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terça-feira, 19 de junho de 2012

Rio+20: o gênero humano: um inimigo da sustentabilidade a ser dizimado?




Rio+20: o gênero humano: um inimigo da sustentabilidade a ser dizimado?

Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” dos chefes de Estado na Rio+20 para agir sobre a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra.

Não é a primeira vez que esse objetivo pasmoso é enunciado publicamente. O perigo está em que ele possa passar em meio à confusão em que se desenvolve a reunião mundial sobre o “desenvolvimento sustentável”.

De fato, a militância ecologista prega há tempos que a humanidade atingiu um número “insustentável”.

Com argumentos especiosos expostos com graus de radicalidade diversa, ela trabalha para que a Rio+20 adote em sua declaração final uma política decidida para reduzir o gênero humano.

É o que temem numerosas organizações pela vida no mundo inteiro. Elas apalpam a ameaça  rastejando entre as sinuosidades das discussões sobre o documento final do evento.

O tema é explosivo e os representantes governamentais evitam falar de público.


“Não há como o planeta sustentar nove bilhões de pessoas com renda de US$ 20 mil cada”, declarou recentemente o ex-ministro, embaixador e deputado Antonio Delfim Neto. (“O Globo”, 11.5.2012)

“Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ... Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional … compulsivo se os métodos voluntários fracassam”, escreveu há já tempo Paul Ehrlich no livro “The Population Bomb” (Ballantine Books, 1968) considerado uma das “Bíblias” do ambientalismo.

“Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana”, acrescentou David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!', citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990.

E o estarrecedor objetivo foi mais recentemente confessado por David Attenborough, diretor da Ong 'The Optimum Population Trust':

“Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana. Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais”. (The Telegraph, 14.4.2009).

John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama não ficou na teoria e propôs um método de ação para reduzir compulsoriamente a humanidade:

“um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’”.

E Ted Turner, o magnata da mídia fundador da CNN, avançou números: “o ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.”

Estas propostas que soam como altamente criminosas não passariam de frases de extravagantes membros do “jet-set” ou da política se não tivessem encontrado eco nas mais altas esferas das Nações Unidas, sob cuja égide acontece Rio+20.

Ex-frei Leonardo Boff, "teólogo" do ambientalismo anti-humano
O ex-frade Leonardo Boff transformou esse viés anti-humano em “teologia”.  E foi convidado oficialmente a expô-la na 63ª sessão da Assembleia Geral da ONU (22.4.2009) para fundamentar o projeto que instituiu o Dia Internacional da Mãe Terra aprovado pela unanimidade dos 192 representantes presentes.

O ex-frei apelou para uma muito contestável e cerebrina suposição – The Earth Overshoot Day, ou Dia da Ultrapassagem da Terra – segundo a qual em 23.9.2008 a Terra ultrapassou em 30% sua capacidade de reposição dos recursos que necessitamos para viver. Direto: não sustenta mais a humanidade.

Desde então, segundo o teólogo da libertação, a situação só piora. “Já encostamos nos limites físicos da Terra. Um planeta finito não pode suportar um projeto infinito”. Obviamente, nem explicou como faz para se sustentar, se é incapaz de fazê-lo.

O “teólogo” excogitou um sofisma panteísta para dizer o que não é dizível sem apelar para Hitler, Stalin ou Mao: a Terra é um só ser vivo, independente do número dos homens.


“Ela mesma é viva – pregou –, um superorganismo que se autoregula para manter um equilíbrio favorável à existência e à persistência da vida. (...) aduzamos um exemplo do conhecido biólogo Edward Wilson: “num só grama de solo, ou seja em menos de um punhado de terra, vivem cerca de 10 bilhões de bactérias, pertencentes a seis mil espécies diferentes” (A criação, 2008, 26).
Delírios extremistas entram na grande mídia
Delírios extremistas entram na grande mídia

Os bilhões podem desaparecer ou aparecer, a vida perdura. “O ser humano representa aquela porção da própria Terra que, num momento avançado de sua evolução e de sua complexidade, começou a sentir, a pensar e a amar. (...) o ser humano é a Terra...”

Os indivíduos que sentido fazem nessa visão ecolo-panteísta? São mero número que pode aumentar ou diminuir segundo cálculos estatísticos do governo universal “verde”.

Pasma, entretanto que os mesmos slogans anti-humanos tenham sido assumidos pela revista “Veja” no artigo “Gente um tabu a ser enfrentado”  no número especial sobre “As reais questões ambientais que afetam as pessoas aqui e agora foram esquecidas” (20.6.2012).

Quando afirmações dessa ferocidade saem das câmaras obscuras da utopia e aparecem à luz do dia, é sinal que a hora do investida final chegou.

No blog de Jeanne Smiths encontramos a fórmula com que se tenciona efetivar esse viés anti-humano ou anti-humanidade na Rio+20. Essa análise, não é só de Jeanne Smiths mas de muitos outros grupos que vêm lutando pela vida no mundo todo.

Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Cena da “Campanha global 10:10” contra o CO2
Eis a fórmula expressa na linguagem hiper-técnica dos documentos da Onu, sob a qual se esconde o plano, segundo Smiths:

“Fornecer o acesso à saúde reprodutiva integral e programas de planificação familiar para todos. Esta questão exige verbas suplementares substanciais e uma atenção política por porte dos governos e dos doadores internacionais”.

A campanha para reduzir a humanidade será acrescida por uma “nova economia verde” mal explicada que visa reduzir também os “estilos de consumo nefastos”.

Feng Jianmei grávida de seu segundo filho
foi pega pela polícia e obrigada a abortar.
A China está na frente do controle compulsivo da natalidade
para reduzir drasticamente a população.
Na foto: a jovem mãe com o cadáver do filho.


O presidente do grupo de academias que citamos no início do post, Charles Godfrey, membro da Royal Society britânica declarou à imprensa:

“Durante tempo demais a população e o consumo ficaram afastados do debate por causa de seu aspecto sensível do ponto de vista político e ético. Mas, são questões que mexem com os países desenvolvidos e os países em via de desenvolvimento e nós temos que assumir a responsabilidade conjunta”.

“É preciso puxar as alavancas que determinam o tamanho das famílias. Não dá para salvar o ambiente sem uma política de programas de saúde reprodutiva”, comentou Lori Hunter, demógrafa que está agindo na Rio+20.

“O ser humano, eis o inimigo!”, concluiu Jeanne Smiths entre espantada e horrorizada. Não e para menos.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
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domingo, 17 de junho de 2012

Gattaca se torna realidade enquanto cientistas começam a monitorar e abortar bebês baseados em 3.500 "defeitos genéticos".

Cover of "Gattaca [Blu-ray]"Cover of Gattaca [Blu-ray]
Gattaca se torna realidade enquanto cientistas começam a monitorar e abortar bebês baseados em 3.500 "defeitos genéticos".

Por Ethan A. Huff

(NaturalNews) - O popular filme de ficção científica de 1997 Gattaca retrata um mundo futurístico no qual seres humanos geneticamente projetados com certos traços desejáveis e geneticamente superiores têm preferência ao seres humanos nascidos naturalmente que são considerados inferiores. E apenas 15 anos desde o lançamento do filme este cenário se tornou uma realidade, uma vez que a moderna ciência apresentou uma nova maneira de testar bebês em gestação para aproximadamente 3.500 dos assim chamados "defeitos" genéticos. 
O Telegraph do Reino Unido relata que uma equipe de pesquisdores da Universidade de Washington (UW) em Seattle inventou um método de examinar o código genético de bebês em gestação através de amostras de sangue tiradas de suas mães, e amostras de saliva tiradas de seus pais. As pequenas quantidades de DNA livre flutuante presentes em ambas as amostras permitem aos pesquisadores a essencialmente mapear o código genético inteiro de bebês não nascidos e determinar quais traços genéticos eles terão após o nascimento.
Alguns bebês nascem naturalmente com mutações "do começo", que se diz estarem ligadas a defeitos genéticos tais como síndrome de down e fibrose cística. Estas mutações são tipicamente não transmitidas de pais para seus filhos, e são invés disso adquiridos de algum outro modo, incluindo potencialmente através de vacinações e exposição a ambientes tóxicos.

Em 39 de 44 casos de teste, os pesquisadores da UW foram capazes de localizar com precisão antes do nascimento mutações do começo que ocorreriam em bebês depois do nascimento. E enquanto a tecnologia se torna amplamente disponível para pais, em futuro próximo, o cenário medonho descrito no filme Gattaca, evoluirá em uma realidade constante onde somente os bebês que serão permitidos viver e se desenvolver serão aqueles com constituição genética "superior".

"Este trabalho abre a possibilidade de que seremos capazes de escanear o genoma inteiro do feto para mais de 3.000 desordens de gene único através de um teste único, não invasivo", disse Dr. Jay Shendure, cientista chefe para a pesquisa publicada no jornal. Sua equipe inteira, contudo, conjuntamente, adicionou que "incorporar esse nível de informação na tomada de decisão pré-natal levanta muitas questões éticas que tem de ser consideradas cuidadosamente dentro da comunidade científica e em um nível social."

A seleção genética levará a mais abortos, mais eugenia e uma cultura de supressão de classe genética

Quando a ciência começa abertamente a ocupar-se com a vida humana baseada em percepções subjetivas de quais traços genéticos são desejáveis e quais não são desejáveis, não há impedimento para a caixa de pandora das técnicas de controle da população que certamente irão acontecer. Para pais procurando o filho "perfeito", por exemplo, será mais provável simplesmente abortar uma criança com "erros" genéticos e continuar tentando até conseguir aquele que eles querem.

Enquanto o healthcare administrado pelo governo emerge como realidade plena, médicos controlados pelo Estado podem começar a dizer aos pais que não será permitido ter uma criança imperfeita porque o tratamento da inevitável condição genética custará ao Estado muito dinheiro. Abortos forçados, em outras palavras, poderão se tornar a norma se as técnicas de verificação genética como as desenvolvidas na UW se tornarem difundidas.

E finalmente, a criação de crianças geneticamente "superiores" muito provavelmente levará a uma classe superior de humanos que olharão de cima para baixo aqueles com traços genéticos inferiores. Isso é exatamente o que ocorreu no filme Gattaca, enquanto aos humanos "inferiores" com imperfeiçoes naturais eram negados empregos e tratados como cidadões de segunda classe.

Em vez disso pesquisadores deveriam estar procurando por meios de eliminar os milhares de produtos químicos não testados que são adicionados ao fornecimento de alimentos ((http://www.naturalnews.com/035680_food_packaging_chemicals_PFOA.html), remover produtos químicos tóxicos de flúor do fornecimento de água (http://www.fluoridealert.org/downs-syndrome.htm), e acabar a administração de vacinas de adulteração de gene para crianças mais jovens (http://www.naturalnews.com/033062_Rupert_Murdoch_Andrew_Wakefield.html).

Essas intervenções humanas tem se mostrado ser diretamente responsáveis por causar defeitos genéticos em humanos, e são apenas uma de muitas causas das mutações do começo. Se bebês em gestação não forem expostos a produtos químicos como bisfenol A, herbicidas como glyfosate (roundup), organismos geneticamente modificados e produtos químicos auxiliares para vacinas como Thimerosal (mercúrio) e alumínio, muitos deles nem mesmo desenvolveriam defeitos genéticos em primeiro lugar.

Pesquisa recente provou que danos genéticos causados por exposição a produtos químicos podem passar de geração para geração através de um processo conhecido como epigenético, mesmo quando gerações subsequentes não são diretamente expostas a estes produtos químicos (http://www.naturalnews.com). Isso significa que as toxinas fabricadas pelo homem, tais como aquelas pulverizadas em culturas alimentares convencionais, adicionadas a alimentos processados, acrescentadas no fornecimento de água e aplicadas a mobília e outros produtos de consumo são um flagelo gritante no genoma humano.

Mas a ciência prefere ignorar o óbvio, e em vez disso projetar tecnologias que permitirão ao sistema filtrar "indesejáveis" genéticos depois deles terem sido concebidos. O que Hitler e outros tiranos desajustados do passado tentaram realizar violentamente está agora se tornando possível geneticamente com "o avanço científico" como sua cobertura.

Fonte: http://www.telegraph.co.uk
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Bill Gates, Monsanto e eugenia: Como um dos homens mais ricos do mundo está promovendo ativamente o controle da agricultura global.

‪Norsk (bokmål)‬: Bill og Melinda Gates unde...‪Norsk (bokmål)‬: Bill og Melinda Gates under deres besøk i Operaen 2009. English: Bill and Melinda Gates during their visit to the Oslo Opera House in June 2009. (Photo credit: Wikipedia)
Bill Gates, Monsanto e eugenia: Como um dos homens mais ricos do mundo está promovendo ativamente o controle da agricultura global.

Por Ethan A. Huff, colunista

(NaturalNews) - Depois que foi exposto que a fundação Bill e Melinda Gates, a invenção filantrópica do fundador da Microsoft Bill Gates, comprou 500.000 ações da Monsanto em 2010 avaliadas em mais de 23 milhões de dólares, tornou-se abundantemente claro que essa assim chamada caridade benevolente é algo mais do que somente erradicação da doença e alimentação dos pobres do mundo (http://www.guardian.co.uk). Constata-se que o legado da família Gates tem sido de tentar dominar e controlar os sistemas do mundo, incluindo as áreas de tecnologia, medicina e agora agricultura. 
A Fundação Gates, também conhecida como Consótcio Isento de Impostos da Família Gates, está atualmente em processo de gastar bilhões de dólares em nome do humanitarismo para estabelecer um monopólio global de alimentos dominado por plantações e sementes geneticamente modificadas. E baseado na história do envolvimento da família Gates nos assuntos mundiais, parece que um dos objetivos principais além de simplesmente estabelecer controle corporativo do fornecimento mundial de alimentos é reduzir a população mundial por uma quantidade significativa no processo.

William H. Gates Sr., ex-chefe do grupo eugenista Planned Parenthood

O pai de Bill Gates, William H. Gates Sr., tem há muito estado envolvido com o grupo eugenista Planned Parenthood, uma organização rejeitada nascida da Sociedade Americana de Eugenia. Em uma entrevista em 2003 com Bill Moyers do sistema público de radiodifusão, Bill Gates admitiu que seu pai constumava ser o chefe da Planned Parenthood, que foi fundada sobre o conceito de que a maioria dos seres humanos são apenas "criadores negligentes" e "ervas daninhas humanas" necessitados de abate(http://www.pbs.org/now/transcript/transcript_gates.html)
Gates também admitiu durante a entrevista que o envolvimento de sua família em questões reprodutivas ao longo dos anos tinha sido abrangente, referenciando sua própria adesão prévia a crença do eugenista Thomas Robert Malthus, que acreditava que a população do mundo necessitava ser controlada através de restrições reprodutivas. Embora Gates afirme que agora sustenta uma visão diferente, parece que as iniciativas de sua fundação são apenas uma abordagem maltusiana modificada que reduz a população muito mais discretamente através de vacimas e organismos geneticamente modificados(http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Robert_Malthus).

A fundação Gates tem investido pesadamente na conversão dos sistemas agrícolas da Ásia e África em agricultura geneticamente modificada

Associação de William Gates Sr. com a Planned Parenthood e a contínua influência no reino da "saúde reprodutiva e população" é significativa porque Gates Sr. é co-presidente da Fundação Bill e Melinda Gates(http://www.gatesfoundation.org/leadership/pages/william-gates-sr.aspx). Essa visão eugenista de longo tempo "guia a visão e direção estratégica" da fundação gates, que está atualmente fortemente concentrada em forçar os organismos geneticamente modificados na África através de seu financiamento da Aliança para uma Revolução Verde na África (AGRA).

A Fundação Gates tem confessadamente dado pelo menos $264.5 milhões em compromissos de subvenção para a AGRA (www.gatesfoundation.org/about/Documents/BMGFFactSheet.pdf), e também teria contratado Dr. Robert Horsch, um ex executivo da Monsanto por 25 anos que desenvolveu o Roundup, para chefiar a AGRA em 2006. De acordo com uma reportagem publicada em La Via Campesina em 2010, 70 por cento dos beneficiados da AGRA no Quênia trabalham diretamente com a Monsanto, e quase 80 por cento do financiamento da Fundação Gates é devotado a biotecnologia (http://www.organicconsumers.org/articles/article_21606.cfm).

A mesma reportagem explica que a Fundação Gates prometeu $880 milhões em abril de 2010 para criar o Programa de Segurança Global para Agricultura e Alimentação (GAFSP, em inglês), o qual é um promotor pesado dos organismos geneticamente modificados. O GAFSP, é claro, foi o responsável por providenciar $35 milhões em "ajuda" para o Haiti destruído pelo terremoto para ser usado para implementar os sistemas e tecnologias agrícolas de organismos geneticamente modificados.

Em 2003, a Fundação Gates investiu $25 milhões em pesquisa de organismos geneticamente modificados para desenvolver sementes enriquecidas com vitaminas e proteínas para os pobres do mundo, "um movimento que muitos grupos de caridade e fazendeiros veementemente se opuseram (http://healthfreedoms.org). E em 2008, a Fundação Gates concedeu $26,8 milhões para a Universidade Cornell para a pesquisa de trigo geneticamente modificado, que é a próxima grande safra no centro de interesses no fluxo de colheitas de alimentos geneticamente modificados da Monsanto (http://www.organicconsumers.org/articles/article_21606.cfm).

Se você controla a agricultura, você controla as populações do mundo

As ligações da Fundação Gates com a Monsanto e a agricultura corporativa em geral fala muito sobre sua verdadeira agenda, que é criar um sistema monopolista de controle mundial em cada área da vida humana. Vacinas, farmacêuticos, organismos geneticamente modificados, manipulação do clima, aquecimento global, estes e muitos outros pontos de entrada são os meios pelos quais a Fundação Gates está a passos largos para controlar o mundo fingindo ajudar a melhorá-lo e salvá-lo.

Ao invés de promover uma real soberania de alimentos e abordar as subjacentes questões políticas e econômicas que criam a pobreza, Gates e companhia tem em vez disso abraçado a promoção dos paradigmas da medicina e agricultura controladas e possuídas corporativamente que apenas escravizam mais os mais empobrecidos do mundo. É amplamente evidente que os organismos geneticamente modificados tem violentado os grupos de pessoas já empobrecidos pela destruição de seus sistemas agrícolas nativos, como tem sido visto na Índia (http://www.naturalnews.com/030913_Monsanto_suicides.html).

Alguns podem dizer que os esforços de Gates são apenas por causa do dinheiro, enquanto outros podem dizer que são por causa do poder e controle. Talvez seja uma combinação de ambos, onde Gates ainda está no negócio de promover seus próprios investimentos comerciais, que inclui comprar ações da Monsanto enquanto investe simuntaneamente em programas para promover a Monsanto.

Qualquer que seja o caso, não há como negar que Gates agora tem um interesse direto em ver a Monsanto ter sucesso em espalhar os organismos geneticamente modificados ao redor do mundo. E uma vez que Gates está abertamente facilitando o crescimento da Monsanto em novos mercados através de seus esforços "humanitários", está claro que a família Gates tem relações íntimas com a Monsanto.

"Embora Bill Gates possa tentar dizer que a Fundação não está ligada a seu negócio, tudo isso prova o contrário: a maior parte de suas doações acaba favorecendo os investimentos comerciais do magnata, não realmente "doando" nada, mas em vez de pagar impostos para os cofres do estado, ele investe seus lucros onde ele é favorável a ele economicamente, incluindo propaganda de suas supostas boas intenções", escreveu Silvia Ribeiro na fonte de notícias mexicanas La Jornada em 2010.

"Pelo contrário, as "doações" deles financiam projetos tão destrutivos como a geoengenharia ou a substituição dos medicamentos naturais das comunidades por medicamentos patenteados de alta tecnologia nas áreas mais pobres do mundo ... Gates está também engajado em tentar destruir a agricultura rural no mundo todo, principalmente através da "Aliança para uma Revolução Verde na África" (AGRA). Que funciona como um cavalo de tróia para privar os fazendeiros pobres africanos de suas sementes tradicionais, substituindo-as com sementes de suas empresas em primeiro lugar, e finalmente por geneticamente mofificadas".

Fonte: http://www.naturalnews.com

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