladrão. O FBI está trabalhando infiltrado em muitos desses canais de bate papo em um esforço para frustrar os cybercriminosos. E em muitos casos, criminosos capturados concordam em trabalhar para o governo em troca de sentenças reduzidas.
"Depois que fazemos uma prisão de uma pessoa sacando dinheiro de um caixa eletrônico, eu digo a ela que ela pode ir para a cadeia por dez anos ou pode vir trabalhar para a equipe América," disse Berglas.
A estratégia nem sempre funciona. Albert Gonzalez, o infame TJ Maxx, ladrão que roubou 45 milhões de números de cartões de crédito e informação privada de 450.000 clientes em 2007, era um informante do FBI. Ele ajudou a derrubar um esquema enorme de roubo de cartão de crédito, mas traindo o FBI, utilizava informação privilegiada para ajudar os companheiros criminosos a escaparem da detecção e realizar o roubo TJ Maxx.
Programa de segurança também ajuda, mas está longe de resolver o problema. Para evitar detecção, muitos cybercriminosos enviarão apenas um punhado de vírus antes de modificar o código e enviá-los novamente.
"A verdade é que a "impressão digital" da tecnologia de segurança não é efetiva," disse Rowan Trollope, vice-presidente sênior de desenvolvimento de produtos da Symantec. "Os maus elementos que estão envolvidos são profissionais organizados, e eles descobrem como burlar nossa tecnologia."
Embora Trollope tenha dito que a nova versão do programa Norton Antivírus ajude a resolver o problema, escaneando a reputação dos arquivos, ele disse que os consumidores da internet também precisam saber como manter suas identidades online seguras.
"Fazemos produtos realmente muito bem, mas o próximo passo é a educação," ele disse. "Não podemos fazer a internet segura apenas com programas antivírus.
Fonte: CNNMoney.com
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Admirável Mundo Novo - Segurança digital
Sony inova tecnologia de identificação
A Sony anunciou nesta segunda-feira, 2, que está desenvolvendo uma tecnologia de autenticação chamada Morfiria, que, ao invés de checar a íris ou a impressão digital, se utiliza das veias do dedo para identificar o usuário.
A técnica trabalha com um método único, no qual um sensor captura luz do interior das veias do dedo, extraindo a veia padrão a partir da imagem capturada. Os dados então são comprimidos, o que torna possível que os mesmos sejam armazenados em um dispositivo móvel. A precisão da autenticação é inferior a 0,1% para erro, e leva apenas 0,25 segundos quando utilizada em um telefone móvel e 0.015 segundos se utilizada no desktop.
Se comparada a outras técnicas de autenticação biométrica, essa tecnologia atinge maior precisão na identificação pessoal porque utiliza as veias no interior do corpo humano, que diferem de pessoa para pessoa, e não mudam com o passar dos anos.
Segundo a Sony, a expectativa é que Morfiria seja implementado aos aparelhos móveis ainda este ano.
fonte: olhar digital
Nota: A cada dia a tecnologia inventa uma nova ferramenta para aumentar a segurança digital, cada uma mais engenhosa que a outra, mas nenhuma perfeita.
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