quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

YouTube - Revolução no Egito - Fim do Dólar - Nova Ordem Mundial - Olavo de Carvaho - Parte 30


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O governo mundial da nova ordem mundial está sendo implementado em vários países.

Obs.: O vídeo é muito interessante. Peço desculpa pelos palavrões do Olavo de Carvalho, mas a análise vale a pena ser assistida.

A Agenda Global da Onu O Estabelecimento da Ordem no Caos {Trailer

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Onde e como a tecnologia NFC está sendo aplicada

Onde e como a tecnologia NFC está sendo aplicada

Já imaginou fazer compras sem cartão de crédito? Saiba tudo sobre esta tecnologia que vai mudar forma como interagimos com os objetos à nossa volta.
  
Você já viu aqui no Baixaki como funciona a tecnologia NFC (Near Field Communication). O sistema é bem simples de ser utilizado: apenas com a proximidade de dois aparelhos, você é capaz de realizar a troca de informações de maneira bastante segura.

Com isto, é possível captar informações de qualquer objeto em que a tecnologia fosse aplicada. Por exemplo, você pode obter informações de um cartaz ou de um display em um supermercado. Outras aplicações para a tecnologia seriam a aquisição de produtos e serviços, além de fazer parte de documentos, como a identidade ou o passaporte.

Como isso tudo surgiu?

A NFC é uma tecnologia que surgiu a partir da RFID (Radio Frequency Identification). A RFID permite a comunicação de dois aparelhos à longa distância, por meio de radiofrequência: um deles traz uma fonte de energia e age ativamente, buscando informações no outro dispositivo, que não necessita de uma fonte de energia própria para funcionar.

A Near Field Communication, como o nome sugere, limita o campo de atuação de frequências para uma distancia de até 10 centímetros. Assim, é necessário estar bastante próximo ao objeto para que haja a troca de dados. É importante observar que os dados são obtidos da fonte passiva pela fonte ativa. Assim, as informações contidas em qualquer aparelho que use a tecnologia não podem ser acessadas por outros dispositivos.

A NFC foi criada para transmitir dados de maneira mais segura. Enquanto a RFID é a melhor opção para o rastreamento de animais, por exemplo, a NFC pode ser aplicada para a realização operações bancárias, por exemplo. Isso por que a abrangência da frequência RFID poderia ser utilizada por pessoas com más intenções, para tentar obter dados sem autorização ou clonar aparelhos.

Mas como isso está sendo usado?

Se esta é uma tecnologia que pode trazer tantas facilidades para a vida das pessoas, ela deve estar presente em um gadget que esteja presente, 24 horas por dia na mão dos usuários. Por isso, a melhor aplicação encontrada até agora é a implementação da NFC em aparelhos celulares.

Em países como o Japão, já é possível conferir a tecnologia sendo utilizada no dia a dia: em Tóquio, o sistema de metrô permite que passagens sejam compradas com a aproximação do aparelho de telefone às catracas. Desta forma, objetos comuns do cotidiano transformam-se em “objetos inteligentes”, capazes de armazenar e transmitir informações.

Existem inúmeras formas de usar a NFC. Muitos acreditam que, em poucos anos, ela deve substituir os códigos de barras e até mesmo os cartões de crédito. Assim, o consumidor não precisa mais buscar por maquinas de leitura nas lojas: basta aproximar o celular para conferir o preço do produto. Ao final da compra, para efetuar o pagamento, basta ter a mesma ação em um aparelho instalado no caixa.

 A BMW apresentou um protótipo de chave que utiliza o NFC. Com ela, seria possível realizar várias atividades. Em um breve vídeo, as possibilidades são demonstradas: os usuários seriam capazes de comprar passagens de trem ou metrô usando um sistema exclusivo adaptado ao carro, além de pagar por qualquer outro serviço ou produto em pontos de venda.

Outra facilidade proporcionada por este modelo de chave seria a verificação das condições do carro, apenas com a aproximação a aparelhos com NFC. Segundo engenheiros da empresa, o sistema aplicado à chave seria ainda mais seguro do que em outros aparelhos portáteis.

Além disso, a tecnologia pode estar presente em documentos, facilitando o impedimento de acesso de adolescentes a locais como bares e clubes noturnos. Com a NFC, também seria possível assistir ao trailer de um filme, apenas colocando o aparelho celular próximo ao seu cartaz. Estima-se que a tecnologia NFC faça parte do cotidiano de usuários na América do Norte até o ano de 2015.

Gadgets com NFC

Ampliando os campos da NFC, o novo modelo da Samsung, Nexus S, traz a tecnologia já acoplada ao aparelho. Com o funcionamento no sistema Android, é possível perceber que a Google está disposta a investir nesta nova maneira de transmissão de dados.

Boatos circulam pela internet, com informações de que a Visa estaria testando na Europa um sistema de pagamento de metrô, similar ao de Tóquio, utilizando o último modelo do iPhone. Com isso, espera-se também que a nova geração dos gadgets da Apple – iPhone, iPod Touch e iPad – contem também com o sistema. Entretanto, a informação não é confirmada pela Apple.

Em contrapartida, pesquisas realizadas pela Visa, demonstram que 87% dos usuários do iPhone estariam dispostos a comprar um hardware para ser acoplado em seus aparelhos, possibilitando a realização de pagamentos via NFC.

Isso talvez possa acelerar a inclusão da tecnologia para o uso diário, transformando em poucos meses, a forma como consumimos informações e produtos. O sucesso do NFC é bastante esperado, já que o custo de produção dos dispositivos que enviam dados são relativamente baixo.

Leia mais no Baixaki: http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8173-onde-e-como-a-tecnologia-nfc-esta-sendo-aplicada.htm#ixzz1Cu4o3OFv

Nota: Toda essa conversa de melhorar a vida das pessoas com dispositivos eletrônicos me faz lembrar de um mundo sem papel moeda, apenas transações eletrônicas, e da marca da besta, onde só poderá comprar ou vender quem tiver a tal marca. Esse dia já está se aproximando.   

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Einstein estava certo, o colapso das abelhas ameaça a segurança alimentar mundial

Einstein estava certo, o colapso das abelhas ameaça a segurança alimentar mundial

Por Ambrose Evans-Pritchard, International Business Editor


A crise das abelhas tinha sido tratada como uma preocupação de nicho até agora, mas enquanto o índex da ONU de preço de alimentos atinge a maior alta de todos os tempos, está se tornando urgente saber se a situação das abelhas põe um risco mais exaustivo a nossa segurança alimentar. 

Quase um terço da produção agrícola mundial depende da polinização animal, principalmente por abelhas.

Esses alimentos proporcionam 35% de nossas calorias, a maior parte de nossos minerais, vitaminas, e antioxidantes, e as fundações da gastronomia. No entanto as abelhas estão morrendo, ou sendo mortas, a um ritmo impressionante.

A história da "desordem de colapso da colônia" (CCD, em inglês) já é bem conhecida dos leitores do Daily Telegraph.

Alguns mantêm colméias em casa e tem experimentado essa misteriosa praga, e sem dúvida tem opiniões fortes sobre se ela é causada por parasitas, ou um vírus ou o uso de pesticidas que causam estragos no sistema nervoso das abelhas jovens ou uma sinergia de forças destrutivas atuando juntas.

A crise das abelhas tem sido tratada como uma preocupação de nicho até agora, mas como o índex de preço de alimentos da ONU alcança o nível mais alto de todos os tempos em termos reais (não apenas nominal) e a escassez de grãos dispara revoluções no Oriente Médio, está se tornando urgente saber se a situação das abelhas arrisca esgotar a nossa margem já delicada de segurança alimentar global.

O financiador do agronegócio Rabobank disse que os números de colônias de abelhas nos Estados Unidos que fracassam em sobreviver a cada inverno cresceu de 30 para 35% de um modelo histórico de 10%. A taxa é de 20% ou mais alta em grande parte da Europa, e o mesmo padrão está emergindo na América Latina e na Ásia.

Albert Einstein, que gostava de fazer afirmações ousadas (frequentemente erradas), disse famosamente que "se a abelha desaparecesse da superfície do globo, o homem teria apenas quatro anos para viver".     

Esses "cenários apocalípticos" já passaram, disse o Rabobank. As espigas de milho, trigo e arroz são todas polinizadas pelo vento.

Contudo, a polinização animal é essencial para avelã, melões e grãos e desempenha vários papeis em frutas cítricas, maçãs, cebolas, brócolis, repolho, brotos, abobrinha, pimentas, berinjela, abacate, pepinos, cocos, tomates e favas, bem como café e cacau.   

Esta é a de rápido crescimento e mais valiosa parte da economia agrícola. Entre 80 e 90% da polinização vem de abelhas domesticadas. Mariposas e borboletas não têm autonomia para penetrar grandes campos. 

O reservatório de abelhas está diminuindo ao ponto onde as taxas estão perigosamente fora dos eixos, com os Estados Unidos alcançando o desequilíbrio "mais extremo". A produção de safras polinizadas quadruplicou desde 1961, porém, as colônias de abelhas diminuíram pela metade. A contagem de abelhas por hectare caiu quase 90%.

"Os agricultores têm conseguido produzir com colônias de abelhas relativamente menores até este ponto, e não há evidência de rendimentos agrícolas sendo afetados. A questão é quanto tempo mais essa situação pode ser esticada", disse o relatório.

O Rabobank disse que as colônias de abelhas nos Estados Unidos estavam encolhendo mesmo antes do golpe de CCD (Desordem de Colapso da Colônia) porque as importações baratas de mel da Ásia minaram as colméias americanas. Note o paralelo entre o desaparecimento da indústria de metais de terra rara nos EUA, colocadas fora dos negócios quando a China inundou o mundo com materiais mais baratos nos anos 1990. Isso é o que acontece quando o livre comércio é administrado descuidadamente. 

A China tem seus próprios problemas. Pesticidas usados em pomares de peras varreram as abelhas em partes de Sichuan nos anos 1980. As safras são agora polinizadas à mão, usando vassouras, um processo trabalhoso, visto que uma colônia de abelhas pode polinizar até 300 mil flores por dia.  

Alemanha, França e Itália baniram alguns pesticidas, especialmente neonicotinóides (como no tabaco) que prejudicam a memória das abelhas.

A Associação de Apicultores Britânicos tem apelado por uma "revisão urgente" desses produtos químicos, temendo que possam perder todas as suas abelhas dentro de uma década se não tiverem cuidado. Os apicultores americanos têm feito declarações semelhantes. O Laboratório de Pesquisa de Abelhas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos encontrou evidência de que mesmo baixos níveis destes pesticidas reduzem a resistência das abelhas a fitopatógenos.

Documentos vazados da Agência de Proteção Ambiental confirmam que a clotianidina usada em sementes de milho é "altamente tóxica", pode representar um "risco de longo prazo" para as abelhas, e que os testes anteriores eram falhos.

Os críticos alegavam um encobrimento: O Rabobank disse que deveríamos ser cuidadosos para não difamar a agro-indústria. O mundo precisa de alimentos e fábricas de fertilizantes para continuar a descobrir meios de elevar a produtividade das culturas, se vamos alimentar mais de 70 milhões de bocas extras todo ano, e atender as demandas da revolução da dieta na Ásia, compensar a escassez de água na China e na Índia, e desviar colheitas de grãos de um grande pedaço dos Estados Unidos, da Argentina e da União Europeia para fazer biocombustíveis para carros.

Com as garras se fechando sobre a produção de alimentos do mundo de tantos lados, temos pouca margem para errar. Os cientistas estão chegando para o resgate. A pesquisa está no fungus Nosema e no ácaro Varroa, mas não rápido o suficiente.

O Rabobank pede uma mudança de direção na pesquisa global, e enquanto isso por regras mais duras, de forma que os apicultores não tenham que lutar sozinhos, começando com restrições ao uso de pesticidas durante as horas do dia quando as abelhas estão se abastecendo.

A atrofia das abelhas é uma ameaça mais imediata do que o aquecimento global e pode ser resolvida, ainda que evolua pouco na tela do radar da política. Isso é certamente um equívoco.

Einstein não estava sempre errado.

Fonte: www.telegraph.co.uk

Nota: Esse é um assunto muito importante e pouco ou nada comentado. Há um filme de M. Night Shyamalan com Mark Walhberg que fala desse assunto.
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Codex Alimentarius - Nutricide part 1 (legendado)

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Codex Alimentarius - Nutricide part 2 (legendado)

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Codex Alimentarius - Nutricide part 3 (legendado)

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