segunda-feira, 14 de março de 2011

Quem são os Illuminati - Parte 6/10 - A Religião da Nova Era

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sábado, 12 de março de 2011

A China planeja rastrear os cidadãos de Beijing através de seus telefones celulares

Zhuyin on cell phone detail-2Image via Wikipedia
A China planeja rastrear os cidadãos de Beijing através de seus telefones celulares

O governo afirma que a tecnologia aliviará o congestionamento do tráfego, mas especialistas advertem que isso poderia ser usado para controlar dissidentes.

Por Tania Branigan, em Beijing

Guardian.co.uk

Os defensores dos direitos humanos têm expressado preocupação com os planos de rastrear cada usuário de telefone celular em Beijing através da tecnologia de posicionamento global.

A mídia chinesa reportou esta semana que projetos pilotos estavam sendo apresentados para uma "plataforma de informações do movimento dos cidadãos em tempo real", para ajudar com o gerenciamento do tráfego.

Li Guoguang, vice-diretor da comissão de ciência e tecnologia municipal de Beijing, disse que o projeto seria usado para enfrentar o congestionamento permitindo aos funcionários monitorar o fluxo de pessoas através do sistema de transporte.

"Até certo ponto, isso pode efetivamente aumentar a eficiência da viagem dos cidadãos e aliviar os engarrafamentos", ele contou ao Beijing Daily.

Ele acrescentou que os cidadãos seriam capazes de comprar informações, embora informações mais sensíveis - tais como a localização dos indivíduos - não estariam disponíveis.

Mas enquanto as estradas de Beijing estão cada vez mais congestionadas, especialistas dizem que há muitas maneiras de avaliar e gerenciar o tráfego e sugerem que o projeto está obrigado a ser usado para propósitos de segurança também.

"Certamente o uso da plataforma não estará limitado a coletar informação do trânsito. Funcionários em outras áreas, tais como antiterrorismo e manutenção da estabilidade, também o acharão útil," Chen Derong, professor de comunicações sem fio da Universidade de Beijing, disse ao jornal South China Morning Post.

"Eu acho que a despeito da desculpa do controle do trânsito isso é parte da escalada do uso de tecnologias para controlar o descontentamento social," disse Wang Songlian da Rede de Defensores dos Direitos Humanos Chinesa. Ela salientou que no último ano o governo apresentou o registro compulsório para qualquer um comprar um sim card.

"Um monte de ativistas têm dito que os telefones celulares deles já estão sendo rastreados pelas forças de segurança. Eles usam isso para localizar onde as pessoas estão e se outros ativistas estão indo para lá," ela disse.

Mas ela acrescentou: "Para pessoas comuns, o governo está preocupado a respeito de inquietação social. Frequentemente há uma faísca em algum lugar e todo mundo se reúne e publica a informação. Registrar as pessoas e rastreá-las, permite-lhes obter informações sobre protestos e punir os indivíduos."

A rádio nacional da China disse que o governo municipal esperava começar o projeto em duas partes da capital no primeiro semestre desse ano.

Fonte: www.guardian.co.uk

Nota: Isso é o prenúncio do que pode estar por vir para o futuro no mundo todo.
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segunda-feira, 7 de março de 2011

Google sob fogo por relacionamento 'secreto' com a NSA


Image via CrunchBase

Google sob fogo por relacionamento 'secreto' com a NSA

Por Grant Gross

O Consumer Watchdog, um grupo de advocacia amplamente focado nas práticas de privacidade do Google em anos recentes, tem pedido uma investigação congressional no relacionamento 'acolhedor' da gigante da internet com a administração do presidente Barack Obama.

Em uma carta enviada segunda-feira, o Consumer Watchdog perguntou ao representante Darrell Issa, o novo diretor do Comitê de Fiscalização e Casa de Reforma do Governo, para investigar o relacionamento entre Google e diversas agências do governo.

O grupo pediu a Issa para investigar contratos de diversas agências dos Estados Unidos para tecnologias e serviços do Google, o relacionamento 'secreto' entre Google e a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, e o uso pela companhia do campo de aviação da Administração Nacional de Espaço e Aeronáutica (NASA) na Califórnia.

As agências federais também têm tomado ações 'insuficientes' em resposta as revelações do último ano de que os carros do Google Street View estavam coletando dados de conexões WiFi abertas de onde passava, o Consumer Watchdog disse na carta.

"Acreditamos que o Google tem se beneficiado inapropriadamente dos laços estreitos com a administração," a carta disse. "Google é o portal da internet para a maioria dos consumidores. Não obstante, ele não deveria ter tratamento e acesso especial por causa de um relacionamento especial com a administração."

Consumer Watchdog pode ter um aliado em Issa, um republicano da Califórnia. Em julho ele enviou uma carta ao Google levantando preocupações de que o vice-diretor de tecnologia da Casa Branca Andrew McLaughlin, ex-diretor de política global do Google, teve um contato de e-mail inapropriado com empregados da companhia.

Um porta-voz do Google questionou a objetividade do Consumer Watchdog. Alguns grupos têm questionado o relacionamento com a rival do Google, a Microsoft, e o criticismo do Consumer Watchdog dos esforços da privacidade online tem também exclusivamente zerado com o Google, com o grupo raramente mencionando a Microsoft, o Facebook e outras companhias com base na web nos últimos dois anos.

"Essa é apenas a mais recente em uma longa lista de truques da imprensa de uma organização que admite trabalhar estreitamente com nossos competidores," disse o porta-voz do Google.

Mas o Consumer Watchdog não recebe financiamento da Microsoft nem de nenhum outro competidor do Google, disse John Simpson, advogado do Consumer com o grupo. "Nós não temos nenhum relacionamento com a Microsoft," ele disse. "Nós não tiramos nenhum dinheiro deles."

O Consumer Watchdog decidiu se concentrar nas práticas de privacidade do Google porque os serviços da companhia servem como um portal para a internet para muitas pessoas, Simpson disse. Se o grupo pode pressionar o Google, "sem dúvida a companhia dominante da internet," para mudar suas práticas de privacidade, outras companhias seguirão o figurino, ele disse.

"Google se sobressaiu como uma companhia que diz que seu slogan é, 'não seja mau', e eles também defendem abertura para todos os outros," ele disse. "Estamos tentando prendê-los nas próprias palavras deles."

Consumer Watchdog, em janeiro de 2009, sugeriu que o Google estava preparando uma campanha de lobby pedindo ao Congresso para permitir a venda de registros eletrônicos de saúde. Google chamou as alegações de "100 por cento falsas e infundadas."

Em setembro, Consumer Watchdog comprou espaço em uma tela de vídeo de 50 m2 na Times Square em Nova York, com um vídeo criticando as práticas de privacidade do Google.

Em abril, funcionários do Consumer Watchdog ligaram para o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para ele se separar do Google. Eles apareceram em uma coletiva de imprensa com um representante da Open Book Alliance,  financiada pela Microsoft e Amazon.com.

A última queixa do Consumer Watchdog sobre o relacionamento do Google e a Administração Obama está esboçada em um relatório de 32 páginas. 

O documento questiona uma decisão da NASA de permitir que executivos do Google usem seu aeroporto federal em Moffett, próximo do quartel-general do Google. Embora a H211, uma companhia controlada pelos executivos chefes do Google, pague aluguel a NASA, eles desfrutam de acesso ao aeroporto que outras companhias ou grupos não têm, disse Simpson.

O documento também questiona os contratos do Google com o Departamento de Defesa americano e outras agências, sugerindo que, em alguns casos, os contratos do Google foram acelerados. O documento também questiona o relacionamento do Google com a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos e pede para a companhia ser mais aberta sobre qual informação do consumidor ela compartilha com a agência de espionagem.

Quando perguntado se outras companhias, incluindo provedores de banda larga, deveriam revelar qual informação do consumidor elas compartilham com a NSA, Simpson disse que elas também deveriam. 

"Eu compreendo que a NSA é uma organização fantasma super-secreta," ele disse. "Mas dada a situação muito especial do Google, onde ele possui tantos dados pessoais sobre as pessoas, eu penso que deveria haver um pouco mais de abertura sobre o que precisamente se passa entre os dois."   

Fonte: http://news.yahoo.com/s/pcworld/20110125/   

Nota: Essa situação é preocupante, uma vez que esta empresa tem dados pessoais altamente sensíveis dados pelos internautas na confiança de que não serão usados sem a permissão deles. Em outros artigos já foram mostrados como os dados das pessoas são usados como mercadoria para venda por empresas da internet, e o principal interessado sempre é o governo e suas agências de espionagem.

Embora o artigo focalize o governo americano, é certo que em outros países esses dados são também cobiçados por agências de segurança para fuçar a vida de pessoas em busca de inimigos do Estado e criminosos em geral.                 

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Google já começou a expandir o seu Domínio Total



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domingo, 6 de março de 2011

Colapso Econômico, Fome e Miséria Programados e Iminentes.

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Mais outro relatório de "aquecimnto global" é desclassificado

Mais outro relatório de “aquecimento global” é desclassificado

Está se tornando um exercício enjoativo acompanhar a sucessiva revelação de fraudes em relatórios 'científicos' que justificariam o “aquecimento global” supostamente causado pelo homem.

Agora, o relatório do EurekAlert, grupo independente apoiado pela American Association for the Advancement of Science AAAS, que previa um aumento de 2,4º C na temperatura do planeta e que provocaria dramática escassez de alimentos está seriamente deformado, denunciaram cientistas.

O relatório alarmista foi espalhado por numerosas agências internacionais inclusive a AFP que se penitenciou pela divulgaçao.

A própria AAAS desclassificou o estudo apontando numerosos erros. Ginger Pinholster, porta-voz da prestigiosa associação, disse que a entidade foi alertada pelas observações de um jornalista do “The Guardian” e apelou a um especialista em mudança climática que confirmou as perplexidades suscitadas pelo relatório.

Por certo, as causas das perplexidades não foram pequenas, porque a AAAS imediatamente tirou o relatório do seu website.

Um dos responsáveis do relatório desautorizado é o cientista Osvaldo Canziani, que fazia parte da equipe do IPCC galardoada com o Premio Nobel em 2007. Quando a revelação da fraude foi feita ele ficou desaparecido para a imprensa.

O climatólogo Ray Weymann disse à agência AFP que o “estudo contém erros significativos” e que a redatora - Liliana Hisas da Ong Fundo Ecológico Universal (UEF) - fora alertada dos erros antes da publicação “várias vezes”, mas ela se negou a corrigi-los.

O cientista Scott Mandia escreveu em e-mail à AFP que ainda que se aceite como verossímil a maior taxa de aquecimento proposta “a temperatura da Terra só aumentaria em 0,2 Cº até 2020”, enquanto o relatório apontava um crescimento inverossímil de 2,4 C, quer dizer, quase dez vezes mais que a hipótese mais extremada.”

Marshall Hoffman da empresa de relações públicas que publicou o relatório em nome da UEF disse que, ainda assim, o grupo defende o estudo.

Não é de espantar, religião cega é assim. Hoffman ainda tentou esboçar alguns argumentos em favor da tese descabelada.

Solicitado a comentar a resposta de Hoffman, Mandia disse à AFP: “Ele ainda está confuso.”

Postado por Luis Dufaur

Fonte: Verde – A cor nova do comunismo


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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Inventores do futuro

Illuminati, the card game inspired by the novelsImage via Wikipedia
Inventores do futuro

Olavo de Carvalho

Os movimentos mais disparatados, como abortismo, gayzismo, feminismo, vegetarianismo, "direitos dos animais", anticatolicismo, antitabagismo e liberação de drogas, vêm todos da mesma fonte.

O conceito mesmo de "engenharia social" implica que os membros da sociedade a ser modificada ou reconstruída não sejam concebidos como agentes livres, conscientes de suas escolhas, mas como peças inermes de um mecanismo que, no conjunto, não podem compreender e em geral nem mesmo enxergar.

As metas finais da operação não devem, portanto ser apresentadas de modo direto e franco que arrisque fazer delas alvos de discussão, mas devem ser atingidas por vias indiretas. Para tanto, são subdivididas em operações parciais, à primeira vista separadas e inconexas, que, uma vez bem sucedidas, produzirão o desejado efeito global de maneira aparentemente impessoal, espontânea e quase mágica, de modo que ninguém possa ser responsabilizado por ele e seja fácil atribuí-lo retroativamente a um determinismo histórico anônimo, inelutável e irreversível.

A oposição que essas várias campanhas parcelares pode gerar será ela também parcelar e inconexa, esgotando-se em discussões periféricas que deixam a salvo de ataques o coração do empreendimento, de modo que as metas finais possam ser atingidas mesmo ao preço de recuos e abdicações pontuais e localizadas.

Diante das inúmeras campanhas soi disant progressistas, libertárias ou humanitárias que vêm se espalhando pelo mundo desde os anos 70, sempre bem subsidiadas e tendo como garotas-propaganda as mais destacadas figuras do show business, o cidadão comum não tem jamais a ideia - ou os meios intelectuais - de rastrear as ligações entre as entidades envolvidas e o fluxo de dinheiro que as move. Se pudesse investigar isso, descobriria que os movimentos mais disparatados, como abortismo, gayzismo, feminismo, vegetarianismo, "direitos dos animais", anticatolicismo, antitabagismo e liberação de drogas, vêm todos da mesma fonte e, por meios aparentemente inconexos, servem a um objetivo comum: reduzir a população do planeta.

O controle demográfico é uma obsessão da elite globalista - especialmente da família Rockefeller - pelo menos desde os anos 40. As primeiras campanhas nesse sentido, na década seguinte, vinham com objetivo declarado, promoviam a esterilização em massa e visavam a atingir sobretudo o Terceiro Mundo, mas deram resultado inverso: em vez de deter o crescimento populacional nas nações pobres, baixaram drasticamente o das nações desenvolvidas (vejam o livro de Pat Buchanan, The Death of the West, para a descrição de um panorama estatístico apavorante).

Nada mais natural, nessas condições, que uma mudança de estratégia. Assim nasceram as campanhas de que estou falando.

Notem, de um lado, que, independentemente dos demais resultados socioculturais que delas podem germinar, cada uma das mudanças de conduta que essas campanhas visam a produzir tem pelo menos um ou dois de três efeitos necessários, imediatos e evidentes:

(1) Reduzir a duração média da vida humana. Gays, vegetarianos e drogados vivem notoriamente menos que as outras pessoas.

(2) Reduzir a capacidade procriativa. No caso das drogas ilegais, como maconha e cocaína, isso é mais que evidente.

A abstinência de carne tem o mesmo efeito. A campanha antitabagista pareceria tender na direção contrária, mas, como ela está associada na fonte à luta pela liberação das drogas pesadas e não passa de uma preparação de terreno para induzir populações inteiras a trocar de vício, a correlação estatística entre diminuição do consumo de cigarros e redução populacional não é de maneira alguma mera coincidência. (Os pretextos médicos do combate ao fumo revelam-se cada vez mais falsos à medida que nenhuma, absolutamente nenhuma redução da incidência das doenças "associadas ao fumo" se verificou nas áreas mais afetadas pela onda antitabagista.)

(3) Reduzir o desejo de procriar. Quem negaria que o feminismo radical, o divórcio fácil e a oferta maciça de operações de aborto sob demanda desembocam nisso necessariamente?

Várias são as modificações socioculturais periféricas que essas diversas campanhas podem produzir, e tanto seus apóstolos quanto seus detratores dirigem o foco das discussões para essas mudanças, sem reparar que, mesmo alguma destas falhando, o efeito de redução populacional terá sido atingido. A lógica do processo causal bastaria, por si, para sugerir fortemente a coerência global por trás de tantos e tão disparatados fronts de combate, mas a sugestão plausível se transmuta em certeza factual quando se nota que tanto as várias concepções quanto o dinheiro para implementá-las vêm sempre da mesma fonte: a elite globalista, que por sua vez tem muitos objetivos, mas um acima de todos - o controle demográfico mundial.

Como toda operação complexa de engenharia social, essa conta não só com seus planejadores e militantes conscientes, mas com a colaboração frenética e servil de milhões de idiotas úteis, sobretudo entre "formadores de opinião" e mini-intelectuais, que de repente se apaixonam por algum slogan solto e, sem cogitar dos efeitos sociais de conjunto, passam a defendê-lo com aquele ardor cretino que vale por um juramento de nunca entender nada. Alguns, no arrebatamento da paixão retórica, inventam até novos argumentos que, por sua ousadia insana, surpreenderiam os próprios formuladores originais do projeto.

Outro dia, o Sr. Paulo Ghiraldelli, que de boa fonte me informam ser uma voz influente naquilo que no Brasil, não sei por quê, se chama de "educação", publicou um artigo em que declarava ser uma imposição tirânica da sociedade repressora a expectativa de que as mães, normalmente, amem seus bebês. Sim, por que não seria mais humano, mais democrático, mais coerente com o espírito destes tempos iluminados, consentir que as pobres senhoras odiassem, espancassem ou jogassem pela janela os filhos recém-nascidos, aqueles miúdos seres horríveis que não têm outra missão na vida senão ficar berrando no bercinho e sujar fraldas com uma obstinação reacionária e - digamos logo - nazista?

Fonte: www.midiasemmascara.org


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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Você está pronto para a identidade universal para a internet que Barack Obama quer impor sobre todos nós?

Você está pronto para a identidade universal para a internet que Barack Obama quer impor sobre todos nós?

The American Dream

A administração Obama está desenvolvendo um programa "universal de internet ID" que observaria, rastrearia, monitoraria e potencialmente controlaria sua atividade na internet. Estas "identidades confiáveis" estão sendo vendidas como um meio de aumentar a proteção e a segurança na internet e como um meio de eliminar a necessidade de dúzias de nomes de usuários e senhas diferentes. Mas é uma identidade universal de internet que é emitida e controlada pelo governo americano realmente uma boa idéia? Até agora, as autoridades da Administração Obama estão tentando fazer isso parecer como não ameaçador tanto quanto possível. Eles estão insistindo que isso não será obrigatório. Eles estão insistindo que nenhuma de nossas informações pessoais será coletada ou usada pelas agências federais. Mas a luz de como regularmente o governo tem abusado de nossos direitos e liberdades em anos recentes em nome da "segurança", devemos realmente acreditar no que eles estão dizendo sobre essa nova identidade universal de internet?

Talvez para aliviar as preocupações a respeito do "Big Brother", a administração Obama está propondo que o Departamento de Comércio americano seja quem supervisione estas identidades universais de internet.

Mas quanto tempo você acha que levaria para o Departamento de Segurança Interna (junto com diversas dúzias de outras agências do governo) ficar envolvido na "administração" destas "identidades confiáveis"?

O potencial para abuso do governo de um tal sistema é absolutamente incrível. Como temos visto tantas vezes nos últimos anos, quando você dá aos burocratas do governo um palmo, frequentemente eles terminam tomando vários quilômetros.

Então quais são alguns dos outros potenciais problemas de um tal sistema?

Bem, criando uma "chave mestra" para a internet para qualquer e todo indivíduo, se ela for perdida ou roubada você poderia literalmente perder tudo pelo que tem trabalhado tão duramente em um único dia. Imagine o que poderia acontecer se um hacker muito mau ganhasse acesso instantâneo a sua conta bancária, seus cartões de crédito, sua conta no Paypal, seu email, sua conta do Facebook, sua conta do Twitter, sua conta do Ebay, sua conta na Amazon, seus blogs, seus websites e tudo o mais de importância na internet que pertence a você.

Apenas imagine os danos que poderiam ser feitos.

Além disso, seria apenas uma questão de tempo antes que essa identidade universal de internet se tornasse "uma identidade nacional de fato".

Na verdade, não é difícil de imaginar que "em nome da segurança" seria exigido que os americanos vinculassem a identidade universal de internet à informação biométrica ou mesmo ligasse ela a um implante de microchip de algum tipo.  

É claro que esse novo programa vai "começar como voluntário", mas quantas vezes antes o governo apresentou programas "voluntários" que mais tarde se tornaram obrigatórios?

Uma vez que a identidade universal de internet esteja implantada, será uma questão de tempo até que muitas agências federais diferentes e uma percentagem significativa de grandes corporações comecem a exigir que as pessoas comecem a usá-la. Eventualmente se tornaria extremamente difícil de agir na internet sem uma. Uma vez que chegue a esse ponto, seria apenas um passo muito pequeno para torná-la obrigatória para todos.

É claro que agora mesmo a administração Obama insiste que está "nos fazendo um favor” criando um sistema que nos capacitaria a nos tornarmos aptos a ficar livres de dúzias de nomes de usuários e senhas que todos nós usamos agora.

Mas isso tudo soa como o tipo de controle da internet que está sendo imposto em lugares como a China.  

A verdade é que a identidade universal de internet daria ao governo dos Estados Unidos maior poder para licenciar, monitorar e policiar a internet do que eles jamais tiveram antes. 

De fato, algumas cabeças pensantes das grandes redes de notícias já estão especulando que esse novo sistema de identificação é como uma maneira de "suavizar" a retórica "maldosa" na internet.

É claro que o que realmente significa é que eles querem calar um bocado de vozes discordantes lá fora porque elas não são "politicamente corretas" e elas não concordam com a versão da "verdade" que a mídia do stablishment está constantemente promovendo.

Esperançosamente o povo americano compreenderá que uma identidade universal de internet controlada pelo governo seria um passo gigantesco na direção de se tornar um estado policial Big Brother. Infelizmente, o povo americano não tem feito um grande trabalho de se levantar pela segurança e liberdade neste momento. Houve uma gritaria inicial quando os novos "scanners corporais foram instalados nos aeroportos americanos e quando os funcionários dos aeroportos começaram a apalpar nossas partes íntimas como parte das novas "revistas melhoradas", mas a maioria dos americanos parece ter aceitado estes "novos procedimentos de segurança" até esse ponto.

Assim, agora a administração Obama está pronta para ir ainda mais fundo. Eles querem colocar uma coleira em nosso último grande bastião da liberdade de expressão - a internet.

Algum dia se você tiver de conseguir uma licença do governo dos Estados Unidos para ler artigos como esse ou para escrever artigos como esse, não diga que não foi avisado.

Fonte: www.prisonplanet.com  

Nota: Embora esse artigo seja dirigido primeiramente ao povo americano, sabemos que há muito interesse dos governos de diversos países de estabelecer algum tipo de controle sobre a internet. Se tal internet ID for aprovada para os Estados Unidos rapidamente será adotada pelos grandes sites, portais e redes sociais será, portanto, obrigatória para navegar na internet.     

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Este computador composto por 16 mini-cérebros humanos mostra uma eficiência impressionante Publicado por Cédric - Há 11 h...